FASES DO FEG Primeira fase: Congestiva simples

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1 FIBRO EDEMA GELÓIDE

2 DEFINIÇÃO O FEG é uma disfunção localizada que afeta a derme e o tecido subcutâneo, com alterações vasculares e lipodistrofia com resposta esclerosante.

3 FASES DO FEG Primeira fase: Congestiva simples Hipertrofia de células adiposas; Compressão dos vasos linfáticos edema; Com a persistência, haverá compressão também dos vasos sanguíneos; Vasodilatação responsiva; Vasodilatação aumenta a permeabilidade vascular: saída de líquido seroso de dentro dos vasos para o conjuntivo; Aumento do edema, da pressão intersticial, a congestão e o fenômeno de bloqueio dos vasos.

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5 Segunda fase: FASES DO FEG O líquido lançado no conjuntivo contém todos os resíduos das diferentes células das regiões vizinhas, que vão desempenhar o papel de um corpo estranho no tecido conjuntivo; Reações químicas, tentativas de defesa contra esses elementos; Espessamento e proliferação das fibras de colágeno interadipocitárias e interlobulares; Início do processo de precipitação e hiperpolimerização da SFA; O tecido vai adquirindo uma consistência mais densa à medida que o tempo passa.

6 FASES DO FEG Terceira fase: Nodular O aumento da densidade do tecido conjuntivo promove irritação das fibras teciduais; Ocorre desordenação do tecido conjuntivo: originase um verdadeiro tecido fibroso, envolvendo e comprimindo todos os elementos do tecido conjuntivo, artérias, veias e nervos; As fibras do conjuntivo puxam a pele para baixo, resultando no aspecto irregular conhecido por celulite.

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8 FASES DO FEG Quarta fase: Barreira estanque Espessamento do tecido conjuntivo interadipocitário; O tecido fibroso com o tempo torna-se esclerosado, impossibilitando em suas malhas a liberação de produtos nutritivos, residuais, água e etc; As lipases não conseguem chegar até o adipócito; O endurecimento do tecido produz uma irritação contínua nas terminações nervosas, resultando em dores à palpação.

9 ETIOPATOGENIA Fatores Predisponentes : Genéticos: predominância na raça branca; Idade: redução do metabolismo; Sexo feminino: maior depósito de gordura nas coxas, quadris e glúteos; Desequilíbrio hormonal; Predisposição para desenvolver angiopatias periféricas

10 ETIOPATOGENIA Fatores determinantes: Estresse; Fumo; Sedentarismo; Desequilíbrios glandulares; Distúrbios metabólicos em geral.

11 ETIOPATOGENIA Fatores condicionantes : Aumentar a pressão capilar; Dificultar a reabsorção linfática; Favorecer a transudação linfática nos espaços intersticiais.

12 ETIOPATOGENIA Fatores agravantes : Hábitos alimentares; Sedentarismo; Fatores emocionais; Patologias; Medicamentos; Gravidez

13 HIPÓTESES ETIOPATOGÊNICAS: Teoria Alérgica: Resulta da repetição local de formação de edemas em favor de uma sensibilidade do organismo para com vários agentes agressores.

14 HIPÓTESES ETIOPATOGÊNICAS: Teoria Circulatória: Restrições mecânicas externas: vestuários apertados; Causas endógenas: modificações do estado físico-químico da SFA impedindo a livre circulação dos líquidos intersticiais; Varizes: causando estase venosa; Distúrbio nos coletores linfáticos.

15 HIPÓTESES ETIOPATOGÊNICAS: Teoria Metabólica: Acúmulo anormal de gorduras. O desvio metabólico levaria a uma diminuição do anabolismo protéico e aumento no anabolismo lípidico.

16 HIPÓTESES ETIOPATOGÊNICAS: Teoria Bioquímica: Essa teoria firma que quaisquer que sejam as causas, o FEG resulta, em última instância de uma polimerização dos mucopolissacarídeos da SFA.

17 HIPÓTESES ETIOPATOGÊNICAS: Teoria Hormonal: Desordens hormonais ainda são consideradas as principais desencadeadoras do FEG, sendo o estrógeno o principal responsável pelo agravamento do FEG.

18 MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS PRINCIPAIS Tétrade de Ricoux : aumento da espessura do tecido celular subcutâneo; maior consistência tecidual; maior sensibilidade à dor; diminuição da mobilidade da pele por aderência aos planos mais profundos.

19 AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA: Inspeção Coloração tecidual; Telangectasias, varizes, equimoses; Estrias; Tonicidade muscular.

20 AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA: Palpação: Teste da casca de laranja; Teste da preensão; Presença de nódulos.

21 AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA: Termografia: O método utiliza placas flexíveis, compostas de cristais termossensíveis, cuja função é avaliar e classificar o fibroedemagelóide de acordo com a temperatura cutânea superficial, diretamente relacionada com alterações circulatórias ocasionadas pelo distúrbio. Cores: quanto mais uniforme for a imagem, com coloração verde ou rosada, menor é o envolvimento circulatório da área. Já zonas que indicam hipotermia, que no exame aparecem escuras, indicam um grau mais avançado.

22 LOCALIZAÇÕES Porção superior da coxa (interna e externamente); Porção interna dos joelhos; Região abdominal; Região glútea; Porção superior dos braços.

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24 Graus Grau 1: É aquele que somente é percebido pela compressão do tecido entre os dedos ou durante a contração muscular voluntária. Grau 2 : As depressões são visíveis mesmo sem a compressão dos tecidos, já havendo alteração da sensibilidade.

25 Graus Grau 3 : O acometimento tecidual pode ser observado quando o indivíduo estiver em qualquer posição, ortostática ou em decúbito. A pele fica enrugada e flácida. A aparência pode apresentar-se cheia de relevos, assemelha-se a um saco de nozes ; A sensibilidade à dor está aumentada.

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28 TERAPÊUTICA Ativos farmacológicos: Extratos vegetais de Hera e castanha da índia, GinKo Biloba e Rutina aumentam o tônus venoso; Silício regulador do metabolismo e divisão celular; favorece a permeabilidade venosa e linfática; Centelha Asiática regulação dos fibroblastos e microcirculação.

29 Eletroterapia Iontoforese; Corrente russa: aumento do mecanismo de bombeamento muscular melhorando o retorno venoso e linfático.

30 Endermoterapia Incremento da circulação sanguínea superficial; Melhor maleabilidade tecidual.

31 Ultrassonoterapia Fonoforese de princípios ativos; Neovascularização; Rearranjo e aumento da extensibilidade das fibras colágenas; Melhora das propriedades mecânicas do tecido.

32 Laserterapia Ação antiedematosa; Ação fibrinolítica.

33 Eletrolipólise Estímulo circulatório Estímulo à lipólise: Excitação das terminações nervosas Liberação de catecolaminas Enzimas que potencializam a lipólise

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35 Massoterapia Massagem clássica Drenagem linfática manual: drenagem do exsudato intersticial melhora da nutrição e oxigenação tecidual.

36 Manthus Terapia Combinada Combinação da ultrassonoterapia de 3 MHz, com correntes elétricas (AGNE, 2009). Estas são de dois tipos: corrente alternada simétrica (não polarizada) e corrente polarizada - essa capaz de fazer a penetração de princípios ativos ionizados (LONGO, 2008).

37 Manthus Terapia Combinada

38 PARA MIM, SER É ADMIRAR-SE DE ESTAR SENDO. Fernado Pessoa

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