4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA"

Transcrição

1 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 48 4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA Confore explicado no capitulo anterior, a decisão do agente hidráulico de coo sazonalizar sua Garantia Física ao longo do ano seguinte é toada sob grande incerteza. O gerador deve toar sua decisão levando e consideração diversas variáveis desconhecidas, coo o valor do PLD e cada u dos eses do ano seguinte, a geração hidráulica total do sistea e cada u desses eses, entre outras. A idéia central deste trabalho é estudar o ipacto sobre a decisão de sazonalização da Garantia Física de geradores hidráulicos quando esta é toada levando e consideração a cobinação e u eso portfólio destes geradores co outras usinas à Bioassa de Cana de Açúcar. Para siular o processo decisório do gerador hidráulico, foi ipleentado u odelo de otiização linear estocástica baseado e XPRESS [22] que te coo objetivo encontrar o perfil de sazonalizaçao que otiiza a função objetivo do gerador de aneira a restringir o risco financeiro ao qual ele está subetido. Apesar de este odelo poder ser aplicado para portfólios puraente hidráulicos, sua ontage foi feita baseada e portfólios de geração contendo Usinas à Bioassa cobinadas co PCHs que é o tea desta dissertação - de odo a ostrar que a cobinação desses dois tipos de usinas e u eso portfólio traz benefícios sinérgicos aos geradores. 4.1 Siulação dos cenários de PLD e Geração Hidráulica Confore encionado anteriorente, a decisão dos geradores hidráulicos de coo sazonalizar sua Garantia Física é toada sob elevado grau de incerteza, especialente e relação ao PLD e ao ontante de energia a ser gerada nos eses futuros.

2 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 49 Dessa aneira, a caracterização destas incertezas é central na odelage de seu processo decisório. Na presença de ercados de energia elétrica copetitivos, a odelage dos preços de curto prazo poderia ser feita através de odelos auto-regressivos sazonais, coo os apresentados e [18] e [19]. No entanto, no caso do Brasil, coo o sistea de despacho das usinas é centralizado, os cenários futuros de preços de curto prazo pode ser gerados utilizando a esa etodologia epregada nos odelos oficiais utilizados pelo ONS e pela CCEE (confore detalhado na Seção 2.2.4). Dessa aneira, para odelar estas incertezas, fora utilizados 2000 cenários futuros de geração e de PLD resultantes de ua siulação hidrotérica do parque gerador brasileiro. Para os estudos apresentados nesta dissertação, fora utilizados os resultados para o ano de 2010 da configuração do Prograa Mensal da Operação Eletroenergética (PMO) de Junho de O gráfico a seguir apresenta o coportaento previsto do PLD no ano de 2010, segundo estes cenários futuros siulados. 400 PLD (Valor Médio) PLD (Percentil 5%) PLD (Percentil 95%) PLD (R$/MWh) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Figura 4-1 PLD resultante da siulação hidrotérica A linha cheia apresenta o PLD édio e cada u dos períodos, enquanto as linhas pontilhadas apresenta o percentil de 5% (linha inferior) e de 95% (linha

3 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 50 superior). Pode-se notar nesse gráfico a grande volatilidade do preço spot já encionada anteriorente no Capitulo 2. Apesar de o preço édio ser relativaente pouco volátil, o intervalo de confiança do PLD (co grau de certeza de 90%) situa-se entre os valores 16 R$/MWh (valor piso) e aproxiadaente 350 R$/MWh. Adicionalente, observa-se que a volatilidade do PLD auenta no período seco do ano (Maio a Novebro), pois coo a atriz de geração de energia elétrica brasileira te u grande peso hidráulico, a aior probabilidade de ocorrência de vazões enos favoráveis durante o período seco resulta e ua aior probabilidade de o PLD atingir pataares ais elevados. Os cenários de geração hidráulica resultantes da siulação hidrotérica fora utilizados para siular os créditos no MRE recebidos pelas usinas hidráulicas participantes. A coputação destes créditos é explicada na seção seguinte, que detalha a odelage das usinas. 4.2 Modelage das Usinas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) Confore visto no anteriorente, as PCHs pode escolher participar do MRE de aneira a itigar o risco hidrológico de sua geração física de energia. Coo a sazonalização da Garantia Física - tea central desta dissertação - é ua flexibilidade existente apenas para as usinas participantes do MRE, neste trabalho serão odeladas apenas usinas participantes do MRE. A partir dos cenários de geração hidráulica resultantes da siulação hidrotérica encionada na Seção 4.1, é possível coputar cenários de créditos de energia para as usinas hidráulicas participantes do MRE. Assi, os créditos de energia (edidos e MWh) recebidos por ua PCH qualquer i (participante do MRE) e cada ês de u cenário s resultante da

4 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 51 siulação encionada na Seção 4.1 pode ser calculados segundo a seguinte fórula 1 : G g i,,s *GFi, * h (4-1) GF HIDRO,s TOTAL Onde, - g i,,s : credito de energia (e MWh) recebido pela PCH i no ês do cenário s ; - HIDRO G,s : Energia Hidráulica Total gerada (e MWh) pelo SIN no ês do cenário s ; TOTAL - GF : Garantia Física Total (e MWh) alocada por todos os agentes hidráulicos do SIN no ês ; - GF i, : Garantia Física (e MWed) alocada pela usina hidráulica i no ês ; - h : Duração e horas do ês. Dessa aneira, para siular os créditos de energia a sere recebidos por ua PCH participante do MRE são necessários quatro conjuntos de dados: (i) Garantia Física Anual da PCH; (ii) Alocação e cada ês do ano da Garantia Física Hidráulica Total do SIN; (iii) Cenários de Geração Hidráulica Total do SIN; (iv) Decisão de alocação (e MWh) e cada ês do ano da Garantia Física da PCH (decisão de sazonalização da Garantia Física). A Garantia Física (i) da usina é u dado conhecido. Confore explicado na seção 2.2.1, a Garantia Física de ua PCH é u valor definido pela ANEEL e faz parte da autorização de operação da usina fornecida pela agência reguladora. A alocação e cada ês do ano da Garantia Física Total Hidráulica do SIN (ii) é desconhecida pelo gerador no oento que este precisa toar sua decisão de sazonalizar sua Garantia Física para o ano seguinte. No entanto, a alocação realizada no SIN no ano corrente (Figura 2-6 para o ano de 2009) é disponibilizada publicaente pela CCEE, de aneira que o gerador pode usar 1 Na realidade, a regra de alocação dos créditos de energia é u pouco ais coplicada, levando e consideração e qual Sub-Sistea do SIN a usina está localizada. Coo este efeito da separação e sub-sisteas tende a ser pequeno, nesta dissertação escolheu-se siplificar a regra.

5 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 52 esse dado coo ua aproxiação da sazonalização total a ser efetuada pelo sistea no ano seguinte. Coo o taanho de ua PCH é desprezível frente ao soatório de toda capacidade hidráulica instalada no SIN, pode-se supor que a udança na decisão deste gerador não irá afetar a sazonalização total do sistea. Os cenários de Geração Hidráulica Total do SIN (iii) fora obtidos através da siulação hidrotérica do SIN detalhada na Seção 4.1. A decisão de sazonalização da Garantia Física da PCH (iv) será ua das variáveis de decisão do odelo. A divisão da alocação e u dado ês do ano da Garantia Física Hidráulica Total do SIN pela Geração Hidráulica Total do SIN no eso ês resulta e ua grandeza adiensional geralente denoinada Fator de Ajuste da Garantia Física e representada pela sigla GSF (da expressão e inglês Generation Scaling Factor). Ou seja, analiticaente, essa grandeza GSF pode ser coputada - para cada ês do cenário siulado s - pela seguinte fórula: G GSF,s (4-2) GF HIDRO,s TOTAL O GSF pode ser interpretado coo o percentual de energia que todos os participantes do MRE estão gerara e relação ao total de sua Garantia Física. Assi, quando o GSF for enor que 100%, as usinas do MRE estão gerando enos energia do que o ontante total de sua Garantia Física. U detalhe iportante dessa odelage é que a Garantia Física Total Hidráulica é considerada u dado conhecido, confore já citado. Dessa aneira, a otiização da sazonalização da Garantia Física da PCH e questão é feita e função dessa sazonalização total inforada. A solução encontrada será ótia caso essa sazonalização total tenha o coportaento inforado. Os estudos de caso apresentados no próxio capítulo deste trabalho utilizarão esta sigla GSF para se referir a esta grandeza no calculo dos créditos de energia de PCHs participantes do MRE. Co esses dados é possível calcular para cada ês do ano e cada u dos cenários de geração hidráulica o crédito de energia que a PCH irá receber. O gráfico abaixo apresenta o coportaento no ano de 2010 do GSF calculado a partir dos cenários futuros siulados na Seção 4.1 (utilizando a configuração do PMO de Junho de 2009).

6 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA % Média Percentil 5% Percentil 95% 120% 115% 110% GSF 105% 100% 95% 90% 85% 80% Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Figura GSF resultante da siulação hidrotérica A linha cheia apresenta o GSF édio e cada u dos eses, enquanto as linhas pontilhadas apresenta o percentil de 5% (linha inferior) e de 95% (linha superior). Pode-se notar nesse gráfico alguas características da geração hidráulica: - Apesar de o GSF édio ser aior do que a Garantia Física, há e alguns eses ua probabilidade de 5% de ocorrere cenários onde os créditos de energia da PCH são enores de 93% da Garantia Física da Usina. - Os eses de Junho a Novebro copõe o período co aior risco de sub-geração (eses secos). Confore será visto a seguir, esse é exataente o período do ano quando as usinas a Bioassa de Cana de Açúcar da região Sudeste e Centro-Oeste gera energia, devido à safra de sua atéria pria Usinas à Bioassa de Cana de Açúcar A odelage da geração da Usina a Bioassa de Cana de Açúcar foi feita segundo perfil apresentado na seção Assi, a geração de energia da Usina a Bioassa e cada ês ( G ano odelada seguiu o seguinte perfil: BIO ) do

7 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 54 - Geração nula entre os eses de Dezebro e Abril que são os eses fora de safra. - Durante o período de safra de cana de açúcar (Maio a Novebro), a Usina produz energia de aneira continua a 95% de sua Potencia Instalada (P BIO ). A Figura 4-3 apresenta o perfil de geração das Usinas Bioassa utilizado nos estudos: 100% Geração de Energia da Usina - G (% Pot. Inst.) BIO 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% Garantia Física Geração de Energia da Usina 0% jan fev ar abr ai jun jul ago set out nov dez Figura 4-3 Perfil de Geração de Energia da Usina Bioassa 4.3 A odelage da Receita Operacional Líquida das usinas Co a odelage da geração de energia das usinas detalhada acia, é possível odelar a Receita Líquida na Câara de Coercialização de Energia (R CCEE ). Confore coentado na seção 2.2.3, a Receita Líquida de u Gerador (ou u coercializador) na CCEE é a receita proveniente da venda do excedente de energia ao PLD (e caso de geração alé do ontante contratado) subtraídas das copras do déficit de energia ao PLD (e caso de geração abaixo do ontante contratado).

8 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 55 Analiticaente, a Receita Líquida Anual na Câara de Coercialização de Energia proveniente do portfólio de PCHs e Bioassas pode ser representada pela seguinte fórula: R CCEE s 12 1 (GSF,s *GF PCH G BIO * P BIO E C ) * PLD,s * h (4-3) Onde, GSF,s é coputado para cada ês do ano segundo a equação (4-2), a partir de cada cenário s siulado na Seção 4.1; PCH GF é a Garantia Física Alocada (e MWed) pela PCH e cada ês do ano; BIO G é a Geração (e % da Potencia Instalada) da Usina Bioassa e cada ês do ano (de acordo co o perfil de geração apresentado na Figura 4-3); P BIO é a Potência Instalada da Usina Bioassa (e MW); C E é o ontante de energia vendida (e MWed) e cada ês do ano através de contratos de entrega de energia fire previaente assinados; PLD,s é o Preço de Liquidação de Energia (PLD) e cada ês do ano de cada cenário s siulado na Seção 4.1; h é o núero de horas de cada ês do ano. Co esses dados, é possível siular o risco de quantidade já detalhado anteriorente nesta dissertação. 4.4 A odelage das restrições As restrições do odelo tê coo objetivo siular não só as restrições regulatórias do SEB coo tabé restrições de risco por parte do investidor. Coo o odelo é baseado e prograação linear, todas as restrições construídas nele deve ser lineares Prieira restrição: Garantia Física Anual A prieira restrição diz respeito à nora regulatória de sazonalização da Garantia Física segundo a qual, o soatório das energias asseguradas alocadas e

9 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 56 cada ês do ano (e MWh) deve ser igual à Garantia Física Anual da PCH (e MWh - valor este definido pela ANEEL no oento da autorização de construção da usina) GF PCH * h GF PCH *8760 (4-4) Segunda Restrição: Liite Superior de Sazonalização Mensal Ua segunda restrição regulatória incorporada ao odelo estabelece que a Garantia Física (e MWed) alocada e cada ês do ano deve ser u valor positivo e enor ou igual à Potencia Instalada da PCH (P PCH - e MW). GF P, =1,...,12 PCH PCH (4-5) GF PCH 0, =1,...,12 (4-6) Terceira Restrição: Risco Financeiro (CVaR) A últia restrição incorporada ao odelo é o nível de risco financeiro áxio ao qual o investidor está disposto a se expor. Para isto, é necessário definir ua edida de risco de aneira a quantificar de odo probabilístico qual o ontante de risco que o agente está exposto (e desta aneira, restringi-lo). Ua edida de risco financeiro bastante utilizada na prática, principalente por Bancos e Fundos de Investiento, é o α Value at Risk (VaR α ). Desenvolvido pelo Banco JPMorgan e 1996, ede a perda financeira associada a u dado quantil (1-α) da distribuição de probabilidade dos resultados. Dessa aneira, o VaR α infora ao agente, co u grau de confiança (1-α), qual a perda áxia a qual aquele está exposto. Ua crítica recorrente ao VaR α é o fato desta edida ignorar as perdas que ocorre à esquerda do quantil (1-α). A Figura 4-4 abaixo exeplifica u caso hipotético onde esta crítica se aplica. A figura apresenta duas distribuições de

10 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 57 probabilidade da Renda Líquida (R) de ua epresa, resultantes de duas possíveis decisões (A e B) toadas por ela. p (R) (1-α) α A B VaR α (A) = VaR α (B) Renda Líquida (R) Figura Coparação de duas distribuições co diferentes curtoses. Coo se pode observar na figura acia, a distribuição relativa à decisão A possui enor profundidade e sua cauda inferior enquanto a distribuição referente à decisão B apresenta possibilidades de eventos de renda extreaente negativas. Neste exeplo, abas as distribuições apresenta o eso Value-atrisk de α%, ou seja, co probabilidade de α% a renda líquida nos dois casos será superior ao valor VaR α (A) = VaR α (B). Poré, a distribuição B apresenta claraente u aior valor esperado que A. Desta fora, u odelo co o objetivo de axiizar o valor esperado co ua restrição de risco liitando o VaR α, apontaria a opção B coo solução ótia entre a duas decisões apresentadas. No entanto, pode-se arguentar que os eventos extreos da distribuição B poderia levar a epresa à falência e, logo, a decisão B seria ais arriscada do que A devendo ser, dessa aneira, descartada. Adicionalente, outra crítica feita ao uso do VaR α no terreno da otiização linear estocástica é o fato de que a construção de restrições co esta edida proporciona u grande auento de coplexidade do problea, requerendo, e alguns casos, a inclusão de variáveis inteiras.

11 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 58 Por fi, o uso do VaR α tabé é criticado pelo fato deste não atender às características aceitas de ua edida de risco coerente, podendo sua utilização coo edida de risco levar a resultados e erros paradoxais, confore apontado e [25]. Tendo e vista estas criticas à edida VaR α, escolheu-se nesta dissertação utilizar a edida Conditional Value at Risk (CVaR α ). Tabé conhecido coo Expected Shortfall (ES), Tail VaR ou Expected Excess Loss, o CVaR α de ua variável aleatória Y é definido coo o valor esperado de Y dado que este é enor do que VaR α (Y). Analiticaente, podeos representá-lo da seguinte aneira: CVaR α (Y) = E[Y Y VaR α (Y)] Dessa aneira, o CVaR α diferencia distribuições co profundidades de perdas desiguais. Essa característica, que - confore discutido acia é ua das principais críticas atribuídas à edida VaR α, pode ser observada na Figura 4-5 abaixo, que utiliza o eso exeplo gráfico já apresentado na Figura 4-4. p (R) B (1-α) α A CVaR α (A) CVaR α (B) VaR α (A) = VaR α (B) Renda Líquida (R) Figura Coparação do CVaR das duas distribuições anteriores Abas as distribuições (A e B) possue eso valor de VaR α. No entanto, o valor esperado dos (1-α)% piores eventos de Receita Líquida é consideravelente enor e B do que e A. E outras palavras, o CVaR α (B) é consideravelente enor do que CVaR α (A). Assi, u odelo co o objetivo

12 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 59 de axiizar o valor esperado co ua restrição de risco liitando o CVaR α para u valor aior CVaR α (B), escolheria a decisão A coo ótia, ao contrário de u odelo co ua restrição de risco baseada no VaR α (confore visto anteriorente). Inicialente, o CVaR α era calculado coo u sub-produto do calculo do VaR α, sendo, conseqüenteente, dependente da ipleentação deste últio e probleas de otiização. Posteriorente, após o trabalho publicado por R. T. Rockafellar [24], o CVaR α passou a ser forulado coo u problea de otiização de valor esperado sujeito a restrições lineares (graças às características de sua forulação ateática), ipulsionando sua utilização frente às deais edidas de risco. O Anexo B descreve a forulação original do CVaR α através de restrições lineares apresentado e [24]. Dessa aneira, seja R(x, ) a função da Renda Líquida do investidor que depende de u vetor de decisões x e de u parâetro que odele as incertezas (vetor aleatório). Assi se consideraros os cenários e probabilidades {R s (x), p s } s=1,...,s que caracteriza a distribuição discreta de R(x, ), as restrições de risco financeiro incorporadas no odelo pode ser representadas da seguinte aneira (utilizando a forulação de CVaR α apresentada e [24]): a S s u.p (4-7) s s 1 1 u s 0, s=1,..,s (4-8) u s R s (x) a, s=1,..,s (4-9) onde é o liite inferior do CVaR α e a é ua variável auxiliar irrestrita necessária para coputação do CVaR α. 4.5 A função objetivo Confore será detalhado no próxio capítulo, a função objetivo do problea de otiização variou de acordo co o caso e estudo. Coo será visto, e alguns deles a função objetivo foi axiizar o valor esperado da Receita

13 EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 60 Liquida na CCEE. E outros casos, escolheu-se iniizar a Potência Instalada da usina e questão. Essas escolhas serão detalhadas no próxio capítulo, onde serão apresentados os estudos de caso. Vale ressaltar que outras funções objetivo poderia ser utilizadas alé daquelas apresentadas nesta dissertação.

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica Índice de Custo Benefício (ICB) de Epreendientos de Geração Terelétrica Metodologia de Cálculo Coordenação Geral Maurício Tiono Tolasqui José Carlos de Miranda Farias Equipe Técnica Danielle Bueno de Andrade

Leia mais

2 Características do Sistema Interligado Nacional

2 Características do Sistema Interligado Nacional 2 Características do Sistema Interligado Nacional O Sistema Elétrico Brasileiro (SEB) evoluiu bastante ao longo do tempo em termos de complexidade e, consequentemente, necessitando de um melhor planejamento

Leia mais

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil 2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil Inicialente, vai se expor de ua fora uita sucinta coo é criado o preço spot de energia elétrica do Brasil, ais especificaente, o CMO (Custo Marginal de Operação).

Leia mais

UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA PARA COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA DE GERADORES HIDRELÉTRICOS E EÓLICOS POR CONSUMIDORES LIVRES

UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA PARA COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA DE GERADORES HIDRELÉTRICOS E EÓLICOS POR CONSUMIDORES LIVRES UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA PARA COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA DE GERADORES HIDRELÉTRICOS E EÓLICOS POR CONSUMIDORES LIVRES George Martins Silva Universidade Estadual do Ceará - UECE Av. Dr. Silas Munguba,

Leia mais

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash.

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash. Teoria dos Jogos. Introdução A Teoria dos Jogos é devida principalente aos trabalhos desenvolvidos por von Neuann e John Nash. John von Neuann (*90, Budapeste, Hungria; 957, Washington, Estados Unidos).

Leia mais

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica Índice de Custo Benefício (ICB) de Epreendientos de Geração Terelétrica Metodologia de Cálculo Leilões de Copra de Energia Elétrica Proveniente de Novos Epreendientos de Geração Ministério de Minas e Energia

Leia mais

Riscos e Garantias para a Comercialização de Energia de PCHs Encontro Nacional de Operadores e Investidores em Pequenas Centrais Hidrelétricas

Riscos e Garantias para a Comercialização de Energia de PCHs Encontro Nacional de Operadores e Investidores em Pequenas Centrais Hidrelétricas Riscos e Garantias para a Comercialização de Energia de PCHs Encontro Nacional de Operadores e Investidores em Pequenas Centrais Hidrelétricas Luciano Macedo Freire Conselho de Administração 07 de abril

Leia mais

Resultados. 2T14 Junho, 2014

Resultados. 2T14 Junho, 2014 Resultados Junho, 2014 Destaques Operacional & Comercial Rebaixamento da garantia física de 6,2%, em linha com as projeções da Companhia Comercialização de ~100 MWm com prazo e preço médios de 4,5 anos

Leia mais

Resultados 2014 Fevereiro, 2015

Resultados 2014 Fevereiro, 2015 Resultados Fevereiro, 2015 Destaques do e Afluência na região SE/CO em de 69% da MLT 1 (vs. 102% em ) Hidrologia Nível de reservatórios das usinas da AES Tietê encerraram em 34,7% vs. 51,1% em Rebaixamento

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Departaento de Engenaria Elétrica AVALIAÇÃO DO MODELO DE TANSFOMADOES EM FUNÇÃO DA FEQUÊNCIA Por Alexandre de Castro Moleta Orientador: Prof.Dr. Marco Aurélio

Leia mais

Programa Energia Transparente

Programa Energia Transparente Programa Energia Transparente Monitoramento Permanente dos Cenários de Oferta e do Risco de Racionamento 9ª Edição Dezembro de 2013 Conclusões Principais 9ª Edição do Programa Energia Transparente Esta

Leia mais

www.ccee.org.br Nº 011 Novembro/2014 0800 10 00 08 Nº de usinas

www.ccee.org.br Nº 011 Novembro/2014 0800 10 00 08 Nº de usinas Introdução O Boletim de Operação das Usinas é uma publicação mensal que apresenta os principais resultados consolidados de capacidade, garantia física e geração das usinas, tendo como referência a contabilização

Leia mais

Perspectivas do Suprimento de Energia Elétrica. Manoel Arlindo Zaroni Torres Diretor-Presidente

Perspectivas do Suprimento de Energia Elétrica. Manoel Arlindo Zaroni Torres Diretor-Presidente Perspectivas do Suprimento de Energia Elétrica Manoel Arlindo Zaroni Torres Diretor-Presidente UHE Itá - Novembro de 2007 1 Aviso Importante Este material pode incluir declarações que representem expectativas

Leia mais

4 Análise de Risco no Mercado de Energia Elétrica 4.1. Introdução

4 Análise de Risco no Mercado de Energia Elétrica 4.1. Introdução 4 Análise de Risco no Mercado de Energia Elétrica 4.1. Introdução Nos capítulos anteriores, procurou-se descrever os mercados de eletricidade e a formação do preço spot de energia. No presente capítulo

Leia mais

Resultados 1T15 Maio, 2015

Resultados 1T15 Maio, 2015 Resultados Maio, 2015 Destaques Afluência no SIN no de 62% da MLT 1 (vs. 64% no ) Hidrologia Nível de reservatórios do SIN encerraram em 30,1% vs. 40,5% em Rebaixamento médio do MRE de 20,7% no vs. 3,9%

Leia mais

COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA NO MERCADO LIVRE

COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA NO MERCADO LIVRE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA NO MERCADO LIVRE AGENDA CARACTERISTICAS CONSUMIDOR LIVRE ESPECIAL; CUSTO DE OPORTUNIDADE ENTRE MERCADO LIVRE E MERCADO CATIVO; ESTUDOS DE CASO; HISTÓRICO E VOLATILIDADE DOS PREÇOS

Leia mais

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica Aula 6 Prieira Lei da Terodinâica 1. Introdução Coo vios na aula anterior, o calor e o trabalho são foras equivalentes de transferência de energia para dentro ou para fora do sistea. 2. A Energia interna

Leia mais

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina Departaento de Engenharia Mecânica Rao de Terodinâica e fluidos Gestão da Energia Estudo da viabilidade econóica da ipleentação de ua icroturbina Coordenação do trabalho: Professor Fausto Freire André

Leia mais

5 Avaliação da Conversão de uma Termelétrica para Bicombustível

5 Avaliação da Conversão de uma Termelétrica para Bicombustível 5 Avaliação da Conversão de uma Termelétrica para Bicombustível 5.1 Introdução A idéia principal deste capítulo é apresentar a avaliação econômica da conversão de uma usina termelétrica a Gás Natural,

Leia mais

5 Controle de Tensão através de Transformador com Tap Variável no Problema de Fluxo de Potência

5 Controle de Tensão através de Transformador com Tap Variável no Problema de Fluxo de Potência 5 Controle de Tensão através de Transforador co Tap Variável no Problea de Fluxo de Potência 5.1 Introdução E sisteas elétricos de potência, os ódulos das tensões sofre grande influência das variações

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica inistério de inas e Energia Consultoria Jurídica PORTARIA N o 319, DE 26 DE SETEBRO DE 2008. Estabelece o procediento de aprovação dos projetos de geração, transissão e distribuição de energia elétrica

Leia mais

PENALIDADES POR INSUFICIÊNCIAS DE LASTROS PARA CONSUMO VENDA DE ENERGIA E VENDA DE POTÊNCIA PENALIDADES LC INSUFICIÊNCIA DE COBERTURA DE CONSUMO

PENALIDADES POR INSUFICIÊNCIAS DE LASTROS PARA CONSUMO VENDA DE ENERGIA E VENDA DE POTÊNCIA PENALIDADES LC INSUFICIÊNCIA DE COBERTURA DE CONSUMO PENALIDADES POR INSUFICIÊNCIAS DE LASTROS PARA CONSUMO VENDA DE ENERGIA E VENDA DE POTÊNCIA PENALIDADES LC INSUFICIÊNCIA DE COBERTURA DE CONSUMO PENALIDADES GARANTIA FÍSICA (GF) INSUFICIÊNCIA DE LASTRO

Leia mais

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER Pesquisa Operacional na Sociedade: Educação, Meio Aente e Desenvolviento 2 a 5/09/06 Goiânia, GO UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER E. Vendraini Universidade Estadual

Leia mais

Aspectos Regulatórios e de Mercado. Março de 2010

Aspectos Regulatórios e de Mercado. Março de 2010 Aspectos Regulatórios e de Mercado Março de 21 Mercado de Energia no Brasil 2 Marco Regulatório Atual Geradores Competição entre geradores (estatais e privados) Todos os geradores podem vender eletricidade

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GEC 8 14 a 17 Outubro de 27 Rio de Janeiro - RJ GRUPO VI GRUPO DE ESTUDO DE COMERCIALIZAÇÃO, ECONOMIA E REGULAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

Leia mais

4º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico - ENASE 2007

4º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico - ENASE 2007 4º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico - ENASE 2007 O Papel da Hidreletricidade no Equilíbrio da Oferta com a Demanda, no Horizonte do Plano Decenal Flávio Antônio Neiva Presidente da ABRAGE

Leia mais

PENALIDADES POR INSUFICIÊNCIAS DE LASTROS PARA CONSUMO VENDA DE ENERGIA E VENDA DE POTÊNCIA PENALIDADES LC INSUFICIÊNCIA DE COBERTURA DE CONSUMO

PENALIDADES POR INSUFICIÊNCIAS DE LASTROS PARA CONSUMO VENDA DE ENERGIA E VENDA DE POTÊNCIA PENALIDADES LC INSUFICIÊNCIA DE COBERTURA DE CONSUMO PENALIDADES POR INSUFICIÊNCIAS DE LASTROS PARA CONSUMO VENDA DE ENERGIA E VENDA DE POTÊNCIA PENALIDADES LC INSUFICIÊNCIA DE COBERTURA DE CONSUMO PENALIDADES GARANTIA FÍSICA (GF) INSUFICIÊNCIA DE LASTRO

Leia mais

Uma Contribuição à Avaliação de Contratos Bilaterais de Suprimento de Energia Elétrica

Uma Contribuição à Avaliação de Contratos Bilaterais de Suprimento de Energia Elétrica Dissertação de Mestrado Ua Contribuição à Avaliação de Contratos Bilaterais de Supriento de Energia Elétrica Daniel Marrocos Caposilvan Itajubá, junho de 2003 Dissertação de Mestrado Ua Contribuição à

Leia mais

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros.

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Ensino Fundaental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Autoria: Jaie Crozatti Resuo: Para contribuir co a discussão da gestão de políticas públicas

Leia mais

4.2-Setor da Construção apresenta ao Governo proposta para resolver a questão do déficit habitacional.

4.2-Setor da Construção apresenta ao Governo proposta para resolver a questão do déficit habitacional. BOLETIM ECONÔMICO NOVEMBRO/07 Suário 1.Conjuntura: No ês de outubro, IPCA e INPC auenta, IGPM recua e INCC é o eso do ês anterior. IPCA cheio de outubro (0,30%) é superior ao de setebro (0,18%). As aiores

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

Seminário Internacional Portugal Brasil Visão Geral das Operações da CCEE. Luiz Eduardo Barata Ferreira Presidente do Conselho de Administração

Seminário Internacional Portugal Brasil Visão Geral das Operações da CCEE. Luiz Eduardo Barata Ferreira Presidente do Conselho de Administração Seminário Internacional Portugal Brasil Visão Geral das Operações da CCEE Luiz Eduardo Barata Ferreira Presidente do Conselho de Administração Fevereiro de 2012 Visão Geral das Operações da CCEE Mercado

Leia mais

EFEITO DAS CURVAS DE AVERSÃO SOBRE A OPERAÇÃO DO SISTEMA INTERLIGADO BRASILEIRO. Relatório Final(Versão 2)

EFEITO DAS CURVAS DE AVERSÃO SOBRE A OPERAÇÃO DO SISTEMA INTERLIGADO BRASILEIRO. Relatório Final(Versão 2) EFEITO DAS CURVAS DE AVERSÃO SOBRE A OPERAÇÃO DO SISTEMA INTERLIGADO BRASILEIRO Relatório Final(Versão 2) Preparado para DUKE ENERGY Preparado por MERCADOS DE ENERGIA/PSR Janeiro 24 ÍNDICE 1 OBJETIVO...

Leia mais

Moderador: Prof. Dr. Dorel Soares Ramos / Escola Politécnica da USP

Moderador: Prof. Dr. Dorel Soares Ramos / Escola Politécnica da USP Mesa Redonda 1: Modelo de Planejamento Energético PL Dual Estocástico e a definição de Preços de Mercado num Sistema Elétrico cuja Matriz Energética Nacional caminha fortemente para a diversificação Moderador:

Leia mais

Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004

Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004 Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004 Período 2004/2008 INFORME TÉCNICO PREPARADO POR: Departamento de Estudos Energéticos e Mercado, da Eletrobrás

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

Mecanismo de Realocação de Energia. Versão 2013.1.0

Mecanismo de Realocação de Energia. Versão 2013.1.0 Mecanismo de Realocação de Energia ÍNDICE MECANISMO DE REALOCAÇÃO DE ENERGIA 4 1. Introdução 4 1.1. Lista de Termos 6 1.2. Conceitos Básicos 7 2. Detalhamento das Etapas do Mecanismo de Realocação de Energia

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015

SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015 SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015 Indústria espera que as exportações cresçam no primeiro semestre de 2016 A Sondagem industrial, realizada junto a 154 indústrias catarinenses no mês de dezembro, mostrou

Leia mais

LEILÕES DE ENERGIA NOVA A-5 e A-3/2007 DÚVIDAS FREQÜENTES

LEILÕES DE ENERGIA NOVA A-5 e A-3/2007 DÚVIDAS FREQÜENTES LEILÕES DE ENERGIA NOVA A-5 e A-3/2007 DÚVIDAS FREQÜENTES GERAÇÃO: 1) Uma usina à biomassa de bagaço de cana que já tenha vendido nos leilões de energia nova anteriores e que pretenda modificar seu projeto

Leia mais

AES TIETÊ DAY. 17 de junho de 2011

AES TIETÊ DAY. 17 de junho de 2011 AES TIETÊ DAY 17 de junho de 2011 Manutenção e Modernização Manutenção e modernização do parque gerador Objetivos Assegurar a capacidade de geração de energia e a continuidade das operações Cumprir as

Leia mais

Modelagem e Simulação de um Sistema de Comunicação Digital via Laço Digital de Assinante no Ambiente SIMOO

Modelagem e Simulação de um Sistema de Comunicação Digital via Laço Digital de Assinante no Ambiente SIMOO Modelage e Siulação de u Sistea de Counicação Digital via Laço Digital de Assinante no Abiente SIMOO Luciano Agostini 1 Gaspar Steer 2 Tatiane Capos 3 agostini@inf.ufrgs.br gaspar@inf.ufrgs.br tatiane@inf.ufrgs.br

Leia mais

A inserção da Biomassa no Setor Elétrico: avanços e oportunidades

A inserção da Biomassa no Setor Elétrico: avanços e oportunidades A inserção da Biomassa no Setor Elétrico: avanços e oportunidades Celso Zanatto Jr, Diretor, Crystalsev Bioenergia, SP, Brasil Energy Trading Brasil 2009, Sao Paulo, Brazil Oferta Interna de Energia Brasil

Leia mais

Diretoria de Planejamento Energético

Diretoria de Planejamento Energético Conceitos e Práticas São Paulo, 9 de Fevereiro de 2009. Objetivos 1 Apresentar alguns conceitos fundamentais referentes ao Mercado de Energia Elétrica Brasileiro. 2 Apresentar a atuação da Diretoria de

Leia mais

Características da Expansão Hidroelétrica e a Necessidade de Implementação de Geração Complementar

Características da Expansão Hidroelétrica e a Necessidade de Implementação de Geração Complementar Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados Características da Expansão Hidroelétrica e a Necessidade de Implementação de Geração Complementar Prof. Nivalde J. de Castro Pesquisador

Leia mais

Estruturas de Betão Armado II 10 Lajes Fungiformes Análise Estrutural

Estruturas de Betão Armado II 10 Lajes Fungiformes Análise Estrutural Estruturas de Betão Arado II 10 Lajes Fungifores Análise Estrutural A. P. Raos Out. 006 1 10 Lajes Fungifores Análise Estrutural Breve Introdução Histórica pbl 1907 Turner & Eddy M (???) 50 1914 Nichols

Leia mais

ÍNDICE. 1 Definições Gerais... 3. 1.1 Objetivo... 3 1.2 Fluxo das Regras de Comercialização... 4. 2 Alocação do Excedente Financeiro (EF)...

ÍNDICE. 1 Definições Gerais... 3. 1.1 Objetivo... 3 1.2 Fluxo das Regras de Comercialização... 4. 2 Alocação do Excedente Financeiro (EF)... ALOCAÇÃO DO EXCEDENTE FINANCEIRO (EF) ALÍVIO DAS EXPOSIÇÕES FINANCEIRAS DE CCEARs (EC) Versão 2010 Resolução Norativa ANEEL n 385/2009 1 ÍNDICE 1 Definições Gerais... 3 1.1 Objetivo... 3 1.2 Fluxo das

Leia mais

Resultados 4T12. Fevereiro, 2013

Resultados 4T12. Fevereiro, 2013 Resultados 4T12 Fevereiro, 2013 Principais destaques de 2012 Operacional Geração de energia 27% superior à garantia física e 3% acima da registrada em 2011 - Exposição ao mercado spot de 4,4% de setembro

Leia mais

TEORIA ELETRÔNICA DA MAGNETIZAÇÃO

TEORIA ELETRÔNICA DA MAGNETIZAÇÃO 113 17 TEORA ELETRÔNCA DA MANETZAÇÃO Sabeos que ua corrente elétrica passando por u condutor dá orige a u capo agnético e torno deste. A este capo daos o noe de capo eletro-agnético, para denotar a sua

Leia mais

06 a 10 de Outubro de 2008 Olinda - PE

06 a 10 de Outubro de 2008 Olinda - PE 06 a 10 de Outubro de 2008 Olinda - PE Nome do Trabalho Técnico Previsão do mercado faturado mensal a partir da carga diária de uma distribuidora de energia elétrica Laucides Damasceno Almeida Márcio Berbert

Leia mais

METODOLOGIA DE PRECIFICAÇÃO DE ESQUEMAS DE HEDGE PARA UMA CARTEIRA DE USINAS

METODOLOGIA DE PRECIFICAÇÃO DE ESQUEMAS DE HEDGE PARA UMA CARTEIRA DE USINAS SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GAE-14 19 a 24 Outubro de 2003 Uberlândia - Minas Gerais GRUPO VI GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS EMPRESARIAIS - GAE METODOLOGIA DE PRECIFICAÇÃO

Leia mais

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016 Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado do Paraná Safra 2016/2017 Mar/16 0,6048 0,6048 0,6048 66,04 73,77 Abr 0,6232 0,6232 0,5927 64,72 72,29 Mai 0,5585 0,5878 0,5868

Leia mais

III SEMINÁRIO MERCADOS DE ELETRICIDADE E GÁS NATURAL

III SEMINÁRIO MERCADOS DE ELETRICIDADE E GÁS NATURAL III SEMINÁRIO MERCADOS DE ELETRICIDADE E GÁS NATURAL Tema central Investimento, risco e regulação Seção B. A Indústria Investimento em energias renováveis no Brasil. A oportunidade da energia eólica Amilcar

Leia mais

III Assembleia de Cotistas FIP BB Votorantim Energia Sustentável I, II e III

III Assembleia de Cotistas FIP BB Votorantim Energia Sustentável I, II e III III Assembleia de Cotistas FIP BB Votorantim Energia Sustentável I, II e III Aprovação de contas - 2013 [PUBLICO] Agenda Aprovação de Contas Estrutura do Fundo Mercado de Energia (2012-2014) Status - FIP-IE

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA APURAÇÃO DOS DADOS NECESSÁRIOS A CONTABILIZAÇÃO E FATURAMENTO DA ENERGIA EXPORTADA PARA A ARGENTINA E O URUGUAI.

PROCEDIMENTOS PARA APURAÇÃO DOS DADOS NECESSÁRIOS A CONTABILIZAÇÃO E FATURAMENTO DA ENERGIA EXPORTADA PARA A ARGENTINA E O URUGUAI. PROCEDIMENTOS PARA APURAÇÃO DOS DADOS NECESSÁRIOS A CONTABILIZAÇÃO E FATURAMENTO DA ENERGIA EXPORTADA PARA A ARGENTINA E O URUGUAI. 1 Sumário Conteúdo 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 4 3. PREMISSAS OPERACIONAIS...

Leia mais

APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS: PROBLEMA DO PARAQUEDISTA EM QUEDA LIVRE

APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS: PROBLEMA DO PARAQUEDISTA EM QUEDA LIVRE APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS: PROBLEMA DO PARAQUEDISTA EM QUEDA LIVRE Tatiana Turina Kozaa 1 Graziela Marchi Tiago E diversas áreas coo engenharia, física, entre outras, uitas de suas aplicações

Leia mais

Perspectivas da Contratação de Energia no Mercado Livre

Perspectivas da Contratação de Energia no Mercado Livre Perspectivas da Contratação de Energia no Mercado Livre 19 de Agosto de 2008 ABRACEEL www.abraceel.com.br Venda de Energia Leilão de Energia de Reserva Mercado Livre de Fontes Incentivadas CCEE O Papel

Leia mais

SEGURO SIMPLES ESTÁVEL RENTÁVEL ALTA LIQUIDEZ

SEGURO SIMPLES ESTÁVEL RENTÁVEL ALTA LIQUIDEZ Slide 1 INVESTIMENTO SEGURO SIMPLES ESTÁVEL RENTÁVEL ALTA LIQUIDEZ Iniciar O objetivo da apresentação é demonstrar que o investimento em PCH s é uma oportunidade muito interessante de negócio. A primeira

Leia mais

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções.

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções. Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano Docuento de apoio Módulo Q 2 Soluções. 1. Dispersões 1.1. Disperso e dispersante Dispersão Ua dispersão é ua istura de duas ou ais substâncias,

Leia mais

Análise dos Riscos de uma Distribuidora Associados à Compra. e Venda de Energia no Novo Modelo do Setor Elétrico

Análise dos Riscos de uma Distribuidora Associados à Compra. e Venda de Energia no Novo Modelo do Setor Elétrico Marco Aurélio Lenzi Castro 1 Fernando Monteiro de Figueiredo 2 Ivan Marques de Toledo Camargo 3 Palavras chave: Análise de Risco, Novo Modelo e Simulação de Monte Carlo. Resumo Com a publicação das Leis

Leia mais

3.3. O Ensaio de Tração

3.3. O Ensaio de Tração Capítulo 3 - Resistência dos Materiais 3.1. Definição Resistência dos Materiais é u rao da Mecânica plicada que estuda o coportaento dos sólidos quando estão sujeitos a diferentes tipos de carregaento.

Leia mais

ANÁLISE MULTIVARIADA PARA O CONTROLE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRU

ANÁLISE MULTIVARIADA PARA O CONTROLE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRU V ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO ANÁLIE MULTIVARIADA PARA O CONTROLE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRU Jeniffer Fonseca Zanitt (UFJ) jzanitt@gail.co Daniela Carine Raires de Oliveira

Leia mais

Perspectivas para o Mercado de Energia Elétrica

Perspectivas para o Mercado de Energia Elétrica Perspectivas para o Mercado de Energia Elétrica Tractebel Energia GDF SUEZ - todos os direitos reservados São Paulo, 04 de Abril de 2013 1 Tractebel Energia 2 Tractebel Energia: Portfólio Balanceado de

Leia mais

1. A biomassa como energia complementar à hidroeletricidade

1. A biomassa como energia complementar à hidroeletricidade Artigo por: Suani T Coelho, Javier Escobar Como implementar a Biomassa na Matriz Energética Brasileira? 1. A biomassa como energia complementar à hidroeletricidade O tema das energias renováveis na matriz

Leia mais

Seminário Crise Energética e Desenvolvimento

Seminário Crise Energética e Desenvolvimento Seminário Crise Energética e Desenvolvimento Painel 2 - Desafios técnicos e socioeconômicos da oferta de energia Flávio Antônio Neiva Presidente da ABRAGE Porto Alegre, 18 de junho de 2015 * Associadas

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DAS COMPANHIAS AÉREAS BRASILEIRAS COM UMA VARIAÇÃO DO MODELO DE LI E REEVES

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DAS COMPANHIAS AÉREAS BRASILEIRAS COM UMA VARIAÇÃO DO MODELO DE LI E REEVES AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DAS COMPANHIAS AÉREAS BRASILEIRAS COM UMA VARIAÇÃO DO MODELO DE LI E REEVES Juliana Quintanilha da Silveira Eliane Ribeiro Pereira 2 Teresa Cristina Vilardo Doingues Correia João

Leia mais

Impactos da Polí.ca de Preços de Eletricidade e Derivados. Luciano Losekann

Impactos da Polí.ca de Preços de Eletricidade e Derivados. Luciano Losekann Impactos da Polí.ca de Preços de Eletricidade e Derivados Luciano Losekann Introdução Úl$mos três anos foram marcados pela u$lização dos preços de energia para controlar a inflação. Derivados de Petróleo

Leia mais

Exportação de Energia..republi

Exportação de Energia..republi Exportação de Energia.republi Exportação de Energia Argentina e Uruguai GCTL Coordenação de Contabilização Atualizado em Junho/2013 1 Exportação de Energia INTRODUÇÃO A República da Argentina, por meio

Leia mais

INCORPORAÇÃO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS POSITIVOS RELACIONADOS AOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA NOS ESTUDOS DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO

INCORPORAÇÃO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS POSITIVOS RELACIONADOS AOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA NOS ESTUDOS DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO INCORPORAÇÃO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS POSITIVOS RELACIONADOS AOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA NOS ESTUDOS DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO Katia Cristina Gacia 1 ; Jorge M. Daázio; Silvia Helena Pires; Denise

Leia mais

Bioeletricidade >> Energia Positiva para o Desenvolvimento Sustentável. Tecnologia => disponível com eficiência crescente

Bioeletricidade >> Energia Positiva para o Desenvolvimento Sustentável. Tecnologia => disponível com eficiência crescente Cana de Açúcar => oferta crescente matéria prima energética Bagaço + Palha => disponibilidade existente e assegurada Bioeletricidade >> Energia Positiva para o Desenvolvimento Sustentável Tecnologia =>

Leia mais

Componentes de um sistema de realidade virtual

Componentes de um sistema de realidade virtual p prograação Coponentes de u sistea de realidade virtual Neste artigo apresenta-se a idéia de u projeto que perite a siulação de u passeio ciclístico utilizando a realidade virtual. Os sentidos do ciclista

Leia mais

Ass.: Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação BNDES Prosoft - Comercialização

Ass.: Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação BNDES Prosoft - Comercialização Classificação: Docuento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR Nº 20/203-BNDES Rio de Janeiro, 7 de aio de 203 Ref.: Produto BNDES Autoático Ass.: Prograa BNDES para o Desenvolviento da Indústria Nacional

Leia mais

- Gestão Financeira 1 -

- Gestão Financeira 1 - 1 Cap 2 - Administração do Capital de Giro 2.1 Introdução 2.2 O capital circulante e capital circulante líquido 2.3 Políticas de gerenciamento do capital circulante 2.4 Capital de Giro Próprio 2.5 Capital

Leia mais

No atual modelo, os contratos bilaterais

No atual modelo, os contratos bilaterais A comercialização de energia elétrica no Brasil Dilcemar de Paiva Mendes* Aenergia elétrica pode ser comercializada por intermédio de contratos de compra e venda ou no mercado de balcão (também chamado

Leia mais

INTERESSADAS: Distribuidoras, Geradores, Comercializadores e Consumidores Livres.

INTERESSADAS: Distribuidoras, Geradores, Comercializadores e Consumidores Livres. VOTO PROCESSO: 48500.006210/2014-19. INTERESSADAS: Distribuidoras, Geradores, Comercializadores e Consumidores Livres. RELATOR: Diretor Tiago de Barros Correia RESPONSÁVEL: Superintendência de Regulação

Leia mais

INFORME TÉCNICO Data: 04/07/2006

INFORME TÉCNICO Data: 04/07/2006 Este Informe Técnico se destina a registrar esclarecimentos para o cadastramento, com fins de obtenção de habilitação técnica para participação do Leilão de Novos Empreendimentos A-5/2006, e cálculo da

Leia mais

Um Novo Sistema de Rastreamento de Pacotes IP contra Ataques de Negação de Serviço

Um Novo Sistema de Rastreamento de Pacotes IP contra Ataques de Negação de Serviço U Novo Sistea de Rastreaento de Pacotes IP contra Ataques de Negação de Serviço Rafael P. Laufer, Pedro B. Velloso 2 e Otto Carlos M. B. Duarte Grupo de Teleinforática e Autoação Universidade Federal do

Leia mais

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+ CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA

Leia mais

Impactos e Adaptações do Mercado para. Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica

Impactos e Adaptações do Mercado para. Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica Impactos e Adaptações do Mercado para Implantação da Portaria MME 455/2012 Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica Agenda Objetivos gerais

Leia mais

27 de abril de 2016. Coletiva de imprensa ESTIMATIVA SAFRA 2016/2017

27 de abril de 2016. Coletiva de imprensa ESTIMATIVA SAFRA 2016/2017 27 de abril de 2016 Coletiva de imprensa ESTIMATIVA SAFRA 2016/2017 ROTEIRO I. Considerações sobre a atual situação do setor sucroenergético II. Bioeletricidade III. Condições climáticas e agronômicas

Leia mais

Clique para adicionar um título. Setor Elétrico Brasileiro: Cenário atual e perspectivas

Clique para adicionar um título. Setor Elétrico Brasileiro: Cenário atual e perspectivas Clique para adicionar um título Setor Elétrico Brasileiro: Cenário atual e perspectivas Clique Agendapara adicionar um título O Atual Modelo de Comercialização A MP 579 e a Lei 12.783 O Risco de suprimento

Leia mais

O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE. Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios

O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE. Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios 1 O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios ESTRUTURA SETORIAL CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO 3 PRINCIPAIS

Leia mais

Aula 4. Inferência para duas populações.

Aula 4. Inferência para duas populações. Aula 4. Inferência para duas populações. Teos duas aostras independentes de duas populações P e P : população P aostra x, x,..., x n população P aostra y, y,..., y Observação: taanho de aostras pode ser

Leia mais

Incorporando os efeitos da complementaridade Hidro-Eólica na formação do Portfólio de Empresas Geradoras de Energia Elétrica

Incorporando os efeitos da complementaridade Hidro-Eólica na formação do Portfólio de Empresas Geradoras de Energia Elétrica XII SEPOPE 20 a 23 de Maio 2012 May 20 th to 23 rd 2012 RIO DE JANEIRO (RJ) - BRASIL XII SIMPÓSIO DE ESPECIALISTAS EM PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO ELÉTRICA XII SYMPOSIUM OF SPECIALISTS IN ELECTRIC

Leia mais

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição Revisão 05 07/2015 NORMA ND.22 ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia, Planejaento e Operação Rua

Leia mais

COMPOSTAGEM. INFLUENCIA NA TEORIA ZERI, NA SUSTENTABILIDADE GLOBAL E NA REDUÇÃO DA POLUIÇÃO URBANA

COMPOSTAGEM. INFLUENCIA NA TEORIA ZERI, NA SUSTENTABILIDADE GLOBAL E NA REDUÇÃO DA POLUIÇÃO URBANA COMPOSTAGEM. INFLUENCIA NA TEORIA ZERI, NA SUSTENTABILIDADE GLOBAL E NA REDUÇÃO DA POLUIÇÃO URBANA Jorge Orlando Cuéllar Noguera Doutorando e Gestão abiental - UFSC -c.p. 5074 CEP 97110-970 Santa Maria

Leia mais

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino MÓDULO DE WEIBULL F. Jorge Lino Departaento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal, Telf. 22508704/42,

Leia mais

AS OPORTUNIDADES E OS PRODUTOS DO MERCADO LIVRE. Felipe Barroso

AS OPORTUNIDADES E OS PRODUTOS DO MERCADO LIVRE. Felipe Barroso AS OPORTUNIDADES E OS PRODUTOS DO MERCADO LIVRE Felipe Barroso AGENDA CARACTERÍSTICAS DO MERCADO LIVRE ESPECIAL MONITORAMENTO DAS VARIÁVEIS DE FORMAÇÃO DOS PREÇOS APETITE AO RISCO EXPECTATIVA DE PREÇOS

Leia mais

INTENÇÃO DE CONSUMO DAS FAMÍLIAS - ICF

INTENÇÃO DE CONSUMO DAS FAMÍLIAS - ICF INTENÇÃO DE CONSUMO DAS FAMÍLIAS - ICF Goiânia GO Janeiro 2010 SUMÁRIO Tabela 1 - Síntese dos Resultados 3 Tabela 2 - Variações percentuais sobre o mês anterior 3 Análise dos Resultados 4 Tabela 3 - Intenção

Leia mais

2007.2. Como o Pensamento Sistêmico pode Influenciar o Gerenciamento de Projetos

2007.2. Como o Pensamento Sistêmico pode Influenciar o Gerenciamento de Projetos UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - UFPE CENTRO DE INFORMÁTICA CIN GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 2007.2 Coo o Pensaento Sistêico pode Influenciar o Gerenciaento de Projetos TRABALHO DE GRADUAÇÃO

Leia mais

Capítulo 14. Fluidos

Capítulo 14. Fluidos Capítulo 4 luidos Capítulo 4 - luidos O que é u luido? Massa Especíica e ressão luidos e Repouso Medindo a ressão rincípio de ascal rincípio de rquiedes luidos Ideais e Moviento Equação da continuidade

Leia mais

INFORMATIVO MENSAL JUN.2011

INFORMATIVO MENSAL JUN.2011 Preço de Liquidação das Diferenças 4, 35, PLD Médio MAI/211 JUN/211 5 PLD Médio Anual - Seco x Úmido 35, 3, 3, 25, 25, 2, 2, 15, 15, 1, 1, 5, 4 3 2 1, NORTE MÉDIA SEMANA 11 SEMANA 2 2 SEMANA 33 SEMANA

Leia mais

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A. Módulo 6.8: Bandeiras Tarifárias. S u b m ó d u l o 6. 8

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A. Módulo 6.8: Bandeiras Tarifárias. S u b m ó d u l o 6. 8 A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A Módulo 6.8: Bandeiras Tarifárias S u b m ó d u l o 6. 8 B A N D E I R A S T A R I F Á R I A S Revisão Motivo da revisão Instrumento de aprovação

Leia mais

FUNDAÇÃO COMITÊ DE GESTÃO EMPRESARIAL. Outubro 2015

FUNDAÇÃO COMITÊ DE GESTÃO EMPRESARIAL. Outubro 2015 FUNDAÇÃO COMITÊ DE GESTÃO EMPRESARIAL Outubro 2015 CUSTOS DECORRENTES DA AQUISIÇÃO DA ENERGIA DA ITAIPU NO MERCADO BRASILEIRO DE ENERGIA ELÉTRICA ITAIPU BINACIONAL Luciana Piccione Colatusso Engenheira

Leia mais

UHE Igarapava Como o monitoramento do entreferro evitou danos de grande monta no gerador

UHE Igarapava Como o monitoramento do entreferro evitou danos de grande monta no gerador UHE Igarapava Coo o onitoraento do entreferro evitou danos de grande onta no gerador utores: Raiundo Jorge Ivo Metzker, CEMIG Marc R. Bissonnette, VibroSystM ndré Tétreault, VibroSystM Jackson Lin, VibroSystM

Leia mais

Construção de um sistema de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico

Construção de um sistema de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico Construção de u sistea de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico Roberto Scalco, Fabrício Martins Pedroso, Jorge Tressino Rua, Ricardo Del Roio, Wellington Francisco Centro Universitário do Instituto

Leia mais

LOCALIZAÇÃO ÓTIMA DE ATUADORES E SENSORES EM ESTRUTURAS INTELIGENTES

LOCALIZAÇÃO ÓTIMA DE ATUADORES E SENSORES EM ESTRUTURAS INTELIGENTES XIV CONRESSO NACIONAL DE ESUDANES DE ENENHARIA MECÂNICA Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Engenharia Mecânica LOCALIZAÇÃO ÓIMA DE AUADORES E SENSORES EM ESRUURAS INELIENES Sione Nishioto

Leia mais

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO 44 SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO Resuo Jair Sandro Ferreira da Silva Este artigo abordará a aplicabilidade das Equações Diferenciais na variação de teperatura de u corpo. Toareos

Leia mais

MODELO DE SIMULAÇÃO PARA A OTIMIZAÇÃO DO PRÉ- DESPACHO DE UMA USINA HIDRELÉTRICA DE GRANDE PORTE

MODELO DE SIMULAÇÃO PARA A OTIMIZAÇÃO DO PRÉ- DESPACHO DE UMA USINA HIDRELÉTRICA DE GRANDE PORTE UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS DE CURITIBA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA - ELETROTÉCNICA ERNANI SCHENFERT FILHO LUCIANO CARVALHO DE BITENCOURT MARIANA UENO OLIVEIRA MODELO

Leia mais

Otimização de portfólio de contratos para empresas de geração de energia elétrica Laura Keiko Gunn 1 Elisa Bastos Silva 2 Paulo de Barros Correia 3

Otimização de portfólio de contratos para empresas de geração de energia elétrica Laura Keiko Gunn 1 Elisa Bastos Silva 2 Paulo de Barros Correia 3 Energia 2030: Desafios para uma nova Matriz Energética 08 a 10 de setembro de 2010 São Paulo - SP Otimização de portfólio de contratos para empresas de geração de energia elétrica Laura Keiko Gunn 1 Elisa

Leia mais