TERMO DE ACORDO OS DIRETÓRIOS DE PARTIDOS POLÍTICOS ATUANTES NA 3ª ZONA ELEITORAL, SEDIADOS NOS MUNICÍPIOS DE ROSÁRIO OESTE, JANGADA e NOBRES/MT,

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1 TERMO DE ACORDO OS DIRETÓRIOS DE PARTIDOS POLÍTICOS ATUANTES NA 3ª ZONA ELEITORAL, SEDIADOS NOS MUNICÍPIOS DE ROSÁRIO OESTE, JANGADA e NOBRES/MT, pessoas jurídicas de direito privado ao final identificadas, por intermédio dos respectivos representantes de seus órgãos de direção partidária, doravante denominados COMPROMISSÁRIOS, celebram o presente acordo, com as seguintes deliberações: Considerando os estritos termos do art. 14, 1º, da CF, pelo qual é assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna, organização e funcionamento, devendo seus estatutos estabelecerem normas de disciplina e fidelidade partidária; Considerando que a Lei 9.096/95, art. 1º, determina que o partido político, pessoa jurídica de direito privado, destina-se a assegurar, no interesse do regime democrático, a autenticidade do sistema representativo e a defender os direitos fundamentais definidos no artigo 5º da Constituição Federal (inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade); Considerando, ainda, nos termos da Lei 9.096/95, que é assegurada, ao partido político, autonomia para definir sua estrutura interna, organização e funcionamento, sendo livre para fixar, em seu programa, seus objetivos políticos e para estabelecer, em seu estatuto, a sua estrutura interna, organização e funcionamento, inclusas normas sobre direitos e deveres dos filiados, composição e competências dos órgãos partidários no nível municipal, disciplina partidária, condições e forma de escolha de seus candidatos a cargos e funções eletivas; Considerando que os respectivos Estatutos dos Partidos Compromissários fixam como atribuições dos Diretórios Municipais ou órgãos equivalentes o dever de estabelecer a posição do Partido em relação às questões políticas de âmbito municipal e, ainda, aprovar resoluções sobre matéria de sua competência; Considerando que é consenso para todos os acordantes que, historicamente, as campanhas eleitorais, na maioria das unidades federativas brasileiras são, em grande medida, perversas e corrompidas, inclusive, em razão da tacanha legislação eleitoral pátria que, em nome da liberdade eleitoral, abre várias possibilidades para a poluição ambiental urbana (visual e sonora), a corrupção eleitoral e o abuso do poder econômico institucionalizado (contratação de cabos eleitorais e fiscais, contratação de pessoal para pesquisas e testes eleitorais, acobertando aliciamento de eleitores, aluguel de bens particulares para veiculação de propaganda eleitoral etc.); Considerando que, segundo se noticia na grande imprensa nacional, os chamados gastos eleitorais ilícitos, normalmente, são regados com dinheiro da corrupção pública, sonegação fiscal, tráfico de armas e drogas, do crime organizado e das corporações engastadas no poder; Considerando a necessidade manifestada pelos Compromissários de prevenir a realização indevida de gastos de campanhas, tornando-as compatíveis com um processo eleitoral justo, igualitário, livre da influência do poder econômico e político e que respeite o meio ambiente e a dignidade das famílias residentes nesta zona eleitoral; Considerando que é vedada propaganda que perturbe o sossego público, com algazarra ou abuso de instrumentos sonoros ou acústicos (art. 243, VI, do Código Eleitoral), e que prejudique a higiene e a estética urbana (art. 243, VIII, do Código Eleitoral). Considerando que a contratação, durante a campanha ou às vésperas da eleição, de vultosa quantidade de cabos eleitorais, fiscais (notadamente, em razão da votação eletrônica), entrevistadores etc., mesmo que terceirizados, de forma reconhecidamente desnecessária, 1

2 configura artifício para prática de abuso do poder econômico, compra de votos, constrangimento de eleitores em filas de votação etc.; Considerando que apenas 01(um) cabo eleitoral, cumprindo jornada de trabalho constitucional (44h/semana), conseguiria atingir, no mínimo, mil eleitores em 264 visitas/semana (média de 4 eleitores por família); isto significa, que durante o período de campanha eleitoral (06/07 a 06/10 de 2012, aproximadamente 13 semanas) cada cabo eleitoral tem a possibilidade de levar seus argumentos para, no mínimo, 13 mil eleitores, ou seja, cerca de 5 vezes o número de votos que necessitaria um candidato para ser eleito nas proporcionais (veja que 10 cabos eleitorais, em tese, atingiria cerca de 130 mil eleitores para majoritária), tudo isso, sem falar nas campanhas pela mídia, reuniões, comícios, redes sociais etc.; Considerando que a distribuição gratuita de combustível configura captação ilícita de sufrágio quando realizada sem registro ou para pessoas estranhas aos quadros de pessoal contratado para a campanha eleitoral; e, por outro lado, gastos com combustíveis sem informações dos valores relativos à utilização de veículos e sem emissão de recibos eleitorais relativos a tais doações estimáveis em dinheiro podem configurar ilícito eleitoral; Considerando que a Lei das Eleições, em seu artigo art. 26, XIV, prevê a possibilidade de aluguel de bens particulares para veiculação, por qualquer meio, de propaganda eleitoral, entretanto, tal prática generalizada com a fixação de cartazes, outdoor etc. nas paredes, portas ou quintais das residências locais pode representar uma porta aberta para a prática de captação ilícita de sufrágio; Considerando que a Lei das Eleições, em seu artigo art. 26, XII, prevê a possibilidade de realização de pesquisas ou testes pré-eleitorais, entretanto, tal prática, caso levada a efeito na clandestinidade, pode representar uma porta aberta para a prática de captação ilícita de sufrágio e constrangimento de eleitores; Considerando que a infração civil da captação ilícita de sufrágio (art. 41-A da Lei 9.504/97), corresponde ao crime de corrupção eleitoral (art. 299 do Código Eleitoral), deve ser punida severamente, sendo certo que para a caracterização da conduta ilícita, é desnecessário o pedido explícito de votos, bastando a evidência do dolo, consistente no especial fim de agir; Considerando que a prática reprovável de contratar colaboradores diversos para cadastramento de eleitores é fato suficiente para comprovar a escolha e remuneração de pessoas para servir como cabos eleitorais para serviços escusos, com a função de captar ilicitamente ou constranger eleitores; Considerando o crime capitulado no art. 39, 5º, II, da Lei nº 9.504/97, delito que pune a distribuição de propaganda a eleitor, no dia da votação, com o intuito de influir na formação de sua vontade; Considerando o disposto no art. 131 e do Código Eleitoral e no art. 65 e da Lei 9.504/97, sobre a disciplina da nomeação de delegados e fiscais junto a cada mesa receptora, cuja correta interpretação dá conta de que tais normas se referem a faculdades dos Partidos e Coligações; Considerando que o Código Civil Brasileiro estabelece que aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito (art. 186), também o fazendo aquele titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes (art. 187). Ainda, que não é vedado compromisso voluntário para solução de questões que tenham caráter estritamente patrimonial (art. 852); 2

3 RESOLVEM Celebrar o presente TERMO DE ACORDO, cujas cláusulas serão incluídas nas normas de postura dos Partidos Compromissários, em relação às questões políticas de âmbito municipal e deveres e direitos de seus filiados, mediante os seguintes termos, sem prejuízo das diretivas dos órgãos partidários estaduais e nacionais respectivos: I - Da propaganda em bens particulares: Os compromissários não realizarão propaganda eleitoral em bens particulares, com afixação de placas, faixas, cartazes, bandeiras ou congêneres, vedada a distribuição e o custeio de tais objetos para a mesma finalidade; II - Das carreatas e passeatas: Os compromissários não realizarão a distribuição de combustível para realização de carreatas, exceto para o pessoal formalmente registrado para prestar serviços às candidaturas ou aos comitês eleitorais; e, no caso de passeatas, resta vedada a conduta de oferecer transporte aos eleitores para participarem do evento. III - Das bombas, morteiros, foguetes, rojões, fogos de estampido e similares: Fica vedada na propaganda eleitoral o uso de bombas, morteiros, foguetes, rojões, fogos de estampido, artifícios pirotécnicos, pólvoras, explosivos e seus elementos e acessórios e produtos químicos agressivos; IV - Da propaganda mediante alto-falantes e amplificadores de som: Os compromissários poderão instalar e fazer funcionar, no período compreendido entre o início da propaganda eleitoral e a véspera da eleição, das 8 às 18 horas, alto-falantes ou amplificadores de som, nos seus comitês, sedes, dependências e demais unidades, assim como em veículos seus ou à sua disposição, com a observância da legislação comum e dos 1º e 2º, inclusive dos limites do volume sonoro; 1º - Cada Coligação formada para a Eleição Majoritária poderá veicular propaganda eleitoral mediante amplificadores de som instalados em veículos seus ou à sua disposição, formalmente registrados para fins de prestação de contas, à razão de 01 (um) veículo por cada Região do perímetro urbano da cidade respectiva, enquanto aquelas formadas para a Eleição Proporcional poderá utilizar 01 (um) veículo por cada Região; 2º A quantidade de veículos referida no parágrafo anterior se limitará ao máximo de 05 (cinco) veículos por coligação; 3º - Segundo a autonomia dos Compromissários, será realizada a propaganda eleitoral referida nesta cláusula para Eleição Majoritária, bem como realizada a divisão do tempo de propaganda para os candidatos aos cargos de Vereador; V - Da Propaganda por meio de panfletos: Os compromissários deverão, até as 18:00 horas do dia que antecede as eleições, entregar na sede do Cartório Eleitoral da 3ª Zona ou da Promotoria de Justiça Eleitoral todo o material gráfico que ainda possuam, sendo vedada a distribuição destes após o horário previsto neste dispositivo; VI - contratação de cabos eleitorais: Os compromissários poderão contratar no máximo 10 (dez) cabos eleitorais para as Eleições Majoritárias (cargos de Prefeito e Vice-prefeito) e de 02 (dois) cabos eleitorais por candidato nas eleições proporcionais (cargos de Vereador), obedecendo, na contratação, as exigências legais, ficando, inclusive, vedada a contratação de menores de 18 anos; Parágrafo único - A escolha dos cabos eleitorais deverá recair no rol de filiados dos respectivos Partidos pelos quais os candidatos foram registrados, com a publicação e envio da lista ao Juízo Eleitoral e ao Ministério Público Eleitoral para conhecimento e acompanhamento; 3

4 VII - Das pesquisas: A realização de enquetes, sondagens, testes ou pesquisas eleitorais quantitativas deverão ser realizadas por empresas idôneas, na forma da lei, sendo terminantemente vedada a prática de qualquer tipo de cadastramento dos eleitores e seus familiares, mediante solicitação de número de título de eleitor e endereço, situação de beneficiário de programas sociais, oferta de qualquer espécie de vantagem etc.; Parágrafo único: Não serão contratados ou aceitos, mesmo que gratuitamente, quaisquer espécies de colaboradores para cadastramento de eleitores ou demais serviços escusos que impliquem direta ou indiretamente em captação ilícita de sufrágio ou constrangimento dos eleitores; VIII - Da nomeação de Delegados e Fiscais para o dia das Eleições: Cada Coligação/Partido com candidato registrado para a Eleição Majoritária na 3ª Zona Eleitoral poderá nomear, no máximo, 02 (dois) delegados por Zona Eleitoral e 02 (dois) fiscais junto a cada duas mesas receptoras (seções eleitorais), funcionando, neste caso, um de cada vez; Parágrafo único: A escolha dos Fiscais e Delegados de Partidos/Coligações para o dia das eleições deverá recair, em quem, durante a campanha eleitoral, tenha prestado serviços às candidaturas ou aos comitês eleitorais, devidamente registrados e contabilizados ou em seus filiados, vedada sua remuneração; VIII - Da pena pecuniária: O descumprimento de quaisquer das cláusulas do presente acordo, acarretará, a título de cláusula penal, a responsabilidade pessoal do infrator pelo pagamento de multa pecuniária por cada infração no caso de omissão ou descumprimento, no valor R$ 5.000,00 (cinco mil reais), que reverterá para o Fundo de Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente do município respectivo ao domicílio eleitoral do infrator, obrigando-se, ainda, a fazer cessar a infração em 24h (vinte e quatro horas), sob pena de pagar mais R$ 1.000,00 (mil reais) para cada dia de atraso. 1º - Nos casos de ação ou omissão voluntária que violar direito e causar dano a eleitor individualizado ao à sua família, ainda que dano exclusivamente moral e, ainda, nos casos de exercício abusivo de direitos, resta certo que a multa acima estabelecida fica reconhecida como valor mínimo para indenização, sem prejuízo dos meios ordinários de recomposição de danos morais e materiais; 2º - Os Compromissários firmam que, sem prejuízo das garantias processuais cabíveis em cada caso, estão cientes e concordam que o descumprimento dos termos do presente acordo servirá como prova em eventual reclamação ou representação eleitoral, posto que os limites nele traçados foram baseados na realidade social e na razoabilidade das despesas reconhecidas como justas e necessárias a um processo eleitora igualitário e digno; Este compromisso produzirá efeitos legais a partir de sua celebração, e terá eficácia de título executivo extrajudicial no que for cabível, na forma do art. 585, II, do Código de Processo Civil, ficando a cargo dos Compromissários as providências para os registros e comunicações, na forma da lei, inclusive, para o fim de adesão dos pré-candidatos, candidatos e prestadores de serviços das candidaturas e comitês eleitorais. Partidos Políticos Compromissários Município Assinatura do(s) Responsáveis pelo órgão 4

5 Partidos Políticos Compromissários Município Assinatura do(s) Responsáveis pelo órgão 5

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