CONSULTORIA GERENCIAL APLICADA A UMA FARMÁCIA COMERCIAL

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1 0 UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS, CONTÁBEIS, ECONÔMICAS E DA COMUNICAÇÃO CURSO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM CONTROLADORIA E GESTÃO EMPRESARIAL CONSULTORIA GERENCIAL APLICADA A UMA FARMÁCIA COMERCIAL Milena Krabbe Professora Eusélia Paveglio Vieira Ijuí (RS) 2011

2 1 Milena Krabbe CONSULTORIA GERENCIAL APLICADA A UMA FARMÁCIA COMERCIAL TCC apresentado no Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Controladoria e Gestão Empresarial do Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e de Comunicação da Unijuí, para obtenção do título de Especialista. Professora Eusélia Paveglio Vieira Ijuí, Novembro de 2011

3 2 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS... 5 LISTA DE QUADROS... 6 LISTA DE GRÁFICOS... 7 LISTA DE ANEXOS... 8 INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DO ESTUDO Definição do Tema Caracterização da Empresa Problematização do Tema Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Justificativa REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Controladoria Estruturação da Controladoria Funções da Controladoria Missão da Controladoria Controller Contabilidade Gerencial... 21

4 3 2.4 Contabilidade Financeira Contabilidade de Custos Custos na Atividade Comercial Custos Relativos à Compra de Mercadorias Despesas Relativas à Venda de Mercadorias Formação do Preço de Venda Análise do Custo, Volume e Lucro Margem de Contribuição Ponto de Equilíbrio Margem de Segurança Análise de Balanço Analise Horizontal Analise Vertical Sistemas de Informações Gerenciais Sistema Operacional Sistema Gestão PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Classificação da Pesquisa Do Ponto de Vista de sua Natureza Do Ponto de Vista de seus Objetivos Quanto a Forma de Abordagem do Problema Do Ponto de Vista dos Procedimentos Técnicos Plano de Coleta de Dados Instrumentos de Coleta de Dados Plano de Análise e Interpretação dos Dados... 42

5 4 4 A RELEVÂNCIA DA CONSULTORIA GERENCIAL EM UMA FARMÁCIA COMERCIAL: ESTUDO DE CASO Estrutura da Empresa Produtos e Medicamentos Custo de Aquisição dos Produtos Cálculo do Custo de Aquisição dos Produtos Apuração das Despesas Mensais da Farmácia Custo com Salários e Encargos Sociais Trabalhistas Cálculo do custo com Depreciação/mês Levantamento das Despesas Mensais Faturamento Mensal dos Produtos em Estudo Cálculo do Mark-up para os Produtos de Perfumaria Apuração da Margem de Contribuição das Mercadorias em Estudo Cálculo do Ponto de Equilíbrio Margem de Segurança Operacional Análise de Balanços Análise Vertical Análise Horizontal Sistema de Informações Gerenciais Informações gerenciais, níveis e periodicidade CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA ANEXOS... 93

6 5 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Organograma da Farmácia Figura 2: Estrututa da Controladoria Figura 3: Cálculo do Custo de Compra no Comércio Figura 4: Componentes da análise de custo/volume/lucro Figura 5: Fluxograma dos Estoques Figura 6: Fluxograma das Compras Figura 7: Fluxograma das Vendas Figura 8: Fluxograma Financeiro... 47

7 6 LISTA DE QUADROS Quadro 1: Medicamentos e Perfumarias da Farmácia utilizados nas análises Quadro 2: Valor do ICMS Substituição Tributária de cada produto Quadro 3: Cálculo do Custo de Aquisição de cada produto Quadro 4: Cálculo do custo com salários e encargos sociais trabalhistas mensais.. 53 Quadro 5: Cálculo da depreciação mensal Quadro 6: Levantamento das despesas mensais Quadro 7: Faturamento Mensal dos Produtos em Estudo Quadro 8: Cálculo do Mark-up Quadro 9: Cálculo do Preço de Venda Orientativo Quadro 10: Margem de Contribuição Unitária e Total dos Produtos pelo preço Praticado Quadro 11: Margem de Contribuição Unitária e Total dos Produtos pelo preço Orientativo Quadro 12: Resultado Líquido de cada Produto pelo Preço de Venda Praticado Quadro 13: Resultado Líquido de cada Produto pelo Preço de Venda Orientativo Quadro 14: Ponto de Equilíbrio sobre o Preço de Venda Quadro 15: Ponto de Equilíbrio sobre o Preço de Venda Praticado dos Medicamentos e Orientativo da Perfumaria Quadro 16 : Margem de Segurança Operacional sobre o Preço de Venda Praticado Quadro 17 : Margem de Segurança Operacional sobre o Preço de Venda Praticado dos Medicamentos e Orientativo da Perfumaria Quadro 18 : Níveis e Periodicidade das Informações... 86

8 7 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1: Despesas Mensais Gráfico 2: Margem de Contribuição Unitária - MCU Gráfico 3: Margem de Contribuição Total - MCT Gráfico 4: Margem de Contribuição Unitária pelo Preço de Venda Orientativo Gráfico 5: Margem de Contribuição Total pelo Preço de Venda Orientativo Gráfico 6: Ponto de Equilibrio de cada produto pelo Preço de Venda Praticado Gráfico 7: Ponto de Equilibrio sobre o Preço de Venda Praticado dos Medicamentos e Orientativo da Perfumaria Gráfico 8: Margem de Segurança Operacional pelo Preço de Venda Praticado Gráfico 9: Margem de Segurança Operacional sobre o Preço de Venda Praticado dos Medicamentos e Orientativo da Perfumaria... 83

9 8 LISTA DE ANEXOS Anexo 1: Balanço Patrimonial da Farmácia Anexo 2: Análise Vertical do Balanço Patrimonial da Farmácia Anexo 3: Análise Horizontal do Balanço Patrimonial da Farmácia... 37

10 9 INTRODUÇÃO A consultoria gerencial é uma ferramenta de grande importância para a sobrevivência das organizações no mercado, pois esta auxilia na tomada de decisão fornecendo informações precisas e indispensáveis para que a mesma possa evoluir a cada dia. Normalmente as empresas de pequeno porte não possuem nenhum tipo de controle gerencial, deixando assim uma gestão complicada e talvez duvidosa. Sendo assim, este estudo foi desenvolvido em uma farmácia comercial gerenciada pela proprietária que utiliza somente receitas e despesas mensais para mensurar seu lucro. No primeiro capitulo desenvolveu-se a contextualização do estudo que é composta pela definição do tema, a caracterização da empresa, a problematização, os objetivos e a justificativa. No segundo capitulo, foi apresentada a revisão bibliográfica, onde foi conceituada a controladoria, contabilidade gerencial, contabilidade de custos, analise de balanços e sistema de informações gerenciais. No terceiro capitulo, foram apresentados os procedimentos metodológicos que nortearam o estudo desde a classificação da pesquisa do ponto de vista de sua natureza, dos seus objetivos, da forma de abordagem do problema e do ponto de vista dos procedimentos técnicos, até o plano de coleta de dados e a analise e interpretação dos mesmos.

11 10 No quarto capitulo é apresentada a parte aplicada, onde foi demonstrada a estrutura da organização, realizado os cálculos de custos e despesas da farmácia, margem de contribuição unitária e total, ponto de equilíbrio, margem de segurança operacional, foi realizada a analise vertical e horizontal do balanço patrimonial dos anos de 2008, 2009 e 2010 e também, analisado os sistemas de informações da farmácia. Para finalizar, após todas as análises o relatório apresenta a conclusão e as referencias bibliográficas utilizadas durante a pesquisa.

12 11 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO ESTUDO Neste capítulo do trabalho de conclusão de curso de pós graduação Lato Sensu em Controladoria e Gestão Empresarial, apresenta a definição do tema, problema, objetivos e justificativa. 1.1 Definição do Tema A controladoria envolve diversos campos de atuação, desde o sistema de informação e tecnologia da informação, auditoria, custos e gestão de negócios. Basicamente a controladoria é responsável por assegurar o resultado de uma organização. Neste sentido, o presente estudo teve o propósito de desenvolver uma Consultoria Gerencial para uma farmácia comercial. 1.2 Caracterização da Empresa A empresa objeto deste estudo é uma farmácia comercial, sendo que suas atividades deram inicio em 03 de janeiro de 1994, na cidade de Pejuçara-RS. A sociedade é constituída por dois sócios sendo que, um possui 95% das participações e o outro possui os demais 5%. A empresa em questão possui três funcionários, destes, dois atendentes, uma farmacêutica (sócia majoritária) e uma faxineira. O prédio onde a organização exerce suas atividades é alugado. A contabilidade é realizada por um escritório terceirizado. A farmácia está enquadrada em Empresa de Pequeno Porte, seu faturamento bruto mensal é de R$ ,00 sendo optante pelo sistema de tributação Simples Nacional. Os produtos comercializados são medicamentos, material de higiene e perfumaria onde sua principal receita é provinda dos medicamentos comercializados.

13 12 Farmácia. A seguir apresenta-se o organograma da estrutura organizacional da Sócio 95% e farmacêutico Sócio 5% Vendas Atendente 1 Atendente 2 Figura 1: Organograma da farmácia Fonte: Dados fornecidos pela empresa 1.3 Problematização do Tema Pode-se dizer que a contabilidade gerencial não se fixa apenas em registros e interpretações financeiras, mas sim, em uma análise que possa trazer resultados significativos no futuro das organizações. Com a já presente globalização, a contabilidade gerencial é uma área de suma importância dentro de uma organização e que vem crescendo em ritmo acelerado, pois o mercado encontra-se cada vez mais agressivo e diversificado tornando a concorrência um problema constante. Sendo assim, a contabilidade gerencial serve como uma ferramenta de auxilio trazendo informações eficientes e seguras para auxiliar na tomada de decisões. Neste cenário, a farmácia onde foi desenvolvido o estudo, não possui indicadores gerenciais de desempenho sendo gerenciada pela proprietária, baseada

14 13 nas receitas geradas e despesas mensais. A preocupação está em responder quais são os produtos que mais contribuem no resultado da empresa e quais são os controles necessários para que essas informações sejam confiáveis e auxiliem no gerenciamento da empresa Diante do exposto questiona-se: Qual é a contribuição da Consultoria Gerencial aplicada em uma farmácia e sua efetividade nas informações gerenciais que suporte a gestão empresarial? 1.4 Objetivos Com base na problematização proposta neste estudo, foram definidos os objetivos que se pretendia alcançar com a realização do mesmo. Sendo assim, dividem-se em objetivo geral e objetivos específicos Objetivo Geral Desenvolver uma consultoria gerencial para a farmácia comercial com o propósito de apurar informações fundamentais para o seu gerenciamento Objetivos Específicos - Revisar a literatura referente ao tema consultoria gerencial, sistemas de informação; - Mapear os processos existentes na farmácia; - Apurar o custo de compra das mercadorias; - Levantar as despesas operacionais da farmácia; - Analisar a relação custo, volume e resultado; - Levantar as principais informações para a gestão do negócio.

15 Justificativa Diante da globalização que nos deparamos atualmente, a competitividade entre as organizações esta cada vez mais intensa e com métodos diversificados, fazendo com que as empresas encontrem um diferencial para que sobrevivam no mercado. Sendo assim, a contabilidade gerencial fornece um adequado controle que em diversas situações pode ate reduzir custos, e por conseqüência aumentar a lucratividade. Para a empresa, este estudo contribuiu no auxilio a gestão, pois a mesma não possui nenhum sistema de controle que forneça as informações necessárias para o gerenciamento, neste contexto, este trabalho pode auxiliar o gestor na busca de informações eficientes e seguras que servem como base na tomada de decisões. Para a Universidade e demais estudantes, este estudo pode servir como fonte de pesquisa e também como um estimulo para que esta área seja cada vez mais estudada uma vez que esta se encontra em pleno crescimento. Para mim, a realização deste trabalho serviu como uma oportunidade de aprofundar meus conhecimentos, foi possível vincular a teoria estudada com a prática, permitindo assim, ter uma real noção de como aplicar uma consultoria gerencial as empresas.

16 e 15 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Neste capitulo foi elaborada a pesquisa bibliográfica, onde possui conceitos de diversos autores sobre a área explorada, com o objetivo de fundamentar e proporcionar um maior entendimento sobre o estudo desenvolvido. 2.1 Controladoria Inicialmente, apresentam-se conceitos de controladoria os quais qualificam o entendimento do tema abordado nessa pesquisa, na busca do embasamento teórico que sustentará o desenvolvimento do estudo aplicado. A controladoria envolve diversos campos de atuação e com isso, por conseqüência torna-se responsável pela modelagem, construção e manutenção de sistemas de informação e modelos de gestão que auxiliam o processo de tomada de decisões. [ D i g i t e u m a c i t a ç ã o Neste sentido, os autores Oliveira, Perez Jr, Silva (2009, p.5), conceituam controladoria da seguinte forma: d o [...] Controladoria como o departamento responsável pelo projeto, elaboração, implementação e manutenção do sistema integrado de informações operacionais, financeiras e contábeis de determinada entidade, com ou sem finalidades lucrativas, sendo consideradas por muitos autores como o atual estagio evolutivo da Contabilidade. Sendo assim, o Padoveze (2007) descreve que a controladoria tem a responsabilidade sobre o sistema de informação contábil gerencial da organização e que a sua grande missão é de assegurar o resultado da companhia. Portanto, pode-se perceber que a controladoria é o setor que auxilia diretamente no funcionamento da organização, pois a mesma fornece as informações necessárias para a tomada de decisões. d o c u m e n t o o u o r

17 Estruturação da Controladoria A controladoria deve estar estruturada de tal forma que possa auxiliar diariamente no processo da organização, ou seja, necessita de uma ligação forte com os sistemas de informações para que haja uma melhor tomada de decisões e também um melhor desempenho nos trabalhos rotineiros. Segundo Padoveze (2007) a estrutura da controladoria deve estar ligada aos sistemas de informações que facilitem a gestão. Sendo assim, a controladoria pode ser estruturada da seguinte forma: área contábil e fiscal e área de planejamento e controle. Ainda de acordo com o mesmo autor, a área contábil e fiscal fica responsável pelas informações societárias, fiscais e função de guarda de ativos; enquanto a área de planejamento e controle unifica a questão orçamentária, projeções e simulações, custos e contabilidade por responsabilidade. Analisando Oliveira, Perez Jr e Silva (2009, p.7) conclui-se que: [...] a moderna controladoria deve ser estruturada para tanto atender as necessidades de controles sobre as atividades rotineiras como servir de ferramenta para o monitoramento permanente sobre todas as etapas do processo de gerenciamento da empresa. Dessa maneira, pode-se visualizar a Controladoria estruturada em dois grandes segmentos: Contábil e Fiscal: nesse segmento, são exercidas as funções e atividades da contabilidade tradicional, representadas pela escrituração contábil e fiscal, com geração das informações e relatórios para fins societários, fiscais, publicações, atendimento da fiscalização e auditoria etc. também se enquadrariam as outras funções corriqueiras, tais como controle patrimonial dos bens e direitos da empresa, conciliações das contas contábeis,apuração e controle dos custos para fins contábeis e fiscais, controle físico dos itens de estoque e imobilizado, apuração e gestão de impostos etc.; Planejamento e Controle: caracteriza o aspecto das funções e atividades da Controladoria. Nesse segmento devem estar incorporadas as atribuições a gestão do negocio, o que compreende as questões orçamentárias, projeções e simulações, aspectos estratégicos da apuração e análise de custos, contabilidade e análise de desempenho por centros de responsabilidades, planejamento tributário etc.

18 17 Sendo assim, pode-se verificar que a controladoria é dividida em dois grupos para melhor atender as necessidades da organização. Cada grupo possui suas responsabilidades e que juntas auxiliam cada vez mais o desenvolvimento no dia a dia e também a tomada de decisões assim como demonstra a Figura 2. CONTROLADORIA Planejamento e Controle Escrituração Contábil e Fiscal Orçamento e projeções Contabilidade Gerencial Contabilidade por responsabilidades Acompanhamento do negócio e estudos especiais Planejamento tributário Contabilidade financeira Contabilidade de custos Contabilidade tributária Controle patrimonial SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS Figura 2: Estrutura da Controladoria. Fonte: Oliveira, Perez Jr e Silva (2009, p.8) Funções da Controladoria Todas áreas dentro das organizações possuem algum tipo de função especifica que auxiliem no desenvolvimento da organização e na controladoria não é diferente, a mesma tem a responsabilidade de fornecer informações que sejam capaz de auxiliar o processo para a evolução e desenvolvimento da empresa como um todo.

19 18 Segundo Catelli (2001, p.349): Uma área de responsabilidade, independentemente de quantas atividades a compõe, desempenha uma ou um conjunto de funções. No caso da controladoria, estas funções estão ligadas a um conjunto de objetivos e, quando desempenhadas, viabilizam o processo de gestão econômica. De acordo com Oliveira, Perez Jr e Silva (2009, p. 8) as principais atribuições da Controladoria compreendem: estabelecer, coordenar e manter um plano integrado para o controle das operações; medir a performance entre os planos operacionais aprovados e os padrões, reportar e interpretar os resultados das operações dos diversos níveis gerenciais; medir e reportar a eficiência dos objetivos do negócio e a efetividade das políticas, estrutura organizacional e procedimentos para o atingimento desses objetivos; prover proteção para os ativos da empresa. Isso inclui adequados controles internos e cobertura de seguros; analisar a eficiência dos sistemas operacionais; sugerir melhorias para a redução de custos; verificar sistematicamente o cumprimento dos planos e objetivos traçados pela organização; analisar as causas de desvios e sugerir correção desses planos ou dos instrumentos e sistemas de controle; analisar a adequação na utilização dos recursos materiais e humanos da organização; em suma, revisar e analisar os objetivos e métodos de todas as áreas da organização, sem exceção. Portanto, percebe-se que a controladoria tem um grande papel dentro da organização, pois esta se bem desenvolvida pode ser uma chave fundamental no processo de tomada de decisão Missão da Controladoria A missão de uma empresa ou dentro de cada área, surgiu para ser seguida e não apenas como uma exigência. Sendo assim, a controladoria, por se tratar de uma área com visão ampla, tem um poder de auxiliar na otimização do todo, e se isso for realizado, a mesma estará cumprindo com a missão de otimizar resultados da organização. Segundo, Heckert & Wilson (apud Padoveze 2007):

20 19 À controladoria não compete o comando do navio, pois esta tarefa é do primeiro executivo; representa, entretanto, o navegador que cuida dos mapas de navegação. É sua finalidade manter informado o comandante quanto à distancia percorrida, ao local em que se encontra, e à velocidade da embarcação, à resistência encontrada, aos desvios da rota, aos recifes perigosos e aos caminhos traçados nos mapa, para que o navio chegue ao destino. Dessa forma, podemos explicar a missão da controladoria: dar suporte à gestão de negócios da empresa, de modo a assegurar que esta atinja seus objetivos, cumprindo assim a sua missão. Na percepção de Figueiredo e Caggiano (1997, p. 26), a missão da Controladoria é zelar pela continuidade da empresa, assegurando a otimização do resultado global. Segundo Catelli (2001, p.347), a missão da controladoria é: Assegurar a otimização do Resultado Econômico da Organização. Para que a missão possa ser cumprida a contento, objetivos claros e viáveis estarão sendo estabelecidos. Os objetivos da Controladoria, tendo em vista a missão estabelecida, são: promoção da eficácia organizacional; viabilização da gestão econômica; promoção da integração das áreas de responsabilidade; Atingir este conjunto de objetivos significa a obtenção de resultados econômicos de acordo com as metas e condições estabelecidas, decorrentes de decisões tomadas sob a ótica de gestão econômica num enfoque de abordagem sistêmica. Sendo assim, define-se a missão da controladoria como sendo um constante controle e alerta para que possa sempre fornecer todas as informações necessárias ao executivo principal da empresa para que esta possa seguir em frente cumprindo o planejado e obtendo lucratividade para a organização. 2.2 Controller Na maioria das vezes, o papel do controller é atribuída a responsabilidade de determinados projetos onde estes implementam e controlam um determinado sistema integrado de informações. De acordo com Nakagawa (1993, p. 13)

21 20 Os modernos conceitos de Controladoria indicam que o controller desempenha sua função de maneira muito especial, isto é, ao organizar e reportar dados relevantes, exerce uma força ou influência que induz os gerentes a tomarem decisões lógicas e consistentes com a missão e objetivos da empresa. Neste sentido, os autores Figueiredo e Caggiano (2008, p.12) conceituam controller como: O controller é o gestor encarregado do departamento de Controladoria; seu papel é, por meio do gerenciamento de um eficiente sistema de informação, zelar pela continuidade da empresa, viabilizando as sinergias existentes, fazendo com que as atividades desenvolvidas conjuntamente alcancem resultados superiores aos que alcançariam se trabalhassem independentes. Segundo o mesmo autor, o profissional da controladoria, tem o dever de passar informações suficientes e precisas para o executivo principal da organização sobre os rumos a serem tomados. Para Oliveira & Perez Jr & Silva (2009, p.13), nos tempos atuais, o controller deve ser um profissional multifuncional, ou seja, deve acumular experiências nas áreas contábeis, financeiras e administrativas. Dessa forma, a autora Barreto (2008, p.16) complementa destacando que o controller não faz controle, no entanto, tem a responsabilidade de estabelecer sistemáticas de controle que auxiliarão os responsáveis pelas demais áreas a avaliarem o desempenho de suas atividades. Portanto, o controller nos dias atuais, deve ser um profissional de múltiplas funções e conhecimentos. Este deve seguir alguns princípios como: cooperação, iniciativa, visão econômica, oportunidade e visão ampla voltada para o futuro para que seu trabalho seja realizado com êxito. Com isso, pode-se constatar que o profissional do Controller nada mais é que a fusão do Administrador e do Contador e que o mesmo tem como um de seus objetivos a maximização dos lucros e a redução dos custos, utilizando as formas administrativas aliadas as praticas contábeis.

22 Contabilidade Gerencial A contabilidade gerencial é caracterizada por fornecer informações para a administração da empresa, sendo que assim pode-se constatar através de relatórios gerenciais o resultado de medidas passadas e também possíveis decisões subjetivas futuras. Na concepção de Iudícibus (apud PADOVEZE, 2000, p. 27) a contabilidade gerencial pode ser caracterizada, superficialmente, como um enfoque especial conferido a varias técnicas e procedimentos contábeis já conhecidos e tratados na contabilidade financeira, na contabilidade de custos, na análise financeira e de balanços etc., colocados numa perspectiva diferente, num grau de detalhe mais analítico ou numa forma de apresentação e classificação diferenciada, de maneira a auxiliar os gerentes das entidades em seu processo decisório. Padoveze (2000, p.23) descreve sobre a contabilidade gerencial que ela se caracteriza por ser uma área contábil autônoma, pelo tratamento dado a informação contábil, enfocando planejamento, controle e tomada de decisão, e por seu caráter integrativo dentro de um sistema de informação contábil. Ainda neste sentido, a Associação Nacional dos Contadores dos Estados Unidos, em seu relatório nº 1A (apud Padoveze, 2007, P.115) complementa dizendo que: Contabilidade Gerencial é o processo de identificação, mensuração, acumulação, análise, preparação, interpretação e comunicação de informações financeiras utilizadas pela administração para planejamento, avaliação e controle dentro de uma organização e para assegurar e contabilizar o uso apropriado de seus recursos. Para os autores Warren, Reeve e Fess (2001, p. 3) as informações da contabilidade gerencial incluem dados históricos e estimados usados pela administração na condução de operações diárias, no planejamento de operações futuras e no desenvolvimento de estratégias de negócios integradas.

23 22 Portanto, pode-se dizer que a contabilidade gerencial é de suma importância para a organização, pois fornece a administração, relatórios com informações que facilitam o planejamento, controle, avaliação de desempenho e tomada de decisões internamente. 2.4 Contabilidade Financeira A contabilidade financeira, diferente da contabilidade gerencial, não possui uma contribuição plena no desenvolvimento da organização, uma vez que esta fornece informações passadas apenas para facilitar a análise financeira aos usuários externos. Padoveze (2007, p.113) relata que a contabilidade financeira: Teve sua origem na Revolução Industrial, em conseqüência dos grandes negócios e da alteração pelos quais passaram a ser financiados. Com essa fase é associado o crescimento da relevância dos relatórios contábeis (Balanço Patrimonial e Demonstração Anual de Lucros) relacionados com a prestação de contas para a sociedade capitalista, para redirecionamento dos investimentos para os projetos mais rentáveis. Segundo o mesmo autor, a contabilidade financeira esta muito ligada aos princípios contábeis fazendo com que assim transpareça um conceito de fraqueza para fins de gerenciamento empresarial e até fazendo com que a gerencia seja induzida a erros de gestão. Para os autores Warren, Reeve e Fess (2001, p. 3) as informações da contabilidade financeira são relatadas em demonstrativos financeiros úteis para pessoas ou instituições de fora ou externas a empresa. Exemplos de tais usuários incluem acionistas, credores, instituições governamentais e público em geral. Com isso, pode-se perceber que a contabilidade financeira fornece informações sobre a orientação histórica da organização, podendo assim contribuir para o esclarecimento dos usuários externos da instituição.

24 Contabilidade de Custos No mundo globalizado o qual as empresas se deparam atualmente, a busca por ferramentas que auxiliam no processo de gestão e desenvolvimento da organização é constante. E um dos instrumentos capaz de auxiliar de forma eficiente e eficaz é a contabilidade de custos, pois esta possibilita a administração gerenciar suas atividades produtivas, comerciais e financeiras para que os objetivos finais da organização sejam completamente alcançados. Conforme Warren, Reeve e Fess (2001, p. 5) custo é um desembolso de caixa ou seu equivalente, ou o seu compromisso de pagar em espécie no futuro, com o propósito de gerar receitas. De acordo com Martins (2001, p. 23): A Contabilidade de Custos nasceu da Contabilidade Financeira, quando da necessidade de avaliar estoques na indústria, tarefa esta que era fácil na empresa típica da era do mercantilismo. Seus princípios derivam dessa finalidade primeira e, por isso, nem sempre conseguem atender completamente a suas outras duas mais recentes e provavelmente mais importantes tarefas: controle e decisão. Esses novos campos deram nova vida a essa área que, por sua vez, apesar de já ter criado técnicas e métodos específicos para tal missão, não conseguiu ainda explorar todo o seu potencial; não conseguiu, talvez, sequer mostrar a seus profissionais e usuários que possui três facetas distintas que precisam ser trabalhadas diferentemente, apesar de não serem incompatíveis entre si. Hansen e Mowen (2001, p. 770), conceituam contabilidade de custos como um subsistema de gestão de custos que se preocupa com a determinação do custo de produtos, serviços, projetos, atividades e outros objetos que podem ser de interesse dos gestores. Silva (2008, p. 70) conceitua contabilidade de custos como a área da contabilidade especializada na gestão econômica do custo e do preço de venda dos produtos e serviços ofertados pelas companhias.

25 24 Sendo assim, pode-se constatar que a contabilidade de custos se realizada de maneira correta, tem um grande poder de auxiliar no controle e na tomada de decisões de uma organização Custos na Atividade Comercial Sem dúvida alguma, a evolução da globalização atingiu economicamente todos os setores do comércio e com isso, fez com que as empresas realizassem um acompanhamento mais freqüente e também mais completo sobre custos, despesas, lucros e formação de preços. Na concepção de Veira (2008), na atividade comercial, podemos constatar que ao envolver o custo da mercadoria, a partir deste, obter dados como despesas mensais do estabelecimento, a identificação da margem de lucro a ser adquirida, formar o Mark-up e também a comparação dos preços de venda com a realidade do mercado. Segundo Wernke (2008, p. 124): Na década de 80, a economia brasileira vivenciou um importante acontecimento que, à exceção dos meios econômicos, passou despercebido pela maioria dos pesquisadores e profissionais da área gerencial: o setor secundário (indústria) foi suplantado pelo setor terciário (serviços) na condição de setor de maior peso na economia nacional. [...] O grau de importância atribuída ao comércio prende-se aos fatos de que este segmento é o responsável pela maior participação no produto, combinada com o elevado número de empresas. A atividade comercial envolve produtos e serviços diversificados fazendo com que assim obtenham-se margens de contribuições diferentes. A organização tendo um com controle de custos e uma boa gestão financeira, consegue determinar quais produtos são mais rentáveis, quais custos podem ser reduzidos e por conseqüência aumentar a lucratividade da organização.

26 Custos Relativos à Compra de Mercadorias O custo de compra envolve todos os gastos incorridos deste a aquisição de mercadorias, matérias e serviços até o momento de sua venda. (+) Custo da Fatura( valor constante na nota fiscal) (-) Descontos dados na fatura (incondicionais, mencionados no corpo da nota fiscal. Não são os descontos recebidos por pagamento no vencimento ou antecipado de duplicata) (+) Despesas Acessórias (fretes, seguros, outros) (+) Impostos não recuperáveis fiscalmente (IPI no comércio) (-) Impostos recuperáveis fiscalmente (IPI e ICMS na indústria e ICMS no comércio) (=) Custo de aquisição das mercadorias, materiais ou serviços. Figura 3: Cálculo do Custo de Compra no Comércio. Fonte: Wernke (2008, p.129) A diferença básica entre o cálculo do custo de compra para o comércio e indústria está na forma de recuperação de tributos. O ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e IPI (Imposto de Produtos Industrializados) são recuperáveis fiscalmente no caso industrial, e no comercio somente o ICMS é recuperável, (WERNKE, 2008). De acordo com Figueiredo e Caggiano (2008, p. 41) a acumulação dos custos para cálculo do custo total do produto leva em conta todos os custos de produção incorridos para colocar o produto disponível no mercado Despesas Relativas à Venda de Mercadorias As despesas que estão ligadas as vendas das mercadorias, são propriamente ditas, tudo que esta ligado a venda das relativas mercadorias.

27 26 Segundo Figueiredo e Caggiano (2008, p. 42): Esses gastos não estão inclusos no custo de produção; portanto, não fazem parte do custo dos produtos vendidos.[...] Classificam-se em: despesas de vendas, gerais e administrativas, despesas financeiras (por fora da legislação fiscal brasileira) e outras despesas operacionais. As despesas de vendas incluem todas atividades ligadas a obtenção de pedidos, tais como: publicidade e comissões e aquelas associadas ao atendimento dos pedidos: estocagem, embalagem e distribuição. As despesas gerais e administrativas são definidas como os gastos incorridos com salário dos executivos, despesas do staff do escritório central, inclusive auxiliares e secretárias, despesas legais, depreciação de móveis e equipamentos de escritório etc. As despesas financeiras compreendem os juros, os descontos e a correção monetária prefixada. Portanto, despesas é tudo aquilo que esta ligado aos gastos na comercialização dos produtos/serviços, e também a administração das atividades empresariais Formação do Preço de Venda A sobrevivência das empresas no mercado no período de longo prazo tornase cada vez mais delicada, pois esta depende de vários fatores como inclusive da formação do preço de venda dos seus produtos e serviços. Segundo Wernke (2008, p.126): A correta formação de preços de venda é questão fundamental para a sobrevivência e crescimento das empresas, independentemente do porte e de área de atuação.[...] Atualmente, a determinação do preço de venda está sendo cada vez mais influenciada por fatores de mercado e menos por fatores internos. Entretanto, toda empresa deve saber o preço de venda orientativo, ou seja, o preço mínimo pelo qual deve vender seus produtos/mercadorias. De acordo com Figueiredo e Caggiano (2008), a decisão do preço de venda são parte de suma importância dentro do planejamento da organização, pois os fatores relevantes nas decisões de formação desses preços são: a natureza dos produtos, a situação do mercado que a empresa esta inserida e os objetivos que possui a curto e longo prazo.

28 27 Wernke(2008, p.127) descreve que: Entre os fatores que interferem na formação do preço de venda, encontramse: a)qualidade do produto diante das necessidades do mercado consumidor; b)existência de produtos similares a preços menores; c)demanda estimada do produto; d)controle de preço por órgãos reguladores; e)níveis de produção e de vendas que se pretende ou que se pode operar; f)custos e despesas de fabricar, administrar e comercializar o produto; g)níveis de produção e vendas desejados etc. Ainda conforme o mesmo autor, são adotados pelas empresas quatro métodos para a formação do preço. O método baseado no custo da mercadoria é o mais comum na prática empresarial e consiste em adicionar uma margem fixa a um custo-base, geralmente conhecida pela expressão mark-up. Na concepção de Silva (2008, p. 222) o método mark-up é representado por uma taxa prefixada que se soma sobre a base, com o propósito de estabelecer o preço de venda. O mark-up é um tipo de cálculo utilizado para formação do preço de venda. Padoveze (2000, p. 312) afirma que: O conceito de Mark-up, que traduzimos como multiplicador sobre os custos, é uma metodologia para se calcularem preços de venda de forma rápida e a partir do custo por absorção de cada produto. [...] A partir do custo por absorção de cada produto, aplica-se um multiplicador de tal forma que os demais elementos formadores do preço de venda sejam adicionados ao custo, a partir desse multiplicador. Existem duas formas de obter o calculo do Mark-up: divisor e multiplicador. Independente do método utilizado, o valor do preço de venda será o mesmo. De acordo com Wernke (2008), para o cálculo do Mark-up divisor, é necessário que sejam observadas as seguintes fases: a) Listas todas as Despesas Variáveis de Venda (DVVs); b) Somar as DVVs; c) Dividir a soma das DVVs por 100; d) O quociente da divisao deve ser subtraído de 1 ;

29 28 e) Dividir o Custo de Compra pelo Mark-up divisor. Para a obterção do Mark-up multiplicador, deve-se adotar as seguintes etapas: a) Listas todas as Despesas Variáveis de Venda (DVVs); b) Somar as DVVs; c) Partindo de 100% e subtrair a soma das DVVs; d) O Mark-up multiplicador é obtido dividindo 100 pelo resultado da fase anterior (c); e) O preço de venda a vista é obtido multiplicando o custo unitário do produto pelo mark-up multiplicador Análise do Custo, Volume e Lucro A análise do custo, volume e lucro tem como principal objeto auxiliar na tomada de decisão, pois ela ira fornecer informações úteis, rápidas e precisas que podem ser determinantes para a organização. De acordo com Warren, Reeve e Fess (2001, p.95) a análise do custo volume - lucro é um exame sistemático das relações entre preço de venda, volumes de venda e de produção, custos, despesas e lucros. Segundo Hansen e Mowen (2001, p. 593): A análise de custo, volume e lucro (análise CVL) é uma ferramenta poderosa no planejamento e na tomada de decisão. Pelo fato da análise CVL enfatizar os inter-relacionamentos de custos, quantidades vendidas e preços, ela agrupa toda a informação financeira de uma empresa. A análise CVL pode ser uma ferramenta valiosa para identificar a extensão e magnitude de um problema econômico pelo qual a empresa esteja passando, e ajudá-la a encontrar as soluções necessárias. Na concepção de Silva (2008, p. 161) a análise do custo/volume/lucro determina a influência no lucro causada por oscilações nas quantidades vendidas e nos custos. Os princípios desta análise estão relacionados à utilização de sistemas de custo que ajudam no processo decisório de curto prazo.

30 29 seguinte forma: Wernke (2008, p. 41) conceitua a análise de custo, volume e lucro da Tal expressão abrange os conceitos de margem de contribuição, ponto de equilíbrio e margem de segurança, cujo conhecimento é de fundamental importância para os gestores de custos em virtude do número de benefícios informativos que proporcionam. Análise Custo/Volume/Lucro Margem de Contribuição Ponto de Equilíbrio Margem de Segurança Figura 4: Componentes da análise de custo/volume/lucro Fonte: Wernke (2008, p. 41) Ainda conforme o mesmo autor, as análises de custo/volume/lucro é um estudo que pretende responder questões relacionadas com o lucro da empresa se ocorrer aumento ou diminuição do custo, diminuição ou aumento do volume de vendas e redução ou majoração dos preços de venda. Portanto, a análise custo, volume e lucro é uma ferramenta utilizada para estimar o lucro que a empresa poderia ter em determinados volumes de vendas e de produção em certo espaço de tempo. Sendo assim, pode-se constatar que esta análise pode influenciar significativamente a administração no processo decisório Margem de Contribuição A margem de contribuição se bem explorada é um elemento fundamental para decisões de curto prazo. Ela pode contribuir com a administração da empresa a decidir quais produtos merecem um esforço maior de vendas e quais destes podem ser deixados em segundo plano.

31 30 Para Warren, Reeve e Fess (2001, p.95) margem de contribuição é o excesso da receita de vendas sobre os custos variáveis. O conceito de margem de contribuição é especialmente útil no planejamento empresarial porque fornece informações sobre o potencial de lucro da empresa. Segundo Silva (2008, p. 161) A margem de contribuição é o volume de vendas menos os custos variáveis; isso representa o lucro variável; portanto, a margem de contribuição unitária equivale ao preço de venda unitário do produto ou serviço menos os custos e despesas variáveis por unidade do produto ou serviço. A fórmula da margem de contribuição unitária é a seguinte: Margem de Contribuição unitária = Preço de Venda unitário Custos e Despesas variáveis unitários seguinte: Padoveze (2000, p.269) comenta sobre a margem de contribuição o Representa o lucro variável. É a diferença entre o preço de venda unitário do produto e os custos e despesas variáveis por unidade de produto. Significa que em cada unidade vendida a empresa lucrará determinado valor. Multiplicado pelo total vendido, teremos a contribuição marginal total do produto para a empresa. Wernke (2008, p. 42), a margem de contribuição é o valor resultante da venda de uma unidade, após deduzidos os custos e despesas variáveis associados ao produto comercializado. Tal valor contribuirá para pagar os custos fixos da empresa e gerar lucro. Sendo assim, a margem de contribuição pode ser um grande aliado para a tomada de decisões em curto prazo. Porém, cabe salientar que não deve basear-se os cálculos de preço de venda somente na margem de contribuição, pois esta pode resultar em valores que não cubram todos os custos da empresa a longo prazo.

32 Ponto de Equilíbrio Ponto de equilíbrio, nada mais é que o ponto onde os custos da empresa se igualam as receitas das vendas. Para a empresa ter um resultado positivo ela deve operar acima deste ponto de equilíbrio. Hansen e Mowen (2001) conceituam ponto de equilíbrio como o ponto onde os custos da empresa de igualam as receitas das vendas, isto é, o mais conhecido como ponto de lucro zero. Conforme Silva (2008, p. 162): O ponto de equilíbrio representa as receitas, que a empresa precisa produzir e vender para pagar os custos e despesas fixas, além dos custos e despesas variáveis em que ela incorre para fabricar e vender o produto. No ponto de equilíbrio, não existe lucro ou prejuízo; o lucro é zero. A partir de volumes adicionais de produção ou de vendas é que a empresa passa a lucrar. O ponto de equilíbrio é também conhecido como ponto de ruptura ou break-even point. De acordo com o mesmo autor, é importante que a empresa saiba seu ponto de equilíbrio global e por produto individual, pois isso indica o nível mínimo de atividade que a companhia ou cada setor deve operar. Na concepção de Warren, Reeve e Fess (2001, p. 98) o ponto de equilíbrio é o nível de operações no qual as receitas e os custos de uma empresa são exatamente iguais. Em equilíbrio, uma empresa não tem lucro nem prejuízo operacional. Wernke (2008, p. 49) descreve que o ponto de equilíbrio representa o nível de vendas em que a empresa opera sem lucro ou prejuízo. Ou seja, o número de unidades vendidas no ponto de equilíbrio é o suficiente para a empresa pagar seus custos fixos e variáveis, sem gerar lucro.

33 32 O mesmo autor informa que existem pontos de equilíbrio distintos e que estes devem se ajustar as diversas situações do planejamento das atividades da empresa. Portanto, observa-se que o ponto de equilíbrio deve ser usado para avaliar uma gestão de curto prazo, pois não se pode pensar em planejamento de longo prazo para uma organização que não dê resultado positivo Margem de Segurança A margem de segurança, nada mais é que o decréscimo que as vendas porem ocorrer antes que aconteça na empresa um prejuízo operacional. No conceito de Wernke (2008, p. 62), margem de segurança é o volume de vendas que supera as vendas calculadas no ponto de equilíbrio. Ou seja, representa o quanto as vendas podem cair sem que haja prejuízo para a empresa. Silva (2008, p. 168) complementa dizendo que equivale ao volume de vendas que ultrapassa as vendas calculadas no ponto de equilíbrio. O volume de vendas excedente pode ser tanto o valor das vendas previstas, como o valor real das vendas, para avaliar a margem de segurança. Para Hansen e Mowen (2001, p. 611), margem de segurança são as unidades vendidas, ou que se espera sejam vendidas, ou a receita obtida ou que se espera obter, acima do volume do ponto de equilíbrio. É importante ressaltar que, para que a empresa trabalhe com segurança é necessário que a mesma possua uma margem de segurança elevada pois caso contrario a organização torna-se vulnerável a prejuízos.

34 Análise de Balanço A análise de balanço nada mais é que um diagnóstico sobre a situação econômico-financeira da empresa. Essas informações podem ser fornecidas em espécie de relatórios e podem ser utilizadas para dentro ou fora da organização. Para Iudícibus (2010, p.5) análise de balanço: É uma arte, pois, embora existam alguns cálculos razoavelmente formalizados, não existe forma científica ou metodologicamente comprovada de relacionar os índices de maneira a obter um diagnóstico preciso. Ou, melhor dizendo, cada analista poderia, com o mesmo conjunto de informações e de quocientes, chegar a conclusões ligeira ou até completamente diferenciadas. Segundo Padoveze (2000, p.131) análise de balanço constitui-se num processo de meditação sobre os demonstrativos contábeis, objetivando uma avaliação da situação da empresa, em seus aspectos operacionais, econômicos, patrimoniais e financeiros. Iudícibus (2010, p. 77) contempla o seguinte: A análise de balanços deve ser entendida dentro de suas possibilidades e limitações. De um lado, mais aponta problemas a serem investigados do que indica soluções; de outro, desde que convenientemente utilizada, pode transformar-se num poderoso painel de controle da administração. Portanto, a análise de balanço não nos traz as respostas concretas sobre a empresa e sim, ajuda a formular perguntas inteligentes para que seja realizada uma investigação mais profunda e de grande utilidade Analise Horizontal A análise horizontal possibilita uma avaliação de cada conta contábil de um ano para outro, sendo assim podemos verificar como a empresa esta se portando com o passar do tempo.

35 34 De acordo com Padoveze (2000, p.141) a análise horizontal é o instrumento que calcula a variação percentual ocorrida de um período a outro, buscando evidenciar se houve crescimento ou decréscimo do item analisado. Na concepção de Iudícibus (2010, p. 83), a finalidade principal da análise horizontal é apontar o crescimento de itens dos Balanços e das Demonstrações de Resultados (bem como de outros demonstrativos) através de períodos, a fim de caracterizar tendências. Portanto, podemos concluir que o objetivo da análise horizontal é de fornecer um comparativo de valores de um ano para o outro, sendo assim, o gestor poderá identificar se esta ocorrendo alguma queda de lucratividade e com isso efetuar medidas para que reverta tal situação Analise Vertical Análise vertical é a comparação de cada conta em relação a certo total. Mostrar o quanto cada conta representa dentro da demonstração financeira e também a evolução destas de um ano para o outro. Na concepção de Padoveze (2000, p.134), a análise vertical: É a análise da estrutura da demonstração de resultados e do balanço patrimonial, buscando evidenciar as participações dos elementos patrimoniais e de resultados dentro do total. Como todos os demais instrumentos de análise de balanço, a análise vertical deve ser interpretada com muito cuidado. Os percentuais obtidos por essa análise devem ser analisados em conjunto com os dados da análise horizontal e os indicadores básicos. Segundo Iudícibus (2010, p. 86), esse tipo de análise é importante para avaliar a estrutura de composição de itens e sua evolução no tempo. Sendo assim o objetivo da análise vertical é mostrar a importância de cada conta dentro do balanço patrimonial ou do demonstrativo de resultado e também

36 35 abrir precedente para que possa ser realizado um comparativo de cada conta em relação aos anos anteriores. 2.7 Sistemas de Informações Gerenciais Com o passar dos anos, o volume de informações que as organizações possuem é cada vez mais amplo. Sendo assim a implantação de um sistema de informação gerencial é indispensável, uma vez que este pode ser um fator preponderante na tomada de decisões por fornecer informações precisas e principalmente de fontes seguras. Na concepção de Padoveze (2007, p.8): Sistema é um conjunto de elementos interdependentes, ou um todo organizado, ou partes que interagem formando um todo unitário e complexo. Como uma resultante do enfoque sistêmico, o todo deve ser mais que a soma das partes. No ambiente empresarial, esta resultante tem sido denominada de sinergia, que significa que a ação conjunta de diversos componentes sistêmicos ou entidades podem obter desempenho melhor do que aquele possível de se obter isoladamente. Oliveira (2000) conceitua sistemas de informações gerenciais como sendo um método formal para fornecer a administração, informações precisas e necessárias para facilitar o processo de tomada de decisões. O sistema fornece informações sobre o passado, o presente e o futuro de dentro e fora da organização. Gil (Apud Padoveze, 2007) comenta que Sistemas de Informação compreendem um conjunto de recursos humanos, materiais, tecnológicos, e financeiros agregados segundo uma seqüência lógica para o processamento de dados e correspondente tradução em informações. De acordo com O Brien (2002, p. 32), um sistema de informação utiliza os recursos de pessoas, hardware, software, dados e redes para executar atividades de entrada, processamento, saída, armazenamento e controle que convertem recursos de dados em produtos de informação.

37 36 Segundo Oliveira (2000, p. 185): Há dificuldade para avaliar, de forma quantitativa, qual o efetivo benefício de um sistema de informação gerenciais, ou seja, a melhoria no processo decisório. Entretanto, pode-se trabalhar com base numa lista de hipóteses sobre os impactos dos sistemas de informações gerenciais na empresa, o que propicia ao executivo um entendimento, ainda que genérico, de sua importância. Neste sentido, pode-se afirmar que os sistemas de informações gerenciais podem, sob determinadas condições, trazer os seguintes benefícios para as empresas: Redução de custos das operações; Melhoria no acesso às informações, propiciando relatórios mais precisos e rápidos, com menor esforço; Melhoria na produtividade, tanto setorial quanto global; Melhoria nos serviços realizados e oferecidos; Melhoria na tomada de decisões, por meio do fornecimento de informações mais rápidas e precisas; Estimulo de maior interação entre os tomadores de decisões; Melhoria na estrutura organizacional, por facilitar o fluxo de informações; Melhoria na estrutura de poder, propiciando maior poder para aqueles que entendem e controlam o sistema; Redução do grau de concentração de decisões da empresa; Melhoria na adaptação da empresa para enfrentar os acontecimentos não previstos, a partir das constantes mutações nos fatores ambientais; Otimização na prestação dos seus serviços aos clientes; Melhor interação com seus fornecedores; Melhoria nas atitudes e atividades dos funcionários da empresa; Aumento do nível de motivação das pessoas envolvidas; Redução dos custos operacionais; Redução de mão-de-obra burocrática; e Redução dos níveis hierárquicos. Sendo assim, o sistema de informação gerencial da a sustentação necessária para que a cúpula administrativa possa realizar uma tomada de decisão amparada de informações seguras e precisas Sistema Operacional O sistema operacional é voltado para a parte burocrática da organização visando um pleno desenvolvimento dos departamentos para que estes realizem suas atividades com eficiência e eficácia. Padoveze (2007, p. 43) traz o seguinte conceito:

38 37 Os sistemas de informação de apoio as operações nascem da necessidade de planejamento e controle das diversas áreas operacionais da empresa. Esses sistemas de informação estão ligados ao sistema físico-operacional e surgem da necessidade de desenvolver as operações fundamentais da firma. Podemos dizer até que esses sistemas são criados automaticamente pelas necessidades de administração operacional. De acordo com o mesmo autor, o sistema operacional tem como principal objetivo, auxiliar os departamentos e as atividades a executarem funções operacionais como, por exemplo: compras, estocagem, vendas faturamento, qualidade, manutenção etc. Segundo O Brien (2002, p. 29) esses sistemas de apoio as operações produzem uma diversidade de produtos de informações para uso interno e externo. Entretanto, eles não enfatizam a produção de produtos de informações específicos que possam ser mais bem utilizados pelos gerentes. [...] O papel dos sistemas de apoio às operações de uma empresa é eficientemente processar transações, controlar processos industriais, apoiar comunicações e colaboração e atualizar bancos de dados da empresa. O sistema operacional serve como apoio as operações realizadas no interior da organização. Sendo assim, este tipo de sistema tem como objetivo apoiar os departamentos para que suas tarefas operacionais sejam realizadas de tal forma a auxiliar no desenvolvimento da organização Sistema Gestão O sistema de gestão surgiu para contribuir no planejamento e controle da organização. Este fornece informações e apoio necessário para a tomada de decisão eficaz da gerencia. Na concepção de Padoveze (2007, p. 44): Classificamos como sistema de informações de apoio à gestão, os sistemas ligados à vida econômico-financeira da empresa e às necessidades de avaliação de desempenho dos administradores internos. Fundamentalmente, esses sistemas são utilizados pelas áreas administrativas e financeira da empresa, e pela alta administração da

39 38 companhia, e com o intuito de planejamento e controle financeiro e avaliação de desempenho dos negócios. Segundo o mesmo autor, o sistema supracitado, preocupa-se basicamente com as informações necessárias para uma gestão econômico-financeira da empresa como, por exemplo: sistema de custos, de orçamento, de planejamento de caixa, planejamento de resultados etc. De acordo com O Brien (2002, p. 29) Quando os sistemas de informação se concentram em fornecer informação e apoio para a tomada de decisão eficaz pelos gerentes, eles são chamados sistema de apoio gerencial. Fornecer informações e apoio para a tomada de decisões por parte de todos os tipos de gerentes( dos altos executivos aos gerentes de níveis médio e até os supervisores) é uma tarefa complexa. [...] Os sistemas de informação gerencial fornecem informação na forma de relatórios e exibições em vídeo para os gerentes. O sistema de gestão encontra-se basicamente ligado aos gestores e administradores da organização, servindo assim como ferramenta de auxilio aos processos decisórios da organização.

40 39 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Este capitulo trata da metodologia que foi utilizada no estudo, desde a classificação da pesquisa do ponto de vista de sua natureza, dos seus objetivos, da forma de abordagem do problema e do ponto de vista dos procedimentos técnicos, até o plano de coleta de dados e a analise e interpretação dos mesmos. 3.1 Classificação da Pesquisa forma: Na seqüência, o relatório apresenta a classificação da pesquisa da seguinte Do Ponto de Vista de sua Natureza A pesquisa classifica-se do ponto de vista de sua natureza como pesquisa aplicada. Conforme Gil (1999, p.43), tem como característica fundamental o interesse na aplicação, utilização e conseqüências práticas dos conhecimentos Do Ponto de Vista de seus Objetivos Quanto aos objetivos, a pesquisa define-se como exploratória, descritiva e explicativa. Conforme Beuren (2004, p.80) descreve que por meio do estudo exploratório, busca-se conhecer com maior profundidade o assunto de modo a torná-lo mais claro ou constituir questões importantes para a condução da pesquisa. Caracteriza-se ainda este estudo como descritivo. Na concepção de Andrade (apud BEUREN, 2004, p.82), a pesquisa descritiva preocupa-se com a observação, o registro, a análise, a classificação e a interpretação dos fatos sem que o pesquisador interfira nos resultados. Observa-se ainda que esta pesquisa possui caráter explicativo pois, conforme Gil (1999), identificam-se os fatores que são determinantes ou então que, apenas contribuem para que os fenômenos ocorram. Desta forma, aprofunda-se o

41 40 conhecimento da realidade por se tratar da explicação da razão e do porquê das coisas Quanto a Forma de Abordagem do Problema Quanto a forma de abordagem do problema, o método utilizado é qualitativo. De acordo com Beuren (2004, p. 92), Concebem-se análises mais profundas em relação ao fenômeno que está sendo estudado. A abordagem qualitativa visa destacar características não observadas por meio de um estudo quantitativo, haja vista a superficialidade deste último Do Ponto de Vista dos Procedimentos Técnicos Do ponto de vista dos procedimentos técnicos, o estudo se classifica como bibliográfico, documental, levantamento e estudo de caso. Para Gil (1999, p.65): A pesquisa bibliográfica é desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos. Embora em quase todos os estudos seja exigido algum tipo de trabalho desta natureza, há pesquisas desenvolvidas exclusivamente a partir de fontes bibliográficas. Parte dos estudos exploratórios podem ser definidos como pesquisas bibliográficas, assim como certo numero de pesquisas desenvolvidas a partir de análise de conteúdo. Ainda conforme Gil (1999), a pesquisa documental utiliza-se de materiais diversos que ainda não receberam qualquer tipo de tratamento analítico, ou que ainda podem ser reescritos de acordo com os objetivos do estudo. A pesquisa de levantamento, para Gil (1999, p.70): As pesquisas deste tipo caracterizam pela interrogação direta das pessoas cujo comportamento se deseja conhecer. Basicamente, procede-se à solicitação de informações a um grupo significativo de pessoas acerca do problema estudado para em seguida, mediante análise quantitativa, obter as conclusões correspondentes dos dados coletados.

42 41 Para Gil, (1999, p. 72): O estudo de caso é caracterizado pelo estudo profundo e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira a permitir o seu conhecimento amplo e detalhado, tarefa praticamente impossível mediante os outros tipos de delineamento considerados. 3.2 Plano de Coleta de Dados Conforme Roesch (1996, p.120), define-se o plano de coleta de dados como: Um projeto pode combinar técnicas desenvolvidas em m ou outro paradigma. Se trata de coleta de dados primários, através de entrevistas, questionários, observações ou testes, é importante especificar nesta seção a fonte dos dados (a população que será entrevistada), quando estes serão levantados e através de que instrumentos (anexar os instrumentos, como roteiro de entrevistas ou questionário). deste estudo. A seguir são apresentados os instrumentos utilizados para a coleta de dados Instrumentos de Coleta de Dados Neste estudo foi utilizado o instrumento de observação e de entrevista Observação De acordo com Marconi e Lakatos (2002), a observação consiste em uma técnica de coleta de dados para obter informações e utiliza os sentidos na coleta de determinados aspectos da realidade. Neste estudo foi realizada a observação sistemática, não participante, individual e na vida real. Para Gil (1999, p. 114): A observação sistemática é freqüentemente utilizada em pesquisas que tem como objetivo a descrição precisa dos fenômenos ou o teste de hipóteses. Nas pesquisas deste tipo, o pesquisador sabe quais os aspectos da comunidade ou grupo que são significativos para alcançar os objetivos pretendidos.

43 42 Quanto a observação não participante, Marconi e Lakatos (2002, p. 90), o pesquisador toma contato com a comunidade, grupo ou realidade estudada, mas sem integrar-se a ela: permanece de fora. A observação individual é definida por Marconi e Lakatos (2002, p.91), Como o próprio nome indica, é a técnica de observação realizada por um pesquisador. Nesse caso, a personalidade dele se projeta sobre o observado, fazendo algumas inferências ou distorções, pela limitada possibilidade de controles. Ainda conforme Marconi e Lakatos (2002), as observações na vida real, são geralmente feitas no ambiente real, sendo que os dados são registrados naturalmente na medida que estão ocorrendo Entrevista Segundo Vergara (2004, p. 55) a entrevista é um procedimento no qual você faz perguntas a alguém que, oralmente, lhe responde. A presença física de ambos é necessária no momento da entrevista, mas, se você dispõe de mídia interativa, ela se torna dispensável. Na coleta de dados por meio da entrevista não estruturada, Beuren (apud MARCONI E LAKATOS, 2002) define que as perguntas são abertas e podem ser respondidas em ambientes de dialogo informal. 3.3 Plano de Análise e Interpretação dos Dados Conforme Roesch (1996, p. 120), sugere-se que o aluno imagine como fará a descrição e análise dos resultados de seu estágio. Poderá prever a utilização de gráficos, tabelas e estatísticas. Este estudo foi realizado na área contábil gerencial em uma farmácia comercial com o objetivo de apurar informações necessárias que auxiliem o gerenciamento. Foram realizadas consolidações teóricas, bem como o

44 43 levantamento, a preparação e interpretação dos dados necessários para auxiliar na gestão do negócio.

45 44 4 A RELEVÂNCIA DA CONSULTORIA GERENCIAL EM UMA FARMÁCIA COMERCIAL: ESTUDO DE CASO A parte aplicada deste estudo foi desenvolvida em uma farmácia comercial na cidade de Pejuçara-RS. Para isso, foram analisados 30 medicamentos e 20 itens de perfumaria mais vendidos do estabelecimento. Após, foram apurados os custos e despesas necessárias para a venda dos referidos produtos. Elaborados os cálculos do Mark-up divisor e multiplicador, realizada a formação do preço de venda orientativo e comparado com o preço de venda já praticado pela empresa, análise da margem de contribuição, ponto de equilíbrio, margem de segurança operacional. Posteriormente, foi realizado uma análise das demonstrações contábeis, seguidos do levantamento de informações para a gestão. 4.1 Estrutura da Empresa A farmácia em estudo atua na venda de medicamentos e perfumaria em geral. A mesma é constituída por seus dois sócios e três funcionários. A seguir, foram desenvolvidos fluxogramas dos processos internos para que esses facilitem o entendimento das atividades da empresa. ( + ) Estoque ( - ) Compras Vendas ( - ) ( + ) D E V O L U Ç Ã O Nota Fiscal C O N T A B I L I D A D E Figura 5: Fluxograma dos Estoques Fonte: Dados fornecidos pela empresa

46 45 Analisando o fluxograma anterior pode-se constatar que as mercadorias são inseridas no estoque por meio do processo de compras e retiradas por meio das vendas. Em ambos os casos pode ocorrer devolução e também a emissão de nota fiscal que será enviada para o escritório de contabilidade. Estoque Necessidade Compra Escolha do Fornecedor A Vista A Prazo Nota Fiscal F I N A N C E I R O CONTABILIDADE Figura 6: Fluxograma das Compras Fonte: Dados fornecidos pela empresa A partir da análise do fluxograma das compras pode-se dizer que utilizando como ponto de partida o estoque verifica-se a real necessidade de realizar as compras, com isso decide o fornecedor ideal para cada produto. Diretamente com o fornecedor ocorre a negociação do pagamento, a vista ou então a prazo com condições de até 30 dias. Após a entrega das mercadorias ocorre a emissão da nota fiscal que vai para o financeiro e para a contabilidade. Na seqüência, apresenta-se o fluxograma das vendas, que normalmente são vendas internas na farmácia, onde os clientes vão até o local para a realização de suas compras.

47 46 Vendas Estoque Solicitação Mercadoria A Vista Cartões Tipo de Venda A Prazo Crediário Nota Fiscal Convênios Cheque Retira Mercadoria Financeiro C O N T A B I L I D A D E Figura 7: Fluxograma das Vendas Fonte: Dados fornecidos pela empresa De acordo com o fluxograma anterior as vendas ocorrem quando a mercadoria é solicitada no balcão, sendo assim verifica-se a disponibilidade no estoque; se a venda ocorrer, define-se o tipo de venda, se esta será a vista, a prazo ou através de convênios; se for a prazo, pode ser com cheque, convênio, cartão de crédito ou crediário próprio do estabelecimento. Então a nota fiscal é emitida, a mercadoria é retirada e a documentação é enviada para o financeiro e posteriormente para a contabilidade. Após o fluxograma de compras e de vendas, ambos geram fatores financeiros, sejam eles contas a pagar ou então contas a receber. A seguir, é apresentado o fluxograma do sistema financeiro.

48 47 Fornecedores Financeiro Contas a Pagar Contas a Receber Funcionários Impostos Despesas Diversas Convênios Crediário Cheques Cartões Caixa/ Banco Documentos Documentos Caixa/ Banco C O N T A B I L I D A D E Figura 8: Fluxograma Financeiro Fonte: Dados fornecidos pela empresa Analisando o fluxograma financeiro percebe-se que este setor é dividido em: contas a pagar e contas a receber. O setor de contas a pagar possui gastos com fornecedores, salários, impostos e despesas diversas, a partir disso os gastos são quitados gerando documentos de comprovação que são enviados para a contabilidade. No setor de contas a receber, pode-se dizer que os valores são recebidos de quatro formas distintas, sendo elas: cartões de crédito e débito, cheque pré-datado, cadastro de clientes (crediário) e convênios com empresas (exemplo: associação dos funcionários de Pejuçara, empresa Kepler Weber e Brunning Tecnometal). Após o recebimento dos valores são emitidos comprovantes que são enviados para a contabilidade. 4.2 Produtos e Medicamentos Para que os objetivos deste trabalho fossem alcançados foi selecionado trinta medicamentos e vinte perfumarias que estão apresentados no quadro a seguir com seu peso, fabricante e distribuidor.

49 48 Quadro 1: Medicamentos e Perfumarias da Farmácia utilizados nas análises Produtos Peso Fabricante/ Distribuidor Benegrip comp c/ 6 Hypermarcas AS / Panarello Estomazil Abacaxi 5g envelope Hypermarcas AS / Panarello Paracetamol 750 mg comp c/ 12 Prati-Donaduzzi / Panarello Calmador comp c/ 4 Saude / Panarello Resfenax cap c/ 4 Mdcpharma / Dimed Neosaldina comp c/ 4 Nycomed / Panarello Poltax 50 mg CT BL comp c/ 20 Geolab / Natural Med Magnesia Bisurada Menta pastilha c/ 10 Wyeth / Panarello Tylenol 750 mg comp c/ 4 Janssencilag / Panarello Supositorio Glicer Adt 1 unidade Pfizer / Panarello e Dimed Epocler Abacaxi 1 flac 10 ml Hypermarcas AS / Panarello Torsilax comp c/ 4 Neoquimica / Gemil Losartana Potassica 50 mg comp c/ 30 Neoquimica / Panarello Algy Flanderil 600 mg comp c/ 10 Vitapan / Gemil Cefalexina 500 mg comp c/ 8 Aurobindo / Panarello Biovicerin 1 flac 5 ml Geyermed / Panarello Histamin Liquido 100 ml Neoquimica / Gemil AAS 500 mg comp c/ 10 Sanofi-afentis / Panarello Sorinan Sol Adt 30 ml Pharmasciense / Gemil Coristina D comp c/ 4 Mantecorp / Panarello Dorflex comp c/ 10 Sanofi-afentis / Panarello Simeticona 75 mg/ml gts c/ 10 ml Biosintetica / Panarello e Dimed Paracetamol 200 mg gts c/ 15 ml Mariol / Panarello Mesigyna 1 seringa c/ 1 ml Bayer Schering Pharma / Panarello e Dimed Microvlar drag c/ 21 Bayer / Panarello e Dimed Dulcolax comp c/ 1 Boehringer Ingelheim / Panarello e Dimed Doril comp c/ 6 Hypermarcas AS / Panarello Dipirona Sódica 500 mg comp c/ 10 Medley / Panarello Nimelid 100 mg comp c/ 12 Vitapan / Natural Med Amoxicilina 500 mg cap c/ 21 Sanval / Gemil Acetona Blue 100 ml Farmax / Gemil Lenço Umedecido pacote c/ 15 Melhoramentos / Genêsio Mendes e Dimed Prendedor Chupeta 1 unidade Petita / Disper Manteiga Cacau 3 gr Socacau / Disper Band Aid unidade c/ 10 Johnson & Johnson / Dimed Fralda Comum pacote c/ 8 Tecnicare / Dimed Folhas Depi Roll Facial pacote c/ 8 Depi Roll / Genêsio Mendes e Dimed ABS Disfarce Gel Pos Parto pacote c/ 15 Arrayanes / Dimed Creme Dental Sensodyne 50 gr Glaxo Smith / Dimed ABS Sempre Livre pacote c/ 8 Johnson & Johnson / Dimed Lapiseira Olho 1 unidade Delang / Disper Touca p/ luzes Santa Clara 1 unidade Vinilaid / Disper

50 49 Pinça 1 unidade Merheje / Dimed Tintura Cor & Ton Cast Med 125 gr Niely / Genêsio Mendes Escova Dental Oral-B 1 unidade Oral B / Dimed Fralda Geriamax Gel pacote c/ 8 Evergreen / Genêsio Mendes Hastes Palinetes unidade c/ 75 York / Dimed Aparelho Barda Probak unidade c/ 2 Probak / Dimed Shampoo Head & Should 200 ml Protecter & Gamble / Genêsio Mendes Preservativo Jontex Sensitive unidade c/ 3 Jontex / Dimed Fonte: Dados fornecidos pela empresa Com base nestes produtos foi calculado o custo de aquisição, margem de contribuição, ponto de equilíbrio e a margem de segurança para que assim, se obtivesse uma análise mais precisa da situação da empresa, e também serve para calcular um preço orientativo para os produtos da perfumaria. 4.3 Custo de Aquisição dos Produtos O custo de aquisição dos produtos foi calculado por meio de trinta medicamentos, entre eles éticos, genéricos e similares, e vinte produtos de perfumaria Cálculo do Custo de Aquisição dos Produtos No custo de aquisição foi calculado o ICMS, pois a empresa não possui despesas com frete e IPI. Nos medicamentos foi calculado o ICMS substituição tributária usando a alíquota correspondente de 17%, já na perfumaria também foi calculado o ICMS substituição tributária porém as alíquotas utilizadas foram 17% e 25%. O ICMS substituição tributária é calculada sobre o custo de aquisição da mercadoria e sobre o preço de venda, a diferença entre o débito e crédito resulta no valor do ICMS. O quadro a seguir apresenta os valores de ICMS correspondente a cada produto.

51 50 Quadro 2: Valor do ICMS Substituição Tributária de cada produto Produtos ICMS Preço de Venda ICMS Custo de Aquisição ICMS ST Benegrip R$ 0,83 R$ 0,63 R$ 0,21 Estomazil Abacaxi 5g R$ 0,28 R$ 0,21 R$ 0,07 Paracetamol 750 mg R$ 0,76 R$ 0,57 R$ 0,19 Calmador R$ 0,32 R$ 0,22 R$ 0,11 Resfenax R$ 0,34 R$ 0,25 R$ 0,09 Neosaldina R$ 0,53 R$ 0,41 R$ 0,12 Poltax 50 mg CT BL R$ 0,68 R$ 0,49 R$ 0,19 Magnesia Bisurada Menta R$ 0,67 R$ 0,50 R$ 0,17 Tylenol 750 mg R$ 0,73 R$ 0,55 R$ 0,18 Supositorio Glicer Adt R$ 0,14 R$ 0,11 R$ 0,04 Epocler Abacaxi R$ 0,34 R$ 0,26 R$ 0,09 Torsilax R$ 0,48 R$ 0,28 R$ 0,20 Losartana Potassica 50 mg R$ 1,63 R$ 1,18 R$ 0,45 Algy Flanderil 600 mg R$ 2,45 R$ 0,82 R$ 1,63 Cefalexina 500 mg R$ 2,20 R$ 1,59 R$ 0,61 Biovicerin R$ 0,50 R$ 0,36 R$ 0,15 Histamin Liquido R$ 1,55 R$ 1,17 R$ 0,38 AAS 500 mg R$ 0,28 R$ 0,21 R$ 0,07 Sorinan Sol Adt R$ 1,14 R$ 0,38 R$ 0,76 Coristina D R$ 0,81 R$ 0,61 R$ 0,20 Dorflex R$ 0,68 R$ 0,49 R$ 0,19 Simeticona 75 mg/ml R$ 1,34 R$ 0,97 R$ 0,37 Paracetamol 200 mg R$ 0,92 R$ 0,66 R$ 0,25 Mesigyna R$ 4,04 R$ 2,93 R$ 1,12 Microvlar R$ 1,00 R$ 0,73 R$ 0,28 Dulcolax R$ 0,09 R$ 0,06 R$ 0,02 Doril R$ 0,65 R$ 0,49 R$ 0,16 Dipirona Sódica 500 mg R$ 0,68 R$ 0,51 R$ 0,17 Nimelid 100 mg R$ 2,52 R$ 1,82 R$ 0,70 Amoxicilina 500 mg R$ 2,86 R$ 2,07 R$ 0,79 Acetona Blue R$ 0,46 R$ 0,31 R$ 0,15 Lenço Umedecido R$ 0,25 R$ 0,17 R$ 0,08 Prendedor Chupeta R$ 0,75 R$ 0,50 R$ 0,25 Manteiga Cacau R$ 0,25 R$ 0,17 R$ 0,08 Band Aid R$ 0,68 R$ 0,45 R$ 0,23 Fralda Comum R$ 3,10 R$ 2,19 R$ 0,91 Folhas Depi Roll Facial R$ 2,74 R$ 1,83 R$ 0,91 ABS Disfarce Gel Pos Parto R$ 1,28 R$ 0,85 R$ 0,43 Creme Dental Sensodyne R$ 1,96 R$ 1,30 R$ 0,65 ABS Sempre Livre R$ 0,75 R$ 0,50 R$ 0,25 Lapiseira Olho R$ 2,90 R$ 1,93 R$ 0,97 Touca p/ luzes Santa Clara R$ 1,60 R$ 1,07 R$ 0,53

52 51 Pinça R$ 0,25 R$ 0,17 R$ 0,08 Tintura Cor & Ton Cast Med R$ 2,68 R$ 1,78 R$ 0,89 Escova Dental Oral-B R$ 2,15 R$ 1,43 R$ 0,72 Fralda Geriamax Gel R$ 3,99 R$ 2,66 R$ 1,33 Hastes Palinetes R$ 0,27 R$ 0,18 R$ 0,09 Aparelho Barda Probak R$ 0,49 R$ 0,34 R$ 0,15 Shampoo Head & Should R$ 2,12 R$ 1,41 R$ 0,71 Preservativo Jontex Sensitive R$ 0,81 R$ 0,54 R$ 0,27 Fonte: Dados fornecidos pela empresa O preço dos medicamentos é tabelado pelo governo, as farmácias podem vender os produtos a um preço menor do que está na tabela mas nunca maior, assim o ICMS é calculado sobre o preço de venda tabelado pelo governo. O custo de aquisição dos produtos obtém-se através do custo unitário mais o valor do ICMS, IPI, Fretes se possuir. Quadro 3: Cálculo do Custo de Aquisição de cada produto. Produtos $ Unitário $ ICMS ST $ IPI $ Frete Custo Unitário Preço de venda tabelado Benegrip R$ 3,68 R$ 0,21 R$ - R$ - R$ 3,89 R$ 4,96 Estomazil Abacaxi 5g R$ 1,26 R$ 0,07 R$ - R$ - R$ 1,33 R$ 1,69 Paracetamol 750 mg R$ 3,38 R$ 0,19 R$ - R$ - R$ 3,57 R$ 4,33 Calmador R$ 1,27 R$ 0,11 R$ - R$ - R$ 1,38 R$ 1,81 Resfenax R$ 1,45 R$ 0,09 R$ - R$ - R$ 1,54 R$ 1,47 Neosaldina R$ 2,41 R$ 0,12 R$ - R$ - R$ 2,53 R$ 3,21 Poltax 50 mg CT BL R$ 2,89 R$ 0,19 R$ - R$ - R$ 3,08 R$ 3,47 Magnesia Bisurada Menta R$ 2,97 R$ 0,17 R$ - R$ - R$ 3,14 R$ 3,98 Tylenol 750 mg R$ 3,23 R$ 0,18 R$ - R$ - R$ 3,41 R$ 4,27 Supositorio Glicer Adt R$ 0,64 R$ 0,04 R$ - R$ - R$ 0,68 R$ 0,84 Epocler Abacaxi R$ 1,50 R$ 0,09 R$ - R$ - R$ 1,59 R$ 1,92 Torsilax R$ 1,65 R$ 0,20 R$ - R$ - R$ 1,85 R$ 3,48 Losartana Potassica 50 mg R$ 6,94 R$ 0,45 R$ - R$ - R$ 7,39 R$ 28,08 Algy Flanderil 600 mg R$ 4,80 R$ 1,63 R$ - R$ - R$ 6,43 R$ 9,70 Cefalexina 500 mg R$ 9,37 R$ 0,61 R$ - R$ - R$ 9,98 R$ 15,10 Biovicerin R$ 2,09 R$ 0,15 R$ - R$ - R$ 2,24 R$ 2,94 Histamin Liquido R$ 6,88 R$ 0,38 R$ - R$ - R$ 7,26 R$ 9,69 AAS 500 mg R$ 1,24 R$ 0,07 R$ - R$ - R$ 1,31 R$ 1,64 Sorinan Sol Adt R$ 2,24 R$ 0,76 R$ - R$ - R$ 3,00 R$ 7,43 Coristina D R$ 3,57 R$ 0,20 R$ - R$ - R$ 3,77 R$ 4,72 Dorflex R$ 2,90 R$ 0,19 R$ - R$ - R$ 3,09 R$ 3,98 Simeticona 75 mg/ml R$ 5,71 R$ 0,37 R$ - R$ - R$ 6,08 R$ 5,40 Paracetamol 200 mg R$ 3,91 R$ 0,25 R$ - R$ - R$ 4,16 R$ 4,39

53 52 Mesigyna R$ 17,21 R$ 1,12 R$ - R$ - R$ 18,33 R$ 23,78 Microvlar R$ 4,27 R$ 0,28 R$ - R$ - R$ 4,55 R$ 5,90 Dulcolax R$ 0,38 R$ 0,02 R$ - R$ - R$ 0,40 R$ 0,25 Doril R$ 2,89 R$ 0,16 R$ - R$ - R$ 3,05 R$ 3,82 Dipirona Sódica 500 mg R$ 3,01 R$ 0,17 R$ - R$ - R$ 3,18 R$ 4,03 Nimelid 100 mg R$ 10,71 R$ 0,70 R$ - R$ - R$ 11,41 R$ 16,16 Amoxicilina 500 mg R$ 12,15 R$ 0,79 R$ - R$ - R$ 12,94 R$ 17,17 Acetona Blue R$ 1,80 R$ 0,15 R$ - R$ - R$ 1,95 R$ - Lenço Umedecido R$ 0,67 R$ 0,08 R$ - R$ - R$ 0,75 R$ - Prendedor Chupeta R$ 2,00 R$ 0,25 R$ - R$ - R$ 2,25 R$ - Manteiga Cacau R$ 0,67 R$ 0,08 R$ - R$ - R$ 0,75 R$ - Band Aid R$ 1,80 R$ 0,23 R$ - R$ - R$ 2,03 R$ - Fralda Comum R$ 8,77 R$ 0,91 R$ - R$ - R$ 9,68 R$ - Folhas Depi Roll Facial R$ 7,30 R$ 0,91 R$ - R$ - R$ 8,21 R$ - ABS Disfarce Gel Pos Parto R$ 3,40 R$ 0,43 R$ - R$ - R$ 3,83 R$ - Creme Dental Sensodyne R$ 7,67 R$ 0,65 R$ - R$ - R$ 8,32 R$ - ABS Sempre Livre R$ 2,00 R$ 0,25 R$ - R$ - R$ 2,25 R$ - Lapiseira Olho R$ 7,73 R$ 0,97 R$ - R$ - R$ 8,70 R$ - Touca p/ luzes Santa Clara R$ 4,27 R$ 0,53 R$ - R$ - R$ 4,80 R$ - Pinça R$ 0,67 R$ 0,08 R$ - R$ - R$ 0,75 R$ - Tintura Cor & Ton Cast Med R$ 7,13 R$ 0,89 R$ - R$ - R$ 8,02 R$ - Escova Dental Oral-B R$ 5,73 R$ 0,72 R$ - R$ - R$ 6,45 R$ - Fralda Geriamax Gel R$ 10,63 R$ 1,33 R$ - R$ - R$ 11,96 R$ - Hastes Palinetes R$ 1,07 R$ 0,09 R$ - R$ - R$ 1,16 R$ - Aparelho Barda Probak R$ 2,00 R$ 0,15 R$ - R$ - R$ 2,15 R$ - Shampoo Head & Should R$ 8,30 R$ 0,71 R$ - R$ - R$ 9,01 R$ - Preservativo Jontex Sensitive R$ 3,17 R$ 0,27 R$ - R$ - R$ 3,44 R$ - Fonte: Dados fornecidos pela empresa Como pode-se perceber no quadro anterior, somente os medicamentos possuem um preço de venda tabelado, na perfumaria a farmácia estipula o preço em função da margem de lucro desejada sobre os custos do produto. 4.4 Apuração das Despesas Mensais da Farmácia As empresas possuem diversos custos mensais para manter suas atividades, estas despesas contemplam alguns custos como: pessoal, depreciação, água, aluguel, luz, alvarás e muitos outros.

54 Custo com Salários e Encargos Sociais Trabalhistas A farmácia objeto de estudo possui dois funcionários, destes foi calculado os custos totais com salários, provisão de férias, provisão 13º salário, 1/3 férias, previsão e FGTS conforme demonstra o quadro a seguir: Quadro 4: Cálculo do custo com salários e encargos sociais trabalhistas mensais DESPESAS COM PESSOAL Funcionário A Funcionário B TOTAL Salário Bruto R$ 770,00 R$ 658,94 R$ 1.428,94 Sub total R$ 770,00 R$ 658,94 R$ 1.428,94 Provisão férias R$ 64,14 R$ 54,89 R$ 119,03 Provisão 13º salário R$ 64,14 R$ 54,89 R$ 119,03 1/3 férias R$ 21,41 R$ 18,32 R$ 39,72 Sub Total R$ 919,69 R$ 787,04 R$ 1.706,73 Previsoes R$ 64,38 R$ 55,09 R$ 119,47 FGTS R$ 73,58 R$ 62,96 R$ 136,54 Total R$ 1.057,64 R$ 905,09 R$ 1.962,73 Fonte: Dados fornecidos pela empresa Conforme apresenta o quadro anterior, o custo total com salários e encargos sociais trabalhistas que a empresa possui é de R$ 1.962,73. No cálculo do custo com salários e encargos sociais trabalhistas não foi calculado o custo com INSS pois a empresa é optante pelo simples, conforme lei / Cálculo do custo com Depreciação/mês O ativo não circulante permanente imobilizado são todos bens da organização destinados a manutenção das atividades empresariais ou então exercidos para esse fim. Sobre o imobilizado da organização é calculada a depreciação dos bens, sendo que esta corresponde a diminuição em percentual de forma parcelada, resultante de ações da natureza, desgaste por tempo de uso ou até mesmo obsolescência normal. A depreciação dos bens da farmácia é demonstrada no quadro a seguir.

55 54 Quadro 5: Cálculo da depreciação mensal Bens Valor do Bem Fonte: Dados fornecidos pela empresa Valor residual Valor a Depreciar Meses Depreciação Mensal Móveis e Utensílios , , , ,50 Computadores e Periféricos 2.000,00 100, , ,67 Prédio e Instalação , , , ,00 TOTAL , , ,00 336,17 A depreciação foi calculada para móveis e utensílios utilizando-se um período de 120 meses, para os computadores e periféricos utilizando-se um período de 60 meses e para o prédio e instalação foi estimado um período de 300 meses. A empresa possui R$ ,00 em móveis e utensílios, R$ 2.000,00 em computadores e periféricos e R$ ,00 em prédio e instalações. O valor residual total dos bens somam R$ 4.000,00, resultando uma depreciação mensal da farmácia de R$ 336, Levantamento das Despesas Mensais Todas as empresas possuem despesas mensais, no quadro a seguir apresenta-se as despesas mensais fixas que as empresas possuem. Quadro 6: Levantamento das despesas mensais Despesas Mensais da Farmácia % Despesa Salários e Encargos Sociais R$ 1.962,73 34,13 Pró-Labore R$ 1.090,00 18,96 Faxineira R$ 100,00 1,74 Energia Elétrica R$ 320,00 5,57 Telefone R$ 260,00 4,52 Material de Expediente R$ 50,00 0,87 Depreciações R$ 336,17 5,85 Escritório Contabilidade R$ 350,00 6,09 Água R$ 110,00 1,91 Embalagens R$ 30,00 0,52 Internet R$ 120,00 2,09 Alvarás R$ 50,00 0,87 Outras Despesas R$ 971,06 16,89 Total R$ 5.749,96 100,00 Media de Faturamento R$ ,00 % de despesas sobre o faturamento R$ 14,37 Fonte: Dados fornecidos pela empresa

56 55 A farmácia em estudo possui um total de despesas fixas mensais no valor de R$ 5.749,96, e seu faturamento médio mensal é de R$ ,00 representando assim 14,37% as despesas sobre o faturamento mensal da empresa. percentual. O gráfico a seguir demonstra as despesas mensais da farmácia em Gráfico das Despesas Mensais 1% 2% 2% 0% 17% 34% Salários e Encargos Sociais Pró-Labore Faxineira Energia Elétrica Telefone Material de Expediente 6% Depreciaçoes Escritório Contabilidade 6% Água Embalagens 1% 4% 6% 2% 19% Internet Alvarás Outras Despesas Gráfico 1 : Despesas Mensais Fonte: Dados conforme pesquisa Baseado no gráfico 01, pode-se perceber que a despesa com valor mais expressivo é a de salários e encargos sociais com o valor de R$ 1.962,73, representando 34,13% do total das despesas, seguida de pró-labore com 18,96%, outras despesas 16,89%, escritório contabilidade 6,09%, depreciações 5,85%, energia elétrica 5,57%, telefone 4,52%, internet 2,09%, água 1,91%, faxineira 1,74%, alvarás e material de expediente ambos com 0,87% e embalagens com 0,52%. As despesas mais significativas que são salários e encargos sociais, prólabore e outras despesas totalizam 69,98% do total delas, e as dez despesas restantes somam 30,02%.

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