ENADE COMENTADO 2008 BIOLOGIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ENADE COMENTADO 2008 BIOLOGIA"

Transcrição

1

2 ENADE COMENTADO 2008 BIOLOGIA

3 Chanceler Dom Dadeus Grings Reitor Joaquim Clotet Vice-Reitor Evilázio Teixeira Conselho Editorial Ana Maria Lisboa de Mello Bettina Steren dos Santos Eduardo Campos Pellanda Elaine Turk Faria Érico João Hammes Gilberto Keller de Andrade Helenita Rosa Franco Ir. Armando Bortolini Jane Rita Caetano da Silveira Jorge Luis Nicolas Audy Presidente Jurandir Malerba Lauro Kopper Filho Luciano Klöckner Marília Costa Morosini Nuncia Maria S. de Constantino Renato Tetelbom Stein Ruth Maria Chittó Gauer EDIPUCRS Jerônimo Carlos Santos Braga Diretor Jorge Campos da Costa Editor-Chefe

4 Cláudia Leães Dornelles Fernanda Bordignon Nunes Laura Roberta Pinto Utz (Organizadores) ENADE COMENTADO 2008 BIOLOGIA Porto Alegre 2011

5 EDIPUCRS, 2011 CAPA Rodrigo Valls REVISÃO TEXTUAL Patrícia Aragão EDITORAÇÃO ELETRÔNICA Gabriela Viale Pereira Edição revisada segundo o novo Acordo Ortográfico. Questões retiradas da prova do ENADE 2008 da Biologia. EDIPUCRS Editora Universitária da PUCRS Av. Ipiranga, 6681 Prédio 33 Caixa Postal 1429 CEP Porto Alegre RS Brasil Fone/fax: (51) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) E56 ENADE comentado 2008 : biologia [recurso eletrônico] / organizadores Claúdia Leães Dornelles, Fernanda Bordignon Nunes, Laura Roberta Pinto Utz. Dados eletrônicos. Porto Alegre : EDIPUCRS, p. ISBN Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: <http://www.pucrs.br/edipucrs/> 1. Ensino Superior Brasil Avaliação. 2. Exame Nacional de Desempenho de Estudantes. 3. Biologia Ensino Superior. I. Dornelles, Claúdia Leães. II. Nunes, Fernanda Bordignon. III. Utz, Laura Roberta Pinto. CDD Ficha Catalográfica elaborada pelo Setor de Tratamento da Informação da BC-PUCRS. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo, especialmente por sistemas gráficos, microfílmicos, fotográficos, reprográficos, fonográficos, videográficos. Vedada a memorização e/ou a recuperação total ou parcial, bem como a inclusão de qualquer parte desta obra em qualquer sistema de processamento de dados. Essas proibições aplicam-se também às características gráficas da obra e à sua editoração. A violação dos direitos autorais é punível como crime (art. 184 e parágrafos, do Código Penal), com pena de prisão e multa, conjuntamente com busca e apreensão e indenizações diversas (arts. 101 a 110 da Lei 9.610, de , Lei dos direitos Autorais).

6 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 8 Carlos Alexandre S. Ferreira, Guendalina Turcato Oliveira, Eliane Romanato Santarém, Cláudia Leães Dornelles, Fernanda Bordignon Nunes e Laura Roberta Pinto Utz COMPONENTE ESPECÍFICO NÚCLEO COMUM QUESTÃO Tabajara Kruger Moreira QUESTÃO Júlio César Bicca-Marques QUESTÃO Nelson Ferreira Fontoura QUESTÃO Eduardo Eizirik QUESTÃO Léder Xavier QUESTÃO Nelson Ferreira Fontoura QUESTÃO Ana Cristina Aramburu QUESTÃO Tabajara Kruger Moreira QUESTÃO Cláudia Leães Dornelles QUESTÃO Cláudia Leães Dornelles QUESTÃO Luis Augusto Basso e Rosane Souza da Silva QUESTÃO Eduardo Eizirik QUESTÃO Maurício Bogo QUESTÃO Leandro Vieira Astarita e Eliane Romanato Santarem QUESTÃO Clarice Sampaio Alho QUESTÃO Sandro L. Bonatto

7 QUESTÃO Clarice Sampaio Alho QUESTÃO Eduardo Eizirik QUESTÃO Maria-Rotraut Conter QUESTÃO 30 - DISCURSIVA Eduardo Eizirik COMPONENTE ESPECÍFICO BACHARELADO QUESTÃO Gervásio Silva Carvalho e Júlio César Bicca-Marques QUESTÃO Júlio César Bicca-Marques QUESTÃO Leandro Vieira Astarita e Eliane Romanato Santarem QUESTÃO Guendalina Turcato Oliveira QUESTÃO Maurício Bogo QUESTÃO Moisés Evandro Bauer QUESTÃO Beatriz Menegotto QUESTÃO Carlos Alexandre S. Ferreira e Carlos Graef Teixeira QUESTÃO 39 DISCURSIVA Sandro L. Bonatto QUESTÃO 40 DISCURSIVA Monica Vianna COMPONENTE ESPECÍFICO LICENCIATURA QUESTÃO Guendalina Turcato Oliveira e Regina Maria Rabello Borges QUESTÃO Tabajara Kruger Moreira QUESTÃO Eva Regina Carrazoni Chagas QUESTÃO Eva Regina Carrazoni Chagas

8 QUESTÃO Rosane Souza da Silva QUESTÃO Walter Filgueira de Azevedo Junior QUESTÃO Regina Maria Rabello Borges QUESTÃO Regina Maria Rabello Borges QUESTÃO 49 DISCURSIVA Júlio César Bicca-Marques QUESTÃO Tabajara Kruger Moreira LISTA DE CONTRIBUINTES... 99

9 APRESENTAÇÃO O ENADE Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes que substituiu, desde 2004, o Exame Nacional de Cursos integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído pela Lei , sendo, portanto, componente curricular obrigatório. Tal exame avalia o desempenho dos estudantes em relação ao conteúdo programático previsto nas diretrizes curriculares do seu curso de graduação, ao desenvolvimento de habilidades e de competências necessárias à formação profissional, além de conhecimentos gerais. Assim, esse instrumento tem um papel importante no aprimoramento da qualidade e no desenvolvimento de competências para as instituições de ensino superior no Brasil, funcionando também como uma ferramenta para o processo de construção do conhecimento para o aluno e futuro profissional. Nesse sentido, a Faculdade de Biociências convidou seu corpo docente a elaborar este documento que contempla as questões do componente específico da prova de Biologia do ENADE 2008, sendo estas acompanhadas dos comentários redigidos por seus professores. No curso de Ciências Biológicas da PUCRS há um esforço conjunto para que o currículo, em sua concepção ampla que envolve todas as atividades e oportunidades vividas em educação, contemple a variedade de experiências do saber, do ser, do fazer e do conviver. Dentro deste contexto nosso objetivo é que este material possa servir de apoio não apenas àqueles alunos que se preparam para concluir seu curso de graduação, mas a todos que buscam na sua prática diária recursos atualizados e de qualidade para o ensino e a aplicação das Ciências Biológicas. Agradecemos a todos que colaboraram na construção e na redação deste documento. Direção da FABIO e Comissão Organizadora do ENADE Comentado Carlos Alexandre S. Ferreira Guendalina Turcato Oliveira Eliane Romanato Santarém Cláudia Leães Dornelles Fernanda Bordignon Nunes Laura Roberta Pinto Utz 8 Cláudia Dornelles, Fernanda Nunes, Laura Utz (Orgs.)

10 COMPONENTE ESPECÍFICO NÚCLEO COMUM

11 QUESTÃO 11 A Lei nº 6.684/1979 regulamenta as profissões de Biólogo e Biomédico e em seu capítulo estabelece o seguinte. Art. 1. O exercício da profissão de Biólogo é privativo dos portadores de diploma: I devidamente registrado, de bacharel ou licenciado em curso de História Natural, ou de Ciências Biológicas, em todas as suas especialidades, ou licenciado em Ciências, com habilitação em Biologia, expedido por instituição brasileira oficialmente reconhecida; II expedido por instituições estrangeiras de ensino superior, regularizado na forma da lei, cujos cursos forem considerados equivalentes aos mencionados no inciso I. Art. 2. Sem prejuízo do exercício das mesmas atividades por outros profissionais igualmente habilitados na forma da legislação específica, o Biólogo poderá: I formular e elaborar estudo, projeto ou pesquisa científica básica e aplicada, nos vários setores da Biologia ou a ela ligados, bem como os que se relacionem a preservação, saneamento e melhoria do meio ambiente, executando direta ou indiretamente as atividades resultantes desses trabalhos; II orientar, dirigir, assessorar e prestar consultoria a empresas, fundações, sociedades e associações de classe, entidades autárquicas, privadas ou do poder público, no âmbito de sua especialidade; III realizar perícias, emitir e assinar laudos técnicos e pareceres de acordo com o currículo efetivamente realizado. Antônio foi morar no exterior e, aproveitando uma oportunidade, matriculou-se em uma universidade estrangeira. Depois de 5 anos, voltou ao Brasil na condição de portador de diploma de licenciatura em História Natural emitido por essa universidade. Recebeu, então, oferta de trabalho em empresa que desenvolve projeto cujos objetivos são implantar infraestrutura de saneamento básico em área urbana, recuperar áreas degradadas e definir áreas adequadas para conservação e preservação da biodiversidade, e que conta com equipe multidisciplinar que inclui engenheiros agrônomos, engenheiros florestais e profissionais da saúde. Acerca da situação hipotética descrita, e com base no disposto na Lei n.o 6.684/1979, é correto afirmar que Antônio 10 Cláudia Dornelles, Fernanda Nunes, Laura Utz (Orgs.)

12 (A) (B) deve validar o diploma que trouxe da universidade estrangeira, comprovando que os cursos que fez são equivalentes aos de universidades brasileiras, antes de atuar na empresa. não poderia atuar nas atividades da empresa, pois, por ser licenciado, deve restringir suas atividades como biólogo a ministrar aulas de ciências físicas e biológicas para alunos do ensino fundamental. (C) estaria impedido de elaborar projeto dirigido à criação de área de preservação da biodiversidade, pois a equipe da empresa conta com engenheiros florestais. (D) poderia atuar como consultor, mas estaria impedido de assumir cargos de direção da empresa, pois sua formação inicial foi História Natural. (E) poderia exercer, no projeto, atividades específicas de profissionais da saúde, como as de médico, desde que tivesse em seu currículo disciplinas próprias da Medicina. Autor: Tabajara Kruger Moreira Tipo de questão: escolha simples Conteúdo avaliado: Legislação Alternativa correta: A Comentário: Lei nº 6.684/1979 Regulamenta as profissões de Biólogo e Biomédico Art. 1º - Exercício da profissão de Biólogo é privativo dos portadores de diploma: I - Bacharel ou Licenciado por instituições brasileiras oficialmente reconhecidas. II- Diplomas expedidos por instituições estrangeiras devem que ser regularizados na forma de Lei (cursos equivalentes aos mencionados no inciso I). Tem que ser VALIDADO. Referências Bibliográficas LEI N º 6.684, de 3 de setembro de ENADE Comentado 2008: Biologia 11

13 QUESTÃO 12 Bioma é uma área do espaço geográfico, com dimensões de até mais de um milhão de quilômetros quadrados, que tem por característica a uniformidade de determinado macroclima definido, de determinada fitofisionomia ou formação vegetal, de determinada fauna e outros organismos vivos associados, e de outras condições ambientais, como altitude, solo, alagamentos, fogo e salinidade. Essas características lhe conferem estrutura e funcionalidade peculiares e ecologia própria. O bioma é um tipo de ambiente bem mais uniforme em suas características gerais, em seus processos ecológicos, enquanto o domínio é muito mais heterogêneo. Bioma e domínio não são, pois, sinônimos. COUTINHO, L. M. O conceito de bioma. In: Acta Botânica Brasilica, v. 20, 2006, p (com adaptações). Acerca dos temas tratados no texto acima, assinale a opção correta. (A) (B) Os manguezais constituem um tipo de domínio de floresta tropical pluvial, paludosa, composto por um mosaico de biomas. As savanas constituem um único bioma, no qual devem ser incluídas as áreas de vegetação xeromorfa, com estacionalidade climática marcante. (C) Aspectos abióticos são mais relevantes que as fisionomias em qualquer esforço de classificação de biomas. (D) A Amazônia Legal é definida por critérios biogeográficos que se aproximam mais do conceito de domínio que do de bioma. (E) A definição clara de termos como bioma e domínio é importante, pois tem implicações para a definição de políticas públicas de proteção à biodiversidade. Autor: Júlio César Bicca-Marques Tipo de questão: escolha simples Conteúdo avaliado: Ecologia Alternativa correta: E Comentário: Esta questão está baseada na diferença entre os conceitos de bioma e domínio. Embora a distinção realizada por Leopoldo Magno Coutinho entre estes conceitos esteja clara e teoricamente correta neste artigo de 2006, o trecho transcrito para a prova não é autoexplicativo para um estudante com pouca experiência na área de ecologia. Esta constatação é agravada pelo fato de o termo 12 Cláudia Dornelles, Fernanda Nunes, Laura Utz (Orgs.)

14 domínio não ser mencionado na grande maioria dos livros de ecologia, os quais geralmente usam os termos bioma e ecossistema como substitutos para domínio e bioma, respectivamente. Consequentemente, embora algumas alternativas pudessem ser excluídas com base na informação contida no texto, a escolha da resposta certa exigia a percepção desta diferença de conceituação e o conhecimento da área de biologia da conservação. Por fim, vale salientar que a definição clara dos termos bioma e domínio (ou seus equivalentes, dependendo da fonte) é de suma importância para a proteção da biodiversidade devido às suas implicações para a definição de políticas públicas. Variações entre biomas (ou ecossistemas) no tipo e profundidade do solo, temperatura, umidade, altitude, vegetação, fauna, ocorrência de incêndios e alagamentos, entre outros fatores abióticos, resultam em diferenças na viabilidade dos mesmos para diferentes tipos de exploração econômica. Da mesma forma, qualquer política pública de conservação ambiental que vise proteger a maior parcela possível de elementos da biodiversidade de ecossistemas (ou processos ecológicos) e espécies de um país deve realizar uma análise de lacunas para identificar os biomas (ecossistemas ou ecorregiões) que carecem de proteção legal (SILVA & DINOUTTI, 2001) para enfocar os esforços de criação de novas unidades de conservação. Referências Bibliográficas COUTINHO, L. M. O conceito de bioma. Acta Botânica Brasilica, 20: SILVA, J. M. C. & DINOUTTI, A. Análise da representatividade das unidades de conservação federais de uso indireto na Floresta Atlântica e Campos Sulinos ENADE Comentado 2008: Biologia 13

15 QUESTÃO 13 Comunidades naturais são o resultado da ação de processos adaptativos, históricos e estocásticos sobre o conjunto de organismos que ocupa determinada área física ou ambiente. A própria atividade humana, em certas circunstâncias, pode ser considerada uma das forças que moldam a estrutura e organização das comunidades. Além disso, o entendimento da dinâmica natural é fundamental para que se possa compreender a amplitude e os efeitos da ação humana sobre os organismos e o meio ambiente. Apesar de se terem estabelecido em ambientes muito distintos, a comunidade vegetal natural, em uma montanha, e a comunidade de organismos marinhos, em um costão rochoso, na zona entre marés, têm diversas características em comum, pois ambas se distribuem ao longo de gradientes ecológicos determinados por fatores físicos do ambiente. Considerando-se a base da montanha e o nível das menores marés baixas como os extremos inferiores dos gradientes, que características são essas e a que gradientes correspondem? (A) Maior riqueza e diversidade de espécies no extremo inferior do gradiente e rarefação de espécies no extremo superior, onde se concentram aquelas menos especializadas e com maior amplitude de tolerância a fatores físicos do ambiente. Na montanha, o gradiente inclui fatores como taxa de fotossíntese, altitude e declividade; no costão rochoso, os fatores são umidade, impacto de ondas e inclinação. (B) Maior riqueza e diversidade de espécies no extremo superior do gradiente e rarefação de espécies no extremo inferior, onde se concentram aquelas menos especializadas ou com menor amplitude de tolerância a fatores físicos do ambiente. Na montanha, o gradiente inclui fatores como declividade e umidade; no costão rochoso, os fatores são umidade, densidade populacional e salinidade. (C) Maior riqueza e diversidade de espécies no extremo inferior do gradiente e rarefação de espécies no extremo superior, onde se concentram aquelas mais especializadas ou com maior amplitude de tolerância a fatores físicos do ambiente. Na montanha, o gradiente inclui fatores como temperatura e nutrientes no solo; no costão rochoso, os fatores são umidade, temperatura e salinidade. (D) Maior riqueza e diversidade de espécies no extremo inferior do gradiente e rarefação de espécies no extremo superior, onde se concentram aquelas menos especializadas e com menor amplitude de tolerância a fatores físicos do ambiente. Na montanha, o gradiente inclui fatores como quantidade de oxigênio, altitude e declividade; no costão rochoso, os fatores são umidade, inclinação e salinidade. (E) Maior riqueza e diversidade de espécies no extremo superior do gradiente e rarefação de espécies no extremo inferior, onde se concentram aquelas mais especializadas ou com maior amplitude de tolerância a fatores físicos do ambiente. Na montanha, o gradiente inclui fatores como altitude, declividade e umidade; no costão rochoso, os fatores são umidade, inclinação e densidade populacional. 14 Cláudia Dornelles, Fernanda Nunes, Laura Utz (Orgs.)

16 Autor: Nelson Ferreira Fontoura Tipo de questão: escolha simples Conteúdo avaliado: Ecologia de Comunidades Alternativa correta: C Comentário: O padrão de distribuição de uma espécie é fruto de: (1) sua origem geográfica e dos padrões históricos de dispersão; (2) dos processos de interação com outras espécies, como competidores, predadores, presas, hospedeiros e parasitas; (3) da competência fisiológica para lidar com as adversidades e limitações de fatores abióticos, como temperatura, umidade, ph, concentração de oxigênio ou nutrientes na água ou solo. Na zona de marés, as regiões de mesolitoral inferior passam mais tempo submersas, o que confere menor probabilidade de desidratação, concentração salina mais estável, maior oportunidade de alimentação para filtradores e menor estresse térmico decorrente de exposição excessiva ao Sol. Por outro lado, nestas zonas mais amenas existe intensa competição por espaço, com organismos crescendo uns sobre os outros. Neste caso, organismos de rápido crescimento ou com mecanismos alelopáticos (liberação de substâncias que limitam o crescimento de organismos circundantes) apresentarão vantagem competitiva e maior dominância numérica. Por outro lado, o trecho menos exposto de um costão rochoso, o mesolitoral superior, apresenta grandes variações relativas a fatores abióticos, com temperaturas que podem variar em dezenas de graus no mesmo dia em função da exposição ao Sol, ou salinidades que podem ir de zero em um momento de chuva a 35 quando sob influência direta de ondas do mar. Ao mesmo tempo, organismos filtradores irão dispor de raros eventos com oportunidade para alimentação. Assim, organismos adaptados a estas condições precisam apresentar, necessariamente, grande competência fisiológica para lidar com estas variações ambientais. Por outro lado, são organismos econômicos em termos de consumo energético, alimentando-se pouco e crescendo lentamente. São poucas as espécies que apresentam especializações para sobreviver em situação de tamanho estresse, e as regiões de mesolitoral superior apresentam reduzida diversidade biológica em comparação com o mesolitoral inferior. ENADE Comentado 2008: Biologia 15

17 Um padrão similar pode ser identificado em montanhas. Nas partes mais baixas identificam-se, normalmente, maior precipitação e maiores temperaturas, fornecendo condições ambientais favoráveis a um maior número de espécies. A competição por espaço e por luz faz com que os vegetais cresçam uns sobre os outros, favorecendo espécies de maior porte e/ou de crescimento mais rápido. Por outro lado, em altitudes elevadas, a menor disponibilidade de água e a perda contínua de nutrientes por lixiviação não favorecem o rápido crescimento. Para crescer é necessário capturar CO2 da atmosfera através de estômatos abertos. Entretanto, ao abrirem-se os estômatos também se perde água. Ao mesmo tempo, para cada molécula de glicose sintetizada, seis moléculas de água são fixadas, ou seja, crescer exige água em abundância. Assim, espécies de altitude são econômicas no uso da água ao mesmo tempo em que apresentam taxas de crescimento mais baixas, exigindo também menor disponibilidade de nutrientes. São tolerantes a situações mais extremas, mas não são boas competidoras por espaço ou luz. Neste sentido, montanhas e costões rochosos são similares, apresentando maior diversidade biológica nas porções inferiores, e menor diversidade nas regiões mais altas, onde as espécies são especialmente tolerantes a condições de estresse. Está correta a alternativa C. Bibliografia sugerida BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J. L. Ecologia: de Indivíduos a Ecossistemas. 4 ed. São Paulo: Artmed DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7 ed. São Paulo: Artmed ODUM, E. P.; BARRET, G.W. Fundamentos de Ecologia. 5 ed. São Paulo: Thomson, RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara/Koogan, Cláudia Dornelles, Fernanda Nunes, Laura Utz (Orgs.)

18 QUESTÃO 14 Com o aumento da visitação no Parque Nacional Yosemite, na Califórnia, a progressiva redução da população de cougars (Puma concolor, a nossa onçaparda), predadores do topo da cadeia trófica local, resultou em um aumento explosivo da população do cervo (Odocoileus hemionus) por volta de Um estudo retrospectivo recentemente realizado sobre o recrutamento populacional (isto é, o crescimento de plântulas até árvores) de carvalhos negros, cujos indivíduos mais jovens são um dos principais itens da dieta dos cervos na região, inventariou todas as plantas dessa espécie em manchas maiores que 0,5 ha e acessíveis aos cervos. De modo similar, também foram inventariadas todas as plantas de carvalho negro que ocorriam em manchas de tamanho semelhante em áreas do parque inacessíveis aos cervos. Os resultados obtidos estão apresentados na figura abaixo. Com base nos estudos mencionados, é correto afirmar que (A) (B) houve, nas manchas inacessíveis aos cervos, redução do recrutamento, enquanto, nas áreas acessíveis, observou-se a estabilização do recrutamento na população de carvalhos a partir de os resultados apoiam a predição teórica de que uma redução da predação por grandes carnívoros pode causar o aumento populacional de grandes herbívoros e a redução das populações de plantas palatáveis. (C) a reintrodução dos predadores ou o controle da população de cervos anulariam pressões evolutivas sobre as populações de carvalho que poderiam tornar suas folhas impalatáveis para os cervos. (D) Tanto as populações de carvalhos acessíveis aos cervos como as inacessíveis vivem, na atualidade, um declínio populacional no Parque Nacional Yosemite. (E) a ausência de predadores do topo de uma cadeia trófica tem efeito inexpressivo sobre a sua base, devido ao efeito de magnificação observado em cadeias alimentares. ENADE Comentado 2008: Biologia 17

19 Autor: Eduardo Eizirik Tipo de questão: escolha simples Conteúdos avaliados: Ecologia e Conservação Alternativa correta: B Comentário: A questão é bastante interessante e aborda um problema importante do ponto de vista da conservação da biodiversidade. Os impactos antropogênicos sobre os ecossistemas do planeta são extensos e altamente complexos, manifestando-se de diversos modos, muitas vezes imprevisíveis. A redução do tamanho populacional de uma espécie muitas vezes repercute de forma dramática na demografia de outros organismos, que se relacionam com a primeira através de processos como predação, competição, parasitismo, entre outras. Neste caso, há realmente uma predição teórica de que o declínio populacional de grandes predadores (ou predadores em geral) afetará a abundância de suas espécies-presa, as quais tenderão a sofrer uma expansão demográfica, por sua vez afetando em sequência a abundância de outros organismos em cadeias tróficas bem estabelecidas. O estudo reportado na questão realmente corrobora esta predição, pois o declínio dos predadores induziu um aumento na abundância dos cervos (o que está descrito no próprio enunciado), e a abundância de cervos induziu uma redução na população de plantas consumidas por estes herbívoros. O conceito implicado nesta questão é o de espécie-chave, aquela cujo papel ecológico é importante a ponto de seu declínio acarretar transformações relevantes em outros pontos da teia de interações ali presente. Este conceito é frequentemente aplicado a grandes predadores, como neste caso. Portanto, a alternativa B é correta. Além disso, a estrutura etária da população de carvalhos foi completamente alterada, o que pode trazer outras consequências à sua demografia, mas este aspecto não foi abordado na alternativa correta. As demais alternativas estão incorretas, pelas seguintes razões: (A) Ambas as asserções estão incorretas, tendo em vista o padrão evidenciado no gráfico. (C) As pressões evolutivas não seriam anuladas, apenas alteradas, e não há como prever se e quando ocorreria a evolução de impalatabilidade, já que este fenótipo 18 Cláudia Dornelles, Fernanda Nunes, Laura Utz (Orgs.)

20 dependeria da combinação de novas mutações com pressões seletivas suficientes para tal. Na verdade, o atual consumo acentuado por parte dos cervos é uma pressão seletiva muito mais intensa do que ocorreria no cenário aventado por esta alternativa, já que ocorreria uma redução no consumo e, portanto, um relaxamento desta pressão. Assim sendo, o cenário teria menor probabilidade de induzir a evolução de impalatabilidade do que o cenário atual. (D) Os gráficos não evidenciam declínio nas áreas inacessíveis, apenas nas áreas acessíveis (avaliadas em relação às áreas inacessíveis, utilizadas como controle). (E) Os gráficos demonstram justamente o contrário, já que ocorre uma mudança substancial na demografia dos carvalhos, a qual é atribuída ao aumento populacional dos cervos, que por sua vez deriva do declínio do predador. Bibliografia sugerida BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J. L. Ecologia: de Indivíduos a Ecossistemas. 4 ed. São Paulo: Artmed, ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos de Ecologia. 5 ed. São Paulo: Thomson, PRIMACK, R.B.; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina: Midiograf, ENADE Comentado 2008: Biologia 19

21 QUESTÃO 15 Com base na figura ao lado, que expressa o custo energético do deslocamento de animais adultos, julgue os seguintes itens. I Independentemente do modo de locomoção, corpos maiores resultam em menor custo energético relativo ao deslocamento. II A natação é o modo mais econômico de deslocamento por unidade de massa animal transportada. III O custo de correr pode ser maior que o de voar, dependendo do tamanho do corpo do animal considerado. É correto o que se afirma em (A) I, apenas. (B) II, apenas. (C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III. Autor: Léder Xavier Tipo de questão: múltipla escolha Conteúdo avaliado: Fisiologia Comparada Alternativa correta: E Comentário: Trata-se de uma questão que tem como objetivo principal verificar o grau de compreensão dos alunos em relação a um gráfico em que são apresentadas as relações entre custo de deslocamento (J/Kg/m) X massa corpórea (g), comparandose três modalidades de deslocamento em animais adultos: voo, corrida e natação. Não há necessidade de nenhum conhecimento prévio sobre o tema, fisiologia comparada, para o correto entendimento da questão e escolha da resposta adequada. Todas as informações necessárias constam no texto e no gráfico. 20 Cláudia Dornelles, Fernanda Nunes, Laura Utz (Orgs.)

22 QUESTÃO 16 A figura ao lado apresenta o crescimento de uma população de acordo com a equação logística de Pearl-Verhulst. O resultado é tipicamente uma curva de formato sigmoidal, na qual N representa o número de indivíduos da população e K, a capacidade de suporte do ambiente. Qual das opções a seguir apresenta uma interpretação correta do significado dos parâmetros N e K no modelo? (A) (B) Se K for menor que N, o termo (K N/K) terá valor positivo, e poderá haver superpopulação. Quando K = N, a taxa de crescimento Instantâneo da população é zero, e a população se estabiliza. (C) Se K permanece maior do que N, então a população para de crescer e corre o risco de extinção. (D) K representa algum recurso natural, como, por exemplo, disponibilidade de alimento, caso em que é expresso em unidades do tipo Kg/m 2. (E) O termo (K N/K) representa o efeito da densidade sobre o crescimento da própria população, quando a área ocupada estiver aumentando. Autor: Nelson Ferreira Fontoura Tipo de questão: escolha simples Conteúdo avaliado: Ecologia de Comunidades Alternativa correta: B Comentário: A razão dn/dt deve ser interpretada como a diferença de tamanho populacional (dn) entre dois momentos distintos (dt). Assim, dn/dt representa a taxa de variação do tamanho populacional ao longo do tempo. No limite em que a diferença de tempo entre dois momentos for muito pequena, a função resultante apresenta um comportamento em forma de "s", ou sigmoidal. Neste sentido, na expressão r.n.[(k-n)/k], r representa a taxa potencial máxima de crescimento populacional, N é o tamanho populacional em determinado momento, e K é a ENADE Comentado 2008: Biologia 21

23 Capacidade de Suporte, um atributo do ambiente relacionado à densidade populacional máxima suportada de forma estável. A Capacidade de Suporte decorre de um processo de interação de uma determinada espécie com suas exigências em relação a padrões de consumo e uso de recursos, e o ecossistema que a abriga. Ainda, a Capacidade de Suporte não é absolutamente estável, podendo sofrer alterações temporais em função de mudanças climáticas ou do próprio uso de recursos pelas espécies presentes. Neste sentido, qualquer recurso limitante para uma espécie, que defina o valor limite da Capacidade de Suporte, normalmente é compartilhado por várias outras espécies, em interações biológicas de competição. Na equação apresentada, a razão (K-N)/K funciona como um elemento de atenuação. Quando o tamanho populacional (N) for muito pequeno, próximo de zero, a razão (K-N)/K se aproxima de um, e a população crescerá em máximo potencial, expresso através da taxa r. Por outro lado, quando o tamanho populacional (N) se aproxima da capacidade de Suporte (K), a razão (K-N)/K se aproxima de zero, e a população para de crescer. Ainda, nas chamadas populações r estrategistas, o tamanho populacional N poderá eventualmente ultrapassar a Capacidade de Suporte K. Neste caso, a expressão (K-N)/K assume um valor negativo, e a população irá decrescer para a próxima geração. Com relação às alternativas, nas opções A e E, há erro no modo de apresentação da equação. O correto seria (K-N)/K ao invés de (K-N/K). Na opção C, enquanto K permanecer maior do que N, a população continuará crescendo. A opção D está parcialmente correta, quando define o significado de K, mas é omissa em informar o significado de N. A melhor alternativa é a opção B. Bibliografia sugerida BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J. L. Ecologia: de Indivíduos a Ecossistemas. 4 ed. São Paulo: Artmed, DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7 ed. São Paulo: Artmed, ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos de Ecologia. 5 ed. São Paulo: Thomson, RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara/Koogan, Cláudia Dornelles, Fernanda Nunes, Laura Utz (Orgs.)

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe!

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Aula: 2 Temática: Ácidos Nucléicos Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Introdução: Os ácidos nucléicos são as moléculas com a função de armazenamento e expressão da informação

Leia mais

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS. ECOLOGIA Conceitos e Sucessão Ecológica

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS. ECOLOGIA Conceitos e Sucessão Ecológica UFRGS ECOLOGIA Conceitos e Sucessão Ecológica 1. (Ufrgs 2014) Considere as seguintes afirmações sobre conceitos utilizados em ecologia. I. Nicho ecológico é a posição biológica ou funcional que um ecossistema

Leia mais

BIOLOGIA MOLECULAR. Prof. Dr. José Luis da C. Silva

BIOLOGIA MOLECULAR. Prof. Dr. José Luis da C. Silva BIOLOGIA MOLECULAR Prof. Dr. José Luis da C. Silva BIOLOGIA MOLECULAR A Biologia Molecular é o estudo da Biologia em nível molecular, com especial foco no estudo da estrutura e função do material genético

Leia mais

Recursos Genéticos brasileiros. Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa

Recursos Genéticos brasileiros. Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa Recursos Genéticos brasileiros Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa Acesso aos recursos genéticos (antes da CDB ECO - RIO 1992) recursos

Leia mais

1. (Unesp) A ilustração apresenta o resultado de um teste de paternidade obtido pelo método do DNA-Fingerprint, ou "impressão digital de DNA".

1. (Unesp) A ilustração apresenta o resultado de um teste de paternidade obtido pelo método do DNA-Fingerprint, ou impressão digital de DNA. Ácidos Nuclêicos 1. (Unesp) A ilustração apresenta o resultado de um teste de paternidade obtido pelo método do DNA-Fingerprint, ou "impressão digital de DNA". a) Segundo o resultado acima, qual dos homens,

Leia mais

Organismos, fatores limitantes e nicho ecológico

Organismos, fatores limitantes e nicho ecológico Texto Base: Aula 25 Organismos, fatores limitantes e nicho ecológico Autor: Ana Lúcia Brandimarte Ecologia: significado e escopo As aulas finais de Biologia Geral serão dedicadas ao estudo da Ecologia,

Leia mais

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Técnico: Maria das Dores de V. C. Melo Coordenação Administrativa-Financeira:

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ==============================================================================================

BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================== PROFESSOR: Leonardo Mariscal BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================== Ácidos Nucleicos 01- Os

Leia mais

COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA

COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA A prova de Biologia da UFPR apresentou uma boa distribuição de conteúdos ao longo das nove questões. O grau de dificuldade variou entre questões médias e fáceis, o que está

Leia mais

PUCRS CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Genética I AULA PRÁTICA APLICAÇÕES DAS TÉCNICAS DE PCR E ELETROFORESE DE DNA

PUCRS CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Genética I AULA PRÁTICA APLICAÇÕES DAS TÉCNICAS DE PCR E ELETROFORESE DE DNA Analise a seguinte situação hipotética (1): Uma equipe de pesquisadores está realizando um inventário da biodiversidade de uma área tropical ainda inexplorada, porém já sofrendo grande impacto de fragmentação

Leia mais

O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL Stefani de Souza Patricia de Freitas Co-autor - Prof. MSc. Cristian Coelho Silva cristian_coelho@yahoo.com.br luscheuer@hotmail.com Palavras-chave: sustentabilidade,

Leia mais

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE Lei nº 4791/2008 Data da Lei 02/04/2008 O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, 7º, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida

Leia mais

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 João Artur Silva 2 Márcio Ribeiro² Wilson Junior Weschenfelder² BIODIVERSIDADE Modelos de Diversidade A diversidade biológica varia fortemente

Leia mais

Deliberação CONSEMA Normativa 2, de 9-11-2011

Deliberação CONSEMA Normativa 2, de 9-11-2011 Deliberação CONSEMA Normativa 2, de 9-11-2011 289ª Reunião Ordinária do Plenário do CONSEMA Dispõe sobre a elaboração e a atualização de lista de espécies exóticas com potencial de bioinvasão no Estado

Leia mais

O que é biodiversidade?

O que é biodiversidade? O que é biodiversidade? A diversidade se expressa nos mais diversos níveis de organização biológica. É a soma de toda a variabilidade biológica desde os genes até os ecossistemas Por que nos preocuparamos

Leia mais

BIOLOGIA NO ENEM: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

BIOLOGIA NO ENEM: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BIOLOGIA NO ENEM: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O ENEM, Exame Nacional do Ensino Médio, em sua versão 2012, apresentará uma redação e 180 questões objetivas, divididas nas quatro áreas do conhecimento: - Ciências

Leia mais

5ª SÉRIE/6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL UM MUNDO MELHOR PARA TODOS

5ª SÉRIE/6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL UM MUNDO MELHOR PARA TODOS 5ª SÉRIE/6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL UM MUNDO MELHOR PARA TODOS Auno(a) N 0 6º Ano Turma: Data: / / 2013 Disciplina: Ciências UNIDADE I Professora Martha Pitanga ATIVIDADE 01 CIÊNCIAS REVISÃO GERAL De

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 15, DE 27 DE MAIO DE 2004

RESOLUÇÃO Nº 15, DE 27 DE MAIO DE 2004 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO RESOLUÇÃO Nº 15, DE 27 DE MAIO DE 2004 Estabelece procedimentos para o transporte de amostra de componente do patrimônio genético existente

Leia mais

Equipe de Biologia. Biologia

Equipe de Biologia. Biologia Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 5B Ensino Médio Equipe de Biologia Data: Biologia Ácidos nucléicos Os ácidos nucléicos são moléculas gigantes (macromoléculas), formadas por unidades monoméricas menores

Leia mais

O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são

O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são Atividade extra Fascículo 2 Biologia Unidade 4 Questão 1 O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são chamados de genes. Assinale abaixo quais

Leia mais

E C O L O G I A. Incluindo todos os organismos e todos os processos funcionais que a tornam habitável

E C O L O G I A. Incluindo todos os organismos e todos os processos funcionais que a tornam habitável E C O L O G I A Deriva do grego oikos, com sentido de casa e logos com sentido de estudo Portanto, trata-se do estudo do ambiente da casa Incluindo todos os organismos e todos os processos funcionais que

Leia mais

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE 2008: Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República da África do Sul no Campo da Cooperação Científica e Tecnológica,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE SETOR DE BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE SETOR DE BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE SETOR DE BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR DISCIPLINA: BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR ESTUDO DIRIGIDO FLUXO DA INFORMAÇÃO GÊNICA págs:

Leia mais

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário 1 Metras Curriculares Estratégias Tempo Avaliação TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da

Leia mais

Conceitos em Ecologia: o estudo de Populações, Comunidades e Ecossistemas. Prof. Francisco Soares Santos Filho, D.Sc. UESPI

Conceitos em Ecologia: o estudo de Populações, Comunidades e Ecossistemas. Prof. Francisco Soares Santos Filho, D.Sc. UESPI Conceitos em Ecologia: o estudo de Populações, Comunidades e Ecossistemas. Prof. Francisco Soares Santos Filho, D.Sc. UESPI População é o conjunto de seres da mesma espécie que vivem na mesma área geográfica,

Leia mais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais Alexandre Sylvio Vieira da Costa 1 1.Engenheiro Agrônomo. Professor Universidade Vale do Rio Doce/Coordenador Adjunto da Câmara

Leia mais

O desmatamento das florestas tropicais responde por 25% das emissões globais de dióxido de carbono, o principal gás de efeito estufa.

O desmatamento das florestas tropicais responde por 25% das emissões globais de dióxido de carbono, o principal gás de efeito estufa. Biodiversidade Introdução Na Estratégia Nacional para a Biodiversidade, desenvolvida pelo Ministério do Meio Ambiente, acordou-se que o Brasil deve dar ênfase para seis questões básicas: conhecimento da

Leia mais

EXAME DE BIOLOGIA Prova de Acesso - Maiores 23 Anos (21 de Abril de 2009)

EXAME DE BIOLOGIA Prova de Acesso - Maiores 23 Anos (21 de Abril de 2009) INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA EXAME DE BIOLOGIA Prova de Acesso - Maiores 23 Anos (21 de Abril de 2009) Nome do Candidato Classificação Leia as seguintes informações com atenção. 1. O exame é constituído

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Contexto Convenção sobre Diversidade

Leia mais

ECOLOGIA GERAL FLUXO DE ENERGIA E MATÉRIA ATRAVÉS DE ECOSSISTEMAS

ECOLOGIA GERAL FLUXO DE ENERGIA E MATÉRIA ATRAVÉS DE ECOSSISTEMAS ECOLOGIA GERAL Aula 05 Aula de hoje: FLUXO DE ENERGIA E MATÉRIA ATRAVÉS DE ECOSSISTEMAS Sabemos que todos os organismos necessitam de energia para se manterem vivos, crescerem, se reproduzirem e, no caso

Leia mais

ACESSO VESTIBULAR QUESTÕES DE PROCESSAMENTO DE RNA OU SPLICING 01. (MAMA 2007.1) PÁGINAS OCULTAS NO LIVRO DA VIDA

ACESSO VESTIBULAR QUESTÕES DE PROCESSAMENTO DE RNA OU SPLICING 01. (MAMA 2007.1) PÁGINAS OCULTAS NO LIVRO DA VIDA ACESSO VESTIBULAR QUESTÕES DE PROCESSAMENTO DE RNA OU SPLICING 01. (MAMA 2007.1) PÁGINAS OCULTAS NO LIVRO DA VIDA Os biólogos supunham que apenas as proteínas regulassem os genes dos seres humanos e dos

Leia mais

Questão 1 Questão 2. Questão 3. Resposta. Resposta

Questão 1 Questão 2. Questão 3. Resposta. Resposta Questão 1 Questão 2 O esquema abaixo representa as principais relações alimentares entre espécies que vivem num lago de uma região equatorial. a) O câncer é uma doença genética, mas na grande maioria dos

Leia mais

Disciplina EQW-010. INDÚSTRIA E MEIO AMBIENTE Prof. Denize Dias de Carvalho (denize@eq.ufrj.br) sala E-203 Tel: 2562-7564

Disciplina EQW-010. INDÚSTRIA E MEIO AMBIENTE Prof. Denize Dias de Carvalho (denize@eq.ufrj.br) sala E-203 Tel: 2562-7564 Disciplina EQW-010 INDÚSTRIA E MEIO AMBIENTE Prof. Denize Dias de Carvalho (denize@eq.ufrj.br) sala E-203 Tel: 2562-7564 Prof. Lídia Yokoyama (lidia@eq.ufrj.br) sala E-206 Tel:2562-7560 CONCEITOS - DEFINIÇÕES

Leia mais

Estrutura e função dos ácidos nucléicos. Profa. Melissa de Freitas Cordeiro-Silva

Estrutura e função dos ácidos nucléicos. Profa. Melissa de Freitas Cordeiro-Silva Estrutura e função dos ácidos nucléicos Profa. Melissa de Freitas Cordeiro-Silva > Polímeros de nucleotídeos Funções: DNA (ácido desoxirribonucléico) : > Armazenar as informações necessárias para a construção

Leia mais

Ácidos nucléicos. São polímeros compostos por nucleotídeos. Açúcar - pentose. Grupo fosfato. Nucleotídeo. Base nitrogenada

Ácidos nucléicos. São polímeros compostos por nucleotídeos. Açúcar - pentose. Grupo fosfato. Nucleotídeo. Base nitrogenada ÁCIDOS NUCLÉICOS Ácidos nucléicos São polímeros compostos por nucleotídeos Açúcar - pentose Nucleotídeo Grupo fosfato Base nitrogenada Composição dos Ácidos nucléicos pentoses: numeração da pentose: pentose

Leia mais

Padrão de respostas às questões discursivas

Padrão de respostas às questões discursivas Padrão de respostas às questões discursivas A seguir encontram-se as questões das provas discursivas da 2ª ETAPA do Vestibular UFF 2011, acompanhadas das respostas esperadas pelas bancas. GABARITO BIOLOGIA

Leia mais

O processo fisiológico que está representado no gráfico é

O processo fisiológico que está representado no gráfico é Questão 01) Analise o gráfico a seguir. Disponível em: . Acesso em: 22 set. 2014. O processo fisiológico que está representado no gráfico é a) o efeito do aumento

Leia mais

PROCESSO SELETIVO BIOLOGIA ÁREA: CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS

PROCESSO SELETIVO BIOLOGIA ÁREA: CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS PROCESSO SELETIVO BIOLOGIA ÁREA: CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS Perceber e utilizar os códigos intrínsecos da Biologia. Relacionar o conhecimento das diversas disciplinas para o entendimento

Leia mais

Escola Secundária do Monte de Caparica Disciplina de Biologia 10 º Ano

Escola Secundária do Monte de Caparica Disciplina de Biologia 10 º Ano Escola Secundária do Monte de Caparica Disciplina de Biologia 10 º Ano Teste de avaliação Nome ----------------------------------------------------------------------- Numero -------------------------------

Leia mais

EDITAL N 01/2008/INPA CONCURSO PÚBLICO ANEXO I VAGAS CONFORME AS CARREIRAS E PERFIS CORRESPONDENTES E LISTA DE TEMAS PARA PROVA ESCRITA.

EDITAL N 01/2008/INPA CONCURSO PÚBLICO ANEXO I VAGAS CONFORME AS CARREIRAS E PERFIS CORRESPONDENTES E LISTA DE TEMAS PARA PROVA ESCRITA. EDITAL N 01/2008/INPA CONCURSO PÚBLICO ANEXO I VAGAS CONFORME AS CARREIRAS E PERFIS CORRESPONDENTES E LISTA DE TEMAS PARA PROVA ESCRITA. 1. CARREIRA DE PESQUISA EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA CARGO DE PESQUISADOR

Leia mais

PROGRAMA GERAL DO COMPONENTE CURRICULAR- PGCC 1

PROGRAMA GERAL DO COMPONENTE CURRICULAR- PGCC 1 Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado da Educação e da Cultura - SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Pró-Reitoria de Ensino de Graduação PROEG Home Page: http://www.uern.br

Leia mais

Análise da Prova - Perito Criminal Federal (Biomédico/Biólogo)

Análise da Prova - Perito Criminal Federal (Biomédico/Biólogo) Questão Tema(s) predominante(s) Itens do Edital 51 Diferenças entre as metodologias de RFLP e PCR 5.4.2 Regiões repetitivas e polimorfismos. 6.2 Técnica de PCR. 6.3 Técnicas de identificação usando o DNA.

Leia mais

EDITAL DE LEVANTAMENTO DE DEMANDA PARA CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO EM TECNOLOGIA NUCLEAR IPEN/IFRO EDITAL Nº 6/IFRO/2015

EDITAL DE LEVANTAMENTO DE DEMANDA PARA CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO EM TECNOLOGIA NUCLEAR IPEN/IFRO EDITAL Nº 6/IFRO/2015 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, INOVAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU TECNOLOGIA NUCLEAR EDITAL

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 1, DE 8 DE JULHO DE 2002 (*)

RESOLUÇÃO N o 1, DE 8 DE JULHO DE 2002 (*) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO RESOLUÇÃO N o 1, DE 8 DE JULHO DE 2002 (*) Estabelece procedimentos para a remessa, temporária ou definitiva, de amostra de componente

Leia mais

Princípios moleculares dos processos fisiológicos

Princípios moleculares dos processos fisiológicos 2012-04-30 UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE CIÊNCIAS DEI-BIOLOGIA ---------------------------------------------- Aula 5: Princípios moleculares dos processos fisiológicos (Fisiologia Vegetal, Ano

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO - 2015

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO - 2015 Prova de Biologia Prova 302 1. INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar as características da prova de equivalência à frequência do ensino secundário, a realizar em 2015 pelos alunos que se encontram

Leia mais

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 17 MITOCÔNDRIAS E RESPIRAÇÃO CELULAR

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 17 MITOCÔNDRIAS E RESPIRAÇÃO CELULAR BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 17 MITOCÔNDRIAS E RESPIRAÇÃO CELULAR Retículo endoplasmático Invólucro nuclear Núcleo Mitocôndria Procarionte fotossintético Cloroplasto Procarionte ancestral Eucariote ancestral

Leia mais

EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE

EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE 1- Leia o texto e responda as questões Todos os animais, independentemente do seu estilo de vida, servem como fonte de alimento para outros seres vivos. Eles estão

Leia mais

REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR)

REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) Área de Ciências da Saúde Curso de Medicina Módulo: Saúde do Adulto e Idoso II GENÉTICA HUMANA Professora: Dra. Juliana Schmidt REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) A molécula de DNA é um longo polímero

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO RESOLUÇÃO N o 25, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2005 Estabelece procedimentos para a remessa de amostra de componente do patrimônio genético

Leia mais

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL PROFESSORA ENG. FLORESTAL CIBELE ROSA GRACIOLI OUTUBRO, 2014. OBJETIVOS DA DISCIPLINA DISCUTIR PRINCÍPIOS ÉTICOS QUESTÃO AMBIENTAL CONHECER A POLÍTICA E A LEGISLAÇÃO VOLTADAS

Leia mais

Como Eu Ensino Biomas brasileiros Material de apoio

Como Eu Ensino Biomas brasileiros Material de apoio Roteiro da atividade: Jogo da Sobrevivência Como jogar 1. Cada jogador iniciará o jogo com uma população de sessenta quatis na primeira geração e, portanto, marcará na folha-região 60 indivíduos no eixo

Leia mais

LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA. Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos

LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA. Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Cerrado no Estado de São Paulo Artigo 1º

Leia mais

QUESTÕES DE CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE AMBIENTAL. O 2(g) O 2(aq)

QUESTÕES DE CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE AMBIENTAL. O 2(g) O 2(aq) QUESTÕES DE CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE AMBIENTAL Questão 01 O agente oxidante mais importante em águas naturais é, sem a menor dúvida, o oxigênio molecular dissolvido, O 2. O equilíbrio entre o oxigênio

Leia mais

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental 1.CURSOS COM ÊNFASE EM : Gestão Ambiental de Empresas 2. CONCEPÇÃO DOS CURSOS: O Brasil possui a maior reserva ecológica do planeta sendo o número um em

Leia mais

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 1. Quais são os tipos de instituições de ensino superior? De acordo com sua organização acadêmica, as instituições de ensino

Leia mais

( ) Componente do Patrimônio Genético sem acesso ao Conhecimento Tradicional Associado

( ) Componente do Patrimônio Genético sem acesso ao Conhecimento Tradicional Associado MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Departamento do Patrimônio Genético Secretaria Executiva do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético FORMULÁRIO PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO DE ACESSO E REMESSA A COMPONENTE

Leia mais

Currículos dos Cursos do CCB UFV CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. COORDENADOR DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Marco Aurélio Pedron e Silva pedron@mail.ufv.

Currículos dos Cursos do CCB UFV CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. COORDENADOR DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Marco Aurélio Pedron e Silva pedron@mail.ufv. 88 Currículos dos Cursos do CCB UFV CIÊNCIAS BIOLÓGICAS COORDENADOR DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Marco Aurélio Pedron e Silva pedron@mail.ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2002 89 Bacharelado e Licenciatura

Leia mais

Tema: Planos de manejo para as epécies ameaçadas no Rio Grande do Sul e no Brasil. Dinâmica: Questões dirigidas aos grupos

Tema: Planos de manejo para as epécies ameaçadas no Rio Grande do Sul e no Brasil. Dinâmica: Questões dirigidas aos grupos Tema: Planos de manejo para as epécies ameaçadas no Rio Grande do Sul e no Brasil. Dinâmica: Questões dirigidas aos grupos Bibliografia: Ministério do Meio Ambiente. Espécies ameaçadas de extinção: recomendações

Leia mais

BIOLOGIA IACI BELO. Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas?

BIOLOGIA IACI BELO. Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas? BIOLOGIA IACI BELO www.iaci.com.br ASSUNTO: EVOLUÇÃO CONVERGENTE Série: 3EM Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas? por Joshua Clark - traduzido por HowStuffWorks Brasil Há cerca

Leia mais

PROVA DE BIOLOGIA I. A charge refere-se a um problema que afeta cada vez mais pessoas em várias regiões do nosso planeta.

PROVA DE BIOLOGIA I. A charge refere-se a um problema que afeta cada vez mais pessoas em várias regiões do nosso planeta. 26 PROVA DE BIOLOGIA I QUESTÃO 40 A charge refere-se a um problema que afeta cada vez mais pessoas em várias regiões do nosso planeta. Vai um baldinho aí? Fonte: conexaoambiental.zip.net/arch2007-11-01_2007-.

Leia mais

PROPOSTA REFERENTE AO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ANÁLISE SANITÁRIA

PROPOSTA REFERENTE AO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ANÁLISE SANITÁRIA PROPOSTA REFERENTE AO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ANÁLISE SANITÁRIA 1- DO CURSO O Curso de Especialização em Gestão em Análise Sanitária destina-se a profissionais com curso superior em áreas correlatas

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Plataforma Ambiental para o Brasil A Plataforma Ambiental para o Brasil é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e traz os princípios básicos e alguns dos temas que deverão ser enfrentados na próxima

Leia mais

Biologia da Conservação. Disciplina: Biologia da Conservação Docente: Profa. Dra. Maria Elisa de Castro Almeida

Biologia da Conservação. Disciplina: Biologia da Conservação Docente: Profa. Dra. Maria Elisa de Castro Almeida Biologia da Conservação Disciplina: Biologia da Conservação Docente: Profa. Dra. Maria Elisa de Castro Almeida BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO Ciência multidisciplinar que foi desenvolvida como resposta à crise

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

A A A A A A A A A A A A A A A BIOLOGIA

A A A A A A A A A A A A A A A BIOLOGIA BIOLOGI 1 Nos últimos 10.000 anos, o nível de evaporação da água do Mar Morto tem sido maior que o de reposição. Dessa forma, a concentração de sais tem aumentado, já que o sal não evapora. principal fonte

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS 1G

CADERNO DE EXERCÍCIOS 1G CADERNO DE EXERCÍCIOS 1G Ensino Fundamental Ciências da Natureza Questão Conteúdo Habilidade da Matriz da EJA/FB 1 Movimentos dos continentes H7 2 Origem dos seres vivos na Terra H17 3 Relações ecológicas

Leia mais

Questão 89. Questão 91. Questão 90. alternativa A. alternativa E

Questão 89. Questão 91. Questão 90. alternativa A. alternativa E Questão 89 O esquema representa o sistema digestório humano e os números indicam alguns dos seus componentes. Nível de açúcar no sangue mg/100ml 200 150 100 50 B A 0 1 2 3 4 5 Número de horas após a alimentação

Leia mais

Objetivo Conteúdos Habilidades

Objetivo Conteúdos Habilidades Tema 8 Um Lugar Frio e Escuro Objetivo investigar as condições ambientais predominantes nos oceanos, com destaque para os gradientes verticais de temperatura, luz e pressão hidrostática. Conteúdos física,

Leia mais

5ª série / 6º ano 1º bimestre

5ª série / 6º ano 1º bimestre 5ª série / 6º ano 1º bimestre Água e o planeta Terra Hidrosfera Distribuição e importância Hidrosfera é o conjunto de toda a água da Terra. Ela cobre 2/3 da superfície terrestre e forma oceanos, mares,

Leia mais

Introdução à Ecologia Prof. Fernando Belan

Introdução à Ecologia Prof. Fernando Belan Introdução à Ecologia Prof. Fernando Belan Ecologia (oikos = casa; logos = ciência) Estuda as relações entre os seres vivos, e o ambiente em que vivem; Multidisciplinar A Ecologia é complexa, e envolve:

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS 2D

CADERNO DE EXERCÍCIOS 2D CADERNO DE EXERCÍCIOS 2D Ensino Fundamental Ciências da Natureza II Habilidade da Questão Conteúdo Matriz da EJA/FB 01 Fisiologia Vegetal (Transporte e absorção de H34, H40, H41, H63 substâncias); Fotossíntese

Leia mais

PlanetaBio Resolução de Vestibulares FUVEST 2006 2ª fase www.planetabio.com

PlanetaBio Resolução de Vestibulares FUVEST 2006 2ª fase www.planetabio.com 1-O esquema abaixo representa as principais relações alimentares entre espécies que vivem num lago de uma região equatorial. Com relação a esse ambiente: a) Indique os consumidores primários. b) Dentre

Leia mais

DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO Provas 2º Bimestre 2012 CIÊNCIAS DESCRITORES DESCRITORES DO 2º BIMESTRE DE 2012

Leia mais

Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe!

Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe! Aula: 31 Temática: Vitaminas parte I Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe! Introdução O termo vitamina refere-se a um fator dietético essencial requerido por um organismo em

Leia mais

Replicação Quais as funções do DNA?

Replicação Quais as funções do DNA? Replicação Quais as funções do DNA? Aula nº 4 22/Set/08 Prof. Ana Reis Replicação O DNA é a molécula que contém a informação para todas as actividades da célula. Uma vez que as células se dividem, é necessário

Leia mais

Maxillaria silvana Campacci

Maxillaria silvana Campacci Ecologia Aula 1 Habitat É o lugar que reúne as melhores condições de vida para uma espécie. Temperatura, quantidade de água, intensidade da luz solar e tipo de solo determinam se o habitat é adequado ao

Leia mais

III BIMESTRE TRABALHO DE BIOLOGIA 2011

III BIMESTRE TRABALHO DE BIOLOGIA 2011 III BIMESTRE TRABALHO DE BIOLOGIA 2011 INSTRUÇÕES 1. Preencha o cabeçalho e com o nome completo de cada aluno da equipe MÉDIA = 2. Todas as respostas deverão ser apresentadas nos espaços apropriados, com

Leia mais

Ecologia. 1) Níveis de organização da vida

Ecologia. 1) Níveis de organização da vida Introdução A ciência que estuda como os seres vivos se relacionam entre si e com o ambiente em que vivem e quais as conseqüências dessas relações é a Ecologia (oikos = casa e, por extensão, ambiente; logos

Leia mais

Evolução Biológica e Algoritmos Genéticos. Fábio Lima Custódio flc@lncc.br

Evolução Biológica e Algoritmos Genéticos. Fábio Lima Custódio flc@lncc.br Evolução Biológica e Algoritmos Genéticos Fábio Lima Custódio flc@lncc.br Sumário Conceitos gerais O que é evolução? Forças Evolutivas Mutação Deriva Gênica Fluxo gênico Seleção Natural A teoria evolutiva

Leia mais

Em quais LINHAS ESTRATÉGICAS atuar para a conservação da biodiversidade? Como garantir a EFETIVIDADE DOS RECURSOS aplicados em conservação?

Em quais LINHAS ESTRATÉGICAS atuar para a conservação da biodiversidade? Como garantir a EFETIVIDADE DOS RECURSOS aplicados em conservação? Em quais LINHAS ESTRATÉGICAS atuar para a conservação da biodiversidade? Como garantir a EFETIVIDADE DOS RECURSOS aplicados em conservação? Como escolher uma AÇÃO EFETIVA para a conservação da biodiversidade?

Leia mais

Saberes e Práticas Docentes na Formação de Professores PROF.DR. FERNANDO RIBEIRO JUNHO/2012

Saberes e Práticas Docentes na Formação de Professores PROF.DR. FERNANDO RIBEIRO JUNHO/2012 A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA PARA AS LICENCIATURAS NA AMAZÔNIA: NÃO HÁ ENSINO SEM PESQUISA E PESQUISA SEM ENSINO Saberes e Práticas Docentes na Formação de Professores PROF.DR. FERNANDO RIBEIRO JUNHO/2012

Leia mais

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO (Ufc) Na(s) questão(ões) a seguir escreva no espaço apropriado a soma dos itens corretos.

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO (Ufc) Na(s) questão(ões) a seguir escreva no espaço apropriado a soma dos itens corretos. Respiração e Fermentação 1. (Fuvest) O fungo 'Saccharomyces cerevisiae' (fermento de padaria) é um anaeróbico facultativo. Quando cresce na ausência de oxigênio, consome muito mais glicose do que quando

Leia mais

ALUNO(a): Observe o esquema a seguir, no qual I e II representam diferentes estruturas citoplasmáticas.

ALUNO(a): Observe o esquema a seguir, no qual I e II representam diferentes estruturas citoplasmáticas. GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: DISCIPLINA: SÉRIE: 3º ano ALUNO(a): Lista de Exercícios NOTA: No Anhanguera você é + Enem Questão 01) Observe o esquema a seguir, no qual I e II representam diferentes estruturas

Leia mais

Sequência de Aulas - Ciclos Biogeoquímicos

Sequência de Aulas - Ciclos Biogeoquímicos Sequência de Aulas - Ciclos Biogeoquímicos 1. Nível de Ensino: Ensino Médio 2. Conteúdo Estruturante: Biogeoquímica 2.1 Conteúdo Básico: Matéria, Composição dos elementos químicos. 2.2 Conteúdo Específico:

Leia mais

PlanetaBio Resolução de Vestibulares UFRJ 2007 www.planetabio.com

PlanetaBio Resolução de Vestibulares UFRJ 2007 www.planetabio.com 1-O gráfico a seguir mostra como variou o percentual de cepas produtoras de penicilinase da bactéria Neisseria gonorrhoeae obtidas de indivíduos com gonorréia no período de 1980 a 1990. A penicilinase

Leia mais

MÓDULO III AULA 2: CONTROLE DA EXPRESSÃO GÊNICA EM EUCARIOTOS

MÓDULO III AULA 2: CONTROLE DA EXPRESSÃO GÊNICA EM EUCARIOTOS BIOLOGIA MOLECULAR BÁSICA MÓDULO III Olá! Chegamos ao último módulo do curso! Antes do início das aulas, gostaria de ressaltar que este módulo está repleto de dicas de animações. Dê uma olhada nas animações

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Resposta

Questão 1. Questão 2. Resposta Questão 1 O gráfico mostra os níveis de glicose medidos no sangue de duas pessoas, sendo uma saudável e outra com diabetes melito, imediatamente após uma refeição e nas cinco horas seguintes. Essa substância

Leia mais

objetivos Complexidade dos genomas II AULA Pré-requisitos

objetivos Complexidade dos genomas II AULA Pré-requisitos Complexidade dos genomas II AULA 31 objetivos Ao final desta aula, você deverá ser capaz de: Explicar os fatores envolvidos com a complexidade dos genomas de eucariotos. Descrever as principais características

Leia mais

Perguntas frequentes:

Perguntas frequentes: Perguntas frequentes: 1. Enade 1.1. Qual a legislação pertinente ao Enade? Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004: Criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) Portaria Normativa

Leia mais

Resolução Resolução OBJETIVO 2004

Resolução Resolução OBJETIVO 2004 1 Nas bactérias, a cadeia respiratória encontra-se associada à membrana plasmática e os ácidos nucléicos estão associados ao citoplasma. a) É assim também em um protista, em um animal e em um vegetal?

Leia mais

Epigenética e Memória Celular

Epigenética e Memória Celular Epigenética e Memória Celular Por Marcelo Fantappié Fonte www.revistacarbono.com A epigenética é definida como modificações do genoma que são herdadas pelas próximas gerações, mas que não alteram a sequência

Leia mais

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE Cláudio Martin Jonsson Vera Lúcia Castro Jaguariúna, outubro 2005. O modelo de agricultura utilizado atualmente visa

Leia mais

GLOSSÁRIO: - MEIO URBANO; - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL; - RISCOS AMBIENTAIS; - IMPACTO SIGNIFICATIVO.

GLOSSÁRIO: - MEIO URBANO; - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL; - RISCOS AMBIENTAIS; - IMPACTO SIGNIFICATIVO. FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DISCIPLINA: NAI PROFESSORA: Drª CÁTIA FARIAS GLOSSÁRIO: - MEIO URBANO; - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL; - RISCOS AMBIENTAIS; -

Leia mais

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Biomas Brasileiros I Floresta Amazônica Caatinga Cerrado Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Floresta Amazônica Localizada na região norte e parte das regiões centro-oeste e nordeste;

Leia mais

Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção

Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção Programa 0508 Biodiversidade e Recursos Genéticos - BIOVIDA Objetivo Promover o conhecimento, a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e dos recursos genéticos e a repartição justa e eqüitativa

Leia mais

LIVRETE DE QUESTÕES E RASCUNHO. 1) Confira seus dados e assine a capa deste Livrete de Questões e Rascunho somente no campo próprio.

LIVRETE DE QUESTÕES E RASCUNHO. 1) Confira seus dados e assine a capa deste Livrete de Questões e Rascunho somente no campo próprio. P R OVA D I S C U R S I VA LIVRETE DE QUESTÕES E RASCUNHO O 1 D I A V E S T I B U L A R 2 0 1 4 INSTRUÇÕES 1) Confira seus dados e assine a capa deste Livrete de Questões e Rascunho somente no campo próprio.

Leia mais

ÁCIDOS NUCLEICOS DNA - ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO RNA - ÁCIDO RIBONUCLEICO

ÁCIDOS NUCLEICOS DNA - ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO RNA - ÁCIDO RIBONUCLEICO ÁCIDOS NUCLEICOS DNA - ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO RNA - ÁCIDO RIBONUCLEICO 1 Funções dos ácidos nucleicos Armazenar e expressar a informação genética Replicação Cópia da mensagem contida no DNA, que será

Leia mais

Ancestralidade Materna polimorfismos matrilínea DNA Mitocondrial (mtdna).

Ancestralidade Materna polimorfismos matrilínea DNA Mitocondrial (mtdna). Ancestralidade Materna A atual população dos países latino-americanos foi gerada por um complexo processo de mistura genética entre ameríndios, europeus e africanos. As porcentagens relativas destas três

Leia mais