Taxas de "quota de serviço" ou "termo fixo" ou de "disponibilidade" Direito Fiscal I Marta Santos 2010/2011

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Taxas de "quota de serviço" ou "termo fixo" ou de "disponibilidade" Direito Fiscal I Marta Santos 2010/2011"

Transcrição

1 Taxas de "quota de serviço" ou "termo fixo" ou de "disponibilidade" Direito Fiscal I Marta Santos 2010/2011

2 Banalização das Taxas A diminuição das receitas das autarquias locais e a crescente necessidade de dar satisfação a novas exigências ambientais e urbanísticas têm justificado um recurso sistemático à criação de taxas, com o objectivo único de arrecadar receitas

3 Regime geral das taxas das Autarquias Locais Lei n.º 53-E/2006 de 29 de Dezembro Artigo 6.º Incidência objectiva 1 - As taxas municipais incidem sobre utilidades prestadas aos particulares ou geradas pela actividade dos municípios, designadamente: a) Pela realização, manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas primárias e secundárias; b) Pela concessão de licenças, prática de actos administrativos e satisfação administrativa de outras pretensões de carácter particular; c) Pela utilização e aproveitamento de bens do domínio público e privado municipal; (DL 280/2007 Regime Jurídico do património imobiliário público) d) Pela gestão de tráfego e de áreas de estacionamento; e) Pela gestão de equipamentos públicos de utilização colectiva; f) Pela prestação de serviços no domínio da prevenção de riscos e da protecção civil; g) Pelas actividades de promoção de finalidades sociais e de qualificação urbanística, territorial

4 A bilateralidade como garantia dos sujeitos passivos das taxas As taxas são caracterizadas por serem tributos que assentam numa contraprestação específica, que há-de traduzir-se: Na prestação de um serviço público Na utilização de um bem do domínio público Na remoção de um obstáculo jurídico à actuação dos particulares (Artigo 4.º, n.º 2, da Lei Geral Tributária) Para a doutrina fiscal: a bilateralidade traduz-se na verificação de uma contraprestação específica relativamente ao pagamento da taxa Para a doutrina financeira: é essencial que o facto que dá origem ao pagamento da taxa corresponda à utilização de um bem semipúblico. Isto significa teremos um sujeito passivo da taxa mesmo que utilize o serviço contra a sua vontade (ex. réu em processo-crime que tem de pagar a taxa de justiça)

5 O nosso caso: Taxas de "quota de serviço" ou "termo fixo" ou de "disponibilidade são consideradas taxas pela prestação de serviço público regra geral estas taxas fundam-se no critério da utilização individualizada que o sujeito passivo retire do serviço, e que não se traduza em prestações gerais e indivisíveis

6 Estas taxas devem ser utilizadas para: Financiar prestações divisíveis e individualizáveis De serviços públicos ( que servem como correspectivo das taxas) A criação desse serviço público tem que resultar de uma necessidade gerada (directa ou indirectamente) pelo sujeito passivo Essa taxa só pode ser imposta aos destinatários do serviço, embora não se exija que os destinatários sejam beneficiados por ele

7 Lei n.º 12/2008 de 26 de Fevereiro Proíbe a cobrança de taxas associadas aos contadores para os serviços públicos essenciais Ficam proibidas as cobranças "de qualquer importância a título de preço, aluguer, amortização ou inspecção periódica de contadores ou outros instrumentos de medição dos serviços utilizados", de "qualquer outra taxa de efeito equivalente" ede"qualquer taxa que não tenha uma correspondência directa com um encargo em que a entidade prestadora do serviço efectivamente incorra, com excepção da contribuição para o audiovisual, artigo 8.º, n.º 2

8 NO ENTANTO as autarquias estão a alterar e a substituir a taxa dos contadores por outra a quem chamam de disponibilidade, até com o mesmo valor, numa tentativa de contornar a lei Mas também a EPAL, EDP e Galpenergia, fornecedoras de serviços de abastecimento de água, electricidade e gás, cobram estas mesmas taxas: as intituladas "quota de serviço" ou "termo fixo"

9 EPAL: Na conta da água surgem actualmente dois tipos de parcelas: um, relativo à água facturadaquevariadeacordocomoconsumo,e outro, que corresponde à "quota de serviço", variável em função do calibre do contador instalado A EPAL considera que é uma forma de os consumidores participarem nos encargos decorrentes da disponibilidade do serviço O que significa que, mesmo numa casa vazia, onde não se consome normalmente água, o consumidor contribui com um determinado valor para assegurar a manutenção e funcionamento da rede de abastecimento, garantindo que o serviço está disponível em qualquer altura

10 Galpenergia: "termo fixo", uma das parcelas das facturas do gás, "tem a ver com a disponibilidade do serviço" O "termo fixo" da Galpenergia é diferente nas várias empresas do grupo EDP: o designado "termo fixo" varia de acordo com a potência contratada e referese à disponibilidade do serviço

11 A Associação Nacional de Municípios (ANMP): a parcela do aluguer dos contadores foi eliminada, mas, por imposição legal, temos de praticar um preço real junto dos consumidores, fazendo reflectir os custos que temos na factura e ainda que se há uma parcela que sai (a do aluguer) tem de ser reposta Nuns casos fizeram-no adaptando o preço do metro cúbico, noutros casos através da taxa de disponibilidade de serviço

12 Conclusões Os consumidores pagam taxas mensais para terem disponíveis bens essenciais como a água, luz e gás, mesmo que não os usem Quem não é utilizador do serviço e não está ligado à rede pública de água paga também A disponibilidade do serviço está incluída no próprio serviço, já que quando se faz um contrato da água, luz ou gás, a empresa não se obriga a servir o cliente apenas num determinado horário mas sim 24 horas por dia. Por isso, não faz sentido cobrar para o serviço estar disponível

13 Em muitos municípios a justificação para estas taxas foi a de que os munícipes tinham de pagar o esforço despendido pelo município para lhes prestar esse serviço. Os que não cumpriam a lei, não procedendo à ligação [ao sistema de saneamento] tinham de pagar, no mínimo, uma quota de disponibilidade [de serviço] Ou seja, ficou a ideia de que esta taxa seria aplicada apenas aos consumidores de água que não estavam ligados à rede de saneamento, apesar desta estar disponível junto das suas habitações. Seria uma forma de sensibilizar os utentes a fazer a ligação ao saneamento, e a encerrar as fossas cépticas ou outros sistemas obsoletos de tratamento dos efluentes domésticos No entanto, todos pagam a conta, tanto os que já estão ligados à rede, como aqueles que não estão ligados porque não têm rede disponível

14 O que é que justifica que o cidadão tenha que pagar para além do que lhe é prestado? O que é que justifica que o cidadão tenha que pagar pela disponibilidade 24h de um serviço, quando isso já está pressuposto no contrato que assina? A lei n.º 12/2008 não é o suficientemente clara quando proíbe "qualquer outra taxa de efeito equivalente? Não haverá aqui uma dupla tributação quando se exige aos munícipes que paguem, por exemplo no caso da água, anualmente taxas camarárias relacionadas com a manutenção e a conservação das infra-estruturas, sendo ainda onerados com uma taxa de disponibilização?

15 Análise do parecer P da Procuradoria Geral da República 3 questões colocadas pelo Ministro da economia e inovação: 1ª-O comercializador de energia eléctrica pode cobrar aos utentes/consumidores a taxa de exploração de instalações eléctricas devida ao Estado, tendo em conta que se entende que o tributo em causa corresponde à disponibilização pelo Estado da sua rede eléctrica, através de serviços públicos divisíveis e de forma individualizada? 2ª-Atento o âmbito de aplicação da Lei n.º 23/96, de 26 de Julho, com a redacção introduzida pela Lei n.º 12/2008, de 26 de Fevereiro, é legítimo concluir que o tributo devido pela disponibilização pelo Estado do Sistema EléctricoNacionalnãoseencontraabrangidonestaLei,dadooEstadonão prestar qualquer serviço de fornecimento de energia eléctrica? 3ª-Considerando o disposto na alínea c), número 2, do artigo 8.º, com redacção introduzida pela Lei n.º 12/2008, e aceitando que este tributo se destina a compensar o Estado pela disponibilização do Sistema Eléctrico Nacional ( ) e que sem tal disponibilização seria inviabilizada a prestação de serviços pelo comercializador de energia eléctrica, será legítimo concluir que tal tributo efectivamente onera o prestador de serviços, constituindo uma contrapartida paraoestadoresultantedorespectivocontratodeconcessãopodendoser repercutida no cálculo da tarifa eléctrica a cobrar ao utente/consumidor?

16 Parecer A taxa de exploração de instalações eléctricas do 3.º grupo não se mostra abrangida pelas proibições contidas no artigo 8.º da Lei n.º 23/96, de 26 de Julho (na redacção da Lei n.º 12/2008, de 26 de Fevereiro), designadamente pela da alínea c) do n.º 2, visto que: 1. A Lei nº12/2008 visou manter a proibição de imposição e cobrança de consumos mínimos, mas também a proibição de cobrança aos utentes de importâncias relativas ao uso de contadores e outros instrumentos de medição utilizados pelos prestadores de serviços. Sucede que a taxa de exploração de instalações eléctricas de 3.º grupo não se mostra coligada a qualquer procedimento ou mecanismo de medição nem se apresenta como uma «taxa encapotada». 2. Aquela Lei estabeleceu também a proibição de cobrança aos utentes da taxa referida na alínea c) do n.º 2 do artigo 8.º da Lei n.º 23/96. A teleologia imanente à proibição desta alínea reside na preocupação do legislador em proteger o consumidor da introdução na factura do contrato de fornecimento do serviço de custos acrescidos e sem correspondência com um encargo da entidade prestadora do serviço. Ora, a taxa de exploração das instalações eléctricas de 3.º grupo escapa ao âmbito de protecção da alínea c) por razões que se prendem com a sua génese legal, a sua qualificação, a sua autonomia em relação ao preço do serviço e as suas específicas afectação e destinação.

17 2. Não existe duplicação entre a taxa de exploração e tarifas previstas na regulamentação publicada pela ERSE, designadamente a Tarifa de Uso da Rede de Transportes e as Tarifas de Uso das Redes de Distribuição previstas no Regulamento de Relações Comerciais 3. Aquela taxa é devida pelos utilizadores ligados à rede de distribuição, a sua cobrança é feita pelos distribuidores e constitui receita do Estado pela disponibilização do Sistema Eléctrico Nacional e actividades conexas através de serviços. O facto ser uma taxa de carácter fixo, em vez de depender do consumo não a descaracteriza 4. A taxa de exploração constitui receita do Estado (ou dos municípios, se for caso disso) e, nesta medida não integra o preço do serviço, não é elemento do preço a pagar pelo utente/consumidor ao concessionário 5. As receitas do Estado provenientes da cobrança das taxas têm uma afectação e destinação específicas: são afectas a um fundo de eficiência energética (artigo 68.º, n.º 8, do Decreto-Lei n.º 172/2006)

18 Voto de vencido Os contratos celebrados com os utentes dos serviços públicos essenciais pertencem à categoria genérica dos contratos de consumo, sendo que a quantia paga, no caso pelo fornecimento de energia eléctrica, tem a natureza de preço Mesmo aceitando a natureza de taxa daquelas importâncias cobradas aos utentes/consumidores, elas hão-de funcionar como contrapartida, ainda que não totalmente proporcional, de uma prestação do Estado Como o Estado não presta qualquer serviço de fornecimento de energia eléctrica não se vê fundamento para a aplicação daquelas taxas. Mas o que está aqui em causa não é o fornecimento mas a disponibilização da rede eléctrica. Mas essa disponibilização é feita através de concessão, quer no que respeita ao transporte, quer no que respeita à distribuição, cabendo aos concessionários o pagamento das taxas respectivas Se no parecer se afirma que a taxa de exploração de instalações do 3º grupo constitui um encargo cometido à entidade prestadora do serviço, não se explica em que consiste a contraprestação atinente àquela taxa Se nos preços das tarifas de venda a clientes finais são considerados os preços que integram as tarifas de acesso às rede haverá, porventura, sobreposição na incidência da taxa de exploração de instalações eléctricas do 3.º grupo e das tarifas de acesso às redes

19 A taxa de exploração de instalações eléctricas do 3.º grupo prevista no Regulamento de Taxas de Instalações Eléctricas apresenta-se como uma taxa de ligação/disponibilidade. Quando se fala em serviço de fornecimento de energia eléctrica não poderá deixar de se atender a todas as actividades atinentes ao serviço de electricidade e que se traduzem na produção, transporte, distribuição e comercialização, obviamente na perspectiva do consumidor o cliente final de electricidade, que celebra um único contrato. Não se vê fundamento para a sua autonomização relativamente à Tarifa de acesso às redes Sendo o seu valor fixo também não se vê a correspondência a uma contraprestação efectiva. A proibição de consumos mínimos tal como se encontra actualmente consagrada na lei obsta à consideração de taxas fixas e permanentes. Da nova redacção do artigo 8.º da Lei n.º 23/96 fica claro que deve ser pago o que se consome, na exacta medida em que se consome tem de haver correspondência entre o serviço prestado e o preço. Portanto, se não houver consumo de energia eléctrica não pode ser imposto ao consumidor o pagamento de uma taxa.

20 A taxa de exploração das instalações do 3.º grupo encontra-se abrangida pela proibição do artigo 8.º da Lei n.º 23/96, na redacção dada pela Lei n.º 12/2008, uma vez que não foi ressalvada no n.º 3, do artigo 8.º, não podendo ser repercutida no cálculo global da tarifa eléctrica Situação diferente será a de nas concessões de transporte e de distribuição não estarem a ser atendidos custos que o devessem ser, implicando eventual reponderação Em suma: 1. A taxa de exploração das instalações do 3.º grupo tem um valor fixo mensal 2. Reveste a natureza de uma taxa fixa e permanente 3. Sem correspondência numa contraprestação efectiva, o que implica a imposição e a cobrança de um consumo mínimo proibido pelo artigo 8.º, nos 1 e 2, alínea c), da Lei n.º 12/ E, consequentemente, após a entrada em vigor da Lei n.º12/2008,nãodevesercobradaataxadeexploração de instalações eléctricas do 3.º grupo aos utentes/consumidores.

21 Sugestão de leitura a título de ócio: Pedro Santos Guerreiro, «A Multiplicação das Taxas» in Jornal de negócios. (disponível no site ) Negociar esta proposta de Orçamento no Governo deve ter sido um inferno para o Ministério das Finanças. Nada que se aproxime, no entanto, do que ele é para os tributados. Por cada submarino, reequilíbrio financeiro de uma PPP ou por cada BPN, aparece uma necessidade de receita. Ou vai ou taxa.

22 Bibliografia CARDOSO DA COSTA: - «Ainda a distinção entre taxa e imposto na jurisprudência constitucional», in Livro de Homenagem a José Guilherme Xavier de Bastos, Coimbra Editora, Coimbra, «Sobre o princípio da legalidade das taxas (e das «demais contribuições financeiras»), in Separata em Homenagem ao Professor Doutor Marcello Caetano, no centenário do seu nascimento, Coimbra Editora, Coimbra, CASALTA NABAIS: - Direito Fiscal, 4ª. Ed., Almedina, Coimbra, O Dever Fundamental de Pagar Impostos, Contributo para a compreensão constitucional do estado fiscal contemporâneo, Almedina, Coimbra, «A autonomia financeira das autarquias locais», in Boletim da Faculdade de Direito, Coimbra, 2006 SALDANHA SANCHES, Manual de Direito Fiscal, 3.ª ed., Coimbra Editora, Coimbra,2007 TAVARES DA SILVA, Suzana, As Taxas e a Coerência do Sistema Tributário, Coimbra Editora, Coimbra, 2008 VASQUES, Sérgio, Regime das taxas locais : introdução e comentário, Almedina, Coimbra, 2008

PROJETO DE LEI N.º /XII/4.ª

PROJETO DE LEI N.º /XII/4.ª Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º /XII/4.ª PROCEDE À TERCEIRA ALTERAÇÃO À LEI.º 53-E/2006, DE 29 DE DEZEMBRO, REFORÇANDO A PROIBIÇÃO DE CRIAÇÃO DE TAXAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS POR SERVIÇOS GERAIS E DE

Leia mais

LEI N.º 23/96, DE 26 DE JULHO, ALTERADA PELA LEI N. O 12/2008, DE 26 DE FEVEREIRO, E PELA LEI N. O 24/2008, DE 2 DE JUNHO Serviços públicos essenciais

LEI N.º 23/96, DE 26 DE JULHO, ALTERADA PELA LEI N. O 12/2008, DE 26 DE FEVEREIRO, E PELA LEI N. O 24/2008, DE 2 DE JUNHO Serviços públicos essenciais LEI N.º 23/96, DE 26 DE JULHO, ALTERADA PELA LEI N. O 12/2008, DE 26 DE FEVEREIRO, E PELA LEI N. O 24/2008, DE 2 DE JUNHO Serviços públicos essenciais Artigo 1.º Objecto e âmbito 1 A presente lei consagra

Leia mais

O PROBLEMA APRECIAÇÃO

O PROBLEMA APRECIAÇÃO Processo: R-727/06 (A2) Entidade visada: EDP Distribuição, S. A. Assunto: Consumo. Electricidade. Facturação. Contribuição para o audio visual. Incidência. Financiamento do serviço público de radiodifusão

Leia mais

Telecomunicações. Introdução

Telecomunicações. Introdução Telecomunicações Introdução O nosso trabalho irá versar sobre as taxas cobradas pela ICP-ANACOM autoridade independente para as comunicações electrónicas e seu enquadramento legal, tentando qualificá-las

Leia mais

ARBITRAGEM DE CONSUMO

ARBITRAGEM DE CONSUMO DECISÃO ARBITRAL 1. A, Demandante melhor identificado nos autos, suscitou a intervenção do Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo (o ), ao abrigo do artigo 15.º, n.º 1, da Lei

Leia mais

Atributos da Proposta e Preço Contratual

Atributos da Proposta e Preço Contratual Atributos da Proposta e Preço Contratual António José da Silva Coutinho, portador do cartão de cidadão nº. 08419828, com domicílio profissional na Rua Castilho, 165, 4º, 1070-050 Lisboa, na qualidade de

Leia mais

RECOMENDAÇÃO n.º 7/A/2007 [artigo 20.º, n.º 1, alínea a), da Lei n.º 9/91, de 9 de Abril] I INTRODUÇÃO

RECOMENDAÇÃO n.º 7/A/2007 [artigo 20.º, n.º 1, alínea a), da Lei n.º 9/91, de 9 de Abril] I INTRODUÇÃO Número: 7/A/2007 Data: 30.07.2007 Entidade visada: Presidente do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Ponta Delgada. Assunto: Taxas e tarifas. Carácter bilateral. Tarifa de disponibilidade

Leia mais

NEWSLETTER Nº 9 SETEMBRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES

NEWSLETTER Nº 9 SETEMBRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES NEWSLETTER Nº 9 SETEMBRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES O Novo Regime Jurídico do Sector Empresarial Local O novo regime jurídico do sector empresarial

Leia mais

Entidade Visada: ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações; PT Comunicações, S.A.; EDP Distribuição de Energia, S.A.

Entidade Visada: ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações; PT Comunicações, S.A.; EDP Distribuição de Energia, S.A. Processo: R-36/04 Entidade Visada: ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações; PT Comunicações, S.A.; EDP Distribuição de Energia, S.A. Assunto: Ordenamento do território servidões administrativas propriedade

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º. Enquadramento - Concessão do Direito de Construção, Gestão e Exploração Comercial, em Regime de Serviço Público, da Plataforma Logística. Processo:

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 1º, 2º, 3º e 4º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 1º, 2º, 3º e 4º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 1º, 2º, 3º e 4º Mercado interno do gás e da electricidade Contratos de concessão Taxa de ocupação de solos. Processo: nº 2258, despacho do SDG dos Impostos,

Leia mais

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Ponto de situação em 31 de Outubro de 2007 As listas de consumidores com direito à restituição de caução foram

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 6º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 6º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 6º. Localização de Serviços - Locação financeira e aluguer de longa duração - Meios de transporte. Processo: nº 1156, despacho do SDG dos Impostos, substituto

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA DE DIREITO FISCAL (3. ANO)

PROGRAMA DA DISCIPLINA DE DIREITO FISCAL (3. ANO) FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE DE MACAU CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA ANO LECTIVO DE 2014/2015 PROGRAMA DA DISCIPLINA DE DIREITO FISCAL (3. ANO) DISCIPLINA SEMESTRAL CARGA HORÁRIA:

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Despacho n.º 7253/2010

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Despacho n.º 7253/2010 Diário da República, 2.ª série N.º 80 26 de Abril de 2010 21945 PARTE E ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Despacho n.º 7253/2010 O artigo 276.º do Regulamento de Relações Comerciais (RRC), aprovado

Leia mais

Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc

Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc Ficha Informativa 3 Março 2015 Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS Quais são os serviços

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2013 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE GÁS NATURAL

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2013 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE GÁS NATURAL RECOMENDAÇÃO N.º 1/2013 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE GÁS NATURAL Janeiro 2013 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente

Leia mais

ERSE Audição Pública sobre os Regulamentos do Sector do Gás Natural. Lisboa, 26 de Julho de 2006

ERSE Audição Pública sobre os Regulamentos do Sector do Gás Natural. Lisboa, 26 de Julho de 2006 ERSE Audição Pública sobre os Regulamentos do Sector do Gás Natural Lisboa, 26 de Julho de 2006 O ponto de vista de uma Distribuidora Modelo proposto a Distribuidora apresenta um plano de desenvolvimento

Leia mais

DIREITOS FUNDAMENTAIS. Exame - 16.06.2015. Turma: Dia. Responda, sucintamente, às seguintes questões:

DIREITOS FUNDAMENTAIS. Exame - 16.06.2015. Turma: Dia. Responda, sucintamente, às seguintes questões: DIREITOS FUNDAMENTAIS Exame - 16.06.2015 Turma: Dia I Responda, sucintamente, às seguintes questões: 1. Explicite o sentido, mas também as consequências práticas, em termos de densidade do controlo judicial,

Leia mais

newsletter Nº 78 JULHO / 2013

newsletter Nº 78 JULHO / 2013 newsletter Nº 78 JULHO / 2013 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Julho de 2013 2 O conceito de Indispensabilidade do Gasto para a Realização do Rendimento 3 Revisores e Auditores 6 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho)

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) Artigo 2.º Conceito de benefício fiscal e de despesa fiscal e respectivo controlo

Leia mais

As autarquias locais devem dispor de recursos financeiros adequados ao exercício das suas atribuições.

As autarquias locais devem dispor de recursos financeiros adequados ao exercício das suas atribuições. 12. FINANÇAS LOCAIS 12.1 A LEI DAS FINANÇAS LOCAIS O regime financeiro das freguesias está previsto na Lei n.º 2/2007, de 15 de Janeiro Lei das Finanças Locais (LFL). Este regime, cuja primeira lei data

Leia mais

Ana Oliveira. Anibal T. de Almeida [aalmeida@isr.uc.pt] Enviado: sexta-feira, 9 de Março de 2001 18:06 Para: De: erse@erse.pt Cc:

Ana Oliveira. Anibal T. de Almeida [aalmeida@isr.uc.pt] Enviado: sexta-feira, 9 de Março de 2001 18:06 Para: De: erse@erse.pt Cc: Ana Oliveira De: Anibal T. de Almeida [aalmeida@isr.uc.pt] Enviado: sexta-feira, 9 de Março de 2001 18:06 Para: erse@erse.pt Cc: anacris@isr.uc.pt Assunto: Comentarios Anexos: ERSE-Revisão dos Regulamentos.doc;

Leia mais

f) Processamentos de dados em baixa tensão, designadamente estimativas de consumo e metodologia de aplicação de perfis de consumo.

f) Processamentos de dados em baixa tensão, designadamente estimativas de consumo e metodologia de aplicação de perfis de consumo. NOTA INFORMATIVA RELATIVA AO DESPACHO N.º 2/2007 QUE APROVA O GUIA DE MEDIÇÃO, LEITURA E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS O Regulamento de Relações Comerciais (RRC) aprovado através do despacho da Entidade Reguladora

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2012 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE ELETRICIDADE

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2012 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE ELETRICIDADE RECOMENDAÇÃO N.º 1/2012 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE janeiro 2012 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso Rua

Leia mais

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Setúbal, 28 de Introdução No âmbito das relações com o sistema desportivo, a partilha de competências entre o Estado e o movimento associativo deverá sempre

Leia mais

Portaria n.º 913-I/2003 de 30 de Agosto

Portaria n.º 913-I/2003 de 30 de Agosto Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Portaria n.º 913-I/2003 de 30 de Agosto (com as alterações introduzidas pela Portaria nº 1018/2004 (2ª Série), de 17 de Setembro e pela

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DESPACHO N.º 5/2010 O Regulamento Tarifário do Sector do Gás Natural (RT), com a última redacção que lhe foi dada pelo Despacho n.º 4 878/2010, publicado no

Leia mais

DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008,

DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008, DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008, DE 29 DE MAIO E PELO DECRETO-LEI N.º 192/2009, DE 17 DE AGOSTO Regula as práticas comerciais das instituições de crédito no

Leia mais

Ligações às redes de energia eléctrica. Setembro de 2011

Ligações às redes de energia eléctrica. Setembro de 2011 Ligações às redes de energia eléctrica Setembro de 2011 Índice Competências da ERSE Princípios e conceitos gerais Potência requisitada Procedimentos para ligação de uma instalação à rede Ponto de ligação

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n 5/02 de 16 de Abril

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n 5/02 de 16 de Abril ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n 5/02 de 16 de Abril o amplo debate político e académico desenvolvido a partir de meados da década de 80 do século XX, no âmbito da implementação do Programa de Saneamento Económico

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 18º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 18º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 18º Prestação de Serviços de telemarketing Processo: nº 3109, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do Director - Geral, em 2012-05-18. Conteúdo:

Leia mais

FEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS DE CONSUMIDORES, FCRL

FEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS DE CONSUMIDORES, FCRL COMENTÁRIOS DA FENACOOP PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR As cooperativas de consumo são, nos termos da Constituição e da Lei, entidades legítimas de representação dos interesses e direitos dos

Leia mais

FUNDAMENTAÇÃO ECONÓMICO FINANCEIRA REGULAMENTO DE LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DE TAXAS E OUTRAS RECEITAS MUNICIPAIS TAXAS DE SECRETARIA

FUNDAMENTAÇÃO ECONÓMICO FINANCEIRA REGULAMENTO DE LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DE TAXAS E OUTRAS RECEITAS MUNICIPAIS TAXAS DE SECRETARIA FUNDAMENTAÇÃO ECONÓMICO FINANCEIRA REGULAMENTO DE LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DE TAXAS E OUTRAS RECEITAS MUNICIPAIS TAXAS DE SECRETARIA INTRODUÇÃO «As taxas das autarquias locais são tributos que assentam na

Leia mais

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Em Geral Na sequência da publicação do novo Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 6º Localização de operações Organização de feiras em Portugal; Gestão operacional de seminários, congressos e feiras, da iniciativa de terceiros; Serviços

Leia mais

CIRCULAR N/ REFª: 43/2012 DATA: 31/05/12. Assunto: Protocolo ERSE CCP. Exmos. Senhores,

CIRCULAR N/ REFª: 43/2012 DATA: 31/05/12. Assunto: Protocolo ERSE CCP. Exmos. Senhores, CIRCULAR N/ REFª: 43/2012 DATA: 31/05/12 Assunto: Protocolo ERSE CCP Exmos. Senhores, Através da circular 40/2012, a CCP deu conhecimento do protocolo celebrado com a ERSE e que teve por objectivo reforçar

Leia mais

tributo e suas espécies

tributo e suas espécies CAPÍTULO I Direito Tributário, tributo e suas espécies Sumário 1. Breve introdução ao Direito Tributário 2. Tributo 3. Espécies tributárias: 3.1. Impostos; 3.2. Taxas; 3.3. Contribuição de melhoria; 3.4.

Leia mais

Projecto de Norma Regulamentar Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro

Projecto de Norma Regulamentar Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro RESULTADOS DA CONSULTA PÚBLICA N.º 11/2007 Projecto de Norma Regulamentar Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro I Enquadramento O Instituto de Seguros de Portugal

Leia mais

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI N o 1.103, DE 2007 Dispõe sobre a desvinculação nas faturas de energia elétrica, dos valores relativos ao consumo mensal de energia e à contribuição de iluminação

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º; 18º Condomínios de imóveis Processo: nº 2773, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do Director - Geral, em 2011-12-15. Conteúdo: Tendo por

Leia mais

A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC

A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC REFORMA FISCAL: IMPOSTO SOBRE A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC MARÇO 2012 Integrado na reforma fiscal que está em curso, a Imprensa Nacional disponibilizou recentemente o

Leia mais

DELIBERAÇÃO Nº 72 / 2006. I - Introdução

DELIBERAÇÃO Nº 72 / 2006. I - Introdução DELIBERAÇÃO Nº 72 / 2006 I - Introdução A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) tem recebido, com muita frequência, um grande número de pedido de acessos a dados pessoais de saúde de titulares

Leia mais

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL 1 O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL A segurança social tem que ser entendida na dupla perspectiva de direito social dos cidadãos, que compete ao Estado garantir, e de princípio

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita O CHC, E.P.E. rege-se pelo regime jurídico aplicável às entidades públicas empresariais, com as especificidades previstas

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO PROCEDIMENTOS DE COBRANÇA E ENTREGA AOS MUNICÍPIOS DA TMDP (TAXA MUNICIPAL DE DIREITOS DE PASSAGEM)

PROJECTO DE REGULAMENTO PROCEDIMENTOS DE COBRANÇA E ENTREGA AOS MUNICÍPIOS DA TMDP (TAXA MUNICIPAL DE DIREITOS DE PASSAGEM) http://www.anacom.pt/template15.jsp?categoryid=110699 PROJECTO DE REGULAMENTO PROCEDIMENTOS DE COBRANÇA E ENTREGA AOS MUNICÍPIOS DA TMDP (TAXA MUNICIPAL DE DIREITOS DE PASSAGEM) A Lei das Comunicações

Leia mais

Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia

Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia No âmbito da Estratégia Nacional para a Energia, aprovada no passado mês de Outubro, foram agora publicados os diplomas que estabelecem os novos

Leia mais

Constituem receitas das freguesias o produto da cobrança de taxas, nomeadamente provenientes da prestação de serviços pelas freguesias;

Constituem receitas das freguesias o produto da cobrança de taxas, nomeadamente provenientes da prestação de serviços pelas freguesias; Considerando que: Se torna necessário aprovar um novo Regulamento das Taxas a aplicar pela Junta de Freguesia pela prestação de serviços administrativos, em ordem à sua harmonização com a recente produção

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS. 3. Os comercializadores são responsáveis pelo cumprimento das obrigações decorrentes do acesso à RNTGN por parte dos seus clientes.

CONDIÇÕES GERAIS. 3. Os comercializadores são responsáveis pelo cumprimento das obrigações decorrentes do acesso à RNTGN por parte dos seus clientes. CONDIÇÕES GERAIS Cláusula 1ª Definições e siglas No âmbito do presente Contrato de Uso da Rede de Transporte, entende-se por: a) «Contrato» o presente contrato de uso da rede de transporte; b) «Agente

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Código do Imposto do Selo Verba 17.2 da TGIS

FICHA DOUTRINÁRIA. Código do Imposto do Selo Verba 17.2 da TGIS Diploma: Artigo: Assunto: Código do Imposto do Selo Verba 17.2 da TGIS FICHA DOUTRINÁRIA Isenção do imposto do selo prevista na parte final do n.º 1 do artigo 8.º do Estatuto Fiscal Cooperativo Processo:

Leia mais

Sumário. Princípio da autonomia financeira. Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local

Sumário. Princípio da autonomia financeira. Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local Sumário Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local Regime financeiro das A.L. Autonomia financeira Principio Conceito Receitas municipais principais fontes Taxas municipais

Leia mais

IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques

IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques Neste artigo, o leitor encontrará, tratadas e comentadas, várias questões respeitantes ao Imposto do Selo, o qual, se já não era de fácil

Leia mais

Nova derrama da Lei das Finanças Locais

Nova derrama da Lei das Finanças Locais Nova derrama da Lei das Finanças Locais José Silva Jorge 'Partner' da Ernst & Young in Diário de Notícias!"# $%&'(# ) * +!(# ),$%& + * - ) * + *., 01#2 3"#4 2 5, ) ) *, * $%& 2 ) $ * ) + ). ) ("6,. ),

Leia mais

Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010

Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010 Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010 A Instrução n.º 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão n.º 2001/193/CE, de 1 de Março de 2001,

Leia mais

Relatório de Qualidade de Serviço. Ano Gás 2009-2010

Relatório de Qualidade de Serviço. Ano Gás 2009-2010 Relatório de Qualidade de Serviço Ano Gás 29-21 15 de Novembro de 21 Índice 1. Enquadramento... 3 2.Qualidade de Serviço Técnico - Continuidade e interrupção de Serviço... 4 2.1 Art. 15º Indicadores gerais

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO Entre F.., residente em.com o número de contribuinte, [ou 1 ] F..., com sede em,, com o capital social de. euros, matriculada na Conservatória

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º. Isenções - Prestações de Serviços Médicos Refacturação Redébito - Localização de operações. Processo: nº 1163, por despacho de 2010-11-02, do SDG do

Leia mais

Ligações às redes de energia eléctrica de instalações consumidoras (em vigor a partir de 12 de maio de 2013)

Ligações às redes de energia eléctrica de instalações consumidoras (em vigor a partir de 12 de maio de 2013) Ligações às redes de energia eléctrica de instalações consumidoras (em vigor a partir de 12 de maio de 2013) Novembro de 2012 Índice Competências da ERSE Princípios e conceitos gerais Potência requisitada

Leia mais

Nota de Informação Preçários das instituições de crédito passam a ter novas regras

Nota de Informação Preçários das instituições de crédito passam a ter novas regras Nota de Informação Preçários das instituições de crédito passam a ter novas regras O Banco de Portugal acaba de publicar novas regras para os Preçários, que vêm reforçar e harmonizar a informação sobre

Leia mais

DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO 13.3.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 68/3 DIRECTIVAS DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 11 de Março de 2009 que altera a Directiva 94/19/CE relativa aos sistemas de garantia

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

Informação 2013 / 18 15/10/2013. Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME)

Informação 2013 / 18 15/10/2013. Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME) Informação 2013 / 18 15/10/2013 Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME) Estimado Cliente, A Lei nº 70/2013, de 30 de agosto, veio consagrar os regimes jurídicos do Fundo de Compensação do Trabalho

Leia mais

Câmara Municipal de Águeda

Câmara Municipal de Águeda Câmara Municipal de Águeda Fundamentação Económico-Financeira das Taxas e Licenças Municipais 1. Introdução As taxas e licenças municipais resultam essencialmente da prestação de serviços públicos locais,

Leia mais

Assembleia Popular Nacional

Assembleia Popular Nacional REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Assembleia Popular Nacional Lei n.º 2/88 Manda executar o Orçamento para o ano de 1988 A Assembleia Popular Nacional, usando da faculdade conferida pela alínea

Leia mais

GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO

GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO RESPOSTA ÀS QUESTÕES MAIS FREQUENTES Agosto 2006 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa

Leia mais

Decreto n.º 24/01 De 12 de Abril

Decreto n.º 24/01 De 12 de Abril Decreto n.º 24/01 De 12 de Abril Considerando que pelos serviços prestados pelo Tribunal de Contas e pela sua Direcção dos serviços Técnicos, em conformidade com o disposto no n.º 1 do artigo 43.º,da lei

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º; 18º. Intermediação - em crédito à habitação; leasing imobiliário; conta empréstimo; crédito automóvel; produtos estruturados; leasing equipamentos e

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA -

PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA - PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA - 1. ENQUADRAMENTO Na sequência da consulta pública acima mencionada, promovida conjuntamente pelos reguladores português e espanhol, vem

Leia mais

Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa

Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa Parte I: Assunto * 1. A Associação Novo Macau apresentou, em 11 de Setembro de 2012, uma queixa ao Comissariado contra a Corrupção

Leia mais

Debate Quinzenal Economia Intervenção do Primeiro-Ministro José Sócrates

Debate Quinzenal Economia Intervenção do Primeiro-Ministro José Sócrates Debate Quinzenal Economia Intervenção do Primeiro-Ministro José Sócrates 11.02.2009 1. A execução da Iniciativa para o Investimento e o Emprego A resposta do Governo à crise económica segue uma linha de

Leia mais

Decreto-Lei n.º 193/73, de 30 de Abril - Revogado. Reestruturação do Fundo de Fomento do Desporto (FFD)

Decreto-Lei n.º 193/73, de 30 de Abril - Revogado. Reestruturação do Fundo de Fomento do Desporto (FFD) Decreto-Lei n.º 193/73, de 30 de Abril - Revogado Reestruturação do Fundo de Fomento do Desporto (FFD) Artigo 1.º...2 Artigo 2.º...3 Artigo 3.º...3 Artigo 4.º...3 Artigo 5.º...3 Artigo 6.º...4 Artigo 7.º...4

Leia mais

TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA

TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA 3 a 5 de Julho de 2012 Hotel EPIC Sana Luanda Angola MÓDULO I - ENQUADRAMENTO LEGAL, ÚLTIMOS DESENVOLVIMENTOS E TENDÊNCIAS FUTURAS: REFORMA FISCAL Índice 1.

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º, REGULAMENTO (CE) Nº 1082/2006 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de Julho de 2006 relativo aos agrupamentos europeus de cooperação territorial (AECT) O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,

Leia mais

Orientações sobre a definição e a notificação de «medida de caráter fiscal ou financeiro» para efeitos da Diretiva 98/34/CE

Orientações sobre a definição e a notificação de «medida de caráter fiscal ou financeiro» para efeitos da Diretiva 98/34/CE Orientações sobre a definição e a notificação de «medida de caráter fiscal ou financeiro» para efeitos da Diretiva 98/34/CE As presentes orientações representam exclusivamente o ponto de vista da Direção-Geral

Leia mais

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 461/2010 DA COMISSÃO de 27 de Maio de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o 3, do Tratado sobre o Funcionamento da União

Leia mais

Pareceres Jurídicos CCDRAlentejo - http://www.ccdr-a.gov.pt

Pareceres Jurídicos CCDRAlentejo - http://www.ccdr-a.gov.pt Título: DOMÍNIO PÚBLICO MUNICIPAL. CONCESSÕES. Data: 24-11-2015 Parecer N.º: 50/2015 Informação N.º: 173-DSAL/2015 Sobre o assunto mencionado em título, solicitou o Município de... a esta Comissão de Coordenação

Leia mais

N E W S L E T T E R A P A O M A

N E W S L E T T E R A P A O M A A P A O M A E D I Ç Ã O 4 F I S C A L I D A D E N E W S L E T T E R A P A O M A O U T U B R O 2 0 1 0 A G R A D E C I M E N TO N E S T A E D I Ç Ã O : A G R A D E C I M E N T O F I S C A L I D A D E P

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO

COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO Ficha Informativa 1 Janeiro 2015 Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO Compras na Internet:

Leia mais

Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria

Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO IV Benefícios fiscais às zonas francas Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria 1- (Revogado pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro)

Leia mais

Medidas intersectoriais 2010/11

Medidas intersectoriais 2010/11 Medidas intersectoriais 2010/11 IS01 BALCÃO DO EMPREENDEDOR DISPONIBILIZAÇÃO DE SERVIÇOS Objectivos: Inventariar, introduzir e manter permanentemente actualizados no Balcão do Empreendedor vários serviços,

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. Lei n. o 5 /2002, de 20 de Setembro LEI DE MODIFICAÇÃO DO SISTEMA TRIBUTÁRIO

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. Lei n. o 5 /2002, de 20 de Setembro LEI DE MODIFICAÇÃO DO SISTEMA TRIBUTÁRIO REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL Lei n. o 5 /2002, de 20 de Setembro LEI DE MODIFICAÇÃO DO SISTEMA TRIBUTÁRIO O sistema fiscal de Timor-Leste foi instituído a partir do Regulamento

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 313/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 313/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 313/XII Exposição de Motivos O XIX Governo Constitucional implementou, ao longo da presente legislatura, importantes e significativas reformas no setor da administração local, em que

Leia mais

GOVERNO UTILIZA EMPRESAS PUBLICAS PARA REDUZIR O DÉFICE ORÇAMENTAL, ENDIVIDANDO-AS E ARRASTANDO-AS PARA A SITUAÇÃO DE FALENCIA TÉCNICA

GOVERNO UTILIZA EMPRESAS PUBLICAS PARA REDUZIR O DÉFICE ORÇAMENTAL, ENDIVIDANDO-AS E ARRASTANDO-AS PARA A SITUAÇÃO DE FALENCIA TÉCNICA GOVERNO UTILIZA EMPRESAS PUBLICAS PARA REDUZIR O DÉFICE ORÇAMENTAL, ENDIVIDANDO-AS E ARRASTANDO-AS PARA A SITUAÇÃO DE FALENCIA TÉCNICA RESUMO DESTE ESTUDO Os principais jornais diários portugueses divulgaram

Leia mais

Newsletter de Outubro de 2014 DIREITO PÚBLICO, AMBIENTE & URBANISMO

Newsletter de Outubro de 2014 DIREITO PÚBLICO, AMBIENTE & URBANISMO Newsletter de Outubro de 2014 DIREITO PÚBLICO, AMBIENTE & URBANISMO Fevereiro de 2013 Novidades Legislativas ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA LOCAL Portaria n.º 209/2014 - Diário da República n.º 197/2014, Série

Leia mais

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES. Conferências sobre a Tributação do Património Imobiliário

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES. Conferências sobre a Tributação do Património Imobiliário ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES Conferências sobre a Tributação do Património Imobiliário A Contribuição Autárquica como fonte de financiamento dos municípios e a questão das isenções Paulo

Leia mais

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção,

Leia mais

REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE NEIVA

REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE NEIVA REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE NEIVA Í N D I C E Preâmbulo Regulamento Capítulo I Disposições Gerais Capítulo II Taxas Capítulo III Liquidação Capítulo IV - Disposições Gerais Anexo

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS REGULAMENTO ÉTICO ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: erse@erse.pt www.erse.pt Regulamento Ético

Leia mais

PARECER N.º 51/CITE/2007

PARECER N.º 51/CITE/2007 PARECER N.º 51/CITE/2007 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 51.º do Código do Trabalho, conjugado com a alínea b) do n.º 1 do artigo 98.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo

Leia mais

POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS

POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 13.1 - Aspectos preliminares As demonstrações financeiras consolidadas constituem um complemento e não um substituto das demonstrações financeiras individuais

Leia mais

Fernanda Paula Oliveira

Fernanda Paula Oliveira 3 ARTICULAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE LICENCIAMENTO ZERO COM OS PROCEDIMENTOS URBANÍSTICOS 1. As operações urbanísticas O RJUE Operações de loteamento Obras de urbanização Obras de edificação: nova construção,

Leia mais

CONVERT DE ENTRADA. Decreto-lei 24/96 (artº.9º.ponto 4) Portaria n.º 215/2011 (art.º 15.º n.º 1.º e 2.º).

CONVERT DE ENTRADA. Decreto-lei 24/96 (artº.9º.ponto 4) Portaria n.º 215/2011 (art.º 15.º n.º 1.º e 2.º). Selecionamos as dúvidas sobre os direitos dos consumidores da Restauração, Bares e Discotecas quando frequentam esses estabelecimentos. Será que tenho de pagar o Convert de Entrada? Tenho de dar gorjeta?

Leia mais

PREÂMBULO. Artigo 1.º Competências para o tratamento da rede de efluentes

PREÂMBULO. Artigo 1.º Competências para o tratamento da rede de efluentes PREÂMBULO O sistema de tratamento de efluentes domésticos, comerciais e industriais a jusante do sistema de captação tratamento e armazenamento de água potável, tem vindo a ser implementado de acordo com

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL

REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL FÉRIAS DIVERTIDAS Página 1 de 13 ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS..4 CAPÍTULO II PROGRAMA..5 CAPÍTULO III INSCRIÇÕES...5 CAPÍTULO IV ENTIDADE PROMOTORA..

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

TARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉCTRICA E OUTROS SERVIÇOS EM 2009 E PARÂMETROS PARA O PERÍODO DE REGULAÇÃO 2009-2011

TARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉCTRICA E OUTROS SERVIÇOS EM 2009 E PARÂMETROS PARA O PERÍODO DE REGULAÇÃO 2009-2011 TARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉCTRICA E OUTROS SERVIÇOS EM 2009 E PARÂMETROS PARA O PERÍODO DE REGULAÇÃO 2009-2011 Dezembro 2008 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama

Leia mais

CÓDIGO DA ESTRADA EDIÇÃO DE BOLSO

CÓDIGO DA ESTRADA EDIÇÃO DE BOLSO CÓDIGO DA ESTRADA EDIÇÃO DE BOLSO (4.ª Edição) Actualização N.º 3 Código da Estrada Edição de Bolsa 2 TÍTULO: AUTORES: CÓDIGO DA ESTRADA Actualização N.º 3 BDJUR EDITOR: EDIÇÕES ALMEDINA, SA Avenida Fernão

Leia mais

Devolução de Cauções de Serviços Públicos Essenciais aos Consumidores

Devolução de Cauções de Serviços Públicos Essenciais aos Consumidores Devolução de Cauções de Serviços Públicos Essenciais aos Consumidores Sónia Lapa de Passos 28 de janeirode 2014 -Enquadramento legislativo- O processo de restituição aos consumidores de cauções dos contratos

Leia mais