LINHAS DE INSTABILIDADE PRE-FRONTAIS E SUA DEPEND~NCIA DE - CONDIÇOES SINOTICAS Jose Scolar 1 Maria Assunção Faus da Silva Dias 2,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LINHAS DE INSTABILIDADE PRE-FRONTAIS E SUA DEPEND~NCIA DE - CONDIÇOES SINOTICAS Jose Scolar 1 Maria Assunção Faus da Silva Dias 2,"

Transcrição

1 LNHAS DE NSTABLDADE PRE-FRONTAS E SUA DEPEND~NCA DE - CONDÇOES SNOTCAS Jose Scolar 1 Maria Assunção Faus da Silva Dias 2, 1- Prof. Auxiliar de Ensino - nst. Astronom. e Geofisico da USP 2- Ph. D, Pr of. As s i st. Dou t or, nst. As t r onom. e Geof i s i co da USP DEPARTAMENTO DE METEOROLOGA AG-USP, CAXA POSTAL 30627,01000~P RESUMO Neste trabalho procuramos determinar perfis de divergência e vorticidade favoráveis para a formação de 1 inhas de instabilidade (L) na ~rea do pent~gono definido pelos pontos: São Paulo, Ri& de Janeiro, Brasllia,' Campo Grande e Cur-itiba. Dois metodos de' cã1culos f ot' am usa dos e compa r ados. O pr i me i r o cons i s t e em e xpa ni dir o cimpo dos ven~os em forma polinomial utilizando a equaçãol da superfi~ie quadrática, segundo Yanai et al (1973).A divergenl cia e vorticidade media na ~rea e calculada atraves de uma int~ gral de linha. O segundo consiste em expandir o campo dos vento~ em forma pol inomial util izando a equação da superficie plana com' a consequente aplicação do metodo dos mlnimos quadrados. Os metodos foram apl icados- para al guns casos de L paralelas: e perpendiculares a frente, e a casos de frentes semquetivessem L a ela associadas. Os perfis de diverg~ncia e vorticidad~ obtidos- por ambos_os metodos são similares. Nos casos de frente com L, nota-se fo~t~ convergência, nos nlveis mais baixos da atmosfera. Enquanto qu~ para as-frentes sem L, nota-se menor convergêncianos ntveis mais baixos da atmosfera. 1- NTRODUÇAO Sistemas de mesoescala têm sido observados no Estado de Sao Paulo atraves do radar mete~rol~gico da Fundação Educac{onal de Bauru (Calheiros 1975, 1978: Chu 1975). Em particular foram ob servadas as chamadas linhas de instabilidade pre-frontais (LPF) que frequentemente são perturbações mais intensas que a pr5pria frente. Essas linhas prê-frontais foram observadastambem em ou tras partes do mundo. Kreitzborg e Brown, 1970, em estudo da rei gião leste dos Estados Unidos, mencionam o fato de que as LPP são caracterlsticas diflceis de deduzir das observações da red~ de radiossondagens; apenas o -radar meteorol~gico e observações ho: r~rias de precipitação em superficie são capazes de dar informações necessãrias para a Tocalização desses sistemas. 88

2 Houze (1977) trabalhando com dados obtidos na fase 111 ~o GATE, concluiu que o sistema de linhas de instabilidade tropical é constituido por 1 inhas de instabil idade que vão se formando na borda dianteira do sistema e pela região da bigorna da nuvem que é a retaguarda do sistema. A linha de iflstabilidade e compo~ta de discretos centros ativos de convecção cumulonimbos chamados ele mentos da linha. Novos elementos vão se formando ã frentedo si~ tema de linhas de instabilidade, enquanto os elementos na fase matura enfraquecem e fundem-se ã retaguarda do sistema, (ormando a região da bigorna da nuvem. Cada elemento da linha tem um perl odo derapido crescimento com o topo da nuvem penetrando a tropo pausa com uma altura maxíma em torno de 17 km, decrescendo entao a uma altura em torno de 13 km, correspondente a altura da bigor na da nuvem onde os elementos da linha fundem-se no final do seu' ciclo de vida. Apesar do numero razoavel de estudos observaciorais que ~ dentificam e classificam as LPF, ainda não existem teorias com provadas sobre as razões pelas quais elas ocorrem, e as condições mais favoraveis para seu desenvolvimento. No Brasil, existem ape nas estudos isolados sobre LPF denotando a sua existência,porem não existe um sumario sobre sua freqllência, e orientação preferen, cial. - ' - o objetivo deste trabalho e identificar condições meteorolõ gicas de grande escala associadas a formação de linhas de- insta bil idade. Este estudo visa dar condições de iniciação e teste de modelos dinâmicos de sistemas meteorolõgicos de mesoescala alem de fornecer tecnicas de previsão de tais sistemas. 2- METODOLOGA A rede de estações da Força Aerea Brasileira que fazem radi ossondagens da atmosfera e relativamente esparsa. As regiões sul, sudeste e centro-oeste, têm sua atmosfera determinada por apenas 6 estações, Fig Embora sua rede seja suficiente para deter minação da es'~rutura atmosferica de grande escala, ela deixa bas tante a desejar em se tratando da detecção de sistemas de mesoes ca 1a'. Nos s o obj e t i vo é ca r a c t e r i za r a s i tua çã o s i nõt i c a at raves de alguns parâmetros fundamentais e a consequente estratificação das linhas de acordo com esses parâmetros MtTODOS PARA O CALCULO DE PARÂMETROS CNEMATCOS Neste trabalho dois métodos foram usados e comparados entre si, para o calculo de vorticidade e divergência na area de inte resse. A) nterpolação Polinomial usandb a Eq~aç~o da Superflcie Quadratica.. 89

3 As estaç6es de são Paulo, Rio de Janeiro, Bras~lia, Campo' G~ i:' nde e Cur i t i b ~ f ~ r m~ m um pe ~ t ã9 ~ no ~ Fi g. 2:!.. Se ~ do Xi' y;1 (1=1,...,5) as dlstanclas long1tud1na1s e latl1:udlna1s, respe'ct1 vamente~ relativas ao centro de gravidade de p0ntâgono. -- Seja P i (i = 1,.,5)uma variãvel de campo e5calar arbitrãrio, por exemplo,.a componente zonal do vento, observada para caàa es tação. Segunào Yanai c: al (1973) Pj ê expandido em forma polin(),' mial utilizando a equação de superflcie quadrãtica, isto e: P i = r1x i +r 2 X i Y i +r 3 Y i +r 4 X i +rsy i +r 6, (2.1) onde, rj (j =1,..,6) sao as incógnitas a serem determinadas. Na Equação (2.1), como são seis os coeficientes a serem de terminados a partir de cinco observações, ê imposta, a cond~ãó de minimização da curvatura da equação quadrâtica. Com iss~b 6~ coeficiente pode ser calculado. Dessa maneira a diverqência,li vorticidade media na ãrea do pentâgono são calculadas- atraves de" uma integral de linha a) Divergências Usando o teorema de Green, a divergência horizontal m~dia' na ãrea do pentágono e dada por: DV 1..:.;, ( 4>. Udy - ~ Vdx ) A ( 2. 2 ) onde, A ãrea do pentãgono U componente zonal do vento na periferia do pentãgono V = componente meridional do vento na periferia do pentãgono b) Vorticidade relativa Usando o teorema de Stokes, a componente,vertical da vot'tici dade relativa media.naãrea horizontal do pentãgono e dada-~por: - 1 VORT = A'( <1>' Uàx +4>' Vdy ) B) Apr ox i ma ç ã o Po1i nofol i a 1 pe 1o ~1etodo dos ~n n-rmôs Qua dr ado's ~ Quel~emos aproximar os v alores.do vento zonal e meridional ob' servados nas estações Que formam o pentagono por uma equação de superflcie plana de tat maneira que o erro cometido na aproxim.9-. ção seja o menor possivel. 90

4 A equaçao da superficie e dada por: onde, p., po r: s J a) ( i =1,..,5) (j=1,...,3) Divergências (2.4) e uma variável de campo escalar arbitrária são as incógnitas a serem determinadas. A divergência horizontal media na area do pentágono e da de 3U dv DV= - +- dx dy ( 2. 5 ) b) Vorticidade Relativa A componente vertical da vorticidade relativa media na área do pentágono e dada por: - dv au "VORT = dx,... dy (2.6) C) Anál~se de sensibilidade dos metodos de cálculo,a análise da sensihilidade dos metodos empregados no cãlcu lo dos valores de'divergência e de vorticidade- foi feita considera~ do-se os erros que norma imenle ocorrem em uma sondagem normal,na medida dos valores da direção e velocidade dos ventos. Para _de terminar a sensibilidade dos valores de vorticidade "e diverge~ ç.té!s,os dados meteorológicos foram processados e anal isados para o dia 22 de setembro de 1979 ~s 12 horas TMG. A evidência de formação da 1 inha de instabil idade e por vai ta das 3:00"TMG e ocorre no sul do Paraguai por volta das06:1e TMG novas nuvens cumulonimbus se formam e fundem-se assim o sis ma de linhas de instabilidade (SL), evidenciando a convecção na área. O SL se desloca em direção nordeste sobre o continente.co' mo pode ser visto pela sequência de fotografias do sat.ã, ite SMS- 2 Analisando o escoamento de grande escala nas vizinhançasdo SL, verificou-se que ele estava associado com uma onda de esca -la sinótica, e que se encontrava a corrente ascendente do cavado e a corrente descendente da crista ~s 12:00 TMG (linhas de con torno não são mostradas aqui). 91

5 2.2- SENSBLDADE A ERROS NA DREÇAO E VELOCDADE DO VENTO Propositalmente foi imposto um erro de 49 no valor da sire ção e um erro de 10% no valor da velocida~e dos ventos!:!d nlvet de 500 mb, nas estações de sondagem perifericas ao pentagono,s~ paradamente e' ambos para o pior caso. Esperamos que o pior caso para a divergência seja aquele on de aumentamos em 10% o valor do fluxo'" de massa que entra na area horizontal do pentagono e diminuimos 2m 10% o va10r do fluxo de massa que sai da area horizontal do pentagono, ou vice-versa. E o pior caso para a vorticidade seja aquele onde tentamos destruir a curvatura ciclônica ou ~nticiclonica do escoamento. O percentual de erros obtidos nos calculos dos valores da divergência e da vorticidade. para os metodos utilizados nos cal culos devido ãs incertezas nas medidas de dit'eção dos ventos estão sumarizadas nas tabelas 2.1 e 2.2. A an.alise de sensibilidade mostra que tanto o metodo dos mi. nimos quadrados quanto o de interpolação polinomial, segundo Ya nai et al (1973), não são muito sensiveis aos erros observaciona i s q ua ndo a p1 i c a dos a o pe nt ag ono. Quando é da doum e r r o de 10% no valor da velocidade dos ventos (tabela 2.1), o erro percentual no valor da vorticidade, que ê uma medida de rotação do fluido, pra. ticamente e desprezlvel. Enquanto que o erro percentua 1 no valo"r da divergência, que pode ser interpretada como fluxo de massa na area horizontal do pentagono. e de aproximadamente 30%. Por ou' tro lado,qúando o erro é de 49 na direção dosvento~tabela 2.2) produz-se um efeito oposto ao obtido anteriormente, isto e~ o er ro percentual no valor da divergência e desprezivel,. enquanto que o erro percentual no valor da vorticidade e de aproximadamente 30% PERFS CALCULADOS NOS DVERSOS SETORES DO SSTEMA r1e TEOROLLíGCO Os perfis de divergências e vorticidade na area 'horizontal dos pentagonos são mostrados nas figuras 2.3a : 2.3d. A linha co.!:. respondente ao perfil obtido pelo metoào dos minimos quadrados ~ sando a equação da superficie plana. A linha contlnua corresponde ao perfil obtido pelo metodo dos mlnimos quadrados usando d eq'ja çã o das up~ r f:r c te p1a na-. A 1i nha cont" nua ao per f i 1 obti do por interpolaçao polinomial usando a equação da superflcie quadrãtic~, s~gundo Yana i et al (1973). Para ambos os metodos os perfls sao slmula.dos, concordando em sinal e magnitude com os valores ob tidos. _Os perfis de divergência calcula~os das medidas dos vento~ na area horizontal do pentãoono formado pelos pontos Porto Ale gre,curitiba,cômpo Grande~Assunciõn e Resistência são mostrados na figura 2.3a. Para ambos os metodos notamos que existe luma pr~ 92

6 funda camada de diverg~ncia justamente â frente da,posição m~dia em altitude (linhas de geopotencial não são mostradas aqui) que favorece a alimentação e o desenvolvimento do sistema de linhas de instabilidade. A mais forte converg~ncia e da ordem de -1.5 xlo- 5 s-1, ocorre próxima a superflcie, decrescendo em valor absoluto com a altura. o.va 1o,r da mâ x i ma di verg~ nc i a ocor r e pr ox 1 mo ao n1ve 1 de 250 mb, sendo de ordem de 3.5 x 10-5s--1. A forte div~rg~ncia nos nlveis altos e consistente com o sistema convergente de superfl cie e concorda com as observações de satel i te e com o escoamento de grande escala. Yanai et al (1973) tambem derivam esse mesmo tipo de perfil para um agrupamento de nuvens na região das lhas 14arshall., O perfil de vorticidade e mostrado na figura 2.3b. A vorti cidade ciclônica predomina desde os nlveis baixos ate o nlvel ~ 4Z5 mb, e nos altos nlveis. Apenas próximo ao nlvel de não dive..!:. gencia a vorticidaoe e anticiclônica. A mâxima vorticidade ci c 1ôni c a ~ de 1,2 x 10-5 s - 1, e ocor r e p ~ ôx i ma ao n, ve 1 de 7OO mb. Um maxlmo de vorticidade anticiclônica e de 8 x 10-5s-1 e estâ em torno do nivel de 400 mb. Para que haja consist~ncia entre os perfis de diverg~ncia e,de vorticidade dever,amos ter a região de converg~ncia associada ia ~orticidade ciclônica e a região de diverg~ncia associada â vorticidade anticiclônici. Entretanto, isso não acontece para os' n,veis superiores, devido a exist~ncia de um fote cisalhamen to do vento no sentido norte-sul com'a posição do vento mais fãir te na periferia norte do pentâgono, responsâvel pela geração de vorticidade ciclônica nos altos nlveis. o perfil de diverg~ncias calculado,das medidas dos ventos na ârea horizontal do pentãgono formado pe'los pontos Rio de Janeiro, Campo-Grande, Curitiba, Brasllia e são Paulo, e mostrado na Figu ra 2.3r. Nesse caso exi:ste uma profundõ camada dediverg~ncia des de os nlveis baixos ate os mais altos nlveis. - o perfil de vorticidade e mostrado na Figura 2.3d. Nesse c~ so a vorticidade e anticiclônica em todos os niveis, o que ~ con sistente com o perfil de diverg~ncias mostrados na Figura 2.3c CONCLUSOES Os metodos de cãlculos foram aplicados a alguns casos de frentes sem que tivessem L a elas associadas, a L paralelas e a L perpendi~ulares â frente. Os perfis medios de vorticidade e divergencias calculados foram comparados entre si, e são mostra dos nas figuras 3.1 (a-f). 93

7 A figura 3.1a, mostra o perfil vertical media de divergência para os casos de frentes sem que tivessem L a elas as~ociadas. Antes da entrada da frente na área do pentágono existe divergên cias desde a superflcie ate o nlvel 680 mb aproximadamente e co~ vergência desse nlvel. Ouando a frente atinge a ãrea deinteresse ocorre uma brusca mudan~a no perfil vertical de diverg~ncia. No ta-se uma profunda camada de convergência desde os baixos n1vei~ a!e o nlvel de 680 mb aproximada~ente econvergêncja acima desse nível. Quando a frente atinqe a area de interesse ocorre brusca mudança no perfil vertical de divergência. Nota-se uma profunda camada de convergência desde os bai_xos nlveis ate o nlvel de 3OO mb a pr ox i ma da 01 e nt e e d i vergê nc i a s ac í ma de s se n1ve 1. De po i s da passagem da frente o perfil vertical de divergência volta a ser praticamente igual ao perfil inicial com divergência nos n1 veis baixos e convergência nos n1veís altos. As figuras 3.1 (a-f) -mostram a variação com o decorrer do -tempo, dos perfis verticais médios de divergência Figura{a~b,c) e vorticidade relativa Figuras (d,e,f), calculados na área horl zontal do pentágono formado pelos pontos: Rio de Jane;r~o, Bras.2 lia, Campo Grande, Curitiba i São Paulo. Em tod~s as figuras a -linha pontilhada representa o perfil vertical media antesda fre.!:!. te ou da L atingir a área do pentágono. Alinha contlnua corre2: pondente ao perfil vertical medioquando a frente ou L a!inge a á r ea do pe nt á gono. A 1 i nha t r ace j ada ê- o pe r f il vert i c a 1 med i ~ um horário de observação depois que a frente ou L atingiu a.area do pentágono. Para as figuras (b,c,e,f) a linha pontilhada- tr~ cejada corresponde ao perfil vertical medio para a frente depois que a L passou pela área do pentágono. A figura 3.1b, mostra o perfil vertical medio de divergências para os casos de L perpendiculares a frente. Antes da L. entrar na área de interesse existe uma profunda camada de diver gências nos niveis baixos, com valores bem menoresdo que os ca-=isos de frentes (Fi~uras3:1a), com o n1vel de -não diyergência~ em torno de 350 mb e convergência acima desse nlvel. Quando ~ -L atinge a ãrea do pentágono, dcorre forte convergência-pr6ximo a superf1cie, decrescendo em valor absoluto com a altura,pas sando po~ um valor pr6ximo de zero nos nlveis intermediários.~ voltando a convergir nos n1veis altos. o- balanço de m~ssa requer que acima da ãrea de convergência, tenhamos diverg~ncia. Os cã] culos de convergência vão ate 250mb devido a frequente rusênci~ de dados acima desse nlvel. Portanto, pode haver compensação di.l; conver9ências com divergências acima de 250 mb. Depois que a L passa, temos pouca convergência nos baixos n1veis com os mais fortes valores de converaência nos nlveis intermediários e divergência acima desse nlvel. Nos casos em que a frente está muito atrasada em relação a L (linha tracejada pontilhada),vol tamos a ter convergência desde os baixos nlveis ate o n1vel de 300 mb, e divergência acima desse niv-.=l, o que corresponde a eri trada da frente na área. Esse perfil tem a mesma magnitude do perfil para os casos de frentes que tivessem L associada. 94

8 A Fig. 3.1c~ mostra o perfil vertical media de divergência para os casos de L paralelas a frente. Nesse caso.ao contrãrio dos anteriores, antes da L entrar na ãrea do pentãgono, jã e xiste uma camada de fraca convergência nos n;veis baixos e uma camada de diveraência nos n;veis altos. Ouando a L atinqe a ã rea, a camada' de c0nvergência aumenta, càm altos valores-nos n; veis mais baixos decrescendo em valor absoluto com a altura, co mo requer o balanço de m~ssa existe um~ camada de forte dívergên cia acima da camada de convergência. Depois da passa~em da L temos convergência em praticamente todos os n;veis com pequenos valores próximo a superf;cie e os mais altos valores nos n;veis intermediãrios, com valores aproximadamente zero nos n;veis altos, mas essa caracter;stica aparece apenas na media e não nos casos individuais. Para os casos em que a frente estã muito a trasada em relação a L (linha tracejada-pontilhada), temos con verqência em baixos n;veis e divergência acima, com o perfil de divergência bem mais atenuado do que no caso de frentes como mostrado na Fig. 2.1a. Os perfis verticais medias de vorticidade rel~tiva são mos trados nas Figs. 3.1 (d,e,f).. No perfil vertical media para os casos de frentes sem que tivessem L associada (Fig. 3.1d), um momento antes da frente penetrar na ãrea de interesse, a vorticidade anticiclõnica predomina desde os baixos n;veis ate o n; vel de 400 mb aproximadamente,e torna-se ciclônica acima desse nivel, o que e consistente com o perfil de divergência mostrado na Fig. 3.1a. O perfil vertical media de vorticidade nos altos n;veis, par~ a frente, após a L perpendicular (linha tracejada pontilhada, Fig. 3.1e), mantem consistência com o perfil media de divergência, Fig. 3.1b. Nos demais casos, a vorticidade e anticiclônica em todos os n;veis e horãrios de observação, tan to para os casos de L perpendiculares a frente (Fig. 3.1e)quan to para casos de L paralelas a frente, Fig. 3.1f.De acordo com a teoria geostrófica, para que exista consistência entre os per fis de divergência e vorticidade deveriamôs ter a região de di~ vergência associada a vorticidade anticiclônica e convergência associada a vorticidade ciclônica. Entretanto isso não acontece~ devido a existência de um forte cisalhamento do vento nu sentido norte-sul com a posição do vento mais forte na periferia sul do pentágono, responsável pela geração de vorticidade anticiclônica. Esse resultado e similar ao obtido por Ruprecht e Gray (1976) para os agrupamentos de nuvens e áreas claras na America Central. Nota-se nas Figs. 3.1 (d,e,f) apenas uma tendência da vortici~ade aumentar ou diminuir quando existe diveraência ou convergencia respectivamente. Para os casos de frente Fig. 3.1d,an tes da entrada da frente, temos vorticidade anticiclônica nos baixos n;veis e vorticidade ciclônica nos altos n;veis. Durante a passagem dd frente a vorticidade torna-se aoticiclônica em to dos os n;veis, com valores de vorticidade bem menor do que an~ tes da entrada da frente em baixos n;veis, e com valores praticamente uma ordem de grandeza maior do que a diver9ência nos n; 95

9 veis medios e em altos nlveis. Essa tendência da vorticidade ~ mantida para os casos de L paralelas a frente Fig. ~.lf, para todos os horãrios de observação, mas não e mantida na passagem do antes para durante das L perpendiculares Fig. 3.1e. Esse ca 50 ainda está em estudo complementar. BBLOGRAFA CALHEROS, R.V., 1976: Winter instabrlity lines as detected by the Bauru C-band radar. 17th Conference on Radar Meteorology. Oct Seattle. Wash. Publicado pela American Meteorological Society. CHU, P.S., 1975: A meso-synoptic analysis of convective thunder' storms and an associated dryl ine in South-Central Brazil. 9th Conference on Se vere Local Storms, Oct' , 1975, Norman, OKLA. Publicado pela American Meteorological Society. HOUZE, jr.; P.V. HOBBS; K.R. BSVAR and W.M. DAVS, 1976a: Meso scale rainbands in extratropical cyclone~.mon.wea.rev.,104~ ROBERT A. HOUZE, Jr., 1977: Structure and dynamics of a tropical squall-line system. Mon. Wea. Rev., 105, RUPRECHT, E. and H.tL GRAY, 1976: Analysis of satellite-observed tropical cloud clusters. Tellus XXV (1976), 15, YANA, M.; S. ESBENSEN a~d JAN-HWA CHU, 1973: Determination of bulk properties of tropical cloud clusters freom large-scale heat and moisture budgets. J. Atmos. Sci., 30, ' _.. _-_ ABSTRACT _ LNHAS DE NSTABLDADE PRt-FRONTAS E SUA DEPENDtNCA DE COND COES SNÔTCAS _ n this work we tried to determine vertical profiles of di v.ergence and vorticity associeted to pre-frontal instability 11 ne (Li) formation in the area defined by the pentagon: São Pa~ lo, Rio de Janeiro, Brasllia, Campo Grande and Curitiba. Two methods of computation have been used. The first consists in a polynomial e~pansion of the wind fields using Yanai etal (197;; equation for a quadratic surface. Mean divergence and vorticity are calculated as line integrals. The second method consists in a polynomial expansion using a plane surface of a least squares fito " 96

10 lhe methods have been applied to a few cases of L.paralled and perpendicular to the front and also to fronts without L. lhe divergence and vorticity profiles obtained by both me thods are similar. For the cases of fronts with L we find strong convergence c}ose to the surface and in the lower levejs of the atmosphere. For the case of fronts ~ithout L we find weakercon vergence in lower 1evel. Bra ilia ('n~~,. A ' Cur~t ba sunc~cn s~ o Rio Paulo de Janeiro Resis tencia Porto Aegre Fig Estações de ~ltitude. 97

11 03:16 TMG TMG TMG 12:17 TMG F ig. 2.2 Sequência de imagens de satélite SMS-2. Data 22/0'9/79. 98

12 DVERGÊNCA HORZONTAL (10-6 s-l) Metodo dos Mínimos Quadrados 250 nterpolação Polinomial 300 " ~ o 500 1Cú <l <l Q) 700 H p., 850 sup Fig. 2.3a Perfil de divergência na área horizontal do pentágono formado pelos pontos: Porto Alegre, Curitiba, Campo Grande, Asuncion e Resistencia. Data - 22/09/79,Horário -12 TMG. VORTCDADE RELATVA (10-6 s-l) , / / / '- " ~ o 500 1Cú <l <l Q) 700 H p., 850 sup Fig. 2.3b - _...-_-;- oy-_-'/- "-_...,.,.-r,...-_---y- oy-_--y Perfil de vorticidade relativa na área horizontal do pentágono formado pelos pontos: Porto Alegre, Curitiba,Campo Grande,Asun ~ion e Resistencia.Data - 22/09/79,Horário -12 TMG

13 DVERGÊNCA HORZONTAL (10-6 s-l) ---nterpolação Polinomial --- Metodo dos Mínimos Quadrados '"' 400. ~ o 500 1C'd (Jl (Jl <1J p sup Fig.2.3c Perfil de divergência na área horizontal do pentágono formado pelos pontos: Rio de Janeiro, Brasilia, Campo Grande,Curitiba, e são Paulo. Data - 22/09/79, Horário -12 TMG. VORTCDADE RELATVA (10-6 s-l) '"' 400 ~ o 500 lc'd (Jl ti] Cll p.. 1 i 850 sup Fig.2.3d Perfil de vorticidade relativa na área horizontal do pentágono formado pelos pontos: Rio de J~neiro, Brasilia, Campo Grande, Curitiba e são Paulo. Data - 22/09/79, Horário -12 TMG. 100

14 ... Antes Du ran te Depois Durante a Frénte (depois dail)..-...c... E o lrtl <fl <fl (1) o.. 25~J,..,.', 1 }OO..; / '... / ~'. ~oo...,.. ".. ' 50Qj ;,';..' ; lo :~. 700 n' '\.\" r.~ SS)., :;> j y SUl' Li.,,;'", -/() -5 C; '10 (a) ~ < L:.\ (b).-..""'.-.-"..-._.-.-..~ ( l, t ';:: " ' "- li,/ : _o: lo -5 " (C) O... /!50", 300 ~ ~ ~oo 1... SOQ _" o l~ 700 <fl (1) - o.. $SO Sul> l 1 -!; ' \,li,.. ~.. /,' -5..," lo..,,;#'...-;:; (d)... ' ',:. ~ ,...:", --" ,--,.._.J: / ~;'.,,:, C. -s,,..// \ r" 1 <....t" \. "J.:......,......,..:< ~ '..., /' '..>... ~\/ \S~~-,, 'i i" i t. 4.. 'Q (e) k /\-l(' '. \.... lo, \,~... -.~....-"'-r-...",./,;,' e,. ~ ".~ l V " -..,,", (:. -10 i,f ' ' -s ~ s (f) Ü \..~ _.Ç,i.~.3.t Perfis verticais méd.ios de divergência (10-6 s-l), figuras (a, b e c) e vorticidade relativa (10-6 s-l), figuras (d, e, f), na área horizontal do pentágono, usando a equação da superffcie quadrática, para os t~sos de : Frentes (a,d); linh~s de nstabilidade perpendiculares ~ frente. (b,e) e linhas de instabi lida de paralelas à frente (c,f).

15 Tabela 2.1-Erro de 10% na medida da velocrdade dos ventos. - D nterpolação Polinomial V (Equação da superfície quadrática) E % R G Ê Metodo dos Mínimos Quadrados N (Equação da superfície plana) % C A V O R T C D A D E nterpolação Polinomial ( Equação da superfície quadrática) 2 % Metodo dos Mínimos Quadrados (Equação ria superfície plana) 2 %... ~ ~--... Tabela 2.2- Erro de 4 0 na direção dos ve;tos. D nterpolação Polinomial V (Equação da superfície quadrática) E.. 3% R G Ê Metodo dos Mílimos Quadrados N (Equação da superfície plana).... 5% C A - V / O R nterpolação Polinomial T (Equação da superfície quadrática) 30 % C Metodo dos,mínimos Quadrados D (Equação da superfície plana) % A D - E 'í ~--_.. -

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO 1. RESULTADOS QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO 1.1- QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO: AMOSTRA REFERENTE AS

Leia mais

Análise das condições atmosféricas durante evento extremo em Porto Alegre - RS

Análise das condições atmosféricas durante evento extremo em Porto Alegre - RS Análise das condições atmosféricas durante evento extremo em Porto Alegre - RS Madson T. Silva 1, Vicente de P.R da Silva 2, Julliana L. M. Freire 3, Enilson P. Cavalcanti 4 1 Doutorando em Meteorologia,

Leia mais

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário Capítulo 10 Controle Orçamentário Essa etapa acon te ce após a exe cu ção das tran sa ções dos even tos eco nô mi cos pre vis - tos no plano orça men tá rio. Não se con ce be um plano orça men tá rio sem

Leia mais

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DA ENERGIA CINÉTICA ASSOCIADA A ATUAÇÃO DE UM VÓRTICE CICLÔNICO SOBRE A REGIÃO NORDESTE DO BRASIL

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DA ENERGIA CINÉTICA ASSOCIADA A ATUAÇÃO DE UM VÓRTICE CICLÔNICO SOBRE A REGIÃO NORDESTE DO BRASIL ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DA ENERGIA CINÉTICA ASSOCIADA A ATUAÇÃO DE UM VÓRTICE CICLÔNICO SOBRE A REGIÃO NORDESTE DO BRASIL Raimundo Jaildo dos Anjos Instituto Nacional de Meteorologia INMET raimundo@inmet.gov.br

Leia mais

Análise de um cavado móvel no sul da América do Sul através da ACE (Aceleração Centrípeta Euleriana)

Análise de um cavado móvel no sul da América do Sul através da ACE (Aceleração Centrípeta Euleriana) Análise de um cavado móvel no sul da América do Sul através da ACE (Aceleração Centrípeta Euleriana) Alice dos Santos Macedo; Bianca Buss Maske; Roseli Gueths Gomes Faculdade de Meteorologia/ Universidade

Leia mais

Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação

Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação Glauber Lopes Mariano Departamento de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas E-mail: glauber.mariano@ufpel.edu.br

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009 FGV 010/1-13.1.009 VESTIBULAR FGV 010 DEZEMBRO 009 MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A PROVA DE MATEMÁTICA QUESTÃO 1 (Prova: Tipo B Resposta E; Tipo C Resposta C; Tipo D Resposta A) O gráfico abaio fornece o

Leia mais

Análise sinótica associada a ocorrência de chuvas anômalas no Estado de SC durante o inverno de 2011

Análise sinótica associada a ocorrência de chuvas anômalas no Estado de SC durante o inverno de 2011 Análise sinótica associada a ocorrência de chuvas anômalas no Estado de SC durante o inverno de 2011 1. Introdução O inverno de 2011 foi marcado por excessos de chuva na Região Sul do país que, por sua

Leia mais

1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram. na América do Sul a norte do paralelo 40S no mês de julho de 2013

1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram. na América do Sul a norte do paralelo 40S no mês de julho de 2013 1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram na América do Sul a norte do paralelo 40S no mês de julho de 2013 O mês de julho foi caracterizado pela presença de sete sistemas frontais,

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

Sistema de Previsão Imediata de Ocorrência de Tempestades para Apoio a Tomada de Decisão na Distribuição e Manutenção da Rede Elétrica

Sistema de Previsão Imediata de Ocorrência de Tempestades para Apoio a Tomada de Decisão na Distribuição e Manutenção da Rede Elétrica Sistema de Previsão Imediata de Ocorrência de Tempestades para Apoio a Tomada de Decisão na Distribuição e Manutenção da Rede Elétrica RESUMO: Este documento apresenta um método de previsão a curto prazo

Leia mais

MECANISMOS FÍSICOS EM MÊS EXTREMO CHUVOSO NA CIDADE DE PETROLINA. PARTE 3: CARACTERÍSTICAS TERMODINÂMICAS E DO VENTO

MECANISMOS FÍSICOS EM MÊS EXTREMO CHUVOSO NA CIDADE DE PETROLINA. PARTE 3: CARACTERÍSTICAS TERMODINÂMICAS E DO VENTO MECANISMOS FÍSICOS EM MÊS EXTREMO CHUVOSO NA CIDADE DE PETROLINA. PARTE 3: CARACTERÍSTICAS TERMODINÂMICAS E DO VENTO Roberta Everllyn Pereira Ribeiro 1, Maria Regina da Silva Aragão 2, Jaqueline Núbia

Leia mais

AMBIENTE SINÓTICO DE UM CCM OCORRIDO ENTRE OS DIAS 10 E 11 DE JANEIRO DE 2006 NO RS

AMBIENTE SINÓTICO DE UM CCM OCORRIDO ENTRE OS DIAS 10 E 11 DE JANEIRO DE 2006 NO RS AMBIENTE SINÓTICO DE UM CCM OCORRIDO ENTRE OS DIAS 10 E 11 DE JANEIRO DE 2006 NO RS Vanderlei R. de Vargas Jr. 1, Cláudia R. J.de Campos 1, Gustavo Rasera 1, Cristiano W. Eichholz 1 1 Universidade Federal

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE METEOROLOGIA

NOÇÕES BÁSICAS DE METEOROLOGIA NOÇÕES BÁSICAS DE METEOROLOGIA O objetivo principal deste documento é fornecer conhecimentos básicos de meteorologia prática para a interpretação dos principais sistemas meteorológicos que atingem boa

Leia mais

TELECONEXÕES E O PAPEL DAS CIRCULAÇÕES EM VÁRIOS NÍVEIS NO IMPACTO DE EL NIÑO SOBRE O BRASIL NA PRIMAVERA

TELECONEXÕES E O PAPEL DAS CIRCULAÇÕES EM VÁRIOS NÍVEIS NO IMPACTO DE EL NIÑO SOBRE O BRASIL NA PRIMAVERA TELECONEXÕES E O PAPEL DAS CIRCULAÇÕES EM VÁRIOS NÍVEIS NO IMPACTO DE EL NIÑO SOBRE O BRASIL NA PRIMAVERA Alice M. Grimm Grupo de Meteorologia, Departamento de Física, Universidade Federal do Paraná, Curitiba,

Leia mais

SIMULAÇÃO NUMÉRICA DO CICLO DE VIDA DE UMA CÉLULA CONVECTIVA PROFUNDA E A PARAMETRIZAÇÃO DE MICROFÍSICA DE NUVENS DE LIN NO MODELO ARPS

SIMULAÇÃO NUMÉRICA DO CICLO DE VIDA DE UMA CÉLULA CONVECTIVA PROFUNDA E A PARAMETRIZAÇÃO DE MICROFÍSICA DE NUVENS DE LIN NO MODELO ARPS SIMULAÇÃO NUMÉRICA DO CICLO DE VIDA DE UMA CÉLULA CONVECTIVA PROFUNDA E A PARAMETRIZAÇÃO DE MICROFÍSICA DE NUVENS DE LIN NO MODELO ARPS Ricardo Hallak 1 Augusto José Pereira Filho 1 Adilson Wagner Gandú

Leia mais

CICLONE EXTRATROPICAL MAIS INTENSO DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS PROVOCA ESTRAGOS NO RIO GRANDE DO SUL E NO URUGUAI

CICLONE EXTRATROPICAL MAIS INTENSO DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS PROVOCA ESTRAGOS NO RIO GRANDE DO SUL E NO URUGUAI CICLONE EXTRATROPICAL MAIS INTENSO DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS PROVOCA ESTRAGOS NO RIO GRANDE DO SUL E NO URUGUAI Entre os dias 22 e 23 de outubro de 2012 o processo de formação de um ciclone extratropical

Leia mais

A INFLUÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FISIOGRÁFICAS NO LESTE DO NORDESTE DO BRASIL UTILIZANDO O MODELO RAMS

A INFLUÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FISIOGRÁFICAS NO LESTE DO NORDESTE DO BRASIL UTILIZANDO O MODELO RAMS A INFLUÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FISIOGRÁFICAS NO LESTE DO NORDESTE DO BRASIL UTILIZANDO O MODELO RAMS Dirceu Luís Herdies* Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos CPTEC-INPE Rodovia Presidente

Leia mais

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009 MATEMÁTICA 1. O transporte de carga ao porto de Santos é feito por meio de rodovias, ferrovias e dutovias. A tabela abaixo for ne ce al guns da dos re la ti vos ao trans por te ao por to no pri me i ro

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

VISUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL DE SISTEMAS FRONTAIS: ANÁLISE DO DIA 24 DE AGOSTO DE 2005.

VISUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL DE SISTEMAS FRONTAIS: ANÁLISE DO DIA 24 DE AGOSTO DE 2005. VISUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL DE SISTEMAS FRONTAIS: ANÁLISE DO DIA 24 DE AGOSTO DE 2005. Aline Fernanda Czarnobai 1 Daniel Augusto de Abreu Combat 2 Jorge Bortolotto 3 Rafaelle Fraga de Santis 4 Carlos Eduardo

Leia mais

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 D A T A D E A B E R T U R A : 2 9 d e d e z e m b r o d e 2 0 1 0 H O R Á R I O : 9:0 0 h o r a s L O C A L D A S E S S Ã O P Ú B L I C A: S a l a d a C P L/

Leia mais

Acumulados significativos de chuva provocam deslizamentos e prejuízos em cidades da faixa litorânea entre SP e RJ no dia 24 de abril de 2014.

Acumulados significativos de chuva provocam deslizamentos e prejuízos em cidades da faixa litorânea entre SP e RJ no dia 24 de abril de 2014. Acumulados significativos de chuva provocam deslizamentos e prejuízos em cidades da faixa litorânea entre SP e RJ no dia 24 de abril de 2014. Ao longo de toda a quinta-quinta (24/04) a intensa convergência

Leia mais

CONTRIBUICõES DOS DISTúRBIOS TEMPORAIS E ESPACIAIS NO DIAGNóSTICO DA ESTRUTURA FISICA DA ATMOSFERA DURANTE O PERIODO DE

CONTRIBUICõES DOS DISTúRBIOS TEMPORAIS E ESPACIAIS NO DIAGNóSTICO DA ESTRUTURA FISICA DA ATMOSFERA DURANTE O PERIODO DE 420 CONTRIBUICõES DOS DISTúRBIOS TEMPORAIS E ESPACIAIS NO DIAGNóSTICO DA ESTRUTURA FISICA DA ATMOSFERA DURANTE O PERIODO Valdo CHUVAS DE INTENSAS da Silva Marques Elza Correia Sucharov Cibele Gonçalves

Leia mais

Análise Termodinâmica de Santarém Durante o Experimento BARCA

Análise Termodinâmica de Santarém Durante o Experimento BARCA Análise Termodinâmica de Santarém Durante o Experimento BARCA MARCELA MACHADO POMPEU (1),FABRÍCIO MARTINS (2) MARIA AURORA SANTOS DA MOTA (3) MARIA ISABEL VITORINO (3) (1) Estudante de Pós Graduação em

Leia mais

MODELOS ESTATÍSTICOS DE QUANTIFICAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO ASSOCIADA AS PASSAGENS FRONTAIS NO RIO GRANDE DO SUL. por

MODELOS ESTATÍSTICOS DE QUANTIFICAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO ASSOCIADA AS PASSAGENS FRONTAIS NO RIO GRANDE DO SUL. por 503 MODELOS ESTATÍSTICOS DE QUANTIFICAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO ASSOCIADA AS PASSAGENS FRONTAIS NO RIO GRANDE DO SUL por Emma Giada Matschinski e Prakki Satyamurty CPTEC - Instituto de Pesquisas Espaciais -

Leia mais

Análise do Movimento vertical na América do Sul utilizando divergência do Vetor Q

Análise do Movimento vertical na América do Sul utilizando divergência do Vetor Q Análise do Movimento vertical na América do Sul utilizando divergência do Vetor Q Cristina Schultz, Thalyta Soares dos Santos, Rômulo Augusto Jucá Oliveira, Bruna Barbosa Silveira Instituto Nacional de

Leia mais

Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a precipitação no Sul do Brasil

Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a precipitação no Sul do Brasil Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a precipitação no Sul do Brasil Luiz Carlos Salgueiro Donato Bacelar¹; Júlio Renato Marques ² ¹Aluno graduando,

Leia mais

COBERTURA DE NUVENS OBSERVADA EM NATAL (RN) E ALCÂNTARA (MA) 1993 a 2005 Flávio Conceição Antonio 1,2

COBERTURA DE NUVENS OBSERVADA EM NATAL (RN) E ALCÂNTARA (MA) 1993 a 2005 Flávio Conceição Antonio 1,2 COBERTURA DE NUVENS OBSERVADA EM NATAL (RN) E ALCÂNTARA (MA) 1993 a Flávio Conceição Antonio 1,2 RESUMO - Este trabalho mostra a climatologia da nebulosidade sobre as localidades de Natal (estado do Rio

Leia mais

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002 ESTUDO DE CASO - TEMPESTADE NA AMAZÕNIA BRASILEIRA Mamedes L. Melo 1, André L. de Moura, Flávia Lacerda, Ligia R. Bernardet, Reinaldo B. da Silveira Instituto Nacional de Meteorologia INMET RESUMO No dia

Leia mais

ANÁLISE DE PICOS SECUNDÁRIOS NA CONCENTRAÇÃO DE OZÔNIO EM SUPERFÍCIE SOBRE A REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

ANÁLISE DE PICOS SECUNDÁRIOS NA CONCENTRAÇÃO DE OZÔNIO EM SUPERFÍCIE SOBRE A REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO ANÁLISE DE PICOS SECUNDÁRIOS NA CONCENTRAÇÃO DE OZÔNIO EM SUPERFÍCIE SOBRE A REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO 1 Helena Turon Balbino, 2 Edmilson Dias de Freitas RESUMO: Neste trabalho são analisados máximos

Leia mais

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to.

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. GASTRONOMIA Instruções Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. Res pe i te mar gens e en tra das de pa rá gra fo. Use as in for ma ções

Leia mais

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades PNV 289 Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades Orides Bernardino São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

ESTUDO DE CASO DE UM EVENTO DE WALL CLOUD OCORRIDO EM VINHEDO-SP RESUMO

ESTUDO DE CASO DE UM EVENTO DE WALL CLOUD OCORRIDO EM VINHEDO-SP RESUMO ESTUDO DE CASO DE UM EVENTO DE WALL CLOUD OCORRIDO EM VINHEDO-SP Caroline R. Mazzoli da Rocha 1, Patricia V. Waldheim 1, Vanessa S. B. Carvalho 2, Wallace Menezes 3 RESUMO O estudo apresenta uma avaliação

Leia mais

TEMA 6 CIRCULAÇÃO GERAL DA ATMOSFERA

TEMA 6 CIRCULAÇÃO GERAL DA ATMOSFERA TEMA 6 CIRCULAÇÃO GERAL DA ATMOSFERA Como já foi visto no estudo dos movimentos atmosféricos, a distribuição dos ventos na superfície deve ser aproximadamente as das Figuras da página seguinte. Os ventos

Leia mais

ANÁLISE DE UM CASO DE CHUVA INTENSA NO SERTÃO ALAGOANO NO DIA 19 DE JANEIRO DE 2013

ANÁLISE DE UM CASO DE CHUVA INTENSA NO SERTÃO ALAGOANO NO DIA 19 DE JANEIRO DE 2013 ANÁLISE DE UM CASO DE CHUVA INTENSA NO SERTÃO ALAGOANO NO DIA 19 DE JANEIRO DE 2013 Ricardo Antonio Mollmann Junior 1, Natalia Parisotto Sinhori 1, Yasmin Uchôa da Silva 1, Heliofábio Barros Gomes¹, Rosiberto

Leia mais

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA sumário executivo w w w. v o c e s a. c o m. b r w w w. e x a m e. c o m. b r melhores empresas para você trabalhar São Pau lo, setembro de 2010. Pre za do(a) Sr(a)., SEFAZ BAHIA Em pri mei ro lu gar,

Leia mais

ESTUDO SINOTICO DE UM EVENTO EXTREMO EM 2012 NA CIDADE DE RIO GRANDE RS

ESTUDO SINOTICO DE UM EVENTO EXTREMO EM 2012 NA CIDADE DE RIO GRANDE RS ESTUDO SINOTICO DE UM EVENTO EXTREMO EM 2012 NA CIDADE DE RIO GRANDE RS Dejanira Ferreira Braz¹ 1Universidade Federal de Pelotas UFPel/Faculdade de Meteorologia Caixa Postal 354-96.001-970 - Pelotas-RS,

Leia mais

Eny da Rosa Barboza Natalia Fedorova Universidade Federal de Pelotas Centro de Pesquisas Meteorológicas natalia@cpmet.ufpel.tche.

Eny da Rosa Barboza Natalia Fedorova Universidade Federal de Pelotas Centro de Pesquisas Meteorológicas natalia@cpmet.ufpel.tche. ASSOCIAÇÕES ENTRE A CORRENTE DE JATO SUBTROPICAL E COMPLEXOS CONVECTIVOS DE MESOESCALA PARTE I: A INFLUÊNCIA DA CORRENTE DE JATO SUBTROPICAL NO DESENVOLVIMENTO DE COMPLEXOS CONVECTIVOS DE MESOESCALA Eny

Leia mais

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 Comentário da Redação Nes te ano, a pro va de Re da ção da Uni camp foi ex ce len te. Em pri me i ro lu gar, pelo res pe i to ao for ma to tra di ci o nal

Leia mais

CARACTERÍSTICAS CLIMÁTICAS DOS SISTEMAS FRONTAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO. Guilherme Santini Dametto¹ e Rosmeri Porfírio da Rocha²

CARACTERÍSTICAS CLIMÁTICAS DOS SISTEMAS FRONTAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO. Guilherme Santini Dametto¹ e Rosmeri Porfírio da Rocha² CARACTERÍSTICAS CLIMÁTICAS DOS SISTEMAS FRONTAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO Guilherme Santini Dametto¹ e Rosmeri Porfírio da Rocha² PALAVRAS CHAVES: Climatologia; frente fria; sistemas frontais; sinótica;

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

Resumo. Abstract. 1. Introdução

Resumo. Abstract. 1. Introdução Contribuições da Região Amazônica e do Oceano Atlântico nas chuvas intensas de Janeiro de 2004 sobre a Região Nordeste do Brasil Raimundo Jaildo dos Anjos Instituto Nacional de Meteorologia raimundo.anjos@inmet.gov.br

Leia mais

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS DOS DIAS 04 a 09 DE JANEIRO DE 2011 ASSOCIADOS A PANCADAS DE CHUVA EM SANTA MARIA-RS

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS DOS DIAS 04 a 09 DE JANEIRO DE 2011 ASSOCIADOS A PANCADAS DE CHUVA EM SANTA MARIA-RS ANÁLISE DAS CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS DOS DIAS 04 a 09 DE JANEIRO DE 2011 ASSOCIADOS A PANCADAS DE CHUVA EM SANTA MARIA-RS Mauricio Ilha de Oliveira 1 Daiane de Vargas Brondani¹ Ernani de Lima Nascimento²

Leia mais

Atmosfera e o Clima. Clique Professor. Ensino Médio

Atmosfera e o Clima. Clique Professor. Ensino Médio Atmosfera e o Clima A primeira camada da atmosfera a partir do solo é a troposfera varia entre 10 e 20 km. É nessa camada que ocorrem os fenômenos climáticos. Aquecimento da atmosfera O albedo terrestre

Leia mais

PARÂMETROS TÍPICOS PARA A OCORRÊNCIA DE NEVOEIRO DE RADIAÇÃO. Parte II: CARACTERÍSTICAS DO PERFIL VERTICAL. DURAÇÃO DO NEVOEIRO

PARÂMETROS TÍPICOS PARA A OCORRÊNCIA DE NEVOEIRO DE RADIAÇÃO. Parte II: CARACTERÍSTICAS DO PERFIL VERTICAL. DURAÇÃO DO NEVOEIRO PARÂMETROS TÍPICOS PARA A OCORRÊNCIA DE NEVOEIRO DE RADIAÇÃO. Parte II: CARACTERÍSTICAS DO PERFIL VERTICAL. DURAÇÃO DO NEVOEIRO Abstract Everson Dal Piva* everson@cpmet.ufpel.tche.br Natalia Fedorova natalia@cpmet.ufpel.tche.br

Leia mais

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS João Pedro Cordeiro Resumo O presente artigo versa sobre as práticas de gestão de recursos humanos pelas empresas, e mais especificamente

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010 da Unicamp 010 ª fase - Física 1.01.010 UNICAMP 010 - FÍSICA Esta prova aborda fenômenos físicos em situações do cotidiano, em experimentos científicos e em avanços tecnológicos da humanidade. Em algumas

Leia mais

BALANÇO DE ENERGIA NA AMAZÔNIA: A IMPORTÂNCIA DO ARMAZENAMENTO DE ENERGIA Luiz Augusto Toledo Machado Centro Técnico Aeroespacial-Instituto de

BALANÇO DE ENERGIA NA AMAZÔNIA: A IMPORTÂNCIA DO ARMAZENAMENTO DE ENERGIA Luiz Augusto Toledo Machado Centro Técnico Aeroespacial-Instituto de BALANÇO DE ENERGIA NA AMAZÔNIA: A IMPORTÂNCIA DO ARMAZENAMENTO DE ENERGIA Luiz Augusto Toledo Machado Centro Técnico Aeroespacial-Instituto de Aeronáutica e Espaço-Divisão de Ciências Atmosféricas CTA/IAE/ACA

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DE EPISÓDIOS DE RAJADAS DE VENTO NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SALVADOR

CARACTERÍSTICAS DE EPISÓDIOS DE RAJADAS DE VENTO NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SALVADOR CARACTERÍSTICAS DE EPISÓDIOS DE RAJADAS DE VENTO NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SALVADOR Alexsandra Barbosa Silva 13, Maria Regina da Silva Aragão¹, Magaly de Fatima Correia¹, Pollyanna Kelly de Oliveira

Leia mais

Ainda há Tempo, Volta

Ainda há Tempo, Volta Ainda há empo, Volta Letra e Música: Diogo Marques oprano ontralto Intro Envolvente (q = 60) enor aixo Piano Ó Œ. R.. F m7 2 A b 2 E b.. 2 Ó Œ É 2 Ó Œ F m7 2.. 2 2 A b 2 2 Ainda há empo, Volta Estrofe

Leia mais

TEMA 3: Qual é o papel do desmatamento nas mudanças climáticas?

TEMA 3: Qual é o papel do desmatamento nas mudanças climáticas? INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) Concurso Público - NÍVEL SUPERIOR CARGO: Tecnologista da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico Classe: Tecnologista Junior Padrão I (TJ17) CADERNO DE

Leia mais

Características do Transporte de Umidade de Grande Escala na América do Sul ao Longo do Ano Josefina Moraes Arraut 1, Carlos Nobre 1

Características do Transporte de Umidade de Grande Escala na América do Sul ao Longo do Ano Josefina Moraes Arraut 1, Carlos Nobre 1 Características do Transporte de Umidade de Grande Escala na América do Sul ao Longo do Ano Josefina Moraes Arraut 1, Carlos Nobre 1 1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE Av. dos Astronautas,

Leia mais

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing White Paper Boas Práticas de E-mail Marketing Saiba como alguns cuidados simples podem melhorar os resultados de suas campanhas de e-mail marketing Para garantir a qualidade no mix de comunicação atual,

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

CLIMA I. Fig. 8.1 - Circulação global numa Terra sem rotação (Hadley)

CLIMA I. Fig. 8.1 - Circulação global numa Terra sem rotação (Hadley) CAPÍTULO 8 CIRCULAÇÃO ATMOSFÉRICA 1 CLIMA I 8.1 CIRCULAÇÃO GLOBAL IDEALIZADA Nosso conhecimento dos ventos globais provém dos regimes observados de pressão e vento e de estudos teóricos de movimento dos

Leia mais

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a E M P R IM E I R A MÃO T h e O i ta v os é o e x c lu s i v o h o te l d e 5 e s tre la s q u e co m p le t a e v a l ori za a ofe rta d a Q u i n ta d a M a ri n h a, co n s olid a n d o -a c om o d e

Leia mais

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA Rosário Mauritti Resumo Este artigo começa por analisar a influência das origens sociais nas trajectórias de

Leia mais

Uso de sensoriamento remoto para análise de uma linha de instabilidade: Estudo de caso ocorrido no Rio Grande do Sul

Uso de sensoriamento remoto para análise de uma linha de instabilidade: Estudo de caso ocorrido no Rio Grande do Sul Anais XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR, Curitiba, PR, Brasil, 30 de abril a 05 de maio de 2011, INPE p.2150 Uso de sensoriamento remoto para análise de uma linha de instabilidade:

Leia mais

VARIABILIDADE DO VENTO NA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO DURANTE A OCORRÊNCIA DA ZCAS

VARIABILIDADE DO VENTO NA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO DURANTE A OCORRÊNCIA DA ZCAS VARIABILIDADE DO VENTO NA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO DURANTE A OCORRÊNCIA DA ZCAS De Fonseca da Silva e José Ivaldo B. Brito 2 RESUMO A intensidade e direção do vento são variáveis de grande interesse

Leia mais

O episódio de tempo severo de 7 de setembro de 2009 nos contextos sinótico e climatológico.

O episódio de tempo severo de 7 de setembro de 2009 nos contextos sinótico e climatológico. O episódio de tempo severo de 7 de setembro de 2009 nos contextos sinótico e climatológico. Ernani L. Nascimento 1, Vagner Anabor 1, Marilei Foss 1, Everson Dal Piva 1. 1 Grupo de Modelagem Atmosférica,

Leia mais

Bloqueio atmosférico provoca enchentes no Estado de Santa Catarina(SC)

Bloqueio atmosférico provoca enchentes no Estado de Santa Catarina(SC) Bloqueio atmosférico provoca enchentes no Estado de Santa Catarina(SC) Várias cidades da faixa litorânea do Estado de Santa Catarina (SC) foram castigadas por intensas chuvas anômalas ocorridas durante

Leia mais

ATUAÇÃO DO VÓRTICE CICLÔNICO DE ALTOS NÍVEIS SOBRE O NORDESTE DO BRASIL NO MÊS DE JANEIRO NOS ANOS DE 2004 E 2006.

ATUAÇÃO DO VÓRTICE CICLÔNICO DE ALTOS NÍVEIS SOBRE O NORDESTE DO BRASIL NO MÊS DE JANEIRO NOS ANOS DE 2004 E 2006. ATUAÇÃO DO VÓRTICE CICLÔNICO DE ALTOS NÍVEIS SOBRE O NORDESTE DO BRASIL NO MÊS DE JANEIRO NOS ANOS DE 2004 E 2006. Maria Marle Bandeira 1 & Ewerton Cleudson de Sousa Melo 2 RESUMO Foram utilizados dados

Leia mais

A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO EM OCEANOGRAFIA

A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO EM OCEANOGRAFIA A EQUAÇÃO DO MOVIMENTO EM OCEANOGRAFIA Escrever a equação do movimento corresponde a escrever a 2ª Lei de Newton (F = ma) numa forma que possa ser aplicada à oceanografia. Esta Lei diz-nos que como resultado

Leia mais

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março. Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março

Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março. Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Física e Química A Prova Escrita

Leia mais

Si Mesmo. Logosófica. Carlos Bernardo González Pecotche. Editora RAUMSOL

Si Mesmo. Logosófica. Carlos Bernardo González Pecotche. Editora RAUMSOL Carlos Bernardo González Pecotche RAUMSOL A Herança de Si Mesmo Editora Logosófica A HerAnçA de Si Mesmo Ao publicar o presente tra balho, o autor levou em conta a repercussão que ele pode alcançar no

Leia mais

Classificação Periódica dos Elementos

Classificação Periódica dos Elementos Classificação Periódica dos Elementos 1 2 3 1 Massa atômica relativa. A incerteza no último dígito é 1, exceto quando indicado entre parênteses. Os valores com * referemse Número Atômico 18 ao isótopo

Leia mais

Métodos de Modelagem Numérica

Métodos de Modelagem Numérica Disciplina: Métodos de Modelagem Numérica Enilson Palmeira Cavalcanti enilson@dca.ufcg.edu.br Universidade Federal de Campina Grande Centro de Tecnologia e Recursos Naturais Unidade Acadêmica de Ciências

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT

Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais -INPE Centro Regional do Nordeste CRN (II Simpósio de C&T de Natal) Manoel Jozeane Mafra de Carvalho Localizando o CRN

Leia mais

PLANIMETRIA. Laboratório de Topografia e Cartografia - CTUFES

PLANIMETRIA. Laboratório de Topografia e Cartografia - CTUFES PLANIMETRIA Medidas Lineares DV DH Distância Horizontal (DH): é a distância medida entre dois pontos, no plano horizontal. Este plano pode, conforme indicado na figura, passar tanto pelo ponto A, quanto

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010 UNICAMP 2010 - GEOGRAFIA 13. Ob serve o gráfico abaixo e responda às questões: a) Indi que a(s) re gião(ões) do glo bo com ta xa de es pe ran ça de vi da ao nas cer in fe ri or à mé dia mun di al, nos

Leia mais

EMPREGO DE MODELAGEM NUMÉRICA PARA ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NO ESTADO DO CEARÁ

EMPREGO DE MODELAGEM NUMÉRICA PARA ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NO ESTADO DO CEARÁ EMPREGO DE MODELAGEM NUMÉRICA PARA ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NO ESTADO DO CEARÁ Francisco José Lopes de Lima 1,2, Fernando Ramos Martins 1, Jerfferson Souza, 1 Enio Bueno Pereira 1 1 Instituto Nacional

Leia mais

PADRÃO SINÓTICO ATUANTE DURANTE O EVENTO DE PICO NA ESPESSURA ÓPTICA DE AEROSSÓIS SOBRE O OBSERVATÓRIO ESPACIAL DO SUL NO DIA 06 DE SETEMBRO DE 2007.

PADRÃO SINÓTICO ATUANTE DURANTE O EVENTO DE PICO NA ESPESSURA ÓPTICA DE AEROSSÓIS SOBRE O OBSERVATÓRIO ESPACIAL DO SUL NO DIA 06 DE SETEMBRO DE 2007. PADRÃO SINÓTICO ATUANTE DURANTE O EVENTO DE PICO NA ESPESSURA ÓPTICA DE AEROSSÓIS SOBRE O OBSERVATÓRIO ESPACIAL DO SUL NO DIA 06 DE SETEMBRO DE 2007. LUCAS V. PERES 1, ELENICE KALL 2, DAMARIS K. PINHEIRO

Leia mais

CLIMATOLOGIA SINÓTICA DE EVENTOS EXTREMOS DE CHUVA NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO

CLIMATOLOGIA SINÓTICA DE EVENTOS EXTREMOS DE CHUVA NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO CLIMATOLOGIA SINÓTICA DE EVENTOS EXTREMOS DE CHUVA NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO Carlos R. W. Moura 1, Gustavo C. J. Escobar 1 1 Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos CPTEC/INPE

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

Estudo de Caso : Configuração da Atmosfera na Ocorrência de Baixo Índice da Umidade Relativa do Ar no Centro-Oeste do Brasil

Estudo de Caso : Configuração da Atmosfera na Ocorrência de Baixo Índice da Umidade Relativa do Ar no Centro-Oeste do Brasil Estudo de Caso : Configuração da Atmosfera na Ocorrência de Baixo Índice da Umidade Relativa do Ar no Centro-Oeste do Brasil 1 Elizabete Alves Ferreira, Mamedes Luiz Melo 1, Josefa Morgana Viturino de

Leia mais

Massas de Ar e Frentes

Massas de Ar e Frentes Massas de Ar e Frentes Propriedades das Massas de Ar Massas de Ar adquirem as propriedades da superfície subjacente As massas de ar são classificadas de acordo com seu local de origem Características

Leia mais

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média KEITH CAMERON SMITH As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média Prefácio Por que es cre vi es te livro? Três mo ti vos me le va ram a es cre ver es te li vro. O pri - meiro foi a

Leia mais

PADRÕES SINÓTICOS ASSOCIADOS A SITUAÇÕES DE DESLIZAMENTOS DE ENCOSTAS NA SERRA DO MAR. Marcelo Enrique Seluchi 1

PADRÕES SINÓTICOS ASSOCIADOS A SITUAÇÕES DE DESLIZAMENTOS DE ENCOSTAS NA SERRA DO MAR. Marcelo Enrique Seluchi 1 PADRÕES SINÓTICOS ASSOCIADOS A SITUAÇÕES DE DESLIZAMENTOS DE ENCOSTAS NA SERRA DO MAR Marcelo Enrique Seluchi 1 RESUMO A região da Serra do Mar é freqüentemente atingida por chuvas intensas que costumam

Leia mais

Capítulo I GENERALIDADES

Capítulo I GENERALIDADES Topografia I Profa. Andréa Ritter Jelinek 1 Capítulo I GENERALIDADES 1. Conceitos Fundamentais Definição: a palavra Topografia deriva das palavras gregas topos (lugar) e graphen (descrever), que significa

Leia mais

ESTIMATIVAS DE FLUXOS CONVECTIVOS DE CALOR E UM1DAJ IE NO PERlODO INTENSIVO EM BAURU (SP)

ESTIMATIVAS DE FLUXOS CONVECTIVOS DE CALOR E UM1DAJ IE NO PERlODO INTENSIVO EM BAURU (SP) 613 ESTIMATIVAS DE FLUXOS CONVECTIVOS DE CALOR E UM1DAJ IE NO PERlODO INTENSIVO EM BAURU (SP) Mnria Aurora Santos da Mota (Departamento de Meteorologia - CG -- UFlJa. C.P.11311) Pedro Leite da Silva Dias

Leia mais

UNICAMP 2012 (2ª Fase)

UNICAMP 2012 (2ª Fase) 1. Re so lu ção (se rá con si de ra do ape nas o que es ti ver den tro des te es pa ço). a)...in te res se do pú bli co (L1): Tra ta-se de um subs tan ti vo pos to que de ter mi na do pe lo ar ti go o,

Leia mais

Proposta de Revisão Metodológica

Proposta de Revisão Metodológica Proposta de Revisão Metodológica Gestão do Desempenho Dezembro de 20 DIDE/SVDC Propostas para 202 Nova sist em át ic a de pac t uaç ão e avaliaç ão de m et as set oriais e de equipe; Avaliaç ão de De s

Leia mais

andréa del fuego os malaquias

andréa del fuego os malaquias andréa del fuego os malaquias 1 Serra Morena é ín gre me, úmi da e fértil. Aos pés de la vi vem os Malaquias, ja ne la com ta manho de porta, porta com autoridade de madeira escura. Corre, Adolfo! Donana

Leia mais

TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO

TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO 4.1 O Processo da Evaporação Para se entender como se processa a evaporação é interessante fazer um exercício mental, imaginando o processo

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE A VARIABILIDADE DE BAIXA FREQU~NCIA DA CIRCULAÇ~O DE GRANDE ESCALA SOBRE A AM~RICA DO SUL. Charles Jones e John D.

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE A VARIABILIDADE DE BAIXA FREQU~NCIA DA CIRCULAÇ~O DE GRANDE ESCALA SOBRE A AM~RICA DO SUL. Charles Jones e John D. 539 UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE A VARIABILIDADE DE BAIXA FREQU~NCIA DA CIRCULAÇ~O DE GRANDE ESCALA SOBRE A AM~RICA DO SUL Charles Jones e John D. Horel Dept. of Meteorology University of Utah - USA 1. Introdução.

Leia mais

NEVOEIRO EM PORTO ALEGRE - PREDITORES.

NEVOEIRO EM PORTO ALEGRE - PREDITORES. NEVOEIRO EM PORTO ALEGRE - PREDITORES. Valdeci Donizeti J. França 1, Antônio Paulo de Queiroz 2, Paulo R. Bastos de Carvalho 3 1,2,3 Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica Centro Integrado de Defesa

Leia mais

ESTUDO SOBRE FRENTES QUENTES QUE OCORREM NO SUL DO BRASIL. mhcar@uol.com.br, natalia@dimin.net. Recebido Março 2010 Aceito Dezembro 2010

ESTUDO SOBRE FRENTES QUENTES QUE OCORREM NO SUL DO BRASIL. mhcar@uol.com.br, natalia@dimin.net. Recebido Março 2010 Aceito Dezembro 2010 Revista Brasileira de Meteorologia, v.26, n.2, 257-272, 2011 ESTUDO SOBRE FRENTES QUENTES QUE OCORREM NO SUL DO BRASIL MARIA HELENA DE CARVALHO 1, NATALIA FEDOROVA 2 1 Departamento de Meteorologia, Universidade

Leia mais

UM ESTUDO DE CASO DE INVASÃO DE AR POLAR EM LATITUDES MÉDIAS ASSOCIADO A UMA CICLOGENESIS INTENSA NO RIO DA PRATA

UM ESTUDO DE CASO DE INVASÃO DE AR POLAR EM LATITUDES MÉDIAS ASSOCIADO A UMA CICLOGENESIS INTENSA NO RIO DA PRATA UM ESTUDO DE CASO DE INVASÃO DE AR POLAR EM LATITUDES MÉDIAS ASSOCIADO A UMA CICLOGENESIS INTENSA NO RIO DA PRATA Giovanni Dolif Neto e-mail: giovanni@model.iag.usp.br Tércio Ambrizzi e-mail: ambrizzi@model.iag.usp.br

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro João Ferrão Resumo As visões recentes sobre o mundo rural revelam grande permeabilidade à ideia de património

Leia mais

Estudo de caso de Vórtices Ciclônicos de Altos Níveis utilizando o software GrADS e imagens de satélite do EUMETSAT

Estudo de caso de Vórtices Ciclônicos de Altos Níveis utilizando o software GrADS e imagens de satélite do EUMETSAT Estudo de caso de Vórtices Ciclônicos de Altos Níveis utilizando o software GrADS e imagens de satélite do EUMETSAT Maurício Granzotto Mello, Maely Soares Silva, Joana Trentin Piceni de Souza, Maria Clara

Leia mais

ESTUDO DIAGNÓSTICO DE UM VÓRTICE DE AR FRIO PARTE I: ASPECTOS DE GRANDE ESCALA

ESTUDO DIAGNÓSTICO DE UM VÓRTICE DE AR FRIO PARTE I: ASPECTOS DE GRANDE ESCALA ESTUDO DIAGNÓSTICO DE UM VÓRTICE DE AR FRIO PARTE I: ASPECTOS DE GRANDE ESCALA Ricardo Hallak Universidade de São Paulo Rua do Matão, 1226, Cidade Universitária, São Paulo-SP e-mail: hallak@model.iag.usp.br

Leia mais

CLIMATOLOGIA DE RELÂMPAGOS NO BRASIL: ANÁLISE PRELIMINAR

CLIMATOLOGIA DE RELÂMPAGOS NO BRASIL: ANÁLISE PRELIMINAR CLIMATOLOGIA DE RELÂMPAGOS NO BRASIL: ANÁLISE PRELIMINAR Rosangela Barreto Biasi Gin Departamento de Ciências Atmosféricas - IAG, Universidade de São Paulo - USP, R. do Matão No. 1226 Cidade Universitária,

Leia mais

ANÁLISE TERMODINÂMICA DAS SONDAGENS DE CAXIUANÃ DURANTE O EXPERIMENTO PECHULA.

ANÁLISE TERMODINÂMICA DAS SONDAGENS DE CAXIUANÃ DURANTE O EXPERIMENTO PECHULA. ANÁLISE TERMODINÂMICA DAS SONDAGENS DE CAXIUANÃ DURANTE O EXPERIMENTO PECHULA. Dayana Castilho de Souza 1, Maria Aurora Santos da Mota 2, Júlia Clarinda Paiva Cohen 3 RESUMO Os dados utilizados neste estudo

Leia mais

Topografia Geomática Aplicada à Engenharia Civil AULA 03

Topografia Geomática Aplicada à Engenharia Civil AULA 03 Topografia Geomática Aplicada à Engenharia Civil AULA 03 Medidas Lineares Diretas e Indiretas: Leitura e Formulação Laboratório de Cartografia Digital - CTUFES Definição de levantamento topográfico NBR13.133/1994

Leia mais

Análise de um evento de chuva intensa no litoral entre o PR e nordeste de SC

Análise de um evento de chuva intensa no litoral entre o PR e nordeste de SC Análise de um evento de chuva intensa no litoral entre o PR e nordeste de SC Entre o dia 11 de março de 2011 e a manhã do dia 13 de março de 2011 ocorreram chuvas bastante intensas em parte dos Estados

Leia mais

MONITORAMENTO DE INFORMAÇÃO

MONITORAMENTO DE INFORMAÇÃO Consórcio muda d ndrço Corrio Lagano - 20/01/2016 5 - Colunista - Olivt Salmória Mídia Imprssa Co m d n 1 Içara prd vantagm comptitiva 9/01) Diário d Notícias/Criciúma - 20/01/2016 7 - Gral Mídia Imprssa

Leia mais