ANAIS DO X ENCONTRO NACIONAL DE TRADUTORES & IV ENCONTRO INTERNACIONAL DE TRADUTORES (ABRAPT-UFOP, Ouro Preto, de 7 a 10 de setembro de 2009)

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1 1012 Análise da tradução de termos indígenas em Macunaíma, de Mário de Andrade, na tradução de Héctor Olea para o espanhol Márcia Moura da Silva (Universidade Federal de Santa Catarina) Resumo: O objetivo deste artigo é apresentar alguns dos resultados de minha pesquisa de mestrado, cujo objeto foi a análise da tradução hispano-americana de Héctor Olea, da obra Macunaíma, de Mário de Andrade. A análise das estratégias de tradução escolhidas pelo tradutor para os elementos de origem indígena, tratados como termos culturalmente marcados, foi o foco principal de minha pesquisa. Tal análise teve como base a construção de um pequeno corpus, a partir do qual, primeiramente, observaram-se as estratégias e, em seguida, buscaramse, nas teorias dos estudos da tradução, conceitos que auxiliassem na discussão em torno das escolhas tradutórias. Além das estratégias, verificaram-se também as hipóteses iniciais de que nomes próprios não são traduzidos e de que, por se tratar de uma língua próxima ao português, o tradutor teria efetuado poucas mudanças em seu texto. Os resultados da análise confirmaram a primeira hipótese, porém, refutaram a segunda devido, sobretudo, ao projeto de tradução de Olea em transformar Macunaíma em um herói hispano-americano. Palavras-chave: Estratégias de Tradução; Termos de Origem Indígena; Macunaíma; Héctor Olea. 1 Introdução O objetivo de minha pesquisa foi a análise da tradução de termos indígenas, tratados como termos culturalmente marcados (TCM) em Macunaíma, de Mário de Andrade, publicado em 1928, na tradução de Héctor Olea para o espanhol (2004, publicada pela primeira vez em 1977). Minha escolha se deu, além da afinidade à obra marioandradiana em geral e a Macunaíma em particular, pelo fato de que os termos de origem indígena não aparecem como foco principal em nenhum dos trabalhos e pesquisas existentes sobre Macunaíma, ainda que a obra, por pertencer ao cânone literário brasileiro, tenha gerado inúmeros trabalhos, inclusive dentro dos estudos da tradução (ET). Ademais, a tradução espanhola sinalizou enorme potencial de pesquisa, não só pela

2 1013 proximidade das línguas, como também pelo fato de os países hispanofalantes compartilharem uma rica tradição indígena com o Brasil. O propósito da análise foi, primeiramente, estabelecer as estratégias de tradução usadas por Olea, para posteriormente abrir uma discussão sobre os efeitos das escolhas tradutórias sobre o texto de chegada (TC) à luz dos conceitos no campo dos ET. Verificaram-se, igualmente, as duas hipóteses iniciais de que (i) nomes próprios não são traduzidos e, (ii) por se tratar de uma língua próxima ao português, o tradutor teria efetuado poucas mudanças no TC. Em relação à primeira hipótese, Nord (2003) reitera que há, sim, uma ideia generalizada de que nomes próprios não são traduzidos; contudo, a teórica nos chama a atenção para o fato de que se analisarmos textos traduzidos, poderemos constatar que há várias estratégias usadas por tradutores ao traduzir nomes próprios, tais como: substituição, transcrição, omissão, entre outras. Tymozcko (1999, p. 224) aponta que, ao mesmo tempo em que nomes próprios convidam à tradução, eles são os elementos mais problemáticos para serem traduzidos in part because their semiotic significance is so often culturally specific and dependent on cultural paradigms. Quanto à segunda hipótese, parece haver consenso de que a proximidade entre português e espanhol é um fator facilitador. Silva (2004, p. 17), ao falar da proximidade das línguas, aponta que, entre as línguas românicas, o português e o espanhol são as que mantêm maior afinidade entre si, sendo que há uma relação tipológica evidente dada essa proximidade, como podemos ver no léxico, cuja maior parte tem a mesma origem. Segundo a autora, tal proximidade leva à pressuposição de um agente facilitador entre os dois idiomas. As duas hipóteses serão discutidas na análise dos resultados. 2 Macunaíma Lança-se aqui um brevíssimo olhar sobre Macunaíma para que se possa melhor entender o projeto tradutório de Olea, que será discutido na análise da tradução. Publicado em 1928, em meio a um dos períodos mais férteis e efervescentes das artes brasileiras, o modernismo, Macunaíma é hoje considerado um dos livros mais importantes de nossa literatura. Inspirado na busca pela identidade nacional que caracterizou o movimento, Mário de Andrade compôs sua obra com os aspectos do primitivismo que tanto influenciou o modernismo. Tal primitivismo foi representado em nossas artes através dos elementos indígenas e

3 1014 africanos, elementos que denotam uma rejeição a tudo aquilo que nos foi trazido pelos colonizadores, como nos mostra Alfredo Bosi em artigo apresentado em Lopez (1988, p. 173), ao falar do chamado primitivismo estético da época como sendo uma reviravolta nos processos de mimesis literária... Um fastio das estilizações brilhantes e afetadas que povoavam a cena da Belle Époque tem como correlato a sondagem do mundo onírico individual e, em mais ampla esfera, o encontro maravilhado com imagens e ritmos das culturas não europeias. É o momento da África, de art nègre, e, logo depois, do jazz afro-americano. Na América Latina, a hora é de redescobrir as fontes pré-colombianas. Macunaíma é retratado, portanto, como um herói brasileiro, e o autor promoveu o que ele próprio chamou de desgeograficação, ou seja, o uso de termos de diferentes regiões brasileiras, incluindo termos de diferentes etnias indígenas latino-americanas, para mostrar que seu herói pertencia a todos os lugares e, ao mesmo tempo, a lugar nenhum em particular. Tal estratégia produziu um texto exótico que apresenta dificuldades semânticas consideráveis aos próprios leitores do texto de partida (TP). Vale também mencionar que, como já é de conhecimento geral e apresentado no trabalho de Proença (1987), Macunaíma foi inspirado no trabalho do etnólogo alemão Theodor Koch-Grünberg, Vom Roroima zum Orinoco Mythen und Legenden der Taulipang und Arekuná Indianer, vol. II, publicado na Alemanha em 1924, um relato de sua permanência com índios taulipangues e arekunás da Venezuela. Em um rico glossário, a maioria do qual composto de termos de origem indígena, Proença (2987) aponta que a maioria dos nomes dos personagens foi retirada da obra de Koch-Grünberg, incluindo o nome Macunaíma, sendo, portanto, de origem taulipangue. 3 Base teórica e metodológica Os resultados aqui apresentados têm como base conceitos como termos culturalmente marcados, estratégias de tradução, normas de tradução e tradução de nomes próprios, bem como conceitos apresentados pelo teórico estoniano Peeter Torop, em seu trabalho Total nyj

4 1015 perevod (1995) 1, sobretudo no que diz respeito a seus parâmetros de traduzibilidade. Por uma questão de espaço, apresento apenas uns poucos aspectos da obra de Torop. Torop (2000) vê a tradução da mesma forma que vê o original um fenômeno cultural e sugere que qualquer versão é uma tradução de uma cultura à outra. Assim, ao falar em tradução total, o teórico prefere falar em traduzibilidade da cultura. Sugere também que a traduzibilidade da cultura é um conceito complementar que compreende uma série de parâmetros distintos, que ele divide em seis grandes categorias, a saber: (i) língua; (ii) tempo; (iii) espaço; (iv) texto; (v) obra; e vi) manipulação sociopolítica. Na presente análise, utilizaram-se apenas elementos dos parâmetros da língua e da obra. No parâmetro da língua, Torop (2000) inclui as expressões culturais, ou realia, que segundo ele, são palavras que só existem em uma certa cultura. O teórico aponta que as estratégias de tradução comumente usadas para lidar com tais elementos são: a transcrição (ou transliteração se os alfabetos forem distintos) da palavra; a tradução (aqui se pode, inclusive, criar um neologismo); a substituição por outra expressão cultural (normalmente as da cultura de chegada); a tradução contextual; e a tradução aproximada (substituição de gênero e de aspecto, o análogo funcional, a descrição, a explicação). O parâmetro obra se refere à criação da tradução em forma de livro, como um volume publicado e a forma de apresentação física dessa obra, incluindo até elementos como cor e desenho da capa, fonte, tipo de papel etc. que podem comunicar aspectos importantes para o leitor da tradução em relação ao status atribuído à obra. Aqui também se podem incluir textos críticos, notas, prefácios etc. (paratextos), sendo que a presença desses elementos é, por vezes, indispensável para garantir a traduzibilidade de determinados aspectos culturais. Esse parâmetro exerce influência na percepção da obra pelo público, sendo que, enquanto interpretação do texto original, a tradução pode se basear na ideia que o público já tem da obra ou pode até mesmo recriá-la para estimular uma reação diferente por parte do leitor. Em termos práticos, os paratextos podem funcionar como tentativa de compensação da relativa intraduzibilidade de determinados elementos do texto. Além dos parâmetros de traduzibilidade, a presente pesquisa também se baseou nos tipos de tradução apresentados por Torop 1 A tradução total. Para efeitos de minha pesquisa, utilizou-se a tradução italiana de Bruno Osimo, de 2000, em versão eletrônica. Disponível em: <www.logos.it>. Acesso em: 20 jan

5 1016 (2000) para deliberar os resultados da análise das estratégias de tradução de Olea. É importante mencionar que Torop faz uso do conceito de dominante, de origem jakobsoniana, que se refere a um elemento do texto considerado imprescindível por ser ele caracterizador do próprio texto. A escolha de estratégia estaria ligada a esse elemento, procurando os meios necessários para traduzi-lo, inclusive sacrificando elementos secundários. Porém, sendo o traduzir tudo central à tradução total de Torop, elementos secundários podem ser traduzidos de outras maneiras, ou seja, em forma de nota, em prefácio ou posfácio, ou qualquer outra forma que esteja fora do texto propriamente dito. Em relação à metodologia, um pequeno corpus paralelo foi criado utilizando o programa Microsoft Excel. O primeiro passo foi a extração manual de todos os termos indígenas do TP e sua inclusão em uma planilha. Tais termos foram subdividos nas seguintes categorias: (i) antropônimos (nomes próprios, e.g. Macunaíma ); (ii) topônimos (nomes de lugares na análise, incluíram-se também nomes de acidentes geográficos, e.g. Tietê ); c) outros termos indígenas (OTI), que são todos os termos que não se encaixam em (i) nem em (ii), sendo que a grande maioria desses OTI é de elementos da fauna (e.g. jatuaranas ) e da flora (e.g. tatajuba ). 2 A origem dos termos do TP, assim como a definição (incluindo nomes científicos dos elementos da fauna e da flora) foi buscada no dicionário da língua portuguesa 3. Outros dicionários gerais e especializados foram consultados também, especialmente para os termos que não foram encontrados no Dicionário Aurélio. Os termos correspondentes no TC também foram inclusos na planilha, seguindo o mesmo procedimento feito com os termos do original, com consulta a um dicionário de língua espanhola 4 (europeia). Esse processo foi mais moroso que o do original, visto que a maioria dos termos não foi encontrada no dicionário impresso, tendo que ser pesquisados na Internet. A inclusão dos nomes científicos dos elementos da fauna e da flora foi crucial para que se pudesse estabelecer se o tradutor usou a estratégia de tradução ou a de substituição do item em questão por outro. O quadro abaixo mostra exemplos de entradas no corpus: 2 As outras categorias são: anatomia (e.g. nalachìchi ); artefato (e.g. macuru ); bebida (e.g. cachiri ); costumes (e.g., poracê ); culinária (e.g. tucupi ); estado (e.g. sapituca ); etnias (e.g. tapanhumas ); folclore (e.g. Jananaíra ); geografia (e.g. caatinga ); geologia (e.g. itamotingas ); grau de parentesco (e.g. piá ) e religião (e.g., pajelança ). 3 FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário Aurélio século XXI. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, GARCÍA, S. A. (Org). Diccionario Porto Editora de la lengua española. 1. ed. Barcelona: Larousse Editorial, 2007.

6 1017 Quadro 1A: Texto original Termo Capítulo/ Original Página Classe Categoria Origem Definição Fonte Macunaíma I/9 Substantivo Antropônimo taulipangue nome do herói árvore da família das Tatajuba II/13 Substantivo Botânica tupi moráceas (Bagassa guianensis) 5 Au 6 Quadro 1B: Tradução Estratégia Grafia Macunaíma cópia idêntica original tataiba (Morus tataíba) Subst. (OG) 7 AL 8 No total, incluíram-se termos: 1101 antropônimos; 1057 OTI e 70 topônimos. Do total dos antropônimos, 499 foram repetições do nome Macunaíma, sendo que outros nomes próprios também se repetiram, como é o caso dos nomes dos irmãos Jiguê e Maanape. Optou-se por incluir tais repetições, pois elas são importantes para verificar se o tradutor usou a mesma estratégia em todas as ocorrências dos nomes que se repetem. Antes de apresentar os resultados da análise, faz-se necessário uma breve definição das estratégias de tradução utilizadas por Olea. As definições a seguir foram baseadas, sobretudo, nos trabalhos de Aixelá (2003) e Chesterman (1997). Contudo, foi necessário fazer adaptações a certas nomenclaturas para dar conta das escolhas do tradutor. Exemplos das estratégias serão dados na próxima seção. Cópia ou empréstimo simples: o termo é reproduzido no TC exatamente como aparece no TP; Cópia com adaptação: o termo é copiado do TP, porém com mudanças gráficas que visam, a priori, aproximar o termo à grafia ou fonética da LC; Cópia com explicitação: o termo é copiado, com adaptação gráfica ou não, acompanhado de termo com valor explicativo; Cópia com explicitação por hiperônimo: Este procedimento difere do anterior somente na especificidade do termo acres- 5 Nome científico em parênteses : gênero e espécie. 6 Dicionário Aurélio. 7 Substituição por elemento de outro gênero. 8 América Latina.

7 1018 cido na tradução, que é um termo com significado mais genérico; Cópia com adição: to ermo é copiado para o TC, com ou sem mudança gráfica, acompanhado de termo não existente no TP; Cópia + tradução: Parte de termo composto é transposto igual ao original ou com adaptação gráfica, e outro(s) termo(s) é(são) traduzido(s); Tradução: procedimento conhecido como tradução literal, é definido por Chesterman (1997) como sendo o mais próximo possível do original, porém, gramatical; Tradução por hiperônimo: o termo é traduzido por um de caráter mais generalizado; Transposição: qualquer troca de classe de palavra, como, por exemplo, de verbo ou adjetivo para advérbio; Omissão: consiste na omissão de informação do TP considerada como sendo irrelevante; tal omissão pode, igualmente, envolver resumo de informação; Substituição: para Chesterman (1997) tal estratégia corresponde ao que ele denomina naturalização, domesticação ou adaptação e descreve a maneira como elementos do TP sobretudo, TCM são traduzidos como equivalentes culturais ou funcionais, de modo que se conformem com as normas do TC. Observou-se, na análise em questão, que o tradutor utilizou diversos níveis de substituições, sobretudo com elementos da fauna e da flora. Assim, julgou-se necessário explicitar o tipo de substituição efetuada pelo tradutor como mostra o quadro a seguir. Como elemento comparador de estratégia, utilizou-se somente substituição x tradução, mas, para analisar os resultados, levou-se em consideração o tipo de substituição efetuada pelo tradutor: Quadro 2: Exemplos de estratégias usadas pelo tradutor (substituição) Original Tradução Estratégia 9 Currupira (II/15) Poira Subst. (OI) cotia (II/16) jutiá Subst (OF) samaúma (III/19) ceiba Subst. (OE) guabiroba (III/21) guabiyú Subst. (OG) jacaré (IV/26) lagarto Subst. (+fam) 9 Subst. (OI) = Substituição por outro elemento indígena; subst. (OF) = substituição por elemento de outra família; subst. (OG) = substituição por elemento de outro gênero; subst.(oe) = Substituição por elemento de outra espécie e subst. (+fam) = Substituição por elemento mais familiar:

8 1019 Substituição + explicitação: o termo substituído é acompanhado de outro de caráter explicitativo; Paráfrase: tradução livre, em que elementos lexicais tendem a ser desconsiderados em favor do sentido pragmático de uma unidade mais elevada. 4 Análise da tradução 4.1 Paratextos Com base na proposta de Torop (2000) em olhar para os paratextos como ferramenta de análise, os paratextos da obra foram analisados como extensão da tradução enquanto obra publicada (sobretudo o prefácio de Olea, repleto de informação a respeito da obra original e de sua metodologia de trabalho). Além de ser uma edição cuidadosamente elaborada, em que gravuras feitas pelo artista plástico Carybé foram usadas para a capa e também no interior do livro, uma nota sobre o autor e a obra apresenta Macunaíma com sendo uma das principais obras do cânone literário brasileiro e Mário de Andrade como figura central do movimento modernista no Brasil. Contudo, é o prefácio assinado pelo próprio tradutor que traz as informações mais pontuais a respeito de seu projeto de tradução. É no prefácio que Olea nos faz saber de sua intenção em manter o elemento indígena tal qual a criação marioandradiana, assim como recriar um Macunaíma como um herói hispano-americano. Para chegar a seu intento, o tradutor passou por vários estágios de consulta, como nos mostra no seguinte trecho: Desmenuzamiento de los diferentes elementos del libro (palavras, música, refranes, proverbios, sentencias, americanismos, sincretismo-religioso, flora, fauna, folklore); [...] estudio particular de los temas (investigación sistemática de taxonomia, de cábalas fónicas, de ruidos internos); restruturación del primer intento de traducción con el material reunido; y, finalmente, una revisión conjunta con la versión francesa. (Olea, 2004, p. 29) Em relação ao caráter desgeograficado do herói, que, como já citado neste trabalho, denota um herói que pertence a todos os lugares, mas ao mesmo tempo não pertence a nenhum em particular, Olea

9 1020 (2004, p. 29) afirma este héroe incaracterístico y desgeograficado sin coordenadas fijas, que tiene hábitos, creencias, alimentación y lenguaje exentos de algun trazo regional predominante me orilló por así decir, a su re/invención latinoamericana. Para dar conta dos elementos da fauna e da flora, o tradutor consultou biólogos, herpetologistas, ictiologistas (na classificação de 46 espécies de peixes) e ornitologistas (na classificação de 106 espécies de aves). Olea (2004, p. 35) salienta também que, no geral, manteve os termos do original que tivessem origem taulipangue, arecuná, maxuruna e, sobretudo, tupi, pela representação dessa língua dentro do movimento modernista, a não ser quando la castellanización de otros vocablos em guaraní, taíno, quiché, chibcha, quechua o náhuatl, fueran de uso muy difundido. O termo cunhã, por exemplo, de origem tupi, foi transposto em alguns casos para cuñataí, termo usado por índios guaranis do Paraguai; e mutum (Crax globulosa), também de origem tupi, foi traduzido por paují, pois é o nome pelo qual a ave é conhecida na Venezuela e América Central, usado por Olea por quedar más próximo a la raíz indígena de la leyenda del Roroima (2004, p. 35). 4.2 Antropônimos O resultado da coleta de dados dos antropônimos mostra que, com exceção da adaptação gráfica do nome de um dos irmãos de Macunaíma, Jiguê, para Yiguê, os nomes dos personagens centrais foram mantidos iguais ao original. Do total de ocorrências de antropônimos, o empréstimo simples foi a estratégia mais usada pelo tradutor (65%). Todavia, não se pode esquecer, naturalmente, de que os nomes se repetem várias vezes e de que a maioria das ocorrências é a do nome Macunaíma. No quadro abaixo, mostram-se alguns exemplos das estratégias mais usadas com os antropônimos: Quadro 3: Exemplos de estratégias (antropônimos) Original Tradução Estratégia Macunaíma Macunaíma cópia simples Ceiuci Ceiucì cópia com adaptação Jiguê Yiguê cópia com adaptação Vei, a Sol Vei, la Sol cópia + tradução Pôde-se verificar que o emprego do nome Macunaíma, com exceção de pouquíssimos casos de transposição (3) e omissão (1),

10 1021 seguiu a do texto original. No caso das transposições, o tradutor substitui o nome de Macunaíma por pronomes: Quadro 4: Exemplos de estratégias (transposição e omissão do nome Macunaíma ) Capítulo/página Transposição Omissão VIII/54 Su X/69 XV/109 se XVII/132 lo Nos empréstimos com adaptação, a maioria das mudanças feitas pelo tradutor não vai além do acréscimo de um acento agudo, com exceção feita ao nome do irmão de Macunaíma, Jiguê, transposto para Yiguê. Em casos em que, no original, nomes de personagens vêm seguidos de aposto, o tradutor consistentemente usou o empréstimo para os nomes e traduziu o restante para o espanhol. No caso de Vei, o nome vem seguido do seu significado em taulipangue, sendo que Mário de Andrade manteve a tradição indígena de usar a forma feminina para designar certos elementos da natureza, o que foi mantido pelo tradutor. A tabela abaixo mostra exemplos de algumas das outras estratégias usadas com menor frequência. Os números em parênteses indicam o número de ocorrências e os nomes em parênteses, os termos originais. Quadro 5: Outras estratégias (antropônimos) Estratégia Tradução Omissão Macunaíma (1); Jiguê (1); Paluá (1); Oibê (1); Pai do Urubu (1) Tradução Padre del Yrybú (Pai do Urubu); Jurel (Xaréu) Transposição Macunaíma (3) Substituição Poira (Currupira) Se incluirmos todas a variantes do empréstimo aqui apresentadas em uma só, ele será quase que 100% de todas as estratégias utilizadas para os antropônimos, conforme tabela a seguir. O número de ocorrências de cópia simples cai consideravelmente quando o nome Macunaíma sai da contagem, pois o nome representa 45% do total dos antropônimos, mas as cópias são ainda a estratégia mais utilizada.

11 1022 Quadro 6: Número de ocorrências (antropônimos) Estratégia No. de ocorrências (com o nome Macunaíma ) No. de ocorrências (sem o nome Macunaíma ) Cópia simples Cópia com adaptação Cópia + adição 2 2 Cópia + tradução Omissão 5 4 Substituição 4 3 Tradução 4 4 Transposição 3 - Total de ocorrências Topônimos As seguintes estratégias foram usadas com os topônimos (termos em parênteses são do TP): Estratégia Empréstimo com adaptação gráfica Empréstimo + explicitação Quadro 7: Exemplos de estratégias (topônimos) Tradução Ñamundá (Nhamundá); Tieté (Tietê); Roroima (Roraima); Araguaya (Araguaia); Cunaní (Cunani); Yaciuruá (Jaciuruá); Ereret (Ererê); Manaos (Manaus); Paranaguaraa (Paranacoara); Iñamún (Inhamún) Rio Uraricoera (Uraricoera); Sierra Paranaguara (Paranaguara) Omissão Açu (cidade do RN) Embora não estejam inclusos no quadro acima, os empréstimos simples também são os mais numerosos (51%), sendo que estratégias outras que empréstimos em geral são bem pouco representativas. 4.4 Outros termos indígenas O quadro a seguir mostra exemplos das estratégias usadas para os OTI, e o seguinte, o total de ocorrências de cada uma dessas estratégias.

12 1023 Quadro 8: Exemplos de estratégias (OTI) Original Tradução Estratégia caatinga (II/16) caatinga cópia simples guaçu (IV/25) yguazú Cópia com adaptação jaraquis (XVI/118) sabaleros-yaraquís Cópia + explicitação cachiri (II/17) chicha de cachirí Cópia + explicitação por hiperônimo guarumá-membeca (I/10) guarumá-blando Cópia + tradução curumi (II/15) - omissão mangarás (VI/42) postizos de banano Paráfrase taba (VIII/57) cabañal Subst (+F) micura (XIII/89) zarigüeya Subst (OE) (Didelphis marsupialis) (Didelphis virginiana) guaimus (I/9) jaibas Subst (OF) Família Gecarcinidea Família Portunidae timbó (XI/81) barbasco Subst (OG) (Ateleia glazoviana) (Lonchocarpus utilis) embiroçu (IV/24) palo-borracho Subst (OG) + explicitação (Eriotheca candolleana) gênero Chorisia 10 paxiúba (I/9) palma de palapa Subst. (OG) + explicitação por (Iriartea exorriza (Atalea cohune) 11 hiperônimo mandu-sarará (VIII/55) arará cuevano Subst (OI) marupiara (IV/28) piola Tradução jacaré (VII/50) caíman-barbudo Tradução + adição cassuá (XI/81) serón de bejuco Tradução + explicitação urubu (VIII/53) gallinazo Tradução por hiperônimo timbó (II/13) embarbascar Transposição Quadro 9: Número total de ocorrências dos OTI Estratégia No. de ocorrências Empréstimo simples 147 Empréstimo com adaptações 222 Empréstimo + adição 4 Empréstimo + explicitação 9 Empréstimo + expl. p/hiperônimo 12 Empréstimo + tradução 9 Omissão 13 Paráfrase 23 Subst (+F) 15 Subst (OE) 55 Subst (OF) 92 Subst (OF) + adição 1 Subst (OG) 100 Subst (OG) + explicitação 4 Subst (OG) + explicitação p/hiperônio 7 Subst (OI) 6 Tradução 307 Tradução + adição 14 Tradução por hiperônimo 6 Tradução + explicitação 10 Transposição 1 Total ocorrências O nome científico se refere ao segundo elemento, sendo o primeiro a explicitação. 11 Idem.

13 1024 Observou-se, nessa categoria, que houve maior variação entre as estratégias, sendo que, embora numerosos, os empréstimos não foram usados na maioria dos casos, como ocorreu com os antropônimos e topônimos. O tradutor poderia ter se valido do empréstimo simples para lidar com os OTI, como fez com os nomes próprios, mas houve um total de 55% de empréstimo com adaptação, que mostra a preocupação de Olea em adaptar a grafia e/ou o som para facilitar a compreensão pelos leitores do TC, o que, contudo, não tornou seu texto mais familiar a esses leitores. Embora termos como jananaíra, Anhanga, guajuguaju (transpostos como yananaíra, Añanga e guayuguayús, respectivamente), tenham tido a grafia adaptada para parecerem e soarem mais ao espanhol, eles continuam distantes do vocabulário diário de um leitor de chegada urbano, por exemplo, da mesma maneira que o original está distante dos leitores urbanos do TP, ainda que a maioria dos termos usados por Mário de Andrade, igualmente, conformem-se à grafia e fonética do português. Em linha com a proposta do tradutor em manter os elementos indígenas, como visto na análise dos paratextos, tanto as substituições como as traduções são também, em grande parte, de origem indígena 12 : 73% das substituições e 57% das traduções são dessa origem, e 10% das substituições e 14% das traduções são de termos compostos, nos quais um elemento é indígena e outro espanhol (e.g. Padre del Paují ; suribi-pintado ; palma de palapa ; cazabe-blando ), ou de termos de origem indígena, mas amplamente difundidos entre culturas não indígenas ( yuca ; cacique ; catinga ; jícara ). Em relação à substituição em particular, estratégia usada sobretudo com os elementos da fauna e da flora, houve um maior número de substituições por outro gênero, seguidas das substituições por outra família. Em meio a uma riquíssima fauna e flora, como é o caso da latino-americana, na qual facilmente se encontram animais ou plantas com vários gêneros e espécies, como é o caso da arara, por exemplo, com seis gêneros (Ara, Anodorhynchus, Cyanopsitta, Orthopsittaca, Propyrrhura e Diopsittaca), sendo que só dos três primeiros derivam nove espécies, é natural que certos gêneros e espécies sejam mais conhecidos em alguns lugares que em outros, ou que só existam em uma determinada região. 12 No TP, 45% do total dos termos indígenas são de origem tupi, 57% dos quais, de elementos da fauna e da flora. Em relação aos topônimos, 71% do total são de origem tupi.

14 1025 Assim, os termos do original substituídos por Olea por termos de outro gênero ou espécie podem tanto indicar casos de ausência de determinados gêneros e espécies fora das fronteiras brasileiras como gêneros e espécies menos conhecidas em outros países latinos. A saúva, por exemplo, formiga do gênero Atta, considerada uma praga da lavoura e amplamente distribuída pelo território brasileiro, foi substituída pela tambocha, formiga do gênero Crematogaster, originária da Colômbia, formiga venenosa, também considerada uma praga. Não só a tambocha parece estar mais presente no dia a dia colombiano, mas tal qual a saúva, a formiga também é considerada uma praga. Embora Olea tenha substituído o termo em relação ao seu valor denotativo, o conteúdo pragmático do original foi mantido na tradução. Quanto às famílias, a substituição das mesmas pode também indicar ausência da espécie fora das fronteiras brasileiras. A araraúba, por exemplo, árvore da família das apocináceas, e típica do Brasil, foi substituída pela paraguatán, árvore da família das rubiáceas, nativa da América Central. Naturalmente, em casos como esse, o tradutor poderia ter transposto o termo como aparece no original; contudo, supõe-se que ele preferiu usar um termo que fosse mais comum em outros países latinos, ratificando, dessa forma, sua intenção de usar termos de diferentes países latinos, conforme sua intenção de manter a desgeograficação de Mário de Andrade. A estratégia da tradução também ratifica tal proposta, como é o exemplo da palavra pacuera do original, traduzida em quatro maneiras distintas, a saber: mondongo, triperío, achuras e chinchulines, sendo as duas primeiras de origem incerta e as duas últimas de origem quéchua. Outro exemplo é a palavra piá, traduzida como mocoso (do latim, muccu ); guricito (Argentina e Uruguai); guacho e guachochico (quéchua) e chavalo (Nicarágua). Para encerrar a apresentação dos resultados, na tabela abaixo, apresentam-se os valores totais das ocorrências de todas as estratégias usadas para os termos de origem indígena de Macunaíma: Quadro 10: Resultado de estratégias para todos os termos de origem indígena Estratégias Antropônimos Antropônimos (incl. Macunaíma) (excl. Macunaíma) Topônimos OTI Empréstimo Omissão Paráfrase Substituição Tradução Transposição Total de ocorrências

15 Análise dos resultados e considerações finais Os resultados mostram que, em relação aos antropônimos e topônimos, houve a predominância da estratégia do empréstimo, confirmando, assim, a hipótese inicial de que nomes próprios não são traduzidos. Apesar das adaptações gráficas e fônicas de alguns nomes, tais adaptações não tornaram os nomes menos estrangeiros para os leitores do TC, visto não serem nomes comumente relacionados à língua espanhola. Dessa forma, tal predominância empresta ao texto um tom estrangeirizante, o que é esperado no uso de tal estratégia. O tradutor poderia, naturalmente, ter utilizado outras estratégias para os nomes próprios, como assinalam Nord (2003) e Tymoscko (1999). Porém, escolheu manter os nomes do original, não por considerar a saída mais fácil, mas como parte de sua proposta tradutória de manter os termos indígenas para seguir a proposta do original, conforme apresentou em seu prefácio. Quanto aos OTI, o tradutor teve um comportamento diferente do que teve com os nomes próprios, apresentando um maior número de traduções e substituições, o que rebate a hipótese inicial de que, por se tratar de línguas e culturas próximas, o tradutor não teria efetuado muitas mudanças. Grande parte das mudanças nos OTI foi com os elementos da fauna e da flora, elementos de grande importância no dia a dia dos povos ameríndios. Se considerada do ponto de vista da dicotomia domesticante x estrangeirizante, uma tradução com muitas mudanças produziria um texto domesticante. Contudo, não se pode descrever os resultados obtidos para esses elementos usando tal dicotomia, simplesmente porque as mudanças efetuadas por Olea apesar de aproximarem os termos ao universo das línguas indígenas da América hispano-falante têm efeito similar aos do texto original, ou seja, um efeito estrangeirizante, pois mesmo para boa parte dos leitores do TP, aqueles pouco familiarizados com termos indígenas, o texto é culturalmente marcado, é um texto exótico, porém, é o exótico da cultura deles. O tradutor alcançou seus objetivos de manter o elemento indígena como marca do primitivismo promovido pelo movimento modernista e recriar Macunaíma como um herói hispano-americano exatamente através da tradução / substituição dos termos indígenas por outros termos indígenas e pelo fato de tais termos serem de diferentes regiões hispano-americanas. Dessa forma, em vez de se falar em tradução domesticante / estrangeirizante, buscou-se na tradução total de Torop um conceito que melhor a explicasse. A partir da análise de elementos dos

16 1027 parâmetros da língua e da obra propostos pelo teórico, considerou-se a chamada tradução expressiva, cujo dominante está no plano do conteúdo e onde o TC produz, teoricamente, efeito semelhante entre os leitores ideais do TP e TC, bastante pertinente à tradução de Olea. Apesar do evidente respeito do tradutor em relação ao texto original e a seu autor, respeito esse que, muitas vezes, produz traduções literais, Olea produziu um texto criativo seguindo o propósito de seu projeto tradutório. Referências bibliográficas AIXELÁ, J. F. Culture-specific items in translation. In: ÁLVAREZ, R; VIDAL, M. C.-A. (Ed.). Translation power subversion. Clevedon: Multilingual Matters, v. 8. p ANDRADE, M. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. 20. ed. São Paulo: Martins, ANDRADE, M. Macunaíma. Trad. de Héctor Olea. 1. ed. Barcelona: Ediciones Octaedro, CHESTERMAN, A. Memes of translation: the spread of ideas in translation theory. Amsterdã: John Benjamins, LOPEZ, T. P. A. (Coord.). Edição crítica de Macunaíma. Florianópolis: UFSC, NORD, C. Proper Names in translations for children: Alice in Wonderland as a case in point. Meta, v. 48, n. 1-2, p , PROENÇA, M. C. Roteiro de Macunaíma. 6. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, SILVA, E. B. As relações semânticas de polissemia e homonímia para um tratamento de heterossemânticos na interface português-espanhol Tese (Doutorado em Linguística) Universidade Federal de Alagoas, Maceió, SILVA, M.M. Análise da tradução de termos indígenas em Macunaíma de Mário de Andrade na tradução de Héctor Olea para o espanhol Dissertação (Mestrado em Estudos da Tradução) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, TOROP, P. La Traduzione totale. Trad. de Bruno Osimo. Módena: Guaraldi Logos, TYMOCZKO, M. Translation in a postcolonial context, Manchester: St Jerome, 1999.

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