FABRÍCIO RODRIGO DE SOUZA LEÃO ESTUDO DA API JAVA NAMING DIRECTORY INTERFACE NO ACESSO E MANIPULAÇÃO DE DADOS DO ACTIVE DIRECTORY

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1 FABRÍCIO RODRIGO DE SOUZA LEÃO ESTUDO DA API JAVA NAMING DIRECTORY INTERFACE NO ACESSO E MANIPULAÇÃO DE DADOS DO ACTIVE DIRECTORY Palmas-TO 2006

2 FABRÍCIO RODRIGO DE SOUZA LEÃO ESTUDO DA API JAVA NAMING DIRECTORY INTERFACE NO ACESSO E MANIPULAÇÃO DE DADOS DO ACTIVE DIRECTORY Monografia apresentada como requisito parcial da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação I (TCC I) e Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação II (TCC II), do curso de Sistemas de Informação, orientado pelo Prof. M.Sc. Ricardo Marx Costa Soares de Jesus. Palmas-TO 2006

3 FABRÍCIO RODRIGO DE SOUZA LEÃO ESTUDO DA API JAVA NAMING DIRECTORY INTERFACE NO ACESSO E MANIPULAÇÃO DE DADOS DO ACTIVE DIRECTORY Monografia apresentada como requisito parcial da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação I (TCC I) e Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação II (TCC II), do curso de Sistemas de Informação, orientado pelo Prof. M.Sc. Ricardo Marx Costa Soares de Jesus. BANCA EXAMINADORA Prof. M.Sc Ricardo Marx Costa Soares de Jesus Centro Universitário Luterano de Palmas Prof. M.Sc Fernando Luiz de Oliveira Centro Universitário Luterano de Palmas Prof. M.Sc Jackson Gomes de Souza Centro Universitário Luterano de Palmas Palmas-TO 2006

4 v SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA DIRETÓRIOS SERVIÇO DE DIRETÓRIO SERVIÇO DE NOMES SCHEMA (ESQUEMA) PROTOCOLO X.500 E DAP PROTOCOLO LDAP ACTIVE DIRECTORY Objetos Contas de Usuários Contas de Computadores Grupos Unidades Organizacionais Pastas Compartilhadas Impressoras Compartilhadas TERMOLOGIA FLAGS (BANDEIRAS) DE CONTROLE DA CONTA OPERAÇÕES SOBRE O ACTIVE DIRECTORY Autenticação Criação de Contas de Usuários Criação de Contas de Computadores Criação de Grupos Compartilhando e Publicando Pastas Compartilhando e Publicando Impressoras Localizar Objetos API JAVA NAMING AND DIRECTORY INTERFACE Arquitetura JNDI Pacotes MATERIAL E MÉTODOS LOCAL E PERÍODO MATERIAIS Hardware Softwares Fontes Bibliográficas METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO ACESSANDO UM SERVIÇO DE DIRETÓRIOS ADICIONANDO OBJETOS NO DIRETÓRIO REMOVENDO OBJETOS DO DIRETÓRIO MODIFICANDO OBJETOS/ATRIBUTOS DO DIRETÓRIO BUSCANDO OBJETOS/ATRIBUTOS DO DIRETÓRIO Busca Simples Busca com Filtros Busca com Escopo ACESSO AO SERVIÇO DE DIRETÓRIOS COM CONEXÃO SEGURA SSL (Secure Socket Layer) TSL (Transport Layer Security)... 55

5 vi Acesso ao Serviço de Diretórios AUTENTICAÇÃO UTILIZANDO A BASE DE DADOS DO ACTIVE DIRECTORY SISGAP Migrando a Aplicação CONSIDERAÇÕES CONSIDERAÇÕES FINAIS PROPOSTA DE TRABALHOS FUTUROS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 70

6 vii Lista de Figuras Figura 1 - Esquema do modelo funcional do serviço de diretório do X Figura 2 - Objetos e Atributos no Active Directory Figura 3 - O usuário herda as permissões de grupo Figura 4 - Arquitetura JNDI Figura 5 - Usuários distintos para cada aplicação Figura 6 - Usuário único para todos os aplicativos Figura 7 - Acessando serviço de diretórios Figura 8 - Criando usuário Figura 9 - Criando grupo Figura 10 - Removendo usuário Figura 11 - Modificando objetos Figura 12 - Busca simples Figura 13 - Busca com filtros Figura 14 - Busca com escopo Figura 15 - Arquitetura TCP/SSL Figura 16 Acesso através de conexão segura Figura 17 - Autenticação através do banco de dados Figura 18 - Acessando o Serviço de Diretórios Figura 19 - Autenticando no Serviço de Diretórios Figura 20 - Buscando Usuário Figura 21 - Buscando nível de acesso Figura 22 Buscando código do usuário... 66

7 viii Lista de Tabelas TABELA 1: TERMOS DO ACTIVE DIRECTORY TABELA 2: ATRIBUTOS DE CONTROLE TABELA 3: CRONOGRAMA DE ATIVIDADES TABELA 4: SÍMBOLOS LÓGICOS... 51

8 ix Lista de Abreviaturas AD - Active Directory API - Application Programming Interface CEULP - Centro Universitário Luterano de Palmas CORBA - Common Object Request Broker Architecture DAP - Directory Access Protocol DIT - Directory Information Tree DNS - Domain Name System DSA - Directory Service Agent DUA - Directory User Agent IP - Internet Protocol ITU - International Telecommunications Union JNDI - Java Naming and Directory Interface JSP - Java Server Pages Keytool - Key and Certificate Management Tool LDAP - Lightweight Directory Access Protocol MD - Message Digest NIS - Network Information Service RMI - Remote Method Invocation SASL - Simple Authentication and Security Layer SDK - Software Development Kit SP/SPI - Service Provinders Interface TLS - Transport Layer Security SISGAP - Sistema de Gerenciamento Acadêmico e Pessoal ULBRA - Universidade Luterana do Brasil URL - Universal Resource Locator

9 x RESUMO Os serviços de diretórios são bases de dados que se caracterizam pela escalabilidade na realização de consultas simultâneas. Porém, não são eficazes em ambientes que necessitam de grandes volumes de atualizações de dados. Essas bases de dados quase sempre trabalham em uma aplicação específica, não interagindo com os demais sistemas. Por isto, elas acabam trabalhando paralelamente a outras bases de dados e muitas vezes geram redundâncias e inconsistências nos dados. O Java Naming and Directory Interface é uma API que surge como alternativa para que aplicações Java acessem e gerenciem dados dos serviços de nomes e diretórios. Dessa forma, os serviços de diretórios poderão passar a interagir com outras bases de dados ou aplicações, acabando com a necessidade de possuir mais de uma base de dados que armazene as mesmas informações, diminuindo a probabilidade de ocorrência de redundâncias e inconsistências de dados. Palavras-chave: API JNDI, Acesso a serviço de diretório, Active Directory;

10 1 INTRODUÇÃO Atualmente os usuários possuem a necessidade de interagir com vários tipos de aplicações em um ambiente corporativo, como aplicativos, servidores de , servidores de rede, entre outros. Vários desses sistemas armazenam em suas bases de dados, as mesmas informações como: nome, endereço, e principalmente, credenciais (usuário e senha) para autenticar o usuário no sistema. Essas informações repetidas geram redundância de dados, além de obrigar ao usuário a necessidade de obter e memorizar uma nova credencial de acesso para cada aplicativo que o mesmo acessar. Outro ponto a ser analisado é a atualização dessas informações, que nem sempre que são atualizadas em uma determinada base de dados, tem a mesma atualização refletida nas demais bases, gerando a inconsistência de dados. Esse tipo de problema pode ser sanado através da utilização de um repositório de dados único para todas essas aplicações, fazendo com que elas utilizem a mesma base de dados para armazenarem informações comuns entre elas. Através da centralização dos dados em um repositório único, se facilita o gerenciamento das informações e diminui a probabilidade da existência de redundâncias e inconsistências. Para isso, a API Java Naming and Directory Interface disponibiliza meios para que aplicações Java acessem e gerenciem serviços de diretórios, possibilitando assim a utilização de um diretório para várias aplicações. Através da API há a possibilidade de utilizar um repositório de dados como uma base única de credenciais de logon, permitindo que os usuários se utilizem apenas de um único nome de usuário e senha para acessar a diversas aplicações. Esse trabalho propõe o estudo da API JNDI como interface para o acesso e gerenciamento dos dados armazenados nos serviços de diretórios, em especial, o Active Directory, que será o serviço de diretórios utilizado no desenvolvimento desse trabalho. Outro ponto a ser desenvolvido por esse trabalho é a migração de uma aplicação Java para

11 11 que a mesma possa autenticar seus usuários através de um serviço de diretórios, o Active Directory do Windows Server2003.

12 2 REVISÃO DE LITERATURA Nessa seção serão apresentados os conceitos básicos utilizados para o desenvolvimento desse trabalho. Entre os conteúdos abordados estão Diretórios, Serviços de Diretórios, Protocolos X.500 e LDAP, Active Directory e API JNDI, com o intuito de proporcionar o conhecimento necessário para o entendimento do trabalho. Esses conceitos serão apresentados nas seções seguintes. 2.1 Diretórios Um Diretório é uma base de dados específica destinada ao armazenamento de grande quantidade de informações de forma hierárquica sobre um determinado domínio. A forma hierárquica de armazenamento faz com que as buscas realizadas tenham maior desempenho na realização de consultas simultâneas. Para Gouveia (2005, p. 6, Um Diretório é uma base de dados especializada definida de forma hierárquica, otimizado para leitura, suportando sofisticados métodos de pesquisa, com o objetivo de proporcionar uma resposta rápida a um enorme volume de consultas e onde são armazenadas informações estáticas de objetos. A base de dados estruturada hierarquicamente é similar a uma árvore, onde se localiza o nó principal, conhecido como nó raiz, de onde partem as ramificações, mais conhecidas como nós folhas. As estruturas dos diretórios aliadas aos métodos de pesquisas eficientes favorecem a realização de consultas simultâneas, sendo que a mesma eficiência não é observada quando há um alto número de operações de escrita na base de dados. Portanto, a utilização de diretórios para armazenamento de informações é viável em

13 13 ambientes que realizam grande número de consultas simultâneas aliadas a uma baixa atualização da base de dados. 2.2 Serviço de Diretório O Serviço de Diretório é uma aplicação (cliente) que tem como finalidade permitir que o usuário manipule a base de dados do diretório (servidor). Esse serviço deve dispor de métodos que permitam a inserção, remoção, pesquisa, atualização dos dados do diretório. Para Oliveira, Carissimi e Toscani (2004, p ) o conceito de serviço de diretório é o conjunto de funções para criação, armazenamento e recuperação de informações de um diretório. O serviço de diretório deve permitir que os dados do diretório sejam manipulados. Para isso o serviço de diretório deve disponibilizar métodos que permitam o acesso, criação, modificação e exclusão dos objetos dos diretórios. Em alguns casos os diretórios podem realizar a função de autenticação de usuários para acessar alguma aplicação ou dispositivo. Segundo Gouveia (2005, p. 7, o serviço de diretório deve possuir as seguintes características: ser flexível, pois deve permitir que vários tipos de informações sejam inseridas na base de dados. ser seguro, possuindo mecanismos para autenticação tanto para acesso interno quanto para acesso externo. ser escalável e adaptável, mesmo com o aumento significativo no número de registros, o serviço deve continuar eficaz. ser extensível, pois deve permitir alterações na sua estrutura conforme as necessidades venham a surgir. 2.3 Serviço de Nomes O Serviço de Nomes é um serviço presente no protocolo LDAP (Lightweight Directory Access Protocol) que consiste na associação de nomes a um determinado

14 14 recurso. O serviço de nome é o lugar onde um nome é resolvido, ou seja, associado à outra informação. Um exemplo de serviço de nomes é o serviço DNS (Domain Name System), que associa o nome da máquina ao endereço IP (informação) correspondente. Dessa forma, se permite que seja recuperada uma informação através do nome que a representa. Segundo Panissa (2002, p. 44) o serviço DNS é um banco de dados que mapeia nomes de host a endereços IP. Um dos benefícios disso é que nomes são muito mais simples de lembrar que endereços IP e os nomes são muito mais resistentes a mudanças que os endereços IP. Quando o servidor é acessado, o serviço de nomes associa o nome do host a um endereço de IP. Por exemplo, quando um site é acessado através do endereço (nome), o serviço de nomes associa o nome que foi informado ao seu endereço IP, e retorna o endereço IP (informação) correspondente. Dessa forma ao digitar o endereço o serviço de nomes DNS retorna a informação Schema (Esquema) Para manter a consistência dos dados do diretório, o LDAP adota o Schema (Esquema), que permite estruturar os dados que serão inseridos no diretório. Essa estruturação é feita de forma a adaptar os tipos de dados aceitos no diretório às necessidades impostas pela aplicação na qual será utilizado o diretório. Através do Schema também é possível manter o serviço de diretórios flexível, modificando a estrutura do mesmo conforme venha surgir necessidades de alteração. Para Ortiz (2001, p. 200) o Schema pode ser definido como [...] um conjunto de regras que estabelece a criação de objetos no Active Directory. O esquema guarda todos os atributos dos objetos. Segundo Gouveia, (2005, p. 7, o Schema define: as object classes (classes de objetos) que serão aceitas no diretório; quais os atributos da object classes; os possíveis valores para os atributos.

15 15 Os atributos podem ser obrigatórios ou opcionais, devendo ser especificado no Schema. Os valores (dados) que não seguirem o Schema do diretório não poderão ser inseridos no diretório. 2.5 Protocolo X.500 e DAP O protocolo X.500 é um serviço de diretório criado na década de 80. Ele foi criado com o objetivo de fazer a ligação entre diretórios locais e ainda promover a formação de diretórios distribuídos (aplicações cliente-servidor). O protocolo X.500 se caracterizava por ser formado por dois agentes, o DUA (Directory User Agent) e o DSA (Directory Service Agent). Para Gouveia (2005, p. 3-4, o X.500 pode ser definido como um Serviço de Diretório universal desenvolvido pela ITU (International Telecommunications Union), com o objetivo de definir a ligação entre Serviços de Diretórios locais para assim formar um diretório global distribuído. Figura 1 - Esquema do modelo funcional do serviço de diretório do X.500. (Fonte: GOUVEIA, 2005, Como pode ser observado na Figura 1, o X.500 está embasado em dois agentes, DUA e DSA. O DUA é a aplicação cliente por onde os usuários manipulam as entradas no diretório e o DSA é a aplicação servidora que gerencia o diretório juntamente com o DIT (Directory Information Tree) e provêem o serviço às aplicações clientes. Para haver a

16 16 interação entre os agentes DUA e DAS, foi desenvolvido o protocolo DAP (Directory Access Protocol), que era um protocolo que exigia um custo computacional muito alto para a época. [...] o resultado foi um serviço de diretório bastante complexo e de custo computacional incompatível com equipamentos menores. Era muito difícil rodar clientes X.500 nos microcomputadores disponíveis na época (ISQUIERDO, 2001, O protocolo DAP era considerado complexo, o que exigia um custo computacional elevado para época. Com isso, os esforços para a criação do protocolo foram parados, pois na época não havia disponibilidade de recursos computacionais que eram exigidos para a utilização do protocolo. Devido ao alto poder de processamento exigido pelo protocolo em aplicações clientes, foi necessário o desenvolvimento de um novo protocolo que viesse a sanar tais necessidades. A partir desse momento, no final dos anos 80 e início dos anos 90, teve inicio o aperfeiçoamento do protocolo X.500, que futuramente viria a se chamar LDAP (Lightweight Directory Access Protocol). 2.6 Protocolo LDAP Com o objetivo de criar um protocolo completo e que tivesse uma maior compatibilidade com os recursos computacionais da época, pesquisadores da Universidade de Michigan iniciaram os estudos para a criação de um protocolo com tais características. No ano de 1993 foi então criado o protocolo LDAP, baseado no padrão X.500, que viria a substituir o protocolo DAP. O modelo de desenvolvimento do LDAP consistia na criação de grupos de discussão na Internet, que além de divulgar o protocolo, passara também a aperfeiçoar constantemente o mesmo, fazendo com que o protocolo passasse de uma alternativa ao DAP para uma opção completa de serviço de diretório e na seqüência passaria a ser maioria entre desenvolvedores. Boa parte desse trabalho foi realizado na Universidade de Michigan, à qual estavam vinculados vários membros de grupo OSI-DS. [...] O desenvolvimento foi acompanhado por

17 17 usuários e desenvolvedores do mundo inteiro. Com a popularização do protocolo, o LDAP deixou de ser uma mera alternativa ao DAP do X.500 e ganhou status de serviço de diretório completo, passando a competir com o X.500. (ISQUIERDO, 2001, /publico/gustavo.pdf) Segundo Gouveia (2005, p. 3-4, a grande diferença entre o LDAP e as Bases de Dados Relacionais, é que no LDAP a informação está guardada seguindo uma estrutura em árvore, raramente se efetuam atualizações, está otimizado para responder a um grande número de pesquisas e têm um alto nível de segurança. O protocolo LDAP se destaca entre os serviços de diretórios pela eficiência em pesquisas, proporcionando respostas rápidas mesmo quando submetido a um grande número de consultas simultâneas. Essa superioridade deve-se aos métodos de pesquisas eficientes e do alto poder de leitura do serviço de diretório. Essa mesma eficácia encontrada nos diretórios para a realização de pesquisas não é mantida quando há alteração constante dos dados do diretório, fazendo com que o mesmo perca consideravelmente a escalabilidade. 2.7 Active Directory O Active Directory é um serviço de diretório desenvolvido pela Microsoft. Ele foi baseado no protocolo LDAP, e surgiu juntamente com o lançamento do Windows 2000 Server e que também está presente, com alguns incrementos, no Windows 2003 Server. Segundo Hayday (2000, p ) O Active Directory também fornece uma visão centralizada quando ele gerencia os relacionamentos entre objetos e recipientes, tornando os recursos mais fáceis de serem encontrados, gerenciados e utilizados em uma rede altamente distribuída [...].

18 18 O Active Directory é um dos principais aplicativos presentes no Windows Server. Em sua essência é uma base de dados que armazena grande parte dos dados da rede, permitindo gerenciar de forma centralizada grandes redes de computadores e seus objetos e recursos. Através do Active Directory é possível realizar o controle de acesso dos usuários, passando pelo gerenciamento das estações de trabalho, servidores, impressoras, recursos, etc. Os dados (recursos) armazenados no Active Directory recebem o nome de objetos (objects). Esses objetos podem ser usuários, computadores, impressoras, etc. Cada objeto pode receber atributos que o caracterizam. Por exemplo, no caso do objeto que representa um usuário, pode ter vários atributos, como nome, endereço, , descrição Objetos Segundo Hayday (2000, p ), Os objetos do Active Directory são entidades que formam a rede. Um objeto é um conjunto de diferentes atributos que representa algo concreto, como um usuário ou computador. Tudo que pode ser localizado dentro do Active Directory é um objeto. Os objetos são instâncias de qualquer usuário, computador, recurso ou serviço localizado dentro do Active Directory. Cada objeto possui um conjunto de atributos ou propriedades específicas, que possuem a função de nomear e descrever determinado recurso de rede. Na Figura 2 há dois tipos de objetos, os usuários (Users) e os computadores (Computers). Como podem ser observados, esses objetos possuem como atributos Primeiro Nome (First Name), Último Nome (Last Name) e Nome do Computador (Computer Name) respectivamente. Para armazenar as informações dos objetos é criada no Active Directory uma instância do mesmo, onde são inseridos os respectivos atributos que o descrevem.

19 19 Figura 2 - Objetos e Atributos no Active Directory. (Fonte: PEREIRA, p. 1, Os principais objetos existentes no Active Directory são: Contas de Usuários; Contas de Computadores; Grupos; Unidades Organizacionais; Pastas Compartilhadas; Impressoras Contas de Usuários As contas de usuários são criadas para os usuários serem identificados e poderem ter acesso aos recursos do domínio. Ao criar uma conta de usuário, automaticamente é criado um objeto para representar o mesmo no Active Directory que deve conter basicamente o nome de logon (deve ser único) e senha (caso requerido). Outras informações (atributos) também podem ser inseridas como nome, sobrenome, endereço, telefone, , etc. Segundo Hayday (2000, p. 120), Um objeto usuário é um objeto principal de segurança no diretório. Um usuário pode efetuar logon para a rede com essas credenciais e a permissão de acesso pode ser fornecida aos usuários.

20 20 Os utilizadores da rede através de suas credenciais, usuário e senha, podem autenticar-se no computador através da rede e obter o acesso aos recursos e serviços que lhes foram concedidos. Os recursos ao qual o mesmo poderá ter acesso são definidos pelo administrador da rede. As contas de usuários também são importantes para a utilização do sistema de auditoria do Windows Server, permitindo registrar no log de auditoria quais os recursos e serviços foram acessados e por quais usuários foram acessados Contas de Computadores Todas as estações de trabalho que possuem o sistema operacional Windows 2000 Professional, Windows NT 4.0 Workstation ou Windows XP Professional e que fazem parte de um domínio possuem uma conta de computador no Active Directory. Através dessa conta é possível conceder ou negar permissões de acesso para os usuários. Computadores que operam com o Windows 95/98/Me, mesmo que autentiquem no Active Directory não possuem uma conta própria cadastrada no mesmo. Segundo Hayday (2000, p. 73) uma conta de computador tem como propósito fornecer um meio de se autenticar e auditorar o acesso do computador à rede e aos recursos de domínio. Através das contas de computadores armazenam-se informações sobre o mesmo e possibilitam permitir ou negar acesso aos recursos do mesmo. Dessa forma, os objetos que representam os computadores são mais uma forma de gerenciar os recursos da rede Grupos Os grupos dentro do Active Directory são agrupamentos de recursos em classes que compartilham alguma característica em comum, quanto ao tipo ou mesmo pelo escopo. Existem grupos que são definidos através de seu tipo como é o caso de grupos de usuários ou computadores. Os grupos também podem ser divididos a partir da semelhança de finalidade, como é o caso dos usuários avançados e usuários administradores. Para Hayday (2000, p. 120) os grupos podem conter usuários, computadores e outros grupos. Os grupos simplificam o gerenciamento de um grande número de objetos.

21 21 Existem dois tipos de grupos no Active Directory, são eles: grupos de segurança destinados para a concessão de permissões de acesso aos recursos; grupos de distribuição destinados a aplicativos. Exercem a função de listas. A principal função dos grupos é a delegação de recursos, onde ao invés das atribuições dos recursos de rede ser efetuada individualmente, são organizados grupos de usuários com características similares e em seguida são delegados ao grupo os recursos computacionais convenientes a ele. Isso pode ser observado na figura 3, onde os recursos são associados ao grupo Contabilidade. Os usuários do setor de Contabilidade possuem o mesmo padrão de acesso aos recursos, portanto ao invés de se disponibilizar os recursos individualmente, foram atribuídas através do grupo referente aos funcionários do setor de contabilidade, as permissões de acesso relativas aos mesmos. Com isso, se torna o gerenciamento dos recursos mais eficiente para o administrador. Figura 3 - O usuário herda as permissões de grupo. (Fonte: BATTISTI, p. 5, Algumas características de grupos: objetos de um grupo herdam todas as permissões associadas ao grupo; um objeto pode estar atribuído a mais de um grupo; um grupo pode ser membro de outro grupo Unidades Organizacionais As unidades organizacionais são coleções utilizadas para organizar objetos do Active Directory como usuários, grupos, computadores, impressoras que compartilham

22 22 alguma semelhança administrativa. As unidades organizacionais não armazenam nada físico, como um usuário. Em vez disso, as unidades organizacionais são utilizadas para organizar os objetos do Active Directory. Um exemplo é a criação de uma unidade organizacional que organize os recursos referentes a um departamento de uma empresa. Assim é possível realizar o gerenciamento dos recursos pertencentes ao departamento de forma centralizada. Para Ortiz (2001, p. 200) as unidades organizacionais são containers utilizados para estruturar um domínio. Esses containers podem ser agrupados e conseqüente podem conter outros containers, criando uma estrutura hierárquica. Dependendo do ambiente em que as unidades organizacionais são empregadas, elas podem dividir o domínio de acordo com os departamentos existentes em uma determinada empresa. As unidades organizacionais permitem agrupar objetos diferentes que são donos das mesmas características, em um container. Dessa forma é possível dividir o domínio em grupos que compartilham as mesmas características, facilitando a administração dos recursos Pastas Compartilhadas O compartilhamento de pastas é uma forma de tornar as pastas e seus respectivos conteúdos disponíveis através da rede de computadores. Através do compartilhamento o usuário pode tornar um arquivo acessível a qualquer estação de trabalho alocada na rede. Segundo Hayday (2000, p. 57), os diretórios tem de ser compartilhados para ficarem disponíveis para o acesso de clientes da rede. [...] as permissões no nível de compartilhamento ficam efetivamente na frente das permissões de diretórios e de arquivos para o acesso da rede. Quando uma pasta no ambiente do Windows Server é compartilhada, automaticamente é criado um objeto do mesmo no Active Directory, que possui uma referência (aponta) a outro objeto, no caso, o computador ao qual a pasta compartilhada pertence. Esse objeto, como todos os demais do Active Directory, possui um conjunto de atributos que identificam e descrevem a pasta compartilhada. Através do compartilhamento os usuários podem ter acesso através da rede aos arquivos contidos na pasta desde que possuam os direitos de acesso apropriados.

23 Impressoras Compartilhadas Ao instalar uma impressora em um computador que seja membro de um domínio do Windows Server, o usuário poderá publicá-la no Active Directory, criando assim um objeto relativo à impressora no Active Directory. Esse objeto possui seus respectivos atributos que a identificam e descrevem. Dessa forma se tornam mais fácil a localização e o gerenciamento do recurso. As impressoras de rede são dispositivos compartilhados. Pode-se anexá-las a um servidor de arquivos, um servidor de impressão ou uma estação de trabalho local que age como uma impressora remota. [...] Não apenas pode-se atribuir múltiplas impressoras físicas para uma impressora lógica, como também se pode atribuir múltiplas impressoras lógicas a uma ou mais impressoras físicas. (DAVIS, LEWIS, 2000, p ) Podem ser instalados vários dispositivos de impressão a uma impressora lógica (driver de impressão), da mesma forma que podem ser instalados vários drivers para um dispositivo de impressão. Essa propriedade de possibilitar a instalação de vários drivers para um mesmo dispositivo é que possibilita que as impressoras sejam compartilhadas. 2.8 Termologia O Active Directory adota uma convenção própria para referenciar as informações dentro do serviço de diretórios. Essa convenção consiste em siglas que são associadas às informações dos objetos, permitindo que as informações sejam identificadas. As informações devem seguir a estrutura de classes e atributos, pré-definida no Schema (esquema) do Serviço de Diretórios. Na Tabela 1, serão apresentados os principais termos utilizados no Active Directory acompanhados de suas respectivas denotações. Para um melhor entendimento dos conceitos, também será relacionada à tradução de cada termologia. Através da atribuição de valores aos respectivos termos, se define a estrutura da árvore do Serviço de Diretórios e a hierarquia entre as classes. Também é definida a lista de atributos obrigatórios e opcionais para cada classe.

24 24 Tabela 1: Termos do Active Directory Termo Termologia Tradução Sintaxe DC Domain Controler Controlador de Domínio String CN Comon Name Nome Comum String OU Organization United Unidade Organizacional String givenname Given Name Primeiro Nome String initials Initials Iniciais String sn Surname Sobrenome/ String Último nome displayname Display Name Nome de Exibição String description Description Descrição String telephonenumber Telephone Number Número do telefone String mail / String Endereço Eletrônico wwwhomepage Home Page Página Pessoal String st Street Endereço String postalcode Postal Code Código Postal String samaccountname Account Name Nome de Identificação String userprincipalname Principal Name User Principal nome do String usuário logonhours Logon Hours Horário de Logon String accountexpires Account Expires Cliente Expira Date pwdlastset Password Last Insert Inserir última senha Boolea n homephone Home Telephone Telefone de Casa String info Information Informação String department Departament Departamento String company Company Companhia String useraccountcontrol User Account Control Controle do usuário Flags 2.9 Flags (Bandeiras) de Controle da Conta Como pode ser observado na Tabela 2, os atributos de controle de conta (useraccountcontrol) são definidos através de códigos binários (flags) determinados pela ADSI (Active Directory Services Interfaces). A ADSI define a combinação de valores para cada atributo de controle. Na Tabela 2 são apresentados os principais tipos de atributos de controle, juntamente com os códigos utilizados para definir cada atributo. Os códigos apresentados definem os atributos de controle como habilitados.

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