COACHING E RESILIÊNCIA: INTERVENÇÕES POSSÍVEIS PARA PRESSÕES E MEDOS DE GINASTAS E ESGRIMISTAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COACHING E RESILIÊNCIA: INTERVENÇÕES POSSÍVEIS PARA PRESSÕES E MEDOS DE GINASTAS E ESGRIMISTAS"

Transcrição

1 COACHING E RESILIÊNCIA: INTERVENÇÕES POSSÍVEIS PARA PRESSÕES E MEDOS DE GINASTAS E ESGRIMISTAS COACHING AND RESILIENCE: POSSIBLE INTERVENTIONS TO EASE THE GYMNASTICS AND FENCES PRESSURE AND FEARS Abstract This paper is due to the interest to investigate pressures and fears of athletes of high performance in individual modalities, searching data for possible interventions. Previous studies (Valle, 2003 e 2006) indicate that athletes life isn t only training or competition, but that practice carries many paradoxes and conflicts which they have to deal with. Sport Psychology can and must help to think coping strategies to deal with these tensions in order to avoid the stress. In this investigation, six adult athletes, from the Fence and Olympic Gym Department of a club in Porto Alegre, were interviewed. All of them are from the high performance sport and have significant results, including awards and participations in international competitions. First, this work applied an adaptation of the tests Test de las presiones del deportista de Selección and Test de los miedos del futbolista (Roffé, 2004). After that an individual interview was taken with each participant to raise the motives to their choices. The analysis of the results establishes the relations between pressures and fears more commons of these athletes broadening the comprehension on how they interfere in their performances. Some strategies to the intervention to the concepts of coaching and resilience were also raised. Investigations like this paper aim to contribute with knowledge that helps to choose strategies of intervention in the Sport Psychology of the club. Key-words: Sport Psychology Coaching Resilience Pressures Fears

2 Resumo O presente trabalho surgiu do interesse em averiguar as pressões e medos de atletas de alto rendimento em modalidades individuais, levantando dados para possíveis intervenções. Em estudos anteriores (Valle, 2003 e 2006) constatou-se que a vida do atleta não se resume ao treinamento ou às competições, mas que sua prática produz uma série de paradoxos e conflitos com os quais ele precisa lidar. A Psicologia do Esporte pode e deve ajudar ao traçar estratégias de enfrentamento (coping) para encarar estas tensões de forma a evitar o estresse. Nesta investigação, foram avaliados seis atletas adultos dos departamentos de Esgrima e Ginástica Olímpica de um clube de Porto Alegre. Todos os sujeitos são voltados ao esporte de alto rendimento, possuem resultados significativos, incluindo títulos e participações em competições internacionais. Adaptaram-se os testes Test de las presiones del deportista de Selección e Test de los miedos del futbolista (Roffé, 2004). Após a aplicação dos testes, realizou-se uma entrevista individual com cada participante levantando-se as justificativas para as escolhas. A partir dos resultados, buscou-se estabelecer relações entre as pressões e os medos mais comuns nos atletas de Esgrima e Ginástica Olímpica, ampliando a compreensão de como podem interferir na performance atlética. Foram levantadas, ainda, algumas estratégias de intervenção a partir dos conceitos de coaching e resiliência. Investigações como as deste trabalho visam contribuir com conhecimentos que auxiliem na escolha de estratégias de intervenção da Psicologia do Esporte no clube. Palavras-chaves: Psicologia do Esporte Coaching Resiliência Pressões Medos Estresse, Pressões e Medos no Esporte de Alto Rendimento As sensações e sentimentos desencadeados em situação de tensão preocupam o ser humano há muito tempo. Os gregos divinizaram DEMOS (temor) e FOBOS (medo), 2

3 provavelmente por perceberem a força destes sentimentos. A vida moderna trouxe consigo a vivência de muitas situações estressantes, gerando efeitos em vários níveis. Certos níveis de estresse são psicologicamente benéficos porque são motivadores, renovam o interesse pela vida, possibilitam pensamentos mais rápidos e maior produtividade. Ao ultrapassar os níveis aceitáveis, no entanto, prejudicam o desempenho, esgotando a energia psíquica, intensificando o sentimento de fracasso e fazendo com que o foco nos objetivos seja perdido. Para este estudo, serão abordados alguns aspectos do estresse para compreender como alguns de seus efeitos interferem na performance esportiva, especialmente os ligados às pressões e aos medos. Em estudos anteriores (VALLE, 2003 e 2006) constatou-se que a vida do atleta não se resume ao treinamento ou às competições, mas que sua atividade produz uma série de paradoxos e conflitos com os quais ele precisa lidar em seu dia-a-dia. A prática do esporte de alto rendimento traz consigo, inevitavelmente, a convivência com sentimentos constantes de pressão, de tensão, de ansiedade, entre outros. A literatura da Psicologia do Esporte relata muitas contribuições sobre as constantes pressões sofridas pelos atletas, sendo que a própria competição já se mostra um evento estressante (FIGUEIREDO, 2000; MACHADO, 2006; DE ROSE JUNIOR, 2002, SAMULSKI, 2002). O atleta precisa desempenhar sua melhor performance naquele momento competitivo e ainda enfrentar adversários com qualidades semelhantes. Precisa enfrentar o insucesso ou manter o êxito alcançado. Ou, ainda, superar os resultados obtidos. Muitas vezes, em competições de modalidades como a Ginástica Olímpica, por exemplo, não há uma segunda chance de performance. Um detalhe pode comprometer todo o resultado. Administrar todas essas emoções é uma capacidade importante para o atleta, podendo ser decisiva de seu desempenho. Spielberger (1981) considera que o estresse é parte integrante e natural da vida de qualquer indivíduo e que pode ser qualificado tanto de forma positiva quanto negativa. Os seres 3

4 humanos devem adaptar-se e ajustar-se para sobreviver e é o ajustamento ou a adaptação ao estresse, como estímulo ou ameaça, que imprimem vitalidade a essa sobrevivência. Autores como Garcia (2000) e Machado (1997) definem estresse como um desequilíbrio significativo entre a demanda física e/ou psicológica e a capacidade de resposta, sob condições em que a falha em satisfazer aquela demanda tem importantes conseqüências. Noce e Samulski (2002) entendem estresse como a totalidade de reações orgânicas que visam a manutenção ou o restabelecimento do equilíbrio interno ou externo do indivíduo. Do ponto de vista psicológico, está relacionado com a ativação das funções cognitivas no sentido de uma exigência psíquica ou atividade mental. Machado (2006) contribui dizendo que o estresse produz sentimentos de apreensão e tensão subjetivos, acompanhados da associação com a ativação do sistema nervoso central autônomo. Alguns dos efeitos somáticos observados no organismo frente a situações estressantes são: musculatura tensa, respiração profunda e rápida, taquicardia, pressão arterial elevada, parada temporária do estômago e intestino, diminuição da secreção salivar e aumento da percepção sensorial (VICENZI, 2002). Weinberg e Gould (2001) descrevem quatro estágios para o estresse: 1) demanda ambiental (física e psicológica); 2) percepção da demanda ambiental (ameaça física ou psicológica percebida); 3) resposta ao estresse (ativação, ansiedade, tensão muscular, alterações da atenção) e 4) conseqüências comportamentais (desempenho e resultado). Neste sentido, ansiedade, tensão, preocupação, medo, entre outros, podem ser entendidos como subprodutos do estresse, como sinais de alarme. É uma resposta de adaptação do organismo; porém se a resposta permanece muito tempo, deixa de ser adaptativa produzindo conseqüências negativas e, muito provavelmente, a vivência do estresse. Entre os aspectos psicológicos que fazem parte de qualquer contexto esportivo competitivo, o estresse pode ser considerado um dos principais fatores na determinação do 4

5 desempenho (DE ROSE JUNIOR, 2002; SAMULSKI, 2002). Segundo Vicenzi (2002) as mudanças fisiológicas provocadas no organismo pelo estresse consomem muita energia podendo interferir na realização das atividades de longa duração. Por exemplo, o excesso de ansiedade e o conseqüente aumento de adrenalina podem fazer com que o sujeito execute com pressa tarefas que exigem cuidado e atenção (FIGUEIREDO, 2000). Pode ainda, provocar uma paralisação na pessoa de modo a impedi-la de realizar a ação. Ou seja, o aumento da ansiedade tende a atrapalhar a execução das tarefas, pois interfere especialmente na atenção e concentração. Os estressores podem acarretar ainda outros problemas orgânicos como: imunidade diminuída, fadiga crônica, distúrbios de sono, cefaléias e problemas gastrintestinais (VICENZI,2002). Um atleta precisa ter cuidados especiais com sua saúde, pois qualquer problema poderá afetar seu desempenho. Reações físicas ao estresse, portanto, podem se tornar extremamente prejudiciais para eles. Para este estudo nos interessa especialmente os aspectos ligados às pressões e aos medos vivenciados pelos atletas e considerando-os como sub-produtos do estresse, pode-se entender que em modalidades como as pesquisadas, onde se exige habilidade, precisão e regularidade, a pressão pode gerar no atleta uma reação de estresse e conseqüente perda no desempenho esportivo. De acordo com De Rose Junior, Simões e Vasconcellos (1994) quando as características de uma modalidade são aliadas à competição, estas assumem uma proporção ainda maior gerando situações potencialmente causadoras de estresse. Roffé (2006) define pressão como exigir do outro mais do que ele pode dar ; autopressão como exigir de si mesmo mais do que pode dar. No esporte de alto rendimento, as pressões, tanto internas quanto externas, estão presentes na prática. Freqüentemente os atletas são submetidos a diversos tipos de pressão e o seu rendimento está relacionado com a sua capacidade de superação destas situações. Figueiredo (2000) menciona algumas pesquisas com atletas de alto 5

6 rendimento onde foram identificadas as seguintes fontes de estresse: a) pessoas significativas (problemas com companheiros de equipe, pressão do técnico e dos pais, conduta de árbitros e torcida); b) auto-avaliação e avaliação social (pressão por atingir padrões, pressão pelo bom desempenho, críticas); c) ansiedade e medo de errar; d) não se sentir preparado psicologicamente para a competição; e) características da competição; f) condições do ambiente; e) não ter o desempenho esperado na competição. Percebe-se que as pressões mencionadas são ligadas especialmente às questões de exigências externas e das pressões competitivas. Além dos fatores já mencionados a própria situação da modalidade dentro da realidade brasileira também pode ser um fator de pressão, proporcionando ou não condições financeiras de treinamento e viagens, além da estrutura das federações e confederações. Deve-se ainda considerar a situação vivenciada no momento pelo atleta que pode estar sofrendo alguma pressão de ordem pessoal e que pode vir a prejudicá-lo na performance. Medo é definido por Machado (2006) como o estado emocional desencadeado ante um perigo iminente que gera uma resposta de alerta. Há três níveis de reações do organismo: a) fisiológico, com alterações fisiológicas e bioquímicas; b) motor, percebido basicamente nas contrações musculares e c) verbal, presente em mecanismos perceptivos, cognitivos e emocionais. Roffé (2006) define medo como a sensação que exagera situações externas, que nasce do pensamento e de crenças que comprometem o rendimento a partir da diminuição da auto-confiança. Ucha citado por Roffé (2004) considera que o medo está determinado socialmente, pois está associado aos processos de aprendizagem. É uma qualidade sensorial que tem por função sinalizar uma advertência, podendo motivar uma reação. Autores como Le Gall (1978) citado por Machado (2006) diferenciam medo de ansiedade, caracterizando o primeiro pela presença do objeto ou ação ameaçadora e, ansiedade, pela indeterminação ou ausência do objeto. Cabe ressaltar que o medo desproporcional em relação a 6

7 uma ameaça, aliado a uma série de sintomas, é chamado de fobia, o que não será abordado no presente trabalho. De um modo geral, o medo é considerado uma motivação negativa, pois tende a reforçar ou a intensificar os movimentos que a pessoa fará para fugir do estímulo que o gerou. No esporte, pode variar em intensidade, motivação, qualidade e não se limita a competição, mas todas as formas de medo têm em comum a incerteza quanto ao resultado da ação ou suas conseqüências. Brochado (2002) refere que atletas de alto rendimento têm medo de não obter o resultado previsto após o sacrifício do treinamento intensivo e de prejudicar o futuro de sua carreira. Assim, toda a ação geradora de medo tenderá a ser evitada pelo atleta, podendo prejudicá-lo em sua evolução. Uma dificuldade apontada por Machado (2006) é encontrada nas pessoas que apresentam níveis altos de medo, ansiedade ou angústia. Elas tendem a sofrer com exaustão e fadiga, nervosismo, tensões e dificuldades para tomarem decisões simples, podendo sentir-se arrependidas quando as tomam. Neste sentido, atletas muito medrosos ou muito ansiosos tendem a ser pouco confiantes e a apresentar mais dificuldades em sua evolução esportiva. O medo pode ser identificado ou avaliado de diversas formas tanto em relação a indicadores fisiológicos como psicológicos. Em situações de estresse, de perigo e de medo são observadas alterações fisiológicas que podem ser observadas na freqüência cardíaca, freqüência respiratória ou pressão arterial, pois seriam as alterações mais indicadas para a avaliação do medo. Brochado (2002) coloca que apesar destes indicadores fisiológicos não o refletirem diretamente, eles precisam ser interpretados. No entanto uma das dificuldades para tal seria diferenciar o quanto das alterações fisiológicas são ligadas à própria atividade muscular ou à tensão psicológica que uma competição acarreta. No que se refere à identificação do medo por marcadores psicológicos, os instrumentos mais indicados para serem utilizados são os 7

8 questionários, escalas, observações de reações e comportamentos típicos (BROCHADO, 2002; MACHADO, 2006). Brochado (2002) refere que pessoas medrosas têm um rendimento melhor quando em situações neutras do que em competições, pois numa situação neutra (ou seja, de pouca pressão) não haveria estímulos que levariam a fuga ou evitação. Isto nos ajuda a entender a ligação entre medo e pressões, pois segundo Roffé (2005), as pressões e medos sentidos pelos atletas podem constituir um freio para sua melhor performance. Em verdade, o estresse e seus efeitos é um convite à má performance e às lesões. Tanto as pressões quanto os medos têm relação direta com a auto-confiança (MACHADO, 2006; ROFFÉ, 2005). Assim, quanto menor a confiança sentida no momento da pressão, maior serão as dúvidas, receios e medos. É como o efeito de uma pedra jogada num lago tranqüilo: o círculo formado pelo local onde a pedra rompe o espelho da água propaga-se em círculos cada vez maiores, aumentando seu efeito na superfície. Nos atletas, geralmente percebemos este efeito no aumento do monólogo negativo, na perda da confiança, na diminuição da atenção. Para muitos atletas (e seus técnicos) o medo pode ser sinônimo de fraqueza. O bom atleta é capaz de reconhecer seus medos sem sentir-se vulnerável e buscar formas de enfrentá-los ou neutralizá-los. A habilidade de reconhecer e controlar sentimentos negativos pode ser uma estratégia de enfrentamento (coping) em atletas de alto rendimento. Diante do exposto até o momento fica claro que as pressões e os medos vivenciados por estes sujeitos acarretam efeitos incontestáveis em suas performances. O desafio colocado à Psicologia do Esporte é buscar formas de controlá-las, pois quanto mais recursos o sujeito dispor para enfrentar estas demandas, melhor o seu resultado. É consenso entre os profissionais que a 8

9 questão não é o tamanho do desafio que o atleta terá que enfrentar, mas os recursos (físicos, técnicos e psicológicos) que dispõe para tal. A Pesquisa Amostra Para este estudo foram avaliados seis atletas, três da Ginástica Olímpica e três da Esgrima, com idade entre 22 e 34 anos. As razões para escolher estes departamentos foram: a) todos os sujeitos são voltados ao esporte de alto rendimento; b) possuem resultados significativos, incluindo títulos e participações em competições internacionais (Pan-americanos, Mundiais, Olimpíadas); c) são adultos e, portanto, evitar-se-ia interferências da especialização precoce; d) os dados coletados trarão subsídios para o trabalho da Psicologia do Esporte. Ainda que seja uma amostra pequena, ela é representativa para o clube, podendo auxiliar nas intervenções futuras. Instrumento Com a autorização do autor, adaptaram-se os testes Test de las presiones del deportista de Selección e Test de los miedos del futbolista (Roffé, 2004). No teste de pressões (Anexo A) era apresentada uma lista de situações prováveis de produzir pressão e solicitado ao sujeito que escolhesse três alternativas com as quais ele mais se identificasse e, após, optasse dentre as três, a que mais lhe causasse pressão. Para o teste de medos (Anexo B), o procedimento era semelhante, com exceção que deveriam ser escolhidos cinco medos. Destes, selecionava-se três e, finalmente, um medo mais significativo. Procurou-se não alterar os questionários em sua essência, apenas adequando as questões à prática das modalidades individuais. Assim, além da tradução para o português, foram realizadas as seguintes alterações no teste de pressões: - item 11: onde se refere a pressão do intermediário/representante, trocou-se por pressão da Confederação, pois a pessoa do empresário não é presente nas modalidades escolhidas para a 9

10 pesquisa. Já a Confederação (órgão nacional que representa as Federações regionais da modalidade) possui um poder importante, pois muitas vezes é quem decide as regras para seletivas, em quais competições vão participar, etc. - item 18: refere-se a lutar contra o rebaixamento do time. Este item foi suprimido porque não existe esta situação nas modalidades pesquisadas. - foi incluído um item em branco para que o atleta pudesse acrescentar alguma outra pressão que lhe ocorresse e que não estivesse contemplada no teste. No teste de medos, as alterações foram: - itens 22 (medo de errar o pênalti), 23 (falar com companheiros na partida) e 28 (medo da expulsão): foram excluídos, pois se referem ao futebol, não fazendo parte da realidade das modalidades pesquisadas. - foram incluídas opções em branco para que o atleta completasse com algum medo não contemplado no teste. Procedimento Os testes foram aplicados individualmente aos atletas previamente selecionados de acordo com os critérios especificados anteriormente. Logo após era realizada uma entrevista, levantandose as justificativas para as escolhas. Análise dos Dados De posse dos dados coletados, fez-se uma análise descritiva dos dados levantando-se as escolhas mais freqüentes e o grau de importância atribuído pelos sujeitos. Devido ao pequeno número de atletas consultados não foi possível realizar nenhuma análise inferencial, mas os dados analisados qualitativamente mostram-se significativos para a realidade do clube. Resultados e Considerações 10

11 No questionário de pressões era solicitado primeiramente que o sujeito escolhesse três pressões que já sentiu ou sente e, entre elas, a de maior pressão. Com a entrevista, levantava-se a justificativa para as escolhas. A partir da análise dos questionários foi possível identificar as pressões consideradas mais significativas pelos atletas pesquisados. Os resultados do Test de las presiones del deportista de Selección adaptado (Roffé,2004) foram: 1ª. Entre as Total escolha 3 Auto-exigências internas Pressão dos resultados (positivos ou negativos) Pressão por ser selecionado para a equipe nacional 3 3 Pressão dos pais ou da família 1 1 Pressão da imprensa (escrita, rádio ou TV) 1 1 "Pressão social" (excelência da cultura, ser o primeiro 1 1 ou nada). Pressão pela situação econômica do país 1 1 Pressão por representar o país numa competição a nível 1 1 mundial Para manter a atenção 1 1 Tabela 1: Levantamento da adaptação do Test de las presiones del deportista de Selección (Roffé, 2004) A opção mais escolhida e considerada mais significativa foi a pressão por autoexigências internas, seguida da pressão por resultados e da pressão para ser selecionado para a equipe nacional. Ainda que a primeira tenha sido mais freqüente, percebeu-se através da análise das justificativas, uma interligação entre elas. A maioria das escolhas tinha relação direta com a auto-pressão e com a auto-exigência. Em vista disto, optou-se por analisar as três pressões simultaneamente. O atleta de alto rendimento se caracteriza por uma busca de superação constante de seu rendimento esportivo (VALLE, 2003). A auto-exigência é quase uma condição para permanecer 11

12 em treinamento e algumas das justificativas colocadas pelos pesquisados para explicar a escolha pelas auto-exigências internas foram: Minha família não cobra tanto quanto eu mesmo. É a pior pressão. Em tudo que faço, quero ser o melhor. A interligação nas justificativas é ilustrada quando escolhas que pressupõem uma pressão externa, como, por exemplo, pressão por resultados, está associada a uma exigência do próprio atleta: Quando vejo um erro, quero treinar para melhorar e ter um resultado melhor. A pressão por resultados é conseqüência da auto-exigência: quando você se cobra, você quer resultados e não aceita os negativos!. Outro exemplo ilustrativo é a justificativa usada para a escolha da pressão para ser selecionado para a equipe nacional : Cheguei na final. Então agora não posso deixar de chegar nas finais. É assim: quando se dá um passo a frente, já vem outra exigência. Uma hipótese para esta associação de resultados pode ser em função da maturidade e nível dos atletas pesquisados, pois se percebe um compromisso pessoal com sua prática. Eles já não dependem mais do reconhecimento de seus pais, de seus iguais ou não procuram mais burlar o treinamento, pois reconhecem a necessidade e a falta que um bom treino fará posteriormente. Em pesquisas anteriores (VALLE, 2003 e 2006) constatou-se que no início da carreira, o desejo parece ser colocado mais no outro (no técnico, nos pais, etc). Progressivamente os atletas vão sendo subjetivados pela cultura esportiva e passam a reproduzir o discurso do esporte de alto rendimento, não percebendo mais as exigências externas como de outros. Este aspecto é percebido também nas falas em que referem a motivação para o esporte de alto rendimento e 12

13 estes atletas parecem bastante influenciados por motivação intrínseca como os desejos de superação, de chegar e manter-se na seleção nacional: Me exijo para melhorar meu resultado. É o objetivo de todo o atleta: treinar para chegar à seleção nacional!. É evidente que fatores externos também interferem mas não parecem tão significativos quanto aos relacionados à auto-pressão. Assim, mesmo o desejo de ser convocado para a seleção, por exemplo, é antes um desejo pessoal do que da equipe técnica observado na iniciação competitiva. Lembro de uma menina da Ginástica Olímpica, campeã brasileira de 12 anos, que começou a treinar mal e apresentar dores diversas. Quando investigado melhor, descobriu-se que ela receava ser convocada para a Seleção Permanente (como havia ocorrido com uma colega mais velha alguns meses antes), pois precisaria mudar-se de cidade e não queria afastar-se da família. Enquanto para o clube e equipe técnica é um reconhecimento do trabalho ter seus atletas convocados, para o atleta muito jovem pode ser uma pressão que acaba atuando como um freio ao bom desempenho. Em vista disto, percebe-se a importância de conhecer como as pressões estão funcionando: como motivadoras ou como inibidoras? Os atletas pesquisados parecem vivenciar as maiores pressões na própria rotina de treinamentos, expressadas pelos aspectos de auto-pressão e auto-exigência. Estes aspectos podem ser reforçados pelas características das modalidades investigadas neste estudo. Em primeiro lugar, tratam-se de modalidades individuais e se sabe que esportes individuais são mais estressantes que os coletivos (WEINBERG; GOULD, 2001). Quanto às características específicas das modalidades, a Ginástica Olímpica é um esporte em que é necessário ser extremamente preciso nos movimentos, exige atenção a detalhes e tem seu início em idade precoce. Para a Esgrima também são necessárias várias condições como precisão, velocidade de 13

14 reação, concentração, entre outras. Como diz De Rose Junior, Simões e Vasconcellos (1994) essas características podem ser potencialmente estressoras, gerando pressões em seus praticantes. Todos os itens que serão comentados adiante foram escolhidos apenas uma vez e ficaram entre as três pressões (não sendo, portanto, a escolha considerada de maior pressão), com exceção da representar o país numa competição mundial. Neste caso, foi considerada a maior pressão por se tratar de um atleta olímpico, único representante de sua modalidade nas Olimpíadas, que sofreu a pressão de carregar o Brasil nas costas (sic). O item pressão dos pais ou da família pode ser compreendido em relação ao período de iniciação competitiva, pois o atleta que a escolheu justificou que no início da carreira esta era uma das maiores pressões vividas. A opinião paterna importava e sentia necessidade de corresponder às expectativas. É consenso na literatura (DE ROSE JUNIOR, 1994 e 2002; WEINBERG; GOULD, 2001) que a pressão dos pais pode ser um dos estressores mais responsáveis pelo abandono precoce da prática competitiva. A pressão pela situação econômica do país foi justificada pela necessidade do atleta manter a si e sua família com os recursos gerados pela sua prática esportiva. A manutenção da capacidade financeira para tal depende dos contratos que são conseguidos pelos atletas bem como por seus resultados esportivos, gerando uma pressão que também pode se relacionar com a pressão por resultados. Já o item pressão para manter a atenção foi sugerido por um atleta, pois era dada a possibilidade de incluírem alguma pressão que não estava contemplada no teste. É um atleta com dificuldades de manter a concentração durante a disputa, sendo este um dos aspectos que ele vem trabalhando para melhorar. Sabendo que um dos efeitos do estresse pode ser o prejuízo na atenção e concentração (WEINBERG; GOULD, 2001), compreendemos que essa pressão se justifica por este investimento pessoal em modificar esta variável. 14

15 Diante das respostas coletadas nas entrevistas, podem-se ainda agrupar algumas justificativas como uma grande categoria de pressão pelo reconhecimento de outros significativos para o atleta. Alguns exemplos: Se cria uma expectativa nos outros (no técnico, nos colegas) de que se é uma promessa. Apostam no teu crescimento e esperam que você vá render logo!. A pressão que me impunha era por mostrar resultados para meus pais. Afinal, era paitrocínio. No início, a opinião deles importava, eu queria agradar. Quando perdia e ele me perguntava: Foste passear, então?!, era terrível!. Já estive no ápice e me tiraram da Seleção. Agora quero mostrar e comprovar que posso competir ainda melhor que no ano passado. Também é uma forma de provar e reconhecer o trabalho do técnico que me deu muito apoio. Analisando estas falas percebe-se a interligação da expectativa dos outros significativos com a pressão por mostrar resultados e com a auto-exigência. A cultura do esporte de alto rendimento tem como valores a superação de limites, o aperfeiçoamento contínuo, a busca pela performance excelente. Ao ser subjetivado pela cultura, a própria identidade do atleta vai incorporando estes valores e, numa relação imanente, já não se consegue determinar o que é da cultura e o que é do sujeito (VALLE, 2003). A seguinte fala parece exemplificar o que foi exposto: Eu me cobro bastante. Sempre entro para fazer o melhor. (...) em esporte de alto rendimento não tem como ficar se poupando. No teste sobre os medos era solicitado primeiramente que o sujeito escolhesse cinco medos. Destes, optasse por três e finalmente, por um medo. Com a entrevista, levantava-se a justificativa para as escolhas. A partir da análise dos questionários foi possível identificar os 15

16 medos considerados mais significativos pelos atletas pesquisados. Os resultados da adaptação do Test de los miedos del futbolista (Roffé, 2004) foram: 1ª. Entre os Entre os Total escolha 3 5 Medo de lesionar-se Medo de fracassar Medo de não poder dar o que se espera Medo de perder Medo da má arbitragem Medo de não poder resolver algo Medo do futuro 2 2 Medo de fazer papel ridículo 1 1 Medo do desconhecido 1 1 Medo de estar nervoso na competição 1 1 Não poder dormir na noite anterior à 1 1 competição Medo de começar mal na competição 1 1 Medo de não poder dar a volta no resultado 1 1 Medo de não poder recuperar a titularidade 1 1 Medo de adoecer 1 1 Medo de perder o que já alcançou 1 1 Tabela 2: Levantamento da adaptação do Test de los miedos del futbolista (Roffé, 2004) A análise dos resultados mostrou que o medo mais significativo foi o lesionar-se, seguido por medo de não poder dar o que se espera e por medo de fracassar. Como primeira escolha apareceram ainda medo de estar nervoso na competição e medo de não poder recuperar a titularidade perdida ambos com um voto cada. Os medos da arbitragem e de não resolver algo são bem específicos das modalidades. Na Esgrima e, especialmente na Ginástica Olímpica, o sistema de pontuação depende muito da interpretação do árbitro e isto dá margem a erros. O medo de não resolver algo apareceu relacionado ao receio do esgrimista em não conseguir montar uma estratégia eficaz como, por exemplo, neutralizar o adversário em pista. 16

17 Outro medo relacionado à preocupação em não ser eficaz foi o de estar nervoso na competição, pois a ansiedade pode gerar pressa nos movimentos, atrapalhando a execução (FIGUEIREDO, 2000): Se eu fico muito nervosa, me afobo, me atrapalho! E eu não posso errar na minha arma, senão é ponto perdido!. O mais significativo do levantamento foi o medo de lesionar-se e pode-se somar ainda uma escolha por medo de adoecer. Especialmente na Ginástica Olímpica, o risco de lesão está sempre presente e é um temor real, haja visto o alto índice de lesões nesta modalidade. O sentimento de impotência gerado pela lesão e/ou por adoecer antes de uma competição é grande, pois muitas vezes é a chance do ano de buscar um resultado importante já que não há muitas competições de alto nível no Brasil. Tudo pode se reduzir à lesão... todo o esforço que você teve pode ir por água abaixo!. Medo de treinar muito para na hora ficar doente. A lesão pode funcionar como um freio na medida em que o atleta sente o medo da recidiva. A autoconfiança pode ser prejudicada se ele não se acredita recuperado ou em condições de treinar/competir: Medo de aumentar a dor, porque me atrapalha na competição. Este medo pode atrapalhar muito ao atleta e, considerando que as reações ao medo dependem também da interpretação subjetiva e não só do perigo objetivo, é fundamental que a equipe multidisciplinar (médicos, fisioterapeutas, psicólogos, técnicos) trabalhe integrada para auxiliar o sujeito neste momento, esclarecendo-lhe suas reais condições para evitar o desencadear de medo, dúvidas e crenças irrealistas (MACHADO, 2006; ROFFÉ, 2005). O medo de não poder dar o que se espera associa-se com a pressão pelo reconhecimento de outros significativos discutida anteriormente. Resultado semelhante ao 17

18 relatado por Figueiredo (2000), este medo apareceu relacionado à expectativa da equipe, à de si próprio e à de amigos e parentes. A expectativa parece estar associada a uma avaliação subjetiva do atleta, que sente a pressão dos outros inerente às competições: É o que eu espero de mim mesmo e o que os outros esperam. Ninguém fala, mas sei que esperam. Através da análise das justificativas, o medo de fracassar se confunde com o medo de perder : Medo de dar tudo errado, de não fazer o que faço no treino! Só tenho uma chance de fazer!. É uma conseqüência... Medo de treinar, treinar, estar bem e chegar na competição e não conseguir fazer o que treinou. É muito ruim, se eu perdi fazendo meus 100%, tudo bem... o medo é de não conseguir fazer os 100%. O medo do fracasso pode ser relacionado também com a pressão pela auto-exigência interna e pressão pelos resultados : Você treina muito e acaba não conquistando a vaga por muito pouco e você se dá conta que este pouco foi não ter treinado um pouquinho a mais! Isto é fracasso!. A frustração de não conseguir realizar o que treinou é sentida como um fracasso pessoal e o medo de que isto pode acontecer pode ser um complicador para a performance. Nas modalidades individuais em que o desempenho depende exclusivamente do atleta e não de uma equipe ou time, a pressão pelo resultado é ainda maior. Sendo o resultado uma conseqüência do desempenho, o perder e fracassar parecem estar muito confundidos na percepção dos atletas. Foi constatado em outro estudo (VALLE, 2003) que o atleta, frente a um resultado não exitoso, muitas vezes se sente destituído de virtudes porque o que conta para o sucesso e para ser reconhecido como um bom atleta pelos outros (especialmente para aqueles que desconhecem as 18

19 particularidades da modalidade) é a visibilidade da performance, ou seja, o resultado final. Outras vezes é a própria manutenção do resultado alcançado que gera pressão ( medo de não recuperar a titularidade perdida ), como no caso de um atleta que, após a decepção de não conquistar a vaga olímpica, afastou-se dos treinamentos. Com a chance de participar do Pan-Americano, retomou o ritmo de treino anterior, mas expressava o medo de não conseguir reconquistar a posição de número um do país. Ele próprio considerava somente esta opção (ser o primeiro) como a aceitável. A pressão derivada desta auto-exigência o estava prejudicando, aumentando o nível de ansiedade e diminuindo sua concentração nos treinos. Trabalhar nestas questões mostrou-se fundamental para facilitar seu retorno. Diante da análise dos dados, se percebe a importância de também avaliar o momento de vida de cada atleta, pois muitas vezes situações que estão gerando estresse podem estar relacionadas a situações específicas em que o acompanhamento e apoio do técnico e/ou do psicólogo podem auxiliar para evitar o aumento da intensidade do estresse. A Intervenção da Psicologia do Esporte A ação da Psicologia no clube ocorre em diversos departamentos vôlei, basquete, ginástica olímpica, ginástica rítmica e esgrima e, para cada modalidade, há uma estratégia de intervenção determinada a partir das necessidades detectadas e do planejamento conjunto com o coordenador do departamento. O suporte do coach inspira o trabalho já há alguns anos e, a partir de 2006, passamos a desenvolver um projeto junto aos departamentos de Esgrima e Ginástica Olímpica, visando também a promoção da resiliência. Este conceito pode ser entendido como a capacidade humana para enfrentar, sobrepor-se e sair fortalecido ou transformado por experiências de adversidade (GROTBERG, p. 20). Para os atletas que estão em constante pressão, reforçar esta 19

20 capacidade instrumentaliza-os melhor para fazer frente tanto aos desafios inerentes à prática quanto na recuperação de eventuais fracassos. A resiliência diminui a intensidade do estresse e de sinais emocionais negativos (depressão, ansiedade, raiva), proporciona maior curiosidade e saúde emocional, aumentando a capacidade de manejar os conflitos vivenciados. Quando associada à promoção de saúde mental, dá ênfase na necessidade do outro como ponto de apoio para a superação da adversidade (MELILLO; ESTAMATTI; CUESTAS, 2005, MELILLO, 2004). Fica claro, portanto, a importância de trabalhar com os técnicos para que possam, com suas atitudes, serem promotores de resiliência junto a seus atletas. O suporte de coaching, de acompanhamento e orientação permanentes, tem sido prioritária nestes departamentos, considerando o coach como aquele que assume o compromisso de apoiar alguém a atingir determinados resultados. Estimular uma atitude resiliente implica em potencializar estes atributos incluindo todos os membros da equipe no desenvolvimento, na aplicação e na avaliação de programas de ação. O uso de uma abordagem positiva, com encorajamentos e feedback constantes, o estabelecimento de metas claras associado a uma avaliação eficaz, são algumas das estratégias que vem sendo utilizadas e que poderão auxiliar na diminuição das pressões e medos dos atletas. Tais estratégias são desenvolvidas em conjunto com a psicóloga, com o técnico e como atleta, buscando uma integração constante, pois se sabe que a boa estruturação e planificação do trabalho auxiliam na evolução dos treinamentos, diminuindo a possibilidade de viver situações estressantes e, conseqüentemente, gerando mais sentimentos de segurança e confiança. Se é consenso entre os autores (FIGUEIREDO, 2000; MACHADO, 2006; DE ROSE JUNIOR, 2002, SAMULSKI, 2002) que a questão da competição, por si só, tem um papel importante no surgimento da ansiedade e do medo, quanto mais estruturada e planificada estiver a situação de competição para o atleta, menor o risco de estas reações surgirem. 20

COACHING E RESILIÊNCIA: INTERVENÇÕES POSSÍVEIS PARA PRESSÕES E MEDOS DE GINASTAS E ESGRIMISTAS

COACHING E RESILIÊNCIA: INTERVENÇÕES POSSÍVEIS PARA PRESSÕES E MEDOS DE GINASTAS E ESGRIMISTAS COACHING E RESILIÊNCIA: INTERVENÇÕES POSSÍVEIS PARA PRESSÕES E MEDOS DE GINASTAS E ESGRIMISTAS Marcia Pilla do Valle Grêmio Náutico União Porto Algre Resumo O presente trabalho surgiu do interesse em averiguar

Leia mais

Psicologia do Esporte

Psicologia do Esporte Psicologia do Esporte Luana Pilon Jürgensen Bacharel em Educação Física Unesp/Rio Claro (2010) LEPESPE (2008-2010) 2 Termo Nutrição UNIFESP/Baixada Santista (2011) Formação Graduação em Psicologia privilegia

Leia mais

O FUTEBOL E SUA INFLUÊNCIA NO DESEMPENHO ESCOLAR

O FUTEBOL E SUA INFLUÊNCIA NO DESEMPENHO ESCOLAR O FUTEBOL E SUA INFLUÊNCIA NO DESEMPENHO ESCOLAR Resumo Emerson Liomar Micaliski 1 - UNINTER Maria Cristina Kogut 2 - PUCPR Grupo de Trabalho - Práticas e Estágios nas Licenciaturas Agência Financiadora:

Leia mais

O TREINAMENTO MENTAL COMO UMA VARIÁVEL SIGNIFICATIVA NA PERFORMANCE DE ATLETAS E NA APRENDIZAGEM DE HABILIDADES MOTORAS *

O TREINAMENTO MENTAL COMO UMA VARIÁVEL SIGNIFICATIVA NA PERFORMANCE DE ATLETAS E NA APRENDIZAGEM DE HABILIDADES MOTORAS * O TREINAMENTO MENTAL COMO UMA VARIÁVEL SIGNIFICATIVA NA PERFORMANCE DE ATLETAS E NA APRENDIZAGEM DE HABILIDADES MOTORAS * *Graduada em Educação Física pela ULBRA **Docente da Faculdade de Educação Física

Leia mais

Qualidade de vida no Trabalho

Qualidade de vida no Trabalho Qualidade de Vida no Trabalho Introdução É quase consenso que as empresas estejam cada vez mais apostando em modelos de gestão voltados para as pessoas, tentando tornar-se as empresas mais humanizadas,

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

FATORES RELACIONADOS COM O NÍVEL DE ANSIEDADE EM ATLETAS DE FUTEBOL FEMININO

FATORES RELACIONADOS COM O NÍVEL DE ANSIEDADE EM ATLETAS DE FUTEBOL FEMININO FATORES RELACIONADOS COM O NÍVEL DE ANSIEDADE EM ATLETAS DE FUTEBOL FEMININO (FACTORS RELATED TO THE ANXIETY LEVEL IN FOOTBALL FEMALE ATHLETES) Marcos Vinicius Dias Munhóz 1 ; Claudia Teixeira-Arroyo 1,2

Leia mais

PSICOLOGIA DO ESPORTE: UM ENTENDIMENTO A PARTIR DA PSICOLOGIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL¹

PSICOLOGIA DO ESPORTE: UM ENTENDIMENTO A PARTIR DA PSICOLOGIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL¹ PSICOLOGIA DO ESPORTE: UM ENTENDIMENTO A PARTIR DA PSICOLOGIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL¹ PENTEADO, Raquel de Vargas 2 ; AZEVEDO, Adriano Rodrigues de²; BRONDANI, Daniel²; DAOU, Marcos 3 1 Trabalho de Graduação

Leia mais

Motivação para a Atividade Física na Escola

Motivação para a Atividade Física na Escola 11 Motivação para a Atividade Física na Escola Renata Serra Sequeira Especialista em Atividade Física e Qualidade de Vida - UNICAMP Estela Marina Alves Boccaletto Mestre em Educação Física - UNICAMP Ana

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DOS COMPORTAMENTOS PRÉ- COMPETITIVOS EM JOVENS NADADORES *

CARACTERIZAÇÃO DOS COMPORTAMENTOS PRÉ- COMPETITIVOS EM JOVENS NADADORES * CARACTERIZAÇÃO DOS COMPORTAMENTOS PRÉ- COMPETITIVOS EM JOVENS NADADORES * José Jacinto Vasconcelos Raposo João Paulo Lázaro Luís Filipe da Silva Cerqueira chapas@net.sapo.pt RESUMO Pretendeu-se verificar

Leia mais

PSICOLOGIA DO ESPORTE: A ANSIEDADE E O ESTRESSE PRÉ-COMPETITIVO

PSICOLOGIA DO ESPORTE: A ANSIEDADE E O ESTRESSE PRÉ-COMPETITIVO PSICOLOGIA DO ESPORTE: A ANSIEDADE E O ESTRESSE PRÉ-COMPETITIVO Resumo FABIANI, Marli Terezinha PUCPR marlifabiani@yahoo.com.br Área Temática: Teorias, metodologias e práticas Agência Financiadora: Não

Leia mais

A PERCEPÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SOBRE A GINÁSTICA LABORAL

A PERCEPÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SOBRE A GINÁSTICA LABORAL 10. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

A PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA: SERÁ QUE EU CONSIGO? UM ENFOQUE PSICOLÓGICO 1

A PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA: SERÁ QUE EU CONSIGO? UM ENFOQUE PSICOLÓGICO 1 A PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA: SERÁ QUE EU CONSIGO? UM ENFOQUE PSICOLÓGICO 1 Márcia Pilla do Valle 2 Todos sabemos que a prática de uma atividade física é fundamental para a saúde do indivíduo. Cada vez

Leia mais

Do stress profissional ao burnout

Do stress profissional ao burnout Do stress profissional ao burnout Análise das causas e dos efeitos do stress profissional: do burnout ao coping e à resiliência Instituto Bissaya-Barreto. Seminário Prof. Doutor. Pierre Tap Tradução :

Leia mais

O modelo biomédico da medicina pode ser entendido partir do nível das respostas que dá às seguintes questões:

O modelo biomédico da medicina pode ser entendido partir do nível das respostas que dá às seguintes questões: Ogden, J.(1999). Psicologia da Saúde. Lisboa: Climepsi Editores, Capitulo 1. Capítulo 1. Uma Introdução a Psicologia da Saúde Antecedentes da Psicologia da Saúde O século XIX Foi no decorrer do século

Leia mais

Aprendendo a vencer a Ansiedade

Aprendendo a vencer a Ansiedade Rua Conde de Bonfim 232/301 Tijuca Rio de Janeiro RJ Tel:2234-2399 Email: eliane@epvpsicologia.com Home Page:www.epvpsicologia.com Aprendendo a vencer a Ansiedade Um guia para os pais sobre a ansiedade

Leia mais

TÍTULO: O ESTRESSE E A QUALIDADE DE VIDA COMO VARIÁVEIS INFERENTES NA CONCENTRAÇÃO DE ATLETAS DE ALTO RENDIMENTO DE JUDÔ CATEGORIA: CONCLUÍDO

TÍTULO: O ESTRESSE E A QUALIDADE DE VIDA COMO VARIÁVEIS INFERENTES NA CONCENTRAÇÃO DE ATLETAS DE ALTO RENDIMENTO DE JUDÔ CATEGORIA: CONCLUÍDO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: O ESTRESSE E A QUALIDADE DE VIDA COMO VARIÁVEIS INFERENTES NA CONCENTRAÇÃO DE ATLETAS DE ALTO

Leia mais

Tiago Nicola Lavoura 1 Cíntia Cristina de Castro Mello 2 Afonso Antonio Machado 3

Tiago Nicola Lavoura 1 Cíntia Cristina de Castro Mello 2 Afonso Antonio Machado 3 VOLUME 4 NÚMERO 1 Janeiro / Junho 2008 ESTADOS EMOCIONAIS E A PRÁTICA ESPORTIVA: O ESTUDO DO MEDO NO VOLEIBOL Tiago Nicola Lavoura 1 Cíntia Cristina de Castro Mello 2 Afonso Antonio Machado 3 Resumo: Essa

Leia mais

DEPRESSÃO NO ÂMBITO DA. Felicialle Pereira da Silva Nov. 2015

DEPRESSÃO NO ÂMBITO DA. Felicialle Pereira da Silva Nov. 2015 DEPRESSÃO NO ÂMBITO DA SEGURANÇA PÚBLICA Felicialle Pereira da Silva Nov. 2015 Ser humano x Humor VARIAÇÕES : SIM( X) NÃO( ) EXTREMOS: SIM( ) NÃO( X) CONTROLE Sensações normais Saúde mental x doença mental

Leia mais

Ser um Treinador de Sucesso com Crianças

Ser um Treinador de Sucesso com Crianças APEF Ser um Treinador de Sucesso com Crianças Pedro Teques Departamento de Psicologia e Comunicação da APEF Direcção de Contacto: Pedro Teques, Departamento de Psicologia e Comunicação, Associação Portuguesa

Leia mais

ANÁLISE DO NÍVEL DE ESTRESSE E ANSIEDADE EM BAILARINAS DO 28º FESTIVAL DE DANÇA DE JOINVILLE

ANÁLISE DO NÍVEL DE ESTRESSE E ANSIEDADE EM BAILARINAS DO 28º FESTIVAL DE DANÇA DE JOINVILLE ANÁLISE DO NÍVEL DE ESTRESSE E ANSIEDADE EM BAILARINAS DO 28º FESTIVAL DE DANÇA DE JOINVILLE Fernanda Almeida Gutierrez (UNIDERP) Fernanda Almeida Gutierrez, Licenciatura plena em Educação Física UNIDERP

Leia mais

Des estresse! 01. Afinal de contas, o que é estresse?

Des estresse! 01. Afinal de contas, o que é estresse? Akira Nakao Des estresse! Você é competitivo, estressado, equilibrado, acomodado, tranquilo ou couraceiro? Lembra do material da nossa primeira semana? 01. Afinal de contas, o que é estresse? É um mecanismo:

Leia mais

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m CASO CLINICO Cliente : A. G - 21 anos - Empresa familiar - Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m Motivo da avaliação: Baixa auto estima, dificuldade em dormir, acorda várias vezes a noite. Relatou

Leia mais

Gestão e Marketing Esportivo. Prof. José Carlos Brunoro

Gestão e Marketing Esportivo. Prof. José Carlos Brunoro Gestão e Marketing Esportivo Prof. José Carlos Brunoro O Sucesso depende de 3 pontos importantes 1. CONHECIMENTO 2. LIDERANÇA 3. CONDUTA PESSOAL 1 CONHECIMENTO Estudo Constante Aprender com todos Idioma

Leia mais

VAI-TE EMBORA MEDO! Psiquilíbrios. www.psiquilibrios.pt. Vera Ramalho. O que é o Medo?

VAI-TE EMBORA MEDO! Psiquilíbrios. www.psiquilibrios.pt. Vera Ramalho. O que é o Medo? Psiquilíbrios VAI-TE EMBORA MEDO! Vera Ramalho O que é o Medo? O medo é uma emoção básica que possui uma função adaptativa ao longo do desenvolvimento da espécie humana: alertar e proteger de eventuais

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

NÍVEL E SINTOMAS DE ESTRESSE EM ATLETAS DE FUTSAL AMADORES LEVEL AND SYMPTOMS OF STRESS IN FUTSAL AMATEUR ATHLETES

NÍVEL E SINTOMAS DE ESTRESSE EM ATLETAS DE FUTSAL AMADORES LEVEL AND SYMPTOMS OF STRESS IN FUTSAL AMATEUR ATHLETES Recebido em: 15/3/2010 Emitido parece em: 9/4/2010 Artigo original NÍVEL E SINTOMAS DE ESTRESSE EM ATLETAS DE FUTSAL AMADORES Diego Francisco de Siqueira 1, 3, Denílson Roberto Campos Gomes 1, 2, Marcelo

Leia mais

FUTEBOL NO PROJETO ESCOLA DA BOLA

FUTEBOL NO PROJETO ESCOLA DA BOLA 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

MOTIVAÇÃO INTRÍNSECA E EXTRÍNSECA EM CRIANÇAS DE 7 A 14 ANOS NA INICIAÇÃO DO VOLEIBOL

MOTIVAÇÃO INTRÍNSECA E EXTRÍNSECA EM CRIANÇAS DE 7 A 14 ANOS NA INICIAÇÃO DO VOLEIBOL MOTIVAÇÃO INTRÍNSECA E EXTRÍNSECA EM CRIANÇAS DE 7 A 14 ANOS NA INICIAÇÃO DO VOLEIBOL Ana Luiza Correia de Souza Ronaldo Pacheco de Oliveira Filho O presente artigo tem como objetivo verificar os níveis

Leia mais

PRO PERFORMANCE EMPRESAS

PRO PERFORMANCE EMPRESAS Uma proposta cultural única aprimore o seu potencial Crie um versão melhor de is mesmo Conheça, pratique, supere-se, aprimore-se PRO PERFORMANCE EMPRESAS Programa de Excelência e Alta Performance para

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA OS ALUNOS DO PRÉ VESTIBULAR: A VISÃO DE PROFESSORES DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO DE ESCOLAS DE FORTALEZA 1

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA OS ALUNOS DO PRÉ VESTIBULAR: A VISÃO DE PROFESSORES DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO DE ESCOLAS DE FORTALEZA 1 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA OS ALUNOS DO PRÉ VESTIBULAR: A VISÃO DE PROFESSORES DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO DE ESCOLAS DE FORTALEZA 1 Renata Pereira Moreira 2 Heraldo Simões Ferreira 3

Leia mais

ARTIGO IMPORTÂNCIA DA PSICOLOGIA DO ESPORTE PARA TREINADORES

ARTIGO IMPORTÂNCIA DA PSICOLOGIA DO ESPORTE PARA TREINADORES IMPORTÂNCIA DA PSICOLOGIA DO ESPORTE PARA TREINADORES Danilo Reis Coimbra Simone Salvador Gomes Felipe Carvalho Renato Ferreira Felix Guillen Renato Miranda Mauricio Bara Filho Resumo O objetivo do estudo

Leia mais

TÍTULO: FUNÇÕES EXECUTIVAS ATENCIONAIS E NÍVEIS DE ESTRESSE E ANSIEDADE EM ATLETAS DE ALTO RENDIMENTO DE JUDÔ

TÍTULO: FUNÇÕES EXECUTIVAS ATENCIONAIS E NÍVEIS DE ESTRESSE E ANSIEDADE EM ATLETAS DE ALTO RENDIMENTO DE JUDÔ TÍTULO: FUNÇÕES EXECUTIVAS ATENCIONAIS E NÍVEIS DE ESTRESSE E ANSIEDADE EM ATLETAS DE ALTO RENDIMENTO DE JUDÔ CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE

Leia mais

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde Tatiana Thiago Mendes Psicóloga Clínica e do Trabalho Pós-Graduação em Saúde e Trabalho pelo HC FM USP Perita Judicial em Saúde Mental Panorama da Saúde dos Trabalhadores

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Graduação em Educação Física e Desportos. Leonardo Rotondo Pinto

Universidade Federal de Juiz de Fora Graduação em Educação Física e Desportos. Leonardo Rotondo Pinto Universidade Federal de Juiz de Fora Graduação em Educação Física e Desportos Leonardo Rotondo Pinto FREQUÊNCIA CARDÍACA DO ÁRBITRO DE FUTEBOL DURANTE JOGOS DE EQUIPES AMADORAS Juiz de Fora 2010 Leonardo

Leia mais

"A ansiedade competitiva"

A ansiedade competitiva "A ansiedade competitiva" Dr. Rolando Andrade, Psicólogo da Seleção Nacional/Liberty Seguros "A mais injusta das condições da guerra está no facto de que as proezas são atribuídas a todos e as derrotas

Leia mais

GUIA PRÁTICO PARA PROFESSORES

GUIA PRÁTICO PARA PROFESSORES GUIA PRÁTICO PARA PROFESSORES Ansiedade de desempenho nos alunos Sugestões práticas da: Nota introdutória Falamos-lhe hoje da ansiedade em situações de desempenho e avaliação. Tem-se observado uma crescente

Leia mais

Programa do Curso: Uma abordagem multidisciplinar do esporte, com ênfase na Psicologia do Esporte.

Programa do Curso: Uma abordagem multidisciplinar do esporte, com ênfase na Psicologia do Esporte. Programa do Curso: Uma abordagem multidisciplinar do esporte, com ênfase na Psicologia do Esporte. Formato do Curso: O curso terá a duração de 5 (cinco) meses, com aulas a cada 15 dias, ou seja, via de

Leia mais

$LQIOXrQFLDGRWHPSR GHSUiWLFDQD PRWLYDomR LQWUtQVHFDGHDWOHWDV GHIXWHEROPDVFXOLQR GDFDWHJRULDMXYHQLO GHFOXEHV SURILVVLRQDLV

$LQIOXrQFLDGRWHPSR GHSUiWLFDQD PRWLYDomR LQWUtQVHFDGHDWOHWDV GHIXWHEROPDVFXOLQR GDFDWHJRULDMXYHQLO GHFOXEHV SURILVVLRQDLV $LQIOXrQFLDGRWHPSR GHSUiWLFDQD PRWLYDomR LQWUtQVHFDGHDWOHWDV GHIXWHEROPDVFXOLQR GDFDWHJRULDMXYHQLO GHFOXEHV SURILVVLRQDLV Centro de Pesquisa em Exercício e Esporte Grupo de Pesquisa em Psicologia do Esporte

Leia mais

O VOLEIBOL COMO CONTEÚDO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA: TER OU NÃO SER Sonia Maria Soares Barbosa de Sousa Ana Maria da Silva Rodrigues

O VOLEIBOL COMO CONTEÚDO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA: TER OU NÃO SER Sonia Maria Soares Barbosa de Sousa Ana Maria da Silva Rodrigues O VOLEIBOL COMO CONTEÚDO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA: TER OU NÃO SER Sonia Maria Soares Barbosa de Sousa Ana Maria da Silva Rodrigues RESUMO: O conteúdo voleibol, enquanto prática desportiva nas escolas

Leia mais

IBH Transtorno de personalidade dependente. Dra. Lislie Schoenstatt

IBH Transtorno de personalidade dependente. Dra. Lislie Schoenstatt IBH Transtorno de personalidade dependente Dra. Lislie Schoenstatt Transtorno de Personalidade Dependente - TPD É uma necessidade invasiva e excessiva de ser cuidado, que leva a um comportamento submisso

Leia mais

Dist úrbios e Dificuldades de Aprendizagem

Dist úrbios e Dificuldades de Aprendizagem Dist úrbios e Dificuldades de Aprendizagem Considerações sobre o normal e o patológico Segundo Leticia Lanz: a pessoa é considerada normal quando sua conduta corresponde aos padrões e expectativas do sistema.

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO Professor Romulo Bolivar www.proenem.com.br INSTRUÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação,

Leia mais

Ansiedade-Traço em Atletas de Esportes Coletivos e Individuais

Ansiedade-Traço em Atletas de Esportes Coletivos e Individuais Ansiedade-Traço em Atletas de Esportes Coletivos e Individuais Autores: Carina Vicente da Silva Cristina Portela Lima Gabriella Pereira Ribeiro Viviane de Oliveira Costa Acadêmicos do Instituto de Psicologia

Leia mais

O papel das emoções na nossa vida

O papel das emoções na nossa vida O papel das emoções na nossa vida Ao longo da vida, os indivíduos deparam-se com uma variedade de situações que exigem o recurso a variadas competências de modo a conseguirem uma gestão eficaz das mesmas.

Leia mais

ANSIEDADE NOS MERGULHADORES PROFISSIONAIS ANTES DOS MERGULHOS.

ANSIEDADE NOS MERGULHADORES PROFISSIONAIS ANTES DOS MERGULHOS. ANSIEDADE NOS MERGULHADORES PROFISSIONAIS ANTES DOS MERGULHOS. Cleber Monteiro Motta Faculdade Metodista Granbery - FMG RESUMO: O objetivo deste estudo foi verificar o nível de ansiedade de mergulhadores

Leia mais

GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE

GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE RESUMO Esterfania Silva Lucena; Manoel Freire de Oliveira Neto Universidade Estadual da Paraíba, Email:

Leia mais

Como desenvolver a resiliência no ambiente de Recursos Humanos

Como desenvolver a resiliência no ambiente de Recursos Humanos Como desenvolver a resiliência no ambiente de Recursos Humanos Edna Bedani Edna Bedani Mestre em Administração, Pós Graduada em Administração, com especialização em Gestão Estratégica de RH, graduada em

Leia mais

ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO

ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 259 ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO Rogers Figueiredo Claro 1, Aguinaldo

Leia mais

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS.

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. N 430 - OLIVEIRA Eloiza da Silva Gomes de, ENCARNAÇÃO Aline Pereira da, SANTOS Lázaro ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. O Vestibular se reveste de grande

Leia mais

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 8 Fator emocional O projeto comum de ter filhos, construir a própria família, constitui um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher. A maternidade e a paternidade

Leia mais

Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício CEFE UNIFESP / EPM

Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício CEFE UNIFESP / EPM Prof a. Ms. Carolina Rivolta Ackel Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício CEFE UNIFESP / EPM DEFINIÇÃO Acúmulo de estresse provocado pelo treinamento resultando em queda persistente da capacidade

Leia mais

ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE

ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE Izabel Cristina Brito da Silva 1 Emanuela Batista Ferreira 2 Jael Maria de Aquino 3 Sílvia Elizabeth Gomes de Medeiros

Leia mais

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas A juventude americana não participa de

Leia mais

PERSPECTIVA DE ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO DO ESPORTE NA VISÃO DE JOGADORES E COMISSÃO TÉCNICA DE EQUIPES DE FUTEBOL PROFISSIONAIS

PERSPECTIVA DE ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO DO ESPORTE NA VISÃO DE JOGADORES E COMISSÃO TÉCNICA DE EQUIPES DE FUTEBOL PROFISSIONAIS 41 PERSPECTIVA DE ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO DO ESPORTE NA VISÃO DE JOGADORES E COMISSÃO TÉCNICA DE EQUIPES DE FUTEBOL PROFISSIONAIS PAULI, José Rodrigo; MACHADO, Afonso Antonio Instituto de Biociências Departamento

Leia mais

1 IDENTIFICAÇÃO 2 E CAUSA O QUE É O ESTRESSE? EDITORIAL INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO EDITORIAL ÍNDICE COMBATA O ESTRESSE COMO IDENTIFICAR O ESTRESSE?

1 IDENTIFICAÇÃO 2 E CAUSA O QUE É O ESTRESSE? EDITORIAL INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO EDITORIAL ÍNDICE COMBATA O ESTRESSE COMO IDENTIFICAR O ESTRESSE? EDITORIAL EDITORIAL INTRODUÇÃO COMBATA O ESTRESSE Sérgio Butka Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba O estresse é uma das grandes pragas do mundo moderno. Este problema sintetiza

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DA PSICOLOGIA DO ESPORTE PARA O DESENVOLVIMENTO DO DESPORTO PARAOL~MPICO BRASILEIRO

A CONTRIBUIÇÃO DA PSICOLOGIA DO ESPORTE PARA O DESENVOLVIMENTO DO DESPORTO PARAOL~MPICO BRASILEIRO ARTIGO A CONTRIBUIÇÃO DA PSICOLOGIA DO ESPORTE PARA O DESENVOLVIMENTO DO DESPORTO PARAOL~MPICO BRASILEIRO Dietmar M. Samulski* Dalva Rosa dos Anjos** Lílian Aparecida de Macêdo Parreiras*** RESUMO O presente

Leia mais

PAP (Perfil de Avanço Profissional)

PAP (Perfil de Avanço Profissional) PAP (Perfil de Avanço Profissional) Relatório para: Suzanne Example Data concluida: 14 de junho de 2012 14:03:23 2012 PsychTests AIM Inc. Índice analítico Índice analítico 1/10 Índice analítico Índice

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE O ESTILO DE LIDERANÇA TÉCNICA PREFERIDO PELAS JOGADORAS DE VÔLEI

UM ESTUDO SOBRE O ESTILO DE LIDERANÇA TÉCNICA PREFERIDO PELAS JOGADORAS DE VÔLEI UM ESTUDO SOBRE O ESTILO DE LIDERANÇA TÉCNICA PREFERIDO PELAS JOGADORAS DE VÔLEI (2009) Paula Barbosa Santos Universidade São Francisco (USF), Brasil Orientadora: Wanderli da Costa Fonseca Email: paulabs2001@yahoo.com.br

Leia mais

CONHECENDO A PSICOTERAPIA

CONHECENDO A PSICOTERAPIA CONHECENDO A PSICOTERAPIA Psicólogo Emilson Lúcio da Silva CRP 12/11028 2015 INTRODUÇÃO Em algum momento da vida você já se sentiu incapaz de lidar com seus problemas? Se a resposta é sim, então você não

Leia mais

24 motivos. academia. para entrar na

24 motivos. academia. para entrar na para entrar na academia Mais um ano se inicia e com ele chegam novas perspectivas e objetivos. Uma das principais promessas feitas é deixar o sedentarismo de lado e entrar na academia! Nesta época é comum

Leia mais

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 151ª Edição

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 151ª Edição IDENTIFICANDO A DEPRESSÃO Querida Internauta, Lendo o que você nos escreveu, mesmo não sendo uma profissional da área de saúde, é possível identificar alguns sintomas de uma doença silenciosa - a Depressão.

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

Identificar o PHDA. Os sintomas do PHDA integram-se em três subtipos básicos:

Identificar o PHDA. Os sintomas do PHDA integram-se em três subtipos básicos: A primeira coisa que deve saber sobre o PHDA é que esta é uma condição real e tratável que afecta milhões de crianças, adolescentes e adultos. Mais importante, com diagnóstico apropriado e tratamento eficaz,

Leia mais

Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam uma vaga?

Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam uma vaga? Abdias Aires 2º Ano EM Arthur Marques 2º Ano EM Luiz Gabriel 3º Ano EM Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam

Leia mais

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 O COACHING...4 ORIGENS...5 DEFINIÇÕES DE COACHING...6 TERMOS ESPECÍFICOS E SUAS DEFINIÇÕES...7 O QUE FAZ UM COACH?...8 NICHOS DE ATUAÇÃO DO COACHING...9 OBJETIVOS DO COACHING...10

Leia mais

A Resiliência e a Imagem Corporal de Adolescentes e Adultos com Mielomeningocele

A Resiliência e a Imagem Corporal de Adolescentes e Adultos com Mielomeningocele A Resiliência e a Imagem Corporal de Adolescentes e Adultos com Mielomeningocele Catusso, R, Campana, ANNB, Tavares, MCGCF A mielomeningocele (MM) é uma má formação congênita aberta do tudo neural, sendo

Leia mais

DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO

DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO E- BOOK GRATUITO Olá amigo (a), A depressão é um tema bem complexo, mas que vêm sendo melhor esclarecido à cada dia sobre seu tratamento e alívio. Quase todos os dias novas

Leia mais

Especialização precoce o vilão do futebol?

Especialização precoce o vilão do futebol? Especialização precoce o vilão do futebol? A aplicação do treinamento intensivo para jovens atletas pode acarretar em malefícios para a criança como, por exemplo, uma formação escolar deficiente João Baldoino

Leia mais

A importância da Psicologia no Desporto

A importância da Psicologia no Desporto ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ESCOLAS DE FUTEBOL APEF A importância da Psicologia no Desporto Pedro Teques Departamento de Psicologia e Comunicação da APEF Direcção de Contacto: Pedro Teques, Departamento de

Leia mais

ESTILOS DE LIDERANÇA ESPORTIVA: O IMPACTO EM EQUIPES DE HANDEBOL

ESTILOS DE LIDERANÇA ESPORTIVA: O IMPACTO EM EQUIPES DE HANDEBOL ISBN 978-8-9--7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 7 a de outubro de 9 ESTILOS DE LIDERANÇA ESPORTIVA: O IMPACTO EM EQUIPES DE HANDEBOL Talita Caparróz dos Santos Cruz ; Geni

Leia mais

GRUPO OPERATIVO: ADOLESCENTES EM FASE DE PRÉ- VESTIBULAR¹ RESUMO

GRUPO OPERATIVO: ADOLESCENTES EM FASE DE PRÉ- VESTIBULAR¹ RESUMO GRUPO OPERATIVO: ADOLESCENTES EM FASE DE PRÉ- VESTIBULAR¹ MOREIRA, Andressa Becker²; VISENTINI, Danielle Machado ²; GONÇALVES, Camila dos Santos³ 1 Trabalho sobre relato de experiência de estágio _UNIFRA

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. 2. Preparação para sua discussão com seu médico

1. INTRODUÇÃO. 2. Preparação para sua discussão com seu médico 1. INTRODUÇÃO Artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica que pode afetar diferentes áreas da vida.1 Como parte do controle de longo prazo da AR, seu médico* irá ajudá-lo a controlar melhor

Leia mais

COACHING. Imagem Evolução do Coaching por Coach Douglas Ferreira. Veja um pouco de sua evolução.

COACHING. Imagem Evolução do Coaching por Coach Douglas Ferreira. Veja um pouco de sua evolução. Faculdade Tecnologia Senac. Goiania,29 de maio de 2014. Nome: Thiago Pereira Profº Itair Pereira da Silva GTI 1 - Matutino COACHING O Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo

Leia mais

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE COACHING EDUCATION By José Roberto Marques Diretor Presidente - Instituto Brasileiro de Coaching Denominamos de Coaching Education a explicação, orientação e aproximação

Leia mais

Promoção da qualidade de vida através de psicoterapia breve de grupo

Promoção da qualidade de vida através de psicoterapia breve de grupo Promoção da qualidade de vida através de psicoterapia breve de grupo PSICOTERAPIA Categoria: GRUPO Categoria: Custos administrativos e operacionais Área: Medicina Preventiva - Programa Viver Bem Responsáveis:

Leia mais

Na atual condição humana, é de suma importância o estudo referencial da relação da atividade física no desenvolvimento infantil como um todo.

Na atual condição humana, é de suma importância o estudo referencial da relação da atividade física no desenvolvimento infantil como um todo. Introdução Na atual condição humana, é de suma importância o estudo referencial da relação da atividade física no desenvolvimento infantil como um todo. A modernidade, a facilitação dos atos, antigamente

Leia mais

Síndrome de Burnout. Astrid Guerra Barros Psicóloga pós-graduanda em Terapias Cognitivas Comportamentais

Síndrome de Burnout. Astrid Guerra Barros Psicóloga pós-graduanda em Terapias Cognitivas Comportamentais Síndrome de Burnout Astrid Guerra Barros Psicóloga pós-graduanda em Terapias Cognitivas Comportamentais Zelia Simone Sobrosa Psicóloga com pós-graduação em Neuropsicopedagogia 2013 Conceito Burnout é

Leia mais

TREINAMENTO MENTAL. Segundo Samulski (2002): "é"

TREINAMENTO MENTAL. Segundo Samulski (2002): é TREINAMENTO MENTAL Segundo Samulski (2002): "é" a imaginação de forma planejada, repetida e consciente de habilidades motoras, técnicas t esportivas e estratégias táticas". t ticas". CONSTITUÍDO Técnicas

Leia mais

O PROJETO DE TRABALHO COMO MEDIADOR DE APRENDIZAGEM NO ESPAÇO CLÍNICO

O PROJETO DE TRABALHO COMO MEDIADOR DE APRENDIZAGEM NO ESPAÇO CLÍNICO O PROJETO DE TRABALHO COMO MEDIADOR DE APRENDIZAGEM NO ESPAÇO CLÍNICO GAMBA, Adriane Becker FACSUL adri_becker@hotmail.com TRENTO, Valma Andrade UFPR walmaat@yahoo.com.br Resumo O presente trabalho tem

Leia mais

Psicologia do Esporte e jovens tenistas: Relato de uma experiência

Psicologia do Esporte e jovens tenistas: Relato de uma experiência RELATO DE EXPERIÊNCIA PSICOΨ v. 37, n. 2, pp. 191-198, maio/ago. 2006 Psicologia do Esporte e jovens tenistas: Relato de uma experiência Mariana Hollweg Dias Marco Antônio Pereira Teixeira Universidade

Leia mais

Sempre (63) 63 As Vezes (37) 37 Quase nunca (1) 1 Nunca (2) 2

Sempre (63) 63 As Vezes (37) 37 Quase nunca (1) 1 Nunca (2) 2 Sempre (63) 63 As Vezes (37) 37 Quase nunca (1) 1 Nunca (2) 2 12 1 Ao acordar para ir pro projeto Geração Campeã você se sente bem disposto e entusiasmado? 2 Sempre (63) As Vezes (37) Quase nunca (1) Nunca

Leia mais

Fatores causadores de estresse na jornada de trabalho dos treinadores de vôlei de praia brasileiro

Fatores causadores de estresse na jornada de trabalho dos treinadores de vôlei de praia brasileiro Fatores causadores de estresse na jornada de trabalho dos treinadores de vôlei de praia brasileiro Gilmário Ricarte Batista (UFPB) cajagr@ig.com.br Francisco Soares Másculo (UFPB) masculo@producao.ct.ufpb.br

Leia mais

Resiliência. Capacidade para superar os desafios da vida

Resiliência. Capacidade para superar os desafios da vida Resiliência Capacidade para superar os desafios da vida O que é resiliência? Resiliência pode ser definida como a capacidade de se renascer da adversidade fortalecido e com mais recursos. (...) Ela engloba

Leia mais

Título de apresentação principal em Calibri tamanho 18

Título de apresentação principal em Calibri tamanho 18 COACHING Título de apresentação principal em Calibri tamanho 18 O novo caminho para o sucesso e a realização pessoal! Todos sabem que para ser médico, advogado, dentista ou engenheiro são necessários anos

Leia mais

Indisciplina e Estratégias de Gestão de Conflitos 8ª Sessão Isabel Castro Lopes

Indisciplina e Estratégias de Gestão de Conflitos 8ª Sessão Isabel Castro Lopes Indisciplina e Estratégias de Gestão de Conflitos 8ª Sessão Isabel Castro Lopes Isabel Lopes 1 É um Distúrbio Psíquico de carácter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido

Leia mais

Procedimentos terapêuticos associados no tratamento da Fibromialgia

Procedimentos terapêuticos associados no tratamento da Fibromialgia Procedimentos terapêuticos associados no tratamento da Fibromialgia Felipe Azevedo Moretti "Se você só fizer aquilo que sempre fez, só obterá aquilo que sempre obteve. Se o que você está fazendo não está

Leia mais

Avaliação. Formulação de Caso BETANIA MARQUES DUTRA. MSc. Psicologia. Esp. Neusopsicologia. Esp.Psicopedagogia. Terapeuta Cognitivo-Comportamental

Avaliação. Formulação de Caso BETANIA MARQUES DUTRA. MSc. Psicologia. Esp. Neusopsicologia. Esp.Psicopedagogia. Terapeuta Cognitivo-Comportamental Avaliação & Formulação de Caso BETANIA MARQUES DUTRA MSc. Psicologia Esp. Neusopsicologia Esp.Psicopedagogia Terapeuta Cognitivo-Comportamental Coordenadora do Curso de TCC Aplicada a crianças e adolescentes

Leia mais

BIOGRAFIA HUMANA. Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência. Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade.

BIOGRAFIA HUMANA. Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência. Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade. BIOGRAFIA HUMANA Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade Edna Andrade Nascemos totalmente desamparados, totalmente dependentes e indefesos.

Leia mais

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014 #5 EMPREENDEDORISMO Outubro de 2014 ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição 3. Empreendedorismo: necessidade ou oportunidade? 4. Características do comportamento empreendedor 5. Cenário brasileiro para o empreendedorismo

Leia mais

Personal and Professional Coaching

Personal and Professional Coaching Personal and Professional Coaching Seu salto para a excelência pessoal e profissional 1 O novo caminho para o sucesso e a realização pessoal! Todos sabem que para ser médico, advogado, dentista ou engenheiro

Leia mais

A TREINABILIDADE DO JOVEM JOGADOR DE HÓQUEI EM PATINS JORNADA TÉCNICO - PEDAGÓGICA DEZEMBRO 2005 PROF. LUIS SÉNICA

A TREINABILIDADE DO JOVEM JOGADOR DE HÓQUEI EM PATINS JORNADA TÉCNICO - PEDAGÓGICA DEZEMBRO 2005 PROF. LUIS SÉNICA A TREINABILIDADE DO JOVEM JOGADOR DE HÓQUEI EM PATINS JORNADA TÉCNICO - PEDAGÓGICA DEZEMBRO 2005 PROF. LUIS SÉNICA EVOLUÇÃO/DESENVOLVIMENTO DO JOVEM PRATICANTE Processo constante mas descontínuo, por ciclos

Leia mais

MANUAL DO ATLETA São Paulo, 2013

MANUAL DO ATLETA São Paulo, 2013 MANUAL DO ATLETA São Paulo, 2013 1 APRESENTAÇÃO O Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, também identificado pela sigla COTP, é um equipamento da Coordenadoria de Gestão do Esporte de Alto Rendimento

Leia mais

TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA CATEGORIA: EM ANDAMENTO

Leia mais

KratsPsiquê CONCEITOS BÁSICOS DE DIMENSÃO COGNITIVA, AFETIVA E COMPORTAMENTAL

KratsPsiquê CONCEITOS BÁSICOS DE DIMENSÃO COGNITIVA, AFETIVA E COMPORTAMENTAL CONCEITOS BÁSICOS DE DIMENSÃO COGNITIVA, AFETIVA E COMPORTAMENTAL Processos psíquicos envolvem duas áreas do processo psicológico, uma refere-se à cognição e a outra à dimensão afetivo-emocional. Ambas

Leia mais

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA A bibliografia citada foi elaborada e indicada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP).

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA A bibliografia citada foi elaborada e indicada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). PSICOLOGIA DO ESPORTE VIII CONCURSO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONCESSÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA EM PSICOLOGIA E SEU RESPECTIVO REGISTRO BIBLIOGRAFIA SUGERIDA A bibliografia citada foi elaborada e indicada

Leia mais

O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas

O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas 1 O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas Resumo: O professor de Educação Física tem uma grande importância na prevenção de lesões em atletas, se o mesmo respeitar os

Leia mais

TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA)

TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA) TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA) SERVIÇO DE PSIQUIATRIA HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE (HCPA) DEPARTAMENTO DE PSIQUIATRIA UNIVERSIDADE

Leia mais

Rendimento esportivo ou rendimento humano? o que busca a da Psicologia do esporte?

Rendimento esportivo ou rendimento humano? o que busca a da Psicologia do esporte? Psicología para América Latina Revista de la Unión Latinoamericana de Psicología www.psicolatina.org Rendimento esportivo ou rendimento humano? o que busca a da Psicologia do esporte? Katia Rubio Universidade

Leia mais

ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL EM SAÚDE OCUPACIONAL E GINÁSTICA LABORAL O

ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL EM SAÚDE OCUPACIONAL E GINÁSTICA LABORAL O Educação Física A profissão de Educação Física é caracterizada por ter um vasto campo de atuação profissional, tendo um leque com várias opções para realização das atividades pertinentes ao Educador Físico.

Leia mais