UM ROTEIRO ESTRATÉGICO PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO. 31 de agosto de Sindirações

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1 UM ROTEIRO ESTRATÉGICO PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO 31 de agosto de 2015 Sindirações 1

2 1. Cenário macroeconômico 2. Economia Implicações Brasileira para empresas 3. Um roteiro estratégico para o agronegócio brasileiro 2

3 Cenário Internacional Doméstico China: desvalorização da taxa de câmbio; Commodities: pressão de queda nos preços; EUA: retomada da economia; ajuste fiscal e dívida pública; probabilidade de aumento da taxa de juros em setembro diminuiu; Europa: desafios são Grécia, Ucrânia, imigração e baixo crescimento. Rússia: economia pode entrar em colapso?; O terceiro trimestre vai ser muito ruim; O impacto nas famílias começará a ser sentido agora; Varejo vai cair mais; Perda de grau de investimento? Alguma possibilidade de melhora depois das eleições de 2016 ; 3

4 China: taxa de câmbio Iuan/dólar 6,5 6,4 6,41 6,3 3,2% 6,2 6,1 Média do período: 6,17 6,0 27/08/13 27/08/14 27/08/15 Fonte: MB Associados. Elaboração: MB Associados 4

5 Direitos especiais de saque (SDR) Composição - % Dólar norte-americano 41,9 Euro 37,4 Libra esterlina 11,3 Iene 9,4 Espera-se que na revisão de novembro, o Iuan seja incluído na cesta de moedas Fonte: FMI.Elaboração: MB Associados. 5

6 Exportações - média móvel de 3 meses da variação do mês em relação ao mesmo período no ano anterior - % Taxa de câmbio real efetiva - índice China: exportações x flexibilidade Guerra cambial? Não jul/06 jul/09 jul/12 jul/ Fonte: Bloomberg. Elaboração: MB Associados. 6

7 Impacto nas commodities metálicas Minério de ferro - US$ por tonelada , /08/12 27/08/13 27/08/14 27/08/15 Fonte: Bloomberg. Elaboração: MB Associados 7

8 Impacto nas commodities metálicas R$/ação 40 CSN Usiminas ,45 3,06 27/08/10 27/08/11 27/08/12 27/08/13 27/08/14 27/08/15 Fonte: Bloomberg. Elaboração: MB Associados. 8

9 01/jul/15 08/jul/15 15/jul/15 22/jul/15 29/jul/15 05/ago/15 12/ago/15 Preço (US$/bu) Produção (milhões t) 01/jul/15 08/jul/15 15/jul/15 22/jul/15 29/jul/15 05/ago/15 12/ago/15 Preço (US$/bu) 106 Produção (milhões t) ,6 10,4 10,2 10,0 9,8 9,6 9,4 Produção mi t 10,44 Fonte: CME, USDA. Elaboração MB Agro Produção nos EUA x Preço (Relatórios USDA de Ago x Jul) Soja Preço US$c/bu 107 4,4 Produção mi t Preço US$c/bu 4, , ,0 3,8 3,6 3, , Milho ,

10 Evolução do preço e da oferta de petróleo US$/Barril Oferta mundial - mb/d 96,5 95,2 95,3 94,1 93,0 91,2 91,7 91,8 92,2 90, T13 4T13 3T14 2T BRENT WTI 42,9 40, /08/14 27/02/15 27/08/15 Fonte: Bloomberg. Elaboração: MB Associados 10

11 R$/ação Cotação das ações da Petrobrás (PETR4) ,89 27/08/ /08/ /08/2015 Fonte: Bloomberg. Elaboração: MB Associados. 11

12 Cenário doméstico 2015 Degrau na economia (jan - mar) Dados sinalizam um primeiro trimestre com uma forte queda na atividade econômica; Momento de alívio (abril) Terceirização da economia: Economia (Joaquim Levy); Política (Michel Temer); Petrobras; Hora da verdade (mai - ago) Piora fiscal: teste de fogo para Levy; Conflitos na liderança do PMDB; Petrobras pós balanço 2016: teremos algum crescimento?; Desafio: trazer o crescimento de volta sem reformas, com poucos investimentos, com elevação do desemprego e com as dificuldades das empresas 12

13 Prêmio de risco: CDS dos ratings BBB- e BB+ pela S&P Outlook negativo BBB- CDS (pontos base) BB+ CDS (pontos base) Brasil 340 Bahrein 305 África do Sul 249 Marrocos 205 Romênia 132 Andorra Azerbaijão Montserrat Rússia 407 Indonésia 226 Bulgária 173 Hungria 152 Polinésia Francesa O Brasil já está sendo cotado como grau especulativo Fonte: Bloomberg. Elaboração: MB Associados. (*) Posição em 27/08/

14 Consumo das famílias (trimestre contra trimestre do ano anterior em %) e taxa de desemprego (PNAD Contínua - % dessazonalizado) 4,0% 3,0% 2,0% 1,0% 0,0% -1,0% -2,0% -3,0% Consumo das famílias Taxa de desemprego 10,5% 10,0% 9,5% 9,0% 8,5% 8,0% 7,5% 7,0% 6,5% -4,0% I/13 II/13 III/13 IV/13 I/14 II/14 III/14 IV/14 I/15 II/15 III/15 IV/15 I/16 II/16 III/16 IV/16 Fonte: IBGE. Elaboração e projeção: MB Associados. 6,0% 14

15 PIB projeção de crescimento % PIB a preços de mercado 0,1-2,5-1,0 Demanda Consumo do Governo 1,3-1,0-0,4 Consumo das Famílias 0,9-2,4-1,4 Formação Bruta de Capital -4,4-10,1-4,1 Exportação -1,1 6,3 6,0 Importação -1,0-6,5-5,2 Fonte: IBGE. Elaboração e Projeção: MB Associados P 2016 P 15

16 PIB projeção de crescimento % PIB a preços de mercado 0,1-2,5-1,0 Oferta Agropecuária 0,4 2,4 3,0 Indústria -1,2-5,2-3,8 Mineração 8,7 8,4 2,1 Transformação -3,8-7,9-4,0 Construção -2,6-8,4-7,0 SIUP (água e eletricidade) -2,6-6,5-3,8 Serviços 0,7-1,5-0,3 Fonte: IBGE. Elaboração e Projeção: MB Associados P 2016 P 16

17 IPCA variação acumulada em 12 meses (%) A inflação será forte nesse ano, mas a recessão vai derrubá-la 10,0 9,0 8,0 7, Existe espaço para uma queda forte de juros no ano que vem 9,4 6,0 5,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Fonte: IBGE e MB Associados. Elaboração: MB Associados. Jul Ago Set Out Nov Dez 5,6 17

18 Taxa básica de juros (Selic - %) % ao ano 16,0 14,0 12,0 10,0 12, ,0 6,0 7,25 dez/09 set/11 jun/13 mar/15 dez/16 Fonte: Bacen. Elaboração e projeção: MB Associados. 18

19 R$/US$ Taxa de câmbio 3,70 3,60 3,50 3,40 3,30 3,20 3,10 3,10 3,20 3,30 3,40 3,50 3,60 3,55 3,00 2,90 2,80 27/04/15 27/05/15 27/06/15 27/07/15 27/08/15 Fonte: Bloomberg. Elaboração: MB Associados 19

20 Diferença da taxa de câmbio efetiva em relação à média da taxa de câmbio efetiva mundial 120,0 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0-20,0-40,0 Fonte: BIS. Elaboração: MB Associados. 20

21 Saldo da balança comercial Acumulado no ano - em bilhões de US$ 6,7 A elevação do saldo comercial deve despressionar a taxa de câmbio em ,2 4,6-3,2-2,3-6,0-5,6-5,1 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago* Fonte: MDIC. Elaboração: MB Associados. (*) Até a terceira semana. 21

22 Variação acumulada no ano - % Quantum das exportações brasileiras por setor Produtos têxteis Metalurgia Produtos de minerais não-metálicos Produtos de madeira Extração de minerais metálicos Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores Máquinas e equipamentos Celulose, papel e produtos de papel Agricultura e pecuária Produtos alimentícios Produtos químicos Produtos de borracha e de material plástico Veículos automotores, reboques e carrocerias Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos Móveis Indústrias diversas Confecção de artigos do vestuário e acessórios Bebidas Produtos farmoquímicos farmacêuticos Máquinas, aparelhos e materiais elétricos Extração de minerais não-metálicos Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados Derivados do petróleo biocombustíveis e coque -18,3-0,5-0,7-0,7-9,7-6,9-4,2-3,8-8,1-9,4 1,4 3,35,6 0,8 5,6 8,210,5 15,6 22,9 26,3 15,2 12,9 12,5 12,5 Fonte: Funcex. Elaboração: MB Associados. (*) Até Julho de

23 1. Cenário macroeconômico 2. Implicações Economia Brasileira para empresas 3. Um roteiro estratégico para o agronegócio brasileiro 23

24 A questão estratégica: uma dupla transição Na verdade, o que está por trás de tudo é a implosão de duas grandes apostas interconectadas 1 A tentativa de hegemonia e eternização no poder de um grupo político; 2 3 A tentativa de fazer com que o Estado dominasse e conduzisse, em aliança com certos grupos campeões, todas as fontes de crescimento da economia. Daí, o desastre macro (juros altos, déficit externo, piora fiscal e recessão) e o desarranjo microeconômico (Petrobras, sistema elétrico, etanol, na construção civil, crise no setor automotivo, de bens capital e na indústria em geral). 24

25 A questão estratégica: a questão temporal Portanto, o problema para as empresas é como atravessar a recessão, sem destruir o futuro 25

26 A questão estratégica: elementos chave 1 2 Reforçar as linhas de exportação e a internacionalização. Aproveitar a maior competitividade com as importações e eventuais oportunidades de nacionalização de produtos e componentes; Esforço na direção das melhores práticas, redução de custos e inovação. Revisão da política de crédito para clientes e fornecedores. É imperioso elevar a produtividade; 3 Usar a força do balanço para consolidação e aquisição de bons ativos a bons preços; 4 Diminuir a dependência de favores fiscais e crédito subsidiado, em todos os níveis de governo; 26

27 1. Cenário macroeconômico 2. Economia Implicações Brasileira para empresas 3. Um roteiro estratégico para o agronegócio brasileiro 27

28 1 A participação do agronegócio está se elevando; % P 2016 P Variação Acumulada ( P) PIB Total 2,7 0,1-2,5-1,0-0,8 Agropecuária 7,9 0,4 2,4 3,0 14,3 2 No presente momento, o setor agropecuário está sofrendo com uma certa restrição de crédito, que machuca agentes muito alavancados; Fonte: IBGE. Elaboração: MB Associados. 28

29 É imperioso aumentar a produtividade Produtividade por setor da economia razão entre o valor adicionado e a população ocupada em cada setor, Média ( ) Var. (média / %) Agropecuária 1,4 1,4 1,6 20,6 Indústria de Trasformação 0,9 0,9 0,9 2,2 Construção Civil 1,2 1,3 1,0-16,9 Comércio e Serviços 1,1 0,9 0,9-22,5 Fonte: XXVII Fórum Nacional O Ajuste Microeconômico: por uma nova política industrial e de inovação no Brasil (Claudio Frischtak e Katharina Davie / Inter. B Consultoria Internacional de Negócios). 29

30 Avanços necessários numa agenda velha Precariedade da infraestrutura de transportes e portuária; Falta de recursos para uma eficiente defesa sanitária; Limitação e modéstia de nossos esforços em negociações comerciais e de abertura de mercados; O enfrentamento da oposição ideológica e por vezes, totalmente ignorante, (como no caso da destruição de centros de pesquisa), frente ao avanço da ciência; A demora excessiva dos órgãos públicos na análise e liberação de novas tecnologias; As dificuldades e lentidão na implantação do Cadastro Rural(CAR) e do Código Florestal; 30

31 Desafio estratégico 1 Avanços tecnológicos no sistema de produção: a agricultura de precisão é o item mais relevante a ser considerado. Esta denominação abarca um conjunto de técnicas que estão em constante desenvolvimento na área de pesquisa, mas que já são utilizadas por um número crescente de agricultores. O resultado é uma elevação expressiva da produtividade; Continuidade do desenvolvimento da integração de sistemas produtivos (agricultura, pecuária e florestas), que têm permitido duas ou três safras na mesma área; Também nesta área, estão evoluindo sistemas de rastreabilidade e novos instrumentos de gestão, que permitem melhorar a qualidade e o resultado da produção. 31

32 A utilização conjunta das tecnologias listadas constituem a Agricultura de Precisão 32

33 Desafio estratégico 2 Novos produtos deveriam ser mais desenvolvidos de forma a criar uma integração maior com a indústria: Biocombustíveis de novas gerações; Alcoolquímica (especialmente, na linha dos plásticos biodegradáveis); Nanocelulose; Alimentos nutraceuticos; Indispensável mais atenção em investimentos na gestão de água, na elevação dos serviços ambientais e em novas linhas de sustentabilidade da produção. 33

34 Desafio estratégico 3 Indispensável que na pauta de exportações tenhamos mais produtos industrializados que matérias primas; Parte disso, acontecerá através da elevação da venda de carnes, às expensas de grãos, o que deverá acontecer especialmente com a China; Venda de produtos de melhor qualidade, como o café verde de origem controlada, como o que acontece com muitos produtos europeus, de vinhos e outros alimentos; Entretanto, o desafio maior é o de produzir e exportar produtos tecnicamente mais avançados e diferentes do passado; 34

35 Desafio estratégico 4 Lidar com os excluídos: muitas propriedades, em geral pequenas, ficam fora do processo de modernização tecnológica; 35

36 OBRIGADO! Rua Henrique Monteiro, 90 Térreo / 12o andar Pinheiros São Paulo SP Brasil Fone: (11)

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