Taxas de "quota de serviço" ou "termo fixo" ou de "disponibilidade" Direito Fiscal I Marta Santos 2010/2011

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1 Taxas de "quota de serviço" ou "termo fixo" ou de "disponibilidade" Direito Fiscal I Marta Santos 2010/2011

2 Banalização das Taxas A diminuição das receitas das autarquias locais e a crescente necessidade de dar satisfação a novas exigências ambientais e urbanísticas têm justificado um recurso sistemático à criação de taxas, com o objectivo único de arrecadar receitas

3 Regime geral das taxas das Autarquias Locais Lei n.º 53-E/2006 de 29 de Dezembro Artigo 6.º Incidência objectiva 1 - As taxas municipais incidem sobre utilidades prestadas aos particulares ou geradas pela actividade dos municípios, designadamente: a) Pela realização, manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas primárias e secundárias; b) Pela concessão de licenças, prática de actos administrativos e satisfação administrativa de outras pretensões de carácter particular; c) Pela utilização e aproveitamento de bens do domínio público e privado municipal; (DL 280/2007 Regime Jurídico do património imobiliário público) d) Pela gestão de tráfego e de áreas de estacionamento; e) Pela gestão de equipamentos públicos de utilização colectiva; f) Pela prestação de serviços no domínio da prevenção de riscos e da protecção civil; g) Pelas actividades de promoção de finalidades sociais e de qualificação urbanística, territorial

4 A bilateralidade como garantia dos sujeitos passivos das taxas As taxas são caracterizadas por serem tributos que assentam numa contraprestação específica, que há-de traduzir-se: Na prestação de um serviço público Na utilização de um bem do domínio público Na remoção de um obstáculo jurídico à actuação dos particulares (Artigo 4.º, n.º 2, da Lei Geral Tributária) Para a doutrina fiscal: a bilateralidade traduz-se na verificação de uma contraprestação específica relativamente ao pagamento da taxa Para a doutrina financeira: é essencial que o facto que dá origem ao pagamento da taxa corresponda à utilização de um bem semipúblico. Isto significa teremos um sujeito passivo da taxa mesmo que utilize o serviço contra a sua vontade (ex. réu em processo-crime que tem de pagar a taxa de justiça)

5 O nosso caso: Taxas de "quota de serviço" ou "termo fixo" ou de "disponibilidade são consideradas taxas pela prestação de serviço público regra geral estas taxas fundam-se no critério da utilização individualizada que o sujeito passivo retire do serviço, e que não se traduza em prestações gerais e indivisíveis

6 Estas taxas devem ser utilizadas para: Financiar prestações divisíveis e individualizáveis De serviços públicos ( que servem como correspectivo das taxas) A criação desse serviço público tem que resultar de uma necessidade gerada (directa ou indirectamente) pelo sujeito passivo Essa taxa só pode ser imposta aos destinatários do serviço, embora não se exija que os destinatários sejam beneficiados por ele

7 Lei n.º 12/2008 de 26 de Fevereiro Proíbe a cobrança de taxas associadas aos contadores para os serviços públicos essenciais Ficam proibidas as cobranças "de qualquer importância a título de preço, aluguer, amortização ou inspecção periódica de contadores ou outros instrumentos de medição dos serviços utilizados", de "qualquer outra taxa de efeito equivalente" ede"qualquer taxa que não tenha uma correspondência directa com um encargo em que a entidade prestadora do serviço efectivamente incorra, com excepção da contribuição para o audiovisual, artigo 8.º, n.º 2

8 NO ENTANTO as autarquias estão a alterar e a substituir a taxa dos contadores por outra a quem chamam de disponibilidade, até com o mesmo valor, numa tentativa de contornar a lei Mas também a EPAL, EDP e Galpenergia, fornecedoras de serviços de abastecimento de água, electricidade e gás, cobram estas mesmas taxas: as intituladas "quota de serviço" ou "termo fixo"

9 EPAL: Na conta da água surgem actualmente dois tipos de parcelas: um, relativo à água facturadaquevariadeacordocomoconsumo,e outro, que corresponde à "quota de serviço", variável em função do calibre do contador instalado A EPAL considera que é uma forma de os consumidores participarem nos encargos decorrentes da disponibilidade do serviço O que significa que, mesmo numa casa vazia, onde não se consome normalmente água, o consumidor contribui com um determinado valor para assegurar a manutenção e funcionamento da rede de abastecimento, garantindo que o serviço está disponível em qualquer altura

10 Galpenergia: "termo fixo", uma das parcelas das facturas do gás, "tem a ver com a disponibilidade do serviço" O "termo fixo" da Galpenergia é diferente nas várias empresas do grupo EDP: o designado "termo fixo" varia de acordo com a potência contratada e referese à disponibilidade do serviço

11 A Associação Nacional de Municípios (ANMP): a parcela do aluguer dos contadores foi eliminada, mas, por imposição legal, temos de praticar um preço real junto dos consumidores, fazendo reflectir os custos que temos na factura e ainda que se há uma parcela que sai (a do aluguer) tem de ser reposta Nuns casos fizeram-no adaptando o preço do metro cúbico, noutros casos através da taxa de disponibilidade de serviço

12 Conclusões Os consumidores pagam taxas mensais para terem disponíveis bens essenciais como a água, luz e gás, mesmo que não os usem Quem não é utilizador do serviço e não está ligado à rede pública de água paga também A disponibilidade do serviço está incluída no próprio serviço, já que quando se faz um contrato da água, luz ou gás, a empresa não se obriga a servir o cliente apenas num determinado horário mas sim 24 horas por dia. Por isso, não faz sentido cobrar para o serviço estar disponível

13 Em muitos municípios a justificação para estas taxas foi a de que os munícipes tinham de pagar o esforço despendido pelo município para lhes prestar esse serviço. Os que não cumpriam a lei, não procedendo à ligação [ao sistema de saneamento] tinham de pagar, no mínimo, uma quota de disponibilidade [de serviço] Ou seja, ficou a ideia de que esta taxa seria aplicada apenas aos consumidores de água que não estavam ligados à rede de saneamento, apesar desta estar disponível junto das suas habitações. Seria uma forma de sensibilizar os utentes a fazer a ligação ao saneamento, e a encerrar as fossas cépticas ou outros sistemas obsoletos de tratamento dos efluentes domésticos No entanto, todos pagam a conta, tanto os que já estão ligados à rede, como aqueles que não estão ligados porque não têm rede disponível

14 O que é que justifica que o cidadão tenha que pagar para além do que lhe é prestado? O que é que justifica que o cidadão tenha que pagar pela disponibilidade 24h de um serviço, quando isso já está pressuposto no contrato que assina? A lei n.º 12/2008 não é o suficientemente clara quando proíbe "qualquer outra taxa de efeito equivalente? Não haverá aqui uma dupla tributação quando se exige aos munícipes que paguem, por exemplo no caso da água, anualmente taxas camarárias relacionadas com a manutenção e a conservação das infra-estruturas, sendo ainda onerados com uma taxa de disponibilização?

15 Análise do parecer P da Procuradoria Geral da República 3 questões colocadas pelo Ministro da economia e inovação: 1ª-O comercializador de energia eléctrica pode cobrar aos utentes/consumidores a taxa de exploração de instalações eléctricas devida ao Estado, tendo em conta que se entende que o tributo em causa corresponde à disponibilização pelo Estado da sua rede eléctrica, através de serviços públicos divisíveis e de forma individualizada? 2ª-Atento o âmbito de aplicação da Lei n.º 23/96, de 26 de Julho, com a redacção introduzida pela Lei n.º 12/2008, de 26 de Fevereiro, é legítimo concluir que o tributo devido pela disponibilização pelo Estado do Sistema EléctricoNacionalnãoseencontraabrangidonestaLei,dadooEstadonão prestar qualquer serviço de fornecimento de energia eléctrica? 3ª-Considerando o disposto na alínea c), número 2, do artigo 8.º, com redacção introduzida pela Lei n.º 12/2008, e aceitando que este tributo se destina a compensar o Estado pela disponibilização do Sistema Eléctrico Nacional ( ) e que sem tal disponibilização seria inviabilizada a prestação de serviços pelo comercializador de energia eléctrica, será legítimo concluir que tal tributo efectivamente onera o prestador de serviços, constituindo uma contrapartida paraoestadoresultantedorespectivocontratodeconcessãopodendoser repercutida no cálculo da tarifa eléctrica a cobrar ao utente/consumidor?

16 Parecer A taxa de exploração de instalações eléctricas do 3.º grupo não se mostra abrangida pelas proibições contidas no artigo 8.º da Lei n.º 23/96, de 26 de Julho (na redacção da Lei n.º 12/2008, de 26 de Fevereiro), designadamente pela da alínea c) do n.º 2, visto que: 1. A Lei nº12/2008 visou manter a proibição de imposição e cobrança de consumos mínimos, mas também a proibição de cobrança aos utentes de importâncias relativas ao uso de contadores e outros instrumentos de medição utilizados pelos prestadores de serviços. Sucede que a taxa de exploração de instalações eléctricas de 3.º grupo não se mostra coligada a qualquer procedimento ou mecanismo de medição nem se apresenta como uma «taxa encapotada». 2. Aquela Lei estabeleceu também a proibição de cobrança aos utentes da taxa referida na alínea c) do n.º 2 do artigo 8.º da Lei n.º 23/96. A teleologia imanente à proibição desta alínea reside na preocupação do legislador em proteger o consumidor da introdução na factura do contrato de fornecimento do serviço de custos acrescidos e sem correspondência com um encargo da entidade prestadora do serviço. Ora, a taxa de exploração das instalações eléctricas de 3.º grupo escapa ao âmbito de protecção da alínea c) por razões que se prendem com a sua génese legal, a sua qualificação, a sua autonomia em relação ao preço do serviço e as suas específicas afectação e destinação.

17 2. Não existe duplicação entre a taxa de exploração e tarifas previstas na regulamentação publicada pela ERSE, designadamente a Tarifa de Uso da Rede de Transportes e as Tarifas de Uso das Redes de Distribuição previstas no Regulamento de Relações Comerciais 3. Aquela taxa é devida pelos utilizadores ligados à rede de distribuição, a sua cobrança é feita pelos distribuidores e constitui receita do Estado pela disponibilização do Sistema Eléctrico Nacional e actividades conexas através de serviços. O facto ser uma taxa de carácter fixo, em vez de depender do consumo não a descaracteriza 4. A taxa de exploração constitui receita do Estado (ou dos municípios, se for caso disso) e, nesta medida não integra o preço do serviço, não é elemento do preço a pagar pelo utente/consumidor ao concessionário 5. As receitas do Estado provenientes da cobrança das taxas têm uma afectação e destinação específicas: são afectas a um fundo de eficiência energética (artigo 68.º, n.º 8, do Decreto-Lei n.º 172/2006)

18 Voto de vencido Os contratos celebrados com os utentes dos serviços públicos essenciais pertencem à categoria genérica dos contratos de consumo, sendo que a quantia paga, no caso pelo fornecimento de energia eléctrica, tem a natureza de preço Mesmo aceitando a natureza de taxa daquelas importâncias cobradas aos utentes/consumidores, elas hão-de funcionar como contrapartida, ainda que não totalmente proporcional, de uma prestação do Estado Como o Estado não presta qualquer serviço de fornecimento de energia eléctrica não se vê fundamento para a aplicação daquelas taxas. Mas o que está aqui em causa não é o fornecimento mas a disponibilização da rede eléctrica. Mas essa disponibilização é feita através de concessão, quer no que respeita ao transporte, quer no que respeita à distribuição, cabendo aos concessionários o pagamento das taxas respectivas Se no parecer se afirma que a taxa de exploração de instalações do 3º grupo constitui um encargo cometido à entidade prestadora do serviço, não se explica em que consiste a contraprestação atinente àquela taxa Se nos preços das tarifas de venda a clientes finais são considerados os preços que integram as tarifas de acesso às rede haverá, porventura, sobreposição na incidência da taxa de exploração de instalações eléctricas do 3.º grupo e das tarifas de acesso às redes

19 A taxa de exploração de instalações eléctricas do 3.º grupo prevista no Regulamento de Taxas de Instalações Eléctricas apresenta-se como uma taxa de ligação/disponibilidade. Quando se fala em serviço de fornecimento de energia eléctrica não poderá deixar de se atender a todas as actividades atinentes ao serviço de electricidade e que se traduzem na produção, transporte, distribuição e comercialização, obviamente na perspectiva do consumidor o cliente final de electricidade, que celebra um único contrato. Não se vê fundamento para a sua autonomização relativamente à Tarifa de acesso às redes Sendo o seu valor fixo também não se vê a correspondência a uma contraprestação efectiva. A proibição de consumos mínimos tal como se encontra actualmente consagrada na lei obsta à consideração de taxas fixas e permanentes. Da nova redacção do artigo 8.º da Lei n.º 23/96 fica claro que deve ser pago o que se consome, na exacta medida em que se consome tem de haver correspondência entre o serviço prestado e o preço. Portanto, se não houver consumo de energia eléctrica não pode ser imposto ao consumidor o pagamento de uma taxa.

20 A taxa de exploração das instalações do 3.º grupo encontra-se abrangida pela proibição do artigo 8.º da Lei n.º 23/96, na redacção dada pela Lei n.º 12/2008, uma vez que não foi ressalvada no n.º 3, do artigo 8.º, não podendo ser repercutida no cálculo global da tarifa eléctrica Situação diferente será a de nas concessões de transporte e de distribuição não estarem a ser atendidos custos que o devessem ser, implicando eventual reponderação Em suma: 1. A taxa de exploração das instalações do 3.º grupo tem um valor fixo mensal 2. Reveste a natureza de uma taxa fixa e permanente 3. Sem correspondência numa contraprestação efectiva, o que implica a imposição e a cobrança de um consumo mínimo proibido pelo artigo 8.º, nos 1 e 2, alínea c), da Lei n.º 12/ E, consequentemente, após a entrada em vigor da Lei n.º12/2008,nãodevesercobradaataxadeexploração de instalações eléctricas do 3.º grupo aos utentes/consumidores.

21 Sugestão de leitura a título de ócio: Pedro Santos Guerreiro, «A Multiplicação das Taxas» in Jornal de negócios. (disponível no site ) Negociar esta proposta de Orçamento no Governo deve ter sido um inferno para o Ministério das Finanças. Nada que se aproxime, no entanto, do que ele é para os tributados. Por cada submarino, reequilíbrio financeiro de uma PPP ou por cada BPN, aparece uma necessidade de receita. Ou vai ou taxa.

22 Bibliografia CARDOSO DA COSTA: - «Ainda a distinção entre taxa e imposto na jurisprudência constitucional», in Livro de Homenagem a José Guilherme Xavier de Bastos, Coimbra Editora, Coimbra, «Sobre o princípio da legalidade das taxas (e das «demais contribuições financeiras»), in Separata em Homenagem ao Professor Doutor Marcello Caetano, no centenário do seu nascimento, Coimbra Editora, Coimbra, CASALTA NABAIS: - Direito Fiscal, 4ª. Ed., Almedina, Coimbra, O Dever Fundamental de Pagar Impostos, Contributo para a compreensão constitucional do estado fiscal contemporâneo, Almedina, Coimbra, «A autonomia financeira das autarquias locais», in Boletim da Faculdade de Direito, Coimbra, 2006 SALDANHA SANCHES, Manual de Direito Fiscal, 3.ª ed., Coimbra Editora, Coimbra,2007 TAVARES DA SILVA, Suzana, As Taxas e a Coerência do Sistema Tributário, Coimbra Editora, Coimbra, 2008 VASQUES, Sérgio, Regime das taxas locais : introdução e comentário, Almedina, Coimbra, 2008

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