INTRODUÇÃO 8. I - ACERCA DA LOCALIDADE 11 Aspectos Históricos 11 Caracterização das Freguesias do Município

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTRODUÇÃO 8. I - ACERCA DA LOCALIDADE 11 Aspectos Históricos 11 Caracterização das Freguesias do Município"

Transcrição

1 ÍNDICE GERAL INTRODUÇÃO 8 I - ACERCA DA LOCALIDADE 11 Aspectos Históricos 11 Caracterização das Freguesias do Município 15 Evolução da população residente nas freguesias do Município 16 Aldeia da Mata 16 Crato e Mártires 17 Flor da Rosa 18 Gáfete 18 Monte da Pedra 19 Vale do Peso 20 II DEMOGRAFIA E POPULAÇÃO 21 Indicadores Gerais 21 População Residente em 1981, 1991 e Variação da População entre 1991 e Índice resumo do Município do Crato Evolução 24 População Residente por Grupos Etários 24 População Residente por Grupo Etário e Sexo 25 População Residente por Estado Civil 26 População Residente por Estado Civil e Sexo 26 População Residente segundo as Migrações 27 População Residente com Deficiência, segundo o tipo de 1

2 Deficiência e o Sexo População Residente por Religião III REDE VIÁRIA E ACESSIBILIDADES 29 Rede Nacional de Estradas 29 Rede Municipal de Estradas e Caminhos 30 IV CONDIÇÕES DE HABITABILIDADE 33 Alojamentos Clássicos segundo Época de Construção dos Edifícios Alojamentos Existentes por Estado de Conservação Alojamentos Familiares segundo as Instalações Existentes Alojamentos Clássicos segundo a Forma de Ocupação V - EDUCAÇÃO 36 População Residente segundo Nível de Instrução População Residente por Nível de Instrução e Sexo Evolução da Categoria sem nível de ensino segundo o Sexo Evolução da Categoria ensino superior segundo o Sexo Dados Comparativos Crato/Alentejo Estabelecimentos de Ensino Requalificação Ampliação Estrutura Existente na Escola Sede Número de Estabelecimentos de Ensino Existentes no Município 43 Alunos Matriculados segundo o Ensino Ministrado em 2

3 2002/2003 Número de Alunos Matriculados por ano de Escolaridade Número de Alunos Matriculados por Freguesia Distância do local de residência à escola Pirâmide percentual de alunos por freguesia na escola Ensino Recorrente Lista de inscritos no Curso de Alfabetização do Crato, segundo sexo e idades Curso do 1º Ciclo de Aldeia da Mata Curso de 2º Ciclo de Ensino recorrente do Crato Abandono e Insucesso Escolares Formação Profissional segundo o sexo Formação Profissional por grupo etário Formação Profissional por residência VI DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO Caracterização da População com e sem Actividade Económica População com actividade económica, empregada e desempregada População residente, com 15 anos ou mais, sem actividade económica População residente, com 15 anos ou mais, segundo o principal meio de vida e sexo População empregada segundo a situação profissional Variação da taxa de actividade, entre 1991/2001 no Crato e Alto Alentejo

4 Taxa de desemprego, entre 1991/2001 no Crato e Alto Alentejo Desemprego registado em 2003/2004 Desemprego registado por grupo etário e sexo Desemprego registado por freguesias Pedidos de emprego por categorias Pedidos de emprego por grupo etário e sexo Pedidos de emprego por habilitações Pedidos de emprego por grupos profissionais Pedidos de emprego por tempo de inscrição UNIVA (unidade de inserção na vida activa) UNIVA população destinatária em 2003 UNIVA população destinatária em 2004 Sexo/Situação face ao emprego em 2003 Sexo/Situação face ao emprego em 2004 Distribuição por Habilitações Académicas/Sexo em 2003 Distribuição por Habilitações Académicas/Sexo em 2004 UNIVA área geográfica de abrangência Sectores de actividade Sociedades sediadas no Município por sector de actividade Principais culturas por número de explorações e área Nível de instrução da população agrícola População com actividade agrícola segundo tempo de actividade Efectivo animal

5 VII - SEGURANÇA Número de bombeiros voluntários activos, remunerados e não remunerados Tipo de serviços prestados pelos BVC Número de serviços prestados pelos BVC em 2003 Número de denúncias e patrulhas lançadas pela GNR Crato Contra ordenações da legislação rodoviária, entre residentes e não residentes, em 2003 e em 2004 Crimes por freguesia em 2004 registados no posto do Crato Número de denúncias e patrulhas lançadas pela GNR Gáfete Contra ordenações da legislação rodoviária, entre residentes e não residentes, em 2003/2004 registadas no posto de Gáfete Crimes por freguesia em 2004 registados no posto de Gáfete VIII - SAÚDE Utentes inscritos por extensão e sexo em 2004 Utentes inscritos por extensão e idade Percentagem de utentes por idade Percentagem de utentes por idade nas freguesias Quadro de funcionários do centro de saúde Programas existentes de acompanhamento à população

6 IX ACÇÃO SOCIAL Caracterização dos serviços de apoio à infância e à terceira idade por tipo de serviço e freguesia Número de processos de Rendimento Mínimo garantido e de Rendimento Social de Inserção por freguesia Número de processos de RSI activos por escalão etário Estrutura Institucional X MANIFESTAÇOES LÚDICAS, CULTURAIS E RECREATIVAS Biblioteca Museu municipal Auditório Crato por quatro Concurso de bandas rock Prémios escolares Instalações desportivas Feira de artesanato e gastronomia do Crato Filarmónica do Crato CONSIDERAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

7 Fonte: INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS

8 INTRODUÇÃO Apesar de não serem fenómenos novos, a pobreza e a exclusão social têm vindo a adquirir progressiva visibilidade enquanto fenómenos sociais de carácter multidimensional, transversais aos vários domínios da organização societal, como por exemplo, a esfera social, a económica, a ambiental e a cultural. A sua durabilidade, persistência e o número crescente de pessoas afectadas pelos efeitos nefastos destes problemas fazem com que os trabalhos nesta área sejam cada vez mais fundamentais e com que se assuma como crucial uma articulação e colaboração constantes entre os diversos agentes com intervenção a nível local, regional e nacional. Foi com base nesta perspectiva que a Resolução de Conselho de Ministros nº 197/97 criou o Programa Rede Social, que visa combater a pobreza e exclusão social e incentivar o desenvolvimento de uma dinâmica de entreajuda, colaboração e articulação entre as diversas instituições do Município. Desta forma, o que se pretende com a implementação da Rede Social no Município do Crato é mobilizar, fortalecer e capacitar as entidades para desenvolver acções que visem a melhoria da qualidade de vida da população do Município. Espera-se então, que o programa promova uma efectiva inclusão dos agentes locais, os quais devem ficar conscientes da importância do trabalho em parceria. 8

9 O presente trabalho é aquilo que se designou de Pré-Diagnóstico Social e a sua feitura corresponde a uma segunda fase de execução do Programa da Rede Social, sendo que a primeira correspondeu à constituição de um Conselho Local de Acção Social (CLAS), à elaboração do Regulamento Interno desse mesmo CLAS e à elaboração do Plano de Trabalho do Programa. O Pré-Diagnóstico Social do Crato pretende ser um documento de levantamento e sistematização de informação que caracterize o Município. Podendo servir como Bilhete de Identidade, o Pré- Diagnóstico Social estende a sua caracterização a diferentes áreas temáticas: Demografia, Rede Viária e Acessibilidades, Condições de Habitabilidade, Educação, Desenvolvimento Económico, Segurança, Saúde, Acção Social e Manifestações Lúdicas, Culturais e Recreativas. Para cada uma das áreas procurou recolher-se o maior número possível de indicadores, de modo a que o documento resultasse num ponto de partida consistente e aprofundado para a posterior elaboração do Diagnóstico Social, onde serão levantadas questões relacionadas com a amplitude, dimensão e causas dos problemas encontrados e serão identificados os recursos e potencialidades existentes ou a criar no Município. O princípio fundador deste documento é o de Conhecer para Actuar, e neste sentido, ele é elaborado numa fase de implementação da Rede Social do Município. Os principais objectivos são: Fazer o levantamento dos principais problemas do Município; 9

10 Actualizar a informação existente; Sistematizar a informação recolhida; Promover o envolvimento das entidades da Rede através da participação na recolha de informação. A pesquisa das informações teve em vista a constituição de indicadores estatísticos ou de quantificação formal das informações, quer junto de organismos nacionais (INE; 5ª Repartição do Comando Geral da Guarda Nacional Republicana), quer junto de organismos regionais (IEFP Instituto de Emprego e Formação Profissional; DRE Direcção Regional de Educação; DREA Direcção Regional de Educação do Alentejo; ANAFRE Associação Nacional de Apoio às Freguesias; CDSS Centro Distrital de Segurança Social), ou ainda de instituições e serviços locais (Centro de Saúde; Bombeiros Voluntários; Juntas de Freguesia Locais; Santas Casas da Misericórdia; CLSS Centro Local de Segurança Social; Escola Básica Integrada Professora Ana Maria Ferreira Gordo). De um modo geral, o Pré-Diagnóstico Social do Município é um instrumento de partilha de informação com o Conselho Local de Acção Social (CLAS Crato) e visa a consequente sensibilização para as principais problemáticas do Município em matéria de politica social. Permitirá uma compreensão alargada da realidade social na medida que favorecerá no Diagnóstico Social, a identificação das necessidades, a detecção dos problemas prioritários e respectivas causalidades. 10

11 ACERCA DA LOCALIDADE ASPECTOS HISTÓRICOS Crato, dizem alguns, é a palavra grega que significa forte, formidável. Deve a sua fundação aos Cartagineses, há mais de 2500 anos. Nos anos 60 A.C., estas terras foram conquistadas pelos Romanos que remodelaram e organizaram o castelo existente de acordo com a sua concepção táctica, estabelecendo nele uma base militar e um centro político e administrativo. Dos primeiros tempos do cristianismo no Concílio de Eliberi (Andaluzia, 300 da Era de Cristo), existe referência à cidade episcopal representada por Secundino, bispo Castraleucense e ainda hoje existe no Crato a rua do Bispeiro, onde se situava o Palácio Episcopal. Embora com estas referências, a falta de estudos históricos sistemáticos e aprofundados não permitem confirmar que Castraleuca ou Castraleucos seja Crato, mas seguramente que esta zona já era povoada no Neolítico, como atestam os achados arqueológicos e as antas que se encontram nesta freguesia e no Município. Do período árabe pouco se sabe, a não ser que foi arrasada em 716, tendo a sua população fugido para outras povoações ou para os montes. Talvez seja dessa época a alteração do seu nome para Ucrate ou Crato, pois já era esta a designação no Reinado de Afonso VI de Leão. Quando em 1160 D. Afonso Henriques a reconquistou aos Mouros, após 454 anos de domínio Muçulmano, ordenou a sua reconstrução 11

12 e povoamento. Porém a vila viria a alcançar grandiosa importância quando D. Sancho a doou à Ordem dos Hospitalários em 1232, com a intenção de poupar aos exércitos a defesa de tão vasto e pouco povoado território, assim como de colocar uma linha defensiva nas terras situadas a Sul em cujas planícies os Mouros faziam frequentes e devastadoras incursões. À entrega das terras estava subjacente a obrigação de as fortificarem, defenderem e povoarem. Em 1232, Ucrate teve o prémio foral dado por Mem Gonçalves, prior da Ordem do Hospital de S. João de Jerusalém que, por mudança de sede, também foi chamada S. João de Rodes e Ordem hospitalar de S. João de Malta. A partir de então e durante séculos, as histórias da ordem e do Crato estiveram intimamente ligadas. Só em 1350, após a Batalha do Salado, D. Afonso IV transferiu para o Crato a sede da Ordem sendo Prior D. Álvaro Gonçalves Pereira, pai de Nuno Álvares. O Crato readquire então grande importância e desenvolvimento tendo assento em cortes no 12º banco. Em meados do século XV o Crato recebe um importante impulso com o 5º prior, D. Nuno de Góis que reedificou o Castelo e construiu muralhas e novos edifícios e ordenou a construção da grande torre. Ainda hoje subsistem casas com arcos ogivais e na zona mais antiga da vila do Crato, restos de muralhas, assim como 12

13 construções arquitectónicas mais ou menos eruditas. Conserva-se o que resta do Palácio dos Priores do Crato dos finais do século XV a varanda do Grão-Prior. Em 1512 D. Manuel concedeu novo Foral ao Crato, aumentado os privilégios da vila e confirmando os antigos. O Crato foi palco dos casamentos reais de D. Manuel I com D. Leonor (1518) e de D. Catarina com D. João III (1523), ambas irmãs do Imperador Carlos V. A formação da rede urbana e a organização do povoamento realizaram-se até ao século XVI. Na Guerra da Restauração o Crato resistiu heroicamente ao exército de Castela comandado por D. João d Áustria, acabando em 1662 por ter visto o seu Castelo arrasado e destruídos os Cartórios onde se arquivavam importantes documentos da história da Ordem do Hospital de Portugal. A população fugiu apavorada e a vila ficou destruída, não tornando a serem reconstruídos o Castelo e as muralhas. Em 1789 o Grão-Priorado foi unido à Casa do Infantado. Em 1833/34 os decretos e os avisos régios que extinguiram o Priorado determinaram a perda da importância e dos privilégios que o Crato tinha, reduzindo-o à sua dimensão de vila, fazendo-o depender unicamente das suas possibilidades produtivas. No período do Liberalismo, depois de extintas as ordens religiosas, foram leiloados os seus bens, adquiridos então por uma burguesia 13

14 enriquecida que manteve a mesma estrutura das grandes propriedades. No século XIX, princípio do século XX, o desenvolvimento industrial (que actualmente é fraco) conduziu a um decréscimo de importância da produção agrícola. A paisagem também sofreu alterações, com a Campanha do Trigo, quando se procedeu ao alargamento das áreas de cultivo de cereais. Como não houve a preocupação com a qualidade/potencialidade dos solos, as matas ficaram destruídas, desencadeando posteriormente graves problemas de erosão. Só se mantiveram, pelo seu valor económico, os montados de sobro e azinho. 14

15 AS FREGUESIAS DO MUNICÍPIO O Crato é um Município caracteristicamente rural, integrado por 6 freguesias: Aldeia da Mata que fica a 8 km da sede do Município; a Noroeste desta, Crato e Mártires que engloba a sede do Município e uma pequena povoação denominada Pisão que dista cerca de 11 km da Vila Capital; a Sudeste, Flor da Rosa que se encontra a 2 km a Norte; Gáfete situado a 14 km a Norte da Vila do Crato; Monte da Pedra a 13 km a Noroeste que inclui a pequena povoação do Sume e fica a 22 km da Sede do Município; e Vale do Peso - 8 km a Norte. Fonte: ANAFRE e C.M. do Crato 15

16 Evolução da População Residente nas Freguesias do Município do Crato Aldeia da Mata Crato e Martires Flor da Rosa Gáfete Monte da Pedra Vale do Peso Fonte: Recenseamento da população 1960/1970/1981/1991/2001 INE ZonaGeografica População Residente Poppulação Presente H M H M Famílias Alojamentos Edifícios Crato Aldeia da Mata Crato e Martires Flor da Rosa Gáfete Monte da Pedra Vale do Peso Fonte: Censos 2001 INE Freguesia de Aldeia da Mata É considerada a mais bela freguesia rural do município. Contém elementos paisagísticos pincelados de bucolismo que lhe emprestam um carácter de grande aprazabilidade. Em Aldeia da Mata não se pode também deixar de fazer referência aos testemunhos do seu longínquo passado como povoação, patentes nas casas medievais e quinhentistas ainda existentes e nas pequenas capelas que sacralizam o seu passado. 16

17 Aldeia da Mata Indicadores Gerais Área Total (Km²) Densidade Populacinal (hab/km²) População Residente Total Nados Vivos Óbitos ,52 12, Fonte: Censos 2001 INE Freguesia do Crato e Mártires Terra de muitos e velhos pergaminhos, já lhe chamaram a Majestade do Alto Alentejo. Sobre ela se escreveu: O Crato não é uma Vila em vão há nela qualquer coisa que cativa quando se a percorre no seu silêncio artístico e se termina ao lado das suas gentes. O seu prestígio remonta ao III milénio A.C., época de comunidades nómadas que deixaram vestígios um pouco por todo o lado. Crato e Mártires Indicadores Gerais Área Total (Km²) Densidade Populacinal (hab/km²) População Residente Total Nados Vivos Óbitos Fonte: Censos 2001 INE ,

18 Freguesia de Flor da Rosa Flor da Rosa tem a sua mais antiga referência documental datada do ano de Com pouco mais de 300 habitantes, nesta aldeia predomina a pacatez da sua arquitectura popular. Além da agricultura e da indústria hoteleira como actividades económicas principais, destaca-se, também, a olaria tradicional, famosa pela hábil conjugação de duas características proeminentes: a frescura e a impermeabilidade. Flor da Rosa Indicadores Gerais Área Total (Km²) Densidade Populacinal (hab/km²) População Residente Total Nados Vivos Óbitos ,4 31, Fonte: Censos 2001 INE Freguesia de Gáfete Foi uma das 12 vilas do Priorado do Crato. Teve foral novíssimo, dado por D. Pedro II em Passou, então, a chamar-se Vila Nova de São João de Gáfete, mas acabou por voltar à antiga denominação. O Concelho de Gáfete durou até 1836, ano em que 18

19 foi extinto, sendo então integrado, como freguesia no concelho de Alpalhão, onde se manteve até 3 de Agosto de Gáfete Indicadores Gerais Área Total (Km²) Densidade Populacinal (hab/km²) População Residente Total Nados Vivos Óbitos Fonte: Censos INE ,69 23, Freguesia de Monte da Pedra É considerada a freguesia mais típica do município do Crato, devido às suas características de arquitectura tradicional. Trata-se de uma povoação de casario tipicamente alentejano, no meio do qual sobressai, a Igreja. Também é conhecida pelas suas águas curativas. Pertence a esta freguesia a povoação de Sume. Monte da Pedra Indicadores Gerais Área Total (Km²) Densidade Populacinal (hab/km²) População Residente Total Nados Vivos Óbitos Fonte: Censos INE ,36 5,

20 Freguesia de Vale do Peso Uma tradição afirma que Vale do Peso está assente sobre as ruínas de outra povoação que se chamou Cidade do Peso, cujo nome derivou de uma pedra de forma airosa, regular e que pela sua configuração, fazia lembrar um peso antigo. Vale do Peso Indicadores Gerais Área Total (Km²) Densidade Populacinal (hab/km²) População Residente Total Nados Vivos Óbitos Fonte: Censos 2001 INE ,5 5,

21 II DEMOGRAFIA E POPULAÇÃO O Município do Crato situa-se no distrito de Portalegre, integrando em termos mais vastos a Sub-Região do Alto Alentejo, confinado a sul com os municípios de Alter do Chão e Monforte, a norte com o de Nisa e Castelo de Vide, a poente com o do Gavião e Ponte de Sôr e a nascente com o de Portalegre. Possui uma população total de 4348 habitantes distribuídos pelas 6 freguesias: Aldeia da Mata, Crato e Mártires, Flor da Rosa, Gáfete, Monte da Pedra e Vale do Peso, numa área de 398,3 Km², o que perfaz uma densidade populacional de 10,9 hab/km². Em 1991 a densidade populacional era de 12,7 hab/km², assinalando-se assim, uma variação populacional intercensitária de -14,1% entre 1991 e Indicadores Gerais Área Total do Concelho (Km²) Densidade Populacinal (hab/km² Freguesias (N.º) População Residente Total Variação da População ,3 10, Residente /2001 (%) -14,1 Taxa de Natalidade 8,6 Txa de Mortalidade 23,4 Taxa de Nupcialidade 3,6 Taxa de Excedente de Vidas -14,8 Índice de Envelhecimento 324,8 Fonte: Censos INE 21

22 População Residente em 1981, 1991 e 2001 N.º de Habitante s Ano Densidade Populacional 14,1 hab/km² 12,7 hab/km² 10,9 hab/km² Ano Fonte: Censos 2001 e Censos 1991 INE Na origem desta diminuição da população podem estar factores como: Forte imigração e emigração da população residente em idade activa na década de 60 e 70; Os indicadores gerais sobre a educação registaram valores mais desfavoráveis em 2001, relativamente à NUTS III e à região, visto que os equipamentos educativos existentes apenas garantem o ensino obrigatório levando assim a um êxodo estudantil; O fraco tecido empresarial do Município leva os jovens a procurarem emprego e estabilidade familiar noutras áreas do distrito ou do país; Paralelamente à diminuição da população residente é também notória a elevada taxa de mortalidade (23,4%), registada como a segunda maior taxa de mortalidade do Alto Alentejo, facto derivado da estrutura populacional envelhecida. 22

23 Fonte: Municípios do Alentejo 2001 INE Entre 1991 e 2001 ocorreu um decréscimo da população em todos os grupos etários, à excepção do grupo etário com 65 anos ou mais, sendo o grupo mais afectado o grupo etário dos 0-14, o que evidencia a fraca Taxa de Natalidade (8,6%), conforme se verifica no gráfico abaixo representado. Grupo Etário Mais 65 Total Variação (%) , , , ,1 Fonte: Censos INE No entanto, o grupo etário com maior predominância, ainda continua a ser o Grupo Etário dos 25 aos 64, apesar de apresentar um decréscimo de -15.3%. 23

24 Índice Resumo do Município do Crato - Evolução % Jovens % Activos % Idosos Índice de Envelhecimento Indice de Dependência Anos 0-14 anos anos 65 e + anos % % ,15% 66,57% 10,28% 44,38% 50,22% ,22% 64,64% 16,14% 84,00% 54,70% ,10% 59,57% 23,33% 136,37% 67,87% ,25% 58,39% 28,36% 214,01% 71,25% ,03% 56,49% 33,49% 333,94% 77,04% Fonte: Recenseamento da população 1960/1970/1981/1991/2001 INE População Residente por Grupos Etários N.º de Habitantes mais 65 Grupos Etários Fonte: Censos 2001 INE Conforme se verifica, nos gráficos e tabelas apresentados, o Município do Crato caracteriza-se por uma população envelhecida e manifesta uma crescente tendência para o aumento do envelhecimento demográfico. A Taxa de Mortalidade (23,4%) é três vezes superior à Taxa de Natalidade (8,6%); o decréscimo da população jovem é elevado (grupo etário dos 0-14 e dos 15-24) e o Índice de Envelhecimento aumentou (324,8%), tendo contudo uma variação positiva, entre , de 1,4%. 24

25 Nascimentos Óbitos Anuários Regionais Estatísticos de 2001,2002 e 2003 De acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Estatística, tem-se verificado uma variação tanto ao nível dos nascimentos com ao nível dos óbitos, no entanto, o número de óbitos continua a ser elevado quando comparado com o número de nascimentos. População Residente por Grupo Etário e Sexo N.º de Habitantes Grupo Etário Fonte: Censos 2001 INE M F Quanto à distribuição da população por Grupo Etário e Sexo, representada no gráfico, a predominância do sexo feminino face ao sexo masculino na população idosa evidencia-se e contempla-se sobretudo nos grupos etários dos 60 aos 90 anos ou mais. 25

26 Relativamente ao estado civil, concluímos que mais de metade da população residente é casada (55,9%), e que apenas 0,7% e 0,8% se enquadra, nas categorias Separado e Divorciado. Na categoria Casado foram consideradas uniões com e sem registo. População Residente segundo o Estado Civil Solteiro Casado Viúvo Separado Divorciado Fonte: Censos 2001 INE População Residente por Estado Civil e Sexo População M F M F M F M F M F Solteiro Casado Viúvo Separdo Divorc. Estado Civil Fonte: Censo 2001 INE 26

27 Considerando a relação Estado Civil e Sexo, destaca-se a categoria Viúvo, pela discrepância entre a população feminina e masculina, sendo a população feminina da categoria viúvo significativamente superior à população masculina da mesma categoria. O facto prende-se directamente com a predominância da população idosa feminina sobre a população idosa masculina. Composição da População Residente Nunca Mudou Fonte: Censos 2001 INE Imigrantes Provenientes de Outro concelho Imigrantes Provenientes do Estrangeiro A população residente do Município do Crato, para além dos habitantes que nunca mudaram de Município, é também composta por habitantes imigrantes, provenientes de outros municípios e provenientes do estrangeiro. Do grupo de habitantes imigrantes no município, 0,8% são provenientes do estrangeiro. País de Origem N.º Habitantes Alemanha 2 Espanha 1 França 3 Outros EU 2 PALOPS 1 Brasil 10 Outros 11 Fonte: Censos 2001 INE 27

28 Dos habitantes imigrantes provenientes do estrangeiro, destacamse os habitantes de nacionalidade brasileira e os habitantes correspondentes à categoria Outros que integra os países do Leste. População Residente com Deficiencia, segundo o tipo de deficiencia e o sexo Auditiva Visual Motora Mental Paralisia Cerebral Outra M F Total Fonte: Censos INE A deficiência visual, é a que afecta em maior número a população residente do Município do Crato, chegando maioritariamente às mulheres. Contrariamente, existem mais casos de deficiência auditiva, motora e mental no sexo masculino do que no sexo feminino. Relativamente à religião, a população residente é notoriamente católica. População Residente por Religião Católica Ortodoxa Protestante Outra Cristã Sem Religião Fonte: Censos 2001 INE 28

29 III - REDE VIÁRIA E ACESSIBILIDADES Rede Nacional de Estradas A Rede Nacional de Estradas, de acordo com o Plano Rodoviário Nacional, é constituída no Município do Crato, pelas seguintes estradas: a) Da Rede Fundamental IP 2. Bragança Faro Estrada Nacional nº 118 Estrada Nacional nº 18 b) Da Rede Complementar Estrada Nacional nº 119 Estrada Nacional nº 245 c) Estradas Nacionais a integrar na Rede Municipal Estrada Nacional nº 119 Estrada Nacional nº 245 Estrada Nacional nº Estrada Nacional nº 363 Estrada Nacional nº

30 Rede Municipal de Estrada e Caminhos A Rede Municipal de Estradas e Caminhos fundamental para o ordenamento municipal é constituída pelas comunicações públicas rodoviárias e pelas seguintes: 30

31 Número Estradas Municipais EM531 Estrada Nacional nº Vale da Vinha Moinho do Torrão Limite do Município do Gavião Sume Limite do Município de Ponte de Sôr - Estrada Nacional nº 364 Estação do Caminho-de-ferro de Torre das Vargens EM532 Estrada Nacional nº 118 Castelo Sernado Limite do Município do Gavião Monte da Pedra Limite do Concelho de Alter do Chão Estação do Caminho de Ferro de Cunheira Cunheira - Estrada Nacional nº 369 Estação do Caminho de Ferro de Chanca EM532-A EM 532 Próxima da Estação do Caminho de Ferro da Cunheira - Sume EM Ramal para a Estrada Nacional nº 363 EM 533 Estrada Nacional nº 118 (Gáfete) Vale do Peso Estrada Nacional nº 245 EM 534 Estrada Nacional nº 363 (proximidades de Aldeia da Mata) Limite do Município de Alter do Chão Estação do Caminho-de-Ferro de Aldeia da Mata Estada Nacional 119 Reguengo Coudelaria de Alter do Chão Em Estrada Nacional nº Cabeço de Vide Monte Seco Estrada Nacional nº 245 Fonte: PDM do Concelho do Crato Abril/95 Nota: Em Itálico Secções fora do Município 1 -Estrada em projecto 31

32 Número Caminhos Municipais CM 1017 Estrada Nacional nº (Proximidade de S. Martinho) à Estação de Caminho de Ferro do Crato CM 1020 Estrada Nacional nº 118 (Gáfete) à Estrada Municipal nº 532 (Monte da Pedra) CM 1021 Estrada Nacional nº 245 (Proximidade da Estação de Caminho de Ferro de Vale do Peso) à Estrada Municipal nº 533 (Proximidade de Gáfete) CM 1022 Estrada Nacional nº 363 (Fonte Silveira) à Estrada Municipal nº 533 (Vale do Peso) CM Estrada nacional 18 (proximidade de Alagoa) Estrada Nacional nº 245 ( Flor da Rosa ) Estrada Nacional nº 363 CM 1025 Estrada Nacional nº 119 a Pisão CM 1026 Estrada Nacional nº 119 a Mártires CM 1101 Estrada Nacional nº 18 (Tolosa) Limite do Município de Nisa Estrada Municipal nº 532 (Monte da Pedra) CM 1122 Estrada Municipal nº 534 (Aldeia da Mata) Limite do Município de Alter do Chão Estrada Municipal nº 532 (Proximidades da Estação do Caminho de Ferro de Chanca) CM 1167 Limite do Município de Portalegre Caminho Municipal 1017 Estrada Nacional nº CM 1174 Estrada Nacional nº 119 Caminho Municipal 1023 Fonte: PDM do Concelho do Crato Abril/95 O Município é servido por duas linhas ferroviárias Linha do Leste e Ramal de Cáceres - cuja extinção se perspectiva a curto prazo, visto terem vindo a ser progressivamente desactivadas. 32

33 IV - CONDIÇÕES DA HABITABILIDADE O sector da habitação no Município do Crato apresenta características de implantação muito concentrada, decorrente do próprio tipo de povoamento e do quadro económico existente, mas principalmente do acentuado grau de envelhecimento do parque habitacional. Segundo os Censos de 2001, o número de edifícios isolados é muito inferior ao número de edifícios não isolados, característica de uma população concentrada. Edificios Isolados Edificios Não Isolados Total Fonte: Censos INE Alojamentos Clássicos segundo a Época da Construção Antes de Fonte: Censos INE Apesar do número de alojamentos construídos entre 1996 e 2001 ser elevado, verifica-se que o parque habitacional do Município do Crato apresenta um elevado grau de envelhecimento. 33

34 Alojamentos existentes por estado de conservação (2001) Segundo os Censos de 2001 do INE, no total dos 3162 edificios existentes no Crato, 1030 necessitam de obras de reparação, sendo que 157 necessitam de grandes reparações, 271 de reparações médias e 602 de pequenas reparações. Contam-se ainda 74 edificios em estado considerado muito degradado. Alojamentos Familiares segundo as Instalações Existentes Com electricid Sem electricid Com Instalações Sanitárias Retrete fora do Alojamento Sem Retrete Alojamentos Famílias Clássicas Pessoas Residentes Fonte: Censos 2001 INE Com Água Canalizada Sem Água Canalizada C/ Instalações de Banho ou Duche S/ Instalações de Banho ou Duche Alojamentos Famílias Clássicas Pessoas Residentes Fonte: Censos 2001 INE Aquecimento Aquecimento não Central Central Alojamentos Famílias Clássicas Pessoas Residentes Fonte: Censos 2001 INE Sem Aquecimento

Retrato Estatístico do Funchal

Retrato Estatístico do Funchal Retrato Estatístico do Funchal Resultados Definitivos dos Censos 2011 EDUCAÇÃO POPULAÇÃO JUVENTUDE E ENVELHECIMENTO MOVIMENTOS POPULACIONAIS PARQUE HABITACIONAL ECONOMIA E EMPREGO CONDIÇÕES DE HABITABILIDADE

Leia mais

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE CÂMARA DE LOBOS E RESPECTIVAS FREGUESIAS

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE CÂMARA DE LOBOS E RESPECTIVAS FREGUESIAS 2. CÂMARA DE LOBOS MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE CÂMARA DE LOBOS E RESPECTIVAS FREGUESIAS Fonte: www.geocities.com/heartland/plains/9462/map.html (adaptado) Localizada na vertente sul da

Leia mais

O Concelho de Beja. Localização

O Concelho de Beja. Localização O Concelho de Beja Localização Beja, capital de distrito, situa-se na região do Baixo Alentejo, no coração da vasta planície alentejana. É sede de um dos maiores concelhos de Portugal, com cerca de 1150

Leia mais

Índice. Introdução Metodologia Pág. 1. I Capítulo Caracterização Genérica do Concelho Pág. 4

Índice. Introdução Metodologia Pág. 1. I Capítulo Caracterização Genérica do Concelho Pág. 4 Índice Introdução Metodologia Pág. 1 I Capítulo Caracterização Genérica do Concelho Pág. 4 1. Caracterização Física e Administrativa 2. Património Histórico, Cultural e Natural do Concelho 2.1. Património

Leia mais

Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04

Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04 Índice de Quadros, Gráficos, Imagens, Figuras e Diagramas Introdução 01 Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04 Parte I: Enquadramentos da Intervenção Social no Concelho de Bragança 08 Quadro

Leia mais

Adenda ao Diagnóstico Social do Concelho de Castelo de Vide

Adenda ao Diagnóstico Social do Concelho de Castelo de Vide Adenda ao Diagnóstico Social do Concelho de Castelo de Vide Outubro 2010 Nota Introdutória O presente documento é uma adenda ao Diagnóstico Social do Concelho de Castelo de Vide. No âmbito do Programa

Leia mais

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte VI.6.1: Caracterização da População Toxicodependente no Concelho de Bragança

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte VI.6.1: Caracterização da População Toxicodependente no Concelho de Bragança REDE SOCIAL DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte VI.6.1: Caracterização da População Toxicodependente no Concelho de Bragança Parte 6.6.1 Caracterização da população toxicodependente no concelho de Bragança (Dados

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DE CARACTERIZAÇÃO SOCIO-ECONÓMICA DA REGIÃO ALENTEJO

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DE CARACTERIZAÇÃO SOCIO-ECONÓMICA DA REGIÃO ALENTEJO ASPECTOS FUNDAMENTAIS DE CARACTERIZAÇÃO SOCIO-ECONÓMICA DA REGIÃO ALENTEJO Principais linhas de evolução e transformação da paisa social e económica regional População A região, inserida no contexto português

Leia mais

Análise SWOT. Área: Território. Rede Social. - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais

Análise SWOT. Área: Território. Rede Social. - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais Área: Território - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais - Dinamização da Exploração dos Recursos Naturais para Actividades Culturais e Turísticas - Localização Geográfica

Leia mais

Exposição A Evolução da Alfabetização na Área Metropolitana do Porto

Exposição A Evolução da Alfabetização na Área Metropolitana do Porto Exposição A Evolução da Alfabetização na Área Metropolitana do Porto Evolução da Alfabetização em PORTUGAL Portugal tem 650 mil analfabetos 9% não sabe ler Estima se que existam em Portugal cerca 658 mil

Leia mais

Síntese dos conteúdos mais relevantes

Síntese dos conteúdos mais relevantes Síntese dos conteúdos mais relevantes Nos últimos Censos de 2001, o Concelho da Lourinhã contabilizou 23 265 habitantes, reflectindo uma evolução de + 7,7% face a 1991. Em termos demográficos, no Concelho

Leia mais

MAPA 7. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE PONTA DO SOL E RESPECTIVAS FREGUESIAS. Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map.

MAPA 7. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE PONTA DO SOL E RESPECTIVAS FREGUESIAS. Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map. 5. PONTA DO SOL O concelho de Ponta do Sol foi fundado no início do século XVI, em consequência do elevado desenvolvimento económico resultante da actividade açucareira. Com uma área de 43,80 Km2 e uma

Leia mais

INDICADORES TERRITORIAIS

INDICADORES TERRITORIAIS Nº de Freguesias: 24 INDICADORES TERRITORIAIS Tipologia das Freguesias (segundo a Tipologia de Áreas Urbanas): * Amares - Área Predominantemente Urbana * Barreiros - Área Medianamente Urbana * Besteiros

Leia mais

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 37 38 3.1. Introdução Para a interpretação dos dados de saúde, quer de morbilidade quer de mortalidade, e nomeadamente para, com base nesses dados, se fazer o planeamento

Leia mais

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Apresentação Plenário Comissão Social de Freguesia www.observatorio-lisboa.eapn.pt observatoriopobreza@eapn.pt Agenda I. Objectivos OLCPL e Principais Actividades/Produtos

Leia mais

AMADORA XXI POPULAÇÃO 2011

AMADORA XXI POPULAÇÃO 2011 AMADORA XXI POPULAÇÃO 2011 Nota Introdutória Amadora XXI O Município da Amadora disponibiliza informação censitária de 2011 dirigida aos residentes, estudantes, empresários e interessados em conhecer a

Leia mais

3.4. EDUCAÇÃO. Problemas Sociais Identificados. Problemas Sociais Priorizados. 3.4.1. Educação: Enquadramento: Alunos sem projecto de vida

3.4. EDUCAÇÃO. Problemas Sociais Identificados. Problemas Sociais Priorizados. 3.4.1. Educação: Enquadramento: Alunos sem projecto de vida 3.4. EDUCAÇÃO Problemas Sociais Identificados Insucesso escolar Falta de expectativas socioprofissionais Alunos sem projecto de vida Expectativas inadequadas para famílias Problemas Sociais Priorizados

Leia mais

Área de Intervenção IV: Qualidade de vida do idoso

Área de Intervenção IV: Qualidade de vida do idoso Área de Intervenção IV: Qualidade de vida do idoso 64 ÁREA DE INTERVENÇÃO IV: QUALIDADE DE VIDA DO IDOSO 1 Síntese do Problemas Prioritários Antes de serem apresentadas as estratégias e objectivos para

Leia mais

(124) Planeamento urbano para a integração de imigrantes

(124) Planeamento urbano para a integração de imigrantes A análise dos grupos profissionais da população activa portuguesa e estrangeira residente na Área Metropolitana do Porto, de acordo com o concelho é a seguinte: Figura 25. Repartição da população activa

Leia mais

A Vila. Na vila de Barrancos

A Vila. Na vila de Barrancos Locais a visitar A Vila Na vila de Barrancos podem ainda encontrar-se belos exemplares do típico casario alentejano, de arquitectura popular: casas caiadas de branco, de piso térreo, construídas em taipa,

Leia mais

CENSOS 2011: Parque habitacional (Resultados pré-provisórios)

CENSOS 2011: Parque habitacional (Resultados pré-provisórios) 08 de novembro de 2011 Censos 2011 21 de março de 2011 CENSOS 2011: Parque habitacional (Resultados pré-provisórios) Dada a importância que o tema reveste, no quadro da preparação dos resultados provisórios

Leia mais

Resultados definitivos. Anabela Delgado INE, Gabinete dos Censos 20 de novembro 2012

Resultados definitivos. Anabela Delgado INE, Gabinete dos Censos 20 de novembro 2012 Resultados definitivos Anabela Delgado INE, Gabinete dos Censos 20 de novembro 2012 Temas em Análise População Família Parque Habitacional 1 População 2 População Residente À data do momento censitário

Leia mais

para um novo ano lectivo

para um novo ano lectivo Ano Lectivo 2008/09 20 medidas de política para um novo ano lectivo Este documento apresenta algumas medidas para 2008/09: Apoios para as famílias e para os alunos Modernização das escolas Plano Tecnológico

Leia mais

CLAS de Melgaço Plano de Desenvolvimento Social 2014-2016 MELGAÇO, JULHO/2013

CLAS de Melgaço Plano de Desenvolvimento Social 2014-2016 MELGAÇO, JULHO/2013 1 PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2014-2016 MELGAÇO, JULHO/2013 2 ÍNDICE NOTA PRÉVIA Enquadramento e contextualização geográfica e temporal 3 Percurso dos documentos estratégicos 3 Metodologias utilizadas

Leia mais

"Retrato social" de Portugal na década de 90

Retrato social de Portugal na década de 90 "Retrato social" de Portugal na década de 9 Apresentam-se alguns tópicos da informação contida em cada um dos capítulos da publicação Portugal Social 1991-21, editada pelo INE em Setembro de 23. Capítulo

Leia mais

Município de Freixo de Espada à Cinta PLANO DE ACÇÃO (2009-2010) Conselho Local de Acção Social de Freixo de Espada à Cinta

Município de Freixo de Espada à Cinta PLANO DE ACÇÃO (2009-2010) Conselho Local de Acção Social de Freixo de Espada à Cinta Município de Freixo de Espada à Cinta PLANO DE ACÇÃO (2009-2010) Conselho Local de Acção Social de Freixo de Espada à Cinta FICHA TÉCNICA Relatório do Plano de Acção de Freixo de Espada à Cinta Conselho

Leia mais

As regiões com maior e menor crescimento previsto para 2050

As regiões com maior e menor crescimento previsto para 2050 Introdução: O aumento da população ficará na história da Humanidade como o facto mais extraordinário do século XX. Há quarenta anos estimava-se a população em cerca de 3000 milhões de pessoas. Daí em diante

Leia mais

1. ATUALIZAÇÃO QUANTITATIVA

1. ATUALIZAÇÃO QUANTITATIVA 1. ATUALIZAÇÃO QUANTITATIVA INDICADORES DIAGNOSTICO SOCIAL 2010 Indicadores Periodicidade Fonte Alojamentos (n.º) Decenal INE Censos Alojamento segundo tipo de alojamento (%) Decenal INE Censos Alojamentos

Leia mais

1.1.1.1. Objectivo Especifico Garantir que os alunos de 1.º e 2.º Ciclo assistam a acções de prevenção primária da toxicodependência.

1.1.1.1. Objectivo Especifico Garantir que os alunos de 1.º e 2.º Ciclo assistam a acções de prevenção primária da toxicodependência. Conselho Local de Acção Social de de Ourique Cuba Plano de Acção 2008 - Rede Social Programação Anual. Prioridade Promover a melhoria das condições de vida das crianças, dos idosos e das famílias através

Leia mais

METADE DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM CIDADES CONCENTRADA EM APENAS 14 DAS 141 CIDADES

METADE DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM CIDADES CONCENTRADA EM APENAS 14 DAS 141 CIDADES Atlas das Cidades de Portugal Volume II 2004 01 de Abril de 2005 METADE DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM CIDADES CONCENTRADA EM APENAS 14 DAS 141 CIDADES Apesar das disparidades ao nível da dimensão populacional

Leia mais

Plano de Acção 2014. Rede Social

Plano de Acção 2014. Rede Social Plano de Acção 2014 Rede Social Março/2014 Elaborado por: Núcleo Executivo do Conselho Local de Acção Social de Avis - Agrupamento de - Centro de Emprego e Formação Profissional de Portalegre/Serviço de

Leia mais

Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo

Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo De acordo com os indicadores demográficos disponíveis relativos a 2007, a população residente em Portugal

Leia mais

Agenda 21 Local do Concelho de Redondo. Síntese do Diagnostico do Concelho

Agenda 21 Local do Concelho de Redondo. Síntese do Diagnostico do Concelho Agenda 21 Local do Concelho de Redondo Síntese do Diagnostico do Concelho Redondo 2004 INTRODUÇÃO O presente documento constituí uma Síntese do Diagnóstico do concelho, elaborado no âmbito da Agenda 21Local

Leia mais

OPÇÕES DO PLANO 2015:2018 datas 2015 2016 2017 2018. conclusão. Respons. início 1 EDUCAÇÃO 207.000,00 186.840,00 191.282,00 196.

OPÇÕES DO PLANO 2015:2018 datas 2015 2016 2017 2018. conclusão. Respons. início 1 EDUCAÇÃO 207.000,00 186.840,00 191.282,00 196. 1 EDUCAÇÃO 207.000,00 186.840,00 191.282,00 196.916,00 1 ENSINO PRÉ-ESCOLAR E DO 1º CICLO 116.500,00 93.625,00 100.574,00 103.487,00 1 Apoios e subsídios CM 13 18 5 05-06-02-03-99 1.000,00 1.030,00 2.122,00

Leia mais

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS. Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map.

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS. Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map. 8. Ribeira Brava MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map.html (adaptado) A vila de Ribeira Brava, situada no

Leia mais

REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ARGANIL ESTUDOS DE CARACTERIZAÇÃO CAPÍTULO III DEMOGRAFIA VOLUME 4

REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ARGANIL ESTUDOS DE CARACTERIZAÇÃO CAPÍTULO III DEMOGRAFIA VOLUME 4 REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ARGANIL VOLUME 4 CAPÍTULO III DEMOGRAFIA ABRIL 2013 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. EVOLUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO NA SUB-REGIÃO PINHAL INTERIOR NORTE 4 3. EVOLUÇÃO

Leia mais

INCLUSÃO SOCIAL & CAPITAL HUMANO: PRINCIPAIS PRIORIDADES ALTO MINHO 2020 13 DE NOVEMBRO DE 2015 VILLA MORAES, PONTE DE LIMA

INCLUSÃO SOCIAL & CAPITAL HUMANO: PRINCIPAIS PRIORIDADES ALTO MINHO 2020 13 DE NOVEMBRO DE 2015 VILLA MORAES, PONTE DE LIMA INCLUSÃO SOCIAL & CAPITAL HUMANO: PRINCIPAIS PRIORIDADES ALTO MINHO 2020 13 DE NOVEMBRO DE 2015 VILLA MORAES, PONTE DE LIMA ÍNDICE 1- DIAGNÓSTICO SÍNTESE: IDEIAS-CHAVE 1.1 - DINÂMICA POPULACIONAL 1.2 EDUCAÇÃO

Leia mais

PNAI Plano Nacional de Acção para a Inclusão (2003-2005)

PNAI Plano Nacional de Acção para a Inclusão (2003-2005) V Articulação O PDS deve integrar orientações de outros programas a nível nacional, regional e localmente com os diversos planos, projectos, serviços e sectores específicos do Município, criando sinergias

Leia mais

Estatísticas Vitais 2014

Estatísticas Vitais 2014 Estatísticas Vitais 214 3 de abril de 215 Manteve-se o saldo natural negativo e a diminuição do número de casamentos Em 214 registaram-se 82 367 nascimentos com vida de crianças cujas mães eram residentes

Leia mais

O âmbito geográfico deste estudo é Portugal continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Saidas. Entradas. Mudanças de emprego

O âmbito geográfico deste estudo é Portugal continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Saidas. Entradas. Mudanças de emprego Mobilidade dos Trabalhadores ESTATÍSTICAS STICAS em síntese O presente estudo baseia-se nas informações que integram a base do Sistema de Informação Longitudinal de Empresas, Estabelecimentos e Trabalhadores

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Página 2 de 29 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Índice Índice de Siglas. 4 Nota Prévia... 5 Exposição e Explicação dos

Leia mais

Constituição dos Orgãos da Rede Social do Concelho de Valpaços 2. Constituição do Núcleo Executivo 4. Nota Introdutória 5

Constituição dos Orgãos da Rede Social do Concelho de Valpaços 2. Constituição do Núcleo Executivo 4. Nota Introdutória 5 ÍNDICE Constituição dos Orgãos da Rede Social do Concelho de Valpaços 2 Constituição do 4 Nota Introdutória 5 Eixo I Envelhecimento Populacional 7 Eixo II Qualificação e Integração Escolar e Sócio-Profissional

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO CRATO 2010-2012

PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO CRATO 2010-2012 O que é? Um Plano de Desenvolvimento Social é um instrumento de definição conjunta e negociada de objectivos prioritários para a promoção do desenvolvimento social local. Tem em vista não só a produção

Leia mais

2.1. Estrutura e Dinâmica da População e Famílias

2.1. Estrutura e Dinâmica da População e Famílias 2.1. Estrutura e Dinâmica da População e Famílias O Diagnóstico Social Concelhio, enquanto ferramenta essencial para o conhecimento e caracterização da realidade local, assume particular importância na

Leia mais

Carta Educativa do Concelho de Alcácer do Sal

Carta Educativa do Concelho de Alcácer do Sal Câmara Municipal de Alcácer do Sal Carta Educativa Documento preparatório: Carta Educativa do Concelho de Alcácer do Sal (de acordo com o Decreto-Lei n.º 7/2003 de 15 de Janeiro) Junho 2008 FICHA TÉCNICA

Leia mais

INDICADORES ESTATÍSTICOS

INDICADORES ESTATÍSTICOS INDICADORES ESTATÍSTICOS Indicadores Ano Unidade Estrutura Territorial Área 28 Km 2 27 332,4 92 9, Concelhos - Freguesias 28 nº 47-31 38-426 Lugares 28 nº 947 26797 Cidades Estatísticas 28 nº 15 151 Densidade

Leia mais

RELATÓRIO SANTA VITÓRIA SANTA VITÓRIA 1/19. VERSÃO FINAL. Julho de 2013

RELATÓRIO SANTA VITÓRIA SANTA VITÓRIA 1/19. VERSÃO FINAL. Julho de 2013 1/19 Relatório População Na freguesia de Santa Vitória, para além da sede de freguesia, existe outro aglomerado urbano com importância que possui PU definido no âmbito do PDM de Beja actualmente em vigor

Leia mais

2011/2012 Geografia 8º Ano de escolaridade

2011/2012 Geografia 8º Ano de escolaridade 2011/2012 Geografia 8º Ano de escolaridade O aumento da população ficará na história da Humanidade como o facto mais extraordinário do século XX. Há cerca de cinquenta anos estimava-se a população em cerca

Leia mais

ANEXO I. FICHAS DE CARACTERIZAÇÃO DAS MEDIDAS 3.1. e 3.2. - EIXO 3 DO PRORURAL versão 7

ANEXO I. FICHAS DE CARACTERIZAÇÃO DAS MEDIDAS 3.1. e 3.2. - EIXO 3 DO PRORURAL versão 7 3.1.1. Diversificação de Actividades Não-Agrícolas na Exploração Descrição Apoio a iniciativas empresariais promotoras do saber fazer tradicional Apoio a actividades lúdicas de carácter inovador nas explorações

Leia mais

Em 50 anos a percentagem de crianças na população residente caiu para cerca de metade

Em 50 anos a percentagem de crianças na população residente caiu para cerca de metade 30 de maio de 2014 Dia Mundial da Criança 1 1 de junho Em 50 anos a percentagem de crianças na população residente caiu para cerca de metade Em 50 anos a percentagem de crianças na população residente

Leia mais

EIXO 1 - Empreendedorismo, Empregabilidade e Educação

EIXO 1 - Empreendedorismo, Empregabilidade e Educação PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL de ODEMIRA 2014-2015 EIXO 1 - Empreendedorismo, Empregabilidade e Educação Promover o conhecimento e o acesso dos empresários aos apoios e incentivos no âmbito do empreendedorismo

Leia mais

Seminário Final. 18 de Junho 2008

Seminário Final. 18 de Junho 2008 O impacto do (des)emprego na pobreza e exclusão social na sub-região Porto-Tâmega pistas de acção estratégicas Porto Rua Tomás Ribeiro, 412 2º 4450-295 Matosinhos tel.: 22 939 91 50 fax.: 22 909 91 59

Leia mais

Ficha de Caracterização de Projecto

Ficha de Caracterização de Projecto Ficha de Caracterização de Projecto Projecto +Skillz E5G Programa Escolhas Promotor: Associação Mais Cidadania 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto Projecto +Skillz E5G Promotor: Associação Mais

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 1. Análise do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) Neste orçamento, o Município ajustou, as dotações para despesas de investimento, ao momento de austeridade que o país

Leia mais

No Concelho de Alandroal existem actualmente dois Agrupamentos de Escolas AGRUPAMENTO VERTICAL DO ALANDROAL

No Concelho de Alandroal existem actualmente dois Agrupamentos de Escolas AGRUPAMENTO VERTICAL DO ALANDROAL 5 - EDUCAÇÃO A educação é um dos direitos sociais fundamentais dos cidadãos portugueses e para que a oferta educativa seja possível é necessário um conjunto variado de condições objectivas que assentam

Leia mais

BOLETIM ESTATÍSTICO MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO Nº7 - DEZEMBRO 2007

BOLETIM ESTATÍSTICO MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO Nº7 - DEZEMBRO 2007 BOLETIM ESTATÍSTICO Nº7 - DEZEMBRO 2007 MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO EDITORIAL Com a publicação do número correspondente ao último quadrimestre do ano iniciamos também a edição, no

Leia mais

ACTIVIDADE 1. Relógio da População. TÉCNICO DE INFORMÁTICA - SISTEMAS OBJECTIVO GERAL. Saber interpretar indicadores demográficos.

ACTIVIDADE 1. Relógio da População. TÉCNICO DE INFORMÁTICA - SISTEMAS OBJECTIVO GERAL. Saber interpretar indicadores demográficos. TÉCNICO DE INFORMÁTICA - SISTEMAS MODELOS DE URBANISMO E MOBILIDADE OBJECTIVO GERAL Saber interpretar indicadores demográficos. Zaida Roques OBJECTIVOS ESPECIFICOS Conhecer os diferentes indicadores demográficos

Leia mais

Plano de Ação Regional Algarve 2014-2020 Desafios Regionais no contexto da Europa 2020. Recursos Humanos: Desafios para uma Região Inclusiva

Plano de Ação Regional Algarve 2014-2020 Desafios Regionais no contexto da Europa 2020. Recursos Humanos: Desafios para uma Região Inclusiva CONFERÊNCIA Plano de Ação Regional Algarve 2014-2020 Desafios Regionais no contexto da Europa 2020 Estrutura de Apresentação 3. Perspetivas para o Crescimento Inclusivo no contexto da Estratégia Europa

Leia mais

P L A N O D I R E T O R M U N I C I P A L DO S E I X A L R E V I S Ã O DISCUSSÃO PÚBLICA PROMOÇÃO DA EQUIDADE E DA COESÃO SOCIAL

P L A N O D I R E T O R M U N I C I P A L DO S E I X A L R E V I S Ã O DISCUSSÃO PÚBLICA PROMOÇÃO DA EQUIDADE E DA COESÃO SOCIAL PROMOÇÃO DA EQUIDADE E DA COESÃO SOCIAL VISÃO ESTRATÉGICA PARA O MUNICÍPIO EIXOS ESTRUTURANTES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS REESTRUTURAÇÃO DO ESPAÇO URBANO E CONSOLIDAÇÃO DO SISTEMA DE MOBILIDADE E TRANSPORTES

Leia mais

Caraterização da Área de Reabilitação Urbana Edificado e População Fonte: Censos 2011

Caraterização da Área de Reabilitação Urbana Edificado e População Fonte: Censos 2011 Caraterização da Área de Reabilitação Urbana Edificado e População Fonte: Censos 211 Cristina Maria Magalhães Dinis Técnica Superior de Sociologia Julho de 213 Gabinete de Reabilitação Urbana Departamento

Leia mais

LOCALIZAÇÃO E BREVE APRESENTAÇÃO GEOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO DO DOURO SUPERIOR

LOCALIZAÇÃO E BREVE APRESENTAÇÃO GEOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO DO DOURO SUPERIOR LOCALIZAÇÃO E BREVE APRESENTAÇÃO GEOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO DO DOURO SUPERIOR 1. LOCALIZAÇÃO A sub-região Douro Superior localiza-se no Interior Norte do país e integra os distritos de Bragança e Guarda,

Leia mais

Município de Moimenta da Beira

Município de Moimenta da Beira Município de Moimenta da Beira 2005, MOIMENTA DA BEIRA ÍNDICE GERAL CAPÍTULO I 1.1 Estrutura Espacial e Administrativa do 1.2 Breve Retrato SócioTerritoral e Familiar do Concelho 1.2.1 Evolução e variação

Leia mais

93858, 75,7 Km2. 2

93858,  75,7 Km2.  2 Ano letivo 2015/2016 Nota Introdutória O concelho de Valongo integra a Área Metropolitana do Porto, sendo limitado a Norte pelo município de Santo Tirso, a nordeste por Paços de Ferreira, a leste por Paredes,

Leia mais

Escola Básica do 1º Ciclo de Vale Figueira EB Miquelina Pombo

Escola Básica do 1º Ciclo de Vale Figueira EB Miquelina Pombo Escola Básica Elias Garcia Escola Básica Miquelina Pombo Escola Básica da Sobreda Escola Básica do 1º Ciclo de Vale Figueira EB Miquelina Pombo A Escola Básica do 1º Ciclo de Vale Figueira nº 1 (E.B. Miquelina

Leia mais

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall REDE SOCIAL DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Social Parte 3.7 protecção social E Acção social O artigo 63º da Constituição da República Portuguesa estabelece que ( ) incumbe

Leia mais

DEMOGRAFIA POPULAÇÃO FAMÍLIAS HABITAÇÃO ENERGIA E AMBIENTE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS ASSOCIATIVISMO CULTURA EDUCAÇÃO ACTIVIDADES ECONÓMICAS

DEMOGRAFIA POPULAÇÃO FAMÍLIAS HABITAÇÃO ENERGIA E AMBIENTE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS ASSOCIATIVISMO CULTURA EDUCAÇÃO ACTIVIDADES ECONÓMICAS UNIÃO EUROPEIA CASTELO DE VIDE DEMOGRAFIA POPULAÇÃO FAMÍLIAS HABITAÇÃO ENERGIA E AMBIENTE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS ASSOCIATIVISMO CULTURA EDUCAÇÃO ACTIVIDADES ECONÓMICAS EMPREGO E DESEMPREGO FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de O do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de Desenvolvimento Social, onde estão definidos alguns Projectos (com o desejo de uma projecção num futuro próximo), a serem desenvolvidos para se concretizarem

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO 2011

AVALIAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO 2011 AVALIAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO 2011 Eixo de Desenvolvimento I: Emprego/Desemprego Desenvolver medidas com vista à redução do desemprego, ao aumento da estabilidade no emprego e facilitadores do ingresso dos

Leia mais

1- CONTEXTO E CARACTERIZAÇÃO GERAL DO AGRUPAMENTO

1- CONTEXTO E CARACTERIZAÇÃO GERAL DO AGRUPAMENTO 1- CONTEXTO E CARACTERIZAÇÃO GERAL DO AGRUPAMENTO 1.1- Enquadramento territorial e contexto físico O Concelho da Moita onde se localiza o Agrupamento de escolas Fragata do Tejo está situado na região de

Leia mais

Território e Demografia

Território e Demografia Indicadores Sociais Moita Península de Setúbal Território e Demografia Concelho: Moita Território Superfície: 55,26 Km 2 Freguesias: 4 Distância Sede Concelho/Sede Distrito: Demografia População Residente:

Leia mais

C O N S E L H O L O C A L D E A C Ç Ã O S O C I A L D O C O N C E L H O D E P O R T O D E M Ó S P R É - D I A G N Ó S T I C O F E V E R E I R O

C O N S E L H O L O C A L D E A C Ç Ã O S O C I A L D O C O N C E L H O D E P O R T O D E M Ó S P R É - D I A G N Ó S T I C O F E V E R E I R O REDE SOCIAL C O N S E L H O L O C A L D E A C Ç Ã O S O C I A L D O C O N C E L H O D E P O R T O D E M Ó S P R É - D I A G N Ó S T I C O F E V E R E I R O 2 0 0 3 Í n d i c e Enquadramento Histórico 3

Leia mais

3 Panorama da Habitação

3 Panorama da Habitação 3 Habitação... 45 3.1 Famílias Clássicas, Alojamentos Familiares e Edifícios por freguesia... 45 3.1.1 Rácios alojamentos familiares/edifícios e Famílias/Alojamentos familiares... 46 3.1.2 Taxa de variação

Leia mais

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil º Uma iniciativa: Com apoio: 1 Encontros do Observatório, 23 Maio 2014 1. Contextualização O Observatório de Luta contra a Pobreza na Cidade de Lisboa definiu como prioridade temática para 2014 a, problema

Leia mais

Volume IV. Diagnóstico Social da Freguesia de Bom Sucesso ÍNDICE. Rede Social - Conselho Local de Acção Social do Município da Figueira da Foz

Volume IV. Diagnóstico Social da Freguesia de Bom Sucesso ÍNDICE. Rede Social - Conselho Local de Acção Social do Município da Figueira da Foz ÍNDICE 1 Capítulo I Enquadramento 1. Localização, Acessibilidades e Rede de Transportes...7 1.1. Localização...7 1.2. Acessibilidades...7 1.3. Rede de Transportes...8 2. Economia...9 3. Urbanismo e Habitação...10

Leia mais

REDE SOCIAL DIAGNÓSTICO SOCIAL

REDE SOCIAL DIAGNÓSTICO SOCIAL REDE SOCIAL INQUÉRITOS POR QUESTIONÁRIO SEGURANÇA SOCIAL DE VILA REAL INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO A SEGURANÇA SOCIAL DE VILA REAL A pobreza e a exclusão social embora não sendo fenómenos recentes, têm vindo

Leia mais

Grelha de Análise SWOT (Strengths (forças); Weaknesses (fraquezas); Opportunities (oportunidades), Threats (ameaças))... Factores Endógenos

Grelha de Análise SWOT (Strengths (forças); Weaknesses (fraquezas); Opportunities (oportunidades), Threats (ameaças))... Factores Endógenos Problemática Essencial I Envelhecimento Demográfico - Apoio Domiciliário do Centro de Saúde com viatura cedida pela Câmara Municipal. - Iniciativas da Câmara Municipal com o objectivo de proporcionar momentos

Leia mais

Fórum de Boas Práticas

Fórum de Boas Práticas Câmara Municipal de Torres Vedras Sandra Colaço Fórum de Boas Práticas Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis 28 de Outubro de 2009 TORRES VEDRAS População -72 259(2001) Área 407 Km2 O concelho no país Na

Leia mais

Retrato da. Cidade de Lisboa. Observatório de Luta Contra a Pobreza na. Cidade de Lisboa

Retrato da. Cidade de Lisboa. Observatório de Luta Contra a Pobreza na. Cidade de Lisboa Retrato da Cidade de Lisboa Observatório de Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Pontos abordados na apresentação Análise de indicadores quantitativos - Peso do escalão etário dos 65+ - Índice de

Leia mais

PERFIL DOS ESTUDANTES QUE INGRESSARAM PELA 1ª VEZ, NO 1º ANO NA ESEL ANO LETIVO 2013/2014

PERFIL DOS ESTUDANTES QUE INGRESSARAM PELA 1ª VEZ, NO 1º ANO NA ESEL ANO LETIVO 2013/2014 PERFIL DOS ESTUDANTES QUE INGRESSARAM PELA 1ª VEZ, NO 1º ANO NA ESEL ANO LETIVO 2013/2014 Realização: Ana Paula Fontinha Ana Cristina Santos Disponibilização de Dados Estatísticos: Bruno Ramos Coordenação:

Leia mais

10. Equipamentos e Serviços Sociais

10. Equipamentos e Serviços Sociais 68 10. Equipamentos e Serviços Sociais A rede de equipamentos e serviços sociais existentes no concelho de Vidigueira constitui uma realidade resultante do esforço e envolvimento de entidades de diversa

Leia mais

Colóquio Desigualdade de Pobreza Pobreza e Vulnerabilidades Sociais na Cidade de Lisboa www.observatorio-lisboa.eapn.pt observatoriopobreza@eapn.

Colóquio Desigualdade de Pobreza Pobreza e Vulnerabilidades Sociais na Cidade de Lisboa www.observatorio-lisboa.eapn.pt observatoriopobreza@eapn. Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Colóuio Desigualdade de Pobreza Pobreza e Vulnerabilidades Sociais na Cidade de Lisboa www.observatorio-lisboa.eapn.pt observatoriopobreza@eapn.pt

Leia mais

Quadro 1 Beneficiários com prestações de desemprego, segundo o sexo e idade em 2002

Quadro 1 Beneficiários com prestações de desemprego, segundo o sexo e idade em 2002 44 7. Segurança Social 7.1 Invalidez, velhice e sobrevivência No concelho de Vidigueira, em 2002, os beneficiários de todos os regimes de pensão correspondiam a cerca de 39,3% da população residente, em

Leia mais

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real A referenciação dos percursos como componentes da estrutura edificada (in Magalhães, Manuela; Arquitectura

Leia mais

Estudos de Caracterização

Estudos de Caracterização Estudos de Caracterização Demografia e Caracterização Socioeconómica Abril de 2013 II.4.6 ÍNDICE QUADRO DE BORDO...4 1. DEMOGRAFIA E CONDIÇÕES SOCIAIS...5 1.1. INTRODUÇÃO... 5 1.2. ENQUADRAMENTO TERRITORIAL...

Leia mais

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Programa de da ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (ELD) 1 / 16 Programa de da 1. Caracterização Socioeconómica do Território A caracterização do território deve centrar-se em dois aspectos

Leia mais

Volume XIII. Diagnóstico Social da Freguesia de Paião ÍNDICE. Rede Social - Conselho Local de Acção Social do Município da Figueira da Foz 1

Volume XIII. Diagnóstico Social da Freguesia de Paião ÍNDICE. Rede Social - Conselho Local de Acção Social do Município da Figueira da Foz 1 ÍNDICE Rede Social - Conselho Local de Acção Social do Município da Figueira da Foz 1 Capítulo I Enquadramento 1. Localização, Acessibilidades e Rede de Transportes...7 1.1. Localização...7 1.2. Acessibilidades...7

Leia mais

CASA DO POVO DE ÓBIDOS PROJECTO EDUCATIVO

CASA DO POVO DE ÓBIDOS PROJECTO EDUCATIVO CASA DO POVO DE ÓBIDOS PROJECTO EDUCATIVO Índice 1. CARACTERIZAÇÃO DO MEIO... 1 1.1. Breves Notas Histórias sobre Óbidos... 1 1.2 Situação geográfica de Óbidos... 1 2 - BREVE HISTORIAL DA INSTITUIÇÃO...

Leia mais

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL JESSICA KICK-OFF MEETING FÁTIMA FERREIRA mrferreira@ihru.pt POLÍTICA DE CIDADES NO ÂMBITO DO QREN - PORTUGAL PO Regional Programas integrados de regeneração

Leia mais

O ESPAÇO RURAL DE ÉVORA: SITUAÇÃO ACTUAL E PERSPECTIVAS 1 RESUMO INTRODUÇÃO METODOLOGIA

O ESPAÇO RURAL DE ÉVORA: SITUAÇÃO ACTUAL E PERSPECTIVAS 1 RESUMO INTRODUÇÃO METODOLOGIA O ESPAÇO RURAL DE ÉVORA: SITUAÇÃO ACTUAL E PERSPECTIVAS Marcos Olímpio Gomes dos Santos RESUMO Na comunicação dá-se a conhecer os antecedentes de estudo um estudo em curso, explicita-se quais foram as

Leia mais

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS 2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS Neste capítulo se pretende avaliar os movimentos demográficos no município de Ijuí, ao longo do tempo. Os dados que fomentam a análise são dos censos demográficos, no período 1920-2000,

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO

PROJETO DE INTERVENÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES CANDIDATURA A DIRETOR PROJETO DE INTERVENÇÃO (2013-2017) Pedro Paulo da Costa Cerqueira Amares, maio de 2013 As organizações, tal como os organismos vivos, têm os seus

Leia mais

Pré-Diagnóstico Social do Concelho de Alenquer

Pré-Diagnóstico Social do Concelho de Alenquer A questão da habitação apresenta-se em Portugal como um dos mais pesados problemas herdados de um passado recente, marcado pela quase total ausência de políticas promotoras da qualidade de vida. Na verdade,

Leia mais

A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento. Participativo

A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento. Participativo Cecília Branco Programa Urbal Red 9 Projecto Orçamento Participativo Reunião de Diadema Fevereiro 2007 A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento Participativo Município

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO CENTRO SOCIAL DE GUARDIZELA GUIMARÃES CONCURSO SISTEMA DE IDENTIDADE CENTRO SOCIAL DE GUARDIZELA APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO GUARDIZELA MARÇO 2012 Pag.1 1 QÊM SOMOS O Centro Social de Guardizela é uma

Leia mais

Abril de 1998 PERFIL DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE SEIXAL

Abril de 1998 PERFIL DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE SEIXAL Abril de 1998 PERFIL DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE SEIXAL Índice Considerações introdutórias... 5 QUEM SOMOS... 6 Quantos somos... 8 Quantos seremos... 10 O Seixal no País e na A.M.L.... 11 O maior crescimento

Leia mais

O ENOTURISMO. Conceito:

O ENOTURISMO. Conceito: Conceito: O conceito de enoturismo ainda está em formação e, a todo o momento, vão surgindo novos contributos; Tradicionalmente, o enoturismo consiste na visita a vinhas, estabelecimentos vinícolas, festivais

Leia mais

CENSOS 2001 Análise de População com Deficiência Resultados Provisórios

CENSOS 2001 Análise de População com Deficiência Resultados Provisórios Informação à Comunicação Social 4 de Fevereiro de 2002 CENSOS 2001 Análise de População com Deficiência Resultados Provisórios A disponibilização destes resultados provisórios dos Censos 2001 sobre a população

Leia mais

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006 O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006 Elaborado por: Ana Paula Gomes Bandeira Coordenado por: Teresinha Duarte Direcção de Serviços de Estudos e Estratégia Turísticos Divisão de Recolha e Análise Estatística

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos FICHA TÉCNICA Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos Autoria Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) Direcção de Serviços de Estatística Edição Gabinete de Estatística e Planeamento

Leia mais

INDIVÍDUOS. Freguesia

INDIVÍDUOS. Freguesia INDIVÍDUOS Total de Indivíduos Residentes, INE: Censos de 2011, CAOP 2013 Indivíduos Residentes Homens Mulheres Bucelas 4663 2243 2420 Fanhões 2801 1403 1398 Loures 26769 12787 13982 Lousa 3169 1511 1658

Leia mais