ESTADO DE GOIÁS MINISTÉRIO PÚBLICO PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE CACHOEIRA ALTA

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1 Excelentíssimo Senhor EVANGEVALDO MOREIRA DOS SANTOS Presidente da Agência Goiana de Meio Ambiente 11 a Avenida, n o 1272, Setor Leste Universitário Goiânia-GO O DO ESTADO DE GOIÁS, por seus Promotores de Justiça que esta subscrevem, vem à presença de V. Exa., com fulcro nas Resoluções do CONAMA 001/86 e 009/87, apresentar IMPUGNAÇÃO ao Estudo de Impacto Ambiental - EIA, apresentado na audiência pública realizada no dia 19 de julho do corrente ano, na cidade de Caçu/GO, referente ao empreendimento sucroalcooleiro denominado RIO CLARO AGROINDUSTRIAL LTDA, pertencente ao grupo MENDO SAMPAIO, previsto para ser implementado naquele município, em virtude das irregularidades elencadas a seguir: 1) O empreendimento prevê corte mecanizado em toda a sua produção, entretanto, prevê a geração de aproximadamente (mil e quatrocentos) empregos, sem que detalhar como serão aproveitados, o que gera dúvidas quanto a primeira assertiva; 2) Todas as análises climatológicas foram feitas com base apenas em dados da estação meteorológica de Capinópolis/MG, que compreendem somente o período entre os anos de 1961 e 1990, ignorando-se, portanto, todas as mudanças climáticas ocorridas na região nos últimos quinze anos; 3) Foram apresentados três quadros (19, 20 e 22), onde são relacionados os balanços hídricos dos municípios de Capinópolis/MG, Cachoeira

2 Alta/MG e Itarumã/MG, não fornecendo dados sobre o município de Caçu; 4) A destinação dos resíduos industriais foi prevista para o aterro sanitário do município de Caçu, que seria previamente recuperado, entretanto, no município havia apenas um aterro controlado que foi transformado, por operação inadequada, em um mero lixão, não sendo feita nenhuma menção ao atual estado deste aterro; 5) Nem sempre foram utilizados mapas ou imagens que abarcassem toda a área de influência, uma vez que nas figuras apresentadas pelo EIA, a zona urbana referente ao município de Caçu foi mostrada apenas em parte, sendo imprescindível que as imagens contemplem toda a área de influência do empreendimento, inclusive, a Área de Influência Direta (AID) e a Área de Influência Indireta (AII); 6) Os levantamentos florísticos e de fauna devem ser, obrigatoriamente, realizados em duas épocas do ano, sendo uma no período de seca e outra no período chuvoso; 7) O Estudo de Impacto Ambiental EIA também não fez nenhuma referência à construção de 05 (cinco) usinas hidrelétricas, já com licenças de instalação, previstas para a região, sendo três no Rio Claro (todas no município de Caçu, abrangendo uma delas regiões de Cachoeira Alta) e duas no Rio Verdinho (ambas também em Caçu). Os impactos gerados por estes empreendimentos são extremamente significativos, ainda mais se for considerado que o período de instalação de todos eles será coincidente; 8) Há ainda a previsão de construção de mais uma usina de álcool em Cachoeira Alta, porém, bem próxima à cidade de Caçu, na divisa entre os dois municípios e também, neste caso, não foi considerado o efeito sinérgico e cumulativo de seus impactos; 9) Em virtude das omissões referidas nos dois últimos itens (7 e 8), todo o estudo é comprometido no que tange a eficaz identificação dos impactos que serão gerados por este empreendimento, prejudicando o seu dimensionamento e conseqüentemente a apresentação de planos e

3 programas capazes de contemplar todos os problemas causados por sua instalação; 10) A Usina Rio Claro Agroindustrial foi tratada como um empreendimento isolado, sem relação com outros empreendimentos modificadores do meio ambiente, o que impediu a avaliação das possibilidades de desenvolvimento de projetos em comum, com a participação dos demais empreendedores que também pretendem se instalar na região, visando à mitigação do conjunto dos impactos sociais e ambientais na região; 11) Não há referencia às diversas organizações, incluindo os equipamentos sociais, presentes nos municípios abrangidos pelo empreendimento e suas condições de funcionamento (sindicatos, associações, conselhos tutelares e de direitos, ONG s, creches e centros comunitários, principalmente aqueles destinados ao esporte, lazer e cultura e à segurança pública); 12) Não foi abordado a existência de profissionais de nível superior, da área social, trabalhando no âmbito do Poder Público dos municípios a serem atingidos e, ainda, sobre a categoria profissional a que pertencem e a quantidade desses profissionais; 13) O EIA também não fez referência à existência ou não de projetos sociais nesses municípios que possam ser potencializados pelo empreendedor com vistas à mitigação dos impactos sociais previstos; 14) Apesar do cultivo da cana-de-açúcar ter sido apresentado, como uma nova atividade produtiva para os produtores agrícolas, onde o empreendimento será instalado, não constaram alternativas para a participação dos agricultores interessados no cultivo da cana como fonte de matéria-prima para essa unidade industrial. Sabe-se que a região não tem tradição no cultivo desta cultura e que, além disso, os produtores agrícolas da região não estão preparados para a realização da colheita mecanizada desse produto. Sem a colheita mecanizada, torna-se inviável a compra de cana por essa unidade industrial, que assume o compromisso de não utilizar cana colhida a partir da queima. Destaca-se que, inicialmente, essa unidade industrial utilizará matéria-prima cultivada sob total controle do empreendedor, sem, no entanto, descartar outras possibilidades no futuro, como a obtenção de matéria-prima a partir de fornecedores;

4 15) Não foi realizada uma análise aprofundada do uso da malha viária que servirá ao empreendimento, já que o transporte de cana-de-açúcar implica em um grande fluxo de veículos de carga e que, portanto, é de suma importância a consideração das estradas e rodovias que servirão às diversas etapas da produção. Ressaltando que o próprio EIA, em sua página 361 menciona que é característica marcante na produção de açúcar e álcool, tendo como matéria-prima a cana-de-açúcar, é o seu transporte para a planta industrial, trabalho que é realizado de forma ininterrupta no período da safra, representando um aumento significativo do trânsito entre os canaviais e a área de beneficiamento. No que tange as questões sociais levantadas, seria necessário não só a reelaboração do diagnóstico do meio socioeconômico, mas também a iniciativa, a partir de efetivas discussões e parcerias com as prefeituras dos municípios que compõem a ADI e AII, de um Plano de Ação Social, onde estejam sistematizados todos os programas referentes a mitigação dos impactos sociais, visando a proteção das comunidades locais. A implantação do referido Plano justifica-se em virtude do fato de que a implantação de empreendimentos dessa natureza causam novas situações socioeconômicas, que envolvem a imigração de trabalhadores, gerando impactos relevantes, que interferem na cultura dos municípios onde se inserem e nas relações socioeconômicas estabelecidas, alterando, assim, o modo de vida do meio urbano. Ademais, há, atualmente, no Estado de Goiás, cerca de quinze usinas de açúcar e álcool em funcionamento, com a previsão de mais vinte e seis para serem implantadas, sendo que muitas estão ou serão instaladas em uma mesma região, potencializando esses impactos. Assim, o referido Plano de Ação Social seria embasado em um novo diagnóstico socioeconômico, que seria reelaborado, sanando as irregularidades e omissões acima referidas, e em consonância com os objetivos da dispostos na Lei Orgânica da Assitência Social Lei 8.742/93, e com os princípios, diretrizes e funções da Política Nacional de Assistência Social. Como se percebe pelo relatado, as deficiências do Estudo de Impacto Ambiental, não só na área social, mas também quanto a

5 questão ambiental, são numerosas e necessitam ser corrigidas, para que possa propiciar uma análise correta sobre a viabilidade da iniciativa empresarial que se quer implantar na região. Diante do exposto, pugna o MINISTÉRIO PÚBLICO para que todas as irregularidades apresentadas pelo Estudo de Impacto Ambiental referente ao empreendimento RIO CLARO AGROINDUSTRIAL LTDA sejam sanadas, como condição imprescindível para a concessão de licença prévia ao empreendedor, sendo encaminhadas as Promotorias de Justiça de Caçu e Cachoeira Alta as providências adotadas pela Agência Ambiental. Cachoeira Alta, 23 de agosto de 2007 Giordane Alves Naves Promotor de Justiça Luis Guilherme Martinhão Gimenes Promotor de Justiça

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