2.1 Pressupostos de admissibilidade

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1 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA CONSULTORIA GERAL 015 PROCESSO Nº: REC-11/ UNIDADE GESTORA: Celesc Distribuição SA INTERESSADO: Carlos Alberto Martins e Outros ASSUNTO: Recurso de Reexame da decisão exarada no processo LCC-09/ Dispensa de Licitação nº 050/09 objeto: Contratação de empresa especializada p/prestação de serviços de limpeza e conservação PARECER Nº: COG - 981/2012 Dispensa de Licitação Situação de Emergência A dispensa de licitação, nos casos de emergência, deve preencher os requisitos do art 24, IV, da Lei nº 8666/93, não se admitindo que a situação adversa tenha se originado da falta de planejamento, desídia administrativa ou má gestão dos recursos disponíveis pela Administração, sob pena de responsabilização Sr Consultor, 1 INTRODUÇÃO Trata-se de Recurso de Reexame em face do Acórdão nº 0922/2010, proferido na sessão ordinária do dia 20 de dezembro de 2010, nos autos do processo LCC-09/ Dispensa de Licitação nº 050/09 objeto: Contratação de empresa especializada p/prestação de serviços de limpeza e conservação, da Celesc Distribuição SA Ao apreciar a dispensa licitação em epígrafe, decidiu o E Tribunal Pleno considerá-la irregular, com aplicação de multa aos responsáveis Consta do Acórdão: ACORDAM os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões apresentadas pelo Relator e com fulcro nos arts 59 da Constituição Estadual e 1 da Lei Complementar n 202/2000, em: 61 Conhecer do Relatório de Instrução que trata da análise da Dispensa de Licitação nº 50/2009, da Celesc Distribuição SA, para 1

2 considerar irregulares, com fundamento no art 36, 2º, a, da Lei Complementar nº 202/2000, o ato analisado e o(s) contrato(s) dele decorrente(s) 62 Aplicar aos Responsáveis adiante nominados, todos membros da Diretoria Colegiada, subscritores dos atos da Unidade, com fundamento no art 70, II, da Lei Complementar nº 202/2000 c/c o art 109, II, do Regimento Interno (Resolução nº TC-06/2001), em face da em face da realização da Dispensa de Licitação nº 50/2009 sem que estivesse caracterizada situação emergencial que a justificasse, violando-se o disposto no art 24, IV, c/c o art 26, parágrafo único, I, da Lei nº 8666/93, fixando-lhes o prazo de 30 dias, a contar da publicação do Acórdão no Diário Oficial Eletrônico - DOTC-e, para comprovarem, ao Tribunal de Contas o recolhimento ao Tesouro do Estado das multas cominadas, sem o quê, fica desde logo autorizado o encaminhamento da dívida para cobrança judicial, observado o disposto nos arts 43, II, e 71 da citada Lei Complementar: 621 ao Sr SÉRGIO RODRIGUES ALVES, CPF n , a multa no valor de R$ 1500,00 (mil e quinhentos reais); 622 ao Sr ARNALDO VENÍCIO DE SOUZA, CPF n , a multa no valor de R$ 1500,00 (mil e quinhentos reais); 623 ao Sr CARLOS ALBERTO MARTINS, CPF n , a multa no valor de R$ 1500,00 (mil e quinhentos reais); 624 ao Sr EDUARDO CARVALHO SITÔNIO, CPF n , a multa no valor de R$ 1500,00 (mil e quinhentos reais); 625 ao Sr JOSÉ AFFONSO DA SILVA JARDIM, CPF n , a multa no valor de R$ 1500,00 (mil e quinhentos reais) 63 Dar ciência deste Acórdão, do Relatório e Voto do Relator que o fundamentam, bem como do Relatório de Reinstrução DLC n 979/2010 () Irresignados com o teor do Acórdão, os Senhores Sérgio Rodrigues Alves, Arnaldo Venício de Souza, Carlos Alberto Martins, Eduardo Carvalho Sitônio e José Affonso da Silva Jardim, em conjunto, ingressaram com recurso de reexame, buscando a reforma da decisão do E Tribunal Pleno 2

3 016 2 ANÁLISE 21 Pressupostos de admissibilidade O Processo que deu origem ao Acórdão nº 0710/2010, ora recorrido, trata de auditoria em licitação e contrato Logo, o manejo do recurso de reexame é o adequado para buscar a reforma do decisório, consoante disposto nos arts 79 e 80 da Lei Complementar nº 202, de 15 de dezembro de 2000 O Acórdão nº 0922/2010 foi publicado no Diário Oficial Eletrônico do Tribunal de Contas DOTCe nº 681, do dia 15 de fevereiro de 2011 e o Recurso de Reexame foi protocolado no dia 15 de março de 2011 Assim, verifica-se o cumprimento da tempestividade, uma vez que o recurso foi impetrado no trintídio legal, consoante disposto no art 80 da Lei Complementar nº 202/2000 Igualmente foram cumpridos os requisitos da legitimidade dos Recorrentes, que figuram na condição de responsáveis no processo, e o da singularidade da peça recursal Desta forma, verifica-se o preenchimento dos requisitos de admissibilidade, consoante disposto no art 27, 1º, da Resolução nº TC-09/2002, com a redação dada pelo art 6º da Resolução nº TC-05/2005, podendo o recurso ser conhecido, atribuindo-se-lhe, efeito suspensivo 22 Da análise do mérito Conforme consta do Acórdão Recorrido, foram consideradas irregulares a dispensa de licitação nº 050/2009 e os contratos dela decorrente, porquanto não restou caracterizada situação emergencial que justificasse o procedimento, violando o disposto no art 24, IV, c/c art 26, parágrafo único, I, da Lei nº 8666/93 3

4 Os Recorrentes alegam em preliminar, a ocorrência da coisa julgada, em face da decisão proferida no processo LCC 10/ , onde foi considerada regular a dispensa de licitação nº 466/2009 ante a suspensão da licitação por decisão judicial, situação análoga à enfrentada no processo em discussão No mérito, alegam que a Celesc observou os preceitos legais previstos na Lei Licitatória, doutrina e jurisprudência, apontando erro material que levou a Auditora Relatora à equívoco, já que a sentença no processo judicial nº foi proferida no dia 06 de março de 2009 e não 06 de março de 2010, como consta, o que foi fator decisivo pela aplicação de multa Asseveram que a Celesc tomou todas as medidas judiciais necessárias no processo, não podendo ser responsabilizada pelo decurso de tempo para apreciação da lide pela justiça e que não poderiam lançar novo processo sem que o Poder Judiciário decidisse o Mandado de Segurança Prosseguem em suas razões citando doutrina sobre o encerramento do processo judicial e a possibilidade de contratação emergencial com base no art, 24, IV, da Lei nº 8666/93 Ao final, requerem seja acatada a preliminar argüida ou, em caso de não acolhimento, seja dado provimento ao recurso para considerar regular o processo da dispensa de licitação nº 050/09, anulando-se a multa imposta ou, ainda, em caso de indeferimento, que seja reduzida a multa para o mínimo estabelecido 221 Da preliminar suscitada de coisa julgada Aduzem os Recorrentes que a deliberação constante do Processo LCC 10/ , que considerou regular a dispensa de licitação nº 466/2009, faz coisa julgada em relação à matéria apreciada nestes autos 4

5 017 Efetivamente no Processo LCC 10/ foi julgada regular a dispensa de licitação nº 466/2009, que tem por objeto a contratação dos mesmos serviços da dispensa de licitação ora em análise, e com o mesmo fundamento legal Todavia, isto não faz coisa julgada, porquanto os fatos que levaram a contratação emergencial são completamente distintos Naqueles autos a Celesc promoveu a licitação com a devida antecedência e foi surpreendida por liminar em mandado de segurança onde foi questionada situação inusitada Já nestes autos a dispensa de licitação foi decorrente do não lançamento do edital de licitação no momento oportuno, conforme será demonstrado no item 222 deste Parecer O Tribunal de Contas nunca negou a possibilidade de contratação por dispensa de licitação com fulcro no art 24, IV, da Lei nº 8666/93, na chamada situação de emergência O que estava em discussão nos dois processos é se a Administração tinha contribuído para chegar a tal situação de emergência com a falta de planejamento ou desídia No Processo LCC 10/ , entendeu esta Corte de Contas que a situação de emergência estava caracterizada, sem que a Administração tivesse contribuído para levar àquela situação Já no Processo em análise, a situação é distinta, com decisiva participação da Administração para levar à situação de emergência No Voto da Auditora Relatora proferido no Processo LCC 10/ , esta situação fica evidente Vejamos: Em que pese todo o atraso verificado nos procedimentos de contratação dos serviços de limpeza, conservação, copa e office-boy mediante processo licitatório, o fato é que a abertura das propostas relativas ao edital de Concorrência Pública nº 91/09 foi prevista para o dia 15/07/2009, portanto em tempo hábil para que o processo pudesse ser concluído até o término da vigência do último contrato firmado, que aconteceria em 04/09/2009 5

6 Ressalto que a empresa já realizou sucessivas dispensas de licitação com fundamento em situação de emergência para a contratação de tais serviços, porém o caso em tela revela-se diferente, pois, conforme asseverou a Diretoria Técnica, foge ao controle do administrador supor que o serviço de office-boy pudesse ser considerado como serviço sujeito ao monopólio da União, razão pela qual a contratação em regime emergencial se faz necessária, uma vez que a Celesc não foi a causadora da situação em tela Desta forma, existentes os fundamentos justificadores da contratação direta por dispensa de licitação Acrescento ainda que a mora na efetivação da contratação dos serviços de limpeza, conservação, copa e office-boy por meio de processo licitatório, que gerou a contratação desses serviços por meio de cinco dispensas de licitação consecutivas, foi caracterizada como desídia e omissão da Administração, e é discutida no processo LCC 09/ , que trata da Dispensa de Licitação nº 50/2009 No caso em tela, a Celesc lançou uma nova licitação e foi surpreendida por um questionamento que dificilmente poderia ter sido previsto, razão pela qual resta caracterizada a situação de emergência Desta forma, não deve ser acolhida a preliminar de coisa julgada suscitada pelos Recorrentes, porquanto os fatos que levaram à decisão no Processo LCC 10/ são completamente distintos daqueles presentes nestes Autos 222 Da dispensa de licitação 050/2009 A dispensa de licitação 050/2009 foi realizada no dia 09 de março de 2009, com fulcro no art 24, IV, da Lei nº 8666/93, sob alegação de situação de emergência Sustentam os Recorrentes a legalidade do procedimento frente à impossibilidade de realização de nova licitação antes de julgado Mandado de Segurança que questionava o edital anterior 6

7 018 Não assiste razão aos Recorrentes e a cronologia dos fatos demonstra que a Celesc contribuiu decisivamente para levar a situação de emergência ao deixar de realizar procedimentos no momento oportuno Em outubro de 2007 a Celesc deflagrou a concorrência nº 706/2007, visando à contratação de serviços de limpeza, conservação, copeiragem e mensageria, cuja entrega dos envelopes estava inicialmente marcada para o dia 28 de novembro de 2007 Após diversas alterações no edital, através do Aditamento nº 22 (documento 01 anexo), a data de entrega dos envelopes foi postergada para o dia 19 de março de 2008 No dia 18 de março de 2008 o Juízo da vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital concedeu liminar no Mandado de Segurança nº , para suspender provisoriamente o certame licitatório, ante a inexistência de resposta à impugnação administrativa ao edital da licitação pela Celesc No dia 1º de abril de 2008, a Juízo da Vara da Fazenda onde tramitava o MS confirmou a liminar para suspender o certame licitatório, em face das autoridades impetradas (Celesc) terem admitido a necessidade de correções no edital, e terem informado que a publicação seria efetuada já no dia 02 de abril de 2012 No dia 24 de abril de 2008 a Celesc emitiu o Aditamento nº 30 (documento 02 em anexo), promovendo alterações no edital em face do Mandado de Segurança, alterando a data de entrega dos envelopes para o dia 30 de maio de 2008 No dia 30 de abril 2008 o Juízo da Vara da Fazenda proferiu nova decisão interlocutória determinando as autoridades impetradas (Celesc) que fizessem a juntada do comprovante da publicação do edital corrigido 7

8 No dia 12 de maio de 2008 a Celesc emitiu o Aditamento nº 31 (documento 03 em Anexo) comunicando a revogação da licitação Nesta mesma data, a Celesc realizou a dispensa de licitação nº 151/08, firmando os contratos com empresas para execução do objeto da licitação, com prazo de duração de 180 dias, ante a alegação de situação de emergência No dia 08 de novembro de 2008, a Celesc realizou nova dispensa de licitação 210/2008, para contratar as mesmas empresas por mais 90 dias, alegando novamente situação de emergência No dia 09 de março de 2009, a Celesc realizou mais uma dispensa de licitação 50/2009, ora em discussão, para efetuar as contratações por mais 180 dias, repetindo a mesma alegação de situação de emergência Ora, a revogação da licitação anterior foi comunicada no dia 12 de maio de 2008 e até o dia 09 de março de 2009, se passaram aproximadamente 10 meses, sem que a Celesc tivesse deflagrado a nova licitação, sendo que neste interregno, dois processos de dispensa de licitação já tinham sido realizados para contratações emergenciais DL 151/08 e DL 210/08 É flagrante a falta de providência por parte da Celesc em lançar nova licitação imediatamente após a revogação da licitação anterior, o que não só contribuiu, como foi fator decisivo para a ocorrência da chamada situação de emergência, que acabou levando à realização da dispensa de licitação 050/2009 A situação é ainda mais grave porquanto o edital da concorrência nº 706/2007 teria sido corrigido em face das irregularidades apontadas no Mandado de Segurança, conforme o Aditamento nº 30, e estranhamente a Celesc optou por revogar a licitação 18 dias depois Com a decisão de revogar a licitação, providência imediata deveria ser adotada visando instaurar novo procedimento licitatório, neste caso, facilitada pelo fato da Celesc já possuir o texto do edital pronto Todavia, silenciou a Celesc por 8

9 019 longos 10 meses, optando por fazer dispensas de licitações alegando situação de emergência Não procede a justificativa dos Recorrentes que somente poderiam lançar novo edital após ser proferida a sentença no Mandado de Segurança que discutia o edital da concorrência 706/2007 A liminar judicial apenas impedia o seguimento daquele certame licitatório por conta de supostas irregularidades encontradas no edital, restando, a princípio, duas alternativas para a Celesc para prosseguir com o feito A primeira seria defender a legalidade do edital perante o Juízo da Vara da Fazenda e tentar reverter a liminar ou aguardar a sentença de mérito A segunda alternativa seria reconhecer a irregularidade no edital e promover a sua alteração, o que levaria a revogação da liminar e o arquivamento do processo por perda de objeto A Celesc optou pela segunda alternativa, todavia, alguns dias após promover a alteração do edital para corrigir as irregularidades questionadas no Mandado de Segurança, simplesmente decidiu revogar a licitação Se a Celesc quisesse prosseguir com a licitação, deveria ter aguardado a decisão judicial, que certamente lhe seria favorável, caso efetivamente tivesse corrigido o edital nos pontos questionados no Mandado de Segurança que foram considerados pelo Magistrado quando da liminar Ao decidir revogar a licitação, a opção da Celesc foi por não aguardar a decisão judicial Logo, deveria imediatamente deflagrar novo procedimento licitatório, já que a revogação da licitação encerrava a discussão judicial Como a revogação da licitação foi realizada no dia 12 de maio de 2008 e o prazo recursal é de 5 dias úteis, a teor do art 109, I, c, da Lei nº 8666/93, no dia 20 de maio de 2008 a Celesc deveria ter iniciado novo procedimento licitatório 9

10 Todavia, isto não ocorreu, optando a Celesc por realizar dispensas de licitação ao invés do procedimento licitatório E a dispensa de licitação 050/2009, ora em discussão, foi realizada em 09 de março de 2009, aproximadamente 10 meses após a revogação da licitação, isto depois de formalizadas duas dispensas de licitação anteriores - DL 151/08 e DL 210/08 Como demonstrado, não havia razões para a Celesc aguardar a decisão judicial no Mandado de Segurança, já que optou por revogar a licitação, até porque, a revogação não poderia ser discutida naquele Mandamus Resta demonstrado, que a situação de emergência que levou a realização da dispensa de licitação nº 050/2009, somente ocorreu pela decisão administrativa da Celesc em revogar a concorrência nº 706/2007 e, depois, por não ter deflagrado novo procedimento licitatório após a revogação Assim, não merece reparos a decisão do E Tribunal Pleno que considerou irregular a dispensa de licitação nº 050/2009, ante a constatação que a situação de emergência foi ocasionada pela omissão da Celesc em deflagrar o procedimento licitatório no momento oportuno O Tribunal de Contas da União 1 firmou entendimento sobre a matéria nos seguintes termos: a) que, além da adoção das formalidades previstas no art 26 e seu parágrafo único da Lei nº 8666/93, são pressupostos da aplicação do caso de dispensa preconizado no art 24, inciso IV, da mesma Lei: A1) que a situação adversa, dada como de emergência ou de calamidade pública, não se tenha originado, total ou parcialmente, da falta de planejamento, da desídia administrativa ou da má gestão dos recursos disponíveis, ou seja, que ela não possa, em alguma medida, ser atribuída à culpa ou dolo do agente público que tinha o dever de agir para prevenir a ocorrência de tal situação; 1 Tribunal de Contas da União Decisão 347/94 Plenário Sessão de 01/06/1994 DOU de 21/06/

11 020 a2) que exista urgência concreta e efetiva do atendimento a situação decorrente do estado emergencial ou calamitoso, visando afastar risco de danos a bens ou à saúde ou à vida de pessoas; a3) que o risco, além de concreto e efetivamente provável, se mostre iminente e especialmente gravoso; a4) que a imediata efetivação, por meio de contratação com terceiro, de determinadas obras, serviços ou compras, segundo as especificações e quantitativos tecnicamente apurados, seja o meio adequado, efetivo e eficiente de afastar o risco iminente detectado (grifamos) É bem verdade que o próprio Tribunal de Contas da União acabou reconhecendo que a aplicação literal do texto existente na letra a1 da Decisão acima acabaria por sacrificar o Interesse Público e, assim, excepcionalmente, tem admitido a realização da dispensa de licitação mesmo nos casos de desídia da Administração, todavia, com apuração de responsabilidade à quem deu causa 2 Este também é o pensamento da doutrina Nos dizeres de Antonio Carlos Cintra do Amaral 3 : () muitas vezes a emergência resulta não do imprevisível, mas da falta de providências tomadas no momento oportuno pelas unidades técnicas ou administrativas da empresa Na prática, ocorre com freqüência o adiamento de decisões, ou a falta de planejamento ou programação de atividades, de modo que, em um dado momento, a contratação passa a ser emergencial () Ambas as situações são emergenciais Cabe, pois, a dispensa de licitação Mas na segunda hipótese o responsável pela falha administrativa deve ser responsabilizado A não responsabilização, nessa hipótese, do servidor da empresa pode significar, na prática, estímulo à provocação proposital de situações emergenciais, com o objetivo de tornar dispensável a licitação, o que só prejuízos pode acarretar para a entidade Para Sérgio Ferraz e Lúcia do Valle Figueiredo 4 : 2 Acórdão nº 1490/03 Lincoln Magalhães da Rocha (Relator) Publicado no DOU de 29/09/ Licitação e Contrato Administrativo Belo Horizonte: Ed Fórum, 2006 Pág 79/80 11

12 Mais adiante, vai distinguir a emergência real, resultante do imprevisível, daquela resultante da incúria ou inércia administrativa, ou seja, a emergência fabricada A ambas a Lei dá idêntico tratamento, no que se refere a possibilidade de contratação direta Porém, não exime o responsável pela falha administrativa de sofrer as sanções disciplinar4es compatíveis nos casos de emergência fabricada ou produzida por negligência Em nosso entender, somente dessa forma ficaria satisfeito o princípio da moralidade administrativa: isto é, se, realmente, responsabilizado for o funcionário que deu causa à situação surgida Nos ensinamentos de Maria Sylvia Zanella Di Pietro 5 e outros: () se estiverem presentes todos os requisitos previstos no dispositivo, cabe a dispensa de licitação, independentemente da culpa do servidor pela não realização do procedimento na época oportuna () Isto no entanto, não afasta a responsabilidade do servidor Se ele, por desídia ou por má-fé, deixou de tomar as medidas necessárias à realização do procedimento da licitação no momento em que deveria fazê-lo, estará sujeito à punição na esfera administrativa, mediante procedimento disciplinar adequado, e também na esfera criminal, por incidir em improbidade administrativa () Marçal Justen Filho 6 ao comentar a questão da chamada emergência fabricada, assim se pronunciou: Isso não significa afirmar a possibilidade de sacrifício de interesses curados pelo Estado em conseqüência da desídia do administrador Havendo risco de lesão a interesses, a contratação deve ser realziada, punindo-se o agente que não adotou as cautelas necessárias Como se pode notar, a situação de emergência não pode resultar da omissão da Administração A Celesc tinha total conhecimento da necessidade dos 4 Dispensa e Inexigibilidade de Licitação 3ª Ed Sã Paulo: Malheiros Ed 1994 Pag 48 5 Temas Polêmicos Sobre Licitações e Contratos 5ª Ed São Paulo: Malheiros Ed 2006 Pág Comentários à Lei de Licitações e Contratos Administrativos 11ª Ed São Paulo: Dialética 2005 Pág

13 021 serviços e da data de vencimento dos contratos vigentes, sendo que em relação à dispensa de licitação nº 050/2009, teve quase 10 meses de prazo para deflagrar e concluir a licitação, todavia, nada fez Quanto ao equívoco constante do Voto da Auditora Relatora ao mencionar que a sentença relativa ao Mandado de Segurança (processo ) teria sido proferida em março de 2010, quando o correto seria março de 2009, em nada modifica a situação Ao fazer este comentário, a Auditora Relatora estava apenas fazendo um registro para demonstrar contradição nos argumentos de defesa, o que de fato não ocorreu Todavia, em nada modificação a situação posta, porquanto as razões para considerar irregular a dispensa de licitação foram outras, conforme se pode verificar Quanto à solicitação de redução do valor da multa, temos que deve ser indeferido em face do montante de recursos envolvidos na dispensa de licitação, da gravidade dos fatos e das sucessivas omissões da Celesc para realizar a contratação através de licitação pública Através da dispensa de licitação nº 050/2009, foram firmados quatro contratos pelo prazo de 180 dias, que no somatório importam em ,98, representando uma quantia vultosa despendida irregularmente Esta é a primeira razão para manter a multa no valor consignado no Acórdão recorrido A segunda razão para não reduzir o valor da multa está relacionada com as sucessivas falhas e omissões da Celesc em realizar a licitação para a contratação dos serviços de limpeza, conservação, copeiragem e mensageria Os problemas se iniciaram ainda na vigência dos contratos 27976, 27977, e no ano de 2006 Referidos contratos foram renovados sucessivamente até o limite de 60 meses, onde o término da vigência estava previsto para o dia 12 de novembro de

14 Assim, deveria a Celesc ter providenciado licitação com a devida antecedência, para que os novos contratos fossem firmados, na pior das hipóteses, até àquela data, o que não aconteceu Ao invés de realizar a licitação, optou a Celesc por realizar uma prorrogação excepcional por 6 meses, à qual acabou sendo renovada por mais 6 meses, já que a licitação não foi realizada Este interregno de um ano ainda não foi suficiente para que a licitação fosse realizada com a devida antecedência, já que o edital da concorrência nº 706/07 foi publicado somente em 11 de outubro de 2007, quando já não havia mais prazo para concluir a mencionada licitação antes de findar o prazo dos contratos firmados Temos, ainda, que o edital da concorrência 706/07 foi publicado com diversas irregularidades, tanto é verdade que sofreu diversas alterações através de Aditamentos, inclusive por força de mandado de segurança Quando tudo estava caminhando para o prosseguimento da licitação, simplesmente a Celesc resolveu revogar o processo licitatório da concorrência 706/07 para continuar realizando as contratações por dispensa de licitação, tendo realizado no período dois processos distintos, até culminar com a dispensa de licitação 050/2009, isto passados quase dez meses da revogação da concorrência E a Celesc tinha total conhecimento do caminho irregular que estava trilhando, conforme se pode verificar no texto abaixo, extraído do Parecer 387/2007, datado de 30 de outubro de 2007 (fls 29/32): Outro fator existente é da não realização da licitação na época correta (antes do término do prazo de vigência do contrato), o próprio DPAD na sua justificativa alega que: inicialmente, informamos que estes contratos já se encontram prorrogados em caráter de excepcionalidade, tendo como prazo findo o dia 13 de novembro do corrente ano 14

15 022 Já o memorando CPA 2678/2007 () destaca para o Diretor que () Esta foi a segunda excepcionalidade, não cabendo mais Portanto, ante tal alegação do DPAD recomendamos que o assunto seja levado ao conhecimento do Diretor da área competente, para que seja sanada o mais rápido possível a deficiência apontada Haja vista que Tribunal de Contas da União utiliza como pressupostos para aplicação do caso de dispensa de licitação com base no inciso IV do artigo 24 da Lei nº 8666/93 o seguinte: 1 que a situação adversa que a situação adversa, dada como de emergência ou de calamidade pública, não se tenha originado, total ou parcialmente, da falta de planejamento, da desídia administrativa ou da má gestão dos recursos disponíveis, ou seja, que ela não possa, em alguma medida, ser atribuída à culpa ou dolo do agente público que tinha o dever de agir para prevenir a ocorrência de tal situação Posteriormente, através do Memo nº CPA nº 1488/2008, datado de 08 de maio de 2008 (fl 44), onde foi solicitada a revogação da licitação, são reconhecidas as diversas irregularidades no edital da concorrência 706/2007, e ainda, faz-se o alerta para a realização da nova licitação em caráter de urgência Vejamos: Solicitamos autorização de Vossa Senhoria para que seja revogado a concorrência nº 706/2007 () Tal revogação se deve pelos motivos elencados abaixo: Em reunião realizada no dia o Sr Antonio José Linhares, chefe do Departamento de Suprimentos elencou que a presente licitação encontra-se muito confusa devido aos vários aditamentos até a presente data O mesmo informou que as 15

16 muitas alterações dificultam o julgamento do processo por parte da comissão de licitações O referido processo teve um mandado de segurança impetrado solicitando a revogação Tal fato levou a mais atrasos e mais alterações no edital Após a revogação deste foi sugerido que fosse iniciado novo processo licitatório em caráter urgente () A justificativa para revogação é no mínimo estranha, pois ainda que o edital tenha sido alterado por diversas vezes, simples compilamento permitiria a obtenção do texto atualizado do edital para o prosseguimento do certame Note-se, ainda, que foi alertado para a necessidade de deflagração de uma nova licitação em caráter de urgência, ainda no dia 08 de maio de 2008, todavia, em 09 de março de 2009, quase dez meses depois, foi realizada a dispensa de licitação 050/2009, ora em discussão, sob alegação de emergência, em face da inexistência da licitação Por estas razões, deve ser indeferido o pedido para redução do valor da multa para o mínimo regimental, devendo ser mantido a quantum aplicado no Acórdão 3 CONCLUSÃO Diante do exposto, a Consultoria Geral emite o presente Parecer no sentido de que o Conselheiro Wilson Rogério Wan-Dall proponha ao Egrégio Tribunal Pleno decidir por: 31 Conhecer do Recurso de Reexame, interposto nos termos do art 80 da Lei Complementar nº 202, de 15 de dezembro de 2000, contra o Acórdão nº 922/2010, exarada na Sessão Ordinária de 20 de dezembro de 2010, nos autos do Processo nº LCC 09/ , e no mérito negar provimento, ratificando na íntegra a Deliberação Recorrida 16

17 Dar ciência da Decisão, ao Sr Arnaldo Venício de Souza, ao Sr Carlos Alberto Martins, ao Sr Eduardo Carvalho Sitonio, ao Sr José Affonso da Silva Jardim, ao Sr Sérgio Rodrigues Alves e à Celesc Distribuição SA Consultoria Geral, em 27 de julho de 2012 Wilson Dotta Analista Técnico Administrativo II De acordo: JULIANA FRITZEN COORDENADORA Encaminhem-se os Autos à elevada consideração do Exmo Sr Relator Wilson Rogério Wan-Dall, ouvido preliminarmente o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas HAMILTON HOBUS HOEMKE CONSULTOR GERAL 17

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