Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático

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1 Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático O acesso à informação, a participação do público no processo de tomada de decisão e o acesso à justiça em matéria de ambiente são regidos a nível internacional pela chamada Convenção de Aarhus, assinada em 1998 em Aarhus (Dinamarca). Esta Convenção, que vincula as instituições e organismos comunitários, foi aplicada através do Regulamento (CE) n.º 1367/2006, que é também designado por "Regulamento de Aarhus". Por sua vez, o Regulamento de Aarhus foi aplicado através de duas Decisões da Comissão: 2008/50/CE e 2008/401/CE, Euratom. O Regulamento de Aarhus concede direitos ao público e impõe obrigações às instituições e órgãos comunitários em matéria de acesso à informação sobre ambiente (Secção I), à participação do público na preparação de planos e programas relativos ao ambiente (Secção II) e de acesso a procedimentos de reexame (Secção III). O presente guia destina-se a ajudar e aconselhar os cidadãos que querem exercer os seus direitos ao abrigo do regulamento de Aarhus. Propõe-se, portanto, contribuir para um funcionamento mais transparente e responsável da Comunidade Europeia. Se bem que o regulamento de Aarhus seja aplicável a todas as instituições e órgãos comunitários, o presente Guia, por razões de ordem prática, centra-se prioritariamente na execução e aplicação do regulamento pela Comunidade Europeia. O presente guia não tem efeito vinculativo. Destina-se a apresentar um resumo e a ilustrar as regras estabelecidas no Regulamento de Aarhus. Para informações mais pormenorizadas e exactas sobre os princípios, condições e modalidades destas regras, devem ser consultados os textos publicados no Jornal Oficial.

2 ÍNDICE I. Acesso à informação sobre ambiente Como ter acesso à informação sobre ambiente? Que informações podem ser pedidas? Quem pode pedir informação sobre ambiente? A quem pode ser pedida informação? Como deve ser apresentado um pedido de acesso e como será tratado pela Comissão? E se a Comissão não está na posse da informação? Pode ser recusado o acesso a documentos que contêm informação sobre ambiente? 4 8. Que fazer em caso de indeferimento do pedido de acesso ou de incumprimento dos prazos de resposta por parte da Comissão?... 5 II. Participação do público Em que casos deve ter lugar a participação do público? O que é um plano ou programa relativo ao ambiente? Quais são os objectivos da política comunitária em matéria de ambiente? O que não é um plano ou programa relativo ao ambiente? Quem é consultado? Como é que esta consulta funciona na prática? Qual é o prazo concedido ao público para formular observações e dar a sua opinião? O que fará a Comissão depois de ter recebido as observações do público? Como é que o público será informado dos resultados da consulta pública?... 7 III. Acesso ao procedimento de reexame O que é o reexame interno? Quem pode requerer um reexame interno? Que documentos comprovativos devem ser apresentados em apoio do pedido de reexame interno? E se a documentação requerida não foi apresentada, é incompleta ou pouco clara? Como apresentar um pedido de reexame interno? E se a Comissão não é o órgão adequado para a apresentação do pedido? Quando deve ser apresentado um pedido de reexame interno? Quando é que a ONG requerente recebe uma resposta? Qual será a resposta da Comissão se a ONG não está habilitada a apresentar um pedido de reexame interno? Qual será o teor da resposta da Comissão depois de ter avaliado se o pedido de reexame interno é ou não justificado? O que acontece em caso de indeferimento do pedido de reexame interno? E se a Comissão não responder ao pedido num prazo não superior a dezoito semanas a contar da data de recepção do pedido? Ponto de contacto... 12

3 I. Acesso à informação sobre ambiente 1. Como ter acesso à informação sobre ambiente? O público tem acesso directo a grande quantidade de informação sobre o ambiente, através das redes de telecomunicações públicas. Caso contrário, os cidadãos podem apresentar pedidos de acesso a informação que não foi publicada anteriormente. Constituem exemplos de informação directamente acessível aos cidadãos a legislação comunitária, os documentos sobre políticas, os planos e programas relativos ao ambiente, os relatórios sobre os progressos realizados na aplicação desses planos e programas e, de um modo mais geral, os relatórios sobre o estado do ambiente que estão disponíveis em bases de dados como a Eur-Lex (http://eur-lex.europa.eu/en/index.htm) e a Pre-Lex (http://ec.europa.eu/prelex/apcnet.cfm?cl=en), ou no portal Europa (http://europa.eu/). 2. Que informações podem ser pedidas? A informação sobre ambiente abrange todas as informações disponíveis, em todas as formas e formatos, sobre o ambiente em geral, os seus elementos (ar, água, solo, terra, espaço natural e áreas de interesse natural, zonas marinhas, etc.) e os seus componentes, bem como informações sobre factores como as substâncias, a energia, o ruído, as radiações ou os resíduos, incluindo resíduos radioactivos, as emissões, as descargas e outras libertações para o ambiente, que afectem ou possam afectar os elementos do ambiente. A informação sobre ambiente inclui também medidas como as políticas, a legislação, os planos, os programas, os acordos ambientais e as acções que afectem ou possam afectar o ambiente, bem como as medidas ou acções destinadas a protegê-lo; abrange igualmente as análises de custos/benefícios e outras análises económicas utilizadas para preparar essas medidas e acções. As informações sobre o estado da saúde e da segurança das pessoas, as condições de vida, os locais de interesse cultural e as construções, na medida em que sejam ou possam ser afectados pelo ambiente, e os relatórios sobre a aplicação da legislação ambiental constituem também informação sobre ambiente. 3. Quem pode pedir informação sobre ambiente? Todas as pessoas, independentemente da sua situação pessoal ou profissional, podem pedir para ter acesso a informação sobre ambiente, sem ter de justificar o seu interesse. A pessoa que apresenta o pedido não tem de ser cidadão ou residente na União Europeia. As ONG podem pedir informação mesmo que não estejam registadas legalmente. 4. A quem pode ser pedida informação? Pode ser pedido o acesso a informação sobre ambiente recebida ou produzida e mantida por instituições e órgãos comunitários, excepto quando a informação é utilizada pela instituição ou órgão comunitário em causa no exercício das suas funções judiciais. Esta excepção abrange a informação sobre ambiente detida, por exemplo, pelo Parlamento Europeu, o

4 Conselho da União Europeia, a Comissão Europeia, o Comité Económico e Social, o Comité das Regiões, o Banco Europeu de Investimento e as agências comunitárias. 5. Como deve ser apresentado um pedido de acesso e como será tratado pela Comissão? O direito de acesso à informação sobre ambiente detida pela Comissão Europeia deve ser exercido através dos procedimentos estabelecidos para permitir que os cidadãos tenham acesso aos documentos, ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 1049/ O pedido deve ser apresentado por escrito. Pode ser enviado por correio, fax ou correio electrónico. Para ajudar os cidadãos na sua pesquisa, foi criado no servidor EUROPA um registo de documentos (http://ec.europa.eu/transparency/regdoc/registre.cfm?cl=en). Está também disponível no servidor EUROPA o formulário de um pedido de acesso (https://ec.europa.eu/transparency/regdoc/fmb/formulaire.cfm?cl=en). A Comissão publicou um Guia do Cidadão sobre o acesso aos documentos da Comissão nos termos do Regulamento n.º 1049/2001 (http://ec.europa.eu/transparency/access_documents/docs/guide_citoyen/pt.pdf) que deve ser consultado pelos cidadãos que desejem pedir acesso a informação sobre ambiente, pois as regras previstas neste regulamento aplicam-se também aos pedidos de acesso a informação sobre ambiente, sob reserva do que se explica seguidamente, nas respostas às perguntas 7 e E se a Comissão não está na posse da informação? Caso a Comissão não esteja na posse da informação sobre ambiente solicitada, deve indicar ao requerente, com a maior brevidade possível, e no prazo máximo de quinze dias úteis, a instituição ou órgão comunitário ou a autoridade pública do Estado-Membro junto dos quais considera possível obter a informação pretendida. Alternativamente, a Comissão pode transferir o pedido para a instituição ou órgão comunitário ou autoridade pública competentes, informando desse facto o requerente. 7. Pode ser recusado o acesso a documentos que contêm informação sobre ambiente? Sim. Em princípio, todos os documentos da Comissão devem ser acessíveis ao público. No entanto, a Comissão terá inevitavelmente de recusar divulgar alguns documentos, por forma a salvaguardar interesses públicos ou privados ou a proteger deliberações internas. A recusa de acesso terá de se basear numa das excepções previstas no artigo 4.º do Regulamento (CE) n.º 1049/2001 (ver a parte relevante do Guia do Cidadão sobre o acesso aos documentos da Comissão) e ser justificada pelo prejuízo causado pela divulgação do documento. Os motivos de indeferimento referidos devem ser interpretados de forma restritiva, tendo em conta o interesse público que a divulgação serviria e se a informação solicitada incide sobre emissões para o ambiente. 1 JO L 124 de , p. 1.

5 Observe-se que, além das excepções previstas no artigo 4.º do Regulamento (CE) n.º 1049/2001, quando está em causa informação sobre ambiente aplica-se também uma outra excepção específica: o acesso a essa informação pode ser recusado se a divulgação dessa informação prejudicar a protecção do ambiente a que essas informações se referem, tal como a localização de espécies raras. No caso de apenas uma parte do documento ser visada por uma ou várias das excepções citadas, as restantes partes do documento serão divulgadas. 8. Que fazer em caso de indeferimento do pedido de acesso ou de incumprimento dos prazos de resposta por parte da Comissão? São aplicáveis as vias de recurso previstas no Regulamento n.º 1049/2001 (ver a parte relevante do Guia do Cidadão sobre o acesso aos documentos da Comissão). II. Participação do público 9. Em que casos deve ter lugar a participação do público? A Comissão deve dar ao público a oportunidade de participar precoce e eficazmente na preparação, alteração ou revisão de planos e programas relativos ao ambiente, quando todas as opções estiverem ainda em aberto. 10. O que é um plano ou programa relativo ao ambiente? Um plano ou programa preparado ou adoptado pela Comissão é relativo ao ambiente quando preenche as duas condições seguintes: a preparação desse plano ou programa pela Comissão é exigida pelas regras em vigor e o plano ou programa contribui ou pode ter efeitos significativos na realização dos objectivos de política ambiental da Comunidade. Os programas de acção de carácter geral em matéria de ambiente são igualmente considerados como planos e programas relativos ao ambiente. 11. Quais são os objectivos da política comunitária em matéria de ambiente? Os principais objectivos da política comunitária em matéria de ambiente são os seguintes: preservar, proteger e melhorar a qualidade do ambiente, proteger a saúde humana, utilizar prudente e racionalmente os recursos naturais e promover, no plano internacional, medidas destinadas a enfrentar os problemas ambientais à escala regional ou mundial. Estes objectivos são descritos em pormenor nos programas de acção de carácter geral em matéria de ambiente adoptados pela Comunidade. O sexto programa comunitário de acção em

6 matéria de ambiente (Decisão n.º 1600/2002/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 22 de Julho de 2002, JO L 242 de , p. 1) é o que está actualmente em vigor (de 2002 a 2012). 12. O que não é um plano ou programa relativo ao ambiente? Certos documentos, sendo embora designados pelo nome de planos ou programas, não são planos ou programas relativos ao ambiente sujeitos à participação do público. Incluem-se nestes documentos os planos e programas financeiros ou orçamentais, nomeadamente os que definam as modalidades de financiamento de projectos ou actividades específicas ou os que estejam relacionados com propostas orçamentais anuais, programas de trabalho internos ou planos e programas de emergência concebidos apenas para fins de protecção civil. 13. Quem é consultado? A Comissão consultará o público real ou potencialmente afectado ou susceptível de ter um interesse no plano ou programa relativo ao ambiente que está a ser preparado. 14. Como é que esta consulta funciona na prática? As consultas públicas podem assumir diferentes formas, em função da natureza e do conteúdo do plano ou programa em causa (reuniões, audições, questionários e consultas através da Internet, etc.). Em muitos casos, as consultas públicas serão efectuadas através do sítio Internet "A sua Voz na Europa" (http://ec.europa.eu/yourvoice/index_en.htm), que é o "ponto de acesso único" da Comissão Europeia a uma grande variedade de consultas. O projecto de plano ou programa e material de apoio, tal como a informação sobre ambiente ou a avaliação ambiental relevante para o plano ou programa em preparação, se disponíveis, serão disponibilizados ao público. Na organização dos pormenores da consulta pública, a Comissão aplicará os Princípios gerais e regras mínimas de consulta das partes interessadas pela Comissão definidos na sua Comunicação COM(2002) 704 final (http://eur-lex.europa.eu/lexuriserv/lexuriserv.do?uri=com:2002:0704:fin:pt:pdf). 15. Qual é o prazo concedido ao público para formular observações e dar a sua opinião? Em princípio deve ser estabelecido um prazo de, pelo menos, oito semanas para a recepção de observações, nas consultas efectuadas através da Internet. Quando forem organizadas reuniões ou audições, estas devem ser anunciadas com uma antecedência de, pelo menos, quatro semanas.

7 Estes prazos poderão ser encurtados em caso de urgência ou quando o público já anteriormente tenha tido a possibilidade de formular observações sobre o projecto de plano ou programa em questão. 16. O que fará a Comissão depois de ter recebido as observações do público? A Comissão deve ter em devida conta os resultados da participação do público. Isto significa que a Comissão deve ter devidamente em consideração as observações formuladas pelo público, ponderando-as à luz dos vários interesses públicos em causa; este processo pode levar a uma adaptação do plano ou programa. Contudo, não é obrigatório integrar literalmente no projecto de plano ou programa todas as observações formuladas. 17. Como é que o público será informado dos resultados da consulta pública? A Comissão deve informar o público sobre o plano ou programa aprovado e disponibilizar publicamente o respectivo texto; prestará também informações sobre o processo de participação do público e sobre as razões e considerações que estão na base da decisão de adopção do plano ou programa. Na explicação de motivos que acompanha a proposta legislativa da Comissão (sempre que o plano ou programa em causa vai ser aprovado pelo Conselho e/ou pelo Parlamento Europeu) serão incluídos os resultados destas consultas e uma explicação da forma como as consultas foram conduzidas e como os resultados foram tidos em conta na proposta. Estas informações, bem como as contribuições para as consultas públicas abertas, serão também disponibilizadas no sítio Internet "A sua Voz na Europa" (ver supra). III. Acesso ao procedimento de reexame 18. O que é o reexame interno? Certas organizações não governamentais de promoção da protecção do ambiente podem requerer à Comissão que reexamine um acto administrativo que aprovou para determinar se viola a legislação comunitária em matéria de ambiente; a Comissão pode também ser solicitada a verificar se não deveria ter aprovado um acto, pois a não-aprovação de um acto administrativo pode constituir uma omissão administrativa. Um "acto administrativo" é qualquer medida de carácter individual tomada ao abrigo da legislação ambiental e com efeitos externos juridicamente vinculativos. São assim excluídas as medidas que não têm efeitos externos juridicamente vinculativos, tais como instruções e orientações internas, e os actos normativos de âmbito de aplicação geral, tais como os regulamentos e directivas. Esta definição abrange as decisões com efeitos externos juridicamente vinculativos, independentemente da sua forma, incluindo as que são emitidas em forma de carta. A Comissão geralmente anuncia as suas decisões no seu sítio Internet (http://ec.europa.eu/index_en.htm), em notas informativas ou comunicados de imprensa, ou insere o novo acto adoptado no seu registo de documentos.

8 Uma "omissão administrativa" é a falta de adopção de um acto administrativo por parte de uma instituição ou órgão comunitário. "Legislação ambiental" é a legislação comunitária que, independentemente do seu fundamento legal, contribua para o cumprimento dos objectivos de política comunitária em matéria de ambiente (ver resposta à pergunta 11 supra). 19. Quem pode requerer um reexame interno? Ao contrário do acesso à informação sobre o ambiente e da participação do público, que dizem respeito a indivíduos e associações, só as organizações não governamentais (ONG) de promoção da protecção do ambiente podem apresentar um pedido de reexame interno. Para tal, a ONG deve preencher as seguintes condições: (a) nos termos do direito interno ou da prática nacional de um Estado-Membro, ser uma pessoa colectiva independente sem fins lucrativos; (b) ter como fim primário declarado a promoção da protecção do ambiente no contexto da legislação ambiental; (c) existir há mais de dois anos e estar activamente empenhada na realização do objectivo de promoção da protecção do ambiente; (d) o objecto do pedido de reexame interno estar inserido no âmbito do seu fim e actividades. 20. Que documentos comprovativos devem ser apresentados em apoio do pedido de reexame interno? Uma ONG que apresente um pedido de reexame interno deve fornecer os seguintes documentos: 1. Regimento ou estatutos da ONG, ou qualquer outro documento de carácter semelhante à luz da prática nacional, para os países cuja legislação nacional não exija nem preveja que as organizações não governamentais adoptem regimento ou estatutos. 2. Relatórios anuais de actividades da ONG, relativos aos dois anos precedentes. 3. Relativamente às ONG estabelecidas em países onde a realização destes passos seja um requisito para a obtenção de personalidade jurídica, anexar uma cópia do registo legal junto das autoridades nacionais (registo público, publicação oficial ou qualquer outro documento relevante). 4. Quando pertinente, documentação comprovativa do anterior reconhecimento, por uma instituição ou um órgão comunitários, do direito da organização não governamental a apresentar um pedido de reexame interno.

9 Quando um dos referidos documentos não possa ser apresentado por motivos alheios à ONG, ou quando os documentos não esclareçam se o assunto objecto do pedido de reexame interno se insere nos objectivos e actividades da ONG ou se a ONG é independente e sem fins lucrativos, esta pode apresentar documentação equivalente como comprovativo (por exemplo, a ONG pode apresentar uma declaração, assinada por um membro seu, habilitado para tal, declarando que a ONG é independente e sem fins lucrativos). 21. E se a documentação requerida não foi apresentada, é incompleta ou pouco clara? Com base nas informações fornecidas juntamente com o pedido, a Comissão avaliará se a ONG requerente cumpre todos os critérios referidos supra. Pode solicitar à ONG que apresente documentação ou informações complementares, num período de tempo razoável a especificar nesse pedido. Durante o período em causa, são suspensos os prazos de doze a dezoito semanas estabelecidos para o tratamento do pedido. A Comissão pode também consultar as autoridades nacionais do país de registo ou origem da ONG, para verificar e avaliar as informações fornecidas por esta. 22. Como apresentar um pedido de reexame interno? Os pedidos de reexame interno de actos administrativos ou relacionados com omissão administrativa devem ser enviados por correio, fax ou correio electrónico para o departamento da Comissão (direcção-geral ou serviço) responsável pela aplicação das disposições subjacentes à adopção do acto administrativo ou alegada omissão administrativa. Relativamente aos actos ou omissões da competência de Direcção-Geral do Ambiente (DG Ambiente) da Comissão, as informações relativas aos contactos pertinentes (que podem ser actualizadas periodicamente) constam do sítio Internet da Comissão dedicado à Convenção de Aarhus (http://ec.europa.eu/environment/aarhus/index.htm). De qualquer modo, poderá ser utilizada a seguinte caixa de correio: Se a ONG requerente não sabe qual é o departamento da Comissão competente para proceder ao reexame ou se não tem conhecimento dos dados de contactos pertinentes, o pedido pode ser enviado para a DG Ambiente, que o encaminhará para o departamento competente. Assim que o pedido de reexame interno seja registado, será enviado um aviso de recepção à ONG que o requereu, quando possível, por meio electrónico. 23. E se a Comissão não é o órgão adequado para a apresentação do pedido? Quando a Comissão recebe um pedido de reexame interno relativo a um acto ou omissão da competência de outra instituição ou órgão comunitário, nos termos do Código de Boa Conduta Administrativa (http://ec.europa.eu/civil_society/code/index_pt.htm) deve indicar ao requerente, com a maior brevidade possível, e no prazo máximo de quinze dias úteis, a instituição ou órgão comunitário junto do qual considera que o pedido deve ser apresentado,

10 ou transferir o pedido para a instituição ou órgão comunitário competente, informando desse facto o requerente. 24. Quando deve ser apresentado um pedido de reexame interno? O pedido deve ser apresentado à Comissão num prazo não superior a seis semanas a contar da data de aprovação, notificação ou publicação do acto administrativo, consoante a que ocorrer em último lugar, ou, em caso de alegada omissão, num prazo de seis semanas a contar da data em que o acto administrativo era devido. 25. Quando é que a ONG requerente recebe uma resposta? A Comissão deve examinar o pedido de reexame interno apresentado por uma ONG, a menos que (i) este careça manifestamente de fundamento ou (ii) que a ONG requerente não seja elegível, por não cumprir qualquer das condições enumeradas na resposta à pergunta 19 supra; deve apresentar os seus motivos numa resposta escrita enviada à ONG, o mais rapidamente possível e num prazo não superior a doze semanas a contar da data de recepção do pedido. Contudo, este prazo pode ser alargado para dezoito semanas, no máximo, a contar da data de recepção do pedido. A ONG deve ser informada por escrito desta prorrogação. 26. Qual será a resposta da Comissão se a ONG não está habilitada a apresentar um pedido de reexame interno? Quando a Comissão entender que o pedido é inadmissível, no todo ou em parte, a ONG requerente será informada por escrito pelo Director-Geral ou pelo chefe do serviço da Comissão que examinou o pedido. A Comissão delegou no Director-Geral ou no chefe de serviço em causa as competências para examinar as questões de admissibilidade e responder à ONG requerente em nome da Comissão. A Comissão deve referir na sua resposta os motivos pelos quais o pedido foi considerado inadmissível. Essa resposta será enviada por correio electrónico, sempre que possível. Um pedido pode ser considerado inadmissível, nomeadamente, por um ou vários dos seguintes motivos: 1. A ONG requerente não está habilitada a apresentar esse pedido, ou seja, não cumpre uma ou várias das condições enumeradas na pergunta 19 supra, ou não apresentou os comprovativos adequados, demonstrando que cumpre todos esses critérios. 2. O pedido diz respeito a um acto ou omissão que não pode ser considerado como um "acto administrativo" ou uma "omissão administrativa" na acepção referida na resposta à pergunta 17 supra. 3. O pedido foi apresentado à Comissão mais de seis semanas após a data de aprovação, notificação ou publicação do acto administrativo, consoante a que ocorrer em último lugar, ou, em caso de alegada omissão, mais de seis semanas após a data em que o acto administrativo era devido.

11 4. O pedido não apresenta os fundamentos do reexame, quer porque não explica as razões pelas quais a ONG requerente considera que a Comissão actuou ilegalmente, quer porque não fornece as informações pertinentes e documentação que corrobore as alegações feitas no pedido. A resposta da Comissão declarando que um pedido é inadmissível deve ser enviada no prazo de doze semanas a contar da data de recepção do pedido, a menos que a Comissão alargue esse prazo para dezoito semanas. A resposta deve informar a ONG das vias de recurso existentes, nomeadamente acções judiciais contra a Comissão, queixa ao Provedor ou ambas, nos termos do disposto nos artigos 230.º e 195.º do Tratado CE, respectivamente. 27. Qual será o teor da resposta da Comissão depois de ter avaliado se o pedido de reexame interno é ou não justificado? A Comissão determinará se o acto administrativo a que diz respeito o pedido de reexame ou a alegada omissão administrativa (não aprovou um acto administrativo, apesar de ser legalmente obrigada a fazê-lo) violam a legislação ambiental. Em caso de violação da legislação ambiental, o pedido será considerado fundamentado; caso não tenha havido violação dessa legislação, o pedido será indeferido. A Comissão conferiu poderes aos seus Membros para decidirem se o acto administrativo a que diz respeito o pedido de reexame ou a alegada omissão administrativa violam a legislação ambiental. Isto significa que a resposta informando a ONG requerente de que o pedido foi indeferido será aprovada pelo Membro da Comissão competente, em nome da Comissão. A decisão em que a Comissão reconhece que houve violação da legislação ambiental será tomada pela própria Comissão (ou seja, pelo Colégio de Comissários). 28. O que acontece em caso de indeferimento do pedido de reexame interno? A resposta à ONG comunicando que o acto administrativo cujo reexame foi requerido ou a alegada omissão administrativa não violam a legislação ambiental deve apresentar os motivos da decisão e informar a ONG das vias de recurso existentes, nomeadamente acções judiciais contra a Comissão, queixa ao Provedor ou ambas, nos termos do disposto nos artigos 230.º e 195.º do Tratado CE, respectivamente. 29. E se a Comissão não responder ao pedido num prazo não superior a dezoito semanas a contar da data de recepção do pedido? Neste caso, a ONG requerente que deseje prosseguir o processo pode interpor recurso para o Tribunal de Justiça, ao abrigo do artigo 232.º do Tratado CE. Alternativamente, pode apresentar uma queixa ao Provedor de Justiça, nos termos do disposto no artigo 195.º do Tratado CE.

12 30. Ponto de contacto Os pedidos de informação e as perguntas podem ser enviados para o seguinte endereço: ENV- * * * DISPOSIÇÕES JURÍDICAS APLICÁVEIS Regulamento (CE) n.º 1367/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 6 de Setembro de 2006, relativo à aplicação das disposições da Convenção de Aarhus sobre o acesso à informação, participação do público no processo de tomada de decisão e acesso à justiça em matéria de ambiente às instituições e órgãos comunitários (JO L 264 de , p. 13). Decisão da Comissão 2008/50/CE, de 13 de Dezembro de 2007, que estabelece normas de execução do Regulamento (CE) n.º 1367/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à aplicação das disposições da Convenção de Aarhus em matéria de pedidos de reexame interno de actos administrativos (JO L 13 de , p. 24). Decisão da Comissão 2008/401/CE, Euratom, de 30 de Abril de 2008, que altera o Regulamento Interno no que respeita às normas de execução do Regulamento (CE) n.º 1367/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à aplicação das disposições da Convenção de Aarhus sobre o acesso à informação, participação do público no processo de tomada de decisão e acesso à justiça em matéria de ambiente às instituições e órgãos comunitários (JO L 140 de , p. 22).

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