Formulário de Referência WEG SA Versão : Declaração e Identificação dos responsáveis 1

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1 Índice 1. Responsáveis pelo formulário Declaração e Identificação dos responsáveis 1 2. Auditores independentes 2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores Outras informações relevantes 3 3. Informações financ. selecionadas Informações Financeiras Medições não contábeis Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras Política de destinação dos resultados Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas Nível de endividamento Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento Outras informações relevantes Fatores de risco Descrição dos fatores de risco Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores Processos sigilosos relevantes Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em conjunto Outras contingências relevantes Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados Risco de mercado Descrição dos principais riscos de mercado 44

2 Índice Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado Alterações significativas nos principais riscos de mercado Outras informações relevantes Histórico do emissor 6.1 / 6.2 / Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM Breve histórico Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial Outras informações relevantes Atividades do emissor Descrição das atividades do emissor e suas controladas Informações sobre segmentos operacionais Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades Receitas relevantes provenientes do exterior Efeitos da regulação estrangeira nas atividades Relações de longo prazo relevantes Outras informações relevantes Grupo econômico Descrição do Grupo Econômico Organograma do Grupo Econômico Operações de reestruturação Outras informações relevantes Ativos relevantes Bens do ativo não-circulante relevantes - outros Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados 92

3 Índice Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de tecnologia Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Outras informações relevantes Comentários dos diretores Condições financeiras e patrimoniais gerais Resultado operacional e financeiro Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do auditor Políticas contábeis críticas Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de eficiência e deficiência e recomendações presentes no relatório do auditor Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras Plano de negócios Outros fatores com influência relevante Projeções Projeções divulgadas e premissas Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas Assembleia e administração Descrição da estrutura administrativa Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/ Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de arbitragem / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de remuneração Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e controladores 190

4 Índice Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos administradores Outras informações relevantes Remuneração dos administradores Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por administradores e conselheiros fiscais - por órgão Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e pela diretoria estatutária Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a Método de precificação do valor das ações e das opções Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de administração e aos diretores estatutários Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou de aposentadoria Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por órgão, recebida por qualquer razão que não a função que ocupam Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor Outras informações relevantes Recursos humanos Descrição dos recursos humanos Alterações relevantes - Recursos humanos Descrição da política de remuneração dos empregados 246

5 Índice Descrição das relações entre o emissor e sindicatos Controle 15.1 / Posição acionária Distribuição de capital Organograma dos acionistas Acordo de acionistas arquivado na sede do emissor ou do qual o controlador seja parte Alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de controle e administradores do emissor Outras informações relevantes Transações partes relacionadas Descrição das regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização de transações com partes relacionadas Informações sobre as transações com partes relacionadas Identificação das medidas tomadas para tratar de conflitos de interesses e demonstração do caráter estritamente comutativo das condições pactuadas ou do pagamento compensatório adequado Capital social Informações sobre o capital social Aumentos do capital social Informações sobre desdobramentos, grupamentos e bonificações de ações Informações sobre reduções do capital social Outras informações relevantes Valores mobiliários Direitos das ações Descrição de eventuais regras estatutárias que limitem o direito de voto de acionistas significativos ou que os obriguem a realizar oferta pública Descrição de exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos patrimoniais ou políticos previstos no estatuto Volume de negociações e maiores e menores cotações dos valores mobiliários negociados Descrição dos outros valores mobiliários emitidos Mercados brasileiros em que valores mobiliários são admitidos à negociação 324

6 Índice Informação sobre classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação em mercados estrangeiros Ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por terceiros, incluindo controladores e sociedades coligadas e controladas, relativas a valores mobiliários do emissor Descrição das ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a ações de emissão de terceiros Outras informações relevantes Planos de recompra/tesouraria Informações sobre planos de recompra de ações do emissor Movimentação dos valores mobiliários mantidos em tesouraria Informações sobre valores mobiliários mantidos em tesouraria na data de encerramento do último exercício social Outras informações relevantes Política de negociação Informações sobre a política de negociação de valores mobiliários Outras informações relevantes Política de divulgação Descrição das normas, regimentos ou procedimentos internos relativos à divulgação de informações Descrição da política de divulgação de ato ou fato relevante e dos procedimentos relativos à manutenção de sigilo sobre informações relevantes não divulgadas Administradores responsáveis pela implementação, manutenção, avaliação e fiscalização da política de divulgação de informações Outras informações relevantes Negócios extraordinários Aquisição ou alienação de qualquer ativo relevante que não se enquadre como operação normal nos negócios do emissor Alterações significativas na forma de condução dos negócios do emissor Contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas não diretamente relacionados com suas atividades operacionais Outras informações relevantes 355

7 1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis Nome do responsável pelo conteúdo do formulário Cargo do responsável Harry Schmelzer Junior Diretor Presidente Nome do responsável pelo conteúdo do formulário Cargo do responsável Laurence Beltrão Gomes Diretor de Relações com Investidores Os diretores acima qualificados, declaram que: a. reviram o formulário de referência b. todas as informações contidas no formulário atendem ao disposto na Instrução CVM nº 480, em especial aos arts. 14 a 19 c. o conjunto de informações nele contido é um retrato verdadeiro, preciso e completo da situação econômico-financeira do emissor e dos riscos inerentes às suas atividades e dos valores mobiliários por ele emitidos PÁGINA: 1 de 355

8 2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores Possui auditor? SIM Código CVM Tipo auditor Nome/Razão social Nacional Ernst & Young Terco Auditores independentes S.S CPF/CNPJ / Período de prestação de serviço 30/03/2011 Descrição do serviço contratado Auditoria das demonstrações financeiras de 2011 Montante total da remuneração dos auditores independentes segregado por serviço Justificativa da substituição Auditoria das demonstrações financeiras de 2011 R$ ,00 Revisão de Sped contábil e fiscal R$ ,00 Estudo sobre regime tributário da África do Sul R$ ,00 Assesoria jurídica no Brasil - R$ ,00 Revisão fiscal em Portugal R$ 5.640,00 Total - R$ ,00 Não há Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância da justificativa do emissor Nome responsável técnico Não há MARCOS ANTONIO QUINTANILHA 30/03/ Período de prestação de serviço CPF Endereço R. Dr. Amadeu da Luz, 100, Centro, Blumenau, SC, Brasil, CEP , Telefone (047) PÁGINA: 2 de 355

9 2.3 - Outras informações relevantes A Companhia procura, na contratação de serviços de auditoria externa, a preservação da independência dos auditores externos, Ernest Young Terco Auditores Independentes ( E&YT ). Durante o exercício de 2011, a E&YT prestou, além do serviço de auditoria das demonstrações financeiras, serviços pontuais de consultoria administrativa e de tradução das demonstrações financeiras para a língua inglesa, conforme anteriormente descrito nos itens 2.1/2.2. Todos os serviços contratados se referem ao ano de 2011 e não existem serviços a serem prestados referentes a períodos futuros. A Companhia e suas controladas adotam como procedimento formal consultar os auditores independentes no sentido de assegurar-se de que a realização da prestação destes outros serviços não venha afetar sua independência e objetividade necessária ao desempenho dos serviços de auditoria independente. Neste sentido, a E&YT emite anualmente uma declaração de independência, nos termos da NBC TA 260 emitida pelo Conselho Federal de Contabilidade, no qual declaram que, conforme previsto pelas regras de independência adotadas pela Comissão de Valores Mobiliários; não existe qualquer relação entre a E&YT e a Companhia que possam afetar a independência, incluindo todos os relacionamentos entre a E&YT (incluindo suas associadas e afiliadas) e a Companhia que poderiam afetar sua independência. Esta declaração é submetida ao Conselho de Administração da WEG. A política da Companhia e suas controladas na contratação de serviços de auditores independentes assegura que não haja conflito de interesses, perda de independência ou objetividade. PÁGINA: 3 de 355

10 3.1 - Informações Financeiras - Consolidado Rec. Liq./Rec. Intermed. Fin./Prem. Seg. Ganhos (Reais) Exercício social (31/12/2011) Exercício social (31/12/2010) Exercício social (31/12/2009) Patrimônio Líquido , , ,00 Ativo Total , , ,00 Resultado Bruto , , ,00 Resultado Líquido , , ,00 Número de Ações, Ex-Tesouraria (Unidades) Valor Patrimonial de Ação (Reais Unidade) , , , , , , Resultado Líquido por Ação 0, , , PÁGINA: 4 de 355

11 3.2 - Medições não contábeis Caso o emissor tenha divulgado, no decorrer do último exercício social, ou deseje divulgar neste formulário medições não contábeis, como Lajida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ou Lajir (lucro antes de juros e imposto de renda), o emissor deve: a) Informar o valor das medições não contábeis A Companhia apresenta o EBITDA (acrônimo em língua inglesa com o mesmo significado de LAJIDA), calculado de acordo com o estabelecido pelo Ofício Circular CVM/SNC/SEP Nº 01/2007. Os valores estão demonstrados no quadro abaixo: b) Fazer as conciliações entre os valores divulgados e os valores das demonstrações financeiras auditadas. Em R$ Mil 31/12/11 31/12/10 31/12/09 (=) Lucro Operacional Bruto (-) Despesas de Vendas ( ) ( ) ( ) (-) Despesas Gerais e Administrativas ( ) ( ) ( ) (-) Participação nos Lucros (93.354) (84.859) (76.640) (+) Depreciação/Amortização (=) LAJIDA/EBITDA c) explicar o motivo pelo qual entende que tal medição é mais apropriada para a correta compreensão da sua condição financeira e do resultado de suas operações. A Companhia entende que o EBITDA é uma informação suplementar que ajuda a compreensão mais ampla da sua situação econômico-financeira. O EBITDA é tradicionalmente utilizado pelos analistas financeiros como uma medida aproximada, ainda que imperfeita, de capacidade de geração bruta de caixa por uma unidade. A Companhia não recomenda que o EBITDA seja utilizado isoladamente das outras informações constantes de suas demonstrações financeiras, nem entende que o EBITDA seja, por si só, a medida mais apropriada para a compreensão de sua condição financeira e do resultado de suas operações. PÁGINA: 5 de 355

12 3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras Identificar e comentar qualquer evento subsequente às últimas demonstrações financeiras de encerramento de exercício social que as altere substancialmente. Foi realizada, em janeiro de 2012, parceria entre a WEG e a Cestari, com a constituição da empresa WEG-Cestari Redutores e Motorredutores S.A., dedicada à produção e comercialização de redutores e motoredutores e prestação de serviços relacionados. Este evento está descrito na nota explicativa 28 - Evento Subsequente, das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de A autorização para preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas ocorreu na reunião da diretoria realizada em 30 de janeiro de PÁGINA: 6 de 355

13 3.4 - Política de destinação dos resultados Em 21 de junho de 2011, em Reunião do Conselho de Administração, foi deliberada a aprovação da Política de Distribuição de Resultados da WEG S.A, conforme segue: POLÍTICA DE DISTRIBUIÇÃO DE RESULTADOS DA WEG S.A. Anteriormente a cada Assembléia Geral Ordinária, o Conselho de Administração deve fazer uma recomendação sobre a destinação do lucro líquido apurado do exercício social anterior, que será objeto de deliberação por acionistas da Companhia. A WEG observa aos seguintes fatores para definir a alocação de recursos: (i) Consideram-se o comportamento atual e as perspectivas futuras dos mercados de atuação atuais e potenciais da Companhia para identificar as oportunidades de investimento existentes para a Companhia; (ii) Considera-se a necessidade de recursos para manutenção e expansão da capacidade produtiva e das estruturas de apoio para a exploração destas oportunidades de investimentos disponíveis para a Companhia; (iii)consideram-se os recursos disponíveis para a Companhia para efetuar os investimentos necessários, sendo tanto recursos próprios como de terceiros, já disponíveis ou que poderão ser, com razoável confiança, obtidos no futuro; (iv) Considera-se a necessidade de flexibilidade e solidez financeira para manutenção dos negócios e do acesso ao crédito pela Companhia; (v) Os recursos excedentes são distribuídos aos acionistas como remuneração do capital, na forma de dividendos A legislação estabelece diversas condições para a destinação dos resultados do exercício. O Estatuto Social da WEG considera estas limitações na forma como define o cálculo da remuneração dos acionistas com a distribuição de dividendos, que podem também ser distribuídos na forma de Juros sobre o Capital Próprio, conforme faculta a Lei 9.249/95. De acordo com nosso Estatuto Social, os dividendos da WEG são definidos conforme abaixo: Artigo 37 - O exercício social terminará no último dia do mês de dezembro de cada ano, data em que será levantado o inventário geral e o balanço anual. Único Ad Referendum da Assembléia Geral, o Conselho de Administração poderá decidir sobre a distribuição de dividendos intermediários e/ou juros sobre capital próprio, na forma da Lei nº 9.249/95, bem como sobre o pagamento de dividendos intercalares, desde que seja levantado balanço na forma da legislação vigente. Artigo 38 - O resultado do exercício, após as deduções previstas no Artigo 189 da Lei das Sociedades por Ações e após a dedução, observadas as restrições legais, de até 10% (dez por cento) a título de participação dos administradores (Artigo 190 da Lei das Sociedades por Ações), terá a seguinte destinação: a) 5% (cinco por cento) para constituição de reserva legal, que não excederá de 20% (vinte por cento) do capital social; PÁGINA: 7 de 355

14 3.4 - Política de destinação dos resultados b) importância, quando necessária e devidamente justificada pelos administradores, para a formação de Reservas para Contingências e para a formação de Reserva de Lucros a Realizar, na form a da legislação; c) 25% (vinte e cinco por cento) no mínimo, do lucro líquido ajustado na forma do artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações, para distribuição de dividendos e/ou juros sobre capital próprio, na forma da Lei nº 9.249/95, imputados aos dividendos; d) Retenção do lucro, quando devidamente justificado pelos Administradores, para financiar orçamento de capital aprovado pela Assembléia Geral e revisado anualmente; e) o saldo que se verificar, depois das deduções acima, será distribuído aos Acionistas na forma de dividendos. Único Em face da Lei nº 9.249/95, o Conselho de Administração deliberará sobre: a) o montante dos juros a título de remuneração do capital próprio, a serem pagos ou creditados aos Acionistas, em espécie ou in natura, total ou parcialmente; e b) a imputação e dedução, do dividendo obrigatório, do valor dos juros pagos ou creditados aos Acionistas a título de remuneração do capital próprio. A WEG tem praticado a seguinte política com relação à remuneração aos acionistas: (i) São declarados dividendos semestrais, com base nos resultados apurados em 30 de junho e 31 de dezembro de cada ano; (ii) Adicionalmente, são declarados juros sobre capital próprio trimestrais, que serão, de acordo com a legislação pertinente, imputados aos valores dos dividendos distribuídos para todos os efeitos legais; (iii)os proventos declarados são pagos duas vezes ao ano. PÁGINA: 8 de 355

15 3.5 - Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido (Reais) Exercício social 31/12/2011 Exercício social 31/12/2010 Exercício social 31/12/2009 Lucro líquido ajustado , , ,00 Dividendo distribuído em relação ao lucro líquido ajustado 57, , , Taxa de retorno em relação ao patrimônio líquido do emissor 15, , , Dividendo distribuído total , , ,36 Lucro líquido retido , , ,00 Data da aprovação da retenção 24/04/ /04/ /04/2010 Lucro líquido retido Montante Pagamento dividendo Montante Pagamento dividendo Montante Pagamento dividendo Dividendo Obrigatório Ordinária ,06 14/03/ ,11 11/08/ ,00 10/03/2010 Ordinária ,00 17/08/2011 Ordinária ,00 16/03/2011 Ordinária ,00 12/08/2009 Juros Sobre Capital Próprio Ordinária ,51 17/08/ ,70 11/08/ ,25 12/08/2009 Ordinária ,86 14/03/2012 Ordinária ,27 17/08/2011 Ordinária ,87 14/03/2012 Ordinária ,23 11/08/2010 Ordinária ,23 16/03/2011 Ordinária ,73 16/03/2011 Ordinária ,21 10/03/2010 Ordinária ,65 12/08/2009 Ordinária ,25 10/03/2010 PÁGINA: 9 de 355

16 3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas Informar se, nos 3 últimos exercícios sociais, foram declarados dividendos a conta de lucros retidos ou reservas constituídas em exercícios sociais anteriores. A Companhia não declarou, nos três últimos exercícios sociais, dividendos a conta de lucros retidos ou reservas constituídas anteriormente. PÁGINA: 10 de 355

17 3.7 - Nível de endividamento Exercício Social Montante total da dívida, de qualquer natureza Tipo de índice Índice de endividamento 31/12/ ,00 Índice de Endividamento 1, Descrição e motivo da utilização de outro índice PÁGINA: 11 de 355

18 3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento Exercício social (31/12/2011) Tipo de dívida Inferior a um ano Um a três anos Três a cinco anos Superior a cinco anos Total Garantia Real , , ,00 0, ,00 Quirografárias , , , , ,00 Total , , , , ,00 Observação As informações divulgadas referem-se ás demonstrações consolidadas. PÁGINA: 12 de 355

19 3.9 - Outras informações relevantes Proventos em dinheiro na destinação do resultado relativo ao exercício social findo em 31/12/ 2012 Exercício Espécie Tipo de Pagamento Aprovação Montante Social ação Evento Dividendos 31/12/2012 Ordinária JCP RCA 20/03/ ,61 15/8/ /12/2012 Ordinária JCP RCA 26/06/ ,61 15/8/ /12/2012 Ordinária Dividendos RCA 24/07/ ,00 15/8/ /12/2012 Ordinária JCP RCA 25/09/ ,61 13/3/2013 PÁGINA: 13 de 355

20 4.1 - Descrição dos fatores de risco a) Ao emissor A condição de sociedade de participação (holding) pode limitar a nossa capacidade de pagar dividendos. Somos uma sociedade de participação (holding) pura e nossos ativos são, além de recursos financeiros investidos, ações de emissão de nossas sociedades operacionais controladas. Não conduzimos quaisquer atividades operacionais e quase todas as nossas receitas advêm de distribuições de resultados realizadas por nossas controladas. Consequentemente, a nossa capacidade de pagar dividendos depende principalmente do recebimento de dividendos e outros fluxos de recursos de nossas controladas. Nossa estrutura societária e o histórico consistente de geração de resultados por nossas controladas atuam para a mitigação deste risco. Poderemos não ser capazes de executar nossa estratégia de crescimento, incluindo crescimento orgânico ou por meio de aquisições. Ao longo da nossa história temos implantado estratégias baseadas na expansão geográfica de nossas operações e na introdução constante de novos produtos, conseguindo assim obter crescimento de receitas e dos resultados operacionais. Pretendemos continuar a expandir nossas atividades, tanto nos setores e mercados atualmente explorados como aproveitando novas oportunidades que ofereçam sinergias com esses negócios atuais. Contudo, podemos não ser capazes de obter, no futuro, taxas de crescimento similares àqueles obtidas no passado. Os resultados operacionais obtidos nos últimos períodos ou exercícios não garantem ou indicam nosso desempenho futuro. Adicionalmente, a implantação das nossas estratégias empresariais e a consecução de nossas metas de resultados depende de condições que podem ou não estar presentes e que, em parte, independem de nossa atuação. Caso não sejamos capazes de crescer em ritmo satisfatório, nossos resultados financeiros poderão ser prejudicados. O crescimento dos nossos negócios exigiu, no passado, e deverá continuar a exigir, no futuro, substanciais investimentos em sistemas de controles internos e na expansão e adaptação dos nossos recursos administrativos, técnicos, operacionais e financeiros. A continuidade do crescimento dos negócios e a expansão em novos mercados deverão demandar novos investimentos, bem como adaptações de nossos recursos e, desta forma, dependem substancialmente da nossa capacidade de implantar e gerir a expansão desses recursos. Caso não consigamos gerir a expansão desses recursos, ou não sejamos bem sucedidos no desenvolvimento de novos projetos e empreendimentos e em nossa gestão, nossos resultados operacionais poderão ser negativamente afetados. Nossa exposição ao mercado brasileiro de equipamentos eletro-eletrônicos pode limitar nosso crescimento no futuro. Acreditamos ser líderes no mercado brasileiro de motores elétricos, com participação de mercado superior a 80% em alguns segmentos. Essa posição de liderança dificulta o PÁGINA: 14 de 355

21 4.1 - Descrição dos fatores de risco crescimento das nossas vendas por meio da elevação de participação de mercado e faz com que o aumento de nossas vendas, no mercado brasileiro, dependa: do crescimento da economia nacional, o que aumenta o mercado demandante por nossos produtos e serviços; da entrada em novos segmentos de negócios congêneres; do desenvolvimento de novos produtos, o que depende em boa medida do sucesso do nosso programa de pesquisa e desenvolvimento. Um ou diversos desses fatores podem evoluir de forma desfavorável para nosso crescimento no futuro e, conseqüentemente, afetar negativamente nossa capacidade de geração de receitas e resultados operacionais. Nossa estratégia de expansão no mercado internacional depende da infra-estrutura e do ambiente para o desenvolvimento do comércio exterior. Para continuarmos crescendo, teremos que conquistar mercados em linhas de produtos em segmentos onde possuímos baixa participação, o que exige: A manutenção das taxas de câmbio em níveis favoráveis à exportação; A realização de investimentos governamentais em infra-estrutura de forma a permitir o crescimento e o escoamento das exportações brasileiras; Capacidade de enfrentar a concorrência existente nos mercados internacionais e de conquistar novos clientes nesses mercados; e A não existência de barreiras não-tarifárias e restrições à importação nos países para os quais exportamos ou venhamos a exportar nossos produtos. Um ou diversos desses fatores podem evoluir de forma desfavorável para nosso crescimento no futuro e, conseqüentemente, afetar negativamente nossa capacidade de geração de receitas e resultados operacionais. Nossos resultados futuros podem ser impactados por mudanças na condição econômica mundial. Nos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2009, 2010 e 2011, 40%, 39% e 44%, respectivamente, da nossa receita operacional líquida foi decorrente de receitas obtidas nos mercados internacionais. Em razão disso e da nossa estratégia de internacionalização, nossas receitas dependem não apenas do desempenho da economia brasileira, mas também do desempenho da economia de outros países em que atuamos e que representam importantes mercados para nossos produtos. Assim, por exemplo, uma eventual retração econômica na América do Norte ou na Europa, mercados que responderam por 34% e 24% das nossas receitas operacionais líquidas no exterior no exercício encerrado em 31 de dezembro de 2011, respectivamente, pode reduzir a demanda por nossos produtos nesses mercados e nos afetar adversamente. PÁGINA: 15 de 355

22 4.1 - Descrição dos fatores de risco As operações atuais e a expansão das nossas subsidiárias internacionais envolvem desafios especiais que podemos não conseguir superar. Nossa falha em enfrentar estes desafios pode nos afetar adversamente. Possuímos subsidiárias internacionais e pretendemos continuar a expandir nossas operações internacionais. Enfrentamos certos riscos relacionados aos negócios em mercados internacionais, dentre os quais se destacam: Regulamentações extensivas e supervisões, tarifas e outras barreiras comerciais; Redução de proteção à propriedade intelectual; Dificuldades de implantação de controles e procedimentos para elaboração de relatórios e demonstrativos financeiros; Contratação de pessoal e administração das nossas operações estrangeiras; Potenciais conseqüências tributárias adversas; e Restrições a remessas de divisas ao exterior, incluindo remessa de dividendos. Adicionalmente, precisamos nos adequar e cumprir as leis e regulamentações dos governos estrangeiros e autoridades regulatórias de cada país em que conduzimos nossos negócios. Não podemos garantir que teremos sucesso em comercializar nossos produtos em mercados internacionais. Podemos também enfrentar dificuldades em administrar nossas operações internacionais em decorrência de, entre outras coisas, condições competitivas adversas, administração de riscos estrangeiros, surgimento de novos concorrentes em um mercado doméstico, diferenças culturais e lingüísticas, e instabilidade política e econômica. Qualquer um desses fatores poderá nos afetar adversamente. Estamos sujeitos a riscos decorrentes da concentração de nossas atividades em Jaraguá do Sul (SC). Nossas atividades operacionais concentram-se na cidade de Jaraguá do Sul (SC), onde se localizam nossos principais parques fabris e laboratórios de pesquisa e desenvolvimento de produtos. Caso ocorra qualquer desastre natural, erro operacional, greves, danos aos bens e equipamentos ou dano ambiental em Jaraguá do Sul, nossas linhas de produção poderão ser interrompidas. Possuímos outras unidades fabris, tanto no Brasil como no exterior, que poderiam, caso fosse necessário, atender parcialmente e por um período de tempo às necessidades de produção para atendimento da demanda pelos produtos. A interrupção da produção em Jaraguá do Sul, mesmo que compensada por outras unidades, poderá nos afetar adversamente. Perdas ou demais responsabilidades que não estejam cobertas por nossos seguros poderão acarretar custos adicionais em nossas operações. Mantemos contratos de seguro em diferentes modalidades, exigidas ou não por lei, tais como apólices de responsabilidade civil e de danos causados ao patrimônio. A PÁGINA: 16 de 355

23 4.1 - Descrição dos fatores de risco ocorrência de perdas ou demais responsabilidades que eventualmente não estejam cobertas por tais apólices ou que excedam os limites seguráveis destas apólices poderão acarretar custos adicionais não previstos, podendo nos afetar adversamente. Estamos sujeitos a riscos relacionados ao uso dos nossos produtos. Nosso negócio nos expõe a potenciais riscos relacionados aos danos materiais à terceiros (responsabilidade civil por danos pessoais e materiais) e danos indiretos (lucros cessantes) decorrentes de eventuais falhas ocorridas em nossos produtos. Como ilustração, nossos motores elétricos de alta tensão são utilizados em plataformas de extração de petróleo e linhas de produção de grandes empresas siderúrgicas. Já nossos motores elétricos de baixa tensão são utilizados por grandes fabricantes de bens de consumo durável como componentes na fabricação de eletrodomésticos em geral. Uma falha no funcionamento de qualquer desses motores pode trazer prejuízos a nossos clientes ou aos adquirentes dos eletrodomésticos e, caso seja constatada que a origem da falha de funcionamento é de nossa responsabilidade, gerar a correspondente obrigação de indenizar os danos causados. Além de despesas naturalmente acarretadas por danos, acordos ou custos de defesa, existe ainda a possibilidade de danos a nossa imagem por ações de responsabilidade civil. Possuímos apólice de Responsabilidade Civil Produtos que nos dá cobertura de seguros para danos diretos (materiais e pessoais) causados a terceiros. Não podemos garantir que esta cobertura de seguros será suficiente para nos proteger de perdas decorrentes de responsabilidade civil, substituição de produtos e outras reclamações. Adicionalmente, constituímos provisões para garantias decorrentes de defeitos de fabricação por um período de tempo determinado (prazo de garantia), como base no histórico de ocorrências, mas estas poderão não ser suficientes para cobrir todas as despesas incorridas nestes eventos. Não podemos garantir que a responsabilidade civil ou prejuízo acarretado por produto defeituoso ou uma série de reclamações contra nós não terão efeito adversos indiretos sobre nós, como, por exemplo, perda de participação de mercado. O setor em que atuamos está sujeito a riscos relacionados à estrutura logística e de transportes no Brasil. A infra-estrutura de transportes no Brasil enfrenta atualmente vários problemas, dentre os quais se inclui a saturação e a falta de investimentos na expansão e modernização da infra-estrutura portuária e aeroportuária, o elevado custo da mão-de-obra especializada, a elevada carga tributária incidente sobre essas operações, e o precário estado de conservação viária e da frota de transportes. Além disso, destacam-se como obstáculos a serem superados pelos produtores e exportadores nacionais as constantes greves e paralisações de servidores públicos e entidades privadas ligadas ao setor de transportes. PÁGINA: 17 de 355

24 4.1 - Descrição dos fatores de risco Grande parte dos nossos clientes encontra-se distante dos nossos centros de produção e distribuição. Para fazer com que nossos produtos cheguem até nossos clientes nacionais e internacionais, utilizamos os modais rodoviário e portuário brasileiro. Exportamos nossos produtos por meio de portos como de São Francisco do Sul (SC) e Itajaí (SC), que se localizam a 60 km e 90 km, respectivamente, de distância do nosso principal parque fabril, em Jaraguá do Sul (SC). Esses e outros fatores ligados à infra-estrutura de transportes brasileira podem influir na nossa capacidade de escoar a nossa produção, afetando adversamente nosso resultado operacional e condição financeira. b) A seu controlador, direto ou indireto, ou grupo de controle Somos indiretamente controlados por um grupo de pessoas ligadas aos fundadores da Companhia, cujos interesses podem divergir dos interesses dos demais acionistas. Em 31 de dezembro de 2011, aproximadamente 51% de nosso capital era de titularidade da WPA Participações e Serviços S.A., que, por sua vez, é controlada pelos fundadores do Grupo WEG e por seus familiares. Assim, essas pessoas têm poderes suficientes para aprovar ou rejeitar matérias que, por lei ou por nosso estatuto, deva ser submetida à deliberação dos acionistas, incluindo: a eleição e destituição da maioria dos membros do conselho de administração; a distribuição de dividendos; o estabelecimento de diretrizes e estratégias de negócio; e a aprovação de operações de fusão, cisão e incorporação e a venda de parte ou da totalidade de nossos ativos. A Companhia aderiu, em junho de 2007, ao Novo Mercado da BM&F Bovespa, segmento especial de mercado que estabelece normas e procedimentos de governança corporativa e proteção aos acionistas minoritários. Esta adesão ao Novo Mercado limita a capacidade dos acionistas controladores de aprovar algumas matérias. Ainda assim, não podemos garantir que os interesses dos acionistas controladores serão convergentes com os interesses dos acionistas minoritários. c) Aos seus acionistas As ações de nossa emissão apresentam baixa liquidez no mercado secundário, o que pode dificultar a sua venda e depreciar seu preço. Atualmente, o mercado para a negociação de ações de emissão da WEG apresenta liquidez limitada. Não podemos garantir que este mercado se desenvolverá para ser suficientemente ativo e líquido no futuro. Assim, os investidores poderão eventualmente PÁGINA: 18 de 355

25 4.1 - Descrição dos fatores de risco enfrentar dificuldades para negociar com essas ações ou ser obrigados a negociar a preços diferentes daqueles que poderiam obter em um mercado com maior liquidez. A relativa volatilidade e falta de liquidez do mercado de valores mobiliários brasileiro poderão limitar substancialmente a capacidade dos investidores em negociar as ações pelo preço e no momento que desejarem. O investimento em valores mobiliários negociados em mercados emergentes, tal como o Brasil, envolve, com freqüência, maior risco em comparação a outros mercados mundiais, sendo tais investimentos considerados, em geral, de natureza mais especulativa. O mercado de valores mobiliários brasileiro é substancialmente menor, menos líquido e pode ser mais volátil que os principais mercados de valores mobiliários mundiais. Há também uma concentração significativamente maior no mercado de valores mobiliários brasileiro se comparado com os maiores mercados de valores mobiliários dos Estados Unidos, por exemplo. Tais fatores podem limitar a capacidade dos investidores em negociar ações pelo preço e no momento que desejarem. d) As suas controladas e coligadas Os riscos relacionados às nossas Controladas são os mesmos relacionados à Companhia. e) Aos fornecedores A variação do preço das commodities utilizadas pela indústria de máquinas e equipamentos no mercado internacional pode afetar as vendas do setor como um todo, bem como as nossas vendas em particular. As principais matérias-primas utilizadas pela indústria de máquinas e equipamentos são commodities internacionais, como, por exemplo, o cobre e a chapa de aço, sendo que muitas dessas commodities possuem seus preços atrelados ao dólar e, assim, estão sujeitas a flutuações de preços nos mercados internacionais, ainda que de forma indireta. Essas commodities podem representar mais de 40% do custo final de alguns de nossos produtos. Caso os preços de tais produtos venham a sofrer um aumento substancial no futuro, podemos não ser capazes de repassar tais aumentos de custos para nossos clientes a preços competitivos. Adicionalmente, aumentos de preços como resultado de repasses de custos podem reduzir nosso volume de vendas e, portanto, nossa margem de lucro, o que pode nos afetar adversamente. f) A seus clientes Dada a grande diversidade de clientes, não vislumbramos riscos relacionados à exposição da Companhia a qualquer cliente em particular. PÁGINA: 19 de 355

26 4.1 - Descrição dos fatores de risco g) Aos setores da economia em que o emissor atue O aumento da concorrência no setor em que atuamos pode nos afetar adversamente. Nós atuamos em mercados que são altamente competitivos. Nossos principais concorrentes são grupos internacionais que possuem presença global, capacidade tecnológica, marcas reconhecidas no Brasil e no exterior e acesso ao mercado financeiro e de capitais a custos competitivos. Além disso, podemos enfrentar maior concorrência através do estabelecimento de novas empresas ou a consolidação de empresas já atuantes no nosso mercado de atuação e do aumento do market share das nossas concorrentes, o que pode nos afetar adversamente. O mercado dos nossos produtos é caracterizado pela mudança de tecnologia e pelo desenvolvimento das indústrias. A capacidade de superar a consolidação do setor com sucesso, de aumentar e desenvolver nossos produtos existentes, de continuar a desenvolver produtos inovadores, de continuar reduzindo o tempo entre a encomenda e a entrega dos nossos produtos, reduzindo nossos custos e adaptando nossos produtos às necessidades dos clientes, e de crescermos mais que nossos concorrentes, seja pela aquisição de novas empresas, seja pelo nosso crescimento orgânico, influencia na demanda por nossos produtos. Além disso, competidores podem desenvolver tecnologias ou produtos que tornem os nossos produtos obsoletos ou menos comerciáveis, ou, ainda, operar de forma mais eficiente do que nós. O aumento da concorrência, inclusive de sociedades estrangeiras e/ou de sociedades que disponham de mais capital para investimento que nós, o aumento da capacidade produtiva dos nossos concorrentes e o aumento da concorrência poderá nos afetar adversamente. O desempenho do setor de bens de consumo durável é fortemente influenciado por oscilações no nível de atividade econômica. O desempenho do setor de bens de consumo durável, tais como eletrodomésticos e equipamentos de pequeno porte em geral, é fortemente influenciado pelo desempenho da economia. No exercício findo em 31 de dezembro de 2011, as vendas para o setor de bens de consumo durável, principalmente da linha branca, representaram aproximadamente 10% de nossa receita operacional bruta. Oscilações na economia brasileira podem afetar adversamente o desempenho do setor de bens de consumo duráveis em geral e, conseqüentemente, o nosso resultado operacional e condição financeira. O desempenho do setor de bens de capital é fortemente influenciado pelo nível de investimentos realizados. O desempenho do setor de bens de capital em geral, e o de máquinas e equipamentos pesados em particular, é influenciado de forma significativa pelo nível de investimentos realizados, tanto pelo setor privado quanto pelo setor público. Por envolver bens de alto valor agregado, o setor de bens de capital também depende da existência de acesso a crédito de longo prazo por parte de instituições financeiras privadas e públicas nacionais PÁGINA: 20 de 355

27 4.1 - Descrição dos fatores de risco e internacionais, e por entidades multilaterais. A indústria de bens de capital é geralmente uma das primeiras a serem afetadas por crises econômicas e uma das últimas a reagir com a retomada do crescimento econômico. A diminuição dos investimentos realizados no País e a inexistência de crédito de longo prazo poderão afetar adversamente a economia nacional e prejudicar nosso resultado operacional e condição financeira. As atividades de automação industrial dependem de alta tecnologia para desenvolver e executar projetos de grande complexidade. O segmento da automação industrial está sujeito a rápidos e constantes avanços tecnológicos. Nosso desempenho nesse segmento depende da nossa capacidade de continuar a desenvolver melhorias em nossos produtos e oferecer aos clientes soluções inovadoras que respondam às rápidas mudanças de padrão tecnológico e às expectativas do mercado em geral. Caso não sejamos capazes de prever e desenvolver melhorias tecnológicas, ou de adaptar nossos produtos a novos padrões tecnológicos, poderemos ser adversamente afetados. Podemos não conseguir desenvolver ou adquirir novas tecnologias no tempo e intensidade necessários para nos mantermos competitivos nesse mercado no futuro, o que pode nos afetar adversamente. Além disso, o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias envolve o risco de atraso na introdução de novos produtos no mercado e pode resultar em despesas significativas. h) À regulação dos setores em que o emissor atue Estamos sujeitos a rigorosas exigências e restrições ambientais. Estamos sujeitos a rigorosas leis e regulamentos de proteção do meio ambiente nos diversos países em que atuamos. Além disso, a produção de resíduos de nossas fábricas está sujeita a rigorosas regras e procedimentos de disposição de resíduos poluentes. A inobservância das leis e regulamentos ambientais dos diversos países em que atuamos pode acarretar a obrigação de reparar os danos causados, bem como a aplicação de sanções administrativas, civis e penais, inclusive de forma retroativa. A violação de qualquer lei ou regulamento ambiental ou obrigação contratual pode nos afetar adversamente. Ademais, mudanças na legislação ou regulamentação ambiental podem provocar o aumento de despesas com o seu cumprimento, reduzindo o montante de recursos disponíveis para o pagamento de despesas, realização de investimentos e desenvolvimento de outras atividades. Essa eventual redução de recursos também pode nos afetar adversamente. PÁGINA: 21 de 355

28 4.1 - Descrição dos fatores de risco i) Aos países estrangeiros onde o emissor atue As condições econômicas e políticas nos países em que atuamos podem nos afetar adversamente. Atuamos e pretendemos expandir nossa atuação fora do Brasil. Como decorrência, estamos sujeitos a riscos relacionados aos países em que atuamos ou viermos a atuar, em especial aos países emergentes como a Índia, a China e os países da América Latina. Estes riscos incluem, entre outros, a situação econômica, política, social e legal desses países, que podem apresentar elevada instabilidade. No exercício findo em 31 de dezembro de 2011, 44% de nossa receita consolidada líquida foi proveniente de nossos negócios fora do Brasil, incluindo as operações fabris no exterior. Esperamos que no futuro o percentual de nossa receita proveniente destes ou de outros países aumente substancialmente, o que pode aumentar os riscos de impactos negativos em nossas operações e resultados. PÁGINA: 22 de 355

29 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco A Companhia analisa constantemente os riscos aos quais está exposta e que possam afetar seus negócios, situação financeira e os resultados das suas operações de forma adversa. Estamos constantemente monitorando mudanças no cenário político e setorial que possam influenciar nossas atividades, através de acompanhamento dos principais indicadores de desempenho. A Companhia desenvolveu uma Política de Gestão de Riscos Corporativos, consolidando as diversas práticas, procedimentos e políticas específicos das diversas áreas. Este trabalho busca dar à Companhia uma visão mais ampla e geral da exposição aos riscos, e foi aprovada pelo Conselho de Administração, em RCA no dia 24 de abril de A Política é reproduzida abaixo: POLITICA DE GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS GRUPO WEG / COLIGADAS / CONTROLADAS 1 OBJETIVO Formalizar a gestão de riscos corporativos na WEG em conformidade com: As melhores práticas internacionais. Os padrões definidos por órgãos reguladores do Brasil e do Exterior. As características específicas dos negócios da WEG. Esta Política de Gestão de Riscos Corporativos estabelece diretrizes, responsabilidades e limites a nortear as ações dos departamentos e seções, comissões e comitês na execução dos controles de riscos, obedecendo aos limites definidos pelo Conselho de Administração. A aplicação desta política resultará no SGRCW - Sistema de Gestão de Riscos Corporativos WEG. 2 COMPONENTES DA GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS 2.1 NATUREZA DOS RISCOS O modelo considera: Riscos Puros - envolve somente a possibilidade de perda. Riscos Especulativos - envolve a possibilidade de ganho ou de perda. PÁGINA: 23 de 355

30 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco 2.2 GERENCIAMENTO DE RISCOS Consiste em identificar, analisar, avaliar, comunicar e tratar o risco e monitorar a efetividade dos controles aplicados. Identificar Quais das categorias ou classes de risco se apresentam no ambiente? Analisar Quais são as consequências e probabilidades de ocorrência dos eventos? Avaliar - Como / quanto os objetivos podem ser afetados? Comunicar Como, quem e quando devo comunicar sobre a avaliação? Tratar Qual o tratamento requerido? Monitorar Quão efetivo é o tratamento adotado? 2.3 GRAVIDADE DO RISCO A classificação é efetuada em níveis de gravidade, conforme abaixo: GRAVIDADE DO RISCO Desprezível Sem impacto. Moderada Baixo impacto e medidas mitigatórias disponíveis no curto prazo. Crítica Médio impacto e medidas mitigatórias disponíveis no médio e longo prazo. Catastrófica Alto impacto com medidas mitigatórias escassas ou inexistentes. 2.4 FREQUÊNCIA DE RISCOS Obtida através de dados históricos de eventos ocorridos. Fator Frequência Descrição Pouco provável que ocorra (de 0% a 05% de chance). Possui controles desenhados que corrigem as principais 1 Improvável vulnerabilidades identificadas e tornam improvável a ocorrência de um incidente ou não há histórico de ocorrência de incidentes relacionados. 2 Remota É possível que ocorra (de 06% a 15% de chance). Possui controles desenhados que corrigem algumas vulnerabilidades identificadas e reduzem a chance de ocorrência de um incidente ou houve ocorrência no último ano. 3 Ocasional É provável que ocorra (de 16% a 30% de chance). Os controles existentes não corrigem todas as vulnerabilidades identificadas, tornando provável a ocorrência de um incidente ou houve ocorrência no último semestre. 4 Provável É muito provável que ocorra (acima de 31% de chance). Não possui controles implementados, tornando quase certa a ocorrência de um incidente ou houve diversas ocorrências no último semestre. PÁGINA: 24 de 355

31 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco 2.5 MATRIZ DE RISCOS (FREQUENCIA X GRAVIDADE) Classificação do risco ponderando frequência e gravidade. Frequência MATRIZ DE RISCOS Gravidade Desprezível Moderada Crítica Catastrófica Provável Baixo Médio Muito Alto Muito Alto Ocasional Muito Baixo Baixo Alto Muito Alto Remota Muito Baixo Muito Baixo Baixo Alto Improvável Muito Baixo Muito Baixo Baixo Médio Alto e Muito Alto: O gestor responsável pelo processo deverá em até 15 dias da identificação dos riscos encaminhar proposta/plano de ação a uma das Comissões listadas no tópico 2.8, que deverá aprovar/submeter à instância superior. Médio: O gestor responsável pelo processo deverá em até 45 dias da identificação dos riscos encaminhar proposta/plano de ação a uma das Comissões listadas no tópico acima, que deverá aprovar/submeter à instância superior. Baixo e Muito Baixo: Desnecessário tomar ação. O gestor responsável pelo processo deverá submeter à Comissão, proposta contendo: Resultado da análise de riscos identificados com seu nível de gravidade e frequência. Tratamento selecionado para cada tipo de risco. Ações propostas com responsáveis e prazos. 2.6 TRATAMENTO DOS RISCOS Existem quatro possíveis alternativas para tratar o risco identificado: Tratamento Evitar Reduzir Compartilhar Aceitar Definição Eliminar atividades, processos, etc., visando evitar o risco completamente. Implementar controles para diminuir a frequência ou impacto do risco. Compartilhar o risco com um parceiro disposto a assumi-lo (seguradora, fornecedor, cliente, etc.). Monitorar e manter o nível atual de frequência e impacto. PÁGINA: 25 de 355

32 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco 2.7 CATEGORIAS DE RISCOS As categorias de risco foram separadas em quatro grupos. Sendo que estas categorias foram identificadas com as conformidades de operações da WEG. São estas: Estratégico Dizem respeito à capacidade de antecipar, proteger-se e/ou adaptar-se às mudanças que possam afetar os direcionamentos estratégicos da WEG Financeiro Dizem respeito à capacidade da Companhia em captar e/ou preservar recursos financeiros para os direcionamentos estratégicos da WEG Pessoas Dizem respeito à capacidade da Companhia em atrair, desenvolver, reter e ter à disposição recursos humanos para os direcionamentos estratégicos da WEG Processos Dizem respeito à capacidade de utilizar os recursos disponíveis de forma eficaz e eficiente, para os direcionamentos estratégicos da WEG. 2.8 CLASSES DE RISCOS As Classes de Risco são fatores ao qual a WEG esta exposta e onde estes riscos serão observados por ter a sua causa atrelada ao mesmo. Estes fatores poderão ter sua origem externa ou interna conforme abaixo: EXTERNO INTERNO CLASSES CATEGORIAS Estratégico Financeiro Pessoas Processos Político Macroeconômico Estratégia de Novos Negócios Segurança de Pessoas Liquidez Crédito Logística e Suprimentos Segurança da Informação Ambiental Estratégia de Novos Negócios Descontinuidade de Produção Conduta Ética Recursos Humanos Segurança de Pessoas Legal Controladoria Crédito PÁGINA: 26 de 355

33 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco Liquidez CLASSES CATEGORIAS Estratégico Financeiro Pessoas Processos Fornecimento Logística e Suprimentos Vendas e Marketing Tecnológico Segurança da Informação Ambiental Social Político EXTERNO: Decorrente da exposição aos riscos de guerra, conflitos internos (greves, rebeliões, comoções civis), insegurança jurídica, instabilidade legislativa / regulatória. Categoria: Estratégico Fórum: Direção Geral Macroeconômico EXTERNO: Decorrente da exposição aos riscos gerados pelo ambiente macroeconômico e seus efeitos sobre variáveis como taxas de câmbio, taxas de juros, preços de commodities, entre outros. Categoria: Estratégico Fórum: Comitê de Gestão de Riscos Financeiros Ambiental EXTERNO: Efeitos de possíveis catástrofes naturais sobre os recursos utilizados pela WEG para atingimento do direcionamento estratégico. Categoria: Estratégico Fórum: Direção Geral INTERNO: Efeitos causados pela WEG no ambiente (tanto ao meio ambiente como à comunidade de entorno e sociedade geral) Categoria: Processos Fórum: Comissão de Processo da Gestão da Qualidade e Sustentabilidade Socioambiental PÁGINA: 27 de 355

34 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco Social INTERNO: Decorrente dos impactos de ações da organização sobre as condições de vida da comunidade de entorno, como habitação, educação, saúde, emprego, renda, entre outros. Categoria: Estratégico Fórum: Comissão de Processo da Gestão da Qualidade e Sustentabilidade Socioambiental Conduta Ética INTERNO: Decorrente do não atendimento do código de ética ou falhas nas cláusulas constantes do mesmo. Categoria: Pessoas e Processos Fórum: Comissão de Gestão do Código de Ética Estratégia de Novos Negócios EXTERNO: Levantamento de oportunidades de investimento (unidades greenfield ou brownfield, parcerias, aquisições e desinvestimentos). Categoria: Estratégico Fórum: Direção Geral INTERNO: Originado por avaliação (due diligence) incompleta / incorreta em transações com outras empresas que possa gerar passivos não previstos ou contingentes (trabalhistas, ambientais, patentes, dívidas com fornecedores e governos etc). Categoria: Processo Fórum: Comissão de Controladoria Controladoria INTERNO: Decorrente de procedimentos de controle incorretos ou incompletos que possam gerar passivos não previstos contingentes ou demonstrações contábeis que não reflitam adequadamente a situação da Companhia. Categoria: Processo Fórum: Comissão de Controladoria Crédito EXTERNO: Decorrente da incapacidade dos clientes de saldarem suas obrigações de forma tempestiva. PÁGINA: 28 de 355

35 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco Categoria: Financeiro Fórum: Comissão de Crédito INTERNO: Decorrente de procedimentos de analises incorretas ou incompletos para concessão de crédito a prospects ou clientes que possam gerar passivos não previstos contingentes. Categoria: Processos Fórum: Comissão de Crédito Liquidez EXTERNO: Decorrente da escassez de linhas de crédito no mercado financeiro para fazer frente as suas obrigações de forma tempestiva. Categoria: Financeiro Fórum: Comitê de Gestão de Riscos Financeiros INTERNO: Não ter para o mercado financeiro informações necessárias ou incompletas para a concessão de crédito ou decorrente de procedimentos incorretos ou análises incompleta de fluxo de caixa. Categoria: Processos Fórum: Comitê de Gestão de Riscos Financeiros Legal INTERNO: Decorrente de: Inobservância de dispositivos legais aplicáveis; Interpretação incorreta ou divergente daquela da autoridade legal; Não aplicação de dispositivos legais pertinentes; Não consideração das interrelações entre os diversos dispositivos legais (ótimo local / ótimo geral). Categoria: Processos Fórum: Comissão de Controladoria Descontinuidade de Produção INTERNO: Decorrente da falha ou ausência de recursos, equipamentos de produção e ferramentas que impactem a capacidade produtiva. Categoria: Processos Fórum: Comissão de Manutenção PÁGINA: 29 de 355

36 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco Fornecimento INTERNO: Decorrente de procedimentos de análises técnicas e jurídicas incorretas ou incompletas ou decorrentes da aceitação de cláusulas contratuais em fornecimento de produtos e serviços que exponham a companhia a demandas por responsabilidade civil, ou decorrentes de falhas de controle interno na aceitação de contratos (p.e: não terá condições ou capacidade de cumprir o prazo de entrega e passível de multa por atraso). Categoria: Processos, Financeiro e Pessoas Fórum: Comitê de Riscos em Fornecimentos Logística e Suprimentos EXTERNO: Ausência ou falha dos recursos na cadeia de suprimentos. INTERNO: Decorrente de procedimentos ou planejamento incorretos (p.e: contingência de fornecedores). Categoria: Processos Fórum: Comissão de Gestão de Cadeia Integrada Vendas e Marketing INTERNO: Decorrente de decisões incorretas relativas a posicionamento de produtos, preços, propaganda e promoções. Categoria: Processos Fórum: Comissão de Marketing Recursos Humanos INTERNO: Falta de capacidade para atrair, desenvolver, ter e reter recursos humanos no desempenho da companhia. Categoria: Pessoas Fórum: Comissão de Processos de Gestão de Pessoas Segurança de Pessoas EXTERNO: Decorrente da exposição dos colaboradores, no desempenho de suas funções, a ambientes hostis, que coloque em risco sua integridade física. Categoria: Pessoas Fórum: Comissão Administrativa Corporativa INTERNA: Decorrente de ambiente de trabalho inadequado, que possibilite a ocorrência de acidentes ou doenças ocupacionais. PÁGINA: 30 de 355

37 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco Categoria: Pessoas Fórum: Comitê de Saúde e Segurança Segurança da Informação EXTERNO e INTERNO: Decorrente de: Falta de integridade ou supressão de informações; Falha na confidencialidade das informações; Indisponibilidade dos serviços de TI (sistemas e infraestrutura); INTERNO Do uso inadequado dos recursos de tecnologia da informação. Categoria: Processos Fórum: Comissão de Tecnologia da Informação Tecnológico INTERNO: Decorrente da incapacidade em desenvolver, absorver e reter conhecimento para acompanhar a evolução tecnológica em produtos, serviços e processos produtivos. Categoria: Processos Fórum: Comissões de Desenvolvimento de Produto 2.9 GOVERNANÇA O SGRCW utilizará a governança já instituída, composta por comissões, comitês e reuniões de diretoria. Diretrizes Gerais: Comissão de Controladoria Temas Específicos: Comitês e Comissões Gestão Operacional: Departamento de Seguros & Riscos Direção Geral Comitês e Comissões Depto. de Seguros e Riscos PÁGINA: 31 de 355

38 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco Comissão de Controladoria Administra, monitora e propõe mudanças no Sistema de Gestão de Riscos Corporativos WEG (SGRCW), de acordo com o ambiente, necessidades e direcionamento estratégico da WEG Comitês e Comissões Os Comitês e as Comissões, além de criarem os processos de gestão de risco específicos para cada aspecto de negócio, deverão aplicá-los na análise das propostas recebidas, bem como identificar oportunidades de melhoria do SGRCW Departamento de Seguros e Riscos: Coordena as ações de aprimoramento do processo de gestão de riscos dentro da organização. São atribuições da área: Realizar análise crítica do processo de gestão de riscos. Recomendar ações de melhoria pela avaliação de critérios, papéis, responsabilidades e recursos para a sua execução. Consolidar as informações e reportar o nível dos riscos da WEG. PÁGINA: 32 de 355

39 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes RELATÓRIO SINTÉTICO DE PROCESSOS JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS Ação a) juízo b) instância c) data da instauração d) partes no processo Parte Ré Parte Autora 1 Reparação de Danos Materiais e Morais 2a. Vara Cível da Comarca de São Sebastião do Caí (RS) 1ª Instância 30/10/2007 WEG Indústrias S/A - Química 2 Notificação Fiscal Administrativo 2ª Instância 20/12/2007 WEG Exportadora S.A. incorporada pela WEG Equipamentos Elétrico S.A. e WEG Indústrias S.A. 3 Reparação de Danos Materiais e Morais e Estéticos 4 Ordinária Indenizatória / Cominatória cumulada com pedido de tutela antecipada 36a. Vara Cível da Comarca do Rio de Janeiro (RJ) 5a. Vara Cível da Comarca de Divinópolis (MG) 5 Ação Trabalhista 37a. Vara do Trabalho de Belo 6 Reparação de Danos e Indenização 7 Auto de Infração (IRPJ e CSLL) 8 Auto de Infração (IRPJ, CSLL, Horizonte (MG) 2a. Vara de Novo Horizonte (SP) 2ª Instância 18/09/2006 WEG Indústrias S/A - Química 1ª Instância 30/10/2007 WEG Equipamentos Elétricos S/A, Biochamm Cald. e Equip.Ind. Ltda. e TGM Turbinas Ind.e Com. Ltda. 2ª Instância 14/02/2008 WEG Industrias S.A - Química 1ª Instância 03/04/2012 WEG Equipamentos Elétricos S/A Administrativo 1ª Instância 06/12/2011 WEG Equipamentos Elétricos S/A Cláudio Vogel Filho & Cia. Ltda. Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) Valdir Rosa de Oliveira, Marco Aurélio Almeida de Oliveira, Antonio Gomes de Oliveira, Vaudelino Sampaio e José Roberto da Costa Divigusa Indústria e Comércio Ltda. Francisco Ambrósio da Silva Usina Santa Isabel Receita Federal do Brasil Administrativo 1ª Instância 15/09/2011 Equisul Ltda Receita Federal do Brasil PÁGINA: 33 de 355

40 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes RELATÓRIO SINTÉTICO DE PROCESSOS JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS Ação a) juízo b) instância c) data da instauração d) partes no processo Parte Ré Parte Autora PIS/COFINS) 9 Lucro Presumido RF 10 Auto de Infração (INSS) 11 Auto de Infração Compensação do IRRF sobre JCP Administrativo 1ª Instância 08/12/2011 RF Reflorestadora S.A. Receita Federal do Brasil Administrativo 1ª Instância 30/12/2011 WEG Equipamentos Elétricos S/A, WSA e RF Receita Federal do Brasil (INSS) Administrativo 1ª Instância 04/01/2012 WEG S/A Receita Federal do Brasil PÁGINA: 34 de 355

41 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes RELATÓRIO SINTÉTICO DE PROCESSOS JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS (cont.) Ação e) valores, bens ou direitos envolvidos f) principais fatos g) a chance de perda é: 1 dependendo de arbitramento judicial Processo de natureza cível, onde a Autora alega perda de rendimento de revestimento em poliester de fabricação WEG aplicado em telhas - pedido de danos materiais, morais e lucros cessantes, além de custas e honorários advocatícios. Não atribuiu valor ao pedido 2 aproximadamente R$ 12 milhões A fiscalização está exigindo contribuição previdenciária sobre parcelas de remuneração para as quais a companhia entende ser indevida tal incidência tributária. 3 dependendo de arbitramento judicial Processo de natureza cível, onde os Autores alegam danos materiais, morais e estéticos decorrentes de terem trabalhado como pintores navais utilizando produtos da WEG. O estaleiro empregador (Brasfels S/A) foi denunciado à lide pela WEG 4 aproximadamente R$ 5 milhões Processo de natureza cível, onde a autora alega prejuízos materiais e lucros cessantes em conta de alegada perda de rendimento de um conjunto gerador de energia compreendendo turbinas, caldeira e gerador adquirido das requeridas 5 aproximadamente R$ 6 milhões Processo de natureza trabalhista, onde ex-representante alega vínculo trabalhista e direito à diferenças de comissões - existem incidentes processuais e processo cível vinculado a este 6 R$ 17 milhões A autora alega prejuízos materiais e lucros cessantes em conta de alegados problemas no fornecimento de um gerador. 7 R$ 45,5 milhões A Receita Federal alega que o lucros verificado pelas controladas no exterior, sediadas em país com o qual o Brasil não mantenha acordo para evitar a dupla tributação, devem ser oferecidos à tributação pela controladora no Brasil. 8 R$ 2,5 milhões A Receita alega divergência de lançamentos contábeis e respectivos comprovantes. provável provável provável remota provável possível possível provável PÁGINA: 35 de 355

42 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes RELATÓRIO SINTÉTICO DE PROCESSOS JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS (cont.) Ação e) valores, bens ou direitos envolvidos f) principais fatos g) a chance de perda é: 9 R$ 63 milhões A Receita Federal alega opção indevida pelo lucro presumido no ano de R$ 22 milhões A Receita Federal exige a contribuição previdenciária sobre a participação dos administradores no lucros, previdência privada aberta e expatriados. 11 R$ 9 milhões A Receita Federal reconhece nosso crédito de IRRF mas entende que a compensação se deu fora do trimestre respectivo. remota possível remota PÁGINA: 36 de 355

43 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes RELATÓRIO SINTÉTICO DE PROCESSOS JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS (cont.) Ação h) análise do impacto em caso de perda do processo i) valor provisionado, se houver provisão 1 Baixo impacto, eis que a tecnologia de aplicação deste revestimento evoluiu sensivelmente desde a época dos alegados eventos, o que não afetaria de forma relevante a atuação da WEG neste segmento de pouca relevância para o negócio. 2 Baixo impacto, tendo em vista que boa parte das parcelas sujeitas a essa discussão, relativamente aos períodos futuros já estão contempladas com medida judicial e/ou depósito judicial. 3 Baixo impacto, eis que os problemas decorreram claramente da falta de uso de EPI s pelos Autores, ou seja, mesmo num cenário de condenação da WEG, a situação não demandará alterações em nossos produtos ou estratégia comercial. 4 Baixo impacto, eis que os problemas decorreram de falhas em equipamentos ligados ao gerador da WEG, inexistindo responsabilidade solidária contratual entre os demandados, logo, apesar de remota possibilidade de condenação da WEG, tal hipótese não representaria impacto comercial relevante. 5 Baixo impacto entendemos que o cenário mais provável é o recálculo de parte das comissões, o que alcançaria apenas uma fração do quantum pretendido. Sem repercussões para o negócio. 6 Médio impacto, pois dependerá de laudo para caracterizar a causa do problema e também para apurar os valores envolvidos. R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 Não há provisão R$ ,00 Em análise de constituição de provisão. 7 Relevante, pois pode ter efeitos nos exercícios subsequentes. Sem provisão, conforme parecer jurídico externo. 8 Baixo impacto, vez que se tratam de fatos pontuais e não de procedimentos. R$ ,00 9 Médio impacto, vez que se trata de um ano calendário específico. Sem provisão, conforme parecer jurídico externo. 10 Baixo impacto, vez que a maior parte dos valores já está provisionada. Provisionado em relação a previdência privada aberta e participação dos administradores nos lucros. E em analise de constituição de provisão em relação aos expatriados. PÁGINA: 37 de 355

44 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes RELATÓRIO SINTÉTICO DE PROCESSOS JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS (cont.) Ação h) análise do impacto em caso de perda do processo i) valor provisionado, se houver provisão 11 Baixo impacto. Sem provisão, conforme parecer jurídico externo. PÁGINA: 38 de 355

45 4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores Em 31 de dezembro de 2011, a Companhia figurava como parte em 01 ação trabalhista, cuja a parte contrária envolve ex-administrador da Trafo Equipamentos Elétricos S.A., companhia cujas ações foram incorporadas pela WEG S.A. Posteriormente à incorporação de ações, a pessoa exerceu funções de gestão na Companhia, mas não como administrador. A ação foi instaurada em 14 de dezembro de 2011 e tramita em primeira instância na 4ª Vara de Trabalho de Gravataí, RS. Em suma o autor reclama reconhecimento de vínculo trabalhista e de outros diretos de natureza similar, com valor em discussão de R$ ,52. A ação não é considerada relevante para o desempenho das atividades da companhia ou para impactar negativamente e significativamente os seus resultados. Em 31 de dezembro de 2011 o valor provisionado era de R$ 212 mil. PÁGINA: 39 de 355

46 4.5 - Processos sigilosos relevantes Não existem processos sigilosos relevantes a discutir. PÁGINA: 40 de 355

47 4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em conjunto Cíveis Decorrentes da Relação de Trabalho: Em 31 de dezembro de 2011, a Empresa figurava como parte em 284 ações cíveis, na sua maioria versando sobre indenização sobre acidente de trabalho, envolvendo o valor em discussão de R$ ,17. Temos em alguns casos, o devido respaldo de APÓLICE DE SEGUROS DE RESPONSABILIDADE CIVIL EMPREGADOR. Nenhuma das ações é considerada relevante para o desempenho das atividades da companhia ou para impactar negativamente e significativamente os seus resultados. As ações com probabilidade de perda estão provisionadas no valor de R$ mil em 31 de dezembro de Trabalhistas Em 31 de dezembro de 2011, a Empresa figurava como parte em 520 ações que tramitam na Justiça do Trabalho, de natureza trabalhista, na sua maioria versando sobre horas extras, adicional de insalubridade e nulidades dos sistemas de compensação utilizados concomitantemente, envolvendo o valor em discussão de R$ ,44.. Temos em alguns casos, o devido respaldo de APÓLICE DE SEGUROS DE RESPONSABILIDADE CIVIL EMPREGADOR. Nenhuma das ações é considerada relevante para o desempenho das atividades da companhia ou para impactar negativamente e significativamente os seus resultados. As ações com probabilidade de perda estão provisionadas no valor de R$ mil em 31 de dezembro de Processos Administrativos: Em 31 de dezembro de 2011, tramitavam 09 autuações administrativas contra a Companhia, sendo que o valor das multas foi recolhido quando da interposição dos recursos, sendo, portanto, desnecessária provisão. De uma maneira geral, as autuações versam sobre o alegado descumprimento da Norma Regulamentadora nº 31 (NR 31) do Ministério do Trabalho por uma empresa controlada. Entretanto, tais autuações referemse a funcionários de empresas terceirizadas e tais condições teriam sido verificadas em locais fora dos limites da propriedade da empresa controlada. Por este motivo, com o encerramento do processo administrativo, a controlada está discutindo judicialmente o assunto. Em 31 de dezembro de 2011, também tramitavam 27 autuações administrativas contra a Companhia, sendo que o valor das multas foi recolhido quando da interposição dos recursos, sendo, portanto, desnecessária provisão. De uma maneira geral, as autuações versam sobre cumprimento dos artigos da legislação trabalhista, com as quais a empresa não concorda tendo interposto defesas e recursos. PÁGINA: 41 de 355

48 4.7 - Outras contingências relevantes Não existem outras contingências relevantes além daquelas discutidas nos demais itens deste capítulo 4. PÁGINA: 42 de 355

49 4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados a - restrições impostas ao exercício de direitos políticos e econômicos: Não há. b - restrições à circulação e transferência dos valores mobiliários: c - hipóteses de cancelamento de registro: d - outras questões do interesse dos investidores: Não há. Não há. Não há. PÁGINA: 43 de 355

50 5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado A Companhia, no curso normal de suas atividades, está exposta a vários riscos financeiros que são inerente ás suas atividades. Tais riscos estão relacionados principalmente às oscilações em taxas de juros, câmbio e preço de commodities, como cobre e aço. Dentro estes riscos financeiros, destacam-se: Risco de Crédito O risco de crédito é um risco de natureza financeira, relacionado à possibilidade de não recebermos de nossos clientes valores ou créditos devidos em virtude da venda de nossos produtos, ou de recebermos os pagamentos de tais créditos fora dos prazos préestabelecidos. Risco de Liquidez O risco de liquidez representa a possibilidade de descasamento entre os vencimentos de nossos ativos e passivos. Nossa política geral é manter níveis de liquidez adequados, que possam assegurar o cumprimento de nossas obrigações presentes e futuras, bem como nos possibilite aproveitar oportunidades comerciais à medida que surgirem. Risco de Mercado O risco de mercado está relacionado ao impacto negativo sobre o valor de nossos ativos e passivos e receitas causado por oscilações de fatores como taxa de juros ou taxas de câmbio e preços de commodities metálicas como cobre e aço. A maior parte de nossas atividades está sujeita a riscos de mercado. Risco de Taxa de Juros O risco de taxa de juros decorre da precificação de ativos e passivos em momentos distintos. Um aumento nas taxas de juros poderá elevar o custo dos nossos empréstimos, reduzir a demanda por nossos produtos ou ter um impacto negativo sobre nossas despesas financeiras e resultados operacionais. De forma análoga, um eventual aumento das taxas de juros também teria impacto sobre a remuneração das nossas aplicações financeiras, com efeitos positivos sobre a receita financeira. Em 31 de dezembro de 2011, 62% de nossos empréstimos e financiamentos estavam denominados em reais e sujeitos à flutuação de taxas como a Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP. Risco de Taxa de Câmbio O risco cambial decorre da titularidade de ativos, passivos e itens denominados ou indexados a moedas estrangeiras. No exercício encerrado em 31 de dezembro de 2011, aproximadamente 44 % de nossa receita operacional líquida foi obtida em outros mercados que não o Brasil e em outras moedas que não o Real, principalmente em dólares americanos e euros. Em 31 de dezembro de 2011, nosso endividamento denominado em outras moedas, principalmente dólar americano e euro, representado por financiamentos em moeda PÁGINA: 44 de 355

51 5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado estrangeira de curto e longo prazo, era equivalente a R$ 1.311,8 milhões, ou 38%, do endividamento total. PÁGINA: 45 de 355

52 5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado Política de Gestão de Riscos Financeiros Nossas práticas e procedimentos de gestão de riscos financeiros buscam proteção contra a volatilidade de taxas de juros, taxas de câmbio, preço de commodities metálicas e a mitigação dos impactos negativos trazidos por esta volatilidade sobre o fluxo de caixa da Companhia. A Companhia constituiu um Comitê de Gestão de Riscos Financeiros, como órgão da Diretoria Executiva, que aprovou uma Política de Gestão de Riscos Financeiros. Estratégia de proteção patrimonial (hedge) As estratégias de gerenciamento dos riscos financeiros utilizadas pela Companhia buscam proteger a companhia contra os impactos negativos da oscilação das principais variáveis de mercado. A Companhia não realiza operações com instrumentos financeiros para fins especulativos nem contrata instrumentos financeiros com objetivos diversos de proteção patrimonial (hedge). Como comentado, a Companhia busca proteção contra riscos das variações de taxas de câmbio e taxas de juros. Os principais instrumentos e parâmetros utilizados são: Risco de variação cambial Aproximadamente 39% das Receitas Líquidas da Companhia são realizadas no mercado externo e as principais moedas são o dólar norte americano (USD) e o Euro. Assim, uma apreciação do R$ (Real) frente a estas moedas reduziria nossas receitas em R$. Por outro lado, 38% de nosso endividamento bruto esta denominado em moedas estrangeiras, principalmente USD e Euro. O risco de variação cambial sobre os empréstimos e financiamentos em moedas estrangeiras é decorrente de uma possível desvalorização do R$, quando o principal e os juros destes financiamentos seriam impactados negativamente. Os riscos cambiais ativos (receitas) ou passivos (endividamento) são mitigados pelo gerenciamento da exposição cambial líquida, que pode utilizar instrumentos financeiros sem caixa (Non Deliverable Futures ou NDF s), aplicações financeiras em moedas estrangeiras e/ou através de endividamento financeiro atrelado a moedas estrangeiras. Risco de taxas de juros Atualmente, o caixa e disponibilidades da Companhia são aplicados em CDBs ou debêntures atrelados à taxa de juros dos certificados de depósito interbancário (CDI), emitidos por bancos de primeira linha e de reduzido risco de crédito. Assim, uma redução da taxa do CDI ocasionaria uma redução das receitas financeiras obtidas por estas aplicações financeiras. PÁGINA: 46 de 355

53 5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado Aproximadamente 31% dos financiamentos que compõem o endividamento bancário total estão atrelados à TJLP. Por conseqüência, um aumento da TJLP causaria o aumento de nosso endividamento bancário bem como de nosso serviço de dívida. O risco de taxa de juros sobre aplicações financeiras, empréstimos e financiamentos são monitorados constantemente. Podemos utilizar instrumentos financeiros sem caixa para mitigar os riscos de taxas de juros referencias para as aplicações financeiras e financiamentos da Companhia. Parâmetros utilizados para o gerenciamento de riscos A administração e gerenciamento desses riscos são realizados pelo Comitê de Gestão de Riscos Financeiros, por meio da Politica de Gestão de Riscos Financeiros, que definiu os fatores de riscos, o nível de exposição e definição de estratégias. O Comitê de Gestão de Riscos Financeiros realiza reuniões semanais para o monitoramento dos riscos de mercado, com a participação de integrantes de diversas áreas e departamentos realizando, de maneira contínua e, o monitoramento dos limites gerais estabelecidos pela Política de Gestão de Riscos Financeiros. Adequação da estrutura operacional e controles internos para verificação da efetividade da política adotada A Companhia executa o monitoramento constante de suas atividades e controles internos visando identificar possíveis riscos, bem como aplica testes de verificação nesses controles, testes esses efetuados pelas áreas e pela auditoria interna. PÁGINA: 47 de 355

54 5.3 - Alterações significativas nos principais riscos de mercado A Companhia entende que não houve alterações significativas nos principais riscos de mercado a que está exposta além daquelas discutidas anteriormente e que as práticas e procedimentos atuais, de caráter descentralizado, atendem de forma satisfatória suas necessidades de monitoramento das principais exposições. Estas práticas e procedimentos são combinados com a cultura organizacional da Companhia de prudência na condução dos negócios. PÁGINA: 48 de 355

55 5.4 - Outras informações relevantes No ultimo exercício social não houve alterações significativas nos principais riscos de mercado, bem como no monitoramento de riscos adotado pela Companhia. PÁGINA: 49 de 355

56 6.1 / 6.2 / Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM Data de Constituição do Emissor 16/09/1961 Forma de Constituição do Emissor País de Constituição Constituída sob a forma de sociedade limitada e transformada em sociedade anônima de capital fechado em 7 de junho de Em 1971 as ações da Companhia foram admitidas à negociação em bolsa de valores. Brasil Prazo de Duração Prazo de Duração Indeterminado Data de Registro CVM 09/02/1982 PÁGINA: 50 de 355

57 6.3 - Breve histórico A WEG iniciou suas atividades em 1961, na cidade de Jaraguá do Sul, Santa Catarina, fabricando motores elétricos. A denominação original da empresa foi Eletromotores Jaraguá Ltda., mas adotou o nome de WEG, junção das iniciais dos seus três fundadores: Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus, como marca dos seus produtos desde o primeiro motor fabricado. A WEG adotou como estratégia de negócio a criação de uma ampla rede de assistência técnica altamente qualificada, para melhor atender os clientes e divulgar os produtos. Os primeiros assistentes técnicos da companhia foram credenciados ainda na década de 60. Em 1968, acompanhando o rápido crescimento da produção de motores e a falta de mão de obra qualificada na região, a empresa criou o CentroWEG, escola profissionalizante que até hoje ensina os processos produtivos para estudantes do ensino médio, oferecendo acesso à educação técnica e a oportunidade de ingressar na empresa após o término do curso. A década de 70 foi marcada pelo processo de expansão no mercado nacional e pelos primeiros passos da empresa no mercado internacional. Além da aquisição da área para instalação do segundo parque fabril e do início da negociação das ações WEG em bolsa de valores, a Companhia começou a exportar seus motores para países da América Latina. Em setembro de 1975, a empresa atingiu a marca de 1 milhão de motores elétricos produzidos, consolidando o nome WEG no mercado de equipamentos elétricos. Na década de 1980, dando início ao processo de expansão e diversificação dos negócios, foi criada a WEG Máquinas, especializada na produção de máquinas elétricas girantes de grande porte, a WEG Acionamentos, para a fabricação de componentes eletroeletrônicos, e a WEG Transformadores, para a produção de equipamentos de distribuição. Em 1983 a empresa ingressou no mercado de tintas industriais e eletroisolantes, com a criação da WEG Química, atual WEG Tintas. Finalmente, em 1986, foi criada a WEG Automação, para desenvolver, produzir e comercializar produtos de automação industrial e pacotes elétricos. A consolidação da presença no mercado internacional continuou na década de 1990, com a inauguração da filial de distribuição nos Estados Unidos e a aquisição de uma empresa na Bélgica. Em 1996 a WEG atingiu a marca de 100 milhões de CVs produzidos, tornando-se a maior fabricante de equipamentos elétricos da América Latina. Para melhorar as condições de competitividade no mercado internacional, a partir de 2000, a companhia começou a implantar unidades fabris no exterior, adquirindo no mesmo ano duas unidades na Argentina e uma fábrica no México, uma fábrica em Portugal em 2002 e uma unidade na China em Com a aquisição de capital da Voltran, companhia mexicana fabricante de transformadores, em 2006, foi criada a PÁGINA: 51 de 355

58 6.3 - Breve histórico WEG Transformadores México, primeiro unidade no exterior a fabricar produtos além dos motores elétricos. Em 2007 a WEG adquiriu o controle do capital da Trafo Equipamentos Elétricos S.A., fabricante de transformadores com parques fabris no Rio Grande do Sul e em São Paulo, e da HISA Hidráulica Industrial S.A., fabricantes de turbinas hidráulicas sediada em Santa Catarina, incorporando novos produtos ao seu portfólio. No ano de 2010 a empresa adquiriu o controle acionário da ZEST, empresa sul-africana líder de mercado na distribuição e integração de sistemas e produtos eletro-eletrônicos para uso industrial, da mexicana Voltran, e da Instrutech, fabricante brasileira de produtos e sistemas de automação industrial de segurança homem/máquina. Expansão e conquista de novos mercados marcaram o ano de 2011, com a entrada da companhia no segmento de energia eólica, passando a produzir aerogeradores com uma das mais modernas tecnologias do mercado, e a aquisição de três novas unidades para a fabricação de tintas, duas no Brasil e uma na Argentina. Adicionalmente, no último trimestre do ano foram anunciadas a aquisição da Electric Machinery, companhia com mais de 100 anos de existência, especialista na fabricação de máquinas elétricas girantes de grande porte, e a entrada da WEG no negócio de redutores de velocidade, com a aquisição da Watt Drive na Áustria e a joint venture com a brasileira Cestari. Em junho de 2012 a WEG anunciou a aquisição da Stardur Tintas Especiais Ltda reforçando a expertise em produtos de alta tecnologia para aplicações industriais além da entrada em um novo segmento de negócio, o de repintura automotiva. Em 16 de outubro de 2012, um incêndio interrompeu a produção na Stardur, que foi transferida para outras unidades do Grupo por tempo indeterminado. Em outubro de 2012 a companhia adquiriu a Injetel Indústria e Comércio de Componentes Plásticos Ltda, empresa especializada na fabricação e comercialização de interruptores, tomadas e plugues para aplicações comerciais e prediais. Em dezembro de 2012 a WEG anunciou a aquisição da Indústria de Tintas e Vernizes Paumar S.A., empresa especializada na fabricação e comercialização de tintas, vernizes, esmaltes e lacas. Atualmente o Grupo WEG conta com unidades fabris no Brasil e no exterior, atuando em cinco unidades de negócio: Motores, Automação, Energia, Transmissão & Distribuição e Tintas. Com mais de 24 mil colaboradores, a empresa consolidando-se como uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo. PÁGINA: 52 de 355

59 6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas a) Em 2012 (i) Aquisição da Stardur Em 19 de junho, anunciamos a aquisição da Stardur Tintas Especiais Ltda., empresa especializada na fabricação e comercialização de tintas. A Stardur atua nos segmentos de tintas de alto e baixos sólidos, plástico engenheirado, hidrossolúveis, coil coatings e repintura automotiva, complementando o portfólio de produtos da unidade WEG Tintas. Em 16 de outubro de 2012, um incêndio interrompeu a produção na Stardur, que foi transferida para outras unidades do Grupo por tempo indeterminado. (ii) Aquisição da Injetel Em 31 de outubro, anunciamos a aquisição da Injetel Indústria e Comércio de Componentes Plásticos Ltda. ( Injetel ), empresa especializada na fabricação e comercialização de interruptores, tomadas e plugues para aplicações comerciais e prediais. (iii) Aquisição da Paumar Em 03 de dezembro, anunciamos a aquisição da Indústria de Tintas e Vernizes Paumar S.A. ( Paumar ), empresa especializada na fabricação e comercialização de tintas, vernizes, esmaltes e lacas. a) Em 2011 (i) Acordo com Grupo M.Torres Olvega Industrial / MTOI (Espanha) Em 03 de março, anunciamos a assinatura de Memorando de Entendimento e o Acordo de Transferência de Tecnologia com o Grupo M. Torres Olvega Industrial (MTOI), grupo fundado em 1975 para projetar, desenvolver e fabricar sistemas para processos de automação industrial e soluções para os setores de aeronáutica, papel e energia. O acordo tecnológico da MTOI com a WEG resultará na criação de uma joint venture, com participação igualitária, para a fabricação, montagem, instalação e comercialização de aerogeradores e fornecimento de serviços de operação e manutenção, no Brasil. A fabricação dos aerogeradores acontecerá inicialmente no parque fabril de Jaraguá do Sul/SC. (ii) Aquisição Pulverlux (Argentina) Em 11 de maio anunciamos a assinatura de acordo para a aquisição, pela WEG Tintas, do controle acionário da Pulverlux S.A., empresa especializada na fabricação e comercialização de tintas em pó na Argentina. Adicionalmente, anunciamos a abertura PÁGINA: 53 de 355

60 6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas de uma nova unidade de fabricação em Mauá (SP) e uma unidade de distribuição em Cabo de Santo Agostinho (PE). (iii) Joint Venture com a CESTARI Em 19 de outubro de 2011 anunciamos acordo de entendimentos assinado com a CESTARI Industrial e Comercial S.A. ( CESTARI ), para o desenvolvimento, a fabricação e comercialização de redutores e motorredutores. (iv) Aquisição da Watt Drive (Áustria) Em 08 de novembro anunciamos a aquisição da Watt Drive Antriebstechnik GmbH ( Watt Drive ), companhia austríaca especializada no desenvolvimento e fabricação de redutores, motorredutores, inversores de frequência e sistemas de acionamento. Fundada em 1972 nas proximidades de Viena, Áustria, a Watt Drive era um tradicional player europeu no segmento de power transmission, com unidade fabril na Áustria e unidades de montagem na Alemanha e Cingapura e com extensa rede de representantes comerciais. Com a aquisição da Watt Drive a WEG passa a oferecer soluções power transmission nos mercados externos, em linha com a estratégia de oferecer um portfólio de produtos e soluções cada vez mais amplo. (v) Aquisição da Electric Machinery (EUA) Em 03 de novembro anunciamos a assinatura do acordo com a GE Energy para a aquisição da Electric Machinery ( EM ). A aquisição foi concluída ao final de A Electric Machinery, fundada em 1891 e baseada em Minneapolis (EUA), desenvolve e fabrica motores, geradores e excitatrizes que são fornecidas principalmente nos mercados globais de petróleo e gás e geração de energia. A empresa também fornece uma gama completa de serviços de pós-venda, incluindo instalação, suporte de campo, partes e peças, reparos, rebobinagem, rebalanceamento e suporte técnico. b) Em 2010 (i) Aquisição de controle acionário da ZEST (África do Sul)) Em 25 de maio comunicamos em Fato Relevante que estávamos firmando acordo para a aquisição do controle do ZEST Group, companhia com sede na África do Sul formado pela distribuidora líder em motores elétricos naquele mercado e por companhias especializadas na montagem de painéis elétricos industriais, na integração produtos para a montagem de grupos geradores e na prestação de serviços de comissionamento elétrico. O ZEST Group mantém há mais de 30 anos parceria com a WEG, importando e distribuindo seus produtos. PÁGINA: 54 de 355

61 6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas Foi informado que as partes esperavam concluir a transação até o final de junho de 2010, ao final do processo de due diligence. (ii) Aquisição de participação adicional na Voltran S.A. de C.V. (México) Em 25 de maio anunciamos o acordo com a família Jimenez a aquisição do controle da Voltran S.A, de C.V., elevando nossa participação no capital total desta para 60%. A WEG adquiriu, em maio de 2006, 30% no capital do capital da Voltran, um dos maiores fabricantes de transformadores do mercado mexicano. (iii) Aquisição da Instrutech Ltda. Em 09 de junho anunciamos que a controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. celebrou acordo para aquisição da Instrutech Ltda. ( Instrutech ), empresa brasileira fabricante de produtos e sistemas de automação industrial e comercial e de segurança homem/máquina. (iv) Aquisição da Equisul Ltda. Em 06 de dezembro, anunciamos que a controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. assinou acordo para a aquisição da empresa Equisul Indústria e Comércio Ltda, especializada no desenvolvimento e fabricação de sistemas de fornecimento ininterrupto de energia (uninterruptible power supply ou UPS), incluindo no-breaks, inversores, retificadores, carregadores e bancos de baterias. A Equisul somente passou a ser consolidada nas demonstrações financeiras a partir de c) Em 2009 (i) Instalação nova Unidade Industrial Município de Linhares (ES) Em 13 de agosto comunicamos em Fato Relevante que estávamos em negociações com os governos do Espírito Santo e do município de Linhares para a instalação de uma nova Unidade Industrial. A conclusão dessas negociações foi informada em 21 de agosto, com a confirmação da construção de um novo parque fabril para expansão de suas atividades de produção de motores elétricos. Na construção do futuro parque fabril a WEG adotou uma concepção modular, que permite o aumento gradual e contínuo da capacidade produtiva, atendendo às necessidades de expansão da companhia ao longo de vários anos. O primeiro destes módulos produtivos em Linhares deve entrar em operação em Esta concepção modular é utilizada pela WEG em suas outras unidades fabris no Brasil e no exterior. (ii) Incorporação de ações de emissão da TRAFO pela WEG Em Assembleias Gerais Extraordinárias realizadas em 28 de dezembro de 2009 tanto na WEG S.A. como na subsidiária Trafo Equipamentos Elétricos S.A., foi aprovada a operação de incorporação de ações de emissão da TRAFO pela WEG. PÁGINA: 55 de 355

62 6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas Com a incorporação, a TRAFO passou a ser uma subsidiária integral da WEG e esta, por sua vez, passou a ser a acionista detentora da totalidade das ações de emissão da TRAFO, direta ou indiretamente, além de continuar a deter todos os direitos e obrigações por ela detidos imediatamente antes da aprovação da operação. Os acionistas da TRAFO, por sua vez, passaram a deter ações da WEG, conforme relação de substituição aprovada. Posteriormente, em 30 de dezembro de 2009, foi aprovada a incorporação da Trafo Equipamentos Elétricos S.A. pela subsidiária WEG Equipamentos Elétricos S.A. PÁGINA: 56 de 355

63 6.6 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial Não existem pedidos de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial. PÁGINA: 57 de 355

64 6.7 - Outras informações relevantes Não existem informações adicionais àquelas anteriormente prestadas. PÁGINA: 58 de 355

65 7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas Atividades desenvolvidas pelo emissor: Acreditamos que o Grupo WEG seja atualmente o maior fabricante de equipamentos eletroeletrônicos de uso industrial do Brasil e da América Latina. Acreditamos, também, que estamos entre os maiores fabricantes de motores elétricos de baixa tensão no mundo. Estimamos que a nossa participação no mercado nacional de motores elétricos varie entre 75% e 95%, dependendo do tipo de motor e segmento de mercado. Produzimos aproximadamente motores elétricos diariamente e mais de tipos diferentes de motores elétricos a cada ano. A segmentação tradicionalmente utilizada pela WEG em sua comunicação com o mercado considera o critério de dinâmica de mercado, agrupando as receitas em áreas de negócio, conforme abaixo: Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais- inclui os motores elétricos de baixa e média tensão, drives & controls, equipamentos e serviços de automação industrial e serviços de manutenção. Competimos com nossos produtos e soluções em praticamente todos os principais mercados mundiais. Os motores elétricos e demais equipamentos tem aplicação em praticamente qualquer segmento industrial, em equipamentos como compressores, bombas e ventiladores, por exemplo; Geração, Transmissão e Distribuição de Energia - Os produtos e serviços incluídos nesta área são os geradores para usinas hidráulicas e térmicas, turbinas hidráulicas, transformadores, subestações, painéis de controle e serviços de integração de sistemas. Temos realizado investimentos em capacidade produtiva, como nossas novas unidades de transformadores no México e de motores de alta tensão na Índia, para expandir nossa atuação para além do mercado brasileiro, onde temos forte presença atualmente; Motores para Uso Doméstico - Nosso foco de atuação nesta área é o mercado brasileiro, onde mantemos expressiva participação no mercado de motores monofásicos para bens de consumo durável, como lavadoras de roupas, aparelhos de ar condicionado, bombas de água, entre outros; e Tintas e Vernizes. - inclui tintas líquidas, tintas em pó e os vernizes eletro-isolantes, com foco em aplicações industriais, navais e em coberturas para ambientes agressivos. Esses produtos encontram aplicações tanto em bens de capital como em bens de consumo durável e semi-durável. Esta segmentação não é a mesma utilizada na organização interna da WEG, que considera aspectos industriais e divide a companhia em cinco unidades de negócios: motores, automação, energia, transmissão & distribuição e tintas & vernizes. A reconciliação das duas formas de informação pode ser observada abaixo: Área de Negócios Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais Geração, Transmissão e Distribuição Motores para Uso Doméstico Tintas e Vernizes Unidades de Negócio Motores + Automação Energia + T&D + Automação Motores Tintas & vernizes PÁGINA: 59 de 355

66 7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas No Brasil, possuímos operações fabris nas seguintes localidades: Jaraguá do Sul (Santa Catarina) Parques Fabris I e II - produção de motores elétricos, automação e energia, bem como funções corporativas e administrativas Guaramirin (Santa Catarina) Parque Fabril III produção de tintas líquidas e em pó e operações metalúrgicas (fundições), Blumenau (Santa Catarina) Parque Fabril IV produção de transformadores Itajaí (Santa Catarina) produção de transformadores a seco e automação Joaçaba (Santa Catarina) HISA - produção de turbinas hidráulicas São José (Santa Catarina) Equisul produção de no breaks e UPS Gravataí (Rio Grande do Sul ) produção de transformadores São Bernardo do Campo (São Paulo) - produção de motores de alta tensão e geradores São Paulo (São Paulo) Instrutech produção de sensores eletrônicos para automação industrial Manaus (Amazonas) produção de motores elétricos comerciais Linhares (Espirito Santo) - produção de motores elétricos comerciais Mauá (São Paulo) Paumar e unidade WEL - produção de tintas líquidas Monte Alto (São Paulo) produção de redutores e motorredutores Indaiatuba (São Paulo) produção de tintas líquidas (temporariamente paralisada) Curitiba (Paraná) produção de interruptores, tomadas e plugues para aplicações comerciais e prediais Controladas no Exterior que Desenvolvem Atividades Produtivas - as unidades produtivas no exterior objetivam a pesquisa, desenvolvimento, produção, industrialização, comercialização, exportação, importação, promoção e representação dos nossos produtos no exterior, bem como a prestação de serviços de montagem, instalação, manutenção e assistência técnica relacionada aos nossos produtos no exterior. WEG Equipamientos Electricos S/A (Argentina) - Promove e comercializa, por meio de uma equipe de vendas local, tanto produtos de fabricação própria como os produtos das nossas linhas de negócios localizadas no Brasil, tais como motores elétricos de alta e baixa tensão, transformadores e geradores. WEG México S.A. de C.V. (México) - Atua por meio de uma equipe de vendas local, que promove e comercializa os seus produtos, bem como todas as demais linhas de produtos fabricadas no Brasil. Os produtos importados das nossas fabricas no Brasil são principalmente motores elétricos para uso em eletrodomésticos e aplicação em instalações industriais em geral. PÁGINA: 60 de 355

67 7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas WEG Transformadores de Mexico S.A de C.V. (México) e Voltran S.A. de C.V. - Atuam por meio de uma equipe de vendas local, que promove e comercializa os seus produtos, bem como produtos fabricados no Brasil para aplicação em instalações elétricas como subestações de energia. WEG Euro - Indústria Elétrica S.A. (Portugal) - Atua por meio de uma equipe de vendas local, que promove e comercializa os seus produtos, bem como todas as demais linhas de produtos fabricadas no Brasil. Os produtos importados das nossas fabricas no Brasil são principalmente motores elétricos. WEG Nantong Electric Motors Manufacturing CO., Ltd (China) - Adquirida em novembro de 2004, dedica-se à produção de motores elétricos trifásicos de alta e baixa tensão destinados principalmente para consumidores nos segmentos de siderurgia, mineração, petroquímica e de OEM's (aplicação em bombas, compressores e máquinas e equipamentos de uso geral). WEG Industries (India) Private Ltd. (Índia) A unidade, cujo projeto foi anunciado em maio de 2008 e que iniciou produção em fevereiro de 2011, dedica-se à produção de motores elétricos de alta tensão e geradores, destinados principalmente para aplicações de infra-estrutura, como bombas para irrigação e geração de energia. ZEST Electric Motors (Pty) Ltd. (África do Sul) O controle foi adquirido em maio de A ZEST atua por meio de uma equipe de vendas local, que promove e comercializa os seus produtos, bem como todas as demais linhas de produtos fabricadas no Brasil, além de produtos de terceiros incluídos em sistemas elétricos completos, para aplicações industriais gerais, como por exemplo, mineração, petróleo e gás e geração e distribuição de eletricidade. Pulverlux (Argentina) Adquirida em maio de 2011 pelas WEG Tintas, empresa especializada na fabricação e comercialização de tintas em pó na Argentina. A Pulverlux atua nos segmentos de arquitetura, perfis de alumínio, painéis elétricos, eletrodomésticos, autopeças, máquinas e equipamentos. Electric Machinery (Estados Unidos) O controle foi adquirido no final de 2011, a empresa desenvolve e fabrica motores, geradores e excitratizes que são fornecidas principalmente nos mercados globais de petróleo e gás e geração de energia. A empresa também fornece uma gama completa de serviços de pós-venda, incluindo instalação, suporte de campo, partes e peças, reparos, rebobinagem, rebalanceamento e suporte técnico. Watt Drive (Áustria) Adquirida em novembro de 2011, companhia austríaca especializada no desenvolvimento e fabricação de redutores, motorredutores, inversores de freqüência e sistemas de acionamento. Controladas no Exterior que Desenvolvem Atividades de Distribuição e Comercialização - as unidades de distribuição e comercialização no exterior objetivam a comercialização, exportação, importação, promoção e representação das diversas linhas de negócios, bem como a prestação de serviços de montagem, instalação, manutenção e assistência técnica relacionada a esses produtos. WEG Electric Corp. (Estados Unidos da América) PÁGINA: 61 de 355

68 7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas WEG Benelux S.A. (Bélgica) WEG France S.A. (França) WEG Germany Gmbh (Alemanha) WEG Electric Motors (UK) Ltd. (Inglaterra) WEG Australia Pty Ltd. (Austrália) WEG Iberia S.L. (Espanha) WEG Scandinavia AB (Suécia) WEG Italia S.R.L. (Itália) WEG Indústrias Venezuela C.A. (Venezuela) WEG Chile S.A. (Chile) WEG Colômbia Ltda (Colômbia) WEG Electric (India) PVT. LTD. (Índia) WEG Electric Motors Japan CO., LTD. (Japão) WEG Singapore (Cingapura) WEG Middle East (Emirados Árabes Unidos) WEG Germany NN (Rússia) Parceria - Nos países onde não possuímos empresas controladas que desenvolvem atividades industriais ou de distribuição e comercialização, atuamos por meio de parcerias com distribuidores e representantes locais. Nossa parceria mais relevante no exterior é com a V. J. Pamensky Canada INC. (Canadá). Nossa parceira há mais de 25 anos, a V. J. Pamensky Canada INC. atua como distribuidora e representante dos nossos produtos no mercado canadense. A empresa compra nossos produtos, principalmente motores elétricos, drives, contatores, reles e chaves de partida, e os distribui localmente. PÁGINA: 62 de 355

69 Formulário de Referência WEG SA Versão : Informações sobre segmentos operacionais a) produtos e serviços comercializados O quadro abaixo apresenta os produtos dentro das nossas áreas de atuação: Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais Estão incluídos produtos como motores elétricos de baixa, média e alta tensão, drives, equipamentos e serviços de automação industrial, componentes elétricos, além de serviços de manutenção. Acreditamos que somos um dos líderes mundiais em motores industriais de baixa tensão e temos aumentado nossa participação de mercado em soluções industriais integradas. A demanda por este tipo de produto é decorrente basicamente do crescimento da produção industrial e do investimento em formação de capital fixo, tanto no Brasil como no resto do mundo. Os mercados consumidores são diversificados, tanto do ponto de vista geográfico como do ponto de vista do tipo de cliente. Este é um segmento onde nós temos presença global, concentrando grande parte das nossas vendas no mercado externo. Os nossos principais clientes nesta área de atuação são os fabricantes de equipamentos, normalmente referidos como OEM (Original Equipment Manufacturers) de bens de capital e as grandes empresas industriais que estejam realizando investimentos em expansão de capacidade. PÁGINA: 63 de 355

70 7.2 - Informações sobre segmentos operacionais Produtos Desenvolvemos e produzimos uma grande variedade de motores elétricos, que podem ser divididos nos seguintes grupos: Motores para Uso Geral. Os nossos motores elétricos para uso geral incluem motores trifásicos, monofásicos, de alto rendimento, de carcaça de alumínio, fracionários e multivelocidade. Esses motores são utilizados, exemplificativamente, em máquinas industriais em geral, sistemas de bombeamento, sistemas de ventilação, equipamentos de baixa potência com aplicações diversas, britadores, esteiras transportadoras e máquinas operatrizes. Motores para Uso Específico. Os nossos motores elétricos para uso específico incluem motores para compressores, bombas monobloco, poços de petróleo, motosserras, inverter duty (com variação de velocidade), farm duty (aplicações rurais), motores IEEE 841 (aplicação no setor petroquímico), para bombas centrífugas, motofreio e para bombas de combustíveis. Motores para Ambientes Agressivos. Os nossos motores elétricos para ambientes agressivos são utilizados em atmosferas explosivas (plataformas de petróleo, bombas de combustível e indústria química em geral) e incluem motores à prova de explosão, motores de segurança aumentada e motores não acendíveis. Motores de Alta Tensão. Esses motores elétricos são desenvolvidos e produzidos por encomenda, com alto valor agregado, e se destinam às indústrias que requerem soluções específicas, tais como as que atuam nos setores de mineração, petroquímica, siderurgia e papel e celulose. Além dos motores elétricos, produzimos ainda uma série de componentes eletrônicos e eletromecânicos para proteção e controle desses motores elétricos em instalações elétricas em geral. Esses componentes incluem os inversores de frequência, drives, interruptores termomagnéticos em caixa moldada, disjuntores, chaves de partida, botoeiras para comando e sinalização, mini-disjuntores, contatores e relés de sobrecarga, temporizadores e protetores eletrônicos, capacitores para correção de fator de potência, capacitores de polipropileno metalizado tipo permanente para motores e iluminação e fusíveis. Esses componentes podem ser vendidos separadamente ou em conjuntos simples motor mais componente. Normalmente, contudo, são fornecidos dentro de pacotes integrados, na forma de painéis elétricos, centros de controle de motores e sistemas de supervisão e controle, incluindo interfaces de rede de computadores e software supervisor. Geração, Transmissão e Distribuição de Energia PÁGINA: 64 de 355

71 7.2 - Informações sobre segmentos operacionais Nessa área estão incluídos diversos produtos como geradores para usinas hidráulicas, usinas térmicas de diversos tipos e usinas eólicas, transformadores e subestações, bem como painéis de controle e serviços de automação de energia. Estes produtos e sistemas também são considerados bens de capital. O que os diferencia é que a demanda por este tipo de produto depende basicamente do crescimento do investimento diversificado em energia, nos três subsegmentos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, e não a produção industrial e o investimento em formação de capital fixo, como é o caso dos equipamentos eletroeletrônicos industriais. Nesta área de atuação, estamos focados nas Américas, utilizando nossa grande presença no Brasil, ainda hoje nosso mercado mais importante, como base para atuar nos demais países. Os nossos principais consumidores nesta área são as concessionárias de geração, transmissão e distribuição de energia, as pequenas centrais hidroelétricas (PCH) e as grandes empresas industriais que adotam a co-geração de energia elétrica. Produtos Desenvolvemos e produzimos geradores de alta tensão que utilizam os mais diferentes combustíveis e as seguintes fontes de energia: hidráulica, térmica e eólica. Trabalhamos individualmente ou em consórcio com outras empresas no fornecimento de equipamentos e sistemas completos para geração de energia. Além disso, atuamos no desenvolvimento e produção de transformadores de energia, que podem ser de potência (ou de força), industriais (ou de meia-força) e de distribuição. Esses transformadores são utilizados na transformação de potencia elétrica de alta tensão para níveis de consumo. Atuamos também no fornecimento de subestações de energia elétrica de até 100 MVA em regime turn-key. Nossa atuação abrange desde a estruturação e implantação do projeto, até a instalação e início de operação. Motores para Uso Doméstico Nesta área de atuação, incluem-se todos os motores monofásicos, desenvolvidos e produzidos para utilização pelos fabricantes de eletrodomésticos e aparelhos de uso residencial, o que inclui motores para lavadoras de roupa automáticas e semiautomáticas, secadoras, motores para movimentação de ar, motores para condicionadores de ar, motores do tipo inverter duty para lava-roupas, além de uma ampla gama de motores de pequeno porte para aplicações como bombas de água, cortadores de grama, entre outros. O mercado consumidor também é diversificado, embora, pelas características do mercado, exista maior concentração nos grandes OEMs (Original Equipment Manufacturers) de linha branca geral. Nesta área, possuímos atuação focada principalmente no Brasil e, subsidiariamente, na América Latina. A demanda por esses produtos depende do crescimento da renda disponível ao consumidor, da oferta de crédito e das taxas de juros. PÁGINA: 65 de 355

72 7.2 - Informações sobre segmentos operacionais Tintas e Vernizes O foco de atuação nesta área é exclusivamente o mercado brasileiro e os produtos de aplicação industrial. Além disso, toda a nossa necessidade de tintas e vernizes para a fabricação de nossos produtos é suprida por esta área. Os principais produtos são tintas líquidas e em pó, vernizes eletroisolantes e resinas. Acreditamos ser um dos maiores fabricantes brasileiros de tintas em pó e tintas para aplicações navais. Esses produtos são utilizados pela indústria de bens de consumo duráveis e de bens de capital em geral, para cobrir e proteger componentes e produtos. Os nossos principais clientes na área de tintas e vernizes são metalúrgicas, estaleiros, fabricantes de equipamentos e ferramentas e indústrias de móveis. Esses clientes são também normalmente, consumidores das linhas de produtos das nossas demais áreas de atuação, o que evidencia a grande sinergia existente entre esta e as demais áreas de atuação. Dada a grande diversidade de produtos, a demanda nesta área depende do crescimento da produção industrial e do PIB. b) receita proveniente do segmento e sua participação na receita líquida do emissor Na tabela abaixo apresentamos a participação de cada uma das quatro áreas de atuação na nossa receita nos períodos indicados: Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais 62,2% 57,4% 48,4% Energia Geração, Transmissão e Distribuição 22,5% 24,3% 33,5% Motores para Eletrodomésticos 9,8% 12,4% 12,2% Tintas e Vernizes 5,4% 5,8% 5,9% c) lucro ou prejuízo resultante do segmento e sua participação no lucro líquido do emissor Não divulgamos resultados operacionais por áreas de negócio. Para fins de atendimento às normas do IFRS de informações por segmento, a Administração definiu os segmentos operacionais e geográficos da Companhia com base nos relatórios utilizados internamente para sua tomada de decisão estratégica nos negócios. A gestão da Companhia está estruturada e sistematizada com informações das operações considerando os segmentos indústria, energia, exterior e consolidado. PÁGINA: 66 de 355

73 7.2 - Informações sobre segmentos operacionais Brasil Exterior Eliminações e Ajustes Consolidado Indústria Energia 31/12/11 31/12/10 31/12/11 31/12/10 31/12/11 31/12/10 31/12/11 31/12/10 31/12/10 31/12/10 Receita Operacional Líquida ( ) ( ) Lucro Antes dos Impostos e Partic ( ) ( ) Depreciação/Amortização/Exaustão Ativos identificáveis ( ) ( ) Passivos Identificáveis ( ) ( ) Indústria: motores monofásicos e trifásicos de baixa e média tensão, drives e controls, equipamentos e serviços de automação industrial, tintas e vernizes. Energia: geradores elétricos para usinas hidráulicas e térmicas (biomassa), turbinas hidráulicas (PCH s), transformadores, subestações, painéis de controle e serviços de integração de sistemas. Exterior: é composto pelas operações realizadas através das controladas localizadas em diversos países. A coluna de eliminações e ajustes inclui as eliminações aplicáveis a Companhia no contexto das demonstrações financeiras consolidadas em IFRS. Todos os ativos e passivos operacionais estão apresentados como ativos e passivos identificáveis. PÁGINA: 67 de 355

74 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais a) características do processo de produção Adotamos um modelo de negócios altamente integrado, produzindo internamente vários bens e serviços que são consumidos no desenvolvimento de nossas atividades principais. Como principal conseqüência da verticalização, desenvolvemos produtos customizados e os fabricamos em alta escala com menores custos. A verticalização da produção permite: Flexibilidade na produção, o que reduz prazos de entrega para produtos customizados ao menor custo; Flexibilidade da oferta, o que possibilita alterar rapidamente o mix de produtos ofertados para atender à demanda do mercado no momento; Controle do abastecimento das nossas fábricas, que implica maior flexibilidade no aumento da produção; Aprendizagem contínua de todas as etapas do nosso processo de produção, com ganhos de qualidade no produto final. Segue abaixo breve descrição da nossa estrutura verticalmente integrada de produção. Central de Chapas de Aço - é responsável pela produção dos rotores e estatores utilizados em nossos motores elétricos, incluindo os processos do corte, estampagem e tratamento térmico do aço. Fundição - nossas fundições são responsáveis pelo fornecimento de carcaças e tampas em ferro fundido para os motores elétricos e geradores. Central de Usinagem - é composta pelos departamentos de usinagem de fundidos e usinagem de eixos. O departamento de usinagem de fundidos realiza operações de corte, furação e preparação final das carcaças e tampas de motores e geradores. O departamento de usinagem de eixos produz, a partir de barras de aço longo, os eixos dos motores e geradores. Fábrica de Fios produzimos os diversos tipos de fios de cobre e de alumínio utilizados nos vários motores e transformadores que produzimos, recebendo o cobre ou alumínio em vergalhões brutos que são trefilados e isolados eletricamente com vernizes e, em algumas aplicações, papel e filmes plásticos especiais. Fábrica de Embalagens - Nossa fábrica de embalagens produz todas as embalagens de madeira utilizadas em nossas diversas linhas de produto. Muitas dessas linhas exigem embalagens especiais, capazes de suportar a armazenagem de produtos pesados e o seu transporte por longos trajetos. Contamos com áreas de reflorestamento próprias, que garantem o fornecimento contínuo de madeira. Ferramentaria - Essa unidade produz algumas das máquinas e ferramentas (moldes e dispositivos) que auxiliam no aumento da produtividade industrial das nossas fábricas, PÁGINA: 68 de 355

75 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais permitindo alta flexibilidade e agilidade no desenvolvimento de novos produtos e/ou aplicações. Além disso, esta área também atua na fabricação e na customização de algumas máquinas utilizadas em nosso processo produtivo. Processo Produtivo Nossos produtos são fabricados de acordo com as normas e especificações do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) e de entidades e órgãos de certificação de qualidade nos países em que atuamos, dentre os quais destacamos: Underwriters Laboratories Inc. (Estados Unidos), Bureau Veritas Quality International (Inglaterra), CSA International (Canadá), Asociación de Normalización Y Certificación, AC. (México), Instituto Argentino de Normalización (Argentina), South African Bureau of Standards (África do Sul), Physikalisch- Technische Bundesanstalt (Alemanha). Motores Elétricos e Geradores Os motores elétricos industriais são constituídos basicamente por carcaça, estator, rotor, eixo, anel, tampas dianteira e traseira, tampa defletora, ventilador e caixa de ligação. Por possuirmos uma estrutura de produção vertical, produzimos internamente cada um desses componentes. Dessa forma, temos total controle do abastecimento das nossas fabricas e dos parâmetros de processo, obtendo produtos especializados com custos de fabricação competitivos. O processo produtivo de motores elétricos de alta tensão para uso industrial e geradores para centrais elétricas de pequeno e médio porte envolve, basicamente, as mesmas etapas de fabricação do motor elétrico de baixa tensão e é dividido em: processamento de chapas de aço, injeção de alumínio, fundição, usinagem de fundidos, usinagem de eixos, fabricação de fios, fábrica de embalagens e montagem final. Transformadores Os transformadores podem ser classificados, segundo sua potencia e classe de tensão, como sendo de força, meia-força ou de distribuição. Estes produtos são utilizados na transformação de potencia elétrica de alta tensão para níveis de consumo. Atuamos também na construção de subestações de energia elétrica, desde a estruturação e implementação do projeto, até a instalação e início de operação, em regime turn-key. Os nossos transformadores, desconsideradas as potências e classes de tensão, podem ser do tipo à óleo ou seco, segundo o tipo de isolamento utilizado. Os transformadores à óleo são formados por núcleo, bobinas, ligações, tanque e acessórios. Os transformadores a seco são formados pelo núcleo, bobinas impregnadas, ligações e acessórios. O processo de fabricação, simplificadamente, é dividido nas seguintes etapas: (i) corte das chapas de núcleo; (ii) montagem do núcleo; (iii) fabricação das bobinas; (iv) montagem da parte ativa; (v) secagem e reaperto da parte ativa (somente p/ transformadores a óleo); (vi) fabricação do tanque e componentes; (vii) fechamento do transformador (somente p/ transformadores a óleo); e (viii) ensaios elétricos. PÁGINA: 69 de 355

76 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Componentes de Comando, Proteção e Controle Produzimos uma ampla gama de componentes elétricos e eletrônicos para a proteção, comando e controle de máquinas elétricas industriais. Estes componentes são integrados posteriormente na forma de painéis que compõe sistemas de automação industrial, de sistemas de geração de energia ou em subestações de energia. A unidade de fabricação dos produtos eletrônicos é responsável pela manufatura dos inversores de freqüência e dos soft-starters. Essa área possui atualmente máquinas para colocação automática de componentes (SMD) e linhas de inserção manual, além de máquinas para o envernizamento das placas e sistema completo para o teste de carga dos produtos. Os componentes de acionamento eletromecânico são compostos basicamente de elementos injetados em material termoplástico e termofixo, peças estampadas e contatos com prata. Novamente, em virtude da nossa estrutura vertical, produzimos internamente cada um desses componentes. Os processos e componentes de acionamento eletromecânico compreendem peças estampadas diversas e contatos de prata, injeção de peças plásticas e montagem. A unidade de fabricação de painéis elétricos é responsável pela estamparia, pintura e montagem. Essa área conta com máquinas puncionadeiras CNC, dobradeiras e linhas de fosfatização e pintura (pó e líquida). Além disso, possui também áreas específicas para a montagem e o teste dos painéis, garantindo assim a qualidade do produto final. Tintas e Vernizes Produzimos tintas líquidas e em pó, vernizes eletro-isolantes e resinas. Esses produtos são utilizados pela indústria de bens de consumo duráveis e de bens de capital em geral, para pintar e proteger componentes e produtos. Tinta em Pó. São tintas 100% sólidas, formadas por uma mistura balanceada de substâncias destinadas a decorar e proteger uma superfície, tais como polímeros, pigmentos aditivos e cargas minerais, que após processadas se apresentam como uma substância única, sob a forma de pó fino. Este pó é aplicado em altas temperaturas. O resultado final é uma película protetiva de alta resistência química e física que pode se apresentar nas mais diversas cores, brilhos e aspectos de acabamento. Tintas Líquidas. A composição básica das tintas líquidas é de cargas, resinas, solventes, pigmentos e reagentes. Esses elementos integram a fórmula de acordo com a necessidade do cliente, que é definida pela aplicação, ou seja, exposição ao tempo, intempéries e condições agressivas, dentre outros fatores. O processo de produção consiste nas seguintes etapas: (i) pesagem; (ii) dispersão; (iii) moagem; (iv) completagem; (v) ajuste das características do produto (cor, viscosidade, brilho, entre outros) conforme o padrão do cliente; (vi) o centro de qualidade analisa todas as características da tinta (viscosidade, sólidos, secagem, brilho, entre outros aspectos) e PÁGINA: 70 de 355

77 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais efetua a aprovação final; e (vii) embalagem e identificação com código do produto, lote e prazo de validade, e envio de laudo conforme solicitação do cliente. b) Características do processo de distribuição Grande parte dos nossos clientes encontra-se distante dos nossos centros de produção e distribuição. Para fazer com que nossos produtos cheguem até nossos clientes nacionais e internacionais, utilizamos os modais de transporte rodoviário e portuário brasileiros. Nossos produtos que se destinam à exportação são escoados principalmente por meio dos portos de São Francisco do Sul e Itajaí, no Estado de Santa Catarina, que se localizam a 60 km e 90 km, respectivamente, de distância da nossa principal unidade fabril, em Jaraguá do Sul. c) Características dos mercados de atuação, em especial: c. 1) participação em cada um dos mercados Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais Os mercados consumidores são diversificados, tanto do ponto de vista geográfico como do ponto de vista do tipo de cliente. Este é um segmento onde nós temos presença global, concentrando grande parte das nossas vendas no mercado externo. Os nossos principais clientes nesta área de atuação são os fabricantes de equipamentos, normalmente referidos como OEM (Original Equipment Manufacturers) de bens de capital e as grandes empresas industriais que estejam realizando investimentos em expansão de capacidade. Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Estes produtos e sistemas também são considerados bens de capital. O que os diferencia é que a demanda por este tipo de produto depende basicamente do crescimento do investimento diversificado em energia, nos três sub-segmentos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, e não a produção industrial e o investimento em formação de capital fixo, como é o caso dos equipamentos eletroeletrônicos industriais. Nesta área de atuação, estamos focados nas Américas, utilizando nossa grande presença no Brasil, ainda hoje nosso mercado mais importante, como base para atuar nos demais países. Os nossos principais consumidores nesta área são as concessionárias de geração, transmissão e distribuição de energia, as pequenas centrais hidroelétricas (PCH) e as grandes empresas industriais que adotam a co-geração de energia elétrica. Motores para Uso Doméstico O mercado consumidor também é diversificado, embora, pelas características do mercado, exista maior concentração nos grandes OEMs (Original Equipment Manufacturers) de linha branca geral. Nesta área, possuímos atuação focada principalmente no Brasil e, subsidiariamente, na América Latina. A demanda por esses produtos depende do crescimento da renda disponível ao consumidor, da oferta de crédito e das taxas de juros. PÁGINA: 71 de 355

78 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Tintas e Vernizes O foco de atuação nesta área é principalmente o mercado latino-americano e os produtos de aplicação industrial. Além disso, toda a nossa necessidade de tintas e vernizes para a fabricação de nossos produtos é suprida por esta área. Receita Operacional Líquida por Mercado Mercado Externo 44% Mercado Interno 56% Mercado Interno Em 2011 a Receita Operacional Líquida no mercado interno atingiu R$ 2.903,0 milhões, com crescimento de 9% sobre o ano anterior e representando 56% da nossa receita operacional líquida total. O crescimento no mercado interno é resultado da continuidade da recuperação do dinamismo em alguns segmentos do setor industrial com destaque para bens de capital para investimentos em expansão de capacidade produtiva. Continuamos líderes no mercado brasileiro em todas as nossas áreas de atuação e também continuamos expandindo nosso portfólio de produtos e serviços, com o objetivo de prover soluções industriais cada vez mais completas e integradas. Mercado Externo Em 2011 nos mercados externos a receita operacional líquida atingiu R$ 2.286,4 milhões, correspondendo a 44% da receita operacional líquida total. Isso significou crescimento de 33% sobre o ano anterior quando a comparação é feita pelos valores em reais (R$). Esta receita operacional líquida no mercado externo convertida em dólares norte-americanos atingiu US$ 1.361,8 milhões, mostrando crescimento de 38,6% em relação a O bom desempenho nos mercados externos em 2011 foi conseguido tanto com a ampliação de nossa atuação em nossos mercados tradicionais como com a expansão em novos mercados e negócios. As aquisições realizadas em 2010, de participação PÁGINA: 72 de 355

79 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais adicional no capital da Voltran no México e do controle da ZEST na África do Sul, puderam contribuir ao longo de todo o ano para o aumento da receita. Mesmo nos mercados desenvolvidos, nos quais a recuperação do dinamismo macroeconômico é lenta, conseguimos encontrar oportunidades de crescimento pela exploração focada em nichos interessantes de negócio. Adicionalmente, continuamos expandindo nossas operações fabris no mercado externo, com novas aquisições importantes ao longo do ano: Pulverlux, fabricante de tintas na Argentina, Watt Drive, produtor de redutores e motorredutores na Áustria, e a Electric Machinery, um dos mais tradicionais fabricantes de máquinas elétricas girantes de alta tensão nos Estados Unidos. c. 2) condições de competição nos mercados Desde sua fundação, em 1961, a WEG compete com multinacionais que na época já atuavam no mercado brasileiro com presença expressiva. Essa competição consolidouse na esfera internacional a partir de 1970, data que marcou o início das exportações de motores elétricos para países do continente latino-americano. Com sua estratégia de verticalização, a empresa passou a crescer rapidamente atendendo de forma ágil e rápida as mudanças nas demandas dos mercados em que atua. Atuamos num mercado aberto e temos os mais diversos concorrentes no Brasil e no mundo. Obedecemos à regulamentação aplicável dos países em que produzimos e comercializamos nossos produtos d) eventual sazonalidade Não existem grandes variações sazonais na demanda por produtos industriais. Nos produtos que são componentes de produtos de consumo, como motores aplicados na fabricação de produtos da linha branca, existe sazonalidade de demanda decorrente do calendário promocional do varejo. Em condições normais, eventuais variações nas receitas são resultados principalmente de variações no número de dias úteis em cada período. Desta forma, existe concentração de receitas no segundo semestre. e) principais insumos e matérias primas, informando: d. 1) descrição das relações mantidas com fornecedores, inclusive se estão sujeitas a controle ou regulamentação governamental, com indicação dos órgãos e da respectiva legislação aplicável Buscamos otimizar nossos custos optando por manter relação de parceria com alguns fornecedores no Brasil e Exterior sem qualquer compromisso de exclusividade. Nesse sentido, mantemos contratos com grandes fornecedores de cobre, chapas de aço e silício e aços redondos. Não mantemos estoques significativos de matéria-prima. PÁGINA: 73 de 355

80 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais As escolhas dos nossos fornecedores são baseadas na qualidade e preço dos produtos, reputação, situação financeira dos fornecedores, prazos de entrega e disponibilidade dos produtos. O controle de qualidade nos permite assegurar que o produto adquirido atenda as às especificações exigidas pela companhia bem como às normas regulamentadoras da ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas. Principais Fornecedores: Cobre: Paranapanema (Brasil) Ibrame (Brasil)) Chapas de Aço Sistema Usiminas (Brasil) Companhia Siderúrgica Nacional (Brasil) Chapas de Aço-silício Aperam (Brasil) Baosteel (China) Chinasteel (Taiwan) Aços Longos Grupo Gerdau (Brasil) Schougang ( China) Citic (China) d. 2) eventual dependência de poucos fornecedores Não há dependência relevante de poucos fornecedores. Buscamos ativamente a diversificação dos nossos fornecedores, evitando concentração. Nossas principais matérias primas são produtos para os quais existe ampla oferta no mercado internacional. d. 3) eventual volatilidade em seus preços A Companhia atua em setor competitivo. Os preços de venda são, em grande parte, determinados neste processo competitivo, que considera ainda as variações de custos das materiais primas. PÁGINA: 74 de 355

81 7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total a) montante total de receitas provenientes do cliente Não existem clientes que sejam responsáveis por mais de 10% da receita líquida total. b) segmentos operacionais afetados pelas receitas provenientes do cliente Não existem clientes que sejam responsáveis por mais de 10% da receita líquida total. PÁGINA: 75 de 355

82 7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades a) necessidade de autorizações governamentais para o exercício das atividades e histórico de relação com a administração pública para obtenção de tais autorizações A Companhia não desenvolve atividades operacionais em segmentos regulados ou para as quais necessite de autorizações governamentais ou de agências reguladoras específicas. A necessidade de obtenção de aprovações se restringe àquelas de natureza legal e genérica. b) política ambiental do emissor e custos incorridos para o cumprimento da regulação ambiental e, se for o caso, de outras práticas ambientais, inclusive a adesão a padrões internacionais de proteção ambiental Nossa política corporativa de Meio Ambiente estabelece que devemos assegurar o menor impacto ambiental de nossos produtos e processos produtivos, buscando: Atender a legislação ambiental aplicável; A melhoria contínua através do estabelecimento de objetivos e metas ambientais; Atuar de forma preventiva, visando à proteção do meio ambiente no qual está inserido; Processos e produtos ecoeficientes, preservando os recursos naturais. Esta preocupação com ações efetivas para um desenvolvimento auto-sustentável faz parte da nossa cultura desde a constituição do nosso Grupo, há quase 50 anos. Efetuamos investimentos contínuos em ações ambientais que também nos beneficiam ao reduzir os custos marginais de produção por meio do aumento da eficiência no uso de matérias-primas. Legislação Ambiental A Constituição Federal Brasileira concede aos governos da União e dos Estados competência concorrente para promulgar leis e editar regulamentos sobre matéria ambiental. A legislação ambiental dos Estados nos quais conduzimos atividades industriais, além das normas de aplicação geral, apresentam certas especificidades aplicadas à nossas atividades. Os padrões de atuação são estabelecidos nas licenças ambientais (licenças prévia, de instalação e operação) emitidas para cada uma de nossas unidades produtivas. As licenças de operação estão sujeitas à renovação, podendo ser modificadas de um ano para o outro. Estamos enquadrados nos limites de nossas atuais licenças de operação e não esperamos ser afetados de forma relevante por eventuais condições ambientais mais rigorosas, embora não haja garantias a esse respeito. PÁGINA: 76 de 355

83 7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades Os efluentes líquidos, resíduos sólidos e emissões atmosféricas decorrentes das nossas operações observam todas as leis e regulamentos aplicáveis dos Estados nos quais realizamos nossas atividades industriais. Não prevemos efetuar dispêndios significativos para continuar a atender às leis e regulamentos ambientais existentes ou atualmente propostos. No entanto, não há garantias de que a aprovação de legislação ambiental mais rigorosa no futuro não exigirá dispêndios extraordinários por nossa parte. Cargas de Emissão Atmosférica Efetuamos investimentos significativos durante os últimos cinco anos em filtros de manga, lavadores de gases, queimadores catalíticos para solventes e no desenvolvimento de novos procedimentos operacionais destinados a minimizar o impacto ambiental associado às emissões atmosféricas dos nossos processos de fabricação. Novas tecnologias, como a remoção de compostos orgânicos voláteis através de carvão ativado, estão sendo implantadas. Efluentes Líquidos A água é importante nos nossos processos de fabricação em geral. Captamos água nos rios que correm próximos às nossas fábricas e em poços artesianos localizados em nossos parques fabris. Os nossos parques fabris localizados em Jaraguá do Sul, Guaramirim, Blumenau, São Bernardo do Campo, Linhares e Gravataí possuem estações de tratamento de efluentes. Os processos utilizados no tratamento desses efluentes são físico-químicos e biológicos. Após o tratamento, os efluentes são devolvidos aos rios, de acordo com os parâmetros estabelecidos pela legislação em vigor. Os efluentes gerados no processo industrial do nosso parque fabril I e de parte do nosso parque fabril II são encaminhados para tratamento na estação de tratamento do parque fabril III. As características dos efluentes são monitoradas constantemente por meio de análises químicas, físicas e biológicas. Resíduos Sólidos Atingimos índice de reciclagem de resíduos industriais de 70% (parques fabris I, II e III). A sucata do processamento de chapas e da usinagem de peças de ferro fundido, por exemplo, é reaproveitada em nosso processo produtivo. Os resíduos de papel, papelão, plástico e outros metais também são coletados para reciclagem. Os resíduos que não são reciclados são dispostos em aterros industriais ou encaminhados para co-processamento em fornos de cimento. A WEG possui um aterro industrial próprio e específico para nossos resíduos de fundição. Este aterro possui uma estação de tratamento do percolado e é monitorado através de poços piezométricos, cuja água é submetida à ensaios físicoquímicos e biológicos, incluindo parâmetros ecotoxicológicos. Preservação de Matas Nativas Toda a madeira utilizada no processo produtivo ou para embalagem de nossos produtos provém de plantações de árvores. Não utilizamos madeira proveniente de florestas nativas. Possuímos atualmente: PÁGINA: 77 de 355

84 7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades Reflorestamentos Reserva Legal Áreas de Preservação Permanente Florestas Naturais 6.219,00 ha 2.416,60 ha 818,43 ha 2.054,93 ha As terras que utilizamos para reflorestamento em geral não são de qualidade alta o suficiente para outras formas de agricultura. A cada ano, plantamos para nosso próprio uso futuro mais árvores do que derrubamos. As técnicas de cultivo buscam preservar a saúde de nossas florestas. Na ocupação de áreas silviculturais e pecuárias, sempre preservamos mais de 20% da cobertura vegetal nativa. Certificação Ambiental Nossos parques fabris Jaraguá do Sul, Guaramirim, São Bernardo do Campo e Linhares estão certificados de acordo com os requisitos da ISO Os requisitos para certificação ambiental incluem (i) o estabelecimento de uma política de gestão ambiental, (ii) levantamento de aspectos e impactos ambientais, (iii) atendimento à legislação e (iv) estabelecimento de procedimentos para controle operacional, atendimento a emergências, comunicação com partes interessadas, auditorias internas do Sistema de Gestão Ambiental, análise crítica pela alta administração, monitoramento e medição, tratamento de não-conformidades e ações corretiva e preventiva. c) dependência de patentes, marcas, licenças, concessões, franquias, contratos de royalties relevantes para o desenvolvimento das atividades Temos por política proteger as marcas e patentes nos diversos países onde atuamos ou pretendemos atuar. Promovemos a renovação dos registros de marca de acordo com os vencimentos dos respectivos períodos de vigência (a cada 10 anos). Quanto às patentes, as mantemos pelos prazos máximos (15 ou 20 anos, dependendo do tipo de patente). Nossa principal marca WEG está registrada, no Brasil, em diversas classes específicas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), com prazo de utilização até 2 de maio de 2019, prorrogável, a nosso pedido, por períodos de 10 anos iguais e sucessivos. A marca WEG e outras de propriedade da Companhia estão constantemente sob o controle administrativo e jurídico, tanto no Brasil como no exterior, onde atualmente temos seu registro autorizado em 80 países. Possuímos atualmente 65 patentes concedidas ou em fase de análise no Brasil (INPI) e no exterior e nos últimos 3 anos depositamos 20 novos pedidos de patente perante o INPI e órgãos equivalentes no exterior, principalmente nos Estados Unidos, Canadá, México, China e União Europeia. Nossas principais patentes referem-se a aprimoramentos em motores elétricos, componentes de drives, controles e tintas industriais.. PÁGINA: 78 de 355

85 7.6 - Receitas relevantes provenientes do exterior a) receita proveniente dos clientes atribuídos ao país sede do emissor e sua participação na receita líquida total do emissor Em R$ milhões Receita Operacional Líquida 5.189, , ,6 - Mercado Interno 2.903, , ,4 - Mercado Externo 2.286, , ,2 b) receita proveniente dos clientes atribuídos a cada país estrangeiro e sua participação na receita líquida total do emissor Em % da Receita de Mercado Externo Região América do Norte 34% 35% 29% América do Sul e Central 16% 17% 15% Europa 24% 24% 31% África 16% 14% 8% Australásia 10% 10% 16% PÁGINA: 79 de 355

86 7.7 - Efeitos da regulação estrangeira nas atividades A WEG está sujeita à legislação específica de cada país onde atua. De forma geral e semelhantemente ao que ocorre no Brasil, a regulamentação nas operações internacionais, incluindo a necessidade de obtenção de aprovações, se restringe àquelas de natureza legal e genérica. A Companhia não desenvolve atividades operacionais em segmentos regulados ou para as quais necessite de autorizações governamentais ou de agências reguladoras específicas. PÁGINA: 80 de 355

87 7.8 - Relações de longo prazo relevantes A Companhia emite, anualmente, o Relatório Anual, que consolida o Relatório da Administração, as informações financeiras padronizadas (demonstrações financeiras e notas explicativas) e o Balanço Social preparado de acordo com metodologia ibase. A Companhia publicou, em junho de 2012, relatório de sustentabilidade, que pela primeira vez seguiu as diretrizes e padrões do Global Reporting Initiative (GRI). Tanto o Relatório Anual como o Relatório de Sustentabilidade podem ser obtidos em forma eletrônica em nossa página de relações com investidores WEG na internet, no endereço PÁGINA: 81 de 355

88 7.9 - Outras informações relevantes Contratação do Credit Suisse (Brasil) como formador de mercado Em 09 de março de 2012, comunicamos ao mercado e aos nossos acionistas que rescindiu o contrato celebrado em 17 de setembro de 2010 com BTG PACTUAL CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. para exercer a função de formador de mercado das ações ordinárias ON ( WEGE3 ). Em conseqüência, a WEG informa que contratou CREDIT SUISSE (BRASIL) S.A. CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS, para exercer a função de Formador de Mercado ( Market Maker ) de suas ações ordinárias ON ( WEGE3 ), no âmbito da BM&F BOVESPA S.A. Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros ( BM&FBOVESPA ). O referido contrato vigorará pelo prazo de 01 (um) ano, prorrogável automaticamente por iguais períodos caso não haja manifestação contrária de qualquer uma das partes, com o objetivo de fomentar a liquidez das referidas ações. A atuação do formador de mercado é regulada pela BM&F Bovespa. Ele assume a obrigação de colocar no mercado, diariamente, ofertas firmes de compra e de venda, com o objetivo de fomentar a liquidez das ações. PÁGINA: 82 de 355

89 8.1 - Descrição do Grupo Econômico a) Controladores diretos e indiretos A Companhia possui como controlador direto a WPA Participações e Serviços S.A. com participação no Capital Social de 50,63% em 30/11/12. b) Controladas Participação (%) País da Companhia em 30/11/12 Direta Indireta WEG Equipamentos Elétricos S.A. Brasil 100,00 - WEG Tintas Ltda. Brasil 99,91 0,09 WEG Amazônia S.A. Brasil 0,02 99,98 WEG Linhares Equipamentos Elétricos S.A. Brasil - 99,99 WEG Administradora de Bens Ltda. Brasil - 100,00 WEG Logística Ltda. Brasil - 100,00 WEG Drives e Controls Automação Ltda. Brasil 99,99 0,01 WEG Partner Aerogeradores S.A. Brasil - 99,90 Hidráulica Industrial S.A. Ind. Com. - HISA Brasil - 61,92 RF Reflorestadora Ltda. Brasil 100,00 - Agro Trafo Administradora de Bens S.A. Brasil 91,75 8,25 Sensores Eletrônicos Instrutech Ltda. Brasil 0,05 99,95 WEG Automação Critical Power Ltda. Brasil 0,05 99,95 Stardur Tintas Especiais Ltda. Brasil - 99,99 WEG-Cestari Redutores e Motorredutores S.A. Brasil - 50,01 Injetel Ind. e Com. de Componentes Plásticos Ltda Brasil - 100,00 Indústria de Tintas e Vernizes Paumar S.A. Brasil - 99,99 WEG Equipamientos Electricos S.A. Argentina 10,44 89,55 Pulverlux S.A Argentina - 100,00 EPRIS Argentina S.R.L. Argentina - 100,00 WEG Chile S.A. Chile 8,00 92,00 WEG Peru S.A. Peru 0,05 99,95 WEG Colômbia Ltda. Colômbia 1,00 99,00 WEG Indústrias Venezuela C.A. Venezuela - 99,99 WEG México S.A. de C.V. México - 99,99 WEG Transformadores México S.A. de CV México - 60,00 Voltran S.A. de C.V. México - 60,00 WEG Electric Corporation EUA 0,79 99,21 WEG Service CO. EUA - 100,00 Electric Machinery Holding Company EUA - 100,00 WEG Overseas S.A. Ilhas Virgens 100,00 - WEG Scandinávia AB Suécia - 100,00 WEG Germany GmbH Alemanha - 100,00 WEG Benelux S.A. Bélgica - 99,99 WATT Drive Antriebstechnik GmbH Áustria - 100,00 WEG France S.A.S França - 100,00 WEG Ibéria S.L. Espanha - 100,00 PÁGINA: 83 de 355

90 8.1 - Descrição do Grupo Econômico Participação (%) País da Companhia em 30/11/12 Direta Indireta WEG Euro Ind. Electricas S.A. Portugal 5,74 94,26 WEG Itália S.R.L Itália 0,07 99,93 WEG Electric Motors (UK) Ltd. Inglaterra - 100,00 Zest Electric Motors (Pty) Ltd. África do Sul - 92,57 WEG Austrália PTY Austrália - 100,00 WEG Electric (Índia) Private Limited Índia 4,99 94,99 WEG Industries (Índia) Private Ltd. Índia - 99,99 WEG Singapore Pte Ltd. Cingapura - 100,00 WEG Middle East FZE E.A.U ,00 WEG Nantong Electric Motors Manufacturing China - 100,00 WEG Electric Motors Japan CO Ltd. Japão - 100,00 WEG Electric CIS Rússia - 100,00 c) Participação do emissor em sociedades do grupo Informação prestada no item 8.1 (b). d) Participação de sociedades de grupo no emissor Não se aplica. e) Sociedades sob controle comum. Não se aplica. PÁGINA: 84 de 355

91 ORGANOGRAMA GRUPO WEG Posição WEG S.A. (JARAGUÁ DO SUL) 91,75% 100% 99,91% 99,99% 100% PAUMAR S.A. (BRASIL) WEG SINGAPORE PTE LTD (CINGAPURA) WEG AMAZÔNIA S.A (BRASIL) HISA S.A. (BRASIL) 100% 8,25% AGRO TRAFO (BRASIL) WEG TINTAS LTDA (BRASIL) RF REFLORESTADORA LTDA. (BRASIL) WEG DRIVES & CONTROLS (BRASIL) WEG OVERSEAS (ILHAS VIRGENS) 99,99% 100% WATT DRIVE ANTRIEBSTECHNIK GMBH (ÁUSTRIA) 100% 100% EM HOLDING COMPANY (ESTADOS UNIDOS) 99,98% 99,99% WEG LINHARES S.A. (BRASIL) 99,90% WEG PARTNER AEROGERADORES S.A (BRASIL) 61,91% 99,00% WEG LOGÍSTICA LTDA (BRASIL) STARDUR LTDA (BRASIL) WEG EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS S.A. 99,99% (BRASIL) 50% WEG-CESTARI (BRASIL) 85,13% WEG 14,87% ADMINISTRADORA DE BENS LTDA (BRASIL) PULVERLUX (ARGENTINA) 95,00% 100% EPRIS (ARGENTINA) INSTRUTECH (BRASIL) 99,95% 99,95% WEG AUTOMAÇÃO CRITICAL POWER LTDA (BRASIL) INJETEL LTDA (BRASIL) 99,99% 41,89% 4,99% 10,45% 8,00% 5,74% 100% WEG ELECTRIC MOTORS JAPAN CO (JAPÃO) WEG NANTONG ELECTRIC MOTORS (CHINA) WEG MIDDLE EAST FZE (EMIRADOS ÁRABES) WEG INDUSTRIES INDIA PVT. LTD. (INDIA) WEG ELECTRIC INDIA PVT. LTD. (INDIA) WEG EQUIP. ELECTRICOS S.A. (ARGENTINA) WEG CHILE S.A. (CHILE) WEG EURO IND ELÉCTRICA S.A. (PORTUGAL) ZEST ELETRIC MOTORS PTY LTD. (ÁFRICA DO SUL) 50,68% WEG IBERIA S.L. (ESPANHA) 100% 100% 100% 100% 99,95% 99,99% 99,00% 99,99% 94,99% 60,00% 89,55% 99,99% 92,00% 35,00% 94,26% WEG AUSTRALIA PTY (AUSTRÁLIA) WEG PERU S.A (PERÚ) WEG INDUSTRIAS VENEZUELA C.A. (VENEZUELA) WEG COLÔMBIA LTDA (COLÔMBIA) WEG Transformadores México S.A. de C.V. (MÉXICO) WEG MEXICO S.A. de C.V. (MÉXICO) VOLTRAN S.A. de C.V. (MÉXICO) WEG BENELUX S.A (BÉLGICA) WEG FRANCE SAS (FRANÇA) WEG SCANDINAVIA AB (SUÉCIA) WEG ELECTRIC MOTORS (UK) Ltd. (INGLATERRA) WEG ITALIA S.R.L. (ITÁLIA) 25,00% 99,99% 100% 100% 100% 99,93% 100% 100% 99,00% 99,21% WEG GERMANY GMBH (ALEMANHA) WEG ELETRIC CIS (RUSSIA) WEG SERVICE CO. (ESTADOS UNIDOS) WEG ELETRIC CORPORATION (ESTADOS UNIDOS) PÁGINA: 85 de 355

92 8.3 - Operações de reestruturação Data da operação 03/12/2012 Evento societário Descrição da operação Data da operação 31/10/2012 Evento societário Descrição da operação Data da operação 19/06/2012 Evento societário Descrição da operação Data da operação 08/11/2011 Evento societário Descrição da operação Data da operação 03/11/2011 Evento societário Alienação e aquisição de controle societário A WEG S.A. anuncia a aquisição da Indústria de Tintas e Vernizes Paumar S.A. ( Paumar ), empresa especializada na fabricação e comercialização de tintas, vernizes, esmaltes e lacas. A Paumar foi fundada em 1964 e conta atualmente com 67 colaboradores, ocupando área construída de aproximadamente 5.800m2 em terreno de m2 em Mauá (SP). Em 2011 obteve receita de aproximadamente R$ 21 milhões. Alienação e aquisição de controle societário Em 31 de outubro anunciamos a aquisição da Injetel Indústria e Comércio de Componentes Plásticos Ltda. ( Injetel ), empresa especializada na fabricação e comercialização de interruptores, tomadas e plugues para aplicações comerciais e prediais. A Injetel foi fundada em 1991 e conta atualmente com 50 colaboradores, ocupando área de aproximadamente 2.000m2 em Curitiba (PR). Em 2011 obteve receita de aproximadamente R$ 7 milhões. Alienação e aquisição de controle societário Em 19 de junho anunciamos a aquisição da Stardur Tintas Especiais Ltda., empresa especializada na fabricação e comercialização de tintas. A Stardur atua nos segmentos de tintas de alto e baixo sólidos, plástico engenheirado, hidrossolúveis, coil coating e repintura automotiva, complementando o portfólio de produtos da unidade WEG Tintas. Com 250 colaboradores e área de aproximadamente m2 em Indaiatuba, Estado de São Paulo, a Stardur obteve receita líquida de aproximadamente R$ 78 milhões em Em 16 de outubro de 2012, um incêndio interrompeu a produção na Stardur, que foi transferida para outras unidades do Grupo por tempo indeterminado. Alienação e aquisição de controle societário Aquisição Watt Drive (Áustria) - Em 08 de novembro anunciamos a aquisição da Watt Drive Antriebstechnik GmbH ( Watt Drive ), companhia austríaca especializada no desenvolvimento e fabricação de redutores, motorredutores, inversores de frequência e sistemas de acionamento. Fundada em 1972 nas proximidades de Viena, Áustria, a Watt Drive era um tradicional player europeu no segmento de power transmission, com unidade fabril na Áustria e unidades de montagem na Alemanha e Cingapura e com extensa rede de representantes comerciais. Com a aquisição da Watt Drive a WEG passa a oferecer soluções power transmission nos mercados externos, em linha com a estratégia de oferecer um portfólio de produtos e soluções cada vez mais amplo. As soluções power transmission integram motor elétrico, inversor de frequência e redutor de velocidade e melhoram o desempenho operacional e maximizam a eficiência energética. Alienação e aquisição de controle societário PÁGINA: 86 de 355

93 8.3 - Operações de reestruturação Descrição da operação Aquisição Electric Machinery (EUA) - Em 03 de novembro anunciamos a assinatura do acordo com a GE Energy para a aquisição da Electric Machinery ( EM ). A aquisição foi concluída ao final de A Electric Machinery, fundada em 1891 e baseada em Minneapolis (EUA), desenvolve e fabrica motores, geradores e excitatrizes que são fornecidas principalmente nos mercados globais de petróleo e gás e geração de energia. A empresa também fornece uma gama completa de serviços de pós-venda, incluindo instalação, suporte de campo, partes e peças, reparos, rebobinagem, rebalanceamento e suporte técnico. A Electric Machinery tem uma base instalada de mais de unidades em operação e é líder no desenvolvimento tecnológico de produtos de alto valor agregado como geradores de 2 pólos e motores síncronos de baixa rotação. A reputação construída pela Electric Machinery em máquinas de grande porte ao longo dos 100 anos de história, com produtos de alta qualidade e grande reconhecimento de marca em segmentos de mercado importantes, como petróleo e gás e de geração de energia, vai se somar a nossa plataforma na América do Norte em Minneapolis, permitindo flexibilidade no fornecimento de soluções integradas na região. Data da operação 19/10/2011 Evento societário Descrição do evento societário "Outro" Descrição da operação Outro Joint Venture Data da operação 11/05/2011 Evento societário Descrição da operação Data da operação 03/03/2011 Evento societário Joint Venture com a CESTARI - Em 19 de outubro de 2011 anunciamos acordo de entendimentos assinado com a CESTARI Industrial e Comercial S.A. ( CESTARI ), para o desenvolvimento, a fabricação e comercialização de redutores e motorredutores. A CESTARI é um dos líderes no mercado brasileiro de redutores de velocidade e está sediada em Monte Alto, Estado de São Paulo, onde possui estrutura verticalizada de produção, com processos de fundição em ferro, bronze e alumínio, usinagem em modernos centros computadorizados. A WEG-Cestari Redutores e Motorredutores S.A., engloba especificamente os negócios e ativos relacionados à fabricação de redutores de velocidade e motorredutores, combinando as soluções de motores elétricos e sistemas de automação industrial com os redutores de velocidade e motorredutores em pacotes de soluções integradas, conhecidos como soluções power transmission, cada vez mais demandadas pelo mercado, pois melhoram o desempenho operacional e maximizam a eficiência energética. Alienação e aquisição de controle societário Aquisição Pulverlux (Argentina) - Em 11 de maio anunciamos a aquisição do controle acionário da Pulverlux S.A., empresa especializada na fabricação e comercialização de tintas em pó na Argentina. Nesta mesma oportunidade anunciamos a abertura de uma nova unidade de fabricação em Mauá (SP) e uma unidade de distribuição em Cabo de Santo Agostinho (PE). A Pulverlux atuava nos segmentos de arquitetura, perfis de alumínio, painéis elétricos, eletrodomésticos, autopeças, máquinas e equipamentos há mais de 10 anos, e contava, quando de sua aquisição, com 42 colaboradores, área fabril de m2 em Buenos Aires e faturamento anual de, aproximadamente, US$ 7,0 milhões. A nova fábrica de tintas em Mauá (SP) responde ao crescimento dos investimentos na exploração das reservas de petróleo da camada do pré-sal, melhorando a logística de atendimento na Região Sudeste e aumentando a capacidade produtiva de tintas líquidas. A unidade de Cabo de Santo Agostinho (PE), localizada a 25 km do Porto de Suape e a 17 km de Recife, facilita o atendimento nas Regiões Norte e Nordeste do Brasil. Outro PÁGINA: 87 de 355

94 8.3 - Operações de reestruturação Descrição do evento societário "Outro" Descrição da operação Joint Venture Joint Venture com MTOI - Em 03 de março de 2011 anunciamos a assinatura de Memorando de Entendimento e o Acordo de Transferência de Tecnologia com o Grupo M. Torres Olvega Industrial (MTOI) para a criação de uma joint venture para a fabricação, montagem, instalação e comercialização de aerogeradores e fornecimento de serviços de operação e manutenção, no Brasil. O Grupo M. Torres foi fundado em 1975 para projetar, desenvolver e fabricar sistemas para processos de automação industrial e soluções para os setores de aeronáutica, papel e energia. A tecnologia desenvolvida pela MTOI permite que o gerador elétrico seja acoplado diretamente ao eixo da turbina eólica, não sendo necessária a instalação do multiplicador de velocidade, o que representa uma vantagem competitiva, pois reduz o número de componentes e consequentemente a possibilidade de problemas operacionais e de custos de manutenção. Esta parceria nos possibilita participar diretamente no negócio de geração de energia eólica com uma oferta integrada, que incorpora vários produtos da nossa linha de negócios, tais como geradores, transformadores, inversores de frequência, motores e tintas. Data da operação 06/12/2010 Evento societário Descrição da operação Data da operação 09/06/2010 Evento societário Descrição da operação Data da operação 25/05/2010 Evento societário Alienação e aquisição de controle societário (i) Aquisição da Equisul Em 06 de dezembro, anunciamos a assinatura de acordo para a aquisição da empresa Equisul Indústria e Comércio Ltda, especializada no desenvolvimento e fabricação de sistemas de fornecimento ininterrupto de energia (uninterruptible power supply ou UPS), incluindo no-breaks, inversores, retificadores, carregadores e bancos de baterias. A Equisul possui uma unidade fabril em São José (SC), conta com cerca de 50 colaboradores e deve obter receitas operacionais de aproximadamente R$ 15 milhões em A companhia foi fundada em 1995 e atuou como fabricante de sistemas de pequeno e médio porte até 2004, quando expandiu sua linha de produtos para sistemas trifásicos de grande porte com a incorporação da GPL Eletroeletrônica S.A., empresa tradicional neste segmento. Com a aquisição da Equisul, a WEG aumenta o seu portfólio de produtos e de soluções completas para sistemas de energia, incorporando as soluções conhecidas como critical power, equipamentos com ampla aplicação em setores como tecnologia de informação, financeiro e em processos críticos na indústria, como, por exemplo, nas plataformas de exploração de óleo e gás, no qual uma interrupção produtiva é potencialmente muito custosa. Com a crescente automação dos processos industriais, as sinergias tecnológicas e comerciais da área de UPS com os nossos outros negócios são cada vez mais importantes. A consolidação da Equisul ocorreu a partir de janeiro de Alienação e aquisição de controle societário Aquisição da Instrutech - Em 09 de junho, anunciamos o acordo para aquisição, por nossa controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A., da Instrutech Ltda., companhia que desenvolve e fabrica sensores eletrônicos para automação industrial, comercial e de proteção humana. A aquisição ampliou a linha de produtos e soluções integradas WEG na área de automação, adicionando produtos de elevado valor agregado e que não eram anteriormente ofertados. A Instrutech era a única empresa brasileira na produção de equipamentos específicos para automação de segurança homem/máquina. Os produtos e sistemas integrados de sensoreamento eletrônico são utilizados largamente em condições de trabalho extremas, em aplicações como máquinas operatrizes, injetoras de plástico, máquinas para madeira, embalagem, linhas transportadoras, etc. Alienação e aquisição de controle societário PÁGINA: 88 de 355

95 8.3 - Operações de reestruturação Descrição da operação (i)aquisição do controle do ZEST Group -Em 25 de maio, anunciamos a aquisição do controle acionário (51%) do ZEST Group, companhia com sede na África do Sul. Parceiro da WEG na África do Sul há mais de 30 anos, o ZEST Group conquistou expressiva participação em todas as linhas de negócios, em particular nos motores elétricos, no qual se tornou líder do mercado sul-africano. O grupo inclui ainda companhias especializadas na montagem de painéis elétricos industriais, na montagem de grupos geradores e na prestação de serviços de comissionamento elétrico. O ZEST Group tornou-se a vigésima quarta subsidiária WEG no exterior e suas operações passaram, a partir do terceiro trimestre de 2010, a ser consolidadas pela WEG. A partir desta aquisição, a África do Sul, que já era um mercado importante, com perspectivas de crescimento acima da média mundial, tem se convertido na base da expansão da WEG em todo o continente africano. A expansão tem ocorrido tanto pelo aproveitamento do grande conhecimento dos mercados pela equipe do ZEST Group, como pela potencialização da grande experiência da WEG em energia, mineração e petróleo & gás.(ii)controle do capital da Voltran - Em 25 de maio, anunciamos também a aquisição de participação adicional no capital da Voltran S.A. de C.V., companhia mexicana fabricante de transformadores, elevando nossa participação a 60% do capital. A parceria entre a WEG e a família Jimenez, controladora da Voltran, iniciou-se em 2006, quando foram adquiridos 30% do capital da companhia mexicana. A marca Voltran é forte no mercado mexicano e a parceria com a WEG gerou bons resultados, com ampliação da linha de produtos e melhoria da capacidade de entrega. A evolução da parceria foi uma consequência natural destes resultados, buscando aproveitar as sinergias com as outras operações da WEG no México. Também neste caso, as receitas da Voltran passaram a ter impacto sobre as receitas consolidadas da WEG a partir do terceiro trimestre de Data da operação 01/08/2009 Evento societário Descrição da operação Incorporação (i) Em 1º de agosto de 2009, a controlada Weg Equipamentos Elétricos S/A realizou a incorporação das empresas Weg Automação S/A e Weg Itajaí Equipamentos Elétricos Ltda visando redução de custos e despesas operacionais, principalmente decorrente da implantação do ERP (Sistema SAP), que possibilita maior integração e sinergia das atividades relacionadas ao processo produtivo e ao fluxo de materiais, bem como, fortalecimento na venda de soluções industriais que envolvem produtos das incorporadas facilitando negociações e gerando maior competitividade. (ii) Em 13 de agosto de 2009 comunicamos em Fato Relevante que estávamos em negociações com os governos do Espírito Santo e do município de Linhares para a instalação de uma nova Unidade Industrial. A conclusão dessas negociações foi informada em 21 de agosto, com a confirmação da construção de um novo parque fabril para expansão de suas atividades de produção de motores elétricos. Na construção do futuro parque fabril a WEG adotou uma concepção modular, que permite o aumento gradual e contínuo da capacidade produtiva, atendendo às necessidades de expansão da companhia ao longo de vários anos. O primeiro destes módulos produtivos em Linhares deve entrar em operação em Esta concepção modular é utilizada pela WEG em suas outras unidades fabris no Brasil e no exterior. (iii) Em Assembleias Gerais Extraordinárias realizadas em 28 de dezembro de 2009 tanto na WEG S.A. como na subsidiária Trafo Equipamentos Elétricos S.A., foi aprovada a operação de incorporação de ações de emissão da TRAFO pela WEG. Com a incorporação, a TRAFO passou a ser uma subsidiária integral da WEG e esta, por sua vez, passou a ser a acionista detentora da totalidade das ações de emissão da TRAFO, direta ou indiretamente, além de continuar a deter todos os direitos e obrigações por ela detidos imediatamente antes da aprovação da operação. Os acionistas da TRAFO, por sua vez, passaram a deter ações da WEG, conforme relação de substituição aprovada. Posteriormente, em 30 de dezembro de 2009, foi aprovada a incorporação da Trafo Equipamentos Elétricos S.A. pela subsidiária WEG Equipamentos Elétricos S.A. PÁGINA: 89 de 355

96 8.4 - Outras informações relevantes A Companhia não possui outras informações sobre o Grupo Econômico além daquelas que foram divulgadas nos itens anteriores deste capitulo 8. PÁGINA: 90 de 355

97 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes - outros Vide itens 9.1a) b) c) PÁGINA: 91 de 355

98 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados Descrição do bem do ativo imobilizado País de localização UF de localização Município de localização Tipo de propriedade Parque Fabril em Portugal Portugal Maia Própria Parque Fabril II Brasil SC Jaraguá do Sul Própria Parque Fabril III Brasil SC Guaramirim Própria Parque Fabril IV Brasil SC Blumenau Própria Unidade Gravataí Brasil RS Gravataí Própria Parque Fabril na Áustria Áustria Markt Piesting Própria Unidade Itajaí Brasil SC Itajaí Própria Unidade Linhares Brasil ES Linhares Própria São Bernardo do Campo Brasil SP São Bernardo Campo Própria Parque Fabril no México México Município de Huehuetoca Própria Parque Fabril na Índia índia Cidade de Hosur Própria Parque Fabril na China China Província de Jiangsu Própria Parque Fabril na Argentina Argentina Província de Córdoba Própria Parque Fabril I Brasil SC Jaraguá do Sul Própria Unidade Joaçaba Brasil SC Joaçaba Própria Unidade Manaus Brasil AM Manaus Própria Parque Fabril na África do Sul África do Sul Johannesburg Própria Parque Fabril nos Estados Unidos Estados Unidos Minneapolis Própria PÁGINA: 92 de 355

99 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de tecnologia Tipo de ativo Descrição do ativo Território atingido Duração Eventos que podem causar a perda dos direitos Marcas Marcas Patentes Patentes Registro da marca WEG em diversas classes Registro de Marcas diversas relativas a determinadas classes de produtos Fio resistente à degradação por descargas parciais Method of braking a vector controlled induction machine 80 países em que a empresa mantém negócios 30 países em que a empresa mantém negócios Brasil Estados Unidos Renováveis por 10 anos Renováveis por 10 anos Validade até 07/10/2023 Validade até 18/08/2020 Falha na renovação dos registros, anterioridade de terceiros ou revogação pelas autoridades locais Falha na renovação dos registros, anterioridade de terceiros ou revogação pelas autoridades locais - Falha na renovação de registros ou revogação pelas autoridades locais; - Ações judiciais de terceiros alegando anterioridades ou anulação pelas autoridades locais. - Falha na renovação de registros ou revogação pelas autoridades locais; - Ações judiciais de terceiros alegando anterioridades ou anulação pelas autoridades locais. Consequência da perda dos direitos Prejuízos comerciais pela perda do recall de marca e custos de marketing para estratégia alternativa Prejuízos comerciais pela perda do recall de marca e custos de marketing para estratégia alternativa - Prejuízos comerciais pela possível concorrência na área tecnológica, seja por impedimento ou entrada de novos competidores; - Novos investimentos em tecnologia alternativa; Obs.: - Depende da causa da perda de direitos e do nível da concorrência; - Pagamento de Royalties; - Disputas judiciais. - Prejuízos comerciais pela possível concorrência na área tecnológica, seja por impedimento ou entrada de novos competidores; - Novos investimentos em tecnologia alternativa; Obs.: - Depende da causa da perda de direitos e do nível da concorrência; - Pagamento de Royalties; - Disputas judiciais. PÁGINA: 93 de 355

100 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de tecnologia Tipo de ativo Descrição do ativo Território atingido Duração Eventos que podem causar a perda dos direitos Patentes Patentes Patentes Patentes Configuração Brasil aplicada em tampa com defletor de ar incorporado Configuração aplicada em tampa defletora Configuração aplicada em pés Configuração aplicada em conjunto de caixa de ligação Brasil, Alemanha, México, China e Estados Unidos Brasil, Alemanha, México, China e Estados Unidos Brasil, Alemanha, México, China e Estados Unidos Validade até 11/03/2030 Validade até 27/09/2032 Validade até 27/09/2032 Validade até 27/09/ Falha na renovação de registros ou revogação pelas autoridades locais; - Ações judiciais de terceiros alegando anterioridades ou anulação pelas autoridades locais. - Falha na renovação de registros ou revogação pelas autoridades locais; - Ações judiciais de terceiros alegando anterioridades ou anulação pelas autoridades locais. - Falha na renovação de registros ou revogação pelas autoridades locais; - Ações judiciais de terceiros alegando anterioridades ou anulação pelas autoridades locais. - Falha na renovação de registros ou revogação pelas autoridades locais; - Ações judiciais de terceiros alegando anterioridades ou anulação pelas autoridades locais. Consequência da perda dos direitos - Prejuízos comerciais pela possível concorrência, seja por impedimento ou entrada de novos competidores; - Novos investimentos em design alternativo; - Perda de identidade nos produtos; - Pagamento de Royalties; - Disputas judiciais. - Prejuízos comerciais pela possível concorrência, seja por impedimento ou entrada de novos competidores; - Novos investimentos em design alternativo; - Perda de identidade nos produtos; - Pagamento de Royalties; - Disputas judiciais. - Prejuízos comerciais pela possível concorrência, seja por impedimento ou entrada de novos competidores; - Novos investimentos em design alternativo; - Perda de identidade nos produtos; - Pagamento de Royalties; - Disputas judiciais. - Prejuízos comerciais pela possível concorrência, seja por impedimento ou entrada de novos competidores; - Novos investimentos em design alternativo; - Perda de identidade nos produtos; - Pagamento de Royalties; - Disputas judiciais. PÁGINA: 94 de 355

101 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de tecnologia Tipo de ativo Descrição do ativo Território atingido Duração Eventos que podem causar a perda dos direitos Patentes Patentes Configuração aplicada em tampa dianteira Componentes para motores eléctricos Brasil, Alemanha, México, China e Estados Unidos Portugal Validade até 27/09/2032 Validade até 27/09/ Falha na renovação de registros ou revogação pelas autoridades locais; - Ações judiciais de terceiros alegando anterioridades ou anulação pelas autoridades locais. - Falha na renovação de registros ou revogação pelas autoridades locais; - Ações judiciais de terceiros alegando anterioridades ou anulação pelas autoridades locais. Consequência da perda dos direitos - Prejuízos comerciais pela possível concorrência, seja por impedimento ou entrada de novos competidores; - Novos investimentos em design alternativo; - Perda de identidade nos produtos; - Pagamento de Royalties; - Disputas judiciais. - Prejuízos comerciais pela possível concorrência, seja por impedimento ou entrada de novos competidores; - Novos investimentos em design alternativo; - Perda de identidade nos produtos; - Pagamento de Royalties; - Disputas judiciais. PÁGINA: 95 de 355

102 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Razão social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades desenvolvidas Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - variação % Agro-Trafo, Mineração, Agricultura, Pecuária e Administradora de Bens S.A / Controlada Brasil SP São Bernardo do Campo Mineração e comercialização de calcáreo agricola, importação, exploração, compra e venda de produtos agricolas e pastoris, exploração de atividades Agro-pastoris, plantio e comercialização de cereais, gramíneas, forrageiras, oleoginosas, tuberosas, foliáceas, leguminosas, florestamento e fruticultura, compra, cria, recria, engorda e venda de gado e outros animais de criação em geral, elaboração e comercialização de produtos agropastoris, próprios ou de terceiros, participação no capital de outras empresas, como sócia, quotista ou acionista, mesmo de que outros setores econômicos, mediante aplicação de recursos próprios não decorrentes de incentivos fiscais, e Administração de bens imóveis próprios, compreendendo a comercialização e locação destes bens. 31/12/2011 0, , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/2010 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. Montante de dividendos recebidos (Reais) 31/12/2009 0, , ,00 Valor mercado Data Valor (Reais) Participação do emisor (%) 91, Equisul Indústria e Comércio Ltda / Controlada Brasil SC São José Fabricação e comercialização de equipamentos eletro-eletrônicos, importação, exportação e representação de produtos e componentes eletroeletrônicos, serviços de assistência técnica e participação societária em outras empresas. Valor mercado 0, /12/2011 0, , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/2010 0, , ,00 31/12/2009 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. PÁGINA: 96 de 355

103 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Razão social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades desenvolvidas Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - variação % Instrutech Ltda / Controlada Brasil SP São Paulo Comércio de aparelhos, equipamentos e implementos eletrônicos destinados automotização e controle de processos industriais.prestação de serviços e projetos e consultoria em equipamentos e implementos eletrônicos destinados a automatização e controle de processos industriais.instalação e manutenção de equipamentos e implementos eletrônicos destinados automotização e controle de processos industriais. 31/12/2011 0, , ,00 Valor contábil 31/12/2011 0,00 31/12/2010 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. Montante de dividendos recebidos (Reais) 31/12/2009 0, , ,00 Valor mercado Data Valor (Reais) Participação do emisor (%) 0, Logotech Ltda / Controlada Brasil SP São Paulo Comércio de aparelhos, equipamentos e implementos eletrônicos destinados automotização e controle de processos industriais.prestação de serviços e projetos e consultoria em equipamentos e implementos eletrônicos destinados a automatização e controle de processos industriais.instalação e manutenção de equipamentos e implementos eletrônicos destinados automotização e controle de processos industriais. Valor mercado 0, /12/2011 0, , ,00 Valor contábil 31/10/2011 0,00 31/12/2010 0, , ,00 31/12/2009 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. PÁGINA: 97 de 355

104 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Razão social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades desenvolvidas Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - variação % RF Reflorestadora Ltda / Controlada Brasil SC Araquari Comercialização e exploração de reflorestamento, florestamento, atividades agrosilvícolas e/ou agro pastoris, por conta própria ou de terceiros, serrarias e a fabricação de caixas de madeiras para embalagens, participação em outras sociedades, negócios e empreendimentos de qualquer natureza, dentro e fora do País e escritório administrativo. 31/12/2011 0, , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/2010 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. Montante de dividendos recebidos (Reais) 31/12/2009 0, , ,00 Valor mercado Data Valor (Reais) Participação do emisor (%) 100, RF Reflorestadora S.A / Controlada Brasil SC Jaraguá do Sul Produção de resinas em geral, materiais tintoriais, substâncias e produtos de origem vegetal e química destinados à indústria e à ciência Valor mercado 0, /12/2011 0, , ,00 Valor contábil 31/12/2011 0,00 31/12/2010 0, , ,00 31/12/2009 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. WEG Amazônia S.A / Controlada Brasil AM Manaus Produção, industrialização, comercialização, exportação e importação de sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral Valor mercado 0, PÁGINA: 98 de 355

105 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Razão social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades desenvolvidas Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - variação % Montante de dividendos recebidos (Reais) 31/12/2011 7, , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 Data Valor (Reais) Participação do emisor (%) 31/12/ , , ,00 31/12/2009 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. WEG Chile S.A / Controlada Chile Comercialização, exportação e importação de sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral. Valor mercado 8, /12/2011 6, , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/ , , ,00 31/12/ , , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. WEG Colômbia Ltda / Coligada Colômbia Comercialização, exportação e importação de sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral Valor mercado 1, /12/ , , ,00 Valor contábil 31/10/ ,00 31/12/ , , ,00 31/12/2009 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação PÁGINA: 99 de 355

106 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Razão social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades desenvolvidas Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - variação % Parte integrante do negócio. Montante de dividendos recebidos (Reais) Data Valor (Reais) Participação do emisor (%) WEG Drives & Controls - Automação Ltda / Controlada Brasil SC Jaraguá do Sul Fabricação de máquinas, aparelhos e equipamentos de sistemas eletrônicos dedicados à automação industrial, incluindo a fabricação e comercialização de: maquinas, equipamentos e sistemas integrados de concepção elétrica, eletromecânica e eletrônica, componentes e dispositivos baseados em técnica digital e seus respectivos insumos eletrônicos, partes, peças e acessórios, controladores programáveis e seus respectivos insumos eletrônicos, componentes eletromecânicos e eletrônicos destinados ao controle, comando, proteção e sinalização de circuitos e instalações elétricas nas mais diversas áreas de aplicação. Prestação de serviços de montagem, instalação, manutenção e assistência técnica relacionada aos produtos, serviços e sistemas elétricos, eletromecânicos, eletrônicos e hidráulicos da sociedade. Desenvolvimento de programas para computadores e máquinas de tratamento de informações e respectivas técnicas associadas (software), estruturação e elaboração de bases de dados. Valor mercado 99, /12/2011 0, , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/2010 0, , ,00 31/12/2009 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. WEG Electric (Índia) Private Limited / Controlada índia Comercialização, exportação e importação de sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral 4, PÁGINA: 100 de 355

107 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Razão social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades desenvolvidas Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - variação % Montante de dividendos recebidos (Reais) Valor mercado Data Valor (Reais) Participação do emisor (%) 31/12/2011-4, , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/ , , ,00 31/12/ , , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. WEG Electric Corp / Controlada Estados Unidos Comercialização, exportação e importação de sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral Valor mercado 0, /12/ , , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/2010 8, , ,00 31/12/ , , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. WEG Equipamentos Elétricos S.A / Coligada Brasil SC Jaraguá do Sul Produção, industrialização, comercialização, exportação e importação de sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral Valor mercado 100, /12/2011 8, , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/2010-8, , ,00 31/12/2009 1, , ,00 PÁGINA: 101 de 355

108 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Razão social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades desenvolvidas Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - variação % Razões para aquisição e manutenção de tal participação Montante de dividendos recebidos (Reais) Data Valor (Reais) Participação do emisor (%) Parte integrante do negócio. WEG Equipamientos Electricos S.A / Controlada Argentina Produção, industrialização, comercialização, exportação e importação de sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral Valor mercado 10, /12/ , , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/2010 8, , ,00 31/12/ , , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. WEG Itália S.R.L / Controlada Itália Comercialização, exportação e importação de sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral Valor mercado 0, /12/2011-3, , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/2010 0, , ,00 31/12/2009 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. PÁGINA: 102 de 355

109 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Razão social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades desenvolvidas Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - variação % WEG Overseas S.A / Controlada Ilhas Virgens (Estados Unidos) 31/12/ , , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/ , , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. Montante de dividendos recebidos (Reais) 31/12/ , , ,00 Valor mercado Data Valor (Reais) Comercialização, exportação e importação de sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral Participação do emisor (%) 100, WEG Peru S.A / Controlada Peru Markt Piesting Comercialização, exportação e importação de sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral Valor mercado 0, /12/2011 0, , ,00 Valor contábil 31/12/2011 0,00 31/12/2010 0, , ,00 31/12/2009 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. WEG Tintas Ltda / Controlada Brasil SC Guaramirim Produção de resinas em geral, materiais tintoriais, substâncias e produtos de origem vegetal e química destinados à indústria e à ciência. Valor mercado 99, /12/ , , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 PÁGINA: 103 de 355

110 9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Razão social CNPJ Código CVM Tipo sociedade País sede UF sede Município sede Descrição das atividades desenvolvidas Exercício social Valor contábil - variação % Valor mercado - variação % Montante de dividendos recebidos (Reais) 31/12/2010 0, , ,00 Data Valor (Reais) Participação do emisor (%) 31/12/2009 0, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. WEGeuro Ind. Electricas S.A / Controlada Portugal Produção, industrialização, comercialização, exportação e importação de sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral Valor mercado 5, /12/ , , ,00 Valor contábil 31/12/ ,00 31/12/2010-1, , ,00 31/12/2009 2, , ,00 Razões para aquisição e manutenção de tal participação Parte integrante do negócio. PÁGINA: 104 de 355

111 9.2 - Outras informações relevantes A companhia não possui outras informações sobre Ativos Relevantes além daquelas já informadas nos itens anteriores deste capítulo 9. PÁGINA: 105 de 355

112 Condições financeiras e patrimoniais gerais (Valores expressos em milhares de reais, salvo se indicado de outra forma). a) Condições financeiras e patrimoniais gerais Grupo WEG A WEG é uma corporação brasileira de atuação mundial. Desta forma as condições econômicas globais têm influência direta no comportamento dos seus mercados de atuação e na condução dos seus negócios. A atividade econômica mundial continuou a se expandir ao longo de 2011, ainda que com grandes variações na intensidade e na rapidez deste movimento nos diferentes mercados. De forma geral os mercados emergentes continuaram mais dinâmicos e são os que mais têm contribuído para o crescimento da economia mundial. As economias desenvolvidas continuaram tendo que buscar soluções para problemas estruturais. Neste contexto, verificamos que o crescimento nas economias emergentes tem sido mais robusto, em média, do que nas economias mais avançadas. Não apenas a expansão das economias emergentes é mais rápida, mas elas foram capazes de manter o dinamismo do ano anterior. Para as economias maduras, principalmente na Europa, os problemas econômicos acabaram causando desaceleração no ritmo de crescimento. No Brasil, o produto interno bruto apresentou crescimento de 2.7% em relação ao ano anterior. O crescimento foi menor, porém mais uniforme em 2011 em relação a 2010, sem grandes destaques sob a ótica da produção. A produção industrial brasileira cresceu 0,3% em 2011, segundo o IBGE. A produção de bens de capital, com expansão de 3,7% sobre o ano anterior, foi a categoria com melhor desempenho. b) Estrutura de capital e possibilidade de resgate de ações ou quotas indicando: Em 31 de dezembro de 2011 a estrutura de capital é composta por 37% de capital de terceiros (Passivo Total menos Disponível) e 63% de capital próprio (Patrimônio Líquido). A Administração entende que a estrutura de capital da Companhia é adequada para o atual momento de mercado. i. Hipótese de resgate A Administração não antevê possibilidade de resgate das ações emitidas. ii. Fórmula de cálculo do valor de resgate Não aplicável. c) Capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos Operamos em mercados de crescimento, nos quais encontramos amplas oportunidades de investimentos com retornos atraentes. Este cenário demanda que tenhamos flexibilidade financeira para capturar estas oportunidades de investimento sem aumento excessivo da exposição aos riscos financeiros. Desta forma, trabalhamos para preservar o acesso a recursos e fontes de liquidez, mantendo uma estrutura de capital sólida. Além PÁGINA: 106 de 355

113 Condições financeiras e patrimoniais gerais disso, mantemos relacionamento próximo de agentes como o BNDES, FINEP e o International Finance Corporation (IFC), fontes importantes de capital para os investimentos de longo prazo. Em 2011, aproveitamos a oportunidade criada pela pontual desvalorização da moeda brasileira para captar novos financiamentos de curto prazo em moeda estrangeira para financiamento das operações de comércio exterior, bem como, para o gerenciamento da exposição financeira ao câmbio. Os recursos em caixa são aplicados em bancos de primeira linha e tipicamente em moeda nacional. Em 31 de dezembro de 2011 as disponibilidades e aplicações financeiras totalizavam R$ 3.212,3 milhões. Sendo R$ 2.931,6 milhões classificadas como operações de curto prazo e R$ 280,6 milhões em operações de longo prazo. A dívida financeira bruta totalizava R$ 3.457,7 milhões, sendo 49% em operações de curto prazo e 51% em operações de longo prazo. Ao final de 2011 a WEG possuía dívida líquida de R$ 245,5 milhões. Dezembro 2011 Dezembro 2010 DISPONIBILIDADES E APLICAÇÕES Curto Prazo Longo Prazo FINANCIAMENTOS Curto Prazo Em Reais Em outras moedas Longo Prazo Em Reais Em outras moedas Caixa (Dívida) Líquida ( ) Aplicações no Brasil Os CDBs e as LFs são remunerados por taxas de 100% a 106% do CDI (100% a 106% do CDI em 31 de dezembro de 2010). Aplicações no Exterior: Os certificados de depósitos emitidos por instituições financeiras no exterior estão sendo remunerados: Em Euros com juros de 0,65% a 1,7% a.a. no valor original de EUR 3.052, cujo saldo é de R$ 7.430; Em Dólares norte-americanos mais juros de 0,02% a 0,5% a.a., no valor original de US$ cujo saldo é de R$ ; Em moeda de origem com juros de 3,9% a 19,5% a.a. cujo saldo é de R$ ; NDF Non Deliverable Forwards no montante de R$ PÁGINA: 107 de 355

114 Condições financeiras e patrimoniais gerais d) Fontes de financiamentos para capital de giro e para investimento em ativos não circulantes utilizadas. Utilizamos as seguintes fontes de financiamento para nossos projetos de investimento: Para financiar a aquisição e a construção de ativos fixos no Brasil utilizamos a capacidade de geração operacional de caixa e empréstimos contraídos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e demais agências de fomento, majoritariamente em moeda nacional; Para financiar o capital de giro das controladas no exterior utilizamos financiamentos nas respectivas moedas de cada país. Para financiamento das operações de comércio exterior usamos adiantamento de contratos de câmbio (ACC), modalidade de financiamento em moeda estrangeira, aproveitando a proteção (hedge) natural e mantendo monitoramento constante da exposição financeira ao câmbio. Para investimentos em pesquisa e desenvolvimento utilizamos linhas de financiamento específicas da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). e) Fontes de financiamentos para capital de giro e para investimentos em ativos não circulantes que pretende utilizar para cobertura de deficiência de liquidez. Mantemos controle das necessidades futuras de capital de giro, o que evita a necessidade de contratação de financiamentos emergenciais para cobertura de deficiências de liquidez não previstas, que sempre implicam em custos mais elevados. Ao mesmo tempo, temos acesso a linhas de crédito pré-aprovadas, na modalidade standby, com os seus principais bancos de relacionamento e estas linhas podem ser utilizadas a qualquer momento. f) Níveis de endividamento e características de tais dívidas, descrevendo ainda: i. contratos de empréstimos e financiamentos relevantes: Em 31 de dezembro de 2011 o caixa (disponibilidades e aplicações financeiras de curto e longo prazo) totalizava R$ 3.212,3 milhões e a dívida financeira bruta totalizava R$ 3.457,7 milhões, resultando em dívida líquida de R$ 245,5 milhões (caixa líquido de R$ 134,1 milhões em 31 de dezembro de 2010). O caixa é aplicado majoritariamente em moeda nacional, em aplicações financeiras referenciadas ao CDI, em bancos de primeira linha. Segundo o prazo de vencimento, a dívida bruta se divide entre: Operações de curto prazo, no total de R$ 1.701,4 milhões (49% do total), representadas pela parcela de curto prazo dos empréstimos contraídos junto ao BNDES e demais agências de fomento, majoritariamente em moeda nacional, e por operações vinculadas às atividades operacionais (trade finance) em moeda PÁGINA: 108 de 355

115 Condições financeiras e patrimoniais gerais estrangeira e para o financiamento de capital de giro das subsidiárias no exterior, nas respectivas moedas de cada país. Operações de longo prazo, no total de R$ 1.756,3 milhões (51% do total), representadas principalmente por financiamentos junto ao BNDES e outras agências de fomento, majoritariamente em moeda nacional, e, em menor parcela, por operações de financiamento de capital de giro das subsidiárias no exterior, nas respectivas moedas de cada país. O duration da parcela do longo prazo é de 26,7 meses. Segundo as moedas de referência, o endividamento total pode ser dividido em: Denominadas em Reais, no total de R$ 2.146,0 milhões (62% do total), representadas principalmente pelos financiamentos junto ao BNDES e outras agências de fomento. O custo ponderado médio da dívida denominada em Reais é de aproximadamente 6,9% ao ano. Os contratos pós-fixados são indexados principalmente à TLJP. O duration da parcela denominada em Reais é de 19,8 meses. Denominadas em dólares norte-americanos, Euros e outras moedas, no total de R$ 1.311,8 milhões (38% do total), representadas principalmente por operações de trade finance (adiantamentos de contratos de câmbio ou ACC), tomadas no Brasil e por empréstimos de capital de giro contraídos pelas subsidiárias no exterior em suas moedas locais. O duration da parcela em moedas estrangeiras é de 11 meses. PÁGINA: 109 de 355

116 Condições financeiras e patrimoniais gerais No quadro abaixo são descritas as características do endividamento: CONSOLIDADO Modalidade Encargos Anuais 31/12/11 31/12/10 NO BRASIL CURTO PRAZO Capital de giro (ACC's) Juros 0,9% a 3,9% a.a. (+) variação cambial Capital de giro TJLP (+) 1,4% a 5,0% a.a Capital de giro Juros de 1,6% a 9,0% a.a Capital de giro US$ (+) 1,4% a 1,8% a.a Capital de giro US$ (+) Libor (+) 3,25% a.a Non Deliverable Forwards (NDF) Variação Cambial Ativo imobilizado TJLP (+) 1,0% a 5,0% a.a Outras Diversos LONGO PRAZO Capital de giro TJLP (+) 1,4% a 6,8% a.a Ativo imobilizado UFIR (+) 1,0% a 4,0% a.a Capital de giro Juros de 4,0% a 9,0% a.a Ativo imobilizado TJLP (+) 1,0% a 5,0% a.a Capital de giro US$ (+) 1,4% a 1,8% a.a Capital de giro US$ (+) Libor (+) 3,25% a.a Pré-Pagamento de Exportação Variação cambial Outras Diversos NO EXTERIOR CURTO PRAZO Capital de giro EURIBOR (+) 0,6% a 3,5% a.a PÁGINA: 110 de 355

117 Condições financeiras e patrimoniais gerais CONSOLIDADO Modalidade Encargos Anuais 31/12/11 31/12/10 Capital de giro LIBOR (+) 0,9% a 4,5% a.a Capital de giro 90% do PBOC (4,5% a 5,0%) a.a Capital de giro BBSY (+) 1,3% a 1,5% a.a Capital de giro JIBAR (+) 3,5% a.a Capital de giro Juros 0,8% a 17,2% a.a LONGO PRAZO Capital de giro 90% do PBOC (4,5% a 5,0%) a.a Capital de giro BBSY (+) 1,3% a 1,5% a.a Capital de giro JIBAR (+) 3,0% a 3,5% a.a Capital de giro Juros 5,0% a 11,7% a.a TOTAL DE CURTO PRAZO TOTAL DE LONGO PRAZO PÁGINA: 111 de 355

118 Condições financeiras e patrimoniais gerais ii. (cont.) outras relações de longo prazo com instituições financeiras, Não aplicável iii. (cont.) grau de subordinação entre as dívidas, Todos os contratos de financiamento possuem as mesmas condições de senioridade. iv. (cont.) eventuais restrições em relação a: limites de endividamento e contratação de novas dívidas - alguns contratos da Companhia junto ao BNDES e ao IFC estipulam condições mínimas de: o capitalização (patrimônio líquido / ativo total) o relação dívida líquida / EBITDA o liquidez corrente (ativo circulante / passivo circulante) à distribuição de dividendos o contrato de financiamento junto ao IFC estipula que a Companhia não poderá pagar proventos em dinheiro se houver atraso no pagamento das parcelas do contrato. à alienação de ativos - o contrato de financiamento junto ao IFC estipula que a Companhia não poderá alienar de ativos (i) que representem mais do que 10% dos ativos consolidados ao final do ano anterior ao evento, ou se (ii) o valor dos ativos consolidados for inferior a 50% do ativos consolidados na data de 31 de março de à emissão de novos valores mobiliários - não existem, nos contratos de financiamento em vigor, cláusulas contratuais que imponham limites à emissão de valores mobiliários pela Companhia. à alienação de controle societário - não existem, nos contratos de financiamento em vigor, cláusulas contratuais que imponham limites à alienação do controle acionário da Companhia. v. Limites de utilização de financiamentos já contratados A Companhia tem acesso a linhas de crédito pré-aprovadas, na modalidade stand-by, com os seus principais bancos de relacionamento e estas linhas podem ser utilizadas a qualquer momento. PÁGINA: 112 de 355

119 Condições financeiras e patrimoniais gerais vi. Alterações significativas em cada um dos itens das demonstrações financeiras. Análise das contas patrimoniais Posição em 31 de dezembro de 2011 comparada a 31 de dezembro de (i) Ativo Circulante Em 31 de dezembro de 2011 o Ativo Circulante totalizava R$ , com variação positiva de R$ ou de 22,4%, sobre o total de R$ em 31 de dezembro de Em relação ao ativo total, o ativo circulante manteve-se em 64%, mesma proporção observada em 31 de dezembro de As principais variações do Ativo Circulante foram: Disponibilidades A conta Disponibilidades, com saldo de R$ em 31 de dezembro de 2011, apresentou elevação de R$ ou 15% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação positiva é resultado da geração de caixa das atividades operacionais e das captações de novos financiamentos observadas no período. Em relação ao ativo total, a conta de disponibilidades representou 32% em 31 de dezembro de 2011, em relação aos 34% registrados em 31 de dezembro de Clientes A conta Créditos a Receber apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ 262,980 ou 25% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação é resultante do aumento da necessidade de financiamento de clientes observada no período, com o crescimento dos negócios. Em relação ao ativo total, a conta de créditos a clientes representou em 31 de dezembro de 2011, os mesmos 14% registrados em 31 de dezembro de Estoques A conta Estoques apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ ou 35% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação resultado do natural aumento da necessidade de investimentos em giro observada no período, com o crescimento dos negócios. Em relação ao ativo total, a conta de estoques representou 15% em 31 de dezembro de 2011, comparado aos 13% registrados em 31 de dezembro de (ii) Ativo não Circulante Em 31 de dezembro de 2011 o Ativo não Circulante totalizava R$ , representando 36% do Ativo Total, com variação positiva de R$ ou de 19%, sobre o total de R$ em 31 de dezembro de Em relação ao ativo total, o PÁGINA: 113 de 355

120 Condições financeiras e patrimoniais gerais ativo não circulante manteve em 31 de dezembro de 2011, em 36% observados em 31 de dezembro de As principais variações do Ativo Circulante foram: Imobilizado A conta Imobilizado apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ ou 2% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de A variação é resultante dos investimentos em expansão de capacidade, líquidos dos efeitos das baixas e da depreciação e exaustão registradas no período. Em relação ao ativo total, o imobilizado representou 27% em 31 de dezembro de 2011, o que se compara com 32% registrados em 31 de dezembro de Intangível O Intangível apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ 176,227 ou 96% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de A variação é resultante do ágio registrado nas aquisições. Em relação ao ativo total, o intangível representou 4% em 31 de dezembro de 2011, comparado aos 2% em 31 de dezembro de (iii) Passivo Circulante O Passivo Circulante somava R$ em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ ou 42% em relação ao total de R$ em 31 de dezembro de Em relação ao passivo total, o passivo circulante em 31 de dezembro de 2011 representou 30%, o que se compara aos 26% observados em 31 de dezembro de As principais variações do Passivo Circulante foram: Fornecedores A conta Fornecedores apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ ou 23% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação foi resultado natural do aumento dos negócios observado no período. Em relação ao passivo total, a conta de fornecedores representou 3% em 31 de dezembro de 2011, mesmo percentual observado em 31 de dezembro de Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo A conta Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo, com saldo de R$ em 31 de dezembro de 2011, apresentou aumento de R$ ou 67% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação é resultado da obtenção de novos financiamentos de curto prazo para fazer frente à necessidade de investimento em capital de giro, aproveitando-se de condições atraentes de mercado. Em relação ao passivo total, a conta Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo representou 19% em 31 de dezembro de 2011, o que se compara com 14% registrados em 31 de dezembro de PÁGINA: 114 de 355

121 Condições financeiras e patrimoniais gerais Dividendos e juros sobre capital próprio a pagar A conta Dividendos e juros sobre capital próprio a pagar apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2011, com diminuição de R$ ou 96% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação decorre da alteração na forma contabilização dos dividendos propostos, agora parte do Patrimônio Líquido. Em relação ao passivo total, a conta deixou de ter qualquer representatividade em 31 de dezembro de 2011, em relação ao 1% registrados em 31 de dezembro de (iv) Passivo Não Circulante O Passivo Não Circulante somava R$ em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ ou 21% em relação ao total de R$ em 31 de dezembro de Em relação ao passivo total, o passivo não circulante manteve-se representando os mesmos 27% observados em 31 de dezembro de As principais variações do Passivo Não Circulante foram: Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo A conta Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo, com saldo de R$ em 31 de dezembro de 2011, mostrou crescimento de R$ ou 25% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação é decorrente da contratação líquida de novos financiamentos. Em relação ao passivo total, a conta de Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo representou 19% em 31 de dezembro de 2011, mesmo percentual registrado em 31 de dezembro de (v) Patrimônio Líquido O Patrimônio Líquido atingiu o montante de R$ em 31 de dezembro de 2011, com crescimento de R$ 362,753 ou 10% sobre os R$ registrados em 31 de dezembro de Este crescimento foi causado, principalmente, pelo Lucro Líquido gerado no exercício, líquido das distribuições de resultados efetuadas. PÁGINA: 115 de 355

122 Condições financeiras e patrimoniais gerais Posição em 31 de dezembro de 2010 comparada a 31 de dezembro de (i) Ativo Circulante Em 31 de dezembro de 2010 o Ativo Circulante totalizava R$ , com variação positiva de R$ ou de 21%, sobre o total de R$ em 31 de dezembro de Em relação ao ativo total, o ativo circulante passou de 60% em 31 de dezembro de 2009 para 64% em 31 de dezembro de As principais variações do Ativo Circulante foram: Disponibilidades A conta Disponibilidades, com saldo de R$ em 31 de dezembro de 2010, apresentou elevação de R$ ou 20% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação positiva é resultado da geração de caixa das atividades operacionais e das captações de novos financiamentos de longo prazo observadas no período. Em relação ao ativo total, a conta de disponibilidades representou 34% em 31 de dezembro de 2010, em relação aos 32% registrados em 31 de dezembro de Clientes A conta Créditos a Receber apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ ou 15% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação é resultante do aumento da necessidade de financiamento de clientes observada no período, com o crescimento dos negócios. Em relação ao ativo total, a conta de créditos a clientes representou 14% em 31 de dezembro de 2010, mesmo percentual registrado em 31 de dezembro de Estoques A conta Estoques apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ ou 33% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação resultado do natural aumento da necessidade de investimentos em giro observada no período, com o crescimento dos negócios. Em relação ao ativo total, a conta de estoques representou 13% em 31 de dezembro de 2010, em relação aos 12% registrados em 31 de dezembro de (ii) Ativo não Circulante Em 31 de dezembro de 2010 o Ativo não Circulante totalizava R$ , representando 36% do Ativo Total, com variação positiva de R$ ou de 4%, sobre o total de R$ em 31 de dezembro de Em relação ao ativo total, o ativo não circulante passou de 36% em 31 de dezembro de 2009 para 40% em 31 de dezembro de As principais variações do Ativo Circulante foram: PÁGINA: 116 de 355

123 Condições financeiras e patrimoniais gerais Imobilizado A conta Imobilizado apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ ou 5% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de A variação é resultante dos investimentos em expansão de capacidade, líquidos dos efeitos das baixas e da depreciação e exaustão registradas no período. Em relação ao ativo total, o imobilizado representou 32% em 31 de dezembro de 2010, o que se compara com 35% registrados em 31 de dezembro de Intangível O Intangível apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ ou 43% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de A variação é resultante do ágio registrado nas aquisições. Em relação ao ativo total, o intangível representou 2% em 31 de dezembro de 2010, mesmo percentual registrado em 31 de dezembro de (iii) Passivo Circulante O Passivo Circulante somava R$ em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ ou 14% em relação ao total de R$ em 31 de dezembro de Em relação ao passivo total, o passivo circulante em 31 de dezembro de 2010 manteve os mesmo 26% observado em 31 de dezembro de As principais variações do Passivo Circulante foram: Fornecedores A conta Fornecedores apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ ou 28% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação foi resultado natural do aumento dos negócios observado no período. Em relação ao passivo total, a conta de fornecedores representou 3% em 31 de dezembro de 2010, mesmo percentual observado em 31 de dezembro de Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo A conta Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo, com saldo de R$ em 31 de dezembro de 2010, apresentou aumento de R$ ou 14% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação é resultado da obtenção de novos financiamentos de curto prazo para fazer frente à necessidade de investimento em capital de giro. Em relação ao passivo total, a conta Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo representou 14% em 31 de dezembro de 2010, o que se compara com 14% registrados em 31 de dezembro de Dividendos e juros sobre capital próprio a pagar A conta Dividendos e juros sobre capital próprio a pagar apresentou saldo de R$ em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ ou 72% em relação aos PÁGINA: 117 de 355

124 Condições financeiras e patrimoniais gerais R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação decorre da alteração na contabilização dos dividendos declarados mas ainda não efetivamente pagos acima do limite mínimo legal de 25% do lucro líquido ajustado. Em relação ao passivo total, a conta representou 1% em 31 de dezembro de 2010, em relação ao 1% registrados em 31 de dezembro de (iv) Passivo Não Circulante O Passivo Não Circulante somava R$ em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ ou 30% em relação ao total de R$ em 31 de dezembro de Em relação ao passivo total, o passivo não circulante passou de 24% em 31 de dezembro de 2009 para 27% em 31 de dezembro de As principais variações do Passivo Não Circulante foram: Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo A conta Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo, com saldo de R$ em 31 de dezembro de 2010, mostrou crescimento de R$ ou 43% em relação aos R$ registrados em 31 de dezembro de Esta variação é decorrente do alongamento do perfil do endividamento da Companhia e da contratação de novos financiamentos. Em relação ao passivo total, a conta de Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo representou 19% em 31 de dezembro de 2010, em relação aos 15% registrados em 31 de dezembro de (v) Patrimônio Líquido O Patrimônio Líquido atingiu o montante de R$ em 31 de dezembro de 2010, com crescimento de R$ ou 7% sobre os R$ registrados em 31 de dezembro de Este crescimento foi causado, principalmente, pelo Lucro Líquido gerado no exercício, líquido das distribuições de resultados efetuadas. PÁGINA: 118 de 355

125 Resultado operacional e financeiro (Valores expressos em milhares de reais, salvo se indicado de outra forma) (a) Posição em 31 de dezembro de 2011 comparada a 31 de dezembro de Receita Operacional Em 2011 a Receita Operacional Líquida (ROL) consolidada atingiu R$ 5.189,4 milhões, mostrando crescimento de 18,2% em relação ao ano anterior. As principais áreas de negócio mostraram crescimento em relação ao ano anterior. Nas áreas de equipamentos eletroeletrônicos industriais e de tintas & vernizes este crescimento das receitas em 2011 seguiu-se ao bom desempenho já observado no ano anterior. Na área de GTD (equipamentos para o setor de geração, transmissão e distribuição de energia) houve retomada do crescimento, revertendo a queda de receitas observada no ano anterior. Apenas na área de motores para uso doméstico houve queda em relação à receita de Destacamos o seguinte em cada uma destas áreas: Equipamentos eletroeletrônicos industriais Obtivemos crescimento de 29% de receitas nesta área de negócios e expandimos nossos negócios nos diversos mercados, apesar da produção industrial, tanto no Brasil como no resto do mundo, mostrar tendência de estabilidade ou crescimento lento. Nossa atuação se caracteriza pela busca de oportunidades em segmentos industriais que têm dinamismo próprio, não diretamente relacionado ao ambiente macroeconômico geral, como, por exemplo, o negócio de petróleo e gás no Brasil. De outra forma, continuamos expandindo nossa linha de negócios em todos os mercados, agregando produtos e serviços novos ou aumentado o escopo de nossa oferta nos mercados externos, ofertando produtos com maior grau de customização naqueles mercados nos quais nossa atuação como fornecedor de equipamentos já é tradicional. Além disso, integramos novos produtos aos nossos negócios, como, por exemplo, em soluções de power transmission (redutores e motorredutores), sempre dentro do conceito de fornecimento amplo de produtos e serviços aos nossos clientes. Equipamentos para geração, transmissão e distribuição de energia (GTD) nesta área observamos crescimento de 15% na ROL em relação a Neste segmento, com característica de ciclo longo, o desempenho em 2011 é resultado da entrada de pedidos obtidos já a partir de 2010, mas que somente se converteram em receitas efetivas quando entregues aos clientes finais, ao longo de A entrada de pedidos já se encontra em ritmo normalizado, o que deve significar menores variações ao longo dos próximos períodos. Nos equipamentos para a geração de energia (G) temos foco em fontes de energia renovável e distribuída, como as pequenas centrais hidrelétricas e a energia térmica de biomassa. Em 2011 anunciamos a joint venture com a MTOI, que vai nos permitir ofertar soluções completas também para o mercado de energia eólica. Entretanto, já estamos nos beneficiando do crescimento expressivo dos investimentos em energia eólica em nossa unidade de negócios de Transmissão & Distribuição (TD), fornecendo transformadores e subestações de energia completas para os projetos eólicos. PÁGINA: 119 de 355

126 Resultado operacional e financeiro Motores para uso doméstico Esta área de negócios é caracterizada como de ciclo curto, ou seja, as mudanças nas condições de mercado são rapidamente transferidas para as vendas e as receitas. Observamos queda de 10% da ROL em relação a 2010, que foi uma base de comparação elevada. Fundamentalmente, as condições do mercado se mantiveram positivas em 2011, com expansão de emprego, renda e crédito. Tintas e vernizes Buscamos atender aos mesmos clientes que conquistamos nas outras áreas de negócios, maximizando o retorno de nosso esforço de vendas. As boas condições da indústria brasileira e nossa expansão para a América Latina nos permitiram manter crescimento da ROL, de 12% em relação ao ano anterior. Mercado Interno A receita operacional líquida no mercado interno atingiu R$ 2.903,0 milhões, com crescimento de 9% sobre o ano anterior e representando 56% da nossa receita operacional líquida total. O crescimento no mercado interno é resultado da continuidade da recuperação do dinamismo em alguns segmentos do setor industrial com destaque para bens de capital para investimentos em expansão de capacidade produtiva. Continuamos líderes no mercado brasileiro em todas as nossas áreas de atuação e também continuamos expandindo nosso portfólio de produtos e serviços, com o objetivo de prover soluções industriais cada vez mais completas e integradas. Mercado Externo Nos mercados externos a receita operacional líquida atingiu R$ 2.286,4 milhões, correspondendo a 44% da receita operacional líquida total. Isso significou crescimento de 33% sobre o ano anterior quando a comparação é feita pelos valores em reais (R$). Esta receita operacional líquida no mercado externo convertida em dólares norteamericanos atingiu US$ 1.361,8 milhões, mostrando crescimento de 38,6% em relação a O bom desempenho nos mercados externos em 2011 foi conseguido tanto com a ampliação de nossa atuação em nossos mercados tradicionais como com a expansão em novos mercados e negócios. As aquisições realizadas em 2010, de participação adicional no capital da Voltran no México e do controle da ZEST na África do Sul, puderam contribuir ao longo de todo o ano para o aumento da receita. Mesmo nos mercados desenvolvidos, nos quais a recuperação do dinamismo macroeconômico é lenta, conseguimos encontrar oportunidades de crescimento pela exploração focada em nichos interessantes de negócio. Adicionalmente, continuamos expandindo nossas operações fabris no mercado externo, com novas aquisições importantes ao longo do ano: Pulverlux, fabricante de tintas na Argentina, Watt Drive, produtor de redutores e motorredutores na Áustria, e a Electric Machinery, um dos mais tradicionais fabricantes de máquinas elétricas girantes de alta tensão nos Estados Unidos. Custo dos Produtos Vendidos O Custo dos Produtos Vendidos (CPV) atingiu R$ 3.633,4 milhões representando 70% da receita operacional líquida (68% em 2010), gerando margem bruta de 30%, com pequena diminuição em relação ao ano anterior. Observamos que os principais impactos sobre o CPV foram: PÁGINA: 120 de 355

127 Resultado operacional e financeiro A elevada volatilidade cambial e dos preços das principais matérias primas no início do ano, com aumentos que não puderam ser repassados na velocidade e intensidade que seriam necessárias. Ao longo do ano essas pressões foram sendo mitigadas, tanto pela diminuição desta volatilidade como pela gestão ativa sobre custos e preços de vendas. Ainda que a moeda brasileira tenha se desvalorizado no último trimestre, na média anual houve valorização de 5% em relação ao dólar norte americano; A entrada em operação da nova capacidade produtiva nas fábricas de motores elétricos em Linhares, Espírito Santo, e em Hosur, na Índia, com o consequente impacto negativo na diluição de custos fixos durante o processo de ramp-up da produção. Este efeito está sendo gradualmente superado com o crescimento da produção e a consequente ocupação da capacidade produtiva das novas unidades. Despesas de Vendas, Gerais e Administrativas As Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas consolidadas totalizaram R$ 768,4 milhões, representando 14,8% da receita operacional líquida (R$ 697,0 milhões em 2010, representando 15,9% da receita operacional líquida). Em relação ao ano anterior as despesas operacionais cresceram 10% em termos absolutos, mas mostraram diminuição relativa de 1,1 pontos percentuais conseguida principalmente com forte atuação sobre as despesas administrativas, buscando maior eficiência operacional. EBITDA Como resultado dos efeitos apresentados anteriormente, o EBITDA atingiu R$ 882,3 milhões (calculado segundo a metodologia definida pela CVM no Ofício Circular 01/07), com crescimento de 12% sobre o resultado obtido em A margem EBITDA foi de 17%, um ponto percentual abaixo da margem EBITDA do ano anterior. Receitas e Despesas Financeiras As Receitas Financeiras somaram R$ 499,6 milhões (R$ 348,5 milhões em 2010) e as Despesas Financeiras atingiram R$ 396,6 milhões (R$ 225,4 milhões em 2010). Desta forma, o resultado financeiro foi positivo em R$ 103,0 milhões (R$ 123,1 milhões em 2010). É importante observar que a volatilidade nas taxas de câmbio no segundo semestre geraram impacto contábil de curto prazo sobre as despesas financeiras nas operações de financiamento de vendas no mercado externo. Este impacto é totalmente compensado pela apreciação dos recebíveis em moedas estrangeiras, mas este efeito positivo na receita ocorre ao longo do tempo. Lucro Líquido Como resultado dos efeitos anteriormente mencionados, o Lucro Líquido Consolidado atribuível aos acionistas da WEG S.A. atingiu R$ 586,9 milhões, com crescimento de 13% sobre os R$ 519,8 milhões obtidos em O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 17% em 2011 (15,8% em 2010) e a margem líquida atingiu 11,3% (11,8% em 2010). PÁGINA: 121 de 355

128 Resultado operacional e financeiro (b) Posição em 31 de dezembro de 2010 comparada a 31 de dezembro de Receita Operacional Bruta Em 2010 a Receita Operacional Líquida (ROL) consolidada atingiu R$ , mostrando crescimento de 4,3% em relação ao ano anterior. A recuperação do dinamismo em cada uma de nossas diferentes áreas de atuação, contudo, não foi uniforme. Observamos taxas de crescimento saudáveis nas áreas de equipamentos eletroeletrônicos industriais, de motores para uso doméstico e de tintas & vernizes. A área de GTD (equipamentos para o setor de energia), contudo, se ressentiu do fraco desempenho de entrada de pedidos em Destacamos os seguintes aspectos em cada uma destas áreas: Equipamentos eletroeletrônicos industriais com a recuperação do ritmo da produção industrial, tanto no Brasil como no resto do mundo, e a consequente expansão do investimento na capacidade produtiva industrial, observamos crescimento de 12% na ROL desta área de atuação em relação a Esta é a área de negócios que concentra a maior parte de nossos negócios no exterior, conduzidos em outras moedas que não o real. Desta forma, apesar do bom desempenho, a valorização da moeda brasileira prejudica as comparações, o que explica o crescimento relativamente menor. Equipamentos para geração, transmissão e distribuição de energia (GTD) nesta área observamos queda de 24% na ROL em relação a Este é um segmento caracterizado como de ciclo longo, no qual os efeitos das mudanças nos fundamentos de demanda são lentamente transferidos para as vendas e as receitas, e nossa atuação nesse segmento é focada em alguns nichos de mercado. Em geração de energia temos foco claro nas fontes que possibilitam geração renovável e distribuída, como as pequenas centrais hidrelétricas e a energia térmica de biomassa. Conforme mencionado, o desempenho negativo em GTD em 2010 é resultado do baixo volume de entrada de novos pedidos em 2009, quando a crise internacional ocasionou a diminuição dos investimentos. Já o desempenho das vendas, medido pela entrada de novos pedidos, mostrou aquecimento ao longo do ano, principalmente nos produtos de transmissão e distribuição. Os impactos desta melhora deverão ser mais evidentes ao longo de Motores para uso doméstico Esta área de negócios manteve bom desempenho ao longo de todo o ano com crescimento de 24% na ROL em relação a 2009, mesmo com a gradual retirada dos incentivos ao consumo na forma de reduções de impostos. Esta área de negócios, contudo, é caracterizada como de ciclo curto, ou seja, as mudanças nas condições de mercado são rapidamente transferidas para as vendas e as receitas. Ainda assim, as condições do mercado se mantiveram positivas, com expansão de emprego, renda e crédito impulsionando o mercado. Tintas e vernizes as boas condições da indústria brasileira permitiram obter crescimento da ROL de 20% em relação ao ano anterior nesta área de negócios. Este comportamento positivo está dentro das expectativas, uma vez que buscamos atender, em tintas e vernizes, os mesmos clientes que conquistamos nas outras áreas de negócios. Mercado Interno PÁGINA: 122 de 355

129 Resultado operacional e financeiro A Receita Operacional Líquida no mercado interno atingiu R$ , representando 61% da nossa ROL e mostrando crescimento de 5,7% sobre o ano anterior. Este crescimento foi decorrente da recuperação da atividade econômica, com reflexos positivos sobre a demanda de produtos de consumo durável e bens de capital para investimentos em expansão de capacidade produtiva. Construímos, ao longo dos últimos 50 anos, posição de liderança em todas as áreas de atuação no mercado brasileiro, expandindo continuamente nossa linha de produtos e serviços. Somos líderes na produção de equipamentos elétricos como motores elétricos, transformadores, geradores e, ao longo dos anos, temos evoluído na direção de oferecer soluções industriais completas e integradas. Mercado Externo A Receita Operacional Líquida obtida em nossos negócios nos mercados externos atingiu R$ , correspondendo a 39% da ROL. A comparação dos valores da ROL em reais mostra crescimento de 2,2% em relação ao ano anterior. Considerados os valores em dólares norte-americanos, a Receita Operacional Líquida no mercado externo atingiu US$ 892,9 milhões, atingindo crescimento de 15,7% em relação a Em 2010 continuamos avançando em nossa atuação internacional. Aumentamos nossa participação no mercado mexicano de transformadores, adquirindo participação adicional no capital de nossa coligada Voltran, um dos líderes naquele mercado. Além disso, adquirimos o controle da ZEST, empresa líder na comercialização de produtos eletroeletrônicos para uso industrial na África do Sul. Além dessas aquisições, continuamos expandindo nossas operações fabris para além do Brasil. Construímos, em 2010, instalações industriais na Índia, que se somam às fábricas que possuímos na Argentina, México, Portugal e China. Atualmente distribuímos nossos produtos em mais de 100 países nos cinco continentes e temos presença direta nos principais mercados mundiais. Buscamos diversificar nossa presença geográfica, mantendo taxas de crescimento consistentes no mercado externo e evitando os efeitos das variações do ciclo econômico de cada país. Custo dos Produtos Vendidos O Custo dos Produtos Vendidos (CPV) atingiu R$ em 2010 representando 68,4% em relação a ROL (67,8% em 2009). Desta forma, houve retração de 0,6 pontos percentuais em relação ao ano anterior na margem bruta, que atingiu 31,6%. Observamos que os principais impactos sobre o CPV foram: Alteração relativa no mix dos produtos vendidos, com maior presença de produtos de menor valor agregado, trazendo o aumento do custo de transformação e menor diluição dos custos fixos. Este é um efeito esperado, uma vez que a recuperação da demanda normalmente acontece mais rapidamente nos mercados e nos produtos menos elaborados. Temos notado a gradual expansão da recuperação da demanda nos produtos e mercados mais elaborados. A apreciação da moeda brasileira tem exercido pressão sobre nossas margens ao elevar os custos em reais relativamente aos denominados em outras moedas. PÁGINA: 123 de 355

130 Resultado operacional e financeiro Trabalhamos para minimizar estas pressões combinando nossa política de compras globais de insumos com a política de hedge cambial. Despesas de Vendas, Gerais e Administrativas As Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas consolidadas totalizaram R$ , representando 15,9% da ROL em Houve crescimento absoluto de 10% sobre os R$ acumulados em 2009, embora o crescimento relativo tenha sido de apenas 0,9 pontos percentuais em relação a ROL. Da mesma forma que anteriormente descrito no caso do CPV, os efeitos das alterações de mix de produção explicam as variações negativas nas despesas operacionais. EBITDA Como resultado dos efeitos discutidos anteriormente, o EBITDA, calculado segundo a metodologia definida pela CVM no Ofício Circular 01/07, atingiu o montante de R$ em 2010, com queda de 5,8% sobre o resultado obtido em A margem EBITDA foi de 18%, 1,9 pontos percentuais abaixo da margem EBITDA do ano anterior. Despesas e Receitas Financeiras As Receitas Financeiras somaram R$ (R$ em 2009) e as Despesas Financeiras totalizaram R$ (R$ em 2009). Desta forma, o resultado financeiro foi positivo em R$ (R$ em 2009). Lucro Líquido Como resultado dos efeitos anteriormente mencionados, o Lucro Líquido Consolidado atribuível aos acionistas da WEG S.A. atingiu R$ , 5,6% inferior aos R$ obtidos em O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 15,8% em 2010 (17,9% em 2009). PÁGINA: 124 de 355

131 Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras (Valores expressos em milhares de reais, salvo se indicado de outra forma) a) Introdução ou alienação de segmento operacional. Não se aplica. b) Constituição, aquisição ou alienação de participação societária. Aquisição Electric Machinery (EUA) Em 03 de novembro anunciamos a assinatura do acordo com a GE Energy para a aquisição da Electric Machinery ( EM ). A aquisição foi concluída ao final de A Electric Machinery, fundada em 1891 e baseada em Minneapolis (EUA), desenvolve e fabrica motores, geradores e excitatrizes que são fornecidas principalmente nos mercados globais de petróleo e gás e geração de energia. A empresa também fornece uma gama completa de serviços de pós-venda, incluindo instalação, suporte de campo, partes e peças, reparos, rebobinagem, rebalanceamento e suporte técnico. A Electric Machinery tem uma base instalada de mais de unidades em operação e é líder no desenvolvimento tecnológico de produtos de alto valor agregado como geradores de 2 pólos e motores síncronos de baixa rotação. A reputação construída pela Electric Machinery em máquinas de grande porte ao longo dos 100 anos de história, com produtos de alta qualidade e grande reconhecimento de marca em segmentos de mercado importantes, como petróleo e gás e de geração de energia, vai se somar a nossa plataforma na América do Norte em Minneapolis, permitindo flexibilidade no fornecimento de soluções integradas na região. Aquisição Watt Drive (Áustria) Em 08 de novembro anunciamos a aquisição da Watt Drive Antriebstechnik GmbH ( Watt Drive ), companhia austríaca especializada no desenvolvimento e fabricação de redutores, motorredutores, inversores de frequência e sistemas de acionamento. Fundada em 1972 nas proximidades de Viena, Áustria, a Watt Drive era um tradicional player europeu no segmento de power transmission, com unidade fabril na Áustria e unidades de montagem na Alemanha e Cingapura e com extensa rede de representantes comerciais. Com a aquisição da Watt Drive a WEG passa a oferecer soluções power transmission nos mercados externos, em linha com a estratégia de oferecer um portfólio de produtos e soluções cada vez mais amplo. As soluções power transmission integram motor elétrico, inversor de frequência e redutor de velocidade e melhoram o desempenho operacional e maximizam a eficiência energética. Joint Venture com a CESTARI Em 19 de outubro de 2011 anunciamos acordo de entendimentos assinado com a CESTARI Industrial e Comercial S.A. ( CESTARI ), para o desenvolvimento, a fabricação e comercialização de redutores e motorredutores. A CESTARI é um dos líderes no mercado brasileiro de redutores de velocidade e está sediada em Monte Alto, Estado de São Paulo, onde possui estrutura verticalizada de PÁGINA: 125 de 355

132 Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras produção, com processos de fundição em ferro, bronze e alumínio, usinagem em modernos centros computadorizados. A WEG-Cestari Redutores e Motorredutores S.A., engloba especificamente os negócios e ativos relacionados à fabricação de redutores de velocidade e motorredutores, combinando as soluções de motores elétricos e sistemas de automação industrial com os redutores de velocidade e motorredutores em pacotes de soluções integradas, conhecidos como soluções power transmission, cada vez mais demandadas pelo mercado, pois melhoram o desempenho operacional e maximizam a eficiência energética. Joint Venture com MTOI Em 03 de março de 2011 anunciamos a assinatura de Memorando de Entendimento e o Acordo de Transferência de Tecnologia com o Grupo M. Torres Olvega Industrial (MTOI) para a criação de uma joint venture para a fabricação, montagem, instalação e comercialização de aerogeradores e fornecimento de serviços de operação e manutenção, no Brasil. O Grupo M Torres foi fundado em 1975 para projetar, desenvolver e fabricar sistemas para processos de automação industrial e soluções para os setores de aeronáutica, papel e energia. A tecnologia desenvolvida pela MTOI permite que o gerador elétrico seja acoplado diretamente ao eixo da turbina eólica, não sendo necessária a instalação do multiplicador de velocidade, o que representa uma vantagem competitiva, pois reduz o número de componentes e consequentemente a possibilidade de problemas operacionais e de custos de manutenção. Esta parceria nos possibilita participar diretamente no negócio de geração de energia eólica com uma oferta integrada, que incorpora vários produtos da nossa linha de negócios, tais como geradores, transformadores, inversores de frequência, motores e tintas. Aquisição Pulverlux (Argentina) Em 11 de maio anunciamos a aquisição do controle acionário da Pulverlux S.A., empresa especializada na fabricação e comercialização de tintas em pó na Argentina. Nesta mesma oportunidade anunciamos a abertura de uma nova unidade de fabricação em Mauá (SP) e uma unidade de distribuição em Cabo de Santo Agostinho (PE). A Pulverlux atuava nos segmentos de arquitetura, perfis de alumínio, painéis elétricos, eletrodomésticos, autopeças, máquinas e equipamentos há mais de 10 anos, e contava, quando de sua aquisição, com 42 colaboradores, área fabril de m2 em Buenos Aires e faturamento anual de aproximadamente US$ 7,0 milhões. A nova fábrica de tintas em Mauá (SP) responde ao crescimento dos investimentos na exploração das reservas de petróleo da camada do pré-sal, melhorando a logística de atendimento na Região Sudeste e aumentando a capacidade produtiva de tintas líquidas. A unidade de Cabo de Santo Agostinho (PE), localizada a 25 km do Porto de Suape e a 17 km de Recife, facilita o atendimento nas Regiões Norte e Nordeste do Brasil. Nova Unidade Fabril na Índia. PÁGINA: 126 de 355

133 Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras A Companhia construiu, ao longo de 2010 inclusive, uma nova unidade fabril na cidade de Husur, Estado de Tamil, na Índia. Esta unidade produz motores elétricos de alta tensão e geradores de energia elétrica e iniciou operações no início de Este é um empreendimento pioneiro para a Companhia na fabricação de equipamentos de alta tensão no exterior, buscando aproveitar a oportunidade oferecida pela rápida expansão do mercado indiano. Outro aspecto inédito é que este é um projeto greenfield, projetado e executado para atender as exigências do padrão WEG desde o início das operações. Novo Parque Fabril em Linhares (ES) Em agosto de 2009 foi anunciada a conclusão das negociações os governos do estado de Espírito Santo e do município de Linhares para a instalação de uma nova unidade industrial de produção de motores elétricos. Na construção deste parque fabril a Companhia está adotando a mesma concepção modular, utilizada pela WEG em suas outras unidades fabris no Brasil e no exterior e que permite o aumento gradual e contínuo da capacidade produtiva, atendendo às necessidades de expansão da Companhia ao longo de vários anos. O primeiro destes módulos produtivos em Linhares entrou em operação em O investimento projetado para esta fase do projeto é de R$ 160 milhões ao longo dos próximos 4 a 6 anos. O projeto está sendo implantado na região incentivada da SUDENE. c) Eventos ou operações não usuais. Não se aplica. PÁGINA: 127 de 355

134 Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do auditor a) Mudanças significativas nas práticas contábeis Não se aplica b) Efeitos significativos das alterações nas práticas contábeis. Não se aplica c) Ressalvas e ênfases no parecer do auditor. O auditor independente emitiu o parecer com as seguintes observações: Ênfase Conforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da WEG S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. PÁGINA: 128 de 355

135 Políticas contábeis críticas 10.5 Políticas contábeis criticas A preparação das demonstrações financeiras requer o uso de certas estimativas contábeis, suportadas por avaliações e julgamento da Administração. A preparação das estimativas que levou em consideração experiências de eventos passados e correntes, pressupostos relativos a eventos futuros, e outros fatores objetivos e subjetivos. Os itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas são: análise do risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa; revisão da vida útil econômica do ativo imobilizado e de sua recuperação nas operações; mensuração do valor justo de instrumentos financeiros; compromissos com plano de benefícios de colaboradores; transações com plano de opções de compra de ações; e imposto de renda diferido ativo sobre prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, assim como da análise dos demais riscos para determinação de outras provisões, inclusive para contingências advindas de processos administrativos e judiciais e demais ativos e passivos na data das demonstrações financeiras. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes dos registrados nas demonstrações financeiras devido às imprecisões inerentes ao processo de estimativa. Essas estimativas e premissas são revisadas periodicamente. A autorização para conclusão da preparação destas demonstrações financeiras ocorreu na reunião de diretoria realizada em 30 de janeiro de Em relação às demonstrações financeiras consolidadas e individuais as políticas adotadas foram: a. Demonstrações financeiras individuais (controladora) As demonstrações financeiras individuais foram preparadas com as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e são publicadas em conjunto com as demonstrações consolidadas. As práticas contábeis adotadas no Brasil aplicadas nas demonstrações financeiras individuais diferem do IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, apenas pela avaliação dos investimentos pelo método da equivalência patrimonial em controladas enquanto que pelo IFRS seria pelo custo ou valor justo. b. Demonstrações financeiras consolidadas As demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as políticas contábeis adotadas no Brasil, que compreendem as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e os PÁGINA: 129 de 355

136 Políticas contábeis críticas pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), que estão em conformidade com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB. I. Base de consolidação São elaboradas no mesmo período de divulgação da controladora, utilizando políticas contábeis consistentes. São eliminados todos os saldos, receitas, despesas, ganhos e perdas não realizados, oriundos de transações entre as empresas do Grupo incluídas na consolidação. As demonstrações financeiras são inclusas na consolidação a partir da sua data de aquisição de acordo com os respectivos contratos. O resultado do período e o resultado abrangente são atribuídos aos acionistas da controladora e à participação dos não controladores das companhias consolidadas. Perdas são atribuídas à participação de não controladores, mesmo que resultem em um saldo negativo. II. Combinações de negócios Ao adquirir um negócio, a Companhia avalia os ativos e passivos financeiros assumidos com o objetivo de classificá-los e alocá-los de acordo com os termos contratuais, as circunstâncias econômicas e as condições pertinentes, em até um ano após a data de aquisição. Se a combinação de negócios for realizada em estágios, o valor justo na data de aquisição da participação societária previamente detida no capital da adquirida é reavaliado a valor justo na data de aquisição, sendo os impactos reconhecidos na demonstração do resultado. O ágio é inicialmente mensurado como sendo o excedente da contraprestação transferida em relação aos ativos líquidos adquiridos (ativos identificáveis e passivos assumidos). Se a contraprestação for menor do que o valor justo dos ativos líquidos adquiridos, a diferença é reconhecida como ganho na demonstração do resultado. Após o reconhecimento inicial, o ágio é mensurado pelo custo, deduzido de quaisquer perdas acumuladas do valor recuperável. Para fins de teste do valor recuperável, o ágio adquirido em uma combinação de negócios é, a partir da data de aquisição, alocado a cada uma das unidades geradoras de caixa da Companhia que se espera sejam beneficiadas pelas sinergias da combinação, independentemente de outros ativos ou passivos da adquirida serem atribuídos a essas unidades. Quando um ágio fizer parte de uma unidade geradora de caixa e uma parcela dessa unidade for alienada, o ágio associado à parcela alienada deve ser incluído no custo da operação ao apurar-se o ganho ou a perda. O ágio desta operação é apurado com base nos valores proporcionais da parcela alienada em relação à unidade geradora de caixa. III. Conversão de moeda estrangeira a. Moeda Funcional das empresas do Grupo As demonstrações financeiras consolidadas são apresentadas em Reais (R$), que é a moeda funcional da controladora e de suas controladas localizadas no Brasil. PÁGINA: 130 de 355

137 Políticas contábeis críticas A moeda funcional das controladas no exterior é determinada com base no ambiente econômico principal em que ela opera, sendo que quando a moeda for diferente da moeda funcional de apresentação das demonstrações financeiras, essas são convertidas para o Real (R$) na data das demonstrações financeiras. b. Transações e saldos As transações em moeda estrangeira são registradas à taxa de câmbio da moeda funcional em vigor na data da transação. Os ativos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira são convertidos à taxa de câmbio da moeda funcional em vigor na data das demonstrações financeiras. Todas as diferenças são registradas na demonstração do resultado. Itens não monetários mensurados com base no custo histórico em moeda estrangeira são convertidos utilizando a taxa de câmbio em vigor nas datas das transações iniciais. Itens não monetários mensurados ao valor justo em moeda estrangeira são convertidos utilizando as taxas de câmbio em vigor na data em que o valor justo foi determinado. c. Conversão de balanços das empresas do Grupo Os ativos e passivos das controladas no exterior são convertidos para Reais pela taxa de câmbio na data das demonstrações financeiras, e as correspondentes demonstrações do resultado são convertidas pela taxa de câmbio média mensal. As diferenças cambiais resultantes da referida conversão são contabilizadas separadamente no patrimônio líquido. No momento da venda de uma controlada no exterior, o valor diferido acumulado reconhecido no patrimônio líquido, referente a essa controlada no exterior, é reconhecido na demonstração do resultado. IV. Caixa e equivalentes de caixa Incluem os saldos em conta movimento e aplicações financeiras de curto e longo prazo. São registradas aos valores de custo acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do encerramento do período, de acordo com as taxas pactuadas com as instituições financeiras e não excedem o seu valor de mercado ou de realização. As aplicações financeiras com vencimentos até 365 dias possuem liquidez imediata. V. Clientes Correspondem aos valores a receber de clientes pela venda de mercadorias ou prestação de serviços no decurso normal das atividades, demonstrados a valores presente e de realização. A provisão com perdas de créditos de clientes é calculada com base em análise de risco dos créditos, que considera o percentual de duplicatas vencidas, a liquidez de mercado e o nível de crédito, sendo suficiente para cobrir perdas sobre os valores a receber. VI. Estoques Os estoques são avaliados e estão demonstrados ao custo médio de produção ou aquisição considerando o valor presente, quando aplicável. A Companhia custeia seus estoques por absorção, utilizando a média móvel ponderada. PÁGINA: 131 de 355

138 Políticas contábeis críticas As provisões de estoques para: (i) realização; (ii) baixa rotatividade; e (iii) estoques obsoletos são constituídas quando consideradas necessárias pela Administração. As importações em andamento são demonstradas ao custo acumulado de cada importação. VII. Partes relacionadas As transações de compras e vendas de insumos e produtos são efetuadas em condições e prazos semelhantes às transações com terceiros não relacionados. VIII. Imobilizado Os ativos imobilizados estão avaliados ao custo de aquisição e/ou construção, acrescido de juros capitalizados durante o período de construção, quando aplicável. Os ativos imobilizados são apresentados deduzidos das respectivas depreciações, com exceção de terrenos, que não são depreciados. Estão inclusos os custos incorridos dos empréstimos durante o período de construção, modernização e expansão de unidades industriais. Os gastos com manutenção ou reparos, que não aumentam significativamente a vida útil dos bens, são contabilizados como despesas, quando ocorridos. Os ganhos e as perdas em alienações são apurados comparando-se o produto da venda com o valor residual contábil e são reconhecidos na demonstração do resultado. A depreciação é calculada pelo método linear e leva em consideração a vida útil econômica dos bens, sendo revisada periodicamente com objetivo de adequar as taxas de depreciação. IX. Intangível São avaliados ao custo de aquisição, deduzido da amortização e de eventual provisão para ajustá-los a seus prováveis valores de realização, quando necessário. Os ativos intangíveis com vida útil definida são amortizados levando em conta o prazo estimado de geração de benefícios econômicos futuros. O ágio por expectativa de rentabilidade futura, sem prazo de vida útil definida, foi amortizado até 31 de dezembro de 2008, estando sujeito a teste de recuperabilidade anualmente ou sempre que indícios indicarem eventual perda de valor econômico. X. Avaliação a valor recuperável de ativos Os ativos imobilizados, intangíveis e, quando aplicável, outros ativos não circulantes são avaliados, anualmente, ao valor recuperável através dos fluxos de caixa futuros. São consideradas como premissas taxas de crescimento de vendas no patamar conservador de 90% do orçamento, margens equivalentes às obtidas no último exercício social e taxas de descontos que representam os retornos esperados. Em 31 de dezembro de 2011 não foi apurada a redução sobre esses ativos. XI. Provisões para contingências As provisões são reconhecidas quando a Companhia e as suas controladas têm a obrigação presente ou não formalizada como resultado de eventos passados, sendo provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e o valor PÁGINA: 132 de 355

139 Políticas contábeis críticas possa ser estimado com segurança. As provisões são revisadas periodicamente observadas as suas naturezas e fundamentadas na opinião dos advogados da Companhia. XII. Juros sobre o capital próprio e dividendos A distribuição dos juros sobre o capital próprio e dos dividendos é reconhecida como um passivo com base nos dividendos mínimos definidos pelo estatuto social da Companhia. Qualquer valor acima do mínimo obrigatório somente é reconhecido como um passivo quando aprovado pelo acionista em Assembleia Geral ou Conselho de Administração. XIII. Ajuste a valor presente Os ativos e passivos decorrentes de operações de curto prazo, quando relevante, foram ajustados a valor presente com base em taxas de desconto que reflitam as melhores avaliações do mercado. A taxa de desconto utilizada é o CDI Certificados de Depósitos Interbancários. A mensuração do ajuste a valor presente foi realizada em base exponencial pro rata die, a partir da origem de cada transação. XIV. Plano de benefícios A Companhia patrocina plano de previdência do tipo contribuição variável. O custeio do plano é estabelecido utilizando o método do crédito unitário projetado. Os compromissos atuariais com os benefícios de pensão e aposentadoria são provisionados com base em cálculos atuariais, elaborados anualmente por atuários independentes, de acordo com o método da unidade de crédito projetada, líquido dos ativos garantidores do plano, sendo os custos correspondentes reconhecidos durante o período laborativo dos empregados. São utilizadas premissas atuariais, tais como estimativa da evolução dos custos com assistência médica, hipóteses biológicas e econômicas e, também, dados históricos de gastos incorridos e de contribuições dos empregados. XV. Instrumentos financeiros Os instrumentos financeiros da Companhia incluem: a. Caixa e equivalentes de caixa: Apresentados ao seu valor de mercado, que equivale ao seu valor contábil. b. Aplicações financeiras: O valor de mercado está refletido nos valores registrados nos balanços patrimoniais. As aplicações financeiras estão classificadas como destinadas à negociação. c. Clientes: Encontram-se reconhecidos pelo seu valor de realização por meio da utilização do método da taxa efetiva de juros e são classificados como empréstimos e recebíveis. d. Fornecedores: Encontram-se reconhecidos pelo seu custo amortizado por meio da utilização do método da taxa efetiva de juros e são classificados como recebíveis. PÁGINA: 133 de 355

140 Políticas contábeis críticas e. Financiamentos e empréstimos: O principal propósito desse instrumento financeiro é gerar recursos para financiar os programas de expansão da Companhia e eventualmente suprir as necessidades de seus fluxos de caixa no curto prazo. Financiamentos e empréstimos em moeda nacional - são classificados como passivos financeiros não mensurados ao valor justo e estão contabilizados pelos seus valores atualizados de acordo com as taxas contratadas. Os valores de mercado destes empréstimos são equivalentes aos seus valores contábeis por se tratarem de instrumentos financeiros com características exclusivas oriundas de fontes de financiamento específicas. Financiamentos e empréstimos em moeda estrangeira - são financiamentos contratados para sustentar o capital de giro das operações comerciais no Brasil e nas controladas no exterior e estão atualizados de acordo com as taxas contratadas. f. f) Operações de NDF Non Deliverable Forwards : Classificadas como instrumentos financeiros derivativos, registradas com base em seu preço de mercado. XVI. Plano de opções de compras de ações A Companhia outorga opções de compra de ações a seus diretores estatutários ou de suas controladas no Brasil, os quais somente exercerão após prazo específico de carência. As opções são mensuradas a valor justo com base na data da outorga, utilizando o modelo de precificação Black-Sholes-Merton e são reconhecidas como despesas na rubrica de outros resultados na demonstração do resultado do exercício em contrapartida de reserva de capital no Patrimônio Líquido à medida que os prazos dos períodos de exercício das opções sejam realizados. XVII. Subvenções e assistências governamentais Subvenções governamentais são reconhecidas quando houver razoável certeza de que o benefício será recebido e que todas as correspondentes condições serão satisfeitas. Quando o benefício se refere a um item de despesa, é reconhecido como receita ao longo do período do benefício, de forma sistemática em relação aos custos cujo benefício objetiva compensar. Quando o benefício se referir a um ativo, é reconhecido como receita diferida e lançado no resultado em valores iguais ao longo da vida útil esperada do correspondente ativo. Quando a Companhia receber benefícios não monetários, o bem e o benefício são registrados pelo valor nominal e refletidos na demonstração do resultado ao longo da vida útil esperada do bem, em prestações anuais iguais. XVIII. Reconhecimento de receita A receita de venda de mercadoria é reconhecida no resultado quando todos os riscos e benefícios inerentes ao produto são transferidos para o comprador e é provável que benefícios econômicos serão gerados a favor da Companhia. A receita de serviços é reconhecida no resultado em função da sua realização. XIX. Tributos PÁGINA: 134 de 355

141 Políticas contábeis críticas a. Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido Os impostos correntes e diferidos são apurados de acordo com a legislação em vigor nos países em que o Grupo opera e gera receita tributável. b. Demais impostos Receitas, despesas e ativos são reconhecidos líquidos dos impostos sobre vendas, exceto: (i) quando os impostos sobre vendas incorridos na compra de bens ou serviços não for recuperável junto às autoridades fiscais, hipótese em que o imposto sobre vendas é reconhecido como parte do custo de aquisição do ativo ou do item de despesa, conforme o caso; (ii) quando os valores a receber e a pagar forem apresentados juntos com o valor dos impostos sobre vendas; e (iii) o valor líquido dos impostos sobre vendas, recuperável ou a pagar, é incluído como componente dos valores a receber ou a pagar no balanço patrimonial. XX. Lucro por ação básico e diluído O lucro básico por ação é calculado mediante a divisão do lucro atribuível aos acionistas da Companhia, pela quantidade média ponderada de ações ordinárias emitidas durante o exercício social. O lucro diluído por ação é calculado ajustando-se a média ponderada da quantidade de ações ordinárias em circulação supondo todas as ações ordinárias potenciais que provocariam diluição. XXI. Novos Pronunciamento que ainda não estão em vigor A Administração vem acompanhando os pronunciamentos que: (i) já foram emitidos, porém terão vigência somente a partir de 01 de janeiro de 2012; e (ii) estão em estudo pelos órgãos reguladores e são de conhecimento público, e concluiu que nenhum desses pronunciamentos deverá trazer impactos significativos sobre as demonstrações financeiras da Companhia. PÁGINA: 135 de 355

142 Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de eficiência e deficiência e recomendações presentes no relatório do auditor 10.6 Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras Grau de eficiência e deficiência e recomendações presentes no relatório do auditor. Consideramos que o sistema contábil e de controle interno adotado pela Companhia é adequado ao seu tipo de atividade e volume de transações. a) Grau de eficiência de tais controles, indicando eventuais imperfeições e providências adotadas para corrigi-las. O sistema contábil e de controle interno é suficientemente confiável para que as demonstrações financeiras estejam livres de erros materiais. Os controles internos são efetuados em sua maioria de forma sistêmica, através de sistema de informações integrado (SAP), sendo considerado como adequado para a prevenção e/ou detecção de eventuais fraudes ou erros. A Companhia tem realizado investimentos em sistemas de informação, com a implantação de sistemas do tipo enterprize resource planning (ERP) avançados e que permitem grande qualidade na coleta, gerenciamento e análise de informações contábeis e de negócios. Ao mesmo tempo, a Companhia possui sistemas e procedimentos de auditoria interna que visam validar e dar consistência aos processos de negócios. b) Deficiências e recomendações sobre os controles internos presentes no relatório do auditor independente. A Companhia recebe, como resultado usual do processo de revisão pelos auditores externos, um relatório de recomendações. Essas recomendações são regularmente avaliadas, com vistas ao constante aperfeiçoamento dos controles internos. PÁGINA: 136 de 355

143 Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios 10.7 Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios A companhia não efetuou distribuição de valores mobiliários. PÁGINA: 137 de 355

144 Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras 10.8 Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras A Companhia divulgou as suas demonstrações financeiras em fevereiro de 2012 já incluindo as informações relevantes até aquela data. Até o presente momento não há outros itens relevantes a serem informados. PÁGINA: 138 de 355

145 Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras 10.9 Comentários sobre os itens não evidenciados nas demonstrações financeiras Não se aplica. PÁGINA: 139 de 355

146 Plano de negócios Plano de negócios Ao longo de 2011, com o auxílio da consultoria McKinsey, a Companhia elaborou o planejamento estratégico WEG 2020, que resultou na aspiração estratégica de alcançar receitas de R$ 20 bilhões de reais no ano de Tal aspiração estratégica está baseada na continuidade e avanço do processo de internacionalização e no fortalecimento da posição da companhia nos mercados nos quais já temos posição de destaque. Novas tecnologias, novos produtos e novos mercados de atuação também contribuirão para que a Companhia alcance as suas aspirações estratégica. Nosso plano de negócios está baseado em fatores que estimulam o crescimento de longo prazo na demanda pelos nossos produtos. Acreditamos que estes fatores são estruturais e continuarão presentes, com maior ou menor intensidade nos próximos anos. São eles: A crescente demanda por equipamentos industriais (motores elétricos, equipamentos e sistemas de automação e equipamentos associados) que ofereçam maior eficiência energética e industrial. Esta demanda crescente é decorrência da busca por aumentos de produtividade e redução de custos de operação pelas empresas industriais; A crescente preocupação com os impactos ambientais dos meios tradicionais de geração de energia elétrica faz com que a utilização de fontes energéticas renováveis, como pequenas centrais hidroelétricas, usinas térmicas movidas com biomassa e centrais eólicas, sejam cada vez mais atraentes, impulsionando a demanda por geradores, transformadores e sistemas e equipamentos de automação. Finalmente, é cada vez mais intensa a utilização de equipamentos e sistemas de sensoreamente e controle digital em todas as etapas de geração, transmissão, distribuição e consumo da energia elétrica. Nossos produtos elétricos tradicionais estão cada vez mais intrinsecamente conectados com sistemas eletrônicos mais amplos, em sistemas que recebem o nome genérico de smart grid. Somos líderes absolutos do mercado brasileiro de motores elétricos e temos posições de destaque em todas as áreas de atuação no mercado nacional. Esta posição vem sendo construída ao longo do tempo com a contínua expansão da linha de produtos e elevação do conteúdo tecnológico dos nossos produtos, dentro da estratégia de oferecer soluções industriais completas e integradas. Além disso, possuímos atuação global, distribuindo nossos produtos em mais de 100 países nos cinco continentes, com atuação direta em mais de 20 dos principais mercados mundiais e operações industriais no Brasil, Argentina, México, Portugal e China. Ao longo de 2010 anunciamos a aquisição de operações industriais na África do Sul, como parte da aquisição do Zest Group, e o aumento de nossa participação no capital da Voltran, um fabricante de transformadores baseado no México. Além disso, no início de 2011 iniciamos a produção em nossa nova fábrica de motores elétricos na Índia e no final do ano as aquisições de companhias que acrescentaram capacidade produtiva nos PÁGINA: 140 de 355

147 Plano de negócios Estados Unidos da América e na Áustria. Atualmente, cerca de 10% da produção é feita nas unidades no exterior. Esta cobertura geográfica tem nos permitido crescer continuamente no mercado externo, minimizando os efeitos das variações de desempenho econômico especificas de cada país ou região. Continuamos buscando ativamente novas oportunidades nos diversos mercados mundiais e esperamos manter nosso padrão de desempenho empresarial tanto do ponto de vista do crescimento das receitas como do resultado das operações. Investimentos Pela natureza dos equipamentos e instalações que utilizamos em nosso processo produtivo, possuímos grande flexibilidade para gerenciar o programa de investimentos de acordo com a demanda efetivamente observada. Assim, buscamos otimizar a ocupação da capacidade acelerando ou retardando os investimentos, e maximizando assim o retorno sobre o capital investido. Exercício de 2011 Os investimentos em ativos fixos para expansão e modernização da capacidade produtiva somaram R$ 187,9 milhões em 2011, sendo 90% destinados aos parques industriais e demais instalações no Brasil e o restante às unidades produtivas e demais subsidiárias no exterior. Os desembolsos em expansão de capacidade ao longo de 2011 foram menores do que no ano anterior em função da entrada em operação de duas novas unidades produtiva,: WEG Linhares, onde estamos implantando um novo parque fabril, iniciando um projeto de longo prazo para a produção, inicialmente, de motores elétricos e que deverá, ao longo dos próximos anos, receber investimentos adicionais para a produção verticalizada de ampla linha de produtos; WEG Índia, nossa primeira unidade produtiva neste país, voltada para a produção de equipamentos de alta tensão para aplicações industriais e de infraestrutura. Exercício de 2010 Os investimentos em ativos fixos para expansão da capacidade produtiva somaram R$ 233 milhões em 2010, sendo 60% destinados aos parques industriais e demais instalações no Brasil e o restante às unidades produtivas e demais subsidiárias no exterior. Os desembolsos em expansão de capacidade ao longo de 2010 cresceram gradualmente com a melhoria das condições de demanda ao longo do ano. Exercício de 2009 Os investimentos em ativos fixos para expansão da capacidade produtiva somaram R$ 226,3 milhões em 2009, sendo 72% destinados aos parques industriais e demais instalações no Brasil e o restante às unidades produtivas e demais subsidiárias no exterior. PÁGINA: 141 de 355

148 Plano de negócios Dadas as condições de demanda desaquecida que enfrentamos em 2009, o programa de investimentos foi gerenciado no sentido de evitar a expansão de capacidade produtiva ociosa. Previsão para 2012 Nosso orçamento de capital para 2011 prevê os seguintes investimentos(em R$ milhões): Investimentos (R$ milhões) Imobilizado (ampliação/modernização fabril) 293,7 Circulante (capital de giro) 328,4 Total de Investimentos 622,1 Estes investimentos serão financiados pela utilização da Reserva para Orçamento de Capital e de recursos a serem captados junto às instituições financeiras no Brasil e no exterior. PÁGINA: 142 de 355

149 Outros fatores com influência relevante A companhia não possui outras informações sobre Comentários dos Diretores além daquelas já informadas nos itens anteriores deste capítulo 10. PÁGINA: 143 de 355

150 Projeções divulgadas e premissas A Companhia não estabeleceu projeções sobre seu desempenho operacional ou financeiro para os próximos exercícios. PÁGINA: 144 de 355

151 Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas A Companhia não estabeleceu projeções sobre seu desempenho operacional ou financeiro para os próximos exercícios e, portanto, não há acompanhamento ou alterações destas projeções. PÁGINA: 145 de 355

152 Descrição da estrutura administrativa a. Atribuição de cada órgão e comitê: Conselho de Administração Compete ao Conselho de Administração: a. fixar a orientação geral dos negócios da Companhia; b. examinar e manifestar-se sobre propostas da Diretoria a serem submetidas à Assembleia Geral; c. submeter à Assembleia Geral a proposta de distribuição do lucro líquido do exercício, nos termos do Artigo 38 do Estatuto Social da Companhia; d. propor à Assembleia Geral alterações estatutárias; e. eleger e destituir os Diretores da Companhia e fixar-lhes as atribuições, aprovando o organograma da Companhia; f. indicar o substituto do Diretor em caso de ausência, impedimento temporário ou vacância do cargo, observado o disposto no artigo 31 do Estatuto Social da Companhia; g. fiscalizar a gestão da Diretoria e manifestar-se sobre o relatório da Administração e das contas da Diretoria; h. convocar as Assembleias Gerais; i. pronunciar-se previamente em relação aos seguintes atos a serem praticados pela Diretoria Executiva, quando os valores e/ou prazos ultrapassarem os fixados pelo Conselho de Administração: i. quaisquer contratos de mútuo, empréstimos e/ou financiamentos a serem firmados pela Companhia e/ou por suas controladas, junto as instituições financeiras de crédito; ii. aquisição, alienação e/ou oneração a qualquer título de bens do ativo permanente da Companhia;e iii. estabelecimento de limites de crédito a clientes. j. autorizar a prestação pela Companhia, de aval, fiança e outras garantias a favor de empresas coligadas, associadas ou controladas, para garantia de qualquer valor; l. aprovar a cessão, transferência, aquisição de licença de quaisquer direitos referentes a marcas, patentes, processos de produção industrial e tecnologia; m. escolher e destituir os auditores independentes; n. distribuir entre os membros do Conselho de Administração e Diretoria, a remuneração e gratificação global fixadas na Assembleia Geral dos Acionistas; o. autorizar investimentos e participação em outras empresas ou empreendimentos, no Brasil e no exterior; p. aprovar o planejamento estratégico e os orçamentos operacionais da Diretoria; PÁGINA: 146 de 355

153 Descrição da estrutura administrativa q. aprovar planos de expansão e diversificação de atividades, bem como a abertura e encerramento de filiais, agências ou escritórios; r. autorizar a aquisição de ações da Companhia, para efeito de cancelamento ou permanência em tesouraria para posterior alienação; s. resolver os casos não previstos neste Estatuto Social, e que por lei não sejam de competência da Assembléia Geral, nem do Conselho Fiscal; t. deliberar sobre a celebração de contratos de mútuo pela Companhia com: i. seu Acionista Controlador; ii. empresas por estes controladas; e iii. coligadas nas quais a Companhia detenha participação inferior a 75%; u. deliberar sobre a emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações e sem garantia real, e autorizar a emissão de quaisquer instrumentos de crédito para a captação de recursos, como bonds, notes, commercial papers, e outros, de uso comum no mercado, deliberando ainda sobre as condições de sua emissão e resgate; v. fixar a lista tríplice de instituições a ser apresentada à Assembléia Geral para preparação do laudo de avaliação das ações da Companhia, para fins das ofertas públicas previstas nos Capítulos XII e XIII do presente Estatuto Social. x. Submeter à aprovação da Assembleia Geral o Plano de Opção de Compra de suas Ações aos seus administradores, na forma do parágrafo 3º do art. 168 fs Lei nº 6.404/76. z. Manifestar-se favorável ou contrariamente a respeito de qualquer oferta pública de aquisição de ações que tenha por objeto as ações de emissão da Companhia, por meio de parecer prévio fundamentado, divulgado em até 15 (quinze) dias da publicação do edital da oferta pública de aquisição de ações, que deverá abordar, no mínimo: (i) a conveniência e oportunidade da oferta pública de aquisição de ações quanto ao interesse do conjunto dos acionistas e em relação à liquidez dos valores mobiliários de sua titularidade; (ii) as repercussões da oferta pública de aquisição de ações sobre os interesses da Companhia; (iii) os planos estratégicos divulgados pelo ofertante em relação à Companhia; (iv) outros pontos que o Conselho de Administração considerar pertinentes, bem como as informações exigidas pelas regras aplicáveis estabelecidas pela CVM. Conselho Fiscal O Conselho Fiscal tem as competências estabelecidas na Lei das Sociedades por Ações, a saber: a. fiscalizar, por qualquer de seus membros, os atos dos administradores e verificar o cumprimento dos seus deveres legais e estatutários; PÁGINA: 147 de 355

154 Descrição da estrutura administrativa b. opinar sobre o relatório anual da administração, fazendo constar do seu parecer as informações complementares que julgar necessárias ou úteis à deliberação da Assembleia Geral; c. opinar sobre as propostas dos órgãos da administração, a serem submetidas à Assembleia Geral, relativas a modificação do capital social, emissão de debêntures ou bônus de subscrição, planos de investimento ou orçamentos de capital, distribuição de dividendos, transformação, incorporação, fusão ou cisão; d. denunciar, por qualquer de seus membros, aos órgãos de administração e, se estes não tomarem as providências necessárias para a proteção dos interesses da companhia, à Assembleia Geral, os erros, fraudes ou crimes que descobrirem, e sugerir providências úteis à companhia; e. convocar a Assembleia Geral ordinária, se os órgãos da administração retardarem por mais de 1 (um) mês essa convocação, e a extraordinária, sempre que ocorrerem motivos graves ou urgentes, incluindo na agenda das Assembleias as matérias que considerarem necessárias; f. analisar, ao menos trimestralmente, o balancete e demais demonstrações financeiras elaboradas periodicamente pela companhia; g. examinar as demonstrações financeiras do exercício social e sobre elas opinar; h. exercer essas atribuições, durante a liquidação, tendo em vista as disposições especiais que a regulam. b. Data da instalação do Conselho Fiscal, se este não for permanente, e de criação dos comitês. A Companhia tem um Conselho Fiscal de funcionamento permanente. A Companhia não possui comitês constituídos. c. Mecanismos de Avaliação de desempenho de cada órgão ou comitê. Remuneração do Conselho de Administração e da Diretoria (Grupo WEG) Remuneração Fixa Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva recebem remuneração fixa, estabelecida de acordo com a legislação específica, as determinações estatutárias e o padrão de mercado. No estabelecimento do montante individual a ser pago mensalmente consideram-se as responsabilidades; o tempo dedicado às suas funções; sua competência e reputação profissional e o valor dos seus serviços no mercado sendo diferenciadas de acordo com as funções específicas e responsabilidades inerentes a cada cargo. A remuneração considera ainda pesquisas de mercado e o alinhamento estratégico da Organização. Remuneração Variável PÁGINA: 148 de 355

155 Descrição da estrutura administrativa Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva recebem ainda remuneração variável contingente ao atingimento de metas e indicadores de desempenho. Tal forma de remuneração promove o compartilhamento dos resultados de forma coerente e transparente e promove o alinhamento dos interesses da Companhia, dos Administradores e dos acionistas, de acordo com as melhores práticas de gestão e de governança corporativa. A remuneração variável decorre da participação nos resultados e está prevista no estatuto social, artigo 38 que estabelece o valor máximo, observada as restrições legais, de até 10% (dez por cento) do lucro líquido, não ultrapassando a remuneração anual dos administradores, prevalecendo o limite que for menor ( 1º do artigo 152 da Lei das Sociedades por Ações). A participação nos resultados é calculada sobre o lucro líquido consolidado, com percentual de 0,0% a 2,5%, de acordo com o indicador de desempenho resultado da atividade após participação nos lucros e impostos sobre o capital investido desde que seja, no mínimo, 10% no ano de 2012 (12% no ano de 2011). Capital investido é a somatória dos ativos e passivos de giro e imobilizado. Remuneração do Conselho Fiscal A remuneração dos membros do Conselho Fiscal obedece ao contido no 3º do Art. 162 da lei nº 6.404/76 e é fixado pela Assembleia Geral que os eleger, com base em proposta do Conselho de Administração, não sendo inferior a 10% do que em média for atribuída a cada Diretor, não computados benefícios, verbas de representação e participação nos lucros. Além disso, os reembolso de todas as despesas de estadia e locomoção vinculadas ao exercício das atribuições que fora eleito. A Assembleia Geral Ordinária de 26 de abril de 2012 estabeleceu o valor mensal individual no montante de R$ 5.550,00 (R$ 5.375,00 em 2011). d. Em relação aos membros da diretoria, suas atribuições e poderes individuais Ao Diretor Presidente Executivo cabe o exercício, entre outras, das seguintes atribuições: a. exercer a representação institucional da Companhia e dirigir as suas atividades gerais; b. estabelecer políticas para o desenvolvimento da Companhia e de suas controladas; c. aprovar os planos estratégicos, orçamentários e de investimentos da Companhia e de suas controladas, submetendo-os ao referendo do Conselho de Administração; d. orientar, coordenar e supervisionar o trabalho dos Diretores; e. convocar e presidir as reuniões da Diretoria; e, f. zelar pelo fiel cumprimento deste Estatuto, das deliberações da Assembleia Geral e do Conselho de Administração. PÁGINA: 149 de 355

156 Descrição da estrutura administrativa O Diretor Presidente Executivo terá, além do voto comum, o voto de qualidade no caso de empate nas decisões de competência da Diretoria. Ao Diretor de Relações com Investidores compete: a. representar a Companhia perante a CVM e demais entidades do mercado de capitais e instituições financeiras; b. fazer cumprir as normas editadas pela CVM aplicáveis à Companhia; e c. administrar a política de relacionamento com investidores. Aos demais Diretores compete: a. substiturem-se entre si, em suas ausências ou impedimentos;e b. exercer as funções executivas e os poderes que lhes são atribuídos no sentido de planejar, desenvolver e controlar os negócios da Companhia e suas controladas. e. Mecanismos de avaliação de desempenho dos membros do conselho de administração, dos comitês e da diretoria. De acordo com o Regimento Interno do Conselho de Administração (ver item 12.4 deste Formulário), compete ao Conselho de Administração avaliar, formalmente, os resultados de desempenho da Companhia, do próprio Conselho, da diretoria e, individualmente, dos membros de cada um destes órgãos (artigo 5º, item vi). Adicionalmente, ao final de cada exercício, o Conselho deve deliberar, com base em proposta do presidente do Conselho, sobre: (...) b) avaliação formal dos resultados de desempenho da companhia, da diretoria e de cada diretor individualmente. (Artigo 9º) PÁGINA: 150 de 355

157 Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais a) Prazo de Convocação A Companhia procura efetuar a publicação do edital de convocação das assembleias gerais com antecedência adequada, porém, sempre respeitando o prazo mínimo estabelecido no Estatuto Social ou na legislação. b) Competências Às Assembleias Gerais competirão, além das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor e pelo Estatuto Social, e neste caso em Assembleia Geral Extraordinária, deliberar sobre: o cancelamento de registro de companhia aberta perante a CVM; saída do Novo Mercado; a escolha da instituição ou empresa especializada responsável pela determinação do Valor Econômico da Companhia para fins das ofertas públicas previstas nos Capítulos XII e XIII do presente Estatuto Social, a partir de lista tríplice apresentada pelo Conselho de Administração. Para as deliberações sobre estas matérias, será observado o quorum mínimo previsto no Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA S.A.. c) Endereços (físicos e eletrônicos) nos quais os documentos relativos à assembléia geral estarão à disposição dos acionistas para análise Os documentos relativos estão disponíveis aos acionistas na sede da Companhia, na Avenida Prefeito Waldemar Grubba, 3300 na cidade de Jaraguá do Sul/SC e em na página de relações com investidores na internet, d) Identificação e administração de conflitos de interesses. A Companhia, seus acionistas, administradores e membros do Conselho Fiscal obrigamse a resolver, por meio de arbitragem, nos termos do Regulamento da Câmara de Arbitragem do Mercado da BM&FBOVESPA S.A., toda e qualquer disputa ou controvérsia que possa surgir entre eles, relacionada ou oriunda, em especial, da aplicação, validade, eficácia, interpretação, violação e seus efeitos, das disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, no Estatuto Social da Companhia, nas normas editadas pelo Conselho Monetário Nacional, pelo Banco Central do Brasil e pela CVM, bem como nas demais normas aplicáveis ao funcionamento do mercado de capitais em geral, além daquelas constantes do Regulamento de Listagem do Novo Mercado, do Contrato de Participação do Novo Mercado e do Regulamento de Arbitragem da Câmara de Arbitragem do Mercado. e) Solicitação de procurações pela administração para exercício de direito de voto 1 PÁGINA: 151 de 355

158 Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais A Administração da Companhia estimula o exercício direto do direito de voto pela presença em Assembleia Geral. Não obstante, eventualmente alguns administradores podem representar outros acionistas por procuração nestas Assembleias. f) Formalidades necessárias para aceitação de instrumentos de procuração outorgados por acionistas, indicando se o emissor admite procurações outorgadas por acionistas por meio eletrônico. Para participar e deliberar nas Assembleias Gerais, conforme definido no artigo 11 do Estatuto Social, o acionista se identificará e apresentará à Companhia comprovantes de sua condição de acionista, mediante documento fornecido pela instituição depositária. Para efeito de deliberação, serão desconsideradas as alterações de posições acionárias ocorridas na data da Assembleia Geral. Ainda segundo o mesmo artigo 11, em seu 1º A Companhia adotará, na fiscalização da regularidade documental da representação do acionista, o princípio da boa-fé, presumindo-se verdadeiras as declarações que prestar. Com exceção da não apresentação da procuração, se for o caso, e do comprovante de custódia de ações, quando estas constem nos registros da Companhia como de titularidade da instituição custodiante, nenhuma irregularidade formal, como a apresentação de documentos por cópia, ou a falta de autenticação das cópias, será motivo para impedimento do voto do acionista cuja regularidade da documentação for colocada em dúvida. Em seu 2º Na hipótese do parágrafo anterior, os votos do acionista impugnado serão computados normalmente, cabendo à Companhia, no prazo de 5 (cinco) dias úteis posteriores à Assembleia Geral, notificar o acionista impugnado de que, através de elementos definitivos de prova posteriormente obtidos, demonstrou-se que: a) o acionista impugnado não estava corretamente representado na Assembleia Geral; ou b) o acionista impugnado não era titular, na data da Assembleia Geral, da quantidade de ações declarada. Nestas hipóteses, independentemente de realização de nova Assembleia Geral, a Companhia desconsiderará os votos do acionista impugnado, que responderá por eventuais perdas e danos que o seu ato tiver causado. Não foi implantado mecanismo específico para a aceitação de procurações outorgadas por meio eletrônico. g) Manutenção de fóruns e página na rede mundial de computadores destinados a receber e compartilhar comentários dos acionistas sobre as pautas das assembleias. Não foi implantado fórum ou página na rede mundial de computadores com o fim específico de receber e compartilhar comentários dos acionistas sobre as pautas das assembleias. h) Transmissão ao vivo do vídeo e/ou do áudio das assembleias. Não foi implantada transmissão ao vivo do vídeo e/ou do áudio das assembleias i) Mecanismos destinados a permitir a inclusão na ordem do dia, de propostas formuladas por acionistas. PÁGINA: 152 de 355

159 Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais Não existem mecanismos específicos destinados a permitir a inclusão na ordem do dia, de propostas formuladas por acionistas, mas solicitações formais podem ser encaminhadas ao Conselho de Administração, que estudará as propostas e eventualmente as incorporará à pauta de Assembleia, se o tema for julgado pertinente. PÁGINA: 153 de 355

160 Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/76 Exercício Social Publicação Jornal - UF Datas 31/12/2011 Demonstrações Financeiras DOESC Diário Oficial do Estado de SC - SC 16/02/2012 Jornal Correio do Povo de Jaraguá do Sul/SC - SC 16/02/2012 Jornal Valor Econômico de São Paulo/SP - SP 16/02/2012 Convocação da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras DOESC Diário Oficial do Estado de SC - SC 26/03/ /03/ /03/2012 Jornal Correio do Povo de Jaraguá do Sul/SC - SC 23/03/ /03/ /03/2012 Jornal Valor Econômico de São Paulo/SP - SP 23/03/ /03/ /03/ /12/2010 Demonstrações Financeiras DOESC Diário Oficial do Estado de SC - SC 24/02/2011 Jornal Correio do Povo de Jaraguá do Sul/SC - SC 24/02/2011 Jornal Valor Econômico de São Paulo/SP - SP 24/02/2011 Convocação da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras DOESC Diário Oficial do Estado de SC - SC 28/03/ /03/ /03/2011 Jornal Correio do Povo de Jaraguá do Sul/SC - SC 26/03/ /03/ /03/2011 Jornal Valor Econômico de São Paulo/SP - SP 26/03/ /03/ /03/2011 Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras DOESC Diário Oficial do Estado de SC - SC 06/06/ /12/2009 Demonstrações Financeiras Jornal Correio do Povo de Jaraguá do Sul/SC - SC 25/02/2010 Jornal Valor Econômico de São Paulo/SP - SC 25/02/2010 Convocação da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras DOESC Diário Oficial do Estado de SC - SC 26/03/2010 Jornal Correio do Povo de Jaraguá do Sul/SC - SC 29/03/ /03/ /03/2010 Jornal Valor Econômico de São Paulo/SP - SP 30/03/ /03/ /03/ /03/2010 Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras DOESC Diário Oficial do Estado de SC - SC 27/04/2010 Jornal Correio do Povo de Jaraguá do Sul/SC - SC 27/04/2010 Jornal Valor Econômico de São Paulo/SP - SP 27/04/2010 PÁGINA: 154 de 355

161 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração a. Freqüência das reuniões De acordo com o artigo 9º do Regimento Interno do Conselho de Administração, o Conselho de Administração deve, ao final de cada exercício, deliberar, com base em proposta do presidente do Conselho, sobre o calendário anual de reuniões ordinárias. O parágrafo único do mesmo artigo define que a periodicidade das reuniões ordinárias será determinada de forma a garantir a efetividade dos trabalhos do Conselho, sendo previstas ao menos 11 (onze) reuniões ordinárias anuais. Adicionalmente, o Conselho deverá ainda reunir-se, em caráter extraordinário, sempre que convocado pelo presidente do Conselho, a pedido fundamentado de qualquer de seus membros. b. Disposições do acordo de acionistas que estabeleçam restrições ou vinculação ao exercício de direito de voto do membros do conselho O estatuto social da Companhia prevê acordo de acionistas. Os acordos de acionistas, devidamente registrados na sede da Companhia, que disciplinem a compra e venda de ações, o direito de preferência na sua compra ou o exercício do direito de voto, serão sempre observados pela Companhia. As obrigações e responsabilidades resultantes de tais acordos serão oponíveis a terceiros, tão logo tais acordos tenham sido devidamente averbados nos livros de registro da Companhia e nos certificados de ações, se emitidos, observado o artigo 118 da Lei das Sociedades por Ações. A Companhia não registrará acordo de acionistas que disponha sobre o exercício do poder de controle, enquanto os seus signatários não subscreverem o Termo de Anuência dos Controladores a que se refere o Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA S.A.. c. Regras de identificação e administração de conflitos de interesse O Regimento Interno do Conselho de Administração estabelece pontos de identificação e administração de situações de conflito de interesses em diversos momentos: O artigo 3º, que estabelece as diretrizes gerais de atuação do Conselho, tem em seu item (ix) prevenir e administrar situações de conflito de interesses ou de divergência de opiniões, de maneira que o interesse da Companhia sempre prevaleça. O artigo 19, que trata sobre a forma de deliberação nas reuniões do Conselho, estabelece, em seu parágrafo primeiro, que As atas serão redigidas com clareza, registrarão todas as decisões tomadas, abstenção de votos por conflitos de interesses, responsabilidades e prazos. Deverão ser assinadas por todos os presentes e objeto de aprovação formal. PÁGINA: 155 de 355

162 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração Finalmente, o artigo 20, que trata da seleção e indicação de pessoas candidatas a integrar a(s) chapa(s) para submissão à eleição pela Assembléia Geral, que deverá considerar entre seus critérios, (item iv) o conselheiro deve ainda estar isento de conflito de interesse fundamental (não administrável, não pontual ou situacional, que seja ou se espere que seja permanente) e permanentemente atento aos assuntos da organização, alem de entender que seus deveres e responsabilidades são abrangentes e não restritos as reuniões do Conselho. Em 21 de junho de 2011, em Reunião do Conselho de Administração, foi deliberado aprovar o REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, conforme segue: REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO WEG S.A. 1 Objeto do Regimento Interno Artigo. 1º - O presente Regimento Interno ( Regimento ) disciplina o funcionamento do Conselho de Administração da WEG S.A. ( Conselho ), dos Comitês e Comissões que o assessoram, bem como o relacionamento entre o Conselho e os demais órgãos sociais, observadas as disposições do Estatuto Social ( Estatuto Social ) e da legislação em vigor. 2 Missão do Conselho de Administração Artigo. 2º - O Conselho tem como missão proteger e valorizar o patrimônio da Companhia, maximizando o retorno do investimento de seus Acionistas, em sintonia com os valores, propósitos e crenças da Companhia. 3 Escopo de Atuação e Objetivos Artigo. 3º - O Conselho deve estabelecer a orientação geral dos negócios da Companhia e decidir sobre questões estratégicas, de acordo com as competências estabelecidas pela legislação em vigor e pelo Estatuto Social da Companhia. Sua atuação deverá ser guiada pelas seguintes diretrizes: (i) promover e observar o objeto social da companhia e de suas controladas; (ii) monitorar a condução dos negócios e das atividades da diretoria, a gestão de pessoas e o gerenciamento dos riscos, dentro de uma estrutura organizacional baseada na prudência e no controle efetivo. (iii) zelar pelos interesses dos acionistas, sem perder de vista as demais partes interessadas (stakeholders); PÁGINA: 156 de 355

163 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração (iv) zelar pela perenidade da companhia, dentro de uma perspectiva de longo prazo e de sustentabilidade, que incorpore considerações de ordem econômica, social, ambiental e de boa governança corporativa, na definição dos negócios e operações; (v) zelar pela confiabilidade das informações financeiras e estratégicas e para que os controles financeiros e os sistemas de administração de risco sejam adequados e efetivamente aplicados; (vi) adotar uma estrutura de gestão ágil, composta por profissionais qualificados e de reputação ilibada; (vii) formular diretrizes para a gestão da companhia e das controladas, que serão refletidas no orçamento anual; (viii) cuidar para que as estratégias e diretrizes sejam efetivamente implementadas pela diretoria, sem, todavia, interferir em assuntos operacionais; e (ix) prevenir e administrar situações de conflito de interesses ou de divergência de opiniões, de maneira que o interesse da Companhia sempre prevaleça. 4 Competência do Conselho de Administração Artigo. 4º - Compete ao Conselho de Administração, de acordo com o estabelecido no artigo 142 da Lei 6.404/76 e no estatuto social da companhia: (i) fixar a orientação geral dos negócios da companhia; (ii) eleger e destituir os diretores da companhia e fixar-lhes as atribuições, observado o que a respeito dispuser o estatuto; (iii) fiscalizar a gestão dos diretores, examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da companhia, solicitar informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração, e quaisquer outros atos; (iv) convocar a assembléia-geral quando julgar conveniente, ou nos casos específicos previstos no artigo 132 da Lei 6404/76; (v) manifestar-se sobre o relatório da administração e as contas da diretoria; (vi) manifestar-se previamente sobre atos ou contratos, quando o estatuto assim o exigir; (vii) deliberar, quando autorizado pelo estatuto, sobre a emissão de ações ou de bônus de subscrição; (viii) autorizar a alienação de bens do ativo não-circulante, a constituição de ônus reais e a prestação de garantias a obrigações de terceiros; (ix) escolher e destituir os auditores independentes; PÁGINA: 157 de 355

164 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração (x) examinar e manifestar-se sobre propostas da Diretoria a serem submetidas à Assembleia Geral; (xi) submeter à Assembleia Geral a proposta de distribuição do lucro líquido do exercício, nos termos do Artigo 38 do Estatuto Social; (xii) propor à Assembleia Geral alterações estatutárias; (xiii) indicar o substituto do Diretor em caso de ausência, impedimento temporário ou vacância do cargo, observado o disposto no artigo 31 do Estatuto Social; (xiv) fiscalizar a gestão da Diretoria; (xv) pronunciar-se previamente em relação aos seguintes atos a serem praticados pela Diretoria Executiva, quando os valores e/ou prazos ultrapassarem os fixados pelo Conselho de Administração: a. quaisquer contratos de mútuo, empréstimos e/ou financiamentos a serem firmados pela Companhia e/ou por suas controladas, junto as instituições financeiras de crédito; b. aquisição, alienação e/ou oneração a qualquer título de bens do ativo permanente da Companhia; e c. estabelecimento de limites de crédito a clientes. (xvi) autorizar a prestação pela Companhia, de aval, fiança e outras garantias a favor de empresas coligadas, associadas ou controladas, para garantia de qualquer valor; (xvii) aprovar a cessão, transferência, aquisição de licença de quaisquer direitos referentes a marcas, patentes, processos de produção industrial e tecnologia; (xviii) distribuir entre os membros do Conselho de Administração e Diretoria, a remuneração e gratificação global fixadas na Assembleia Geral dos Acionistas; (xix) autorizar investimentos e participação em outras empresas ou empreendimentos, no Brasil e no exterior; (xx) aprovar o planejamento estratégico e os orçamentos operacionais da Diretoria; (xxi) aprovar planos de expansão e diversificação de atividades, bem como a abertura e encerramento de filiais, agências ou escritórios; (xxii) autorizar a aquisição de ações da Companhia, para efeito de cancelamento ou permanência em tesouraria para posterior alienação; PÁGINA: 158 de 355

165 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração (xxiii) resolver os casos não previstos neste Estatuto Social, e que por lei não sejam de competência da Assembleia Geral, nem do Conselho Fiscal; (xxiv) deliberar sobre a celebração de contratos de mútuo pela Companhia com: a. seu Acionista Controlador; b. empresas por estes controladas; e c. coligadas nas quais a Companhia detenha participação inferior a 75%. (xxv) deliberar sobre a emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações e sem garantia real, e autorizar a emissão de quaisquer instrumentos de crédito para a captação de recursos, como bonds, notes, commercial papers, e outros, de uso comum no mercado, deliberando ainda sobre as condições de sua emissão e resgate; (xxvi) fixar a lista tríplice de instituições a ser apresentada à Assembleia Geral para preparação do laudo de avaliação das ações da Companhia, para fins das ofertas públicas previstas nos Capítulos XII e XIII do presente Estatuto Social; (xxvii) Submeter à aprovação da Assembleia Geral o Plano de Opção de Compra de suas Ações aos seus administradores, na forma do parágrafo 3º do art. 168 da Lei nº 6.404/76. Artigo. 5º - Em adição às competências já previstas na legislação específica e no Estatuto Social, são competências do Conselho de Administração: (i) aprovar a política de gestão de riscos e acompanhar a implementação; (ii) zelar para que a diretoria desenvolva controles internos confiáveis; (iii) aprovar a política de negociação de ações e divulgação de informações e acompanhar a implementação; (iv) constituir comitês, com atribuições específicas de análise e recomendação sobre determinadas matérias, aprovar os respectivos regimentos internos e nomear os membros; (v) aprovar o Código de Ética da Companhia e o seu próprio Regimento Interno; (vi) avaliar, formalmente, os resultados de desempenho da Companhia, do próprio Conselho, da diretoria e, individualmente, dos membros de cada um destes órgãos; PÁGINA: 159 de 355

166 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração (vii) estabelecer políticas e práticas que alinhem a remuneração da diretoria e do Conselho aos interesses e objetivos de longo prazo da Companhia; (viii) supervisionar o relacionamento entre os executivos e as demais partes interessadas (stakeholders); (ix) determinar a contratação de especialistas e peritos para melhor instruírem as matérias sujeitas à sua deliberação; (x) analisar as demonstrações financeiras; (xi) promover a supervisão e a responsabilização da área financeira; (xii) zelar para que a auditoria interna desempenhe a contento o seu papel e que os auditores independentes avaliem, por meio de sua própria revisão, as práticas da diretoria e da auditoria interna; (xiii) estabelecer com a auditoria independente o plano de trabalho e o acordo de honorários; (xiv) ter, sempre atualizado, um plano de sucessão do diretorpresidente e de todas as outras pessoas-chave da Companhia; (xv) promover e acompanhar a adoção de práticas de boa governança corporativa, assim como a eficácia de seus processos, propondo atualizações e melhorias quando necessário; (xvi) elaborar ou atualizar as diretrizes de governança corporativa e os documentos de governança da Companhia (Regimentos, Códigos e Políticas); (xvii) selecionar pessoas que, atendidos os requisitos legais e aqueles previstos no Estatuto Social da Companhia, possam ser candidatas a integrar a(s) chapa(s) a ser(em) submetidas à eleição pela Assembléia Geral; (xviii) selecionar e indicar pessoas para posições de Conselheiro, para repor eventuais vacâncias de cargos, até a realização da próxima Assembléia Geral; 5 Deveres do Conselheiro de Administração Artigo. 6º - É dever de todo conselheiro, além daqueles previstos na legislação pertinente e dos que a regulamentação aplicável e o Estatuto Social lhe impuserem: (i) comparecer às reuniões do Conselho previamente preparado, com o exame dos documentos postos à disposição e delas participar ativa e diligentemente; (ii) manter sigilo sobre toda e qualquer informação da Companhia a que tiver acesso em razão do exercício do cargo, bem como exigir o PÁGINA: 160 de 355

167 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração mesmo tratamento sigiloso dos profissionais que lhe prestem assessoria, utilizando-a somente para o exercício de suas funções de conselheiro, sob pena de responder pelo ato que contribuir para sua indevida divulgação; (iii) abster-se de intervir, isoladamente ou em conjunto com terceiro, em quaisquer negócios com a Companhia, suas controladas e coligadas, seu acionista controlador e ainda entre a Companhia e sociedades controladas e coligadas dos administradores e do acionista controlador, assim como outras sociedades que, com qualquer dessas pessoas, integre o mesmo grupo de fato ou de direito, salvo mediante aprovação prévia e específica do Conselho; (iv) declarar, previamente à deliberação, que, por qualquer motivo, tem interesse particular ou conflitante com o da Companhia quanto à determinada matéria submetida à sua apreciação, abstendo-se de sua discussão e voto; e (v) zelar pela adoção das boas práticas de governança corporativa pela companhia. 6 Presidente do Conselho de Administração Artigo. 7º - O presidente do Conselho tem, de acordo com o Estatuto Social, as seguintes atribuições: (i) convocar e presidir as reuniões do Conselho; e (ii) presidir as Assembleias Gerais da Companhia. Artigo. 8º - Sem prejuízo das atribuições anteriormente descritas e de outras que lhe conferirem a legislação pertinente e o Estatuto Social, o presidente do Conselho tem as seguintes atribuições: (i) assegurar a eficácia e o bom desempenho do órgão; (ii) assegurar a eficácia do sistema de acompanhamento e avaliação, por parte do Conselho, da Companhia, do próprio Conselho, da Diretoria e, individualmente, dos membros de cada um destes órgãos; (iii) compatibilizar as atividades do Conselho com os interesses da Companhia, dos seus acionistas e das demais partes interessadas; (iv) organizar e coordenar a pauta das reuniões, ouvidos os outros conselheiros e, se for o caso, o diretor-presidente e demais diretores; (v) coordenar as atividades dos demais conselheiros; (vi) providenciar a convocação para as reuniões do Conselho, dando conhecimento aos conselheiros e eventuais participantes do local, data, horário e ordem do dia; PÁGINA: 161 de 355

168 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração (vii) organizar a pauta dos assuntos a serem tratados, com base em solicitações de conselheiros e consulta a diretores; (viii) assegurar que os conselheiros recebam informações completas e tempestivas sobre os itens constantes da pauta das reuniões; (ix) designar pessoa responsável por a. secretariar as reuniões, elaborar e lavrar as respectivas atas e outros documentos no livro próprio e coletar as assinaturas de todos os conselheiros que dela participaram, além de consignar o comparecimento de eventuais convidados; b. monitorar dos temas e do tempo utilizado para sua discussão durante as reuniões do Conselho, apresentando relatórios periódicos de avaliação;e c. arquivar as atas e deliberações tomadas pelo Conselho nos órgãos competentes e providenciar sua publicação no órgão de imprensa oficial e em jornal de grande circulação, se for o caso. (x) submeter ao Conselho proposta de rateio da remuneração dos conselheiros; (xi) propor ao Conselho o calendário anual corporativo, que deverá, necessariamente, definir as datas dos eventos abaixo: a. Reuniões do Conselho de Administração; b. Divulgação das demonstrações financeiras anuais e demonstrações financeiras consolidadas, em português e em inglês; c. Divulgação dos formulários Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP) e Informações Trimestrais (ITR), em português e em inglês; d. Divulgação do Formulário de Referência ; e. Realização da assembléia geral ordinária e, se for o caso, assembléias gerais extraordinárias; f. Realização de reunião pública com analistas; g. Realização de teleconferências sobre os resultados. (xii) organizar, em conjunto com o diretor-presidente, quando da eleição de um novo membro do Conselho, um programa de integração e treinamento do novo conselheiro, que lhe permita tomar contato com as atividades e obter informações sobre a organização. 7 Normas de Funcionamento do Conselho de Administração 7.1. Reuniões do Conselho de Administração Calendário anual de reuniões ordinárias PÁGINA: 162 de 355

169 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração Artigo. 9º - Ao final de cada exercício, o Conselho deve deliberar, com base em proposta do presidente do Conselho, sobre: a. o calendário anual de reuniões ordinárias; b. a avaliação formal dos resultados de desempenho da companhia, da diretoria e de cada diretor individualmente. Parágrafo único - A periodicidade das reuniões ordinárias será determinada de forma a garantir a efetividade dos trabalhos do Conselho, sendo previstas ao menos 11 (onze) reuniões ordinárias anuais Convocação de reuniões extraordinárias Artigo. 10º - O Conselho deverá ainda reunir-se, em caráter extraordinário, sempre que convocado pelo presidente do Conselho, a pedido fundamentado de qualquer de seus membros, devendo constar da convocação: data, horário do início e término, local e assuntos que constarão da ordem do dia da reunião Local Parágrafo único - Na hipótese de o presidente não atender à solicitação de qualquer conselheiro, no prazo de 15 (quinze) dias, manter-se inerte, silente ou, ainda, estar impedido, a reunião poderá ser convocada diretamente por, no mínimo, dois conselheiros. Artigo. 11º - As reuniões do Conselho, sejam ordinárias ou extraordinárias, serão, preferencialmente, realizadas na sede da companhia Presença de terceiros Artigo. 12º - O presidente do Conselho, por iniciativa própria ou solicitação de qualquer conselheiro, poderá convocar diretores e/ou colaboradores da companhia para assistir às reuniões e prestar esclarecimentos ou informações sobre as matérias em apreciação Envio da documentação Artigo 13 - O presidente do Conselho, ou quem ele designar, deverá encaminhar, até 7 (sete) dias antes de cada reunião do colegiado, as informações sobre as matérias a serem discutidas na reunião. Parágrafo único - As matérias submetidas à apreciação do Conselho serão instruídas com a proposta e/ou manifestação da diretoria ou dos órgãos competentes da companhia e de parecer jurídico, quando necessários ao exame da matéria Sistema de Votação e Ordem dos Trabalhos PÁGINA: 163 de 355

170 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração Pauta Artigo 14 - O presidente do Conselho, assistido pelo secretário, preparará a pauta das reuniões, ouvidos os demais conselheiros e o diretor-presidente e, se for o caso, os outros diretores e coordenadores de comitês especializados Ordem Parágrafo primeiro - Caso dois conselheiros insistam quanto à inclusão de determinada matéria na pauta, ainda que previamente rejeitada, o presidente deverá incluí-la. Parágrafo segundo - A manifestação dos conselheiros obedecerá à forma escrita, e deverá ser recebida pela Companhia no prazo máximo de dois dias após a ciência da decisão do presidente de não inserir a proposta na pauta da reunião, hipótese em que o presidente deverá enviar nova convocação aos conselheiros. Parágrafo terceiro - A pauta e a documentação necessária à apreciação dos assuntos nela previstos serão entregues a cada conselheiro com, no mínimo, uma semana de antecedência da data da reunião. Na hipótese de reunião extraordinária, em face da urgência da convocação, caberá ao presidente do Conselho definir o prazo mínimo, dentro do qual a pauta e a documentação deverão ser encaminhadas. Artigo 15 - Verificado o quorum de instalação, os trabalhos obedecerão à seguinte ordem: (i) abertura da sessão; (ii) prestação de esclarecimentos iniciais pelo presidente; (iii) leitura sucinta e sem apartes para discussão da ordem do dia a ser submetida à votação; (iv) apresentação, discussão, encaminhamento de propostas e votação dos assuntos da ordem do dia, na ordem proposta pelo presidente; (v) apresentação de proposições, pareceres e comunicação dos conselheiros. Parágrafo único - Por unanimidade dos membros do Conselho, o presidente poderá incluir na pauta matéria relevante para deliberação, não constante da pauta original Discussão, deliberação e atas Artigo 16 - Encerradas as discussões, o presidente passará a colher o voto de cada conselheiro. PÁGINA: 164 de 355

171 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração Artigo 17 - Artigo 18 - Em caso de empate, o presidente do Conselho deverá exercer o voto de qualidade. As sessões deverão ser suspensas ou encerradas, quando as circunstâncias o exigirem, a pedido de qualquer conselheiro e com aprovação do Conselho. Parágrafo único - No caso de suspensão da sessão, o presidente deverá marcar a data, hora e local para sua continuação, ficando dispensada a necessidade de nova convocação dos conselheiros. Artigo 19 - As matérias e deliberações tomadas nas reuniões do Conselho serão válidas se tiverem voto favorável da maioria dos membros presentes, lavradas em atas, registradas no Livro de Atas de reuniões do Conselho e, sempre que contiverem deliberações destinadas a produzir efeitos perante terceiros, seus extratos serão arquivados e publicados na Junta Comercial competente. Parágrafo primeiro - As atas serão redigidas com clareza, registrarão todas as decisões tomadas, abstenção de votos por conflitos de interesses, responsabilidades e prazos. Deverão ser assinadas por todos os presentes e objeto de aprovação formal. Parágrafo segundo - Os conselheiros que tiverem divergências com relação à condução dos negócios da Companhia ou de um ato proposto devem assegurar que sua divergência seja registrada em ata. 8 Das qualificações dos Conselheiros de Administração Artigo 20 - A seleção e indicação de pessoas candidatas a integrar a(s) chapa(s) para submissão à eleição pela Assembléia Geral deverá considerar sempre os seguintes critérios: (i) ao compor o Conselho, deve-se considerar a criação de um ambiente que permita a livre expressão dos conselheiros, buscando a diversidade de experiências, qualificações e estilos de comportamento para que o órgão reúna as competências necessárias ao exercício de suas atribuições; (ii) como um órgão colegiado, deve-se buscar reunir no Conselho de Administração competências tais como: a. experiência de participação em outros Conselhos de Administracao; b. experiência como executivo senior; c. experiência em gestão de mudanças e administração de crises; d. experiência em identificação e controle de riscos; e. experiência em gestão de pessoas; PÁGINA: 165 de 355

172 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração f. conhecimentos de finanças; g. conhecimentos contábeis; h. conhecimentos jurídicos; i. conhecimentos dos negócios da organização; j. conhecimentos dos mercados nacional e internacional; k. contatos de interesse da organização. (iii) Individualmente, deve-se buscar que os candidatos possuam: a. Alinhamento com os valores da organização; b. capacidade de defender seu ponto de vista a partir de julgamento próprio; c. disponibilidade de tempo; d. motivação; e. visão estratégica; f. conhecimento das melhores praticas de Governança Corporativa; g. capacidade de trabalho em equipe; h. capacidade de ler e entender relatórios gerenciais, contábeis e financeiros; i. noções de legislação societária; j. percepção do perfil de risco da organização. (iv) O conselheiro deve ainda estar isento de conflito de interesse fundamental (não administrável, não pontual ou situacional, que seja ou se espere que seja permanente) e permanentemente atento aos assuntos da organização, alem de entender que seus deveres e responsabilidades são abrangentes e não restritos as reuniões do Conselho. 9 Vacância Artigo 21 - Artigo 22 - A vacância definitiva de um cargo de membro do Conselho pode dar-se por destituição, renúncia, morte, impedimento comprovado, invalidez, perda do mandato ou outras hipóteses previstas em Lei. No caso de vacância em decorrência de destituição, renúncia, morte, impedimento comprovado, invalidez ou perda do mandato ou outras hipóteses previstas em lei, o Conselho deverá reunir-se até 30 (trinta) dias contados do evento e promover a eleição do substituto para completar o mandato do substituído. PÁGINA: 166 de 355

173 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração Parágrafo primeiro - A renúncia ao cargo é feita mediante comunicação escrita ao Conselho, tornando-se eficaz, a partir desse momento, perante à companhia, prevalecendo diante de terceiros, após o arquivamento do documento de renúncia no registro do comércio e publicação, que poderão ser promovidos pelo renunciante. Parágrafo segundo - Em caso de renúncia em decorrência de divergência com relação à condução dos negócios da Companhia ou de um ato proposto, o conselheiro deve registrar por escrito as razões as quais motivaram sua renúncia, em declaração a ser encaminhada ao presidente do Conselho, com a solicitação de que seja levada ao conhecimento de todo o Conselho. 10 Comunicação entre o Conselho de Administração e a Diretoria Artigo 23 - A fim de facilitar e ordenar a comunicação entre os membros do Conselho e da diretoria, as dúvidas e solicitações de informações dos membros do Conselho deverão ser enviadas ao diretor-presidente da companhia. 11 Comitês Especializados Artigo 24 - O Conselho poderá criar comitês ou grupos de trabalho com objetivos definidos, tais como os de auditoria, remuneração, finanças e governança, dentre outros. Os comitês deverão adotar regimentos próprios aprovados pelo Conselho. 12 Interação com Auditores Independentes Artigo 25 - O Conselho reunir-se-á com os auditores independentes ao menos semestralmente, para revisar as demonstrações contábeis, as principais políticas e julgamentos contábeis e os relatórios dos auditores independentes. Artigo 26 - Artigo 27 - O Conselho deverá aprovar previamente a prestação de outros serviços pelos auditores independentes que auditam a companhia que não a própria auditoria das demonstrações financeiras. Serão divulgados os outros serviços prestados pelo auditor independente e o percentual em relação aos honorários por serviços de auditoria das demonstrações financeiras. O Conselho de Administração deverá se manifestar formalmente a respeito da declaração de independência dos auditores independentes. 13 Interação com o Conselho Fiscal Artigo 28 - O Conselho reunir-se-á periodicamente com o Conselho Fiscal, se e quando em funcionamento, para tratar de assuntos de interesse comum. PÁGINA: 167 de 355

174 Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração Artigo 29 - O presidente do Conselho fornecerá os esclarecimentos e informações solicitados pelo Conselho Fiscal, relativos à sua função fiscalizadora. 14 Disposições Gerais Artigo 30 - As omissões deste Regimento Interno, dúvidas de interpretação e eventuais alterações de seus dispositivos serão decididas em reunião do Conselho, na forma prevista no Estatuto e neste Regimento. Artigo 31 - Este Regimento Interno entra em vigor na data da sua aprovação pelo Conselho e será arquivado na sede da companhia. PÁGINA: 168 de 355

175 Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de arbitragem A Companhia, seus acionistas, administradores e membros do Conselho Fiscal obrigamse a resolver, por meio de arbitragem, nos termos do Regulamento da Câmara de Arbitragem do Mercado da BM&F BOVESPA S.A., toda e qualquer disputa ou controvérsia que possa surgir entre eles, relacionada ou oriunda, em especial, da aplicação, validade, eficácia, interpretação, violação e seus efeitos, das disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, no Estatuto Social da Companhia, nas normas editadas pelo Conselho Monetário Nacional, pelo Banco Central do Brasil e pela CVM, bem como nas demais normas aplicáveis ao funcionamento do mercado de capitais em geral, além daquelas constantes do Regulamento de Listagem do Novo Mercado, do Contrato de Participação do Novo Mercado e do Regulamento de Arbitragem da Câmara de Arbitragem do Mercado. PÁGINA: 169 de 355

176 12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal Nome Idade Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador Outros cargos e funções exercidas no emissor Laurence Beltrão Gomes 41 Pertence apenas à Diretoria 20/01/ anos Industrial 12 - Diretor de Relações com Investidores 20/01/2012 Sim Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Linhares Equipamentos Elétricos Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Logística Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Amazônia S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Administradora de Bens Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Drives & Controls - Automação Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Tintas. Participa da Diretoria da controlada Logotech Ltda. Participa da Diretoria da controlada Instrutech Ltda. Participa da Diretoria da controlada Equisul Ltda. Hilton José da Veiga Faria 54 Pertence apenas à Diretoria 24/04/ anos Industrial Diretor 24/04/2012 Sim Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A Participa da Diretoria da controlada WEG Linhares Equipamentos Elétricos Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Logística Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Amazônia S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Administradora de Bens Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Drives & Controls - Automação Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Tintas Ltda. Participa da Diretoria da controlada Logotech Ltda. Participa da Diretoria da controlada Instrutech Ltda. Participa da Diretoria da controlada Equisul Ltda. Sérgio Luiz Silva Schwartz 51 Pertence apenas à Diretoria 20/01/ anos Industrial 11 - Diretor Vice Presidente/ Superintendente 20/01/2012 Sim Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Linhares Equipamentos Elétricos Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Logística Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Amazônia S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Administradora de Bens Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Tintas Ltda. Siegfried Kreutzfeld 56 Pertence apenas à Diretoria 20/01/ anos Industrial Diretor 20/01/2012 Sim PÁGINA: 170 de 355

177 12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal Nome Idade Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador Outros cargos e funções exercidas no emissor Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Linhares Equipamentos Elétricos Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Amazônia S.A. Participa da Diretoria da controlada RF Reflorestamento Ltda. Sinésio Tenfen 57 Pertence apenas à Diretoria 20/01/ anos Industrial Diretor 20/01/2012 Sim Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. Participa da Diretoria da controlada Hidráulica Industrial S.A. Ind. e Com. - HISA Participa do Conselho de Administração da controlada Hidráulica Industrial S.A. Ind. e Com. - "HISA" Umberto Gobbato 60 Pertence apenas à Diretoria 20/01/ anos Industrial Diretor 20/01/2012 Sim Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Drives & Controls - Automação Ltda. Participa da Diretoria da controlada Logotech Ltda. Participa da Diretoria da controlada Instrutech Ltda. Participa da Diretoria da controlada Equisul Ltda. Wilson José Watzko 53 Pertence apenas à Diretoria 20/01/ anos Industrial Diretor 20/01/2012 Sim Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. Participa da Diretoria da controlada RF Reflorestadora Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Linhares Equipamentos Elétricos Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Logística Ltda Participa da Diretoria da controlada WEG Amazônia S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Administradora de Bens Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Drives & Controls - Automação Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Tintas Ltda. Participa da Diretoria da controlada Logotech Ltda. Participa da Diretoria da controlada Instrutech Ltda. Participa da Diretoria da controlada Equisul Ltda. Carlos Diether Prinz 51 Pertence apenas à Diretoria 20/01/ anos Industrial Diretor 20/01/2012 Sim Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. PÁGINA: 171 de 355

178 12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal Nome Idade Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador Outros cargos e funções exercidas no emissor Luis Gustavo Lopes Iensen 54 Pertence apenas à Diretoria 20/01/ anos Industrial Diretor 20/01/2012 Sim Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. Antônio Cesar da Silva 57 Pertence apenas à Diretoria 20/01/ anos Industrial Diretor 20/01/2012 Sim Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Linhares Equipamentos Elétricos Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Logística Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Amazônia S.A. Harry Schmelzer Junior 53 Pertence apenas à Diretoria 20/01/ anos Industrial 10 - Diretor Presidente / Superintendente 20/01/2012 Sim Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Linhares Equipamentos Elétricos Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Logística Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Amazônia S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Administradora de Bens Ltda. Participa da Diretoria da controlada WEG Tintas Ltda. Wandair José Garcia 53 Pertence apenas à Diretoria 20/01/ anos Industrial Diretor 20/01/2012 Sim Participa da Diretoria da holding WEG S.A. Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. Décio da Silva 55 Pertence apenas ao Conselho de Administração 24/04/ anos Industrial 20 - Presidente do Conselho de Administração 24/04/2012 Sim Participa do Conselho de Administração das controladas WEG Equipamentos Elétricos S.A, RF Reflorestadora Ltda., WEG Amazônia S.A. Nildemar Secches 63 Pertence apenas ao Conselho de Administração 24/04/ anos Industrial 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) 24/04/2012 Sim Martin Werninghaus 51 Pertence apenas ao Conselho de Administração 24/04/ anos Empresário 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 24/04/2012 Sim PÁGINA: 172 de 355

179 12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal Nome Idade Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador Outros cargos e funções exercidas no emissor Participa do Conselho de Administração das controladas WEG Equipamentos Elétrico S.A., RF Reflorestadora Ltda., WEG Amazônia S.A. Miriam Voigt Schwartz 49 Pertence apenas ao Conselho de Administração 24/04/ anos Empresária 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 24/04/2012 Sim Participa do Conselho de Administração das controladas WEG E quipamentos Elétricos S.A., RF Reflorestadora Ltda., WEG Amazônia S.A. Moacyr Rogério Sens 68 Pertence apenas ao Conselho de Administração 24/04/ anos Empresário 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 24/04/2012 Sim Douglas Conrado Stange 66 Pertence apenas ao Conselho de Administração 24/04/ anos Industrial 22 - Conselho de Administração (Efetivo) 24/04/2012 Sim Wilson Pinto Ferreira Junior 53 Pertence apenas ao Conselho de Administração 24/04/ anos Industrial 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) 24/04/2012 Não Dan Ioschpe 46 Pertence apenas ao Conselho de Administração 24/04/ anos Administrador de Empresa 27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo) 24/04/2012 Sim Alidor Lueders 63 Conselho Fiscal 24/04/2012 Próxima AGO Empresário 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/controlador 24/04/2012 Sim Os membros do Conselho Fiscal não exercem outros cargos dentro da Companhia do que aquele para o qual foram indicados. Eduardo Grande Bittencourt 74 Conselho Fiscal 24/04/2012 Próxima AGO Contador 43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/controlador 24/04/2012 Sim Os membros do Conselho Fiscal não exercem outros cargos dentro da Companhia do que aquele para o qual foram indicados. Hayton Jurema da Rocha 54 Conselho Fiscal 24/04/2012 Próxima AGO Economista 45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/minor.ordinaristas 24/04/2012 Não Os membros do Conselho Fiscal não exercem outros cargos dentro da Companhia do que aquele para o qual foram indicados. Ilário Bruch 61 Conselho Fiscal 24/04/2012 Próxima AGO Empresário 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/controlador 24/04/2012 Sim Os membros do Conselho Fiscal não exercem outros cargos dentro da Companhia do que aquele para o qual foram indicados. PÁGINA: 173 de 355

180 12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal Nome Idade Orgão administração Data da eleição Prazo do mandato CPF Profissão Cargo eletivo ocupado Data de posse Foi eleito pelo controlador Outros cargos e funções exercidas no emissor Eduardo da Gama Godoy 48 Conselho Fiscal 24/04/2012 Próxima AGO Contador 46 - C.F.(Suplent)Eleito p/controlador 24/04/2012 Sim Os membros do Conselho Fiscal não exercem outros cargos dentro da Companhia do que aquele para o qual foram indicados. Marcelo Adolfo Moser 57 Conselho Fiscal 24/04/2012 Próxima AGO Economista 48 - C.F.(Suplent)Eleito p/minor.ordinaristas 24/04/2012 Não Os membros do Conselho Fiscal não exercem outros cargos dentro da Companhia do que aquele para o qual foram indicados. Experiência profissional / Declaração de eventuais condenações Laurence Beltrão Gomes Formação Acadêmica: Bacharel em Economia - Universidade Federal do RS/ UFRGS Mestrado em Administração de Empresas - Universidade Federal do RS/UFRGS Experiências Profissionais: No Grupo WEG: Nomeado em 2010 Diretor de Finanças e Relações com Investidores Em Outras Companhias (anteriormente): 1993 a Trainee Banco Bozano, Simonsen S/A RS 1996 a Supervisor Financeiro Grupo Avipal (Eleva S/A) RS 1998 a Gerente de Vendas Tesouraria Banco ABN Amro S/A SP 1999 a Gerente Financeiro SLC Participações S/A RS 2006 a Diretor Financeiro e de Relações com Investidores - SLC Agrícola S.A. Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Hilton José da Veiga Faria PÁGINA: 174 de 355

181 Formação Acadêmica: 1981 Bacharel em Engenharia Mecânica - UFSC 1990 Especialização em Recursos Humanos INPG/SP 1990 Especialização em Administração Industrial ESAG/SC 1999 Gestão Empresarial European University Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1981 a 1987 Chefe da Seção de Inspeção, Planejamento da Qualidade e Apoio ao CCQ 1992 a 2005 Chefe da Seção Apoio ao CCQ e TQC, Gerente do Departamento de Treinamento e Desenvolvimento, Relações Industriais, RH 2005 a 2010 Gerente de Vendas Internacionais, Serviços ao Cliente e Tecnologia 2010 a 2012 Gerente do Departamento de Treinamento e Desenvolvimento Atualmente - Diretor de Recursos Humanos Em Outras Companhias (anteriormente): 1987 a 1991 Gerente de Treinamento, Chefe do Controle de Qualidade, Planejamento da Qualidade e Assistência Técnica - Cerâmica Portobello Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Sérgio Luiz Silva Schwartz Formação Acadêmica: Bacharel em Ciências Contábeis Universidade Regional de Joinville/SC Especialização em Práticas Gerenciais UDESC MBA Executivo Team Management FGV MBA Logística Empresarial - FGV Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1991 a Gerente do Departamento Suprimentos 1993 a Gerente do Departamento Planejamento Comercial 2002 a Diretor de Logística 2004 a Diretor Superintendente 2007 a Diretor Vice-Presidente e Diretor Internacional Atualmente - Diretor Vice-Presidente e CFO Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Siegfried Kreutzfeld PÁGINA: 175 de 355

182 Formação Acadêmica: 1974 Engenharia Elétrica - FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville 1988 Especialização em Administração de Empresas - FERJ Fundação Educacional Regional Jaraguá Especialização Em Marketing e Propaganda FAE FERJ Especialização Em Administração Industrial - FERJ Fundação Educacional Regional Jaraguá Especialização Em Máquinas Elétricas Girantes - UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Mestrado Em Máquinas Elétricas Girantes - UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1979 a Engenheiro Eletricista Projetos Plétricos 1982 a Chefe Seção Engenharia Elétrica 1991 a Coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos 1992 a 1995 Coordenador de P&D Produto P - Engenharia de Produto 1995 a Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos 2001 a Gerente de Engenharia Motores Monofásicos 2004 a 2008 Diretor de Engenharia Atualmente - Diretor Superintendente Unidade Motores Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Sinésio Tenfen Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Elétrica Faculdade de Engenharia FEJ Especialização em Administração de Empresas Escola Superior de Administração e Gerência - ESAG Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1979 a Projetista de Máquinas Elétricas de Corrente Contínua e Máquinas Síncronas 1982 a Chefe Seção de Projetos e Aplicações de Máquinas Elétricas de Corrente Contínua e Máquinas Síncronas 1984 a Chefe Seção de Vendas 1986 a Gerente Depto. Vendas 1998 a Gerente Centro de Negócios de Energia 2004 a Diretor Superintendente 2007 a Diretor Técnico/Comercial Atualmente - Diretor Superintendente da Unidade Energia Em Outras Companhias (anteriormente): 1978 a 1979 Professor de Desenho Técnico e Mecânico FESC Joinville/SC 1979 a 1979 Desenhista de Projetos Elétricos e Arquitetônicos S.W.K. Engenharia e Empreendimentos Ltda Joinville/SC Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Umberto Gobbato PÁGINA: 176 de 355

183 Formação Acadêmica: Engenharia Eletrônica, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul Especialização em Automação Industrial, pela Universidade de Brasília MBA STC Executivo Fundação Dom Cabral/J. L. Kellog Graduate School of Management Experiências Profissionais: No Grupo WEG: Desde 1991, Diretor Superintendente da Weg Automação Em Outras Companhias (anteriormente): 1972 a 1975 Cia Riograndense de Telecomunicações, Porto Alegre/RS 1976 a 1977 General Electric do Brasil, Rio de Janeiro/RJ 1978 a 1982 Nuclebrás Engenharia, Rio de Janeiro/RJ 1983 a 1991 Ministério da Ciência e Tecnologia, Brasília/DF Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Wilson José Watzko Formação Acadêmica: Técnico em Contabilidade 1981 Licenciatura Plena Curso de Estudos Sociais UNERJ (SC) Bacharel em Economia Especialização em Administração de Empresas (SC) Especialização em Administração de Empresas (PR) Mestrado em Relações Econômicas e Sociais Internacionais UMINHO Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1985 a Auditor no Departamento de Auditoria 1986 a Economista no Departamento de Planejamento Financeiro 1990 a Gerente do Departamento Administrativo 1991 a Gerente do Departamento de Controladoria, contador da WEG S.A. e Grupo WEG Nomeado Diretor de Controladoria em fevereiro de 2010 Em Outras Companhias (anteriormente): 1998 a 1999 Membro do Conselho Fiscal da Perdigão S.A a Membro do Conselho Fiscal e Comitê de Auditoria da Perdigão S.A. Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Carlos Diether Prinz PÁGINA: 177 de 355

184 Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Elétrica - Universidade Federal de SC/UFSC Especialização em Administração - Escola Superior de Administração e Gerência/ SC Especialização em Transformadores de Força pela FURB/SC Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1985 a Trainee 1986 a Orçamentista 1987 a Chefe da Seção Vendas 1989 a Gerente do Departamento Vendas 2006 a Diretor Atualmente - Diretor Superintendente Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Luis Gustavo Lopes Iensen Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Mecânica Universidade Federal de Santa Maria/UFSM Especialização em Administração de Empresas - Escola Superior de Administração e Gerência ESAG Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1981 a Engenheiro Mecânico no Departamento de Controle 1983 a Chefe da Seção no Departamento de Inspeção I/II 1987 a Gerente do Departamento de Controle de Qualidade 1990 a Gerente do Departamento de Engenharia de Produto 1993 a Gerente do Departamento de Controle de Qualidade 1994 a Gerente do Departamento de Vendas 2004 a Diretor da WEG Portugal 2007 a Diretor Regional da Ásia, na China 2009 a Diretor Regional da Europa, na Alemanha Atualmente - Diretor Internacional, no Brasil Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Antônio Cesar da Silva PÁGINA: 178 de 355

185 Formação Acadêmica: Bacharel em Administração de Empresas Universidade Regional de Joinville - UNIVILLE MBA em Competências Gerenciais - Universidade do Estado de SC-UDESC Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1976 a Seção de Orçamentos 1981 a Chefe da Seção Tesouraria 1984 a Gerente do Departamento de Finanças 1986 a Gerente de Filial 1989 a Gerente do Departamento de Vendas 2004 a Diretor de Vendas Atualmente - Diretor de Marketing Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Harry Schmelzer Junior Formação Acadêmica: 1982 Bacharel em Engenharia Elétrica - FEJ -Faculdade de Engenharia Joinville/SC MBA em Administração de Empresas ESAG / UDESC Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1981 a Iniciou como Estagiário 1982 a Atuou no Setor de Aplicação de Máquinas Elétricas 1983 a Chefe de Vendas Técnica 1985 a Chefe de Aplicação de Processos 1986 a Gerente de Vendas da WEG Acionamentos 1991 a Diretor Comercial da WEG Acionamentos 1992 a Diretor Superintendente da WEG Acionamentos 2005 a Diretor Superintendente da WEG Motores 2006 a Diretor Regional Europa WEG Exportadora Atualmente - Diretor Presidente Executivo Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Wandair José Garcia PÁGINA: 179 de 355

186 Formação Acadêmica: Bacharel em Administração de Empresas pela Faculdade Moraes Junior / Rio de Janeiro, RJ MBA Competências Gerenciais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) / Florianópolis, SC Mestrado Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) / Florianópolis, SC Programa de Desenvolvimento Gerencial pela FGV/EAESP Experiências Profissionais: No Grupo WEG: Assistente Diretoria 1999 a 2012 Gerente Sistemas Informações Atualmente Diretor Tecnologia de Informação Em Outras Companhias (anteriormente): 1981 a Estagiário de Programação na CIA. Cervejaria Brahma 1982 a Programador na CIA. Cervejaria Brahma 1983 a Analista de Suporte Técnico na CIA. Cervejaria Brahma 1987 a Chefe Suporte Técnico na Fleischmann Royal Nabisco 1995 a Gerente Tecnologia e Infraestrutura na Fleischmann Royal Nabisco 1997 a Gerente Sistemas de Informação na Fleischmann Royal Nabisco Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Décio da Silva Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Mecânica Universidade Federal de SC/UFSC Bacharel em Administração de Empresas FURJ Joinville/SC INSEADE Programa de Gestão Avançada Fundação Dom Cabral/Inseade (Brasil/França) Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1979 a Assistente da divisão de Controle de Qualidade 1980 a Chefe da Seção de Controle de Qualidade 1980 a Gerente do Departamento de Fabricação 1982 a Gerente do Departamento Produção Eletromecânica 1985 a Diretor de Produção 1986 a Diretor Regional WEG (SP) 1988 a Diretor de Vendas 1989 a Diretor Presidente Executivo A partir de Presidente do Conselho de Administração. Em Outras Companhias (anteriormente): 2008 a Membro do Conselho de Administração do Grupo Algar Em Outras Companhias (atualmente): Membro do Conselho de Administração da BRF Brasil Foods S.A. Membro do Conselho de Administração da Iochpe Maxion S.A. Presidente Conselho de Administração da Oxford S.A. Membro do Conselho de Administração da TECSIS Tecnologia e Sistemas Avançados S.A. Diretor da WPA Participações e Serviços S.A. Presidente do Conselho de Administração da WPA Participações e Serviços S.A. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. PÁGINA: 180 de 355

187 Nildemar Secches Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Mecânica USP de São Carlos Especialização em Finanças PUC do Rio de janeiro Doutorado em Economia Unicamp de Campinas Experiências Profissionais: No Grupo WEG: Foi Presidente do Conselho de Administração Atualmente - Membro do Conselho de Administração Em Outras Companhias (anteriormente): Diretor Presidente da atual BRF - Brasil Foods S.A. e Diretor do BNDES Em Outras Companhias (atualmente): Presidente do Conselho de Administração da BRF Brasil Foods S.A. Membro Conselho de Administração da Ultrapar Participações S/A. Membro Conselho de Administração da Iochpe Maxion S/A. Membro Conselho de Administração da Suzano Papel e Celulose S.A. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Martin Werninghaus Formação Acadêmica: Bacharel em Economia - Fundação Educacional e Regional de Joinville/SC Especialização em Administração de Empresas Escola Superior de Administração e Gerência ESAG Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1984 a Chefe da Seção de Apoio a Vendas 1986 a Gerente de Vendas WEG Transformadores 1988 a Diretor Regional da WEG S.A. - SP 1991 a Diretor Superintendente da WEG Transformadores 1998 a Diretor de Produção da WEG Motores 2002 a Diretor Superintendente da WEG Euro (Portugal) 2004 a Diretor Superintendente da WEG Química Atualmente - Membro do Conselho de Administração Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Membro do Conselho de Administração da WPA Participações e Serviços S.A. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Miriam Voigt Schwartz PÁGINA: 181 de 355

188 Formação Acadêmica: Bacharel em Odontologia - Universidade Federal de SC UFSC Especialização em Odontopediatria Associação Odontológica do Norte do Paraná Experiências Profissionais: No Grupo WEG: Atualmente - Membro do Conselho de Administração Em Outras Companhias (anteriormente): Diretora da WPA Participações e Serviços S.A. Em Outras Companhias (atualmente): Coordenadora do Conselho de Família da WPA Participações e Serviços S.A. Dentista Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Moacyr Rogério Sens Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Mecânica Universidade Federal de SC/UFSC Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1968 a Projetista de Máquinas e Ferramentas 1969 a Chefe do Departamento de Controle de Qualidade 1972 a Chefe do Departamento de Planejamento Controle de Produção 1974 a Gerente da Divisão de Engenharia 1975 a Gerente da Fábrica III 1977 a Gerente da Divisão de Tecnologia 1978 a Diretor Técnico do Grupo WEG 1986 a Diretor superintendente da WEG Automação 1994 a Diretor Superintendente da WEG Motores Desde 2007 é membro do Conselho de Administração. Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Membro do Conselho de Administração da Intelbrás S.A. Presidente do Conselho de Curadores da Fundação CERTI Centro de Referência de Tecnologias Inovadoras. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Douglas Conrado Stange PÁGINA: 182 de 355

189 Formação Acadêmica: Bacharel em Administração Fundação Universitária de Joinville/SC Especialização em Administração de Empresas Escola Superior de Administração e Gerência - Florianópolis/SC Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1967 a 1970 Auxiliar de Escritório 1970 a 1974 Chefe da Seção de Custos e Orçamento 1974 a 1978 Gerente de Planejamento, Orçamento, Custos e Finanças 1978 a 1979 Gerente da Divisão de Contabilidade e Custos 1979 a Diretor de Controle 1984 a Diretor Superintendente WEG Motores 1994 a Diretor Superintendente WEG Exportadora 2007 a Diretor Superintendente WEG Motores Desde 2009 é membro do Conselho de Administração. Em Outras Companhias (anteriormente): Operador de som da Rádio Jaraguá/SC Sócio Gerente da Eletro Produtos Wersta / Jaraguá do Sul/SC Presidente do Conselho de Administração da TRAFO Equipamentos Elétricos S.A. Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Wilson Pinto Ferreira Junior Formação Acadêmica: Bacharel em Administração de Empresas Universidade Mackenzie Bacharel em Engenharia Elétrica Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho - Universidade Mackenzie Especialização em Marketing - Fundação Getúlio Vargas Especialização em Administração de Distribuição de Energia Elétrica Swedixh Power Co. Mestrado em Engenharia - Universidade de São Paulo - USP Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (anteriormente): Presidente do Conselho de Administração da Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) Presidente do Conselho de Administração da Bandeirante Energia S.A. Presidente da Rio Grande Energia S.A. Presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE) Em Outras Companhias (atualmente): Membro do Conselho de Administração da Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) Diretor Presidente do Grupo CPFL Energia e controladas Vice Presidente da Associação Brasileira de Infra-Estrutura e Indústria de Base (ABDIB) Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Dan Ioschpe PÁGINA: 183 de 355

190 Formação Acadêmica: Bacharel em Jornalismo Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Especialização e Marketing Escola Superior de Propaganda e Marketing de SP (ESPM) MBA na Amos Tuck School, Dartmouth Colege (EUA) Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (anteriormente): Departamento de Marketing da RBS Área de Vendas e Marketing - Iochpe-Maxion S.A. Summer Internship - Procter e Gamble (Chile) Área de desenvolvimento de novos negócios - Iochpe-Maxion S.A. Superintendência da Divisão de Máquinas Agrícolas da Iochpe-Maxion S.A. Presidente da AGCO do Brasil. Diretor Geral de Operações - Iochpe-Maxion S.A. Em Outras Companhias (atualmente): Presidente da Iochpe-Maxion S.A. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Alidor Lueders PÁGINA: 184 de 355

191 Formação Acadêmica: Bacharel em Direito FURB Blumenau/SC Especialização em Administração de Empresas -ESAG Especialização na França PGA Programa de Gestão Avançada CTE e INSEAD The European Institute of Business Administration MBA em Administração de Negócios (FURB-INPG) Certificação de Conselho de Administração (IBGC) Certificação de Conselheiro Fiscal (IBGC) Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1971 a Gerente do Departamento de Auditoria/Jurídico e Sistemas 1979 a Diretor Administrativo/Financeiro e de Relações com Investidores. Exerceu cargos como Diretor Secretário, Diretor de Controle, Diretor Superintendente da WEG Transformadores Em Outras Companhias (anteriormente): Foi Professor de Direito Tributário Presidente do União Saúde Ltda Membro do Conselho de Administração da HISA S.A. (controlada da WEG S.A.) Membro do Conselho Fiscal da Fras-Le S.A. Assessoria em Governança Corporativa da M. Abuhad Participações S.A./Neogrid Software S.A. Membro do Conselho de Administração da Lunender Têxtil Ltda Consultoria em Governança Corporativa Leardini Pescados Ltda Vice-Presidente da WEG Seguridade Social Em Outras Companhias (atualmente): Membro Conselho de Administração da Zen S.A. Membro Conselho Fiscal da Marisol S.A. Membro Conselho de Administração da Frigorífico Riosulense S.A. Vice-Presidente do Conselho de Administração da Dudalina S.A. Membro do Conselho de Administração da Tuper S.A. Membro do Conselho de Administração da Dancor S.A. Membro do Conselho Deliberativo da WEG Seguridade Social Membro do Conselho Consultivo da Lunender Têxtil Ltda Membro do Conselho Consultivo da Zanotti S.A. Sócio da DPL Assessoria Empresarial Ltda Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Eduardo Grande Bittencourt PÁGINA: 185 de 355

192 Formação Acadêmica: Bacharel em Ciências Contábeis Faculdade de Ciências Econômicas do RS Especialização em Administração de Empresas - Universidade Federal do RS Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (Anteriormente): Ex sócio-gerente da Handel, Bittencourt & Cia Auditores Independentes Ex auditor da Treuhabd Auditores Ltda (hoje KPMG Peat Marwick) Presidente do Comitê Especial Independente da TRAFO Equips. Elétricos S.A. Membro do Conselho de Administração da TRAFO Equips. Elétricos S.A. Membro do Conselho de Administração da CP Eletrônica S.A. Membro do Conselho Fiscal da Tupy S.A. Membro do Conselho fiscal do Banco do Brasil S.A. Membro do Conselho Fiscal da Brasil Telecom Participações S.A. Membro do Conselho Fiscal da Ligth S.A. Membro do Conselho Fiscal das Lojas Americanas S.A. Em Outras Companhias (Atualmente): Membro do Conselho Fiscal da Santos Brasil Participações S.A. Membro do Conselho Fiscal da Santos Brasil S.A. Membro do Conselho Fiscal da Bematech S.A. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Hayton Jurema da Rocha Formação Acadêmica: Bacharel em Ciências Econômicas Universidade Federal de Alagoas MBA em Gestão de Negócios Universidade Federal de Pernambuco Governança Corporativa Faculdade de Economia e Administração USP Especialização em Marketing IAG/ PUC RJ Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (Anteriormente): Membro do Conselho Deliberativo do Sebrae/BA Membro do Conselho Deliberativo da Cassi-Brasília (DF) Membro do conselho de Administração da Coelba-BA Membro do Conselho de Administração da Paranapanema/RJ Diretor de Gestão de Pessoas - Banco do Brasil Membro do Conselho deliberativo do Sebrae/DF Superintendente Estadual - Banco do Brasil Superintendente de Governo Banco do Brasil Presidente da Cassi Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil Em Outras Companhias (Atualmente): Membro do Conselho Fiscal da CELESC Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Ilário Bruch PÁGINA: 186 de 355

193 Formação Acadêmica: Bacharel em Administração Financeira Especialização em Gerência da Qualidade nos Serviços Contábeis Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (Anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (Atualmente): Membro Conselho Fiscal da Marisol S.A. Contador e Gerente Administrativo da Menegotti Indústrias Metalúrgicas Ltda. Sócio-gerente e Contador da Bruch Contabilidade e Assessoria S/C Ltda. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Eduardo da Gama Godoy Formação Acadêmica: Bacharel em Ciências Contábeis Faculdade Porto Alegrense FAPCCA-RS Bacharel em Administração de Empresas Faculdade Porto Alegrense FAPCCA-RS Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (Anteriormente): Membro do Conselho Fiscal da Marisol Membro do Conselho Fiscal da Trafo Componentes Elétricos S.A. Em Outras Companhias (Atualmente): Auditor Sócio da HB Audit Auditores Independentes S.S. Contador Sócio da Godoy Empresarial Serviços Contábeis Membro do Conselho Fiscal da Padtec S.A. Membro do Conselho Fiscal da IdeiasNet S.A. Membro do Conselho Fiscal da Officer Distribuidora S.A Membro do Conselho Fiscal do Instituto Cultural Brasileiro Norte Americano Membro Suplente do Conselho Fiscal da TPI Triunfo Participações e Investimentos S.A. Membro Suplente do Conselho Fiscal da Brasil Telecom S.A. Membro Suplente do Conselho Fiscal Tegma Gestão e Logística S.A. Membro Suplente do Conselho Fiscal da Ondontoprev Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Marcelo Adolfo Moser PÁGINA: 187 de 355

194 Formação Acadêmica: Bacharel em Ciências Econômicas Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas Cândido MBA Finanças Avançadas FIPECAFI USP Governança Corporativa FIPECAFI USP Especialização em Finanças Internacionais IBMEC Experiências Profissionais: Outras Companhias (Anteriormente): Membro e Vice Presidente da Brasilian American Merchanat Bank BAMB Diretor da BB Securities Ltd. Outras Companhias (Atualmente): Diretor e Diretor Executivo do Banco do Brasil Leasing CO. Membro do Conselho Fiscal da BB Viena AG Membro do Conselho Fiscal da BB Turismo Ltda Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. PÁGINA: 188 de 355

195 Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de remuneração Justificativa para o não preenchimento do quadro: O Conselho de Administração da Companhia não possui comitês de auditoria, de risco, financeiro e de remuneração ou qualquer outro comitê estatutário formalmente instalado. Todos os assuntos são apresentados e discutidos nas reuniões do Conselho de Administração. PÁGINA: 189 de 355

196 Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e controladores Nome Cargo Administrador do emissor ou controlada Miriam Voigt Schwartz WEG S.A / Marido ou Esposa (1º grau por afinidade) Membro do Conselho de Administração Pessoa relacionada Sérgio Luiz Silva Schwartz WEG S.A / Diretor Vice-Presidente Observação CPF Nome empresarial do emissor, controlada ou controlador CNPJ Tipo de parentesco com o administrador do emissor ou controlada PÁGINA: 190 de 355

197 Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros Justificativa para o não preenchimento do quadro: Não existem relações de subordinação, prestação de serviços ou controle mantida nos últimos 03 exercícios sociais, entre administradores da Companhia e sociedades controladas direta ou indiretamente pela Companhia, controlador direto ou indireto da Companhia, fornecedor, cliente, devedor ou credor da Companhia. PÁGINA: 191 de 355

198 Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos administradores Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos administradores. A Companhia contratou junto a Itaú Seguros S.A, apólice de seguro do tipo D&O (Directors and Officers) com vigência de 06 de fevereiro 2012 à 06 de fevereiro de Nesta modalidade estão previstos o pagamento ou o reembolso de despesas suportadas pelos administradores, decorrentes de reparação de certos danos causados a terceiros ou à própria Companhia. As informações sobre esta apólice, incluindo as coberturas e prêmio pago, estão apresentadas a seguir: Tomador WEG S/A Limite Máximo de Garantia da Apólice (LMG) R$ ,00 Limite Máximo de Indenização por Cobertura Contratada (Valor total indenizável por cobertura correspondendo a um ou mais sinistros por cobertura) 1 Danos Morais LMG 2 Despesas de Bens e Liberdade (i) Despesas processuais LMG (ii) Custos de Fiança e Caução Judicial LMG (iii) Bloqueio e Indisponibilidade de Bens LMG 3 Danos à Reputação LMG 4 Poluição (i) Ação Derivativa LMG (ii) Custos de Defesa LMG (iii) Prejuízo Financeiro Puro LMG (iv) Demais Perdas 40% do LMG 5 Práticas Trabalhistas Indevidas LMG 6 Crise R$ ,00 7 Novas Subsidiárias 30% 8 Período Adicional para Pessoas Seguradas Aposentadas LMG 9 Reclamação apresentada por outra Pessoa Segurada LMG 10 Reclamação apresentada por uma Sociedade ou Entidade Externa LMG 11 Multas e Penalidades (i) Custos de Defesa LMG (ii) Multa Pecuniária LMG 12 Responsabilidade por Danos Materiais e Corporais LMG 13 Responsabilidade Tributária LMG 14 Erros e Omissões LMG Franquia Responsabilidade Gerencial - (i) Pessoas Físicas ZERO Responsabilidade Gerencial - (ii) Reembolso à Sociedade ZERO Responsabilidade da Sociedade por Reclamação de Mercado Aberto de Capitais R$ ,00 Prêmio R$ ,59 Data Limite de Retroatividade ILIMITADA Data de Continuidade 06/02/2010 Âmbito de Cobertura MUNDIAL PÁGINA: 192 de 355

199 Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos administradores Cláusulas Particulares 1. Cláusula Particular para Reclamações Relacionadas à Poluição; 2. Cláusula Particular de Cobertura para os Casos de Inabilitação à Função de Administrador - Sub-limite de USD ,00 3. Cláusula Particular de Exclusão de Assunto Específico - Processo Sancionador que gerou o Termo de Ajuste de Conduta já existente contra os administradores Décio da Silva, Alidor Luerdes, Martin Werninghaus e Ana Teresa do Amaral Meirelles efetuado pela CVM 2 PÁGINA: 193 de 355

200 Outras informações relevantes Adesão ao Código ABRASCA de Autorregulação e Boas Práticas das Companhias Abertas A Companhia declara que aderiu ao Código ABRASCA de Autorregulação e Boas Práticas das Companhias Abertas em 15 de agosto de 2011 e que aplica os princípios e regras estabelecidos no referido Código, que se encontra disponível no site da Instituição, no endereço: Assembleias Gerais realizadas A Companhia realizou, nos últimos três anos, assembleias gerais ordinárias e extraordinárias conforme abaixo: Tipo Data de Realização Quorum AGO/E 27/04/2010 as 16:00h Presentes: 83% do Capital Social AGE 22/02/2011 as 16:00h Presentes: 75% do Capital Social AGO/E 26/04/2011 as 16:00h Presentes: 82% do Capital Social AGO/E 24/04/2012 as 16:00h Presentes: 86% do Capital Social PÁGINA: 194 de 355

201 Outras informações relevantes A Companhia apresenta as informações referentes aos administradores das suas controladas. a) Conselho de Administração da Hidráulica Industrial S.A. Ind. e Com. - HISA Nome Idade Profissão CPF Cargo Eletivo Ocupado Data da Eleição Data da Posse Prazo do Mandato Indicado por Controlador Sinésio Tenfen 57 Industrial Presidente 31/03/11 31/03/11 02 Anos Sim 1 Jorge Leo Pechlet Ritter V.Tennenberg 70 Empresário Vice-Presidente 31/03/11 31/03/11 02 Anos Não - Eduardo de Nóbrega 49 Industrial Membro 31/03/11 31/03/11 02 Anos Sim 2 1 Participa da Diretoria da holding WEG S.A., e da Diretoria das controladas WEG Equipamentos Elétricos S.A.,. e Hidráulica Industrial S.A. Ind. e Com. - HISA 2 Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. Outros Cargos b) Diretoria das demais empresas do Grupo WEG Nome Idade Profissão CPF Cargo Eletivo Ocupado Data da Eleição Data da Posse Prazo do Mandato Eleito por Controlador Outros Cargos Aldo Felipe Manke 50 Industrial Diretor 21/12/11 21/12/11 22/01/14 C.A. 1 Alessandro Augusto Hernandez 40 Industrial Diretor 28/12/11 28/12/11 22/01/14 C.A. 1 Alfredo Ângelo Moretti 54 Industrial Diretor 21/12/11 21/12/11 22/01/14 C.A. 1,3 e 5 Eduardo de Nóbrega 49 Industrial Diretor 21/12/11 21/12/11 22/01/14 C.A. 1 Fernando Cardoso Garcia 51 Industrial Diretor 28/12/11 28/12/11 22/01/14 C.A. 1 Helcio Makoto Morikossi 51 Industrial Diretor 21/12/11 21/12/11 22/01/14 C.A. 1 Jorge Tennenberg 37 Industrial Diretor 25/03/09 25/03/09 22/01/12 C.A. 6 Luis Alberto Tiefensee 55 Industrial Diretor 21/12/11 21/12/11 22/01/14 C.A. 1,2,3 e 5 Milton Oscar Castella 57 Industrial Diretor 21/12/11 21/12/11 22/01/14 C.A. 1 e 3 Neri Miguel Venturi 51 Industrial Diretor 21/08/12 21/08/12 24/04/14 C.A. 1 Reinaldo Richter 55 Industrial Diretor 21/12/11 21/12/11 22/01/14 C.A. 4 Reinaldo Stuart Junior 51 Industrial Diretor 21/12/11 21/12/11 22/01/14 C.A. 1 Ronaldo Klitzke 59 Industrial Diretor 21/12/11 21/12/11 22/01/14 C.A. 2 1 Participa da Diretoria da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. 2 Participa da Diretoria da controlada RF Reflorestadora Ltda. 3 Participa da Diretoria da controlada WEG Linhares Equipamentos Elétricos Ltda. 4 Participa da Diretoria da controlada WEG Tintas Ltda. 5 Participa da Diretoria da controlada WEG Amazônia S.A. 6 Participa da Diretoria da controlada Hidráulica Industrial S.A. Ind. e Com. - HISA. PÁGINA: 195 de 355

202 Outras informações relevantes c) Currículo de Cada um dos administradores. Conselho de Administração da Hidráulica Industrial S.A. Ind. e Com. - HISA SINÉSIO TENFEN Presidente Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Elétrica Faculdade de Engenharia FEJ Especialização em Administração de Empresas Escola Superior de Administração e Gerência Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1979 a Projetista de Máquinas Elétricas de Corrente Contínua e Máquinas Síncronas 1982 a Chefe Seção de Projetos e Aplicações de Máquinas Elétricas de Corrente Contínua e Máquinas Síncronas 1984 a Chefe Seção de Vendas 1986 a Gerente Depto. Vendas 1998 a Gerente Centro de Negócios de Energia 2004 a Diretor Superintendente 2007 a Diretor Técnico/Comercial Atualmente - Diretor Superintendente da Unidade Energia Em Outras Companhias (anteriormente): 1978 a 1979 Professor de Desenho Técnico e Mecânico FESC Joinville/SC 1979 a 1979 Desenhista de Projetos Elétricos e Arquitetônicos S.W.K. Engenharia e Empreendimentos Ltda Joinville/SC Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. JORGE LEO PECHLER RITTER von TENNENBERG Vice-Presidente Formação Acadêmica: Técnico em Contabilidade Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1970 a Diretor Administrativo da controlada Hidráulica Industrial S.A. - HISA Atualmente - Vice-Presidente do Conselho de Administração da Hidráulica Industrial S.A. - HISA Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. EDUARDO DA NÓBREGA Membro Formação Acadêmica: 1979 Técnico em Mecânica Escola Técnica Federal de São Paulo 1987 Bacharel em Engenharia Industrial Mecânica Universidade Braz Cubas 1989 Especialização em Administração Geral Faculdades Metropolitanas Unidas Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 2010 a 2010 Gerente Industrial Atualmente Diretor Industrial Em Outras Companhias (anteriormente): 1981 a 1988 Técnico de Processos da Industriais Villares S.A a 1992 Engenheiro de Processos da Industriais Villares S.A a 1994 Engenheiro de Processos da Gevisa S.A. PÁGINA: 196 de 355

203 Outras informações relevantes 1995 a 1998 Supervisor de Métodos e Processos da Gevisa S.A a 1999 Gerente de Produção e Materiais da Gevisa S.A a 2003 Gerente Industrial da Gevisa S.A a 2007 Diretor Industrial da Gevisa S.A a 2009 Diretor de Operações da Alstom Hydro Energia Brasil Ltda Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Diretoria das demais empresas do Grupo WEG ALDO FELIPE MANKE - Diretor Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Elétrica - Universidade Federal de SC/ UFSC Especialização em Administração de Materiais FURB/SC Especialização em Transformadores de Potência - Fundação Fritz Muller Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1992 a Chefe da Seção Vendas 1995 a Chefe da Seção Suprimentos 1998 a Assistente de Diretoria 1999 a Gerente do Departamento Técnico 2005 a Gerente do Departamento Vendas Internacionais Atualmente - Diretor Industrial Em Outras Companhias (anteriormente): 1984 a 1988 Mannesmann Demag Ltda Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. ALESSANDRO AUGUSTO HERNANDEZ - Diretor Formação Acadêmica: 1994 Bacharel em Engenharia Elétrica Escola de Engenharia de Mauá IMT 2001 MBA em Gestão Empresarial - FGV Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 2000 a 2001 Gerente Centro de Negócios Subestações Atualmente Diretor de Vendas Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. ALFREDO ANGELO MORETTI - Diretor Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Elétrica - Faculdade de Engenharia de Joinville/FEJ Especialização em Gestão da Qualidade e Produtividade - Fundação Educacional Regional de Jaraguá do Sul Especialização em Máquinas Elétricas Girantes - Universidade Federal de Santa Catarina Especialização em Administração de Materiais - Universidade Regional de Blumenau/ FURB Mestrado em Administração de Empresas - Universidade Federal do Rio Grande do Sul PÁGINA: 197 de 355

204 Outras informações relevantes Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1984 a Engenheiro da Seção de Manutenção 1987 a Chefe da Seção de Manutenção 1996 a Chefe da Seção de Controle da Qualidade 2001 a Gerente do Departamento de Produção 2005 a Gerente do Departamento de Treinamento Atualmente - Diretor de Produção Em Outras Companhias (anteriormente): 1996 a 2008 Professor de Administração de Materiais UNERJ Jaraguá do Sul/SC 2010 a 2011 Vice-Presidente para Assuntos da Comunidade na Associação Comercial e Industrial de Jaraguá do Sul - ACIJS Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. EDUARDO DE NÓBREGA Diretor Formação Acadêmica: 1979 Técnico em Mecânica Escola Técnica Federal de São Paulo 1987 Bacharel em Engenharia Industrial Mecânica UBC Universidade Braz Cubas 1989 Especialização em Administração Geral FMU Faculdades Metropolitanas Unidas Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 2010 a 2010 Gerente Industrial Atualmente Diretor Industrial Em Outras Companhias (anteriormente): 1981 a 1988 Técnico de Processos da Industriais Villares S.A a 1992 Engenheiro de Processos da Industriais Villares S.A a 1994 Engenheiro de Processos da Gevisa S.A a 1998 Supervisor de Métodos e Processos da Gevisa S.A a 1999 Gerente de Produção e Materiais da Gevisa S.A a 2003 Gerente Industrial da Gevisa S.A a 2007 Diretor Industrial da Gevisa S.A a 2009 Diretor de Operações da Alstom Hydro Energia Brasil Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. FERNANDO CARDOSO GARCIA Diretor Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Elétrica Faculdade de Engenharia de Barretos Especialização em Administração FERJ Fundação Educacional Regional Jaraguaense Especialização em Praticas Gerenciais Escola Superior de Administração e Gerência ESAG Especialização em Gestão Avançada de Empresas European University Programa CEO Liderança para a Estratégia e a Organização Universidad Adolfo Ibanez - Chile Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1985 a 1988 Analista de Vendas 1989 a 1995 Chefe da Seção de Vendas 1996 a 2001 Gerente do Departamento de Vendas 2001 a 2003 Diretor de Filial WEG Venezuela PÁGINA: 198 de 355

205 Outras informações relevantes 2003 a 2010 Diretor de Filial WEG Chile 2010 a 2011 Diretor de Filial WEG México Atualmente - Diretor de Vendas Em Outras Companhias (anteriormente): 1984 Fiscal do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura) Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. HELCIO MAKOTO MORIKOSSI Diretor Formação Acadêmica: Engenharia Mecânica Escola de Engenharia Mauá Fundação Dom Cabral (PDE) Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1989 a 1991 Coordenador de Vendas Banweg 1991 a 1992 Analista de Vendas 1992 a 1993 Assistente Gerência 1993 a 1993 Chefe da Seção de Vendas Automação 1993 a 1994 Assistente da Diretoria 1994 a 1995 Gerente de Vendas Banweg Atualmente - Diretor de Vendas Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. JORGE TENNENBERG Diretor Formação Acadêmica: 1992 Técnico em Mecânica Escola Técnica Tupy 1998 Engenharia de Produção Mecânica Universidade do Oeste de Santa Catarina UNOESC (Incompleto) Experiências Profissionais: No Grupo WEG: Desde 1999 Diretor da controlada Hidráulica Industrial S.A. HISA Em Outras Companhias (anteriormente): 1993 a 1998 Supervisor de Produção Glassul Ltda Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. LUIS ALBERTO TIEFENSEE Diretor Formação Acadêmica: Bacharel em Engenharia Mecânica - Universidade Regional Integrada Santo Angelo-RS Especialização em Administração de Empresas - Escola Superior de Administração e Gerência MBA em Gestão de Negócios - Centro Universitário de Jaraguá do Sul UNERJ Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1980 a Engenheiro da Seção de Ferramentaria PÁGINA: 199 de 355

206 Outras informações relevantes 1983 a Chefe Seção de Ferramentaria 1989 a Gerente do Departamento de Engenharia Industrial 1994 a Gerente do Departamento de Ferramentaria 1997 a Gerente do Departamento de Estamparia 2000 a Gerente do Departamento de Ferramentaria 2002 a Diretor de Produção Atualmente - Diretor Industrial Em Outras Companhias (anteriormente): 2008 a 2009 Diretor Secretário da Associação Comercial e Industrial de Jaraguá do Sul - ACIJS Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. MILTON OSCAR CASTELLA Diretor Formação Acadêmica: 1979 Engenharia Elétrica FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville/SC 1994 Especialização em práticas Gerenciais - Escola Superior de Administração e Gerência 1996 Especialização em Máquinas Elétricas Girantes - UFSC Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1980 a Analista de Projetos 1984 a Chefe da Seção de Projetos de Máquinas Síncronas e CC 1985 a Chefe da Seção de Projetos Elétricos 1990 a Gerente Controle de Qualidade 1992 a Gerente de Engenharia e Motores Industriais Atualmente - Diretor de Engenharia Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. NERI MIGUEL VENTURI Diretor Formação Acadêmica: 1985 Engenharia Elétrica Universidade Federal Tecnológica do Paraná (Cefet) 1996 Especialização em Práticas Gerenciais Universidade Federal de Santa Catarina 2004 MBA em Gestão de Negócios Centro Universitário de Jaraguá do Sul (UNERJ) em parcerias com Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Califórnia State University Hayward 2005 PDE Programa de Desenvolvimento Executivo Fundação Dom Cabral (FDC Minas Gerais) 2007 Desenvolvimento Gerencial Fundação Getulio Vargas (FGV) Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1985 a 1986 Trainee de Vendas 1986 a 1988 Analista de Vendas 1988 a 1998 Chefe da Seção de Vendas 1998 a 2012 Gerente do Depto de Vendas Atualmente - Diretor de Vendas Brasil (Motores de grande porte e geradores) Em Outras Companhias (anteriormente): 1979 a 1985 Professor Assistente de Matemática Colégio Unificado (Curitiba) Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente PÁGINA: 200 de 355

207 Outras informações relevantes Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. REINALDO RICHTER Diretor Formação Acadêmica: Bacharel em Ciências Contábeis - UNIVILLE -Joinville/SC Especialização em Administração de Empresas - Escola Superior de Administração e Gerencia 2005 Programa de Desenvolvimento de Executivos PDE Fundação Dom Cabral Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1981 a Auxiliar Administrativo 1985 a Chefe da Seção Pessoal 1986 a Gerente Comercial / Administrativo 1991 a Gerente do Departamento Administrativo 1992 a Gerente do Departamento Comercial 1995 a Gerente do Departamento Vendas 2007 a Diretor da Unidade Tintas Atualmente - Diretor Superintendente Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. REINALDO STUART JUNIOR Diretor Formação Acadêmica: 1982 Engenharia Mecânica - Universidade Federal de SC/ UFSC 1994 Especialização Em Práticas Gerenciais Escola Superior de Administração e Gerência 2005 Mestrado em Engenharia Mecânica Universidade Federal de SC/ UFSC Experiências Profissionais: No Grupo WEG: 1983 a 1987 Chefe de Seção do Departamento de Qualidade 1988 a Assistente da Diretoria Qualidade 1989 a 1996 Gerente da Qualidade 1996 a Gerente do Departamento da Qualidade 1998 a Gerente do Departamento Técnico Atualmente - Diretor Industrial Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. RONALDO KLITZKE Diretor Formação Acadêmica: Técnico em Contabilidade Bacharel em Medicina Veterinária / UDESC Especialização em Administração de Empresas / ESAG MBA em Gestão Empresarial, Marketing e Finanças / INPG Experiências Profissionais: No Grupo WEG: PÁGINA: 201 de 355

208 Outras informações relevantes 2010 a 2010 Gerente Industrial Atualmente Diretor Industrial Em Outras Companhias (anteriormente): Médico Veterinário / Gerente Depto Pecuário Atualmente Diretor Florestal Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. PÁGINA: 202 de 355

209 Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária Descrever as políticas ou práticas de remuneração do conselho de administração, da diretoria estatutária e não estatutária, do conselho fiscal, dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, de risco, financeiro e de remuneração a) Objetivos da política ou prática de remuneração A política de remuneração da Companhia para seus administradores objetiva atrair e reter profissionais qualificados, com competência e perfil adequado às características e necessidades do negócio. Conselho de Administração e Diretoria Executiva - A remuneração tem por objetivo retribuir a contribuição pela atuação de cada membro na continuidade e desenvolvimento dos negócios organizacionais sob sua responsabilidade, bem como na obtenção dos resultados e do desempenho alcançados pela Companhia. Conselho Fiscal - A remuneração objetiva remunerar cada membro pelo desempenho de suas funções legais e estatutárias. Não há remuneração variável para o Conselho Fiscal. b) Composição da remuneração b.i.) Descrição dos elementos da remuneração e os objetivos de cada um deles Remuneração do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva Remuneração fixa Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva recebem remuneração fixa, estabelecida de acordo com a legislação específica, as determinações estatutárias e o padrão de mercado. No estabelecimento do montante individual a ser pago mensalmente consideram-se as responsabilidades; o tempo dedicado às suas funções; sua competência e reputação profissional e o valor dos seus serviços no mercado sendo diferenciadas de acordo com as funções específicas e responsabilidades inerentes a cada cargo. A remuneração considera ainda pesquisas de mercado e o alinhamento estratégico da Organização. Remuneração Variável - Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva recebem ainda remuneração variável contingente ao atingimento de metas e indicadores de desempenho. Tal forma de remuneração promove o compartilhamento dos resultados de forma coerente e transparente e promove o alinhamento dos interesses da Companhia, dos Administradores e dos acionistas, de acordo com as melhores práticas de gestão e de governança corporativa. Remuneração do Conselho Fiscal A remuneração dos membros do Conselho Fiscal obedece ao contido no 3º do Art. 162 da lei nº 6.404/76 e é fixado pela Assembleia Geral que os eleger, com base em proposta do Conselho de Administração, não sendo inferior a 10% do que em média for atribuída a cada Diretor, não computados benefícios, verbas de representação e participação nos lucros. Além disso, os reembolso de todas PÁGINA: 203 de 355

210 Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária as despesas de estadia e locomoção vinculadas ao exercício das atribuições que fora eleito. A Assembleia Geral Ordinária de 26 de abril de 2011 estabeleceu o valor mensal individual no montante de R$ 5.375,00. A Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária de 2012 estabeleceu o valor mensal individual no montante de R$ 5.550,00. b.ii.) Qual a proporção de cada elemento da remuneração Em 2011, a remuneração fixa do Conselho de Administração correspondeu, em média, a 63% da remuneração total, enquanto a remuneração variável respondeu por 37%. Para a Diretoria Executiva a remuneração fixa em 2011 respondeu por 72% e a remuneração variável respondeu por 23% da remuneração total. Para o Conselho Fiscal a remuneração é 100% fixa. b.iii.) metodologia de cálculo e de reajuste da cada um dos elementos da remuneração Remuneração fixa Conforme anteriormente discutido, no estabelecimento do montante individual a ser pago mensalmente considera-se as responsabilidades; o tempo dedicado às suas funções; sua competência e reputação profissional e o valor dos seus serviços no mercado. Periodicamente a Companhia realiza pesquisa de remuneração conduzida por empresa especializada. Remuneração Variável - A remuneração variável decorre da participação nos resultados e está prevista no estatuto social, artigo 38 que estabelece o valor máximo, observada as restrições legais, de até 10% (dez por cento) do lucro líquido, não ultrapassando a remuneração anual dos administradores, prevalecendo o limite que for menor ( 1º do artigo 152 da Lei das Sociedades por Ações). b.iv.) razões que justificam a composição da remuneração O balanceamento entre os componentes fixos e variáveis da remuneração dos Administradores busca, ao mesmo tempo, atrair e reter talentos e estimular a criação de valor para a Companhia pelo compartilhamento de riscos e resultados. c) principais indicadores de desempenho que são levados em consideração na determinação de cada elemento da remuneração Anualmente o Conselho de Administração estabelece o critério para a participação nos resultados a ser distribuída aos administradores (Diretoria Executiva e Conselho de Administração). A participação nos resultados é calculada sobre o lucro líquido consolidado, com percentual de 0,0% a 2,5%, de acordo com o indicador de desempenho resultado da atividade após participação nos lucros e impostos sobre o capital investido desde que seja, no mínimo, 10% no ano de 2012 (12% no ano de PÁGINA: 204 de 355

211 Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária 2011). Capital investido é a somatória dos ativos e passivos de giro e imobilizado. d) como a remuneração é estruturada para refletir a evolução dos indicadores de desempenho Conforme discutido anteriormente, a remuneração total dos Administradores busca, ao mesmo tempo, atrair e reter talentos e estimular a criação de valor para a Companhia pelo compartilhamento de riscos e resultados. Como também anteriormente discutido, a remuneração fixa é baseada e fatores como experiência e condições de mercado, enquanto a remuneração variável é contingente de metas específicas de retorno sobre o capital investido. A evolução contínua do padrão operacional da Companhia está incluída no estabelecimento das metas anuais de retorno que contingenciam a remuneração variável. e) como a política ou prática de remuneração se alinha aos interesses do emissor de curto, médio e longo prazo A remuneração variável dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva está atrelada a metas e indicadores de desempenho a serem atingidas, promovendo o alinhamento dos interesses destes com aqueles da Companhia no sentido de criação de valor, estando em linha com as melhores práticas de gestão e de governança corporativa. f) existência de remuneração suportada por subsidiárias, controladas ou controladores diretos ou indiretos Os administradores recebem remuneração tanto da WEG S.A., companhia controladora, como da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A.. As informações sobre a remuneração obtida na controladora são apresentadas nos itens 13.2 a 13.14, enquanto que as informações sobre a remuneração obtida na controlada, bem como os valores consolidados, são apresentadas no item g) existência de qualquer remuneração ou benefício vinculado à ocorrência de determinado evento societário, tal como a alienação do controle societário do emissor Não se aplica. PÁGINA: 205 de 355

212 Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal Remuneração total prevista para o Exercício Social corrente 31/12/ Valores Anuais Nº de membros 7,66 12,00 3,00 22,66 Remuneração fixa anual Outros 0,00 0,00 0,00 0,00 Descrição de outras remunerações fixas Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total Salário ou pró-labore , , , ,00 Benefícios direto e indireto 0,00 0,00 0,00 0,00 Participações em comitês 0,00 0,00 0,00 0,00 Remuneração variável Bônus 0,00 0,00 0,00 0,00 Participação de resultados , ,00 0, ,00 Participação em reuniões 0,00 0,00 0,00 0,00 Comissões 0,00 0,00 0,00 0,00 Outros 0,00 0,00 0,00 0,00 Descrição de outras remunerações variáveis Pós-emprego 0,00 0,00 0,00 0,00 Cessação do cargo 0,00 0,00 0,00 0,00 Baseada em ações 0,00 0,00 0,00 0,00 Observação Somente remuneração recebida na WEG S.A. Somente remuneração recebida na WEG S.A. Somente remuneração recebida na WEG S.A. Total da remuneração , , , ,00 Remuneração total do Exercício Social em 31/12/ Valores Anuais Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total Nº de membros 7,00 11,00 3,00 21,00 Remuneração fixa anual Salário ou pró-labore , , , ,00 Benefícios direto e indireto 0, ,00 0, ,00 Participações em comitês 0,00 0,00 0,00 0,00 Outros 0,00 0,00 0,00 0,00 PÁGINA: 206 de 355

213 Descrição de outras remunerações fixas Remuneração variável Bônus 0,00 0,00 0,00 0,00 Participação de resultados , ,00 0, ,00 Participação em reuniões 0,00 0,00 0,00 0,00 Comissões 0,00 0,00 0,00 0,00 Outros 0,00 0,00 0,00 0,00 Descrição de outras remunerações variáveis Pós-emprego 0,00 0,00 0,00 0,00 Cessação do cargo 0,00 0,00 0,00 0,00 Baseada em ações 0,00 0,00 0,00 0,00 Observação Somente remuneração recebida na WEG S.A. Somente remuneração recebida na WEG S.A. Somente remuneração recebida na WEG S.A. Total da remuneração , , , ,00 Remuneração total do Exercício Social em 31/12/ Valores Anuais Nº de membros 7,00 11,17 4,33 22,50 Remuneração fixa anual Salário ou pró-labore , , , ,00 Benefícios direto e indireto ,00 0,00 0, ,00 Participações em comitês 0,00 0,00 0,00 0,00 Outros 0,00 0,00 0,00 0,00 Descrição de outras remunerações fixas Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total Remuneração variável Bônus 0,00 0,00 0,00 0,00 Participação de resultados , ,00 0, ,00 Participação em reuniões 0,00 0,00 0,00 0,00 Comissões 0,00 0,00 0,00 0,00 Outros 0,00 0,00 0,00 0,00 PÁGINA: 207 de 355

214 Descrição de outras remunerações variáveis Pós-emprego 0,00 0,00 0,00 0,00 Cessação do cargo 0,00 0,00 0,00 0,00 Baseada em ações 0,00 0,00 0,00 0,00 Observação Somente remuneração recebida na WEG S.A. Somente remuneração recebida na WEG S.A. Somente remuneração recebida na WEG S.A. Total da remuneração , , , ,00 Remuneração total do Exercício Social em 31/12/ Valores Anuais Nº de membros 7,00 7,00 3,00 17,00 Remuneração fixa anual Descrição de outras remunerações fixas Conselho de Administração Diretoria Estatutária Conselho Fiscal Total Salário ou pró-labore , , , ,00 Benefícios direto e indireto ,00 0,00 0, ,00 Participações em comitês 0,00 0,00 0,00 0,00 Outros 0,00 0,00 0,00 0,00 Remuneração variável Bônus 0,00 0,00 0,00 0,00 Participação de resultados , ,00 0, ,00 Participação em reuniões 0,00 0,00 0,00 0,00 Comissões 0,00 0,00 0,00 0,00 Outros 0,00 0,00 0,00 0,00 Descrição de outras remunerações variáveis Pós-emprego 0,00 0,00 0,00 0,00 Cessação do cargo 0,00 0,00 0,00 0,00 Baseada em ações 0,00 0,00 0,00 0,00 Observação Somente remuneração recebida na WEG S.A. Somente remuneração recebida na WEG S.A. Somente remuneração recebida na WEG S.A. Total da remuneração , , , ,00 PÁGINA: 208 de 355

215 Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal Apresentação, em forma de tabela, a remuneração variável dos 3 exercícios sociais e à prevista no exercício social corrente. Exercício de 2009 (Em R$ Mil) Órgão Conselho de Conselho Diretoria Administração Fiscal Estatutária Total Nº de Membros 7,00 3,00 7,00 17,00 Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração 315 N/A Valor Máximo Previsto no plano de remuneração N/A Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas N/A Valor efetivamente reconhecido no resultado 581 N/A Exercício de 2010 (Em R$ Mil) Órgão Conselho de Conselho Diretoria Administração Fiscal Estatutária Total Nº de Membros 7,00 4,33 11,17 22,50 Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - N/A Valor Máximo Previsto no plano de remuneração 969 N/A Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas 969 N/A Valor efetivamente reconhecido no resultado 484 N/A PÁGINA: 209 de 355

216 Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal Exercício de 2011 (Em R$ Mil) Órgão Conselho de Conselho Diretoria Administração Fiscal Estatutária Total Nº de Membros 7,00 3,00 11,00 21,00 Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - n.a Valor Máximo Previsto no plano de remuneração 992 n.a Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas 992 n.a Valor efetivamente reconhecido no resultado 647 n.a Exercício de Proposta (Em R$ Mil) Órgão Conselho de Conselho Diretoria Administração Fiscal Estatutária Total Nº de Membros 7,66 3,00 12,00 22,66 Em relação a Participação no resultado: n.a. 0,0% sobre - Valor Mínimo Previsto no plano 0,0% sobre o o lucro de remuneração lucro líquido líquido - n.a. 2,5% sobre - Valor Máximo Previsto no plano 2,5% sobre o o lucro de remuneração lucro líquido líquido - - Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado 2,5% sobre o lucro líquido - n.a. n.a. 2,5% sobre o lucro líquido - - PÁGINA: 210 de 355

217 Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária Em relação ao plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária, em vigor no último exercício social e previsto para o exercício social corrente, descrever: A Companhia adotou, após aprovação na Assembleia Geral Extraordinária de , o Plano de Opções de Compra de Ações (o Plano ), que prevê a outorga de opções de compra de ações de acordo com o número de ações adquiridas por cada administrador durante um período pré-estabelecido. Desta forma, o número de opções eventualmente outorgadas não tem relação com a remuneração obtida por cada administrador, e, portanto, é entendimento da Companhia que este Plano não se configura em um plano de remuneração baseado em ações.. Ainda assim, e no sentido de prover todas as informações necessárias para o exercício do direito de voto dos acionistas, a Companhia está apresentado as informações solicitadas pela Instrução CVM 480/09. As demonstrações financeiras encerradas em 31 de dezembro de 2011 detalham as opções outorgadas no âmbito deste Plano, conforme nota explicativa 15. Estas informações foram reproduzidas abaixo para fins informativos. a) termos e condições gerais O Conselho de Administração poderá aprovar, semestralmente, seguindo a atual política de distribuição de dividendos da Companhia, Programas de Opção de Compra de Ações ( Programas ), nos quais serão definidos os participantes, o número de opções, o preço de exercício, a distribuição das opções, a data de vigência e as demais regras específicas de cada Programa, observadas as linhas básicas do Plano. Quando do lançamento de cada Programa, o Conselho de Administração fixará os termos e as condições de cada Opção em Contrato de Outorga de Opção de Compra de Ações e Outras Avenças ( Contrato ), a ser celebrado entre a Companhia e cada Participante, com referência ao Programa estabelecido pelo Conselho de Administração. O Contrato deverá definir pelo menos as seguintes condições: a) o número de ações que o Participante terá direito de adquirir com o exercício da opção e o preço por ação, de acordo com o Programa; b) o prazo durante o qual a opção não poderá ser exercida e as datas-limite para o exercício total ou parcial da opção e em que os direitos decorrentes da Opção expirarão; c) eventuais normas sobre quaisquer restrições à transferência das ações adquiridas como condição de participação no Plano e disposições sobre penalidades para o descumprimento destas restrições; e PÁGINA: 211 de 355

218 Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária d) quaisquer outros termos e condições que se fizerem necessários, observadas as diretrizes gerais deste Plano. Como pré-condição para participação em cada Programa, o Participante terá de investir 20% (vinte por cento), ou 40% (quarenta por cento) ou 60% (sessenta por cento) de sua remuneração variável no período, em ações da Companhia (as Ações Investidas ). Para fins deste Plano, o termo "remuneração variável" significa o valor líquido recebido pelo Participante a título de Participação nos Lucros e Resultados ( PLR ) da Companhia, de acordo com os critérios de distribuição e as metas de desempenho definidas periodicamente pela Companhia. A Companhia outorgará, a cada Participante, Opções de compra de ações proporcionalmente ao número de Ações Investidas, a saber: a) No caso do participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 20% (vinte por cento) e menor que 40% (quarenta por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual ao número de Ações Investidas adquiridas pelo participante. b) No caso do participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 40% (quarenta por cento) e menor que 60% (sessenta por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual a uma vez e meia (1,5) ao número de Ações Investidas adquiridas pelo participante. c) No caso do participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 60% (sessenta por cento) e até 100% (cem por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual a duas vez (2,0) ao número de Ações Investidas adquiridas pelo participante. O Conselho de Administração poderá alterar os percentuais do PLR a serem investidos, bem como o múltiplo de Opções a serem outorgadas a cada Participante em função do número de Ações Investidas, quando da aprovação de cada Programa. As outorgas fixadas em cada Programa não serão necessariamente, iguais para cada participante, nem por equidade ou equiparação, nem divididas pro rata. O participante terá o prazo de 15 (quinze) dias contados da data em que a Companhia lhe efetuar o pagamento ou crédito do PLR para adquirir as Ações Investidas e informar à Companhia dentro do mesmo prazo. b) principais objetivos do plano O Plano de Opções de Compra de Ações ( Plano ) tem por objetivo a outorga de Opções de compra de ações de emissão da WEG S.A. ( Companhia ) a PÁGINA: 212 de 355

219 Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária diretores da Companhia ou de suas controladas sediadas no Brasil, com o objetivo de atraí-los, motivá-los e retê-los, bem como alinhar seus interesses aos interesses da Companhia e de seus acionistas. c) forma como o plano contribui para esses objetivos Este Plano prevê a outorga de opções de compra de ações de acordo com o número de ações adquiridas por cada administrador durante um período préestabelecido. Estas ações devem ser mantidas por períodos que variam entre 2 e 4 anos para que as opções possam ser exercidas. Ao estimular que os administradores se tornem acionistas de longo prazo o Plano contribui para alinhar os interesses destes administradores com os dos demais acionistas e da Companhia como um todo. d) como o plano se insere na política de remuneração do emissor O Plano prevê a outorga de opções de compra de ações de acordo com o número de ações adquiridas por cada administrador durante um período pré-estabelecido Desta forma, o número de opções eventualmente outorgadas não tem relação com a remuneração obtida por cada administrador, e, portanto, é entendimento da Companhia que este Plano não se configura em um plano de remuneração baseado em ações. Ainda assim, a Companhia entende que o Plano é parte das condições que permitem atrair, motivar e reter talentos, bem como alinhar seus interesses aos interesses da Companhia e de seus acionistas. e) como o plano alinha os interesses dos administradores e do emissor a curto, médio e longo prazo Conforme descrito no item c acima, este Plano prevê a outorga de opções de compra de ações de acordo com o número de ações adquiridas por cada administrador durante um período pré-estabelecido. Estas ações devem ser mantidas por períodos que variam entre 2 e 4 anos para que as opções possam ser exercidas. Ao estimular que os administradores se tornem acionistas de longo prazo o Plano contribui para alinhar os interesses destes administradores com os dos demais acionistas e da Companhia como um todo. f) número máximo de ações abrangidas O número máximo de opções de compra de ações a serem outorgados pelo Plano está limitado a um máximo de 2% (dois por cento) do total das ações representativas do Capital Social da Companhia. O Conselho de Administração estabelecerá o critério de rateio das opções entre os Participantes, sempre que a quantidade total de opções possa ultrapassar o nível quantitativo aqui estabelecido. Exercida a Opção, o Conselho de Administração definirá se o capital social da Companhia deverá ser aumentado mediante a emissão de novas ações a serem PÁGINA: 213 de 355

220 Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária subscritas pelos Participantes, de acordo com o art. 166, inciso III, da Lei nº /76 ou se serão utilizadas para liquidação do exercício das Opções de Compra de Ações mantidas em tesouraria, observada a regulamentação aplicável. Os acionistas, nos termos do que dispõe o art. 171, 3º, da Lei nº /76, não terão preferência na outorga e no exercício das Opções originárias do Plano. g) número máximo de opções a serem outorgadas Conforme informado no item f acima, o número máximo de opções de compra de ações a serem outorgados por este Plano está limitado a um máximo de 2% (dois por cento) do total das ações representativas do Capital Social da Companhia. h) condições de aquisição de ações As Opções poderão ser exercidas pelos Participantes dentro do prazo de 24 (vinte e quatro) meses a contar da data em que ocorrer o respectivo Vesting ( Prazo da Opção ). O exercício de cada Opção será feito mediante entrega do competente Termo de Exercício de Opção devidamente preenchido e assinado pelo Participante. Observada a Política de Negociação com Valores Mobiliários de Emissão da Companhia, o Diretor de Relações com Investidores poderá estabelecer a qualquer tempo restrições adicionais para o exercício das Opções em datas que antecedam a divulgação de fatos relevantes pela Companhia incluindo, mas não se limitando a datas que antecedam o encerramento do exercício social e a publicação de demonstrações financeiras da Companhia, datas compreendidas entre decisões de aumento de capital, distribuição de dividendos, bonificação em ação ou desdobramento e a publicação dos respectivos editais ou anúncios e outros datas nas quais seja recomendável a suspensão do exercício das Opções. As Opções não exercidas durante o Prazo da Opção restarão automaticamente extintas, de pleno direito, independentemente de aviso prévio ou indenização. Caso a última data fixada para exercício durante o Prazo da Opção coincida com período de vedação à negociação com valores mobiliários de emissão da Companhia, nos termos de sua Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante ou da legislação aplicável, o Prazo da Opção será prorrogado até a próxima data fixada pelo Conselho de Administração para o exercício das Opções. i) critérios para fixação do preço de aquisição ou exercício O preço de exercício das Opções será equivalente à média ponderada por volume de negociações das cotações de fechamento das ações ordinárias da Companhia, na BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA: WEGE3 ), nos 20 (vinte) pregões anteriores ao último dia do mês anterior ao mês de aprovação do respectivo Programa. PÁGINA: 214 de 355

221 Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária O Conselho de Administração poderá, a seu exclusivo critério, estabelecer um desconto de até 10% (dez por cento) sobre a média apurada, bem como estabelecer que o preço de exercício deva ser corrigido monetariamente, a partir da data-base de sua determinação, por meio de índice de preços a ser definido pelo Conselho de Administração da Companhia em cada Programa ou ainda estabelecer um preço de exercício com correção monetária pré-fixada. j) critérios para fixação do prazo de exercício A aquisição do direito ao exercício das Opções ( Vesting ) estará sujeita ao cumprimento cumulativo do Prazo de Retenção das Ações Investidas e dos prazos de carência de cada Programa. Desde que cumprido o Prazo de Retenção das Ações Investidas, o Vesting das opções ocorrerá em três parcelas anuais, iguais e consecutivas de 1/3 (um terço) cada uma, sendo a primeira parcela a partir do segundo aniversário de vigência do Programa e as demais parcelas a partir dos aniversários subsequentes, conforme indicado na tabela abaixo: Vesting das Opções (a partir da data de vigência de cada Programa) Percentual de Opções Vested Antes do segundo aniversário 0% A partir do segundo aniversário 33,3% A partir do terceiro aniversário 66,6% A partir do quarto aniversário 100% O Conselho de Administração poderá, com base nas projeções de evolução das cotações de bolsa de valores das ações da Companhia, bem como em outros fatores de mercado, alterar as regras de Vesting das Opções, quando da aprovação de novos Programas. k) forma de liquidação O pagamento deverá ser feito à vista, no ato da aquisição das ações, na forma determinada pelo Conselho de Administração em cada Programa, salvo na hipótese de o Participante optar por vender imediatamente, em bolsa de valores, parte ou a totalidade das ações adquiridas, observadas as limitações previstas neste Plano, caso em que o pagamento poderá ser feito mediante a emissão pelo Participante de nota promissória pró-soluto com vencimento no primeiro dia útil após a liquidação financeira da transação. l) restrições à transferência das ações Não há restrição à transferência das ações adquiridas pela conversão das opções após os prazos definidos no Plano. m) critérios e eventos que, quando verificados, ocasionarão a suspensão, alteração ou extinção do plano PÁGINA: 215 de 355

222 Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária O Plano entra em vigor imediatamente após a sua aprovação pela Assembleia Geral Extraordinária da Companhia, e poderá ser extinto, suspenso ou alterado, a qualquer tempo, por proposta aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia. n) efeitos da saída do administrador dos órgãos do emissor sobre seus direitos previstos no plano de remuneração baseado em ações Em caso de Desligamento do Participante, todas as Opções que lhe tenham sido concedidas e que ainda não sejam exercíveis ( Opções Não-vested ) restarão automaticamente extintas, de pleno direito, independentemente de aviso prévio ou indenização. Não obstante, caberá ao titular o direito de exercer as Opções já exercíveis na data do Desligamento ( Opções Vested ), no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data do Desligamento. Para fins deste Plano, o termo Desligamento significa qualquer ato ou fato que ponha fim à relação jurídica do titular da Opção com a Companhia, exceto falecimento, invalidez permanente ou Desligamento Especial. Desligamento abrange, entre outras, as hipóteses de desligamento voluntário do Participante, pedido de demissão, renúncia ao cargo, substituição ou não reeleição como diretor e rescisão sem ou com justa causa de contrato de trabalho ou de prestação de serviços. No caso de Desligamento Especial do Participante, todas as Opções Vested poderão ser exercidas no prazo de 12 (doze) meses, contados da data de Desligamento Especial, mediante pagamento à vista, e todas as Opções Nãovested poderão ser exercidas em seus prazos e regras normais de Vesting. Considera-se Desligamento Especial, para os fins deste Plano, o encerramento da carreira do Participante na Companhia mediante aprovação caso-a-caso do Conselho de Administração, a seu exclusivo critério. Caso o pedido de Desligamento Especial seja de iniciativa do próprio Participante, ao avaliar o pedido o Conselho de Administração levará em consideração (i) a antecedência do pedido, a ser formulado com pelo menos 6 (seis) meses de antecedência; (ii) o eventual plano de atividade profissional pós-desligamento do Participante, que não deverá contemplar qualquer atividade concorrente às atividades desempenhadas pela Companhia; (iii) outras circunstâncias aplicáveis ao caso. A decisão do Conselho de Administração será discricionária e desvinculada das regras para aposentadoria por tempo de serviço ou por idade, no termos das regras da previdência oficial (INSS) ou das regras para suplementação de aposentadoria de qualquer plano privado eventualmente patrocinado pela Companhia. Na hipótese de vir a ser constatada a atuação do Participante em atividades concorrentes às atividades desempenhadas pela Companhia, o Conselho de Administração poderá declarar extintas, de pleno direito, independentemente de PÁGINA: 216 de 355

223 Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária aviso prévio ou indenização, todas as Opções Não-vested que tenham sido concedidas ao Participante. No caso de falecimento ou invalidez permanente do Participante, todas as Opções Não-vested tornar-se-ão exercíveis antecipadamente. As Opções Vested ou Não-vested estender-se-ão aos seus herdeiros e sucessores, por sucessão legal ou por imposição testamentária, podendo ser exercidas no todo ou em parte pelos herdeiros, sucessores ou cônjuges meeiros do Participante, mediante pagamento à vista, pelo prazo de 12 (doze) meses a contar da data do falecimento. PÁGINA: 217 de 355

224 Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por administradores e conselheiros fiscais - por órgão Quantidade de Ações diretas e indiretas detidas por membros do conselho de Administração, Diretoria e Conselho Fiscal em 31/12/2011: Órgão Total de Ações Detidas (Somente Ações Ordinárias) Conselho de Administração - direta Diretoria Conselho Fiscal TOTAL PÁGINA: 218 de 355

225 Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária Em relação à remuneração baseada em ações reconhecida no resultado dos 3 últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente, do conselho de administração e da diretoria estatutária: Conforme informado no item 13.4 acima a Companhia não possui um plano de remuneração baseada em ações. As opções outorgadas referem-se ao Plano de Opções de Compra de Ações. As demonstrações financeiras encerradas em 31 de dezembro de 2011, detalham as opções outorgadas no âmbito deste Plano, conforme nota explicativa 15. EXERCÍCIO DE 2009 Não se aplica, o Plano de Opções de Compra de Ações foi aprovado em Assembleia Geral Extraordinária em EXERCÍCIO DE 2010 Não se aplica, o Plano de Opções de Compra de Ações foi aprovado em Assembleia Geral Extraordinária em EXERCÍCIO DE 2011 Diretoria Membros Outorga de Opção de Compra de Ações Programa Abril/11 Programa Setembro/11 data de outorga 06/04/11 08/09/11 quantidade de opções outorgadas prazo para que as opções se tornem exercíveis 1/3 das opções a partir do 2º ano 1/3 das opções a partir do 3º ano 1/3 das opções a partir do 4º ano prazo máximo para exercício das opções 06 anos 06 anos prazo de restrição à transferência das ações Não há restrição após a conversão das opções de ações preço médio ponderado de exercício de opções: a) em aberto no início do exercício social n.a. n.a. b) perdidas durante o exercício social n.a. n.a. c) exercidas durante o exercício social n.a. n.a. d) expiradas durante o exercício social n.a. n.a. valor justo das opções na data de outorga R$ 8,61 R$ 6,60 diluição potencial em caso de exercício de todas as opções outorgadas 0, , PÁGINA: 219 de 355

226 Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e pela diretoria estatutária Em relação às opções em aberto do conselho de administração e da diretoria estatutária ao final do último exercício social EXERCÍCIO DE 2011 Diretoria Membros Programa Abril/11 Programa Setembro/11 Opções ainda não exercíveis quantidade Data em que se tornarão exercíveis A partir de A partir de 07/04/ /09/2013 prazo máximo para exercício das opções 06 anos 06 anos prazo de restrição à transferência das ações n.a. n.a. preço médio ponderado de exercício R$ 24,34 R$ 20,45 valor justo das opções no último dia do R$ 4,35 R$ 7,17 exercício social Opção exercíveis n.a. n.a. PÁGINA: 220 de 355

227 Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária Em relação às opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária, nos 3 últimos exercícios sociais: Em 31 de dezembro de 2011 a Companhia não possuía opções exercidas ou ações entregues. PÁGINA: 221 de 355

228 Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a Método de precificação do valor das ações e das opções Descrição sumária das informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a Conforme informado no item 13.4 acima a Companhia entende que não possui um plano de remuneração baseada em ações. As opções outorgadas referem-se ao Plano de Opções de Compra de Ações. A contabilização das despesas com opções de ações é efetuada ao longo do período de aquisição de direito vesting period. Em 31 de dezembro de 2011 foi registrado o montante de R$ 239 na rubrica de outros resultados na demonstração do resultado do exercício em contrapartida de reserva de capital no Patrimônio Líquido. Programa Quantidade de Ações Em Reais (R$) Em R$ Mil Período Quantidade de de Opções de Outorgadas Adquiridas De Preço Vesting Direito Preço de Precificação Diferença Corrigido Despesas Direito Exercício da Opção da Opção IPCA Abril/ º ,01 23,16 30,60 7, º ,01 24,32 32,98 8, º ,01 25,54 35,29 9, Subtotal Setembro/ º ,45 19,39 25,08 5, º ,45 20,43 27,05 6, º ,45 21,54 29,00 7,46 94 Subtotal Total Geral a) modelo de precificação O valor justo médio ponderado foi determinado com base no método Black-Scholes- Merton. b) dados e premissas utilizadas no modelo de precificação, incluindo o preço médio ponderado das ações, preço de exercício, volatilidade esperada, prazo de vida da opção, dividendos esperados e a taxa de juros livre de risco Programa Abril/11 Setembro/11 Período de Vesting 1º 2º 3º 1º 2º 3º Fatores: Preço de exercício da opção (R$) 21,01 21,01 21,01 17,45 17,45 17,45 Prazo de vida da opção - Em dias Preço corrente de ação correspondente (R$) 22,10 22,10 22,10 18,06 18,06 18,06 Volatilidade esperada no preço da ação (%) 26,33 26,33 26,33 29,88 29,88 29,88 Taxa de juros livre de risco para o prazo de vida da opção (%) 12,79 12,81 12,83 10,90 11,05 11,22 PÁGINA: 222 de 355

229 Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a Método de precificação do valor das ações e das opções c) método utilizado e as premissas assumidas para incorporar os efeitos esperados de exercício antecipado Não se aplica. Não existe hipótese de exercício antecipado. d) forma de determinação da volatilidade esperada Utilizada a volatilidade anualizada observado o período em referência, calculado em bases anuais (volatilidade do período x v252) onde 252 é o total de dias úteis do ano. e) se alguma outra característica da opção foi incorporada na mensuração de seu valor justo A aquisição do direito ao exercício das Opções ( Vesting ) estará sujeita ao cumprimento cumulativo do Prazo de Retenção das Ações Investidas e dos prazos de carência de cada Programa. Desde que cumprido o Prazo de Retenção das Ações Investidas, o Vesting das opções ocorrerá em três parcelas anuais, iguais e consecutivas de 1/3 (um terço) cada uma, sendo a primeira parcela a partir do segundo aniversário de vigência do Programa e as demais parcelas a partir dos aniversários subsequentes, conforme indicado na tabela abaixo: Vesting das Opções (a partir da data de vigência de cada Percentual de Opções Vested Programa) Antes do segundo aniversário 0% A partir do segundo aniversário 33,3% A partir do terceiro aniversário 66,6% A partir do quarto aniversário 100% O Conselho de Administração poderá, com base nas projeções de evolução das cotações de bolsa de valores das ações da Companhia, bem como em outros fatores de mercado, alterar as regras de Vesting das Opções, quando da aprovação de novos Programas. PÁGINA: 223 de 355

230 Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de administração e aos diretores estatutários Plano de Previdência em vigor conferido aos membros do conselho de Administração e Diretoria. A política de previdência complementar tem como objetivo principal suplementar os benefícios de aposentadoria fornecidos pelo sistema oficial da previdência social e contempla os benefícios de renda mensal, suplementação de auxílio-doença, suplementação de aposentadoria por invalidez, suplementação da pensão por morte e pecúlio por morte. Em R$ Mil Conselho de Diretoria Órgão Administração Estatutária Número de Membros 7,00 11,00 Nome do Plano Plano de Benefício Quantidade de Administradores que reúnem as Vide item 2 condições para se aposentar Condições para se aposentar antecipadamente 50 anos de idade e 10 anos de contribuição Valor atualizados das contribuições acumuladas no plano de previdência até o encerramento do Vide item último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Valor total acumulado das contribuições realizadas durante o último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Se há a possibilidade de resgate antecipado e quais as condições 425 Vide item Sim, mediante desligamento do plano e o valor correspondente a 2% para cada ano de empresa limitado a 50% do saldo. PÁGINA: 224 de 355

231 Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal Valores anuais Diretoria Estatutária Conselho de Administração Conselho Fiscal 31/12/ /12/ /12/ /12/ /12/ /12/ /12/ /12/ /12/2009 Nº de membros 11,00 11,17 7,00 7,00 7,00 7,00 3,67 4,33 3,00 Valor da maior remuneração(reais) Valor da menor remuneração(reais) Valor médio da remuneração(reais) , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,00 Observação Diretoria Estatutária Conselho de Administração Conselho Fiscal PÁGINA: 225 de 355

232 Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou de aposentadoria Descrever arranjos contratuais, apólices de seguros ou outros instrumentos que estruturem mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou de aposentadoria, indicando quais as consequências financeiras para a Companhia. Não se aplica. PÁGINA: 226 de 355

233 Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar o percentual da remuneração total de cada órgão reconhecida no resultado da Companhia referente a membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores, diretos ou indiretos, conforme definido pelas regras contábeis que tratam desse assunto ANO ÓRGÃO % da Remuneração Total Conselho de Administração 35,28% 2009 Conselho Fiscal - Diretoria Estatutária - Conselho de Administração 33,37% 2010 Conselho Fiscal - Diretoria Estatutária - Conselho de Administração 33,58% 2011 Conselho Fiscal - Diretoria Estatutária - PÁGINA: 227 de 355

234 Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por órgão, recebida por qualquer razão que não a função que ocupam Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar os valores reconhecidos no resultado da Companhia como remuneração de membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal, agrupados por órgão, por qualquer razão que não a função que ocupam, como por exemplo, comissões e serviços de consultoria ou assessoria prestados Não se aplica. PÁGINA: 228 de 355

235 Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar os valores reconhecidos no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas da Companhia, como remuneração de membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal da Companhia, agrupados por órgão, especificando a que título tais valores foram atribuídos a tais indivíduos. Os administradores recebem remuneração tanto da WEG S.A., companhia controladora, como da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. As informações sobre a remuneração obtida na controladora WEG S.A. são apresentadas nos itens 13.2 a 13.14, enquanto que as informações sobre a remuneração obtida na controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A., bem como os valores consolidados, são agora apresentadas neste item a) Remuneração obtida na WEG Equipamentos Elétricos S.A. a.1) Remuneração Ano Órgão Nº de Membros (valores aprovados em AGO) Fixa Anual Variável Benefícios Participação pósemprego Benefícios Total Total nos lucros Prólabore Remuneração Benefícios pela cessação de cargo Remuneração baseada em ações Conselho de Administração 4, n.a n.a. n.a. n.a. 647 Conselho Fiscal n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. Diretoria Estatutária 7, n.a. n.a. n.a Total 11, n.a. n.a. n.a Conselho de Administração 3, n.a n.a. n.a. n.a. 706 Conselho Fiscal n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. Diretoria Estatutária 11, n.a. n.a. n.a Total 14, n.a. n.a. n.a Conselho de Administração 3, n.a n.a. n.a. n.a. 708 Conselho Fiscal n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. Diretoria Estatutária 11, n.a. n.a. n.a Total 14, n.a. n.a. n.a Conselho de Administração 3, n.a n.a. n.a. n.a Conselho Fiscal n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. Diretoria Estatutária 12, n.a n.a. n.a. n.a Total 15, n.a n.a. n.a. n.a Total PÁGINA: 229 de 355

236 Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor a.2) Remuneração Variável Exercício de 2009 Órgão Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Nº de Membros 4,00-7,00 11,00 Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração 47 N/A Valor Máximo Previsto no plano de remuneração 402 N/A Valor previsto no plano de remuneração, caso as 402 N/A metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado 166 N/A Exercício de 2010 Órgão Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Nº de Membros 3,00-11,17 14,17 Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - N/A Valor Máximo Previsto no plano de remuneração 446 N/A Valor previsto no plano de remuneração, caso as 446 N/A metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado 222 N/A Exercício de 2011 Órgão Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Nº de Membros 3,00-11,00 14,00 Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - N/A Valor Máximo Previsto no plano de remuneração 397 N/A Valor previsto no plano de remuneração (até 100% 397 N/A do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado 259 N/A PÁGINA: 230 de 355

237 Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor Exercício de 2012 Proposta aprovada em AGO/E Órgão Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Nº de Membros 3,00-12,00 15,00 Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração 0,0% sobre o lucro líquido N/A 0,0% sobre o lucro líquido - - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração 2,5% sobre o lucro líquido N/A 2,5% sobre o lucro líquido - - Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas 2,5% sobre o lucro líquido N/A 2,5% sobre o lucro líquido - - Valor efetivamente reconhecido no resultado - N/A - a.3) Plano de Previdência em Vigor Órgão Conselho de Administração Diretoria Estatutária Número de Membros 3,00 11,00 Nome do Plano Plano de Benefício Quantidade de Administradores que reúnem as condições para se aposentar - 9,00 Condições para se aposentar antecipadamente 50 anos de idade e 10 anos de contribuição Valor atualizados das contribuições acumuladas no plano de previdência até o encerramento do último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Valor total acumulado das contribuições realizadas durante o último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Se há a possibilidade de resgate antecipado e quais as condições a.4) Valores da Remuneração Ano Sim, mediante desligamento do plano e o valor correspondente a 2% para cada ano de empresa limitado a 50% do saldo. Órgão Nº de Maior Menor Remuneração Membros Remuneração Remuneração Média Conselho de Administração 4, Conselho Fiscal Diretoria Estatutária 7, Conselho de Administração 3, Conselho Fiscal Diretoria Estatutária 11, Conselho de Administração 3, Conselho Fiscal Diretoria Estatutária 11, PÁGINA: 231 de 355

238 Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor b) Remuneração Consolidada b.1) Remuneração Ano Órgão Membros (valores aprovados em AGO) Fixa Anual Variável Honorários Benefícios Total Particip. nos lucros Remuneração Total Benefícios pós-emprego Benefícios pela cessação de cargo Remuneração baseada em ações Conselho de Administração 7, n.a. n.a. n.a Conselho Fiscal 3, n.a. 167 n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 167 Diretoria Estatutária 7, n.a. n.a. n.a Outros Administradores 26, n.a. n.a. n.a Total 43, n.a. n.a. n.a Total sem Conselho Fiscal Conselho de Administração 7, n.a. n.a. n.a Conselho Fiscal 4, n.a. 256 n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 256 Diretoria Estatutária 11, n.a. n.a. n.a Outros Administradores 22, n.a. n.a. n.a Total 45, n.a. n.a. n.a Total sem Conselho Fiscal Conselho de Administração 7, n.a n.a. n.a. n.a Conselho Fiscal 3, n.a. 229 n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 229 Diretoria Estatutária 11, n.a. n.a. n.a Outros Administradores 22, n.a. n.a. n.a Total 43, n.a. n.a. n.a Total sem Conselho Fiscal Conselho de Administração 7, n.a n.a. n.a. n.a Conselho Fiscal 3, n.a. 200 n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 200 Diretoria Estatutária 12, n.a n.a. n.a. n.a Total 22, n.a n.a. n.a. n.a Total Observação: Nas notas explicativas das demonstrações financeiras, o conselho fiscal não foi considerado na remuneração da administração. PÁGINA: 232 de 355

239 Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor b.2) Remuneração Variável Exercício de 2009 Órgão Conselho de Conselho Diretoria Outros Administração Fiscal Estatutária Administradores Total Nº de Membros 7,00 3,00 7,00 26,00 43,00 Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração 362 N/A Valor Máximo Previsto no plano de remuneração N/A Valor previsto no plano de remuneração, caso as N/A metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado 747 N/A Exercício de 2010 Órgão Conselho de Conselho Diretoria Outros Administração Fiscal Estatutária Administradores Total Nº de Membros 7,00 4,33 11,17 22,83 45,33 Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - N/A Valor Máximo Previsto no plano de remuneração N/A Valor previsto no plano de remuneração, caso as N/A metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado 706 N/A Exercício de 2011 Órgão Conselho de Conselho Diretoria Outros Administração Fiscal Estatutária Administradores Total Nº de Membros 7,00 3,00 12,00 22,00 22,00 Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de - N/A remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de N/A remuneração - Valor previsto no plano de remuneração (até N/A % do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado 906 N/A Exercício de 2012 Proposta aprovada em AGO Órgão Conselho de Conselho Diretoria Administração Fiscal Estatutária Total Nº de Membros 7,66 3,00 12,00 22,66 Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração 0,0% sobre o lucro 0,0% sobre o N/A líquido lucro líquido - - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração 2,5% sobre o lucro 2,5% sobre o N/A líquido lucro líquido - - Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário 2,5% sobre o lucro 2,5% sobre o N/A fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas líquido lucro líquido - - Valor efetivamente reconhecido no resultado - N/A - - PÁGINA: 233 de 355

240 Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor b.3) Plano de Previdência em Vigor Órgão Conselho de Administração Diretoria Estatutária Outros Administradores Número de Membros 3,00 11,00 13 Nome do Plano Plano de Benefício Quantidade de Administradores que reúnem as condições para se aposentar Condições para se aposentar antecipadamente 50 anos de idade e 10 anos de contribuição Valor atualizados das contribuições acumuladas no plano de previdência até o encerramento do último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Valor total acumulado das contribuições realizadas durante o último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Se há a possibilidade de resgate antecipado e quais as condições Sim, mediante desligamento do plano e o valor correspondente a 2% para cada ano de empresa limitado a 50% do saldo. b.4) Valores da Remuneração Ano Órgão Membros Maior Remuneração Menor Remuneração Remuneração Média Conselho de Administração 7, Conselho Fiscal 3, Diretoria Estatutária 7, Outros Administradores 26, Conselho de Administração 7, Conselho Fiscal 4, Diretoria Estatutária 11, Outros Administradores 22, Conselho de Administração 7, Conselho Fiscal 3, Diretoria Estatutária 11, Outros Administradores 22, (v) - Percentual da remuneração total de cada órgão reconhecida no resultado da Companhia referente a membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores, diretos ou indiretos ANO ÓRGÃO % da Remuneração Total Conselho de Administração 43,68 Conselho Fiscal - Diretoria Estatutária - Outros Administradores - Conselho de Administração 49,30 Conselho Fiscal - Diretoria Estatutária - Outros Administradores - Conselho de Administração 52,55 Conselho Fiscal - Diretoria Estatutária - Outros Administradores - PÁGINA: 234 de 355

241 Outras informações relevantes Fornecer outras informações que o emissor julgue relevante. PLANO DE OPÇÕES DE COMPRA DE AÇÕES DA WEG S.A. 1. OBJETIVO DO PLANO O Plano de Opções de Compra de Ações ( Plano ) tem por objetivo a outorga de Opções de compra de ações de emissão da WEG S.A. ( Companhia ) a diretores estatutários da Companhia ou de suas controladas sediadas no Brasil, com o objetivo de atraí-los, motivá-los e retê-los, bem como alinhar seus interesses aos interesses da Companhia e de seus acionistas. 2. GESTÃO DO PLANO O Plano será gerido pelo Conselho de Administração, observados os termos e as condições básicas aqui previstos. 3. OPÇÃO Cada opção de compra atribui ao seu titular o direito à aquisição de 1 (uma) ação ordinária de emissão da Companhia (BM&FBOVESPA: WEGE3 ), estritamente nos termos e condições estabelecidos neste Plano ( Opção ). 4. PROGRAMAS O Conselho de Administração poderá aprovar, semestralmente, seguindo a atual política de distribuição de dividendos da Companhia, Programas de Opção de Compra de Ações ( Programas ), nos quais serão definidos os Participantes, o número de Opções, o preço de exercício, a distribuição das Opções, a data de vigência e as demais regras específicas de cada Programa, observadas as linhas básicas deste Plano. Quando do lançamento de cada Programa, o Conselho de Administração fixará os termos e as condições de cada Opção em Contrato de Outorga de Opção de Compra de Ações e Outras Avenças ( Contrato ), a ser celebrado entre a Companhia e cada Participante, com referência ao Programa estabelecido pelo Conselho de Administração. O Contrato deverá definir pelo menos as seguintes condições: a) o número de ações que o Participante terá direito de adquirir com o exercício da Opção e o preço por ação, de acordo com o Programa; b) o prazo durante o qual a Opção não poderá ser exercida e as datas-limite para o exercício total ou parcial da Opção e em que os direitos decorrentes da Opção expirarão; c) eventuais normas sobre quaisquer restrições à transferência das ações adquiridas como condição de participação no Plano e disposições sobre penalidades para o descumprimento destas restrições; e d) quaisquer outros termos e condições que se fizerem necessários, observadas as diretrizes gerais deste Plano. 5. PARTICIPANTES DO PLANO PÁGINA: 235 de 355

242 Outras informações relevantes Os diretores estatutários da Companhia ou de suas controladas sediadas no Brasil são elegíveis ao Plano. O Participante que tiver interesse em participar do Programa para o qual foi designado deverá firmar o competente Termo de Adesão, no prazo fixado em cada Programa. A participação será sempre voluntária. 6. CONDIÇÃO PARA PARTICIPAÇÃO EM CADA PROGRAMA E DISTRIBUIÇÃO DE OPÇÕES Como pré-condição para participação em cada Programa, o Participante terá de investir 20% (vinte por cento), ou 40% (quarenta por cento) ou 60% (sessenta por cento) de sua remuneração variável no período, em ações da Companhia (as Ações Investidas ). Para fins deste Plano, o termo "remuneração variável" significa o valor líquido recebido pelo Participante a título de Participação nos Lucros e Resultados ( PLR ) da Companhia, de acordo com os critérios de distribuição e as metas de desempenho definidas periodicamente pela Companhia. A Companhia outorgará, a cada Participante, Opções de compra de ações proporcionalmente ao número de Ações Investidas, a saber: a) No caso do Participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 20% (vinte por cento) e menor que 40% (quarenta por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual ao número de Ações Investidas adquiridas pelo Participante. b) No caso do Participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 40% (quarenta por cento) e menor que 60% (sessenta por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual a uma vez e meia (1,5) ao número de Ações Investidas adquiridas pelo Participante. c) No caso do Participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 60% (sessenta por cento) e até 100% (cem por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual a duas vez (2,0) ao número de Ações Investidas adquiridas pelo Participante. O Conselho de Administração poderá alterar os percentuais do PLR a serem investidos, bem como o múltiplo de Opções a serem outorgadas a cada Participante em função do número de Ações Investidas, quando da aprovação de cada Programa. As outorgas fixadas em cada Programa não serão necessariamente, iguais para cada Participante, nem por equidade ou equiparação, nem divididas pro rata. O Participante terá o prazo de 15 (quinze) dias contados da data em que a Companhia lhe efetuar o pagamento ou crédito do PLR para adquirir as Ações Investidas e informar à Companhia dentro do mesmo prazo. 7. PRAZO DE RETENÇÃO DAS AÇÕS INVESTIDAS Para que o Participante possa fazer uso do direito de exercício das opções de compra de ações previstas neste Plano, é condição indispensável que o mesmo mantenha a sua posição acionária (Retenção das Ações Investidas), nos seguintes níveis mínimos: PÁGINA: 236 de 355

243 Outras informações relevantes a) 100% (cem por cento) até a data do efetivo exercício pelo Participante do direito de opção de compra de ações referente à primeira parcela (1/3) liberada para exercício do direito de opção compra de ações; b) 66,67% (sessenta e seis por cento e sessenta e sete centésimos) até a data do efetivo exercício pelo Participante do direito de opção de compra de ações referente à segunda parcela (1/3) liberada para exercício do direito de opção de compra de ações; c) 33,33% (trinta e três por cento e trinta e três centésimos) até a data do efetivo exercício pelo Participante do direito de opção de compra de ações referente à terceira e última parcela (1/3) liberada para exercício do direito de opção de compra de ações. O Participante deverá autorizar o bloqueio para negociação das Ações Investidas nos livros da Instituição depositária das ações da Companhia, durante o prazo de retenção das Ações Investidas. Na hipótese de que não tenha mantido a sua posição acionária nos seus níveis mínimos previstos nesta cláusula, o Participante perderá o direito às opções de ações ainda não exercidas. Para fins desta cláusula, somente serão consideradas as posições acionárias adquiridas de acordo com o Plano. 8. VESTING A aquisição do direito ao exercício das Opções ( Vesting ) estará sujeita ao cumprimento cumulativo do Prazo de Retenção das Ações Investidas e dos prazos de carência de cada Programa. Desde que cumprido o Prazo de Retenção das Ações Investidas, o Vesting das opções ocorrerá em três parcelas anuais, iguais e consecutivas de 1/3 (um terço) cada uma, sendo a primeira parcela a partir do segundo aniversário de vigência do Programa e as demais parcelas a partir dos aniversários subsequentes, conforme indicado na tabela abaixo: Vesting das Opções (a partir da data de vigência de cada Programa) Percentual de Opções Vested Antes do segundo aniversário 0% A partir do segundo aniversário 33,3% A partir do terceiro aniversário 66,6% A partir do quarto aniversário 100% O Conselho de Administração poderá, com base nas projeções de evolução das cotações de bolsa de valores das ações da Companhia, bem como em outros fatores de mercado, alterar as regras de Vesting das Opções, quando da aprovação de novos Programas. 9. EXERCÍCIO DAS OPÇÕES As Opções poderão ser exercidas pelo Participante dentro do prazo de 24 (vinte e quatro) meses a contar da data em que ocorrer o respectivo Vesting ( Prazo da Opção ). O exercício de cada Opção será feito mediante entrega do competente Termo de Exercício de Opção devidamente preenchido e assinado pelo Participante. PÁGINA: 237 de 355

244 Outras informações relevantes Observada a Política de Negociação com Valores Mobiliários de Emissão da Companhia, o Diretor de Relações com Investidores poderá estabelecer a qualquer tempo restrições adicionais para o exercício das Opções em datas que antecedam a divulgação de fatos relevantes pela Companhia incluindo, mas não se limitando a datas que antecedam o encerramento do exercício social e a publicação de demonstrações financeiras da Companhia, datas compreendidas entre decisões de aumento de capital, distribuição de dividendos, bonificação em ação ou desdobramento e a publicação dos respectivos editais ou anúncios e outros datas nas quais seja recomendável a suspensão do exercício das Opções. As Opções não exercidas durante o Prazo da Opção restarão automaticamente extintas, de pleno direito, independentemente de aviso prévio ou indenização. Caso a última data fixada para exercício durante o Prazo da Opção coincida com período de vedação à negociação com valores mobiliários de emissão da Companhia, nos termos de sua Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante ou da legislação aplicável, o Prazo da Opção será prorrogado até a próxima data fixada pelo Conselho de Administração para o exercício das Opções. 10. PREÇO DE EXERCÍCIO O preço de exercício das Opções será equivalente à média ponderada por volume de negociações das cotações de fechamento das ações ordinárias da Companhia, na BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA: WEGE3 ), nos 20 (vinte) pregões anteriores ao último dia do mês anterior ao mês de aprovação do respectivo Programa. O Conselho de Administração poderá, a seu exclusivo critério, estabelecer um desconto de até 10% (dez por cento) sobre a média apurada, bem como estabelecer que o preço de exercício deva ser corrigido monetariamente, a partir da data-base de sua determinação, por meio de índice de preços a ser definido pelo Conselho de Administração da Companhia em cada Programa ou ainda estabelecer um preço de exercício com correção monetária pré-fixada. 11. CONDIÇÃO DE PAGAMENTO O pagamento deverá ser feito à vista, no ato da aquisição das ações, na forma determinada pelo Conselho de Administração em cada Programa, salvo na hipótese de o Participante optar por vender imediatamente, em bolsa de valores, parte ou a totalidade das ações adquiridas, observadas as limitações previstas neste Plano, caso em que o pagamento poderá ser feito mediante a emissão pelo Participante de nota promissória pró-soluto com vencimento no primeiro dia útil após a liquidação financeira da transação. 12. LIMITE QUANTITATIVO O número máximo de opções de compra de ações a serem outorgados por este Plano está limitado a um máximo de 2% (dois por cento) do total das ações representativas do Capital Social da Companhia. PÁGINA: 238 de 355

245 Outras informações relevantes O Conselho de Administração estabelecerá o critério de rateio das opções entre os Participantes, sempre que a quantidade total de opções possa ultrapassar o nível quantitativo aqui estabelecido. Exercida a Opção, o Conselho de Administração definirá se o capital social da Companhia deverá ser aumentado mediante a emissão de novas ações a serem subscritas pelos Participantes, de acordo com o art. 166, inciso III, da Lei nº /76 ou se serão utilizadas para liquidação do exercício das Opções de Compra de Ações mantidas em tesouraria, observada a regulamentação aplicável. Os acionistas, nos termos do que dispõe o art. 171, 3º, da Lei nº /76, não terão preferência na outorga e no exercício das Opções originárias do Plano. 13. NÃO-VINCULAÇÃO Este Plano constitui negócio oneroso de natureza exclusivamente civil e não cria qualquer obrigação de natureza trabalhista ou previdenciária entre a Companhia e o Participante. 14. NÃO INTERFERÊNCIA NA RELAÇÃO DE EMPREGO E/OU MANDATO Nenhuma disposição do presente Plano poderá ser interpretada como constituição de direitos ao Participante, além daqueles inerentes às Opções, cuja natureza é exclusivamente civil, e nem conferirá direitos aos Participantes relativos à garantia de permanência, seja como diretor ou como empregado. Nenhuma disposição deste Plano conferirá, ainda, a qualquer Participante, titular de uma Opção, direitos concernentes à sua permanência até o término do seu mandato, ou interferirá de qualquer modo com o direito da Companhia em destituí-lo, nem assegurará o direito à sua reeleição para o cargo. 15. DESLIGAMENTO Em caso de Desligamento do Participante, todas as Opções que lhe tenham sido concedidas e que ainda não sejam exercíveis ( Opções Não-vested ) restarão automaticamente extintas, de pleno direito, independentemente de aviso prévio ou indenização. Não obstante, caberá ao titular o direito de exercer as Opções já exercíveis na data do Desligamento ( Opções Vested ), no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data do Desligamento. Para fins deste Plano, o termo Desligamento significa qualquer ato ou fato que ponha fim à relação jurídica do titular da Opção com a Companhia, exceto falecimento, invalidez permanente ou Desligamento Especial. Desligamento abrange, entre outras, as hipóteses de desligamento voluntário do Participante, pedido de demissão, renúncia ao cargo, substituição ou não reeleição como diretor e rescisão sem ou com justa causa de contrato de trabalho ou de prestação de serviços. 16. DESLIGAMENTO ESPECIAL No caso de Desligamento Especial do Participante, todas as Opções Vested poderão ser exercidas no prazo de 12 (doze) meses, contados da data de Desligamento Especial, mediante pagamento à vista, e todas as Opções Não-vested poderão ser exercidas em seus prazos e regras normais de Vesting. PÁGINA: 239 de 355

246 Outras informações relevantes Considera-se Desligamento Especial, para os fins deste Plano, o encerramento da carreira do Participante na Companhia mediante aprovação caso-a-caso do Conselho de Administração, a seu exclusivo critério. Caso o pedido de Desligamento Especial seja de iniciativa do próprio Participante, ao avaliar o pedido o Conselho de Administração levará em consideração (i) a antecedência do pedido, a ser formulado com pelo menos 6 (seis) meses de antecedência; (ii) o eventual plano de atividade profissional pósdesligamento do Participante, que não deverá contemplar qualquer atividade concorrente às atividades desempenhadas pela Companhia; (iii) outras circunstâncias aplicáveis ao caso. A decisão do Conselho de Administração será discricionária e desvinculada das regras para aposentadoria por tempo de serviço ou por idade, no termos das regras da previdência oficial (INSS) ou das regras para suplementação de aposentadoria de qualquer plano privado eventualmente patrocinado pela Companhia. Na hipótese de vir a ser constatada a atuação do Participante em atividades concorrentes às atividades desempenhadas pela Companhia, o Conselho de Administração poderá declarar extintas, de pleno direito, independentemente de aviso prévio ou indenização, todas as Opções Não-vested que tenham sido concedidas ao Participante. 17. FALECIMENTO E INVALIDEZ PERMANENTE No caso de falecimento ou invalidez permanente do Participante, todas as Opções Nãovested tornar-se-ão exercíveis antecipadamente. As Opções Vested ou Não-vested estender-se-ão aos seus herdeiros e sucessores, por sucessão legal ou por imposição testamentária, podendo ser exercidas no todo ou em parte pelos herdeiros, sucessores ou cônjuges meeiros do Participante, mediante pagamento à vista, pelo prazo de 12 (doze) meses a contar da data do falecimento. 18. DELIMITAÇÃO DOS DIREITOS DO PARTICIPANTE Nenhum Participante terá quaisquer dos direitos e privilégios de acionista da Companhia até que as Opções sejam devidamente exercidas e esteja concluída a transferência das ações objeto das Opções. 19. DIVIDENDOS E BONIFICAÇÕES As ações adquiridas pelos Participantes das Opções farão jus aos dividendos, juros sobre o capital próprio e demais proventos declarados pela Companhia a partir da data da liquidação física da aquisição do exercício mediante a transferência de tais ações aos Participantes. 20. AJUSTES Caso venham a ser feitas modificações na estrutura acionária da Companhia, envolvendo um aumento, diminuição, desdobramento, grupamento, bonificações em ações, ou modificação semelhante nas ações da Companhia, ficará resguardado ao Conselho de Administração da Companhia, o direito de também poder ajustar essas modificações às Opções não exercidas pelos seus titulares. 21. REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA Caso os acionistas reunidos em Assembleia Geral Extraordinária deliberarem (i) a saída da Companhia do Novo Mercado para que as suas ações passem a ter registro para negociação fora do Novo Mercado; ou (ii) uma operação de reorganização societária, na PÁGINA: 240 de 355

247 Outras informações relevantes qual a Companhia resultante dessa reorganização não seja admitida para negociação no Novo Mercado, as Opções serão liberadas para serem exercidas ao todo ou em parte pelos Participantes. O Conselho de Administração da Companhia deverá estabelecer regras especiais que permitam que as ações objeto das Opções possam ser vendidas na oferta pública de aquisição a ser efetivada nos termos do Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA e do Estatuto Social então em vigor. 22. ALIENAÇÃO DE CONTROLE No caso alienação, direta ou indireta, pelos controladores da Companhia, tanto por meio do uma única operação, como por meio de operações sucessivas, do número de ações que implique alteração do controle da Companhia, nos termos do Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, as Opções serão liberadas para serem exercidas no todo ou em parte pelos Participantes. O Conselho de Administração da Companhia deverá estabelecer regras especiais que permitam que as ações objeto das Opções possam ser vendidas na oferta pública de aquisição a ser efetivada nos termos do Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA o do Estatuto Social então em vigor. 23. RESPONSABILIDADE POR TRIBUTOS Cabe exclusivamente ao Participante a responsabilidade por quaisquer encargos de natureza tributária que venha a incidir por ocasião do exercício do direito de opção de compra de ações, ou no ato de alienação destas. 24. DATA DE VIGÊNCIA E TÉRMINO DO PLANO O Plano entra em vigor imediatamente após a sua aprovação pela Assembleia Geral Extraordinária da Companhia, e poderá ser extinto, suspenso ou alterado, a qualquer tempo, por proposta aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia. 25. DISPOSIÇÕES COMPLEMENTARES O Conselho de Administração, no interesse da Companhia e de seus acionistas, poderá rever as condições de cada Programa, desde que não altere os respectivos princípios básicos, especialmente os limites máximos para a emissão de ações do Plano, aprovados pela Assembleia Geral. O Conselho de Administração poderá ainda estabelecer tratamento particular para casos e situações especiais, durante a vigência do Plano, desde que não sejam afetados os direitos já concedidos aos Participantes, nem os princípios básicos do Plano. Tal tratamento particular não constituirá precedente invocável por outros Participantes. Qualquer alteração legal significativa no tocante à regulamentação das sociedades por ações e/ou aos efeitos fiscais de um plano de opções de compra de ações poderá levar à sua revisão parcial ou integral, ou mesmo sua suspensão ou extinção, a critério do Conselho de Administração. Os casos omissos serão regulados pelo Conselho de Administração. PÁGINA: 241 de 355

248 Outras informações relevantes Fornecer Outras Informações que o Emissor Julgue Relevante a) Demonstração da posição dos programas do Plano de Opções de Compra de Ações, divulgada em nota explicativa das Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2011: b) Programa Quantidade de Ações Outorgadas Adquiridas De Direito Abril/ Período de Vesting Quantidade de Opções de Direito Preço de Exercício Preço Corrigido IPCA Em Reais (R$) Em R$ Mil Precificação da Opção Diferença da Opção Despesas 1º ,01 23,16 30,60 7, º ,01 24,32 32,98 8, º ,01 25,54 35,29 9, Subtotal Setembro/ º ,45 19,39 25,08 5, º ,45 20,43 27,05 6, º ,45 21,54 29,00 7,46 94 Subtotal Total Geral Nota: O valor justo médio ponderado foi determinado com base no método Black-Scholes-Merton. c) A contabilização das despesas com opções de ações é efetuada ao longo do período de aquisição de direito vesting period. Em 31 de dezembro de 2011 foi registrado o montante de R$ 239 na rubrica de outros resultados na demonstração do resultado do exercício em contrapartida de reserva de capital no Patrimônio Líquido. PÁGINA: 242 de 355

249 Descrição dos recursos humanos a) número de empregados (total, por grupos com base na atividade desempenhada e por localização geográfica) Estado Amazônia Ano Classificação Administrativo Produtivo Serviços Amazônia Total Espírito Santo Administrativo Produtivo Serviços Vendas Espírito Santo Total Pernambuco Serviços Vendas Pernambuco Total Rio Grande dos Sul Administrativo Produtivo Serviços Vendas Rio Grande dos Sul Total Santa Catarina Administrativo Produtivo Serviços Vendas Santa Catarina Total São Paulo Administrativo Produtivo Serviços Vendas São Paulo Total Colaboradores no Exterior Total Geral b) número de terceirizados (total, por grupos com base na atividade desempenhada e por localização geográfica) Estado Classificação Ano Amazônia Produtivo Santa Catarina Produtivo São Paulo Produtivo Rio Grande dos Sul Produtivo Total Geral PÁGINA: 243 de 355

250 Descrição dos recursos humanos c) índice de rotatividade O índice de rotatividade mensal da Companhia foi de 1,6% em 2011, 1,3% em 2010 e 2,0% em d) exposição do emissor a passivos e contingências trabalhistas Informações já foram prestadas no item 4.6 PÁGINA: 244 de 355

251 Alterações relevantes - Recursos humanos Em 2011, a Companhia apresentou um aumento de aproximadamente 11,15% de seu quadro de colaboradores em comparação ao ano de Tal aumento foi devido à recuperação da demanda produtiva no Brasil e consequente expansão da capacidade produtiva, bem como de aquisições de novas unidades produtivas do exterior. PÁGINA: 245 de 355

252 Descrição da política de remuneração dos empregados a) política de salários e remuneração variável O Sistema de Administração Salarial do Grupo WEG visa dar condições para estabelecer uma política justa, competitiva e capaz de: Definir estruturas salariais capazes de atrair e reter os colaboradores. Estabelecer as responsabilidades de cada função dentro da organização através das descrições de cargos. Determinar valores relativos dos cargos, através de sua avaliação por pontos. Elaborar normas para assegurar tratamento eqüitativo. Estabelecer políticas compatíveis com o mercado. Efetuamos o reajuste das faixas salariais, sempre que necessário e em conformidade com a legislação trabalhista e a data base dos dissídios coletivos inerente à categoria dos empregados. Adicionalmente, concedemos reajustes salariais por enquadramento, promoção e mérito, sempre baseados no desempenho do empregado, nível e posição da faixa salarial. A WEG oferece a seus colaboradores o programa de participação nos lucros e resultados que tem os seguintes critérios: Distribuição de até 12,5% do Lucro Líquido, desde que atingida uma rentabilidade mínima de 10% sobre o Patrimônio liquido e conforme o atingimento das metas. Metas globais, por unidade de negócio e por departamento. Distribuição para cada colaborador é baseado no salário fixo de cada um Metas são anuais com antecipação semestral de parte do lucro. b) política de benefícios A WEG oferece a seus colaboradores, alimentação no local de trabalho, assistência médica e odontológica, Seguro de vida, plano de previdência privada, auxilio creche, vale transporte, auxilio escolar, para cursos técnicos, graduação, pós-graduação e auxilio idioma, alem do programa de Participação nos Lucros e outros. c) características dos planos de remuneração baseados em ações dos empregados não-administradores, identificando: Não há plano de remuneração baseado em ações para empregados não-administradores. PÁGINA: 246 de 355

253 Descrição das relações entre o emissor e sindicatos A Companhia busca manter um relacionamento participativo com os sindicatos patronais e desta forma através dos mesmos manter um bom relacionamento com os diversos sindicatos representantes dos trabalhadores, buscando sempre estabelecer um processo de diálogo e negociação na busca de soluções que satisfaçam os envolvidos. WEL JARAGUÁ DO SUL SINDICATO: Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas, dos Materiais Elétricos, dos Motores Elétricos, de Equipamentos Elétricos, de Eletro Eletrônicos, de Geradores, de Alternadores, de Implementos Agrícolas, de Máquinas, de Peças para reparação de veículos, de Fundição e das Oficinas de Latoarias e Mecânicas de Jaraguá do Sul e Região. Rua João Planincheck, 157 Bairro Nova Brasília Jaraguá do Sul CEP Fone: ou WEL BLUMENAU SINDICATO: Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Blumenau. Rua: Eng. Paul Werner, 1081 Itoupava Seca. Blumenau / SC CEP: Fone: e WEL ITAJAÍ SINDICATO: Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas, Materiais Elétricos de Itajaí. Capitão Adolfo Germano Andrade, 106, VI Bairro Operária Itajaí SC CEP Fone: e WEG TINTAS GUARAMIRIM SINDICATO: Sindicato Trabalhadores Indústrias Químicas, Plásticos, Borrachas, Papel, Isopor do Município de Jaraguá do Sul, Corupá, Guaramirim, Massaranduba e Schroeder. Rua José Leier, 388 Centro Jaraguá do Sul CEP Fone: e RF REFLORESTADORA JARAGUÁ DO SUL/PLANALTO SINDICATO: Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Jaraguá do Sul. Rua Presidente Epitácio Pessoa, 345 Centro Jaraguá do Sul CEP Fone: e RF REFLORESTADORA ARAQUARI SINDICATO: Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Joinville. Rua Itajaí, 33 casa Centro Joinville CEP Fone: RF REFLORESTADORA FAZENDAS SINDICATO: Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catarina. Avenida Leoberto Leal - até lado ímpar, 976 São Jose CEP Fone: WEG AMAZONIA SINDICATO: Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Materiais Elétricos de Manaus. Avenida Duque de Caxias, 958 Praça 14 de Janeiro Manaus CEP Fone: PÁGINA: 247 de 355

254 Descrição das relações entre o emissor e sindicatos WEL SÃO BERNARDO DO CAMPO SINDICATO: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Rua João Basso, Vila João Basso São Bernardo do Campo CEP Fone: WEL BANWEG SINDICATO: Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de São Paulo e Mogi das Cruzes. Rua Galvão Bueno, 782 Liberdade São Paulo CEP Fone: WEL/TRAFO GRAVATAI SINDICATO: Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de Gravataí. Rua Nestor de Moura Jardim, 525 Salgado Filho Gravataí CEP Fone: e WEG LINHARES EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS SINDICATO: Sindimetal Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas, de Material Elétrico e Eletrônico no Estado do Espírito Santo. Rua Antônio Aguirre, 94 - Centro Vitória/ES. Fone: (027) e (027) HISA SINDICATO: Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Joaçaba e Herval D Oeste. Rua Maranhão, 53, casa Santa Teresa, Joaçaba CEP Fone: ARWEG SC SINDICATO: Sindicato do Empregado em Entidades Culturais, Recreativas, de Assistência Social, Orientação de Formação Profissional do Estado de Santa Catarina SENALBA SC. Rua Tenente Silveira até 249/250, 306, 3º andar Centro - Florianópolis CEP Fone: INSTRUTECH SINDICATO: Sindicato dos Empregados Vendedores e Viajantes no Comércio do Estado de São Paulo. Rua Santo Amaro, 225 1º andar Bela Vista São Paulo- SP - CEP Fone: EQUISUL SINDICATO: Federação dos trabalhadores Industrias do Estado de Santa Catarina. FETIESC. Rua 321, n. 79 Bairro Meia Praia, Itapema CEP Fone: (47) WEG TINTAS MAUA SINDICATO: SINDIQUIM ABC - Sindicato dos Químicos do ABC (Sindicato Trab Inds Quim Petr Farm Tint e Vern Plast Res Sin Expl e Sim do ABC Mauá Ribeirão Pires Rio Gde Serra). Avenida Lino Jardim - até 649/650, 401/Bairro: Vila Bastos/ CEP: / SANTO ANDRÉ - SÃO PAULO. Fone: (11) / (11) PÁGINA: 248 de 355

255 Descrição das relações entre o emissor e sindicatos WEG TINTAS PERNAMBUCO SINDICATO: SINDIQUIMICA-PE - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Produtos Químicas do Estado de Pernambuco. Rua Bulhões Marques, 19, sala 203/204/Bairro: Boa Vista/ CEP: / RECIFE Pernambuco. Fone: (81) / (81) PÁGINA: 249 de 355

256 15.1 / Posição acionária Acionista CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % Detalhamento por classes de ações (Unidades) Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % Eduardo Werninghaus Brasileira-SC Não Sim 30/11/ ,030005% 0 0,000000% ,030005% Theo Werninghaus Tavares Brasileira-SC Não Sim ,000387% 0 0,000000% ,000387% Heidi Behnke Brasileira-SC Não Sim ,468209% 0 0,000000% ,468209% Davi Ricardo Behnke Brasileira-SC Não Sim ,006515% 0 0,000000% ,006515% Daniel Ricardo Behnke Brasileira-SC Não Sim ,007804% 0 0,000000% ,007804% G Werninghaus Administrador Ltda / Não Sim 31/05/ ,002062% 0 0,000000% ,002062% Sergio Luiz Silva Schwartz Brasileira-SC Não Sim 31/08/ ,003382% 0 0,000000% ,003382% Diether Werninghaus Brasileira-SC Não Sim 30/09/ ,523788% 0 0,000000% ,523788% PÁGINA: 250 de 355

257 15.1 / Posição acionária Acionista CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % Detalhamento por classes de ações (Unidades) Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % Joaquim Werninghaus Tavares Brasileira-SC Não Sim ,000387% 0 0,000000% ,000387% Anne Marie Werninghaus Brasileira-SC Não Sim ,006193% 0 0,000000% ,006193% Luisa Werninghaus Brasileira-SC Não Sim ,287402% 0 0,000000% ,287402% Dabliuve Administradora Ltda / Brasileira-SC Não Sim 29/02/ ,029937% 0 0,000000% ,029937% Clécio Fábio Zucco Brasileira-SC Não Não 28/02/ ,002738% 0 0,000000% ,002738% Eggon João da Silva Administradora Ltda / Não Sim 30/09/ ,994242% 0 0,000000% ,994242% WPA Participações e Serviços S.A / Não Sim 30/11/ ,628021% 0 0,000000% ,628021% Amelie Voigt Trejes Não Sim 31/12/ ,020227% 0 0,000000% ,020227% PÁGINA: 251 de 355

258 15.1 / Posição acionária Acionista CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % Detalhamento por classes de ações (Unidades) Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % Bernardo Armin Werninghaus Bernoldi Brasileira-SC Não Sim ,000387% 0 0,000000% ,000387% Maria Luisa Werninghaus Bernoldi Brasileira-SC Não Sim ,000387% 0 0,000000% ,000387% Mariana Werninghaus Brasileira-SC Não Sim ,022250% 0 0,000000% ,022250% Roseli Werninghaus Brasileira-SC Não Sim ,154236% 0 0,000000% ,154236% Ricardo Werninghaus Brasileira-SC Não Sim ,022250% 0 0,000000% ,022250% Clica Voigt Administradora Ltda / Brasileira-SC Não Sim 30/06/ ,644454% 0 0,000000% ,644454% Si Voigt Administradora Ltda / Brasileira-SC Não Sim 30/06/ ,644454% 0 0,000000% ,644454% Voigt Schwartz Administradora Ltda / Brasileira-SC Não Sim 31/07/ ,765716% 0 0,000000% ,765716% PÁGINA: 252 de 355

259 15.1 / Posição acionária Acionista CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % Detalhamento por classes de ações (Unidades) Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % EW Administradora Ltda / Brasileira-SC Não Sim 31/07/ ,278634% 0 0,000000% ,278634% 3MR Administradora Ltda / Brasileira-SC Não Sim 30/11/ ,687781% 0 0,000000% ,687781% Zocalo Participacoes Ltda / Brasileira-SC Não Sim 30/06/ ,977476% 0 0,000000% ,977476% Balder Participacoes Ltda / Brasileira-SC Não Sim 31/07/ ,959128% 0 0,000000% ,959128% Starp Participacoes Ltda / Brasileira-SC Não Sim 30/11/ ,927965% 0 0,000000% ,927965% Helana Participacoes Ltda / Brasileira-SC Não Sim 29/02/ ,958032% 0 0,000000% ,958032% Tamaris Participacoes Ltda / Brasileira-SC Não Sim 31/07/ ,421660% 0 0,000000% ,421660% Laura Augusta da Silva Brasileira-SC Não Sim ,006181% 0 0,000000% ,006181% PÁGINA: 253 de 355

260 15.1 / Posição acionária Acionista CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % Detalhamento por classes de ações (Unidades) Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % Henrique da Silva Geffert Brasileira Não Sim ,155228% 0 0,000000% ,155228% Alberto da Silva Geffert Brasileira Não Sim ,155338% 0 0,000000% ,155338% Julia da Silva Geffert de Oliveira Brasileira-SC Não Sim ,155228% 0 0,000000% ,155228% Paulo Dario Paranhos Trejes Brasileira-SC Não Sim ,008053% 0 0,000000% ,008053% Fabio Roberto de Oliveira Brasileira-SC Não Não 300 0,000048% 0 0,000000% 300 0,000048% Zaira Zimmermann da Silva Brasileira-SC Não Sim ,001127% 0 0,000000% ,001127% Joana Zimmermann da Silva Brasileira-SC Não Sim ,001127% 0 0,000000% ,001127% Bruna da Silva Bartsch Brasileira-SC Não Sim ,020354% 0 0,000000% ,020354% PÁGINA: 254 de 355

261 15.1 / Posição acionária Acionista CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % Detalhamento por classes de ações (Unidades) Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % Walter Janssen Neto Brasileira-SC Não Sim ,119990% 0 0,000000% ,119990% Ricardo Bartsch Filho Brasileira-SC Não Sim ,020354% 0 0,000000% ,020354% OUTROS ,800335% 0 0,000000% ,800335% AÇÕES EM TESOURARIA - Data da última alteração: ,080528% 0 0,000000% ,080528% TOTAL ,000000% 0 0,000000% ,000000% PÁGINA: 255 de 355

262 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social 3MR Administradora Ltda / Maria Conceição Werninghaus Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Mariana Werninghaus Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Martin Werninghaus Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , PÁGINA: 256 de 355

263 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social 3MR Administradora Ltda / Ricardo Werninghaus Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 257 de 355

264 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Balder Participacoes Ltda / Decio da Silva Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Joana Zimmermann da Silva Brasileira-SC Não Não 1 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , Zaira Zimmermann da Silva Brasileira-SC Não Não 1 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL PÁGINA: 258 de 355

265 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Clica Voigt Administradora Ltda / Cladis Voigt Trejes Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Felipe Voigt Trejes Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , Pedro Voigt Trejes Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 259 de 355

266 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Dabliuve Administradora Ltda / Cladis Voigt Trejes Administradora Ltda / Brasileiro-SC Não Sim 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Miriam Voigt Schwartz Administradora Ltda / Brasileira-SC Não Sim 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , Valsi Voigt Administradora Ltda / Brasileira-SC Não Sim 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL PÁGINA: 260 de 355

267 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Eggon João da Silva Administradora Ltda / Decio da Silva Administradora Ltda / SC Não Sim 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Eggon João da Silva Brasileiro-SC Não Sim 10 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Katia da Silva Bartsch Administradora Ltda / SC Não Sim 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Marcia da Silva Petry Administradora / Brasileira-SC Não Sim 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL PÁGINA: 261 de 355

268 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Eggon João da Silva Administradora Ltda / OUTROS 0 0, , , Solange da Silva Janssen Administradora Ltda / SC Não Sim 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Tania Marisa da Silva Administradora Ltda / SC Não Sim 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 262 de 355

269 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social EW Administradora Ltda / Eduardo Werninghaus Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Luisa Werninghaus Brasileira-SC Não Não 1 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 263 de 355

270 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social G Werninghaus Administrador Ltda / Diether Werninghaus Administradora Ltda / Não Não 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Eduardo & Luisa Werninghaus Administradora Ltda / Não Não 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Heidi Behnke Administradora Ltda / Não Não 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Lilian Werninghaus Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL PÁGINA: 264 de 355

271 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social G Werninghaus Administrador Ltda / Martin Werninghaus Administradora Ltda / Não Não 20/12/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 265 de 355

272 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Helana Participacoes Ltda / Ana Flavia da Silva Petry Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Helena Marina da Silva Petry Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Marcia da Silva Petry Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 266 de 355

273 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Si Voigt Administradora Ltda / Dora Voigt de Assis Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Livia Voigt Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , Valsi Voigt Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL PÁGINA: 267 de 355

274 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Starp Participacoes Ltda / OUTROS 0 0, , , Paula da Silva Janssen Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Renata da Silva Janssen Decker Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Solange da Silva Jannsen Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 268 de 355

275 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Tamaris Participacoes Ltda / Alberto da Silva Geffert Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Henrique da Silva Geffert Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Julia da Silva Geffert de Oliveira Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , Tania Marisa da Silva Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % PÁGINA: 269 de 355

276 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Tamaris Participacoes Ltda / Tania Marisa da Silva Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 270 de 355

277 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Voigt Schwartz Administradora Ltda / Eduardo Voigt Schwartz Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Mariana Voigt Schwartz Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Mirian Voigt Schwartz Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 271 de 355

278 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social WPA Participações e Serviços S.A / Dabliuve Administradora Ltda / Não Não 29/04/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Eggon João da Silva Administradora Ltda / Não Não 29/04/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL G Werninghaus Admininstradora Ltda / Não Não 29/04/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 272 de 355

279 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Zocalo Participacoes Ltda / Bruna da Silva Bartsch Brasileira-SC Não Não 1 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Katia da Silva Bartsch Brasileira-SC Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , Ricardo Bartsch Filho Brasileira-SC Não Não 1 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 273 de 355

280 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Cladis Voigt Trejes Administradora Ltda / Cladis Voigt Trejes Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Felipe Voigt Trejes Não Sim 1 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , Pedro Voigt Trejes Não Sim 1 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 274 de 355

281 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Dabliuve Administradora Ltda / Cladis Voigt Trejes Administradora Ltda / Não Sim 01/04/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Miriam Voigt Schwartz Administradora Ltda / Não Sim 01/04/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , Valsi Voigt Administradora Ltda / Não Sim 01/04/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL PÁGINA: 275 de 355

282 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Dabliuve Administradora Ltda / Werner Ricardo Voigt Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL PÁGINA: 276 de 355

283 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Decio da Silva Administradora Ltda / Joana Zimmermann da Silva Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , Zaira Zimmermann da Silva Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL PÁGINA: 277 de 355

284 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Diether Werninghaus Administradora Ltda / Anne Marie Werninghaus Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Diether Werninghaus Brasileira-SC Não Sim 1 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 278 de 355

285 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Eduardo & Luisa Werninghaus Administradora Ltda / Eduardo Werninghaus Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Luisa Werninghaus Bernoldi Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 279 de 355

286 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Eggon João da Silva Administradora Ltda / Decio da Silva Administradora Ltda / Não Sim 16/11/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Eggon João da Silva Brasileira-SC Não Sim 10 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Katia da Silva Bartsch Administradora Ltda / Não Sim 16/11/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Márcia da Silva Petry Administradora Ltda / Não Sim 16/11/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL PÁGINA: 280 de 355

287 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Eggon João da Silva Administradora Ltda / OUTROS 0 0, , , Solange da Silva Janssen Administradora Ltda / Não Sim 16/11/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Tânia Marisa da Silva Administradora Ltda / Não Sim 16/11/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 281 de 355

288 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social G Werninghaus Admininstradora Ltda / Diether Werninghaus Administradora Ltda / Não Sim 15/01/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Eduardo & Luisa Werninghaus Administradora Ltda / Não Sim 15/01/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Heidi Behnke Administradora Ltda / Não Sim 15/01/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Lilian Werninghaus Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL PÁGINA: 282 de 355

289 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social G Werninghaus Admininstradora Ltda / Martin Werninghaus Administradora Ltda / Não Sim 15/01/ , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 283 de 355

290 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Heidi Behnke Administradora Ltda / Daniel Ricardo Behnke Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Davi Ricardo Behnke Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 284 de 355

291 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Katia da Silva Bartsch Administradora Ltda / Bruna da Silva Bartsch Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , Ricardo Bartsch Filho Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 285 de 355

292 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Marcia da Silva Petry Administradora / Ana Flávia da Silva Petry Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Helena Marina da Silva Petry Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Marcia da Silva Petry Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 286 de 355

293 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Martin Werninghaus Administradora Ltda / Mariana Werninghaus Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , Ricardo Werninghaus Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 287 de 355

294 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Miriam Voigt Schwartz Administradora Ltda / Eduardo Voigt Schwartz Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Mariana Voigt Schwartz Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 288 de 355

295 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Solange da Silva Janssen Administradora Ltda / OUTROS 0 0, , , Paula da Silva Janssen Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Renata da Silva Janssen Decker Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 289 de 355

296 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Tania Marisa da Silva Administradora Ltda / Alberto da Silva Geffert Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Henrique da Silva Geffert Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Julia da Silva Geffert de Oliveira Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 290 de 355

297 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Valsi Voigt Administradora Ltda / Dora Voigt de Assis Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Livia Voigt Não Não , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 291 de 355

298 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Cladis Voigt Trejes Administradora Ltda / Cladis Voigt Trejes Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Felipe Voigt Trejes Brasileira-SC Não Sim 1 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , Pedro Voigt Trejes Brasileira-SC Não Sim 1 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 292 de 355

299 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Decio da Silva Administradora Ltda / Joana Zimmermann da Silva Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , Zaira Zimmermann da Silva Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL PÁGINA: 293 de 355

300 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Diether Werninghaus Administradora Ltda / Anne Marie Werninghaus Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Diether Werninghaus Brasileira-SC Não Sim 1 0, , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 294 de 355

301 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Eduardo & Luisa Werninghaus Administradora Ltda / Eduardo Werninghaus Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Luisa Werninghaus Bernoldi Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 295 de 355

302 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Heidi Behnke Administradora Ltda / Daniel Ricardo Behnke Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Davi Ricardo Behnke Brasileiro-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 296 de 355

303 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Katia da Silva Bartsch Administradora Ltda / Bruna da Silva Bartsch Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , Ricardo Bartsch Filho Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 297 de 355

304 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Márcia da Silva Petry Administradora Ltda / Ana Flávia da Silva Petry Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Helena Marina da Silva Petry Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Márcia da Silva Petry Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 298 de 355

305 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Martin Werninghaus Administradora Ltda / Mariana Werninghaus Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , Ricardo Werninghaus Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 299 de 355

306 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Miriam Voigt Schwartz Administradora Ltda / Eduardo Voigt Schwartz Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Mariana Voigt Schwartz Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 300 de 355

307 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Solange da Silva Janssen Administradora Ltda / OUTROS 0 0, , , Paula da Silva Janssen Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Renata da Silva Janssen Decker Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL TOTAL , , , PÁGINA: 301 de 355

308 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Tânia Marisa da Silva Administradora Ltda / Alberto da Silva Geffert Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Henrique da Silva Geffert Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Julia da Silva Geffert de Oliveira Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 302 de 355

309 15.1 / Posição acionária CONTROLADORA / INVESTIDORA ACIONISTA CPF/CNPJ acionista Nacionalidade-UF Participa de acordo de acionistas Acionista controlador Última alteração Detalhamento de ações (Unidades) Qtde. ações ordinárias (Unidades) Ações ordinárias % Qtde. ações preferenciais (Unidades) Ações preferenciais % Qtde. total de ações (Unidades) Total ações % CONTROLADORA / INVESTIDORA CPF/CNPJ acionista Composição capital social Valsi Voigt Administradora Ltda / Dora Voigt de Assis Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL Lívia Voigt Brasileira-SC Não Sim , , , Classe ação Qtde. de ações (Unidades) Ações % TOTAL OUTROS 0 0, , , TOTAL , , , PÁGINA: 303 de 355

310 Distribuição de capital Data da última assembleia / Data da última alteração Quantidade acionistas pessoa física (Unidades) Quantidade acionistas pessoa jurídica (Unidades) Quantidade investidores institucionais (Unidades) 24/04/ Ações em Circulação Ações em circulação correspondente a todas ações do emissor com exceção das de titularidade do controlador, das pessoas a ele vinculadas, dos administradores do emissor e das ações mantdas em tesouraria Quantidade ordinárias (Unidades) ,630809% Quantidade preferênciais (Unidades) 0 0,000000% Total ,630809% PÁGINA: 304 de 355

311 Voigt 33,3% Silva 33,3% Werninghaus 33,3% Membros do Grupo de Controle WPA Participações e Serviços S/A Administradores e Conselho Fiscal Ações em Tesouraria Ações em Circulação 14,5% 50,6% 0,7% 0,1% 34,1% WEG S.A. PÁGINA: 305 de 355

Formulário de Referência - 2012 - WEG SA Versão : 3. 1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis 1

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