Governança Corporativa, Risco Operacional e Comportamento e Estrutura a Termo da Volatilidade no Mercado de Capitais Brasileiro

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Governança Corporativa, Risco Operacional e Comportamento e Estrutura a Termo da Volatilidade no Mercado de Capitais Brasileiro"

Transcrição

1 Governança Corporaiva, Risco Operacional e Comporameno e Esruura a Termo da Volailidade no Mercado de Capiais Brasileiro Auoria: Pablo Rogers, Cláudio Anônio Pinheiro Machado Filho, José Robero Securao Resumo Esse arigo em por objeivo analisar o comporameno da volailidade no mercado de capiais brasileiro, e especificamene responder a seguine quesão: o comporameno e esruura a ermo da volailidade são diferenes em empresas com práicas de governança corporaiva diferenciadas? Para ano, procedeu-se uma reesruuração complea dos índices IBrX e IGC da Bovespa, de forma que obeve-se duas novas séries de reornos diários. Com os novos índices consruídos, analisou-se o comporameno e a esruura a ermo da volailidade com ajuses de modelos da família GARCH. Os resulados mosraram-se reveladores: 1) a volailidade das empresas com piores práicas de governança parecem ser mais reaivas ao mercado; 2) a persisência da volailidade das empresas com boas práicas é maior que das empresas com piores práicas; 3) a velocidade de convergência da volailidade das empresas com boas práicas é menor que das empresas de piores práicas, com isso a vida média (empo de conversão à média) da volailidade das empresas com boas práicas é maior; 4) boas práicas de governança mosram-se eficaz em reduzir a volailidade de longo prazo das ações; 5) a assimeria de informação (efeio alavancagem) é mais pronunciada em empresas com piores práicas de governança corporaiva. 1. Conexualização do Problema Sem perda de generalidade pode-se dividir o risco de uma empresa em rês especros: risco de mercado, risco de crédio e risco operacional (HUSSAIN, 2000). O risco de mercado esá relacionado às condições adversas nos movimenos de preços e volailidade dos aivos financeiros. Nesse especro esão faores de riscos comuns e que afeam em diferenes níveis odas as empresas, ais como: mudanças nos preços e volailidade no mercado dos insumos, mudanças nas axas de juros e de câmbio, variação da volailidade das axas de juros e de câmbio, mudanças em indicadores da economia real como a inflação e o crescimeno econômico, ec. O risco de crédio na empresa pode ser definido como uma medida das perdas poenciais decorrenes de uma obrigação não honrada, ou da capacidade modificada de uma conrapare em honrar seus compromissos, resulando em perda financeira. Duare Junior (2005, p.5) coloca que o risco de crédio engloba vários riscos, como o risco de inadimplência, risco de degradação do crédio, risco devido à redução do valor de mercado das garanias, risco soberano e risco da concenração da exposição de crédio em poucas pares. O risco de crédio esá muio relacionado com o risco de mercado, sendo na práica nem sempre possível separar esses dois riscos. O risco operacional na empresa pode ser definido como uma medida das perdas poenciais de seus sisemas, práicas e conroles inernos não serem capazes de resisir a falhas humanas ou de equipamenos (DUARTE JUNIOR, 2005, p.3). Jorion (1998, p.16) coloca que em ermos mais genéricos, o risco operacional esá relacionado ao risco de execução, risco de fraude, risco ecnológico e risco de modelo. Hussain (2000, p.7) incremena que risco operacional é udo aquilo que não é risco de mercado e de crédio. Como exemplos, ciam-se: a) perdas poenciais devido a falhas nos sisemas elefônicos, eléricos e compuacionais; b) perdas poenciais devido obsolescência de hardwares e sofwares; c) perdas poencias ao fao de as informações não serem recebidas, processadas, armazenadas e ransmiidas com rapidez e de forma confiável; d) perdas poencias devido erros não inencionais; e) perdas poenciais devido negligência de conroles inernos, divulgação inencional de informações erradas aos invesidores, manipulação de resulados, ec.; f) perdas poenciais devido funcionários sem 1

2 qualificação apropriada; g) perdas poenciais devido o fao de os modelos maemáicos não serem adequadamene desenvolvidos e uilizados, e seus resulados, enendidos (DUARTE JUNIOR, 2005, p.4). A eoria de finanças evoluiu consideravelmene nos úlimos anos na mensuração do risco de mercado e de crédio, inclusive com o desenvolvimeno de modelos maemáicos avançados de moniorameno e ajuda na omada de decisão em relação a esses riscos. Infelizmene, o risco operacional não é evidene e, para mensurá-lo, é necessário um conhecimeno profundo de oda a empresa. Hussain (2000, p.2) coloca que a origem do risco operacional não é facilmene mensurada e analisada em ermos quaniaivos. Ademais, as elucidações razidas pela Moderna Teoria de Careira (MTC), inroduzida por Markowiz (1952), conribuíram para relegar a discussão do risco operacional em segundo plano. Segundo a MTC, o risco que verdadeiramene impora é o risco de mercado, pois o risco idiossincráico ou não sisêmico (que incluí o risco operacional) pode ser eliminado com a diversificação da careira de aivos. Enreano, irando os olhos do gesor de careiras e colocando-os sob o gesor de uma empresa, essa lógica pode se inverer: o risco que verdadeiramene impora é risco operacional, pois esse é composo por variáveis que o gesor pode conrolar (o risco de mercado é inconrolável e deve ser apenas moniorado pelo gesor da empresa). Alexander (2005, p.10) acrescena que os riscos não diversificáveis são os únicos riscos significaivos, ou seja, aqueles que não podem ser reduzidos por meio de hedge ou da diversificação. Assim, as preocupações do adminisrador de careiras não esão voladas para a volailidade oal da careira, mas para a volailidade colinear com a do mercado. Essa volailidade, na esruura do modelo de precificação de aivos de capial (CAPM), é represenada pelo bea da careira, que raduz a pare não diversificável da volailidade oal da careira. Um bea elevado pode ser aribuído à ala correlação com o índice e à elevada volailidade relaiva da careira. Todavia, se a volailidade relaiva da careira for muio elevada, enão ela pode er um risco não diversificável elevado, mesmo quando a correlação com o mercado for baixa desde que seja posiiva (ALEXANDER, 2005, p.10). Esse arigo em por objeivo comparar, no mercado de capiais brasileiro, o comporameno e esruura a ermo da volailidade de duas careiras que, eoricamene, as empresas que a compõem, possuem graus diferenes de risco operacional: uma careira é composa por ações de empresas que possuem boas práicas de governança corporaiva e a oura é composa por ações de empresas que possuem práicas de governança inferiores. Andrade e Rossei (2006, p.141) conceiuam governança corporaiva como um conjuno de princípios, propósios, processos e práicas que rege o sisema de poder e os mecanismos de gesão das empresas, endo por base: os propósios dos proprieários, sisema de relações proprieários-conselho-direção, maximização do reorno oal dos proprieários e minimização dos conflios de ineresses, sisema de conrole e fiscalização das ações dos gesores, sisema de informações relevanes e de presação de conas às pares ineressadas nos resulados corporaivos e sisema guardião dos aivos angíveis e inangíveis das empresas. Chapman (2006) desenvolve um esforço singular para jusificar que um sisema de governança corporaiva eficaz é faor primordial na redução do risco operacional e, conseqüenemene, na redução do risco oal da empresa. Nesse senido, os resulados enconrados pela comparação preendida nessa pesquisa, possibiliarão analisar os efeios das boas práicas de governança corporaiva sobre a volailidade oal das ações das empresas. A discussão sobre governança corporaiva caminha na busca de soluções para minimizar os riscos de agência (JENSEN e MECKLING, 1976). Em verdade, almeja-se a consrução de mecanismos e sisemas de governança para eviar práicas deleérias de valor por pare dos gesores e acionisas majoriários, ais como: oporunismo: remunerações e benefícios excessivos auo-concedidos; resisência a ações vanajosas no caso de liquidação, 2

3 cisões e fusões; decisões impacanes sem consenimenos; crescimeno em derimeno de maximização do reorno; esraégias de diversificação desruidoras do valor da companhia; preços de ransferência abaixo dos de mercado para empresas de que os gesores ou acionisas majoriários são donos; nepoismo e ouras formas de proeção conflianes com os ineresses da companhia; acesso assimérico a informações; anulação do poder de influência dos conselhos de adminisração e de ouros colegiados inernos; acesso a emprésimos omados da corporação, em condições privilegiadas e acesso a benefícios em ransações pessoais, com uso do alo poder de barganha ou do presígio da corporação no ambiene de negócios. No Brasil, os principais mecanismos e ações no senido de melhorar os padrões de governança corporaiva foram insiuídos pela Bovespa. Em dezembro de 2000 a Bovespa criou o Novo Mercado e os Níveis 1 e 2 de governança corporaiva, cuja essência, reside no compromeimeno volunário das empresas com regras de governança corporaiva superiores. As empresas que volunariamene assinam o conrao com a Bovespa e aderem a alguns dos rês níveis, compromeem a seguir um conjuno de normas e conduas que se disinguem pelas práicas de governança adoadas sendo que, de uma forma geral, o grau de superioridade das práicas de governança corporaiva aumenam à medida que passa para o Nível 1, Nível 2 e Novo Mercado. Em Junho de 2001 a Bovespa criou o Índice de Governança Corporaiva (IGC) para calcular a valorização da careira de empresas que fizessem pare dos Níveis 1 e 2 e do Novo Mercado. De acordo com a Bovespa (2007b), as empresas que aderem ao Nível 1 se compromeem, principalmene, com práicas de melhorias na presação de informações e com a dispersão acionária, ais como: elaboração de demonsrações financeiras consolidadas e a demonsração dos fluxos de caixa; informações sobre posições de pares relacionadas, como posições acionárias dos gesores e acionisas majoriários; manuenção de um fluxo conínuo de informações perane os invesidores; manuenção em circulação de uma parcela mínima de ações, represenando 25% do capial social da companhia. As empresas que aderem ao Nível 2 se compromeem a cumprir as regras aplicáveis ao Nível 1 e, em acréscimo, um conjuno mais amplo de práicas de governança corporaiva relaivas aos direios socieários dos acionisas minoriários, como por exemplo expõem a Bovespa (2007c): ornar público demonsrações financeiras de acordo com padrões inernacionais; conselho de adminisração com mínimo de 5 membros e mandao unificado de aé 2 anos, permiida a reeleição; no mínimo, dos membros deverão ser conselheiros independenes; ag along de 80% para os acionisas minoriários; adesão à Câmara de Arbiragem do Mercado para resolução de conflios socieários. Concernene ao Novo Mercado, segundo a Bovespa (2007d), a principal inovação, em relação à legislação e aos Níveis 1 e 2, é a exigência de que o capial social da empresa seja composo somene por ações ordinárias. Segundo a Bovespa (2007a), a hipóese essencial é que a insiuição de boas práicas de governança corporaiva pelas empresas em ese proporciona maior credibilidade ao mercado de ações e, por conseguine, aumena a confiança e a disposição dos invesidores em adquirirem as suas ações, pagarem um preço melhor por elas, reduzindo seu cuso de capação. Para os invesidores boa práica de governança pode significar maior valorização de suas ações no mercado, pois ao se esabelecer normas, conduas e regras que assegurem que os provedores de capial, acionisas minoriários e credores, enham o seu reorno exigido, há uma maior demanda, por pare dos invesidores, pelos papéis das empresas. Além do mais, o compromeimeno com práicas de governança corporaiva superiores pode reduzir o risco para o invesidor com a conseqüene valorização das ações, aumenando em úlima insância, devido a maior demanda, a liquidez e o volume negociado das ações. Segundo o Insiuo Brasileiro de Governança Corporaiva IBGC (2003, p.6), as boas práicas de governança corporaiva êm a finalidade de aumenar o valor da sociedade, 3

4 faciliar seu acesso ao capial e conribuir para sua perenidade. Hi, Hoskisson e Ireland (2002, p.402) acrescenam que em seu aspeco cenral, a governança corporaiva preocupa-se com a idenificação de maneiras para garanir que as decisões esraégicas sejam omadas eficienemene. Andrade e Rossei (2006, p.324) complemenam que as boas práicas de governança corporaiva permiirão uma gesão ainda melhor, maximizando a criação de valor para os acionisas e para ouras pares ineressadas nos resulados da ação empresarial. Diane dos poenciais benefícios das boas práicas de governança corporaiva, principalmene, pela possível influência sobre o risco e volailidade dos reornos das ações, formula-se a seguine hipóese geral de pesquisa: H 0 : O comporameno e a esruura a ermo da volailidade das ações de empresas com melhores práicas de governança corporaiva são diferenes do comporameno e esruura a ermo da volailidade das ações de empresas com piores práicas de governança corporaiva. 2. Procedimenos Empíricos 2.1. Volailidade Poon e Granger (2003, p.408) discuem que frequenemene confunde-se risco, volailidade e desvio-padrão. O primeiro é um conceio econômico associado a reornos baixos ou negaivos. A volailidade é uma medida da dispersão da função densidade de probabilidade, sendo que a medida mais comum da dispersão, é o desvio-padrão (σ ). Os auores acrescenam que σ é suficiene para represenar apenas a disribuição normal ou de Suden. Ouras disribuições de probabilidade precisam de ouros parâmeros para caracerizá-las compleamene. Desse modo, ao conrário dos reornos, que são calculados a parir das mudanças relaivas dos preços dos aivos, a volailidade não é direamene observada no mercado: ela somene pode ser esimada no conexo de um modelo, sendo o desvio-padrão, o modelo mais rudimenar. A análise da volailidade é um ema basane amplo e que em sido abordado a parir de duas perspecivas écnicas diferenes. De um lado, a escola de precificação de opções que modela, em empo conínuo, a variação nos preços dos aivos. Do ouro, a escola de previsão esaísica que modela a volailidade da perspeciva do analisa de séries de empo discreas (ALEXANDER, 2001, p.3). A escola de previsão da volailidade a parir de modelos esaísicos de séries emporais pode ser definida aravés de duas abordagens: 1) modelos de volailidade consane ou não condicional, ambém conhecidos como volailidade hisórica; e 2) modelos de volailidade variável no empo (condicional). A primeira abordagem é definida sob a hipóese de que as séries de reornos dos aivos sejam geradas por um processo esocásico esacionário, ou seja, a volailidade permanece a mesma ao longo de odo o processo de geração dos dados. Fazem pare nessa classificação os modelos de média hisórica, média móvel e média móvel exponencialmene ponderada, muio uilizadas na Análise Técnica. Nesses modelos, a volailidade não condicional de séries de empo é um número, uma consane para oda a série, e a variação observada, conforme as esimaivas da média ponderada da volailidade são movidas aravés do empo, somene pode ser aribuída a erros amosrais (ALEXANDER, 2001, p.51). A abordagem da volailidade condicional permie conemplar denro da sua esruura o agrupameno da volailidade e o efeio alavancagem, simplesmene incorporando ao modelo de regressão linear oura equação chamada equação da variância condicional. Desse modo, em odos os modelos de volailidade condicional o reorno, r, segue o seguine processo: 4

5 r = μ + e [1] e = h z [2] Onde, h segue um dos modelos de variância condicional sob a hipóese da disribuição de probabilidade z. A equação um raduz a equação da média dos reornos e a equação dois a equação da variância condicional. A primeira demonsra que o reorno é função de um valor esperado ( μ ) mais um erro ( e ) que não é consane no empo, e a segunda modela esse erro em função de h. Os modelos mais populares de volailidade condicional ( h ) são os da classe GARCH (Generalized Auoregressive Condiional Heeroscedasiciy), pois além de serem flexíveis em incorporar alguns faos esilizados dos mercados financeiros, uma das aplicações mais úeis desses modelos enconra-se na geração das previsões das esruuras a ermo da volailidade que convergem para um nível médio de longo prazo conforme a mauridade aumena (ALEXANDER, 2005, p.68). A volailidade condicional, h, a parir de um modelo GARCH (p, q) é definida por: Onde, p q = ω + αi i + β j j + i= 1 j= 1 ; u z h e h u ~ [3] 2 h é a variância condicional; ϖ represena o inercepo, com a resrição de que ϖ > 0; 2 e ié o componene auo-regressivo de ordem p dos resíduos ao quadrado para odo i > 0; é o coeficiene do componene auo-regressivo de ordem p, com a resrição que αi 0 ; 2 h qé a defasagem de ordem q da volailidade condicional; β j é o coeficiene do componene GARCH, com a resrição que β j 0 ; u é o resíduo que usualmene supõem-se u ~ N( 0, 1), ou devido os fenômenos do excesso de curose (caudas gordas) e assimeria a direa dos reornos, ambém se orna naural assumir uma disribuição diferene da normal, como a disribuição de Suden. Raramene orna-se necessário usar mais que um modelo GARCH (1,1), que em um único erro ao quadrado defasado e um ermo auoregressivo (ALEXANDER, 2005, p. 77). O processo GARCH (1,1) é a especificação mais comum dos modelos de volailidade, pois são relaivamene fáceis de serem esimados e, geralmene, apresenam coeficienes robusos que, nauralmene, são inerpreados em ermos da volailidade de longo prazo e das dinâmicas de curo prazo (ALEXANDER, 2005, p.79). Usando a mesma noação anerior o modelo GARCH (1,1) é dado por: h = ω+ αe + βh + u ; u ~ z [4] No caso do modelo GARCH (1,1), o amanho dos parâmeros α e β deermina as dinâmicas de curo prazo das séries de empo da volailidade resulane. Valores grandes do coeficiene β de defasagem indicam que os choques da variância condicional levam um longo empo para desaparecer, desse modo a volailidade é persisene. Grandes valores α do erro significam que a volailidade reage muio inensamene aos movimenos do mercado e, desse modo, se o coeficiene alfa é relaivamene elevado e o coeficiene bea é relaivamene baixo, enão as volailidades endem a ser mais reaivas. Em resumo, a reação das esimaivas da volailidade aos evenos de mercado é esabelecida com uma força que é deerminada pelo coeficiene alfa e a informação do coeficiene bea raduz que, independene α i 5

6 do que aconece no mercado, se a volailidade foi elevada onem, enão ela permanece elevada hoje. Especificamene, sob o pono de visa de nosso problema de pesquisa esperamos que: H 1 : A volailidade dos reornos das ações de empresas com melhores práicas de governança corporaiva é menos reaiva (menorα ) do que a volailidade dos reornos das ações de empresas com piores práicas de governança corporaiva. Jusificaiva: deduz-se que padrões elevados de governança corporaiva podem reduzir os reornos das ações a riscos exernos, como por exemplo, à exposição a faores macroeconômicos (ROGERS, RIBEIRO e SOUSA, 2007). De acordo com Monfore (2006, p.18), uma boa governança ceramene orna os negócios mais seguros e menos exposos a riscos exernos (risco de mercado) ou de gesão (risco operacional). Um bom sisema de governança pode foralecer as empresas, reforçar compeências para enfrenar novos níveis de complexidade, ampliar as bases esraégicas da criação de valor, harmonizar ineresses e conribuir para que os resulados corporaivos se ornem menos voláeis (MONFORTE, 2006, p.18). Nesse senido, espera-se que a volailidade das empresas com boas práicas de governança reage menos inensamene aos movimenos do mercado, pois essas empresas são em ese mais blindadas ao risco de mercado (sisemáico). H 2 : A volailidade dos reornos das ações de empresas com melhores práicas de governança corporaiva é mais persisene (maior β ) do que a volailidade dos reornos das ações de empresas com piores práicas de governança corporaiva. Jusificaiva: o coeficiene bea represena o quano a volailidade de hoje é influenciada pela volailidade no período anerior. Em nosso caso, espera-se que a volailidade das empresas com boas práicas de governança seja mais dependene dela mesma no passado do que as ouras empresas. Nesses ermos, essa hipóese vai no mesmo senido da anerior, ao inferir que o risco das empresas com melhores práicas de governança corporaiva é relaivamene mais idiossincráico do que sisêmico. 2 Se quisermos enconrar a volailidade ponual de longo prazo, basa subsiuir h = h 2 para odo na equação da variância do modelo GARCH (1,1). Nesse caso, obém-se a seguine expressão da variância do esado esacionário de longo prazo: 2 h = ω 1 α β /( ) [5] Onde, a soma de α + β deermina a velocidade de convergência ao nível médio de longo prazo (reversão à média), se α + β < 1. Quano menor for a soma de alfa mais bea, mais rápida é a convergência para a esimaiva da volailidade de longo prazo. Acrescena-se que pela relação 1/( 1 α β ) enconramos a média de empo em períodos, que a volailidade leva para reornar ao seu nível de longo prazo. Essa relação ambém é conhecida como vida média da volailidade. Mais uma vez, pelas mesmas jusificaivas da hipóese um, esperamos que: H 3 : A volailidade de longo prazo de empresas com melhores práicas de governança corporaiva é menor do que a volailidade de longo prazo de empresas com piores práicas de governança corporaiva. A respeio da velocidade de convergência e a vida média da esruura a ermo da volailidade sob o pono de visa do presene problema de pesquisa pode-se esperar que: H 4 : A velocidade de convergência para o nível de longo prazo da volailidade dos reornos das ações de empresas com melhores práicas de governança corporaiva é menor (maior 6

7 soma α + β ) do que a velocidade de convergência da volailidade dos reornos das ações de empresas com piores práicas de governança corporaiva. H 5 : Como conseqüência maemáica da hipóese anerior, espera-se que a vida média da volailidade das empresas com melhores práicas de governança corporaiva seja maior do que a vida média da volailidade das empresas com piores práicas de governança corporaiva. Jusificaiva: como as volailidades das empresas de práicas de governança corporaiva inferiores endem a ser mais reaivas, independene do que aconece no mercado, se a volailidade das empresas com boas práicas de governança foi elevada onem, enão ela permanece elevada hoje. Ademais, empresas com práicas superiores de governança corporaiva são mais ransparenes na divulgação de informações, e evenos não anecipados de mercado, que abalam ou aumenam a confiança dos invesidores nessas empresas, endem a persisir com maior inensidade. Empresas com práicas de governança pobres já sofrem um descono por não serem ransparenes nas informações, e assim, evenos não anecipados de mercado persisem com menor inensidade. O modelo GARCH (1,1) discuido aé o momeno aplicado no mercado financeiro raa simericamene os reornos, pois a volailidade é uma função quadráica dos mesmos. Enreano, sabe-se que a volailidade reage de forma assimérica aos reornos, endendo a ser maior para os reornos negaivos. Em visa dessa limiação, Glosen, Jagannahan e Runkle (1993) propuseram o modelo TGARCH (Threshold GARCH), sendo que, no caso de um modelo TGARCH (1, 1), a volailidade segue a forma funcional: h = ω + αe 1 + βh 1 + γe 1d 1 + u ; u ~ z [6] 1, se e 1 < 0 ("bad news") d 1 = [7] 0, se e 1 0 ("good news") Se γ > 0, há um impaco de informação assimérica ou efeio alavancagem. No conexo de nosso problema de pesquisa espera-se que: H 6 : O impaco de informação assimérica ou efeio alavancagem é menor em empresas com melhores práicas de governança corporaiva do que em empresas com piores práicas de governança corporaiva. Jusificaiva: uma das razões para o efeio alavancagem pode ser enconrada no fao que, quando os preços caem, o passivo da empresa permanece consane no curo prazo, fazendo que a razão passivo/parimônio aumene. A empresa se orna muio mais alavancada e, porano, seu fuuro se orna mais incero: o preço da ação orna-se mais voláil. Em empresas com melhores práicas de governança o efeio alavancagem pode ornar-se menos pronunciado, devido: 1) essas empresas er maior credibilidade perane acionisas e credores; 2) os invesidores nessas empresas er um perfil mais de longo prazo (VIEIRA e MENDES, 2004). Sob oura perspeciva, as mesmas jusificaivas levanadas na hipóese um poderiam ser usadas: empresas com boas práicas de governança são mais blindadas, e assim, a volailidade dos reornos de suas ações reage menos inensamene aos movimenos negaivos do mercado. Apesar de serem conhecidos muios ouros modelos GARCH, desacando-se o Exponenial GARCH (EGARCH), Assimérico GARCH (A-GARCH), Smooh Transiion GARCH (STGARCH) e Componen GARCH (CGARCH), buscamos ajusar modelos básicos GARCH e TGARCH, principalmene devido a parcimônia, praicidade e facilidade na inerpreação da esruura a ermo da volailidade. Para uma revisão abrangene dos modelos 7

8 da família GARCH, inclusive sobre os procedimenos mais uilizados para suas esimações, pode-se consular Rebonao (1999), Chrisoffersen (2003), Poon e Granger (2003), Alexander (2005), Poon (2005) e Gaheral (2006). Nessas referências ambém se enconra mais a respeio dos modelos de volailidade implícia Consrução dos Índices No Brasil, grande pare das pesquisas que buscaram avaliar a eficácia das práicas de governança corporaiva no mercado de capiais nacional residiu em comparar o IGC, ou empresas auanes nesse índice, com ouros índices da Bovespa, ou empresas que não faziam pare do IGC (ROGERS, RIBEIRO e SOUSA, 2007). Em essência, os esudos procuraram comparar o desempenho das ações das empresas: 1) anes e depois da migração para o Novo Mercado e dos Níveis 1 e 2 de governança da Bovespa; 2) ou enre empresas e índices (IGC versus IBovespa, por exemplo). Todavia, esudos que fizeram uso do índice IGC em comparação com ouros índices para analisar o desempenho das empresas com boas práicas de governança corporaiva, incorreram nas seguines limiações: o prazo de vida relaivamene curo do IGC e reduzido número de empresas migradas para o Novo Mercado e os níveis diferenciados de governança aé Essas limiações ornam as conclusões incipienes, principalmene nos esudos mais anigos que usaram uma amosra pequena das observações desse índice; o fao de algumas empresas perencerem simulaneamene ao IGC e a ouros índices; o aspeco de algumas empresas já possuírem boas práicas de governança corporaiva bem anes de sua migração para os níveis diferenciados da Bovespa aspeco que pode ser resrição nos esudos que analisaram o desempenho anes e depois da migração; o fao da careira do IGC ser drasicamene influenciada por ações de grandes bancos brasileiros, podendo, dessa forma, o IGC apresenar cera lacuna em represenar empresas com práicas de governança superiores e/ou empresas do seor bancário, que hisoricamene êm apresenado melhor desempenho; os esudos consideraram apenas a dinâmica de curo prazo do IGC e dos ouros índices comparados; Para esudar o comporameno e a esruura a ermo da volailidade de empresas com boas práicas e piores práicas de governança corporaiva foram consruídos dois novos índices a parir do IGC e do IBrX. Seguindo a mesma meodologia de composição e ponderação da careira do IGC e do IBrX, exposo em Bovespa (2007e), foram consruídos os índices IGC1 e IBrX1 com os seguines ajuses: 1) empresas que fazem pare ano do IGC quano do IBrX foram excluídas; 2) exclusão das empresas do seor financeiro; 3) o cálculo do reorno diário das ações foi feio aravés do logarimo naural dos preços ( ln( P / P 1 )) com ajuse de provenos, inclusive dividendos; 4) no caso do IBrX, que é um índice de reorno oal (reflee inclusive o impaco da disribuição de provenos), foi procedido o ajuse para ele refleir somene as variações das coações da ação. Esse úlimo ajuse é porque se poderia correr o risco dos reornos refleirem diversas ouras influências (auais e passadas), como a políica de dividendos de cada empresa e inversões de capial no passado. Assim como na meodologia original do IBrX, as careiras dos novos índices foram re-balanceadas a cada quaro meses (janeiro, maio e seembro) e os ajuses procedidos conforme exposo. Desse modo, obeve-se para os índices IGC1 e IBrX1 as séries de reornos diários de seembro de 2001 aé agoso de 2007, oalizando observações. 8

9 Em mãos dos índices IGC1 e IBrX1, a parir da reesruuração do IGC e IBrX, julgouse superadas as limiações das pesquisas precedenes elencadas acima, pois: a) não emos mais bancos e nem empresas que fazem pare simulaneamene da mesma careira; b) a parir de 2006 um grande número de empresas começaram a migrar para os Novo Mercado e os Níveis diferenciados da Bovespa; c) observações é uma boa amosra para ajusar modelos GARCH; d) o fao de algumas empresas já possuírem boas práicas de governança corporaiva bem anes de sua migração para os níveis diferenciados da Bovespa não influencia nosso esudo, pois esaremos fazendo comparação enre os índices e não comparações do ipo anes e depois da migração; e) os processos dos modelos GARCH (p,q) podem ser inerpreados em ermos da volailidade de longo prazo e das dinâmicas de curo prazo. 3. Resulados A Tabela 1 apresena algumas esaísicas descriivas dos reornos e eses relevanes para análise da auocorrelação enre os reornos, agrupamenos das volailidades e efeio alavancagem. A média dos reornos difere mais enre os índices IGC1 e IBrX1 do que enre os índices IGC e IBrX. Em relação aos desvio-padrão noa-se que há uma leve redução do índice IGC para o IGC1 e um ligeiro aumeno do índice IBrX para o IBrX1. Os coeficienes de assimeria e excesso de curose comprovam os faos esilizados nos mercados financeiros: assimeria a direia dos reornos e caudas gordas. Os índices IBrX e IBrX1 possuem excesso de curose superior aos índices IGC e IGC1. Adicionalmene a esaísica de normalidade Jarque-Bera rejeia significanemene que os reornos são normais. Esses indícios comprovam a necessidade de assumir que os erros da equação da variância nos modelos GARCH provenham de uma disribuição de Suden. Ou seja, não se deve assumir no méodo de máxima verossimilhança que os resíduos provenham de uma disribuição normal e sim uma disribuição com caudas mais gordas. O ese de auocorrelação dos reornos foi significaivo para odos os índices, exceo o IGC1. Esse fao indica a necessidade de incluir um ermo auoregressivo na equação da média para os índices IGC, IBrX e IBrX1. O ese GARCH Auocorrelação comprova a hipóese de volailidade condicional dos reornos em odos os índices e o ese A-GARCH Auocorrelação, por ser negaivo e significaivo, evidencia o efeio alavancagem ambém em odos os índices. Tabela 1 Esaísicas descriivas dos reornos diários e diagnósicos preliminares Índice Média Desvio-Padrão Excesso de Jarque- Auo GARCH A-GARCH Assimeria (%) (%) Curose Bera correlaçãoauocorrelação Auocorrelação IGC 0,129 1,547-0,152 0,971 64,295* 0,097* 0,095* -0,095* IGC1 0,122 1,536-0,319 0,975 84,290* 0,040 0,047** -0,076* IBRX 0,117 1,505-0,283 1, ,80* 0,085* 0,063** -0,110* IBRX1 0,092 1,513-0,299 1, ,16* 0,081* 0,097* -0,106* O excesso de curose é obido subraindo-se 3 do valor da curose, de al forma que a disribuição normal em excesso de curose igual a zero. Jarque-Bera é o ese de normalidade dos reornos. Os valores da Auocorrelação, GARCH Auocorrelação, A-GARCH Auocorrelação reornam respecivamene: 1) coeficiene de correlação de primeira ordem dos reornos ; 2) coeficiene de correlação de primeira ordem dos reornos ao quadrado; 3) coeficiene de auocorrelação de primeira ordem enre os reornos defasados e os reornos correnes ao quadrado. O ese relevane dessas medidas é dada pela esaísica Q de Ljung e Box procedeu-se igualmene o ese LM e em geral os resulados foram semelhanes. *Significaivo a 1% e **Significaivo a 5%. As Tabelas 2 e 3 evidenciam os modelos ajusados para os reornos diários dos índices. Nessas abelas são apresenados os parâmeros dos modelos e da esruura a ermo da volailidade e alguns diagnósicos dos resíduos. Analisando os eses de Auocorrelação e GARCH Auocorrelação dos resíduos na Tabela 2, noa-se que uma defasagem para o ermo 9

10 do erro ao quadrado e da volailidade condicional nas equações da variância, foi suficiene para eliminar a presença de auocorrelação dos reornos e dos reornos ao quadrado. Ou seja, os modelos básicos GARCH (1,1) foram suficienes para explicar o comporameno da volailidade dos reornos dos índices, com ajuse esaísico considerável: nas abelas odos os parâmeros foram significaivos a 1% como evidencia o -esaísico na linha inferior. Tabela 2 Parâmeros do modelo GARCH (1,1), diagnósicos dos resíduos e informações da esruura a ermo da volailidade Índice Ômega Alfa Volailidade Volailidade Vida Auo GARCH (x10-5 Alfa Bea + ) correlação Auocorrelação SIC 1 dia Longo Prazo Média Bea (%a.a) (%a.a) (dias) IGC 0,807 0,053 0,911 0,964-0,026-0,002-5,552 29,825 23,631 27,685 (2,937)* (4,154)* (43,19)* IGC1 0,655 0,048 0,922 0,970-0,021 0,019-5,557 28,944 23,410 33,484 (2,652)* (3,933)* (46,27)* IBRX 0,961 0,060 0,894 0,954-0,029 0,010-5,615 29,684 22,776 21,596 (2,935)* (4,279)* (35,20)* IBRX1 1,069 0,066 0,883 0,949-0,029 0,011-5,613 29,301 22,850 19,532 (3,045)* (4,900)* (34,42)* Ômega, Alfa e Bea represenam os parâmeros da equação da variância do modelo GARCH (1,1) e os valores enre parêneses, logo abaixo, seus respecivos -esaísicos. Alfa raduz a reação da volailidade a movimenos no mercado. Bea revela o faor persisência da volailidade, e Alfa + Bea represena a velocidade de convergência para o nível da volailidade de longo prazo (reversão à média). Na equação da média dos modelos foi necessário incluir um ermo auoregressivo para eliminar a auocorrelação dos resíduos, inclusive no modelo do índice IGC1 que preliminarmene o ese acusou ausência de auocorrelação. Os valores da Auocorrelação e GARCH Auocorrelação reornam respecivamene: 1) o coeficiene de correlação de primeira ordem dos resíduos do modelo ; 2) coeficiene de correlação de primeira ordem dos resíduos ao quadrado do modelo. O ese relevane dessas medidas é dado pela esaísica Q de Ljung e Box. SIC significa Criério de Informação de Schwarz. A volailidade de 1 dia é esimada aravés da equação do modelo um passo a frene. A volailidade de longo prazo é calculada aravés dos parâmeros do modelo: Ômega/(1- Alfa Bea). A vida média é calculada pela fórmula Vida Média = 1/(1 Alfa Bea). Os valores das volailidades represenam os desvios-padrão anualizados, ou seja, a parir da esimaiva da variância calcula-se sua raiz quadrada e muliplica pelo faor *Significaivo a 1% e **Significaivo a 5%. Os resulados do modelo GARCH (1,1) para os índices IGC1 e IBrX1 conduzem para as seguines proposições: 1) o valor do alfa para o índice IBrX1 é maior do que para o índice IGC1, indicando que a volailidade do índice IBrX1 é mais reaiva ao mercado do que do índice IGC1; 2) o coeficiene bea do índice IBrX1 é menor do que do índice IGC1, indicando que o volailidade do índice IGC1 é mais persisene do que a volailidade do índice IBrX1; 3) quando compara a soma dos coeficienes alfa + bea, faor que raduz a velocidade de convergência da volailidade para o nível de longo prazo, noa-se que o volailidade do índice IBrX1 é mais rápido em convergir para seu valor de longo prazo do que a volailidade do índice IGC1; 4) como conseqüência do resulado anerior, a vida média da volailidade do índice IGC1 é maior do que a volailidade do índice IBrX1; 5) as volailidades de curo e longo prazo dos índices são muio parecidas, sendo o nível das volailidades de curo prazo superior a de longo prazo. Esse úlimo resulado indica que o período de esimaiva da volailidade foi ligeiramene urbuleno, endendo a ser mais esável no fuuro. As proposições dois e rês elecandas acima foram esadas pelo ese Wald e aceias ao nível de 5%. Se ivéssemos feio análise idênica ao parágrafo precedene para os índices IGC e IBrX eríamos: 1) super-avaliado a reação e a volailidade de curo e longo prazo, e subavaliado a persisência e velocidade de convergência da volailidade das empresas com boas 10

11 práicas de governança corporaiva; 2) super-avaliado a persisência e a velocidade de convergência, e sub-avaliado a reação da volailidade das empresas com práicas de governança corporaiva inferiores. Parece que não houve diferenças significaivas nas volailidades de curo e longo prazo enre os índices IBrX e IBrX1. Tabela 3 Parâmeros do modelo TGARCH (1,1), diagnósicos dos resíduos e previsão da volailidade de curo prazo Índice Ômega (x10-5 ) Alfa Bea Dummy Alfa + Bea + Dummy Auo GARCH correlação Auocorrelação SIC Volailidade 1 dia (%a.a) IGC 0,939-0,004 0,917 0,089 1,000-0,034-0,006-5,563 28,564 (3,695)* (-0,363) (45,60)* (4,210)* IGC1 0,731 0,005 0,928 0,064 0,997-0,023 0,015-5,560 28,529 (3,347)* (0,349) (50,02)* (3,481)* IBRX 1,488-0,015 0,879 0,122 0,987-0,033 0,006* -5,629 24,991 (4,240)* (-1,121) (33,43)* (4,636)* IBRX1 1,650-0,020 0,872 0,131 0,983-0,033 0,001** -5,628 22,318 (4,394)* (-1,474) (33,45)* (4,924)* Ômega, Alfa, Bea e Dummy represenam os parâmeros da equação da variância do modelo TGARCH (1,1) e os valores enre parêneses, logo abaixo, seus respecivos -esaísicos. Alfa raduz a reação da volailidade a movimenos no mercado. Bea revela o faor persisência da volailidade. Dummy é o parâmero do efeio alavancagem. Alfa + Bea + Dummy represena a velocidade de convergência para o nível da volailidade de longo prazo. Na equação da média dos modelos foi necessário incluir um ermo auoregressivo para eliminar a auocorrelação dos resíduos, inclusive no modelo do índice IGC1 que preliminarmene o ese acusou ausência de auocorrelação. Os valores da Auocorrelação e GARCH Auocorrelação reornam respecivamene: 1) o coeficiene de correlação de primeira ordem dos resíduos do modelo; e 2) o coeficiene de correlação de primeira ordem dos resíduos ao quadrado do modelo. O ese relevane dessas medidas é dado pela esaísica Q de Ljung e Box. SIC significa Criério de Informação de Schwarz. A volailidade de 1 dia é esimada aravés da equação do modelo um passo a frene. O valor da volailidade represena o desviopadrão anualizado, ou seja, a parir da esimaiva da variância calcula-se sua raiz quadrada e muliplica pelo faor Como o processo da volailidade nesse modelo orna-se quase inegrado, ou seja, Alfa + Bea + Dummy 1, o cálculo da velocidade de longo prazo e a vida média aravés dos parâmeros do modelo não são confiáveis. *Significaivo a 1% e **Significaivo a 5%. Ao ajusar o modelo TGARCH (1,1) para os índices, como exposo na Tabela 3, noou-se a presença de auocorrelação dos resíduos ao quadrado nos modelos IBrX-TGARCH (1,1) e IBrX1-TGARCH (1,1), de forma que ornou-se necessário incluir mais um ermo de ordem p nesses modelos. Os modelos IBrX-TGARCH (2,1) e IBrX1-TGARCH (2,1) são apresenados na Tabela 4. Os resulados da Tabela 3 e 4 de cera forma corroboram a análise procedida a parir dos modelos GARCH (1,1) e aponam alguns faos muio ineressanes: 1) sendo o valor do coeficiene da dummy maior no modelo do índice IBrX1 do que no índice IGC1, o efeio alavancagem é muio mais pronunciado naquele; 2) ao analisar a significância dos coeficienes alfas e da dummy, apenas os reornos negaivos parecem ser suficienes para explicar a volailidade dos índices. Quando esamos, pelo ese Wald, a hipóese que: a) o efeio alavancagem no modelo IBrX1-TGARCH (1,1) = o efeio alavancagem no modelo IGC1-TGARCH (1,1); ou b) o efeio alavancagem no modelo IBrX1-TGARCH (2,1) = o efeio alavancagem no modelo IGC1-TGARCH (1,1); ambas são rejeiadas ao nível de 1%. A Figura 1 apresena os gráficos que perfazem o comporameno da volailidade no período em quesão a parir dos modelos ajusados. Quando analisados o comporamenos das volailidades dos índices IGC e IBrX noa-se ligeira semelhança. Exise uma diferença mais pronunciada quando analisamos os modelos ajusados para os índices IBrX1 e IGC1. 11

12 Ademais, parece que o comporameno da volailidade dos índices é explicado de forma muio parecida, independene do modelo uilizado, GARCH ou TGARCH. Ineressane noar que em épocas de crise, como a urbulência políica no segundo semesre de 2002, a volailidade do índice IBrX1 é ligeiramene maior do que a volailidade do índice IGC1. A parir de 2006, parece que em média, a volailidade do índice IBrX1 foi ligeiramene superior à volailidade do índice IGC1. Nos picos de volailidade (como no segundo rimesre de 2004) o índice IGC1 acompanha o índice IBrX1, de forma a indicar, como já discuido, que a volailidade do índice IBrX1 é mais reaiva ao mercado do que a volailidade do índice IGC1. Se ivéssemos fazendo essa mesma análise considerando os índices IGC e IBrX não caparíamos essas suilezas. Tabela 4 Parâmeros do modelo TGARCH (2,1), diagnósicos dos resíduos e previsão da volailidade de curo prazo para os índices IBrX e IBrX1 Ômega Auo GARCH Índice (x10-5 Alfa (-1) Alfa (-2) Bea Dummy SIC Volailidade 1 ) Correlação Auocorrelação dia (%a.a) IBRX 2,378-0,079 0,086 0,826 0,164-0,027-0,034-5,619 24,449 (3,032)* (-7,820)* (2,672)* (16,71)* (3,427)* IBRX1 1,829-0,058 0,054 0,849 0,126-0,027-0,014-5,634 20,805 (3,660)* (-3,732)* (2,142)** (23,42)* (4,495)* Ômega, Alfa (-1), Alfa (-2), Bea e Dummy represenam os parâmeros da equação da variância do modelo TGARCH (2,1) e os valores enre parêneses, logo abaixo, seus respecivos -esaísicos. Alfa(-1) e Alfa(-2) raduz a reação da volailidade a movimenos no mercado no mercado defasados respecivamene em 1 dia e 2 dias. Bea revela o faor persisência da volailidade. Dummy é o parâmero do efeio alavancagem. Alfa(-1) + Alfa(-2) + Bea + Dummy represena a velocidade de convergência para o nível da volailidade de longo prazo. Na equação da média dos modelos foi necessário incluir um ermo auoregressivo para eliminar a auocorrelação dos resíduos. Os valores da Auocorrelação e GARCH Auocorrelação reornam respecivamene: 1) o coeficiene de correlação de primeira ordem dos resíduos do modelo; e 2) o coeficiene de correlação de primeira ordem dos resíduos ao quadrado do modelo. O ese relevane dessas medidas é dado pela esaísica Q de Ljung e Box. SIC significa Criério de Informação de Schwarz. A volailidade de 1 dia é esimada aravés da equação do modelo um passo a frene. O valor da volailidade represena o desvio-padrão anualizado, ou seja, a parir da esimaiva da variância calcula-se sua raiz quadrada e muliplica pelo faor *Significaivo a 1% e **Significaivo a 5%. Acrescena-se que essa pesquisa foi procedida com ouros ipos de disribuição dos resíduos, Normal e Generalized Error Disribuiion GED, e com ouro modelo assimérico, EGARCH. Os resulados foram consisenes independenes do ipo de disribuição assumida e no caso do modelo EGARCH, semelhanes ao modelo TGARCH. Nos gráficos da Figura 2 são apresenadas as esruuras a ermo da volailidade dos índices consruídas a parir dos modelos GARCH (1,1), TGARCH (1,1) e EGARCH (1,1). A volailidade em cada gráfico é esimada 250 passos à frene (um ano úil) de forma ieraiva. De modo geral, esses gráficos ilusram os achados obidos com análise dos parâmeros dos modelos, de forma a desacar: 1) em odos os modelos o índice IBrX e IBrX1 convergem mais rapidamene para o nível da volailidade de longo prazo, no modelo IBrX1- GARCH (1,1), por exemplo, essa convergência dar-se aproximadamene em 80 dias, enquano no modelo IGC1-GARCH (1,1) converge depois de 100 dias; e 2) os modelos IBrX1- TGARCH (1,1) e IBrX1-EGARCH (1,1) são inegrados e suas volailidades são esacionárias. 4. Conclusão De forma geral, os resulados apresenados nesse arigo apóiam de maneira conundene a hipóese geral (H 0 ) levanada na revisão da lieraura: o comporameno e a esruura a ermo da volailidade das ações de empresas com melhores práicas de governança 12

13 corporaiva são diferenes do comporameno e esruura a ermo da volailidade das ações de empresas com piores práicas de governança corporaiva. Especificamene, os resulados aponaram que: Volailidade (% a.a.) 60% 50% 40% 10% Volailidade (% a.a.) 60% 50% 40% 10% (a) Volailidade (% a.a.) 0% 70% 04/09/ % 50% 40% 10% 0% (c) 04/09/ /01/ /01/ /05/ /05/ /09/ /09/ /01/ /05/ /09/ /01/ /05/ /09/ /01/ /05/ /09/ /01/ /05/2006 IGC-GARCH(1,1) IBRX-GARCH(1,1) 04/01/ /05/ /09/ /01/ /05/ /09/ /01/ /05/ /09/ /01/ /05/2006 IGC-TARCH(1,1) IBRX-TARCH(1,1) 04/09/ /09/ /01/ /01/ /05/ /05/2007 (b) Volailidade (% a.a.) 0% 70% 04/09/ % 50% 40% 10% 0% (d) 04/09/ /01/ /01/ /05/ /05/ /09/ /09/ /01/ /05/ /09/ /01/ /05/ /09/ /01/ /05/ /09/ /01/ /05/ /09/2006 IGC1-GARCH(1,1) IBRX1-GARCH(1,1) 04/01/ /05/ /09/ /01/ /05/ /09/ /01/ /05/ /09/ /01/ /05/ /09/2006 IGC1-TARCH(1,1) IBRX1-TARCH(1,1) 04/01/ /01/ /05/ /05/2007 Figura 1 Gráficos do comporameno das volailidades dos índices IGC, IGC1, IBrX e IBrX1 no período 03/09/2001 a 31/08/2007. (a) Volailidade dos índices IGC e IBrX a parir do modelo GARCH (1,1) (b) Volailidade dos índices IGC1 e IBrX1 a parir do modelo GARCH (1,) (c) Volailidade dos índices IGC e IBrX a parir do modelo TGARCH (1,1) (d) Volailidade dos índices IGC1 e IBrX1 a parir do modelo TGARCH (1,1) 1) a volailidade das ações de empresas com melhores práicas de governança corporaiva é menos reaiva ao mercado do que a volailidade dos reornos das ações de empresas com piores práicas de governança corporaiva; 2) a volailidade das ações de empresas com melhores práicas de governança corporaiva é mais persisene do que a volailidade dos reornos das ações de empresas com piores práicas de governança corporaiva; 3) a velocidade de convergência para o nível de longo prazo da volailidade das ações de empresas com melhores práicas de governança corporaiva é menor do que a velocidade de convergência da volailidade das ações de empresas com piores práicas de governança corporaiva; 4) como conseqüência do resulado anerior, a vida média da volailidade das empresas com melhores práicas de governança corporaiva é maior do que a vida média da volailidade das empresas com piores práicas de governança corporaiva; 5) a volailidade de longo prazo de empresas com melhores práicas de governança corporaiva é ligeiramene maior do que a volailidade de longo prazo de empresas com piores práicas de governança corporaiva; 13

14 6) o efeio alavancagem (assimeria de informação) alavancagem é maior em empresas com melhores práicas de governança corporaiva do que em empresas com piores práicas de governança corporaiva. Volailidade (% a.a.) Volailidade (% a.a.) Volailidade (% a.a.) 29% 28% 27% 26% 25% 24% 23% 22% 21% (a) 29% 28% 27% 26% 25% 24% 23% 22% Dias IGC-GARCH (1,1) IBrX-GARCH (1,1) 21% (c) 29% 28% 27% 26% 25% 24% 23% 22% Dias IGC-TGARCH (1,1) IBrX-TGARCH (1,1) 21% (e) Dias IGC-EGARCH (1,1) IBrX-EGARCH (1,1) Volailidade (% a.a.) Volailidade (% a.a.) Volailidade (% a.a.) 29% 28% 27% 26% 25% 24% 23% 22% 21% (b) 29% 28% 27% 26% 25% 24% 23% 22% Dias IGC1-GARCH (1,1) IBrX1-GARCH (1,1) 21% (d) 29% 28% 27% 26% 25% 24% 23% 22% Dias IGC1-TGARCH (1,1) IBrX1-TGARCH (1,1) 21% (f) Dias IGC1-EGARCH (1,1) IBrX1-EGARCH (1,1) Figura 2 Gráficos das esruuras a ermo das volailidades dos índices IGC, IGC1, IBrX e IBrX1. (a) Esruura a ermo da volailidade dos índices IGC e IBrX a parir do modelo GARCH (1,1). (b) Esruura a ermo da volailidade dos índices IGC1e IBrX1a parir do modelo GARCH (1,1). (c) Esruura a ermo da volailidade dos índices IGC e IBrX a parir do modelo TGARCH (1,1). (d) Esruura a ermo da volailidade dos índices IGC1e IBrX1a parir do modelo TGARCH (1,1). (e) Esruura a ermo da volailidade dos índices IGC e IBrX a parir do modelo EGARCH (1,1). (f) Esruura a ermo da volailidade dos índices IGC1 e IBrX1 a parir do modelo EGARCH (1,1). Nesse senido, aceia-se as hipóeses meodológicas: H 1, H 2, H 4, H 5 e H 6. Apesar de não ser possível aceiar a hipóese H 3 foi verificado efeios posiivos das boas práicas de governança corporaiva em reduzir a volailidade de longo prazo das ações. Os resulados esaisicamene mais robusos foram enconrados para as hipóeses H 2, H 5 e H 6. Tudo indica que a volailidade das empresas com boas práicas de governança é mais dependene dela mesma no passado, e a volailidade das empresas com piores práicas de governança mais reaiva ao mercado. Nesses ermos, deduz-se que padrões elevados de governança corporaiva podem reduzir a exposição dos reornos das ações à riscos exernos, 14

15 pois o risco das empresas com melhores práicas de governança corporaiva é relaivamene mais idiossincráico do que sisêmico: essas empresas são mais blindadas ao risco de mercado. Empresas com práicas superiores de governança corporaiva são mais ransparenes na divulgação de informações, e isso reflee no aumeno da credibilidade dos gesores. Fornecendo consisenemene informação em ambos os momenos, bons e ruins, a gerência reafirma a sua credibilidade com o mercado, pois o mercado odeia surpresas, especialmene as negaivas. Isso não significa que uma noícia não erá um efeio negaivo na volailidade da ação da empresa, mas que provavelmene erá se a noícia é suficienemene ruim, e os indicadores de desempenho principais ambém são negaivos. Mas, quando os indicadores ornam-se posiivos, a volailidade da ação ambém persisirá reduzida Ademais, empresas com práicas de governança inferiores já sofrem um descono por não serem ransparenes nas informações, e assim, evenos não anecipados de mercado persisem com menor inensidade. Como as volailidades das empresas de práicas de governança corporaiva inferiores endem a ser mais reaivas, independene do que aconece no mercado, se a volailidade das empresas com boas práicas de governança foi baixa onem, enão ela permanece baixa hoje. Se os preços caírem e o passivo da empresa permanecer consane no curo prazo, a razão passivo/parimônio aumena, ornando a empresa mais alavancada e, porano, mais arriscada (o preço da ação orna-se mais voláil). Esse fao, chamado pela lieraura de efeio alavancagem, mosrou-se diferene enre empresas de boas e más práicas de governança corporaiva. Em empresas com melhores práicas de governança, o efeio alavancagem apresenou-se menos pronunciado, alvez porque essas empresas êm maior credibilidade perane acionisas e credores, e os invesidores nessas empresas, possuem um perfil mais de longo prazo. Sob oura perspeciva, o efeio alavancagem enconrado em nossas evidências empíricas poderia ser explicado pela ala assimeria de informações exisene no mercado de capiais nacional. Como as empresas com melhores práicas de governança em ese ransmiem mais confiança nas informações divulgadas ao mercado, a volailidade dos reornos de suas ações reage menos inensamene aos movimenos negaivos do mercado. Acrescena-se que invesidores com perfil de longo prazo, ao decidirem aumenar ou fazer novos invesimenos, necessiam de informação que rará a eles um maior conforo em realizar esses compromissos e são mais imunes às empesividades de curo prazo do mercado. Em linhas gerais, esse rabalho acompanha às evidências empíricas que êm comprovado a imporância da insiuição de boas práicas de governança para redução do risco das ações no mercado de capiais brasileiro. Nesse senido, o resulado da pesquisa apresenou indícios que a proposa do Novo Mercado e Níveis 1 e 2 da Bovespa parece er surido efeio em alerar a esruura da volailidade e, assim, possibiliado o desenvolvimeno do mercado de capiais nacional. De modo ponual, a conribuição dessa pesquisa foi relacionar risco operacional com governança corporaiva e analisar, de forma pioneira, os efeios de boas práicas de governança corporaiva sobre o comporameno e esruura a ermo da volailidade das ações no Brasil. Enre os efeios enconrados, cia-se o fao de er comprovado, com robusez esaísica significaiva, que exise menor assimeria de informações (efeio alavancagem) em empresas com melhores práicas de governança corporaiva. 5. Referências Bibliográficas ALEXANDER, C. Modelos de mercado: um guia para a análise de informações financeiras. São Paulo: Bolsa de Mercadorias & Fuuros,

16 ANDRADE, A.;ROSSETTI, J. P. Governança Corporaiva. 2º Ed. São Paulo: Alas, BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO (BOVESPA). Níveis de Governança Corporaiva Conheça os Níveis 1 e 2 de Governança Corporaiva. Bovespa: São Paulo, 2007a. Disponível em: <hp://www.bovespa.com.br/empresas/novomercadoniveis/cias_niveisdif_inro.asp> Acesso em: 08/09/2006. BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO (BOVESPA). Regulameno de Práicas Diferenciadas de Governança Corporaiva Nível 1. Bovespa: São Paulo, 2007b. Disponível em: <hp://www.bovespa.com.br/pdf/regulamenonivel1.pdf> Acesso em: 08/09/2006. BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO (BOVESPA). Regulameno de Práicas Diferenciadas de Governança Corporaiva Nível 2. Bovespa: São Paulo, 2007c. Disponível em: <hp://www.bovespa.com.br/pdf/regulamenonivel2.pdf> Acesso em: 08/09/2006. BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO (BOVESPA). Regulameno de Lisagem do Novo Mercado. Bovespa: São Paulo, 2007d. Disponível em: <hp://www.bovespa.com.br/pdf/regulamenonmercado.pdf> Acesso em: 08/09/2006. BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO. Meodologia de Cálculo do IBrX e IGC. Bovespa: São Paulo, 2007e. Disponível em: <hp://www.bovespa.com.br> Acesso em: 20/11/2007. CHAPMAN, R. J. Simple ools and echniques for enerprise risk managemen. Chicheser, England: John Wiley & Sons Ld, CHRISTOFFERSEN, P. F. Elemens of financial risk managemen. New York: Elsevier Science, DUARTE JÚNIOR, A. M. Gesão de riscos para fundos de invesimenos. São Paulo: Pearson, GATHERAL, J. The volailiy surface: a praciioner s guide. New Jersey: John Wiley & Sons Ld, GLOSTEN, L.; JAGANNATHAN, R.; RUNKLE, D. On he relaion beween he expeced value and he volailiy of he nominal excess reurn on socks. Journal of Finance, v. 48, pp , HITT, M. A.; HOSKISSON, R. E.; IRELAND, R. D. Adminisração esraégica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, HUSSAIN, A. Managing operaional risk in financial markes. Oxford, England: Buerworh-Heinemann, INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA (IBGC). Códigos das melhores práicas de governança corporaiva. São Paulo: IBGC, Disponível em: <www.ibgc.org.br> Acesso em: 22/08/2006. JENSEN, M. C.; MECKLING, W. H. Theory of he firm: managerial behavior, agency coss and ownership srucure. Journal of Financial Economics, v.3, p , Jul JORION, P. Value a Risk: A Nova Fone de Referência para o Conrole do Risco de Mercado. São Paulo: BM&F, MARKOWITZ, H. M. Porfolio Selecion. Journal of Finance, p.77-91, Vol. VII, n. 1, mar MONFORTE, J. G. Inrodução. In: ANDRADE, A.;ROSSETTI, J. P. Governança Corporaiva. 2º Ed. São Paulo: Alas, POON, S. A praical guide o forecasing financial marke volailiy. Souhern Gae, England: John Wiley & Sons, POON, S.; GRANGER, C. W. J. Forecasing volailiy in financial markes: a review. Journal of Economic Lieraure, v. 41, n. 2, p , jun REBONATO, R. Volailiy and correlaion: in he pricing of equiy, FX and ineres-rae opions. Chicheser, England: John Wiley & Sons Ld, ROGERS, P.; RIBEIRO, K. C. S.; SOUSA, A. F. Impacos de faores macroeconômicos nas melhores práicas de governança corporaiva no Brasil. Revisa de Adminisração RAUSP, São Paulo, v. 42, n.3, p , jul./ago./se VIEIRA, S. P.; MENDES, A. G. S. Governança corporaiva: uma análise de sua evolução e impacos no mercado de capiais brasileiro. Revisa do BNDES, Rio de Janeiro, v.11, n.22, p , Dez

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA 0 Capíulo 5: Inrodução às Séries emporais e aos odelos ARIA Nese capíulo faremos uma inrodução às séries emporais. O nosso objeivo aqui é puramene operacional e esaremos mais preocupados com as definições

Leia mais

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL FRANCISCO CARLOS CUNHA CASSUCE; CARLOS ANDRÉ DA SILVA MÜLLER; ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA

Leia mais

Centro Federal de EducaçãoTecnológica 28/11/2012

Centro Federal de EducaçãoTecnológica 28/11/2012 Análise da Dinâmica da Volailidade dos Preços a visa do Café Arábica: Aplicação dos Modelos Heeroscedásicos Carlos Albero Gonçalves da Silva Luciano Moraes Cenro Federal de EducaçãoTecnológica 8//0 Objevos

Leia mais

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil Ozawa Gioielli Sabrina P.; Gledson de Carvalho, Anônio; Oliveira Sampaio, Joelson Capial de risco

Leia mais

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 Paulo J. Körbes 2 Marcelo Marins Paganoi 3 RESUMO O objeivo dese esudo foi verificar se exise influência de evenos de vencimeno de conraos de opções sobre

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração.

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: OBJETIVOS Explicar a diferença enre regressão espúria e coinegração. Jusificar, por meio de ese de hipóeses, se um conjuno de séries emporais

Leia mais

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001 O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 970-200 Ricardo Candéa Sá Barreo * Ahmad Saeed Khan ** SINOPSE Ese rabalho em como objeivo analisar o impaco dos invesimenos na economia cearense

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS STC/ 08 17 à 22 de ouubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE

Leia mais

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010 AVALIAÇÃO ATUARIAL Daa da Avaliação: 3/2/200 Dados do Plano Nome do Plano: CEEEPREV CNPB: 20.020.04-56 Parocinadoras: Companhia Esadual de Geração e Transmissão de Energia Elérica CEEE-GT Companhia Esadual

Leia mais

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo Uma avaliação da poupança em cona correne do governo Manoel Carlos de Casro Pires * Inrodução O insrumeno de políica fiscal em vários ojeivos e não é surpreendene que, ao se deerminar uma mea de superávi

Leia mais

2. Referencial Teórico

2. Referencial Teórico 15 2. Referencial Teórico Se os mercados fossem eficienes e não houvesse imperfeições, iso é, se os mercados fossem eficienes na hora de difundir informações novas e fossem livres de impedimenos, índices

Leia mais

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DA SÉRIE DE PREÇOS DO SUÍNO NO ESTADO DO PARANÁ, 1994 A 2007

ANÁLISE ESTRUTURAL DA SÉRIE DE PREÇOS DO SUÍNO NO ESTADO DO PARANÁ, 1994 A 2007 ANÁLISE ESTRUTURAL DA SÉRIE DE PREÇOS DO SUÍNO NO ESTADO DO PARANÁ, 994 A 7 ALAN FIGUEIREDO DE ARÊDES; MATHEUS WEMERSON GOMES PEREIRA; MAURINHO LUIZ DOS SANTOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA -

Leia mais

Guia de Recursos e Atividades

Guia de Recursos e Atividades Guia de Recursos e Aividades girls worldwide say World Associaion of Girl Guides and Girl Scous Associaion mondiale des Guides e des Eclaireuses Asociación Mundial de las Guías Scous Unir as Forças conra

Leia mais

4 Cenários de estresse

4 Cenários de estresse 4 Cenários de esresse Os cenários de esresse são simulações para avaliar a adequação de capial ao limie de Basiléia numa deerminada daa. Sua finalidade é medir a capacidade de o PR das insiuições bancárias

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO 78 EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL Pâmela Amado Trisão¹ Kelmara Mendes Vieira² Paulo Sergio Cerea³ Reisoli

Leia mais

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro Análise do preço e produção de peróleo sobre a lucraividade das empresas perolíferas Luciano Jorge de Carvalho Junior Rosemarie Bröker Bone Eduardo Ponual Ribeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro

Leia mais

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi Insper Insiuo de Ensino e Pesquisa Programa de Mesrado Profissional em Economia Bruno Russi ANÁLISE DA ALOCAÇÃO ESTRATÉGICA DE LONGO PRAZO EM ATIVOS BRASILEIROS São Paulo 200 Bruno Russi Análise da alocação

Leia mais

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica Taxa de Juros e Desempenho da Agriculura Uma Análise Macroeconômica Humbero Francisco Silva Spolador Geraldo San Ana de Camargo Barros Resumo: Ese rabalho em como obeivo mensurar os efeios das axas de

Leia mais

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo?

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo? Boom nas vendas de auoveículos via crédio faro, preços baixos e confiança em ala: o caso de um ciclo? Fábio Auguso Reis Gomes * Fabio Maciel Ramos ** RESUMO - A proposa dese rabalho é conribuir para o

Leia mais

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 Geovana Lorena Berussi (UnB) Lízia de Figueiredo (UFMG) Julho 2010 RESUMO Nesse arigo, invesigamos qual

Leia mais

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 IV SEMEAD METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 RESUMO Uma das ferramenas de gesão do risco de mercado

Leia mais

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS João Dionísio Moneiro * ; Pedro Marques Silva ** Deparameno de Gesão e Economia, Universidade

Leia mais

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS VIEIRA, Douglas Tadeu. TCC, Ciências Econômicas, Fecilcam, vieira.douglas@gmail.com PONTILI,

Leia mais

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil Fajardo, José; Pereira, Rafael Efeios Sazonais no Índice Bovespa BBR - Brazilian Business Review,

Leia mais

ANÁLISE DA VOLATILIDADE DOS MERCADOS BRASILEIROS DE RENDA FIXA E RENDA VARIÁVEL NO PERÍODO 1986-2006

ANÁLISE DA VOLATILIDADE DOS MERCADOS BRASILEIROS DE RENDA FIXA E RENDA VARIÁVEL NO PERÍODO 1986-2006 ANÁLISE DA VOLATILIDADE DOS MERCADOS BRASILEIROS DE RENDA FIXA E RENDA VARIÁVEL NO PERÍODO 1986-006 RESUMO: Nara Rosei UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Mauricio Ribeiro do Valle UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Jorge

Leia mais

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Composição Óima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Brasília 2011 MINISTRO DA FAZENDA Guido Manega SECRETÁRIO-EXECUTIVO Nelson Henrique Barbosa Filho SECRETÁRIO DO TESOURO

Leia mais

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS Naal/RN COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS André Assis de Salles Escola Poliécnica - Universidade Federal do Rio de Janeiro Cenro de Tecnologia Bloco F sala

Leia mais

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias **

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** Resumo O inuio é invesigar como e em que grau um choque de produividade ocorrido

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB Revisa Fafibe On Line n.3 ago. 007 ISSN 808-6993 www.fafibe.br/revisaonline Faculdades Inegradas Fafibe Bebedouro SP Influência de Variáveis Meeorológicas sobre a Incidência de Meningie em Campina Grande

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste 1 Modelos Economéricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Elericidade: Seor Residencial no Nordese M. L. Siqueira, H.H. Cordeiro Jr, H.R. Souza e F.S. Ramos UFPE e P. G. Rocha CHESF Resumo Ese

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 1/23 2.2.1 Fones de aenuação e disorção de sinal 2.2.1 Fones de aenuação e disorção do sinal (coninuação) 2/23 Imperfeições do canal

Leia mais

3 Processos Estocásticos e Aplicações em Projetos na Indústria Siderúrgica

3 Processos Estocásticos e Aplicações em Projetos na Indústria Siderúrgica 3 Processos Esocásicos e Aplicações em Projeos na Indúsria Siderúrgica 3.1 Inrodução As decisões de invesimeno ano em ações e derivaivos financeiros, como em projeos corporaivos, são afeadas por incerezas

Leia mais

Perspectivas para a inflação

Perspectivas para a inflação Perspecivas para a inflação 6 Ese capíulo do Relaório de Inflação apresena a avaliação feia pelo Copom sobre o comporameno da economia brasileira e do cenário inernacional desde a divulgação do Relaório

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL DENILSON ALENCASTRO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL DENILSON ALENCASTRO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CONTABILIDADE E ECONOMIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DENILSON ALENCASTRO ANÁLISE EMPÍRICA DO

Leia mais

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa?

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa? 3 O impaco de choques exernos sobre a inflação e o produo dos países em desenvolvimeno: o grau de aberura comercial impora? 3.1.Inrodução Todas as economias esão sujeias a choques exernos. Enreano, a presença

Leia mais

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO Susan Schommer Risco de Crédio 1 RISCO DE CRÉDITO Definição: Risco de crédio é o risco de defaul ou de reduções no valor de mercado causada por rocas na qualidade do crédio do emissor ou conrapare. Modelagem:

Leia mais

Artigos. Abordagem intertemporal da conta corrente: Nelson da Silva Joaquim Pinto de Andrade. introduzindo câmbio e juros no modelo básico*

Artigos. Abordagem intertemporal da conta corrente: Nelson da Silva Joaquim Pinto de Andrade. introduzindo câmbio e juros no modelo básico* Arigos Abordagem ineremporal da cona correne: inroduzindo câmbio e juros no modelo básico* Nelson da Silva Joaquim Pino de Andrade Resumo O modelo padrão da abordagem ineremporal da cona correne assume

Leia mais

A EFICÁCIA DO CRÉDITO COMO CANAL DE TRANSMISSÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL: ESTRATÉGIA DE IDENTIFICAÇÃO DA OFERTA E DEMANDA DE CRÉDITO

A EFICÁCIA DO CRÉDITO COMO CANAL DE TRANSMISSÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL: ESTRATÉGIA DE IDENTIFICAÇÃO DA OFERTA E DEMANDA DE CRÉDITO A EFICÁCIA DO CRÉDITO COMO CANAL DE TRANSMISSÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL: ESTRATÉGIA DE IDENTIFICAÇÃO DA OFERTA E DEMANDA DE CRÉDITO Thamirys Figueredo Evangelisa 1 Eliane Crisina de Araújo Sbardellai

Leia mais

Análise quantitativa da volatilidade entre os índices Dow Jones, IBovespa e S&P 500

Análise quantitativa da volatilidade entre os índices Dow Jones, IBovespa e S&P 500 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Ciências Econômicas Programa de Pós-Graduação em Economia Análise quaniaiva da volailidade enre os índices Dow Jones, IBovespa e S&P 500 Daniel Cosa

Leia mais

O Custo de Bem-Estar da Inflação: Cálculo Tentativo

O Custo de Bem-Estar da Inflação: Cálculo Tentativo O Cuso de Bem-Esar da Inflação: Cálculo Tenaivo com o Uso de um Modelo de Equilíbrio Geral José W. Rossi Resumo O cuso de bem-esar da inflação em sido calculado usando-se basicamene dois ipos de abordagem:

Leia mais

Multicointegração e políticas fiscais: uma avaliação de sustentabilidade fiscal para América Latina

Multicointegração e políticas fiscais: uma avaliação de sustentabilidade fiscal para América Latina IPES Texo para Discussão Publicação do Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de susenabilidade fiscal para América Laina Luís Anônio Sleimann Berussi

Leia mais

Testando as Previsões de Trade-off e Pecking Order sobre Dividendos e Dívida no Brasil

Testando as Previsões de Trade-off e Pecking Order sobre Dividendos e Dívida no Brasil Tesando as Previsões de Trade-off e Pecking Order sobre Dividendos e Dívida no Brasil Júlio Cesar G. da Silva Ricardo D. Brio Faculdades Ibmec/RJ Ibmec São Paulo RESUMO Ese rabalho mosra que as companhias

Leia mais

GOVERNANÇA CORPORATIVA, CUSTO DE CAPITAL E RETORNO DO INVESTIMENTO NO BRASIL

GOVERNANÇA CORPORATIVA, CUSTO DE CAPITAL E RETORNO DO INVESTIMENTO NO BRASIL GOVERNANÇA CORPORAIVA, CUSO DE CAPIAL E REORNO DO INVESIMENO NO BRASIL ARIGO FINANÇAS Pablo Rogers Mesre em Adminisração pela FAGEN-UFU. Douorando em Adminisração na FEA-USP. Professor de Finanças e Conabilidade

Leia mais

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE Luiz Carlos Takao Yamaguchi Pesquisador Embrapa Gado de Leie e Professor Adjuno da Faculdade de Economia do Insiuo Vianna Júnior.

Leia mais

A Guerra entre Comprados e Vendidos no Mercado de Opções de Compra da Bolsa de Valores de São Paulo

A Guerra entre Comprados e Vendidos no Mercado de Opções de Compra da Bolsa de Valores de São Paulo A Guerra enre Comprados e Vendidos no Mercado de Opções de Compra da Bolsa de Valores de São Paulo Auoria: Anonio Zorao Sanvicene, Rogério da Cosa Moneiro Resumo: Uilizando, pela primeira vez em nosso

Leia mais

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB.

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB. Análise de Séries Temporais de Pacienes com HIV/AIDS Inernados no Hospial Universiário João de Barros Barreo (HUJBB), da Região Meropoliana de Belém, Esado do Pará Gilzibene Marques da Silva ¹ Adrilayne

Leia mais

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México A axa de câmbio consiui variável fundamenal em economias aberas, pois represena imporane componene do preço relaivo de bens, serviços e aivos, ou

Leia mais

Jovens no mercado de trabalho formal brasileiro: o que há de novo no ingresso dos ocupados? 1

Jovens no mercado de trabalho formal brasileiro: o que há de novo no ingresso dos ocupados? 1 Jovens no mercado de rabalho formal brasileiro: o que há de novo no ingresso dos ocupados? 1 Luís Abel da Silva Filho 2 Fábio José Ferreira da Silva 3 Silvana Nunes de Queiroz 4 Resumo: Nos anos 1990,

Leia mais

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000)

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) José Ronaldo de Casro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) Belo Horizone, MG UFMG/CEDEPLAR 2002 José Ronaldo de Casro Souza Júnior

Leia mais

Medidas de Desempenho: Um Estudo sobre a Importância do Lucro Contábil e do Fluxo de Caixa das Operações no Mercado de Capitais Brasileiro

Medidas de Desempenho: Um Estudo sobre a Importância do Lucro Contábil e do Fluxo de Caixa das Operações no Mercado de Capitais Brasileiro Medidas de Desempenho: Um Esudo sobre a Imporância do Lucro Conábil e do Fluxo de Caixa das Operações no Mercado de Capiais Brasileiro Auoria: Moisés Ferreira da Cunha, Paulo Robero Barbosa Lusosa Resumo:

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO ALICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO OULACIONAL BRASILEIRO Adriano Luís Simonao (Faculdades Inegradas FAFIBE) Kenia Crisina Gallo (G- Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigüi/S) Resumo: Ese rabalho

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO SÃO PAULO 2007 Livros Gráis hp://www.livrosgrais.com.br

Leia mais

METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR)

METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR) METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR) Edilean Kleber da Silva Douorando em Economia Aplicada pela UFRGS Rua Duque de Caxias, 1515, apo. 402.

Leia mais

ACORDOS TBT E SPS E COMÉRCIO INTERNACIONAL AGRÍCOLA: RETALIAÇÃO OU COOPERAÇÃO? 1

ACORDOS TBT E SPS E COMÉRCIO INTERNACIONAL AGRÍCOLA: RETALIAÇÃO OU COOPERAÇÃO? 1 ACORDOS TBT E SPS E COMÉRCIO INTERNACIONAL AGRÍCOLA: RETALIAÇÃO OU COOPERAÇÃO? fernanda.almeida@ufv.br APRESENTACAO ORAL-Comércio Inernacional FERNANDA MARIA DE ALMEIDA; WILSON DA CRUZ VIEIRA; ORLANDO

Leia mais

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS Caroline Poli Espanhol; Célia Mendes Carvalho Lopes Engenharia de Produção, Escola de Engenharia, Universidade Presbieriana Mackenzie

Leia mais

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil*

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* REVISTA DO BNDES, RIO DE JANEIRO, V. 15, N. 30, P. 303-345, DEZ. 2008 303 Esruura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* SAMER SHOUSHA** RESUMO Exise uma relação muio próxima enre

Leia mais

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações:

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações: Aula 1 Para as quesões dessa aula, podem ser úeis as seguines relações: 1. E c = P = d = m. v E m V E P = m. g. h cos = sen = g = Aividades Z = V caeo adjacene hipoenusa caeo oposo hipoenusa caeo oposo

Leia mais

CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO RESUMO

CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO RESUMO CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO VIVIANE SEDA BITTENCOURT (IBRE/FGV) E ANDREI GOMES SIMONASSI (CAEN/UFC) RESUMO O rabalho avalia a dinâmica

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Peloas UFPEL Deparameno de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capíulo 6 Conabilidade Ambienal Nacional Peloas, 2010 6.1 Inrodução O lado moneário

Leia mais

Autoria: Rafaela Módolo de Pinho, Fabio Moraes da Costa

Autoria: Rafaela Módolo de Pinho, Fabio Moraes da Costa Qualidade de Accruals e Persisência dos Lucros em Firmas Brasileiras Lisadas na Bovespa Auoria: Rafaela Módolo de Pinho, Fabio Moraes da Cosa Resumo Ese arigo objeiva invesigar a relação enre a qualidade

Leia mais

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS DODOS 1.JUÇÃO Os crisais semiconduores, ano do ipo como do ipo, não são bons conduores, mas ao ransferirmos energia a um deses ipos de crisal, uma pequena correne elérica aparece. A finalidade práica não

Leia mais

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR Osvaldo Cândido da Silva Filho Bacharel em Economia pela UFPB Mesre em Economia pela UFPB Douorando em Economia pelo PPGE UFRGS

Leia mais

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

Um modelo matemático para o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e controle de epidemias

Um modelo matemático para o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e controle de epidemias Universidade Federal de Ouro Preo Modelagem e Simulação de Sisemas Terresres DECOM- prof. Tiago Garcia de Senna Carneiro Um modelo maemáico para o ciclo de vida do mosquio Aedes aegypi e conrole de epidemias

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO E EMPRESAS DE SÃO PAULO GVPESQUISA RICARDO RATNER ROCHMAN

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO E EMPRESAS DE SÃO PAULO GVPESQUISA RICARDO RATNER ROCHMAN FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO E EMPRESAS DE SÃO PAULO GVPESQUISA RICARDO RATNER ROCHMAN INSIDER TRADING E GOVERNANÇA CORPORATIVA: O PERFIL E PRÁTICA DOS INSIDERS DE EMPRESAS DE GOVERNANÇA

Leia mais

2 Fluxos de capitais, integração financeira e crescimento econômico.

2 Fluxos de capitais, integração financeira e crescimento econômico. 2 Fluxos de capiais, inegração financeira e crescimeno econômico. O objeivo dese capíulo é apresenar em dealhes as variáveis fundamenais enconradas na lieraura que deerminam o crescimeno de longo prazo

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO ANÁLISE DO DESEMPENHO DA BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ESTIMAÇÕES DAS ELASTICIDADES DAS FUNÇÕES DA

Leia mais

RESTRIÇÕES DE FINANCIAMENTO E POLÍTICA DE GESTÃO DE CAIXA NAS EMPRESAS DA BOVESPA

RESTRIÇÕES DE FINANCIAMENTO E POLÍTICA DE GESTÃO DE CAIXA NAS EMPRESAS DA BOVESPA ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& Foz do Iguaçu, PR, Brasil, 09 a 11 de ouubro de

Leia mais

Universidade Federal de Lavras

Universidade Federal de Lavras Universidade Federal de Lavras Deparameno de Ciências Exaas Prof. Daniel Furado Ferreira 8 a Lisa de Exercícios Disribuição de Amosragem 1) O empo de vida de uma lâmpada possui disribuição normal com média

Leia mais

2 Relação entre câmbio real e preços de commodities

2 Relação entre câmbio real e preços de commodities 18 2 Relação enre câmbio real e preços de commodiies Na exensa lieraura sobre o cálculo da axa de câmbio de longo prazo, grande pare dos modelos economéricos esimados incluem os ermos de roca como um dos

Leia mais

Área de Interesse: Área 3 Macroeconomia, Economia Monetária e Finanças

Área de Interesse: Área 3 Macroeconomia, Economia Monetária e Finanças Área de Ineresse: Área 3 Macroeconomia, Economia Moneária e Finanças Tíulo: NOVO CONSENSO MACROECONÔMICO E REGRAS DE CONDUTA: O PAPEL DA ROTATIVIDADE DOS DIRETORES DO COMITÊ DE POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL

Leia mais

APLICAÇÃO DE MODELOS DE VALUE-AT-RISK COM QUEBRA DE ESTRUTURA A RENDIBILIDADES DO MERCADO ACIONISTA PORTUGUÊS. Aida Sofia Liliu Napoleão Leal

APLICAÇÃO DE MODELOS DE VALUE-AT-RISK COM QUEBRA DE ESTRUTURA A RENDIBILIDADES DO MERCADO ACIONISTA PORTUGUÊS. Aida Sofia Liliu Napoleão Leal Insiuo Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Deparameno de Finanças Faculdade de Ciências Deparameno de Maemáica APLICAÇÃO DE MODELOS DE VALUE-AT-RISK COM QUEBRA DE ESTRUTURA A RENDIBILIDADES DO

Leia mais

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov Insiuo de Tecnologia de Massachuses Deparameno de Engenharia Elérica e Ciência da Compuação 6.345 Reconhecimeno Auomáico da Voz Primavera, 23 Publicado: 7/3/3 Devolução: 9/3/3 Tarefa 5 Inrodução aos Modelos

Leia mais

Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriette Righi

Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriette Righi Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriee Righi LISTA DE EXERCÍCIOS # 1 Aenção: Aualize seu adobe, ou subsiua os quadrados por negaivo!!! 1) Deermine

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário Inrodução 5 Gerador de funções 6 Caracerísicas de geradores de funções 6 Tipos de sinal fornecidos 6 Faixa de freqüência 7 Tensão máxima de pico a pico na saída 7 Impedância de saída 7 Disposiivos

Leia mais

Campo magnético variável

Campo magnético variável Campo magnéico variável Já vimos que a passagem de uma correne elécrica cria um campo magnéico em orno de um conduor aravés do qual a correne flui. Esa descobera de Orsed levou os cienisas a desejaram

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

BLOCO 9 PROBLEMAS: PROBLEMA 1

BLOCO 9 PROBLEMAS: PROBLEMA 1 BLOCO 9 ASSUNTOS: Análise de Invesimenos Valor Acual Líquido (VAL) Taxa Inerna de Renabilidade (TIR) Rácio Benefício - Cuso (RBC) Tempo de Recuperação (TR) PROBLEMAS: PROBLEMA 1 Perane a previsão de prejuízos

Leia mais

Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos testes de sustentabilidade da política fiscal.

Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos testes de sustentabilidade da política fiscal. IPES Texo para Discussão Publicação do Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos eses de susenabilidade da políica fiscal. Luís Anônio Sleimann

Leia mais

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012 1 Análise econômica dos benefícios advindos do uso de carões de crédio e débio Ouubro de 2012 Inrodução 2 Premissas do Esudo: Maior uso de carões aumena a formalização da economia; e Maior uso de carões

Leia mais

Sistemas de Energia Ininterrupta: No-Breaks

Sistemas de Energia Ininterrupta: No-Breaks Sisemas de Energia Ininerrupa: No-Breaks Prof. Dr.. Pedro Francisco Donoso Garcia Prof. Dr. Porfírio Cabaleiro Corizo www.cpdee.ufmg.br/~el GEP-DELT-EEUFMG Porque a necessidade de equipamenos de energia

Leia mais

ACORDO DE ACIONISTAS E QUALIDADE DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS: EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS NO MERCADO BRASILEIRO

ACORDO DE ACIONISTAS E QUALIDADE DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS: EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS NO MERCADO BRASILEIRO 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E ECONÔMICAS PROGRAMA DE MESTRADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS FELIPE MAIA LYRIO ACORDO DE ACIONISTAS E QUALIDADE DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS:

Leia mais

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA.

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA. UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA Área: ECONOMIA COELHO JUNIOR, Juarez da Silva PONTILI, Rosangela Maria

Leia mais

Renata Amarante de Andrade Monte Alto UMA INVESTIGAÇÃO EMPÍRICA DA INFLUÊNCIA DO DESEMPENHO PASSADO DAS AÇÕES SOBRE MÚLTIPLOS PREÇO VALOR PATROMINAL

Renata Amarante de Andrade Monte Alto UMA INVESTIGAÇÃO EMPÍRICA DA INFLUÊNCIA DO DESEMPENHO PASSADO DAS AÇÕES SOBRE MÚLTIPLOS PREÇO VALOR PATROMINAL Ibmec São Paulo Faculdade de Economia e Adminisração Renaa Amarane de Andrade Mone Alo UMA INVESTIGAÇÃO EMPÍRICA DA INFLUÊNCIA DO DESEMPENHO PASSADO DAS AÇÕES SOBRE MÚLTIPLOS PREÇO VALOR PATROMINAL São

Leia mais

O objectivo deste estudo é a obtenção de estimativas para o número de nados vivos (de cada um dos sexos) ocorrido por mês em Portugal.

O objectivo deste estudo é a obtenção de estimativas para o número de nados vivos (de cada um dos sexos) ocorrido por mês em Portugal. REVISTA DE ESTATÍSTICA 8ª PAGINA NADOS VIVOS: ANÁLISE E ESTIMAÇÃO LIVE BIRTHS: ANALYSIS AND ESTIMATION Auora: Teresa Bago d Uva -Gabinee de Esudos e Conjunura do Insiuo Nacional de Esaísica Resumo: O objecivo

Leia mais

COMPORTAMENTO DIÁRIO DO MERCADO BRASILEIRO DE RESERVAS BANCÁRIAS NÍVEL E VOLATILIDADE IMPLICAÇÕES NA POLÍTICA MONETÁRIA

COMPORTAMENTO DIÁRIO DO MERCADO BRASILEIRO DE RESERVAS BANCÁRIAS NÍVEL E VOLATILIDADE IMPLICAÇÕES NA POLÍTICA MONETÁRIA COMPORTAMENTO DIÁRIO DO MERCADO BRASILEIRO DE RESERVAS BANCÁRIAS NÍVEL E VOLATILIDADE IMPLICAÇÕES NA POLÍTICA MONETÁRIA Resumo Mardilson Fernandes Queiroz UNB Ese rabalho evidencia padrão de comporameno

Leia mais

ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE UMA USINA TERMELÉTRICA USANDO MODELAGEM ESTOCÁSTICA E TEORIA DE OPÇÕES REAIS. Livia Galdino Mendes

ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE UMA USINA TERMELÉTRICA USANDO MODELAGEM ESTOCÁSTICA E TEORIA DE OPÇÕES REAIS. Livia Galdino Mendes ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE UMA USINA TERMELÉTRICA USANDO MODELAGEM ESTOCÁSTICA E TEORIA DE OPÇÕES REAIS Livia Galdino Mendes PROJETO SUBMETIDO AO CORPO DOCENTE DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

Leia mais

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Geulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016 Professor: Rubens Penha Cysne Lisa de Exercícios 4 - Gerações Superposas Obs: Na ausência de de nição de

Leia mais