Relatório e Contas 2007

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório e Contas 2007"

Transcrição

1 Relatório e Contas 27

2

3 Nota Introdutória O ano de 27 fica marcado como sendo aquele em que se concluíram três importantes infraestruturas do sistema de gestão de resíduos da Região Autónoma da Madeira. De facto, foi durante o exercício de 27 que entraram em funcionamento a Estação de Transferência da Zona Oeste (Março de 27), a Estação de Transferência da Zona Leste (Abril de 27), a linha de triagem de papel e cartão e do cais do vidro (Abril de 27) e a linha de triagem automática de plásticos e metais (em Setembro iniciou o seu serviço experimental) da Estação de Triagem da Ilha da Madeira. É importante também assinalar a consignação da 2.ª Fase da Valorização Ambiental da Área Envolvente à Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos (ETRS) da Meia Serra, o que permitiu dar continuidade ao projecto iniciado em 26 com a inauguração da 1.ª fase e assim concretizar mais um conjunto de contrapartidas lúdicas e ambientais às populações vizinhas. Ocorreram igualmente eventos que merecem realce, como seja a celebração do contrato com a Entidade Gestora de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (Amb3E). Merece uma referência especial a evolução positiva da quantidade de resíduos de embalagens enviados para reciclagem que registou um incremento de 6,% o que, mais uma vez, colocou a Região Autónoma da Madeira no sistema que maior quantidade (por habitante) de resíduos de embalagem entregou à Sociedade Ponto Verde. Atingiu-se um elevado nível de desempenho das operações de transferência, de triagem, de valorização, de tratamento e de destino final, bem visível nos indicadores que são apresentados neste relatório e que se referem às actividades directamente relacionadas com a gestão dos vários tipos de resíduos. Com o funcionamento de todas as grandes infraestruturas, importa manter uma elevada eficiência de gestão e o equilíbrio da sua exploração, condições essenciais para garantir um bom ambiente para a qualidade de vida da população e para a principal actividade económica da Região que é o Turismo. Contudo, é importante recordar que a eficiência não é compatível com a falta de meios financeiros disponíveis a que não é de todo indiferente a aplicação objectiva e concreta do princípio da continuidade territorial e, consequentemente, a assumpção (a nível nacional), pelas entidades gestoras dos vários fluxos de resíduos, dos custos operacionais e de transporte rodoviário e marítimo dos resíduos. Acresce que, paulatinamente, deve ser aplicado o princípio do poluidor-pagador, pois contribuirá para promover a sustentabilidade técnica, económica, social e ambiental dos serviços prestados e de certeza incentivará todos os agentes envolvidos na adopção de comportamentos que privilegiem a prevenção da produção de resíduos e a sua reciclagem e valorização, em detrimento da sua eliminação. Em suma, penso que, com o envolvimento de todos, se assistirá a uma mudança de paradigma nos comportamentos e nas atitudes para uma mudança cultural na gestão dos resíduos, pelo que mais uma vez se apela a todos o desenvolvimento de uma cultura de cidadania mais forte. Uma palavra final, mas decisiva, para todos os colaboradores que contribuíram para tornar possível este relatório. Sem a sua cooperação e dedicação, este trabalho não teria sido possível e estou certa que manterão o mesmo empenho para que possam ser enfrentados novos desafios e aproveitadas as oportunidades para melhorar o desempenho desta empresa rumo ao desenvolvimento sustentável. Merecem particular referência e agradecimento todos os habitantes da Região pelo seu bom desempenho nesta área, traduzido no incremento da deposição selectiva, o que revela a adopção de comportamentos ambientais conscientes. Joana Maria Figueira Rodrigues Presidente do Conselho de Administração Importa agora apelar a todos, enquanto cidadãos e agentes intervenientes, para o dever e a responsabilidade de fazerem o melhor com vista às concretizações propostas, designadamente a eficácia no reforço das actividades da reciclagem e da valorização e, consequentemente, a reintrodução dos resíduos no ciclo económico como matérias primas secundárias. Este é, contudo, não só um dever como também uma missão de cidadania da sociedade rumo ao desenvolvimento sustentável. Deve-se, pois, estimular o envolvimento de todos os intervenientes para que se proponham actuar de forma clara e inequívoca em conformidade com o desenhado no Plano Estratégico de Resíduos desta Região sem dogmas e sem estarem presos a conceitos por vezes demasiadamente estáticos. Valor Ambiente Relatório e Contas 27 iii

4

5 Organograma Conselho de Administração (CA) Secretariado Departamento Administrativo / Financeiro (DAF) Departamento Jurídico (DJ) Departamento Técnico (DT) Adjunta da Coordenação Área Financeira (AF) Área Administrativa / Recursos Humanos (AARH) Área Estudos e Pareceres (AEP) Área Contratos (AC) Área Qualidade Ambiental (AQA) Área Obras e Manutenção (AOM) Área Gestão Operacional (AGO) Área Gestão da Informação (AGI) Área Estudos e Logística (AEL) Área Comunicação e Imagem (ACI) Conselho de Administração Presidente Vogal Vogal Joana Maria Figueira Rodrigues Isabel Alexandra Vieira de Brito Figueiroa Pedro Miguel Martins da Mota* Mesa da Assembleia Geral Presidente Vice-Presidente Secretário Filipe Abreu Silva José Miguel Andrade Brazão da Silva Branco Ana Maria Meirinho e Souza Fiscal Único UHY - A. Paredes e Associados, SROC, Lda. * A partir de , data até à qual esteve em funções o Dr. Filipe Jorge C. Bazenga Marques VALOR AMBIENTE Relatório e Contas 27 v

6 Edifício de Triagem - CPRS do Porto Santo Edifício de Transferência - CPRS do Porto Santo Ecocentro - CPRS do Porto Santo

7 Índice Nota Introdutória Organograma 1. Recepção de Resíduos 2. Enquadramento Organizacional 3. Sistema de Transferência, Triagem, Tratamento, Valorização e Deposição de Resíduos 4. Comunicação e Sensibilização Ambiental 5. Situação Económica e Financeira 6. Perspectivas para Proposta de Aplicação de Resultados 8. Informação Complementar 9. Nota Final Demonstrações Financeiras Balanço Demonstração de Resultados por Naturezas Demonstração de Fluxos de Caixa Demonstração de Resultados por Funções Anexo ao Balanço e às Demonstrações Financeiras Anexos Certificação Legal de Contas Relatório e Parecer do Fiscal Único 76 78

8

9 1. Recepção de Resíduos Durante 27, foram recepcionados pela Valor Ambiente os resíduos urbanos decorrentes das recolhas municipais e particulares em todos os concelhos da Região. 1.1 Estação de Tratamento de Resíduos sólidos (ETRS) Os resíduos provenientes da recolha indiferenciada recepcionados na ETRS foram direccionados para incineração ou para aterro sanitário. A compostagem, incineração, deposição em aterro, armazenagem e trituração, corresponderam às soluções de gestão dos resíduos orgânicos de origem vegetal, resíduos hospitalares, subprodutos animais e pneus usados recolhidos selectivamente. As quantidades de resíduos processadas na ETRS da Meia Serra, por concelho, em 25, 26 e 27 são apresentadas no quadro infra. O quadro seguinte apresenta os quantitativos de resíduos processados provenientes da recolha selectiva. Recolha indiferenciada Recolhas selectivas Quantidades (em toneladas) de resíduos processados na ETRS e respectivas soluções de gestão em 25, 26 e 27 Compostagem Incineração RSU Incineração Hospitalares e Subprodutos animais Aterro Sanitário Santana 2.22,4 2.24, ,4 1,14 2,12 43,58 Porto Moniz 827,68 86,46 874,64 84,5 98,82 97,7 São Vicente 1.615, , ,16 23,94, 63,48 Calheta 3.41, , ,68 39,62 46,94 134,98 Ponta do Sol 2.992,34 3.1,2 3.53,92 3,94 426,66 22,56 Ribeira Brava 4.524, , ,28 53,84 13,68 272,92 Machico 1.266, , , , , ,72 Santa Cruz 14.22, , , ,4 4.76, ,72 Câmara de Lobos 72,72 674,88 296, ,68 981, ,26 Funchal , , ,18 4.9, , ,48 Porto Santo 1,82 946, ,76,, 9,82 TOTAL , , , , , ,22 Parque Pneus Santana,,12,,,, 31,54 49,54 59,44 Porto Moniz,,,,,,, 4,72 3,74 São Vicente,,36 1,82,,, 27,78 28,34 8,2 Calheta,, 4,3,,32, 22,2 24,58 3,92 Ponta do Sol 1,28 64,18 15,66,,, 12,36 3,7 8,32 Ribeira Brava,, 24,12,,, 15,12 111,42 48,36 Machico 6,52 6,4 65,48,, 2,3 123,8 126,54 12,34 Santa Cruz 372,8 353,58 46,1 69,57 89,24 342,16 111,92 12,46 89,78 Câmara de Lobos 516,28 57,86 51,96,,, 12,1 91,7 54,22 Funchal 2.46, ,7 2.36,76 462,84 54,98 525,71 773,98 888,54 792,5 Porto Santo,,,,,, 25,62 22,51 54,58 TOTAL 2.951, , ,2 532,41 594,54 888, , ,5 1.27,22 Valor Ambiente Relatório e Contas 27 1

10 1.2 Centro de Processamento de Resíduos Sólidos (CPRS) Os resíduos provenientes da recolha indiferenciada recepcionados no CPRS foram direccionados para a ETRS, onde foram incinerados ou depositados em aterro sanitário. A sucata e os Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) foram enviados para reciclagem fora da Região e os resíduos de embalagens foram enviados para a Estação de Triagem. No CPRS foram depositados em aterro sanitário os resíduos que, dadas as suas características físicas (por exemplo, lamas de Estações de Tratamento de Águas Residuais), não puderam ser transferidos para a ETRS. Foram ainda recepcionados resíduos inertes (entulhos e terras) que foram depositados no aterro de inertes daquele Centro. Recolhas Resíduos indiferenciados Sucata REEE Embalagens Resíduos indiferenciados e outros Resíduos de Construção e Demolição Destino ETRS Reciclagem Triagem Aterro Aterro inertes Porto Santo 3.58,18 14,58 2,16 31, , ,68 TOTAL 3.58,18 14,58 2,16 31, , , Estação de Transferência da Zona Oeste (ETZO) Os resíduos provenientes da recolha indiferenciada recepcionados na ETZO foram direccionados para a ETRS, onde foram incinerados ou depositados em aterro sanitário. A sucata e os Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) foram enviados para reciclagem fora da Região e os resíduos de embalagens foram enviados para a Estação de Triagem. Recolhas Resíduos indiferenciados Destino ETRS Reciclagem Sucata REEE Embalagens Estação de Triagem Porto Moniz 798,32,6 141,28 São Vicente 1.535,94,22,48 182,12 Calheta 3.467,96 332,5 Ponta do Sol 2.759,52 1,6 7,84 543,12 Ribeira Brava 4.364,18 1, ,8 Câmara de Lobos,26 Funchal,22 253,8 TOTAL ,92 3,8 286, ,8 2 Relatório e Contas 27 VALOR AMBIENTE

11 1.4 Estação de Transferência da Zona Leste (ETZL) Os resíduos provenientes da recolha indiferenciada recepcionados na ETZO foram direccionados para a ETRS, onde foram incinerados ou depositados em aterro sanitário. A sucata e os resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE) foram enviados para reciclagem fora da Região. Recolhas Resíduos indiferenciados Sucata Destino ETRS Reciclagem Santana 312,86 Machico 6.461,82 REEE Santa Cruz 8.759,8,82 11,14 Câmara de Lobos 41,4,2,24 Funchal,8 16,3 TOTAL ,52,92 27, Estação de Triagem da Madeira (ET) Os resíduos de embalagens afluentes à Estação de Triagem, consoante a sua tipologia, foram encaminhados para a linha de triagem de papel/cartão (a partir de Abril), para o cais do vidro (desde Abril) ou para a linha de triagem automática de plásticos e metais (apenas a partir de Setembro, data a partir da qual começaram os testes experimentais com vista à recepção provisória). Recolhas Embalagens Destino Reciclagem Santana 225,74 Machico 271,62 Santa Cruz 1.165,18 Porto Moniz 141,28 São Vicente 182,12 Calheta 332,5 Ponta do Sol 243,12 Ribeira Brava 339,8 Câmara de Lobos 27,42 Funchal 33,4 Porto Santo, TOTAL 3.258, Transporte de Resíduos para Reciclagem e,ou Valorização Foram enviados para reciclagem e,ou valorização para fora da Região os seguintes fluxos de materiais recolhidos selectivamente: resíduos de embalagem (cartão, vidro, plásticos, plástico filme e metais), papel, resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE s), sucata, óleos usados, pneus usados e pilhas e acumuladores usados. VALOR AMBIENTE Relatório e Contas 27 3

12 Quantidades (em toneladas) de resíduos recolhidos selectivamente entregues e posteriormente enviadas para reciclagem em 25, 26 e 27 Material Papel/Cartão 1.75, , ,7 Vidro 6.51, , ,25 Resíduo do embalão e plástico filme 899, , ,97 REEE s 518,18 569,31 575,11 Sucata 5.411, , ,4 Óleos Usados 38, 71,76 653,4 Pilhas 3,72 6,51 16,78 Pneus Usados 1.354, , ,96 TOTAL , , ,58 Material Papel 4.117,6 2.68, , Cartão 5.2, , ,5 Vidro 5.811, , ,2 Resíduo do embalão e plástico filme 445,41 498,84 571,96 REEE s 518,18 569,31 6,43 Sucata 5.411, , ,4 Óleos Usados 38, 46,2 819,92 Pilhas 3,72 6,51 14,86 Pneus Usados 1.354, , ,16 TOTAL , , ,58 Com o funcionamento de todas as grandes infraestruturas, importa manter uma elevada eficiência de gestão e o equilíbrio da sua exploração, condições essenciais para garantir um bom ambiente para a qualidade de vida da população e para a principal actividade económica da Região que é o Turismo. Relatório e Contas 27 VALOR AMBIENTE

13 Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos - Meia Serra

14

15 2. Enquadramento Organizacional A avaliação sumária das actividades desenvolvidas por esta empresa durante o ano em apreciação será efectuada no desenvolvimento deste documento e traduz o objectivo sempre presente de melhoria contínua daquele que constitui o seu objectivo o desempenho exímio na gestão e exploração do sistema de transferência, triagem, valorização e tratamento de resíduos da Região Autónoma da Madeira. De salientar que esta concretização foi possível pela intervenção conjunta dos departamentos e áreas de intervenção da Valor Ambiente, bem como consequência da comunicação proporcionada com os Agrupamentos Complementares de Empresas que exploram as suas instalações. 2.1 Recursos Humanos No final de 27, a Valor Ambiente contabilizava um total de 46 colaboradores, entre funcionários públicos requisitados (16), contratados (26), por Acordo de Cedência Especial (1) e prestadores de serviços (3), acrescidos dos 3 membros do Conselho de Administração. Estes colaboradores estavam distribuídos por três Departamentos 8 no Departamento Administrativo e Financeiro; 1 no Departamento Jurídico e 31 no Departamento Técnico e pelo Conselho de Administração e respectivos secretários (5). Comparativamente ao ano transacto, verifica-se um acréscimo de 19,5%. O gráfico infra apresenta a evolução do número de colaboradores ao longo do ano. Evolução do número de colaboradores Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez No decurso do ano de 27, foram efectuadas 1 novas contratações, mais especificamente dois licenciados e 7 auxiliares técnicos, para as diversas Áreas do Departamento Técnico e um técnico profissional para a Área Financeira do Departamento Administrativo e Financeiro. Refira-se que um dos licenciados está a desempenhar funções administrativas na Área de Comunicação e Imagem e que 2 dos auxiliares técnicos têm como habilitações o 13.º ano profissionalizante. Note-se igualmente que um dos funcionários que estava requisitado regressou ao quadro de origem (Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais Direcção Regional de Saneamento Básico). Valor Ambiente Relatório e Contas 27 7

16 Foram ainda renovados 2 contratos de prestação de serviços para dar apoio às Áreas de Gestão de Informação e de Qualidade Ambiental do Departamento Técnico e celebrado um outro contrato para dar apoio à Área de Gestão Operacional. A média de idades dos trabalhadores e colaboradores da Valor Ambiente é de 32 anos. O gráfico infra apresenta a distribuição do número de trabalhadores por faixa etária. Estrutura etária dos colaboradores (17%) (37%) 3-34 (39%) (15%) 4-44 (1%) (2%) 5-54 (5%) A distribuição dos trabalhadores e colaboradores da Valor Ambiente pelo nível de escolaridade pode ser analisada no gráfico infra. Neste é possível verificar que a maioria dos trabalhadores, mais concretamente 38%, possui o grau de licenciatura e que 24% possui o 12.º ano de escolaridade. Em relação ao ano transacto, verifica-se que houve um aumento de contratações de trabalhadores com o 13.º ano profissionalizante, que atinge os 14% no final de 27. Equitativamente com 8%, tem-se um universo de trabalhadores com o 11.º ano e com o 9.º ano de escolaridade. Com o 6.º ano de escolaridade temos 6% de trabalhadores. Como no ano anterior, a menor percentagem (2%) é para o 4.º ano de escolaridade. Habilitações dos colaboradores Licenciatura (38%) 12º ano (24%) 13º ano (14%) 11º ano (8%) 9º ano (8%) 6º ano (6%) 4º ano (2%) Paralelamente, a Valor Ambiente recorreu a serviços externos, designadamente a consultadoria de apoio jurídico, contabilístico e técnico (particularmente no respeitante a Assessoria à Fiscalização de empreitadas em curso). 2.2 Departamento Técnico Constituído por cinco áreas distintas, este departamento não só deu continuidade ao conjunto de tarefas do ano anterior acompanhamento de empreitadas, da monitorização ambiental, da operação e manutenção de infraestruturas (ETRS e CPRS) e do transporte de resíduos para reciclagem fora da Região como iniciou outras: concepção e construção de novas infraestruturas; operação e manutenção da ETZO, da ETZL e da ET (no respeitante à linha de papel/cartão e ao cais do vidro); preparação de contratos com as entidades gestoras dos vários fluxos de resíduos, designadamente Amb3E e a Valorfito. A Área da Qualidade Ambiental (AQA) deu continuidade ao acompanhamento dos 11 programas de monitorização ambiental (PM) da ETRS, desenvolvidos por entidades externas à Valor Ambiente, S.A.. Este acompanhamento consistiu na análise dos diversos relatórios elaborados pelas diferentes entidades, na solicitação de esclarecimentos, na verificação da conformidade dos resultados obtidos com a legislação aplicável e com os contratos celebrados, tendo proposto as alterações tidas por necessárias. Para além do supra referido, e devido ao término das prestações de serviços contratadas para o desenvolvimento dos programas de monitorização da ETRS, a AQA elaborou as novas especificações técnicas para a continuação dos programas de monitorização, bem como, o Processo de Concurso Público para a contratação dos referidos trabalhos. Na sequência do lançamento do referido concurso público, a AQA efectuou a análise das propostas apresentadas para o desenvolvimento dos referidos programas. Consequência do término das referidas prestações de serviços, a AQA deu continuidade à monitorização do ruído ambiente na zona envolvente da ETRS e das emissões atmosféricas (biogás) dos aterros sanitários, através da realização de medições com as periodicidades estabelecidas nas novas especificações técnicas, bem como, ao tratamento dos dados de qualidade do ar e das condições meteorológicas registados nas Estações de Monitorização da Qualidade do Ar e na Estação Meteorológica da ETRS, respectivamente. A AQA acompanhou, igualmente, a monitorização das Emissões Atmosféricas da IIRSU, através da análise dos relatórios mensais elaborados pelo Operador da ETRS, da análise dos relatórios semestrais das campanhas de medição de emissões de metais pesados, dioxinas e furanos, do cálculo das multas a aplicar por incumprimento dos valores limite de emissão e valores limite contratados, do estabelecimento dos critérios de paragem e arranque da incineração para o software de controlo das emissões com base no Decreto-lei n.º 85/25, de 28 de Abril, e no Guia para a Interpretação do Decreto-Lei sobre Incineração de Resíduos (versão provisória) e da análise dos relatórios de intervenções efectuadas no equipamento da estação de medição de gases da IIRSU, entre outras. Para além da análise aos valores limite de emissão legislados e contratados, a AQA efectuou a verificação dos restantes valores garantidos, relativamente a todas as instalações da ETRS. De facto, não obstante a IIRHM ainda não ter sido recepcionada, foi efectuado pela AQA o acompanhamento da preparação e do desenvolvimento dos períodos experimentais da IIRHM, o 8 Relatório e Contas 27 VALOR AMBIENTE

17 qual incluiu a análise dos resultados operacionais dos referidos períodos quanto ao cumprimento dos valores garantidos contratualmente e dos valores limite legislados. Em relação aos programas de monitorização ambiental das fases de construção e de exploração da Estação de Transferência da Zona Oeste (ETZO), da Estação de Transferência da Zona Leste da Ilha da Madeira e de Triagem da Madeira (ETZL/ET) e do Centro de Processamento de Resíduos Sólidos do Porto Santo (CPRS), a AQA efectuou a análise das propostas apresentadas no âmbito dos convites efectuados para o desenvolvimento dos referidos programas, bem como, dos esclarecimentos prestados na sequência da solicitação da Valor Ambiente. Durante o ano de 27, a AQA continuou a apoiar a Área de Obras e Manutenção no acompanhamento da prestação de serviços referente à Manutenção da Rede de Qualidade Ambiental da ETRS e na execução do processo de concurso para a selagem do antigo aterro da Ilha do Porto Santo. No âmbito do processo de licenciamento ambiental da ETRS, a AQA apoiou a Área de Gestão Operacional na elaboração dos esclarecimentos solicitados pela Direcção Regional do Ambiente (DRAmb) referentes ao formulário Prevenção e Controlo Integrado da Poluição. No decorrer do ano, foi dada continuidade à elaboração dos resumos não técnicos dos resultados obtidos nos 2º e 3º anos de monitorização. No âmbito da Associação de Entidades de Valorização Energética de Resíduos Sólidos Urbanos (AVALER), a AQA desenvolveu pareceres relacionados com a temática da legislação ambiental e efluentes gasosos. A Área de Obras e Manutenção (AOM) acompanhou a execução das Empreitadas em curso, designadamente: a Concepção / Construção para a Valorização da Área Envolvente à ETRS da Meia Serra 2.ª Fase, a Construção (e Operação) dos Sistemas de Transferência e de Triagem de Resíduos da RAM que integra o Centro de Processamento de Resíduos Sólidos do Porto Santo, a Estação de Transferência da Zona Oeste e a Estação de Transferência da Zona Leste e de Triagem de Resíduos da Ilha da Madeira, a Concepção / Construção para a Regularização do Parque de Pneus da ETRS da Meia Serra e a Concepção / Construção para a Selagem do Antigo Aterro do Porto Santo. Ainda no âmbito das responsabilidades relativas às obras, acompanhou a equipa de Assessoria à Fiscalização da Empreitada de Construção e Operação dos Sistemas de Transferência e Triagem de Resíduos da RAM (início a 1 de Agosto de 25) e os serviços de segurança em obra da Valorização da Área Envolvente à ETRS da Meia Serra 2.ª Fase. Por outro lado, e no âmbito das actividades de manutenção, acompanhou a Conservação e Manutenção da Rede de Qualidade Ambiental da ETRS da Meia Serra, a Assessoria Técnica à Fiscalização da ETRS da Meia Serra e elaborou e coordenou os procedimentos administrativos conducentes à aquisição de equipamentos para os Sistemas de Transferência e de Triagem de Resíduos (STTR) da RAM, designadamente, a Aquisição de Viaturas de Transferência de Resíduos, Fornecimento de Uma Multicarregadora Telescópica e Fornecimento de Uma Viatura do Tipo Sideloader. Relativamente à ETRS, como também aos STTR, acompanhou as suas operações, mais concretamente supervisionando a manutenção das instalações e,ou equipamentos, de forma a garantir a conservação e operacionalidade daqueles pólos de tratamento, em conformidade com o previsto nos contratos de prestação de serviços. A Área de Gestão de Informação (AGI) procedeu à análise e tratamento estatístico dos resíduos produzidos na Região, dos processados na ETRS e nas estações de transferência e triagem (ETZO, ETZL, ET e CPRS), bem como, dos quantitativos recolhidos selectivamente que foram objecto de tratamento na Região e,ou exportação para reciclagem e,ou valorização. Acompanhou as operações da Instalação de Compostagem de Resíduos Sólidos Urbanos (ICRSU) e da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR). Interveio na actualização/adaptação dos Planos de Monitorização da ETRS, nomeadamente Aterros, ETAR, IIRSU, IIRHM, ICRSU e Águas da ETRS e sua envolvente. Procedeu ainda à análise e interligação daqueles Planos de Monitorização com os recursos existentes e necessários aos laboratórios da ETRS. Esta área técnica acompanhou e analisou os programas de monitorização relativos à qualidade das águas da ETRS e áreas envolventes, tanto no que se refere ao controlo operacional e da qualidade das águas desenvolvido pelo Operador da ETRS como ao Programa de Monitorização da Qualidade das Águas Superficiais e Subterrâneas e Comportamento dos Aterros na Componente Lixiviados, desenvolvido pelo Centro de Estudos de Hidrossistemas (CEHIDRO) do Instituto Superior Técnico (IST). Efectuou também o controlo de qualidade do composto orgânico produzido na ICRSU, visando garantir a sua qualidade e posterior comercialização, e participou na parceria estabelecida com a Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural para o desenvolvimento de ensaios agronómicos necessários à obtenção de autorização prévia para a colocação no mercado do composto, de acordo com o disposto na Portaria n.º 1322/26, de 24 de Novembro. Acompanhou os projectos de Avaliação técnica-financeira aos equipamentos de recolha de resíduos às autarquias, desenvolvido pela CPU Consultores/BDO Binder & Co. e de Actualização do Plano Estratégico de Resíduos da Região Autónoma da Madeira (PERRAM), em desenvolvimento pelo Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa. Elaborou os relatórios anuais relativos à ETRS e à monitorização do PERRAM. A Área de Gestão Operacional (AGO) deu continuidade à supervisão de todas as actividades desenvolvidas não só na ETRS, como no CPRS, na ETZO e na ETZL/ET, nomeadamente, de fiscalização, de controlo das quantidades e qualidade dos resíduos recepcionados. O controlo dos valores garantidos e valores de garantias apresentados pelos Operadores da ETRS e dos STTR passa a ser efectuado para os quatro sistemas, sendo deste modo ampliada a sua área de actuação. Valor Ambiente Relatório e Contas 27 9

18 Outra das áreas de actuação prende-se com o esclarecimento de questões colocadas sobre a solução de tratamento adequada a cada resíduo recepcionado e ao acompanhamento de visitas às instalações supra referidas. À semelhança do realizado na ETRS, e uma vez que se encontra aprovado um tarifário aplicável à entrega de resíduos nos Sistemas de Transferência e Triagem de Resíduos da RAM, incluiu-se no âmbito das suas actividades, a verificação do processo de facturação aplicável, garantindo que os controlos realizados estão conformes com os movimentos efectivamente registados. Neste sentido, acompanhou todo o procedimento de alteração do software instalado nos sistemas de transferência, com o objectivo de uniformização do processo de facturação implementado ao nível de todas as unidades, garantindo que o mesmo é realizado através da gestão de uma base de dados consolidada com a identificação dos utentes/utilizadores dos sistemas. Como referido no relatório anterior, a sua área de actuação passou, ainda, pelo desenvolvimento do projecto que visa a obtenção do Licenciamento Ambiental da ETRS da Meia Serra, designadamente, através da compilação de informação complementar de modo a prestar esclarecimentos solicitados naquele processo. No respeitante ao processo de licença de instalação dos sistemas de transferência, a referida obtenção é da responsabilidade do respectivo Operador. A Área de Estudos e Logística (AEL) acompanhou os diversos contratos para o transporte de resíduos para reciclagem, nomeadamente o de Transporte de Resíduos de Embalagem para Reciclagem fora da RAM, o de Transporte de Sucata para Reciclagem fora da RAM, o de Transporte Terrestre de Sucata Ferrosa no Continente, o de Transporte Marítimo de Óleos Usados da Região para o Continente, o de Triagem, Armazenamento Temporário e Envio para o Continente Português de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos, o de Transporte Rodoviário e Marítimo de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos da Região para o Continente e o de Transporte de Pneus Usados para Reciclagem fora da RAM. Para além destes contratos, a Área de Estudos e Logística acompanhou ainda os contratos de Recolha, Armazenamento Temporário e Transporte até ao Porto do Caniçal de Óleos Lubrificantes Usados e o de Triagem dos Resíduos Provenientes do Embalão. A Área de Estudos e Logística foi ainda responsável pela elaboração dos seguintes procedimentos de consulta a várias entidades: Triagem de Resíduos Provenientes do Embalão ; Transporte Rodoviário e Marítimo de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos da Região para o Continente ; Transporte Terrestre de Sucata Ferrosa no Continente. De salientar que foram igualmente acompanhados os contratos com as entidades gestoras dos diversos fluxos de resíduos nomeadamente, Sociedade Ponto Verde, Ecopilhas Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, Lda., Sogilub Sociedade de Gestão Integrada de Gestão de Óleos Usados, Lda., Valorpneu Sociedade de Gestão de Pneus, Lda. e Amb3E Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos. A Área de Comunicação e Imagem (ACI) teve como actividade central a gestão das acções de comunicação e sensibilização ambiental realizadas pela empresa. As visitas à ETRS continuaram a realizar-se frequentemente, com grande procura por parte de estabelecimentos de ensino, enquanto que na ETZO se deu início a visitas após a inauguração da mesma. Destaque ainda para o Centro de Educação Ambiental da Meia Serra, onde se deu início a actividades de sensibilização para crianças visitantes da ETRS, nomeadamente oficinas de reutilização de resíduos e jogos, pelo que aquele centro foi equipado com mobiliário adequado. Em Abril, foi organizada uma Semana Aberta no CPRS. Nas 2 visitas realizadas, foi possível dar a conhecer o funcionamento da instalação e as suas mais-valias a mais de 45 pessoas dessa ilha, maioritariamente alunos de todos os graus de ensino do Porto Santo. As cerimónias de entregas de prémios no âmbito do Programa Ecopilhas, iniciado em 26, realizadas nos diversos estabelecimentos de ensino vencedores, foram dinamizadas através de material de comunicação e de divulgação na comunicação social. No que se refere à comunicação institucional, é de salientar a presença na feira Expomadeira, tendo a empresa sido representada por um stand próprio. Para dinamizar essa presença, realizou-se um concurso sobre resíduos para sortear 1 ecopontos domésticos. Foram também colocados contentores de recolha selectiva no recinto e distribuídos brindes e material informativo diverso, com o intuito de sensibilizar os milhares de visitantes. No final do ano, deu-se início ao processo de remodelação da página na internet da empresa, de forma a modernizar uma importante ferramenta de comunicação com o público e com os parceiros. Como parte das funções da Área de Comunicação e Imagem, foram organizados alguns eventos de teor mais institucional, como sendo as inaugurações da ETZO, ETZL e ET, bem como outros no âmbito da comunicação interna da empresa. Ao longo do ano, foram desenvolvidos vários projectos de criação e produção de material de comunicação, tais como relatórios anuais, brochuras, cartazes, t-shirts, esferográficas, agendas e outros brindes, para apoio a determinados eventos ou utilizados como suporte de mensagens de sensibilização da temática ambiental e dos resíduos. 2.3 Departamento Jurídico O Departamento Jurídico procedeu ao enquadramento jurídico e acompanhou os procedimentos destinados à aquisição de bens e serviços e à realização de empreitadas de obras públicas, redigindo contratos escritos quando tal forma era exigível. De entre os acima referidos, é de realçar a celebração dos contratos de prestação de serviços para a Actualização do Plano Estratégico de Resíduos da Região Autónoma da Madeira (PERRAM) ; o de Triagem de Resíduos Proveniente do Embalão e sua modificação; o de Recolha, Armazenamento Temporário e Transporte até ao Porto do Caniçal de Óleos Lubrificantes Usados ; a alteração do prazo da prestação de serviços para a Assessoria à Fiscalização da Ampliação e 1 Relatório e Contas 27 Valor Ambiente

19 Remodelação da Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos da Meia Serra - 8.ª e 9.ª modificação; o de Transporte Rodoviário e Marítimo de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) da Região para o Continente e sua modificação e o de Execução do Programa de Monitorização Ambiental da Estação de Transferência da Zona Oeste da RAM (ETZO), da Estação de Transferência da Zona Leste e Triagem da Ilha da Madeira (ETZL/ET) e do Centro de Processamento de Resíduos Sólidos do Porto Santo (CPRS), na componente do Meio Aquático. Relativamente aos contratos de empreitadas, salienta-se a celebração dos seguintes: Empreitada de Concepção/Construção para a Valorização da Área Envolvente à ETRS da Meia Serra 2.ª Fase ; Execução de Trabalhos a mais na Empreitada de Concepção/Construção de Duas Moradias no Sítio da Meia Légua Ribeira Brava ; Concepção/ Construção para a Selagem do Antigo Aterro do Porto Santo ; Contrato Adicional de Execução de Trabalhos a Mais e a Menos da Empreitada de Construção e Operação dos Sistemas de Transferência e de Triagem de Resíduos da RAM. Por fim, quanto a fornecimentos, é de destacar a celebração de um contrato destinado ao Fornecimento de uma Multicarregadora Telescópica. Não obstante o acima descrito, uma das questões que continuou a requerer bastante empenho deste Departamento foi a dos processos expropriativos dos imóveis e benfeitorias necessários à construção da ETZO, no sítio da Meia Légua, Ribeira Brava, da ETZL e da ET, ambas no sítio do Porto Novo, Santa Cruz, e do CPRS na ilha de Porto Santo. Na sequência dos acordos celebrados, fruto das negociações ocorridas em sede da aquisição por via do direito privado e da expropriação amigável, o Departamento Jurídico continuou a realizar os procedimentos administrativos e os formalismos exigidos pelo Código das Expropriações nesta matéria. Foram sendo celebrados contratos promessa relativamente aos prédios cuja documentação já se encontrava em conformidade, em conformidade com o gabinete de advogados que presta apoio à Valor Ambiente nesta matéria. Dos imóveis e benfeitorias necessários à construção da ETZO que seguiram para a fase de expropriação litigiosa relativamente aos quais não se conseguiu alcançar acordo, cujos proprietários não conseguiram regularizar o título de propriedade, ou ainda, no caso de prédios com proprietários desconhecidos 15 foram já adjudicados à Região Autónoma da Madeira (RAM). Quanto aos restantes processos, e devido a discrepâncias de áreas e confrontações (originadas pelas vicissitudes temporais), estes foram devolvidos pelo Tribunal. No final do ano de 27 foram reenviados alguns dos processos relativamente aos quais se haviam, entretanto, sanado as questões levantadas previamente pelo Tribunal, estando-se a aguardar despacho do meritíssimo juiz. No que concerne à ETZL e à ET, foi igualmente enviado para expropriação litigiosa um prédio cujo proprietário se encontrava em parte incerta, tendo já sido adjudicado à RAM. através da elaboração da declaração do Imposto Municipal sobre os Imóveis relativamente à ETZL e ET e ao CPRS, tendo posteriormente sido solicitada às respectivas Conservatórias do Registo Predial a aquisição daqueles prédios a favor da Região Autónoma da Madeira, em cumprimento do disposto no artigo 1.º do Decreto Legislativo Regional n.º 21/25/M, de 13 de Dezembro. 2.4 Departamento Administrativo e Financeiro O Departamento Administrativo e Financeiro assegurou as actividades englobadas na sua esfera de responsabilidade, nomeadamente a contabilidade, a facturação, a tesouraria, as compras e o planeamento e controlo, em coordenação com os outros departamentos da empresa. A Área Financeira, tal como nos anos anteriores, continuou a acompanhar e a facultar a informação solicitada pelas entidades reguladoras do sistema, designadamente o Tribunal de Contas, o Banco de Portugal, a Direcção Regional de Estatística, a Direcção Regional do Comércio e Indústria e Energia, a Secretaria Regional do Plano e Finanças, o Fundo de Coesão, o Revisor Oficial de Contas e as diversas entidades Bancárias. Também deu continuidade ao processo de facturação dos valores de contrapartida às entidades gestoras de resíduos nacionais, nomeadamente a Sogilub Sociedade de Gestão Integrada de Óleos Lubrificantes Usados, Lda., a Ecopilhas Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, Lda. a Valorpneu Sociedade de Gestão de Pneus, Lda, a Valormed Sociedade Gestora de Resíduos de Embalagens de Medicamentos, Lda e a Amb3E Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos. De realçar ainda o facto de, durante o ano em causa e em estreita colaboração com o Departamento Jurídico, ter sido dado início ao processo de selecção e envio para cobrança judicial das facturas da Valor Ambiente que se encontravam em dívida por parte dos utentes do Sistema, através da instauração de processos de injunção. Na Área Administrativa e de Recursos Humanos o processamento de vencimentos passou a ser efectuado internamente em Junho de 27, através da implementação de um software de gestão de vencimentos, deixando, portanto de ser necessária a sua execução por uma entidade externa à empresa. Na sequência da aquisição de um sistema de controlo de assiduidade, este foi implementado em Outubro de 27, tendo ficado em fase experimental na sede desde Novembro de 27, prevendo-se que esteja em funcionamento nos restantes estabelecimentos da Valor Ambiente durante o 1.º semestre de 28. Dada a sua dimensão e complexidade, os processos expropriativos em causa não puderam ser concluídos na sua totalidade em 27, tendo transitado para o ano de 28. Na sequência dos processos expropriativos, e uma vez na posse das declarações de utilidade pública, adicionando ao facto de já estarem concluídas as obras das supra mencionadas Estações, procedeu-se à respectiva inscrição na matriz predial urbana, Valor Ambiente Relatório e Contas 27 11

20

Valor Ambiente Gestão e Administração de Resíduos da Madeira S.A. A Gestão dos Resíduos na Região Autónoma da Madeira

Valor Ambiente Gestão e Administração de Resíduos da Madeira S.A. A Gestão dos Resíduos na Região Autónoma da Madeira Valor Ambiente Gestão e Administração de Resíduos da Madeira S.A. A Gestão dos Resíduos na Região Autónoma da Madeira Valor Ambiente 2008 1 A Região Autónoma da Madeira Área 42,5 km 2 População residente

Leia mais

Joana Rodrigues. Valor Ambiente Gestão e Administração de Resíduos da Madeira, S.A.

Joana Rodrigues. Valor Ambiente Gestão e Administração de Resíduos da Madeira, S.A. SISTEMA DE GESTÃO DE RESÍDUOS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA O presente projecto, co-financiado pelo Fundo de Coesão da União Europeia, contribui para a redução das disparidades sociais e económicas entre

Leia mais

Valor Ambiente Gestão e Administração de Resíduos da Madeira S.A. A Gestão dos Resíduos na Região Autónoma da Madeira

Valor Ambiente Gestão e Administração de Resíduos da Madeira S.A. A Gestão dos Resíduos na Região Autónoma da Madeira A Gestão dos Resíduos na Região Autónoma da Madeira A Região Autónoma da Madeira Área 42,17 km 2 População residente 4.474 hab. Porto Moniz Densidade populacional 106 hab/km 2 São Vicente Santana Porto

Leia mais

Gestão de Resíduos Desafios e Oportunidades Eds.NORTE. Gestão de Resíduos no Território

Gestão de Resíduos Desafios e Oportunidades Eds.NORTE. Gestão de Resíduos no Território Gestão de Resíduos Desafios e Oportunidades Eds.NORTE Gestão de Resíduos no Território Isabel Vasconcelos Fevereiro de 2006 Produção de Resíduos Resíduos - Quaisquer substâncias ou objectos de que o detentor

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DA ILHA DE S.MIGUEL AMIGOS DO AMBIENTE

ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DA ILHA DE S.MIGUEL AMIGOS DO AMBIENTE ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DA ILHA DE S.MIGUEL AMIGOS DO AMBIENTE PELO QUE S. MIGUEL TEM DE MELHOR. Na altura em que se completam dez anos sobre o início da actividade da AMISM, é oportuno fazer um balanço

Leia mais

OS TECNOSISTEMAS - O CASO DA ILHA DO PICO Perspectivas de desenvolvimento

OS TECNOSISTEMAS - O CASO DA ILHA DO PICO Perspectivas de desenvolvimento A GESTÃO DE RESÍDUOS EM ZONAS INSULARES: UM DESAFIO PARA OS AÇORES OS TECNOSISTEMAS - O CASO DA ILHA DO PICO Perspectivas de desenvolvimento Paulo Santos Monteiro (Prof. Auxiliar da FEUP) 1.700 km 270

Leia mais

Sistema integrado de tratamento de resíduos sólidos Experiência Europeia

Sistema integrado de tratamento de resíduos sólidos Experiência Europeia Sistema integrado de tratamento de resíduos sólidos Experiência Europeia Rosa Novais Belo Horizonte, março 2013 Gestão de Resíduos na Europa O setor de gestão e reciclagem de resíduos na União Europeia

Leia mais

INFRAQUINTA. Afirmação de uma Cultura Ambiental. "Modelos de Gestão no Sector do Turismo. Albufeira, 22 Abril 2009

INFRAQUINTA. Afirmação de uma Cultura Ambiental. Modelos de Gestão no Sector do Turismo. Albufeira, 22 Abril 2009 INFRAQUINTA Afirmação de uma Cultura Ambiental "Modelos de Gestão no Sector do Turismo Albufeira, 22 Abril 2009 AGENDA 1. A INFRAQUINTA Génese Estrutura Accionista Organograma Missão Competências 2. O

Leia mais

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha.

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha. A Câmara Municipal procura ser um exemplo de bom desempenho ambiental. A gestão ambiental da autarquia promove, através de um conjunto de projectos, a reciclagem junto dos munícipes e dos seus trabalhadores.

Leia mais

Relatório Anual da Reciclagem

Relatório Anual da Reciclagem Relatório Anual da Reciclagem 2011 Relatório Anual da Reciclagem Ambisousa Empresa Intermunicipal de Tratamento e Gestão de Resíduos Sólidos, EIM Av. Sá e Melo, n.º 30, Cristelos 4620-151, Lousada www.ambisousa.pt

Leia mais

ABRUNHEIRA. é uma realidade! CDR Premium. Biogás gera electricidade. Plano Director de Trajouce

ABRUNHEIRA. é uma realidade! CDR Premium. Biogás gera electricidade. Plano Director de Trajouce CDR Premium Iniciámos a produção de um novo produto Tratolixo Biogás gera electricidade A recuperação do biogás do aterro de Trajouce permitirá a produção anual de aproximadamente 5,7GW Plano Director

Leia mais

PESGRU - Plano Estratégico para a Gestão de Resíduos Urbanos em Angola

PESGRU - Plano Estratégico para a Gestão de Resíduos Urbanos em Angola PESGRU - Plano Estratégico para a Gestão de Resíduos Urbanos em Angola 1º CONGRESSO DOS ENGENHEIROS DE LÍNGUA PORTUGUESA 18 de Setembro de 2012 Agenda da apresentação do PESGRU I. Enquadramento do PESGRU

Leia mais

Relatório de Reciclagem no Vale do Sousa

Relatório de Reciclagem no Vale do Sousa Relatório de Reciclagem no Vale do Sousa 4º Trimestre de 2006 Outubro 2006 Relatório da Reciclagem 4º Trimestre 2006 2 Total Outubro - 554,22 ton 16,44 1,18 18,74 2,62 11,20 251,82 252,22 Vidro Papel/Cartão

Leia mais

Desafios da gestão de resíduos sólidos urbanos em Portugal. Pedro Fonseca Santos pedrofs@esb.ucp.pt

Desafios da gestão de resíduos sólidos urbanos em Portugal. Pedro Fonseca Santos pedrofs@esb.ucp.pt Desafios da gestão de resíduos sólidos urbanos em Portugal Pedro Fonseca Santos pedrofs@esb.ucp.pt Evolução da gestão de resíduos na Europa Evolução da capitação de RSU vs. PIB em Portugal e na UE-, 1995-2000

Leia mais

capítulo 7 Relacionamento com o consumidor de seguros e de fundos de pensões

capítulo 7 Relacionamento com o consumidor de seguros e de fundos de pensões capítulo 7 Relacionamento com o consumidor de seguros e de fundos de pensões 147 Relacionamento com o consumidor de seguros e de fundos de pensões 7.1 Considerações gerais Com vista a fomentar e facilitar

Leia mais

ACTIVIDADES CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Pré-Escolar & 1º Ciclo

ACTIVIDADES CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Pré-Escolar & 1º Ciclo ACTIVIDADES CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Pré-Escolar & 1º Ciclo CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DE ALBUFEIRA Localização: Quinta da Palmeira - R. dos Bombeiros Voluntários - 8200 ALBUFEIRA TEL.: 289 51 32

Leia mais

Caracterização da Situação dos Fluxos Específicos de Resíduos em 2009 APA 06 08 2010

Caracterização da Situação dos Fluxos Específicos de Resíduos em 2009 APA 06 08 2010 Caracterização da Situação dos Fluxos Específicos de Resíduos em 2009 APA 06 08 2010 FLUXOS ESPECÍFICOS DE RESÍDUOS Um dos objectivos da política ambiental integrada é a atribuição da responsabilidade,

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO AMBIENTE E DO MAR

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO AMBIENTE E DO MAR GESTÃO DE RESÍDUOS NA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Enquadramento e soluções tecnológicas 1. Enquadramento geral Os Açores são uma Região Autónoma de Portugal, com o estatuto de região ultraperiférica da

Leia mais

PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO ÍNDICE 1.- INTRODUÇÃO... 3 2.- ESPECIFICAÇÕES SOBRE AS OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO... 3 3.- PLANO DE PREVENÇÃO

Leia mais

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes Perguntas Frequentes Embalagens e Resíduos de Embalagens 1. Qual o enquadramento legal para embalagens e resíduos de embalagens? 2. Na adesão à entidade gestora do sistema integrado de embalagens e resíduos

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 SOCIEDADE PONTO VERDE. www.pontoverde.pt

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 SOCIEDADE PONTO VERDE. www.pontoverde.pt RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 SOCIEDADE PONTO VERDE www.pontoverde.pt Entidade Atividade Licença Sociedade Ponto Verde Gestão de um Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE) Licença

Leia mais

Unidade de Saúde (detentor)

Unidade de Saúde (detentor) Óleos lubrificantes usados Contrato com operador de gestão autorizado Armazenamento temporário em contentores adequados, que são recolhidos no local pelo operador de gestão Ecocentro Operador de gestão

Leia mais

PORTARIA N.º 744-A/99

PORTARIA N.º 744-A/99 MINISTÉRIOS DA SAÚDE E DO AMBIENTE PORTARIA N.º 7-A/99 P DE DE AGOSTO Aprova os programas de acção específicos para evitar ou eliminar a poluição proveniente de fontes múltiplas de mercúrio. A Directiva

Leia mais

III Conferência Internacional sobre Resíduos Urbanos. Sociedade Ponto Verde Reutilização e Reciclagem. Objectivos 2020

III Conferência Internacional sobre Resíduos Urbanos. Sociedade Ponto Verde Reutilização e Reciclagem. Objectivos 2020 III Conferência Internacional sobre Resíduos Urbanos Porto, 23 e 24 de Outubro de 2008 Sociedade Ponto Verde Reutilização e Reciclagem. Objectivos 2020 Luís Veiga Martins REUTILIZAÇÃO OU RECICLAGEM COEXISTÊNCIA

Leia mais

5,70% Recolha selectiva 10,148. 0,081 10,068 Resíduos verdes 145,370 13,47% 86,53% 85,35% 99,94% #REF! 8,592 Reciclagem/Tratamento

5,70% Recolha selectiva 10,148. 0,081 10,068 Resíduos verdes 145,370 13,47% 86,53% 85,35% 99,94% #REF! 8,592 Reciclagem/Tratamento Gestão de Res GESTÃO DE RESÍDUOS Esquema do processo de Gestão de Resíduos (Ton/dia) Concelho de Guimarães Políticas de Produção estimada Produção 178,142 minimização 0,00% resíduos recolhidos 178,142

Leia mais

MODELO A. Ano de. 1- Identificação e caracterização do embalador regional e ou responsável pela colocação de produtos no mercado regional:

MODELO A. Ano de. 1- Identificação e caracterização do embalador regional e ou responsável pela colocação de produtos no mercado regional: MODELO A Modelo a preencher pelos embaladores regionais e/ou responsáveis pela colocação de produtos no mercado regional (nº 1 do Artigo 3º da Portaria nº 4/2002, de 31 de Janeiro) Dados estatísticos relativos

Leia mais

A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS. 10 de Maio de 2014 Dr. Domingos Saraiva Presidente da Direção da EGSRA

A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS. 10 de Maio de 2014 Dr. Domingos Saraiva Presidente da Direção da EGSRA A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS 10 de Maio de 2014 Dr. Domingos Saraiva Presidente da Direção da EGSRA Surge da vontade dos Sistemas Intermunicipais, que até então se representavam

Leia mais

10 Anos Valorpneu Impacto nos Operadores de Ponto de Recolha e Transporte. Elsa Pereira Nascimento

10 Anos Valorpneu Impacto nos Operadores de Ponto de Recolha e Transporte. Elsa Pereira Nascimento 10 Anos Valorpneu Impacto nos Operadores de Ponto de Recolha e Transporte Elsa Pereira Nascimento O IMPACTO DA VALORPNEU: Pontos Recolha da Rede Valorpneu Transportadores na Rede Valorpneu O IMPACTO DA

Leia mais

OS RESÍDUOS NO MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA

OS RESÍDUOS NO MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA OS RESÍDUOS NO MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA M. A. P. Dinis Professora Auxiliar CIAGEB, Faculdade de Ciência e Tecnologia Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal madinis@ufp.edu.pt RESUMO A gestão de

Leia mais

Boletim Estatístico Nº 2 Outubro de 2009

Boletim Estatístico Nº 2 Outubro de 2009 Boletim Estatístico Nº 2 Outubro de 2009 1. Evolução da Reciclagem em 2008 - Actualização Conforme anunciado, republica-se a informação estatística relativa a 2008, depois de efectuadas diversas correcções

Leia mais

Indicadores Ambientais

Indicadores Ambientais Indicadores Ambientais / Desempenho Em, publicámos o nosso primeiro Relatório Ambiental, como forma de divulgar os nossos esforços e resultados na área da protecção ambiental. A presente publicação deve

Leia mais

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem;

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem; SIPIE SISTEMA DE INCENTIVOS A PEQUENAS INICIATIVAS EMPRESARIAIS FICHA DE MEDIDA Apoia projectos com investimento mínimo elegível de 15.000 e a um máximo elegível de 150.000, que visem a criação ou desenvolvimento

Leia mais

Colóquio: As Empresas de Serviços Energéticos em Portugal

Colóquio: As Empresas de Serviços Energéticos em Portugal Colóquio: As Empresas de Serviços Energéticos em Portugal Lisboa, 30 de Dezembro Miguel Matias Presidente da APESE Vice-Presidente Self Energy A Eficiência Energética na Cidade oportunidade na Reabilitação

Leia mais

ANEXO PAPRU Resiestrela

ANEXO PAPRU Resiestrela 0 RESIESTRELA, SA Situação Actual 1. Universo de Intervenção O Sistema Multimunicipal de Valorização e Tratamento dos Resíduos Sólidos da Cova da Beira, criado pelo Decreto-Lei n.º 128/2008, de 21 de Julho,

Leia mais

Estrutura Orgânica dos Serviços do Município de Paredes de Coura

Estrutura Orgânica dos Serviços do Município de Paredes de Coura Estrutura Orgânica dos Serviços do Município de Paredes de Coura Nos termos do disposto na alínea a) do artigo 7.º e no n.º 3 do artigo 10.º do Decretolei n.º 305/2009, de 23 de Outubro e dentro dos limites

Leia mais

A GESTÃO DE RESÍDUOS NO SECTOR DA PRODUÇÃO DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO. - Introdução à implementação de um Sistema de Gestão de Resíduos -

A GESTÃO DE RESÍDUOS NO SECTOR DA PRODUÇÃO DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO. - Introdução à implementação de um Sistema de Gestão de Resíduos - A GESTÃO DE RESÍDUOS NO SECTOR DA PRODUÇÃO DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO - Introdução à implementação de um Sistema de Gestão de Resíduos - Raquel N. FIGUEIREDO Eng.ª Ambiente, Águas do Cávado, SA, Lugar

Leia mais

Projecto de Lei nº /X

Projecto de Lei nº /X Grupo Parlamentar Projecto de Lei nº /X ESTABELECE O REGIME APLICÁVEL À GESTÃO DE ÓLEOS ALIMENTARES USADOS Exposição de motivos: Os óleos alimentares usados são um resíduo não perigoso que carece de legislação

Leia mais

25.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 310/11

25.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 310/11 PT 25.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 310/11 DECISÃO DA COMISSÃO de 18 de Novembro de 2011 que estabelece regras e métodos de cálculo para verificar o cumprimento dos objectivos estabelecidos

Leia mais

VEÍCULOS EM FIM DE VIDA

VEÍCULOS EM FIM DE VIDA TEMA 7 VEÍCULOS EM FIM DE VIDA B. NÍVEL MAIS AVANÇADO De acordo com o Decreto-lei nº 196/2003, de 23 de Agosto, entende-se por veículo qualquer veículo classificado nas categorias M1 1 ou N1 2 definidas

Leia mais

OFICINA DE REPARAÇÃO AUTOMÓVEL

OFICINA DE REPARAÇÃO AUTOMÓVEL OFICINA DE REPARAÇÃO AUTOMÓVEL Que resíduos produz? Segundo o Decreto-Lei nº178/2006, de 5 de Setembro, entende-se por resíduos quaisquer substâncias ou objectos de que o detentor se desfaz ou tem a intenção

Leia mais

Vale Projecto - Simplificado

Vale Projecto - Simplificado IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Vale Projecto - Simplificado VALES Empreendedorismo e Inovação Associados Parceiros / Protocolos IDIT Enquadramento Vale Projecto - Simplificado

Leia mais

MAPA DE PESSOAL 2009

MAPA DE PESSOAL 2009 MAPA DE PESSOAL 2009 Atribuições / Competências/Actividades Administração Competência para coordenar e viabilizar toda a actividade normal e funcional da LIPOR; Executar e velar pelo cumprimento das deliberações

Leia mais

BOLETIM ESTATÍSTICO MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO Nº7 - DEZEMBRO 2007

BOLETIM ESTATÍSTICO MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO Nº7 - DEZEMBRO 2007 BOLETIM ESTATÍSTICO Nº7 - DEZEMBRO 2007 MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO EDITORIAL Com a publicação do número correspondente ao último quadrimestre do ano iniciamos também a edição, no

Leia mais

Constituição e Estrutura Accionista

Constituição e Estrutura Accionista Constituição e Estrutura Accionista DECRETO-LEI Nº 11/2001 DE 23 de Janeiro 8 Criação do Sistema Multimunicipal de Triagem, Recolha, Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos do Norte Alentejano

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009. Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana. Programas integrados de criação de Eco-Bairros

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009. Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana. Programas integrados de criação de Eco-Bairros ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009 Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana Programas integrados de criação de Eco-Bairros 1. ENQUADRAMENTO GERAL A Autoridade de Gestão do Programa Operacional

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2012 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA ILHA DE SANTIAGO

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA ILHA DE SANTIAGO GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA ILHA DE SANTIAGO O processo de criação de um sistema intermunicipal e o desafio da sua viabilização Gilberto SILVA Sumário 1. O quadro legal e institucional de gestão

Leia mais

Plano de Sustentabilidade e Gestão da Segurança Social PSGSS

Plano de Sustentabilidade e Gestão da Segurança Social PSGSS Plano de Sustentabilidade e Gestão da Segurança Social PSGSS Manuel Moreira Coordenador do PSGSS Benguela, 22 e 23 de Maio Agenda Objetivos Gerais Objectivos Estratégicos Estrutura do Projecto Inciativas

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Pág. 1 de 15. Actuar. Verifica r. Data: 09/05/2011 Edição: 01 Revisão: 00 Entrada em vigor:

MANUAL DA QUALIDADE. Pág. 1 de 15. Actuar. Verifica r. Data: 09/05/2011 Edição: 01 Revisão: 00 Entrada em vigor: MANUAL DA QUALIDADE Pág. 1 de 15 Planear Realizar Actuar Verifica r Rubrica: Rubrica: MANUAL DA QUALIDADE Pág. 2 de 15 INDICE: CAP. 1 - MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE 1.1. - Objectivo 1.2. - Âmbito e exclusões

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

VAMOS FAZER MENOS LIXO: REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM

VAMOS FAZER MENOS LIXO: REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM 1 VAMOS FAZER MENOS LIXO: REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM POLÍTICA DOS 3 R S: consiste na aplicação dos seguintes princípios, por ordem de prioridade: REDUÇÃO da quantidade de resíduos produzidos e

Leia mais

Id Serviços de Apoio

Id Serviços de Apoio Id Serviços de Apoio Cafetaria do Museu Calouste Gulbenkian e seu prolongamento no jardim. Serviços Centrais Valores em euros Encargos com pessoal 6 219 770 Despesas de funcionamento 9 606 628 Investimento

Leia mais

PAY-AS-YOU-THROW. Um longo caminho para percorrer. - Caso de Óbidos - Filipa Silva Santos

PAY-AS-YOU-THROW. Um longo caminho para percorrer. - Caso de Óbidos - Filipa Silva Santos PAY-AS-YOU-THROW Um longo caminho para percorrer - Caso de Óbidos - Estrutura 1 Introdução 1.1 Relevância do Tema 1.2 Objectivos 1.3 Constrangimentos 2 O que é o PAYT? 3 Tarifários Variáveis 3.1 Alternativas

Leia mais

Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso

Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Prémio Ambiental ZFI Regulamento do Concurso Documento disponível em: www.ibc-madeira.com Regulamento do Concurso Prémio Ambiental ZFI A certificação

Leia mais

Dossiê de Imprensa 2011

Dossiê de Imprensa 2011 Dossiê de Imprensa 2011 Índice APRESENTAÇÃO... 03 Missão & Objectivos... 03 História & Actualidade... 03 Localização/Unidades de Tratamento de RSU... 05 RESPONSABILIDADE SOCIAL... 06 Recursos Humanos...

Leia mais

REGULAMENTO DE GESTÃO DE RESÍDUOS NO PORTO DE AVEIRO. CAPÍTULO 1 Disposições gerais. Artigo 1.º Objectivo e Âmbito de aplicação

REGULAMENTO DE GESTÃO DE RESÍDUOS NO PORTO DE AVEIRO. CAPÍTULO 1 Disposições gerais. Artigo 1.º Objectivo e Âmbito de aplicação REGULAMENTO DE GESTÃO DE RESÍDUOS NO PORTO DE AVEIRO CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º Objectivo e Âmbito de aplicação O presente Regulamento aplica-se a toda a área portuária e tem como objectivo

Leia mais

O SGPU nos Açores VARELA & Cª, LDA. Dr. Marco Lopes

O SGPU nos Açores VARELA & Cª, LDA. Dr. Marco Lopes O SGPU nos Açores VARELA & Cª, LDA. Dr. Marco Lopes 00. Índice Índice 1. Varela & Cª, Lda 2. O Início 3. Gestão do Passivo Ambiental 4. Sistema Integrado de Gestão de Pneus Usados Açores 1. Varela & Cª,

Leia mais

A Construção Sustentável e o Futuro

A Construção Sustentável e o Futuro A Construção Sustentável e o Futuro Victor Ferreira ENERGIA 2020, Lisboa 08/02/2010 Visão e Missão O Cluster Habitat? Matérias primas Transformação Materiais e produtos Construção Equipamentos Outros fornecedores

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 07/SI/2010 1 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA Ciclo de melhoria contínua conhecido como Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) EMAS METODOLOGIA FASEADA DE IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DO EMAS In, APA,

Leia mais

NÚMERO: 1. TÍTULO: Os resíduos perigosos domésticos, industriais e os resíduos hospitalares.

NÚMERO: 1. TÍTULO: Os resíduos perigosos domésticos, industriais e os resíduos hospitalares. NÚMERO: 1 TÍTULO: Os resíduos perigosos domésticos, industriais e os resíduos hospitalares. IDEIAS CHAVE: Resíduos corrosivos, tóxicos, inflamáveis, nocivos. Nesta colecção de transparências, pretendem-se

Leia mais

Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro

Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro A Portaria n.º 313/96, de 29 de Julho, regulamentou o Decreto-Lei n.º 322/95, de 28 de Novembro, que estabelecia os princípios e as normas aplicáveis à gestão de embalagens

Leia mais

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2010 2011 RECEITA Crescimento da Receita Total 19,8 3,7 Receitas Correntes / Receita Total 61 67,2 Crescimento das

Leia mais

CENTRAL DE DIGESTÃO ANAERÓBIA DO ECOPARQUE DA ABRUNHEIRA Ponto de situação e desafios

CENTRAL DE DIGESTÃO ANAERÓBIA DO ECOPARQUE DA ABRUNHEIRA Ponto de situação e desafios CENTRAL DE DIGESTÃO ANAERÓBIA DO ECOPARQUE DA ABRUNHEIRA Ponto de situação e desafios Domingos Saraiva Presidente do Conselho de Administração da TRATOLIXO, E.I.M., S.A. TRATOLIXO, EIM, SA. Criada em 1990

Leia mais

Case study 100R RECICLAGEM 100% GARANTIDA EMPRESA ENVOLVIMENTO

Case study 100R RECICLAGEM 100% GARANTIDA EMPRESA ENVOLVIMENTO Case study 2010 100R RECICLAGEM 100% GARANTIDA EMPRESA A Sociedade Ponto Verde é uma entidade privada sem fins lucrativos que tem por missão organizar e gerir a retoma e valorização de resíduos de embalagens

Leia mais

Brochura Institucional

Brochura Institucional Brochura Institucional INTERFILEIRAS A INTERFILEIRAS representa as organizações - Fileiras de material - criadas ao abrigo de legislação específica com a missão de assegurar a retoma e reciclagem de resíduos

Leia mais

13-09-2010 MATERIAIS RECICLÁVEIS, PROCESSO DE RECICLAGEM

13-09-2010 MATERIAIS RECICLÁVEIS, PROCESSO DE RECICLAGEM MATERIAIS RECICLÁVEIS, PROCESSO DE RECICLAGEM 1 2 Introdução História da limpeza; Educação Ambiental; Campanhas de Sensibilização, Publicidade; Reciclagem antigamente; Materiais reutilizáveis; Processos

Leia mais

Parceira das empresas

Parceira das empresas Parceira das empresas PARCEIRA DAS EMPRESAS 02 SOCIEDADE PONTO VERDE PARCEIRA DAS EMPRESAS A Sociedade Ponto Verde é uma empresa privada sem fi ns lucrativos, licenciada pelo Ministério do Ambiente e Ordenamento

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE

CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE Proposta de Regulamento do Serviço Municipal de Protecção Civil do Concelho da Ribeira Grande Preâmbulo Atendendo que: A Protecção Civil é, nos termos da Lei de Bases

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 4. RESPONSABILIDADES...

PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 4. RESPONSABILIDADES... PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 3.1. FASE DE PLANEAMENTO (PRÉ-OBRA)...5 3.2. FASE DE CONSTRUÇÃO...5 3.2.1. Deposição

Leia mais

O Sistema da Reciclagem em Portugal:

O Sistema da Reciclagem em Portugal: O Sistema da Reciclagem em Portugal: Comparação com outros Estados-Membros Nuno Ferreira da Cruz, Pedro Simões, Sandra Ferreira, Marta Cabral e Rui Cunha Marques CEG-IST Centro de Estudo de Gestão do IST

Leia mais

7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS. Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações. 15 de Outubro de 2010

7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS. Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações. 15 de Outubro de 2010 7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações 15 de Outubro de 2010 Sessão Solene de Abertura Gostaria de começar por felicitar a APROSE pela

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE VILA NOVA DE POIARES. Plano de Acção de Gestão de Resíduos Vila Nova de Poiares

CÂMARA MUNICIPAL DE VILA NOVA DE POIARES. Plano de Acção de Gestão de Resíduos Vila Nova de Poiares CÂMARA MUNICIPAL DE VILA NOVA DE POIARES Plano de Acção de Gestão de Resíduos Vila Nova de Poiares Vila Nova de Poiares, Junho 2011 Índice 1. Introdução 4 1.1 Enquadramento 5 1.2 Instrumentos Normativos

Leia mais

Informação sobre a Recuperação e Reciclagem de Papel e Cartão em Portugal 2011

Informação sobre a Recuperação e Reciclagem de Papel e Cartão em Portugal 2011 Informação sobre a Recuperação e Reciclagem de Papel e Cartão em Portugal 2011 Índice A RECUPERAÇÃO EM PORTUGAL DE PAPEL E CARTÃO PARA RECICLAR... 3 DADOS GLOBAIS 2011... 4 PAPEL E CARTÃO PARA RECICLAR...

Leia mais

Estamos no bom caminho

Estamos no bom caminho O PROJECTO O Life ECOVIA é um projecto liderado pela Brisa, Auto-Estradas de Portugal, S.A., aprovado pela Comissão Europeia no âmbito do Programa Life Ambiente. Este projecto visa a criação de novos materiais

Leia mais

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial COMPETIR + O Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial tem por objetivo promover o desenvolvimento sustentável da economia regional,

Leia mais

NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS

NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS 04-06-2008 Índice A. NOVO PERÍODO DE PROGRAMAÇÃO 2007-2013. B. ACÇÃO INTEGRADA DO IDE-RAM NO PERÍODO 2007-2013. C. APOIOS À ACTIVIDADE

Leia mais

Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos

Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos (Unidade de Tratamento e Processamento de Gás Monteiro Lobato UTGCA) 3º Relatório Semestral Programa de gerenciamento

Leia mais

Condições SMQVU Ambientais

Condições SMQVU Ambientais Condições SMQVU Ambientais O estado do ambiente condiciona decisivamente a qualidade de vida das pessoas. No inquérito realizado à população residente no Porto, em 23, foi pedido aos entrevistados que

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP 16.12.2010 REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO Nº 54

BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 Av. da República, 62 F, 5º 1050 197 LISBOA Tel: 21 780 80 60 Fax: 21 780 80 69 Email: embopar@embopar.pt www.embopar.pt BOLETIM INFORMATIVO Nº 54 Junho de 2012 Notícias PRO EUROPE apela à clarificação

Leia mais

1. Entidade Sociedade Ponto Verde (SPV) 2. Indicadores de atividade (em geral)

1. Entidade Sociedade Ponto Verde (SPV) 2. Indicadores de atividade (em geral) RELATÓRIO DE ATIVIDADES 214 GESTÃO DE RESÍDUOS DE EMBALAGENS SPV SOCIEDADE PONTO VERDE 1. Entidade Sociedade Ponto Verde (SPV) 2. Indicadores de atividade (em geral) 1) Mercado Potencial atualizado em

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO 9366 Diário da República, 2.ª série N.º 43 3 de Março de 2010 O presidente do júri será substituído nas suas faltas ou impedimentos pelo primeiro vogal efectivo. 20 As actas do júri, de onde constam os

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS Passado, Presente e Futuro da Gestão de Resíduos Hospitalares em Portugal Missão Técnica a Portugal Logística Reversa 20 a 24 de Outubro de 2014 1 AGENDA 1 2 3

Leia mais

Pedro Sobral. Gestão de Resíduos de Construção e Demolição CCDR-Alentejo/CM Montemor-o-Novo 26 de Julho, Évora

Pedro Sobral. Gestão de Resíduos de Construção e Demolição CCDR-Alentejo/CM Montemor-o-Novo 26 de Julho, Évora Pedro Sobral Gestão de Resíduos de Construção e Demolição CCDR-Alentejo/CM Montemor-o-Novo 26 de Julho, Évora A RESIALENTEJO em númerosn Área territorial: 8 Municípios População abrangida: 101.658 hab

Leia mais

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente PLANO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL 2011/2012 CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente 2011/2012 Índice: Introdução Ações de Sensibilização: Ateliers: Datas Comemorativas: Visitas de Estudo: Concursos: Projetos:

Leia mais

GUIA DE ATIVIDADES DE

GUIA DE ATIVIDADES DE ATIVIDADES DE ATIVIDADES CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Pré-Escolar & 1º Ciclo CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DE ALBUFEIRA Localização: Quinta da Palmeira - R. dos Bombeiros Voluntários - 8200 ALBUFEIRA TEL.:

Leia mais

Campanha de Limpeza e Conservação do Ambiente da Nossa Terra. A Câmara Municipal das Lajes do Pico convida todos os munícipes a aderir à

Campanha de Limpeza e Conservação do Ambiente da Nossa Terra. A Câmara Municipal das Lajes do Pico convida todos os munícipes a aderir à Campanha de Limpeza e Conservação do Ambiente da Nossa Terra A Câmara Municipal das Lajes do Pico convida todos os munícipes a aderir à Campanha de Limpeza e Conservação do Ambiente da Nossa Terra, e a

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita Foi aprovado pela tutela no ano de 2008 o Regulamento Interno do Centro Hospitalar do Porto que passou a reger a

Leia mais

Conteúdo. Política de gestão de resíduos Novo regime legal. Prevenção. Prevenção Protagonistas

Conteúdo. Política de gestão de resíduos Novo regime legal. Prevenção. Prevenção Protagonistas Conteúdo Prevenção de resíduos da política às práticas de gestão Prevenção Definição Protagonistas Exemplos Circuito da gestão dos RSU Susana Xará 24. Novembro. 2011 Política de gestão de resíduos Novo

Leia mais

ANA Aeroportos de Portugal Aeroportos e Ruído: Uma Gestão de Compromisso

ANA Aeroportos de Portugal Aeroportos e Ruído: Uma Gestão de Compromisso ANA Aeroportos de Portugal Aeroportos e Ruído: Uma Gestão de Compromisso O ruído tem vindo a assumir um lugar de destaque no conjunto de preocupações dos cidadãos em matéria ambiental. De acordo com informação

Leia mais

Ministério da Energia e Águas

Ministério da Energia e Águas Ministério da Energia e Águas Memorando Situação Financeira das Empresas do Sector Eléctrico Proposta de Saneamento Síntese: 1. Da avaliação da situação actual das empresas ENE e EDEL, conclui se que estas

Leia mais

Eficiência na Gestão de Resíduos. I joana.andre@lipor.pt I www.lipor.pt I. Multimaterial

Eficiência na Gestão de Resíduos. I joana.andre@lipor.pt I www.lipor.pt I. Multimaterial REEE joana.andre@lipor.pt www.lipor.pt População 969.036 habitantes (Census 2001) 10,3% da população de Portugal Produção anual de RSU (ano 2004) : 488.128 toneladas Capitação 1,38 kg/(hab/dia) Área: 648

Leia mais

1. CARACTERIZAÇÃO DA ENTIDADE. 1.1 Identificação

1. CARACTERIZAÇÃO DA ENTIDADE. 1.1 Identificação 1. CARACTERIZAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 Identificação Espinho é uma cidade situada no distrito de Aveiro, região Norte e subregião do Grande Porto. Segundo os censos de 2001, o concelho tem uma população residente

Leia mais

Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas

Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas Da União Europeia vão chegar até 2020 mais de 20 mil milhões de euros a Portugal. Uma pipa de massa, nas palavras do ex-presidente da Comissão

Leia mais

CONTRATO. a) Nos termos do nº 1 do artigo 4º, os operadores económicos são coresponsáveis pela gestão das pilhas e acumuladores usados;

CONTRATO. a) Nos termos do nº 1 do artigo 4º, os operadores económicos são coresponsáveis pela gestão das pilhas e acumuladores usados; CONTRATO Entre: a) Ecopilhas, Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, Lda., sociedade comercial por quotas, com sede na Praça Nuno Rodrigues dos Santos, 7, 1600-171 Lisboa, pessoa colectiva

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

FICHA TÉCNICA. TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Relatório de Sustentabilidade 2008

FICHA TÉCNICA. TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Relatório de Sustentabilidade 2008 FICHA TÉCNICA TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Relatório de Sustentabilidade 2008 EDITOR INAC Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Rua B Edifícios 4 e Santa Cruz Aeroporto de Lisboa

Leia mais