Manual de referência. Protecção das redes eléctricasistribution él. Sepam série 10

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1 Manual de referência Protecção das redes eléctricasistribution él Sepam série 10

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3 índice Instruções de segurança Acerca deste manual Capítulo 1 Apresentação Introdução Funcionamento padrão Identificação Capítulo 2 Instalação Instruções de segurança Precauções Recepção e identificação do material Montagem Fichas de ligação Esquemas de ligação Ligação dos transformadores de corrente (TC) Ligação de um toro homopolar Ligação das entradas lógicas e dos relés de saída Ligação da porta de comunicação Dimensionamento dos TC Toros homopolares CSH120, CSH200 e GO Capítulo 3 Utilização Interface Homem-Máquina Exploração Parametrização Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 N Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 B Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 A Capítulo 4 Funções e parâmetros Princípio geral Definição dos símbolos Razão de transformação dos TC de fase Razão de transformação do TC de terra ou valor do toro homopolar Frequência da rede Protecção de máximo de corrente de fase (ANSI 50-51) Protecção de máximo de corrente de terra (ANSI 50N-51N) Curvas de disparo das protecções de máximo de corrente Sobrecarga de fase em arranque de carga a frio (Arranque de Carga a Frio I) Defeito homopolar em arranque de carga a frio (Arranque de Carga a Frio Io) Protecção de sobrecarga térmica (ANSI 49 RMS) Controlo do disjuntor Disparo externo Selectividade lógica (ANSI 68) Medição das correntes de fase Medição da corrente de terra Valores de pico de corrente das correntes de fase Registo do último defeito Registo com marcação de data dos últimos 5 eventos Idioma de utilização Número de correntes de fase visualizadas Comunicação Supervisão do circuito de disparo (TCS) Data e hora SEPED /2008 3

4 Tensão aplicada às entradas lógicas Funcionamento do controlo local/remoto Palavra-passe Visualização do estado das entradas lógicas Visualização do estado dos relés de saída Relé de watchdog Sinalizações do painel dianteiro Resolução dos defeitos Capítulo 5 Funcionamento em modo personalizado Introdução Sepam série 10 N - Personalização dos relés de saída Sepam série 10 N - Personalização do LED de defeito Sepam série 10 B - Personalização dos relés de saída Sepam série 10 B - Personalização dos LEDs de defeito Sepam série 10 A - Personalização dos relés de saída Sepam série 10 A - Personalização das entradas lógicas Sepam série 10 A - Personalização dos LEDs de defeito Sepam série 10 A - Personalização da selectividade lógica Capítulo 6 Controlo do disjuntor e segurança de funcionamento Princípio geral Controlo do disjuntor em modo padrão Controlo do disjuntor em modo personalizado Funcionamento do sistema de auto-testes Capítulo 7 Comunicação Protocolo Modbus Apresentação Protocolo Modbus Activação e diagnóstico Acesso aos dados Codificação dos dados Zonas de sincronização, informação, medições, diagnóstico de rede e teste Zona dos controlos remotos Zona dos estados e das indicações remotas Eventos com marcação de data e hora Definição da data e da hora e sincronização Leitura e identificação do Sepam Protocolo IEC Apresentação Norma IEC Princípio do protocolo IEC Activação e diagnóstico Acesso aos dados Perfil de comunicação do Sepam Tabelas dos dados do Sepam Quadros das ASDU 1, 2, 5, 9, 20 e codificação das informações Capítulo 8 Activação Instruções de segurança Princípios Material necessário para testes e medições Activação Confirmação da cadeia de protecção completa Verificações das configurações Verificação da razão de transformação dos TC Verificação da ligação das entradas de corrente de fase Verificação da ligação das entradas de corrente de terra Teste das protecções de máximo de corrente de fase ANSI Teste das protecções de máximo de corrente de terra ANSI 50N-51N Teste da protecção de sobrecarga térmica ANSI 49 RMS Verificação da ligação das entradas lógicas Activação operacional Folha de testes do Sepam SEPED /2008

5 Capítulo 9 Manutenção Manutenção preventiva Assistência para reparação Remoção do Sepam Substituição da bateria do Sepam série10 A Capítulo 10 Características Características das funções Características técnicas Características ambientais Funcionamento interno SEPED /2008 5

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7 Instruções de segurança Informações Importantes AVISO Leia cuidadosamente estas instruções e observe o equipamento para se familiarizar com o dispositivo antes de o tentar instalar, utilizar ou efectuar a manutenção. As seguintes mensagens especiais podem surgir ao longo deste documento ou no equipamento para o avisar de possíveis perigos ou para lhe chamar a atenção relativamente a informação que esclareça ou simplifique os procedimentos. A existência deste símbolo numa etiqueta de aviso de segurança indica perigo de choques eléctricos que poderão resultar em ferimentos pessoais caso não siga as instruções. Este é o símbolo de aviso de segurança. É utilizado para o alertar quanto a possíveis ferimentos pessoais. Obedeça a todas as mensagens de segurança que acompanham o símbolo para evitar possíveis ferimentos ou morte. PERIGO PERIGO indica uma situação de perigo iminente, a qual, se não for evitada, irá resultar em morte ou ferimentos graves. AVISO AVISO indica uma situação de possível perigo, a qual, se não for evitada, poderá resultar em morte, ferimentos graves ou danos no equipamento. ATENÇÃO ATENÇÃO indica uma situação de possível perigo, a qual, se não for evitada, poderá resultar em ferimentos ou danos no equipamento. NOTA A instalação, utilização e manutenção do equipamento eléctrico devem ser efectuadas exclusivamente por pessoal qualificado. A Schneider Electric não assume qualquer responsabilidade pelas consequências resultantes da utilização deste material Schneider Electric. Todos os Direitos Reservados. SEPED /2008 7

8 Instruções de segurança 8 SEPED /2008

9 Acerca deste manual Apresentação Objectivo do documento âmbito de aplicação Avisos relativamente ao(s) produto(s) Comentários utilizador Este manual destina-se às pessoas responsáveis pela instalação, activação e utilização dos relés de protecção Sepam série 10. Faculta mais detalhes do que a folha de instruções que vem juntamente com o material. Os dados e as ilustrações apresentados nesta documentação não são contratuais. Em conformidade com a nossa política de desenvolvimento contínuo, reservamo-nos o direito de modificar os nossos produtos. As informações contidas neste documento podem ser alteradas sem qualquer aviso prévio e não devem ser entendidas como um compromisso por parte da Schneider Electric. Agradecemos que nos contacte para qualquer sugestão de melhoria ou modificação ou ainda, se tiver encontrado erros nesta publicação. Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sob forma alguma ou por qualquer meio, quer electrónico, mecânico ou através de fotocópias, sem a autorização prévia da Schneider Electric. Todas as regulamentações de segurança pertinentes e locais devem ser consideradas aquando da instalação e utilização deste produto. Por razões de segurança e para garantir uma conformidade com os dados do sistema documentados, apenas o fabricante tem habilitação para consertar os componentes. O não respeito deste aviso relativo ao produto pode causar lesões ou danos materiais. Envie os seus comentários para o endereç;o de correio electrónico SEPED /2008 9

10 Acerca deste manual 10 SEPED /2008

11 Apresentação 1 Conteúdo deste capítulo Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Tópico Página Introdução 12 Funcionamento padrão 15 Identificação 18 SEPED /

12 Sepam série 10 - Apresentação Introdução A família Sepam série 10 A família de relés de protecção Sepam série 10 destina-se a proteger e explorar as subestações MT/BT dos distribuidores de energia, assim como as redes de distribuição eléctrica das instalações industriais. É constituída por 3 modelos adequados às aplicações de protecção usuais exigindo a medição das correntes: Sepam série 10 N, para a protecção de máximo de corrente de terra, Sepam série 10 B, para as protecções de máximos de correntes de fase e terra e de sobrecarga térmica, Sepam série 10 A, para as protecções de máximos de correntes de fase e terra e de sobrecarga térmica, podendo exigir entradas lógicas e uma porta de comunicação. Exemplo: Sepam série 10 A Principais vantagens do Sepam O Sepam instala-se facilmente num quadro: é compacto, as fixações de bloqueio controladas pela parte dianteira mantêm-no no quadro, os terminais de ligação são nitidamente identificados. O Sepam pode ser activado rapidamente: é entregue com parâmetros por defeito, é configurado no painel dianteiro com o seu visor e teclado de ergonomia cuidada, é activado sem recorrer a um PC. O Sepam facilita a exploração das subestações: as suas numerosas possibilidades de personalização permitem adequá-lo às restrições de exploração, o seu visor pode apresentar os ecrãs em vários idiomas, assinala os disparos de forma explícita e espontânea. O Sepam é um produto robusto e de fácil manutenção: o invólucro é feito de plástico isolante, o conjunto resiste aos ambientes severos: grau de protecção do painel dianteiro: IP54, gama de temperatura de funcionamento: de -40 a +70 C (de -40 a +158 F), a ficha das entradas de corrente pode ser desligada em carga. Aplicações Sepam série 10 N Os Sepam série 10 N adequam-se às seguintes aplicações: protecção contra os defeitos de terra da alimentação protegida contra os curto-circuitos entre fases por fusíveis, protecção do ponto neutro dos transformadores. Aplicações Sepam série 10 B Os Sepam série 10 B adequam-se às seguintes aplicações: protecção das entradas e da alimentação de uma subestação, protecção dos transformadores MT/BT. Propõem as seguintes funções de protecção: protecção de máximo de corrente de fase, protecção de máximo de corrente de terra, protecção de sobrecarga térmica. 12 SEPED /2008

13 Sepam série 10 - Apresentação Aplicações Sepam série 10 A Os Sepam série 10 A adequam-se às seguintes aplicações: protecção das entradas e da alimentação de uma subestação, protecção dos transformadores MT/BT. Propõem as seguintes funções principais: protecção de máximo de corrente de fase, protecção de máximo de corrente de terra, protecção de sobrecarga térmica, supervisão do circuito de disparo (TCS), selectividade lógica, disparo externo, comunicação para exploração remota. Tabela de selecção A tabela de selecção apresenta as funções realizadas pelos diversos modelos de Sepam série 10 em funcionamento padrão. As possibilidades de personalização destas funções estão descritas no capítulofuncionamento personalizado. Funções Código Sepam série 10 ANSI N B A Protecção de máximo de corrente de terra padrão 50N-51N sensível 50G-51G muito sensível Protecção de máximo de corrente de fase Protecção de sobrecarga térmica 49 RMS Sobrecarga de fase em arranque de carga a frio Defeito homopolar em arranque de carga a frio Bloqueio do disparo do disjuntor 86 Sinalização do disparo Supervisão do circuito de disparo Selectividade lógica - Emissão de bloqueio de selectividade lógica 68 Selectividade lógica - Recepção de bloqueio de selectividade lógica 68 Disparo externo Comunicação por protocolo Modbus ou IEC Controlo remoto do disjuntor Personalização do funcionamento dos relés de saída e dos LEDs de defeito Personalização da atribuição das entradas lógicas Medição da corrente de terra Medição das correntes de fase Valores de pico de corrente das correntes de fase Registo do último defeito Registo com marcação de data dos últimos 5 eventos Watchdog função disponível em modo padrão função disponível em modo padrão consoante o tipo de Sepam função disponível em modo personalizado SEPED /

14 Sepam série 10 - Apresentação Protecção de máximo de corrente de terra Para proteger as redes dos defeitos fase-terra, é preciso escolher, aquando da encomenda, o nível de sensibilidade da protecção de máximo de corrente de terra entre 3 valores. Os sensores a utilizar e a gama de definições do nível dependem da sensibilidade escolhida: Sensibilidade Sensor Gama de definições Padrão 3 TC de fase ou 1 TC de terra de corrente 0, Ino nominal primária Ino Sensível Muito sensível 3 TC de fase ou 1 TC de terra de corrente nominal primária Ino Toro homopolar específico CSH120, CSH200 ou GO110, com razão de 470/1 0,01...2,4 Ino 0, A primária, ou seja, 0, ,5 Ino Recursos A tabela abaixo indicada apresenta os recursos dos Sepam: Entradas/Saídas Sepam série 10 N Sepam série 10 B Sepam série 10 A Entradas de corrente de terra Entradas de corrente de fase 0 2 ou 3 3 Relés de saída Entradas lógicas Porta de comunicação Tensão de alimentação A tensão de alimentação dos Sepam pode ser contínua ou alterna. São propostas 3 gamas de tensão de alimentação, como indicado na seguinte tabela: Tensão de alimentação Sepam série 10 N Sepam série 10 B Sepam série 10 A V CC ou V CA V CC ou V CA V CC Os Sepam série 10 A alimentados em V CC dispõem de entradas lógicas de nível alto. Modos de funcionamento Estão disponíveis 2 modos de funcionamento para os relés de saída, LEDs de defeito do painel dianteiro e, para os Sepam série 10 A, para as entradas lógicas: O modo de funcionamento padrão é o que resulta da pré-atribuição dos relés de saída, LEDs de defeito do painel dianteiro e entradas lógicas. À saída da fábrica, os Sepam série 10 são entregues com este modo. O modo de funcionamento personalizado permite, se necessário, modificar o funcionamento dos relés de saída, LEDs de defeito do painel dianteiro e entradas lógicas. Controlo do disjuntor Os Sepam são compatíveis com os seguintes tipos de disparador de disjuntor: disparadores com bobina de disparo por emissão de tensão disparadores com bobina de disparo por mínima tensão. 14 SEPED /2008

15 Sepam série 10 - Apresentação Funcionamento padrão Introdução Os seguintes esquemas apresentam as cadeias funcionais de cada modelo Sepam em modo de funcionamento padrão com: a ligação da entrada de corrente de terra a um TC de terra, por exemplo, a ligação das entradas de corrente de fase, se necessário, a ligação da terra de protecção. Esquema de funcionamento do Sepam série 10 N IA IB IC CT 1A/5A B Io Io> Io>> Reset 1 S R I > 1 S R O3 O2 O1 A Relés de saída O1 O2 O3 Atribuição Disparo do disjuntor Bloqueio do disparo do disjuntor Sinalização do disparo SEPED /

16 Sepam série 10 - Apresentação Esquema de funcionamento do Sepam série 10 B IA IB IC CT 1A/5A B IA IB IC Io max I> I>> 49 RMS Io> 1 1 S R S R S R I > I > 1 S R O3 O2 O1 A Io>> Reset Relés de saída O1 O2 O3 Atribuição Disparo do disjuntor Bloqueio do disparo do disjuntor Sinalização do disparo 16 SEPED /2008

17 Sepam série 10 - Apresentação Esquema de funcionamento do Sepam série 10 A O esquema do Sepam série 10 A representa igualmente a ligação das entradas lógicas I1 e I2: IA IB IC CT 1A/5A B IA IB IC Io max I> I>> 49 RMS Io> Io>> 1 1 S R S R S R I> I > 1 S R O3 O2 1 O1 A D I4 I3 Local / Remote Reset 1 Reset S R Ext C C 1 S 2 D0 3 D1 4 RS 485 COM Open Close O4 D D I2 I1 TCS 68 watchdog O5 O6 O Relés de saída O1 O2 O3 O4 O5 O6 O7 Atribuição Disparo do disjuntor Bloqueio do disparo do disjuntor Sinalização do disparo Fecho do disjuntor pela comunicação Emissão de bloqueio de selectividade lógica Sinalização do defeito do circuito de disparo (TCS) Watchdog (watchdog) Entradas lógicas I1 I2 I3 I4 Atribuição Disjuntor aberto Disjuntor fechado Disparo externo Local/remoto (Local/Remote) SEPED /

18 Sepam série 10 - Apresentação Identificação Código de identificação O código de identificação de um Sepam série 10 é um código alfanumérico que define as principais funções do Sepam. É constituído por vários campos: Sepam série 10 Família Sepam série 10 Modelo N: protecção de máximo de corrente de terra B: protecção de máximo de correntes de fases e terra A: protecção de máximo de correntes de fases e terra, entradas lógicas e porta de comunicação N B A Número de entradas de corrente 1: 1 entrada de corrente de terra 3: 2 entradas de corrente de fase + 1 entrada de corrente de terra 4: 3 entradas de corrente de fase + 1 entrada de corrente de terra Sensibilidade da protecção de máximo de corrente de terra 1: padrão (0, Ino) 2: sensível (0,01...2,4 Ino) 3: muito sensível (0, A e A) Tensão de alimentação A: V CC e V CA E: V CC e V CA F: V CC e entradas lógicas de nível alto A E F Referências dos Sepam série 10 Modelo Número de entradas de corrente Sensibilidade da protecção de máximo de corrente de terra Tensão de alimentação A E F V CC V CA V CC V CA V CC série 10 N 1 1: padrão REL59817 REL : muito sensível REL59818 REL59820 série 10 B 3 1: padrão REL59800 REL : padrão REL59802 REL : sensível REL59803 REL59806 REL59827 (2) 3: muito sensível REL59804 REL59823 (1) REL59807 REL59824 (1) série 10 A 4 1: padrão REL59808 REL59811 REL : sensível REL59809 REL59812 REL59828 (2) 3: muito sensível REL59810 REL59825 (1) REL59813 REL59826 (1) REL59815 REL59829 (2) REL59816 (1) Sepam certificado DK5600 (Itália) (2) Sepam certificado GOST (Rússia) Referências das peças sobressalentes Referência Designação REL59798 CCA680 - Lote de fichas sobressalentes (um exemplar de cada ficha A, B, C e D) 18 SEPED /2008

19 Sepam série 10 - Apresentação Referências dos acessórios Referência Designação CSH120 - Toro homopolar fechado, diâmetro 120 mm (4.7 in) CSH200 - Toro homopolar fechado, diâmetro 196 mm (7.7 in) GO110 - Toro homopolar de abrir, diâmetro 110 mm (4.3 in) VW3A8306DR Resistência de fim de linha (150Ω) SEPED /

20 Sepam série 10 - Apresentação 20 SEPED /2008

21 Instalação 2 Conteúdo deste capítulo Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Tópico Página Instruções de segurança 22 Precauções 23 Recepção e identificação do material 24 Montagem 25 Fichas de ligação 27 Esquemas de ligação 30 Ligação dos transformadores de corrente (TC) 38 Ligação de um toro homopolar 40 Ligação das entradas lógicas e dos relés de saída 42 Ligação da porta de comunicação 43 Dimensionamento dos TC 44 Toros homopolares CSH120, CSH200 e GO SEPED /

22 Sepam série 10 - Instalação Instruções de segurança Antes de começar É de sua responsabilidade estar em conformidade com todas as normas e códigos eléctricos internacionais e nacionais vigentes referentes à ligação à terra de protecção de qualquer aparelho. Além disso, ler com atenção as instruções de segurança abaixo referidas. Estas instruções devem ser rigorosamente aplicadas aquando de qualquer tentativa de instalação, manutenção ou reparação do equipamento eléctrico. PERIGO RISCOS DE ELECTROCUSSÃO, ARCO ELÉCTRICO, QUEIMADURAS OU EXPLOSÃO A instalação deste equipamento deve ser exclusivamente entregue a pessoas qualificadas que tomaram conhecimento de todas as instruções de instalação. NUNCA trabalhar só. Cortar qualquer alimentação antes de trabalhar neste equipamento. Utilizar sempre um dispositivo de detecção de tensão adequado para se certificar de que a alimentação está cortada. Antes de proceder a inspecções visuais, testes ou intervenções de manutenção neste equipamento: Desligar todas as fontes de corrente e de tensão. Considerar, por princípio, que todos os circuitos estão activados enquanto não estiverem completamente sem energia, testados e localizados. Prestar particular atenção à concepção do circuito de alimentação: ter em conta todas as fontes de alimentação e, em particular, todas as possibilidades de alimentação exterior ao cubículo em que o Sepam está instalado. Ter cuidado com eventuais perigos, vestir um equipamento de protecção individual, verificar cuidadosamente a zona de trabalho procurando ferramentas e objectos que possam ter sido esquecidos no interior do equipamento. O correcto funcionamento do Sepam depende de uma instalação, parametrização e utilização correctas. A configuração do Sepam requer competências relativas à protecção das redes eléctricas. Apenas as pessoas com essas competências estão autorizadas a configurar o mesmo. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. ATENÇÃO RISCO DE DETERIORAÇÃO DO SEPAM Desligar todos os fios ligados ao Sepam antes de proceder a um teste de rigidez dieléctrica ou a um teste de isolamento no cubículo em que está instalado. Os testes realizados com uma tensão elevada podem danificar os componentes electrónicos do Sepam. Não abrir o invólucro do Sepam. O Sepam inclui componentes sensíveis a descargas electrostáticas. A sua montagem é realizada em locais especialmente equipados. A única operação autorizada consiste na remoção da bateria do Sepam série 10 A do respectivo compartimento quando esta estiver gasta. A não observância destas instruções pode provocar ferimentos pessoais, ou danos no equipamento. 22 SEPED /2008

23 Sepam série 10 - Instalação Precauções Introdução Sepam no seu acondicionamento de origem Os relés Sepam são entregues: acondicionados individualmente ou instalados num cubículo. As precauções a respeitar aquando do transporte, manutenção e armazenamento dos Sepam variam consoante estes 2 casos. Transporte Os Sepam podem ser enviados para todos os destinos, sem qualquer precaução suplementar, através de todos os meios adequados de transporte. Manutenção Os Sepam podem ser manipulados sem qualquer cuidado particular e podem aguentar uma queda de 1m (3.28ft). Armazenamento Um Sepam pode ser armazenado no seu acondicionamento de origem, num local com as seguintes características ambientais: temperatura: C (ou F) humidade 90 % armazenamento limitado a um máximo de 1 mês se a humidade relativa for superior a 93 % e a temperatura superior a +40 C (ou +104 F). Para mais detalhes, consultar Resistência climatérica, p Em caso de armazenamento prolongado, recomenda-se: evitar uma abertura antecipada da embalagem do Sepam, verificar o ambiente e o estado do acondicionamento anualmente. Após abertura da embalagem, o Sepam deve ser activado dentro de um curto prazo. Sepam instalado em cubículo Transporte Os Sepam podem ser transportados através de todos os meios de transporte adequados nas condições habituais praticadas para os cubículos. É necessário considerar as condições de armazenamento para um transporte de longa duração. Manutenção Em caso de queda de um cubículo, o estado do Sepam deve ser verificado através de uma verificação visual e de uma activação. Armazenamento Recomenda-se conservar a embalagem de protecção do cubículo tanto tempo quanto possível. Os Sepam, como qualquer outra unidade electrónica, não devem ser armazenados num ambiente húmido durante mais de 1 mês. Devem ser activados o mais rapidamente possível. Caso contrário, o sistema de reaquecimento do cubículo deverá ser activado. Sepam utilizado em ambiente húmido Sepam utilizado em ambiente poluído O par temperatura/humidade relativa deve ser compatível com as características de resistência ao ambiente do Sepam: consultar Resistência climatérica, p Se as condições de utilização estiverem fora da zona normal, convém tomar medidas de implementação, nomeadamente a instalação de ar condicionado no local. Um ambiente industrial contaminado pela presença de cloro, ácido fluorídrico, enxofre, solventes, etc., pode provocar uma corrosão dos dispositivos electrónicos. Neste caso, convém tomar medidas de implementação para controlar o ambiente (locais fechados e pressurizados com filtragem de ar, etc.). A influência da corrosão nos Sepam foi testada em conformidade com a norma IEC nas seguintes condições de teste "2 gases": duração de 21 dias 25 C (ou 77 F), 75 % de humidade relativa 0,5 ppm H 2 S, 1 ppm SO 2 SEPED /

24 Sepam série 10 - Instalação Recepção e identificação do material Recepção do material O Sepam é entregue num acondicionamento em papelão que o protege dos choques inerentes ao transporte. Aquando da recepção, certificar-se de que o acondicionamento não foi deteriorado. Caso contrário, registar qualquer anomalia na guia de entrega e informar o seu fornecedor. Conteúdo da embalagem A embalagem contém os seguintes elementos: um Sepam sem fichas de ligação, uma folha de definições a preencher e a conservar junto do Sepam, uma folha de instruções com as principais informações para a instalação e utilização, um certificado de conformidade, 2 sacos com as fichas de ligação. Zona de identificação A zona de identificação situada no painel dianteiro permite identificar um Sepam : Sepam series 10 A 42A REL V= V~ SN Código de identificação 2 Referência 3 Tensão de alimentação 4 Número de série Para saber qual o significado dos códigos de identificação, consultaridentificação, p. 18. Verificação após abertura da embalagem Certificar-se de que o Sepam entregue corresponde ao produto encomendado. Em particular, certificar-se de que a tensão de alimentação está em conformidade com a sua instalação. 24 SEPED /2008

25 Sepam série 10 - Instalação Montagem Introdução Os Sepam pesam, no máximo, 1,3 kg (2.87 lb) e são montados embutidos numa chapa com 1,5 a 4 mm (0.06 a 0.16 in) de espessura. São concebidos para uma montagem interna. Para garantir uma estanquecidade IP54, a superfície do suporte deve ser plana e rígida. Dimensões mm in Corte Cortar a chapa como indicado : mm in ATENÇÃO RISCO DE CORTE Limar as chapas cortadas para eliminar o risco de corte. A não observância destas instruções pode provocar ferimentos pessoais, ou danos no equipamento. SEPED /

26 Sepam série 10 - Instalação Fixação do Sepam O Sepam é mantido por 2 fixações de bloqueio situadas nas partes laterais, atrás do painel dianteiro : Etapa Acção Ilustração 1 Identificar as fixações de bloqueio (1). 1 2 Introduzir o Sepam através do corte. 3 Abrir a aba de protecção de acesso à parametrização. 4 Apertar os parafusos, como indicado, com uma chave de parafusos Pozidriv n.º 2 (binário de aperto máximo: 2 N m/17.7 lb-in). 5 Verificar, na parte traseira, a posição das fixações de bloqueio. 6 Fechar a aba de protecção de acesso à parametrização. 26 SEPED /2008

27 Sepam série 10 - Instalação Fichas de ligação Introdução Todas as fichas de ligação dos Sepam podem ser acedidas a partir do painel traseiro. Podem ser desencaixadas e estão fixadas no invólucro do Sepam através de 2 parafusos. As fichas de ligação são entregues desmontadas : fixar as fichas com uma chave de parafusos plana. Identificação das fichas no painel traseiro Sepam série 10 N e série 10 B Sepam série 10 A RS485 A B D C A B A Ficha de ligação da alimentação auxiliar e dos relés de saída O1 a O3 B Ficha de ligação das entradas de corrente de fase e terra C Porta de comunicação RS fios (apenas para os Sepam série 10 A) D Ficha de ligação dos relés de saída O4 a O7 e das entradas lógicas I1 a I4 (apenas para os Sepam série 10 A) Terra de protecção SEPED /

28 Sepam série 10 - Instalação Cablagem das fichas Referência Cablagem Tipo de terminais B Fio de 1,5...6 mm 2 (AWG ) 2 terminais de diâmetro interno de 4 mm (0.16 in) no máximo A, C e D Cablagem sem encaixes: 1 fio: 0,2...2,5 mm 2 (AWG ) 2 fios: 0,2...1 mm 2 (AWG ) comprimento de fio descarnado: mm ( in) Cablagem com encaixes Telemecanique: 1 fio de 1,5 mm 2 (AWG 16) com encaixe DZ5CE015D 1 fio de 2,5 mm 2 (AWG 12) com encaixe DZ5CE025D 2 fios de 1 mm 2 (AWG 18) com encaixe DZ5CE010D comprimento de fio descarnado: 8 mm (0.31 in) Fio verde-amarelo de 6mm 2 (AWG 10) Terminal de diâmetro interno de 4 mm (0.16 in) no máximo Comprimento < 0,50 m (20 in) Parafusos M4 Parafusos M2,5 Parafusos M4 Chave de parafusos Pozidriv n.º 2 Chave de parafusos plana de 2,5 mm (0.09 in) Pozidriv n.º 2 Binário de aperto 1,2...1,5 N m ( lb-in) 0,4...0,5 N m ( lb-in) 1,2...1,5 N m ( lb-in) Observação: As fichas de ligação A e D fornecidas com o Sepam podem ser substituídas pelas fichas terminais em forma de anel indicadas na seguinte tabela. Estas fichas não são fornecidas e devem ser encomendadas separadamente. Referência Cablagem Tipo de terminais Referência ficha A Fio de 0,5...2,5 mm 2 (AWG ) Parafuso M3,5 Pitch Beau EuroMate Molex n.º D Fio de 0,5...2,5 mm 2 (AWG ) Parafuso M3,5 Pitch Beau EuroMate Molex n.º Ficha de curtocircuito Ligação da ficha A A ficha de ligação B dos sensores de corrente (transformadores de corrente e toro homopolar) é uma ficha de curto-circuito. Pode ser desligado em carga : a sua desconexão não abre o circuito secundário dos sensores de corrente. Esquema Terminais Informação ligada A O3 O2 O1 1-2 Alimentação auxiliar Tensão de alimentação alterna nos terminais 1 e 2 Tensão de alimentação contínua Terminal 1: polaridade positiva Terminal 2: polaridade negativa 3-4 e 5-6 Relé de saída O1 Terminais 3-4: contacto normalmente aberto Terminais 5-6: contacto normalmente fechado 7-8 e 9-10 Relé de saída O2 Terminais 7-8: contacto normalmente aberto Terminais 9-10: contacto normalmente fechado e Relé de saída O3 Terminais 11-12: contacto normalmente aberto Terminais 13-14: contacto normalmente fechado 28 SEPED /2008

29 Sepam série 10 - Instalação Ligação da ficha B Esquema Terminais Informação ligada Entrada de corrente de fase A B IA Entrada de corrente de fase B IB Entrada de corrente de fase C IC A Io A Io A Entrada de corrente de terra Io para as protecções de falha de terra padrão e sensível para a protecção de falha de terra muito sensível (valor A) Entrada de corrente de terra Io apenas para a protecção de falha de terra muito sensível (valor 0,2-24 A) Ligação da ficha C A ficha C é a porta de comunicação RS fios dos Sepam série 10 A : Esquema Terminais Informação ligada 1 C: comum (0V da interface de comunicação) 2 S: armadura (terminal ligado ao terminal de ligação à terra do RS 485 Sepam) C C S D0 D D0: terminal a ligar ao terminal A (ou L-) da porta do supervisor 4 D1: terminal a ligar ao terminal B (ou L+) da porta do supervisor Ligação da ficha D As entradas lógicas e relés de saída adicionais dos Sepam série 10 A estão ligados à ficha D : Esquema Terminais Informação ligada 1-2 Entrada lógica I1 O4 D 17 3 Terminal não utilizado O Entrada lógica I2 6-7 Entrada lógica I3 O Entrada lógica I4 12 O I4 9 8 I3 I2 I Relé de saída O7: Watchdog Terminal 12: comum Terminal 11: contacto normalmente aberto Terminal 10: contacto normalmente fechado Relé de saída O6, contacto normalmente aberto Relé de saída O5, contacto normalmente aberto Relé de saída O4, contacto normalmente aberto SEPED /

30 Sepam série 10 - Instalação Esquemas de ligação Instruções de segurança gerais PERIGO RISCOS DE ELECTROCUSSÃO, ARCO ELÉCTRICO OU QUEIMADURAS A instalação deste equipamento deve ser exclusivamente entregue a pessoas qualificadas que tomaram conhecimento de todas as instruções de instalação e que verificaram as características técnicas do equipamento. NUNCA trabalhar só. Cortar qualquer alimentação antes de trabalhar neste equipamento. Ter em conta todas as fontes de alimentação e, em particular, todas as possibilidades de alimentação exterior ao cubículo em que o equipamento está instalado. Utilizar sempre um dispositivo de detecção de tensão adequado para se certificar de que a alimentação está cortada. Usar luvas isolantes para evitar qualquer contacto com um condutor activado acidentalmente. Apertar com firmeza todos os terminais, inclusive os que não são utilizados. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. Ligação à terra O terminal de terra dos Sepam é uma terra de protecção. Deve estar ligado à massa do cubículo por um fio de ligação à terra. As características do fio de ligação à terra são as seguintes: fio: verde-amarelo 6 mm 2 (AWG 10), comprimento máximo: 0,5 m (20 in). 30 SEPED /2008

31 Sepam série 10 - Instalação Sepam série 10 N 11 Os Sepam série 10 N 11 medem a corrente de defeito de terra, à escolha: por 1 TC de terra, no ponto comum dos 3 TC de fase. Variante n.º 1 Variante n.º 2 Corrente de terra medida por 1 TC de terra Corrente de terra medida no ponto comum dos 3 TC de fase A B C A B C B B CT 1A/5A Io Io A O A O O2 O O2 O1 SEPED /

32 Sepam série 10 - Instalação Sepam série 10 N 13 Os Sepam série 10 N 13 medem a corrente de terra através de 1 toro homopolar CSH120, CSH200 ou GO110 ligado, à escolha: à entrada de valor A, à entrada de valor 0,2-24 A. A B C CSH120 CSH200 GO B Io A Io A A O3 O2 O1 32 SEPED /2008

33 Sepam série 10 - Instalação Sepam série 10 B 31 Os Sepam série 10 B 31 medem 3 correntes: 2 correntes de fase medidas por 2 TC de fase, 1 corrente de terra medida, à escolha: por 1 TC de terra, no ponto comum dos 3 TC de fase. Variante n.º 1 Variante n.º 2 Corrente de terra medida por 1 TC de terra Corrente de terra medida no ponto comum dos 3 TC de fase A B C A B C B IA IC B IA IC CT 1A/5A Io Io A O A O O2 O O2 O1 SEPED /

34 Sepam série 10 - Instalação Sepam série 10 B 41 e série10b42 Os Sepam série 10 B 41 e série 10 B 42 medem as seguintes correntes: correntes de fase medidas por 2 ou 3 TC de fase, 1 corrente de terra medida, à escolha: por 1 TC de terra, no ponto comum dos 3 TC de fase. Variante n.º 1 Variante n.º 2 Corrente de terra medida por 1 TC de terra Corrente de terra medida no ponto comum dos 3 TC de fase A B C A B C B IA IB IC B IA IB IC CT 1A/5A Io Io A O3 O2 O1 A O3 O2 O1 34 SEPED /2008

35 Sepam série 10 - Instalação Sepam série 10 B 43 Os Sepam série 10 B 43 medem as seguintes correntes: correntes de fase medidas por 2 ou 3 TC de fase, corrente de terra medida por 1 toro homopolar CSH120, CSH200 ou GO110 ligado, à escolha: à entrada de valor A, à entrada de valor 0,2-24 A. A B C CSH120 CSH200 GO B IA IB IC Io A Io A A O3 O2 O1 SEPED /

36 Sepam série 10 - Instalação Sepam série 10 A 41 e série10a42 Os Sepam série 10 A 41 e série 10 A 42 medem as seguintes correntes: correntes de fase medidas por 2 ou 3 TC de fase, 1 corrente de terra medida, à escolha: por 1 TC de terra, no ponto comum dos 3 TC de fase. Variante n.º 1 Variante n.º 2 Corrente de terra medida por 1 TC de terra Corrente de terra medida no ponto comum dos 3 TC de fase A B C A B C CT 1A/5A B A IA IB O4 IC O5 Io O6 O7 I4 I3 I2 O3 I1 O2 O1 RS 485 D B A IA IB O4 IC O5 Io O6 O7 I4 I3 I2 O3 I1 O2 O1 RS 485 D C C S D0D1 C C S D0D SEPED /2008

37 Sepam série 10 - Instalação Sepam série 10 A 43 Os Sepam série 10 A 43 medem as seguintes correntes: correntes de fase medidas por 2 ou 3 TC de fase, corrente de terra medida por 1 toro homopolar CSH120, CSH200 ou GO110 ligado, à escolha: à entrada de valor A, à entrada de valor 0,2-24 A. A B C CSH120 CSH200 GO B A IA IB O4 IC O5 Io A O6 Io A O7 O3 O2 O1 RS 485 I4 I3 I2 I1 D C C S D0 D SEPED /

38 Sepam série 10 - Instalação Ligação dos transformadores de corrente (TC) Ligação dos TC Os transformadores de corrente 1 A ou 5 A padrão (TC) podem ser ligados ao Sepam para a medição das correntes de fase e da corrente de terra. Para o dimensionamento dos TC, consultar Dimensionamento dos TC, p. 44. Exemplo de ligação O esquema abaixo indicado apresenta a ligação de : 3 TC de fase para a medição de correntes de fase, 1 TC de terra para a medição da corrente de terra. A B C CT 1A/5A B IA IB IC Io TC de terra O TC de terra apenas deve medir a soma das 3 correntes de fase. Deve-se então excluir a corrente que circula nos ecrãs dos cabos de média tensão. Para que a corrente que circula nos ecrãs dos cabos não seja detectada pelo TC, o seu componente deve ser anulado, fazendo circular novamente essa corrente pelo TC no sentido contrário. Esta acção é efectuada ligando as tranças provenientes das extremidades dos cabos à terra por um fio que atravessa o TC. Deve ser evitado qualquer contacto desse fio com uma parte ligada à terra antes da sua passagem no TC ou então, utilizar um fio isolado. A B C A B C 38 SEPED /2008

39 Sepam série 10 - Instalação Instruções de ligação Certificar-se de que, no compartimento TC do cubículo, os pontos comuns dos secundários dos TC estão ligados, através de fios de comprimento igual e o mais curto possível, a uma barra de cobre de secção rectangular ligada à terra de protecção do cubículo. Ligar os TC à ficha de curto-circuito B. colocar o cabo contra as massas metálicas do cubículo. Ligar conjuntamente os terminais 23, 24 e 25 da ficha de curto-circuito, sem os ligar à terra. PERIGO RISCOS DE ELECTROCUSSÃO, ARCO ELÉCTRICO OU QUEIMADURAS Nunca deixar o secundário de um transformador de corrente em circuito aberto. A elevada tensão que resultaria da abertura do circuito é perigosa para o operador e para o material. Nunca desaparafusar os terminais em forma de anel dos cabos dos secundários dos TC em presença de corrente no primário. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. Se as entradas de corrente do Sepam tiverem de ser desligadas : PERIGO RISCOS DE ELECTROCUSSÃO, ARCO ELÉCTRICO OU QUEIMADURAS Usar luvas isolantes para evitar qualquer contacto com um condutor activado acidentalmente. Remover a ficha de curto-circuito B sem desligar os fios ligados à mesma. Essa ficha assegura a continuidade dos circuitos secundários dos transformadores de corrente. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. Cabo recomendado A secção do cabo de ligação dos TC deve ser seleccionada em função das características do secundário dos TC e do comprimento da ligação, de modo a limitar o consumo de energia da cablagem. Para mais detalhes, consultar Dimensionamento dos TC, p. 44. SEPED /

40 Sepam série 10 - Instalação Ligação de um toro homopolar Ligação de um toro homopolar Esquema de ligação Os toros homopolares específicos CSH120, CSH200 e GO110 permitem a medição directa da corrente de terra. Devem ser utilizados com os Sepam de protecção de máximo de corrente de terra muito sensível. Podem estar ligados a 2 entradas de corrente de terra de sensibilidades diferentes : entrada valor A entrada valor 0,2-24 A Para as características detalhadas dos toros homopolares, consultar Toros homopolares CSH120, CSH200 e GO110, p. 46. O esquema abaixo indicado apresenta a ligação de um toro homopolar para a medição da corrente de terra : A B C CSH120 CSH200 GO B Io A Io A 40 SEPED /2008

41 Sepam série 10 - Instalação Toro homopolar O toro homopolar apenas deve medir a soma das 3 correntes de fase. Deve-se então excluir a corrente que circula nos ecrãs dos cabos de média tensão. Para que a corrente que circula nos ecrãs dos cabos não seja detectada pelo toro homopolar, deve-se anular o seu componente, fazendo com que essa corrente circule novamente pelo toro homopolar no sentido contrário. Esta acção é efectuada ligando as tranças provenientes das extremidades dos cabos à terra por um fio que atravessa o toro homopolar. Deve ser evitado qualquer contacto desse fio com uma parte ligada à terra antes da sua passagem no toro homopolar ou então, utilizar um fio isolado. A B C A B C Instruções para a ligação Ligar o secundário do toro homopolar à terra de protecção de cubículo, por exemplo ao ligar o terminal 21 (ou 22) do Sepam à terra de protecção. colocar o cabo contra as massas metálicas do cubículo. Ligar a armadura do cabo de ligação com uma ligação, a mais curta possível, à terra de protecção, por exemplo através do terminal 21 (ou 22) do Sepam. Não proceder a qualquer ligação à terra deste cabo. Nota: A resistência máxima da cablagem de ligação ao Sepam não deve ultrapassar 4 Ω (ou seja no máximo 20 m para 100 mω/m ou 66 ft para 30.5 mω/ft). Cabo recomendado Utilizar um cabo blindado com par entrançado, protegido por uma trança de cobre estanhada e com as seguintes características: Características Valores Secção dos condutores >1mm 2 (AWG 18) Resistência linear Resistência dieléctrica mínima < 100 mω/m (30.5 mω/ft) 1000 V (700 V RMS) SEPED /

42 Sepam série 10 - Instalação Ligação das entradas lógicas e dos relés de saída Instruções de segurança PERIGO TENSÃO PERIGOSA Não reunir tensões activas perigosas (TAD) com tensões que podem ser ligadas a partes acessíveis (TBTS, TBTP ou PEB) nas fichas de alimentação e de entrada/saída A e D. As entradas lógicas e os relés de saída estão isolados entre eles por um isolamento principal. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. Ligação dos relés de saída Os relés de saída dos Sepam são de contactos secos. ATENÇÃO PERDA DE PROTECÇÃO OU RISCO DE DISPARO ESPONTÂNEO Se o Sepam deixar de ser alimentado ou se estiver em posição de falha segura, as funções de protecção já não estão activadas e todos os relés de saída do Sepam estão em posição de descanso. Certificar-se de que este modo de funcionamento e a cablagem do relé de watchdog são compatíveis com a sua instalação. A não observância destas instruções pode provocar ferimentos pessoais, ou danos no equipamento. Ligação das entradas lógicas Recomendação para a ligação das entradas lógicas As 4 entradas lógicas dos Sepam série 10 A são independentes e livres de potencial. A tensão de alimentação do Sepam série 10 A determina: a gama de tensão de alimentação das entradas lógicas, o nível de comutação das entradas lógicas. Estes valores são dados na secção Entradas lógicas, p Para os Sepam série 10A A e série 10 A E, o funcionamento das entradas lógicas deve adequar-se ao tipo de tensão utilizada para os activar : CA ou CC. Para isso, o tipo de tensão deve ser definido no ecrã ENTRAD LOGIC do menu de parâmetros. O valor por defeito é CC (V CC). Para limitar as consequências das perturbações CEM, não deve existir qualquer anel entre os condutores activos contidos numa mesma ligação. Uma ligação realizada com um par entrançado garante a proximidade do condutor de ida e do condutor de volta, em todo o comprimento desta ligação. 42 SEPED /2008

43 Sepam série 10 - Instalação Ligação da porta de comunicação Introdução Esquema de ligação O Sepam série 10 A pode comunicar através de uma porta de comunicação EIA RS fios. A ligação ao barramento efectua-se de modo directo e sem acessórios. A ligação é efectuada com um cabo cruzado e necessita de uma resistência em fim de linha: 0V RS 485 C C S D0 D V RS 485 C C S D0 D R Terminais Informação ligada Descrição 1 C: comum Terminal ligado ao 0V da interface de comunicação 2 S: armadura Terminal ligado ao terminal de ligação à terra do Sepam 3 D0 Terminal a ligar ao terminal A (ou L-) da porta do supervisor 4 D1 Terminal a ligar ao terminal B (ou L+) da porta do supervisor Instruções para a ligação Cabo recomendado O número de Sepam ligados não deve ser superior a 31, sendo que o comprimento total dos cabos não deve exceder 1300 m (4265 ft). A retoma de armadura dos cabos deve ser tão curta quanto possível. Se o Sepam estiver em fim de linha, instalar uma resistência de adaptação de 150 Ω (referência: VW3A8306DR) entre os terminais 3 e 4 da ficha C. Utilizar um cabo blindado com par entrançado, protegido por uma trança de cobre estanhada com um revestimento mínimo de 85 % e com as seguintes características: Características Valores Secção dos condutores > 0,22 mm 2 (AWG 24) Resistência linear Capacidade entre condutores Capacidade entre condutor e armadura <100 mω/m (30.5 mω/ft) < 60 pf/m (18.3 pf/ft) < 100 pf/m (30.5 pf/ft) SEPED /

44 Sepam série 10 - Instalação Dimensionamento dos TC Introdução As entradas de corrente de fase dos Sepam podem estar ligadas a um TC padrão A ou 5 A. Princípio de selecção dos TC Os TC devem ser dimensionados de modo a não serem saturados pelas correntes para as quais é necessária precisão (com um mínimo de 5 In). As condições a reunir pela corrente de saturação dos TC dependem do tipo de temporização das protecções de máximo de corrente : Temporização Condições a reunir Ilustração Com tempo definido (TD) Isaturação > 1,5 x nível (Is) t Is 1,5Is Isaturação I De tempo dependente (IDMT) Isaturação > 1,5 x valor útil da curva, a mais pequena das 2 grandezas seguintes : Icc máx., corrente de curto-circuito máximo da instalação, 20 x Is (dinâmica da curva com tempo dependente). t Is I Isaturação 1,5 Mín. (Icc máx., 20 Is) Mín. (Icc máx., 20 Is) O método de cálculo da corrente de saturação depende da categoria de precisão do TC como abaixo indicado. Instruções úteis Na ausência de informação acerca da parametrização, as seguintes características permitem resolver a maior parte dos casos : Corrente secundária atribuída Potência de precisão Categoria de precisão e factor limite de precisão Resistência secundária do TC Resistência de cablagem Ins VAct Rct Rw 1 A 2,5 VA 5P20 < 3 Ω < 0,075 Ω 5 A 7,5 VA 5P20 < 0,2 Ω < 0,075 Ω 44 SEPED /2008

45 Sepam série 10 - Instalação Princípio de cálculo da corrente de saturação em categoria P Um TC de categoria P caracteriza-se por : Inp : corrente primária atribuída (em A), Ins : corrente secundária atribuída (em A), categoria de precisão, expressa em percentagem, 5P ou 10P, seguida do factor limite de precisão FLP, cujos valores usuais são 5, 10, 15, 20, 30, VAct : potência de precisão, cujos valores usuais são 2,5/5/7,5/10/15/30 VA, Rct: resistência máxima do enrolamento secundário (em Ω). A instalação caracteriza-se pela resistência de carga Rw ao secundário do TC (cablagem + relé de protecção). Se a carga do TC respeitar a potência de precisão, isto é, Rw x Ins 2 VAct, a corrente de saturação é superior à FLP x Inp. Se a resistência Rct for conhecida, é possível calcular o FLP real do TC, que tem em conta a carga real do TC. A corrente de saturação é igual a FLPreal x Inp, com : FLP real FLP Rct Ins2 + VAct = ( Rct + Rw) Ins 2 Exemplos de cálculo da corrente de saturação em categoria P Isto é, um TC com as seguintes características : razão de transformação : 100 A/5 A, potência de precisão : 2,5 VA, categoria de precisão e factor limite de precisão : 5P20, resistência do enrolamento secundário : 0,1 Ω. Para ter pelo menos um FLP de 20, ou seja, uma corrente de saturação de 20 x Inp = 2 ka, a resistência de carga Rw do TC deve ser inferior a : Rw, Máx VAct 2, 5 = Ins 2 = = 0, 1 Ω Corresponde a 12 m (39 ft) de fio com secção de 2,5 mm 2 (AWG 12) para uma resistência linear de 8 Ω/km (2.4 mω/ft), aproximadamente. Para uma instalação com 50 m (164 ft) de cablagem de secção 2,5 mm 2 (AWG 12), Rw = 0,4 Ω. Consequentemente : FLP real FLP Rct Ins2 + VAct 01, , = ( Rct + Rw) Ins 2 = = 8 ( 01, + 0, 4) 25 Logo, Isaturação = 8 x Inp = 800 A Observação : A impedância das entradas de corrente de um relé Sepam (< 0,004 Ω) é frequentemente insignificante face à resistência da cablagem. Princípio de cálculo da corrente de saturação em categoria PX Exemplos de cálculo da corrente de saturação em categoria PX Um TC de categoria PX caracteriza-se por : Inp : corrente primária atribuída (em A), Ins : corrente secundária atribuída (em A), Vk : tensão de transição atribuída (em V), Rct: resistência máxima do enrolamento secundário (em Ω). A corrente de saturação é calculada com a resistência de carga Rw ao secundário do TC (cablagem + relé de protecção) : Vk Inp Isaturação = Rct + Rw Ins Razão de transformação do TC Vk Rct Rw Isaturação 100 A/5 A 17,4 V 0,13 Ω 0,4 Ω 17, 4 Inp = = 6, 56 Inp= 656 A 013, + 0, A/1 A 87,7 V 3,5 Ω 0,4 Ω 87, 7 Inp = = 2, 248 Inp= 2248 A 3, 5 + 0, 4 1 SEPED /

46 Sepam série 10 - Instalação Toros homopolares CSH120, CSH200 e GO110 Função Os toros homopolares específicos CSH120, CSH200 e GO110 permitem a medição directa da corrente de terra. O seu isolamento de baixa tensão apenas permite a sua utilização em cabos. Os CSH120 e CSH200 são toros fechados de diversos diâmetros interiores: O diâmetro interior do CSH120 é de 120 mm (4.75 in). O diâmetro interior do CSH200 é de 196 mm (7.72 in). O GO110 é um toro de abrir, cujo diâmetro interior é de 110 mm (4.33 in). 1 CSH200 2 CSH120 3 GO110 Características CSH120 CSH200 GO110 Diâmetro interior 120 mm (4.7 in) 196 mm (7.7 in) 110 mm (4.3 in) Peso 0,6 kg (1.32 lb) 1,4 kg (3.09 lb) 3,2 kg (7.04 lb) Precisão a 20 C (68 F) 5% 5% < 0,5% ( A) a C ( F) < 6% < 6% < 1,5% ( A) Razão de transformação 470/1 Corrente máxima permitida 20 ka - 1 s Temperatura de funcionamento C ( F) Temperatura de armazenamento C ( F) 46 SEPED /2008

47 Sepam série 10 - Instalação Dimensões dos CSH120 e CSH200 4 x Ø6 mm (0.24 in) 4 x Ø5 mm (0.20 in) F ØA H K B J E L D Medidas A B D E F H J K L CSH120 mm in CSH200 mm in Dimensões do GO110 M5 D E C ØB 8 mm 0.31 in. F ØA Medidas A B C D E F GO110 mm in Abertura do GO110 Para abrir o toro GO110, proceder como abaixo indicado: Etapa Acção 1 Desaparafusar as 2 porcas T1 e remover as 2 cavilhas. 2 Desaparafusar as 2 porcas T2 e remover as 2 travessas. Fecho do GO110 Para fechar o toro GO110, proceder como abaixo indicado: Etapa Acção 1 Substituir as 2 travessas e voltar a aparafusar as 2 porcas T2. Binário de aperto T2 = 30 N m ou 0.34 lb-in. 2 Substituir as 2 cavilhas e voltar a aparafusar as 2 porcas T1. Binário de aperto T1 = 70 N m ou 0.79 lb-in. SEPED /

48 Sepam série 10 - Instalação Instruções de montagem PERIGO RISCOS DE ELECTROCUSSÃO, ARCO ELÉCTRICO OU QUEIMADURAS A instalação deste equipamento deve ser exclusivamente entregue a pessoas qualificadas que tomaram conhecimento de todas as instruções de instalação e que verificaram as características técnicas do equipamento. NUNCA trabalhar só. Cortar qualquer alimentação antes de trabalhar neste equipamento. Ter em conta todas as fontes de alimentação e, em particular, todas as possibilidades de alimentação exterior ao cubículo em que o equipamento está instalado. Utilizar sempre um dispositivo de detecção de tensão adequado para se certificar de que a alimentação está cortada. Apertar com firmeza todos os terminais, até os que não são utilizados. Apenas podem ser utilizados os toros homopolares CSH120, CSH200 e GO110 para proceder à medição muito sensível da corrente de terra. Instalar os toros homopolares sobre cabos isolados (os toros não têm isolamento MT). Os cabos de tensão nominal superior a 1000 V devem ter, para além disso, um ecrã ligado à terra de protecção. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. 48 SEPED /2008

49 Sepam série 10 - Instalação Instruções de montagem Escolher um toro de diâmetro superior ou igual a 2 vezes o do feixe de cabos atravessado. Ilustração Reunir o(s) cabo(s) no centro do toro e manter o mesmo à volta do feixe com ponteiras em material não condutor. Não inclinar o(s) cabo(s) junto do toro: instalar o toro sobre uma secção rectilínea do(s) cabo(s) de um comprimento superior ou igual a 2 vezes o diâmetro do toro. Não esquecer de voltar a passar a trança de ligação à terra dos ecrãs dos 3 cabos no interior do toro. Ter em atenção o sentido de passagem da trança através do toro. A B C A B C Características de ligação Toro Cablagem Tipo de terminais CSH120, CSH200 Fio de 1...2,5 mm 2 (AWG ) Comprimento de fio descarnado: 8 mm (0.31 in) GO110 Fio de 1,5...6 mm 2 (AWG ) Terminal de diâmetro interior de 5 mm (0.2 in) Parafuso M3,5 Parafuso M5 Ferramenta Chave de parafusos plana de 3,5 mm (0.14 in) Chave de bocas para porca M5 Binário de aperto 0,8...1 N m ( lb-in) 30 N m (0.34 lb-in) SEPED /

50 Sepam série 10 - Instalação 50 SEPED /2008

51 Utilização 3 Conteúdo deste capítulo Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Tópico Página Interface Homem-Máquina 52 Exploração 54 Parametrização 56 Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 N 60 Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 B 63 Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 A 67 SEPED /

52 Sepam série 10 - Utilização Interface Homem-Máquina Painel dianteiro A Interface Homem-Máquina situada no painel dianteiro dos Sepam é constituída por um visor, LEDs e teclas. Uma aba giratória que pode ser chumbada impede que pessoas não autorizadas possam aceder às teclas de configuração. As ilustrações abaixo indicadas mostram as 2 posições da aba : Aba fechada Aba aberta Visor 2 LEDs de estado 3 LEDs de defeito 4 Zona para etiqueta de personalização dos pictogramas dos LEDs de defeito 5 Tecla de reinicialização do Sepam e dos valores de pico de corrente 6 Zona de identificação 7 Anel de vedação 8 Teclas de selecção 9 Tecla de selecção dos menus e de teste dos LEDs 10 Pictogramas dos menus 11 Ponteiro de selecção dos menus 12 Localização da bateria (Sepam série 10 A) 13 Aba de protecção de acesso à parametrização 14 Tecla de confirmação da introdução de dados 15 Tecla de cancelamento da introdução de dados 16 Teclas de configuração LEDs de estado Os LEDs de estado informam acerca do estado geral do Sepam : Pictograma Função Sepam série 10 LIGA LED Verde: Sepam activo N B A LED Vermelho: Sepam indisponível (Sepam em posição de falha segura) N B A LED Amarelo: comunicação activa A 52 SEPED /2008

53 Sepam série 10 - Utilização Visor O visor é de tipo LCD retroiluminado. Cada função do Sepam é apresentada num ecrã constituído pelos seguintes elementos : primeira linha: símbolos de grandezas eléctricas ou nome de função, segunda linha: visualização dos valores das medições ou parâmetros associados à função. um ponteiro de menu, à esquerda: aponta para o pictograma do menu seleccionado. Io 0.1 A Organização dos menus Todas as informações disponíveis no Sepam estão distribuídas por 3 menus : O menu de medição reúne as medições das correntes e os registos dos últimos eventos. O menu de protecção reúne a parametrização indispensável à activação das protecções. O menu de parâmetros reúne os parâmetros que permitem adequar o funcionamento do Sepam a aplicações particulares. Todos estes parâmetros têm um valor por defeito. As protecções estão operacionais até com os valores por defeito do menu de parâmetros. O conteúdo dos menus depende do modelo de Sepam. A lista dos ecrãs por menu, para cada modelo, está indicada no fim deste capítulo : Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 N, p. 60, Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 B, p. 63, Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 A, p. 67. Selecção de um ecrã num menu Etapa Acção 1 Premir a tecla para seleccionar um dos 3 menus. O ponteiro de menu indica o menu seleccionado: : menu de medição : menu de protecção : menu de parâmetros 2 Premir as teclas ou para que os ecrãs do menu seleccionado apareçam sucessivamente até ser visualizado o ecrã pretendido. Ecrã por defeito Se não for accionada qualquer tecla durante 10 minutos, é apresentado automaticamente um ecrã por defeito. Esse ecrã por defeito é : o ecrã de visualização da corrente de terra para os Sepam série 10 N, o ecrã de visualização das correntes de fase para os Sepam série 10 B e série 10 A. SEPED /

54 Sepam série 10 - Utilização Exploração Acesso às informações Em exploração, quando a aba de protecção de acesso à parametrização está fechada, o utilizador pode aceder às seguintes informações: leitura de medições, parametrização das protecções e parâmetros, sinalização local do último defeito: através de LED de defeito intermitente, através de ecrã de falha no visor, resolução do último defeito, leitura dos últimos defeitos registados, reinicialização dos valores de pico de corrente, teste dos LEDs e do visor. Leitura de medições, parametrização e parâmetros Sinalização do último defeito Quando a aba de protecção de acesso à parametrização está fechada, o utilizador pode ler todas as informações contidas no Sepam. Não é possível proceder a qualquer modificação da parametrização das protecções e dos parâmetros. Quando um defeito é detectado pelo Sepam, é assinalado localmente por: um LED de defeito que pisca enquanto o defeito estiver presente e até resolução do mesmo, um ecrã de defeito que aparece espontaneamente no visor e permanece enquanto o operador não premir qualquer tecla. O operador pode resolver localmente os defeitos premindo a tecla de Reset. Os Sepam série 10 A ligados à uma rede de comunicação: assinalam remotamente os defeitos através de um bit de indicação remota, podem receber uma ordem de resolução dos defeitos pela comunicação. LEDs de defeito Os LEDs de defeito piscam para assinalar um defeito, como indicado na seguinte tabela. Pictograma Defeito Aplicável ao Sepam série 10 Detecção de um defeito pela protecção de máximo de corrente de fase B A I > Detecção de um defeito pela protecção de máximo de corrente de terra N B A Detecção de um defeito pela protecção de sobrecarga térmica B A Ext Disparo externo A A sinalização pelo LED de defeito é de bloqueio em modo de funcionamento padrão. Se o bloqueio de um LED de defeito foi eliminado em modo de funcionamento personalizado, aquando da activação, o LED de defeito desaparece assim que o defeito deixar de estar presente. Para os 3 primeiros LEDs, pode surgir, antes do disparo pela protecção, uma intermitência mais rápida para assinalar as seguintes informações: Pictograma Ultrapassagem Aplicável ao Sepam série 10 Ultrapassagem do nível instantâneo da protecção de máximo de corrente de fase (saídas de arranque l>ou I>>) B A I > Ultrapassagem do nível instantâneo da protecção de máximo de corrente de terra (saídas de arranque Io>ou Io>>) Ultrapassagem do nível de alarme da protecção de sobrecarga térmica N B A B A Consultar LEDs de defeito, p Observações: Em modo personalizado, os níveis das protecções podem não estar associados ao relé de saída que provoca o disparo do disjuntor mas podem, por exemplo, estar associados a um relé de saída que assinala um simples alarme. Neste caso, o LED da protecção pode ser activado sem estar associado ao disparo do disjuntor. É possível personalizar os pictogramas dos LEDs de defeito colando uma etiqueta à direita dos LEDs. 54 SEPED /2008

55 Sepam série 10 - Utilização Ecrãs de defeito Os ecrãs de defeito informam o operador acerca das características do último defeito detectado pelo Sepam. Os ecrãs de defeito variam consoante os modelos de Sepam. Sepam série 10 N e série 10 B ULTIMA FALHA FALHA = Io> IA=110A IB= Primeira linha: indicação do ecrã de defeito. Segunda linha: visualização sucessiva das características do defeito: origem do defeito, valores das correntes medidas aquando do defeito. Sepam série 10 A EVENTO n EVENTO = Io> 2008 JAN Primeira linha: indicação do ecrã de defeito com o respectivo número de filan. Os eventos têm uma numeração contínua compreendida entre 0 a e, em seguida, voltam a 0. Segunda linha: visualização sucessiva das características do evento: origem do evento, data e hora do evento, valores das correntes medidas aquando do evento. O operador pode consultar os outros ecrãs utilizando as teclas, ou. Neste caso, o ecrã de defeito desaparece mas o operador continua a poder consultar o último defeito registado no menu de medição. Resolução dos defeitos Leitura dos últimos eventos registados Reinicialização dos valores de pico de corrente O facto de premir a tecla de Reset permite resolver localmente os defeitos e provoca: a reinicialização dos relés de saída bloqueados, a extinção do LED de defeito, a eliminação do ecrã de defeito. Após a resolução, o Sepam apresenta o ecrã visualizado antes da ocorrência do defeito. Os Sepam série 10 N e série 10 B registam as características do último defeito. Os Sepam série 10 A registam as características dos 5 últimos eventos. Esses registos podem ser acedidos a partir do menu de medição e são apresentados como os ecrãs de defeito. O procedimento a seguir para a reinicialização dos valores de pico de corrente de fase encontra-se abaixo indicado: Etapa Acção 1 Visualizar o ecrã dos valores de pico de corrente de corrente de fase. 2 Premir a tecla de Reset durante 2 segundos: os valores de pico de corrente são reinicializados. Teste dos LEDs e do visor O teste dos LEDs e do visor permite controlar o correcto funcionamento de cada LED situado no painel dianteiro e de cada segmento do visor. Para efectuar o teste, premir continuamente a tecla. Ao fim de 2 segundos, todos os LEDs situados no painel dianteiro e todos os segmentos do visor acendem-se. Teste da bateria A bateria dos Sepam série 10 A apenas serve para alimentar o relógio interno dos Sepam série 10 A em caso de corte da alimentação auxiliar do Sepam. Não intervém no funcionamento das protecções. Para verificar o correcto estado da bateria, premir a tecla de Reset durante 2 a 3 segundos. Os 4 LEDs vermelhos de defeito devem permanecer acesos, não devendo diminuir a intensidade enquanto a tecla estiver a ser premida. Caso contrário, substituir a bateria: consultar Substituição da bateria do Sepam série10 A, p SEPED /

56 Sepam série 10 - Utilização Parametrização Acesso aos parâmetros e à parametrização A parametrização das protecções e os parâmetros do Sepam podem ser modificados utilizando as teclas que aparecem quando a aba de protecção de acesso à parametrização está aberta. Estes parâmetros e esta parametrização estão distribuídos pelos 2 seguintes menus: O menu de protecção, que reúne a parametrização indispensável à activação das protecções. O menu de parâmetros, que reúne os parâmetros que permitem adequar o funcionamento do Sepam a aplicações particulares. Protecção da parametrização através de palavra-passe Parametrização de um parâmetro Por defeito, a modificação da parametrização das protecções e dos parâmetros dos Sepam não está protegida por qualquer palavra-passe. Se necessário, a protecção da parametrização através de uma palavra-passe pode ser activada no menu de parâmetros. Se a protecção através de palavra-passe foi activada aquando da activação, o Sepam pedir-lha-á automaticamente quando a tecla for premida pela primeira vez durante uma operação de parametrização. A palavra-passe é um número constituído por 4 algarismos. Consultar Introdução da palavra-passe para permitir uma parametrização, p. 57. Uma vez introduzido o código correcto, a modificação da parametrização será permitida durante 10 minutos após o último accionamento de uma tecla. O procedimento a seguir para configurar uma protecção ou um parâmetro é o seguinte: Etapa Acção Seleccionar o ecrã da função a configurar com as teclas, ou. Premir a tecla : Se a protecção através de palavra-passe não estiver activada, o primeiro parâmetro da função pisca: o parâmetro está seleccionado e pode ser configurado. Caso contrário, o ecrã de introdução do código aparece: consultar os parágrafos seguintes. Utilizar as teclas / para seleccionar o parâmetro a configurar. O parâmetro seleccionado pisca. Utilizar as teclas para que os valores do parâmetro apareçam sucessivamente até ser visualizado o valor pretendido. Observações: Um accionamento prolongado das teclas acelera a apresentação sucessiva dos valores. Um accionamento nas teclas / cancela a introdução do parâmetro e selecciona o parâmetro anterior ou seguinte. Para confirmar o novo valor do parâmetro, premir a tecla : o valor do parâmetro configurado aparece de forma fixa para indicar que é assumido pelo Sepam. Para cancelar a introdução do parâmetro em curso, premir a tecla : todos os parâmetros deixam de estar seleccionados e aparecem de forma fixa. 6 Se o parâmetro configurado for o último da função, a função está completamente configurada e poderá ser seleccionado um novo ecrã com as teclas /. Caso contrário, o parâmetro seguinte pisca e pode ser configurado como indicado na etapa SEPED /2008

57 Sepam série 10 - Utilização Introdução da palavra-passe para permitir uma parametrização Os 4 algarismos da palavra-passe devem ser introduzidos separadamente. O procedimento a seguir para a introdução da palavra-passe é o seguinte: Etapa Acção 1 O ecrã de introdução do código aparece e o primeiro algarismo (0) pisca: SENHA? 0XXX 2 Premir as teclas algarismo do código. para que os algarismos apareçam sucessivamente de 0 a 9 e seleccionar o 3 Premir a tecla para confirmar o algarismo seleccionado: O algarismo seleccionado é substituído por uma estrela. O algarismo seguinte é um 0 intermitente. 4 Repetir as etapas 2 e 3 até terem sido introduzidos os 4 algarismos do código. 5 Quando a palavra-passe tiver sido introduzida: Ou o código está correcto: o ecrã da parametrização em curso aparece novamente. A parametrização das protecções e os parâmetros podem então ser modificados. Ou o código está incorrecto: a mensagem SENHA INCORRECTA aparece provisoriamente e, em seguida, o ecrã da parametrização em curso aparece novamente. Activação da palavra-passe aquando da activação O procedimento a seguir para activar a protecção da parametrização através de palavra-passe é o seguinte: Etapa 1 Acção Seleccionar o ecrã de parametrização da palavra-passe no menu de parâmetros com as teclas, ou : DEF SENHA SEM SENHA 2 3 Premir a tecla : SEM SENHA pisca. Premir as teclas e, em seguida, a tecla : o Sepam solicita a introdução da palavra-passe pretendida. A definição da palavra-passe encontra-se no parágrafo seguinte. SEPED /

58 Sepam série 10 - Utilização Definição da palavra-passe A palavra-passe é um número constituído por 4 algarismos, sendo necessário introduzir os valores separadamente. É solicitada a confirmação da introdução dos dados para validar o código. O procedimento a seguir para definir a palavra-passe é o seguinte: Etapa 1 Acção O ecrã de parametrização da palavra-passe aparece. Premir a tecla (0) do código pisque: DEF SENHA SENHA = 0XXX para que o primeiro algarismo 2 Premir as teclas algarismo do código. para que os algarismos apareçam sucessivamente de 0 a 9 e seleccionar o 3 Premir a tecla para confirmar o algarismo seleccionado: O algarismo seleccionado é substituído por uma estrela. O algarismo seguinte é um 0 intermitente. 4 Repetir as etapas 2 e 3 até terem sido definidos os 4 algarismos do código. 5 Quando a palavra-passe estiver definida, é solicitada uma segunda introdução do código, seguindo o mesmo princípio, para a confirmação: DEF SENHA CONFIRMAR = XXXX 6 Quando a palavra-passe tiver sido introduzida e confirmada: Ou os 2 códigos introduzidos são idênticos: a mensagem SENHA DEFINIDA aparece provisoriamente e a nova palavra-passe está activada. Ou os 2 códigos introduzidos não são idênticos: a mensagem ERRO DE CONFIRMACAO aparece provisoriamente. Desactivação da palavra-passe O procedimento a seguir para desactivar a protecção da parametrização através de palavra-passe é o seguinte: Etapa 1 Acção Seleccionar o ecrã de parametrização da palavra-passe no menu de parâmetros com as teclas, ou : DEF SENHA SENHA = XXXX 2 Premir a tecla : o Sepam solicita a introdução da palavra-passe activada para permitir a mudança do parâmetro. Consultar o parágrafo Introdução da palavra-passe. 3 Quando a palavra-passe tiver sido introduzida: Ou o código está correcto e o Sepam volta ao ecrã DEF SENHA: utilizar as teclas para seleccionar SEM SENHA e, em seguida, premir a tecla. A protecção através de palavra-passe está desactivada. Ou o código está incorrecto: a mensagem SENHA INCORRECTA aparece provisoriamente. O Sepam apresenta novamente o ecrã da etapa 1. Palavra-passe perdida Em caso de perda da palavra-passe, apontar o número de série visível no painel dianteiro do Sepam e contactar o serviço pós-venda local da Schneider Electric. 58 SEPED /2008

59 Sepam série 10 - Utilização Reinicialização do aquecimento Procedimento a seguir para reinicializar o aquecimento. O aquecimento calculado para a protecção de sobrecarga térmica pode ser reinicializado pelo gestor de exploração para: permitir o fecho do disjuntor após um disparo provocado pela protecção de sobrecarga térmica, sem aguardar pelo tempo de arrefecimento normal, adiar o disparo provocado pela protecção de sobrecarga térmica uma vez atingindo o nível de alarme térmico. A reinicialização do aquecimento está protegida pela mesma palavra-passe que a parametrização das protecções. O procedimento a seguir para reinicializar o aquecimento é o seguinte: Etapa Acção 1 Visualizar o ecrã do alarme térmico TERM 49 2 no menu de protecção, em que está indicado o valor do aquecimento calculado pelo Sepam. 2 Premir a tecla : Se a protecção através de palavra-passe não estiver activada, o nível de alarme térmico pisca. Caso contrário, o ecrã de introdução do código aparece. Consultar o parágrafo Introdução da palavrapasse. 3 Seleccionar o aquecimento com a tecla : o aquecimento pisca. 4 5 Premir a tecla Premir a tecla para reinicializar o valor do aquecimento. para confirmar a reinicialização do valor do aquecimento. SEPED /

60 Sepam série 10 - Utilização Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 N Menu de medição N.º Ecrã Descrição 1 Visualização da corrente de terra. Io É o ecrã por defeito dos Sepam série 10 N. 0.1 A 2 Visualização das características do último defeito. ULTIMA FALHA Este ecrã apenas é apresentado se o Sepam já tiver registado um defeito. FALHA = Io> Io = 60A Menu de protecção N.º Ecrã Descrição 1a Sepam série 10 N 11 : Visualização e parametrização das TC DE TERRA características do TC de terra ou dos TC de fase (Io por soma): corrente nominal primária Ino ou In 100A / 1A corrente nominal secundária: 1 A ou 5 A 1b VALOR Io 0,2-24A Sepam série 10 N 13 : Visualização e selecção da gama de medição por toro homopolar da corrente de terra: 0,2-24 A/2-240 A 2 Selecção da frequência da rede FREQUENCIA 50 HZ 3 Visualização e parametrização dos parâmetros do nível baixo da Io> 51N protecção de máximo de corrente de terra: activação e curva de disparo EI 10A TD=0.8 nível de disparo temporização de disparo 4 Visualização e parametrização dos parâmetros do nível alto da Io>> 50N-51N protecção de máximo de corrente de terra: activação e curva de disparo TD 10A T=0,10s nível de disparo temporização de disparo 60 SEPED /2008

61 Sepam série 10 - Utilização Menu de parâmetros padrão N.º Ecrã Descrição 1 Visualização e selecção do idioma de utilização IDIOMA FRANCAIS 2 Activação do tempo de reposição das protecções de máximo de corrente de terra TEMPO REPOS LIGA 3 Activação e definição da palavra-passe DEF SENHA SENHA = xxxx 4 Visualização do estado dos relés de saída O1 a O3, da esquerda para a EST SAIDAS direita: estado 0 (descanso)/estado 1 (em funcionamento) O1... O3 = Visualização da versão de software do Sepam SOBRE SEPAM V1.3 6 Visualização e selecção do modo de funcionamento do Sepam: padrão/ personalizado ATRIBUIR E/S PADRAO SEPED /

62 Sepam série 10 - Utilização Menu de parâmetros personalizados Se for escolhido o modo de funcionamento personalizado, são proporcionados ecrãs adicionais que permitem personalizar: a atribuição dos relés de saída e do LED de defeito, o bloqueio, ou não, dos relés de saída e do LED de defeito, a inversão do controlo dos relés de saída. N.º Ecrã Descrição 7 Visualização e selecção da atribuição do relé de saída O1 ATRIBUIR O1 PROTECAO XX 8 Visualização e selecção da atribuição do relé de saída O2 ATRIBUIR O2 PROTECCAO XX 9 Visualização e selecção da atribuição do relé de saída O3 ATRIBUIR O3 PROTECCAO XX 10 Visualização e selecção do bloqueio dos relés de saída O1, O2 e O3 BLOQ RELES O1=SIM O2=SIM O3=SIM 11 Visualização e selecção da inversão do controlo dos relés de saída O1 e O2 INV RELES O1=NAO O2=NAO 12 Visualização e selecção do bloqueio do LED de defeito de terra BLOQ LED TERRA=SIM 62 SEPED /2008

63 Sepam série 10 - Utilização Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 B Menu de medição N.º Ecrã Descrição 1 Visualização de 2/3 correntes de fase, consoante a parametrização IA IB IC IA IC/IA IB IC da função VALOR I. É o ecrã por defeito dos Sepam série 10 B. 100 A 102 A 104 A 2 Visualização da corrente de terra Io 0.1 A 3 Visualização dos valores de pico de corrente de 2 ou 3 correntes de fase, consoante a parametrização IA IC/IA IB IC PICO CORRENTE 120 A 122 A 114 A 4 Visualização das características do último defeito. ULTIMA FALHA Este ecrã apenas é apresentado se o Sepam já tiver registado um defeito. FALHA = Io> IA=110A IB= SEPED /

64 Sepam série 10 - Utilização Menu de protecção N.º Ecrã Descrição 1 Visualização e parametrização das características dos TC de fase: TC DE FASE corrente nominal primária In corrente nominal secundária: 1 A ou 5 A 600A / 5A 2a TC DE TERRA 100A / 1A Sepam série 10 B 31, B 41 e B 42 : Visualização e parametrização das características do TC de terra ou dos TC de fase (Io por soma): corrente nominal primária Ino ou In corrente nominal secundária: 1 A ou 5 A 2b VALOR Io 0,2-24A Sepam série 10 B 43 : Visualização e selecção da gama de medição por toro homopolar da corrente de terra: 0,2-24 A/2-240 A 2c TC E/F RATIO 15 Sepam série 10 B 42E certificado GOST: Visualização e selecção da razão de transformação do TC de terra: Selecção da frequência da rede FREQUENCIA 50 HZ 4 Visualização e parametrização dos parâmetros do nível baixo da I> EI 70A 51 TD=0.8 protecção de máximo de corrente de fase: activação e curva de disparo nível de disparo temporização de disparo 5 Visualização e parametrização dos parâmetros do nível alto da I>> protecção de máximo de corrente de fase: activação e curva de disparo TD 70A T=0,10s nível de disparo temporização de disparo 6 Visualização e parametrização dos parâmetros do nível baixo da Io> 51N protecção de máximo de corrente de terra: activação e curva de disparo EI 10A TD=0.8 nível de disparo temporização de disparo 7 Visualização e parametrização dos parâmetros do nível alto da Io>> TD 10A 50N-51N T=0.10s protecção de máximo de corrente de terra: activação e curva de disparo nível de disparo temporização de disparo 8 Visualização e parametrização dos parâmetros de disparo da TERM 49 1 protecção de sobrecarga térmica: activação LIGA 124A 2MN corrente permitida máxima contínua constante de tempo do equipamento protegido 9 Visualização e parametrização dos parâmetros de alarme da TERM ALARM= AQUE=0% protecção de sobrecarga térmica, se esta tiver sido activada: nível de alarme em % do aquecimento calculado aquecimento calculado (visualização % e reinicialização) 64 SEPED /2008

65 Sepam série 10 - Utilização Menu de parâmetros padrão N.º Ecrã Descrição 1 Visualização e selecção do idioma de utilização IDIOMA FRANCAIS 2 Sepam série 10 B 4 : Visualização e selecção do número de correntes VALOR I de fase a visualizar: IA IC/ IA IB IC IA IB IC 3 Visualização e selecção do período de cálculo dos valores de pico de corrente T PICO CORRENTE 2MN 4 Visualização e parametrização dos parâmetros da função de CARG FRIA I sobrecarga de fase em arranque de carga a frio: activação e funcionamento I> I>> 150% 1s bloqueio ou percentagem de arranque de carga a frio duração da dessensibilização 5 Visualização e parametrização dos parâmetros da função de defeito CARG FRIA Io homopolar em arranque de carga a frio: activação e funcionamento Io> Io>> 150% 1s bloqueio ou percentagem de arranque de carga a frio (ou restrição H2 para os Sepam série 10 B 41 e B 42 ) duração da dessensibilização 6 Activação do tempo de reposição das protecções de máximo de corrente de fase e terra TEMPO REPOS LIGA 7 Activação e definição da palavra-passe DEF SENHA SENHA = xxxx 8 Visualização do estado dos relés de saída O1 a O3, da esquerda para EST SAIDAS a direita: estado 0 (descanso)/estado 1 (em funcionamento) O1... O3 = Visualização da versão de software do Sepam SOBRE SEPAM V Visualização e selecção do modo de funcionamento do Sepam: padrão/personalizado ATRIBUIR E/S PADRAO SEPED /

66 Sepam série 10 - Utilização Menu de parâmetros personalizados Após selecção do modo de funcionamento personalizado, são proporcionados ecrãs adicionais que permitem personalizar: a atribuição dos relés de saída e dos LEDs de defeito, o bloqueio, ou não, dos relés de saída e dos LEDs de defeito, a inversão do controlo dos relés de saída. N.º Ecrã Descrição 11 Visualização e selecção da atribuição do relé de saída O1 ATRIBUIR O1 PROTECCAO XXXXX 12 Visualização e selecção da atribuição do relé de saída O2 ATRIBUIR O2 PROTECCAO XXXXX 13 Visualização e selecção da atribuição do relé de saída O3 ATRIBUIR O3 PROTECCAO XXXXX 14 Visualização e selecção do bloqueio dos relés de saída O1, O2 e O3 BLOQ RELES O1=SIM O2=SIM O3=SIM 15 Visualização e selecção da inversão do controlo dos relés de saída O1 e O2 INV RELES O1=NAO O2=NAO 16 Visualização e selecção do bloqueio de 2 LEDs de defeito: BLOQ LED 1 defeito de fase defeito de terra FASE=SIM TERRA=SIM 17 Visualização e selecção do bloqueio do LED de defeito de sobrecarga térmica BLOQ LED 2 TERM=SIM 66 SEPED /2008

67 Sepam série 10 - Utilização Lista dos ecrãs dos Sepam série 10 A Menu de medição N.º Ecrã Descrição 1 Visualização de 2/3 correntes de fase, consoante a parametrização IA IB IC IA IC/IA IB IC da função VALOR I. É o ecrã por defeito dos Sepam série 10 A. 100 A 102 A 104 A 2 Visualização da corrente de terra Io 0.1 A 3 Visualização dos valores de pico de corrente de 2 ou 3 correntes de fase, consoante a parametrização IA IC/IA IB IC PICO CORRENTE 120 A 122 A 114 A 4 Visualização das características do último evento (categoria n). EVENTO n Este ecrã apenas é apresentado se o Sepam já tiver registado um defeito. EVENTO = Io> 2008 JAN 5 Visualização das características do evento de categoria n-1. EVENTO n-1 Este ecrã apenas é apresentado se o Sepam já tiver registado 2 defeitos. EVENTO = Io> 2008 JAN 6 Visualização das características do evento de categoria n-2. EVENTO n-2 Este ecrã apenas é apresentado se o Sepam já tiver registado 3 defeitos. EVENTO = Io> 2008 JAN 7 Visualização das características do evento de categoria n-3. EVENTO n-3 Este ecrã apenas é apresentado se o Sepam já tiver registado 4 defeitos. EVENTO = Io> 2008 JAN 8 Visualização das características do evento de categoria n-4. EVENTO n-4 Este ecrã apenas é apresentado se o Sepam já tiver registado 5 defeitos. EVENTO = Io> 2008 JAN SEPED /

68 Sepam série 10 - Utilização Menu de protecção N.º Ecrã Descrição 1 Visualização e parametrização das características dos TC de fase: TC DE FASE corrente nominal primária In corrente nominal secundária: 1 A ou 5 A 600A / 5A 2a TC DE TERRA 100A / 1A Sepam série 10 A 41 e A 42 : Visualização e parametrização das características do TC de terra ou dos TC de fase (Io por soma): corrente nominal primária Ino ou In corrente nominal secundária: 1 A ou 5 A 2b VALOR Io 0,2-24A Sepam série 10 A 43 : Visualização e selecção da gama de medição por toro homopolar da corrente de terra: 0,2-24 A/2-240 A 2c TC E/F RATIO 15 Sepam série 10 A 42E e A 42F certificados GOST: Visualização e selecção da razão de transformação do TC de terra: Selecção da frequência da rede FREQUENCIA 50 HZ 4 Visualização e parametrização dos parâmetros do nível baixo da I> EI 70A 51 TD=0.8 protecção de máximo de corrente de fase: activação e curva de disparo nível de disparo temporização de disparo 5 Visualização e parametrização dos parâmetros do nível alto da I>> protecção de máximo de corrente de fase: activação e curva de disparo TD 70A T=0.10s nível de disparo temporização de disparo 6 Visualização e parametrização dos parâmetros do nível baixo da Io> 51N protecção de máximo de corrente de terra: activação e curva de disparo EI 10A TD=0.8 nível de disparo temporização de disparo 7 Visualização e parametrização dos parâmetros do nível alto da Io>> 50N-51N protecção de máximo de corrente de terra: activação e curva de disparo TD 10A T=0.10s nível de disparo temporização de disparo 8 Visualização e parametrização dos parâmetros de disparo da TERM 49 1 protecção de sobrecarga térmica: activação LIGA 124A 2MN corrente permitida máxima contínua constante de tempo do equipamento protegido 9 Visualização e parametrização dos parâmetros de alarme da TERM ALARM=100% 49 2 AQUE=0% protecção de sobrecarga térmica, se esta tiver sido activada: nível de alarme em % do aquecimento calculado aquecimento calculado (visualização % e reinicialização) 68 SEPED /2008

69 Sepam série 10 - Utilização Menu de parâmetros padrão N.º Ecrã Descrição 1 Visualização e selecção do idioma de utilização IDIOMA FRANCAIS 2 Sepam série 10 A 4 : Visualização e selecção do número de VALOR I correntes de fase a visualizar: IA IC/ IA IB IC IA IB IC 3 Visualização e selecção do período de cálculo dos valores de pico de corrente T PICO CORRENTE 2MN 4 Visualização e selecção do protocolo de comunicação utilizado: Modbus/IEC PROTOCOLO MODBUS 5a MODBUS PAR SBO Visualização e parametrização dos parâmetros do protocolo de comunicação Modbus (após selecção através do ecrã 4): endereço velocidade de transmissão paridade controlo remoto: directo/confirmado (SBO) 5b Visualização e parametrização dos parâmetros do protocolo de IEC comunicação IEC (após selecção através do ecrã 4): endereço PAR velocidade de transmissão paridade 6 Visualização e parametrização dos parâmetros da função de CARG FRIA I sobrecarga de fase em arranque de carga a frio: activação e funcionamento I> I>> 150% 1s bloqueio ou percentagem de arranque de carga a frio duração da dessensibilização 7 Visualização e parametrização dos parâmetros da função de defeito CARG FRIA Io homopolar em arranque de carga a frio: activação e funcionamento Io> Io>> 150% 1s bloqueio ou percentagem de arranque de carga a frio (ou restrição H2 para os Sepam série 10 A 41 e A 42 ) duração da dessensibilização 8 Activação do tempo de reposição das protecções de máximo de corrente de fase e terra TEMPO REPOS LIGA 9 Supervisão do circuito de disparo: TCS activação da supervisão do circuito de disparo sinalização da posição do disjuntor ou do defeito TCS LIGA FALHA TCS 10 Visualização e definição da data do Sepam: DATA ano mês 2008 JAN 1 dia SEPED /

70 Sepam série 10 - Utilização N.º Ecrã Descrição 11 Visualização e definição da hora do Sepam: HORA horas minutos 0H 0MN 0s segundos 12 Sepam série 10 A A e A E: Visualização e selecção da tensão de ENTRAD LOGIC alimentação: CA/CC TENSAO = CC 13 Activação da função de abertura remota quando o Sepam está em modo local: abertura remota aceite/não aceite MODO LOCAL ABERTURA ACEITE 14 Activação e parametrização da palavra-passe DEF SENHA SENHA = xxxx 15 Visualização do estado das entradas lógicas I1 a I4, da esquerda para EST ENTRADAS a direita: estado 0 (descanso)/estado 1 (em funcionamento) I1... I4 = Visualização do estado dos relés de saída O1 a O6, da esquerda para EST SAIDAS a direita: estado 0 (descanso)/estado 1 (em funcionamento) O1... O6 = Visualização da versão de software do Sepam SOBRE SEPAM V Visualização e selecção do modo de funcionamento do Sepam: padrão/personalizado ATRIBUIR E/S PADRAO 70 SEPED /2008

71 Sepam série 10 - Utilização Menu de parâmetros personalizados Se for escolhido o modo de funcionamento personalizado, são proporcionados ecrãs adicionais que permitem: personalizar: a atribuição das entradas lógicas, dos relés de saída e dos LEDs de defeito, o bloqueio, ou não, dos relés de saída e dos LEDs de defeito, a inversão do controlo dos relés de saída, configurar as funções de protecção de segurança das protecções de máximos de correntes de fase e terra (parametrização associada à utilização da selectividade lógica). N.º Ecrã Descrição 19 Visualização e selecção da atribuição do relé de saída O1 ATRIBUIR O1 PROTECCAO XXXXXX 20 Visualização e selecção da atribuição do relé de saída O2 ATRIBUIR O2 PROTECCAO XXXXXX 21 Visualização e selecção da atribuição do relé de saída O3 ATRIBUIR O3 PROTECCAO XXXXXX 22 Visualização e selecção da atribuição do relé de saída O5 ATRIBUIR O5 TCS 23 Visualização e selecção da atribuição do relé de saída O6 ATRIBUIR O6 ALARME Visualização e selecção do bloqueio dos relés de saída O1, O2 e O3 BLOQ RELES O1=SIM O2=SIM O3=SIM 25 Visualização e selecção da inversão do controlo dos relés de saída O1 e O2 INV RELES O1=NAO O2=NAO 26 Visualização e selecção da atribuição da entrada lógica I3 ATRIBUIR I3 DISPARO EXT 27 Visualização e selecção da atribuição da entrada lógica I4 ATRIBUIR I4 RESET EXTERNO 28 Visualização e selecção do bloqueio de 2 LEDs de defeito: BLOQ LED 1 defeito de fase defeito de terra FASE=SIM TERRA=SIM 29 Visualização e selecção do bloqueio de 2 LEDs de defeito: BLOQ LED 2 defeito de sobrecarga térmica defeito externo TERM=SIM EXTERN=SIM SEPED /

72 Sepam série 10 - Utilização N.º Ecrã Descrição 30 Visualização e parametrização da temporização de segurança do nível 68 BKUP I> baixo da protecção de máximo de corrente de fase (parametrização associada à utilização da selectividade lógica): DESL activação e curva de disparo (apenas visualização) nível de disparo (apenas visualização) temporização de disparo 31 Visualização e parametrização da temporização de segurança do nível 68 BKUP I>> alto da protecção de máximo de corrente de fase (parametrização associada à utilização da selectividade lógica): DESL activação e curva de disparo (apenas visualização) nível de disparo (apenas visualização) temporização de disparo 32 Visualização e definição da temporização de segurança do nível baixo 68 BKUP Io> da protecção de máximo de corrente de terra (parametrização associada à utilização da selectividade lógica): DESL activação e curva de disparo (apenas visualização) nível de disparo (apenas visualização) temporização de disparo 33 Visualização e definição da temporização de segurança do nível alto 68 BKUP Io>> da protecção de máximo de corrente de terra (parametrização associada à utilização da selectividade lógica): DESL activação e curva de disparo (apenas visualização) nível de disparo (apenas visualização) temporização de disparo 72 SEPED /2008

73 Funções e parâmetros 4 Conteúdo deste capítulo Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Tópico Página Princípio geral 74 Definição dos símbolos 75 Razão de transformação dos TC de fase 77 Razão de transformação do TC de terra ou valor do toro homopolar 78 Frequência da rede 79 Protecção de máximo de corrente de fase (ANSI 50-51) 80 Protecção de máximo de corrente de terra (ANSI 50N-51N) 84 Curvas de disparo das protecções de máximo de corrente 90 Sobrecarga de fase em arranque de carga a frio (Arranque de Carga a Frio I) 102 Defeito homopolar em arranque de carga a frio (Arranque de Carga a Frio Io) 105 Protecção de sobrecarga térmica (ANSI 49 RMS) 109 Controlo do disjuntor 117 Disparo externo 120 Selectividade lógica (ANSI 68) 121 Medição das correntes de fase 125 Medição da corrente de terra 126 Valores de pico de corrente das correntes de fase 127 Registo do último defeito 128 Registo com marcação de data dos últimos 5 eventos 129 Idioma de utilização 130 Número de correntes de fase visualizadas 131 Comunicação 132 Supervisão do circuito de disparo (TCS) 135 Data e hora 137 Tensão aplicada às entradas lógicas 138 Funcionamento do controlo local/remoto 139 Palavra-passe 140 Visualização do estado das entradas lógicas 141 Visualização do estado dos relés de saída 142 Relé de watchdog 143 Sinalizações do painel dianteiro 144 Resolução dos defeitos 146 SEPED /

74 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Princípio geral Introdução O menu de medição O menu de protecção O menu de parâmetros Que temáticas lhe dizem respeito? O capítulo Funções e parâmetros descreve as funções de protecção, as funções complementares associadas às mesmas, bem como os parâmetros necessários à activação. Todos estes dados estão organizados de acordo com os 3 menus seguintes. O menu de medição permite ler os valores relativos às correntes na rede e as características dos defeitos registados. Os dados deste menu apenas podem ser consultados. Não podem ser alterados. O menu de protecção contém as parametrizações indispensáveis para assegurar o funcionamento das medições e das protecções. Estas parametrizações correspondem às características electrotécnicas da instalação a proteger, devendo obrigatoriamente ser executadas aquando da activação. O menu de parâmetros contém os parâmetros e funções complementares que permitem adequar o funcionamento do Sepam a casos de utilização particulares. À saída da fábrica, todos esses parâmetros estão predefinidos com um valor por defeito. As protecções são operacionais, independentemente de esses parâmetros não serem definidos aquando da activação. Modo padrão ou modo personalizado No menu de parâmetros, o ecrã ATRIBUIR E/S permite seleccionar o modo de funcionamento padrão ou personalizado. Essa selecção refere-se ao funcionamento dos relés de saída, das entradas lógicas e dos LEDs de defeito. Por defeito, estes elementos funcionam de acordo com o modo padrão e os ecrãs de personalização não aparecem no menu de parâmetros. Para os esquemas de funcionamento dos Sepam em modo padrão, consultar Funcionamento padrão, p. 15. O modo personalizado permite alterar o funcionamento dos relés de saída, das entradas lógicas e dos LEDs de defeito. Nesse caso, os ecrãs necessários à personalização do funcionamento destes elementos aparecem no menu de parâmetros. Consultar Funcionamento em modo personalizado, p Nem todas as temáticas tratadas neste capítulo dizem respeito a todos os modelos de Sepam (série 10 N, série 10 B ou série 10 A). Cada temática começa por indicar os modelos de Sepam a que se aplica: não se aplica aos modelos cujo identificador (N, B ou A) estiver riscado. Exemplo N B A significa que a temática apenas se aplica aos Sepam série 10 B e Sepam série 10 A. 74 SEPED /2008

75 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Definição dos símbolos Introdução Os símbolos utilizados nos diversos diagramas de blocos deste capítulo são definidos a seguir. Permitem representar funções ou parametrizações. Funções lógicas Função Equação Descrição Símbolo "OU" Q = I1 + I2 + I3 Q = 1 se pelo menos I1 uma entrada estiver I2 a 1. I3 > 1 Q "E" Q = I1 + I2 + I3 Q = 1 se todas as entradas estiverem a 1. I1 I2 I3 & Q "OU" exclusivo Q = 1 se apenas Q = I1xI2xI3 + I1xI2xI3 + I1xI2xI3 I1 uma entrada estiver I2 a 1. I3 =1 Q Complemento Q = I1 Q = 1 se I1 = 0. I1 Q Temporizações Tipo Descrição Símbolo Cronograma "na subida" Permite adiar a ocorrência de uma informação referente a um tempo T. I T 0 Q I T Q "na recaída" Permite adiar o desaparecimento de uma informação referente a um tempo T. I 0 T Q I T Q Função monoestável Tipo Descrição Símbolo Cronograma "na subida" Permite criar um impulso de curta duração (1 ciclo) a cada ocorrência de um sinal lógico. I Q I Q "na recaída" Permite criar um impulso de curta duração (1 ciclo) a cada desaparecimento de um sinal lógico. Observação: o desaparecimento de uma informação pode ser causado pela perda da alimentação auxiliar. I Q I Q SEPED /

76 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Função de inclinação biestável Função Descrição Símbolo Cronograma Inclinação biestável Permite uma memorização das informações. Equação: Q = S + R Q S R S R Q S R Q Funções com entradas de corrente Função Descrição Símbolo I> Assinala a ultrapassagem do nível baixo instantâneo da protecção de máximo de corrente de fase. IA IB I> IC Saída de arranque I> I>> Assinala a ultrapassagem do nível alto instantâneo da protecção de máximo de corrente de fase. IA IB IC I>> Saída de arranque I>> Io> Assinala a ultrapassagem do nível baixo instantâneo da protecção de máximo de corrente de terra. Io Io> Saída de arranque Io> Io>> Assinala a ultrapassagem do nível alto instantâneo da protecção de máximo de corrente de terra. Io Io>> Saída de arranque Io>> Máx. Selecciona o máximo dos valores efectivos das 3 correntes de fase. IA IB IC Máx. I máx. Parametrização O utilizador pode modificar a lógica do Sepam através da parametrização. Esta parametrização pode ser representada por símbolos de contacto, em particular as personalizações. Função Descrição Símbolo Interruptor Atribui um sinal a uma entrada de uma função lógica. Seleccionador de 2 entradas Selecciona uma entrada entre 2. Seleccionador de 1 entrada - n saídas Selecciona uma saída entre n. Seleccionador de n entradas - 1 saída Selecciona uma entrada entre n. 76 SEPED /2008

77 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Razão de transformação dos TC de fase Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A razão de transformação dos TC de fase pode ser acedida a partir do menu de protecção e deve ser, obrigatoriamente, configurada aquando da activação. É utilizada por todas as funções do Sepam que tratam da corrente. Nota: Proceder a esta parametrização antes de efectuar a parametrização das protecções. Com efeito, se a parametrização das protecções for introduzida antes da razão de transformação, um ou vários níveis das protecções podem ultrapassar a gama de corrente permitida. Nesse caso, o próprio Sepam volta a colocar os níveis de limite alto ou baixo da gama permitida e o operador deve verificar novamente toda a parametrização dos níveis de corrente. O parâmetro a configurar é: Parametrização da razão de transformação dos TC de fase (ecrã TC DE FASE). SEPED /

78 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Razão de transformação do TC de terra ou valor do toro homopolar Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A razão de transformação do TC de terra (ou o valor do toro homopolar) pode ser acedida a partir do menu de protecção e deve ser, obrigatoriamente, configurada aquando da activação. É utilizada por todas as funções do Sepam que tratam da corrente de terra. Nota: Proceder a esta parametrização antes de efectuar a parametrização das protecções. Com efeito, se a parametrização for introduzida antes da razão de transformação (ou antes do valor), um ou vários níveis das protecções podem ultrapassar a gama de corrente permitida. Nesse caso, o próprio Sepam volta a colocar o nível de limite alto ou baixo da gama permitida, sendo que o operador deverá voltar a verificar toda a parametrização dos níveis de corrente de terra. Caso dos Sepam para protecção de falha de terra padrão ou sensível Caso dos Sepam para protecção de falha de terra muito sensível Os Sepam em questão são: Os Sepam série 10 1 (protecção de falha de terra padrão), Os Sepam série 10 2 (protecção de falha de terra sensível). Estes Sepam podem ser ligados a um TC de terra específico ou no ponto comum dos 3 TC de fase. O parâmetro a configurar é: Razão de transformação do TC de terra (ecrã TC DE TERRA ou TC E/F RATIO). No caso de ligação no ponto comum dos 3 TC de fase, esse parâmetro deve ser configurado com o mesmo valor utilizado para a razão de transformação dos TC de fase. Os Sepam em questão são os Sepam série 10 3 (protecção de falha de terra muito sensível). Este tipo de Sepam foi concebido para ser ligado a um toro homopolar CSH120, CSH200 ou GO110. O parâmetro a configurar é: Selecção da gama de medição da corrente de terra (ecrã VALOR Io). A selecção possível é: 0,2-24 A ou A. Essa selecção deve corresponder à entrada de corrente em que o toro homopolar se encontra ligado. Consultar Ligação da ficha B, p. 29. Caso contrário, a medição da corrente será falsa e o funcionamento da protecção de falha de terra será incorrecto. 78 SEPED /2008

79 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Frequência da rede Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A frequência da rede pode ser acedida a partir do menu de protecção e deve ser, obrigatoriamente, indicada (50 ou 60 Hz) aquando da activação. É utilizada por todas as funções do Sepam que tratam da corrente de fase e da corrente de terra. O Sepam utiliza esse parâmetro para adequar o funcionamento dos algoritmos de medição e de protecção à frequência da rede. Se essa parametrização não for correctamente executada, a precisão das medições e das protecções será fortemente degradada. O parâmetro a configurar é: Frequência da rede (ecrã FREQUENCIA) SEPED /

80 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Protecção de máximo de corrente de fase (ANSI 50-51) Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A protecção de máximo de corrente de fase permite detectar as sobreintensidades resultantes de defeitos entre fases. Utiliza a medição do componente fundamental das correntes resultantes de 2 ou 3 TC de fase de valor secundário 1 A ou 5 A. Podem ser configurados 2 níveis independentes (I> e I>>) para proporcionar uma óptima selectividade: O nível baixo (I>) dispõe de uma parametrização, à escolha, com tempo definido (TD) ou tempo dependente (IDMT) com diversos tipos de curvas normalizadas (IEC, IEEE, RI). O nível alto (I>>) dispõe apenas de uma parametrização de tempo definido (TD). A parametrização mínima permite obter um funcionamento instantâneo (função ANSI 50). Exemplo: curva para nível I> de tipo IDMT e nível I>> de tipo TD t I> I>> Zona de ausência de disparo Zona de disparo Funções complementares O Sepam integra funções complementares para a protecção de máximo de corrente de fase: Tempo de reposição : Para uma configuração IDMT, a parametrização do nível permite activar um tempo de reposição com tempo dependente. Tal permite a coordenação com relés electromecânicos. Por defeito, o tempo de reposição não está activado. Consultar Tempo de reposição, p. 93. Sobrecarga de fase em arranque de carga a frio (Arranque de Carga a Frio I ou CLPU I): O funcionamento dos 2 níveis I>e I>> pode ser associado à função CLPU I que permite evitar disparos espontâneos da protecção durante as operações de activação da instalação. Por defeito, a função CLPU I não está activada. Consultar Sobrecarga de fase em arranque de carga a frio (Arranque de Carga a Frio I), p. 102 Selectividade lógica: O Sepam pode ser integrado no sistema de selectividade lógica. Este sistema pode ser utilizado quando a instalação necessita de um curto tempo de eliminação de defeito. Permite libertar-se do intervalo de tempo entre os níveis de protecções, imposto pela selectividade cronométrica. Por defeito, no Sepam série 10 A, o relé de saída O5 está atribuído à saída de bloqueio de selectividade lógica. Consultar Selectividade lógica (ANSI 68), p Diagrama de blocos IA IB IC I> T 0 Saída retardada I> Saída arranque I> I>> T 0 Saída retardada I>> Saída de arranque I>> 80 SEPED /2008

81 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Funcionamento padrão Se o máximo das 3 correntes de fase ultrapassar o nível I> ou I>>: O LED de defeito pisca rapidamente. A saída de arranque correspondente muda de estado. As 2 saídas de arranque são exploradas pela função selectividade lógica para emitir uma ordem de bloqueio de selectividade lógica: consultar Selectividade lógica (ANSI 68), p O estado destas 2 saídas está disponível pela comunicação: consultar Comunicação, p Após expiração da temporização associada ao nível I> ou I>>: O LED pisca lentamente. Os relés de saída O1, O2, O3 mudam de estado. O ecrã de defeito aparece com os valores das correntes de disparo. Se as 3 correntes de fase forem inferiores aos níveis I> ou I>>, então os relés de saída O1, O2, O3 e a visualização permanecem idênticos (função bloqueio). O facto de premir a tecla de Reset provoca uma desactivação da função bloqueio (consultar Resolução dos defeitos, p. 146): O LED apaga-se. Os relés de saída voltam ao seu estado inicial. O ecrã de defeito é substituído pelo ecrã visualizado antes da ocorrência do defeito. Observação: Se a temporização do nível I>> estiver configurada em INST(instantâneo), a saída retardada I>> é equivalente à saída de arranque I>>. Possibilidade de personalização O modo personalizado do Sepam permite modificar o funcionamento padrão: O bloqueio do LED pode ser desactivado. A atribuição dos níveis I> e I>> a os relés de saída O1, O2, O3 pode ser modificada. O bloqueio dos relés de saída O1, O2 e O3 pode ser desactivado. A lógica de activação dos relés de saída O1 e O2 é parametrizável (contacto fechado ou aberto devido a detecção de defeito). Consultar Funcionamento em modo personalizado, p SEPED /

82 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Parametrização Parametrização do nível I> Curva de disparo Para mais informações acerca das curvas de disparo e do tempo de reposição, consultar Curvas de disparo das protecções de máximo de corrente, p. 90. Valores permitidos DESL: nível desligado TD : tempo definido (TD) SIT/A: IEC padrão inverso VIT/B: IEC muito inverso LTI/B: IEC muito inverso longo EIT/C: IEC extremamente inverso MI: IEEE moderadamente inverso VI: IEEE muito inverso EI: IEEE extremamente inverso RI Nível I> Curva TD 0, In (mínimo: 1 A) Curvas IDMT 0,1...2,4 In (mínimo: 1 A) Temporização Curva TD 0, s com um passo de: 0,01 s, de 0,05 a 9,99 s 0,1 s, de 10,0 a 99,9 s 1 s, de 100 a 300 s Curvas IEC, RI TMS: 0, (passo: 0,01) Curvas IEEE TD: 0, (passo: 0,1) Tempo de reposição Parametrização comum aos níveis I> e Io>: DESL: tempo de reposição desligado LIGA: tempo de reposição activado Parametrização do nível I>> Valores permitidos Curva de disparo DESL: nível desligado TD : tempo definido (TD) Nível I>> Curva TD 0,1 In...24 In (mínimo: 1 A) Temporização Curva TD Instantâneo (arranque) ou 0, s com um passo de: 0,01 s, de 0,05 a 9,99 s 0,1 s, de 10,0 a 99,9 s 1 s, de 100 a 300 s Observação: In é a corrente nominal primária dos TC de fase. 82 SEPED /2008

83 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Sensibilidade às correntes de disparo dos transformadores Aquando do disparo de um transformador, as correntes de magnetização podem atingir amplitudes, em valores máximos, de cerca de 5 a 12 vezes o valor da corrente nominal do transformador. Estas correntes transitórias podem originar disparos espontâneos das protecções ANSI 51. Estas correntes de disparo apresentam um forte componente aperiódico: I Îinr t ---- It () = Îinr e τ A medição das correntes do Sepam não é sensível à presença de um componente aperiódico (50 Hz ou 60 Hz), permitindo assim a redução sensível da parametrização das protecções ANSI 51. Na protecção instantânea (ANSI 50), o nível alto será configurado no mínimo em 37 % do valor máximo da corrente de disparo anunciada pelo construtor do transformador. Na protecção temporizada (ANSI 51), aplica-se a mesma regra, considerando a atenuação da corrente, de acordo com a constante de tempo, anunciada pelo construtor do transformador. t Parametrização para a implementação da função Parametrização obrigatória no menu de protecção: Parametrização da razão de transformação dos TC de fase (ecrã TC DE FASE) Selecção da frequência da rede (ecrã FREQUENCIA) Parametrização do nível baixo I> (ecrã I> 51) Parametrização do nível alto I>> (ecrã I>> 50-51). Parametrização complementar no menu de parâmetros: Activação do tempo de reposição (ecrã TEMPO REPOS). Esta parametrização é comum aos níveis I> e Io>. Parametrização do Arranque de Carga a Frio I (ecrã CARG FRIA I). SEPED /

84 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Protecção de máximo de corrente de terra (ANSI 50N-51N) Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A protecção de máximo de corrente de terra permite detectar as sobreintensidades provocadas pelos defeitos entre fase e terra. Utiliza a medição do componente fundamental da corrente de terra de acordo com vários esquemas de ligação (ver abaixo). Esta protecção pode ser utilizada em diferentes casos de aplicações: protecção entrada / alimentação protecção do ponto neutro protecção massa cuba Podem ser definidos 2 níveis independentes (Io> e Io>>) para proporcionar uma óptima selectividade: O nível baixo (Io>) dispõe de uma parametrização, à escolha, com tempo definido (TD) ou tempo dependente (IDMT) com diversos tipos de curvas normalizadas (IEC, IEEE, RI). O nível alto (Io>>) apenas dispõe de uma parametrização de tempo definido (TD). A parametrização mínima permite conseguir um funcionamento instantâneo (função ANSI 50N). Exemplo: curva para nível Io> de tipo IDMT e nível Io>> de tipo TD t Io> Io>> Zona de ausência de disparo Zona de disparo 84 SEPED /2008

85 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Sensibilidade e princípio dos esquemas de ligação Consoante o nível de sensibilidade exigido, existem 3 tipos de Sepam. Cada tipo permite um ou vários esquemas de ligação para medir a corrente de terra. Protecção de falha de terra padrão - Sepam série 10 1 São possíveis 2 esquemas de ligação: Esquema 1 Esquema 2 Medição da corrente de terra a partir do ponto comum dos 3 TC de fase de valor secundário 1 A ou 5 A. A ligação é a seguinte: A B C Medição da corrente resultante de um TC de terra de valor secundário 1 A ou 5 A. A ligação é a seguinte: A B C B IA B IA IB IB IC IC Io CT 1A/5A Io Esta versão permite a parametrização mínima da protecção de 10% do valor dos TC de fase (esquema 1) ou do TC de terra (esquema 2). Protecção de falha de terra sensível - Sepam série 10 2 Os esquemas de ligação permitidos são idênticos à versão padrão. Por outro lado, a parametrização mínima da protecção é dividida por 10 em relação à versão padrão. É de 1% do valor dos TC de fase (esquema 1) ou do TC de terra (esquema 2). No entanto, se o nível da protecção deve ser configurado com valores de corrente de baixo nível, então recomenda-se fortemente a utilização de um TC de terra (esquema 2). No caso do esquema 1, os desvios de precisão dos 3 TC de fase podem levar à medição de uma falsa corrente de terra. Para níveis inferiores a 10% In TC, esta imprecisão poderia provocar disparos espontâneos da protecção. Protecção de falha de terra muito sensível - Sepam série 10 3 Esta versão funciona com toros homopolares específicos. O esquema de ligação é o seguinte: A B C CSH120 CSH200 GO B IA IB IC Io A Io A SEPED /

86 Sepam série 10 - Funções e parâmetros São propostos 3 tipos de toros: Toro homopolar Razão Tipo de toro Diâmetro interior CSH /1 Fechado 120 mm (4.7 in) CSH /1 Fechado 196 mm (7.7 in) GO /1 De abrir 110 mm (4.3 in) Esta versão do Sepam é particularmente adequada aos casos de aplicação que exigem uma detecção de corrente de terra de baixo nível, ligada por cabo ao alarme ou a um disparo. O Sepam propõe 2 gamas de sensibilidade, consoante a ligação do toro homopolar ao Sepam: gama 0,2-24 A (corrente primária), gama 2,0-240 A (corrente primária). Para mais informações acerca da ligação do toro homopolar ao Sepam, consultar Ligação de um toro homopolar, p. 40. Funções complementares O Sepam incorpora funções complementares para a protecção de máximo de corrente de terra: Tempo de reposição : Para uma configuração IDMT, a parametrização do nível permite activar um tempo de reposição com tempo dependente. Tal permite a coordenação com relés electromecânicos. Por defeito, o tempo de reposição não está activado. Consultar Tempo de reposição, p. 93. Defeito homopolar em arranque de carga a frio (Arranque de Carga a Frio Io ou CLPU I): O funcionamento dos 2 níveis Io> e Io>> pode estar associado à função CLPU Io que permite evitar disparos espontâneos da protecção aquando das operações de activação da instalação. Por defeito, a função CLPU Io não está activada. Consultar Defeito homopolar em arranque de carga a frio (Arranque de Carga a Frio Io), p Selectividade lógica: O Sepam pode ser integrado no sistema de selectividade lógica. Este sistema pode ser utilizado quando a instalação necessita de um curto tempo de eliminação de defeito. Permite libertar-se do intervalo de tempo entre os níveis de protecções, imposto pela selectividade cronométrica. Por defeito, no Sepam série 10 A, o relé de saída O5 está atribuído à saída de bloqueio de selectividade lógica. Consultar Selectividade lógica (ANSI 68), p Diagrama de blocos Io Io> T 0 Saída retardada Io> Saída de arranque Io> Io>> T 0 Saída retardada Io>> Saída de arranque Io>> 86 SEPED /2008

87 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Funcionamento padrão Possibilidade de personalização Se a corrente de terra ultrapassar o nível Io> ou Io>>: O LED de defeito I > pisca rapidamente. A saída de arranque correspondente muda de estado. As 2 saídas de arranque são exploradas pela função de selectividade lógica para emitir uma ordem de bloqueio de selectividade lógica: consultar Selectividade lógica (ANSI 68), p O estado destas 2 saídas está disponível pela comunicação: consultar Comunicação, p Após expiração da temporização associada ao nível Io> ou Io>>: O LED de defeito I > pisca lentamente. Os relés de saída O1, O2 e O3 mudam de estado. O ecrã de defeito aparece com os valores das correntes de disparo. Se a corrente de terra for inferior ao nível Io> ou Io>>, então os relés de saída O1, O2, O3 e a visualização permanecem idênticos (função bloqueio). O facto de premir a tecla de Reset provoca uma desactivação da função bloqueio (consultar Resolução dos defeitos, p. 146): O LED I > apaga-se. Os relés de saída voltam ao seu estado inicial. O ecrã de defeito é substituído pelo ecrã visualizado antes da ocorrência do defeito. Observação: Se a temporização do nível Io>> estiver definida em INST(instantâneo), então a saída retardada Io>> é equivalente à saída de arranque Io>>. O modo personalizado do Sepam permite modificar o funcionamento padrão: O bloqueio do LED I > pode ser desactivado. A atribuição dos níveis Io>e Io>> nos relés de saída O1, O2 e O3 pode ser modificada. O bloqueio dos relés de saída O1, O2 e O3 pode ser desactivado. A lógica de activação dos relés de saída O1 e O2 é parametrizável (contacto fechado ou aberto devido a detecção de defeito). Consultar Funcionamento em modo personalizado, p SEPED /

88 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Parametrização Parametrização do nível Io> Curva de disparo Para mais informações acerca das curvas de disparo e do tempo de reposição, consultar Curvas de disparo das protecções de máximo de corrente, p. 90. Valores permitidos DESL: nível desligado TD: tempo definido (TD) SIT/A: IEC padrão inverso VIT/B: IEC muito inverso LTI/B: IEC muito inverso longo EIT/C: IEC extremamente inverso MI: IEEE moderadamente inverso VI: IEEE muito inverso EI: IEEE extremamente inverso RI Nível Io> Curva TD Versão padrão 0, Ino (mínimo: 1 A) Versão sensível 0,01...2,4 Ino (mínimo: 0,1 A) Versão muito valor 0,2-24 A 0, ,05 Ino (0, A) sensível valor A 0, ,5 Ino (2, A) Curvas Versão padrão 0,1...2,4 Ino (mínimo: 1 A) IDMT Versão sensível 0,01...0,24 Ino (mínimo: 0,1 A) Versão muito valor 0,2-24 A 0, ,005 Ino (0,2...2,4 A) sensível valor A 0, ,05 Ino (2, A) Precisão Versão padrão +/- 5% ou +/- 0,03 Ino Versão sensível +/- 5% ou +/- 0,003 Ino Versão muito valor 0,2-24 A +/- 5% ou +/- 0,00015 Ino ( +/- 0,07 A) sensível valor A +/- 5% ou +/- 0,0015 Ino ( +/- 0,7 A) Temporização Curva TD 0, s com um passo de: 0,01 s, de 0,05 a 9,99 s 0,1 s, de 10,0 a 99,9 s 1 s, de 100 a 300 s Curvas IEC, RI TMS: 0, (passo: 0,01) Curvas IEEE TD: 0, (passo: 0,1) Tempo de reposição Parametrização comum aos níveis I> e Io>: DESL: tempo de reposição desligado LIGA: tempo de reposição activado 88 SEPED /2008

89 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Parametrização do nível Io>> Valores permitidos Curva de disparo DESL: nível desligado TD: tempo definido (TD) Nível Io>> Curva TD Versão padrão 0, Ino (mínimo: 1 A) Versão sensível 0,01...2,4 Ino (mínimo: 0,1 A) Versão muito valor 0,2-24 A 0, ,05 Ino (0, A) sensível valor A 0, ,5 Ino (2, A) Precisão Versão padrão +/- 5% ou +/- 0,03 Ino Versão sensível +/- 5% ou +/- 0,003 Ino Versão muito valor 0,2-24 A +/- 5% ou +/- 0,00015 Ino ( +/- 0,07 A) sensível valor A +/- 5% ou +/- 0,0015 Ino ( +/- 0,7 A) Temporização Curva TD Instantâneo (arranque) ou 0, s com passo de: 0,01 s, de 0,05 a 9,99 s 0,1 s, de 10,0 a 99,9 s 1 s, de 100 a 300 s Observações Para as versões padrão e sensível, Ino é a corrente nominal primária do TC de terra. Para a versão muito sensível, Ino é a corrente nominal primária dos toros homopolares CSH120, CSH200 ou GO100, ou seja, 470 A. Parametrização para a implementação da função Parametrização obrigatória no menu de protecção: Parametrização da razão de transformação do TC de terra (ecrã TC DE TERRA ou TC E/F RATIO) Se a medição for efectuada no ponto comum dos 3 TC de fase, então essa parametrização passa a ser idêntica à razão dos TC de fase. Parametrização do nível baixo Io> (ecrã Io> 51 N) Parametrização do nível alto Io>> (ecrãio>> 50 N-51N) Selecção da frequência da rede (ecrã FREQUENCIA). Parametrização complementar no menu de parâmetros: Activação do tempo de reposição (ecrã TEMPO REPOS). Esta parametrização é comum aos níveis I> e Io>. Parametrização do Arranque de Carga a Frio Io (ecrã CARG FRIA Io). SEPED /

90 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curvas de disparo das protecções de máximo de corrente Aplicável ao Sepam série 10 N B A Introdução Curva com tempo definido (TD) As protecções de máximo de corrente de fase ou terra podem ser temporizadas com curvas de disparo: com tempo definido (TD): níveis baixos I>, Io> e níveis altos I>>, Io>>, com tempo dependente (IDMT): apenas níveis baixos I>, Io>. Relativamente às curvas com tempo dependente normalizadas (tipo IEC e IEEE apenas), um tempo de reposição pode ser activado. Esse tempo de reposição permite a coordenação do Sepam com relés electromecânicos, colocados a montante. Nas protecções com tempo definido, o tempo de disparo é constante. A temporização inicia-se assim que for atingido o nível de funcionamento Is. Princípio da protecção com tempo definido t T Is I(Io) 90 SEPED /2008

91 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curva com tempo dependente (IDMT) Nas protecções com tempo dependente (IDMT), o tempo de disparo depende da grandeza medida (corrente de fase ou terra), em conformidade com as normas IEC e IEEE C O funcionamento é representado por curvas características t = f(i/is) ou t = f(io/is), com o seguinte aspecto (Is é o nível de funcionamento): t 1 20 I/Is (Io/Is) A curva é definida por: o seu tipo (IEC, IEEE, inverso, muito inverso, extremamente inverso, etc.), a sua parametrização em corrente Is que corresponde à assimptota vertical da curva, a sua parametrização de temporização que corresponde à um coeficiente multiplicador: TMS (Time Multiplying Setting) para as curvas IEC, RI TD (Time Dial) para as curvas IEEE. Em caso de medição de uma forte corrente, devem ser aplicadas as seguintes regras: Quando a grandeza supervisionada for 20 vezes superior ao nível, o tempo de disparo é maximizado ao valor correspondente a 20 vezes o valor do nível. Se a grandeza supervisionada ultrapassar a dinâmica de medição do Sepam, o tempo de disparo é maximizado ao valor correspondente à dinâmica máxima fornecida pela seguinte tabela Entradas Dinâmica Entradas de corrente de fase 40 In Entrada de corrente de terra Versão padrão 40 Ino Versão sensível 4 Ino Versão muito sensível Valor 0, A 40 A Calibre A 400 A In e Ino: corrente nominal primária dos TC de fase ou TC de terra respectivamente Equação das curvas IEC As curvas IEC são determinadas pela seguinte equação: A td() I = I ---- p TMS 1 Is Parâmetros da curva de disparo consoante o tipo de curva: Curva característica A p IEC padrão inverso SIT/A 0,14 0,02 IEC muito inverso VIT/B 13,5 1 IEC muito inverso longo LTI/B IEC extremamente inverso EIT/C 80 2 SEPED /

92 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Equação das curvas IEEE As curvas IEEE são determinadas pela seguinte equação: A td() I = I ---- p + B TD Is 1 Parâmetros da curva de disparo consoante o tipo de curva: Curva característica A B p IEEE moderadamente inverso (MI) 0,0103 0,0228 0,02 IEEE muito inverso (VI) 3,922 0, IEEE extremamente inverso (EI) 5,64 0, Equação da curva RI A curva RI é determinada pela seguinte equação: td() I 1 = I TMS 1,, Is 92 SEPED /2008

93 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Tempo de reposição Nos casos em que os níveis baixos I> e Io> utilizam curvas com tempo dependente normalizadas (curvas IDMT tipo IEC ou IEEE), é possível activar um tempo de reposição com tempo dependente. Esta característica permite assegurar a coordenação de um Sepam com um relé de sobreintensidade de tipo electromecânico, colocado a montante. Sem tempo de reposição, o contador da temporização de disparo é reinicializado assim que a corrente voltar a ser inferior ao nível (I< 95 % Is). Com um tempo de reposição, quando a corrente volta a ser inferior ao nível, o contador da temporização decresce de acordo com uma curva que depende do valor da corrente medida. O objectivo consiste em reproduzir o funcionamento do disco do relé electromecânico. O tempo de reposição corresponde ao tempo que o disco demoraria para passar da sua posição máxima (corrente de defeito) para a sua posição de descanso. Esse tempo varia consoante a corrente medida pelo Sepam. A curva do tempo de reposição encontra-se definida na norma IEEE C É determinada pela seguinte equação: Tr tr() I = I TMS Is com: Is: valor do nível de disparo, I (Io): corrente medida pela protecção, TMS (ou TD): valor de parametrização da curva de disparo. Tr, valor do tempo de reposição para uma corrente nula e TMS = 1, está definido na tabela abaixo indicada: Curva característica Tr IEC padrão inverso SIT/A 12,1 IEC muito inverso VIT/B 43,2 IEC muito inverso longo LTI/B 120 IEC extremamente inverso EIT/C 80 IEEE moderadamente inverso (MI) 0,97 IEEE muito inverso (VI) 4,32 IEEE extremamente inverso (EI) 5,82 O aspecto da curva correspondente é: tr TMS = 1 Tr 0 1 I/Is (Io/Is) SEPED /

94 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Exemplo de tempo de reposição O seguinte cronograma explica o funcionamento induzido pelo tempo de reposição dependente da corrente: Saída retardada Saída de arranque Valor do contador interno de temporização T Tr Curva IEC padrão inverso (SIT/A) t(s) TMS I/Is 94 SEPED /2008

95 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curva IEC muito inverso (VIT/B) t(s) TMS I/Is 0.02 SEPED /

96 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curva IEC muito inverso longo (LTI/B) t(s) TMS I/Is SEPED /2008

97 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curva IEC extremamente inverso (EIT/C) t(s) TMS I/Is SEPED /

98 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curva IEEE moderadamente inverso (MI) t(s) TD I/Is 98 SEPED /2008

99 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curva IEEE muito inverso (VI) t(s) TD I/Is SEPED /

100 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curva IEEE extremamente inverso (EI) t(s) TD I/Is 100 SEPED /2008

101 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curva RI t(s) TMS I/Is SEPED /

102 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Sobrecarga de fase em arranque de carga a frio (Arranque de Carga a Frio I) Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A função de sobrecarga de fase em arranque de carga a frio permite evitar disparos espontâneos da protecção de máximo de corrente de fase (ANSI 50-51) aquando das operações de activação, após um corte prolongado. Permite aumentar, temporariamente, o nível da protecção. Consoante as características da instalação, estas operações podem gerar correntes de chamada transitórias susceptíveis de ultrapassar os níveis das protecções. Essas correntes transitórias podem ser devidas a: reactivação simultânea da totalidade das cargas de uma instalação (ar condicionado, aquecimento, etc.), correntes de magnetização dos transformadores de potência, correntes de arranque dos motores. Normalmente, a parametrização das protecções deveria ser definida de modo a não ocorrer qualquer disparo nessas correntes transitórias. No entanto, se essa regra levar a níveis de sensibilidade insuficientes ou a temporizações demasiado longas, essa função poderá ser utilizada para aumentar ou inibir temporariamente os níveis após uma activação. A utilização desta função permite manter uma boa sensibilidade das protecções, independentemente das restrições relativas às operações de activação. Observação: Ao longo deste manual, essa função é identificável através da sigla CLPU I. A função CLPU I detecta automaticamente a ocorrência de uma corrente de fase resultante de uma reactivação da rede. A parametrização da função permite: seleccionar os níveis sobre os quais vai actuar: o nível baixo I> ou o nível alto I>> ou, simultaneamente, os 2 níveis, definir o tipo de acção efectuada sobre os níveis escolhidos I> e/ou I>>: factor multiplicador temporário aplicado ao nível (x1,5 a 5), bloqueio temporário do nível, definir a duração de aplicação do aumento ou bloqueio do nível após a detecção. Por defeito, esta função está desligada. 102 SEPED /2008

103 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Diagramas de blocos O diagrama de blocos global da sobrecarga de fase em arranque de carga a frio é o seguinte: IA IB IC CLPU I: DESL Máx. I < 5% In 10 s 0 Parametrização TcIpu TcIpu 0 & S R & Acção sobre I> e/ou I>> (parametrização Actividade) Saída CLPU I acção sobre os níveis x K = 150% x K = 200% x K = 300% x K = 400% x K = 500% A A A A A I > 10% In Bloqueio B A acção da CLPU I no nível I> (consoante parametrização Actividade) é a seguinte: Saída CLPU I: x K Saída CLPU I: bloqueio A B IA IB IC K.I> T 0 & Saída retardada I> & Saída de arranque I> Função nível I> A acção da CLPU I no nível I>> (consoante parametrização Actividade) é a seguinte: A Saída CLPU I: x K B Saída CLPU I: bloqueio IA IB IC K.I>> T 0 & Saída retardada I>> & Saída de arranque I>> Função nível I>> Funcionamento A função CLPU I decompõe-se em 2 módulos: um módulo que detecta automaticamente a reactivação da rede, um módulo que actua sobre os níveis I> e/ou I>> da protecção ANSI A detecção da reactivação baseia-se na ocorrência das correntes de fase. Para activar a função CLPU I, devem ser reunidas as seguintes condições: detectar o desaparecimento das 3 correntes de fase (inferiores a 5% In) durante um período superior a 10 segundos (esta informação é memorizada, aguardando uma próxima ocorrência da corrente), detectar a ocorrência de uma corrente de fase (superior a 10% In). Neste caso, a saída da CLPU I é activada por uma duração parametrizável Tclpu. Após detecção da reactivação, a saída da CLPU I actua sobre os níveis da protecção ANSI 50-51, com 2 acções possíveis consoante a parametrização: multiplicação do nível (I> e/ou I>>) por um coeficiente parametrizável (1,5 a 5) ou bloqueio do nível (I> e/ou I>>). Após expiração da temporização Tclpu, a acção da CLPU é interrompida e os níveis da protecção ANSI voltam a um funcionamento normal. SEPED /

104 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Parametrização Parametrização Actividade Valores permitidos DESL: desligado I> I>>: acção sobre I> e I>> I>: acção sobre I> apenas I>>: acção sobre I>> apenas Acção sobre os níveis 150% : nível x 1,5 200% : nível x 2 300% : nível x 3 400% : nível x 4 500% : nível x 5 BLOQ : bloqueio do nível Temporização s com um passo de 1 s mn com um passo de 1 mn Parametrização para a implementação da função Parametrização no menu de parâmetros: Arranque de Carga a Frio I (ecrã CARG FRIA I) 104 SEPED /2008

105 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Defeito homopolar em arranque de carga a frio (Arranque de Carga a Frio Io) Aplicável ao Sepam série 10 N B A Sepam de 4 entradas de corrente e protecção de falha de terra padrão ou apenas sensível (Sepam série ou Sepam série ). Descrição A função de defeito homopolar em arranque de carga a frio permite evitar disparos espontâneos da protecção de máximo de corrente de terra (ANSI 50N-51N) aquando das operações de activação. Em função das características da instalação, estas operações podem produzir correntes de chamada transitórias. Se a medição da corrente de terra for realizada a partir dos 3 TC de fase, o componente aperiódico destas correntes transitórias pode provocar uma saturação dos TC de fase. Esta saturação pode levar à medição de uma falsa corrente de terra susceptível de ultrapassar os níveis das protecções. Estas correntes transitórias resultam essencialmente das correntes de magnetização dos transformadores de potência ou das correntes de arranque dos motores. Normalmente, a parametrização das protecções deveria ser definida de modo a não ocorrer qualquer disparo nessas correntes transitórias. No entanto, se essa regra levar a níveis de sensibilidade insuficientes ou a temporizações demasiado longas, a função de dessensibilização poderá ser utilizada para aumentar ou inibir provisoriamente os níveis após uma reactivação. No caso particular das correntes transitórias ligadas ao disparo dos transformadores, esta função permite activar uma restrição da protecção de falha de terra baseada na detecção de um componente harmónico 2 nas correntes de fase. A utilização desta função permite manter uma boa sensibilidade das protecções, independentemente das restrições relativas às operações de reactivação. No caso de uma medição da corrente de terra por um TC de terra, o risco de medir uma falsa corrente de terra é mais limitado. Se a implementação do sensor for correcta, a activação desta função não é necessária. Observação: Ao longo deste manual, essa função é identificável através da sigla CLPU Io. A função CLPU Io detecta automaticamente a ocorrência de uma corrente de fase após uma reactivação da rede. A parametrização da função permite: seleccionar os níveis sobre os quais vai actuar: o nível baixo Io> ou o nível alto Io>> ou, simultaneamente, os 2 níveis, definir o tipo de acção sobre os níveis escolhidos Io> e/ou Io>>: factor multiplicador temporário aplicado ao nível (x 1,5 a 5), bloqueio temporário do nível, activação permanente da restrição harmónica 2, definir a duração de aplicação do aumento ou bloqueio do nível após detecção da reactivação. Por defeito, esta função está desligada. SEPED /

106 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Diagrama de blocos da dessensibilização ou do bloqueio da protecção O diagrama de blocos global do defeito homopolar em arranque de carga a frio é o seguinte: IA IB IC Máx. I < 5% In CLPU Io: DESL 10 s 0 Parametrização TcIpu TcIpu 0 & S R & Saída CLPU Io acção sobre os níveis Acção sobre Io> e/ou Io>> (parametrização Actividade) x K = 150% x K = 200% x K = 300% x K = 400% x K = 500% A A A A A I > 10% In Bloqueio B A acção da CLPU Io no nível Io> (consoante parametrização Actividade) é a seguinte: A Saída CLPU Io: x K B Saída CLPU Io: bloqueio Io K.Io> T 0 & Saída retardada Io> Função 50N-51N nível Io>> & Saída de arranque Io> A acção da CLPU Io no nível Io>> (consoante parametrização Actividade) é a seguinte: A Saída CLPU Io: x K B Saída CLPU Io: bloqueio Io K.Io>> T 0 & Saída retardada Io>> & Saída de arranque Io>> Função 50N-51N nível Io>> Diagrama de blocos da restrição da harmónica 2 O diagrama de blocos da restrição harmónica 2 é o seguinte: IA IB IC CLPU Io: restrição H2 activada Cálculo da taxa de H2 > 17% & Saída CLPU Io Restrição H2 C Acção sobre nível Io> e/ou Io>> (parametrização actividade) A acção no nível Io> (consoante parametrização Actividade) é a seguinte: C Io Io> & T 0 Saída retardada Io> Função 50N-51N nível Io> Saída de arranque Io> A acção no nível Io>> (consoante parametrização Actividade) é a seguinte: C & T 0 Saída retardada Io>> Io Io>> Função 50N-51N nível Io>> Saída de arranque Io>> 106 SEPED /2008

107 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Princípio de funcionamento Consoante a parametrização, a CLPU Io funciona de acordo com os 2 princípios seguintes: o princípio aplicável ao aumento ou ao bloqueio dos níveis (princípio idêntico à CLPU I), o princípio aplicável à restrição harmónica 2. Funcionamento da dessensibilização ou do bloqueio da protecção Funcionamento da restrição da harmónica 2 A função de dessensibilização CLPU Io por aumento ou bloqueio dos níveis decompõe-se em 2 módulos: um módulo detecta automaticamente a reactivação, um módulo actua sobre os níveis Io> e/ou Io>> da protecção ANSI 50N-51N. A detecção baseia-se na ocorrência das correntes de fase, nas seguintes condições: detectar o desaparecimento das 3 correntes de fase (inferiores a 5 % In) durante um período superior a 10 s (esta informação é memorizada, aguardando uma próxima ocorrência da corrente), detectar a ocorrência de uma corrente de fase (superior a 10 % In). Neste caso, a saída da CLPU Io é activada durante um período parametrizável Tclpu. Após detecção da reactivação, a saída da CLPU Io actua sobre os níveis da protecção ANSI 50N-51N, com 2 acções possíveis consoante a parametrização: multiplicação do nível (Io> e/ou Io>>) por um coeficiente parametrizável (1,5 a 5), bloqueio do nível (Io> e/ou Io>>). Após expiração da temporização Tclpu, a acção da CLPU Io é interrompida e os níveis da protecção ANSI 50N-51N voltam a um funcionamento normal. A restrição harmónica 2 basea-se no cálculo permanente da taxa de harmónica 2 nas 3 correntes de fase. Esta taxa é calculada com base na razão das somas quadráticas dos componentes fundamentais (H1) e harmónicos 2 (H2). Taxa H2 = IA H2 + IB H2 +IC H IA H1 + IB H1 +IC H1 Esta razão é comparada a um nível fixo de 17 %. A ultrapassagem do nível provoca uma inibição dos níveis Io> e/ou Io>>, em função da parametrização da CLPU Io. Um aumento da taxa de H2 nas correntes de fase é característico de uma saturação dos TC de fase. Aquando do disparo do transformador, o componente aperiódico das correntes de magnetização provoca geralmente uma saturação dos TC e uma medição de falsa corrente de terra pela protecção ANSI 50N-51N. A restrição harmónica 2 permite inibir a protecção de falha de terra durante todo o período em que os TC estão saturados. Esta restrição desactiva-se automaticamente quando a taxa de H2 diminui. Para evitar que esta restrição se active devido a uma defeito fase-terra, é necessário certificar-se de que a corrente de defeito fase-terra permanece inferior à corrente de saturação dos TC de fase: Em regime de neutro impedante, estando a corrente de defeito à terra limitada, esta condição de utilização é geralmente preenchida. Em regime de neutro directo à terra, a corrente de defeito à terra é elevada. Uma vez que os níveis podem ser configurados a níveis elevados, não necessitam da utilização da função CLPU Io. SEPED /

108 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Parametrização Parametrização Actividade Valores permitidos DESL: desligado Io> Io>>: acção sobre Io> e Io>> Io>: acção apenas sobre Io> Io>>: acção apenas sobre Io>> Acção sobre os níveis 150% : nível x 1,5 200% : nível x 2 300% : nível x 3 400% : nível x 4 500% : nível x 5 BLOQ : bloqueio do nível RES H2: restrição harmónica 2 Temporização s com um passo de 1 s mn com um passo de 1 mn Nível de restrição harmónica 2 (nível 17 % fixo) Nota: A parametrização da temporização não se aplica à acção restrição harmónica 2. Nos ecrãs de parametrização, se a CLPU Io estiver parametrizada em RES H2, então a parametrização da temporização não aparece. Parametrização para a implementação da função Parametrização no menu de parâmetros: Parametrização do Arranque de Carga a Frio Io (ecrã CARG FRIA Io) 108 SEPED /2008

109 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Protecção de sobrecarga térmica (ANSI 49 RMS) Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição Princípio do cálculo do aquecimento A protecção de sobrecarga térmica permite proteger os cabos e os transformadores MT/BT das sobrecargas, a partir da medição da corrente absorvida. Uma sobrecarga prolongada provoca aquecimentos que resultam numa deterioração prematura do isolamento. Esse desgaste prematuro pode resultar, a longo prazo, num defeito de isolamento. Essa protecção baseia-se num modelo térmico que permite calcular o aquecimento a partir das medições de corrente. A corrente utilizada por esta protecção é uma corrente efectiva trifásica que considera harmónicas até à categoria 15 a 50 Hz (ou até à categoria 13 a 60 Hz). A protecção necessita de 3 parametrizações: a parametrização do nível de disparo ou corrente permitida máxima contínua, que corresponde à resistência térmica máxima do equipamento a proteger (essa corrente permitida permanente corresponde a um aquecimento de 100%), a parametrização da constante de tempo de aquecimento/arrefecimento do equipamento, a parametrização do nível de alarme expresso em % do aquecimento máximo permitido (nível de disparo). O valor do aquecimento do equipamento em % pode ser acedido no visor. Pode ser reinicializado a partir do teclado situado no painel dianteiro. Se tiver sido activada uma palavra-passe, então é necessária a sua introdução prévia para proceder a essa reinicialização. O aquecimento é calculado seguindo a fórmula definida pela norma IEC É proporcional ao quadrado da corrente absorvida e depende do estado de aquecimento anterior. Expressa-se através da seguinte equação: It () Et () Et ( Δt) Δt Δt = Et ( Δt) ---- Is T T com: E(t): valor do aquecimento no momento t E(t-Δt): valor do aquecimento no momento t-δt I(t): valor da corrente medida no momento t Is: valor do nível expresso em corrente permitida T: constante de tempo de aquecimento/arrefecimento O termo It () Δt ---- Is T expressa a entrada de calor da corrente I(t). Δt O termo Et ( Δt) ---- T expressa o arrefecimento natural do equipamento. Em regime contínuo, para uma corrente I, o aquecimento é igual a: I E = Is A protecção dispara para um aquecimento superior a 100%. Diagrama de blocos Is: nível de disparo T: constante de tempo E alarm: nível de alarme E(t) > E alarm Saída alarme IA RMS IB RMS IC RMS Máx. I(t) Aquecimento: 2 I ( t) Δt Δt E( t) = E( t Δt) + E t Δt Is ( ). T T E(t) > 100% Saída disparo SEPED /

110 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Funcionamento padrão Se o valor do aquecimento ultrapassar o nível de alarme: o LED de defeito pisca rapidamente, a saída de alarme muda de estado. O estado dessa saída está disponível pela comunicação (consultar Comunicação, p. 171). Em modo padrão, esta informação não se encontra atribuída a um relé de saída. Esta atribuição é possível em modo personalizado. Se o valor do aquecimento ultrapassar o nível de disparo (100%): o LED pisca lentamente, os relés de saída O1, O2 e O3 mudam de estado, o ecrã de defeito aparece com os valores das correntes de disparo. Se o valor do aquecimento voltar a ser inferior ao nível de disparo, então os relés de saída O1, O2, O3 e a visualização permanecem idênticos (função bloqueio). O accionamento da tecla de Reset causa uma desactivação da função bloqueio: o LED apaga-se, os relés de saída voltam ao seu estado inicial, o ecrã de defeito é substituído pelo ecrã visualizado antes da ocorrência do defeito. Consultar Resolução dos defeitos, p Possibilidade de personalização O modo personalizado do Sepam permite modificar o funcionamento padrão: o bloqueio dos LEDs de defeito pode ser desactivado, a atribuição da saída de disparo 49 RMS nos relés de saída O1, O2 e O3 pode ser alterada, a saída de alarme 49 RMS pode ser atribuída a um dos relés de saída O2, O3, O5 ou O6, o bloqueio dos relés de saída O1, O2 e O3 pode ser desactivado, a lógica de activação dos relés de saída O1 e O2 é parametrizável (contacto fechado ou aberto devido a detecção de defeito). Consultar Funcionamento em modo personalizado, p SEPED /2008

111 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Cálculo do tempo de funcionamento Para uma corrente contínua superior ao nível de disparo, é possível calcular o tempo de disparo da protecção ANSI 49 RMS a partir da seguinte equação: I E0 Is 2 t = T ln I Is 2 com: I: corrente de sobrecarga (máximo das 3 correntes de fase) Is: nível da corrente permitida T: constante de tempo de aquecimento/arrefecimento E0: aquecimento inicial antes da aplicação da sobrecarga ln( ): função logaritmo neperiano. Se o aquecimento inicial Eo resultar de uma corrente de carga constante Ich, então o seu valor é dado pela seguinte equação: E0 Ich = Is A tabela abaixo indicada apresenta o aquecimento atingido por uma corrente de carga Ich contínua: Ich/Is Aquecimento (%) ,9 81 0,8 64 0,7 49 0,6 36 0,5 25 0,4 16 0,3 9 As curvas de disparo permitem determinar os tempos de disparo para diversos valores de aquecimento inicial. Consultar Curvas para um aquecimento inicial de 0%, p Parametrização Parametrização Actividade Nível de alarme Nível de disparo Constante de tempo T Valores permitidos DESL: protecção desligada LIGA: protecção activada % (em % do nível de aquecimento permitido) 0,1...2,4 In (valor da corrente permitida) min Observação: In é a corrente nominal primária dos TC de fase. Parametrização para a implementação da função Parametrização obrigatória no menu de protecção: razão de transformação dos TC de fase (ecrã TC DE FASE), nível de disparo e da constante de tempo da função ANSI 49 RMS (ecrã TERM 49 1), frequência da rede (ecrã FREQUENCIA). Parametrização complementar no menu de protecção: nível de alarme da função ANSI 49 RMS (ecrã TERM 49 2), reinicialização do aquecimento da função ANSI 49 RMS, (ecrã TERM 49 2). SEPED /

112 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Valores típicos da constante de tempo térmico Para um cabo: A constante de tempo térmico de um cabo depende da respectiva secção, tensão de serviço e colocação. Os valores típicos de constante de tempo são de 20 a 60 minutos para os cabos enterrados e de 10 a 40 minutos para cabos não enterrados. Para um transformador: Para os transformadores de potência das redes de média tensão, os valores típicos da constante de tempo são de 20 a 40 minutos. Esta característica deve ser fornecida pelo construtor. Curvas para um aquecimento inicial de 0% As curvas de disparo para um aquecimento inicial de 0% e diferentes valores de constante de tempo T são as seguintes: t(s) T (mn) I/Is 112 SEPED /2008

113 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curvas para um aquecimento inicial de 30% As curvas de disparo para um aquecimento inicial de 30% e diferentes valores de constante de tempo T são as seguintes: t(s) T1 (mn) I/Is SEPED /

114 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curvas para um aquecimento inicial de 50% As curvas de disparo para um aquecimento inicial de 50% e diferentes valores de constante de tempo T são as seguintes: t(s) T (mn) I/Is 114 SEPED /2008

115 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curvas para um aquecimento inicial de 70% As curvas de disparo para um aquecimento inicial de 70% e diferentes valores de constante de tempo T são as seguintes: t(s) T1 (mn) I/Is SEPED /

116 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Curvas para um aquecimento inicial de 90% As curvas de disparo para um aquecimento inicial de 90% e diferentes valores de constante de tempo T são as seguintes: t(s) T (mn) I/Is 116 SEPED /2008

117 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Controlo do disjuntor Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição O Sepam permite integrar-se em todos os tipos de esquema de controlo dos disjuntores. Os relés de saída asseguram as seguintes funções : Saída Sepam O1 O2 O3 Atribuição Disparo do disjuntor em caso de detecção de um defeito Bloqueio do disparo em caso de detecção de um defeito Sinalização do disparo devido a uma acção das protecções Os 2 relés de saída O1 e O2 estão equipados com um contacto normalmente aberto (NA) e um contacto normalmente fechado (NF). Diagrama de blocos Exemplo com um Sepam série 10 A : Disparo temporizado I> Disparo temporizado I>> Disparo temporizado Io> Disparo temporizado Io>> Disparo 49 RMS Disparo externo (entrada lógica I3) 1 S R Função bloqueio (ANSI 86) Relés de saída O1, O2, O3 Tecla de Reset Reset por comunicação Modo local (entrada lógica I4) & 1 Funcionamento padrão As lógicas de activação dos 3 relés de saída O1, O2 e O3 são idênticas : As saídas são activadas num OU em vários níveis de protecção e da entrada lógica de disparo externo (apenas para os Sepam série 10 A) O disparo fica memorizado (função bloqueio ANSI 86), com possibilidade de resolução através da tecla de Reset situada no painel dianteiro ou através de controlo remoto (permitido em modo remoto, I4 = 0). Esta função permite assegurar o bloqueio, ou seja, a interdição do disparo do disjuntor enquanto o defeito não for resolvido. O relé de saída O1 permite igualmente a abertura do disjuntor pela comunicação. Consultar Comunicação, p SEPED /

118 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Ligação da saída O1 : disparo do disjuntor Bobina de disparo por emissão de tensão Sepam O1 A Ordens de abertura Bobina de disparo por emissão de tensão Em caso de detecção de um defeito pelo Sepam, o fecho do contacto normalmente aberto do relé de saída O1 acciona a abertura do disjuntor, através da alimentação da bobina de disparo por emissão de tensão. Este contacto permanece fechado, após o disparo do disjuntor, enquanto o defeito não for resolvido. Bobina de disparo por mínima tensão Sepam O1 A Bobina de disparo por mínima tensão Neste caso, é necessário utilizar o modo personalizado do Sepam para inverter a lógica de programação do relé de saída O1. O contacto normalmente aberto será permanentemente mantido em posição fechada até à ocorrência de um defeito. Em caso de detecção de um defeito, a abertura do contacto acciona a abertura do disjuntor através da abertura do circuito de alimentação da bobina de disparo por mínima tensão. Este contacto permanece aberto, após o disparo do disjuntor, enquanto o defeito não for resolvido. Ligação da saída O2 : bloqueio do disparo (função ANSI 86) Sepam O2 A Ordens de fecho Bloqueio do disparo (ANSI 86) Bobina de disparo Em caso de detecção de um defeito pelo Sepam, a abertura do contacto normalmente fechado do relé de saída O2 corta o circuito de alimentação da bobina de disparo. Este contacto permanece aberto, após a ordem de disparo, enquanto o defeito não for resolvido. Neste estado, todas as ordens de fecho estão bloqueadas. 118 SEPED /2008

119 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Possibilidade de personalização Consoante as exigências de continuidade de serviço e de segurança, é possível modificar o funcionamento padrão dos relés de saída O1 e O2. Consultar Controlo do disjuntor e segurança de funcionamento, p Relé de saída O1 : disparo com bobina de disparo por mínima tensão O modo personalizado permite adequar a lógica de funcionamento do relé de saída O1 a uma bobina de disparo por mínima tensão. O ecrã INV RELES do menu de parâmetros permite inverter a lógica de programação do relé, para manter permanentemente o contacto normalmente aberto em posição fechada até à ocorrência de um defeito na rede. Consultar Funcionamento em modo personalizado, p Relé de saída O2 : bloqueio do disparo Com o esquema padrão, o bloqueio, ou seja, a interdição do disparo do disjuntor não é assegurada em caso de indisponibilidade do Sepam, nos 2 casos seguintes : perda da alimentação auxiliar do Sepam, falha interna do Sepam (com passagem em posição de falha segura). Se tal for imposto pelas exigências de segurança, o modo personalizado permite modificar o funcionamento do relé de saída O2 para assegurar o bloqueio do disparo, em caso de indisponibilidade do Sepam. Consultar Funcionamento em modo personalizado, p SEPED /

120 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Disparo externo Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição O Sepam série 10 A permite, através de uma entrada lógica, considerar uma ordem de disparo proveniente de um dispositivo de protecção externa. Por exemplo, as protecções específicas aos transformadores de potência (Buchholz, detectores gás/ pressão/temperatura, etc.) podem ser ligadas por cabo a uma entrada lógica do Sepam, para assegurar o disparo do disjuntor. Os dispositivos externos podem ser directamente ligados por cabo no circuito de disparo do disjuntor, mas a ligação a uma entrada lógica do Sepam proporciona 3 vantagens : As ordens de disparo externo serão memorizadas pela função ANSI 86, incorporada no Sepam. O disparo permanecerá bloqueado enquanto o defeito não for resolvido. A ordem de disparo e a respectiva origem serão assinaladas no painel dianteiro do Sepam. O disparo será registado e datado no registo dos últimos 5 eventos. O circuito de disparo e de bloqueio do disjuntor é simplificado, sendo, consequentemente, fiável. Diagrama de blocos T = 200 ms 0 T Entrada lógica I3 Resolução do defeito (Reset) 1 S R Relés de saída Em modo padrão: O1, O2, O3 Funcionamento padrão Possibilidade de personalização Parametrização para a implementação da função O disparo externo deve estar ligado por cabo à entrada lógica I3. Após activação da entrada I3 : o LED de defeito Ext pisca, os relés de saída O1, O2 e O3 mudam de estado, o ecrã de defeito aparece com os valores das correntes de disparo. Após desactivação da entrada I3, os relés de saída O1, O2, O3 e a visualização permanecem idênticos (função bloqueio ANSI 86). O facto de premir a tecla de Reset provoca uma desactivação da função bloqueio (consultar Resolução dos defeitos, p. 146) : o LED Ext apaga-se, os relés de saída voltam ao seu estado inicial, o ecrã de defeito é substituído pelo ecrã visualizado antes da ocorrência do defeito. Observação : A temporização de 200 ms no diagrama de blocos permite assegurar uma duração mínima da ordem de disparo. Esta temporização apenas se justifica se a função bloqueio estiver desactivada, em modo personalizado. O modo personalizado do Sepam permite modificar o funcionamento padrão : A atribuição da entrada lógica Disparo externo nos relés de saída O1, O2 e O3 pode ser modificada. O disparo externo pode ser atribuído à entrada lógica I3 ou I4. O bloqueio dos relés de saída O1, O2 e O3 pode ser desactivado. A lógica de activação dos relés de saída O1 e O2 é parametrizável (contacto fechado ou aberto devido a detecção de defeito). O bloqueio do LED Ext pode ser desactivado. Consultar Funcionamento em modo personalizado, p A função de disparo externo não necessita de qualquer parametrização. 120 SEPED /2008

121 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Selectividade lógica (ANSI 68) Aplicável ao Sepam série 10 N B A Todos os Sepam série 10 N, série 10 B e série 10 A podem emitir uma ordem de bloqueio de selectividade lógica. Apenas os Sepam série 10 A podem receber uma ordem de bloqueio de selectividade lógica (em modo personalizado). Descrição A função de selectividade lógica permite obter uma redução importante do tempo de disparo dos disjuntores situados o mais perto da fonte. Permite minimizar os inconvenientes do procedimento clássico de selectividade cronométrica. Esta função explora a cablagem de uma informação lógica entre as protecções, que permite assegurar um bloqueio da protecção a montante pelas protecções situadas a jusante. Com a selectividade lógica, a parametrização das protecções deve ser fixada em relação ao elemento a proteger sem preocupação do aspecto da selectividade. Este sistema aplica-se às protecções de máximos de correntes de fase e terra com tempo definido (curva TD) ou tempo dependente (curvas IDMT). Pode ser implementado numa rede que explora diversos relés de protecção da gama Sepam (série 10, série 20, série 40, série 80). O princípio de funcionamento da selectividade lógica é idêntico para toda a gama Sepam. Os 2 exemplos abaixo indicados ilustram o principal interesse da selectividade lógica : Exemplo 1 : distribuição em antena com utilização da selectividade cronométrica Exemplo 2 : distribuição em antena com utilização do sistema de selectividade lógica do Sepam td: X + 0,9 s Sepam td: X s td: X + 0,6 s Sepam td: X s td: X + 0,3 s Sepam td: X s Ordem de Bloqueio de Selectividade Lógica td: X s Sepam td: X s td tempo de disparo de curvas com tempo definido td tempo de disparo de curvas com tempo definido SEPED /

122 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Funcionamento O funcionamento da selectividade lógica está descrito no esquema abaixo indicado : Sepam a montante Recepção bloqueio de selectividade lógica - + Saídas de emissão bloqueio de selectividade lógica outros Sepam a jusante Sepam a jusante Emissão bloqueio de selectividade lógica Quando ocorre um defeito numa rede em antena, a corrente de defeito percorre o circuito entre a fonte e o ponto de defeito : As protecções a montante do defeito são solicitadas. As protecções a jusante do defeito não são solicitadas. Apenas deve actuar a primeira protecção a montante do defeito. Quando um Sepam detecta um defeito : Emite uma ordem de bloqueio de selectividade lógica num relé de saída. Provoca o disparo do disjuntor associado se não receber qualquer ordem de bloqueio de selectividade lógica numa entrada lógica. A emissão do bloqueio de selectividade lógica demora o tempo necessário à eliminação do defeito. É interrompida após uma temporização que considera o tempo de funcionamento do equipamento de corte e o tempo de retorno da protecção. Em caso de falha do equipamento (ausência de abertura do disjuntor devido a defeito), a ordem de bloqueio de selectividade lógica é interrompida 200 ms após a emissão da ordem de disparo. Para minimizar a recepção de uma ordem de bloqueio de selectividade lógica espontânea, é possível configurar, para cada nível, uma temporização de reserva Tbu que não é bloqueada pela ordem de bloqueio de selectividade lógica. Estas temporizações destinam-se a uma utilização em selectividade cronométrica em relação à protecção a jusante. Este sistema permite minimizar a duração do defeito, optimizar a selectividade e garantir a segurança em situações degradadas (falha da cablagem ou do equipamento de corte). Implementação da função Em modo padrão : Apenas o Sepam série 10 A integra, em modo padrão, uma emissão do bloqueio de selectividade lógica no relé de saída O5. Esta saída permite assegurar o bloqueio da protecção situada a montante. Em modo personalizado : Nos Sepam série 10 N e série 10 B, a emissão do bloqueio de selectividade lógica pode estar associada aos relés de saída O2 ou O3. Nos Sepam série 10 A : A emissão do bloqueio de selectividade lógica pode estar associada aos relés de saída O2, O3, O5 ou O6, A recepção do bloqueio de selectividade lógica pode estar associada às entradas lógicas I3 ou I4. Consultar Funcionamento em modo personalizado, p SEPED /2008

123 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Diagrama de blocos para os Sepam série 10 A O diagrama de blocos da selectividade lógica com emissão e recepção de bloqueio de selectividade lógica é o seguinte : IA IB IC >Is T 0 Saída retardada (select. lógica) & 1 Saída disparo temporizado (relé de saída) Tbu 0 Saída retardada (select. cronométrica) 200 ms0 & Função nível I> Função nível I>> Função 50N-51N nível Io> Saída de arranque 1 Emissão bloqueio de selectividade lógica para relé de saída: O5 em modo padrão O2, O3, O5 ou O6 em modo personalizado Função 50N-51N nível Io>> Entrada lógica: Recepção de Bloqueio de Selectividade Lógica (I3 ou I4 em modo personalizado) Diagrama de blocos para os Sepam série 10 N e série 10 B O diagrama de blocos da selectividade lógica, apenas com emissão do bloqueio de selectividade lógica, é o seguinte : IA IB IC >Is T 0 Saída disparo temporizado (relé de saída) 200 ms0 & Função nível I> Função nível I>> Saída de arranque 1 Emissão bloqueio de selectividade lógica para relé de saída: O2 ou O3 em modo personalizado Função 50N-51N nível Io> Função 50N-51N nível Io>> SEPED /

124 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Parametrização das temporizações de reserva Tbu Nos Sepam série 10 A que exploram em recepção uma ordem de bloqueio de selectividade lógica, recomenda-se a configuração das temporizações de reserva associadas aos níveis I>, I>>, Io> e Io>> utilizados. Não estando bloqueadas pela ordem de bloqueio de selectividade lógica, estas temporizações permitem garantir o disparo aquando da recepção de uma ordem de bloqueio de selectividade lógica espontânea. Estas temporizações devem ser configuradas aplicando as regras de selectividade cronométrica em relação à protecção a jusante. As temporizações de reserva são acessíveis a partir do menu de parâmetros em modo personalizado nos 4 ecrãs 68 BKUP I>, 68 BKUP I>>, 68 BKUP Io>, 68 BKUP Io>>. Para cada nível, estes ecrãs propõem 3 campos : primeiro campo : DESL ou tipo de curva. 2 selecções são possíveis : DESL : Temporização de reserva desligada Tipo de curva : Temporização de reserva activada. Este campo, que não pode ser modificado, indica o tipo de curva definido para o nível no menu de protecção. Se o nível estiver DESL no menu de protecção, o nível de reserva correspondente está DESL, sem possibilidade de modificação. segundo campo : este campo não pode ser modificado. Contém o valor do nível configurado no menu de protecção. terceiro campo : Temporização Tbu, campo modificável. Deve ser configurado aplicando as regras de selectividade cronométrica em relação à protecção a jusante. Nota: Após uma modificação do tipo de curva no menu de protecção, a temporização Tbu assume automaticamente o valor por defeito. Se a temporização Tbu for utilizada, é indispensável voltar a configurar a temporização Tbu em função do novo tipo de curva. 124 SEPED /2008

125 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Medição das correntes de fase Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição Parametrização A função de medição das correntes pode ser acedida a partir do menu de medição. Indica o valor efectivo das correntes de fase e considera as harmónicas até à categoria 15 a 50 Hz (ou até à categoria 13 a 60 Hz). Nos Sepam série 10 4, esta função indica as 3 correntes de fase. Nos Sepam série 10 3, que não permitem a ligação da fase B, esta função indica apenas as correntes nas fases A e C. O Sepam volta, automaticamente, ao ecrã de visualização das medições das correntes de fase quando nenhuma tecla tiver sido utilizada durante mais de 10 minutos. Nos Sepam série 10 A, as medições das correntes de fase podem igualmente ser acedidas pela comunicação. Nos Sepam série 10 4, no menu de parâmetros, é possível seleccionar o número de correntes de fase visualizadas. Se a fase B não estiver equipada com um transformador de corrente, esta parametrização permite desactivar a visualização desta fase para não facultar a informação IB = 0 que poderia levar a um erro de interpretação por parte do utilizador. Para mais detalhes, consultar Número de correntes de fase visualizadas, p O parâmetro a configurar é: Número de correntes de fase visualizadas (ecrã VALOR I). SEPED /

126 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Medição da corrente de terra Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A função de medição da corrente de terra pode ser acedida a partir do menu de medição. Indica o valor do fundamental da corrente de terra. A medição da corrente de terra e a protecção de máximo de corrente de terra (ANSI 50N-51N) exigem a ligação da entrada homopolar, uma vez que o Sepam não calcula a corrente de terra por soma interna das medições das 3 correntes de fase. Esta entrada pode estar ligada no ponto comum dos 3 TC de fase, a um TC de terra ou a um toro homopolar CSH120, CSH200 ou GO110. Nos Sepam série 10 A, as medições da corrente de terra podem igualmente ser acedidas pela comunicação. Existem vários tipos de cada modelo de Sepam, consoante a sensibilidade pretendida para a medição da corrente de terra. O esquema de ligação da entrada de medição da corrente de terra e a parametrização associada dependem do tipo de Sepam. Para mais detalhes, consultar Esquemas de ligação, p SEPED /2008

127 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Valores de pico de corrente das correntes de fase Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição Parametrização A função de valores de pico de corrente das correntes de fase pode ser acedida a partir do menu de medição. Indica o maior valor da corrente média para cada uma das 3 fases e permite conhecer a maior intensidade absorvida durante os picos de cargas. A reinicialização pode ser efectuada através da tecla de Reset situada no painel dianteiro. Para tal, é necessário premir esta tecla durante pelo menos 2 segundos quando a função de valores de pico de corrente estiver seleccionada no ecrã. Nos Sepam série 10 A, as medições dos valores de pico de corrente e a respectiva reinicialização podem ser igualmente acedidas pela comunicação. No menu de parâmetros, é possível adequar a seguinte parametrização: Período de cálculo da média (ecrã T PICO CORRENTE) O valor por defeito é de 5 minutos, com uma gama de definições de 1 mn a 60 mn e um passo de parametrização de 1 mn. SEPED /

128 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Registo do último defeito Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A função de registo do último defeito pode ser acedida a partir do menu de medição. Indica a origem da ordem de disparo e o valor das 3 correntes de fase e da corrente de terra aquando do disparo. A extensão da mensagem sendo mais importante do que o tamanho do visor, esta função apresenta continuamente uma visualização sucessiva. As informações são memorizadas até ocorrer o próximo disparo e não podem ser reinicializadas. Esta função não está disponível nos Sepam série 10 A, sendo substituída pela função de registo com marcação de data dos últimos 5 eventos. Os defeitos registados são os seguintes: Defeito Designação no visor Disparo através da protecção I> I> Disparo através da protecção I>> I>> Disparo através da protecção Io> Io> Disparo através da protecção Io>> Io>> Disparo através da protecção de sobrecarga térmica TERMICA Observação: As gamas de medição estão detalhadas emcorrentes de fase de disparo, p. 249 e Corrente de terra de disparo, p Se os valores das correntes registadas aquando do disparo não estiverem nas gamas de medição, os campos correspondentes são preenchidos por: > 40 In para as correntes de fase > 40 Ino para a corrente de terra > 400 A para a corrente de terra medida por toro homopolar no valor A > 40 A para a corrente de terra medida por toro homopolar no valor 0,2-24 A Parametrização Possibilidade de personalização No menu de parâmetros, é possível adequar a seguinte parametrização: Número de correntes de fase visualizadas (ecrã VALOR I). Para mais detalhes, consultar Número de correntes de fase visualizadas, p A personalização do Sepam permite-lhe, se necessário, assinalar os defeitos sem dar a ordem de abertura ao disjuntor. Por exemplo, nos casos em que a exploração da rede é efectuada por defeito de terra mantido, o modo personalizado permite simultaneamente: não atribuir a protecção de falha de terra ao disparo, assinalar apenas o defeito através do LED situado no painel dianteiro ou através de um relé de saída utilizado como alarme. Consultar Funcionamento em modo personalizado, p SEPED /2008

129 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Registo com marcação de data dos últimos 5 eventos Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A função de registo com marcação de data dos últimos 5 eventos pode ser acedida a partir do menu de medição. Permite visualizar as características dos últimos 5 eventos nos 5 ecrãs sucessivos do menu de medição. Para cada evento, o Sepam indica a sua origem, a data e a hora do defeito. O valor das 3 correntes de fase e da corrente de terra está igualmente indicado, com excepção dos seguintes eventos: fecho do disjuntor pela comunicação e defeito do circuito de disparo. A extensão da mensagem sendo mais importante do que o tamanho do visor, esta função apresenta continuamente uma visualização sucessiva. Não é possível reinicializar estas informações. De forma a poderem ser identificados, cada evento tem um número de fila absoluto que se incrementa de 0 a Após ultrapassagem deste número, o número de fila volta para 0. A cada novo evento, o Sepam elimina o mais antigo na sua lista de 5. Quando um Sepam, à saída da fábrica, ainda não registou 5 eventos, o número de ecrãs correspondente no menu de medição é inferior a 5. Os eventos registados são os seguintes: Evento Designação no visor Disparo através da protecção I> I> Disparo através da protecção I>> I>> Disparo através da protecção Io> Io> Disparo através da protecção Io>> Io>> Disparo através da protecção de sobrecarga térmica TERMICA Disparo por entrada externa DISPARO EXT Defeito do circuito de disparo ALARME TCS Abertura do disjuntor pela comunicação DISPARO POR COM Fecho do disjuntor pela comunicação FECHO POR COM Disparo por protecção I> de reserva da selectividade lógica I> LD Disparo por protecção I>> de reserva da selectividade lógica I> LD Disparo para protecção Io> de reserva da selectividade lógica Io> LD Disparo por protecção Io>> de reserva da selectividade lógica Io> LD Observação: As gamas de medição estão detalhadas emcorrentes de fase de disparo, p. 249 e Corrente de terra de disparo, p Se os valores das correntes registadas aquando do disparo não estiverem nas gamas de medição, os campos correspondentes são preenchidos por: > 40 In para as correntes de fase > 40 Ino para a corrente de terra > 400 A para a corrente de terra medida por toro homopolar no valor A > 40 A para a corrente de terra medida por toro homopolar no valor 0,2-24 A Parametrização A definição da hora do relógio interno do Sepam pode ser acedida a partir do menu de parâmetros: definição da data (ecrã DATA), definição da hora (ecrã HORA). Possibilidade de personalização A personalização do Sepam permite-lhe, se necessário, assinalar os defeitos sem dar a ordem de abertura ao disjuntor. Por exemplo, nos casos em que a exploração da rede é efectuada por defeito de terra mantido, o modo personalizado permite simultaneamente: não atribuir a protecção de falha de terra ao disparo, assinalar apenas o defeito através do LED situado no painel dianteiro ou através de um relé de saída utilizado como alarme. Consultar Funcionamento em modo personalizado, p SEPED /

130 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Idioma de utilização Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição Parametrização O idioma por defeito é o inglês. A selecção do idioma de utilização pode ser acedida a partir do menu de parâmetros. O parâmetro a configurar é: Selecção do idioma (ecrã IDIOMA) É possível seleccionar os seguintes idiomas: inglês inglês US espanhol francês italiano alemão turco português Observação: Para os Sepam certificados GOST, é possível seleccionar os seguintes idiomas: russo inglês francês 130 SEPED /2008

131 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Número de correntes de fase visualizadas Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição Parametrização A selecção do número de correntes de fase visualizadas apenas existe nos Sepam série 10 4 que permitem a ligação de 3 TC de fase. Por defeito, estes Sepam indicam a medição das 3 correntes de fase. Se a fase B não estiver equipada com um transformador de corrente, então recomenda-se a desactivação da visualização desta fase para não facultar a informação IB = 0 que poderia levar a um erro de interpretação por parte do utilizador. Para tal, o ecrã VALOR I permite seleccionar a visualização das 3 fases IA, IB e IC ou a das 2 fases IA e IC. Este parâmetro determina a visualização de 2 ou 3 fases para o conjunto das funções que tratam da corrente: medição das correntes de fase, valores de pico de corrente das correntes de fase, registo do último defeito, registo com marcação de data dos últimos 5 eventos. Este parâmetro não actua ao nível do funcionamento das protecções. A selecção do número de correntes de fase visualizadas pode ser acedida a partir do menu de parâmetros. O parâmetro a configurar é: Número de correntes de fase visualizadas (ecrã VALOR I). SEPED /

132 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Comunicação Aplicável ao Sepam série 10 N B A Protocolos de comunicação Selecção do protocolo de comunicação Parametrização do protocolo Modbus Os Sepam série 10 A estão equipados com uma porta de comunicação RS 485. Por defeito, funciona com o protocolo Modbus. É igualmente possível seleccionar o protocolo IEC Consultar Comunicação, p A selecção do protocolo de comunicação é efectuada a partir do menu de parâmetros (ecrã PROTOCOLO). O seguinte ecrã do menu de parâmetros contém os parâmetros de definição correspondentes ao protocolo seleccionado. Os parâmetros do protocolo Modbus são configurados a partir do menu de parâmetros (ecrã MODBUS). Estes parâmetros estão descritos na seguinte tabela : Parâmetros Valores permitidos Endereço Velocidade de transmissão 4800 Baud 9600 Baud Baud Baud Paridade sem (2 bits de stop) par (1 bit de stop) ímpar (1 bit de stop) Controlo remoto DIR: controlo remoto em modo directo SBO: controlo remoto em modo confirmado (Select Before Operate) Parametrização do protocolo IEC Os parâmetros do protocolo IEC são configurados a partir do menu de parâmetros (ecrã IEC ). Estes parâmetros estão descritos na seguinte tabela : Parâmetros Valores permitidos Endereço Velocidade de transmissão 4800 Baud 9600 Baud Baud Baud Paridade sem (2 bits de stop) par (1 bit de stop) ímpar (1 bit de stop) Controlo local/ remoto O Sepam série 10 A gere o modo local/remoto para permitir ou proibir acções pela porta de comunicação. Em modo padrão, a entrada lógica I4 é atribuída à informação modo local / remoto. Se esta entrada for activada, os controlos remotos não são considerados, excepto para o controlo remoto de abertura. Uma parametrização do menu de parâmetros permite proibir, se necessário, o controlo remoto de abertura em modo local. Para mais detalhes, consultar Funcionamento do controlo local/remoto, p Em modo personalizado, a entrada lógica local / remota pode ser atribuída às entradas lógicas I3 ou I SEPED /2008

133 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Controlo do disjuntor pela comunicação O Sepam série 10 A permite controlar a abertura ou o fecho do disjuntor através da porta de comunicação. 2 controlos remotos predefinidos permitem activar os relés de saída O1 e O4 : a abertura do disjuntor activa o relé de saída O1, o fecho do disjuntor activa o relé de saída O4. Em modo padrão, os relés de saída O1 e O4 são, respectivamente, atribuídos ao disparo e ao fecho do disjuntor. Em modo personalizado, o disparo do disjuntor pode ser atribuído aos relés de saída O1, O2 ou O3. No entanto, a abertura do disjuntor pela comunicação efectua-se sempre através do relé de saída O1. Observações Aquando da recepção de um controlo remoto, a activação dos relés de saída O1 ou O4 é mantida durante um período delimitado de 200 ms, para assegurar que o controlo seja considerado pelas bobinas de disparo ou fecho. O relé de saída O4 não é activado por um controlo remoto de fecho se o Sepam considerar o disjuntor em posição fechada (entrada lógica I2 no estado 1). Estas 2 características estão ilustradas no diagrama de blocos abaixo indicado. Diagrama de blocos - Controlo do disjuntor pela comunicação O diagrama de blocos do tratamento dos controlos remotos abertura / fecho e do modo local / remoto é o seguinte : Controlo remoto de abertura Entrada lógica I4 modo local Abertura não aceite (configuração Sepam) & T = 200 ms & 0 T Relé de saída O1 abertura disjuntor Controlo remoto de fecho Entrada lógica I4 modo local & T = 200 ms 0 T & Relé de saída O4 fecho disjuntor Entrada lógica I2 disjuntor fechado Defeito de discordância controlo remoto/ posição disjuntor O Sepam permite detectar uma discordância entre o último controlo remoto recebido e a posição real do disjuntor. A informação pode ser acedida através de uma indicação remota. Esta informação permite identificar uma mudança de posição do disjuntor provocada por um disparo devido a um defeito (acção de uma protecção) ou por uma operação local (acção manual no disjuntor). Diagrama de blocos do defeito de discordância controlo remoto/ posição disjuntor Entrada lógica I1 disjuntor aberto Controlo remoto de abertura Controlo remoto de fecho S R & T = 1 s Entrada lógica I4 Modo local 1 T 0 Discordância controlo remoto/ posição disjuntor Controlo remoto de fecho S & Controlo remoto de abertura Entrada lógica I2 disjuntor fechado R SEPED /

134 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Leitura da posição do disjuntor O Sepam série 10 A permite transmitir a posição do disjuntor através da porta de comunicação. Os contactos de posição do disjuntor devem estar ligados por cabo a 2 entradas lógicas do Sepam : Entrada lógica I1 : disjuntor aberto (interlock F/O), Entrada lógica I2 : disjuntor fechado (interlock O/O). A posição do disjuntor pode ser acedida através da leitura das tabelas de comunicação : do estado da indicação remota Posição do disjuntor ( = 1 se o disjuntor estiver fechado), dos estados das entradas lógicas I1 e I2. O Sepam disponibiliza informações complementares relacionadas com a posição do disjuntor : A indicação remota Discordância controlo remoto/posição disjuntor. A indicação remota Defeito complementaridade ou Trip Circuit Supervision (TCS). Consoante a cablagem das entradas I1 e I2, o Sepam pode supervisionar a continuidade do circuito de disparo ou, mais simplesmente, a complementaridade das entradas I1 e I2. Consultar Supervisão do circuito de disparo (TCS), p SEPED /2008

135 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Supervisão do circuito de disparo (TCS) Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição Entre o Sepam e o disjuntor, o circuito de disparo passa por fios, terminais e fichas. Se a função estiver activada, o Sepam supervisiona permanentemente este circuito de forma a certificar-se de que este não está cortado. O seguinte esquema permite fazer circular permanentemente uma pequena corrente no circuito de disparo. O Sepam verifica continuamente a presença desta corrente. Por defeito, a função de supervisão do circuito de disparo não está activada, de modo a não gerar qualquer mensagem irrelevante, caso os contactos de posição do disjuntor não estejam ligados. A sua activação deve ser efectuada no menu de parâmetros. Diagrama de blocos Supervisão em serviço Entrada lógica I1 disjuntor aberto Entrada lógica I2 disjuntor fechado & 1 T = 2 s & T 0 Defeito do circuito de disparo SEPED /

136 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Num disjuntor com bobina de disparo por emissão de tensão A função de supervisão do circuito de disparo utiliza as 2 entradas lógicas I1 e I2 ligadas a 2 contactos de posição do disjuntor de acordo com o seguinte esquema : Sepam O1 A I2 I1 D Bobina de disparo por emissão de tensão O Sepam utiliza estas 2 entradas lógicas para ler a posição do disjuntor. Estas 2 entradas são normalmente complementares. Se o Sepam detectar que estas 2 entradas estão simultaneamente a 1 ou a 0, isto indica um defeito que pode resultar das seguintes causas : uma ruptura da cablagem de alimentação da bobina de disparo por emissão de tensão ou um corte da bobina (neste caso, uma ordem de abertura seria inoperante). um defeito no funcionamento dos contactos de posição do disjuntor (neste caso, a leitura da posição do disjuntor não é válida). Em caso de defeito : Um ecrã de defeito aparece. Este ecrã desaparece momentaneamente quando o operador utiliza o teclado e volta automaticamente após 20 segundos enquanto o defeito ainda estiver presente. Um evento fica registado na função Registo com marcação de data dos últimos 5 eventos. O relé de saída O6 assinala o defeito (em modo padrão). Esta informação está igualmente disponível através da comunicação. O ecrã de parametrização desta função no menu de parâmetros indica a posição do disjuntor. Em caso de discordância das entradas I1 e I2, a indicação de posição é substituída por uma indicação de defeito. Após a intervenção de manutenção, isto pode ser utilizado para verificar se a reparação foi efectuada correctamente. Nota: Se as entradas I1 e I2 estiverem ligadas de acordo com um esquema diferente, a supervisão da continuidade do circuito de disparo pode não funcionar. No entanto, o Sepam assegura, mesmo assim, a leitura da posição do disjuntor de modo a transmiti-la pela comunicação. Por outro lado, a supervisão da complementaridade das entradas I1 e I2 também é assegurada. Isto permite garantir a validade da informação. Observação : O Sepam estabelece um tempo de 2 segundos para a consideração do estado das posições do disjuntor, de forma a não ter em conta uma eventual discordância que poderia aparecer entre I1 e I2 durante o tempo de funcionamento do disjuntor. Num disjuntor com bobina de disparo por mínima tensão Parametrização Neste caso, a supervisão da continuidade da cablagem de disparo é inútil uma vez que o disjuntor abrirse-á antes de o corte ser assinalado. A função é, então, apenas utilizada para supervisionar a complementaridade das entradas lógicas I1 e I2. A activação da função pode ser acedida a partir do menu de parâmetros. O parâmetro a configurar é : Activação da função de supervisão do circuito de disparo (ecrã TCS). 136 SEPED /2008

137 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Data e hora Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição O Sepam dispõe de um relógio interno que permite atribuir uma data e uma hora: aos eventos registados pela função de registo com marcação de data dos últimos 5 eventos, aos outros eventos com marcação de data, acessíveis pela comunicação. Em caso de corte da alimentação auxiliar do Sepam, o relógio interno é mantido pela bateria. Se a bateria for removida ou desligada, o relógio interno passa a ser alimentado pela alimentação auxiliar. Em caso de remoção ou descarga da bateria durante uma falha da alimentação auxiliar, o relógio interno reinicializa-se a 01/01/2007 0:00:00. Nota: A presença ou a ausência da bateria não interfere no funcionamento das protecções. Parametrização A definição da data e da hora pode ser acedida a partir do menu de parâmetros. Os parâmetros a configurar são: Definição da data (ecrã DATA), Definição da hora (ecrã HORA). A definição da data e da hora a partir do menu de parâmetros não é considerada quando a data e a hora do Sepam estiverem sincronizadas pela comunicação. SEPED /

138 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Tensão aplicada às entradas lógicas Aplicável ao Sepam série 10 Descrição Parametrização N B A Apenas para os Sepam série 10 A A e série 10 A E. As entradas lógicas do Sepam série 10 A F apenas são alimentadas com tensão contínua. Por defeito, as 4 entradas lógicas estão programadas para detectar a presença ou a ausência de uma tensão contínua. Se tiverem de funcionar com uma tensão de 50 Hz ou 60 Hz, então torna-se necessário adequar o seu funcionamento à detecção de uma tensão alterna. A selecção da tensão contínua ou da tensão alterna pode ser acedida a partir do menu de parâmetros. O parâmetro a configurar é: Tensão aplicada às entradas lógicas (ecrã ENTRAD LOGIC). 138 SEPED /2008

139 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Funcionamento do controlo local/remoto Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição Por defeito, num Sepam série 10 A, a entrada lógica I4 é utilizada para autorizar ou proibir acções pela porta de comunicação. A seguinte tabela indica as acções que podem ou não ser efectuadas a partir da porta de comunicação, consoante o estado I4: I4 = 0 Modo remoto Abertura do disjuntor sim sim Fecho do disjuntor sim não Resolução dos relés de saída e dos LEDs de defeito sim não Reinicialização dos valores de pico de corrente sim não I4 = 1 Modo local Nota: Se a entrada I4 não estiver ligada, então o seu estado equivale a 0. Neste caso, todas as acções da tabela acima são permitidas pela comunicação. Parametrização No menu de parâmetros, é possível modificar o funcionamento do Sepam de forma a proibir a passagem de uma ordem de abertura pela comunicação quando o Sepam está em modo local. O parâmetro a configurar é: Funcionamento do modo local (ecrã MODO LOCAL). Seleccionar ABERTURA NÃO ACEITE Neste caso, a tabela acima passa para: I4 = 0 Modo remoto Abertura do disjuntor sim não Fecho do disjuntor sim não Resolução dos relés de saída e dos LEDs de defeito sim não Reinicialização dos valores de pico de corrente sim não I4 = 1 Modo local Possibilidade de personalização A função de controlo local/remoto não apresenta qualquer possibilidade de personalização. No entanto, em modo personalizado, é possível atribuir I4 a uma utilização diferente do controlo local/ remoto. Se for o caso: O Sepam funciona em modo remoto e comporta-se como se I4 estivesse sempre a 0 nas tabelas acima. O ecrã de funcionamento do modo local (ecrã MODO LOCAL) está presente, mas inoperante. SEPED /

140 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Palavra-passe Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição Uma palavra-passe de 4 algarismos permite proteger a modificação da parametrização das protecções e dos parâmetros dos Sepam. É possível activar e definir a palavra-passe no menu de parâmetros. O parâmetro a configurar é: SEM SENHA ou SENHA = xxxx (ecrã DEF SENHA) Para mais detalhes, consultar Protecção da parametrização através de palavra-passe, p SEPED /2008

141 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Visualização do estado das entradas lógicas Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A função de visualização do estado das entradas lógicas pode ser acedida a partir do menu de parâmetros. Permite visualizar o estado das 4 entradas lógicas. O estado das entradas lógicas apenas pode ser acedido em modo leitura. O ecrã correspondente, EST ENTRADAS, não dispõe de qualquer parâmetro alterável. SEPED /

142 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Visualização do estado dos relés de saída Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A função de visualização do estado dos relés de saída pode ser acedida a partir do menu de parâmetros. Permite visualizar o estado dos relés de saída. Um estado lógico 1 indica que o relé de saída correspondente está na posição de funcionamento. O estado dos relés de saída apenas pode ser acedido em modo leitura. O ecrã correspondente, EST SAIDAS, não dispõe de qualquer parâmetro alterável. Para os Sepam série 10 N e série 10 B, os relés de saída visualizados são O1, O2 e O3. Para os Sepam série 10 A, os relés de saída visualizados são O1 a O6. O relé de watchdog O7 não pode ser visualizado neste ecrã. O seu estado é indicado pelo LED Vermelho situado no painel dianteiro. 142 SEPED /2008

143 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Relé de watchdog Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição Possibilidade de personalização Sepam série 10 A Os Sepam série 10 A dispõem, de série, de um relé de watchdog (O7). Trata-se de um relé inversor constantemente mantido na posição de funcionamento pelo Sepam. Em caso de falha do Sepam ou de desaparecimento da alimentação auxiliar, o relé de watchdog volta para a posição de descanso. Sepam série 10 N e série 10 B Os Sepam série 10 N e série 10 B não dispõem, de série, de um relé de watchdog. Nos Sepam série 10 N e série 10 B, é possível atribuir o relé de saída O3 à função watchdog. Consultar Funcionamento em modo personalizado, p SEPED /

144 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Sinalizações do painel dianteiro Aplicável ao Sepam série 10 N B A LEDs de estado Consoante os modelos, os Sepam dispõem de 2 ou 3 LEDs de estado: Pictograma Cor Evento LIGA Verde A tensão de alimentação encontra-se na entrada do Sepam. Vermelho O Sepam passou para a posição de falha segura após a detecção, pelos autotestes instalados, da falha de um dos seus componentes internos. Neste caso, o Sepam deixa de estar operacional. (Este LED pode acender-se de modo transitório aquando da activação do Sepam: esta situação é normal, não sendo indício de qualquer falha.) Amarelo intermitente Uma actividade está presente na linha de comunicação. (apenas para os Sepam série 10 A) LEDs de defeito Consoante os modelos, o Sepam dispõe de 1 a 4 LEDs vermelhos de indicação de defeito. Por defeito, estes LEDs funcionam por bloqueio: continuam a assinalar o defeito, mesmo após o seu desaparecimento. Serão eliminados por uma acção de resolução do defeito resultante da tecla de Reset ou da porta de comunicação (Sepam série 10 A). Estes LEDs são os seguintes: Pictograma I > Intermitência lenta Disparo pela protecção de fase ou pela protecção de reserva da selectividade lógica. Disparo pela protecção de falha de terra ou pela protecção de reserva da selectividade lógica. Disparo pela protecção de sobrecarga térmica. Ext Ocorreu uma ordem de disparo externo enviada pela entrada lógica I3. Para os 3 primeiros LEDs, pode surgir, antes do disparo pela protecção, uma intermitência mais rápida para assinalar as seguintes informações: Pictograma I > Intermitência rápida Ultrapassagem do nível instantâneo da protecção de máximo de corrente de fase (saída de arranque I> ou I>>) Ultrapassagem do nível instantâneo da protecção de máximo de corrente de terra (saída arranque Io> ou Io>>) Ultrapassagem do nível de alarme da protecção de sobrecarga térmica Ecrãs de defeito no visor A cada defeito detectado pelo Sepam, aparece no visor um ecrã correspondente ao defeito. Esse ecrã contém as mesmas informações que as memorizadas pelas funções de registo do último defeito e registo com marcação de data dos últimos 5 eventos. Se o operador premir uma tecla enquanto um ecrã de defeito estiver presente, este desaparece para que o operador possa utilizar o teclado e o visor. No entanto, as informações relativas ao defeito permanecem nos LEDs e nos registos de defeito acessíveis a partir do menu de medição. 144 SEPED /2008

145 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Possibilidade de personalização Em modo personalizado: Cada um dos LEDs de defeito pode ser configurado individualmente para deixar de funcionar por bloqueio. É possível atribuir as entradas lógicas I3 ou I4 a outros eventos. Se não for atribuída qualquer entrada ao disparo externo, o LED de disparo externo Ext não será utilizado. Nota: Se a atribuição dos relés de saída tiver sido alterada no modo personalizado, então os LEDs podem assinalar um defeito, mesmo que este não tenha dado qualquer ordem de abertura ao disjuntor. Consultar Funcionamento em modo personalizado, p SEPED /

146 Sepam série 10 - Funções e parâmetros Resolução dos defeitos Aplicável ao Sepam série 10 N B A Descrição A resolução dos defeitos pode ser efectuada: premindo a tecla de Reset, pela porta de comunicação (nos Sepam série 10 A). A resolução dos defeitos realiza: a extinção dos LEDs de defeito, a substituição do ecrã de defeito pelo ecrã visualizado anteriormente, o regresso dos relés de saída ao respectivo estado inicial de modo a autorizar o fecho do disjuntor. Nota: A resolução de um defeito não modifica a lista dos defeitos memorizados pelas funções de registo do último defeito e registo com marcação de data dos últimos 5 eventos. Possibilidade de personalização Com os Sepam série 10 A em modo personalizado, é possível atribuir uma entrada lógica I3 ou I4 à resolução dos defeitos. Consultar Funcionamento em modo personalizado, p SEPED /2008

147 Funcionamento em modo personalizado 5 Conteúdo deste capítulo Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Tópico Página Introdução 148 Sepam série 10 N - Personalização dos relés de saída 149 Sepam série 10 N - Personalização do LED de defeito 151 Sepam série 10 B - Personalização dos relés de saída 152 Sepam série 10 B - Personalização dos LEDs de defeito 154 Sepam série 10 A - Personalização dos relés de saída 155 Sepam série 10 A - Personalização das entradas lógicas 157 Sepam série 10 A - Personalização dos LEDs de defeito 158 Sepam série 10 A - Personalização da selectividade lógica 159 SEPED /

148 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Introdução Organização dos menus Todas as informações disponíveis no Sepam estão distribuídas por 3 menus: O menu de medição reúne as medições das correntes e os registos dos últimos eventos. O menu de protecção reúne a parametrização indispensável à activação das protecções. O menu de parâmetros reúne os parâmetros que permitem adequar o funcionamento do Sepam a aplicações particulares. Todos estes parâmetros têm um valor por defeito. As protecções estão operacionais até com os valores por defeito do menu de parâmetros. Modo de funcionamento dos relés de saída, dos LEDs e das entradas lógicas Selecção do modo de funcionamento Memorização dos parâmetros do modo personalizado 2 modos de funcionamento são possíveis para os relés de saída, para os LEDs de sinalização de defeito do painel dianteiro e para as entradas lógicas: O modo padrão (modo por defeito) corresponde ao funcionamento descrito no capítulo Funções e parâmetros, para o qual os relés de saída, os LEDs de sinalização de defeito do painel dianteiro e as entradas lógicas são previamente atribuídos. O modo personalizado permite, se necessário, alterar o funcionamento dos relés de saída, dos LEDs de sinalização de defeito do painel dianteiro e das entradas lógicas. Este capítulo descreve as possibilidades de personalização de cada modelo de Sepam com um diagrama de blocos e a descrição dos ecrãs de personalização associados no menu de parâmetros. Os interruptores representados nos diagramas de blocos são interruptores fictícios, sendo que cada um representa uma selecção num dos ecrãs de personalização. São concebidos na posição por defeito (modo padrão). O ecrã ATRIBUIR E/S situado no fim do menu de parâmetros permite seleccionar o modo de funcionamento: modo PADRAO, modo PERSONALIZADO. Após a selecção do modo personalizado, os ecrãs necessários para personalizar o funcionamento do Sepam ocorrem no menu de parâmetros, a seguir ao ecrã ATRIBUIR E/S. Após a parametrização dos parâmetros do modo de funcionamento personalizado, pode-se voltar ao modo de funcionamento padrão. Os parâmetros do modo de funcionamento personalizado passam então a ser memorizados pelo Sepam. Em caso de regresso ao modo de funcionamento personalizado, os parâmetros memorizados são propostos. 148 SEPED /2008

149 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Sepam série 10 N - Personalização dos relés de saída Diagrama de blocos A 1 2 Io > O Io >> 1 S R S R O OFF S R 68 O Reset watchdog OFF Referência 1 : Atribuição do relé de saída O1 Referência 2 : Atribuição do relé de saída O2 Referência 3 : Atribuição do relé de saída O3 O ecrã ATRIBUIR O1 permite seleccionar as saídas das funções de protecção ligadas ao relé de saída O1. O ecrã contém 2 dígitos. Cada dígito está associado à saída de uma função de protecção. Da esquerda para a direita, os dígitos estão associados às seguintes funções : saída retardada da protecção de máximo de corrente de terra, nível Io>, saída retardada da protecção de máximo de corrente de terra, nível Io>>. Se o valor do dígito for igual a 1, a saída da função de protecção associada está ligada ao relé de saída O1. Durante a operação de parametrização, a função associada ao dígito seleccionado é recordada por uma indicação no lado esquerdo da linha inferior. O ecrã ATRIBUIR O2 permite atribuir o relé de saída O2 a uma das seguintes funções : saída das funções de protecção, emissão de uma ordem de bloqueio de selectividade lógica (ANSI 68), não utilizado (DESL). Se o relé de saída O2 estiver atribuído à saída das funções de protecção, pode-se seleccionar as protecções que o irão activar. Esta operação é efectuada da mesma forma que para o relé de saída O1. O ecrã ATRIBUIR O3 permite atribuir o relé de saída O3 à uma das seguintes funções : saída das funções de protecção, emissão de uma ordem de bloqueio de selectividade lógica (ANSI 68), watchdog, não utilizado (DESL). Se o relé de saída O3 estiver atribuído à saída das funções de protecção, pode-se seleccionar as protecções que o irão activar. Esta operação é efectuada da mesma forma que para o relé de saída O1. SEPED /

150 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Referência 4 : Bloqueio dos relés de saída O ecrã BLOQ RELES permite desactivar a função bloqueio de cada um dos relés de saída O1, O2 e O3. Os parâmetros a configurar são : Bloqueio O1 : SIM ou NAO. Bloqueio O2 : SIM ou NAO. Bloqueio O3 : SIM ou NAO. Significado : SIM significa que o relé de saída funciona com bloqueio. Neste caso, permanece na posição de funcionamento após a recepção de uma ordem de disparo, até à resolução pela tecla de Reset. Trata-se do funcionamento por defeito. NAO significa que o relé de saída volta para a sua posição de descanso assim que a ordem dada pela protecção tiver desaparecido. Referência 5 : Inversão do funcionamento dos relés de saída O ecrã INV RELES permite inverter a lógica de funcionamento dos relés de saída O1 e O2. Os parâmetros a configurar são : Inversão O1 : SIM ou NAO. Inversão O2 : SIM ou NAO. Significado : NAO significa que o funcionamento do relé de saída não está invertido. Neste caso, está normalmente na posição de descanso, passando para a posição de funcionamento com a acção da protecção. Trata-se do funcionamento por defeito. Consoante o contacto utilizado, O1 pode dirigir uma bobina de disparo por emissão de tensão ou uma bobina de disparo por mínima tensão. SIM significa que o funcionamento do relé de saída está invertido. Neste caso, está normalmente em posição de funcionamento, passando para a posição de descanso após recepção de uma ordem de disparo. Casos de aplicação : A inversão do funcionamento do relé de saída O1 deve ser utilizada quando o Sepam controlar uma bobina de disparo por mínima tensão, sendo necessária uma abertura automática do disjuntor, em caso de falha do Sepam. Se o relé de saída O2 for utilizado para assegurar o bloqueio do disparo (função ANSI 86), a inversão do funcionamento do relé de saída O2 deve ser utilizada para casos específicos em que o disparo do disjuntor deve ser bloqueado, caso se verifique uma indisponibilidade da protecção. 150 SEPED /2008

151 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Sepam série 10 N - Personalização do LED de defeito Diagrama de blocos Io> Io>> 1 S R I > Reset Bloqueio do LED O ecrã BLOQ LED permite desactivar a função de bloqueio do LED I > defeito de terra (níveis Io> e Io>>). O parâmetro a configurar é : Bloqueio LED : SIM ou NAO. Significado : SIM significa que o LED funciona com bloqueio. Neste caso, pisca após a detecção de um defeito, mesmo transitório, até à resolução com a tecla de Reset. Trata-se do funcionamento por defeito. NAO significa que o LED pára de piscar assim que o defeito detectado tiver desaparecido. SEPED /

152 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Sepam série 10 B - Personalização dos relés de saída Diagrama de blocos A 1 2 I> I>> 49RMS-T Io> 1 1 S R O Io>> S R 68 O RMS-A OFF S R 68 49RMS-A O Reset watchdog OFF Referência 1 : Atribuição do relé de saída O1 Referência 2 : Atribuição do relé de saída O2 O ecrã ATRIBUIR O1 permite seleccionar as saídas das funções de protecção ligadas ao relé de saída O1. O ecrã contém 5 dígitos. Cada dígito está associado à saída de uma função de protecção. Da esquerda para a direita, os dígitos estão associados às seguintes funções : saída retardada da protecção de máximo de corrente de fase, nível I>, saída retardada da protecção de máximo de corrente de fase, nível I>>, saída retardada da protecção de máximo de corrente de terra, nível Io>, saída retardada da protecção de máximo de corrente de terra, nível Io>>, saída disparo da protecção de sobrecarga térmica (ANSI 49 RMS-T). Se o valor do dígito for igual a 1, a saída da função de protecção associada está ligada ao relé de saída O1. Durante a operação de parametrização, a função associada ao dígito seleccionado é recordada por uma indicação no lado esquerdo da linha inferior. O ecrã ATRIBUIR O2 permite atribuir o relé de saída O2 a uma das seguintes funções : saída das funções de protecção, emissão de uma ordem de bloqueio de selectividade lógica (ANSI 68), saída de alarme da protecção de sobrecarga térmica (ANSI 49 RMS-A), não utilizado (DESL). Se o relé de saída O2 estiver atribuído à saída das funções de protecção, pode-se seleccionar as protecções que o irão activar. Esta operação é efectuada da mesma forma que para o relé de saída O SEPED /2008

153 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Referência 3 : Atribuição do relé de saída O3 Referência 4 : Bloqueio dos relés de saída O ecrã ATRIBUIR O3 permite atribuir o relé de saída O3 à uma das seguintes funções : saída das funções de protecção, emissão de uma ordem de bloqueio de selectividade lógica (ANSI 68), saída de alarme da protecção de sobrecarga térmica (ANSI 49 RMS-A), watchdog, não utilizado (DESL). Se o relé de saída O3 estiver atribuído à saída das funções de protecção, pode-se seleccionar as protecções que o irão activar. Esta operação é efectuada da mesma forma que para o relé de saída O1. O ecrã BLOQ RELES permite desactivar a função bloqueio de cada um dos relés de saída O1, O2 e O3. Os parâmetros a configurar são : Bloqueio O1 : SIM ou NAO. Bloqueio O2 : SIM ou NAO. Bloqueio O3 : SIM ou NAO. Significado : SIM significa que o relé de saída funciona com bloqueio. Neste caso, permanece na posição de funcionamento após a recepção de uma ordem de disparo, até à resolução pela tecla de Reset. Trata-se do funcionamento por defeito. NAO significa que o relé de saída volta para a sua posição de descanso assim que a ordem dada pela protecção tiver desaparecido. Referência 5 : Inversão do funcionamento dos relés de saída O ecrã INV RELES permite inverter a lógica de funcionamento dos relés de saída O1 e O2. Os parâmetros a configurar são : Inversão O1 : SIM ou NAO. Inversão O2 : SIM ou NAO. Significado : NAO significa que o funcionamento do relé de saída não está invertido. Neste caso, está normalmente na posição de descanso, passando para a posição de funcionamento com a acção da protecção. Trata-se do funcionamento por defeito. Consoante o contacto utilizado, O1 pode dirigir uma bobina de disparo por emissão de tensão ou uma bobina de disparo por mínima tensão. SIM significa que o funcionamento do relé de saída está invertido. Neste caso, está normalmente em posição de funcionamento, passando para a posição de descanso após recepção de uma ordem de disparo. Casos de aplicação : A inversão do funcionamento do relé de saída O1 deve ser utilizada quando o Sepam controlar uma bobina de disparo por mínima tensão, sendo necessária uma abertura automática do disjuntor, em caso de falha do Sepam. Se o relé de saída O2 for utilizado para assegurar o bloqueio do disparo (função ANSI 86), a inversão do funcionamento do relé de saída O2 deve ser utilizada para casos específicos em que o disparo do disjuntor deve ser bloqueado, caso se verifique uma indisponibilidade da protecção. SEPED /

154 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Sepam série 10 B - Personalização dos LEDs de defeito Diagrama de blocos I> 4 I> I>> 1 S R Io> 4 I > Io>> 1 S R 4 49RMS-T Reset S R Bloqueio dos LEDs O ecrã BLOQ LED 1 permite desactivar a função bloqueio para cada um dos LEDs : defeito de fase (níveis I> e I>>), I > defeito de terra (níveis Io> e Io>>). O ecrã BLOQ LED 2 permite desactivar a função bloqueio do LED defeito de protecção de sobrecarga térmica (ANSI 49 RMS-T). O parâmetro a configurar para cada um dos LEDs é : Bloqueio LED : SIM ou NAO. Significado : SIM significa que o LED funciona com bloqueio. Neste caso, pisca após a detecção de um defeito, mesmo transitório, até à resolução com a tecla de Reset. Trata-se do funcionamento por defeito. NAO significa que o LED pára de piscar assim que o defeito detectado tiver desaparecido. 154 SEPED /2008

155 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Sepam série 10 A - Personalização dos relés de saída Diagrama de blocos Ext I> I>> 49RMS-T Io> Io>> 1 1 S R O1 A S R 68 49RMS-A O OFF 2 Reset 1 S R RMS-A OFF 2 O Reset 1 Reset COM Close Open 68 3 O4 D RMS-A TCS OFF O RMS-A TCS OFF O Referência 1 : Atribuição do relé de saída O1 O ecrã ATRIBUIR O1 permite seleccionar as saídas das funções de protecção ligadas ao relé de saída O1. O ecrã contém 6 dígitos. Cada dígito está associado à saída de uma função de protecção. Da esquerda para a direita, os dígitos estão associados às seguintes funções : saída retardada da protecção de máximo de corrente de fase, nível I>, saída retardada da protecção de máximo de corrente de fase, nível I>>, saída retardada da protecção de máximo de corrente de terra, nível Io>, saída retardada da protecção de máximo de corrente de terra, nível Io>>, saída de disparo da protecção de sobrecarga térmica (ANSI 49 RMS-T), ordem de disparo externo ligado à uma entrada lógica, I3 ou l4, consoante a parametrização. Se o valor do dígito for igual a 1, a saída da função de protecção associada está ligada ao relé de saída O1. Durante a operação de parametrização, a função associada ao dígito seleccionado é recordada por uma indicação no lado esquerdo da linha inferior. SEPED /

156 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Referência 2 : Atribuição dos relés de saída O2 e O3 Referência 3 : Atribuição dos relés de saída O5 e O6 Os ecrãs ATRIBUIR O2 e ATRIBUIR O3 permitem atribuir os relés de saída O2 e O3 a uma das seguintes funções : saída das funções de protecção, emissão de uma ordem de bloqueio de selectividade lógica (ANSI 68), saída de alarme da protecção de sobrecarga térmica (ANSI 49 RMS-A), não utilizado (DESL). Se um relé de saída O2 ou O3 estiver atribuído à saída das funções de protecção, é possível seleccionar as protecções que o irão activar. Esta operação é efectuada da mesma forma que para o relé de saída O1. Os ecrãs ATRIBUIR O5 e ATRIBUIR O6 permitem atribuir os relés de saída O5 e O6 a uma das seguintes funções : emissão de uma ordem de bloqueio de selectividade lógica (ANSI 68), saída de alarme da protecção de sobrecarga térmica (ANSI 49 RMS-A), sinalização de um defeito de continuidade do circuito de disparo (TCS), não utilizado (DESL). Referência 4 : Bloqueio dos relés de saída O ecrã BLOQ RELES permite desactivar a função bloqueio de cada um dos relés de saída O1, O2 e O3. Os parâmetros a configurar são : Bloqueio O1 : SIM ou NAO. Bloqueio O2 : SIM ou NAO. Bloqueio O3 : SIM ou NAO. Significado : SIM significa que o relé de saída funciona com bloqueio. Neste caso, permanece na posição de funcionamento após a recepção de uma ordem de disparo, até à resolução pela tecla de Reset, por uma entrada lógica ou pela comunicação. Trata-se do funcionamento por defeito. NAO significa que o relé de saída volta para a sua posição de descanso assim que a ordem dada pela protecção tiver desaparecido. Referência 5 : Inversão do funcionamento dos relés de saída O ecrã INV RELES permite inverter a lógica de funcionamento dos relés de saída O1 e O2. Os parâmetros a configurar são : Inversão O1 : SIM ou NAO. Inversão O2 : SIM ou NAO. Significado : NAO significa que o funcionamento do relé de saída não está invertido. Neste caso, está normalmente na posição de descanso, passando para a posição de funcionamento com a acção da protecção. Trata-se do funcionamento por defeito. Consoante o contacto utilizado, O1 pode dirigir uma bobina de disparo por emissão de tensão ou uma bobina de disparo por mínima tensão. SIM significa que o funcionamento do relé de saída está invertido. Neste caso, está normalmente em posição de funcionamento, passando para a posição de descanso após recepção de uma ordem de disparo. Casos de aplicação : A inversão do funcionamento do relé de saída O1 deve ser utilizada quando o Sepam controlar uma bobina de disparo por mínima tensão, sendo necessária uma abertura automática do disjuntor, em caso de falha do Sepam. Se o relé de saída O2 for utilizado para assegurar o bloqueio do disparo (função ANSI 86), a inversão do funcionamento do relé de saída O2 deve ser utilizada para casos específicos em que o disparo do disjuntor deve ser bloqueado, caso se verifique uma indisponibilidade da protecção. 156 SEPED /2008

157 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Sepam série 10 A - Personalização das entradas lógicas Diagrama de blocos IA IB IC D I1 I2 I3 I4 TCS Ext 68 Reset Local/Remote OFF Ext 68 Reset Local/Remote OFF Atribuição das entradas I3 e l4 Os ecrãs ATRIBUIR I3 e ATRIBUIR I4 permitem atribuir as entradas lógicas l3 e l4 a uma das seguintes funções : disparo por ordem externa, entrada de bloqueio de selectividade lógica, ordem enviada por um disjuntor a jusante, resolução dos defeitos (mesma função que a tecla de Reset), selecção do modo de verificação : local (I=1) ou remoto (l=0) ; consultar Funcionamento do controlo local/remoto, p. 139, não utilizada (DESL). SEPED /

158 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Sepam série 10 A - Personalização dos LEDs de defeito Diagrama de blocos I> I>> 1 S R I> Io> Io>> 1 S R 4 I > 49RMS-T S R Ext Ext Reset S R Reset 1 COM Reset Bloqueio dos LEDs O ecrã BLOQ LED 1 permite desactivar a função bloqueio para cada um dos LEDs : defeito de fase (níveis I> e I>>), I > defeito de terra (níveis Io> e Io>>). O ecrã BLOQ LED 2 permite desactivar a função bloqueio para cada um dos LEDs : defeito de protecção de sobrecarga térmica, Ext disparo externo. O parâmetro a configurar para cada um dos LEDs é : Bloqueio LED : SIM ou NAO. Significado : SIM significa que o LED funciona com bloqueio. Neste caso, pisca após a detecção de um defeito, mesmo transitório, até à resolução pela tecla de Reset, por uma entrada lógica ou pela comunicação. Trata-se do funcionamento por defeito. NAO significa que o LED pára de piscar assim que o defeito detectado tiver desaparecido. 158 SEPED /2008

159 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado Sepam série 10 A - Personalização da selectividade lógica Temporização de reserva Os ecrãs 68 BKUP I>, 68 BKUP I>>, 68 BKUP Io> e 68 BKUP Io>> permitem activar e configurar a temporização de reserva associada aos níveis I>, I>>, Io> e Io>> utilizados. Estas temporizações não são bloqueadas pela ordem de bloqueio de selectividade lógica, de modo a assegurar o disparo em caso de recepção de uma ordem de bloqueio de selectividade lógica espontânea. Estas temporizações devem ser configuradas aplicando as regras de selectividade cronométrica em relação à protecção a jusante. Para a activação e configuração das temporizações de reserva, consultar Selectividade lógica (ANSI 68), p SEPED /

160 Sepam série 10 - Funcionamento em modo personalizado 160 SEPED /2008

161 Controlo do disjuntor e segurança de funcionamento 6 Conteúdo deste capítulo Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Tópico Página Princípio geral 162 Controlo do disjuntor em modo padrão 164 Controlo do disjuntor em modo personalizado 166 Funcionamento do sistema de auto-testes 168 SEPED /

162 Sepam série 10 - Controlo do disjuntor/segurança de funcionamento Princípio geral Consideração das falhas do relé de protecção Comportamento do disjuntor em caso de falha do Sepam A segurança de funcionamento é a propriedade que permite aos seus utilizadores confiar, com razão, no serviço prestado pelo Sepam. Para um relé de protecção Sepam, a segurança de funcionamento consiste em assegurar a disponibilidade e a segurança da instalação. Permite evitar as 2 seguintes situações: o disparo espontâneo da protecção: A continuidade do fornecimento da energia eléctrica é imprescindível tanto para um distribuidor industrial como para um distribuidor de electricidade. Um disparo espontâneo devido à protecção pode gerar perdas financeiras consideráveis. Esta situação tem uma incidência na disponibilidade da protecção. a ausência de disparo da protecção: As consequências de um defeito não eliminado podem ser desastrosas. Para a segurança da exploração, o relé de protecção deve detectar de forma selectiva e o mais rapidamente possível os defeitos da rede eléctrica. Esta situação tem uma incidência na segurança da instalação. A segurança de funcionamento de uma rede eléctrica deve considerar os imperativos de disponibilidade e de segurança das pessoas e dos materiais. As redes de distribuição eléctricas são constituídas por um conjunto de componentes (cabos, equipamentos de corte, relés de protecção, transformadores de medição, transformadores MT/BT, etc.) cujo correcto funcionamento pode ser afectado por falhas. As consequências da falha de um dos componentes da rede podem ser várias e dependem de factores próprios a cada rede. Nestes, podemos citar: a topologia da rede, a natureza dos utilizadores conectados, os tipos de cargas, a posição de cada componente na rede, o modo de falha de cada componente, etc. Em previsão da falha de um elemento da rede, é necessário privilegiar a continuidade de fornecimento da electricidade ou a desactivação de uma parte da rede. Durante a concepção da rede e do seu plano de protecção, o conhecimento dos modos de falha de cada um dos elementos pode ser utilizado de forma a orientar a falha para um determinado estado. Isto necessita de um modo de falha dos elementos da rede o mais determinista possível. Para responder a esta abordagem, o Sepam está equipado com auto-testes que verificam permanentemente o correcto funcionamento da sua electrónica e do respectivo software instalado. O objectivo dos auto-testes consiste em colocar o Sepam numa posição determinista, chamada posição de falha segura, em caso de falha ou disfunção de um dos seus componentes internos. Em posição de falha segura, o Sepam deixa de estar operacional, todos os seus relés de saída são forçados para a posição de descanso e deixa de assegurar a protecção da rede. Convém salientar que, em caso de desaparecimento da alimentação auxiliar, os relés de saída do Sepam irão ficar também em posição de descanso. É possível seleccionar se a passagem em posição de falha segura deve abrir ou não o disjuntor, em função das seguintes prioridades: garantir a continuidade da distribuição eléctrica, ou desactivar parte da rede em caso de falha do Sepam. As selecções possíveis dizem respeito: à bobina de disparo do disjuntor por emissão de tensão ou por mínima tensão, ao comando do bloqueio do fecho pelo contacto normalmente aberto ou pelo contacto normalmente fechado do relé de saída O2. A seguinte tabela indica os possíveis comportamentos em caso de falha do Sepam. A implementação em modo padrão ou em modo personalizado está descrita nos seguintes parágrafos. Disjuntor com bobina de disparo por emissão de tensão O disjuntor permanece fechado se o Sepam passar para a posição de falha segura. É necessária uma supervisão para detectar se a protecção deixou de estar operacional. Disjuntor com bobina de disparo por mínima tensão O disjuntor abre automaticamente se o Sepam passar para a posição de falha segura. O disjuntor abre em caso de perda da tensão auxiliar do posto. 162 SEPED /2008

163 Sepam série 10 - Controlo do disjuntor/segurança de funcionamento Necessidade de supervisionar o correcto funcionamento da protecção A supervisão do correcto funcionamento da protecção deve ser efectuada nos casos em que a continuidade de serviço é privilegiada. Neste caso, uma falha do Sepam não deve desencadear a abertura do disjuntor. No entanto, em caso de falha, a protecção deixa de estar operacional e a selectividade deixa de estar assegurada. Esta situação não é muito incómoda enquanto não existir outro defeito na parte a jusante e a rede pode ser explorada temporariamente no seu estado. Aquando do próximo defeito a jusante, o disjuntor a montante irá disparar e desactivar uma parte mis importante da rede. De forma a não deixar a rede definitivamente neste estado, com uma falha não assinalada, é necessário efectuar uma supervisão do correcto funcionamento do Sepam. Esta supervisão pode ser periódica ou permanente consoante a supervisão seleccionada pelo explorador e, em particular, de acordo com a frequência avaliada dos defeitos na rede. Supervisão pelo estado do LED O LED Sepam indisponível está apagado em funcionamento normal e acende-se quando o Sepam passa para a posição de falha segura. Permite uma supervisão periódica efectuada por um operador, não obrigando a qualquer implementação particular. No entanto, em caso de falha, será necessário esperar a próxima visita do operador para detectar a falha. Se o disjuntor se abrir automaticamente em caso de falha da protecção, a supervisão do LED não serve para avisar acerca de uma necessidade de intervenção. No entanto, permite localizar a falha. A seguinte tabela descreve o significado do LED Sepam indisponível Liga de alimentação auxiliar. em função do estado do LED LED Liga aceso LED Liga apagado LED apagado O Sepam é alimentado e funciona normalmente. O Sepam: não é alimentado ou está em posição de falha segura devido a uma falha da alimentação interna. LED aceso O Sepam está em posição de falha segura. O Sepam está em posição de falha segura. Supervisão pelo estado do relé de watchdog O relé de watchdog está em posição de trabalho em funcionamento normal e passa para a posição de descanso em caso de falha do Sepam ou de perda da alimentação auxiliar. A sua principal utilização é a suspensão de um alarme à distância. Em relação à simples supervisão do LED Sepam indisponível, este sistema permite reduzir a duração de intervenção. O relé de watchdog também pode ser utilizado para activar um sistema de protecção de segurança. Se o disjuntor se abrir automaticamente em caso de falha do Sepam, o relé de watchdog não serve para assinalar a necessidade de uma intervenção, mas permite localizar a falha. Observações: O Sepam série 10 A dispõe, de série, de um relé de watchdog (O7). O Sepam série 10 N e o Sepam série 10 B não têm relé de watchdog em modo padrão. Se necessário, o modo personalizado permite atribuir o relé de saída O3 à função watchdog. Supervisão pela comunicação Em caso de passagem para a posição de falha segura, a comunicação pela porta de série deixa de estar operacional. Este é um meio para gerar um alarme para o supervisor e assim recorrer à manutenção. SEPED /

164 Sepam série 10 - Controlo do disjuntor/segurança de funcionamento Controlo do disjuntor em modo padrão Relé de saída O1: disparo de um disjuntor com uma bobina de disparo por emissão de tensão A bobina de disparo encontra-se ligada por cabo com o contacto normalmente aberto do relé de saída O1. Em caso de defeito na rede, o fecho do contacto normalmente aberto acciona a abertura do disjuntor alimentando a bobina de disparo por emissão de tensão. Em caso de falha do Sepam, todos os relés de saída passam para a posição de descanso e o disjuntor permanece fechado. A posição de falha segura evita o envio de uma ordem de abertura espontânea. Este esquema privilegia a continuidade de serviço. Esquema de ligação de um disjuntor a uma bobina de disparo por emissão de tensão Sepam O1 A Bobina de disparo por emissão de tensão Relé de saída O2: bloqueio do disparo do disjuntor O bloqueio do disparo é assegurado ao ligar por cabo o contacto normalmente fechado do relé de saída O2. A seguinte montagem permite evitar a passagem de uma ordem de fecho enquanto o defeito não tiver sido resolvido. Quando o Sepam tiver dado a ordem de abertura ao disjuntor, O2 passa para a posição de funcionamento, permanecendo nesta posição até à resolução por um operador. Em caso de falha do Sepam, pode-se voltar a fechar o disjuntor. Esse tipo de montagem privilegia a continuidade de serviço. Esquema de ligação do relé de saída O2 : Sepam O2 A Ordens de fecho Bloqueio do disparo (ANSI 86) Bobina de disparo Relé de watchdog dos Sepam série10a Relé de watchdog dos Sepam série10b e série10n O Sepam série 10 A dispõe, de série, de um relé de watchdog (O7). Em funcionamento normal, é mantido na posição de funcionamento. Em caso de falha do Sepam ou em caso de desaparecimento da alimentação auxiliar, o relé de watchdog O7 volta para a posição de descanso. O watchdog pode ser utilizado para provocar um pedido de manutenção preventiva para os casos em que o gestor de exploração tiver optado por manter o disjuntor fechado, em caso de falha do relé de protecção. O objectivo consiste em deixar o menos tempo possível a rede com um plano de protecção não selectivo. Não se pode personalizar o relé de watchdog O7. Por norma, os Sepam série 10 B e série 10 N não dispõem de relé de watchdog. No entanto, em modo personalizado, o relé de saída O3 pode ser atribuído à função watchdog. 164 SEPED /2008

165 Sepam série 10 - Controlo do disjuntor/segurança de funcionamento Caso específico para a utilização do relé de saída O1 Em algumas aplicações, pode ser exigido, simultaneamente, controlar o disjuntor através de uma bobina de disparo por mínima tensão e manter o disjuntor fechado, em caso de falha do Sepam. Para tal, pode-se utilizar o Sepam em modo padrão e ligar por cabo a bobina de abertura ao contacto normalmente fechado do relé de saída O1. Em caso de falha do Sepam, O1 permanece na posição de descanso e o disjuntor permanece fechado. Sepam O1 A Bobina de disparo por mínima tensão Este tipo de montagem está sujeito a restrições. Com efeito, os contactos normalmente fechados não são mantidos por uma força magnética. Consequentemente, são sensíveis aos choques mecânicos, podendo apresentar micro-aberturas nos seus terminais. Note que, neste caso, o Sepam série 10 está em conformidade com a norma IEC que tolera micro-aberturas do contacto de 2 ms em caso de choque. No entanto, existe um risco de abertura do disjuntor, consoante o tipo de disjuntor e o tipo de bobina de disparo por mínima tensão utilizados. Por conseguinte, se este tipo de montagem tiver de ser utilizado, recomenda-se evitar a montagem directa no disjuntor ou num dispositivo passível de transmitir choques de manobras, evitar a montagem numa porta de cubículo passível de provocar um choque aquando do seu fecho por um operador. Recomenda-se montar o Sepam num chassis independente do equipamento e isento de choques, vibrações e abalos, montar, se tal for possível, um díodo de roda livre paralelamente à bobina de abertura para abrandar o seu funcionamento, em caso de micro-corte da sua alimentação. Durante o funcionamento, o operador deve certificar-se de que o Sepam não está sujeito a choques nem a vibrações. SEPED /

166 Sepam série 10 - Controlo do disjuntor/segurança de funcionamento Controlo do disjuntor em modo personalizado Possibilidades de personalização Relé de saída O1 : disparo de um disjuntor com uma bobina de disparo por mínima tensão O modo personalizado permite programar de forma diferente o funcionamento dos relés de saída O1 e O2 para inverter individualmente a respectiva lógica de programação. Neste caso, encontram-se constantemente na posição de funcionamento, passando para a posição de descanso em caso de defeito. Isto permite responder aos seguintes casos : O disjuntor dispõe de uma bobina de disparo por mínima tensão e deve abrir-se automaticamente em caso de falha do Sepam ou de perda da alimentação auxiliar do posto. Torna-se necessária a interdição do fecho do disjuntor em caso de falha do Sepam. O modo personalizado também permite atribuir o relé de saída O3 dos Sepam série 10 B e série 10 N à função watchdog. O controlo do disjuntor, através de uma bobina de disparo por mínima tensão, deve ser utilizado sempre que a abertura automática do disjuntor for exigida, em caso de falha do Sepam ou de perda da alimentação auxiliar do posto. Para tal, inverter o controlo do relé de saída O1 no ecrã INV RELES do modo personalizado e utilizar o contacto normalmente aberto para que seja continuamente mantido em posição fechada, até à ocorrência de um defeito na rede. Em caso de falha do Sepam, o disjuntor abre-se automaticamente. Esquema de ligação de um disjuntor com uma bobina de disparo por mínima tensão : Sepam O1 A Bobina de disparo por mínima tensão Relé de saída O2: bloqueio do disparo Pode tornar-se necessário evitar o fecho do disjuntor através de uma ordem eléctrica quando o Sepam estiver em posição de falha segura. Para tal, basta inverter o controlo do relé de saída O2 no ecrã INV RELES do modo personalizado e utilizar o contacto normalmente aberto para que seja continuamente mantido em posição fechada, até à ocorrência de um defeito na rede. Esquema de ligação do relé de saída O2 : Sepam O2 A Ordens de fecho Bloqueio do disparo (ANSI 86) Bobina de disparo 166 SEPED /2008

167 Sepam série 10 - Controlo do disjuntor/segurança de funcionamento Relé de watchdog dos Sepam série 10 B e série 10 N Nos Sepam série 10 B e série 10 N em modo personalizado, o relé de saída O3 pode ser atribuído à função watchdog. Em caso de falha do Sepam, se o disjuntor abrir automaticamente, a atribuição O3 à função watchdog torna-se inútil para provocar uma manutenção preventiva antes do corte da MT. Com efeito, a sinalização da falha ocorreria ao mesmo tempo que a abertura do disjuntor, não sendo então de qualquer utilidade. Neste caso, o estado do LED do painel dianteiro Sepam indisponível basta para assinalar a falha do relé de protecção. No entanto, convém salientar que, neste caso, o watchdog pode ser utilizado para assinalar a falha. SEPED /

168 Sepam série 10 - Controlo do disjuntor/segurança de funcionamento Funcionamento do sistema de auto-testes Objectivo do sistema de autotestes A partir da sua inicialização e de forma cíclica, durante o seu funcionamento, o Sepam realiza uma série de auto-testes. Estes auto-testes detectam uma eventual falha de material ou de software e permitem evitar um comportamento aleatório do Sepam. O principal objectivo consiste em evitar um disparo espontâneo ou uma ausência de disparo devido a defeito. Quando uma falha for detectada, o Sepam irá colocar-se em posição de falha segura: Os relés de saída estão em posição de descanso (normal). O LED está aceso. Um código de 8 algarismos é visualizado no painel dianteiro: permite à Schneider Electric estabelecer um diagnóstico. O relé de watchdog passa para a posição de descanso. A comunicação é inoperante. Observação: O comportamento dos relés de saída e do watchdog é idêntico em caso de perda da alimentação auxiliar e em caso de colocação em posição de falha segura. 168 SEPED /2008

169 Sepam série 10 - Controlo do disjuntor/segurança de funcionamento Lista dos autotestes Os auto-testes estão descritos na seguinte tabela. Nome Descrição Período de execução Detecção das operações incorrectas Detecção pelo processador dos defeitos de Aquando da activação excepção (divisão por 0, instruções ilegais, etc.) e em funcionamento Teste de correcto desenvolvimento do software Teste do conjunto de instruções do processador Teste da frequência do processador Teste da memória (SRAM) Teste do endereçamento da memória (SRAM) Teste da memória (SRAM) utilizada Teste da memória (SRAM) não utilizada Teste da bateria de software Teste de memória (Flash) utilizada Detecção dos tratamentos sem fim do processador, dos erros de tratamento do OS, verificação do correcto desenvolvimento das actividades periódicas Sequência de tratamento que põe em jogo as funções de cálculo cujo resultado é conhecido Medição da frequência de aquisição e controlo das suas tolerâncias Verificação da programação dos ponteiros de dados Verificação do endereçamento bit a bit da memória Verificação da zona memória utilizada pelo programa Verificação da zona memória não utilizada Verificação de que a bateria de software não transborda Verificação da zona memória reservada ao programa do Sepam Aquando da activação e em funcionamento Aquando da activação e em funcionamento Aquando da activação e em funcionamento Aquando da activação e em funcionamento Aquando da activação Aquando da activação e em funcionamento Em funcionamento Em funcionamento Aquando da activação e em funcionamento Teste Memória (Flash) inutilizada Verificação da zona memória não utilizada Aquando da activação e em funcionamento Teste memória (EEPROM) Verificação dos dados programados pelo utilizador Aquando da activação e em funcionamento Teste da base tempo Verificação do correcto funcionamento do marcador de data e hora do Sepam Em funcionamento Teste do controlo dos relés Teste do correcto funcionamento da conversão analógica/digital Teste das entradas lógicas (Sepam série 10 A) Teste do barramento interno Detecção das reinicializações Verificação da tensão dos controlos dos relés de saída Verificação do correcto funcionamento das diversas funções (sequenciamento, alimentação, tratamento, memória, comunicação, etc.) Verificação da validade das informações sobre as entradas lógicas Verificação do funcionamento do barramento interno Detecção de reinicializações de origem desconhecida Aquando da activação e em funcionamento Aquando da activação e em funcionamento Aquando da activação e em funcionamento Aquando da activação e em funcionamento Aquando da activação e em funcionamento SEPED /

170 Sepam série 10 - Controlo do disjuntor/segurança de funcionamento 170 SEPED /2008

171 Comunicação 7 Conteúdo deste capítulo Este capítulo inclui as seguintes secções: Secção Tópico Página 7.1 Protocolo Modbus Protocolo IEC SEPED /

172 Sepam série 10 - Comunicação 7.1 Protocolo Modbus Conteúdo desta secção Esta secção inclui os seguintes tópicos: Tópico Página Apresentação 173 Protocolo Modbus 174 Activação e diagnóstico 176 Acesso aos dados 178 Codificação dos dados 179 Zonas de sincronização, informação, medições, diagnóstico de rede e teste 180 Zona dos controlos remotos 182 Zona dos estados e das indicações remotas 183 Eventos com marcação de data e hora 186 Definição da data e da hora e sincronização 189 Leitura e identificação do Sepam SEPED /2008

173 Sepam série 10 - Comunicação Apresentação Generalidades Dados acessíveis Cada Sepam série 10 A dispõe de uma porta de comunicação. A comunicação Modbus permite ligar os Sepam série 10 A a um supervisor ou a qualquer outro equipamento provido de uma porta de comunicação Modbus master. Os Sepam série 10 A são sempre estações slaves. A comunicação Modbus permite realizar, remotamente, funções como: leitura de medições e diagnósticos, leitura de estados e indicações remotas, transferência de eventos com marcação de data e hora, leitura da identificação do Sepam, definição da hora e sincronização. Para além disso, a comunicação Modbus permite o envio de controlos remotos, quando permitidos. SEPED /

174 Sepam série 10 - Comunicação Protocolo Modbus Princípio do protocolo O protocolo Modbus permite a troca de informações através de um mecanismo de tipo pedido/resposta entre uma estação master e uma estação slave. A inicialização da troca (o envio do pedido) é sempre uma iniciativa da estação master. A estação slave (Sepam) apenas pode responder a um pedido que lhe foi enviado. Quando a infraestrutura material da rede o permite, várias estações slaves podem ser ligadas ao mesmo master. O pedido contém um número de estação slave (endereço) para identificar a estação destinatária. Este número deve ser único. As estações não destinatárias ignoram o pedido recebido: master resposta interrogação slaves O master pode dirigir-se ao conjunto das estações slaves utilizando o endereço convencional 0. Este mecanismo é designado por difusão. As estações slaves não respondem a uma mensagem em difusão. Apenas podem ser transmitidas as mensagens que não necessitam do envio de dados pelas estações slaves: difusão Exploração multimasters Estrutura dos quadros Quando os Sepam estão ligados por uma gateway a uma rede autorizando os múltiplos acessos (Ethernet, Modbus+, etc.), vários masters são susceptíveis de dirigir o mesmo Sepam para a mesma porta de comunicação. A resolução de eventuais conflitos é da responsabilidade do criador da rede. Para os dados em acesso directo, de modo geral, não é necessário tomar qualquer precaução. Para os dados em acesso indirecto, o Sepam proporciona 2 zonas de troca em cada porta, permitindo 2 acessos simultâneos e independentes por 2 masters diferentes. Qualquer quadro trocado é constituído por um máximo de 255 bytes distribuídos da seguinte forma (qualquer quadro que apresente um erro de formato, paridade, CRC 16, etc., é ignorado): N.º de slave Código função Dados ou código de subfunção Palavra de verificação 1 byte 1 byte n bytes 2 bytes Destinatário do pedido 0 : difusão (todos) (único) Consultar o parágrafo seguinte Dados do pedido ou da resposta (endereços/valores de bit ou palavra, número de bits/bytes/palavras de dados) Código de subfunção Os 2 primeiros campos da resposta são, normalmente, idênticos aos do pedido. CRC 16 (para detecção dos erros de transmissão) 174 SEPED /2008

175 Sepam série 10 - Comunicação Funções Modbus suportadas O protocolo Modbus de Sepam é um subconjunto do protocolo Modbus RTU: Funções de trocas de dados 1 : leitura de n bits de saída ou internos 2 : leitura de n bits de entrada 3 : leitura de n palavras de saída ou internas 4 : leitura de n palavras de entrada 5 : escrita de 1 bit 6 : escrita de 1 palavra 7 : leitura rápida de 8 bits 15 : escrita de n bits 16 : escrita de n palavras Funções de gestão da comunicação 8 : leitura dos contadores de diagnóstico Modbus 11 : leitura do contador de eventos Modbus 43 com subfunção 14: leitura identificação Estrutura dos quadros de excepção Um quadro de excepção emitido pelo Sepam destinatário do pedido é composto pelos seguintes campos: N.º de slave Código função de excepção Código de excepção 1 byte 1 byte n bytes 2 bytes Destinatário do pedido Código função do pedido (80h) Códigos possíveis 1 : código função desconhecido 2 : endereço incorrecto 3 : dado incorrecto 4 : slave não preparado (impossível tratar o pedido) 7 : ausência de resolução (leitura remota) Palavra de verificação CRC 16 (para detecção dos erros de transmissão) Tempo de retorno O tempo de retorno Tr é o tempo compreendido entre o fim de recepção de um pedido e a emissão da resposta: pedido difusão pedido Tr resposta Observação: Tr inclui o silêncio entre 2 quadros e expressa-se, de modo geral, para um formato de 8 bits, paridade ímpar, 1 bit de stop, a 9600 Baud. O tempo de retorno do Sepam é inferior a 15 ms. Em modo indirecto, o tempo necessário entre um pedido (ou uma resolução) e a disponibilidade dos dados correspondentes está vinculado ao tempo do ciclo não prioritário do Sepam. Pode variar de algumas dezenas a algumas centenas de milésimos de segundo. Tr Sincronização das trocas Qualquer carácter recebido após um silêncio de duração superior a 3,5 caracteres é considerado um início de quadro. Deve sempre ser respeitado um silêncio mínimo equivalente a 3,5 caracteres entre 2 quadros. Uma estação slave ignora qualquer quadro: recebido com erro físico num ou em vários caracteres (erro de formato, paridade, etc.), cujo CRC 16 esteja incorrecto, que não lhe seja dirigido. SEPED /

176 Sepam série 10 - Comunicação Activação e diagnóstico Parâmetros do protocolo Modbus Parâmetros Valores permitidos Valor por defeito Endereço Velocidade de transmissão Paridade Controlo remoto 4800 Baud 9600 Baud Baud Baud sem (2 bits de stop) par (1 bit de stop) ímpar (1 bit de stop) DIR: controlo remoto em modo directo SBO: controlo remoto em modo confirmado (Select Before Operate) par modo confirmado Diagnóstico da ligação Modbus Para verificar o correcto funcionamento da ligação, o utilizador dispõe: 1. do LED de actividade da linha, no painel dianteiro, 2. da zona de teste, 3. dos contadores de diagnóstico Modbus e do contador de eventos Modbus. LED de actividade da linha Utilização da zona de teste O LED é activado pela emissão ou recepção de quadros na rede Modbus. Observação: A intermitência indica a presença de tráfego proveniente de e em direcção ao Sepam. Não significa que as trocas estão correctas. Efectuar um ciclo de leitura/escrita/releitura na zona de teste, por exemplo: Função Quadro emitido Quadro aguardado em resposta Leitura no endereço 0C00 de 2 palavras C C75B FA33 Escrita no endereço 0C00 da palavra de valor C C Leitura no endereço 0C00 de 1 palavra C B75A B539 Consultar Zona de teste, p Descrição dos contadores O Sepam gere os contadores de diagnóstico CPT1 a CPT8, assim como o contador de eventos CPT9: CPT1: número de quadros de 4 a 255 bytes correctos recebidos, independentemente de o Sepam em questão ser ou não o destinatário, CPT2: número de quadros de pedido ou de difusão recebidos, apresentando um ou outro os seguintes erros: erro CRC (mas com uma extensão de quadro correcta) para os quadros enviados ao Sepam em questão, comprimento errado (< 4 ou> 255 bytes), independentemente de o Sepam em questão ser ou não o destinatário, CPT3: número de respostas de excepção produzidas pelo Sepam em questão (excepto após uma difusão), CPT4: número de quadros correctos recebidos pelo Sepam em questão (excepto difusão), CPT5: número de quadros em difusão recebidos sem erro, CPT6: irrelevante, CPT7: irrelevante, CPT8: número de quadros recebidos com pelo menos um carácter apresentando um erro físico (paridade ou overrun ou framing, quebra de linha), independentemente de o Sepam em questão ser ou não o destinatário, CPT9: número de pedidos (excepto função 11) recebidos pelo Sepam em questão, correctos e correctamente executados. 176 SEPED /2008

177 Sepam série 10 - Comunicação Reinicialização dos contadores Os contadores voltam a 0: quando atingem o valor máximo FFFFh (65535), quando são reinicializados por um controlo Modbus (função 8, subcódigo 000Ah), aquando de um corte da alimentação auxiliar do Sepam, aquando de uma modificação dos parâmetros da comunicação. Utilização dos contadores Os contadores de diagnóstico são lidos através da função 8 e dos subcódigos 000Bh a 0012h, consoante o contador. A função 8 pode igualmente ser utilizada em modo eco (subcódigo 000h): Função Quadro emitido Quadro aguardado em resposta 8 em modo eco ED7C ED7C O contador de eventos CPT9 é lido através da função 11. Mesmo em modo eco, o Sepam volta a calcular e verifica o CRC emitido pelo master: Se o CRC recebido estiver correcto, o Sepam irá responder. Se o CRC recebido estiver incorrecto, o Sepam não irá responder. SEPED /

178 Sepam série 10 - Comunicação Acesso aos dados Endereçamento de uma palavra Endereçamento de um bit Endereços não definidos Modos de acesso Todos os dados do Sepam acessíveis pela comunicação Modbus encontram-se organizados em palavras de 16 bits. Cada palavra é identificada pelo seu endereço codificado por 16 bits, ou seja, de 0 a (FFFFh). No decorrer do documento, todos os endereços são expressos em hexadecimal. Determinadas informações são igualmente acessíveis sob forma de bit. O endereço do bit passa então a ser deduzido do da palavra por: endereço do bit = (endereço palavra x 16) + categoria do bit (0...15). Exemplo palavra de endereço 0C00 endereço do bit 0 = C000 endereço do bit 14 = C00E Apenas devem ser utilizados os endereços definidos no presente documento. Se forem utilizados outros endereços, o Sepam pode responder por uma mensagem de excepção ou fornecer dados não significativos. Existem 2 tipos de dados: Os dados com acesso directo: são identificados de modo permanente pelo respectivo endereço Modbus. Podem ser alcançados através de uma única operação de leitura ou escrita, visando a totalidade ou parte da zona considerada. Os dados com acesso indirecto: neste caso, os endereços Modbus indicados constituem uma zona de troca na qual se irão encontrar vários dados, segundo o contexto. É necessário, no mínimo, 2 operações para cada troca. O protocolo a seguir é especificado para cada zona tratada deste modo. Lista das zonas de endereços Os dados homogéneos, do ponto de vista das aplicações de verificação-controlo ou do ponto de vista da respectiva codificação, estão reunidos em zonas de endereços contíguas: Zonas de endereços Gama de endereços palavra Modo de acesso Tipo de acesso Sincronização directo palavra Informação directo palavra Eventos com marcação de data e hora - Primeira tabela indirecto palavra Eventos com marcação de data e hora - Segunda tabela indirecto palavra Controlos remotos 00F0...00F3 directo palavra/bit Estados e indicações remotas directo palavra/bit Medições - Formato 16NS (x10) B directo palavra Medições - Formato 32NS directo palavra Diagnóstico da rede B directo palavra Teste 0C00...0C0F directo palavra/bit 178 SEPED /2008

179 Sepam série 10 - Comunicação Codificação dos dados Formatos utilizados Formato 32NS Salvo excepções referidas no texto, as informações do Sepam estão codificadas segundo um dos seguintes formatos: 32NS: valor sem sinal, codificado por 32 bits, 16NS: valor sem sinal, codificado por 16 bits, B: bit ou conjunto de bits, ASCII nc: cadeia de n caracteres em código ASCII, MMmm: número de versão codificado por 16 bits: maior índice mais significativo, menor índice menos significativo, IEC: formato de codificação do tempo por 4 palavras de acordo com IEC Observação: Para todos os formatos, se um dado ultrapassar o valor máximo permitido para o formato considerado, o valor lido para esse dado é o valor máximo permitido por esse formato. O valor máximo pode igualmente indicar um valor não calculável. No formato 32NS, a primeira palavra é a palavra mais significativa. Exemplo Uma corrente IA de A é codificada com uma resolução de 0,1 A, sendo então representada pelo valor ou A0h, isto é: no endereço 0130: 0001, no endereço 0131: 86A0. Formato ASCII O formato ASCII permite codificar as cadeias de identificação de um tipo de Sepam série 10. Se as cadeias ASCII não preencherem totalmente o campo, serão completadas por bytes nulos. O primeiro carácter ocupa o byte menos significativo da primeira palavra, o segundo, o byte mais significativo da primeira palavra, etc. Exemplo O "Sepam series 10" está codificado da seguinte forma: Palavra Byte mais significativo Byte menos significativo Carácter Valor hexadecimal Carácter Valor hexadecimal 1 e 65 S 53 2 a 61 p 70 3 SP 20 m 6D 4 e 65 s 73 5 i 69 r 72 6 s 73 e SP 20 8 NULO Formato IEC A data e a hora estão codificadas por 4 palavras, sob o formato IEC (os bits a 0 na tabela não são utilizados: são sempre lidos a 0 e ignorados no processo da escrita): Bit Palavra 1 reservada (0 no processo da leitura e variável no da escrita) 0 ano (0...99) Palavra mês (1...12) dia (1...31) Palavra hora (0...23) 0 0 minutos (0...59) Palavra 4 milésimos de segundo ( ) SEPED /

180 Sepam série 10 - Comunicação Zonas de sincronização, informação, medições, diagnóstico de rede e teste Introdução As zonas de sincronização, informação, medições, diagnóstico de rede e teste são de acesso directo e não contêm eventos. Para cada zona, uma tabela contém as seguintes informações: a descrição dos endereços da zona, os códigos das funções Modbus utilizáveis para a leitura, os códigos das funções Modbus utilizáveis para a escrita, se necessário, os formatos e a resolução dos dados armazenados. Zona de sincronização A zona de sincronização contém as 4 palavras utilizadas para codificar o tempo absoluto necessário para a datação dos eventos: Descrição Endereço Leitura Escrita Formato Tempo binário (ano) IEC Tempo binário (mês + dia) Tempo binário (horas + minutos) Tempo binário (milésimos de segundo) Nota: A escrita afecta a totalidade da zona e utiliza o endereço Zona de informação A zona de informação contém 2 palavras utilizadas para codificar o número de série de um exemplar de Sepam: Descrição Endereços Leitura Escrita Formato Número de série NS O número de série é codificado da seguinte forma (os bits a 0 na tabela não são utilizados: são sempre lidos a 0): Bit ano de fabricação (0...99) 0 0 semana de fabricação (1...52) 0007 número de fila na semana ( ) Zona de medições x10 com formato 16NS A zona de medições x10 contém as medições codificadas por 16 bits: Descrição Endereço Leitura Escrita Formato Unidade s Corrente de fase IA (x 10) , 4 16NS 1 A Corrente de fase IB (x 10) , 4 16NS 1 A Corrente de fase IC (x 10) , 4 16NS 1 A Corrente de terra Io medida (x 10) , 4 16NS 1 A Reservado 0114 Corrente média de fase ImA (x 10) , 4 16NS 1 A Corrente média de fase ImB (x 10) , 4 16NS 1 A Corrente média de fase ImC (x 10) , 4 16NS 1 A Valor de pico de corrente de fase IMA (x 10) , 4 16NS 1 A Valor de pico de corrente de fase IMB (x 10) , 4 16NS 1 A Valor de pico de corrente de fase IMC (x 10) 011A 3, 4 16NS 1 A Aquecimento 011B 3, 4 16NS 1 % 180 SEPED /2008

181 Sepam série 10 - Comunicação Zona de medições com formato 32NS A zona de medições 32NS contém as medições codificadas por 32 bits: Descrição Endereços Leitura Escrita Formato Unidades Corrente de fase IA , 4 32NS 0,1 A Corrente de fase IB , 4 32NS 0,1 A Corrente de fase IC , 4 32NS 0,1 A Corrente de terra Io medida , 4 32NS 0,1 A Reservado Corrente média de fase ImA 013A - 013B 3, 4 32NS 0,1 A Corrente média de fase ImB 013C - 013D 3, 4 32NS 0,1 A Corrente média de fase ImC 013E - 013F 3, 4 32NS 0,1 A Valor de pico de corrente de fase IMA , 4 32NS 0,1 A Valor de pico de corrente de fase IMB , 4 32NS 0,1 A Valor de pico de corrente de fase IMC , 4 32NS 0,1 A Aquecimento , 4 32NS 1 % Zona de diagnóstico de rede A zona de diagnóstico de rede contém as características do último disparo: Descrição Endereços Leitura Escrita Formato Unidades Data e hora do disparo IEC Corrente de disparo fase A , 4 32NS 0,1 A Corrente de disparo fase B , 4 32NS 0,1 A Corrente de disparo fase C , 4 32NS 0,1 A Corrente de terra Io medida 025A - 025B 3, 4 32NS 0,1 A Zona de teste A zona de teste contém 16 palavras utilizadas para facilitar os testes da comunicação aquando da activação ou para a testar a ligação. Consultar Utilização da zona de teste, p Descrição Endereços Leitura Escrita Formato Zona de teste 0C00...0C0F 1, 2, 3, 4 5, 6, 15, 16 Estas palavras são reinicializadas aquando da inicialização do Sepam. SEPED /

182 Sepam série 10 - Comunicação Zona dos controlos remotos Introdução As ordens do controlo remoto são transmitidas ao Sepam por controlos remotos de tipo impulso, consoante um dos 2 seguintes modos seleccionado através da parametrização: modo directo, modo confirmado SBO (Select Before Operate). Zona dos controlos remotos A zona dos controlos remotos contém as 4 palavras: Descrição Endereço Leitura Escrita Formato Palavra de controlo remoto n.º 1 00F0 1, 2, 3, 4 5, 6, 15, 16 B Reservado 00F1 Palavra de confirmação de controlo remoto n.º 1 00F2 3 5, 6, 15, 16 B Reservado 00F3 Palavras de controlo remoto n.º 1 O controlo remoto atribuído a cada bit das palavras de controlo remoto (endereço 00F0) e de confirmação de controlo remoto (endereço 00F2) é predefinido: Bit Palavra de controlo remoto Palavra de confirmação Controlo remoto Endereço de bit Endereço de bit 00 0F00 0F20 Abertura do disjuntor 01 0F01 0F21 Fecho do disjuntor 02 0F02 0F22 Reinicialização 03 0F03 0F23 Reinicialização dos valores de pico de corrente das correntes de fase F04...0F0F 0F24...0F2F Reservados Modo directo Modo confirmado SBO O controlo remoto é executado aquando da escrita na palavra de controlo remoto. A reinicialização é realizada pela lógica de programação após consideração do controlo remoto. O controlo remoto é realizado em 2 tempos: 1. Selecção pelo supervisor do controlo a passar por escrita do bit na palavra de confirmação de controlo remoto e eventual verificação da selecção por releitura desta palavra. 2. Execução do controlo a passar por escrita do bit na palavra de controlo remoto n.º 1. O controlo remoto é executado se o bit da palavra de confirmação de controlo remoto e o bit da palavra de controlo remoto associado estiverem posicionados, a reinicialização dos bits das 2 palavras é realizada pela lógica de programação após consideração do controlo remoto. A desactivação da selecção do bit da palavra de confirmação ocorre: se o supervisor lhe desactivar a selecção através de uma escrita na palavra de confirmação, se o supervisor seleccionar (escrita bit) outro bit para além do que está seleccionado, se o supervisor posicionar um bit na palavra de controlo remoto que não corresponde à selecção (neste caso, não será executado qualquer controlo remoto), se o controlo correspondente não for efectuado num prazo de 30 segundos. Interdição de controlos remotos em modo local Em modo de funcionamento padrão, a entrada lógica I4 é atribuída ao modo local /remoto. Em modo local (I4 = 1), são proibidos os seguintes controlos remotos: a resolução dos relés de saída e dos LEDs de defeito, a reinicialização dos valores de pico de corrente das correntes de fase, o fecho do disjuntor. A abertura do disjuntor é proibida em modo local se, além disso, a parametrização MODO LOCAL do menu de parâmetros estiver em ABERTURA NAO ACEITE. Consultar Funcionamento do controlo local/remoto, p SEPED /2008

183 Sepam série 10 - Comunicação Zona dos estados e das indicações remotas Introdução Zona dos estados e das indicações remotas São previamente atribuídos estados e indicações remotas a funções de protecção ou de controlo ou a entradas lógicas ou relés de saída. Estes podem ser lidos por funções bit ou palavra. A zona dos estados e das indicações remotas contém 8 palavras que reúnem bits de estado: Descrição Endereço de palavra Endereço de bit Leitura Escrita Formato Palavra de verificação do Sepam série F 1, 2, 3, 4, 7 B Palavra de estado do Sepam série F 1, 2, 3, 4 B Palavra de indicação remota n.º F 1, 2, 3, 4 B Palavra de indicação remota n.º 2 (em reserva) F 1, 2, 3, 4 B Palavra de indicação remota n.º F 1, 2, 3, 4 B Palavra de indicação remota n.º 4 (em F 1, 2, 3, 4 B reserva) Entradas lógicas F 1, 2, 3, 4 B Relés de saída F 1, 2, 3, 4 B Palavra de verificação (endereço 0100) Bit Endereço de bit Estados Reservados A Informação perdida na segunda lista de eventos B Presença de eventos na segunda lista de eventos C Sepam com hora desactualizada D Sepam dessincronizado E Informação perdida na primeira lista de eventos F Presença de eventos na primeira lista de eventos Nota: Uma mudança nos bits 11 e 15 não provoca eventos com marcação de data e hora. SEPED /

184 Sepam série 10 - Comunicação Palavra de estado (endereço 0101) Bit Endereço de bit Estados Protecção nível I> activada (1)/desactivada (0) Protecção nível I>> activada (1)/desactivada (0) Protecção 50N-51N nível Io> activada (1)/desactivada (0) Protecção 50N-51N nível Io>> activada (1)/desactivada (0) Protecção de sobrecarga térmica activada (1)/desactivada (0) CLPU I activada (1)/desactivada (0) CLPU Io activada (1)/desactivada (0) TCS activada (1)/desactivada (0) Protecção de reserva nível I> activada (1)/desactivada (0) Protecção de reserva nível I>> activada (1)/desactivada (0) A Protecção 50N-51N de reserva nível Io> activada (1)/desactivada (0) B Protecção 50N-51N de reserva nível Io>> activada (1)/desactivada (0) C Medição das correntes IB activada (1)/desactivada (0) D...101F Reservados Palavra de indicação remota n.º 1 (endereço 0102) Bit Endereço de bit Indicação remota Protecção nível I> temporizada Protecção nível I>> temporizada Protecção nível I> arranque Protecção nível I>> arranque Protecção 50N-51N nível Io> temporizada Protecção 50N-51N nível Io>> temporizada Protecção 50N-51N nível Io> arranque Protecção 50N-51N nível Io>> arranque Protecção 49 RMS alarme térmico Protecção 49 RMS disparo térmico A Protecção de reserva nível I> temporizada B Protecção de reserva nível I>> temporizada C Protecção 50N-51N de reserva nível Io> temporizada D Protecção 50N-51N de reserva nível Io>> temporizada E Reservado F Reservado 184 SEPED /2008

185 Sepam série 10 - Comunicação Palavra de indicação remota n.º 3 (endereço 0104) Bit Endereço de bit Indicação remota Emissão de bloqueio de selectividade lógica Recepção de bloqueio de selectividade lógica Modo local (1)/remoto (0) Discordância controlo remoto/posição disjuntor Ausência de complementaridade dos contactos auxiliares de posição do disjuntor ou falha do circuito de disparo (TCS) Disjuntor fechado Reset externo por entrada lógica Disparo externo por entrada lógica Sepam não reinicializado após defeito Disparo A...104F Reservados Nota: Os bits 08 e 09 apenas são significativos em modo de funcionamento padrão. Palavra entradas lógicas (endereço 0106) Bit Endereço de bit Estados Entrada I Entrada I Entrada I Entrada I F Reservados Palavra relés de saída (endereço 0107) Bit Endereço de bit Estados Saída O Saída O Saída O Saída O Saída O Saída O F Reservados SEPED /

186 Sepam série 10 - Comunicação Eventos com marcação de data e hora Tipos de evento Marcação de data e hora Descrição da codificação de um evento Um evento lógico é a mudança de estado de uma variável lógica do Sepam (bits das palavras de verificação, de estado ou de indicação remota). Caracteriza-se por: um endereço: o do bit associado, um sentido de mudança, uma data e uma hora: o evento tem marcação de data e hora (resolução: 1 ms). Observação: Por extensão, um evento designa igualmente o conjunto das características da mudança de estado. Um evento analógico é o registo de uma corrente de disparo. A datação dos eventos recorre ao relógio interno do Sepam. Quando um evento é detectado, a hora actual do Sepam é-lhe associada. A precisão do relógio depende essencialmente da qualidade da sincronização do relógio interno do Sepam: consultar Sincronização, p Um evento é codificado por 8 palavras com a seguinte estrutura: Palavra Informação Codificação Eventos lógicos Eventos analógicos 1 Tipo de evento 0800h 0400h 2 Endereço do evento Endereço do bit que o identifica ( F) 3 e 4 Informação associada Sentido do evento: : desactivação/ desaparecimento : activação/ocorrência Data e hora de acordo com IEC Endereços palavra A Valor da corrente em formato 32NS Listas de eventos Inicialização de uma lista de eventos Para cada um dos 2 supervisores possíveis, o Sepam gere uma lista interna de armazenamento com uma capacidade de 100 eventos. A lista é de tipo FIFO. O último evento registável diz respeito à própria lista. Assinala a saturação da lista. O Sepam inicializa cada lista de eventos da seguinte forma: Ao considerar os parâmetros da função PROTOCOLO, o Sepam produz sucessivamente os seguintes eventos: ocorrência do evento Informação perdida, ocorrência do evento Hora desactualizada, ocorrência do evento Dessincronizado, desaparecimento do evento Informação perdida. Aquando da primeira difusão de um quadro horário pelo master, o Sepam produz sucessivamente os seguintes eventos: desaparecimento do evento Hora desactualizada, desaparecimento do evento Dessincronizado. Leitura de uma lista de eventos Se... Então... E então... O supervisor extrai menos eventos da lista do que os que o Sepam produz. O supervisor extrai mais eventos da lista do que os que o Sepam produz. A lista preenche-se mais depressa do que se esvazia e acaba por ficar saturada: o evento Ocorrência Informação perdida é produzido na sexagésima quarta posição. A lista esvazia-se por completo: os eventos Desaparecimento Informação perdida e estados da sincronização são produzidos. O preenchimento desta lista é interrompido e os eventos posteriores são perdidos. o preenchimento retoma com os eventos detectados a partir desse momento. 186 SEPED /2008

187 Sepam série 10 - Comunicação Tabelas de eventos O Sepam põe à disposição do(s) master(s) 2 tabelas de eventos que permitem a leitura da lista de eventos por lote de 4 eventos no máximo: Eventos com marcação de data e hora - Primeira tabela Endereços Leitura Escrita Palavra de troca , 16 Evento número Evento número Evento número Evento número Eventos com marcação de data e hora - Segunda tabela Endereços Leitura Escrita Palavra de troca , 16 Evento número Evento número Evento número Evento número Nota: A leitura apenas diz respeito à palavra de troca ou ao conjunto da tabela. Palavra de troca A palavra de troca permite verificar a leitura dos eventos. Apresenta-se da seguinte forma: Bit Número de troca Número de eventos O número de troca é inicializado com o valor 0 após uma activação, sendo o mesmo incrementado a cada transferência de um novo lote de eventos. Quando atinge o seu valor máximo (FFh), volta automaticamente a 0. A numeração das trocas é efectuada pelo Sepam e resolvida pelo supervisor. O número de eventos indica quantos eventos significativos estão realmente presentes na tabela. O resto da tabela é indiferente. SEPED /

188 Sepam série 10 - Comunicação Desenvolvimento de uma troca O protocolo assegura que nenhum evento seja perdido, até no caso de problemas de comunicação. Para isso, o Sepam utiliza os 2 números codificados na palavra de troca: n: número de troca, m: número de eventos. Fase Descrição Palavra de troca 1 Se estiverem presentes eventos, o Sepam transfere-os para a tabela e inscreve n, m 0 o respectivo número (m) na palavra de troca. 2 O supervisor emite um pedido de leitura de eventos. n, m 3 Se a tabela não estiver vazia, o Sepam envia os dados da tabela. n, m 4 O supervisor resolve a troca por uma escrita da palavra de troca com: campo Número de troca: número da última troca realizada campo Número de eventos: 0. n, 0 5 O Sepam inicializa a tabela a 0 e apaga os eventos resolvidos. n, 0 6 Se estiverem presentes novos eventos, o Sepam transfere-os para a tabela e n+1, m' inscreve o respectivo número (m') e incrementa o número de troca. 7 O processo começa de novo na fase 2. Observações: Enquanto um evento não for resolvido, a tabela fica permanece idêntica e é possível voltar a lê-la. Em caso de resolução incorrecta (valor incorrecto da palavra de troca), esta é ignorada e a tabela permanece idêntica. A escrita de um valor FFh na palavra de troca (qualquer número de troca, número de eventos = FFh) provoca a reinicialização da lista de eventos correspondente. Todos os eventos memorizados e ainda não transmitidos são eliminados. O supervisor classifica ele próprio as informações com marcação de data e hora por ordem cronológica. 188 SEPED /2008

189 Sepam série 10 - Comunicação Definição da data e da hora e sincronização Introdução Definição da data e da hora O Sepam gere internamente a data e a hora. Em caso de corte da alimentação auxiliar, estas informações mantêm-se, desde que uma bateria em correcto estado de funcionamento seja introduzida no equipamento. A hora interna do Sepam é utilizada, em particular, para indicar a data dos alarmes e eventos. A data e a hora podem ser lidas a partir do visor (menu de parâmetros). O Sepam fornece igualmente, na palavra de verificação, uma informação Sepam com hora desactualizada (bit 12), indicando a necessidade de definição da hora. Aquando da activação do Sepam, a definição da hora é efectuada automaticamente a partir do relógio auxiliar, se a bateria estiver a funcionar correctamente. A definição da data e da hora é efectuada: em modo local pelo painel dianteiro (menu de parâmetros), escrevendo o valor correspondente ao conjunto formado pela data e hora na zona de sincronização (quadro horário Modbus). Sincronização Ciclo de sincronização O quadro horário tanto é utilizado para proceder à definição da hora, como para proceder à sincronização do Sepam. Neste caso, deve ser transmitido regularmente em intervalos próximos (de 10 a 60 segundos) para obter uma hora sincronizada. É geralmente transmitido por difusão (número de slave = 0). Em estado sincronizado, a ausência recepção de quadro horário durante mais de 200 segundos provoca uma perda de sincronismo (bit 13 da palavra de verificação a 1). Cada ciclo de sincronização decorre da seguinte forma: Fase Descrição 1 O supervisor indica as respectivas data e hora na zona de sincronização. 2 O Sepam passa para o estado dessincronizado (bit 13 da palavra de verificação a 1) e volta a acertar o seu relógio. 3 Se a amplitude de acerto for inferior a 100 ms, o Sepam passa novamente para o estado sincronizado. Precisão do relógio A precisão do relógio está relacionada com o master e com a respectiva gestão do prazo de transmissão do quadro horário na rede de comunicação. Antes de emitir um quadro horário, o supervisor deve certificar-se de que todos os pedidos de leitura emitidos tenham recebido uma resposta. A sincronização do Sepam é efectuada logo após o fim da recepção do quadro. Se os quadros atravessam uma gateway (exploração multimasters), certificar-se de que esta não atrasa os quadros. SEPED /

190 Sepam série 10 - Comunicação Leitura e identificação do Sepam Introdução Identificação do Sepam série 10 A função Read Device Identification (leitura da identificação de um equipamento) permite o acesso padronizado às informações necessárias à identificação clara de um equipamento. O Sepam trata a função de leitura da identificação (nível de conformidade: 02). Para uma descrição completa da função, consultar o site A descrição abaixo apresentada é um subconjunto das possibilidades da função, adequado ao Sepam. A identificação do Sepam é constituída por cadeias de caracteres ASCII designadas objectos. Os objectos Sepam estão distribuídos por 2 grupos: Grupo N.º Objecto Valor Comprimento 1 0 VendorName "Schneider Electric" 18 (12h) 1 ProductCode (referência codificada em EAN 13) "(EAN13) " 20 (14h) 2 MajorMinorRevision (número de versão de aplicação) "Vx.y" VendorURL "www.schneiderelectric.com" 26 (1Ah) 4 ProductName "Sepam series 10" 15 (0Fh) 5 ModelName (código de identificação abreviado) "S10 - " 11 (0Bh) 6 Não utilizado "" 0 ProductCode A codificação EAN13 identifica universalmente, através de 13 algarismos, a referência de um Sepam: Organismo de normalização Fabricante Referência Checksum calculada através de Códigos de identificação e referências A cadeia de caracteres ModeIName é o código de identificação abreviado do Sepam. A cada cadeia ModeIName corresponde apenas uma cadeia ProductCode: ModelName ProductCode "Unknown application" "(EAN13) " "S10 - A 41A" "(EAN13) " "S10 - A 42A " "(EAN13) " "S10 - A 43A" "(EAN13) " "S10 - A 43A DK" "(EAN13) " "S10 - A 41E " "(EAN13) " "S10 - A 42E " "(EAN13) " "S10 - A 42E G " "(EAN13) " "S10 - A 43E " "(EAN13) " "S10 - A 43E DK " "(EAN13) " "S10 - A 41F" "(EAN13) " "S10 - A 42F" "(EAN13) " "S10 - A 42F G" "(EAN13) " "S10 - A 43F " "(EAN13) " Observações: O comprimento da cadeia "Unknown application" é de 19 caracteres. Os espaços na coluna ProductCode não são relevantes: o código EAN13 não apresenta espaços entre os algarismos. 190 SEPED /2008

191 Sepam série 10 - Comunicação Quadro de pedido O quadro de pedido de leitura da identificação é constituído pelos seguintes campos: Campo Tamanho (bytes) Valor Número de slave Código função 1 43 (2Bh) MEI type (código subfunção) 1 14 (0Eh) Tipo de leitura 1 01 ou 02 Não utilizado 1 00 CRC16 2 calculado Quadro de resposta O quadro de resposta é constituído pelos seguintes campos: Campo Tamanho (bytes) Valor Número de slave Código função 1 43 (2Bh) MEI type (código subfunção) 1 14 (0Eh) Tipo de leitura 1 01 ou 02 Nível de conformidade 1 02 Não utilizado 1 00 Não utilizado 1 00 Número de objectos 1 n = 3 ou 7, consoante o campo Tipo de leitura Número do primeiro objecto 1 obj1 Comprimento do primeiro objecto 1 cp1 Cadeia ASCII do primeiro objecto cp1 txt Número do objecto de categoria n 1 objn Comprimento do objecto de categoria n 1 cpn Cadeia ASCII do objecto de categoria n cpn txtn CRC16 2 calculado Quadro de excepção Em caso de erro no tratamento do pedido, o Sepam envia um quadro de excepção constituído pelos seguintes campos: Campo Tamanho (bytes) Valor Número de slave Código função aumentado de 80h (ABh) MEI type (código subfunção) 1 14 (0Eh) ou outro se o MEI type recebido estiver incorrecto Código de excepção 1 01 : MEI type recebido está incorrecto ( 14) ou tipo de leitura incorrecta (por exemplo, 4) 03 : dados incorrectos (comprimento de quadro incorrecto) CRC16 2 calculado SEPED /

192 Sepam série 10 - Comunicação 7.2 Protocolo IEC Conteúdo desta secção Esta secção inclui os seguintes tópicos: Tópico Página Apresentação 193 Norma IEC Princípio do protocolo IEC Activação e diagnóstico 196 Acesso aos dados 197 Perfil de comunicação do Sepam 198 Tabelas dos dados do Sepam 203 Quadros das ASDU 1, 2, 5, 9, 20 e codificação das informações SEPED /2008

193 Sepam série 10 - Comunicação Apresentação Generalidades Cada Sepam série 10 A dispõe de uma porta de comunicação. A comunicação IEC permite ligar os Sepam série 10 A a um supervisor ou a qualquer outro equipamento provido de uma porta de comunicação IEC master. A comunicação é do tipo master/slave: Os Sepam série 10 A são sempre estações slaves. O master é o supervisor ou outro equipamento. Dados acessíveis A comunicação IEC permite realizar, remotamente, funções como: leitura de medições, leitura de estados e eventos com marcação de data e hora, definição da hora e sincronização, envio de controlos remotos. SEPED /

194 Sepam série 10 - Comunicação Norma IEC Apresentação da norma IEC O protocolo IEC é uma norma de acompanhamento para a interface de comunicação de informação dos equipamentos de protecção. A norma IEC resulta dos trabalhos do comité de estudos TC57 da IEC, em relação aos Sistemas de Potência e aos Sistemas de Comunicação associados. É uma norma de acompanhamento das normas de base da série IEC Enquanto norma de acompanhamento, acrescenta alguma semântica às definições e perfis funcionais especificados pelas normas de base: definição de utilizações particulares de objectos de informação, definição de objectos de informação especializados, definição de procedimentos de serviços ou parâmetros adicionais em relação às normas de base. A norma IEC define a comunicação entre os equipamentos de protecção e os dispositivos de um sistema de condução (supervisor ou RTU) num posto eléctrico. O texto integral da norma IEC pode ser obtido junto da Comissão Electrotécnica Internacional: Perfil de comunicação IEC Funções de aplicação seleccionadas na norma IEC Unidades de dados de serviço de aplicação seleccionadas na norma IEC Elementos de informação de aplicação seleccionados na norma IEC Procedimentos de ligação de transmissão seleccionados na norma IEC Formatos de quadros de transmissão seleccionados na norma IEC Sistema de fibra óptica baseado nas normas IEC ou IEC e IEC e IEC ou sistema sobre fios de cobre de acordo com o EIA RS 485 Processo utilizador Camada de aplicação (camada 7) Camada de ligação (camada 2) Processo físico (camada 1) 194 SEPED /2008

195 Sepam série 10 - Comunicação Princípio do protocolo IEC Generalidades A norma IEC define um protocolo de comunicação multiponto que permite a troca de informações entre um sistema de condução (supervisor ou RTU) e um ou vários equipamentos de protecção. O sistema de condução é o equipamento master. Os equipamentos de protecção são os equipamentos slaves. Cada slave é identificado por um endereço único de 0 a 254. O endereço 255 está reservado à emissão dos quadros em difusão. A norma IEC define 2 métodos diferentes de troca de informação: Um baseia-se na utilização de estruturas de dados predefinidos (Unidades de Dados de Serviço de Aplicação ou ASDU) e de procedimentos de aplicação que permitem a transmissão de informações normalizadas. O outro método recorre a serviços genéricos que permitem transmitir qualquer tipo de informação. O Sepam não recorre aos serviços genéricos. Sentido de comunicação O protocolo distingue: o sentido de supervisão para a transmissão das ASDU emitidas por um equipamento de protecção (equipamento slave) em direcção ao sistema de condução (equipamento master), o sentido de condução, para as ASDU enviadas pelo sistema de condução em direcção a um equipamento de protecção. Sentido de supervisão A comunicação baseia-se na emissão cíclica de pedidos de sondagem do nível de ligação pelo master para convidar o slave a emitir os seus dados: A sondagem dos dados de categoria 1 é geralmente utilizada para a transmissão dos eventos (estados ou sinalizações com marcação de data). A sondagem dos dados de categoria 2 para a transmissão cíclica das medições. Sentido de condução O equipamento master pode enviar: um pedido de Interrogação Geral para obter o valor corrente dos estados e sinalizações do equipamento slave, ordens gerais (controlos remotos), ordens de sincronização horária, ordens de reinicialização da interface de comunicação IEC Inicialização da comunicação Características das informações A interface de comunicação do slave apenas está operacional após recepção de um pedido de inicialização enviado pelo equipamento master. A ausência de sondagem pelo master é detectada pelo slave e provoca a paragem da comunicação. Para restabelecer a comunicação, o equipamento master deve enviar um pedido de reinicialização. Todas as informações trocadas entre o sistema de condução e o equipamento de protecção são caracterizadas por: um número de função (FUN), um número de informação (INF), o número da ASDU utilizada para transmitir a informação, a causa da transmissão da informação (COT). SEPED /

196 Sepam série 10 - Comunicação Activação e diagnóstico Parametrização do protocolo IEC Parâmetros Valores permitidos Valor por defeito Endereço Velocidade de transmissão 4800 Baud 9600 Baud Baud Baud Paridade sem (2 bits de stop) par (1 bit de stop) ímpar (1 bit de stop) par Parâmetros padrão O protocolo define os seguintes parâmetros padrão: Período das ASDU cíclicas: período de geração e actualização dos dados cíclicos (medições) pelo Sepam. É expresso em segundos e seleccionado de acordo com o período de sondagem destes dados pelo supervisor. Temporização de inactividade: Em funcionamento normal, o supervisor emite regularmente pedidos de sondagem destinados aos Sepam. Cada Sepam supervisiona a actividade do supervisor verificando a recepção regular dos pedidos de sondagem. Se um Sepam não tiver recebido qualquer pedido durante um período chamado temporização de inactividade, este Sepam bloqueia a respectiva porta de comunicação e deixa de responder aos pedidos posteriores do supervisor. Para restabelecer a comunicação com um Sepam bloqueado, o supervisor deve reinicializá-lo. Período de sincronização horária: A sincronização horária é transmitida pela ASDU 6. Se a ASDU 6 não for recebida ao fim de um tempo designado por "período de sincronização horária", o slave considera que o seu relógio não está obrigatoriamente certo e associa a informação Tempo inválido (bit invalidez: consultar Informações de estado (ASDU 1, ASDU 2), p. 207) aos dados com marcação de data e hora. Bloqueio do sentido de Supervisão: Um slave pode suspender a emissão de dados no sentido de supervisão, em conformidade com o procedimento especificado pela IEC O Sepam não tem esta possibilidade. Para o Sepam, os parâmetros padrão do protocolo IEC são predefinidos: Parâmetros padrão Valores permitidos pelo protocolo Valor predefinido Período das ASDU cíclicas s 5 s Temporização de inactividade s 0 (infinito) Período de sincronização horária mn 0 mn Bloqueio do sentido de supervisão não/sim não LED de actividade da linha O LED é activado pela emissão ou recepção de quadros na rede. Observação: A intermitência indica a presença de tráfego proveniente de e em direcção ao Sepam. Não significa que as trocas estão correctas. 196 SEPED /2008

197 Sepam série 10 - Comunicação Acesso aos dados Introdução Lista das funções padrão IEC O Sepam é um relé de protecção digital multifunções que fornece um vasto leque de informações. Os dados Sepam estão organizados por número de função. As tabelas de dados Sepam com número de função e número de informação encontram-se detalhadas em Tabelas dos dados do Sepam, p O Sepam sustenta o subconjunto de funções padrão abaixo apresentado. Para essas funções, o Sepam utiliza os números FUN e INF padrão: FUN Designação da função 255 Sistema 160 Protecção de máximo de corrente Lista das funções específicas Sepam Para as funções específicas, o Sepam utiliza os números FUN e INF privados: FUN Designação da função 21 Equipamento de corte e rede 31 Entradas lógicas 106 Protecção de sobrecarga térmica 11 Medições adicionais Lista das ASDU padrão O Sepam sustenta o subconjunto de ASDU padrão abaixo apresentado: ASDU Função Sentido de supervisão 1 Mensagem com etiqueta temporal 2 Mensagem com etiqueta temporal relativa (o Sepam não gere o tempo relativo: os campos correspondentes apresentam 0 na ASDU) 5 Mensagem de identificação 6 Sincronização da hora 7 Interrogação geral 8 Fim de interrogação geral 9 Medições II 20 Controlo geral Sentido de condução SEPED /

198 Sepam série 10 - Comunicação Perfil de comunicação do Sepam Introdução Camada física Camada de ligação O perfil de comunicação Sepam define as opções da norma IEC implementadas pelo Sepam. A apresentação e a numeração utilizadas nestas páginas foram intencionalmente extraídas do artigo Interoperabilidadeda norma IEC indica que a opção da norma é implementada pelo Sepam, indica que a opção não está disponível com o Sepam. Interface eléctrica EIA RS-485. Número de cargas para um equipamento de protecção. NOTA - A norma EIA RS-485 define unidades de carga de modo a que 32 das mesmas possam ser exploradas a partir de uma só linha. Para mais detalhes, consultar o artigo 3º da norma EIA RS-485. Interface óptica Fibra de vidro. Fibra plástica. Tipo de ficha: F-SMA. Tipo de ficha: BFOC/2,5. Velocidade de transmissão bit/s bit/s. Não existe qualquer função de selecção na camada de ligação. 198 SEPED /2008

199 Sepam série 10 - Comunicação Camada de aplicações Modo de transmissão para os dados de aplicação O modo 1 (byte menos significativo em primeiro lugar), tal como definido no ponto 4.10 da IEC , é exclusivamente utilizado na presente norma de acompanhamento. COMMON ADDRESS OF ASDU Um COMMON ADDRESS OF ASDU (idêntico ao endereço da estação). Mais de um COMMON ADDRESS OF ASDU. Selecção de números de informação normalizados na direcção (sentido) de supervisão Funções do sistema no sentido de supervisão INF Semântica <0> Fim de interrogação geral. <0> Sincronização de relógio. <2> Reinicialização FCB. <3> Reinicialização CU. <4> Arranque/rearranque. <5> Activação. Indicações de estado no sentido de supervisão INF Semântica <16> Função de religação activada. <17> Protecção remota activada. <18> Protecção activada. <19> Reinicialização LED. <20> Bloqueio da transmissão no sentido de supervisão. <21> Modo teste. <22> Definição de parâmetro local. <23> Característica 1. <24> Característica 2. <25> Característica 3. <26> Característica 4. <27> Entrada auxiliar 1. <28> Entrada auxiliar 2. <29> Entrada auxiliar 3. <30> Entrada auxiliar 4. Indicações de supervisão no sentido de supervisão INF Semântica <32> Supervisão de medição de intensidade I. <33> Supervisão de medição de tensão V. <35> Supervisão da ordem das fases. <36> Supervisão de circuito de disparo. <37> Funcionamento da protecção de segurança de sobreintesidade I>>. <38> Fusão de fusíveis VT. <39> Protecção remota perturbada. <46> Agrupamento de avisos. <47> Agrupamento de alarmes. SEPED /

200 Sepam série 10 - Comunicação Indicações de defeito de terra no sentido de supervisão INF Semântica <48> Defeito de terra L1. <49> Defeito de terra L2. <50> Defeito de terra L3. <51> Defeito de terra a jusante, lado linha. <52> Defeito de terra a montante, lado jogo de barras. Indicações de defeito no sentido de supervisão INF Semântica <64> Arranque/detecção L1. <65> Arranque/detecção L2. <66> Arranque/detecção L3. <67> Arranque/detecção N. <68> Disparo geral. <69> Disparo L1. <70> Disparo L2. <71> Disparo L3. <72> Disparo por sobreintensidade I>> (funcionamento de segurança). <73> Distância do defeito X em ohms. <74> Defeito a jusante, lado linha. <75> Defeito a montante, lado jogo de barras. <76> Sinal de protecção remota transmitido. <77> Sinal de protecção remota recebido. <78> Zona 1. <79> Zona 2. <80> Zona 3. <81> Zona 4. <82> Zona 5. <83> Zona 6. <84> Arranque geral/detecção. <85> Falha disjuntor. <86> Disparo do sistema de medição L1. <87> Disparo do sistema de medição L2. <88> Disparo do sistema de medição L3. <89> Disparo do sistema de medição E. <90> Disparo I>. <91> Disparo I>>. <92> Disparo IN>. <93> Disparo IN>>. Função de religação automática; indicações no sentido de supervisão INF Semântica <128> CB activado por AR. <129> CB activado por AR temporizado. <130> AR bloqueado. 200 SEPED /2008

201 Sepam série 10 - Comunicação Medições no sentido de supervisão INF Semântica <144> Medição I. <145> Medição I, V. <146> Medição I, V, P, Q. <147> Medição IN, VEN. <148> Medição IL1, 2, 3, VL1, 2, 3, P, Q, f. Funções genéricas no sentido de supervisão INF Semântica <240> Leitura dos cabeçalhos de todos os grupos definidos. <241> Leitura dos valores ou atributos de todas as entradas de um grupo. <243> Leitura do directório de uma entrada simples. <244> Leitura dos valores ou atributos de uma entrada simples. <245> Fim de interrogação geral de dados genéricos. <249> Escrita de entrada com confirmação. <250> Escrita de entrada com execução. <251> Cancelamento de escrita de entrada. Selecção de números de informação normalizados no sentido de condução Funções do sistema no sentido de condução INF Semântica <0> Arranque de uma interrogação geral. <0> Sincronização de relógio. Controlos gerais no sentido de condução INF Semântica <16> Função de religação automática ligada/desligada. <17> Protecção remota ligada/desligada. <18> Protecção ligada/desligada. <19> Reinicialização LED. <23> Activação característica 1. <24> Activação característica 2. <25> Activação característica 3. <26> Activação característica 4. SEPED /

202 Sepam série 10 - Comunicação Funções genéricas no sentido de condução INF Semântica <240> Leitura dos cabeçalhos de todos os grupos definidos. <241> Leitura dos valores ou atributos de todas as entradas de um grupo. <243> Leitura do directório de uma entrada simples. <244> Leitura dos valores ou atributos de uma entrada simples. <245> Interrogação geral de dados genéricos. <248> Escrita de entrada. <249> Escrita de entrada com confirmação. <250> Escrita de entrada com execução. <251> Cancelamento de escrita de entrada. Funções de aplicação de base Modo teste. Bloqueio de transmissão no sentido de supervisão. Dado de perturbação. Serviços genéricos. Dados privados. Diversos As medições são transmitidas através daasdu 3 e daasdu 9. Como especificado em , o valor máximo MVAL pode ser igual a 1,2 ou 2,4 vezes o valor nominal. Não devem ser utilizadas razões diferentes com ASDU 3 e ASDU 9. Ou seja, para uma mesma medição, apenas existe uma possibilidade de selecção. Medição Intensidade L1 Intensidade L2 Intensidade L3 Tensão L1-E Tensão L2-E Tensão L3-E Potência activa P Potência reactiva Q Frequência f Tensão L1-L2 MVAL máx. = valor nominal por: 1,2 2,4 202 SEPED /2008

203 Sepam série 10 - Comunicação Tabelas dos dados do Sepam Introdução O conjunto dos dados do Sepam que podem ser trocados com um supervisor, de acordo com o protocolo IEC , estão reunidos em 2 tabelas: a tabela de dados no sentido de supervisão, que reúne todos os dados do Sepam a transmitir ao supervisor, a tabela de dados no sentido de condução, que reúne todos os dados do supervisor a transmitir ao Sepam. Descrição das tabelas de dados Sepam ASDU (Application Service Data Unit) FUN (Function) e INF (Information) São indicados para cada dado os seguintes elementos: o número da ASDU (Unidade de Dados de Serviço de Aplicação), o valor dos identificadores FUN (Function) e INF (Information), o valor do campo COT (Cause Of Transmission), um marcador GI (General Interrogation), a designação do dado do Sepam. A disponibilidade efectiva de um dado do Sepam depende igualmente dos parâmetros do Sepam. O número da ASDU identifica a estrutura de dados padrão utilizada pelo Sepam para a transmissão do dado. Cada dado do Sepam é identificado por: o número de função a que pertence o dado: FUN (Function), o número de informação do dado elementar: INF (Information). COT (Cause Of Transmission) O valor COT indica o motivo da transmissão do dado. No sentido de supervisão, o Sepam utiliza os valores COT seguintes: COT Motivo da transmissão Descrição 1 Espontâneo Informação produzida espontaneamente aquando de uma mudança de estado (evento com marcação de data) 2 Cíclico Informação produzida ciclicamente pelo Sepam (medições) 3 Reinicialização (FCB) Resposta a um controlo de reinicialização do bit de contagem de quadro (FCB - Frame Count Bit) 4 Reinicialização (CU) Resposta a um controlo de reinicialização da unidade de comunicação (CU - Communication Unit) 5 Arranque/rearranque Resposta a um controlo de inicialização da interface de comunicação 8 Sincronização horária Aviso de recepção de controlo de sincronização horária 9 Interrogação geral Informação produzida em resposta a um controlo de Interrogação Geral 10 Fim de interrogação geral Mensagem de conclusão de um ciclo de Interrogação Geral 12 Operação remota Mudança de estado resultante de um controlo do supervisor 20 Resolução positiva Aviso de recepção de controlo positivo 21 Resolução negativa Aviso de recepção de controlo negativo No sentido de condução, o Sepam utiliza os valores COT seguintes: COT Motivo da transmissão Descrição 8 Sincronização horária Controlo de sincronização horária 9 Interrogação geral Inicialização de um ciclo de Interrogação Geral 20 Controlo geral Controlo do supervisor, nomeadamente a abertura ou o fecho do disjuntor, a activação ou desactivação de uma função, etc. SEPED /

204 Sepam série 10 - Comunicação GI (General Interrogation) Um marcador GI (General Interrogation) indica se o dado é produzido em resposta a um pedido de interrogação geral (COT =9). Para estes dados, cada uma das mudanças de estado (DESL para LIGA e LIGA para DESL) é igualmente transmitida espontaneamente. 204 SEPED /2008

205 Sepam série 10 - Comunicação Tabela dos dados no sentido de supervisão Os dados no sentido de supervisão estão reunidos de acordo com o seu identificador FUN. FUN = 255: Funções Sistema ASDU FUN INF COT GI Semântica IEC Fim de interrogação geral Sincronização da hora Reinicialização da contagem de bits do quadro (FCB) Reinicialização da unidade de comunicação (CU) Arranque/rearranque FUN = 160: Protecções de máximo de corrente ASDU FUN INF COT GI Semântica IEC Semântica Sepam , 12, 20, 21 FUN = 21: Equipamento de corte e rede FUN = 31: Entradas lógicas FUN = 106: Protecção de sobrecarga térmica FUN = 160: Medições padrão FUN = 11: Medições adicionais 1 Reinicialização LED Sepam não reinicializado após defeito , 9 Supervisão de circuito de disparo Supervisão de circuito de disparo (TCS) ou Ausência de complementaridade de I1 e I Disparo geral Disparo Disparo I> Disparo da protecção I> Disparo I>> Disparo da protecção I>> Disparo IN> Disparo da protecção Io> Disparo IN>> Disparo da protecção Io>> ASDU FUN INF COT GI Semântica Sepam Disparo externo Emissão de bloqueio de selectividade lógica ASDU FUN INF COT GI Semântica Sepam , 9 Entrada lógica I , 9 Entrada lógica I , 9 Entrada lógica I , 9 Entrada lógica I4 ASDU FUN INF COT GI Semântica Sepam Protecção 49 RMS nível de alarme Protecção 49 RMS nível de disparo ASDU FUN INF COT GI Semântica Sepam Elementos de informação MEA1: Corrente de fase IA MEA2: Corrente de fase IB MEA3: Corrente de fase IC ASDU FUN INF COT GI Semântica Sepam Elementos de informação MEA2: Corrente de terra Io medida SEPED /

206 Sepam série 10 - Comunicação Tabela dos dados no sentido de condução Os dados no sentido de condução estão reunidos de acordo com o seu identificador FUN. FUN = 255: Funções Sistema ASDU FUN INF COT GI Semântica Sepam Arranque de uma interrogação geral Sincronização de relógio FUN = 160: Controlos gerais ASDU FUN INF COT GI Semântica Sepam Reinicialização Sepam (LIGA) FUN = 21: Controlos do equipamento de corte e rede ASDU FUN INF COT GI Semântica Sepam Fecho (LIGA) Abertura (DESL) 206 SEPED /2008

207 Sepam série 10 - Comunicação Quadros das ASDU 1, 2, 5, 9, 20 e codificação das informações Apresentação As informações de Supervisão e Condução geridas pelo Sepam são codificadas de acordo com a estrutura das ASDU padrão da norma IEC : ASDU COT Sentido de supervisão Sentido de condução Descrição 1 1 Mudanças de estados 1 9 Estados em resposta a uma Interrogação geral 2 1 Sinalização de disparo das protecções 5 3, 4, 5 Identificação 9 2 Medições Controlos Informações de estado (ASDU 1, ASDU 2) Após sondagem dos dados de categoria 1, o Sepam envia uma ASDU 1: N.º de byte Campo Valor 1 Número de ASDU 1 2 Qualificador de estrutura 81h 3 COT 1 / 9 4 Endereço comum ASDU (endereço Sepam) Número de função FUN 6 Número de informação INF 7 DPI (Double Point Information) 1 = DESL/2 = LIGA 8 Etiqueta temporal milésimos de segundo (byte menos significativo) 9 milésimos de segundo (byte mais significativo) 10 minutos + bit invalidez (bit mais significativo) 11 horas + bit hora de verão (bit mais significativo) 12 Informação complementar (COT = 1) ou número de interrogação geral (COT = 9) 0 se COT = 1, n.º de interrogação geral, caso contrário ou uma ASDU 2: N.º de byte Campo Valor 1 Número de ASDU 2 2 Qualificador de estrutura 81h 3 COT 1 4 Endereço comum ASDU (endereço Sepam) Número de função FUN 6 Número de informação INF 7 DPI (Double Point Information) 1 = DESL/2 = LIGA 8 REL (tempo relativo decorrido entre a 00 (não suportado) 9 ocorrência do defeito e o disparo) 10 FAN (n.º de defeito) 00 (não suportado) Etiqueta temporal milésimos de segundo (byte menos significativo) 13 milésimos de segundo (byte mais significativo) 14 minutos + bit invalidez (bit mais significativo) 15 horas + bit hora de verão (bit mais significativo) 16 Informação complementar 0 porque COT = 1 SEPED /

208 Sepam série 10 - Comunicação Identificação do Sepam (ASDU 5) A ASDU 5 é gerada pelo Sepam em resposta aos controlos de inicialização enviados pelo master: Reset CU (Reset Communication Unit), Reset FCB (Reset Frame Count Bit). A comunicação IEC está operacional apenas após inicialização pela estação master. Em resposta a este pedido de inicialização, o Sepam produz 2 mensagens sucessivas de tipo ASDU 5: Controlo Mensagem n.º 1 Mensagem n.º 2 Reset CU COT = 4 (Reset CU) COT = 5 (Arranque/rearranque) INF = 3 INF = 4 Reset FCB COT = 3 (Reset FCB) INF = 2 COT = 5 (Arranque/rearranque) INF = 4 Quando a comunicação tiver sido estabelecida, se o master enviar um novo pedido de inicialização, apenas será produzida a primeira mensagem. Nota: Sendo a temporização de inactividade é infinita, o Sepam não detecta a ausência de pedido do master (o Sepam não interrompe a comunicação). A ASDU 5 decompõe-se da seguinte forma: N.º de byte Campo Valor 1 Número de ASDU 5 2 Qualificador de estrutura 81h 3 COT 3 / 4 / 5 4 Endereço comum ASDU (endereço Sepam) Número de função FUN 6 Número de informação INF 7 Nível de compatibilidade 2 (o Sepam não suporta os serviços genéricos) 8 Identificador do construtor S 9 E S 12 e 13 p 14 a 15 m 16 Identificação do software de aplicação S SEPED /2008

209 Sepam série 10 - Comunicação Medições (ASDU 9) As medições são codificadas com a ASDU 9. São obtidas por sondagem dos dados de categoria 2. O tamanho da ASDU 9 depende do número de medições fornecidas. O número de medições está indicado no campo Qualificador de estrutura: N.º de byte Campo Valor 1 Número de ASDU 9 2 Qualificador de estrutura n 3 COT 2 4 Endereço comum ASDU (endereço Sepam) Número de função FUN 6 Número de informação INF 7 Medição n.º 1 Consultar abaixo Medição n.º n Consultar abaixo x (n-1) Observação: As ASDU 9 não são compactadas: contêm espaços vazios (medições marcadas como inválidas) quando as medições não existem para o Sepam. São, pelo contrário, truncadas após a última medição útil. Cada medição fornecida é codificada por 2 bytes de forma normalizada: Bit n.º Valor normalizado IEC, com sinal, em 13 bits, em complemento a 2 RES ERR OV Os 3 primeiros bits são: bit 0: bit de transbordo OV, bit de erro ERR, bit reservado RES (sempre a 0). O valor real medido pelo Sepam é obtido a partir do valor normalizado IEC a partir da seguinte fórmula: Valor medido = 1,2 x valor nominal x (valor normalizado IEC + 1)/2 12. Exemplo: Se a corrente nominal estiver configurada em 630 A, o valor de corrente codificado 3251 representa uma corrente medida igual a 600 A. O valor 3251 (OCB3h) está codificado: Bit n.º Valor normalizado IEC, com sinal, em 13 bits RES ERR OV Bit HEX 0 C B SEPED /

210 Sepam série 10 - Comunicação Controlos (ASDU 20) O envio de controlos ao Sepam (reinicialização, abertura/fecho) é efectuado com a ASDU 20. A ASDU 20 inclui um número de identificação RII seleccionado arbitrariamente pelo master. O valor do controlo está codificado no byte DCI: N.º de byte Campo Valor 1 Número de ASDU 20 2 Qualificador de estrutura 81h 3 COT 20 4 Endereço comum ASDU (endereço Sepam) Número de função FUN 6 Número de informação INF 7 DCI (Double Command Information) 1 = DESL/2 = LIGA 8 RII (Return Information Identifier) SEPED /2008

211 Activação 8 Conteúdo deste capítulo Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Tópico Página Instruções de segurança 214 Princípios 215 Material necessário para testes e medições 216 Activação 217 Confirmação da cadeia de protecção completa 218 Verificações das configurações 219 Verificação da razão de transformação dos TC 220 Verificação da ligação das entradas de corrente de fase 221 Verificação da ligação das entradas de corrente de terra 223 Teste das protecções de máximo de corrente de fase ANSI Teste das protecções de máximo de corrente de terra ANSI 50N-51N 228 Teste da protecção de sobrecarga térmica ANSI 49 RMS 232 Verificação da ligação das entradas lógicas 234 Activação operacional 235 Folha de testes do Sepam 236 SEPED /

212 Sepam série 10 - Activação Instruções de segurança Antes de começar É de sua responsabilidade estar em conformidade com todas as normas e códigos eléctricos internacionais e nacionais vigentes referentes à ligação à terra de protecção de qualquer aparelho. Além disso, convém ler com atenção as instruções de segurança abaixo referidas. Estas instruções devem ser rigorosamente aplicadas aquando de qualquer tentativa de instalação, manutenção ou reparação do equipamento eléctrico. PERIGO RISCOS DE ELECTROCUSSÃO, ARCO ELÉCTRICO, QUEIMADURAS OU EXPLOSÃO A instalação deste equipamento deve ser exclusivamente entregue a pessoas qualificadas que tomaram conhecimento de todas as instruções de instalação. NUNCA trabalhar só. Cortar qualquer alimentação antes de trabalhar neste equipamento. Utilizar sempre um dispositivo de detecção de tensão adequado para se certificar de que a alimentação está cortada. Antes de proceder a inspecções visuais, testes ou intervenções de manutenção neste equipamento: Desligar todas as fontes de corrente e de tensão. Considerar, por princípio, que todos os circuitos estão activados enquanto não estiverem completamente sem energia, testados e localizados. Prestar particular atenção à concepção do circuito de alimentação: ter em conta todas as fontes de alimentação e, em particular, todas as possibilidades de alimentação exterior ao cubículo em que o Sepam está instalado. Ter cuidado com eventuais perigos, vestir um equipamento de protecção individual, verificar cuidadosamente a zona de trabalho procurando ferramentas e objectos que possam ter sido esquecidos no interior do equipamento. O correcto funcionamento do Sepam depende de uma instalação, parametrização e utilização correctas. A configuração do Sepam requer competências relativas à protecção das redes eléctricas. Apenas as pessoas com essas competências estão autorizadas a configurar o mesmo. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. ATENÇÃO RISCO DE DETERIORAÇÃO DO SEPAM Desligar todos os fios ligados ao Sepam antes de proceder a um teste de rigidez dieléctrica ou a um teste de isolamento no cubículo em que está instalado. Os testes realizados com uma tensão elevada podem danificar os componentes electrónicos do Sepam. Não abrir o invólucro do Sepam. O Sepam inclui componentes sensíveis a descargas electrostáticas. A sua montagem é realizada em locais especialmente equipados. A única operação autorizada consiste na remoção da bateria do Sepam série 10 A do respectivo compartimento quando esta estiver gasta. A não observância destas instruções pode provocar ferimentos pessoais, ou danos no equipamento. 214 SEPED /2008

213 Sepam série 10 - Activação Princípios Testes dos Sepam Activação dos Sepam Quais os testes que lhe dizem respeito? Os relés de protecção são testados antes da sua activação, com o duplo objectivo de aumentar a disponibilidade e diminuir o risco de disfunção do conjunto implementado. A questão prende-se com a determinação da lista dos testes necessários aquando da activação. Os relés de protecção com tecnologias electromecânica e estática, cujos desempenhos não são totalmente reprodutíveis, devem, sistematicamente, ser submetidos a testes detalhados para legitimar a sua implementação e verificar o seu correcto estado de funcionamento e o seu nível de desempenho. Os relés com tecnologia digital não precisam de ser submetidos a esses testes: A utilização dessa tecnologia assegura a reprodutibilidade dos desempenhos anunciados. Um sistema de auto-testes internos informa constantemente acerca do estado dos componentes electrónicos e da integridade das funções internas, garantindo assim um elevado nível de disponibilidade. Cada uma destas funções do Sepam foi objecto de uma qualificação integral na fábrica. Consequentemente, o Sepam pode funcionar sem qualquer teste de qualificação suplementar relacionado directamente com o mesmo. Os testes preliminares, aquando da activação do Sepam, podem restringir-se a uma verificação da sua correcta implementação, ou seja: proceder apenas às verificações adequadas à configuração material e às funções activadas, verificar a sua conformidade com as nomenclaturas, esquemas e regras de instalação do material aquando de um exame geral preliminar, verificar a conformidade dos parâmetros gerais e da parametrização das protecções introduzida com os estudos efectuados, verificar a ligação das entradas de corrente com testes de injecção secundária, verificar a razão de transformação dos TC, verificar a ligação das entradas lógicas e dos relés de saída por simulação das informações de entrada e imposição dos estados dos relés de saída, confirmar a cadeia de protecção completa, utilizar a folha de testes proposta para registar os resultados dos testes de activação. O capítulo Activação descreve o método simples e exaustivo que deve ser aplicado para assegurar essas verificações. O teste individual de cada função de protecção ou de verificação-controlo deixa de ser indispensável. No entanto, se for necessário efectuar o teste de uma função, os procedimentos de teste encontram-se descritos neste capítulo. Nem todas as verificações e testes descritos neste capítulo podem ser aplicados aos diferentes modelos de Sepam (série 10 N, série 10 B ou série 10 A). Cada verificação ou teste começa por indicar a que modelos de Sepam se aplica: não se aplica aos modelos cujo identificador (N, B ou A) estiver riscado. Exemplo N B A série 10 A. significa que a verificação ou o teste apenas se aplica aos Sepam série 10 B e SEPED /

214 Sepam série 10 - Activação Material necessário para testes e medições Gerador de corrente Gerador de tensão Para a verificação da ligação das entradas de corrente, utilizar um gerador de corrente alterna sinusoidal: de frequência de 50 ou 60 Hz (consoante o país), de tipo monofásico, ajustável de 0 a 50 A RMS, com cronómetro digital controlado pela injecção, de precisão 10 ms, com tomada adequada à caixa de terminais de testes incorporada no esquema de ligação das entradas de corrente. Se a instalação não incluir qualquer caixa de terminais de testes, é possível desligar a ficha de curtocircuito B e ligar o gerador de corrente directamente no Sepam, através de cabos equipados com outra ficha de curto-circuito. Se o gerador de corrente estiver equipado com controlos electrónicos de funcionamento e paragem, certificar-se de que a corrente é nula na posição Paragem automática (o contactor estático pode, consoante a posição do cursor, deixar passar mais de 5 % da corrente). Para a verificação da ligação das entradas lógicas dos Sepam série 10 A, utilizar: um gerador de tensão contínua, ajustável de 12 a 200 V CC para adaptação ao nível de tensão da entrada testada ou uma alimentação auxiliar de tensão contínua idêntica à tensão de alimentação do Sepam. Acessórios São necessários acessórios para as ligações: uma tomada com cabo correspondente à caixa de terminais de testes para correntes instalada, um cabo eléctrico com pinças, sonda de teste ou pontas de contacto. Equipamentos de medição São necessários equipamentos de medição de categoria 1: um amperímetro, 0 a 50 A RMS, um voltímetro, 0 a 250 V RMS. Documentos O conjunto dos documentos de instalação inclui: o esquema completo de ligação do Sepam, indicando: a ligação das entradas de corrente de fase aos TC correspondentes através da caixa de terminais de testes, a ligação da entrada de corrente de terra, a ligação das entradas lógicas e dos relés de saída, as nomenclaturas e regras de instalação do material, a folha de definições com o conjunto dos parâmetros e configurações do Sepam, a folha de testes. Tolerâncias e limites de injecção O gerador de corrente deve reunir as seguintes condições: corrente mínima de injecção: 1,5% da corrente nominal secundária dos TC (15 ma ou 75 ma), corrente máxima de injecção: em continuidade: 4 vezes a corrente nominal secundária dos TC (20 A), durante 3 segundos: 40 vezes a corrente nominal secundária dos TC (200 A), frequência: 50 Hz +/- 10 % ou 60 Hz +/- 10 %. 216 SEPED /2008

215 Sepam série 10 - Activação Activação Verificações a efectuar antes da activação Para além do correcto estado mecânico dos materiais, verificar a partir dos esquemas e nomenclaturas estabelecidos pelo instalador: a identificação do Sepam, a correcta ligação à terra do Sepam pelo terminal, a conformidade da tensão de alimentação do Sepam (indicada na zona de identificação situada no painel dianteiro) à tensão de alimentação do quadro (ou do cubículo), a correcta ligação da alimentação auxiliar: terminal 1: alterna ou polaridade positiva, terminal 2: alterna ou polaridade negativa, a presença eventual de um TC de terra, a presença de caixas de terminais de testes a montante das entradas de corrente, a conformidade das ligações entre os terminais do Sepam e as caixas de terminais de testes. Verificações das ligações Procedimento de activação Identificação do Sepam Com os materiais sem energia, verificar o aperto das ligações. As fichas do Sepam devem estar devidamente encaixadas e bloqueadas. 1. Ligar a alimentação auxiliar. 2. Certificar-se de que o LED Liga se acende. Se o Sepam tiver um relé de watchdog, certificar-se de que muda de estado. O ecrã por defeito aparece (medição das correntes de fase para os Sepam série 10 A e série 10 B, medição da corrente de terra para os Sepam série 10 N). Registar, na folha de testes, o número de série do Sepam indicado na zona de identificação situada no painel dianteiro. Registar, na folha de testes, a versão de software do Sepam (ecrã SOBRE SEPAM do menu de parâmetros). SEPED /

216 Sepam série 10 - Activação Confirmação da cadeia de protecção completa Princípio Procedimento A cadeia de protecção completa é validada aquando da simulação de um defeito resultando no disparo do equipamento de corte pelo Sepam. O único teste de uma função permite assegurar-se do correcto funcionamento do conjunto, sob reserva de uma implementação correcta. Para validar a cadeia de protecção completa, proceder da seguinte forma: Etapa Descrição 1 Seleccionar uma das funções de protecção provocando o disparo do equipamento de corte. 2 De acordo com a ou as funções seleccionadas, injectar uma corrente correspondente a um defeito e constatar o disparo do equipamento de corte. 3 Voltar a colocar as tampas das caixas de terminais de testes. 218 SEPED /2008

217 Sepam série 10 - Activação Verificações das configurações Determinação dos parâmetros e configurações Verificações dos parâmetros e configurações O conjunto dos parâmetros e configurações do Sepam terá sido previamente determinado pelo serviço de estudos responsável pela aplicação e deverá ser aprovado pelo cliente. Supõe-se que este estudo terá sido realizado com todo o cuidado necessário, tendo mesmo sido consolidado por um estudo de selectividade. O conjunto dos parâmetros e configurações do Sepam deverá estar disponível sob forma de dossier aquando da activação. Deverão ser efectuadas verificações sempre que os parâmetros e configurações do Sepam não forem introduzidos aquando dos testes de activação, de modo a confirmar a conformidade dos parâmetros e configurações introduzidos com os valores determinados durante o estudo. As verificações consistem em: percorrer o conjunto dos ecrãs de parametrização e configuração do Sepam, comparar, para cada ecrã, os valores introduzidos no Sepam com os valores registados no dossier dos parâmetros e configurações, corrigir os parâmetros e configurações que não tiverem sido correctamente introduzidos. Consultar Parametrização, p. 56. Nota: Uma vez efectuada a verificação, convém a partir desta fase não voltar a modificar os parâmetros e configurações considerados definitivos. Os testes seguintes deverão ser efectuados com estes parâmetros e configurações. Não poderá ser efectuada qualquer alteração dos valores, nem que seja provisória. Excepção: desactivação das protecções de modo a isolar a protecção que está a ser testada. SEPED /

218 Sepam série 10 - Activação Verificação da razão de transformação dos TC Objectivo da verificação Procedimento No âmbito de uma verificação da cadeia de protecção completa, a verificação de cada TC permite certificar-se de que a respectiva razão de transformação esteja em conformidade com o previsto e idêntica para os 2 ou 3 TC de fase. A verificação pode ser estabelecida a partir dos certificados de conformidade dos TC. Na ausência destes documentos, proceder da seguinte forma: Etapa Acção 1 Certificar-se de que o circuito primário dos TC está acessível, sem energia e com retorno. 2 Determinar, com os documentos (esquemas, etc.), a razão e verificar a configuração correspondente do Sepam. 3 Certificar-se de que o secundário dos TC está ligado ao Sepam ou provocar o curto-circuito e instalar uma pinça amperimétrica no circuito do secundário do primeiro TC. 4 Ligar o gerador ao circuito primário do TC. 5 Injectar uma corrente de pelo menos 0,2 In (In: corrente nominal primária do TC), se for possível, e medir a corrente injectada. 6 Ler a corrente medida no circuito secundário com a pinça amperimétrica e certificar-se de que a razão de transformação está conforme ao esperado. Se o TC estiver ligado ao Sepam, certificar-se de que a corrente indicada pelo Sepam é igual à corrente injectada no primário do TC. 7 Repetir as etapas 3 a 6 para o(s) outro(s) TC de fase e certificar-se de que os resultados obtidos são idênticos para os 2 ou 3 TC. 8 Se a corrente de terra for medida por um TC 1 A ou 5 A, repetir as etapas 3 a 6 para verificar a respectiva razão de transformação. 9 Apontar as suas medições na folha de testes. 220 SEPED /2008

219 Sepam série 10 - Activação Verificação da ligação das entradas de corrente de fase Aplicável aos Sepam série 10 N B A Esquema de cablagem Para injectar uma corrente na entrada de corrente de fase A, ligar o gerador de corrente monofásica na caixa de terminais de testes, seguindo a tabela abaixo indicada: A B C B IA IB IC A Io A Io A A ms I N Stop SEPED /

220 Sepam série 10 - Activação Procedimento PERIGO RISCOS DE ELECTROCUSSÃO, ARCO ELÉCTRICO OU QUEIMADURAS Nunca deixar o secundário de um transformador de corrente em circuito aberto. A elevada tensão que resultaria da abertura do circuito é perigosa para o operador e para o material. Nunca desaparafusar os terminais em forma de anel dos cabos dos secundários dos TC em presença de corrente no primário. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. PERIGO RISCOS DE ELECTROCUSSÃO, ARCO ELÉCTRICO OU QUEIMADURAS Usar luvas isolantes para evitar qualquer contacto com um condutor activado acidentalmente. Remover a ficha de curto-circuito B sem desligar os fios ligados à mesma. Essa ficha assegura a continuidade dos circuitos secundários dos transformadores de corrente. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. Etapa Acção 1 Ligar o gerador de corrente para injectar uma corrente sobre uma entrada de corrente de fase. 2 Activar o gerador. 3 Injectar a corrente nominal secundária dos TC (1 A/5 A). 4 Verificar no visor do Sepam se o valor da corrente de fase A é, aproximadamente, igual à corrente nominal primária dos TC. 5 Desligar o gerador. 6 Repetir as etapas 1 a 5 para as outras 2 entradas de corrente de fase. 7 Voltar a colocar a tampa da caixa de terminais de testes. 222 SEPED /2008

221 Sepam série 10 - Activação Verificação da ligação das entradas de corrente de terra Aplicável aos Sepam série 10 N B A 2 métodos de verificação São possíveis 2 métodos de verificação: um método padrão para verificar a ligação do sensor de corrente de terra (TC de terra ou toro homopolar) à entrada de corrente de terra do Sepam, um método completo para verificar se a ligação à terra das tranças de massa das extremidades dos cabos voltam a passar pelo sensor. Método padrão - Esquema de cablagem Ligar o gerador de corrente monofásica para efectuar uma injecção de corrente no primário do sensor, seguindo o esquema abaixo indicado: A B C B IA IB IC CT 1A/5A Io A I N A ms Stop Método padrão - Procedimento Etapa Acção 1 Activar o gerador. 2 Injectar uma corrente de terra primária de 5 A. 3 Verificar no visor do Sepam se o valor da corrente de terra é, aproximadamente, igual a 5 A. 4 Desligar o gerador. SEPED /

222 Sepam série 10 - Activação Método completo - Esquema de cablagem Para verificar igualmente a ligação à terra das tranças de massa das extremidades dos cabos que passam no sensor, é preciso injectar a corrente não directamente no sensor mas sim através do fio que liga à terra as tranças de massa das extremidades dos cabos de média tensão, seguindo o esquema abaixo indicado: A B C B IA IB IC Io A A ms I N Stop Método completo - Procedimento Etapa Acção 1 Activar o gerador. 2 Injectar uma corrente de terra primária de pelo menos 20 A. 3 Verificar no visor do Sepam se o valor da corrente de terra é, aproximadamente, igual à corrente injectada. Caso contrário, certificar-se de que: o gerador injecta correctamente a corrente solicitada (se o gerador estiver saturado, a corrente injectada pode atravessar apenas os ecrãs dos cabos de média tensão: certificar-se de que a trança está devidamente ligada à terra), a trança passa devidamente no sensor, o sentido de passagem da trança no sensor está correcto, a trança está devidamente ligada à terra, a trança não esteve em contacto com a terra antes de passar no sensor. 4 Desligar o gerador. 224 SEPED /2008

223 Sepam série 10 - Activação Teste das protecções de máximo de corrente de fase ANSI Aplicável aos Sepam série 10 N B A Objectivo do teste O teste das protecções de máximo de corrente de fase permite verificar os valores de parametrização dessas protecções: nível de disparo, temporização de disparo. Esquema de cablagem Para efectuar uma injecção de corrente na entrada de corrente fase A, ligar o gerador de corrente monofásica, seguindo o esquema abaixo indicado. Utilizar um relé de saída do Sepam para parar o cronómetro. Se estiver a ser utilizado um contacto do disjuntor para parar o cronómetro, o tempo medido inclui o tempo de funcionamento do disjuntor. A B C B IA IB IC Io A Io A A A O3 A ms I N Stop O2 O1 SEPED /

224 Sepam série 10 - Activação Teste de uma protecção com tempo definido PERIGO RISCOS DE ELECTROCUSSÃO, ARCO ELÉCTRICO OU QUEIMADURAS Nunca deixar o secundário de um transformador de corrente em circuito aberto. A elevada tensão que resultaria da abertura do circuito é perigosa para o operador e para o material. Nunca desaparafusar os terminais em forma de anel dos cabos dos secundários dos TC em presença de corrente no primário. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. PERIGO RISCOS DE ELECTROCUSSÃO, ARCO ELÉCTRICO OU QUEIMADURAS Usar luvas isolantes para evitar qualquer contacto com um condutor activado acidentalmente. Remover a ficha de curto-circuito B sem desligar os fios ligados à mesma. Essa ficha assegura a continuidade dos circuitos secundários dos transformadores de corrente. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. Uma protecção com tempo definido recorre a 2 definições independentes: o nível de corrente (I> ou I>>), a temporização. Consequentemente, são necessárias 2 verificações: Verificação do nível: Etapa Acção 1 Desactivar as protecções de máximo de corrente de terra se forem efectuadas a partir da soma dos 3 TC de fase, assim como, se necessário, a protecção de sobrecarga térmica e a função de sobrecarga de fase em arranque de carga a frio (CLPU I). 2 Injectar uma corrente de aproximadamente 80% do valor do nível. 3 Aumentar lentamente a corrente até ocorrer o disparo do Sepam ou até que o LED de defeito de fase pisque rapidamente. 4 Registar, na folha de testes, o valor da corrente aquando do disparo e compará-lo com o valor da folha de definições. 5 Reinicializar o Sepam (tecla de Reset). 6 Se não for efectuada qualquer outra verificação: Reactivar as protecções e funções solicitadas pela folha de definições. Voltar a colocar o aquecimento a 0 %. Consultar Procedimento a seguir para reinicializar o aquecimento., p. 59. Se o bloqueio de selectividade lógica tiver sido utilizado, reactivar as temporizações de reserva associadas a cada nível. 226 SEPED /2008

225 Sepam série 10 - Activação Verificação da temporização: Etapa Acção 1 Desactivar as protecções de máximo de corrente de terra se forem efectuadas a partir da soma dos 3 TC de fase, assim como, se necessário, a protecção de sobrecarga térmica e a função de sobrecarga de fase em arranque de carga a frio (CLPU I). 2 Provocar o curto-circuito do gerador para não injectar no Sepam. 3 Preparar a injecção de uma corrente que seja, pelo menos, 2 vezes superior à corrente de disparo medida aquando da verificação do nível. 4 Restabelecer o circuito de injecção no Sepam e reinicializar o cronómetro. 5 Lançar, simultaneamente, a injecção de corrente e o cronómetro e certificar-se da estabilidade da corrente injectada com o amperímetro. O disparo do Sepam pára o cronómetro. 6 Registar, na folha de testes, o tempo decorrido e compará-lo com o valor da folha de definições. 7 Reinicializar o Sepam (tecla de Reset). 8 Se não for efectuada qualquer outra verificação: Reactivar as protecções e funções solicitadas pela folha de definições. Voltar a colocar o aquecimento a 0 %. Consultar Procedimento a seguir para reinicializar o aquecimento., p. 59. Se o bloqueio de selectividade lógica tiver sido utilizado, reactivar as temporizações de reserva associadas a cada nível. Teste de uma protecção com tempo dependente (IDMT) Uma protecção com tempo dependente (IDMT) utiliza uma curva (I, t) normalizada. O teste consiste em verificar alguns pontos da curva, na zona de disparo do nível I>. Verificação de um ponto da curva: Etapa Acção 1 Desactivar as protecções de máximo de corrente de terra se forem efectuadas a partir da soma dos 3 TC de fase, assim como, se necessário, a protecção de sobrecarga térmica e a função de sobrecarga de fase em arranque de carga a frio (CLPU I). 2 Seleccionar um ponto (I/I>, t) que deve ser testado na zona de disparo do nível com as Curvas de disparo das protecções de máximo de corrente, p. 90 e seguintes. 3 Configurar o gerador para a corrente determinada na etapa 2. 4 Reinicializar o cronómetro e, se necessário, o Sepam (tecla de Reset). 5 Lançar, simultaneamente, a injecção de corrente e o cronómetro e certificar-se da estabilidade da corrente injectada com o amperímetro. O disparo do Sepam pára o cronómetro. 6 Registar, na folha de testes, o tempo decorrido e compará-lo com o valor pretendido. 7 Reinicializar o Sepam (tecla de Reset). 8 Se não for efectuada qualquer outra verificação: Reactivar as protecções e funções solicitadas pela folha de definições. Voltar a colocar o aquecimento a 0 %. Consultar Procedimento a seguir para reinicializar o aquecimento., p. 59. Se o bloqueio de selectividade lógica tiver sido utilizado, reactivar as temporizações de reserva associadas a cada nível. SEPED /

226 Sepam série 10 - Activação Teste das protecções de máximo de corrente de terra ANSI 50N-51N Aplicável aos Sepam série 10 N B A Objectivo do teste O teste das protecções de máximo de corrente de terra permite verificar os valores de parametrização dessas protecções: nível de disparo, temporização de disparo. São possíveis 2 esquemas de cablagem, consoante o meio utilizado para medir a corrente de terra: por um sensor de corrente de terra (TC de terra ou toro homopolar), pela soma das correntes medidas pelos 3 TC de fase. Esquema de cablagem com sensor de corrente de terra Para efectuar uma injecção de corrente no primário do sensor, ligar o gerador de corrente monofásica, seguindo o esquema abaixo indicado. Utilizar um relé de saída do Sepam para parar o cronómetro. Se estiver a ser utilizado um contacto do disjuntor para parar o cronómetro, o tempo medido inclui o tempo de funcionamento do disjuntor. A B C CT 1A/5A B IA IB IC Io A A O3 I N A ms Stop O2 O1 228 SEPED /2008

227 Sepam série 10 - Activação Esquema de cablagem com 3 TC de fase Para efectuar uma injecção de corrente na entrada de corrente fase A, ligar o gerador de corrente monofásica, seguindo o esquema abaixo indicado. Utilizar um relé de saída do Sepam para parar o cronómetro. Se estiver a ser utilizado um contacto do disjuntor para parar o cronómetro, o tempo medido inclui o tempo de funcionamento do disjuntor. A B C B IA IB IC Io A A O3 A ms I N Stop O2 O1 SEPED /

228 Sepam série 10 - Activação Teste de uma protecção com tempo definido Uma protecção com tempo definido recorre a 2 definições independentes: o nível de corrente (Io> ou Io>>), a temporização. Consequentemente, são necessárias 2 verificações: Verificação do nível: Etapa Acção 1 Desactivar, se necessário, as protecções de máximo de corrente de fase, a protecção de sobrecarga térmica e as funções de sobrecarga de fase em arranque de carga a frio (CLPU I e CLPU Io). 2 Injectar uma corrente de aproximadamente 80% do valor do nível. 3 Aumentar lentamente a corrente até o disparo do Sepam ou até que o LED de defeito de terra pisque rapidamente. 4 Registar, na folha de testes, o valor da corrente aquando do disparo e compará-lo com o valor da folha de definições. 5 Reinicializar o Sepam (tecla de Reset). 6 Se não for efectuada qualquer outra verificação: Reactivar as protecções e funções solicitadas pela folha de definições. Voltar a colocar o aquecimento a 0 %. Consultar Procedimento a seguir para reinicializar o aquecimento., p. 59. Se o bloqueio de selectividade lógica tiver sido utilizado, reactivar as temporizações de reserva associadas a cada nível. Verificação da temporização: Etapa Acção 1 Desactivar, se necessário, as protecções de máximo de corrente de fase, a protecção de sobrecarga térmica e as funções de sobrecarga de fase em arranque de carga a frio (CLPU I e CLPU Io). 2 Provocar o curto-circuito do gerador para não injectar no Sepam. 3 Preparar a injecção de uma corrente que seja, pelo menos, 2 vezes superior à corrente de disparo medida aquando da verificação do nível. 4 Restabelecer o circuito de injecção no Sepam e reinicializar o cronómetro. 5 Lançar, simultaneamente, a injecção de corrente e o cronómetro e certificar-se da estabilidade da corrente injectada com o amperímetro. O disparo do Sepam pára o cronómetro. 6 Registar, na folha de testes, o tempo decorrido e compará-lo com o valor da folha de definições. 7 Reinicializar o Sepam (tecla de Reset). 8 Se não for efectuada qualquer outra verificação: Reactivar as protecções e funções solicitadas pela folha de definições. Voltar a colocar o aquecimento a 0 %. Consultar Procedimento a seguir para reinicializar o aquecimento., p. 59. Se o bloqueio de selectividade lógica tiver sido utilizado, reactivar as temporizações de reserva associadas a cada nível. 230 SEPED /2008

229 Sepam série 10 - Activação Teste de uma protecção com tempo dependente (IDMT) Uma protecção com tempo dependente (IDMT) utiliza uma curva (Io, t) normalizada. O teste consiste em verificar alguns pontos da curva, na zona de disparo do nível Io>. Verificação de um ponto da curva: Etapa Acção 1 Desactivar, se necessário, as protecções de máximo de corrente de fase, a protecção de sobrecarga térmica e as funções de sobrecarga de fase em arranque de carga a frio (CLPU I e CLPU Io). 2 Escolher um ponto (Io/Io>, t) que deve ser testado na zona de disparo do nível com as Curvas de disparo das protecções de máximo de corrente, p. 90 e seguintes. 3 Configurar o gerador para a corrente determinada na etapa 2. 4 Reinicializar o cronómetro e, se necessário, o Sepam (tecla de Reset). 5 Lançar, simultaneamente, a injecção de corrente e o cronómetro e certificar-se da estabilidade da corrente injectada com o amperímetro. O disparo do Sepam pára o cronómetro. 6 Registar, na folha de testes, o tempo decorrido e compará-lo com o valor pretendido. 7 Reinicializar o Sepam (tecla de Reset). 8 Se não for efectuada qualquer outra verificação: Reactivar as protecções e funções solicitadas pela folha de definições. Voltar a colocar o aquecimento a 0 %. Consultar Procedimento a seguir para reinicializar o aquecimento., p. 59. Se o bloqueio de selectividade lógica tiver sido utilizado, reactivar as temporizações de reserva associadas a cada nível. SEPED /

230 Sepam série 10 - Activação Teste da protecção de sobrecarga térmica ANSI 49 RMS Aplicável aos Sepam série 10 N B A Objectivo do teste O teste da protecção de sobrecarga térmica permite verificar o funcionamento e os valores de parametrização desta protecção: cálculo do aquecimento, nível de alarme, tempo de disparo. Esquema de cablagem Para efectuar uma injecção de corrente na entrada de corrente de fase A, ligar o gerador de corrente monofásica, seguindo o esquema abaixo indicado. Utilizar um relé de saída do Sepam para parar o cronómetro. Se estiver a ser utilizado um contacto do disjuntor para parar o cronómetro, o tempo medido inclui o tempo de funcionamento do disjuntor. A B C B IA IB IC Io A Io A A A O3 A ms I N Stop O2 O1 232 SEPED /2008

231 Sepam série 10 - Activação Teste da protecção de sobrecarga térmica A protecção de sobrecarga térmica utiliza uma curva (I, t). O teste consiste em verificar alguns pontos da curva, na zona de disparo do nível. Verificação de um ponto da curva: Etapa Acção 1 Desactivar as protecções de máximos de correntes de fase e terra. 2 Entre as Curvas para um aquecimento inicial de 0%, p. 112 e seguintes, utilizar a curva que se aproxima mais das configurações do Sepam e determinar as coordenadas de um ponto (I/Is, t) a testar. 3 Configurar o gerador para a corrente determinada na etapa 2. 4 Reinicializar o cronómetro e, se necessário, o Sepam (tecla de Reset). 5 Voltar a colocar o aquecimento a 0 %. Consultar Procedimento a seguir para reinicializar o aquecimento., p Lançar, simultaneamente, a injecção de corrente e o cronómetro e certificar-se da estabilidade da corrente injectada com o amperímetro. O disparo do Sepam pára o cronómetro. 7 Registar, na folha de testes, o tempo decorrido e compará-lo com o valor pretendido. 8 Reinicializar o Sepam (tecla de Reset). 9 Se não for efectuada qualquer outra verificação: Reactivar as protecções e funções solicitadas pela folha de definições. Voltar a colocar o aquecimento a 0 %. Se o bloqueio de selectividade lógica tiver sido utilizado, reactivar as temporizações de reserva associadas a cada nível. SEPED /

232 Sepam série 10 - Activação Verificação da ligação das entradas lógicas Aplicável aos Sepam série 10 N B A Verificação das entradas lógicas Para verificar as entradas lógicas, proceder da seguinte forma para cada entrada: Etapa Acção 1 Visualizar o ecrã EST ENTRADAS do menu de parâmetros. 2 Se a tensão de alimentação da entrada estiver disponível, provocar o curto-circuito do contacto que transmite a informação lógica à entrada com um cabo eléctrico. Se a tensão de alimentação da entrada não estiver disponível, aplicar uma tensão fornecida pelo gerador de tensão contínua no terminal de contacto ligado à entrada seleccionada. Para configurar o nível da tensão: consultar Ligação das entradas lógicas, p Observar a mudança da visualização. 4 Se necessário, reinicializar o Sepam (tecla de Reset). Caso particular de I1 e I2 As entradas lógicas I1 e I2 indicam a posição do disjuntor. Para se certificar de que o Sepam lê a posição do disjuntor, manuseá-lo e observar a mudança da visualização. 234 SEPED /2008

233 Sepam série 10 - Activação Activação operacional Verificação final No fim dos testes, efectuar as seguintes acções para a verificação final: Etapa Acção 1 Voltar a colocar as tampas das caixas de terminais de testes. 2 Verificar todos os ecrãs referentes às funções de protecção do Sepam e certificar-se de que apenas as protecções pretendidas estão activadas. 3 Verificar a conformidade dos parâmetros confirmados no Sepam com a folha de definições. 4 Registar, na folha de testes, o último evento registado pelo Sepam, de modo a distinguir os valores imputáveis aos testes dos valores da activação posterior das protecções por defeito na instalação. O Sepam está operacional. SEPED /

234 Sepam série 10 - Activação Folha de testes do Sepam Utilização Esta folha de testes permite registar os resultados dos testes de activação. Cada teste encontra-se detalhadamente descrito no capítulo Activação. Proceder apenas aos testes necessários, consoante o tipo de Sepam e as funções activadas. Seleccionar a caixa quando a verificação for concludente. Identificação Posto Testes efectuados a: Por: Cubículo Comentários: Tipo de Sepam série 10 Número de série Versão de software (ler no ecrã SEPAM do menu de parâmetros) Verificações gerais Natureza da verificação Exame preliminar anterior à activação Activação Verificação dos parâmetros e configurações Ligação das entradas lógicas (apenas para os Sepam série 10 A) Confirmação da cadeia de protecção completa Verificação da razão de transformação dos TC TC verificado Razão de transformação teórica Corrente de injecção primária (Ip 0,2 In) Corrente medida no secundário (Is) Razão de transformação medida (Ip/Is) TC de fase A TC de fase B TC de fase C TC de terra Verificação das entradas de corrente Natureza da verificação Ligação das entradas de corrente de fase Ligação das entradas de corrente de terra Teste efectuado Resultado Visualização Injecção secundária da corrente nominal dos TC, 1 A ou 5 A. Método padrão: injecção de 5 A no primário do toro homopolar ou do TC Método completo: injecção de 20 A na trança das massas do cabo Corrente nominal primária dos TC Valor da corrente injectada Valor da corrente injectada IA =... IB =... IC =... Io =... Io = SEPED /2008

235 Sepam série 10 - Activação Testes das protecções de máximo de corrente de fase ANSI Nível baixo de curva com tempo definido Teste do nível de corrente Teste da temporização Nível configurado Nível medido Temporização configurada Temporização medida Nível baixo de curva com tempo dependente Corrente injectada medida Tempo de disparo teórico medido Ponto 1 Ponto 2 Nível alto de curva com tempo definido Teste do nível de corrente Teste da temporização Nível configurado Nível medido Temporização configurada Temporização medida Testes das protecções de máximo de corrente de terra ANSI 50N-51N Nível baixo de curva com tempo definido Teste do nível de corrente Teste da temporização Nível configurado Nível medido Temporização configurada Temporização medida Nível baixo de curva com tempo dependente Corrente injectada medida Tempo de disparo teórico medido Ponto 1 Ponto 2 Nível alto de curva com tempo definido Teste do nível de corrente Teste da temporização Nível configurado Nível medido Temporização configurada Temporização medida Teste da protecção de sobrecarga térmica ANSI 49 RMS Ponto 1 Corrente injectada medida Tempo de disparo teórico medido Ponto 2 Activação operacional Último disparo/evento registado durante a activação : Número Designação Data e hora IA IB IC Io SEPED /

236 Sepam série 10 - Activação 238 SEPED /2008

237 Manutenção 9 Conteúdo deste capítulo Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Tópico Página Manutenção preventiva 240 Assistência para reparação 241 Remoção do Sepam 243 Substituição da bateria do Sepam série10 A 244 SEPED /

238 Sepam série 10 - Manutenção Manutenção preventiva Introdução Lista das intervenções Para obter uma disponibilidade máxima da instalação, é indispensável certificar-se de que o Sepam está constantemente operacional. Os auto-testes internos do Sepam, descritos em Funcionamento do sistema de auto-testes, p. 168, assim como o relé de watchdog avisam o utilizador em caso de falha interna do Sepam. No entanto, os elementos externos ao Sepam não estão sob o controlo destes auto-testes, sendo então necessário proceder a uma manutenção preventiva regular. Para além da bateria, acessível a partir do painel dianteiro, nenhum elemento interno do Sepam necessita de manutenção preventiva, não podendo ser substituído pelo utilizador. A seguinte tabela fornece a periodicidade típica das intervenções. A periodicidade da verificação visual é efectuada em função das condições de exploração da instalação. Intervenção Verificação de rotina Teste dos LEDs e do visor Verificação do painel traseiro Verificação do estado da bateria (Sepam série 10 A) Verificação da totalidade da cadeia de disparo Periodicidade Semanal Anual De 5 em 5 anos Verificação de rotina Certificar-se de que as correntes de fase e a corrente de terra medidas pelo Sepam estão em conformidade com a carga alimentada. Certificar-se de que o LED Sepam indisponível está apagado. Teste dos LEDs e do visor O teste dos LEDs e do visor permite verificar o correcto funcionamento de cada LED situado no painel dianteiro e de cada segmento do visor. Para proceder ao teste, premir continuamente a tecla de selecção dos menus. Ao fim de 2 segundos, todos os LEDs do painel dianteiro e todos os segmentos do visor acendem-se. Verificação do painel traseiro Verificação do estado da bateria Verificação da cadeia de disparo Verificar o aperto e a ausência de corrosão das ligações, prestando particular atenção ao terminal de terra e às ligações dos TC. Um aperto incorrecto das ligações dos TC produz um aquecimento excessivo que pode causar a destruição da ficha B e dos TC. O Sepam série 10 A está equipado com uma bateria que permite guardar os dados do relógio interno. Ao premir a tecla de Reset, os 4 LEDs vermelhos de defeito acendem-se. Para verificar o correcto estado da bateria, premir a tecla de Reset durante 2 a 3 segundos. Os LEDs devem permanecer acesos, não devendo diminuir a intensidade enquanto a tecla estiver a ser premida. Caso contrário, substituir a bateria: consultar Substituição da bateria do Sepam série10 A, p É importante certificar-se periodicamente de que a cadeia de disparo completa, dos TC ao Sepam até à bobina de disparo, continua operacional. Para o detalhe das operações a efectuar, consultar Confirmação da cadeia de protecção completa, p SEPED /2008

239 Sepam série 10 - Manutenção Assistência para reparação Introdução LEDs e visor apagados Os parágrafos seguintes abrangem as acções a efectuar após observação de um comportamento anormal do Sepam. Em caso de anomalia, não cortar a alimentação auxiliar antes de ter efectuado um diagnóstico. Sintoma Causas possíveis Acções/Soluções Consultar... Os LEDs e o visor estão apagados Ficha de alimentação auxiliar mal encaixada Ausência de alimentação auxiliar Encaixar a ficha A. Certificar-se de que o nível da alimentação auxiliar se encontra na gama permitida. Identificação das fichas no painel traseiro, p. 27 Tensão de alimentação, p. 14 Falha interna Substituir o Sepam. Remoção do Sepam, p. 243 LED Sepam indisponível aceso Nenhuma visualização ou visualização incompleta O facto de o LED estar aceso indica que o Sepam passou para a posição de falha segura após a detecção, pelos auto-testes instalados, da falha de um dos seus componentes. Consultar Funcionamento do sistema de auto-testes, p Observação: Este LED pode acender-se de modo transitório aquando da activação do Sepam. Esta situação é normal, não sendo indício de qualquer falha. A posição de falha segura caracteriza-se por: o LED aceso, o relé de watchdog, se existente, em posição de descanso, os relés de saída em posição de descanso (posição normal), a visualização de um código de 8 algarismos no painel dianteiro, a comunicação inoperante. Neste caso, o Sepam deixa de estar operacional. Apontar o código e substituir o Sepam (consultar Remoção do Sepam, p. 243). Sintoma Causas possíveis Acções/Soluções Consultar... O LED LIGA está aceso mas a visualização não ocorre ou está incompleta Falha do visor Substituir o Sepam. Remoção do Sepam, p. 243 Problema de comunicação (Sepam série 10 A) Em funcionamento normal, o LED pisca ao ritmo dos quadros partilhados com o supervisor. Se o Sepam não comunicar com o supervisor, verificar: o envio de quadros pelo supervisor ao Sepam em questão, o conjunto dos parâmetros de comunicação do Sepam, a cablagem de cada Sepam, o aperto dos terminais com parafuso da ficha C de cada Sepam, a polarização do barramento, num único ponto, em geral pelo master, a adequação da linha às extremidades da rede RS 485. Se o problema persistir, ligar os Sepam um a um à rede de comunicação para determinar qual o Sepam responsável pelo problema. SEPED /

240 Sepam série 10 - Manutenção Hora incorrecta (Sepam série 10 A) Sintoma Causas possíveis Acções/Soluções Consultar... A hora apresentada está incorrecta Corte da alimentação auxiliar com uma bateria vazia Envio de uma hora errada pela comunicação Testar a bateria. Verificar a implementação do supervisor. Verificação do estado da bateria, p. 240 Palavra-passe perdida Em caso de perda da palavra-passe, apontar o número de série visível no painel dianteiro do Sepam e contactar o serviço pós-venda local da Schneider Electric. 242 SEPED /2008

241 Sepam série 10 - Manutenção Remoção do Sepam Introdução Remoção do Sepam Se o Sepam não pode ser consertado com as indicações da Assistência para reparação, p. 241, deve ser substituído. É possível deixar as fichas no cubículo com os fios ligados. PERIGO RISCOS DE ELECTROCUSSÃO, ARCO ELÉCTRICO OU QUEIMADURAS Usar luvas isolantes para evitar qualquer contacto com um condutor activado acidentalmente. Para desligar as entradas de corrente do Sepam, remover a ficha de curto-circuito B sem desligar os fios ligados à mesma. Essa ficha assegura a continuidade dos circuitos secundários dos transformadores de corrente. Se tiver de desligar os fios ligados à ficha de curto-circuito, provocar o curto-circuito dos circuitos secundários dos transformadores de corrente. A não observância destas instruções resultará em morte, ou ferimentos graves. O procedimento a seguir para remover o Sepam é o seguinte: Etapa Acção 1 Se o Sepam o permitir, ler e registar os últimos disparos/eventos verificados. 2 Registar os sintomas observados, em particular os códigos de falha visualizados. 3 Desligar o equipamento. 4 Desaparafusar e desencaixar todas as fichas. 5 Desligar a terra de protecção do Sepam. 6 Abrir a aba de protecção de acesso à parametrização. 7 Desapertar os parafusos das 2 fixações de bloqueio e certificar-se de que giram para soltar o Sepam. 8 Voltar a fechar a aba. 9 Remover o Sepam. Devolução para peritagem Em caso de devolução do Sepam para peritagem, utilizar a embalagem original ou uma embalagem com uma protecção de nível 2 contra as vibrações (norma IEC ) e contra os choques (norma IEC ). O Sepam deve ser devolvido acompanhado da sua folha de definições e das seguintes informações: coordenadas do requerente tipo e número de série do Sepam data do incidente descrição do incidente estado dos LEDs e mensagem visualizada aquando do incidente lista dos eventos memorizados Fim de vida Se o Sepam não tiver conserto: Etapa Acção 1 Remover a bateria: consultar Procedimento de extracção, p Remover o Sepam como indicado anteriormente. 3 Desmontar o Sepam de acordo com o documento Valorização em fim de vida do Sepam série 10. SEPED /

242 Sepam série 10 - Manutenção Substituição da bateria do Sepam série 10 A Procedimento de extracção A bateria deve ser removida em caso de desgaste e em fim de vida do Sepam. Pode ser removida enquanto o Sepam está activo. Etapa Acção Ilustração 1 Abrir a aba de protecção de acesso à parametrização. 2 Levantar a cobertura amovível de fecho do compartimento da bateria com uma chave de parafusos plana. 3 Inclinar o compartimento da bateria para a frente utilizando a chave de parafusos. 4 Remover a bateria. Eliminação da bateria AVISO RISCO DE EXPLOSÃO Não voltar a carregar a bateria. Não provocar o curto-circuito da bateria. Não comprimir a bateria. Não desmontar a bateria. Não manter a bateria a uma temperatura superior a 100ºC (212ºF). Não eliminar a bateria recorrendo a fogo ou água. A não observância destas instruções pode provocar a morte, ferimentos graves, ou danos no equipamento. A bateria usada será orientada para um meio de eliminação autorizado e aprovado, em conformidade com a regulamentação vigente. Características da bateria Bateria de Lítio 1/2 AA de tensão 3,6V Modelo recomendado: LS14250 de Saft Condições de armazenamento: em conformidade com a norma NF EN SEPED /2008

243 Sepam série 10 - Manutenção Procedimento de substituição Em caso de desgaste, a bateria é substituída da seguinte forma: Etapa Acção 1 Inserir uma bateria com as características anteriormente apresentadas, respeitando as polaridades (+ para cima). 2 Voltar a fechar o compartimento da bateria. 3 Voltar a colocar a cobertura de fecho do compartimento da bateria. 4 Fechar a aba de protecção de acesso à parametrização. 5 Testar a bateria premindo durante 2 a 3 segundos a tecla de Reset: os LEDs devem permanecer acesos, não devendo diminuir a intensidade enquanto a tecla estiver a ser premida. 6 Voltar a acertar a hora do Sepam se a substituição tiver sido efectuada sem energia. SEPED /

244 Sepam série 10 - Manutenção 246 SEPED /2008

245 Características 10 Conteúdo deste capítulo Este capítulo inclui os seguintes tópicos: Tópico Página Características das funções 248 Características técnicas 255 Características ambientais 257 Funcionamento interno 260 SEPED /

246 Sepam série 10 - Características Características das funções Observações gerais Nas seguintes tabelas: In é a corrente nominal primária dos TC de fase. Ino é a corrente nominal primária dos TC de terra. A corrente nominal primária Ino dos toros homopolares CSH120, CSH200 e GO110 é igual a 470 A. Todas as precisões estão indicadas nas condições de referência (IEC ), excepto precisão dos sensores. Razão de transformação dos TC Sensores Características Valores TC de fase Corrente nominal primária (In) A Passo 1 A a 130 A 10 A de 130 A a 6300 A Corrente nominal secundária 1 A/5 A TC de terra Corrente nominal primária (Ino) A Passo 1 A a 130 A 10 A de 130 A a 6300 A Corrente nominal secundária 1 A/5 A Toro homopolar (versão muito sensível) Valor 0, A A Correntes de fase Características Gama de medição Precisão Unidade Resolução Formato do visor Período de actualização da visualização Valores 0, In +/- 1% típico a In +/- 2% a 0,3...1,5 In +/- 5% a 0,1...0,3 In A ou ka 0,1 A...1 ka consoante o valor 3 algarismos significativos 1 s 248 SEPED /2008

247 Sepam série 10 - Características Corrente de terra Características Versões Valores Gama de medição padrão 0, Ino (ou In) sensível 0, Ino (ou In) muito sensível valor 0,2-24 A 0, ,085 Ino (0, A primária) valor A 0, ,85 Ino ( A primária) Precisão padrão +/- 1% típico a Ino (ou In) +/- 2% a 0,3...1,5 Ino (ou In) +/- 5% a 0,1...0,3 Ino (ou In) sensível +/- 1% típico a 0,1 Ino (ou In) +/- 2% a 0,03...0,15 Ino (ou In) +/- 5% a 0,01...0,03 Ino (ou In) muito sensível valor 0,2-24 A +/- 1% típico a 0,01 Ino +/- 2% a 0, ,015 Ino +/- 5% a 0, ,003 Ino valor A +/- 1% típico a 0,1 Ino +/- 2% a 0,03...0,15 Ino +/- 5% a 0, ,03 Ino Unidade A ou ka Resolução 0,1 A...1 ka consoante o valor Formato do visor 3 algarismos significativos Período de actualização da visualização 1 s Valores de pico de corrente das correntes de fase Característica Gama de medição Precisão Unidade Resolução Formato do visor Período de actualização da visualização Valores 0, In +/- 1% típico a In +/- 2% a 0,3...1,5 In +/- 5% a 0,1...0,3 In A ou ka 0,1 A...1 ka consoante o valor 3 algarismos significativos 1 s Correntes de fase de disparo Características Gama de medição Precisão Unidade Resolução Formato do visor Valores 0, In +/- 5% ou +/- 0,02 In A ou ka 0,1 A...1 ka consoante o valor 3 algarismos significativos SEPED /

248 Sepam série 10 - Características Corrente de terra de disparo Características Versões Valores Gama de medição padrão 0, Ino (ou In) sensível 0, Ino (ou In) muito sensível valor 0,2-24 A 0, A valor A A Precisão +/- 5% ou +/- 0,02 Ino Unidade A ou ka Resolução 0,1 A...1 ka consoante o valor Formato do visor 3 algarismos significativos 250 SEPED /2008

249 Sepam série 10 - Características Protecção de máximo de corrente de fase Características do nível I> Valores Curva de disparo DESL: nível desligado TD: tempo definido (TD) SIT/A: IEC padrão inverso VIT/B: IEC muito inverso LTI/B: IEC muito inverso longo EIT/C: IEC extremamente inverso MI: IEEE moderadamente inverso VI: IEEE muito inverso EI: IEEE extremamente inverso RI Nível I> Curva TD 0, In (mínimo: 1 A) Curvas IDMT 0,1...2,4 In (mínimo: 1 A) Precisão +/- 5% ou +/- 0,03 In Percentagem de recuperação 95% +/- 3% ou > (1-0,015 In/I>) x 100% Ultrapassagem transitória < 10% Temporização Curva TD 0, s com um passo de: 0,01 s, de 0,05 a 9,99 s 0,1 s, de 10,0 a 99,9 s 1 s, de 100 a 300 s Curvas IEC, RI TMS: 0, (passo: 0,01) Curvas IEEE TD: 0, (passo: 0,1) Precisão Curva TD: +/- 2% ou -15 ms / +25 ms Curvas IDMT: ± 5% ou -15 ms / +25 ms em conformidade com IEC Tempo de reposição Parametrização comum aos níveis I> e Io>: DESL: tempo de reposição desligado LIGA: tempo de reposição activado Tempos característicos Tempo de funcionamento instantâneo (arranque) Tempo de ultrapassagem < 40 ms a 2 I> Tempo de retorno < 50 ms a 2 I> < 40 ms a 2 I> (valor típico: 25 ms) Características do nível I>> Valores Curva de disparo DESL: nível desligado TD: tempo definido (TD) Nível I>> Curva TD 0, In (mínimo: 1 A) Precisão +/- 5% ou +/- 0,03 In Percentagem de recuperação 95% +/- 3% ou > (1-0,015 In/I>>) x 100% Ultrapassagem transitória < 10% Temporização Curva TD Instantâneo (arranque) ou 0, s com um passo de: 0,01 s, de 0,05 a 9,99 s 0,1 s, de 10,0 a 99,9 s 1 s, de 100 a 300 s Precisão +/- 2% ou -15 ms / +25 ms Tempos característicos Tempo de funcionamento instantâneo (arranque) Tempo de ultrapassagem Tempo de retorno < 40 ms (valor típico: 25 ms) se o nível I>> for superior a 0,7 In < 70 ms se o nível I>> for inferior a 0,7 In < 40 ms a 2 I>> < 50 ms a 2 I>> SEPED /

250 Sepam série 10 - Características Protecção de máximo de corrente de terra Características do nível Io> Valores Curva de disparo DESL: nível desligado TD: tempo definido (TD) SIT/A: IEC padrão inverso VIT/B: IEC muito inverso LTI/B: IEC muito inverso longo EIT/C: IEC extremamente inverso MI: IEEE moderadamente inverso VI: IEEE muito inverso EI: IEEE extremamente inverso RI Nível Io> Curva TD Versão padrão 0, Ino (mínimo: 1 A) Versão sensível 0,01...2,4 Ino (mínimo: 0,1 A) Versão muito valor 0,2-24 A 0, ,05 Ino (0, A) sensível valor A 0, ,5 Ino (2, A) Curvas IDMT Versão padrão 0,1...2,4 Ino (mínimo: 1 A) Versão sensível 0,01...0,24 Ino (mínimo: 0,1 A) Versão muito valor 0,2-24 A 0, ,005 Ino (0,2...2,4 A) sensível valor A 0, ,05 Ino (2, A) Precisão Versão padrão +/- 5% ou +/- 0,03 Ino Versão sensível +/- 5% ou +/- 0,003 Ino Versão muito valor 0,2-24 A +/- 5% ou +/- 0,00015 Ino ( +/- 0,07 A) sensível valor A +/- 5% ou +/- 0,0015 Ino ( +/- 0,7 A) Percentagem Versão padrão 95% +/- 3% ou > (1-0,015 Ino/Io>) x 100% de Versão sensível 95% +/- 3% ou > (1-0,0015 Ino/Io>) x 100% recuperação Versão muito sensível 95% +/- 3% Ultrapassagem transitória < 10% Temporização Curva TD 0, s com um passo de: 0,01 s, de 0,05 a 9,99 s 0,1 s, de 10,0 a 99,9 s 1 s, de 100 a 300 s Curvas IEC, RI TMS: 0, (passo: 0,01) Curvas IEEE TD: 0, (passo: 0,1) Precisão Curva TD: +/- 2% ou -15 ms / +25 ms Curvas IDMT: +/- 5% ou -15 ms / +25 ms em conformidade com IEC Tempo de reposição Parametrização comum aos níveis I> e Io>: DESL: tempo de reposição desligado LIGA: tempo de reposição activado Tempos característicos Tempo de funcionamento instantâneo (arranque) Tempo de ultrapassagem Tempo de retorno < 40 ms a 2 Io> (valor típico: 25 ms) < 40 ms a 2 Io> < 50 ms a 2 Io> 252 SEPED /2008

251 Sepam série 10 - Características Características do nível Io>> Valores Curva de disparo DESL: nível desligado TD: tempo definido (TD) Nível Io>> Curva TD Versão padrão 0, Ino (mínimo: 1 A) Versão sensível 0,01...2,4 Ino (mínimo: 0,1 A) Versão muito valor 0,2-24 A 0, ,05 Ino (0, A) sensível valor A 0, ,5 Ino (2, A) Precisão Versão padrão +/- 5% ou +/- 0,03 Ino Versão sensível +/- 5% ou +/- 0,003 Ino Versão muito valor 0,2-24 A +/- 5% ou +/- 0,00015 Ino ( +/- 0,07 A) sensível valor A +/- 5% ou +/- 0,0015 Ino ( +/- 0,7 A) Percentagem Versão padrão 95% +/- 3% ou > (1-0,015 Ino/Io>>) x 100% de Versão sensível 95% +/- 3% ou > (1-0,0015 Ino/Io>>) x 100% recuperação Versão muito sensível 95% +/- 3% Ultrapassagem transitória < 10% Temporização Curva TD Instantâneo (arranque) ou 0, s com passo de: 0,01 s, de 0,05 a 9,99 s 0,1 s, de 10,0 a 99,9 s 1 s, de 100 a 300 s Precisão +/- 2% ou -15 ms / +25 ms Tempos característicos Tempo de funcionamento instantâneo (arranque) Tempo de ultrapassagem Tempo de retorno < 40 ms (valor típico: 25 ms) se o nível Io>> for superior a 0,7 Ino < 70 ms se o nível Io>> for inferior a 0,7 Ino < 40 ms a 2 Io>> < 50 ms a 2 Io>> Sobrecarga de fase em arranque de carga a frio Características Actividade Valores DESL: desligado I> I>>: acção sobre I> e I>> I>: acção sobre I> apenas I>>: acção sobre I>> apenas Acção sobre os níveis 150%: nível x 1,5 200%: nível x 2 300%: nível x 3 400%: nível x 4 500%: nível x 5 BLOQ: bloqueio do nível Precisão dos níveis após acção da função CLPU I Idêntico à precisão sobre os níveis I> e I>> Temporização Gamas de parametrização s com um passo de 1 s mn com um passo de 1 mn Precisão +/- 2% ou +/- 20 ms SEPED /

252 Sepam série 10 - Características Defeito homopolar em arranque de carga a frio Características Actividade Valores DESL: desligado Io> Io>>: acção sobre Io> e Io>> Io>: acção apenas sobre Io> Io>>: acção apenas sobre Io>> Acção sobre os níveis 150%: nível x 1,5 200%: nível x 2 300%: nível x 3 400%: nível x 4 500%: nível x 5 BLOQ: bloqueio do nível RES H2: restrição harmónica 2 Precisão dos níveis após acção da função CLPU Io Idêntico à precisão sobre os níveis I> e Io>> Temporização Gamas de parametrização s com um passo de 1 s mn com um passo de 1 mn Precisão +/- 2% ou +/- 20 ms Nível de restrição harmónica 2 (nível fixo) 17% +/- 5% Protecção de sobrecarga térmica Características Actividade Valores DESL: protecção desligada LIGA: protecção activada Níveis Alarme Gama de definições % do nível de aquecimento permitido (nível de disparo) Precisão +/- 5% Disparo Gama de definições 0,1...2,4 In (mínimo: 1 A) Precisão +/- 5% Constante de tempo Gama de definições mn Resolução 1 mn Tempo de disparo Precisão +/- 2% ou +/- 2 s em conformidade com IEC SEPED /2008

253 Sepam série 10 - Características Características técnicas Características gerais Características Valores Dimensões 180 x 140 x 90 mm/7.09 x 5.51 x 3.54 in Peso Sepam série 10 N 1,15 kg/2.5 lb Sepam série 10 B 1,28 kg/2.8 lb Sepam série 10 A 1,46 kg/3.2 lb Tipo de bateria Sepam série 10 A 1 / 2 AA Li 3,6 V Vida útil típica da bateria Desvio máximo do relógio interno 10 anos +/- 10 mn por ano Alimentação auxiliar O Sepam deve ser alimentado por uma tensão contínua ou alterna. A tensão de alimentação depende da versão do Sepam: Características Valores CC Valores CA Tensão nominal Sepam série 10 A V +/ 20% V +/ 20% Sepam série 10 E V +/ 20% V +/ 20% Sepam série 10 F V +/ 20% Taxa de oscilação < 15% Frequência Hz Consumo típico (apenas relé de watchdog activado) < 3 W < 4,5 VA Consumo máximo < 8 W < 13 VA Corrente de chamada < 20 A durante 100 μs Resistência aos microcortes (IEC ) 100 %, 100 ms Entradas de corrente Entradas de corrente para transformador de corrente (TC de fase ou TC de terra) Características Valores Impedância de entrada < 0,004 Ω Consumo < 0,004 VA a 1 A < 0,1 VA a 5 A Resistência térmica permanente 4 In Sobrecarga em conformidade com IEC In a 1 s 40 In a 3 s Entradas de corrente para toros homopolares CSH120, CSH200 ou GO110 Características Resistência térmica permanente no primário Sobrecarga em conformidade com IEC Valores 300 A 20 ka a 1 s SEPED /

254 Sepam série 10 - Características Entradas lógicas As entradas lógicas dos Sepam série 10 A são independentes e livres de potencial. Características Aplicável a... Valores CC Valores CA Tensão máxima série 10 A A 125 V + 20 % 120 V + 20 % série 10 A E 250 V + 20 % 240 V + 20 % série 10 A F 250 V + 20 % Frequência série 10 A Hz Nível de comutação típica série 10 A A 14 V 12 V série 10 A E 82 V 58 V série 10 A F 154 V Estado 1 série 10 A A > 19 V > 80 V série 10 A E > 88 V > 80 V série 10 A F > 176 V Estado 0 série 10 A A < 6 V < 8 V série 10 A E < 75 V < 22 V série 10 A F < 137 V Consumo típico série 10 A 3 ma Relés de saída Relés de controlo O1, O2, O3 e relé de controlo O4 dos Sepam série 10 A Características Valores CC Valores CA Tensão máxima 250 V + 20% 240 V + 20% Frequência Hz Corrente contínua 5 A Poder de corte (1) Carga resistiva 5 A / 24 V 4A/48V 0,7 A / 127 V 0,3 A / 220 V 5 A/ V Carga L/R < 40 ms 5 A / 24 V 1A/48V 0,1 A / 220 V Carga cos ϕ > 0,3 5 A/ V Poder de fecho de acordo com ANSI C37.90, cláusula 6.7 (duração: 0,2 s) 30 A (1) Os poderes de corte são indicados para uma utilização exclusiva do contacto normalmente aberto (NA) ou do contacto normalmente fechado (NF). Não deve existir qualquer ligação eléctrica entre os 2 contactos. Relés de sinalização O5, O6, O7 dos Sepam série 10 A Características Valores CC Valores CA Tensão máxima 250 V + 20% 240 V + 20% Frequência Hz Corrente contínua 2 A Poder de corte Carga L/R < 20 ms 2 A / 24 V 1A/48V 0,5 A / 127 V 0,15 A / 220 V Carga cos ϕ > 0,3 1 A/ V Porta de comunicação Características Tipo Impedância de linha Valores RS 485, 2 fios 150 Ω 256 SEPED /2008

255 Sepam série 10 - Características Características ambientais Compatibilidade electromagnética Compatibilidade electromagnética Norma Nível/ Categoria Generalidades EN IEC A Emissão Perturbações irradiadas CISPR 22 A EN IEC Perturbações conduzidas CISPR 22 A EN IEC Testes de imunidade Campos radiofrequências irradiados Descargas electrostáticas IEC IEC Campos magnéticos com frequências industriais Perturbações radiofrequências conduzidas Valor IEC V/m; MHz IEC V/m; MHz; 1,4...2,7 GHz ANSI C V/m; MHz ANSI C Transitórios eléctricos IEC IEC Onda de oscilação amortecida lenta 3 8 kv ar; 6 kv contacto IEC A/m em continuidade, 300 A/m durante 1 a 3 s IEC V MC; 0, MHz IEC kv; 5 khz ANSI C kv MC e MD; 5 khz IEC ,5 kv MC, 1 kv MD; 100 khz e 1 MHz IEC ANSI C ,5 kv MC e MD Ondas de choque IEC kv MC, 1 kv MD; 1,2/50 μs e IEC /700 μs Entradas lógicas com IEC V MC, 150 V MD frequências industriais IEC SEPED /

256 Sepam série 10 - Características Robustez mecânica Robustez mecânica Norma Nível/ Categoria Activo Comportamento perante as vibrações Comportamento perante os choques Comportamento perante os terramotos Valor IEC Gn; Hz; 1 ciclo IEC Gn durante 11 ms, em caso de utilização dos contactos normalmente abertos (NA) IEC Gn horizontal, 1 Gn vertical Sem energia Resistência às vibrações IEC Gn; Hz; 20 ciclos Resistência aos choques IEC Gn durante 11 ms Resistência aos abalos IEC Gn durante 16 ms Protecção do invólucro Estanquecidade IEC painel dianteiro: IP54 outras partes: IP40 NEMA tipo 12 Choques no painel dianteiro IEC IK7; 2 J Resistência climatérica Resistência climatérica Norma Nível/ Categoria Em funcionamento Armazenado no seu acondicioname nto de origem Ambiente corrosivo Valor Exposição ao frio IEC Ad -40 C (-40 F); 96 h Exposição ao calor seco IEC Bd +70 C (+158 F); 96 h Exposição ao calor húmido IEC Cab 93% HR; 40 C (104 F); 56 dias Variações de temperatura IEC Nb 5 C/mn a C ( F) Exposição ao frio IEC Ab -40 C (-40 F); 96 h Exposição ao calor seco IEC Bd +70 C (+158 F); 96 h Exposição ao calor húmido IEC Cab 93% HR; 40 C (104 F); 56 dias Variações de temperatura IEC C/mn a C ( F) Atmosfera salgada IEC Kb/2 3 ciclos Teste 2 gases IEC Ke método 1; 0,5 ppm H 2 S, 1 ppm SO 2 Segurança Segurança Norma Valor Generalidades IEC Resistência dieléctrica às frequências industriais IEC IEC ANSI C kv durante 1 mn : entradas lógicas e relés de saída, alimentação 2 kv durante 1 mn : porta RS 485 tensão de isolamento atribuída : 300 V 1,5 kv entre os contactos dos relés de saída de controlo durante 1 mn Onda de choque IEC forma de onda: 1,2/50 μs; 5 kv : entradas lógicas e relés de saída, IEC alimentação; 3 kv: porta RS485 Resistência de isolamento IEC V em modos comum e diferencial R > 100 MΩ (A); R > 10 MΩ (B) Resistência ao fogo IEC C (1200 F) 258 SEPED /2008

257 Sepam série 10 - Características Alimentação Alimentação Norma Valor Taxa de oscilação aceite (componente alterno) IEC %; Hz, critério A IEC Interrupção de tensão IEC ms; 0%; 3 relés de saída em IEC IEC funcionamento, critério A Inversão de polaridades IEC Certificação Certificação Norma Documento de referência Norma harmonizada: EN Directivas e modificações: 89/336/CEE Directiva CEM 92/31/CEE Modificação 93/68/CEE Modificação 73/23/CEE Directiva sobre Baixa Tensão 93/68/CEE Modificação UL Consulte-nos CSA Consulte-nos SEPED /

258 Sepam série 10 - Características Funcionamento interno Diagrama de blocos O Sepam é um relé de protecção digital multifunções de alimentação auxiliar. FLASH externo Watchdog Sepam série 10 Filtrageme acondicionamento Lógica de programação dos relés dos sinais Lógica de programação dos LEDs Lógica de programação isolamento dos relés 0V interface de comunicação 260 SEPED /2008

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