Necessidades Habitacionais e Oferta Habitacional

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1 Necessidades Habitacionais e Oferta Habitacional NECESSIDADES HABITACIONAIS O conceito de necessidades habitacionais é utilizado com o objetivo de caracterizar as principais carências existentes no município, ajudando a formatar as políticas habitacionais necessárias para o seu enfrentamento. O conceito de necessidades habitacionais adotado pela Política Nacional de Habitação inclui: assentamentos precários indica os assentamentos que necessitam de ações integradas visando adequar a infraestrutura urbana, conter riscos, recuperar o meio ambiente e promover o desenvolvimento e inclusão social das famílias residentes; inadequação de domicílios ou déficit qualitativo indica o número de unidades com necessidade de melhoria por apresentarem certos tipos de carência, seja da própria habitação ou do entorno urbano; déficit habitacional ou déficit quantitativo indica unidades habitacionais que necessitam ser construídas para atender demanda reprimida por moradia ou reconstruídas por serem precárias; demanda demográfica indica unidades que necessitam ser produzidas para atender às famílias que se formarão em função do crescimento demográfico. Este conceito, no entanto, não será abordado no PLHIS Simplificado. Para maiores informações consulte o Guia Demanda Demográfica Futura. Portanto, as necessidades habitacionais podem ser divididas entre apoiar a produção de novas unidades habitacionais e apoiar a melhoria de unidades já existentes ou do entorno urbano. Quantificar essas necessidades é fundamental para que o município seja capaz de dimensionar os programas e ações da política habitacional, as metas de atendimento e os recursos necessários. Encontre este material na Biblioteca Virtual do Curso. 1

2 Assentamentos precários Assentamentos precários é a nomenclatura pela qual a Política Nacional de Habitação se refere ao conjunto de assentamentos urbanos inadequados ocupados por moradores de baixa renda. Os assentamentos precários podem ter tipologias e tamanhos variados, mas têm as seguintes características em comum: o fato de serem áreas predominantemente residenciais, habitadas por famílias de baixa renda; a precariedade das soluções de moradia, incluindo: irregularidade fundiária; ausência de infraestrutura de saneamento; localização em áreas mal servidas por transportes públicos e equipamentos sociais; terrenos alagadiços e sujeitos a riscos geotécnicos; adensamento excessivo de moradias; insalubridade e deficiências das unidades habitacionais; a origem associada às estratégias da população de baixa renda de viabilizar, de maneira autônoma e informal, as soluções para as suas necessidades habitacionais. O IBGE utiliza a classificação de alguns setores censitários como setores especiais, que exigem procedimentos específicos para a coleta dos dados. Entre estes estão os setores censitários de aglomerados subnormais, que são definidos como conjuntos de mais de 50 unidades habitacionais contíguos, marcados pela precariedade habitacional e de infraestrutura, alta densidade e ocupação de terrenos alheios. Essa classificação se aproxima da definição de favela, vila, comunidades, adotadas em alguns municípios brasileiros. No entanto, por uma série de motivos, os setores censitários de aglomerados subnormais não expressam a totalidade de assentamentos precários no país. Procurando ampliar o conhecimento sobre assentamentos precários em âmbito nacional, o Ministério das Cidades, em parceria com o Centro de Estudos da Metrópole CEM/ CEBRAP elaborou o estudo Assentamentos Precários no Brasil Urbano, que analisou setores censitários de 561 municípios (com mais de 150 mil habitantes e aqueles em regiões metropolitanas) em busca de características sociais e demográficas semelhantes às encontradas nos setores subnormais. Esse corte de municípios contemplou 98% dos municípios que possuíam setores subnormais. Porém, não engloba a maioria dos municípios enquadrados no PLHIS Simplificado. Riscos à ocupação e atividades humana, variável em função dos aspectos físicos, mecânicos, hidráulicos e geométricos do solo e da geologia local O setor censitário é a unidade territorial estabelecida para fins de controle cadastral, formado por área contínua, situada em um único quadro urbano ou rural, com dimensão e número de domicílios que permitam o levantamento por um recenseador. Para o Censo 2010 foi construída a Base Territorial, acima mencionada, a partir da qual o país foi dividido em cerca de 314 mil setores censitários. Encontre este material na Biblioteca Virtual do Curso. 2

3 Assim, as informações disponibilizadas pelo IBGE para os setores subnormais e o mapeamento dos assentamentos precários pelo CEM/CEBRAP servem como uma importante referência para o mapeamento e caracterização dos assentamentos precários, mas não substituem a necessidade de complementação por meio de levantamentos em campo e outras informações disponíveis apenas no município. Uma significativa parcela das famílias que compõem o déficit habitacional e a inadequação de domicílios reside nesses assentamentos. Portanto, na ausência de informações iniciais sobre o déficit habitacional no município, começar pela identificação e caracterização dos assentamentos precários, incluindo o levantamento do déficit habitacional nesses espaços, poderá ser o primeiro passo na consolidação das informações municipais sobre suas necessidades habitacionais. Para caracterizar os assentamentos precários pode-se partir de algumas tipologias principais: favelas, mocambos, palafitas, ocupações, comunidades, vilas, núcleos etc.; loteamentos irregulares; cortiços; conjuntos habitacionais irregulares ou degradados. 3

4 Para ajudá-lo a entender a caracterização dos assentamentos precários veja o quadro de Tipologias de Assentamentos Precários. Tipologias de Assentamentos Precários Variáveis Acesso à moradia Terreno Localização Traçado Urbano e Infraestrutura Condição das unidades habitacionais Cortiços Aluguel sem contrato ou ocupação ilegal de imóvel abandonado (público ou privado) Lote regular Áreas centrais Inserido em áreas consolidadas com traçado urbano regular e dotadas de infraestrutura. Cômodo resultante da subdivisão de imóvel degradado. Uso coletivo de instalações sanitárias. Hidráulica e elétrica precárias. Insalubridade. Favelas Ocupação ilegal de áreas públicas ou privadas, seguida de compra e venda informal (sem registro) Dimensões irregulares. Resultante de subdivisão informal de lote ou gleba ou área de proteção ambiental. Áreas centrais, intermediárias ou periféricas, adequadas ou não à urbanização Inserido em área com ou sem infraestrutura. Nas áreas internas do assentamento: traçado desordenado; predominância de vielas de pedestres e escadarias; ausência ou precariedade das demais infraestruturas Autoconstrução; problemas estruturais; materiais inadequados; hidráulica e elétrica precárias e irregulares. Insalubridade e risco. Loteamentos irregulares Compra e venda entre agentes privados. Sem escritura no registro imobiliário. Lote de dimensão regular em gleba parcelada irregularmente Áreas de periferia adequadas ou não à urbanização Traçado urbano regular. Sistema viário com problemas de drenagem e trafegabilidade; precariedade das demais infraestruturas; Áreas públicas ocupadas por favelas. Autoconstrução ou mutirão; falta de acabamento; materiais de baixa qualidade; hidráulica e elétrica regulares ou não. Conjuntos habitacionais Irregulares e/ou degradados Compra e venda ou concessão de uso pelo poder público (sem registro). Ocupação ilegal. Cota, parte de terreno ou lote em gleba parcelada pelo poder público, sem aprovação formal. Áreas de periferia adequadas ou não à urbanização Traçado urbano regular. Infraestrutura completa ou não, com problemas de manutenção. Áreas públicas ocupadas por favelas. Construção por empreiteira ou mutirão; materiais de baixa qualidade; falta de acabamento e manutenção; áreas comuns e entorno degradado Fonte: Guia para o Mapeamento e Caracterização de Assentamentos Precários, p

5 No entanto nem sempre é possível fazer uma distinção clara entre essas tipologias, pois as situações observadas pelo Brasil são extremamente diversificadas. Assim, é necessário que cada município procure definir os tipos de assentamento precário existentes em seu território. Em localidades onde a carência de infraestrutura é generalizada, por exemplo, será preciso que o poder público municipal estabeleça uma linha de corte sobre o que será considerado precário. 1º passo - definir o que será considerado assentamento precário no município e seu enquadramento ou não nas principais tipologias elencadas no formulário do PLHIS Simplificado. O conceito de assentamento precário pressupõe a identificação de um perímetro, ou área com limites precisos, dentro do qual deverão ser promovidas as ações necessárias à melhoria das condições de moradia. Para isso, deverá ser promovido um levantamento das características particulares do assentamento e das moradias que nele se encontram. Para identificar e caracterizar assentamentos precários o município deverá recorrer às informações que constituem o acervo de informações da administração municipal, tais como: Cadastros e mapeamentos de favelas, loteamentos irregulares e cortiços (ainda que parciais ou desatualizados) disponíveis junto aos órgãos municipais ou estaduais. Cadastros e informações das companhias habitacionais públicas (COHABs e outras) relativos a empreendimentos irregulares e/ou deteriorados. Levantamentos topográficos de áreas ocupadas por assentamentos precários que estejam em processo de urbanização e/ou regularização fundiária, promovidos pelos estados e prefeituras. Cadastramentos de áreas de risco, elaborados por órgãos da Defesa Civil, Urbanismo e Meio Ambiente das prefeituras e estados. Cadastros das concessionárias e órgãos responsáveis pelos serviços públicos de água, esgotos e luz. Na ausência de Planta Cadastral atualizada, o município poderá lançar mão de algumas metodologias e fontes alternativas para identificar e mapear os assentamentos precários, como: a) Levantamento de campo Levantamento topográfico cadastral produzido em campo por equipe de topógrafos e assistentes. Com as informações levantadas em campo é possível delimitar, com precisão, o assentamento e inseri-lo na Planta Cadastral da cidade. É possível deixar para a etapa de formulação dos projetos de urbanização o levantamento planialtimétrico cadastral - dos assentamentos. O levantamento planialtimétrico e cadastral refere-se à avaliação minuciosa da área, que resulta em um desenho feito em escala apropriada. O levantamento altimétrico registra o grau de declividade do terreno, ilustrando o desenho com curvas de nível. O levantamento planimétrico registra o perímetro do terreno, com suas dimensões bem determinadas e todos os elementos naturais nele já existentes, como construções, canteiros, caminhos etc. O levantamento cadastral deve reforçar o mapeamento, de forma a alocar no desenho todos os objetos e elementos que nele possam existir, como por exemplo: construções, árvores, caixas de inspeção, galerias, fiações e encanamentos subterrâneos ou aéreos etc. 5

6 b) Aerofotogrametria É possível obter foto aérea do município ou de sua porção urbanizada e, a partir da restituição aerofotogramétrica, delimitar e desenhar a ocupação existente. Esse desenho deve ser incorporado à Planta Cadastral da cidade e, se necessário, a informação pode ser complementada com vistorias ou levantamentos de campo. Algumas agências governamentais possuem aerofotogrametria de parte do território estadual, ou seja, de algumas cidades e regiões. Por meio do estabelecimento de convênio ou contratação, é possível ter acesso às fotos e também viabilizar sua restituição. Cabe ressaltar que é preciso observar se a informação disponível é atualizada e, caso não seja, se é possível complementar e atualizar a informação por outros meios, como vistorias, levantamentos de campo e imagens de satélite. Processo de elaboração de mapas a partir de fotografias aéreas métricas e de dados de controle geodésico, por meio de instrumentos ou sistemas fotogramétricos, consistindo na transferência dos elementos da imagem fotográfica para um original de restituição sob a forma de vetores. c) Imagem de satélite Hoje podemos ter acesso a imagens aéreas gratuitas, produzidas por satélites e disponíveis na internet. Os sítios Google Earth ou Wikimapia podem ser uma ferramenta para localizar, espacialmente, os assentamentos na cidade. Essas imagens podem ser combinadas com as informações existentes na Planta Cadastral da cidade e, se necessário, pode-se complementar a informação com levantamentos de campo. 2º passo - identificar o número e os limites (perímetro) dos assentamentos precários existentes no município. Uma vez identificado o assentamento precário, o município deverá realizar uma caracterização, mesmo que preliminar, de alguns aspectos importantes do assentamento. Para a elaboração do PLHIS Simplificado deverão ser levantadas pelo menos as informações sobre a quantidade de domicílios existentes e a população residente em assentamentos precários, e outros aspectos de caracterização do assentamento que serão abordados mais adiante. Algumas possibilidades para levantar ou estimar os dados gerais sobre população e domicílios em assentamentos precários são listadas a seguir. a) Levantamento sócioeconômico cadastral e contagem de domicílios O número de domicílios pode ser extraído do levantamento sócioeconômico cadastral, caso haja. A maioria dos municípios possui esse levantamento apenas para alguns assentamentos urbanizados ou em processo de urbanização e é comum que o levantamento de cada assentamento ou grupo de assentamentos tenha sido realizado em diferentes períodos. Nem todos os municípios possuem um sistema permanente de atualização de dados, portanto os levantamentos podem estar desatualizados. A informação pode ser atualizada através da contagem dos domicílios ou do cruzamento com o cadastro de concessionárias de água, energia elétrica ou, ainda, tomando-se por referência imagem de satélite. 6

7 A contagem de domicílios pode ser feita com ou sem o apoio de uma base cadastral de construções e vias. A partir da definição aproximada do perímetro do assentamento podese contar o número de domicílios de um determinado setor representativo no conjunto e, partir desse dado, estimar o número total de domicílios do assentamento. b ) Dados do IBGE A sinopse preliminar do Censo 2010 já está disponível por setor censitário, e pode ser acessada em: Acesso realizado em: 11 out. de Aqui, podem ser visualizados os cartogramas de todos os setores censitários em cada município. Clicando sobre o cartograma do setor, na aba Dados adicionais e depois em Dados detalhados do setor, estão disponíveis um conjunto de informações atualizadas sobre a população residente e os domicílios existentes naquele setor. Com essas informações, o município terá uma boa base para estimar as informações solicitadas no formulário referentes a população e domicílios nos assentamentos precários. Como já foi ressaltado, é possível que o assentamento precário não seja equivalente a um setor censitário subnormal. Portanto, é importante que as informações referentes aos setores censitários no Censo 2010 sejam ponderadas para se adequar ao perímetro do assentamento precário em questão. Encontre também este material na Biblioteca Virtual do Curso. É um tipo de representação que se preocupa menos com os limites exatos e precisos, bem como das coordenadas geográficas, para se preocupar mais com as informações que serão objeto da distribuição espacial no interior do mapa. Dessas considerações podemos concluir que a ideal sempre será a elaboração de cartogramas tendo como base mapas. Como os mapas resultam de levantamentos precisos, fornecerão o substratum ideal para o lançamento das informações, das quais estamos interessados em verificar seu comportamento espacial. Daí poderemos afirmar que todo o mapa pode ser transformado em cartograma, mas nem todo cartograma é um mapa. Em síntese, o que interessa especificamente ao cartograma é o conteúdo, ou seja, as informações (população, uso do solo, indústrias etc.) que vão ser colocadas no interior do mapa. c) Estimativa usando aerofotogrametria ou imagem de satélite Para estimar o número de domicílios e pessoas por assentamento precário, os técnicos municipais poderão utilizar uma estratégia, bastante difundida, que consiste na importação dos dados de densidade populacional de um perímetro conhecido para outro, que se pretende caracterizar. Os procedimentos são os seguintes: 7

8 1. 2. escolher um setor censitário razoavelmente homogêneo, com características semelhantes às do perímetro do assentamento precário cuja população queremos estimar. A imagem aérea das duas áreas permite verificar a semelhança entre elas. aplicar a densidade demográfica (número de domicílios ou de habitantes por km²) do setor conhecido à área do assentamento precário (por proporcionalidade ou regra de três ), obtendo-se a estimativa de população desejada. No Guia para o Mapeamento e Caracterização de Assentamentos Precários, a partir da página 42, você poderá entender como realizar esse tipo de caracterização. Encontre este material na Biblioteca Virtual do Curso. 3º passo - quantificar número de domicílios e população residente em assentamentos precários. Atenção! O tutorial do item 3.1 do Formulário PLHIS Simplificado Presença de assentamentos precários está disponível no Ambiente Virtual do Curso Tutoriais INADEQUAÇÃO DE DOMICÍLIOS O cálculo da inadequação de domicílios é realizado pela Fundação João Pinheiro (FJP) com base nos dados do Censo Demográfico e das PNADs e refere-se a condições indesejáveis de moradia, mas que não impliquem na necessidade de construção de novas unidades. A inadequação habitacional, portanto, demanda políticas de melhoria urbana ou habitacional. Os fatores considerados pela FJP como indicadores da inadequação de domicílio são: carência de infraestrutura; adensamento excessivo de moradores (em domicílios próprios); problemas de natureza fundiária; cobertura inadequada; domicílio sem unidade sanitária domiciliar exclusiva. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD, realizada pelo IBGE, investiga anualmente, de forma permanente, características gerais da população, de educação, trabalho, rendimento e habitação e outras, com periodicidade variável, de acordo com as necessidades de informação para o país, como as características sobre migração, fecundidade, nupcialidade, saúde e segurança alimentar, entre outros temas. Os domicílios carentes de infraestrutura são aqueles que não dispõem de ao menos um dos seguintes serviços básicos: iluminação elétrica, rede geral de abastecimento de água com canalização interna, rede geral de esgotamento sanitário ou fossa séptica e coleta de lixo. 8

9 O adensamento excessivo caracteriza a situação em que o número médio de moradores no domicílio (casas e apartamentos) é superior a três por dormitório. O número de dormitórios corresponde ao total de cômodos que servem, em caráter permanente, de dormitório para os moradores do domicílio e inclui aqueles assim utilizados em função de não haver acomodação adequada para essa finalidade. O cálculo do adensamento excessivo considera apenas os domicílios próprios. Os alugados são incorporados aos cálculos do déficit habitacional. ATENÇÃO: O adensamento excessivo em imóvel próprio significa que esse imóvel está pequeno para o tamanho da família. Portanto, está inadequado e demanda reforma e/ou ampliação. Mais adiante veremos por que o adensamento execessivo em imóvel alugado é considerado déficit habitacional e não inadequação do domicílio. A inadequação fundiária refere-se aos casos em que pelo menos um dos moradores do domicílio tem a propriedade da moradia, mas não total, ou parcialmente, do terreno ou da fração ideal de terreno (no caso de apartamento) onde ela se localiza. Ressalte-se que a incidência dessa inadequação está longe de se restringir aos chamados aglomerados subnormais e atinge muitos bairros populares, especialmente nos subúrbios e periferias das grandes metrópoles. Sob cobertura inadequada estão incluídos todos os domicílios que, embora possuam paredes de alvenaria ou madeira aparelhada, têm telhado de madeira aproveitada, zinco, lata ou palha, ainda que telhados de sapê e similares possam ser considerados uma alternativa em áreas rurais muito restritas das regiões Norte e Nordeste do país. A inexistência de unidade sanitária define o domicílio que não dispõe de banheiro ou sanitário de uso exclusivo. Isso tanto ocorre nos cortiços tradicionais como em terrenos com dois ou mais domicílios ocupados por famílias pobres ligadas por parentesco ou fortes laços afetivos. (JFP, Déficit Habitacional no Brasil 2008). ATENÇÃO: A inadequação domiciliar por município referente ao ano de 2010, calculada pela Fundação João Pinheiro com base no Censo Demográfico de 2010, só estará disponível a partir de Visando facilitar o levantamento de informações atualizadas pelos municípios, o PLHIS Simplificado exige apenas o levantamento da inadequação habitacional em assentamentos precários, como forma de caracterizar esses assentamentos. 9

10 Junto com a inadequação habitacional, o PLHIS Simplificado exige o levantamento da existência de áreas de risco e de áreas de preservação ambiental. Unidade de conservação, com certo grau de ocupação humana, dotada de atributos abióticos, bióticos, estéticos ou culturais especialmente importantes para a qualidade de vida e o bem-estar das populações humanas, e tem como objetivos básicos proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais (Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000). A APA é criada por ato público. Essas informações serão úteis na elaboração de futuros projetos de urbanização integrada para os assentamentos precários, pois subsidiarão a definição do conjunto de ações necessárias para melhorar as condições de habitabilidade da área em questão. Essas informações também poderão ajudar na priorização das áreas que devem ser atendidas em primeiro lugar. Área que apresenta riscos geológicos ou de insalubridade, tais como erosão, solapamento, queda e rolamento de blocos de rocha, eventos de inundação, taludes, barrancos, áreas declivosas, encostas sujeitas a desmoronamento e lixões, áreas contaminadas ou poluídas, bem como outras assim definidas pela Defesa Civil. O quadro abaixo relaciona um conjunto de variáveis relevantes para subsidiar ações de urbanização de assentamentos precários e que podem servir como diretriz para o município. Os aspectos que são solicitados para preenchimento do PLHIS Simplificado estão destacados. Quadro 5: Variáveis relevantes para caracterização dos assentamentos precários Variáveis Características ou Indicadores 01 Renda domicíliar Em reais ou faixas de salário mínimo: de 0 a 3, de 3 a 5, de 5 a 10, maior que Situação fundiária Regular ou irregular (moradores não têm título de posse ou propriedade). 03 Domínio da área Pública (União, estados ou municípios) ou privada, ações de despejo, dívidas de IPTU. 04 População Estimativa do número de domicílios e do número de moradores por domicílio. 05 Infraestrutura urbana Falta de ligações regulares à rede pública de água, esgoto e iluminação; coleta de lixo; pavimentação e drenagem de águas pluviais Padrão urbanístico viário interno ao assentamento Padrão urbanístico dos lotes 08 Áreas de risco Traçado regular, com ruas carroçáveis (4 metros ou mais de largura e leito regularizado); ou traçado desordenado e circulação por meio de vielas de pedestres, escadarias, pinguelas etc. Lotes de tamanho regular ou grande variedade de formas e tamanhos. Situações específicas, como palafitas, quilombolas, núcleos isolados da área urbana etc. Ocorrências de alagamento, desmoronamento/escorregamento de encostas, solapamento de margens de rios. 09 Densidade do assentamento Edificações com um ou mais pavimentos, com ou sem recuos laterais e frontais. 10 Material de construção Permanente/adequado (tijolo, bloco, barro, madeira etc.) ou improvisado/ inadequado (barro mal feito, madeira velha, sucata etc.) Localização em terrenos com restrições absolutas à ocupação Localização em áreas de preservação ambiental Oleodutos e gasodutos, faixa de linhas de alta tensão, faixas de domínio de ferrovias ou rodovias; lixões e outras áreas contaminadas. Áreas de Preservação Permanente (APPs), Unidades de Conservação (UCs), APMs. 13 Zoneamento municipal Zona urbana ou rural, e tipo de zona (ZEIS, zona mista, zona industrial etc.) Fonte: Guia para o Mapeamento e Caracterização de Assentamentos Precários, p

11 O levantamento dessas informações para cada assentamento deverá ser realizado inicialmente em escritório, com base em informações já disponíveis (IBGE, legislação urbanística e ambiental, nos órgãos da administração municipal, estadual e federal, empresas públicas e concessionárias de serviços públicos, incluindo os rodoviários e ferroviários, os cartórios de registro de imóveis, o Ministério Público e a interpretação de fotos aéreas/imagens de satélite). Vistorias em campo irão ajudar a consolidar os perímetros identificados e a complementar a caracterização do assentamento precário. Para um roteiro detalhado de como se preparar para a vistoria, consulte o capítulo 3 do Guia para o Mapeamento e Caracterização de Assentamentos Precários, p Uma fonte alternativa de informações sobre as condições das moradias nos municípios que carecem de bases de dados e mapeamentos próprios é o Sistema de Informação de Atenção Básica SIAB. As fichas que alimentam o SIAB são aplicadas pelos Agentes Comunitários de Saúde às famílias da comunidade onde moram. A ficha usada para cadastramento das famílias da área de atuação de cada Agente Comunitário de Saúde (microárea) contém perguntas que ajudam a caracterizar o material das paredes das casas e a infraestrutura de abastecimento de água, destino de esgotos e destino do lixo. Com base nessas informações, alguns consultores que atuam em municípios pequenos do Nordeste desenvolveram metodologias para caracterizar os assentamentos precários em parceria com os agentes comunitários de saúde. Da mesma forma, o formulário verde de cadastramento de famílias no CadÚnico também contém perguntas importantes sobre a moradia e seu entorno. O formulário verde está associado à versão 7.3 do Sistema de Cadastro Único, para a qual os municípios começaram a migrar em No entanto, os relatórios municipais gerados a partir das informações da base de dados ainda não estão disponíveis para a versão 7.3. Nesse caso, o Gestor Municipal do Programa Bolsa Família poderá solicitar à unidade regional mais próxima da Caixa (GIPSO) uma cópia da base de dados. O município poderá, assim, visualizar as informações relativas a algumas das necessidades habitacionais das famílias cadastradas. Encontre este material na Biblioteca Virtual do Curso. Cabe chamar a atenção para o fato de que a inadequação domiciliar (assim como o déficit habitacional) para o município como um todo dificilmente poderá ser calculada a partir da base do CadÚnico. O cadastramento de famílias no CadÚnico obedece a determinados critérios e não cobre todas as famílias residentes no município. Ainda assim, essas informações poderão apoiar a elaboração do diagnóstico das necessidades habitacionais do município, subsidiando as estratégias de ação, e também a elaboração do cadastro de famílias que deverão ser objeto dos programas habitacionais no futuro, também conhecido como cadastro de demanda. 11

12 4º passo: levantamento da inadequação habitacional e das áreas de risco e de preservação ambiental presentes em cada assentamento precário identificado. Atenção! O tutorial do item do Formulário PLHIS Simplificado Em área urbana está disponível no Ambiente Virtual do Curso Tutoriais No caso da área rural, o município deverá levantar os assentamentos da Reforma Agrária ou de ocupações informais existentes. Essas informações visam subsidiar a política de habitação para a área rural, que, no caso do programa habitacional federal Minha Casa, Minha Vida, se dá pelo subsídio à produção ou compra pelos trabalhadores rurais organizados em associações e contempla ações de assistência técnica e trabalho social. Atenção! O tutorial do item 3.3 do Formulário PLHIS Simplificado Dados sobre a área rural está disponível no Ambiente Virtual do Curso Tutoriais DÉFICIT HABITACIONAL Assim como a inadequação de domicílios, o cálculo do déficit habitacional é realizado pela Fundação João Pinheiro, com base nos dados dos Censos Demográficos e das PNADs do IBGE. O déficit habitacional se refere àqueles domicílios que faltam ou não podem ser recuperados, e portanto precisam ser construídos ou reconstruídos. Para compor o cálculo do déficit habitacional, a FJP considera as seguintes situações: - Habitação precária: Domicílios rústicos: aqueles que não possuem paredes de alvenaria ou de madeira aparelhada, proporcionando desconforto e risco de contaminação por doenças. Nesse caso, os municípios poderão recorrer novamente às informações levantadas pelos Agentes Comunitários de Saúde. Madeira serrada ou resserrada que passou por um processo de acabamento em plaina ou outro processo equivalente, a fim de obter uniformidade de dimensões e um melhor acabamento superficial. 12

13 Domicílios improvisados: imóveis ou locais sem fins residenciais que servem como moradia alternativa, tais como imóveis comerciais, embaixo de pontes, carcaças de carros abandonados, barcos, cavernas etc. - Coabitação involuntária: famílias que vivem junto a outra família em um mesmo domicílio e que afirmam desejar constituir domicílio exclusivo. Famílias que residem em cômodos em casa de cômodos, cortiços, cabeças-de-porco etc. também são computadas como coabitação involuntária. OBS.: O desejo de constituir novo domicílio foi incorporado como pergunta na PNAD de É importante atentar que o dado do déficit habitacional calculado com base nos dados do Censo Demográfico de 2000 não contém essa mudança de metodologia, portanto poderá levar a uma superestimação do déficit por coabitação. - Ônus excessivo com aluguel urbano: número de famílias urbanas com renda familiar de até três salários mínimos que moram em casa ou apartamento e que despendem 30% ou mais de sua renda com aluguel. É importante destacar que na faixa de mais baixa renda o aluguel não é uma opção, ao contrário do que ocorre em algumas famílias de classe média, que preferem pagar aluguel mais caro a comprar um imóvel mal localizado. - Adensamento excessivo em domicílios alugados: domicílios alugados, onde não há ônus excessivo com aluguel, com mais de três pessoas por dormitório. Considera-se que o inquilino não pode ampliar o imóvel nem vendê-lo e, portanto, fica caracterizada a necessidade potencial de um novo imóvel para essas famílias. O adensamento excessivo em imóveis alugados, que contado como déficit, é diferente do adensamento excessivo em imóveis próprios, que é contado como inadequação. Essa distinção foi incorporada na metodologia de cálculo a partir do déficit O último cálculo do déficit habitacional por município realizado pela Fundação João Pinheiro baseou-se no Censo Demográfico de No entanto esse cálculo só considerou municípios com população igual ou superior a 20 mil habitantes, não contemplando boa parte dos municípios que integram o universo do PLHIS Simplificado. Mesmo para os municípios com população superior a 20 mil habitantes, é importante destacar que as componentes e a metodologia utilizadas para o cálculo do déficit habitacional sofreram alterações ao longo do tempo. Assim, sugere-se aos municípios que integram o universo do PLHIS Simplificado que procurem realizar o levantamento do déficit habitacional em campo, ainda que essas informações sejam estimadas ou incompletas. Com a divulgação pela Fundação João Pinheiro do cálculo atualizado do déficit habitacional para 2010, prevista para 2012, as informações levantadas podem ser conferidas e corrigidas, se necessário. 13

14 Atenção! O tutorial do item 3.4 do Formulário PLHIS Simplificado Componentes Déficit Habitacional está disponível no Ambiente Virtual do Curso Tutoriais OFERTA HABITACIONAL Além de conhecer as necessidades habitacionais, é necessário que o município conheça em que condições ocorre a oferta de novas moradias. A oferta de moradias envolve: a produção habitacional a oferta e o acesso à terra e a disponibilidade de infraestrutura urbana. No PLHIS Simplificado, o município deverá buscar quantificar ao menos a produção habitacional formal pelo mercado privado e a disponibilidade de solo urbanizado, além da atuação do poder público, que será detalhada na próxima aula. A produção habitacional pode ser resultado da atuação do mercado privado formal, do poder público (federal, estadual ou municipal) e também da própria população (autoconstrução). Se a informação para a produção do setor formal da construção civil for de difícil obtenção, sugere-se que seja coletada junto ao setor responsável pela emissão de habite-se pela prefeitura, solicitando-se o número de unidades habitacionais aprovadas a cada ano. Indicar ainda se as moradias construídas situam-se em área rural ou urbana e, nesse caso, se casa ou apartamento. Futuramente, ou para uma eventual revisão do PLHIS, o município poderá estabelecer parcerias com o setor privado, agentes financeiros e instituições de ensino e pesquisa para dimensionar e analisar essa oferta, construindo um sistema de informações que venha a ser incorporado à rotina da administração pública. Assentamentos onde já foram totalmente concluídos: parcelamento do solo (divisão em lotes, definição do sistema viário e de áreas livres e institucionais), infraestrutura básica (rede oficial de coleta de esgotos, rede de abastecimento de água com ligações domiciliares, sistema de drenagem das águas pluviais; abertura, consolidação e pavimentação do sistema viário e rede de energia elétrica com ligações domiciliares), obras necessárias para a consolidação geotécnica e eliminação de eventuais situações de risco. Ato administrativo emanado de autoridade competente que autoriza o início da utilização efetiva de construções ou edificações destinadas à habitação. 14

15 Atenção! O tutorial do item 4.1 do Formulário PLHIS Simplificado Produção habitacional pelo mercado formal está disponível no Ambiente Virtual do Curso Tutoriais A disponibilidade de solo urbanizado indica se o município possui áreas desocupadas localizadas em regiões servidas de infraestrutura urbana, serviços e transportes públicos. Essas são áreas potenciais para a localização de novos empreendimentos habitacionais destinados à população de menor renda. Poderão ser consideradas vazios urbanos glebas ainda não loteadas, mas já inseridas na área urbana consolidada, assim como loteamentos com grande percentual de lotes vazios ou outro recorte de tamanho que o município venha a definir. Caso essas áreas existam no município, será necessário identificar a dominialidade, ou seja, quem é o proprietário das áreas: particulares ou o poder público. Em todo caso, a demarcação dessas áreas vazias e bem localizadas como Zonas Especiais de Interesse Social - ZEIS é uma importante estratégia para conter a especulação imobiliária que, via de regra, começa a ocorrer em torno dos vazios urbanos e garantir que aquela área será obrigatoriamente destinada à moradia da população de baixa renda. É importante compreender que as ZEIS são um instrumento de zoneamento, que se aplica a imóveis públicos e privados. A demarcação de um imóvel privado vazio como ZEIS não significa que ele será desapropriado, mas que, quando o proprietário decidir dar-lhe um uso, este uso deverá necessariamente contemplar a habitação de interesse social. Para saber mais sobre as ZEIS acesse o Guia Como delimitar e regulamentar ZEIS de Vazios Urbanos. Atenção! O tutorial do item 4.2 do Formulário PLHIS Simplificado Disponibilidade de solo urbanizado (vazios urbanos) está disponível no Ambiente Virtual do Curso Tutoriais Encontre este material na Biblioteca Virtual do Curso. 15

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