~', '.">

al,.~iyulgarem"su~.s càri1ranba~o Programa' dopartidci~~~ssim coitl~oª~s.dii'e.ti:jz~spor ele '--estabelecidas;'",., ",... >~', '.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "al,.~iyulgarem"su~.s càri1ranba~o Programa' dopartidci~~~ssim coitl~oª~s.dii'e.ti:jz~spor ele '--estabelecidas;'",., ",... >~', '."
~', '..pdf" class="btn bg-purple-seance" href="#" target="_blank" style="margin-top: 10px; display: none;"> Download Document

Transcrição

1 i '". ESTATUTO DO PA~tll)Ô\&RDE "'. ';--' ',.: "" '-'c-,,'~, /.',-::.'.,\ '.' :,'~, ".',, '. ':.~CAPI1UlO-.r..'t)~)PARTIDO '... ~~' '.,~SEçA()'I~ DEFINIÇÃO,j;)BJETIVO;,SEDEE SíMBOlo,.,.,,', "Ar:t. 1º - OCPARTIDQ VERDE.. pvjftj,ndado,~rn 17 [e Janeiro dej.9~6/êun1aorgàriizaçãó~olíticçi,ccith :pe-rsonafidaqejurídica ',de direitiopriv~dq".co.m'registrqdefil1itiy~' deferido pelo' Tr!punaL S).Iperlor"Jléitoràl" ~brrl ~ufaçã<o lj1qr 'p~qzó11~deterfuinad6 '~;r.ege;;!ie~p0r~.e_ste~ Estatuto; obsetvaâos os princípios constitycionaise as:nórmas legais. "" ~.' 'r " " Ar( 2 Q ;-OPÂ8TID0- VERDE~ "PV,,Jem comóobjetiv6 a'lêançar o-: poderpolfticçi il1stituciéjnal,d~'; -i> fotlila'padfica'/e:delt)ocratica,,em ' suas,.diverias')"nstâncias, para' apllqar éyrpp~g~riseu",.programa:-'.'",. '. ".'.:. -:"~"I "'C:.. 'i ""... ' _..,'o '" '~.'!:C.,:... ', ".' A~t ~3º - O~_~.A~TI[?QVERDE -PV; t~mseqe,ejtorçlna' Capital_d~ RepúbliCa. fé~erativ,adb ~~asi"" podendolilanter seuescritório:erhoútras 'cidades., '1 ':~ /, '.". ArL4g~>0 PARTIDO \/ERDE;~PV~te~cemo;sírnDólo'a b~~deira 't~rancacom o"v"dedtrodeum círculo:'â~bós de'cor~erde. '>, ' ~"... ( '.....".... > lº-()pàkndo VÊROE) por's a~caràcte~ísticami.jndfave eml8nsqnâíl~ia com à nôr:nertcrátu'ra,~'.> ad~tada peiqs'p~rfidos verií~s~(}utrospaíses~am~émpode.ra 'seich~mad()deosverdes e ' ". 'ÓS,'YERD'ES D.EfB,RASJL~..:"., ",,'.~' ~. :.:-. ~ '.< "" '. ".. '.' O':~'. -.z". -,"',. i ',,'J...,' ~..'.', -.,",', < ". 2º :'0 PARTIDOYÉRDE também poder~,uti.lizar~ girassel'co~osí,mdolo~;... "O'.",'.,.~. i 'CAPíTUlOII-DAS,'FORMAS'QE PARn(zIPAç~~~'''''7~~'-C'-'''''':~:'~-~~''~:-:-;--:::-'~~--''~---1 ".,'. S'E'Ç,A-O.I-.O A',F,I/lIA.Ç.A...O\ P'ART'ID'ÁRIA" t!e'rt~'!rrp.~~r.,\f.,'il'~m.,. ".'. ",' _~~:«.l.,{t ~k:j.::1 ~\I:!n1l.JJL.~,.!,t't!*~ Art.~g~ Filiado ao PV ~!~.do'br~ii~ir6,ef~ito~;,e}p:pl~no~:goiô d~~~:~.~"., ~ê;~~:w~1:r:'~~"1 ' SrJ8âdmitLdo c2~mojal;pelopartido ~quesecomprometaa!~sp~itait~,j;_o~,... ",,'. ~:~~~~:~:;;,:~~ i, Estatuto.e. obs,ervar as re.s,nlüçõ:es I?artiaárias,,<\~mocrªtica.elegalmelilt.~it1,$-1ii~~~~.;tuPIA.ij[CRQfl(M;)A 'S.DB. "'~Art612-'Nãó podem secfhiar ao.'p\í'in'diyíduoscomprovadamente (é'~;p~~rsã\geis~p'or vi' "ãodos - ' dlréit~s'-humqnos/ agr~ssão\'ab melo ampi~nte >ou' corropção,i bert:l. c~mooo g " 'oulljanjfest~ções,~ofensivas ou discriminatôhasà origem étntca,êio ;exd eàreligiãfü' '......'. "..' j,,," Ar1;~ 7º- D~edid9'de~filiação p'everásér ~ncamj~h(ído àemnissãoext~~!iy.ªmhrrifj~~1![u~~~n91t. ;.::.,~~~,,,:,.;,g'l!! 'Em, çasõ'de,mar'hfestaçãó/t.ontrária, éaberá'r,(?éurso,n~_prazó \de'20~rasiioorgãõ,,' ~'p~rtid,áriçl ime.di~tam~ntesue~nor. " ". 2º- A não majljfe~tação, età' 9rg~o partidário, em qual,quer instância, no prazo de í~ dia~ implicará na aceitaçãe,da filiação. ' ". ',:'.. -, ~" - ~º... ',lbçtos os, pedidos' d~e filiação âevérã9 ser 'abonades por um 'me'mbro' do Conselho Münidpal, Estaâ I':! a I ou Nacional,I,' \,, '. A~t. 8º-.AsHstagetls dé,lina~?s,devem; ser' entregues:,.~jljsuça', /3!eito~~i~peh~~\spníissões Executivªs MúnicIpaisnc~,s da~:asprevistªsna legislªção, corn.cóp,iapara ate~p.~ctiva Cbmi~sãQ 'Ex~cutiva E~taduaL -é, ", " '-. 'i.. 1.','.., ""..,. ::.,\ l, '~ '.,seçaou-oos.cánd1datos' Art~9~.!Poder~() ser can,çlidatós á cargos;el~tivds' ~~Io' Pártido Verde :05 filiadosa~ partido na formâ.:defir1iâa:.e~ Lei:,"...,':.. '~.' c...,,... ",: -,.),.Art.10~Càbe ao 'candidato':~...' '..:.,..'- r'. al,.~iyulgarem"su~.s càri1ranba~o Programa' dopartidci~~~ssim coitl~oª~s.dii'e.ti:jz~spor ele '--estabelecidas;'",., ",... >~',, :' ', \', ), " ' _. -."'~, -." ",,.'. b} p-rimar pela observ,ânda dest~ Estatuto edas.normas.instituídás' pele pa,rtido;, "ç)realizàr~p;êsta~ãodeçó[jtasde sua caljlp~,nha )yntoà JU~tiça~lei~oi>Jí;,-..~~...,. (,.~~~~~. ' {, \,; ( ", ' '.'. ~,~.

2 , ~!. >'.. \.. 7.' "d)assingrrterm(i de;éompromisso em rel~,ção.a: ".'.. ). ~L ).~ Contribuição fi.naqceirapa.rtidá.ri~,i"l~for'm(geste E~tatut ;,(.... ~1':Corºca~'()àdisposiçãO,do Partidode.1J5:qósca rgos.d~ sêu gabinete,casqhâja...'. '"dema'nda ó'es1:~\senfidolforàn.tladapela respectiva CpmissãôEXeçuhvà( " ':.' ",. -". m- Acat~ment~ aos Critéri6s'áediyisãq d:p<tempódapropagâ~d~lgr~tqita ncnv'~ no rádio, q'ue. dépetlderã~ de decisão das COrnissões:Exetutivâs bude, Co'mI~s9,esEle)tora'is: " ' ': '-.. '. \ ', -'.l Q á cândidato'a\cargo.rnajofitári.óassirfé!rá termoá~!:côm'promissb'êmrelação,à álfnea '.'d "., - _, " ',,_', " >" ','.";' o '",-,. '-.' -', '_,,",.,',,. ''-i"r~'', \.,.~) ': _ \,~,_. - "...-", ':. -" - '",,;'. ',. '--.' --."-',,,:~\,'. '. '~,"" ': 2Q O detentórdeniandato eletivo:qu~)se filiarâo.pqrtido,assinará terrno'decompromisso. em relaçã() à éiljnéattd-j~iii!,'.'.'.. \ '.:,...,. '. -- \ SEÇÃO IU-, DOS~DIREITQS E,QOS,DEVERES. Art,:1.1-Abf~liado do PV élssel$urâin:-seós s~guintesdrreii<)s:i' a:)~6tar e ser votéldon'as re~niõ'esdosórgãospartidári()sa/q,ué pertença; I b)poder integra(hstas'p~m;lêleiçãode órgãos/de djreçâqpertidária; "...'. \.... 'c)pé!rticip~ii!.:das campanhps. eleitorais, ~póral1dp e\votand0nqscçmdidatos in~iça'dospelas. Jnstâncias'partidáriàs;,.....' "~,, " "...','. '. d). dirigir-se a. qualquer órgão partidá'rio. para manifestar, s.llá,~-opintã'q -:-ou=:.úderrum::iãr'''~"'~( ''' + '' '"'l. I''d d~, \ f~'!:z :,~,if.1f1 fir-!':~;tt ;uu~,;a!p!~ ~~.1\1'!\'1~A;" ~ i; Irregu an a es', ',d',r,,, [: I,! I," 'lil,'. f'!)' u!'''l!,~,li!' '.I' \,.' I \ I ~; ~t %~~V t,j/!"' i~t~i (;I~ ~ fa~ \t~~1t;:lt;d)j (; :ejfazer;circularlivremente suas idéias; opihieeseposiçõ~s;...>;ths f(lií,al (.1' UKlttO?lOS- hí'\y ~W~S.Jl) J f) COmpareCer às' rel:.miõe$d~s órgãos':partidári~s a q4~pert'en9~;;~p~êfffà.f;'~ô52t~wntosnrasi,1 ~:1'''D; L.". '. pa. rtidários~vótárnas'q' ue stões. submetidas à colisul.ta 'pelo'sórg':;i. Os,.'.. '; ~~"'':':'': _~;''--:-''':' ''''''~~'''-- '\' -T' ''''' 1,.. ")....., 't'lf.i)1í fi'ltq',";' '4rrr;n'-r.';! <ft'.!"l, Art, 12 -Sã() d..e..ve'n:s.dos fi.li.ado$,aol',.,.v, ; - <., ' '.... l' I.,c'l"\'!ui:!..,\ir,,!,,", rll.'_n"...~.\l!'1,..n 1.. m.núxekn~:,'.. " a)'o,bédece'(aoprogranj8 eaóesfátüto;,'.. : ~,(.' 'i"" 'bvtnanter cohdutapessoal,.profissiori al, polftica' e 'tómvnitáriacory,patívelc()m étrç~s eprogramáti\co~do Partldp>.... \ ' í.." 12/05120.:)9,- r,.c) acataras' ori~ntaçõl;.~.'~'~dedsõ-es tomadas democrática '.'é. legalnien t~ ~pefas ~in'stârrcia-s- "-- : :.' '"'>":~. l. partidári'a~;...'.', /'. '.'.'..,<. I", ',' '". ' ":;, ", " ~;, 'j_!-, ; ',o,,', " ',i"" _ ',.. t. d)pclgaracontribuiçãofinahceira est~belêcida;heste'estatuto;; "... ~,.. :e) preservar é! boa ima~~m;paí1ldária't:!ã.9c()r~riliuind()çom a.ções oupal~vrasqúe~ef~hanl:a prejudicaro homeeloua'im~gem do partido e desuasjqstâncias diretiva!;,.":....'. )..' ;SEÇ~OIV ~DÁ~FIbEUDADE EDÂÔISb~LINAP~Rl"IDÁ~IA,' '.....'.~ I '? 'ft:rt: 13-Ã'fidelidade,a~isdplin'ã P9rtj9ári~,qcu1Jlp!riment~do Programa, dos Esta,tutós; qas ' J.diretrízes e denbe~aç;q~s legí3lmente.instituídassão0.bri~atóri8s.fl todos QS filiados. aopcirtido.,.! - J,~,º~-jTanto os f,iliados9uanto osórgãós parti.dáriq~estão passíveis de puniçãb~por jndisciplina êinfidelidatlepartidàría,naforrriade lei e::de,steéstàtuto:.....' c,...'..' 2º -Ófi1iado pode'rã. rep'resentar ao Conselho.competeilte,cóntraojJtro filiado,04,ór,gão,í ' partidárlp, po'rípráticas consid~r<idasinfiéis ol1.coolrári.as. à disciplina partidá'ria i arcal14o córnas,.' cón,$eqliênda'sdasuarepr~set:lt,ação,... '... '... ~.' "'. ' ;,+!:... '..,, 32'" A aph~ação de ~ugjcluerp.epaseráfeita~lo Ór15ão,cDmpetént~f.Êxecuti~/as q~~on~elhbs",'. '._." ' ouvida a Comissão. de Ética, garantido o amp!p dlreito à defesa~ao'\acusado,.... '. "..... ' ;~, Art:'14'- Os Órgãos partid,ádosestão su)l:ito; ãssêguirite~ penas:'.' ','.. a}advertência/porihdisciplina,'négligência ou_omlssão;-..,.. ' r~". '.' b)intervenção,çôm 'praio detérmjnado,'nos~c~s9s de\desobedi~nçia às,direçõessuperiltes;.',i' ;. _. I '.,---:.,.-' '.'," - ' -' ",,I,' ~, '-',' "',...: :.,' '( ',-"\ J.' 'j'-' '"'o "o,fi "

3 , -.-;,, (.: ",-<", ' \.~~~--~~~.~ itri6~tla: SUPERiOR ElE~TORAl;.. \";') ~!ris O O O O O 5,.... f.' ;(.'. I. ~. l ;',:CP.ADUSJ ;. ) f,. " ~ C) dissolução, rio's~casos de divergências' graves e insanáveis com à~ direções.superio~e~; no cas~ " 'de,violações da lev do Estatuto, do Pr~gr~ma e dá ÉÚca, bem c~mo o-desrespeito à 'deliberaçãó de,~~gão'scipéhó!édescumprime~to des9asfinali~ades,cºj1tph~'ju(zo',para~p~rtidõ;' eainda,,' ;n~.caso d~"obtehçãqderesultad()seleitorais inêômpatívt?jsc;orn;asl:l}etas doprbjeto) PolttiCo,dq /. I"àrtido '.,:,:', '. ':... ~:< ',i ".."~' "". c.,.. :. ".. ',......'.'f. r.....' '.." ')º, -~No~casodas.estruturas provisóri~saadvertêndja,.intervel'lç~oou dissolú ãó sedârá~por:':',.' _". '. '. _ ',\, (' ' ~,:',,::. -",,"_ ':-'_._ -,,<.,,;:P, '. ',,- >..', ',~ ;_,'. - :'" _ '..,"r,,-, '.. " i decisão do'6rgão particláriodmediatam:entesuperiof.,' "."':.. '.,'. '0"'" '.: ;.; ".' 2º'. Noc:asó de'pissoluçãó dotonséltíº,est~setá 'cltaéí9,. pará;nq praw'de óito(8}:dias; '," '.' a.present~r;defesa:e~crit~/.fitandq. assegurádo'ô. dlr~.itôi d~"prornov~~i;a,tamb~n1,,'de fonda... :.. '.. ;ver:bâl, na~'essãoonde oc:orr~r() júlgamento. '. _".<....'-...';.' " L,(., '. ~.~.~. DissÓlv1~fooéoriselho,osera Pr'otnovido,o'cánceia,mehto de. seu ~egistro. r,,(. Art.15~AosJiliàdos ~ã()aplicáveis ass~g~intes:;p nqs : ".!:..\ ' '. '" ' a) advertência, em caso dé infração primária' aos deveres de- discip'lina, ou' por 'negligênda ou~,\, ' -, ~ornissão do's~deveres pa-rtidários;.,i b):su~pel)sã"a/n6s télsóside reinçid~ncia,'d~infrqções primáriasou. pe20nd~ta dê$resp~itosa~' "'-' pr~}udi~talaopartido;.'~:'!!:\,,.'!i...!...' ".'!! :'" "c)'expl/lsão}'!ío'çaso de vioi~ç~o!dal:ei, do ~Est~tutô,!daÉti~aed6!rJiFogfil:FfI:a':Pàf.t~áf.~s/..:o~N~h~~ ~:"" _,~!~)1 ço~odesresp~it6 àleg[tfm~denberaçãobu~dir~trii~potadapejo P 'D~RFSII" ~,*if~"q )l~t 1º :;: ~àraapunição pe qualquerfiliadodevetá seroüvida acómiss "o ã;~. I? "Loi v7~'1~ ':,t;v. ;.. Em càsq'de;gravíssima ê notória)viola ão da Lei, do E~tatutoA~~EI~~:tt~,fJ?:(~~A3002das5~lsi~,;.';~51.. dirétrize's;do,pàrtidq ou ain'dâde 'desrespeito àsinst~nçiaspartjdárt'iis;;'á~eomtssãcf'e.,re6-rtrva ""'~"':~~'!"i"'-') ;'poger:á disp~p~9r-ja'mánif~~tação' décomj:s3ã? A~Étj(;alàs~eguran~p~~~Bt<f~1jlt~~iãrJ&~1HfpqbIl~~liA. 2~8~:.L,direitoàdefesaaô.filiado. \,.'!.;,....',!].,}IJL,-:;!J. " )".; r, _,',', ',:';;' - " _',' '" '. "... _ : _ r-'_. -, ""'f. Art.,i?'.~. Pasdecisõfes que a'plkarerlr periahdàdes.aos filiados"cabere~b!rso,nok.15!/;. '.'.,<. ' (qyír.u,~)di~s;aoôrgã?bi~rªrquifarn,ent~supe~iol ':',.,... d' 't. <j~':'úyqs!20tr.~'~ '/,.,i, Art. it~as.deçisões do Çonselho N;:icionalem grau de récurso sãojrlí;çgr,r.(\le.is.,:.. ~,,,..._,~::'.....;~:~!,,,_~.,,,~l::"'~:'._.._... J... ", ~_: _,', ','" ':_ " -, -", _:",~-, o' :. _.'>".' -,', -.': -. - _ "," _ " " -"I ,' '-r.-' _. ';,. " - - -;-- " '... Art.:18 ~ Osqmdidatos a cargoseletivosque.~durà.hteprocesso de cawpanhà,,:eleltóral Vierem a ". a~sumír\ol1ípromissos;\ ta.m\àr posiçôes ou'fa~e( aliáoça$ouacordos~contr ários àsdeci.sões partidãr:ja~(>ucoi'ifjitantes,qom o, P~bgr~fua'e.Estátutos da',pv, "phderãoser~ubstituídos!p~[as " ÇohíissÕesExéáiti~as. "adreferendum'; dosrespectivos Cohselhos...' '.. ".~ "... '..' ' " " iparáwa!o~~l}ico ~Éa~séitlràdq< à()\c9.ndi~~toque.'~~rih~;jncorrido nà~jpótrse deste;a~tigo,, /apresentpçao de pefesé'h Jloprazode 48..(quarenta e oito) horas.'.:...,.,,.' ' '....'. CAPíTUI.Ollr~ DOS ÓRGÃOS PARTIDÁRIOS'.;). Art. 19:' Sã()6rgãos dopàrtido:~;. '..,;'. ",....a).!d~{. De[iberé3çãb ~'Direç~~,-.Convéhçõe~, cdns~lh'o~e'corfjjs?ões ''Executivas. Naçiorl~C Estaduai\eMul'liciRais. '..'.. '. '....,' \... '. '.... "... '.... bl~deapoio'.ecoo~raçãci: p~v,jdoria/.c~miss~odeétic9/,co!)selhó}:rscaí;funaaç~(j Veriie.',.. Herb~'r,t 'Daniel,,ÇoQrdehadoriasRêgionals/CÇJordenadori9slqte.r;rn~l\licipais ~..Interzonaise. 'f' ~ ' outros que,venham á s~rcrfàélos pelo Partido atr~~,é~dos Çonselhos,~' ".. ~ "...'0 :;~~~!~~~~9~~ órgãos de,direçãpdo pãrtid? 1Jeve'rã~ se: f~,rm~dos;com a Partic'p~ção de,',"<... 2:.-~Asre~njoes dds Ó~gãC?~S..d~ direção~,parjidos~m~nté RÇ>d~rão~ser ini~iadas. oma..,.. "-:. pf~ser1çade mtegrant~s'deambosos sex9s;' 'J'...,, '.,','... :. 1,)..

4 r " \,,. \. : ljrísúnal SUPERIOR E.'LEI.TORAL ; I' ". ' -'o 'fia.0 O00 0'6.\!',, '" l;-. r ' ',' 3º - ~smandates,,des' órgãospartidár.'ios serão de 2 (dois)an()?a contar da, posse, prorrogáveis por igual período'por deliberação' da Co'missão'Éxecútiva Nacional. '. '~pítulo IV'-'DA ORGANllAÇÃOÉM.ÂMBITO NACIONAL, '..",SEÇÃ91- DACO~VENÇÃO'NACIONAL '.,.". /, Art.,20: AConvênção' NaciOnal, supremain~târl-s.i~ do Partido, é constituída"dps m~mbros do ':,'.' '\- ' 'Consêlho. NaçionalidosPrésidentes das;comissões. ExecúUvM Estadua~s,\dos DeiegâdQsdos, Estados, 'dos' CObrdenadores --:Régionais, dos.', representantes éfo PV no". CbQgressoNélcional; ".. Ministros'ou equivalentes e ç~e'fes 'do p0ger exe'cutivo'estaduais ~ nacioí'1alj filiados ao partido.. ArL 21- c0!11p.ete àc~:mvenção Naçjonal:.., ".., ~..,,'., '.,.. " a) eleger o Conselho Nacional;, '.,,. )'?b} es'colher os cándidatos a'cargos'eletivos do Executivo 'Federal;,.,c) decidir $obr~coligações\hd âmbito F 1deral e d3;lr orientação pqlíticageral;,, d) aprovare modificar oprogràma ébesf~tuto;do Partido; '/, 'e)"apreciar recursos c0t;ltra :decisões d,ocor1sélho Nacional.: ; f) alterar adura~ão dos mandatos partidários.;,. '. ' g)' ~eliberarsobrea dissolução do~' Partir:lo,inc:orporação,olÍ fúsão, re-m~fel*~i~g:-e$*~te--'_:"_-'""~'~'-l r.ionvocada p'ara este fim.. "., :ti~ ".'f',1 P'In' l'!lt?li.~~ j'\r il!f'~ílij:l;\rjí. '( -'" L\i n~<: rr I JI~:;: ~;CT~,!;to ii~'l} n.tjt:i" 1. 1"':'.,. i/for. í.jí (\~A:~ '.~;v. H~tr,~ 'hf. :.->::1'~íJ' ~~:~~ Art. 22 -'A Convenção NaciónaI se reunirá:!c~:s 504.t:L {-\, Lo.JfI'í.i7/0& - {:;v.w3sju i a)ordi~ariamente'à cada 2anos;.. '. ITf!I~ 22::l;-itSQUFa:.;:n5-t,,:ló2 :.. ii"'üf\ b) extraordinariamente,'por convócáção da Comissão E~ecutiva. Nàcibnat;'..,.~.:.*.. _;...,~,-::..:~:,. _-_ _ "--",c,,:--~:.,~,,.- f, "...,.. '.' '...'. "'"'"I"~jI '~onll"""1'" 1...!l~ T~'~I-:í";""~ '. '!1>~'. ~ c) e~traordinari~mente,c! requerini~ntode30% dos.conselhos 'Estad,Wqlj}~:::..~?\'tLJ.~/tiLl~,.U,;",1t h \.f(u' ~;:'';,tjh ;..', '".,.. SEÇÃeJU-: po CONSELHO NA,CIONAL :JN~J\'\{~\w ; Ár't dcons~lh(tnaçionalé compostqpeles~embros eleito~em Co l1 ve'n ~~~nál,.~.. f /'obedecendo-se os limites d~ no mínir(lo(50e max,imo ~e 120 me~brps. i... 12/05?20(J9...' J 'Art. 24" São atribuições do Conselho Nacional, alé91 dasprevisfas erille~":_::,,_~_,_~,,.,...:,,,,...;,-.;...,...,,~--_, _~,í a)exercera direção do Pártido 'bj suprircas'osomis'sosno Pro~~ama~.... c) elegera Comissão Executi\ta Nacional e o Conselho Fiscal; :d) apredar recur~o'cóntra, decisões da Comissão Executiva rúcional-;: e)'fixar o númerode seu~ membros;. f) aprovar, o orçamento e o balanço financeiro epatrtmonialdo partido;. ) g) deff!1ir o Projeto P o!f{i co do Partiqo e e;tàbelecer1as metas q~e cada Executiva Es~adual deve, ~" 'h '- '),., cumprir; ". ". SEçÃéfm - DA COMISSÃO EXECUTIV NACIONAL '..,... Art. 2~-A Cómi~sãoExeçutiva Nacional é composta por,no mínimo 13 membros eleito's' pelo ConselhoNacional,dentreos.seusmembr~s.:: ' '. " '/ '.' Parágrafo '.único -.Pàrticipam ainda da Comissão ExecUtiva N?ci~na1 0,5' 6 Coordenadores Regionais; os líderes e os vice-líderes na Câmara Federal e no Senado e os chefes dos executivos. estaduais'e fedel'al,filiadosaoparticló. ",.... ",,.,. ",. '..' '". ' f,',, ~, '" ~ _"_J Art A Comissão Executiva l\iacion(;l1 eleg~~rá dentre ósseus mem~ros.: a) l;presidente; b) 2 Yice~prêsid~ntes; c};j: Secretário de OrganizaçãQ; "O) 1 Secretário de Comullkação;, \ '.. ).,, /

5 .1, O',.'- '.; \ elis:eçt~tário.'de FórnÚçã~t, 'f)'1 Se retã[io. tj,e~f inari:çâs~:., g) 15ééretefr,lo.deAssuhto.sJurídjcosj \h)jls,~,àetá~iq \'d~. 4ss un~o.sdo.\e~e9.11:i\,<o.;~ ib{~e.çtet~r:iádai\ss\1nú)s Pârlànientares;. j)lsec[~mrio.d5l,.relaçõeslnterqªc,i9'!ais;.:. ' 'klxsé'cr~tárlq $ Administração;,.', 1} lsedetáribdejuvenfud~;.,...,,". ":. ~.' \. - - /x~:\ \',111) l,sêéfetáriqda,. Mulh:ér:/ '. '..'. '..'.'oj. Art;.;2r-Sã9at[ib~içgeS_~ii1 Cq~i~sã'Q ~xes~~i~a,nado~al~;.'~.'. a), respo.nder po.ltticam~,ntepelo:pv;' '. _.! " ~.::,:.'o..1;) co.nvocar ~s ré~niõfàqôco.nsej'ho N'a'ci:ÓÍial~e"'à êonv~hçãonatio.ni3l; ::c)exe~útbr~~d~cisõês dº'_cci1?élhp~~d~(çql,~ehçãó}ijà éio. ~al; '."'>: '., ':' '. '.. '.....c..'. ~d).ad:tninl~trar9ralrimôn-ipqópàrfido; ',,~<,>.'.'... "\.',... ",: ' ""."<,...,e] d~termúla.r:a i~terv~llç~' ~.m: Estadpse~~~i~rP1.Ç>s, ~~.. fo.tma,)~revi~tª~o,eru;~j;~t~t,~to;:-_~~:2:""_j'- -:-_~~_"-~1 ~, fl"dell,~er~t~obre aj.rfstajaç~~e~ço.miss~e~,gee~i:c~j' ~. c';", :"I?ºn~JrlnnFc~:e:~Jpr~~~.11~k1lri~\ í."g) qehderar;~obre a prqrro.gaça(!) dos mandato.sdqs orgpdspartldan,. \,i.1 Á.I! WY;!\"'~.il.. ~1~\,{'~l'íJ.)~d~.~"~c.;', j,::,"~~<ç. ; '_~,' jj,,:-: ~ >~;"';\'~- _ '. :',>\ ;_,~,,\ -<' " '. '.' ~.:.',.." "~,.. t,)" 'j -LO.Jâ \I?f!~w - {t~;~,~w~ :~t[,. h)âecldlr sg,br~ ~ques~o.es po.lítí\~a$'~ deo.~géu1lzaçq<?{n~ernade,ç.afate1t '1 Jfài.( ~L;;~6tw2'':: l?r\lscili;:d'}f j " ~l)êstàb~lec~rlimit~"de gastd~ parà as eleições'presideociáis;...,".'. '. J).ql?[~C-iar fecurs ô.s ~contra decjs'qes d~s.cons~lho.s E~t~du~~s;.. g~qi.j:.arqul\hidii.r.ljpr~ ~fó~nf D~!t~DA Et}f{l '. I) referen'dar o.'s Con~elhos Estadu(!is Pn;wisório.s;, " --:'. IOlUliíERO: '.' :m.) deéiqitsobre qijest~eso:í11is\asdést~é~tátúto;,: ',ri) elab(nc;tr-bdrçame~toe.b lialanço. ftnançel'roépatrimoníal do~partkjor'.' '. '..~/ '. :.)',-. '~l. '..,: "",'. '~'I'. "d'....d. ",.':... ',.. 'i2jíl51fq09'~-'), 1 ~.exec~tar o.:,prqjeto'pó1tico. Ó Patti 0..-",..'. ;'. ',.. ",. ~.!..:L..~:..:.~...:... _,.;.;:.~~:..~..;~.i:...,.~~._._-,..;...,~";";,-'j?' ':,...5,~prTUt9v.:,QRGANlzAçÃóEM!-lYiBrrc)R~~~9NA.~I'(,..,:' '... Art, 28 -O: Pa~idqVerde mantêrâ6<::oo.rdenaddrlasr:,egiqnais:~ a} dqhegi~b 'Ai:na;zôoic'a/ com à representa.ção.dose?t~dós-;do Ácre, Amap~,'Ainaionas; Pará, ;'Ro:n.dpnia'êRoráí ffl9 ;: :. '.~ -c'. ><, :'~<.. "',',...,...\.",1 '.',," ". bl:da' Regiã!J.Norcleste I, c~.iii ac;representação.do.sestá~s~do Maranhãó,!?iaur,;-Ce~á.e'Río.. <Jrand'e.dó No.rte;. \."..'>,d."j.. " >',.,-','/,< ) '~,,. ddaregtãb No.râesttít, co.m a repr~segta~ão.,d'o.s est~dosâepêinao\~~to.~ Pàr~fbá;;Alâg~'qsê '\ je;gipé~ '.."".' ~',<' :,~';.- ~.". " "...,'. ' ".".... '..drda Régíãti I:.este, tcrna representbção. do.s Estádos da Sàhia, E$píritoS'anto., Min,as Gerais e:, ~:i~':, ",/,.. ~~, '. - ",:...,', ".,"i_,< ", "".' -\ :""".' ' ' ' Rio de Jariéiro.'..~...' o. "" '. " ',) -..',". ~-, "- " ~': ">-,--, " ---."./- '. :?,.,.' elaà ;Região.-;'Cen~J(:O:, cd:m a ~~ébre~en't~ç~od9s)siados do.~matbéro.sso,mato. Gr~$só: do::sul, Tócanlins,'Goias edõ DistrIto. Feeferal;,, : )'/ > > ' ". '.'.' ' ',."ofrçlar~g!ã9s:ui/cólj'l arepre~entaçãodose taêlo.sde_são.,pauío,p,'à~ãnái santa Ca{arinae~Rjo.. : 'Gn3'nde d6sút.. ','i' i< ". /.< "c. '. J ~/,\', " ".c"... Art.29-.As Regio.n,aisser:ãoJórm~das:por um.(epresentante das ~'()Í11jssões'. ;. Exe'cutivas.EStaduaisae cacla'únidosest~dqs qu~'a~;çôrrípõem.',"y. ' '., Arr. jb~,çabetá às,çb~rdfin~déi"i;às"regi.omiisi ". - -f " (.ilj~tra çár 'políiic;a(específi'cãs'paj~ajar:~gião; ~.,...<. b)"disçutir ern prlr:neirà Instârícf9 so.brepro.blema$l1ó$'est~ cjos;.. <'.., J..',' j- " ~ _ :.' ",_?, ':' c;)ei eger~es.ubstituir sé.us repre~eqtaritesnacomíssã() 'ElS.ecutiva ~açio.n(!f.. :>.J - '. -.:' 4 Y,-:', ',', '-..!, ';. " '._~~' " - _-r;..' " '. '!., :---'", "

6 ,,,-.'. /CA.PíTUl.d!!I.-oR!SA~IZA0!? ~~ ~. ~MBITO Esi~Ú!pÂL... ",.SEÇA()I.-DAS CONVENÇÕESE~"FADUAI~,'... '.'......" '. ".,"Art,31.,A;cConvençãQ'Estàôuâté cornposta'dos. délegadqsmtmiêipais,oos:"(tíembros. d6:' '. 'Çon.sefh~Estàdual, N~readóFeS;~ ptc;!f~jtodaçapita(parlalti'énta+ês,~stadl)ais efedefais,~hete.'.,',do ekecuúvo~'s~é!du~jeséuvice;ji)jaa6s ae partido.' '.',.' ''Art.32 ~é;~mpéte~'c~fjyenç~aestachjal:.'.. ~. aj\apró\.larp rogr~rna5e!:meta's de~çãono:~mbito li:stí?dual;... 'b),éleg~r ocónsetlioe~tadual;:. ~;r'"..f. ". ~:f.~legerdelegad()~àcon,véi1ção.'. N~cJ()naJ e>esc?lher; 'Candidatbs~a" b~p~fade~estélí:j aal, DeputadõF~qeràl,'Seriad()re Gover'D'adot;,..,,".~. i,.,;'...' ':.. " ','.,'. d) decidir sobre ~s éoli~açõ~s Estaduafs.d~ntro dos princípios programáticos do 'Partido; ~,"- -" " ~ '",,,- e):propor ao Conselhp Na.cional ~f dissoluç~o do Conselho Estadual.. " ' c;...',,': ':',.'" <:.,..?-:--.",,,.-' '. ',." '.-, -,.'.' ", ".J',-'- " -',, _~rc ;''-'.',,< : ",'" ' Ari:. 3.3,- Cada,estadó.el~ge~á'.del.egadô~.ác()nvençãoNació.naT d~ asqrdo com os vqws\iálidos.,,.,., :atfibuídos.àlegendçl dc) PV na úlhrbá,eleiçãctparaqeputaclo'feder'ài, s~ndo::...,'.. ',., a)até-5%dos votos vãlidos~ 1 d(;!legado;, " i '.~. : " '.' b)~cimâde S% do~~vo~osválidos" 3délegados~ Art. 34,- ia Convenç'ão E,stac;lu~lI '5e reunirá:'. '.. Jftl'n li!" r,f"!'i 1"( -a) ordinariªmente a cada 2 -anos;' ',,' I!LL Ul~ ntu "h,. btnaformâ" das alíneas ".c":~eild"dq artigó32'.'...',.'.!,c~~ 504.BL'A. l UlJ~ OT~\)g ~{;;í/.\4~ :'~.: i} '.;',,;... ~.. ';,1, "'<"'.',,:':: -"'.. " ',.',;.' ~.~: ~<"",,,: 'l'r~1 ;t ~~}... q~f1blr:,")\1~2't)-6(~2:-'~ ~~r:asj\1.lr"'o~ ~, c) extra o :~i[la ri~ rre r!~~' p.orconvo~açãoda'cp mi,~são.e.xetl!ti\í~ ~l;st?9~)~,~:~~,~:-'::':':'_~:,:~:\.~".:;.'"'~'~-_~':~-',~~'~~ "'~~'i d) e~t(~ordinariam~~t,~:p(jr éq~~ca~~~:d,e 30% dos Ç0F1s~1b?sMt,lniF~~j ;4RªU:W.~Oii, ()}pg.11ic~~gf1u7ad\~.. '! '. '.'.; '"., SEÇAp I'I~DOS'C;O-NSELHOS ~STADUAISm NúMERC~ j' Art O CQns~lho Estaduaf~' cpmposto 'pelos membros eleitol; naconveh' 1 ual/'.. 'l ;: o~edecendb-sé 05 li[ylftes de no mínijll<? 4~re máximo de 80 me~bro~. Art. 36..São átri~~líções d.o,~ônselfioestad(jab... ~.,,:~a) esta b~lécer(poijtic.adop\'- em~m b;itóe.stádu~l;...,_ - '.', -:-.". '-"',~...::""_.::_...,..""',;... ~',.,;...~...'-.._-.:".,._ b)eleier,de~treseüsmembr~s,a~éomissãpex~qutiva ~~t~dualce().co~~~'ehí(j:fiscal;-.', '....'. c)estàbelecer. Q.fluméo,de~~us me!í1brb,seos dos'.çonse,lhpsrvionicl'paisi observadoouriljte. 'cob~tànte hosattigos35 e51,'resj!l~ctivafuente;.' '....'.,'.". ',... d) ap'recianeçursos em relação a d~cisõ~sqacoml~5ãóexecutivâ.est~dual;..,e}:é)provác..oorçamentôaobalançqfi n,anceiro -erátrimonlaí'dopa rtid6:e~.. ârnbito ~stad1.!a L....,' ;'Art.31 ':.E.m~cada ~ Ésta,dfl, arcrinrió<lo:cqnselhoe~jaflua"pq der.ão formar",se.{;oordenadorias;:., ",','"," < < ". ~: ' ", " ", ' 1 ~.', '. ", ' '..' ',,"~, Intermun'icipais, abrangendefáreas.que formem um C',onJunto 'regionalmente cóe15ente. ~. r".. Pàrágrafo"únic~': Qs(a5)~QQraena(iores(asJdnt~rml:Anidp~jÍs pod~rão. ter'as~ént{)na, pomr;são' Executivà'Estadual~;éorpqireltoíavoto.' c,,... '.'.'..' ':.' :,... ~.. '. Art.38-'OConselhoEsfadúaldeverá set~qnir:porcon'~;()c~,çao de. 30%d,eseu_s,'membros O~:p'ot.; convotaç,ãô da ComissãO Exetu#va Estadual.,'...',. >.,.".. t\rt.a,- A,eitrJturaEst~dLialp,otl'éácónslitüir o.con?ejh9 apenas qtlapp,o.. segúi rites requ1sitos:~....'. "...~ ~) m'ariter.no rnínim~(300/0 dos represeht;;trües n~tbris~lhodepess~âsc)de alljb~s bs::sexos;..,bltivereleifónclmínimo.'urií Dep,utado Fedé,tal; ';' F".' '.' '...,.. '....ê)jjver obtido ma is,de 5~do7votosváltdos h'as eléiçõe~ p~ra a,câfna raf.~cjeraf;. ti) tiverpubliqa9ãóprópri~:c6medição.d~no'mínimo 12~emplàr~s~anLiais;.', :. "e)thíêr'sedêinst~ladi'j dm ent:lêreço pr~p~io; "...,.,.',.----.!,._,.. ".. ':;:. j'

7 ,.1, "..' \. >.! fhhteg~ár rede de comunicaçãoinf~rmath~da.. ', \ ' ' '.. '.. : Enql:lanto. não Qbtidaasccondi,ç{jes'previstas neste artigo P9derª ser forl1iàdoum' " Conselho Estadual Provisório, com fl:l;ncionámentos~mélhaljte ao Censelho, desde que, '.referendado pela Comissão Executiva Nacionat' -. ':. " j, ~22.~ Enq:uantopf()Visória,a'Êstrutu~a EsfadUàl,p.9de~ásel'modificada pqratodaçomissãq. Exeéutivà' Nacional., ~. '...'. '. \...,.,''\.'. '. ". ". ' ~.,, 3!?A Êstr.utur'aEstad ual quê. não' obtiver êktto":'nas~léiçõ'es poderá sofrer altet~ções bela. Executiva NacionalvisanQP;:sdequá:íàao.Projet8PoILticodoPartido.. ~.,' SEÇÃO "t- OASCOMíSSÕES I:'XÉCUTIV~S ESJADUAI$......'..' Àrt~~40.~ À Comissão Executiva Estadual., 'écompost.a poirio mínimo 9memb~osí.eleitospelo. CorÍselho:Estadual;\dt:ntre se'us membr.os... '..'.'... '. R~;'ágrafo~nico..,parti~ipamai~da' <;i~~ Comissõe~ Executivas ÊstadUais 'ài'l{deresévice-líâe.~es '. 'das.çãmélr'i3smuríicipqjs da~ Capitais edas AssémtJléiásl~gisl;;!tiVas,'até. 2.(do~sLr~presentantes.'. dos beputadosfe'dexais, Qs5e'nadores~oschefesdo executi~~estàduãise federa r, filiados ao. ' "..,'~'. -.:.'.;. -.. ",.":" ':'; _ ~" -'.(_.: '., j,.".'" d r--. "0>,.\,... '....' :,:. par~ido e, a cri~~riodásexec\.ltivasistaáuais, os CÓQldena Ci ores Intermunicipais.",, Art;4:i - IA CómissãóExécutiva ~Êstaduar elegerá déntreosseus membros:.. ".. '..:J"~' '", '._' ;', -'",'"' ;',... -.',.\ _, a11 Presidente;'.... ~._ \..",. '., '.... b)2 \Ííc~:presider1tes; ",.). ".. ' c)lsecr<;táríodeorganitai;ão;' " d) lseéretátiodefor~açâo;' ~. I' ".'... /..., -'.' '" " "'!. r":"""'t":,,,~-: _-:-~"'-:~~"":':~-:''''-'~~------''-~~.. r'''' ; ~-r<.;;'l.,e.}lsecret.a.'riodecpmunkação; /\.. 'i'l'l fi nl-""":'\ 1~1""" ", ''''r'' i. f)l i\jon~.nlil"' «I-U 1i ~it.li luibl Sectetá'iío de Fi,nanças; " "~~ ~~'.::,. -'; H~,;::", I,", ":;r, 'i.-\ '''~'. H.., ) '1..,. da'. J' 'd" ii.:"' ""J4~';' H H!,lli \)';!.Jlj' -""''f''!i':' ~lj I, g "'Secretanoe. ssuntos'unicos; " '..,,-",'. f.~,"'."':',\,,',;' "' ~n~".d~... '~;.:' ;1;-:;r, I -/ _..' ~'~'Tel~ '22"j~q5tjth[Fa;-~';~Q-6i~j~.~..,7';{-;lSlJ..tE)_-:.lr 1 Art}.4f:-ÇoÍ1tpéte à Comissão ExecutivaEstaâual:~'.' J-_.!.;."'.:.,_ _-...:'.,..;--"._. ê--'";-~:-...'j,,'a) responder púlitica me nj? pelo PV.i1pEs.t~do;...'. '. ".. ÜEDU. COf}:!; Mlj;Rjjr~LMMA.5GB r b ),1convocaras reunipe~ do COQselhqEstadual e as Convençõés EStadl!(àt$3~E:.~n~.. ' : 1 c) ad~inistrar\opafrimônio.dopyno Estadó;' '. '. ~.. ". " '\.'." 1 ',d) exe~gtar i:ls'~~uberações'd~çonvênçãqe godirêtoii()-est~duál;'~. '('..!..." 'e) cr:~dentiardelegadósjunto.a0s Tribunàis'Rê~ion~is Eleitorais;. 'I " '.12/t\5/26(19,. f)d~i.berªrsobre a instalação e.e Comissões deética;..t.._-_":'~;~--~"~'';-='-::-''';'';'''---'-:-'--''-'7'"~._,,,,, g) resolver as questões políticas, e de organjzaç~o de ca\áter urgente;..h) es~belecer limites q~gastos Ido Partido e candidatos às ereiçõe~ Muniçipais e Estaduais; ~ Üapredàr r,ecursõs em relação adecisõesdosconselhosmunicipç!is; '.' j) nomear;rno~iflc'ar e:çanq;lar COl11issõesExeçuti"àsMunicipaisProvisóriasi' '. I) reconhecer Os Conselho\lviüniclpais;..', '.....'.... ".' '. ". ".., '... - ",..! ~-,',.' '. \ -. : -. ", \.:'..,', -' - m)tomar decisõesrelativàs a'processos eleitorais na-forma previsté3 nos c.apítulqs "XIII"e~(XIV" j' J H ~_...,'.., - '"~, / deste estatuto; \ \ o) elaboraro~rça'mentoe o Qalànçofinanceiro e'patrirnonial do partido em âmbito Estadüál; o)elç! bofar prográma~ de aç&oe.. Óletasi10âm bitoestadui,ji;', ',/..,,. p)êxecutar.dj'rojetci Polrticó'doPi:lrtido'no estàdoe't~'mpri(as suas.métas.> : ' lcap[tulo vn;ur~anlia.çã9.emâiv!bltomunicipal' '.. ' '. ~EÇÃO IEDA FORIYIÁ,ÇÃO PECOM,~SSOES EXECUTIVÀS.M~NíçIPAIS~PROViSÓRIA$.' - '-;"?; 'h "., l r

8 ;, '......,'>.:..' -\" ". ".' '::;.".....'.',;. ".,...,... /-'::~....' I '... 'Àrt.,4~::0 grupo.j!1!ese'ss~doem o.rgan\z9[bjnr1o.ryltmidpio.: apre~~ntar:á à ~ºmi~sãoExe'~jútiva" \ 'Estadual listagem d,e-s 'a 9"no.mes, para- co.mpo.r a'.co.missão. ExecutÍ\(a Municipal"Pro.~sória,/,. \.... ~ - ~ ácot:l1pannad,ade um ~rograma de Açãd para o Mu"nicípio....'."...: " : Rârágrafo.ünico' ~ O 'P,~~grama..cf!=Açã9:palià omuni.gípl~dev~:al1rafllg~ra~a'çõesque.. ogrupq..' " ~esenv.()lverápar aco.lo'cqiopàrtidé:)ernco.qtjtçõesd~l?at;titiparâaseíejçõé~;assi'mcomo,"as.".", açõesqúe Opàrtidpd'~senV91,'ler~no n1únidpio. quand.oobtiverêxito.nas eleições.. ~,.. Árt.~4 -.Apr'ova~a' pela êomiss~o Exeputiva Esfad~al, 'a' Co.rbíssão E~ecutiya M~nicipal Previsória ~.. iniciará a implantação.'dó Programa'dé Ação pãrab Município..e as filiações',: r', \,,i./.. '. ' _, ' '_ _' _. T ", Par'ágr~fo.único-,,AsCo.mtssões' Executivas),EstadyaiS. djsp.ot~ósob'n~'agú raç~o eprtmog~çãó' :dós ma.nºatos4as~ornlssõ~s ExecutivasMuriicip~ls Pro\l(sórias:;,~. f... ",',: '. ~..,';..' ;"SEÇÃOII - DAS;CONVENÇÕESrv,lPNIÇIPAIS. "/<,.' ' ' )\rt.,.4s ~ 'A, tonven~ãºmunicipáfe)so~po.stapelo.s' éfei~o.resfi1!~do.s',ào ]>artido. Jbscrito.s:Q9 _' T Municípjo àté.1j (o.jto.rdias~~~tes de SÚa realizáçãô~,e presidida,pelo. presiijénte dacqmiss,ão. " >.,' :' './ --~" ~ 'I" -. " r---~_ : ,1;.:":-_---~~----- ~~.,,,,~_,~ ~."--~;--""'-.1,...,',ExecutivaMuhicipal,' ' " /. ',~Ü J'\PI~'n"j{í'; RFiI'i ";tsr~d~ 'f1l':'m?i.lr,. \!, ' IH HIIt';-l'!lI I l~'.{ui ~ ii~ ~!'I'{~l'i íjq. Art Compete à Co.nvenção MurlicipÇJk., 1... ~l.11.: \.; ~~,\..0 \:.. r '!.~~ ffi.l '! ~\i~y.. ;~J ";--: _. lr-t'1~ í!"('v I"\I ~ j J"oO", --'À ();"/lt')q,.... i ~,::-:( 1,"';1 j I a) el~ger o. Co.nselho. Municipal' - _. I,,!',~ -:Nll.t,,- 11,,-U JIi. i~,,::1,"'" '7"-'!'.' - b) esco.lher 0.5 can.aida~o.s a pr~feito.,.vereado.r e Délegado.s á co.nve~~~i~iãíáji[,~~.~:~:~~~~_=_~:=-~~,~:=~~;:!. c) d~~idir,.spbr'e Co.lr~açQe5 iv1ünicipâi's,jd,entro. pos prindpiqspro.wa~.'â,:!l~j~~~~~iá'iíítr8nuab;asobí ~'d).:propor)ao.co.nselhô Estadual~adissoluçãodo.. éo.nselhq Munidp'af~~i'~~ previstósr.',i"~ " '. ". :. ',..,' 'J'... '. \.. I,".... '. '.. "K. ~.' ;'. "'.. '.. Ad.A? '-A Conv~hçãop~ra esc()lhade C'áridid()~()s:~ co.n~àç,õe~en;muhiçírio..co.!1 spes. ExecUt.ivas Muniéip~js PrÔvisóriàssera~ Co.mpo.sta por,seus integr~nte~ge~presidi..sel,!.!,< 'd" t ',~... '..to "1 ~in'" í. presl en e.,.,' '.' <..,... '. :. '..,. "....' _,...,!;'.'.12.{\JJh:.Q'~7..j '.....' ~. ;Art. 48:~\eada 'mjrlidpío. 'elt;!gerá,delegàd6s~à :coíivençãó.es~aduél+':c:te- 12COrcto,;tOrrl-as.:~t6s \~':; _ ''''''-~'',.t. ;. ',:.:"';,.. ".i..... ' ".:. ". '... '.'. '.. '.,. :,/":..,.,,..., ',.,'.. ;.. I",,válido.siatripufc!o.sàlegenda:do PV.,naü]tima eleição para' a Câmé]ra' Federal nó." mui1i<;:ípio,, se.hdo;,.. '.,... ;i'.,"... "..',',:"..,,'" " _ o', _'" ':'"".f _ r,' _-~<!,_~ ',"'.~r 0, a]de,1% a 5'%,d,osvo.t()sváltdo.s- 1,deregadq;'..' ~).bl acima de S%;do.S votos vâhdos-3cíelekados.:...'1"".', Art.49~Nas cãpita'is dê Estado.'çomm~isde ummilhãode eleito.res,ac~nvénção '. '. ~.. <.'.. JMUDicipalpah~esC~lha.de càndid,à~ôs,ê 'colig~çõessér~ càmpósta.p~lo.s me'~bro.sdoçonselhq: 'Estadual'ççurr,do.m.iGíUQ.:eleitoràl;no',Município,' pei9sdeleg~_dós~ ~()s Conselhos 'Zonai~,' o.ú~' p,resid~ljtesdãscomiss9~s.~e)(~çuttvasozonaispro.vis9riasepelo.sparlamentélres,cpm do.micílio"". '\ 'efelt'orálno Muri iéípi O.'. '..'...'. '...' "... '.' '. ~",....'.. '.' \ '.... Art.pO -ACo.n\lenç~ô,~Muniçipal ser~nirá: a) o.rdiflé;lrlamenle àêada 2 anos;,......'.... ',', b)parpasfinahaadêsprevistas Dasalíneasubll:eflc" do. JÚt.46;.,... c) ext~a()rêinariamefíte, p:p'rco.nvo.cação.i:lacomíssã~exe2t1tiva';óua pedido.d~~113;'st()sfmadôs no MurTidp,io. ~ '\'~',(e.'';'.,', ".. "..'... "....;....'.....".."i. SEÇÃÓm;OOSc,ONSELHOSI\IIUNiCIPAIS(...,...'.... A~t. 51~Ç1COfl~~I,lio.MUI)JCjpalé~o.mJl,ostopelo.sírl~mbroS' ~leito.sem'convenção Munidpa(. o.b.edécendo.-se oshmités-dé' no mínim 040é máximode.40membro.s, 'c 'Ari.:S2;:S~l6~at(ibuiçÕesdoêqnselhdMú6icÍpal: :,., ". }~. ', "ô..".-~. - _ - ; _ "/,," '1 ".." a} tr()çar à pbtíti.cadopynoâmbitb.m unicipal;: b)~lêgerac?h:ii~;ão..,exeçutiv.a:m~nidpal;).','.. \.'.'...,'é;.".,c} apreciar;re'cursbs em, relação' adeci~ge~ da.co.missão. Exeçutiv'a MuniCipal;..,..-;.'.'\. " l J..,.--",..."'-...

ESTATUTO DO PARTIDO VERDE CAPÍTULO I - DO PARTIDO SEÇÃO I - DEFINIÇÃO, OBJETIVO, SEDE E SÍMBOLO Art. 1º - O PARTIDO VERDE - PV, fundado em 17 de

ESTATUTO DO PARTIDO VERDE CAPÍTULO I - DO PARTIDO SEÇÃO I - DEFINIÇÃO, OBJETIVO, SEDE E SÍMBOLO Art. 1º - O PARTIDO VERDE - PV, fundado em 17 de ESTATUTO DO PARTIDO VERDE CAPÍTULO I - DO PARTIDO SEÇÃO I - DEFINIÇÃO, OBJETIVO, SEDE E SÍMBOLO Art. 1º - O PARTIDO VERDE - PV, fundado em 17 de janeiro de 1986, é uma organização política com personalidade

Leia mais

TEMAS DEBATIDOS DECISÕES DA COMISSÃO 1- SUPLÊNCIA DE SENADOR. Foram aprovadas as seguintes alterações:

TEMAS DEBATIDOS DECISÕES DA COMISSÃO 1- SUPLÊNCIA DE SENADOR. Foram aprovadas as seguintes alterações: Senado Federal Comissão da Reforma Política TEMAS DEBATIDOS DECISÕES DA COMISSÃO 1- SUPLÊNCIA DE SENADOR a) Redução de dois suplentes de Senador para um; b) Em caso de afastamento o suplente assume; em

Leia mais

1. As eleições do PEDEX 2011 serão realizadas em todo o Paraná no dia 28 de agosto de 2011 das 9 às 17 horas.

1. As eleições do PEDEX 2011 serão realizadas em todo o Paraná no dia 28 de agosto de 2011 das 9 às 17 horas. ORIENTAÇÕES AOS MUNICÍPIOS, SOBRE O PEDEX 2011 PROCESSO DE ELEIÇÕES DIRETAS EXTRAORDINÁRIAS 2011 I- NORMAS GERAIS DAS ELEIÇÕES 1. As eleições do PEDEX 2011 serão realizadas em todo o Paraná no dia 28 de

Leia mais

TEMAS DA REFORMA POLÍTICA

TEMAS DA REFORMA POLÍTICA TEMAS DA REFORMA POLÍTICA 1 Sistemas Eleitorais 1.1 Sistema majoritário. 1.2 Sistema proporcional 1.2 Sistema misto 2 - Financiamento eleitoral e partidário 3- Suplência de senador 4- Filiação partidária

Leia mais

LEI DOS PARTIDOS POLÍTICOS (Lei n. 9.096/95)

LEI DOS PARTIDOS POLÍTICOS (Lei n. 9.096/95) - Partido Político: pessoa jurídica de direito privado, destinada a assegurar, no interesse democrático, a autenticidade do sistema representativo e a defender os direitos fundamentais definidos na CF.

Leia mais

ESTATUTO. Art. 2. O Partido é representado em juízo, ou fora dele, pelo presidente do Diretório Nacional.

ESTATUTO. Art. 2. O Partido é representado em juízo, ou fora dele, pelo presidente do Diretório Nacional. 1 ESTATUTO DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1. O Partido Social Democrata Cristão - PSDC, fundado em conformidade com o art. 17 da Constituição Federal e legislação pertinente, com sede e foro em Brasília

Leia mais

Regimento Interno da Articulação de Esquerda

Regimento Interno da Articulação de Esquerda Regimento Interno da Articulação de Esquerda A Articulação de Esquerda (AE) é uma tendência interna do Partido dos Trabalhadores. Existe para a defesa de um PT de luta, de massa, democrático, socialista

Leia mais

PARTIDO ECOLÓGICO NACIONAL PEN51 ESTATUTO

PARTIDO ECOLÓGICO NACIONAL PEN51 ESTATUTO PARTIDO ECOLÓGICO NACIONAL PEN51 ESTATUTO (Reforma Estatutária Aprovada em Convenção Nacional do PEN51 de 06/04/2.013) TÍTULO I - DO PARTIDO - DOS SEUS OBJETIVOS, DA SUA SEDE E DA FILIAÇÃO PARTIDÁRIA CAPÍTULO

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI

ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI Reconhecida pela SEC/SC - Portarias 0390/86 e 0424/92 ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E PROFESSORES DA ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI-ETEVI-FURB-BLUMENAU-SC CAPÍTULO I

Leia mais

SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PARANATINGA SISEMP SISEMP

SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PARANATINGA SISEMP SISEMP SISEMP ESTATUTO ESTATUTO CAPÍTULO I Da denominação, constituição, sede e foro, natureza, jurisdição, duração e fins. Art. 1º - O Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Paranatinga MT - SISEMP,

Leia mais

Estatutos CAPÍTULO I. Definições gerais ARTIGO 1º. Denominação, natureza e duração

Estatutos CAPÍTULO I. Definições gerais ARTIGO 1º. Denominação, natureza e duração , Estatutos CAPÍTULO I Definições gerais ARTIGO 1º Denominação, natureza e duração 1. A Federação Académica Lisboa, adiante designada por FAL, é a organização representativa das Associações de Estudantes

Leia mais

ESTATUTO CAPÍTULO I. DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO CAPÍTULO II DAS FINANÇAS

ESTATUTO CAPÍTULO I. DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO CAPÍTULO II DAS FINANÇAS ESTATUTO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO Art. 1 o. Sob a denominação APA de Jaboticabal - Associação Protetora dos Animais de Jaboticabal - fica fundada nesta cidade, onde terá sua sede,

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS Capítulo I Da denominação, Fins, Duração e Sede Artigo 1.º Designação É constituída uma associação denominada Associação Nacional de Jovens

Leia mais

CAPÍTULO I - DA INSTITUIÇÃO E SEUS FINS

CAPÍTULO I - DA INSTITUIÇÃO E SEUS FINS ESTATUTO ASSOCIAÇÃO DAS CÂMARAS MUNICIPAIS DO OESTE DE SANTA CATARINA. TERCEIRA ALTERAÇÃO ESTATUTÁRIA CAPÍTULO I - DA INSTITUIÇÃO E SEUS FINS Art. 1º. A Associação das Câmaras Municipais do Oeste de Santa

Leia mais

DECRETO N. 16.202, DE 20 DE SETEMBRO DE 2011. ( DOE N. 1820 de 20 DE SETEMBRO DE 2011)

DECRETO N. 16.202, DE 20 DE SETEMBRO DE 2011. ( DOE N. 1820 de 20 DE SETEMBRO DE 2011) DECRETO N. 16.202, DE 20 DE SETEMBRO DE 2011. ( DOE N. 1820 de 20 DE SETEMBRO DE 2011) Dispõe sobre critérios e condições para a realização de eleições às funções de Diretor e de Vice-Diretor de Escolas

Leia mais

SEÇÃO SINDICAL DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA REGIMENTO. Título I Da finalidade, sede e duração

SEÇÃO SINDICAL DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA REGIMENTO. Título I Da finalidade, sede e duração SEÇÃO SINDICAL DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA REGIMENTO Título I Da finalidade, sede e duração Art. 1º. A Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa, fundada

Leia mais

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos Art.1º A Diretoria Regional (DR) da SBEM-RN é órgão executivo

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE FL 01, CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE PROJETO DE LEI N 3.4/1 t Dispõe sobre a 'participação de representante dos empregados nos conselhos de administração elou fiscal das empresas públicas e sociedades

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO CONSELHO, ATRIBUIÇÕES E SUA COMPOSIÇÃO Art. 1.º- O Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº1.176 de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - A Associação Nacional dos Técnicos de Fiscalização Federal Agropecuária - ANTEFFA

Leia mais

ALTERAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL DA UNIÃO MUNICIPAL DAS ASSOCIAÇÕES DE MORADORES DE CONCÓRDIA UMAMC. CAPITULO I Da Denominação, Sede, Duração e Objetivos.

ALTERAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL DA UNIÃO MUNICIPAL DAS ASSOCIAÇÕES DE MORADORES DE CONCÓRDIA UMAMC. CAPITULO I Da Denominação, Sede, Duração e Objetivos. ALTERAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL DA UNIÃO MUNICIPAL DAS ASSOCIAÇÕES DE MORADORES DE CONCÓRDIA UMAMC CAPITULO I Da Denominação, Sede, Duração e Objetivos. Art. 1º Sob a denominação de União Municipal das Associações

Leia mais

ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ)

ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ) ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ) CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, REGIME JURÍDICO, DURAÇÃO, SEDE E FORO Art. 1 - A Associação Nacional de Pesquisa

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA DA FACE - ABCPF

ESTATUTO SOCIAL DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA DA FACE - ABCPF ESTATUTO SOCIAL DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA DA FACE - ABCPF TÍTULO I Denominação, Prazo de duração, Sede e Finalidades Art. 1º - A ACADEMIA BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA DA FACE, denominada

Leia mais

DO ORGANOGRAMA DAS DIRETORIAS DA ABA DA SUBSEÇÃO NACIONAL As diretorias Executivas da ABA, Nacional, Estadual e Regional, dividem-se em dois grupos,

DO ORGANOGRAMA DAS DIRETORIAS DA ABA DA SUBSEÇÃO NACIONAL As diretorias Executivas da ABA, Nacional, Estadual e Regional, dividem-se em dois grupos, DO ORGANOGRAMA DAS DIRETORIAS DA ABA DA SUBSEÇÃO NACIONAL As diretorias Executivas da ABA, Nacional, Estadual e Regional, dividem-se em dois grupos, sendo um grupo de Diretores Administrativos e um grupo

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA VILA BASEVI ESTATUTO TÍTULO I DA ASSOCIAÇÃO CAPITULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS

ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA VILA BASEVI ESTATUTO TÍTULO I DA ASSOCIAÇÃO CAPITULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA VILA BASEVI ESTATUTO TÍTULO I DA ASSOCIAÇÃO CAPITULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS Art. 1º A Associação Comunitária dos Moradores da Vila Basevi é uma ONG Organização Não Governamental,

Leia mais

Manual de Convenção. Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado.

Manual de Convenção. Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado. Manual de Convenção Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado. Seis meses antes da Convenção Data limite de filiação para votar e ser votado nas Convenções Municipais.

Leia mais

S O L I D A R I E D A D E ESTATUTO TITULO I. Do Partido, seus Objetivos, Organização e Representação CAPÍTULO I. Disposições Preliminares

S O L I D A R I E D A D E ESTATUTO TITULO I. Do Partido, seus Objetivos, Organização e Representação CAPÍTULO I. Disposições Preliminares S O L I D A R I E D A D E ESTATUTO TITULO I Do Partido, seus Objetivos, Organização e Representação CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º - O SOLIDARIEDADE é um partido político, pessoa jurídica

Leia mais

O que fazer para reformar o Senado?

O que fazer para reformar o Senado? O que fazer para reformar o Senado? Cristovam Buarque As m e d i d a s para enfrentar a crise do momento não serão suficientes sem mudanças na estrutura do Senado. Pelo menos 26 medidas seriam necessárias

Leia mais

TÍTULO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO

TÍTULO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO QUARTA VERSÃO 07/07/06. Dispõe sobre a gestão democrática e normatiza o processo de escolha de Diretor e Assessor(es) de Direção que integram a equipe gestora das unidades escolares da Rede Pública Estadual

Leia mais

DIRETÓRIO ACADÊMICO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ALÉM PARAÍBA Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais Alves Fortes ESTATUTO

DIRETÓRIO ACADÊMICO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ALÉM PARAÍBA Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais Alves Fortes ESTATUTO ESTATUTO Capítulo I: Da Denominação Artigo 1º - O Diretório Acadêmico da, FACE ALFOR, é entidade máxima de representação dos estudantes dos cursos de Direito, Administração de Empresas e Engenharia Civil

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA ANINTER-SH

ESTATUTO SOCIAL DA ANINTER-SH ESTATUTO SOCIAL DA ANINTER-SH Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação Interdisciplinar em Sociais e Humanidades Aprovado em 08 de maio de 2012 CAPÍTULO I Da Constituição, Denominação, Sede e Foro.

Leia mais

ESTATUTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOLOGIA CELULAR - S.B.B.C. CNPJ. 61.849.352/0001-00

ESTATUTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOLOGIA CELULAR - S.B.B.C. CNPJ. 61.849.352/0001-00 ESTATUTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOLOGIA CELULAR - S.B.B.C. DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS CNPJ. 61.849.352/0001-00 Artigo 1º - A Sociedade Brasileira de Biologia celular (S.B.B.C.) é uma Sociedade Juridica

Leia mais

Aprovado na Convenção Nacional do Democratas realizada em 12/12/07

Aprovado na Convenção Nacional do Democratas realizada em 12/12/07 Aprovado na Convenção Nacional do Democratas realizada em 12/12/07 DEMOCRATAS - DEM Registrado no Cartório do 1º Ofício de Registro Civil das Pessoas Jurídicas de Brasília sob o nº 00003143 do Livro A-05,

Leia mais

Anteprojeto de estatutos do Partido da Causa Operária. Título I Partido, Sede, Objetivos e fins. Título II Filiação, direito e deveres dos filiados

Anteprojeto de estatutos do Partido da Causa Operária. Título I Partido, Sede, Objetivos e fins. Título II Filiação, direito e deveres dos filiados Anteprojeto de estatutos do Partido da Causa Operária Título I Partido, Sede, Objetivos e fins Capítulo I Sede e Foro Art. 1 O Partido da Causa Operária, tem sede central, foro e domicílio em Brasilía,

Leia mais

Regimento Interno do Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno - FDES. CAPÍTULO I - Da Natureza

Regimento Interno do Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno - FDES. CAPÍTULO I - Da Natureza Regimento Interno do Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno - FDES CAPÍTULO I - Da Natureza Art. 1º. O Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno,órgão colegiado de deliberação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO

REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO Capítulo I da Finalidade Art. 1o. - Este Regimento Interno complementa e disciplina disposições do Estatuto da Associação Brasileira de Manutenção

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PORTARIA N o, DE DE DE 2009. Aprova o regimento da II Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ

ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ Capítulo I Nome, Constituição e Objetivo Art. 1º - A ADIBERJ é uma sociedade civil de natureza religiosa constituída

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DELIBERATIVO DA ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL CAPITULO I

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DELIBERATIVO DA ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL CAPITULO I REGIMENTO INTERNO CONSELHO DELIBERATIVO DA ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL CAPITULO I Das Finalidades e Organização Art. 1º - O presente Regimento Interno destina-se

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO

ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO Artigo 1º - Sob a denominação de "ABEL - Associação Brasileira

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO Estado do Rio Grande do Sul DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO Estado do Rio Grande do Sul DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008. DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008. Regulamenta o artigo 66, do Estatuto dos Servidores Públicos de São Leopoldo, Lei nº 6.055 de 14 de Setembro de 2006, Da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes-

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 4.723, DE 22 DE DEZE M B R O DE 2010. outras providência s. CAPÍTULO I. Das disposições Gerais

LEI MUNICIPAL Nº 4.723, DE 22 DE DEZE M B R O DE 2010. outras providência s. CAPÍTULO I. Das disposições Gerais LEI MUNICIPAL Nº 4.723, DE 22 DE DEZE M B R O DE 2010. Dispõe sobre a Política de Assistência Social No Município, cria o Conselho Municipal de Assistência Social e o Fundo Municipal de Assistência Social

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 153, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1967 Cria a Sociedade Beneficente da Assembléia Legislativa do Estado do Acre. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a

Leia mais

b - O sócio Institucional terá anuidade correspondente a dez vezes a dos sócios efetivos e colaboradores.

b - O sócio Institucional terá anuidade correspondente a dez vezes a dos sócios efetivos e colaboradores. Regimento Interno da Sociedade dos Zoológicos do Brasil - SZB Da Sociedade Artigo 1º - A sociedade dos Zoológicos do Brasil SZB, fundada em 23 de setembro de 1977, funciona conforme o disposto nos seus

Leia mais

ESTATUTO DO PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE/PHS - Nº. ELEITORAL 31 TÍTULO I - DO PARTIDO, SEUS PRINCÍPIOS E NORMAS BÁSICAS CAPÍTULO I - DO PARTIDO

ESTATUTO DO PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE/PHS - Nº. ELEITORAL 31 TÍTULO I - DO PARTIDO, SEUS PRINCÍPIOS E NORMAS BÁSICAS CAPÍTULO I - DO PARTIDO ESTATUTO DO PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE/PHS - Nº. ELEITORAL 31 TÍTULO I - DO PARTIDO, SEUS PRINCÍPIOS E NORMAS BÁSICAS CAPÍTULO I - DO PARTIDO SEÇÃO I - DO NOME, DENOMINAÇÃO ABREVIADA E ESTABELECIMENTO

Leia mais

PARTIDO VERDE PV Eleições 2012

PARTIDO VERDE PV Eleições 2012 PARTIDO VERDE PV Eleições 2012 EXECUTIVA NACIONAL DO PARTIDO VERDE - PV Presidente José Luiz de França Penna (SP) Vice-Presidentes Sandra Menezes (AL), Eduardo Brandão (DF) e Edson Duarte (BA) Secretária

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO Art. 1º O CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISA EM AVALIAÇÃO E SELEÇÃO

Leia mais

PONTO DOS CONCURSOS CURSO: DIREITO ELEITORAL - TEORIA E EXERCÍCIOS TREs. 3º Simulado de Direito Eleitoral para TREs. PROFESSOR: RICARDO GOMES AVISOS:

PONTO DOS CONCURSOS CURSO: DIREITO ELEITORAL - TEORIA E EXERCÍCIOS TREs. 3º Simulado de Direito Eleitoral para TREs. PROFESSOR: RICARDO GOMES AVISOS: AVISOS: 1. Os Simulados de Direito Eleitoral para TREs serão com base em Provas da FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS (FCC); 2. Estamos ministrando o CURSO DE DIREITO ELEITORAL para TREs Teoria e Exercícios, iniciado

Leia mais

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 D A T A D E A B E R T U R A : 2 9 d e d e z e m b r o d e 2 0 1 0 H O R Á R I O : 9:0 0 h o r a s L O C A L D A S E S S Ã O P Ú B L I C A: S a l a d a C P L/

Leia mais

ESTATUTO DO DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DAS FACULDADES DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO. Capítulo I Da denominação, fundação e sede.

ESTATUTO DO DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DAS FACULDADES DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO. Capítulo I Da denominação, fundação e sede. ESTATUTO DO DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DAS FACULDADES DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO. Capítulo I Da denominação, fundação e sede. Artigo 1º O Diretório Central dos Estudantes das Faculdades de Tecnologia

Leia mais

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000)

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, SEDE, DURAÇÃO, OBJECTIVOS, ÂMBITO Art.º 1º

Leia mais

ESTATUTO DO GRÊMIO DA ESCOLA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

ESTATUTO DO GRÊMIO DA ESCOLA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Fins e Duração Artigo 1 O Grêmio Estudantil é o Grêmio geral da Escola Nossa Senhora das Graças, fundado no dia 07 de abril de 1992, com sede no estabelecimento e de duração

Leia mais

ASEC ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA CNPJ Nº

ASEC ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA CNPJ Nº ASEC ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA CNPJ Nº 54.796.016/0001-81 ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA REALIZADA EM 06 DE OUTUBRO DE 2004. Aos (6) seis dias

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1.º - O Conselho Fiscal do Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor- FAPS, criado

Leia mais

CÁRITAS ARQUIDIOCESANA DE BRASÍLIA REGIMENTO DO FUNDO ROTATIVO SOLIDÁRIO DA REDE DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO

CÁRITAS ARQUIDIOCESANA DE BRASÍLIA REGIMENTO DO FUNDO ROTATIVO SOLIDÁRIO DA REDE DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO CÁRITAS ARQUIDIOCESANA DE BRASÍLIA REGIMENTO DO FUNDO ROTATIVO SOLIDÁRIO DA REDE DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO REGIMENTO INTERNO Brasília, 4 de junho de 2011 REGIMENTO INTERNO

Leia mais

ESTATUTO CÂMARA DE COMÉRCIO AMERICANA 25.03.2011

ESTATUTO CÂMARA DE COMÉRCIO AMERICANA 25.03.2011 ESTATUTO DA CÂMARA DE COMÉRCIO AMERICANA 25.03.2011 1 TÍTULO I Denominação, natureza e objetivos Artigo 1 - A American Chamber of Commerce for Brazil", em português denominada Câmara de Comércio Americana

Leia mais

Associação de Estudantes

Associação de Estudantes DIREÇÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ESCALADA, PAMPILHOSA DA SERRA Ano Letivo 2014/2015 Associação de Estudantes Objetivos A. Representar

Leia mais

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS. Regimento Interno da ANPAP

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS. Regimento Interno da ANPAP ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS Regimento Interno da ANPAP Aprovado na Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 19 de outubro de 2013, durante o XXII Encontro Nacional

Leia mais

Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno. apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br

Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno. apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br ÍNDICE SEÇÃO I - DOS SÓCIOS 1 SEÇÃO II - DA ASSEMBLÉIA GERAL 1 SEÇÃO III - DO CONSELHO

Leia mais

Lei dos Partidos Políticos

Lei dos Partidos Políticos Lei dos Partidos Políticos Lei Orgânica n.º 2/2003, de 22 de Agosto, com as alterações introduzidas pela Lei Orgânica n.º 2/2008, de 14 de Maio 1 A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER

REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER PREÂMBULO O Estatuto do PSDB, aprovado em 1988, previu em sua Seção V, art. 73, 2º a criação do Secretariado da Mulher como parte integrante da Executiva

Leia mais

REGULAMENTO NORMATIVO DA ELEIÇÃO DO DIRETOR DE SAUDE DO TRABALHADORDO SINDSEMP. Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina

REGULAMENTO NORMATIVO DA ELEIÇÃO DO DIRETOR DE SAUDE DO TRABALHADORDO SINDSEMP. Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina REGULAMENTO NORMATIVO DA ELEIÇÃO DO DIRETOR DE SAUDE DO TRABALHADORDO SINDSEMP Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina Eleição triênio 2012/2015 A comissão eleitoral reunida no dia 14.08.2013

Leia mais

Estatutos da Associação de Estudantes da Escola Secundária Emídio Navarro

Estatutos da Associação de Estudantes da Escola Secundária Emídio Navarro Estatutos da Associação de Estudantes da Escola Secundária Emídio Navarro A verde o que queremos acrescentar ou rectificar e a vermelho o que queremos retirar. A Associação de Estudantes da Escola Secundária

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DE ESCRITORES AGEs I DOS FINS E OBJETIVOS

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DE ESCRITORES AGEs I DOS FINS E OBJETIVOS ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DE ESCRITORES AGEs I DOS FINS E OBJETIVOS Art. 1º A Associação Gaúcha de Escritores, de sigla AGEs, fundada em 16 de novembro de 1981, é uma associação sem fins lucrativos,

Leia mais

Portaria Interministerial N 416, de 23 de Abril de 2004

Portaria Interministerial N 416, de 23 de Abril de 2004 Portaria Interministerial N 416, de 23 de Abril de 2004 Portaria Interministerial N 416, de 23 de abril de 2004 Presidência da República Casa Civil OS MINISTROS DE ESTADO CHEFE DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO SEÇÃO SINDICAL DO SINDICATO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR (ADUFES S.SIND) REGIMENTO TITULO I - DA ORGANIZAÇÃO, SEDE E FINS

Leia mais

Prefeitura Municipal de São Pedra dos Ferros

Prefeitura Municipal de São Pedra dos Ferros CNPJ/MF. nº 19.243.500/0001-82 Código do Município: 847-8 Praça Prefeito Armando Rios, 186-Centro - 35360-000 São Pedra dos Ferros-MG lei no 101, de 08 de maio de 2014. DISPÕE SOBRE A CONSTITUiÇÃO DA COMISSÃO

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL Alterado em Assembléia Geral em 09 de dezembro de 2010 CAPÍTULO I DAS CARACTERÍSTICAS E COMPOSIÇÃO DA ENTIDADE

ESTATUTO SOCIAL Alterado em Assembléia Geral em 09 de dezembro de 2010 CAPÍTULO I DAS CARACTERÍSTICAS E COMPOSIÇÃO DA ENTIDADE ESTATUTO SOCIAL Alterado em Assembléia Geral em 09 de dezembro de 2010 CAPÍTULO I DAS CARACTERÍSTICAS E COMPOSIÇÃO DA ENTIDADE ARTIGO 1 º - A Associação dos Municípios dos Campos Gerais, é órgão de representação

Leia mais

CAPÍTULO I - Da denominação, os fins e a sede do clube

CAPÍTULO I - Da denominação, os fins e a sede do clube CAPÍTULO I - Da denominação, os fins e a sede do clube Art. 1º. A, pessoa jurídica de direito privado, é uma entidade civil sem fins lucrativos e econômicos, organizada sob a forma de associação, constituída

Leia mais

LEI nº 5.766 de 20-12-1971

LEI nº 5.766 de 20-12-1971 LEI nº 5.766 de 20-12-1971 Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Psicologia e dá outras providências O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a

Leia mais

ESTATUTO DA REDE SUSTENTABILIDADE

ESTATUTO DA REDE SUSTENTABILIDADE ESTATUTO DA REDE SUSTENTABILIDADE TÍTULO I - DO PARTIDO CAPÍTULO I - DA DURAÇÃO, EMBLEMA, SEDE E FORO Art. 1º - A REDE SUSTENTABILIDADE, ou simplesmente REDE, pessoa jurídica de direito privado, é organizada

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE JOGADORES DE BEACHTENNIS ESTATUTO SOCIAL DOS JOGADORES DE BEACHTENNIS. CAPÍTULO l DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FINALIDADES

ASSOCIAÇÃO DE JOGADORES DE BEACHTENNIS ESTATUTO SOCIAL DOS JOGADORES DE BEACHTENNIS. CAPÍTULO l DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FINALIDADES 1 ESTATUTO SOCIAL DOS JOGADORES DE BEACHTENNIS CAPÍTULO l DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FINALIDADES CAPÍTULO II INDEPENDÊNCIA CAPÍTULO III ADMISSÃO, DIREITOS, DEVERES E PENALIDADES CAPÍTULO IV DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

O Prefeito da Cidade do Recife, no uso das atribuições conferidas pelo Art. 54, item IV, da Lei Orgânica do Município.

O Prefeito da Cidade do Recife, no uso das atribuições conferidas pelo Art. 54, item IV, da Lei Orgânica do Município. DECRETO Nº 17.596/97 Ementa: Regulamenta o funcionamento das Comissões de Urbanização e Legalização das Zonas Especiais de Interesse Social, nos termos prescritos pela Lei Municipal nº 16.113/95. O Prefeito

Leia mais

, Prefeito Municipal de. FAÇO saber a todos os habitantes deste Município que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

, Prefeito Municipal de. FAÇO saber a todos os habitantes deste Município que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno, cria a Controladoria Municipal e dá outras providências., Prefeito Municipal de FAÇO saber a todos os habitantes deste Município

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 6.996, DE 7 DE JUNHO MAIO DE 1982. Dispõe sobre a utilização de processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais e

Leia mais

Câmara Municipal de Belmonte. Conselho Municipal de Juventude de Belmonte. REGULAMENTO do. Conselho Municipal de Juventude de Belmonte

Câmara Municipal de Belmonte. Conselho Municipal de Juventude de Belmonte. REGULAMENTO do. Conselho Municipal de Juventude de Belmonte Câmara Municipal de Belmonte Conselho Municipal de Juventude de Belmonte REGULAMENTO do Conselho Municipal de Juventude de Belmonte Os jovens têm um papel importante no desenvolvimento de qualquer sociedade.

Leia mais

ELEIÇÕES REGIONAIS ELEIÇÃO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA

ELEIÇÕES REGIONAIS ELEIÇÃO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA ELEIÇÕES REGIONAIS 2 0 1 5 ELEIÇÃO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA O que é uma eleição? Uma eleição é quando votamos para escolher quem nos vai representar e falar em nosso nome.

Leia mais

ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL

ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL CAPÍTULO I Do Nome, Sede, Fins e Duração. Art. 1º - O Grêmio Estudantil Bom Conselho abreviadamente, Grêmio, é uma instituição sem fins lucrativos constituída pelos alunos

Leia mais

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º A Associação Brasileira de Patchwork e Quilt, doravante designada ABPQ, é uma sociedade

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador VALDIR RAUPP

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador VALDIR RAUPP PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado nº 441, de 2012 (nº 6.397, de 2013, na Câmara dos Deputados),

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPITULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO

REGIMENTO INTERNO CAPITULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPITULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO 1. O presente Regimento tem por objetivo regulamentar as questões internas de funcionamento dos órgãos de direção, dos grupos de trabalho, assim

Leia mais

ORDEM BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA AO SERVIDOR PÚBLICO OBASP

ORDEM BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA AO SERVIDOR PÚBLICO OBASP ORDEM BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA AO SERVIDOR PÚBLICO DA ASSOCIAÇÃO E SEUS FINS OBASP Art 1º - A ORDEM BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA AO SERVIDOR PÚBLICO também designado pela sigla OBASP, é uma pessoa jurídica

Leia mais

Perguntas e Respostas Conselho de Usuários VIVO

Perguntas e Respostas Conselho de Usuários VIVO Perguntas e Respostas Conselho de Usuários VIVO Resolução n o 623, de 18 de Outubro de 2013 1. Qual a Resolução que trata sobre Conselho de Usuários e onde ela está disponível? Trata-se da Resolução n

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL DO CLUBE GALP ENERGIA

REGULAMENTO ELEITORAL DO CLUBE GALP ENERGIA REGULAMENTO ELEITORAL DO CLUBE GALP ENERGIA Artigo 1º (Das Eleições) 1. Os Corpos Sociais Regionais do Clube Galp Energia são eleitos em cada Núcleo Regional para um mandato de três anos, conforme disposto

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013.

RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013. RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013. Dispõe sobre a criação e atribuições das delegacias regionais e dos delegados e dá outras providências. O Conselho Regional de Medicina do Estado

Leia mais

ESTATUTO DO PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO - PSB

ESTATUTO DO PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO - PSB ESTATUTO DO PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO - PSB CAPÍTULO I Do partido, sede, princípios básicos e finalidades CAPÍTULO II Dos filiados, seus direitos e deveres CAPÍTULO III Da fidelidade e disciplina partidárias

Leia mais

Regulamento Genérico dos Núcleos da Associação Académica do Instituto Politécnico de Setúbal

Regulamento Genérico dos Núcleos da Associação Académica do Instituto Politécnico de Setúbal Regulamento Genérico dos Núcleos da Associação Académica do Instituto Politécnico de Setúbal Capítulo I Núcleos Artigo 1.º Definição 1 Os Núcleos da (AAIPS) são grupos de estudantes com um interesse comum

Leia mais

Da denominação, natureza e fins

Da denominação, natureza e fins REGULAMENTO DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AFONSO DE ALBUQUERQUE Capítulo I Da denominação, natureza e fins Artigo 1.º Denominação A Associação de Pais e Encarregados

Leia mais

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES

CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES Circ.: EE 05021099411/Coord. 12º CONCUT/2015 São Paulo, 29 de maio de 2015. Aos Ramos e Estaduais da CUT At.: Coordenadores/as Adjuntos/as dos CECUTs Assunto: Orientações práticas sobre aplicação da Paridade

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ. Sob a denominação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ. Sob a denominação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Objetivos e Duração. Art 1 - Sob a denominação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ (ABEBÊ) foi constituída

Leia mais

Você pode contribuir para eleições mais justas

Você pode contribuir para eleições mais justas Procuradoria Regional Eleitoral no Estado de SP Defesa da democracia, combate à impunidade. Você pode contribuir para eleições mais justas Os cidadãos e as cidadãs podem auxiliar muito na fiscalização

Leia mais

LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966

LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 Regula o exercício das profissões de Engenharia, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o CONGRESSO

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL RESOLUÇÃO Nº. 073/12-COGEP de 07/12/12 Curitiba

Leia mais

Estatuto Social. Contribuir para a revitalização do Distrito Industrial, tanto na sua imagem quanto na sua infra-estrutura.

Estatuto Social. Contribuir para a revitalização do Distrito Industrial, tanto na sua imagem quanto na sua infra-estrutura. Estatuto Social Da Denominação, Sede e Fins Artigo 1º - A Associação Distrito Vivo (ADV) é uma associação civil, de pessoas jurídicas instaladas no Distrito Industrial de duração indeterminada, apartidária,

Leia mais

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O A B O R T O : U M A Q U E S T Ã O M O R A L, L E G A L, C U L T U R A L E E C O N Ô M I C A C U R I T I B A

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS ARTIGO 1º 1. É constituida uma associação portuguesa científica e técnica, por tempo indeterminado e sem fins lucrativos,

Leia mais

CONSIDERANDO a realização da VI Plenária de Conselhos de Saúde do Estado do Amazonas, nos dias 06 e 07 de junho de 2013;

CONSIDERANDO a realização da VI Plenária de Conselhos de Saúde do Estado do Amazonas, nos dias 06 e 07 de junho de 2013; RESOLUÇÃO CES/AM Nº. 012 DE 28 DE MAIO DE 2013. Dispõe sobre o Regimento Interno da VI Plenária de Conselhos de Saúde do Estado do Amazonas. A Plenária do Conselho Estadual de Saúde do Amazonas, na sua

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I DA SOCIEDADE, DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, PRAZO E FINALIDADES Artigo 1 - A Comissão Estadual de Residência Médica

Leia mais

SINTONIA ENTRE OS ÓRGÃOS? A RELAÇÃO ENTRE COMISSÃO EXECUTIVA NACIONAL E CONSELHO NACIONAL NO PMDB, PFL/DEM E PSDB

SINTONIA ENTRE OS ÓRGÃOS? A RELAÇÃO ENTRE COMISSÃO EXECUTIVA NACIONAL E CONSELHO NACIONAL NO PMDB, PFL/DEM E PSDB SINTONIA ENTRE OS ÓRGÃOS? A RELAÇÃO ENTRE COMISSÃO EXECUTIVA NACIONAL E CONSELHO NACIONAL NO PMDB, PFL/DEM E PSDB Brina Deponte Leveguen 1 RESUMO: O trabalho tem como objeto de estudo os órgãos de cúpula,

Leia mais