Perguntas - Palestra 1 (14/08/15)

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1 Perguntas - Palestra 1 (14/08/15) Aluno (a): Leonardo Fontes Pergunta: Qual foi a grande mudança que ocorreu no Brasil, na década de 60, no que diz respeito às telecomunicações? Resposta: A criação da Embratel. Esta faz com que haja interconexão nacional entre as empresas, pois, antes, na década de 50, existiam 800 empresas de telefonia concorrendo entre si, sendo bastante independentes, seguindo, cada uma, um próprio padrão. Não existindo, então, interconexão entre elas. Aluno (a): Ricardo Fideles (matrícula: 12/ ) Pergunta: A educação da matriz das telecomunicações no Brasil evolui de um conjunto variado de sistemas incompatíveis entre si, mantidos por empresas distintas, para uma matriz única capaz de suportar todas as empresas que atuam na área. De que forma essa evolução propiciou maior acesso aos serviços de telecomunicações nacional? Resposta: Ao sair de um conjunto diverso de sistemas de telecomunicação para uma matriz comum entre as empresas torna-se possível acesso a serviços diversos independentemente do modelo escolhido pelo usuário trazendo assim maior liberdade na hora de escolha de qual empresa irá contratar. Tal mudança traz consigo maior estabilidade ao sistema, visto que, agora características mínimas devem ser observadas ao se ofertar o serviço, ou seja, temos agora serviços que apresentam características semelhantes, com serviços igualitários, permitindo assim liberdade de escolha dentre os fornecedores existentes o que gera redução de custos e ampliação da rede de telecomunicações nacionais. Aluno (a): Débora Bosco (matrícula: 13/ ) Pergunta: Como surge o direito regulatório no ramo das telecomunicação? Resposta: O direito regulatório passou a se desenvolver, no que diz respeito ao ramo das telecomunicações, a partir da emenda constitucional número 8 de 1995 que pôs fim ao monopólio estatal nesta área. A nova redação determinou que os serviços de telecomunicação seriam explorados por empresas privadas mediante concessão,

2 permissão ou autorização e que estes serviços deveriam ser controlados por órgãos reguladores. Aluno (a): Fernando Borges M. Lima (matrícula: 13/ ) Pergunta: Quando o governo privatizou o serviço de telecomunicações acabou que a elaboração de normas para a regulação do setor se tornou mais pública e justa, por que? Resposta: Porque quando o Estado que controlava acabava que existia o monopólio do serviço e, por consequência, as normas e regras que regiam esse serviço eram estipuladas pelo diretório da empresa monopolizadora, sem uma publicidade e preocupação com o interesse social, e sem iniciativas de contrapartidas. Com a privatização, o Congresso que toma as rédeas desta situação, tornando o processo mais democrático. Aluno (a): Hercules Macario dos Santos Filho (matrícula: 10/ ) Pergunta: Autarquia instituída como agência reguladora através de um contrato de gestão coloca-se sobre forma outorga ou delegação? Resposta: Nenhum dos dois. Além do contrato de gestão ser muito pouco usado na prática jurídica, a competência para o serviço só é transmitida na própria instituição através de lei específica outorga. Aluno (a): Andressa B. Ribeiro (matrícula: 11/ ) Pergunta: Como e quando se deu o processo de privatização do setor de telecom no Brasil? Resposta: Em 1995, com a aprovação da EC 8/95, passou a permitir que os serviços de telecom pudessem ser prestados também através de concessão, permissão ou autorização por empresas particulares, eliminando o monopólio. A regulação será feita por agência reguladora. O plano nacional de outorgas dividiu o país em 4 regiões. Aluno (a): Otavio Moreira (matrícula: 12/ ) Pergunta: Qual é a característica que distingue o instituto da autorização, dos institutos da concessão e da permissão? Resposta: Conforme o entendimento doutrinário a autorização trata do exercício de atividades (pelo privado) que já se encontram na esfera do direito do privado. A concessão e a permissão, por sua vez, tratam do exercício de atividades que originalmente encontram-se na titularidade do Poder Público, como serviços públicos.

3 A autorização, neste sentido, teria o condão de remover amarras governamentais que limitam o exercício de um direito que o privado já possuía, embora limitado. Um exemplo disso seria a licença concedida pelo Poder Público para que o particular construa uma casa em um terreno urbano de sua propriedade. Aluno (a): Mathaeus Lazarini de Almeida (matrícula: 13/ ) Pergunta: Indique duas contrapartidas de uma concessionária de serviço público de telecomunicação. De que forma deve ser feita a universalização do serviço? Resposta: Em contrapartida ao valor pago pelo usuário (a tarifa), tanto o serviço deve ser prestado quanto medidas para sua universalização devem ser empreendidas. Neste sentido, a instalação de telefones públicos e mecanismos de acessibilidade, ou mesmo expansão do serviço para zonas rurais e interior, além de ampla disponibilização de sinal telefônico, são exemplos de medidas tomadas pelas empresas de telecomunicação para universalização do serviço. Aluno (a): Marina Gabriela Silva de Camargo (matrícula: 12/ ) Pergunta: Qual é a importancia das emendas constitucionais do ano de 1995, em especial a EC 8 referente ao setor de regulação? Resposta: A partir das emendas constitucionais de 1995, o modelo regulatório brasileiro, como hoje é conhecido, passou a ser desenhado. Com estas medidas, especialmente, com a EC 8 foi iniciado o processo de privatização do setor de telecomunicação no Brasil. Deste marco, o serviço de telecomunicação passou a ser executado por empresas privadas por meio de autorização, permissão ou concessão, o que engendrou o fim do monopólio da Telebrás. Consequentemente, com a maior concorrência foi oportunizado aos consumidores melhorias quanto aos valores do serviço, bem como ampliação. Outro ponto importante foi a criação da Anatel, Agência Reguladora, que passou a titularizar a competência de controle, exercendo o poder concedente. Cabe à Anatel a fiscalização, o exercício de poder de polícia e a edição de portarias para reger o setor. Um dos benefícios trazidos por esta autarquia é o aumento da publicização quanto a edições de normas que antes eram restritas e se encerravam na diretoria da Telebrás. Gize-se, em arremate, que a EC 8 permitiu ao país a modernização do setor, bem como a ampliação do acesso aos usuarios, incrementada pela concorrência e, finalmente, com a criação da Anatel foi possível uma maior

4 regulamentação e publicização das regras que balizam o setor, fator que beneficia especialmente àqueles que consomem. Aluno (a): Luiz Claudio Gomes da Silva Junior (matrícula: 12/ ) Pergunta: Qual foi o papel da Telebrás nos precedentes regulatórios no âmbito das telecomunicações? Resposta: A Telebrás surgiu na mesma linha da Embratel, de forma a encampar as prestações privadas de telecomunicação. Tais serviços eram prestados de forma restrita e insuficiente, o que levou à ampliação da presença estatal no setor. Formaram-se, então, holdings estatais, sobrevivendo pequenas empresas. A qualidade da Telebrás caiu na década de 80, com o desvio dos recursos destinados a este fim. Isso levou à privatização. Aluno (a): Daniela Reinert Lopes Dias (matrícula: 13/ ) Pergunta: Como se apresenta a evolução dos serviços de telecomunicações no contexto brasileiro? Resposta: Em 1962, surge o Código Brasileiro de Telecomunicações. A partir desta década o Estado começa a emcampar as empresas privadas. Se estrutura a Embratel, depois a Telebras. No final da década de 70, houve uma maior politização dos serviços de telecomunicações. Com a CF/88, prevê-se que o serviço de telecomunicações deve ser prestado por empresas estatais. Ao longo da década de 90 o Estado passa a conceder, permitir ou autorizar a prestação do serviço às empresas privadas. A necessidade de um órgão e um processo regulatório cria a Anatel. Atualmente, o serviço móvel também foi delegado às empresesas privadas. Aluno (a): Amanda Fernandes Guimarães (matrícula: 13/ ) Pergunta: Importância de agência reguladora no contexto de privatização de empresas estatais para prestação de serviço telefônico: Resposta: Em 1962 foi inaugurado o Código Brasileiro de Telecomunicações, que foi seguido de sua regulamentação no ano seguinte. À época, adquirir uma linha telefônica era privilégio de poucos já que demandava bastante tempo, além de custo elevado. Os que a possuíam consideravam-na como um bem de família. Em 1988 ficou definido que os serviços telefônicos seriam prestados por empresas estatais. E diante da problemática público-privado aplicada ao caso, o Supremo

5 Tribunal Federal se pronunciou sobre decreto para garantir também à Telebras a prestação de serviços móveis. Tal postura do STF em tal conjuntura era errônea, uma vez que não podia se pronunciar sobre decreto, a não ser que fosse autônomo. Por meio de emendas constitucionais de 1995, foi permitida a concessão, permissão e autorização para o serviço, questão que propiciou a discussão a respeito de regularização. Desse modo, Agência Reguladora constitui fundamental importância para as telecomunicações, na medida em que manifestava sobre privatização de empresas estatais, e a publicização de normas. Contudo, aquilo que não foi substituído pela Anatel, e existente anteriormente, permaneceria vigorando, segundo inciso I, art. 814, da Lei Geral das Telecomunicações. As empresas estatais tecnicamente receberiam outorga, que seria a transferência da titularidade, diferenciando-se da delegação, que se referem à contratos e atos administrativos, englobando concessão, permissão, autorização. Entretanto, os dispositivos legais apenas tratam de outorga. Aluno (a): Verena Guerios Serpa (matrícula: 13/ ) Pergunta: Qual contexto do nascimento do modelo regulatório de telecomunicações como se tem hoje? Resposta: O contexto do nascimento do modelo regulatório de telecomunicações é de um mercado de telecomunicações basicamente dominado por empresas estatais. Essa tendência se deu a partir da década de 60, em que foi criado o Código Brasileiro de Telecomunicações, o qual possuía o objetivo de regulamentar, e entre outras coisas, possibilitar a intercomunicação do sistema de telecomunicações, que não ocorria entre as várias empresas que operavam no mercado. Após essa regulamentação, são criadas empresas estatais que passaram a fazer essa intercomunicação do serviço de telecomunicações. Na década de 80, com a Constituição Federal, há a previsão de que o serviço de telecomunicações seria prestado somente por entidades estatais. Em 1995 é aprovada a Emenda Constitucional que prevê que esses serviços podem ser concedidos e permitidos. Com isso, nasce o modelo regulatório baseado em agências reguladoras que irão, entre outros, regular essas concessões e permissões. Aluno (a): Alddie Anderson D Lima (matrícula: 13/ ) Pergunta: Por que podemos afirmar que o FUST é um problema do atual sistema regulatório das telecomunicações?

6 Resposta: O Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações foi criado pela lei geral de telecomunicações com o objetivo de suprir a falta de prestação de serviços em lugares onde não há atratividade econômica para a exploração do serviço. Infelizmente, há anos o governo se utiliza do FUST para fins diversos dos previstos em lei, como para cobrir rombos no orçamento federal. O Poder Judiciário, que poderia fazer algo diante dessa situação, alega que não pode interferir em matéria orçamentária, e permanece inerte diante da situação. Enquanto isso, o povo brasileiro, principalmente os que vivem em locais mais distantes dos grandes centros, sofre com a falta de qualidade ou até mesmo a falta de serviços de telecomunicações, essenciais no mundo moderno. Aluno (a): Bárbara Oliveira da Cruz (matrícula: 13/ ) Pergunta: A privatização do setor de telecomunicações envolveu a elaboração normativa? Resposta: Não. Pelo contrário, o que se observou foi uma intensificação da publicização normativa desse setor devido a atuação da ANATEL Agência Reguladora criada em 1995 em um momento de necessária flexibilização do monopólio das telecomunicações, haja vista o surgimento da telefonia móvel. Aluno (a): Caroline Gonçalves Passetto (matrícula: 11/ ) Pergunta: Qual foi o marco e como se deu o início da regulação estatal dos serviços de telecomunicação? Resposta: Até a década de 50, os serviços de telecomunicações eram prestados por empresas privadas. Entretanto, tendo em vista a ausência de padronização na prestação dos serviços e a grande concorrência, além da criação do Código Brasileiro de Telecomunicação, a fim de facilitar a interconexão dos serviços prestados a sociedade, a Constituição de 88 determinou que as telecomunicações seriam prestadas por empresas estatais. Contudo, diante da emergente telefonia móvel e demais pressões, foi aprovada a Emenda Constitucional nº 8 de 1995, a qual dispôs que as telecomunicações poderiam ser prestadas por empresas privadas, mas que caberia à União dispor sobre a organização dos serviços, criando, para isso, um órgão regulador. Aluno (a): Iago Ruas Almeida Pereira (matrícula: 12/ )

7 Pergunta: Quais foram as mudanças ocorridas no setor de telecomunicações com a edição da emenda constitucional nº 8/95? Resposta: Antes da edição da emenda constitucional nº 8/95, subsistia o monopólio estatal do setor de telecomunicações, principalmente através da Telebrás. A edição da emenda promoveu a alteração do art. 21, XI, da Constituição Federal de 1988, que determinava a prestação exclusiva dos serviços de telecomunicações, diretamente ou mediante concessão, pela União. A nova redação do dispositivo foi o primeiro passo a permitir a privatização do setor na década de Inicialmente, a mudança ocorreu com a lei 9295/96, sendo completamente integralizada com a promulgação da Lei Geral das Telecomunicações, em Aluno (a): Giovanni Simão (matrícula: 12/ ) Pergunta: Quando se dá a quebra do monopólio da empresa estatal (Embratel) que dominava as telecomunicações (fixa e a recém-criada a época móvel)? Resposta: Em 1995 temos a EC nº 8 que determina o fim do monopólio da Embratel. Com isso, temos a abertura de concessões a empresas privadas. Aluno (a): Fernanda Brandão de Souza (matrícula: 12/ ) Pergunta: Qual foi o intuito da criação da Embratel em 1965? Resposta: A Embratel foi, originariamente, criada como empresa estatal, destinada a dar seguimento ao processo de modernização dos serviços de telecomunicação. No Brasil, até a década de 50, as empresas de telefonia se recusavam a fazer intercomunicações entre elas, pois não queriam favorecer a empresa concorrente. Tal prática, todavia, trazia grandes prejuízos ao consumidor. A Embratel, portanto, surgiu com a finalidade de garantir e regulamentar essas intercomunicações entre empresas de telefonia brasileiras. Aluno (a): Sarah Araújo do Monte (matrícula: 12/ ) Pergunta: O que é a prática telebras? Resposta: Era um conjunto de textos que possuíam regras que diziam as práticas que podiam ou não ser praticadas, por exemplo, se um usuário poderia ou não ter mais de uma linha telefônica em sua residência.

8 Aluno (a): Rodrigo Cesar Neves Mendonça (matrícula: 11/ ) Pergunta: Qual o efeito das privatizações e criação da Anatel no que concerne à produção de normas setoriais? Como eram conhecidas as antigas normas criadas pela Telebrás? Resposta: A privatização dos serviços de telecomunicações foi acompanhas de uma maior publização da produção de normas do setor de telecomunicações pela Anatel. As antigas normas da Telebrás eram conhecidas como Práticas Telebras. Aluno (a): Iago Tannus Santos (matrícula: 13/ ) Pergunta: Quais são os métodos juridicamente possíveis para transferência de serviços públicos para entes diferentes do Estado? Resposta: Os serviços titularmente atribuídos ao Estado podem ser transferidos pelo exercício do poder concedente, o qual ser revelam através de concessão, permissão ou delegação, sendo a última reconhecida como sem uso prático, apenas teórico. Há também a autorização, a qual consiste em um ato administrativo que viabiliza o exercício de alguma atividade privada. Aluno (a): Anna Beatriz Orsano Aguiar (matrícula: 13/ ) Pergunta: O controle sobre as telecomunicações nem sempre era de cunho publico. Como se dava o controle antes da Anatel? O que alterou após a implementação desta agência reguladora? Resposta: O período antes do surgimento da Anatel, no nicho das telecomunicações e controle sobre estas era monopolizado pela Telebrás. Esta empresa surgiu com o intuito de aglutinar o serviço telecomunicativo e ordená-lo. Assim, essa empresa era a responsável por ditar e implementar as regras aplicadas sobre o serviço etilizado pelo cidadão, ou seja, uma empresa era a responsável pelos direitos dos brasileiros no âmbito telecomunicativo. Contudo, mesmo com o surgimento da Anatel, ainda era, e é, aplicado algumas das regras anteriormente ditadas pela Telebrás. Isto, pois, há previsão de que a implementação reguladora da Anatel ocorrerá de forma a substituir as antigas normas progressivamente, e onde não houver regulação pela Anatel, prevalecerá as normas do sistema anterior, ou seja, as regras da Telebrás. Desta forma, a publicização do controle sobre as telecomunicações só ocorreu com a implementação da Anatel, na década de 90.

9 Aluno (a): Luan Cordeiro (matrícula: 13/ ) Pergunta: Por que se diz que houve publicização no sistema de Telecomunicações após a privatização? Resposta: De início, cumpre destacar que a publicização a que se refere é relativa à normatização. A prestação do serviço realmente foi privatizada. Quanto ao mérito da questão, a dita publicização se deu em decorrência da criação da ANATEL, que passou a produzir normas. Anteriormente, a normatização era realizada pela empresa Telebrás, por meio das chamadas práticas-telebrás. Já a ANATEL é Autarquia Federal, ou seja, pessoa jurídica de Direito Público, de tal forma que se publicizou a normatização acerca do sistema de Telecomunicações. Aluno (a): Hugo Mesquita Póvoa (matrícula: 13/ ) Pergunta: Pode-se dizer que um mercado aberto, com grande número de empresas concorrentes significa, necessariamente, um mercado fortalecido, sob o ponto de vista mercadológico? Resposta: Não. A história do setor de Telecomunicações no Brasil claramente mostra que nem sempre um mercado com muitas empresas concorrentes significa mercado forte e com autorregulação. Como o setor de telecomunicações exige uma interconexão entre as empresas, o grande número de empresas teria (e teve...) o efeito contrário, com sabotagens entre as empresas, falta de padronização técnica e não interconexão das malhas de telecomunicações. Dessa forma, o setor apenas veio a se padronizar, possibilitando o salto de qualidade que e ultimamente, a partir da regulação estatal, na década de 60. Aluno (a): Amanda Lima de Oliveira (matrícula: 12/ ) Pergunta: Como funcionou o processo de privatização das empresas de telecomunicação pós Emenda Constitucional nº 8 de 1995? Resposta: A EC 08/95 permitiu que os serviços de telecomunicações não fossem restritos às empresas estatais (estaduais e Embratel). Diante disso, surgiu a ANATEL, a agência reguladora de telecomunicações no Brasil, que regulou todo o processo de privatização e substituiu aos poucos as práticas Telebrás pelas suas próprias resoluções. Foi então colocado em pratica o Plano Geral de Outorgas que dividiu as empresas estatais de telecomunicações em quatro blocos: São Paulo, Centro-Sul, demais estados e

10 todo o Brasil, setor responsável pela intercomunicação. Embora grande parte das memórias desse processo de privatizações das telecomunicações brasileiras tenham sido perdidas, sabe-se que a regulação da ANATEL foi imprescindível para o sucesso da implementação da privatização da telefonia no Brasil. Aluno (a): Ana Carolina Soares Cruz de Amorim (matrícula: 12/ ) Pergunta: O que é o FUST e qual sua função? Resposta: O FUST é o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicação, um fundo público instituído por lei e constituído a partir de um percentual do faturamento bruto das empresas concessionárias, o qual se destina a subsidiar e viabilizar os serviços em casos e/ou locais em que a exploração econômica é inviável e casos como: fronteiras e áreas remotas, instituições de assistência a pessoas com deficiência e órgãos de segurança pública. Aluno (a): Luísa Barros de Melo (matrícula: 12/ ) Pergunta: A partir de uma análise histórica do sistema de telecomunicação brasileiro, qual foi a grande importância do surgimento do CBTC em 1962 para a melhora da comunicação nacional? Resposta: Antes da década de 60, período em que foi regulamentado o Código Brasileiro de Telecomunicação (CBTC), as várias empresas concorriam entre si. Cada uma possuía seu próprio sistema de engenharia, o que só permitia a comunicação entre aparelhos de uma mesma empresa. Essa dificuldade de comunicação, decorrente do fato de nenhuma empresa querer copiar o sistema da concorrente, provocava um aumento elevado no preço da intercomunicação, gerando um caos na comunicação do Brasil. O CBTC aparece como um meio de padronização do sistema de telecomunicação entre as empresas facilitando a comunicação nacional e baixando o seu custo. Aluno (a): José Antônio Bolivar Pedroso (matrícula: 14/ ) Pergunta: No que diz respeito à produção normativa, por que pode-se dizer que houve uma publicização do Direito Regulatório relativo ao setor das telecomunicações, após a instituição do regime de autorização, concessão ou permissão pela EC nº 8/95? Resposta: Ocorre que antes da transição para o regime das concessões, quem produzia as regras era o próprio Sistema Telebrás. Assim, quem decidia pela padronização, pela pertinência ou não da utilização de um determinado aparelho ou tecnologia, por exemplo, era a diretoria de uma empresa, ou seja, por uma pessoa jurídica de direito

11 privado. Como tratava-se de um monopólio estatal, não havia muitos meios para questionar os ditames da Telebrás. Tais regras eram conhecidas como práticas Telebrás, sendo consultadas por todos os que precisassem saber o que era ou não permitido. Com o advento da Lei Geral de Telecomunicações, Lei nº 9.472, de 16/7/1997, ficou estabelecido que a regulação em vigor seria gradativamente substituída pela regulamentação da Agência, que, no caso, é a Anatel. Assim, começa a acontecer a publicização da regulação, por meio da sucessiva produção de resoluções e outros atos pela Anatel. Contudo, como, pelo art. 214, II, da citada Lei, as concessões, permissões e autorizações continuarão a ser regidas pelos regulamentos existentes enquanto não houver nova regulamentação, logo, mesmo com a explicitada publicização, há, ainda, remanescentes práticas da Telebrás em vigor. Aluno (a): Pedro Henrique Moura de Farias (matrícula: 09/ ) Pergunta: Por que o FUST não foi e nem está sendo utilizado em proveito daqueles para o qual foi criado? Quem/quais seriam os destinatários do FUST? Resposta: O FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) é um Fundo bilionário, instituído por lei ordinária federal (Lei nº 9.998/00) que preconizava por subsidiar parcela mais carente da população, em termos de serviço de telecomunicações. Em suma, é uma forma de levar as telecomunicações às áreas mais isoladas e às camadas mais carentes da sociedade brasileira. Seus beneficiários seriam habitantes de zonas rurais, moradores de áreas de fronteira e áreas remotas, instituições de assistência a deficientes (PNEs), a camada juridicamente pobre e os investimentos das telecomunicações no Brasil na área educacional. Contudo, a despeito dos seus destinatários, o FUST é subutilizado, ou ainda, irregularmente utilizado como superávit governamental por uma deficiência da normatização do TCU: o TCU não reconheceu que o uso do FUST deveria ser permitido. Aluno (a): Jennyffer Layla S. Alves (matrícula: 13/ ) Pergunta: De quais formas a prestação de serviços de titularidade do Estado podem ser concedidas? Qual Agência tem poder semelhante?

12 Resposta: A outorga e a delegação são meios pelos quais os serviços de titularidade do Estado são concedidos. A diferenciação entre eles é apresentada doutrinariamente e não legalmente. A outorga é concedida por lei e a delegação por meio do contrato ou ato administrativo. A Agência reguladora possui semelhança por ter autoridade, disciplinada por lei, para ter competência para conceder, permitir ou autorizar. Ela possui para isso atributo jurídico do serviço. Aluno (a): Brenda Aíssa (matrícula: 13/ ) Pergunta: Em qual contexto se deu a criação de uma Agência Reguladora no setor das telecomunicações (ANATEL)? Qual seria a competência deste órgão e o fenômeno decorrente da sua atividade? Resposta: A partir da década de 90, com a crescente tendência de implementação de políticas econômicas neoliberais, o Estado brasileiro iniciou uma série de privatizações em setores estratégicos, como as telecomunicações. Isso se deu com a flexibilização do monopólio estatal, com a EC/07, a qual previu também a criação de um órgão que regulasse tal atividade que agora poderia ser exercida pelo setor privado. Assim, esta entidade autárquica teria a competência, outorgada pela Constituição, de controlar e fiscalizar o exercício das atividades de telecomunicações a partir da edição de atos normativos específicos. Nesse sentido, pode-se dizer que, embora a prestação fosse de natureza privada (em relação ao serviço), houve sim um certo fenômeno de publicização das telecomunicações no que concerne à elaboração normativa de regulação, já mencionada, feita pela ANATEL. Aluno (a): Thiago Anderson Zagatto (matrícula: 13/ ) Pergunta: Após a redemocratização, em 1988, em que momento os serviços de telecomunicações deixaram de ser monopólio do Estado? De que forma? Quais os mecanismos ou institutos criados para a participação de particulares? Resposta: Em 1995, com a aprovação da EC n. 8, houve a quebra do monopólio estatal, passando a ser admitida a prestação de serviços de telecomunicações por particulares através de um dos seguintes institutos: concessão, permissão ou autorização. Aluno (a): Gustavo Rocha Caldas (matrícula: 13/ )

13 Pergunta: Qual seria a diferença entre uma empresa permissionária e uma concessionária, no setor de telecomunicações? Resposta: A permissionária do setor é temporária, sendo permitida apenas em caráter excepcional, sendo elas, da mesma forma das concessionárias, submetidas à regra geral de concessões, assim como entendido pelo STF. As concessionárias não tem o mesmo caráter temporário que as anteriores. Aluno (a): André Luis M. Carvalho (matrícula: 11/ ) Pergunta: No arcabouço legislativo, no direito regulatório, existe distinção entre outorga, concessão, permissão e autorização? Resposta: Não. A distinção entre as formas delegatórias é apenas doutrinária, na legislação nacional existe apenas a menção à outorgar. Aluno (a): João Carlos F. Souto (matrícula: 10/ ) Pergunta: A que se deve a relativa tranquilidade vista na transição impulsionada pela EC 8/95, que permitiu a prestação de serviços de telecomunicações por empresas privadas? Resposta: A ANATEL, agência cuja criação foi prevista pela EC 8/95 pode acompanhar toda a transição da prestação de serviços de telecomunicações das mãos de empresas públicas para empresas privadas, e contribuiu na elaboração dos parâmetros técnicos que guiaram esse processo. Além disso, o reduzido número de empresas atuantes no setor facilitou o diálogo. Aluno (a): Igor Martins Silva (matrícula: 13/ ) Pergunta: A partir de quando foi previsto o monopólio sobre o serviço de telecomunicações? Por quanto tempo durou essa previsão de monopólio para o setor? Resposta: O monopólio do serviço de telecomunicações foi previsto apenas na Constituição Federal de Antes disso havia uma espécie de monopólio de fato, mas não jurídico. Essa situação perdurou até a Emenda Constitucional nº 8/95, quando abriuse a possibilidade de explorar o serviço de telecomunicações por meio de concessão, permissão e autorização, mas com a supervisão de um órgão regulador. Aluno (a): Rodrigo Guanaes Cavalcanti (matrícula: 14/ )

14 Pergunta: O que fundamentou a mudança do modelo de prestação de serviços de telecomunicações no Brasil que culminou com a criação do Código de Telecomunicações de 1962? Resposta: Na década de 1950, o setor de telecomunicações brasileiro estava em declínio, tendo em vista que havia um número muito grande de empresas atuando no setor, gerando problemas de interconexão entre elas. Em relação a isso, deve-se destacar que não há qualquer incentivo econômico para que uma empresa permita o tráfego de dados de uma outra empresa em sua própria estrutura. O incentivo ocorre, justamente, em sentido oposto, ou seja, há incentivo para que uma empresa boicote o tráfego de outra. Diante disso, as cerca de 800 empresas que atuavam nesse setor, ainda que tivessem a intenção de interconectarem-se, enfrentariam dificuldades, tendo em vista que as redes não eram padronizadas. A partir desse cenário, que gerou grande caos nas telecomunicações no Brasil, é editado o Código de Telecomunicações de As empresas que atuavam no setor foram encampadas pelo governo e criou-se a Embratel, responsável pelo sistema de interconexão das telecomunicações no Brasil. Aluno (a): Helena Rosal Silva (matrícula: 13/ ) Pergunta: Através de quais mecanismos as prestações das atividades de titularidade do Estado na área das telecomunicações podem ser transferidas? Resposta: A prestação de serviços de titularidade do Estado, das atividades inscritas na competência estatal, pode ser transferida para a iniciativa privada ou outros entes estatais através de outorga legal, que consiste na transferência de titularidade por lei, ou por delegação, que pode ser feita através de permissão, concessão ou autorização. É importante mencionar que a lei não fala de delegação, somente de outorga. Essa diferenciação é estabelecida doutrinariamente. Aluno (a): Tamy Fernandes Yoshioka (matrícula: 12/ ) Pergunta: Explique por que se diz que o modelo regulatório de telecomunicações se mostrava mais desenvolvido que outros setores. Resposta: Ocorre que o setor de telecomunicações iniciou a partir de uma lei bem estruturada (Lei Geral de Telecomunicações). Dessa forma, não houve apenas a absorção dos modelos internacionais, exigiu um processo complexo de construção de

15 uma lei. Observa-se também que esta lei foi criada sobre uma estrutura regulatória já elaborada, com o Código Brasileiro de Telecomunicações, que dirigiu o sistema Telebrás. Aluno (a): Mônica Prado Passos (matrícula: 13/ ) Pergunta: Existe lei específica para regulamentar as telecomunicações? Resposta: Sim, o código brasileiro de telecomunicações é do ano de 1962, e está em vigor até hoje, porém com várias alterações.

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