ACEPE ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DO POLIESTIRENO EXPANDIDO. Abr. 2007, rev EPS POLIESTIRENO EXPANDIDO

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1 ACEPE ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DO POLIESTIRENO EXPANDIDO Abr. 2007, rev EPS POLIESTIRENO EXPANDIDO EPS - SOLUÇÕES INOVADORAS DE ISOLAMENTO TÉRMICO ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU DIA DO DEC - NOVAS TECNOLOGIAS NA CONSTRUÇÃO Abr. 2007, rev. 16 2

2 OBJECTIVOS DA SESSÃO INTRODUÇÃO AO EPS - POLIESTIRENO EXPANDIDO NOVOS TIPOS DE EPS APLICAÇÕES DO EPS Abr. 2007, rev EPS POLIESTIRENO EXPANDIDO EPS EXPANDED POLYSTYRENE EPS ESFEROVITE PRINCIPAIS APLICAÇÕES : ISOLAMENTO TÉRMICO PARA EDIFÍCIOS OUTRAS APLICAÇÕES NA CONSTRUÇÃO CIVIL EMBALAGEM INDUSTRIAL E ALIMENTAR OUTRAS APLICAÇÕES INVENTADO PELA BASF (ALEMANHA) EM 1950 CONSUMO MUNDIAL aprox t / ANO Abr. 2007, rev. 16 4

3 O QUE É O EPS PLÁSTICO CELULAR POLIESTIRENO + AR POLIESTIRENO É HIDROCARBONETO PURO Abr. 2007, rev O FABRICO DO EPS MATÉRIA PRIMA POLIESTIRENO EXPANSÍVEL POLIESTIRENO + AGENTE EXPANSOR AGENTE EXPANSOR = PENTANO (DURANTE O FABRICO O PENTANO DIFUNDE PARA A ATMOSFERA) Abr. 2007, rev. 16 6

4 O FABRICO DO EPS 1 PRÉ-EXPANSÃO O PS EXPANSÍVEL É AQUECIDO COM VAPOR O PS AMOLECE O PENTANO AUMENTA O SEU VOLUME O PS EXPANDE 40 A 50 VEZES OBTÉM-SE GRANULADO DE EPS Abr. 2007, rev O FABRICO DO EPS 2 MOLDAGEM O GRANULADO DE EPS É INTRODUZIDO NUM MOLDE O GRANULADO É AQUECIDO O GRANULADO SINTERIZA FUNDE SUPERFICIALMENTE OBTÊM-SE BLOCOS DE EPS PARALEPIPÉDICOS QUE SÃO POSTERIORMENTE CORTADOS Abr. 2007, rev. 16 8

5 O FABRICO DO EPS DURANTE O PROCESSO DE FABRICO É POSSÍVEL DEFINIR : DENSIDADE DO EPS QUE INFLUENCIA A MAIORIA DAS PROPRIEDADES DO EPS EM FUNÇÃO DO TIPO DE MATÉRIA PRIMA UTILIZADA É POSSÍVEL DEFINIR : REACÇÃO AO FOGO DO EPS COMPORTAMENTO HIDRÓFUGO PROPRIEDADES TÉRMICAS MELHORADAS Abr. 2007, rev O FABRICO DO EPS GRANULADO DE EPS EPS MATÉRIA PRIMA Abr. 2007, rev

6 PROPRIEDADES DO EPS TÉRMICA REACÇÃO AO FOGO MECÂNICA DURABILIDADE ÁGUA IMPACTO AMBIENTAL TEMPERATURA ACÚSTICA Abr. 2007, rev PROPRIEDADES TÉRMICAS DO EPS COEFICIENTE DE CONDUTIBILIDADE TÉRMICA [W/m ºC] - CCT VARIA (LIGEIRAMENTE) COM A DENSIDADE EPS 15 kg/m 3 (EPS 60) CCT 0,04 [W/mºC] EPS 25 kg/m 3 (EPS 150) CCT 0,035 [W/mºC] Abr. 2007, rev

7 EPS GRAFITE EPS COM CONDUTIBILIDADE TÉRMICA MELHORADA EPS GRAFITE CONTÉM PARTÍCULAS QUE ABSORVEM A RADIAÇÃO INFRA- VERMELHA E SUPRIMEM A RADIAÇÃO TÉRMICA Absorsor I.-V. Abr. 2007, rev EPS GRAFITE TRANSMISSÃO DE CALOR ATRAVÉS DO EPS radiação gás das células matriz TOTAL = matriz + gás + radiação Abr. 2007, rev

8 EPS GRAFITE COMPOSIÇÃO RELATIVA DA TRANSMISSÃO DE CALOR ATRAVÉS DO EPS NAS DENSIDADES MAIS BAIXAS A COMPONENTE RADIAÇÃO AUMENTA SIGNIFICATIVAMENTE [mw/m K] PS (MATRIZ) RADIAÇÃO EPS (TOTAL) GÁS densidade do EPS [kg/m³] Abr. 2007, rev EPS GRAFITE ANÁLISE TERMOGRÁFICA EPS NORMAL EPS GRAFITE A CAPACIDADE DE ISOLAMENTO DO EPS GRAFITE É SIGNIFICATIVAMENTE AUMENTADA Abr. 2007, rev

9 COMPARAÇÃO - EPS GRAFITE vs. EPS NORMAL VANTAGENS DO EPS GRAFITE thermal conductivity [mw/m*k] EPS NORMAL EPS GRAFITE maior efeito isolante espessura reduzida densidade reduzida density [kg/m³] Abr. 2007, rev PROPRIEDADES MECÂNICAS DO EPS RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO EPS SUPORTA CARGAS PERMANENTES RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO AUMENTA COM A DENSIDADE DEFORMAÇÃO 10% (PARA CLASSIFICAÇÃO DO EPS) DEFORMAÇÃO < 2% DEFORMAÇÃO ELÁSTICA VALOR DE REFERÊNCIA PARA CÁLCULO DE CARGAS PERMANENTES Abr. 2007, rev

10 RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DO EPS A LONGO PRAZO MANTER DEFORMAÇÃO < 2%! EXCEDENDO 2% DEFORMAÇÃO VERIFICA-SE FLUÊNCIA SOB COMPRESSÃO UMA CONTÍNUA REDUÇÃO DE ESPESSURA DO EPS AO LONGO DO TEMPO. A EVITAR! Abr. 2007, rev ABSORÇÃO DE ÁGUA DO EPS EFEITO SOBRE O CCT O CONTEÚDO DE ÁGUA DOS ISOLANTES TÉRMICOS REDUZ A SUA CONDUTIBILIDADE TÉRMICA NO CASO DO EPS : CADA 1% DE ÁGUA AUMENTA O EM 3 4% O EPS É MUITO POUCO SENSÍVEL À HUMIDADE EPS Abr. 2007, rev

11 ABSORÇÃO DE ÁGUA DO EPS O EPS É IMPERMEÁVEL À ÁGUA NO ENTANTO, O EPS ABSORVE PEQUENAS QUANTIDADES DE ÁGUA NOS ESPAÇOS INTERSTICIAIS (ENTRE AS CÉLULAS) ESTE PROCESSO É REVERSÍVEL O EPS VOLTA A SECAR COMPLETAMENTE E NÃO ALTERA AS SUAS CARACTERÍSTICAS O EPS É PERMEÁVEL AO VAPOR DE ÁGUA Abr. 2007, rev ABSORÇÃO DE ÁGUA IMERSÃO A ABSORÇÃO É MAIS REDUZIDA COM O AUMENTAR DA DENSIDADE Abr. 2007, rev

12 ABSORÇÃO DE ÁGUA DIFUSÃO DE VAPOR VAPOR DE ÁGUA CONDENSA NO INTERIOR DO EPS (PODE ACONTECER NALGUMAS APLICAÇÕES CONSTRUTIVAS, OU EM ERROS CONSTRUTIVOS) A EVITAR O EPS NORMAL ABSORVE ATÉ 20% NO ENSAIO (EN 12088) EPS HIDRÓFUGO ATÉ 3% NO ENSAIO (EN 12088) E < 1% EM APLICAÇÕES REAIS. Abr. 2007, rev EPS HIDRÓFUGO ABSORÇÃO DE ÁGUA DO EPS REDUZIDA: MODIFICAÇÃO DA MATRIZ QUÍMICA DO POLIESTIRENO ADITIVO (REVESTIMENTO DA MATÉRIA PRIMA) HIDRÓFOBO ABSORÇÃO DE ÁGUA POR IMERSÃO < 1% ABSORÇÃO DE ÁGUA POR DIFUSÃO < 3% Abr. 2007, rev

13 EXPOSIÇÃO A VARIAÇÕES DE TEMPERATURA LIMITE SUPERIOR DE TEMPERATURA 80 A 85 ºC EXPOSIÇÕES CURTAS ATÉ 100 ºC LIMITE INFERIOR APROX. 190 ºC (TEMPERATURA DE CONDENSAÇÃO DO OXIGÉNIO) Abr. 2007, rev PROPRIEDADES ACÚSTICAS DO EPS PRINCIPAL EFEITO ACÚSTICO DO EPS ABSORÇÃO DE RUÍDOS DE PERCUSSÃO (RUÍDO DOS PASSOS) DEPENDE DA RIGIDEZ DINÂMICA [MN/m 3 ] EPS ELASTIFICADO DISPÕE DE RIGIDEZ DINÂMICA INFERIOR CAMADA DE EPS COMPORTA-SE COMO UMA ALMOFADA DE AR GANHO > 30 db Abr. 2007, rev

14 REACÇÃO AO FOGO DO EPS EPS É COMBUSTÍVEL EM COMUM A TODOS OS PLÁSTICOS NO EPS EXISTEM 2 TIPOS DE REACÇÃO AO FOGO : EPS NÃO INFLAMÁVEL M1 ( AUTO-EXTINGUÍVEL ) EPS NORMAL M3/M4 (INFLAMÁVEL) EPS NÃO INFLAMÁVEL CONTÉM UM INIBIDOR DE COMBUSTÃO Abr. 2007, rev EPS NÃO INFLAMÁVEL EM CONTACTO COM A CHAMA O EPS NÃO INFLAMÁVEL FUNDE E AFASTA-SE DA FONTE DE CALOR, SEM ENTRAR EM COMBUSTÃO NÃO PROPAGA A CHAMA Abr. 2007, rev

15 EPS NÃO INFLAMÁVEL BLOCO DE EPS DO TIPO M1 NÃO INFLAMÁVEL Abr. 2007, rev REACÇÃO AO FOGO DO EPS ENERGIA TOTAL CONTIDA NO EPS 40 MJ/kg (CUJA LIBERTAÇÃO PRESUME A COMBUSTÃO COMPLETA) É RELATIVAMENTE REDUZIDA NA PRÁTICA, A ENERGIA LIBERTADA É INFERIOR - 26 MJ/kg CAMADA DE 50 mm DE EPS 15 kg/m 3 LIBERTA 28 MJ/m 2 PARA COMPARAÇÃO MADEIRA LIBERTA 10 VEZES MAIS FUMO NEGRO DE COMBUSTÃO OPACO MAS NÃO TÓXICO (EPS É HIDROCARBONETO PURO) PARTÍCULAS DE CARVÃO MONÓXIDO DE CARBONO Abr. 2007, rev

16 REACÇÃO AO FOGO DO EPS RISCOS A TOMAR EM CONTA : PROPAGAÇÃO DA CHAMA SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS A RECOBRIR O EPS; SÓ EPS NÃO INFLAMÁVEL PODERÁ FICAR EXPOSTO OPACIDADE DO FUMO IDEM (SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS A RECOBRIR O EPS PARA EVITAR ) Abr. 2007, rev REACÇÃO AO FOGO DO EPS USO DO EPS (CORRECTAMENTE APLICADO) NÃO AUMENTA O RISCO DE INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS ESTUDO STYBENEX (PAÍSES BAIXOS) ANALIZA TODOS OS INCÊNDIOS COM DANOS SUPERIORES A 1 MILHÃO DE UROS E CONFIRMA QUE O EPS NÃO AUMENTA O RISCO DE INCÊNDIO Abr. 2007, rev

17 DURABILIDADE DO EPS EPS NÃO TEM LIMITE DE DURABILIDADE ATENÇÃO EVITAR A EXPOSIÇÃO: RADIAÇÃO SOLAR DIRECTA TEMPERATURAS SUPERIORES A 80 ºC SOLVENTES ORGÂNICOS ESTUDO LNEC SOBRE A DURABILIDADE DO EPS Abr. 2007, rev IMPACTO DO EPS NO MEIO AMBIENTE FABRICO DO EPS TECNOLOGIA LIMPA FONTE DE ENERGIA É O VAPOR DE ÁGUA BAIXO CONSUMO DE ÁGUA AUSÊNCIA DE RESÍDUOS PROCESSO DE FABRICO NÃO GERA RESÍDUOS SÓLIDOS AUSÊNCIA DE EMISSÕES CONTAMINANTES PEQUENAS QUANTIDADES DE PENTANO Abr. 2007, rev

18 IMPACTO DO EPS NO MEIO AMBIENTE EPS NA CONSTRUÇÃO ISOLAMENTO TÉRMICO É POUPANÇA DE ENERGIA REDUÇÃO DO EFEITO ESTUFA REDUÇÃO DA CHUVA ÁCIDA EPS NÃO AFECTA A CAMADA DO OZONO EPS CONTRIBUI PARA O CONFORTO TÉRMICO E ACÚSTICO Abr. 2007, rev IMPACTO DO EPS NO MEIO AMBIENTE RECICLAGEM E REUTILIZAÇÃO Abr. 2007, rev

19 NP EN NORMA EUROPEIA PARA O EPS (ISOLAMENTO TÉRMICO) ENQUADRA-SE NO ÂMBITO DA CPD (DIRECTIVA DOS PRODUTOS DA CONSTRUÇÃO 89/106/CEE) PRIMEIRA NORMA PARA O EPS EM PORTUGAL ENTROU EM VIGOR EM 2003 MARCAÇÃO CE ESTÁ ASSOCIADA À NORMA Abr. 2007, rev NP EN CLASSIFICAÇÃO DO EPS COM BASE NA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DEFORMAÇÃO 10% RESISTÊNCIA À FLEXÃO RESULTAM OS TIPOS DE EPS EPS 30, EPS 60, EPS 100, EPS 150, EPS 200, EPS 250 (NO TOTAL EXISTEM 16 TIPOS POSSÍVEIS) Abr. 2007, rev

20 NP EN EXEMPLO DE RÓTULO IDENTIFICATIVO Abr. 2007, rev NP EN AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE ENSAIOS INICIAIS DE TIPO EM LABORATÓRIO ACREDITADO CONTROLE DA PRODUÇÃO PELO FABRICANTE SUPREVISÃO DO CONTROLE DA PRODUÇÃO E ENSAIOS EM LABORATÓRIO INDEPENDENTE (NOS CASOS DE OPÇÃO PELO SISTEMA 1 DA EN 13172) Abr. 2007, rev

21 APLICAÇÕES DE EPS EM EDIFÍCIOS ISOLAMENTO TÉRMICO PAREDES COBERTURAS PAVIMENTOS OUTRAS APLICAÇÕES Abr. 2007, rev ISOLAMENTO INTERMÉDIO (NA CAIXA DE AR) A SOLUÇÃO MAIS DIFUNDIDA COMPATÍVEL COM SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS TRADICIONAIS FACILITA A EXECUÇÃO DA PAREDE DUPLA Abr. 2007, rev

22 ISOLAMENTO INTERMÉDIO EPS COM CONDUTIBILIDADE TÉRMICA MELHORADA Abr. 2007, rev ISOLAMENTO INTERMÉDIO (NA CAIXA DE AR) CAMADA DE EPS PODE PREENCHER A CAVIDADE INTERMÉDIA EPS INSENSÍVEL À ÁGUA (EVENTUAIS INFILTRAÇÕES) SUPERFÍCIE LISA DO EPS E IRREGULAR DO TIJOLO CRIAM PASSAGEM PARA A ÁGUA CAVIDADE MAIOR QUE ESPESSURA DE EPS COLOCAR CALÇOS ESPAÇADORES EM EPS CAMADA DE AR NO LADO EXTERIOR Abr. 2007, rev

23 ISOLAMENTO INTERMÉDIO (NA CAIXA DE AR) CUIDADOS A TER TRATAMENTO DAS PONTES TÉRMICAS PANO EXTERIOR DEVERÁ SER MUITO PERMEÁVEL AO VAPOR DE ÁGUA PARA EVITAR CONDENSAÇÕES NO INTERIOR DA PAREDE REVESTIMENTO EXTERIOR MAIS RESISTENTE A VARIAÇÕES TÉRMICAS Abr. 2007, rev ISOLAMENTO PELO EXTERIOR CAMADA CONTÍNUA DE ISOLAMENTO PELO EXTERIOR DO EDIFÍCIO ISOLAMENTO É O SOBRETUDO - SÓ NÃO SÃO ISOLADOS OS VÃOS VÁRIOS TIPOS DE REVESTIMENTO SÃO POSSÍVEIS PRÉ-FABRICADOS APLICADOS IN LOCO SOLUÇÕES COMPOSTAS DE ISOLAMENTO + REVESTIMENTO Abr. 2007, rev

24 ISOLAMENTO PELO EXTERIOR VANTAGENS MAXIMIZA O ISOLAMENTO TÉRMICO TODA A SUPERFÍCIE ESTÁ ISOLADA DISPENSA DE PAREDE DUPLA MAXIMIZA A INÉRCIA TÉRMICA DO EDIFÍCIO Abr. 2007, rev ISOLAMENTO PELO EXTERIOR PROTEGE O EDIFÍCIO DAS INTEMPÉRIES (INFILTRAÇÕES, CONDENSAÇÕES, VARIAÇÕES DE TEMPERATURA) Abr. 2007, rev

25 ISOLAMENTO PELO EXTERIOR ISOLAMENTO PELO EXTERIOR COM EPS E REVESTIMENTO DELGADO A SOLUÇÃO MAIS DIFUNDIDA INTEGRA-SE MELHOR COM OS SISTEMAS DE CONSTRUÇÃO TRADICIONAIS ADAPTA-SE MAIS FACILMENTE AO EDIFÍCIO (EXISTENTE) RAZÕES ECONÓMICAS E DE MERCADO Abr. 2007, rev ISOLAMENTO PELO EXTERIOR EPS COM REVESTIMENTO DELGADO PLACAS DE EPS SÃO COLADAS AO SUPORTE FIXAÇÃO MECÂNICA QUANDO O SUPORTE NÃO É ÍNTEGRO Abr. 2007, rev

26 EPS GRAFITE ISOLAMENTO PELO EXTERIOR EPS COM REVESTIMENTO DELGADO Abr. 2007, rev ISOLAMENTO PELO EXTERIOR EPS COM REVESTIMENTO DELGADO EPS É REVESTIDO POR CAMADA DE BASE INCLUI REDE DE REFORÇO CAMADA DE ACABAMENTO Abr. 2007, rev

27 ISOLAMENTO PELO EXTERIOR EPS COM REVESTIMENTO DELGADO Abr. 2007, rev ISOLAMENTO PELO EXTERIOR CORRECÇÃO TÉRMICA REBOCO ISOLANTE COM GRANULADO DE EPS Abr. 2007, rev

28 ISOLAMENTO PELO INTERIOR CONJUNTO PAINEL DE GESSO CARTONADO + EPS PRÉ-COLADO COLADO À PAREDE PELO INTERIOR SOLUÇÃO ECONÓMICA INÉRCIA TÉRMICA REDUZIDA Abr. 2007, rev COFRAGEM ISOLANTE EM EPS SISTEMA CONSTRUTIVO EM EPS BETÃO ESTRUTURAL FICA ENVOLVIDO PELO EPS ELEVADO NÍVEL DE ISOLAMENTO ECONOMIA DE TEMPO DE CONSTRUÇÃO REQUER PLANEAMENTO CUIDADOSO INÉRCIA TÉRMICA REDUZIDA Abr. 2007, rev

29 COFRAGEM ISOLANTE EM EPS Abr. 2007, rev ELEMENTOS PRÉ-FABRICADOS COM EPS Abr. 2007, rev

30 ELEMENTOS PRÉ-FABRICADOS COM EPS ELEMENTOS DE FACHADA PRÉ-FABRICADOS, INCORPORANDO ISOLAMENTO EM EPS Abr. 2007, rev ISOLAMENTO SOBRE LAJE DE ESTEIRA CAMADA DE EPS COLOCADA SOBRE LAJE INCLINADA EPS CANELADO PERMITE COLOCAÇÃO DIRECTA DO TELHADO FIXAÇÃO MECÂNICA OU POR COLAGEM Abr. 2007, rev

31 ISOLAMENTO SOBRE LAJE DE ESTEIRA PLACAS MOLDADAS EM EPS LADO SUPERIOR PERMITE APLICAÇÃO DIRECTA DO TELHADO Abr. 2007, rev ISOLAMENTO SOB ESTRUTURA DO TELHADO APLICAR EPS DO TIPO NÃO-INFLAMÁVEL PREVER TIPO DE FIXAÇÃO QUE PERMITA A COLOCAÇÃO DUMA CAMADA DE EPS CONTÍNUA Abr. 2007, rev

32 ISOLAMENTO SOB ESTEIRA HORIZONTAL, POR BAIXO DO TELHADO EPS PODE SER RECOBERTO POR LAJETA (OU OUTRO MATERIAL) PARA PERMITIR A UTILIZAÇÃO DO SÓTÃO DESEMPENO DA LAJE Abr. 2007, rev ISOLAMENTO EM TERRAÇOS SOLUÇÃO TRADICIONAL ISOLAMENTO + IMPERMEABILIZAÇÃO EPS HIRÓFUGO APLICA-SE EM COBERTURAS INVERTIDAS Abr. 2007, rev

33 LAJE DE ESTEIRA COM ABOBADILHAS DE EPS ABOBADILHAS EM EPS COM LÁBIO DE RECOBRIMENTO ISOLAMENTO TÉRMICO INTEGRADO NA LAJE Abr. 2007, rev ELEMENTOS PRÉ-FABRICADOS COM EPS PAINEL SANDWICH DE COBERTURA APLICADO SOBRE ESTRUTUTA DE SUPORTE LADO SUPERIOR PERMITE APLICAÇÃO DIRECTA DO TELHADO LADO INFERIOR É O ACABAMENTO FINAL Abr. 2007, rev

34 ISOLAMENTO SOB PAVIMENTO FLUTUANTE LAJETA DE PAVIMENTO FLUTUANTE SOBRE CAMADA DE EPS Abr. 2007, rev ISOLAMENTO SOB PAVIMENTO FLUTUANTE ISOLAMENTO ACÚSTICO DOS RUÍDOS DE PERCUSSÃO (RUÍDO DOS PASSOS) PLACAS DE EPS ELASTIFICADAS Abr. 2007, rev

35 ISOLAMENTO SOB PAVIMENTO FLUTUANTE PLACAS EPS COM ENCAIXE PARA TUBAGEM PARA AQUECIMENTO POR PAVIMENTO RADIANTE Abr. 2007, rev ISOLAMENTO DO PERÍMETRO DAS FUNDAÇÕES EPS RESISTE À FORÇA EXERCIDA PELO TERRENO EPS PROTEGIDO POR MEMBRANA DRENANTE OU EPS HIDRÓFUGO DIRECTAMENTE EM CONTACTO COM O TERRENO Abr. 2007, rev

36 ISOLAMENTO DAS FUNDAÇÕES MINIMIZAR PERDAS DE CALOR PELO PAVIMENTO FUNDAÇÕES DO EDIFÍCIO TOTALMENTE ENVOLVIDAS POR EPS Abr. 2007, rev ABOBADILHAS EM EPS FACILITA A CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO MAIOR RAPIDEZ MAIS ECONOMIA MELHOR SECAGEM DO BETÃO REDUZ PERDAS DE BETÃO REDUZ O PESO DA CONSTRUÇÃO Abr. 2007, rev

37 CAMARAS FRIGORÍFICAS EPS PARA CONSTRUÇÃO DE CÂMARAS FRIGORÍFICAS MÉTODO CONSTRUTIVO TRADICIONAL PAINÉIS PRÉFABRICADOS Abr. 2007, rev BETÃO ALIGEIRADO COM GRANULADO DE EPS CRIAÇÃO DE PENDENTES EM TERRAÇOS ENCHIMENTOS ISOLANTES BETONILHAS DE NIVELAMENTO Abr. 2007, rev

38 LAJE DE BETÃO ALIGEIRADA COM EPS REDUZ O PESO DA CONSTRUÇÃO FACILITA A CONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO MAIOR RAPIDEZ MAIS ECONOMIA REDUZ PERDAS DE BETÃO Abr. 2007, rev CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS COM EPS GEOFOAM ENCHIMENTOS FEITOS À BASE DE EPS CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS DEFINIDAS PESO ZERO RAPIDEZ E ECONOMIA NA COLOCAÇÃO Abr. 2007, rev

39 CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS SOBRE SOLOS QUE SUPORTAM POUCA CARGA COM GEOFOAM É POSSÍVEL CONSTRUIR ATERROS SEM AUMENTAR A CARGA SOBRE O SOLO (OU ATÉ REDUZEM ESSA CARGA) Abr. 2007, rev CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO DE ATERROS TEMPOS DE OBRA ENCURTADOS RAPIDEZ NA COLOCAÇÃO 2 HOMENS MANUSEIAM 2 4 m 3 DE GEOFOAM DISPENSA TRABALHOS DE COMPACTAÇÃO DISPENSA DE TEMPO PARA ASSENTAMENTO MINIMIZA A INCONVENIÊNCIA PROVOCADA AO TRÂNSITO Abr. 2007, rev

40 CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS ENCONTRO DE PONTES GEOFOAM EVITA ASSENTAMENTOS DIFERENCIADOS GEOFOAM NÃO EXERCE IMPULSO HORIZONTAL Abr. 2007, rev CONSTRUÇÃO DE VIAS FÉRREAS ELIMINAÇÃO DE VIBRAÇÕES GEOFOAM REDUZ A TRANSMISSÃO DE VIBRAÇÕES AO SOLO EPS PROPORCIONA O EFEITO VALA VAZIA PROTEGENDO OS EDIFÍCIOS DAS VIBRAÇÕES Abr. 2007, rev

41 OUTRAS CONSTRUÇÕES GREEN DE GOLFE FLUTUANTE NUM LAGO (E.U.A.) Abr. 2007, rev ELEMENTOS DECORATIVOS EM EPS CIMALHAS CORNIJAS COLUNAS ELEMENTOS GEOMÉTRICOS ETC., ETC. Abr. 2007, rev

42 ELEMENTOS DECORATIVOS EM EPS CIMALHAS Abr. 2007, rev ELEMENTOS DECORATIVOS EM EPS Abr. 2007, rev

43 ELEMENTOS DECORATIVOS EM EPS Abr. 2007, rev ELEMENTOS DECORATIVOS EM EPS SUBSTRATO PARA ARTISTAS PLÁSTICOS Abr. 2007, rev

44 DOCUMENTAÇÃO ACEPE INFORMAÇÃO SOBRE PROPRIEDADES DO EPS APLICAÇÕES DO EPS FORNECEDORES DE EPS NOTÍCIAS SOBRE O EPS NP EN RCCTE CÁLCULO DO CUSTO DO EFEITO ISOLANTE (COMPARAÇÃO DE DIVERSOS MATERIAIS) PEDIDOS DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO Abr. 2007, rev DOCUMENTAÇÃO ACEPE PROGRAMA DE CÁLCULO DO RCCTE EPS-CALC 80 Abr. 2007, rev

45 EPS-CALC 80 DISPONÍVEL GRATUITAMENTE (EM BREVE) INCLUI EPS GRAFITE E OUTRAS SOLUÇÕES EPS Abr. 2007, rev EPS-CALC 80 INCLUI BIBLIOTECA COM TODAS AS SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS COM EPS PREVISTAS NO ITE INCLUI OUTRAS SOLUÇÕES EPS NÃO PREVISTAS NO ITE Abr. 2007, rev

46 DOCUMENTAÇÃO ACEPE FOLHETOS TÉCNICOS Abr. 2007, rev DOCUMENTAÇÃO ACEPE NEWSLETTER VÍDEO SOBRE ABOBADILHAS EM EPS PORMENORES AUTOCAD Abr. 2007, rev

47 RESUMO EPS EXCELENTES VALORES DE ISOLAMENTO TÉRMICO ELEVADA RIGIDEZ EM FUNÇÃO DO PESO LEVE E FÁCIL DE MANUSEAR E APLICAR PREÇO DO EFEITO ISOLANTE MAIS BAIXO Abr. 2007, rev CONCLUSÕES EPS MATERIAL DE ISOLAMENTO MODERNO DESENVOLVIMENTO CONSTANTE DE NOVOS TIPOS NOVAS SOLUÇÕES DE ISOLAMENTO E SISTEMAS CONSTRUTIVOS COMPONENTE DE ELEMENTOS PARA A CONSTRUÇÃO Abr. 2007, rev

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