RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE SERVIÇO DA VERISIGN 1A EDIÇÃO - 1O TRIMESTRE DE 2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE SERVIÇO DA VERISIGN 1A EDIÇÃO - 1O TRIMESTRE DE 2014"

Transcrição

1 RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE SERVIÇO DA VERISIGN 1A EDIÇÃO - 1O TRIMESTRE DE 214

2 RESUMO EXECUTIVO Este relatório contém as observações e conhecimentos derivados de mitigações em nome dos clientes do DDoS Protection Services da Verisign, ou em colaboração com os mesmos. Representa uma visão única sobre as tendências dos ataques on-line referentes ao trimestre anterior, inclusive estatísticas de ataque, tendências de comportamento e perspectivas futuras. No período de 1o de janeiro de 214 a 31 de março, a Verisign observou as seguintes tendências: 83 POR CENTO DE AUMENTO no tamanho médio do ataque, comparado com o trimestre anterior A Verisign observou um aumento de 83% no tamanho médio do ataque, comparado com o trimestre anterior (T1 de 213) e um aumento de aproximadamente 6% comparado com o mesmo trimestre do ano anterior (T1 de 213). Os agressores lançaram ataques de amplificação em massa com o uso de refletores de NTP e técnicas de amplificação de DNS contra clientes e fornecedores de infraestrutura. O tamanho volumétrico mais comum dos ataques ficou entre 5 e 75 gigabits por segundo (). Aproximadamente 3 por cento dos ataques contra clientes da Verisign estavam direcionados especificamente para a camada de aplicativos (a camada de SSL em particular), o que exigiu que a Verisign utilizasse técnicas avançadas de mitigação. Os agressores têm como alvo um conjunto vertical muito mais amplo do que apenas o setor de serviços financeiros. "Mídia e entretenimento" representou o setor vertical atacado com maior frequência no T1, seguido pelo setor de serviços de TI/nuvem/SaaS. A Verisign vê indícios de que os agressores podem explorar outros protocolos UDP para grandes ataques de amplificação no futuro próximo; isso pode ser um vetor atraente, devido à simplicidade e à natureza apátrida do UDP. 2

3 4 3,92 3, , T1 de 13 T4 T1 de 13 de 14 ESTATÍSTICAS DE ATAQUE Os dados de mitigação da Verisign do primeiro trimestre de 214 reforçam que os ataques DDoS contra empresas on-line e aplicativos da web continuam a aumentar em tamanho e em complexidade. Durante esse período, a Verisign observou um aumento significativo no tamanho médio dos ataques DDoS direcionados aos clientes. O tamanho médio do ataque, 3,92, foi até 83 por cento maior do que no trimestre anterior (a média do T4 de 213 foi de 2,14 ), e representou um aumento de 6 por cento comparado com o mesmo trimestre do ano passado (no T1 de 213 ficou em 3,7 ). No T1 de 214, os ataques de reflexão de NTP e os ataques de amplificação de DNS se destacaram como os dois tipos mais comuns de ataques, observou a Verisign. O vetor mais comum no T1 de 213 surgiu da amplificação de DNS devido a ataques com uso de itsoknoproblembro, mais conhecido como Brobot, que comprometeram as instalações da PHP e da Joomla. O tipo de ataque NTP substituiu os maiores vetores de ataque observados no ano passado. A Verisign presenciou grandes ataques de reflexão de NTP em dezembro de 213, e essa tendência continuou no T1 de 214, até o momento da elaboração deste documento. No T1, a Verisign mitigou vários ataques de amplificação, entre 5 e 75, em nome dos clientes. TENDÊNCIAS COMPORTAMENTAIS Maior capacidade de adaptação 5 A 75 G B PS Tamanho médio dos ataques de amplificação no T1 No T1 de 214, a Verisign observou que os agentes de ataques DDoS demonstraram um comportamento cada vez mais adaptável, similar ao observado em 213. Em várias ocasiões, os agressores monitoraram de maneira constante a eficácia dos seus ataques em andamento, e mudaram as técnicas de ataque para trabalhar com as estratégias de mitigação aplicadas. As técnicas dos agressores também se desenvolveram para atacar os componentes de infraestrutura dos sites das vítimas e qualquer fornecedor de mitigação contra DDoS que proteja esses sites. Normalmente, o tráfego de ataques destina-se ao endereço IP de um site alvo. Ao utilizar esses novos métodos de ataque, os agressores tinham como alvo o endereço IP dos roteadores localizados no caminho de rede até o site alvo, em busca da "conexão mais fraca". O QUE É NTP? DESCRIÇÃO EXPLORAÇÃO MITIGAÇÃO As empresas utilizam o protocolo de transferência de rede (NTP) para sincronizar seus dispositivos de rede, roteadores, comutadores, firewalls, sistemas de detecção de invasão, servidores, estações de trabalho, sistemas VoIP e dispositivos dos clientes que entram na rede dessas empresas. O NTP funciona com o protocolo de datagrama do usuário (UDP), utilizando a porta 123 como fonte e como destino que, por sua vez, funciona com o IP, conforme descrito no documento de pedido de comentários (RFC) 595 para a versão atual do NTP, a versão 4. O NTP proporciona ao potencial agressor informações sobre o sistema, entre elas o pptime, o tempo desde a última reinicialização, estatísticas da memória e listagens similares de NTP. Um agressor que utiliza ferramentas comuns como Metasploit e Nmap pode determinar os servidores NTP que suportam monlist. O sucesso desse ataque depende na exploração do recurso monlist do NTP. Esse recurso é ativado como padrão em dispositivos mais antigos que suportam NTP. Esse comando envia uma lista dos últimos 6 endereços IP conectados ao servidor NTP da vítima. Devido ao endereço falso de origem, quando o servidor NTP envia a resposta, ela é enviada para o endereço de destino, em vez do endereço falso que fez o pedido. Como o tamanho da resposta é muito maior do que o pedido, o agressor consegue amplificar o volume do tráfego direcionado na rede da vítima. Uma forma de diminuir os efeitos de um ataque NTP em andamento é limitar a quantidade de tráfego NTP permitido a entrar na rede. Uma forma de contornar o problema é desativar o monlist no servidor NTP ou fazer um upgrade para a última versão do NTP (4.2.7), que desativa a funcionalidade de monlist. 3

4 ALVO NA CAMADA DE APLICATIVOS Segundo a Verisign 3 POR CENTO dos ataques tinham como alvo a camada de aplicativos Dos ataques mitigados pela plataforma do DDoS Protection Services, a Verisign observou que aproximadamente 3 por cento tinham como alvo as camadas de aplicativos, principalmente a camada SSL. Esses agressores visavam aplicativos web específicos, cabeçalhos de protocolos e parâmetros de aplicativos para afetar a disponibilidade da vítima. Ao mesmo tempo que esses ataques eram menores em tamanho geral, representavam ataques mais complexos, exigindo que a Verisign utilize técnicas sofisticadas de mitigação que muitas vezes incluem uma combinação de geração de assinaturas em tempo real, inspeção de pacotes e a administração de várias capacidades dos clientes e técnicas de gestão de recursos. A plataforma de mitigação contra DDoS da Verisign, Athena, suportada por uma inteligência contra ameaças internamente compartilhada do idefense Security Intelligence Services da Verisign, se mostrou muito eficaz na mitigação desses ataques complexos. ALVO AMPLIADO PARA VÁRIOS SETORES Saas/ Nuvem/ Serviços de TI Verisign Serviços financeiros Clientes Conforme também foi observado no T1 de 214, os agressores, cada vez mais, tiveram como alvo outros setores além dos serviços financeiros. A Verisign observou que os clientes de mídia e entretenimento foram os atacados com maior frequência, seguidos pelo setor de serviços de TI/nuvem/SaaS (ver Figura 1). O número de mitigações da Verisign em nome dos clientes de serviços financeiros diminuiu 34 por cento no T1 de 214, comparado com todo o ano de 213. A porcentagem de mitigações realizadas para os setores de mídia/entretenimento e comércio eletrônico aumentou 33 por cento, comparado com 213. O setor vertical de serviços de TI/nuvem/SaaS sofreu os maiores ataques, de até 64, comparado com o tamanho dos maiores ataques a clientes da Verisign em 213, que chegaram a mais de 16, e tinham como alvo os clientes de serviços financeiros. PARA COMBATER O DDOS, O TAMANHO IMPORTA A mitigação eficaz contra ataques volumétricos exige uma cobertura de rede sofisticada e experiência dos prestadores de serviços. O tráfego de ataque DDoS pode surgir de qualquer região do mundo, e qualquer perfil de ataque pode inundar os centros de mitigação do fornecedor regional sem as capacidades e a flexibilidade de um backbone interconectado globalmente. A rede de mitigação contra DDoS da Verisign foi estrategicamente desenvolvida para administrar cargas de tráfego nominal, além de grandes picos de tráfego que ocorrem em condições de ataque DDoS. A configuração MPLS flexível permite que os engenheiros de DDoS da Verisign projetem de maneira seletiva e façam o roteamento dos fluxos de tráfego em resposta à dinâmica global de ataques DDoS, para que nenhum componente seja sobrecarregado. 4

5 MITIGAÇÕES VERTICAIS NO Mídia e entretenimento 35% Serviços de TI/Nuvem/Saas 23% Telecomunicações 16% Financeiro 11% Comércio eletrônico/ Publicidade on-line Fabricação 9% 6% 1 Figura 1: Mitigações da Verisign por setor do cliente PERSPECTIVAS FUTURAS "A Verisign prevê que novos tipos de ataques de amplificação e reflexão apareçam e proliferem." O cenário do ataque DDoS muda a cada dia, e os agressores implementam novas técnicas, visando um grupo muito mais amplo de empresas e tornando-se mais sofisticados. Com base na análise de tendências, a Verisign prevê que os ataques DDoS continuarão a aumentar em tamanho e complexidade nos próximos trimestres e em todo o ano de 214. Enquanto os ataques de amplificação de DNS ainda são comuns, e os ataques de reflexão de NTP se desenvolveram, a Verisign prevê que novos tipos de ataques de amplificação e reflexão apareçam e proliferem. Provavelmente, esses ataques explorarão protocolos adicionais e tipos de portas e, em pouco tempo, podem pegar de surpresa as empresas despreparadas e até mesmo os fornecedores de mitigação contra DDoS. Outros protocolos UDP que são alvos potenciais são o SNMP e IKE, que podem ser usados para lançar os tipos de ataque de IP falso de origem e têm potencial para serem amplificados, como o DNS e NTP. Para mais informações sobre os ataques DDoS, melhores práticas para defesa e os DDoS Protection Services da Verisign, acesse VerisignInc.com/DDoS. VerisignInc.com 214 VeriSign, Inc. Todos os direitos reservados. VERISIGN, o logotipo VERISIGN e outras marcas comerciais, marcas de serviços e designs são marcas comerciais registradas ou não registradas da VeriSign, Inc. e de suas subsidiárias nos Estados Unidos e em outros países. Todas as outras marcas comerciais pertencem a seus respectivos proprietários. Material público da Verisign 2145

RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE SERVIÇO DA VERISIGN 4A EDIÇÃO, 4O TRIMESTRE DE 2014

RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE SERVIÇO DA VERISIGN 4A EDIÇÃO, 4O TRIMESTRE DE 2014 RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE 4A EDIÇÃO, 4O TRIMESTRE DE 2014 RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO CONTEÚDO RESUMO EXECUTIVO 3 TENDÊNCIAS DE ATAQUE DDoS OBSERVADAS PELA

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE SERVIÇO DA VERISIGN 3A EDIÇÃO 3O TRIMESTRE DE 2014

RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE SERVIÇO DA VERISIGN 3A EDIÇÃO 3O TRIMESTRE DE 2014 RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE 3A EDIÇÃO 3O TRIMESTRE DE 2014 CONTEÚDO RESUMO EXECUTIVO 3 TENDÊNCIAS E ATAQUE DDoS OBSERVADAS PELA VERISIGN NO T3 DE 2014 4 Mitigações

Leia mais

Ataque Distribuído de Negação de Serviço por Reflexão Amplificada usando Simple Network Management Protocol

Ataque Distribuído de Negação de Serviço por Reflexão Amplificada usando Simple Network Management Protocol Ataque Distribuído de Negação de Serviço por Reflexão Amplificada usando Simple Network Management Protocol Tiago Fonseca João Gondim Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília Agenda

Leia mais

KASPERSKY DDOS PROTECTION. Descubra como a Kaspersky Lab defende as empresas contra ataques DDoS

KASPERSKY DDOS PROTECTION. Descubra como a Kaspersky Lab defende as empresas contra ataques DDoS KASPERSKY DDOS PROTECTION Descubra como a Kaspersky Lab defende as empresas contra ataques DDoS OS CIBERCRIMINOSOS ESTÃO A ESCOLHER AS EMPRESAS COMO ALVO Se a sua empresa já tiver sofrido um ataque de

Leia mais

DOCUMENTO TÉCNICO ESPECIFICAÇÃO DE API DE SINALIZAÇÃO DE NUVEM OPENHYBRID DA VERISIGN. Versão 1.0 Janeiro de 2015. VerisignInc.com

DOCUMENTO TÉCNICO ESPECIFICAÇÃO DE API DE SINALIZAÇÃO DE NUVEM OPENHYBRID DA VERISIGN. Versão 1.0 Janeiro de 2015. VerisignInc.com DOCUMENTO TÉCNICO ESPECIFICAÇÃO DE API DE SINALIZAÇÃO DE NUVEM OPENHYBRID DA VERISIGN Versão 1.0 Janeiro de 2015 VerisignInc.com RESSALVA LEGAL NOTIFICAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS Copyright 2015 VeriSign,

Leia mais

EMBRATEL WHITE PAPER

EMBRATEL WHITE PAPER EMBRATEL WHITE PAPER Como evitar que estratégias inovadoras de Negócio sejam prejudicadas pela indisponibilidade de Sistemas na Internet 1. A Origem do Problema Ataques de negação de serviço, comumente

Leia mais

Protegendo o seu negócio com servidores DNS que se protegem

Protegendo o seu negócio com servidores DNS que se protegem Resumo do produto: A Solução de DNS seguro da Infoblox reduz os ataques aos servidores DNS através do reconhecimento inteligente de vários tipos de ataque e atuando no tráfego de ataque enquanto continua

Leia mais

Kaspersky DDoS Protection. Proteja a sua empresa contra perdas financeiras e de reputação com o Kaspersky DDoS Protection

Kaspersky DDoS Protection. Proteja a sua empresa contra perdas financeiras e de reputação com o Kaspersky DDoS Protection Kaspersky DDoS Protection Proteja a sua empresa contra perdas financeiras e de reputação Um ataque DDoS (Distributed Denial of Service, Negação de Serviço Distribuído) é uma das mais populares armas no

Leia mais

Kaspersky DDoS Protection. Proteger a sua empresa contra perdas financeiras e de reputação com o Kaspersky DDoS Protection

Kaspersky DDoS Protection. Proteger a sua empresa contra perdas financeiras e de reputação com o Kaspersky DDoS Protection Kaspersky DDoS Protection Proteger a sua empresa contra perdas financeiras e de reputação com o Um ataque de recusa de serviço distribuído (DDoS) é uma das armas mais populares no arsenal dos cibercriminosos.

Leia mais

DOSSIÊ SOBRE A INDÚSTRIA DE DOMÍNIOS NA INTERNET VOLUME 8 EDIÇÃO 2 MAIO DE 2011

DOSSIÊ SOBRE A INDÚSTRIA DE DOMÍNIOS NA INTERNET VOLUME 8 EDIÇÃO 2 MAIO DE 2011 DOSSIÊ SOBRE A INDÚSTRIA DE DOMÍNIOS NA INTERNET VOLUME 8 EDIÇÃO 2 MAIO DE 2011 RELATÓRIO DA VERISIGN SOBRE DOMÍNIOS COMO OPERADOR GLOBAL DE REGISTROS PARA DOMÍNIOS.COM E.NET, A VERISIGN MONITORA A SITUAÇÃO

Leia mais

Segurança na Web: Proteja seus dados na nuvem

Segurança na Web: Proteja seus dados na nuvem White paper Segurança na Web: Proteja seus dados na nuvem Resumo Sabemos que as equipes de segurança não podem estar em todos os locais, mas o cenário atual exige que as empresas estejam prontas para proteger

Leia mais

Políticas de Segurança de Sistemas

Políticas de Segurança de Sistemas Políticas de Segurança de Sistemas Profs. Hederson Velasco Ramos Henrique Jesus Quintino de Oliveira Estudo de Boletins de Segurança O que é um boletim de segurança? São notificações emitidas pelos fabricantes

Leia mais

Segurança de Redes de Computadores

Segurança de Redes de Computadores Segurança de Redes de Computadores Aula 8 Segurança nas Camadas de Rede, Transporte e Aplicação Firewall (Filtro de Pacotes) Prof. Ricardo M. Marcacini ricardo.marcacini@ufms.br Curso: Sistemas de Informação

Leia mais

Ataques para obtenção de informações

Ataques para obtenção de informações Ataques para obtenção de informações Técnicas: Dumpster diving ou Trashing Engenharia Social Eavesdropping ou Packet Sniffing Scanning War dialing Firewalking Ataques para obtenção de informações Dumpster

Leia mais

Firewall. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Disciplina: Serviços de Redes. Campus Cachoeiro Curso Técnico em Informática

Firewall. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Disciplina: Serviços de Redes. Campus Cachoeiro Curso Técnico em Informática Firewall Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Disciplina: Serviços de Redes Campus Cachoeiro Curso Técnico em Informática Firewall (definições) Por que do nome firewall? Antigamente, quando as casas

Leia mais

CA Nimsoft para monitoramento de redes

CA Nimsoft para monitoramento de redes DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA CA Nimsoft para monitoramento de redes agility made possible sumário resumo executivo 3 Visão geral da solução 3 CA Nimsoft Monitor sondas especializadas 3 Sonda de conectividade de

Leia mais

Bloqueie ameaças avançadas e proteja dados confidenciais para usuários em roaming

Bloqueie ameaças avançadas e proteja dados confidenciais para usuários em roaming TRITON AP-ENDPOINT Bloqueie ameaças avançadas e proteja dados confidenciais para usuários em roaming Desde danos a reputações até multas e penalidades de agências reguladoras, uma violação de dados pode

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A SITUAÇÃO DE DISPONIBILIDADE DE DNS VOLUME 1 EDIÇÃO 1 ABRIL DE 2011

RELATÓRIO SOBRE A SITUAÇÃO DE DISPONIBILIDADE DE DNS VOLUME 1 EDIÇÃO 1 ABRIL DE 2011 RELATÓRIO SOBRE A SITUAÇÃO DE DISPONIBILIDADE DE DNS VOLUME 1 EDIÇÃO 1 ABRIL DE 2011 SITES DA WEB E OUTROS SERVIÇOS ONLINE ESTÃO ENTRE AS MAIS IMPORTANTES FERRAMENTAS OPERACIONAIS E DE GERAÇÃO DE RECEITA

Leia mais

Proteção abrangente em tempo real contra ameaças avançadas e furto de dados

Proteção abrangente em tempo real contra ameaças avançadas e furto de dados TRITON AP-WEB Proteção abrangente em tempo real contra ameaças avançadas e furto de dados Sua empresa e seus dados são atacados constantemente. As soluções de segurança tradicionais não fornecem mais proteção

Leia mais

Estudos de Casos de Testes de Indisponibilidade. Davidson R. Boccardo

Estudos de Casos de Testes de Indisponibilidade. Davidson R. Boccardo Estudos de Casos de Testes de Indisponibilidade Davidson R. Boccardo Ataques de Negação de Serviço Denial of Service (DoS): ataque bem conhecido desde o início dos anos 2000 Efeito: degeneração ou indisponibilidade

Leia mais

3 Ataques e Intrusões

3 Ataques e Intrusões 3 Ataques e Intrusões Para se avaliar a eficácia e precisão de um sistema de detecção de intrusões é necessário testá-lo contra uma ampla amostra de ataques e intrusões reais. Parte integrante do projeto

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Agenda Motivação Objetivos Histórico Família de protocolos TCP/IP Modelo de Interconexão Arquitetura em camadas Arquitetura TCP/IP Encapsulamento

Leia mais

OpenFlow: abrindo portas para inovações nas redes de nossos campi

OpenFlow: abrindo portas para inovações nas redes de nossos campi 1 OpenFlow: abrindo portas para inovações nas redes de nossos campi Leandro Haruo Aoyagi Universidade Federal de São Carlos, Campus Sorocaba Sorocaba, São Paulo Email: aoyagi.haruo@gmail.com Resumo A comunidade

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Uma estação é considerada parte de uma LAN se pertencer fisicamente a ela. O critério de participação é geográfico. Quando precisamos de uma conexão virtual entre duas estações que

Leia mais

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes Roteiro 2: Conceitos Básicos de Redes: parte 1 Neste roteiro são detalhados os equipamentos componentes em uma rede de computadores. Em uma rede existem diversos equipamentos que são responsáveis por fornecer

Leia mais

12 PREVISÕES DE SEGURANÇA PARA 2012

12 PREVISÕES DE SEGURANÇA PARA 2012 12 PREVISÕES DE SEGURANÇA PARA 2012 Todos os anos, eu me sento com meu time de pesquisadores e conversamos sobre o que o próximo ano trará em termos de ameaças para nossos clientes. É uma discussão importante.

Leia mais

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s):

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s): Professor(es): Fernando Pirkel Descrição da(s) atividade(s): Definir as tecnologias de redes necessárias e adequadas para conexão e compartilhamento dos dados que fazem parte da automatização dos procedimentos

Leia mais

Hardening de Servidores

Hardening de Servidores Hardening de Servidores O que é Mitm? O man-in-the-middle (pt: Homem no meio, em referência ao atacante que intercepta os dados) é uma forma de ataque em que os dados trocados entre duas partes, por exemplo

Leia mais

INTERNET Edital de Licitação. Anexo I Termo de Referência PREGÃO CONJUNTO Nº. 39/2007 PROCESSO N 14761/2007

INTERNET Edital de Licitação. Anexo I Termo de Referência PREGÃO CONJUNTO Nº. 39/2007 PROCESSO N 14761/2007 INTERNET Edital de Licitação Anexo I Termo de Referência PREGÃO CONJUNTO Nº. 39/2007 PROCESSO N 14761/2007 Anexo I - página 1 Índice 1. OBJETIVO... 3 2. VISÃO GERAL DO ESCOPO DO SERVIÇO... 3 3. ENDEREÇOS

Leia mais

Um White Paper da Websense Web Security Gateway: A Web 2.0 Protegida e Simplificada

Um White Paper da Websense Web Security Gateway: A Web 2.0 Protegida e Simplificada Um White Paper da Websense Web Security Gateway: A Web 2.0 Protegida e Simplificada Visão Geral do Mercado Embora o uso dos produtos da Web 2.0 esteja crescendo rapidamente, seu impacto integral sobre

Leia mais

Balanceamento de carga: Conceitos básicos

Balanceamento de carga: Conceitos básicos Balanceamento de carga: Conceitos básicos Introdução A tecnologia de balanceamento de carga está viva e está bem; de fato, ela é a base sobre a qual operam os application delivery controller (ADCs). A

Leia mais

IMPLEMENTANDO UMA ARQUITETURA DO SECURITY ANALYTICS

IMPLEMENTANDO UMA ARQUITETURA DO SECURITY ANALYTICS IMPLEMENTANDO UMA ARQUITETURA DO SECURITY ANALYTICS Resumo da solução RESUMO As novas ameaças de segurança exigem uma nova abordagem ao gerenciamento de segurança. As equipes de segurança precisam de uma

Leia mais

MANUAL DE PREVENÇÃO E SEGURANÇA DO USUÁRIO DO PABX. PROTEJA MELHOR OS PABXS DA SUA EMPRESA CONTRA FRAUDES E EVITE PREJUÍZOS.

MANUAL DE PREVENÇÃO E SEGURANÇA DO USUÁRIO DO PABX. PROTEJA MELHOR OS PABXS DA SUA EMPRESA CONTRA FRAUDES E EVITE PREJUÍZOS. MANUAL DE PREVENÇÃO E SEGURANÇA DO USUÁRIO DO PABX. PROTEJA MELHOR OS PABXS DA SUA EMPRESA CONTRA FRAUDES E EVITE PREJUÍZOS. MANUAL DE PREVENÇÃO E SEGURANÇA DO USUÁRIO DO PABX. Caro cliente, Para reduzir

Leia mais

Cartilha de Segurança para Internet

Cartilha de Segurança para Internet Comitê Gestor da Internet no Brasil Cartilha de Segurança para Internet Parte VII: Incidentes de Segurança e Uso Abusivo da Rede Versão 3.1 2006 CERT.br Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes

Leia mais

Cinco requisitos. ao considerar a segurança do e-mail

Cinco requisitos. ao considerar a segurança do e-mail Cinco requisitos ao considerar a segurança do e-mail 2015 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Este documento contém informações públicas da Cisco. (1110R) 1 Resumo Em um panorama de

Leia mais

SEG. EM SISTEMAS E REDES. 03. Vulnerabilidades em redes. Prof. Ulisses Cotta Cavalca

SEG. EM SISTEMAS E REDES. 03. Vulnerabilidades em redes. Prof. Ulisses Cotta Cavalca <ulisses.cotta@gmail.com> SEG. EM SISTEMAS E REDES 03. Vulnerabilidades em redes Prof. Ulisses Cotta Cavalca Belo Horizonte/MG 2015 SUMÁRIO 1) Vulnerabilidades em redes 2) Dicionário de vulnerabilidades

Leia mais

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento Capítulo 10 - TCP/IP Intermediário 1 Objetivos do Capítulo Descrever o TCP e sua função; Descrever a sincronização e o controle de fluxo do TCP; Descrever

Leia mais

DOSSIÊ SOBRE A INDÚSTRIA DE DOMÍNIOS NA INTERNET VOLUME 11 EDIÇÃO 1 ABRIL DE 2014

DOSSIÊ SOBRE A INDÚSTRIA DE DOMÍNIOS NA INTERNET VOLUME 11 EDIÇÃO 1 ABRIL DE 2014 DOSSIÊ SOBRE A INDÚSTRIA DE DOMÍNIOS NA INTERNET VOLUME 11 EDIÇÃO 1 ABRIL DE 2014 RELATÓRIO DA VERISIGN SOBRE DOMÍNIOS COMO LÍDER EM NOMES DE DOMÍNIO, A VERISIGN ANALISA O ESTADO DO SETOR DE NOMES DE DOMÍNIO

Leia mais

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes Roteiro 2: Conceitos Básicos de Redes: parte 1 Neste roteiro são detalhados os equipamentos componentes em uma rede de computadores. Em uma rede existem diversos equipamentos que são responsáveis por fornecer

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M Tanenbaum Redes de Computadores Cap. 1 e 2 5ª. Edição Pearson Padronização de sistemas abertos à comunicação Modelo de Referência para Interconexão de Sistemas Abertos RM OSI Uma

Leia mais

SuRFE Sub-Rede de Filtragens Específicas

SuRFE Sub-Rede de Filtragens Específicas SuRFE Sub-Rede de Filtragens Específicas Ricardo Kléber Martins Galvão, PPGEE, UFRN Sergio Vianna Fialho, PPGEE, UFRN Resumo O aumento do número de ataques a redes de corporativas tem sido combatido com

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ementa Introdução a Redes de

Leia mais

O que temos pra hoje?

O que temos pra hoje? O que temos pra hoje? Temas de Hoje: Firewall Conceito Firewall de Software Firewall de Softwares Pagos Firewall de Softwares Grátis Firewall de Hardware Sistemas para Appliances Grátis UTM: Conceito Mão

Leia mais

Negação de Serviço, Negação de Serviço Distribuída e Botnets

Negação de Serviço, Negação de Serviço Distribuída e Botnets Negação de Serviço, Negação de Serviço Distribuída e Botnets Gabriel Augusto Amim Sab, Rafael Cardoso Ferreira e Rafael Gonsalves Rozendo Engenharia de Computação e Informação - UFRJ EEL878 Redes de Computadores

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E ANALISTA (EXCETO PARA O CARGO 4 e 8) GABARITO 1. (CESPE/2013/MPU/Conhecimentos Básicos para os cargos 34 e 35) Com a cloud computing,

Leia mais

Resultados Chamada de Contribuições à Regulamentação do Marco Civil da Internet. Comitê Gestor da Internet no Brasil 27 de fevereiro de 2015

Resultados Chamada de Contribuições à Regulamentação do Marco Civil da Internet. Comitê Gestor da Internet no Brasil 27 de fevereiro de 2015 Resultados Chamada de Contribuições à Regulamentação do Marco Civil da Internet Comitê Gestor da Internet no Brasil 27 de fevereiro de 2015 CGI.br Introdução Período de recebimento das contribuições: 19

Leia mais

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 08 Protocolos de Segurança

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 08 Protocolos de Segurança www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 08 Protocolos de Segurança Protocolos de Segurança A criptografia resolve os problemas envolvendo a autenticação, integridade

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores 1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores A crescente dependência das empresas e organizações modernas a sistemas computacionais interligados em redes e a Internet tornou a proteção adequada

Leia mais

RELATÓRIO DA VERISIGN SOBRE DOMÍNIOS. VerisignInc.com

RELATÓRIO DA VERISIGN SOBRE DOMÍNIOS. VerisignInc.com DOSSIÊ SOBRE A INDÚSTRIA DE DOMÍNIOS NA INTERNET VOLUME 8 EDIÇÃO 3 AGOSTO DE 2011 RELATÓRIO DA VERISIGN SOBRE DOMÍNIOS Como operador global de registros para domínios.com e.net, a VeriSign monitora a situação

Leia mais

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1 Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio slide 1 Objetivos de estudo Quais os principais componentes das redes de telecomunicações e quais as principais tecnologias de rede? Quais os principais

Leia mais

Segurança de Rede Prof. João Bosco M. Sobral 1

Segurança de Rede Prof. João Bosco M. Sobral 1 1 Sinopse do capítulo Problemas de segurança para o campus. Soluções de segurança. Protegendo os dispositivos físicos. Protegendo a interface administrativa. Protegendo a comunicação entre roteadores.

Leia mais

obtenha o panorama completo

obtenha o panorama completo DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA obtenha o panorama completo por que falta à maioria das organizações um monitoramento da resposta ao usuário e o que fazer quanto a isso agility made possible sumário resumo executivo

Leia mais

Relatório da McAfee sobre Ameaças: Quarto trimestre de 2012

Relatório da McAfee sobre Ameaças: Quarto trimestre de 2012 Resumo executivo Relatório da McAfee sobre Ameaças: Quarto trimestre de Por McAfee Labs Ao término de, o cenário de ameaças continuava a evoluir em muitas frentes, de maneiras que ameaçavam tanto consumidores

Leia mais

Detecção e investigação de ameaças avançadas. VISÃO GERAL

Detecção e investigação de ameaças avançadas. VISÃO GERAL Detecção e investigação de ameaças avançadas. VISÃO GERAL DESTAQUES Introdução ao RSA Security Analytics, que oferece: Monitoramento da segurança Investigação de incidente Geração de relatórios de conformidade

Leia mais

Capítulo 8 - Aplicações em Redes

Capítulo 8 - Aplicações em Redes Capítulo 8 - Aplicações em Redes Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática 1 de 31 Roteiro Sistemas Operacionais em Rede Modelo Cliente-Servidor Modelo P2P (Peer-To-Peer) Aplicações e Protocolos

Leia mais

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO FACSENAC SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO Projeto Lógico de Rede Versão: 1.2 Data: 25/11/2011 Identificador do documento: Documento de Visão V. 1.7 Histórico de revisões Versão Data Autor Descrição 1.0 10/10/2011

Leia mais

Capítulo 7 CAMADA DE TRANSPORTE

Capítulo 7 CAMADA DE TRANSPORTE Capítulo 7 CAMADA DE TRANSPORTE SERVIÇO SEM CONEXÃO E SERVIÇO ORIENTADO À CONEXÃO Serviço sem conexão Os pacotes são enviados de uma parte para outra sem necessidade de estabelecimento de conexão Os pacotes

Leia mais

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP Arquitetura TCP/IP Arquitetura TCP/IP INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP gatewa y internet internet REDE REDE REDE REDE Arquitetura TCP/IP (Resumo) É útil conhecer os dois modelos de rede TCP/IP e OSI. Cada

Leia mais

Roteador de Perímetro DMZ Hosts de Segurança Gateway de Aplicativo

Roteador de Perímetro DMZ Hosts de Segurança Gateway de Aplicativo Roteador de Perímetro DMZ Hosts de Segurança Gateway de Aplicativo Conectando-se à Internet com Segurança Soluções mais simples. Sistemas de Segurança de Perímetro Zona Desmilitarizada (DMZ) Roteador de

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Motivação Realidade Atual Ampla adoção das diversas tecnologias de redes de computadores Evolução das tecnologias de comunicação Redução dos

Leia mais

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes Introdução ao Gerenciamento de Redes O que é Gerenciamento de Redes? O gerenciamento de rede inclui a disponibilização, a integração e a coordenação de elementos de hardware, software e humanos, para monitorar,

Leia mais

Dicas e truques do NetFlow

Dicas e truques do NetFlow Dicas e truques do NetFlow Introdução... 2 NetFlow e outras tecnologias de fluxo... 2 Dicas e truques do NetFlow... 4 Dica de tecnologia 1: Solução de problemas de rede... 4 Dica de tecnologia 2: Detecção

Leia mais

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Edson Rodrigues da Silva Júnior. Curso de Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Fevereiro

Leia mais

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Gerência de Redes Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Plano de Aula Histórico Introdução Gerenciamento de Redes: O que é Gerenciamento de Redes? O que deve ser gerenciado Projeto de Gerenciamento

Leia mais

RC e a Internet: noções gerais. Prof. Eduardo

RC e a Internet: noções gerais. Prof. Eduardo RC e a Internet: noções gerais Prof. Eduardo Conceitos A Internet é a rede mundial de computadores (rede de redes) Interliga milhares de dispositivos computacionais espalhados ao redor do mundo. A maioria

Leia mais

Segurança da Informação

Segurança da Informação INF-108 Segurança da Informação Firewalls Prof. João Henrique Kleinschmidt Middleboxes RFC 3234: Middleboxes: Taxonomy and Issues Middlebox Dispositivo (box) intermediário que está no meio do caminho dos

Leia mais

P L A N O D E D I S C I P L I N A

P L A N O D E D I S C I P L I N A INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS SÃO JOSÉ SC CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES / REDES DE COMPUTADORES P L A N O D E D I S C I P L I N A DISCIPLINA: Redes de Computadores Carga Horária: 95 HA

Leia mais

Capítulo 8. Segurança em redes de computadores

Capítulo 8. Segurança em redes de computadores 1 Capítulo 8 Segurança em redes de computadores 2 Redes de computadores I Prof.: Leandro Soares de Sousa E-mail: leandro.uff.puro@gmail.com Site: http://www.ic.uff.br/~lsousa Não deixem a matéria acumular!!!

Leia mais

:: Telefonia pela Internet

:: Telefonia pela Internet :: Telefonia pela Internet http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_telefonia_pela_internet.php José Mauricio Santos Pinheiro em 13/03/2005 O uso da internet para comunicações de voz vem crescendo

Leia mais

Revisão. Karine Peralta karine.peralta@pucrs.br

Revisão. Karine Peralta karine.peralta@pucrs.br Revisão Karine Peralta Agenda Revisão Evolução Conceitos Básicos Modelos de Comunicação Cliente/Servidor Peer-to-peer Arquitetura em Camadas Modelo OSI Modelo TCP/IP Equipamentos Evolução... 50 60 1969-70

Leia mais

WebZine Manager. Documento de Projeto Lógico de Rede

WebZine Manager. Documento de Projeto Lógico de Rede WebZine Manager Documento de Projeto Lógico de Rede Versão:1.0 Data: 10 de Setembro de 2012 Identificador do documento: WebZine Manager Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0 Localização: SoftSolut,

Leia mais

GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES PARA SISTEMAS ELÉTRICOS - GTL

GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES PARA SISTEMAS ELÉTRICOS - GTL SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GTL - 08 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES PARA SISTEMAS

Leia mais

FACSENAC. Versão:1.5. Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes. Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0. Histórico de revisões

FACSENAC. Versão:1.5. Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes. Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0. Histórico de revisões FACSENAC ECOFROTA Documento de Projeto Lógico de Rede Versão:1.5 Data: 21/11/2013 Identificador do documento: Projeto Lógico de Redes Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0 Localização: FacSenac

Leia mais

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 09 Firewall

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 09 Firewall www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício O que é Firewall Um Firewall é um sistema para controlar o aceso às redes de computadores, desenvolvido para evitar acessos

Leia mais

Ataques e Intrusões. Invasões Trashing e Engenharia Social. Classificação de Hackers

Ataques e Intrusões. Invasões Trashing e Engenharia Social. Classificação de Hackers Ataques e Intrusões Professor André Cardia andre@andrecardia.pro.br msn: andre.cardia@gmail.com Ataques e Intrusões O termo genérico para quem realiza um ataque é Hacker. Essa generalização, tem, porém,

Leia mais

Máster: Máquina que recebe os parâmetros para o ataque e comanda os zumbis. Agente: Máquina que concretiza o ataque DoS contra uma ou mais vítimas.

Máster: Máquina que recebe os parâmetros para o ataque e comanda os zumbis. Agente: Máquina que concretiza o ataque DoS contra uma ou mais vítimas. O que é DoS e DDoS Na Internet a comunicação é feita através de fluxo de pacotes de dados. Mas o que acontece quando uma máquina emissora envia mais dados do que a maquina destino consegue lidar? A máquina

Leia mais

IV Workshop POP-RS / Rede Tche

IV Workshop POP-RS / Rede Tche IV Workshop POP-RS / Rede Tche Serviços e Segurança na Rede Tchê POP-RS/CERT-RS César Loureiro Porto Alegre, novembro de 2012 Agenda I Apresentação do CERT-RS Honeypots Incidentes reportados ao CERT-RS

Leia mais

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 04 Tipos de Ataques

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 04 Tipos de Ataques Ataque de Dicionário www.projetoderedes.com.br Trata-se de um ataque baseado em senhas que consiste na cifragem das palavras de um dicionário e posterior comparação com os arquivos de senhas de usuários.

Leia mais

Monitoramento de Rede de Nuvens Privadas

Monitoramento de Rede de Nuvens Privadas Monitoramento de Rede de Nuvens Privadas White Paper Autores: Dirk Paessler, CEO da Paessler AG Dorte Winkler, Redatora Técnica na Paessler AG Primeira Publicação: Maio de 2011 Edição: Fevereiro de 2013

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA 1. DO OBJETO 1.1 Contratação de empresa para prestação de serviços especializados de Data Center e hospedagem de web sites (hosting) em servidores dedicados e gerenciados, disponibilizada

Leia mais

Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA

Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA DESTAQUES A infraestrutura do RSA Security Analytics Arquitetura modular para coleta distribuída Baseada em metadados para indexação, armazenamento

Leia mais

FIREWALL. Prof. Fabio de Jesus Souza. fabiojsouza@gmail.com. Professor Fabio Souza

FIREWALL. Prof. Fabio de Jesus Souza. fabiojsouza@gmail.com. Professor Fabio Souza FIREWALL Prof. Fabio de Jesus Souza fabiojsouza@gmail.com Professor Fabio Souza O que são Firewalls? Os firewalls são sistemas de segurança que podem ser baseados em: um único elemento de hardware; um

Leia mais

Segurança da Informação

Segurança da Informação Segurança da Informação Segurança e Vulnerabilidades em Aplicações Web jobona@terra.com.br Definição: Segurança Segundo o dicionário da Wikipédia, o termo segurança significa: 1. Condição ou estado de

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Switch na Camada 2: Comutação www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução A conexão entre duas portas de entrada e saída, bem como a transferência de

Leia mais

Exercícios da Parte II: Segurança da Informação Walter Cunha PSI

Exercícios da Parte II: Segurança da Informação Walter Cunha PSI Exercícios da Parte II: Segurança da Informação Walter Cunha PSI 1. (CESGRANRIO/Analista BNDES 2008) NÃO é uma boa prática de uma política de segurança: (a). difundir o cuidado com a segurança. (b). definir

Leia mais

Symantec Discovery. Controle seu software e hardware e monitore a conformidade com as licenças em toda a infra-estrutura de TI de várias plataformas

Symantec Discovery. Controle seu software e hardware e monitore a conformidade com as licenças em toda a infra-estrutura de TI de várias plataformas Symantec Discovery Controle seu software e hardware e monitore a conformidade com as licenças em toda a infra-estrutura de TI de várias plataformas VISÃO GERAL O Symantec Discovery ajuda a garantir a resiliência

Leia mais

Fundamentos de Redes de Computadores. IPv6. Prof. Claudemir

Fundamentos de Redes de Computadores. IPv6. Prof. Claudemir Fundamentos de Redes de Computadores IPv6 Prof. Claudemir Implantação do IPv6 Implantação do IPv6 Implantação do IPv6 Implantação do IPv6 RIR Regional Internet Registries (Registrador Regional de Internet)

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Design de Rede Local Design Hierárquico Este design envolve a divisão da rede em camadas discretas. Cada camada fornece funções específicas que definem sua função dentro da rede

Leia mais

3) Na configuração de rede, além do endereço IP, é necessário fornecer também uma máscara de subrede válida, conforme o exemplo:

3) Na configuração de rede, além do endereço IP, é necessário fornecer também uma máscara de subrede válida, conforme o exemplo: DIRETORIA ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA COORDENAÇÃO DOS CURSOS DA ÁREA DE INFORMÁTICA! Atividade em sala de aula. 1) A respeito de redes de computadores, protocolos TCP/IP e considerando uma rede

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE SERVIÇO DA VERISIGN 1A EDIÇÃO - 1O TRIMESTRE DE 2015

RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO DE SERVIÇO DA VERISIGN 1A EDIÇÃO - 1O TRIMESTRE DE 2015 RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO 1A EDIÇÃO - 1O TRIMESTRE DE 2015 RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DO ATAQUE DISTRIBUÍDO DE NEGAÇÃO CONTEÚDO A MAIS QUE NO 3 TENDÊNCIAS DE ATAQUE

Leia mais

Manual Vivo Sync. Manual do Usuário. Versão 1.0.0. Copyright Vivo 2013. http://vivosync.com.br

Manual Vivo Sync. Manual do Usuário. Versão 1.0.0. Copyright Vivo 2013. http://vivosync.com.br Manual do Usuário Versão 1.0.0 Copyright Vivo 2013 http://vivosync.com.br 1 1 Índice 1 Índice... 2 2 Vivo Sync... 3 2.1 Instalação do Vivo Sync... 4 3 Configuração e uso das opções Vivo Sync... 5 3.1 Contatos...

Leia mais

Belo Horizonte, 09 de Setembro de 2013. A/C Alberto. Ref. Prestação de Serviços de Internet. Prezado Alberto,

Belo Horizonte, 09 de Setembro de 2013. A/C Alberto. Ref. Prestação de Serviços de Internet. Prezado Alberto, Belo Horizonte, 09 de Setembro de 2013. A/C Alberto Ref. Prestação de Serviços de Internet Prezado Alberto, O Objeto desta proposta técnico-comercial é o fornecimento de serviços de hospedagem de sites,

Leia mais

Cinco passos para proteção avançada contra malware: uma realidade da Cisco

Cinco passos para proteção avançada contra malware: uma realidade da Cisco White paper Cinco passos para proteção avançada contra malware: uma realidade da Cisco Resumo O cenário de ameaças evoluiu consideravelmente nos últimos cinco anos, e as defesas atuais não são mais adequadas

Leia mais

Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA

Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA 2011 Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA SUMÁRIO Introdução... 4 Metodologia... 6 Resultado 1: Cibersegurança é importante para os negócios... 8 Resultado

Leia mais

Capítulo 2: Introdução às redes comutadas (configuração switch)

Capítulo 2: Introdução às redes comutadas (configuração switch) Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 2: Introdução às redes comutadas (configuração switch) Roteamento e Switching Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers

Leia mais

e Uso Abusivo da Rede

e Uso Abusivo da Rede SEGURANÇA FRAUDE TECNOLOGIA SPAM INT MALWARE PREVENÇÃO VÍRUS BANDA LARGA TROJAN PRIVACIDADE PHISHING WIRELESS SPYWARE ANTIVÍRUS WORM BLUETOOTH SC CRIPTOGRAFIA BOT SENHA ATAQUE FIREWAL BACKDOOR COOKIES

Leia mais