Perguntas - Palestra 1 (14/08/15)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Perguntas - Palestra 1 (14/08/15)"

Transcrição

1 Perguntas - Palestra 1 (14/08/15) Aluno (a): Leonardo Fontes Pergunta: Qual foi a grande mudança que ocorreu no Brasil, na década de 60, no que diz respeito às telecomunicações? Resposta: A criação da Embratel. Esta faz com que haja interconexão nacional entre as empresas, pois, antes, na década de 50, existiam 800 empresas de telefonia concorrendo entre si, sendo bastante independentes, seguindo, cada uma, um próprio padrão. Não existindo, então, interconexão entre elas. Aluno (a): Ricardo Fideles (matrícula: 12/ ) Pergunta: A educação da matriz das telecomunicações no Brasil evolui de um conjunto variado de sistemas incompatíveis entre si, mantidos por empresas distintas, para uma matriz única capaz de suportar todas as empresas que atuam na área. De que forma essa evolução propiciou maior acesso aos serviços de telecomunicações nacional? Resposta: Ao sair de um conjunto diverso de sistemas de telecomunicação para uma matriz comum entre as empresas torna-se possível acesso a serviços diversos independentemente do modelo escolhido pelo usuário trazendo assim maior liberdade na hora de escolha de qual empresa irá contratar. Tal mudança traz consigo maior estabilidade ao sistema, visto que, agora características mínimas devem ser observadas ao se ofertar o serviço, ou seja, temos agora serviços que apresentam características semelhantes, com serviços igualitários, permitindo assim liberdade de escolha dentre os fornecedores existentes o que gera redução de custos e ampliação da rede de telecomunicações nacionais. Aluno (a): Débora Bosco (matrícula: 13/ ) Pergunta: Como surge o direito regulatório no ramo das telecomunicação? Resposta: O direito regulatório passou a se desenvolver, no que diz respeito ao ramo das telecomunicações, a partir da emenda constitucional número 8 de 1995 que pôs fim ao monopólio estatal nesta área. A nova redação determinou que os serviços de telecomunicação seriam explorados por empresas privadas mediante concessão,

2 permissão ou autorização e que estes serviços deveriam ser controlados por órgãos reguladores. Aluno (a): Fernando Borges M. Lima (matrícula: 13/ ) Pergunta: Quando o governo privatizou o serviço de telecomunicações acabou que a elaboração de normas para a regulação do setor se tornou mais pública e justa, por que? Resposta: Porque quando o Estado que controlava acabava que existia o monopólio do serviço e, por consequência, as normas e regras que regiam esse serviço eram estipuladas pelo diretório da empresa monopolizadora, sem uma publicidade e preocupação com o interesse social, e sem iniciativas de contrapartidas. Com a privatização, o Congresso que toma as rédeas desta situação, tornando o processo mais democrático. Aluno (a): Hercules Macario dos Santos Filho (matrícula: 10/ ) Pergunta: Autarquia instituída como agência reguladora através de um contrato de gestão coloca-se sobre forma outorga ou delegação? Resposta: Nenhum dos dois. Além do contrato de gestão ser muito pouco usado na prática jurídica, a competência para o serviço só é transmitida na própria instituição através de lei específica outorga. Aluno (a): Andressa B. Ribeiro (matrícula: 11/ ) Pergunta: Como e quando se deu o processo de privatização do setor de telecom no Brasil? Resposta: Em 1995, com a aprovação da EC 8/95, passou a permitir que os serviços de telecom pudessem ser prestados também através de concessão, permissão ou autorização por empresas particulares, eliminando o monopólio. A regulação será feita por agência reguladora. O plano nacional de outorgas dividiu o país em 4 regiões. Aluno (a): Otavio Moreira (matrícula: 12/ ) Pergunta: Qual é a característica que distingue o instituto da autorização, dos institutos da concessão e da permissão? Resposta: Conforme o entendimento doutrinário a autorização trata do exercício de atividades (pelo privado) que já se encontram na esfera do direito do privado. A concessão e a permissão, por sua vez, tratam do exercício de atividades que originalmente encontram-se na titularidade do Poder Público, como serviços públicos.

3 A autorização, neste sentido, teria o condão de remover amarras governamentais que limitam o exercício de um direito que o privado já possuía, embora limitado. Um exemplo disso seria a licença concedida pelo Poder Público para que o particular construa uma casa em um terreno urbano de sua propriedade. Aluno (a): Mathaeus Lazarini de Almeida (matrícula: 13/ ) Pergunta: Indique duas contrapartidas de uma concessionária de serviço público de telecomunicação. De que forma deve ser feita a universalização do serviço? Resposta: Em contrapartida ao valor pago pelo usuário (a tarifa), tanto o serviço deve ser prestado quanto medidas para sua universalização devem ser empreendidas. Neste sentido, a instalação de telefones públicos e mecanismos de acessibilidade, ou mesmo expansão do serviço para zonas rurais e interior, além de ampla disponibilização de sinal telefônico, são exemplos de medidas tomadas pelas empresas de telecomunicação para universalização do serviço. Aluno (a): Marina Gabriela Silva de Camargo (matrícula: 12/ ) Pergunta: Qual é a importancia das emendas constitucionais do ano de 1995, em especial a EC 8 referente ao setor de regulação? Resposta: A partir das emendas constitucionais de 1995, o modelo regulatório brasileiro, como hoje é conhecido, passou a ser desenhado. Com estas medidas, especialmente, com a EC 8 foi iniciado o processo de privatização do setor de telecomunicação no Brasil. Deste marco, o serviço de telecomunicação passou a ser executado por empresas privadas por meio de autorização, permissão ou concessão, o que engendrou o fim do monopólio da Telebrás. Consequentemente, com a maior concorrência foi oportunizado aos consumidores melhorias quanto aos valores do serviço, bem como ampliação. Outro ponto importante foi a criação da Anatel, Agência Reguladora, que passou a titularizar a competência de controle, exercendo o poder concedente. Cabe à Anatel a fiscalização, o exercício de poder de polícia e a edição de portarias para reger o setor. Um dos benefícios trazidos por esta autarquia é o aumento da publicização quanto a edições de normas que antes eram restritas e se encerravam na diretoria da Telebrás. Gize-se, em arremate, que a EC 8 permitiu ao país a modernização do setor, bem como a ampliação do acesso aos usuarios, incrementada pela concorrência e, finalmente, com a criação da Anatel foi possível uma maior

4 regulamentação e publicização das regras que balizam o setor, fator que beneficia especialmente àqueles que consomem. Aluno (a): Luiz Claudio Gomes da Silva Junior (matrícula: 12/ ) Pergunta: Qual foi o papel da Telebrás nos precedentes regulatórios no âmbito das telecomunicações? Resposta: A Telebrás surgiu na mesma linha da Embratel, de forma a encampar as prestações privadas de telecomunicação. Tais serviços eram prestados de forma restrita e insuficiente, o que levou à ampliação da presença estatal no setor. Formaram-se, então, holdings estatais, sobrevivendo pequenas empresas. A qualidade da Telebrás caiu na década de 80, com o desvio dos recursos destinados a este fim. Isso levou à privatização. Aluno (a): Daniela Reinert Lopes Dias (matrícula: 13/ ) Pergunta: Como se apresenta a evolução dos serviços de telecomunicações no contexto brasileiro? Resposta: Em 1962, surge o Código Brasileiro de Telecomunicações. A partir desta década o Estado começa a emcampar as empresas privadas. Se estrutura a Embratel, depois a Telebras. No final da década de 70, houve uma maior politização dos serviços de telecomunicações. Com a CF/88, prevê-se que o serviço de telecomunicações deve ser prestado por empresas estatais. Ao longo da década de 90 o Estado passa a conceder, permitir ou autorizar a prestação do serviço às empresas privadas. A necessidade de um órgão e um processo regulatório cria a Anatel. Atualmente, o serviço móvel também foi delegado às empresesas privadas. Aluno (a): Amanda Fernandes Guimarães (matrícula: 13/ ) Pergunta: Importância de agência reguladora no contexto de privatização de empresas estatais para prestação de serviço telefônico: Resposta: Em 1962 foi inaugurado o Código Brasileiro de Telecomunicações, que foi seguido de sua regulamentação no ano seguinte. À época, adquirir uma linha telefônica era privilégio de poucos já que demandava bastante tempo, além de custo elevado. Os que a possuíam consideravam-na como um bem de família. Em 1988 ficou definido que os serviços telefônicos seriam prestados por empresas estatais. E diante da problemática público-privado aplicada ao caso, o Supremo

5 Tribunal Federal se pronunciou sobre decreto para garantir também à Telebras a prestação de serviços móveis. Tal postura do STF em tal conjuntura era errônea, uma vez que não podia se pronunciar sobre decreto, a não ser que fosse autônomo. Por meio de emendas constitucionais de 1995, foi permitida a concessão, permissão e autorização para o serviço, questão que propiciou a discussão a respeito de regularização. Desse modo, Agência Reguladora constitui fundamental importância para as telecomunicações, na medida em que manifestava sobre privatização de empresas estatais, e a publicização de normas. Contudo, aquilo que não foi substituído pela Anatel, e existente anteriormente, permaneceria vigorando, segundo inciso I, art. 814, da Lei Geral das Telecomunicações. As empresas estatais tecnicamente receberiam outorga, que seria a transferência da titularidade, diferenciando-se da delegação, que se referem à contratos e atos administrativos, englobando concessão, permissão, autorização. Entretanto, os dispositivos legais apenas tratam de outorga. Aluno (a): Verena Guerios Serpa (matrícula: 13/ ) Pergunta: Qual contexto do nascimento do modelo regulatório de telecomunicações como se tem hoje? Resposta: O contexto do nascimento do modelo regulatório de telecomunicações é de um mercado de telecomunicações basicamente dominado por empresas estatais. Essa tendência se deu a partir da década de 60, em que foi criado o Código Brasileiro de Telecomunicações, o qual possuía o objetivo de regulamentar, e entre outras coisas, possibilitar a intercomunicação do sistema de telecomunicações, que não ocorria entre as várias empresas que operavam no mercado. Após essa regulamentação, são criadas empresas estatais que passaram a fazer essa intercomunicação do serviço de telecomunicações. Na década de 80, com a Constituição Federal, há a previsão de que o serviço de telecomunicações seria prestado somente por entidades estatais. Em 1995 é aprovada a Emenda Constitucional que prevê que esses serviços podem ser concedidos e permitidos. Com isso, nasce o modelo regulatório baseado em agências reguladoras que irão, entre outros, regular essas concessões e permissões. Aluno (a): Alddie Anderson D Lima (matrícula: 13/ ) Pergunta: Por que podemos afirmar que o FUST é um problema do atual sistema regulatório das telecomunicações?

6 Resposta: O Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações foi criado pela lei geral de telecomunicações com o objetivo de suprir a falta de prestação de serviços em lugares onde não há atratividade econômica para a exploração do serviço. Infelizmente, há anos o governo se utiliza do FUST para fins diversos dos previstos em lei, como para cobrir rombos no orçamento federal. O Poder Judiciário, que poderia fazer algo diante dessa situação, alega que não pode interferir em matéria orçamentária, e permanece inerte diante da situação. Enquanto isso, o povo brasileiro, principalmente os que vivem em locais mais distantes dos grandes centros, sofre com a falta de qualidade ou até mesmo a falta de serviços de telecomunicações, essenciais no mundo moderno. Aluno (a): Bárbara Oliveira da Cruz (matrícula: 13/ ) Pergunta: A privatização do setor de telecomunicações envolveu a elaboração normativa? Resposta: Não. Pelo contrário, o que se observou foi uma intensificação da publicização normativa desse setor devido a atuação da ANATEL Agência Reguladora criada em 1995 em um momento de necessária flexibilização do monopólio das telecomunicações, haja vista o surgimento da telefonia móvel. Aluno (a): Caroline Gonçalves Passetto (matrícula: 11/ ) Pergunta: Qual foi o marco e como se deu o início da regulação estatal dos serviços de telecomunicação? Resposta: Até a década de 50, os serviços de telecomunicações eram prestados por empresas privadas. Entretanto, tendo em vista a ausência de padronização na prestação dos serviços e a grande concorrência, além da criação do Código Brasileiro de Telecomunicação, a fim de facilitar a interconexão dos serviços prestados a sociedade, a Constituição de 88 determinou que as telecomunicações seriam prestadas por empresas estatais. Contudo, diante da emergente telefonia móvel e demais pressões, foi aprovada a Emenda Constitucional nº 8 de 1995, a qual dispôs que as telecomunicações poderiam ser prestadas por empresas privadas, mas que caberia à União dispor sobre a organização dos serviços, criando, para isso, um órgão regulador. Aluno (a): Iago Ruas Almeida Pereira (matrícula: 12/ )

7 Pergunta: Quais foram as mudanças ocorridas no setor de telecomunicações com a edição da emenda constitucional nº 8/95? Resposta: Antes da edição da emenda constitucional nº 8/95, subsistia o monopólio estatal do setor de telecomunicações, principalmente através da Telebrás. A edição da emenda promoveu a alteração do art. 21, XI, da Constituição Federal de 1988, que determinava a prestação exclusiva dos serviços de telecomunicações, diretamente ou mediante concessão, pela União. A nova redação do dispositivo foi o primeiro passo a permitir a privatização do setor na década de Inicialmente, a mudança ocorreu com a lei 9295/96, sendo completamente integralizada com a promulgação da Lei Geral das Telecomunicações, em Aluno (a): Giovanni Simão (matrícula: 12/ ) Pergunta: Quando se dá a quebra do monopólio da empresa estatal (Embratel) que dominava as telecomunicações (fixa e a recém-criada a época móvel)? Resposta: Em 1995 temos a EC nº 8 que determina o fim do monopólio da Embratel. Com isso, temos a abertura de concessões a empresas privadas. Aluno (a): Fernanda Brandão de Souza (matrícula: 12/ ) Pergunta: Qual foi o intuito da criação da Embratel em 1965? Resposta: A Embratel foi, originariamente, criada como empresa estatal, destinada a dar seguimento ao processo de modernização dos serviços de telecomunicação. No Brasil, até a década de 50, as empresas de telefonia se recusavam a fazer intercomunicações entre elas, pois não queriam favorecer a empresa concorrente. Tal prática, todavia, trazia grandes prejuízos ao consumidor. A Embratel, portanto, surgiu com a finalidade de garantir e regulamentar essas intercomunicações entre empresas de telefonia brasileiras. Aluno (a): Sarah Araújo do Monte (matrícula: 12/ ) Pergunta: O que é a prática telebras? Resposta: Era um conjunto de textos que possuíam regras que diziam as práticas que podiam ou não ser praticadas, por exemplo, se um usuário poderia ou não ter mais de uma linha telefônica em sua residência.

8 Aluno (a): Rodrigo Cesar Neves Mendonça (matrícula: 11/ ) Pergunta: Qual o efeito das privatizações e criação da Anatel no que concerne à produção de normas setoriais? Como eram conhecidas as antigas normas criadas pela Telebrás? Resposta: A privatização dos serviços de telecomunicações foi acompanhas de uma maior publização da produção de normas do setor de telecomunicações pela Anatel. As antigas normas da Telebrás eram conhecidas como Práticas Telebras. Aluno (a): Iago Tannus Santos (matrícula: 13/ ) Pergunta: Quais são os métodos juridicamente possíveis para transferência de serviços públicos para entes diferentes do Estado? Resposta: Os serviços titularmente atribuídos ao Estado podem ser transferidos pelo exercício do poder concedente, o qual ser revelam através de concessão, permissão ou delegação, sendo a última reconhecida como sem uso prático, apenas teórico. Há também a autorização, a qual consiste em um ato administrativo que viabiliza o exercício de alguma atividade privada. Aluno (a): Anna Beatriz Orsano Aguiar (matrícula: 13/ ) Pergunta: O controle sobre as telecomunicações nem sempre era de cunho publico. Como se dava o controle antes da Anatel? O que alterou após a implementação desta agência reguladora? Resposta: O período antes do surgimento da Anatel, no nicho das telecomunicações e controle sobre estas era monopolizado pela Telebrás. Esta empresa surgiu com o intuito de aglutinar o serviço telecomunicativo e ordená-lo. Assim, essa empresa era a responsável por ditar e implementar as regras aplicadas sobre o serviço etilizado pelo cidadão, ou seja, uma empresa era a responsável pelos direitos dos brasileiros no âmbito telecomunicativo. Contudo, mesmo com o surgimento da Anatel, ainda era, e é, aplicado algumas das regras anteriormente ditadas pela Telebrás. Isto, pois, há previsão de que a implementação reguladora da Anatel ocorrerá de forma a substituir as antigas normas progressivamente, e onde não houver regulação pela Anatel, prevalecerá as normas do sistema anterior, ou seja, as regras da Telebrás. Desta forma, a publicização do controle sobre as telecomunicações só ocorreu com a implementação da Anatel, na década de 90.

9 Aluno (a): Luan Cordeiro (matrícula: 13/ ) Pergunta: Por que se diz que houve publicização no sistema de Telecomunicações após a privatização? Resposta: De início, cumpre destacar que a publicização a que se refere é relativa à normatização. A prestação do serviço realmente foi privatizada. Quanto ao mérito da questão, a dita publicização se deu em decorrência da criação da ANATEL, que passou a produzir normas. Anteriormente, a normatização era realizada pela empresa Telebrás, por meio das chamadas práticas-telebrás. Já a ANATEL é Autarquia Federal, ou seja, pessoa jurídica de Direito Público, de tal forma que se publicizou a normatização acerca do sistema de Telecomunicações. Aluno (a): Hugo Mesquita Póvoa (matrícula: 13/ ) Pergunta: Pode-se dizer que um mercado aberto, com grande número de empresas concorrentes significa, necessariamente, um mercado fortalecido, sob o ponto de vista mercadológico? Resposta: Não. A história do setor de Telecomunicações no Brasil claramente mostra que nem sempre um mercado com muitas empresas concorrentes significa mercado forte e com autorregulação. Como o setor de telecomunicações exige uma interconexão entre as empresas, o grande número de empresas teria (e teve...) o efeito contrário, com sabotagens entre as empresas, falta de padronização técnica e não interconexão das malhas de telecomunicações. Dessa forma, o setor apenas veio a se padronizar, possibilitando o salto de qualidade que e ultimamente, a partir da regulação estatal, na década de 60. Aluno (a): Amanda Lima de Oliveira (matrícula: 12/ ) Pergunta: Como funcionou o processo de privatização das empresas de telecomunicação pós Emenda Constitucional nº 8 de 1995? Resposta: A EC 08/95 permitiu que os serviços de telecomunicações não fossem restritos às empresas estatais (estaduais e Embratel). Diante disso, surgiu a ANATEL, a agência reguladora de telecomunicações no Brasil, que regulou todo o processo de privatização e substituiu aos poucos as práticas Telebrás pelas suas próprias resoluções. Foi então colocado em pratica o Plano Geral de Outorgas que dividiu as empresas estatais de telecomunicações em quatro blocos: São Paulo, Centro-Sul, demais estados e

10 todo o Brasil, setor responsável pela intercomunicação. Embora grande parte das memórias desse processo de privatizações das telecomunicações brasileiras tenham sido perdidas, sabe-se que a regulação da ANATEL foi imprescindível para o sucesso da implementação da privatização da telefonia no Brasil. Aluno (a): Ana Carolina Soares Cruz de Amorim (matrícula: 12/ ) Pergunta: O que é o FUST e qual sua função? Resposta: O FUST é o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicação, um fundo público instituído por lei e constituído a partir de um percentual do faturamento bruto das empresas concessionárias, o qual se destina a subsidiar e viabilizar os serviços em casos e/ou locais em que a exploração econômica é inviável e casos como: fronteiras e áreas remotas, instituições de assistência a pessoas com deficiência e órgãos de segurança pública. Aluno (a): Luísa Barros de Melo (matrícula: 12/ ) Pergunta: A partir de uma análise histórica do sistema de telecomunicação brasileiro, qual foi a grande importância do surgimento do CBTC em 1962 para a melhora da comunicação nacional? Resposta: Antes da década de 60, período em que foi regulamentado o Código Brasileiro de Telecomunicação (CBTC), as várias empresas concorriam entre si. Cada uma possuía seu próprio sistema de engenharia, o que só permitia a comunicação entre aparelhos de uma mesma empresa. Essa dificuldade de comunicação, decorrente do fato de nenhuma empresa querer copiar o sistema da concorrente, provocava um aumento elevado no preço da intercomunicação, gerando um caos na comunicação do Brasil. O CBTC aparece como um meio de padronização do sistema de telecomunicação entre as empresas facilitando a comunicação nacional e baixando o seu custo. Aluno (a): José Antônio Bolivar Pedroso (matrícula: 14/ ) Pergunta: No que diz respeito à produção normativa, por que pode-se dizer que houve uma publicização do Direito Regulatório relativo ao setor das telecomunicações, após a instituição do regime de autorização, concessão ou permissão pela EC nº 8/95? Resposta: Ocorre que antes da transição para o regime das concessões, quem produzia as regras era o próprio Sistema Telebrás. Assim, quem decidia pela padronização, pela pertinência ou não da utilização de um determinado aparelho ou tecnologia, por exemplo, era a diretoria de uma empresa, ou seja, por uma pessoa jurídica de direito

11 privado. Como tratava-se de um monopólio estatal, não havia muitos meios para questionar os ditames da Telebrás. Tais regras eram conhecidas como práticas Telebrás, sendo consultadas por todos os que precisassem saber o que era ou não permitido. Com o advento da Lei Geral de Telecomunicações, Lei nº 9.472, de 16/7/1997, ficou estabelecido que a regulação em vigor seria gradativamente substituída pela regulamentação da Agência, que, no caso, é a Anatel. Assim, começa a acontecer a publicização da regulação, por meio da sucessiva produção de resoluções e outros atos pela Anatel. Contudo, como, pelo art. 214, II, da citada Lei, as concessões, permissões e autorizações continuarão a ser regidas pelos regulamentos existentes enquanto não houver nova regulamentação, logo, mesmo com a explicitada publicização, há, ainda, remanescentes práticas da Telebrás em vigor. Aluno (a): Pedro Henrique Moura de Farias (matrícula: 09/ ) Pergunta: Por que o FUST não foi e nem está sendo utilizado em proveito daqueles para o qual foi criado? Quem/quais seriam os destinatários do FUST? Resposta: O FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) é um Fundo bilionário, instituído por lei ordinária federal (Lei nº 9.998/00) que preconizava por subsidiar parcela mais carente da população, em termos de serviço de telecomunicações. Em suma, é uma forma de levar as telecomunicações às áreas mais isoladas e às camadas mais carentes da sociedade brasileira. Seus beneficiários seriam habitantes de zonas rurais, moradores de áreas de fronteira e áreas remotas, instituições de assistência a deficientes (PNEs), a camada juridicamente pobre e os investimentos das telecomunicações no Brasil na área educacional. Contudo, a despeito dos seus destinatários, o FUST é subutilizado, ou ainda, irregularmente utilizado como superávit governamental por uma deficiência da normatização do TCU: o TCU não reconheceu que o uso do FUST deveria ser permitido. Aluno (a): Jennyffer Layla S. Alves (matrícula: 13/ ) Pergunta: De quais formas a prestação de serviços de titularidade do Estado podem ser concedidas? Qual Agência tem poder semelhante?

12 Resposta: A outorga e a delegação são meios pelos quais os serviços de titularidade do Estado são concedidos. A diferenciação entre eles é apresentada doutrinariamente e não legalmente. A outorga é concedida por lei e a delegação por meio do contrato ou ato administrativo. A Agência reguladora possui semelhança por ter autoridade, disciplinada por lei, para ter competência para conceder, permitir ou autorizar. Ela possui para isso atributo jurídico do serviço. Aluno (a): Brenda Aíssa (matrícula: 13/ ) Pergunta: Em qual contexto se deu a criação de uma Agência Reguladora no setor das telecomunicações (ANATEL)? Qual seria a competência deste órgão e o fenômeno decorrente da sua atividade? Resposta: A partir da década de 90, com a crescente tendência de implementação de políticas econômicas neoliberais, o Estado brasileiro iniciou uma série de privatizações em setores estratégicos, como as telecomunicações. Isso se deu com a flexibilização do monopólio estatal, com a EC/07, a qual previu também a criação de um órgão que regulasse tal atividade que agora poderia ser exercida pelo setor privado. Assim, esta entidade autárquica teria a competência, outorgada pela Constituição, de controlar e fiscalizar o exercício das atividades de telecomunicações a partir da edição de atos normativos específicos. Nesse sentido, pode-se dizer que, embora a prestação fosse de natureza privada (em relação ao serviço), houve sim um certo fenômeno de publicização das telecomunicações no que concerne à elaboração normativa de regulação, já mencionada, feita pela ANATEL. Aluno (a): Thiago Anderson Zagatto (matrícula: 13/ ) Pergunta: Após a redemocratização, em 1988, em que momento os serviços de telecomunicações deixaram de ser monopólio do Estado? De que forma? Quais os mecanismos ou institutos criados para a participação de particulares? Resposta: Em 1995, com a aprovação da EC n. 8, houve a quebra do monopólio estatal, passando a ser admitida a prestação de serviços de telecomunicações por particulares através de um dos seguintes institutos: concessão, permissão ou autorização. Aluno (a): Gustavo Rocha Caldas (matrícula: 13/ )

13 Pergunta: Qual seria a diferença entre uma empresa permissionária e uma concessionária, no setor de telecomunicações? Resposta: A permissionária do setor é temporária, sendo permitida apenas em caráter excepcional, sendo elas, da mesma forma das concessionárias, submetidas à regra geral de concessões, assim como entendido pelo STF. As concessionárias não tem o mesmo caráter temporário que as anteriores. Aluno (a): André Luis M. Carvalho (matrícula: 11/ ) Pergunta: No arcabouço legislativo, no direito regulatório, existe distinção entre outorga, concessão, permissão e autorização? Resposta: Não. A distinção entre as formas delegatórias é apenas doutrinária, na legislação nacional existe apenas a menção à outorgar. Aluno (a): João Carlos F. Souto (matrícula: 10/ ) Pergunta: A que se deve a relativa tranquilidade vista na transição impulsionada pela EC 8/95, que permitiu a prestação de serviços de telecomunicações por empresas privadas? Resposta: A ANATEL, agência cuja criação foi prevista pela EC 8/95 pode acompanhar toda a transição da prestação de serviços de telecomunicações das mãos de empresas públicas para empresas privadas, e contribuiu na elaboração dos parâmetros técnicos que guiaram esse processo. Além disso, o reduzido número de empresas atuantes no setor facilitou o diálogo. Aluno (a): Igor Martins Silva (matrícula: 13/ ) Pergunta: A partir de quando foi previsto o monopólio sobre o serviço de telecomunicações? Por quanto tempo durou essa previsão de monopólio para o setor? Resposta: O monopólio do serviço de telecomunicações foi previsto apenas na Constituição Federal de Antes disso havia uma espécie de monopólio de fato, mas não jurídico. Essa situação perdurou até a Emenda Constitucional nº 8/95, quando abriuse a possibilidade de explorar o serviço de telecomunicações por meio de concessão, permissão e autorização, mas com a supervisão de um órgão regulador. Aluno (a): Rodrigo Guanaes Cavalcanti (matrícula: 14/ )

14 Pergunta: O que fundamentou a mudança do modelo de prestação de serviços de telecomunicações no Brasil que culminou com a criação do Código de Telecomunicações de 1962? Resposta: Na década de 1950, o setor de telecomunicações brasileiro estava em declínio, tendo em vista que havia um número muito grande de empresas atuando no setor, gerando problemas de interconexão entre elas. Em relação a isso, deve-se destacar que não há qualquer incentivo econômico para que uma empresa permita o tráfego de dados de uma outra empresa em sua própria estrutura. O incentivo ocorre, justamente, em sentido oposto, ou seja, há incentivo para que uma empresa boicote o tráfego de outra. Diante disso, as cerca de 800 empresas que atuavam nesse setor, ainda que tivessem a intenção de interconectarem-se, enfrentariam dificuldades, tendo em vista que as redes não eram padronizadas. A partir desse cenário, que gerou grande caos nas telecomunicações no Brasil, é editado o Código de Telecomunicações de As empresas que atuavam no setor foram encampadas pelo governo e criou-se a Embratel, responsável pelo sistema de interconexão das telecomunicações no Brasil. Aluno (a): Helena Rosal Silva (matrícula: 13/ ) Pergunta: Através de quais mecanismos as prestações das atividades de titularidade do Estado na área das telecomunicações podem ser transferidas? Resposta: A prestação de serviços de titularidade do Estado, das atividades inscritas na competência estatal, pode ser transferida para a iniciativa privada ou outros entes estatais através de outorga legal, que consiste na transferência de titularidade por lei, ou por delegação, que pode ser feita através de permissão, concessão ou autorização. É importante mencionar que a lei não fala de delegação, somente de outorga. Essa diferenciação é estabelecida doutrinariamente. Aluno (a): Tamy Fernandes Yoshioka (matrícula: 12/ ) Pergunta: Explique por que se diz que o modelo regulatório de telecomunicações se mostrava mais desenvolvido que outros setores. Resposta: Ocorre que o setor de telecomunicações iniciou a partir de uma lei bem estruturada (Lei Geral de Telecomunicações). Dessa forma, não houve apenas a absorção dos modelos internacionais, exigiu um processo complexo de construção de

15 uma lei. Observa-se também que esta lei foi criada sobre uma estrutura regulatória já elaborada, com o Código Brasileiro de Telecomunicações, que dirigiu o sistema Telebrás. Aluno (a): Mônica Prado Passos (matrícula: 13/ ) Pergunta: Existe lei específica para regulamentar as telecomunicações? Resposta: Sim, o código brasileiro de telecomunicações é do ano de 1962, e está em vigor até hoje, porém com várias alterações.

Perguntas - Palestra 8 (2/10/15)

Perguntas - Palestra 8 (2/10/15) Perguntas - Palestra 8 (2/10/15) Aluno (a): Alddie Anderson D Lima (matrícula: 13/0099457) Pergunta: Como podemos elencar as principais diretrizes estabelecidas pelo marco regulador do microcrédito? Resposta:

Leia mais

Pergunta: Qual é a necessidade de um sistema regulatório do sistema financeiro?

Pergunta: Qual é a necessidade de um sistema regulatório do sistema financeiro? PALESTRA Nº 5-11/09/2015 MONITORA RESPONSÁVEL: CAROLINE PAGLIARINI BALEST TURMA B Aluno: Hugo Mesquita Póvoa Matricula: 130142638 Pergunta: Qual é a necessidade de um sistema regulatório do sistema financeiro?

Leia mais

Perguntas - Palestra 10 (13/11/15)

Perguntas - Palestra 10 (13/11/15) Perguntas - Palestra 10 (13/11/15) Aluno (a): André Luiz M. Carvalho (matrícula: 11/0159721) Pergunta: O Código de defesa do consumidor estabelece que qualquer cláusula que limitem responsabilidade para

Leia mais

Perguntas - Palestra 9 (2/10/15)

Perguntas - Palestra 9 (2/10/15) Perguntas - Palestra 9 (2/10/15) Aluno (a): Otávio Moreira E. Carlos (matrícula: 12/0073323) Pergunta: Quais são as categorias em que se poderia dividir a Regulação e como elas se caracterizam? Resposta:

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Direto. Direito Administrativo 3 Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC)

Universidade de Brasília Faculdade de Direto. Direito Administrativo 3 Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) Universidade de Brasília Faculdade de Direto Direito Administrativo 3 Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) Débora Bosco 13/0061509 Igor Martins Silva 13/0028258 Luiz Claudio Gomes da Silva Junior 12/0127164

Leia mais

Comentários à Consulta Pública do Ministério das Comunicações sobre o atual modelo de prestação de serviços de telecomunicações

Comentários à Consulta Pública do Ministério das Comunicações sobre o atual modelo de prestação de serviços de telecomunicações Comentários à Consulta Pública do Ministério das Comunicações sobre o atual modelo de prestação de serviços de telecomunicações São Paulo, 29 de dezembro de 2015. 1 INTRODUÇÃO A Associação Brasileira de

Leia mais

A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice ÍNDICE

A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice ÍNDICE Estrada Dona Castorina, 124 Jardim Botânico Rio de Janeiro RJ CEP: 22460-320 Tel.: 21 35964006 A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice

Leia mais

Senado Federal. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA

Senado Federal. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA Senado Federal Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA 4 de novembro de 2014 Flávia Lefèvre Guimarães flavia@lladvogados.com.br Lei Geral de Telecomunicações

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL: criação e mecanismos de participação cidadã

Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL: criação e mecanismos de participação cidadã XI Salão de Iniciação Científica PUCRS Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL: criação e mecanismos de participação cidadã Roseli Coelho Fossari, Aragon Érico Dasso Junior (orientador) Centro Universitário

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA - CCTCI

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA - CCTCI COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA - CCTCI PROJETO DE LEI Nº 6835, DE 2010 Dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de pontos de acesso sem fio à Internet nas ERB Estações

Leia mais

Direito Administrativo

Direito Administrativo Olá, pessoal! Trago hoje uma pequena aula sobre a prestação de serviços públicos, abordando diversos aspectos que podem ser cobrados sobre o assunto. Espero que gostem. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS O

Leia mais

Perguntas - Palestra 7 (25/09/15)

Perguntas - Palestra 7 (25/09/15) Perguntas - Palestra 7 (25/09/15) Aluno (a): Rodrigo Rabello Iglesias (matrícula: 12/0021820) Pergunta: Como funcionam as comunicações na Marinha, Aeronáutica e no Exército? Resposta: As comunicações marítimas

Leia mais

Grupo 1: O fato de a atividade atender ao interesse coletivo é suficiente para manter a autorização dada pelo Poder Público?

Grupo 1: O fato de a atividade atender ao interesse coletivo é suficiente para manter a autorização dada pelo Poder Público? Grupo 1: O fato de a atividade atender ao interesse coletivo é suficiente para manter a autorização dada pelo Poder Público? Quais argumentos poderiam ser usados por uma empresa prestadora de serviço de

Leia mais

SEMINÁRIO RENOVAÇÃO DE CONCESSÕES DO SETOR PÚBLICO DE ENERGIA ELÉTRICA. Porto Alegre 05/10/2009 Luiz Carlos Guimarães ABRADEE

SEMINÁRIO RENOVAÇÃO DE CONCESSÕES DO SETOR PÚBLICO DE ENERGIA ELÉTRICA. Porto Alegre 05/10/2009 Luiz Carlos Guimarães ABRADEE SEMINÁRIO RENOVAÇÃO DE CONCESSÕES DO SETOR PÚBLICO DE ENERGIA ELÉTRICA Porto Alegre 05/10/2009 Luiz Carlos Guimarães ABRADEE Concessões de Distribuição QUANTO AO PRAZO CONTRATUAL AS CONCESSÕES DE DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

Perguntas e respostas - Palestra 4 (04/09/15)

Perguntas e respostas - Palestra 4 (04/09/15) Perguntas e respostas - Palestra 4 (04/09/15) Aluno (a): Verena Guerios Serpa (matrícula: 13/0048968) Pergunta: Qual a proposta da análise quantitativa do Direito? Resposta: A principal proposta da análise

Leia mais

1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito:

1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito: 1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito: (A) desapropriação de terras improdutivas. (B) penhora de bens em execução

Leia mais

Dr.Januário Montone D.D. Diretor Presidente da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar

Dr.Januário Montone D.D. Diretor Presidente da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar São Paulo, 06 outubro de 2003 Aos Ilmos. Srs. Dr.Fausto Pereira dos Santos DD. Diretor do Departamento de Controle e Avaliação de Sistemas do Ministério da Saúde e Coordenador Geral do Fórum de Saúde Suplementar

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 9.424, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1996. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização

Leia mais

MÓDULO ESPECIAL DE CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO Disciplina: DIREITO ADMINISTRATIVO Tema: Serviços Públicos Prof.: Flávia Cristina Data: 09/05/07

MÓDULO ESPECIAL DE CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO Disciplina: DIREITO ADMINISTRATIVO Tema: Serviços Públicos Prof.: Flávia Cristina Data: 09/05/07 MATERIAL DE APOIO 1.Serviço público 1.1 Definição: Maria Silvia di Pietro: toda atividade material que a lei atribui ao estado para que exerça diretamente ou por meios de seus delegados com o objetivo

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 1 - Administraça o Indireta Administração Indireta: Autarquias* Fundações Empresas Públicas Sociedade de Economia Mista *Dentro do conceito de autarquias: Consórcios públicos, associações públicas, agências

Leia mais

PONTO 1: Poderes Administrativos: - Poder Hierárquico continuação. - Poder de Polícia. - Poder Vinculado. - Poder Discricionário.

PONTO 1: Poderes Administrativos: - Poder Hierárquico continuação. - Poder de Polícia. - Poder Vinculado. - Poder Discricionário. 1 DIREITO ADMINISTRATIVO PONTO 1: Poderes Administrativos: - Poder Hierárquico continuação. - Poder de Polícia. - Poder Vinculado. - Poder Discricionário. 1)Poderes Administrativos: Poder hierárquico continuação:

Leia mais

EFICIÊNCIA DO CONTROLE EXTERNO EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS

EFICIÊNCIA DO CONTROLE EXTERNO EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS AYRES DE ALMEIDA SILVA FILHO EFICIÊNCIA DO CONTROLE EXTERNO EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação do Cefor como parte das exigências do curso de Especialização

Leia mais

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social 1.4.7.3. Contribuições do art.195 CF Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social (previdência, saúde e assistência social), espécies de contribuições sociais, como

Leia mais

Porto Alegre, 19 dezembro de 2014. POSITION PAPER

Porto Alegre, 19 dezembro de 2014. POSITION PAPER Porto Alegre, 19 dezembro de 2014. POSITION PAPER Com base na fundamentação acostada no Anexo a seguir, a Associação dos Provedores de Serviços e Informações da Internet - Internetsul, no uso de suas atribuições

Leia mais

1 (FCC/TRE-AC/Analista/2010) A respeito das entidades políticas e administrativas, considere:

1 (FCC/TRE-AC/Analista/2010) A respeito das entidades políticas e administrativas, considere: 1 (FCC/TRE-AC/Analista/2010) A respeito das entidades políticas e administrativas, considere: I. Pessoas jurídicas de Direito Público que integram a estrutura constitucional do Estado e têm poderes políticos

Leia mais

Ofício n.º 29/2012 Brasília, 31 de outubro de 2012.

Ofício n.º 29/2012 Brasília, 31 de outubro de 2012. Ofício n.º 29/2012 Brasília, 31 de outubro de 2012. ASSUNTO: Projeto de Lei do INSAES Senhor Secretário, - Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino agradece-lhe o convite e a oportunidade para

Leia mais

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES 1 Apresentação 1. As comunicações, contemporaneamente, exercem crescentes determinações sobre a cultura,

Leia mais

Características das Autarquias

Características das Autarquias ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Professor Almir Morgado Administração Indireta: As entidades Administrativas. Autarquias Define-se autarquia como o serviço autônomo criado por lei específica, com personalidade d

Leia mais

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Na mesma semana em que os trabalhadores brasileiros tomaram as ruas e conseguiram suspender a votação do Projeto de Lei

Leia mais

Perspectivas e Desafios ao Desenvolvimento de Infra-estrutura de Transportes no Brasil

Perspectivas e Desafios ao Desenvolvimento de Infra-estrutura de Transportes no Brasil Perspectivas e Desafios ao Desenvolvimento de Infra-estrutura de Transportes no Brasil Desafios Regulatórios: Visão dos Reguladores Fernando Fialho Diretor-Geral da ANTAQ Brasília, 29 de novembro de 2006

Leia mais

Dispensa de licitação

Dispensa de licitação Dispensa de licitação Introdução A CR/88 obriga em seu art. 37, XXI que a contratação de obras, serviços, compras e alienações, bem como a concessão e a permissão de serviços públicos pela Administração

Leia mais

Lei Complementar 141/12. Regulamentação da EC 29/00. CT Gestão e Financiamento Março - 2012

Lei Complementar 141/12. Regulamentação da EC 29/00. CT Gestão e Financiamento Março - 2012 Lei Complementar 141/12 Regulamentação da EC 29/00 CT Gestão e Financiamento Março - 2012 Regulamenta: 1. Regulamenta o 3º do art. 198 da Constituição Federal para dispor sobre os valores mínimos a serem

Leia mais

VI política de recursos humanos. Gestão de Pessoas

VI política de recursos humanos. Gestão de Pessoas VI política de recursos humanos Gestão de Pessoas mensagem presidencial GESTÃO DE PESSOAS O Governo Federal estabeleceu, em todos os setores, um processo amplo de diálogo e de participação. Assim, a opção

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Formulário de Telecom

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Formulário de Telecom 1. IDENTIFICAÇÃO TC n : Órgão concedente: Objeto da outorga: Local: 2. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL a Constituição Federal, art. 21, XI; b - Lei n.º 9.472/97; c - Resolução ANATEL n.º 65/98 e 73/98; d - Lei n.º

Leia mais

valorização profissional e pessoal dos Associados SERVIDORES EFETIVOS DAS AGÊNCIAS REGULADORAS FEDERAIS

valorização profissional e pessoal dos Associados SERVIDORES EFETIVOS DAS AGÊNCIAS REGULADORAS FEDERAIS valorização profissional e pessoal dos Associados SERVIDORES EFETIVOS DAS AGÊNCIAS REGULADORAS FEDERAIS ANER SEDE ANER SHIS QI 23 Conjunto 13 casa 19 Lago Sul Brasília - DF Entidade sem fins lucrativos,

Leia mais

BRUNO PENA & ADVOGADOS ASSOCIADOS S/S

BRUNO PENA & ADVOGADOS ASSOCIADOS S/S PARECER Interessado: Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás - SINPOL. SERVIDOR PÚBLICO. INGRESSO EM 2004. APOSENTADORIA. PARIDADE. INTEGRALIDADE DE PROVENTOS. RELATÓRIO Trata-se de consulta feita

Leia mais

LEI Nº 14.868, de 16 de dezembro de 2003 Dispõe sobre o Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas.

LEI Nº 14.868, de 16 de dezembro de 2003 Dispõe sobre o Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas. LEI Nº 14.868, de 16 de dezembro de 2003 Dispõe sobre o Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas. O Povo de Minas Gerais, por seus representantes, decretou e eu, em seu nome, sanciono a seguinte

Leia mais

Perguntas - Palestra 6 (18/09/15)

Perguntas - Palestra 6 (18/09/15) Perguntas - Palestra 6 (18/09/15) Aluno (a): Rodrigo Rabello Iglesias (matrícula: 12/0021820) Pergunta: Qual a relação entre a ANTAQ e o CADE? Resposta: A ANTAQ é responsável pela regulação no setor portuário,

Leia mais

ESPELHO DE EMENDAS DE RENÚNCIA DE RECEITA

ESPELHO DE EMENDAS DE RENÚNCIA DE RECEITA S AO PLN 0059 / 2010 - - LOA Página: 3 de 4 1 de 6 9041 - João Dado 90410001 PL 2472/2003 - Isenção de Imposto de Importação para Cadeiras de Rodas MODALIDADE DA Câmara dos Deputados TIPO: PL NÚMERO: 2472/2003

Leia mais

Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo

Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo LEONARDO COSTA SCHÜLER Consultor Legislativo da Área VIII Administração Pública ABRIL/2013 Leonardo Costa Schüler 2 SUMÁRIO O presente trabalho aborda

Leia mais

Comunicações. atendimento telefônico das agências reguladoras. Principais situações identifificadas

Comunicações. atendimento telefônico das agências reguladoras. Principais situações identifificadas atendimento telefônico das agências reguladoras As agências reguladoras dispõem, em regra, de canal para que os usuários dos serviços regulados possam se manifestar. Ainda que não exista norma federal

Leia mais

GUIA DE ESTUDOS INSS NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO FÁBIO RAMOS BARBOSA

GUIA DE ESTUDOS INSS NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO FÁBIO RAMOS BARBOSA DIREITO ADMINISTRATIVO Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes e organização; natureza, fins e princípios. Direito Administrativo: conceito, fontes e princípios. Organização

Leia mais

PONTO 1: ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PONTO 4: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA. 1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Administração Direta e Indireta

PONTO 1: ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PONTO 4: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA. 1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Administração Direta e Indireta 1 DIREITO ADMINISTRATIVO DIREITO ADMINISTRATIVO PONTO 1: ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PONTO 4: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA 1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Administração Direta e Indireta O Estado, enquanto

Leia mais

PROPOSTAS PARA A CONECTIVIDADE DAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS

PROPOSTAS PARA A CONECTIVIDADE DAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS PROPOSTAS PARA A CONECTIVIDADE DAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS I. APRESENTAÇÃO Como garantir que todas as escolas públicas tenham acesso à internet veloz para que as novas tecnologias contribuam de maneira

Leia mais

As Agências Reguladoras da Saúde e os Direitos Sociais

As Agências Reguladoras da Saúde e os Direitos Sociais As Agências Reguladoras da Saúde e os Direitos Sociais Roberto Passos Nogueira* As agências reguladoras 1 foram criadas, a partir de 1996, como resultado de uma confluência ocorrida entre a reforma do

Leia mais

PARECER Nº 002/2009/JURÍDICO/CNM INTERESSADOS: MUNICÍPIOS BRASILEIROS ASSUNTO: LICITAÇÃO DE GESTÃO DE FOLHA DE PAGAMENTO E ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA

PARECER Nº 002/2009/JURÍDICO/CNM INTERESSADOS: MUNICÍPIOS BRASILEIROS ASSUNTO: LICITAÇÃO DE GESTÃO DE FOLHA DE PAGAMENTO E ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA PARECER Nº 002/2009/JURÍDICO/CNM INTERESSADOS: MUNICÍPIOS BRASILEIROS ASSUNTO: LICITAÇÃO DE GESTÃO DE FOLHA DE PAGAMENTO E ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA DA CONSULTA: Trata-se de consulta formulada por diversos

Leia mais

PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Nº 01 PE Nº 03/2013

PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Nº 01 PE Nº 03/2013 PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Nº 01 PE Nº 03/2013 Considerando o posicionamento enviado pela área técnica desta CGU-PR, segue abaixo a resposta ao Pedido Esclarecimento nº 01 PE nº 03/2013: QUESTIONAMENTO 01:

Leia mais

CONTABILIDADE PÚBLICA

CONTABILIDADE PÚBLICA CONTABILIDADE PÚBLICA 1. Conceito: Para Bezerra Filho (2006, p.131), a Contabilidade pública pode ser definida como o ramo da ciência contábil que controla o patrimônio público, evidenciando as variações

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 1102/2011

PROJETO DE LEI Nº 1102/2011 PROJETO DE LEI Nº 1102/2011 EMENTA: ALTERA A LEI Nº 5981/2011, QUE DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DAS ONG S, OSCIP S E DEMAIS ENTIDADES QUE RECEBAM RECURSOS PÚBLICOS NO ESTADO DO RIO

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, de 2010. (Do Sr. Dr. Marcelo Itagiba)

PROJETO DE LEI Nº, de 2010. (Do Sr. Dr. Marcelo Itagiba) PROJETO DE LEI Nº, de 2010. (Do Sr. Dr. Marcelo Itagiba) Regulamenta a profissão de taxista transformando os motoristas auxiliares de veículos de aluguel a taxímetro em empregados ou em permissionários

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MINAS GERAIS INFRAESTRUTURA, REDES DE SERVIÇOS E CIRCULAÇÃO

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MINAS GERAIS INFRAESTRUTURA, REDES DE SERVIÇOS E CIRCULAÇÃO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MINAS GERAIS INFRAESTRUTURA, REDES DE SERVIÇOS E CIRCULAÇÃO 1) Transporte e obras públicas Minas Gerais é um Estado que tem grande extensão territorial, localização

Leia mais

Fundação pública de direito privado

Fundação pública de direito privado Administração Direta Autarquia Consórcio Público Empresa Pública Consórcio Público Sociedade Economia Mista Subsidiária Fundação pública de direito privado Administração Indireta Figura sujeita a polemicas

Leia mais

2.6.2. Entidades fundacionais as fundações públicas 2.6.2.1. Conceito

2.6.2. Entidades fundacionais as fundações públicas 2.6.2.1. Conceito Esses consórcios, a fim de poder assumir obrigações e exercer seus direitos perante terceiros, precisam de personalidade jurídica, assim, a citada lei dispôs que eles serão pessoas jurídicas de direito

Leia mais

Agencias De Fomento e Garantias em Contratos de Parcerias Público Privadas: perspectivas e possibilidades

Agencias De Fomento e Garantias em Contratos de Parcerias Público Privadas: perspectivas e possibilidades Agencias De Fomento e Garantias em Contratos de Parcerias Público Privadas: perspectivas e Marcus Vinicius Macedo Pessanha Sócio Coordenador de Direito Regulatório Escritório Nelson Wilians e Advogados

Leia mais

ASPECTOS LEGAIS E CONSTITUCIONAIS ACERCA DAS CONCESSÕES DE ENERGIA ELÉTRICA A VENCER EM 2015

ASPECTOS LEGAIS E CONSTITUCIONAIS ACERCA DAS CONCESSÕES DE ENERGIA ELÉTRICA A VENCER EM 2015 ESTUDO ASPECTOS LEGAIS E CONSTITUCIONAIS ACERCA DAS CONCESSÕES DE ENERGIA ELÉTRICA A VENCER EM 2015 Wagner Marques Tavares Consultor Legislativo da Área XII Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos ESTUDO

Leia mais

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO O presente estudo é resultado de uma revisão bibliográfica e tem por objetivo apresentar a contextualização teórica e legislativa sobre

Leia mais

CONVÊNIOS E CONSÓRCIOS

CONVÊNIOS E CONSÓRCIOS CONVÊNIOS E CONSÓRCIOS 1. LEGISLAÇÃO - Fundamentação Constitucional: Art. 241 da CF/88 - Fundamentação Legal: Art. 116 da Lei 8.666/93, 2. CONCEITO - CONVÊNIO - é o acordo firmado por entidades políticas

Leia mais

Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal de Contas

Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal de Contas TREINAMENTO AOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE RORAIMA Módulo: Processos e Técnicas Legislativas Noções Básicas de Direito Administrativo e Administração Pública Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal

Leia mais

Agências Reguladoras: o novo em busca de espaço

Agências Reguladoras: o novo em busca de espaço III Congresso Iberoamericano de Regulação Econômica Agências Reguladoras: o novo em busca de espaço São Paulo-SP Junho de 2008 Alvaro A. P. Mesquita Sócio Sumário I. Objetivo II. III. IV. Regulação Papel

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA APROVA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI:

A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA APROVA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 8487, DE 06 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre a criação do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social FMHIS, revoga as Leis nºs 7.273, de 12 de janeiro de 1994, e 7.600,

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.880, DE 9 DE JUNHO DE 2004. Institui o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar - PNATE e o Programa de Apoio

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

Capítulo X. Competência e atribuições das concessionárias de distribuição de energia elétrica Por Marcelo Machado Gastaldo e Pablo Berger*

Capítulo X. Competência e atribuições das concessionárias de distribuição de energia elétrica Por Marcelo Machado Gastaldo e Pablo Berger* 22 Capítulo X Competência e atribuições das concessionárias de distribuição de energia elétrica Por Marcelo Machado Gastaldo e Pablo Berger* Por intermédio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel),

Leia mais

Respostas do Grupo 4:

Respostas do Grupo 4: Respostas do Grupo 4: Resposta ao Grupo 1: Questão: É possível a garantia de neutralidade de redes ser concretizada para além da obrigatoriedade da interconexão,regulamentada, nos termos do artigo 146

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE 1988

CONSTITUIÇÃO DE 1988 CONSTITUIÇÃO DE 1988 Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade,

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 2ª Câmara de Coordenação e Revisão

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 2ª Câmara de Coordenação e Revisão MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 2ª Câmara de Coordenação e Revisão VOTO Nº 220 /2008 - WG PROCESSO MPF Nº 1.00.000.006569/2008-99 ORIGEM: 1ª VARA FEDERAL DE CAMPINAS/SP RELATOR: WAGNER GONÇALVES EMENTA PEÇAS

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 5.236, DE 2013 (Do Sr. Jovair Arantes)

PROJETO DE LEI N.º 5.236, DE 2013 (Do Sr. Jovair Arantes) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 5.236, DE 2013 (Do Sr. Jovair Arantes) Acrescenta artigos à Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, para a implantação de medidas que assegurem ampla informação aos

Leia mais

DIAGNÓSTICOS E CENÁRIOS

DIAGNÓSTICOS E CENÁRIOS DIAGNÓSTICOS E CENÁRIOS ENERGIA E COMUNICAÇÃO EQUIPE DE ELABORAÇÃO Antônio Pádua Carvalho SUMÁRIO COMUNICAÇÕES RADIODIFUSÃO JORNALISMO IMPRESSO EMISSORAS DE TV FORMAÇÃO ACADEMICA Comunicações Havia um

Leia mais

RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS FORMULADAS AO GRUPO 8 SERVIÇO MÓVEL PESSOAL

RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS FORMULADAS AO GRUPO 8 SERVIÇO MÓVEL PESSOAL RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS FORMULADAS AO GRUPO 8 SERVIÇO MÓVEL PESSOAL 1) O serviço móvel vive hoje um patamar tecnológico inédito - 3G. Sabe-se que a infraestrutura de redes não acompanhou esse avanço. Há,em

Leia mais

CLASSIFICADOS. Grupo C 10 100721 MARIA EDUARDA ROCHA VALENTE DA SILVA QUÍMICA INFORMÁTICA

CLASSIFICADOS. Grupo C 10 100721 MARIA EDUARDA ROCHA VALENTE DA SILVA QUÍMICA INFORMÁTICA 1 101208 IAGO IGNACIO BOTELHO E SILVA INFORMÁTICA ELETRÔNICA 2 101041 THAYANA XAVIER LUCERO ELETRÔNICA QUÍMICA 3 100746 ARTHUR MOREIRA RAMOS 4 100083 LECTICIA VIANNA LEAL SOARES BESSA MECATRÔNICA MECÂNICA

Leia mais

A REGULAÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES: PAPEL ATUAL E TENDÊNCIAS FUTURAS

A REGULAÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES: PAPEL ATUAL E TENDÊNCIAS FUTURAS Número 8 novembro/dezembro 2006 / janeiro - 2007 Salvador Bahia Brasil A REGULAÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES: PAPEL ATUAL E TENDÊNCIAS FUTURAS Prof. Carlos Ari Sundfeld Professor Doutor da Faculdade de Direito

Leia mais

Proposição: Projeto de Lei e Diretrizes Orçamentárias. a) O Excelentíssimo Relator da Lei de Diretrizes

Proposição: Projeto de Lei e Diretrizes Orçamentárias. a) O Excelentíssimo Relator da Lei de Diretrizes NOTA TÉCNICA CONJUNTA Associação Nacional dos Procuradores da República Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios Associação Nacional

Leia mais

PROPOSTAS APROVADAS NA PLENÁRIA FINAL DA VII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

PROPOSTAS APROVADAS NA PLENÁRIA FINAL DA VII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PROPOSTAS APROVADAS NA PLENÁRIA FINAL DA VII CONFERÊNCIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EIXO 1 Processo Histórico da Participação Popular no País: nossa cidade e territórios em movimento; Trajetória e

Leia mais

Repasse de recursos: convênio ou transferência fundo a fundo?

Repasse de recursos: convênio ou transferência fundo a fundo? 008 Repasse de recursos: convênio ou transferência fundo a fundo? Luciano de Souza Gomes SENADO FEDERAL Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle Diretor Luiz Fernando de Mello Perezino Editores

Leia mais

HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Foram alterados os Modelos dos Contratos dos Anexos I e II

HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Foram alterados os Modelos dos Contratos dos Anexos I e II Incorporação de Redes Particulares de Distribuição de Energia Elétrica Processo Planejar, Ampliar e Melhorar o Sistema Elétrico Atividade Planejar o Desenvolvimento da Rede Código Edição Data VR01.01-00.001

Leia mais

A QUESTÃO DA MODERNIZAÇÃO REGULATÓRIA Por Comandante Francisco Lyra, Presidente da C>FLY Aviation

A QUESTÃO DA MODERNIZAÇÃO REGULATÓRIA Por Comandante Francisco Lyra, Presidente da C>FLY Aviation SENADO FEDERAL SECRETARIA-GERAL DA MESA SECRETARIA DE COMISSÕES SUBSECRETARIA DE APOIO ÀS COMISSÕES PERMANENTES 2ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 54ª LEGISLATURA Em 08 de agosto de 2012 (quarta-feira)

Leia mais

Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014.

Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014. Lei 1308/ 2014 De 19 de agosto 2014. Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2015 e da outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL Faço saber que a Câmara Municipal decreta e

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.880, DE 9 DE JUNHO DE 2004. Conversão da MPv nº 173, de 2004 Institui o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar

Leia mais

CONSTITUCIONALIDADE DA LEI DO PETRÓLEO E DA ADOÇÃO DE NOVOS REGIMES DE CONTRATAÇÃO

CONSTITUCIONALIDADE DA LEI DO PETRÓLEO E DA ADOÇÃO DE NOVOS REGIMES DE CONTRATAÇÃO CONSTITUCIONALIDADE DA LEI DO PETRÓLEO E DA ADOÇÃO DE NOVOS REGIMES DE CONTRATAÇÃO PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA Consultor Legislativo da Área XII Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos FEVEREIRO/2009 Paulo

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 82, DE 13 DE SETEMBRO DE 2004

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 82, DE 13 DE SETEMBRO DE 2004 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 82, DE 13 DE SETEMBRO DE 2004 Estabelece as condições para atendimento com redes de energia elétrica nos lotes situados em loteamentos

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais

DIVISÃO ESPACIAL DO PODER

DIVISÃO ESPACIAL DO PODER DIVISÃO ESPACIAL DO PODER FORMA DE ESTADO: UNITÁRIO 1. Puro: Absoluta centralização do exercício do Poder; 2. Descentralização administrativa: Concentra a tomada de decisões, mas avança na execução de

Leia mais

A PROBLEMÁTICA DA MÃO-DE-OBRA ESTRANGEIRA NO BRASIL E SUAS IMPLICAÇÕES

A PROBLEMÁTICA DA MÃO-DE-OBRA ESTRANGEIRA NO BRASIL E SUAS IMPLICAÇÕES A PROBLEMÁTICA DA MÃO-DE-OBRA ESTRANGEIRA NO BRASIL E SUAS IMPLICAÇÕES Maria Carolina Matias Morales Toda a regulamentação existente em torno da contratação de mão de obra estrangeira para trabalho em

Leia mais

INTRODUÇÃO. Apresentação

INTRODUÇÃO. Apresentação ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO ATRICON 09/2014 DIRETRIZES DE CONTROLE EXTERNO ATRICON 3207/2014: OS TRIBUNAIS DE CONTAS E O DESENVOLVIMENTO LOCAL: CONTROLE DO TRATAMENTO DIFERENCIADO E FAVORECIDO ÀS MICROEMPRESAS

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. JOÃO DADO) Altera a Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, dispondo sobre a fiscalização remota das redes e serviços de telecomunicações de interesse coletivo. O Congresso

Leia mais

Trilha 3 Banda larga no Brasil e inclusão digital: o que fazer?

Trilha 3 Banda larga no Brasil e inclusão digital: o que fazer? e inclusão digital: o que fazer? Coordenador da Trilha Eduardo Fumes Parajo (CGI.br, Abranet) Oradores iniciais indicados pelo setores do CGI.br: 3º Setor Beá Tibiriçá (Coletivo Digital) e Paulo Lima (Saúde

Leia mais

Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (CIDEs)

Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (CIDEs) Curso de Atualização de Direito Tributário 2010 Módulo II 21 de agosto de 2010 Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (CIDEs) Ricardo Maitto ricardomaitto@gmail.com Visão geral Base Constitucional

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA BAHIA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Tribunal Pleno

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA BAHIA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Tribunal Pleno fls. 1 ACÓRDÃO Classe : Direta de Inconstitucionalidade n.º 001628-1.201.8.05.0000 Foro de Origem : Foro de comarca Ubaitaba Órgão : Relator(a) : Desembargador Jatahy Júnior Requerente : Prefeito do Município

Leia mais

A Lei Federal n. 11.079/04, institui normas gerais para licitação e contratação de parceria púbico-privada no âmbito da administração pública.

A Lei Federal n. 11.079/04, institui normas gerais para licitação e contratação de parceria púbico-privada no âmbito da administração pública. Pág.1 de 11 1. O QUE SÃ O PPPs? São modalidades especiais de concessão por meio da qual a Administração Pública delega a um particular a prestação de um serviço público, com ou sem construção de obra,

Leia mais

Analisaremos o tributo criado pela Lei 10.168/00 a fim de descobrir se realmente se trata de uma contribuição de intervenção no domínio econômico.

Analisaremos o tributo criado pela Lei 10.168/00 a fim de descobrir se realmente se trata de uma contribuição de intervenção no domínio econômico. &RQWULEXLomRGH,QWHUYHQomRQR'RPtQLR(FRQ{PLFR XPDDQiOLVHGD/HLQž /XFLDQD7ULQGDGH)RJDoD &DUOD'XPRQW2OLYHLUD A Lei 10.168/2000 criou uma contribuição de intervenção no domínio econômico para financiar o Programa

Leia mais

O NOVO MODELO DE CONCESSÃO DE FERROVIAS

O NOVO MODELO DE CONCESSÃO DE FERROVIAS O NOVO MODELO DE CONCESSÃO DE FERROVIAS REGULAÇÃO DO OPERADOR FERROVIÁRIO INDEPENDENTE (OFI) EXPOSIÇÃO NA CTLOG / MAPA BRASÍLIA, 07 DE MAIO DE 2014 Luis Henrique T. Baldez Presidente Executivo OBJETIVOS

Leia mais

Unidade I DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES. Prof. Luís Fernando Xavier Soares de Mello

Unidade I DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES. Prof. Luís Fernando Xavier Soares de Mello Unidade I DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES Prof. Luís Fernando Xavier Soares de Mello Direito nas organizações Promover uma visão jurídica global do Sistema Tributário Nacional, contribuindo para a formação do

Leia mais

REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012

REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012 REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012 O CONGRESSO NACIONAL decreta: Dispõe sobre o apoio técnico ou financeiro da União no âmbito do Plano de Ações

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSORA DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO TEMA: ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA. 2 o. SEMESTRE/2009

MATERIAL DE APOIO PROFESSORA DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO TEMA: ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA. 2 o. SEMESTRE/2009 INTENSIVO REGULAR DE SÁBADO Disciplina: Direito Administrativo Profª.: Daniela Mello Datas: 03.10.2009 Aula n 01 MATERIAL DE APOIO PROFESSORA DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO TEMA: ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

Leia mais

Boletim de Proteção do Consumidor/Investidor CVM/Senacon

Boletim de Proteção do Consumidor/Investidor CVM/Senacon Boletim de Proteção do Consumidor/Investidor CVM/Senacon Planos de Expansão de Telefonia Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor Secretaria Nacional do Consumidor Ministério da Justiça Apresentação

Leia mais

Prezadas Senadoras, Prezados Senadores,

Prezadas Senadoras, Prezados Senadores, Carta 035/ 2015 Brasília, 12 de maio de 2015 Carta Aberta da Undime às Senadoras e aos Senadores integrantes da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal referente ao PLS 532/ 2009

Leia mais

I. Da natureza jurídica da assinatura telefônica.

I. Da natureza jurídica da assinatura telefônica. DA COMPETÊNCIA, NAS AÇÕES CONTRA A COBRANÇA DE ASSINATURA TELEFÔNICA. I. Da natureza jurídica da assinatura telefônica. A cobrança da tarifa de assinatura telefônica surgiu em 1966, em plena época da ditadura

Leia mais

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo Contextualização Sumário - O Controle na Administração Pública - O Controle Externo - O Controle Interno O Controle Interno do Poder Executivo do Estado

Leia mais

CARTILHA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

CARTILHA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA CARTILHA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA O servidor público e as alterações do seu regime previdenciário Jose Luis Wagner Luciana Inês Rambo Flavio Alexandre Acosta Ramos Junho de 2009 1 1. Introdução Desde

Leia mais