ESTRATÉGIAS DE ECO-FEED BACK ORIENTADAS PARA A NÃO GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS.

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1 ESTRATÉGIAS DE ECO-FEED BACK ORIENTADAS PARA A NÃO GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS. Autoria: Cristiano Alves, André Grilo de Sousa, Marcos Alberto Andruchak, Denise Maria Fernandes, Thalis Henrique Duarte Barreto Nobre RESUMO O desenvolvimento econômico e tecnológico desencadeou alterações comportamentais no consumo da população, provocando graves problemas econômicos, sociais e ambientais, no que se refere à geração de resíduos sólidos, além da evidência do esgotamento dos recursos naturais. Nesse sentido, a abordagem de eco-feedback tem se tornado uma estratégia significativa de sensibilização e integração da sociedade civil na temática ambiental e da geração dos resíduos sólidos. Assim, este trabalho constitui uma investigação, análise de comunicação em eco-feedback para atividades estratégicas de redução, reutilização e reciclagem dos resíduos gerados na cidade de Natal, por meio da sensibilização e informação social. Palavras-chave: design sustentável, ecodesign, RSU, eco-feedback ABSTRACT The economic and technological development caused behavior changes in the people consume, reflecting economic, social and environmental serious problems, in respect to the urban solid waste generation, also the visible drain of the natural resources. In this direction, the eco-feedback approach is an important strategy for the society sensibilization and integration in the environmental issue and solid waste generation. So this work makes an investigation and analysis of the waste generated in city of Natal, Rio Grande do Norte (Brazil) by the social sensibilization and information. 1/16

2 O papel do Design no contexto dos Resíduos Sólidos Urbanos Na construção do atual comportamento social, o design apresenta-se como uma das estratégias da indústria para a garantia e consolidação da redução temporal da relação produção-consumo-descarte. Segundo Braga (2012), o design redefiniu objetos para que fossem esteticamente mais atraentes, estimulando de maneira persuasiva o consumo exacerbado de novos produtos, criando uma sensação de bem-estar e a falsa necessidade do novo e/ou modismos. Tal abordagem do design, como ferramenta motivadora do consumo, o posicionou como um dos maiores causadores dos problemas ambientais (Papanek, 1984), dentre estes, a geração de resíduos, consequência direta do consumo exacerbado de objetos. Esse é um dos maiores problemas ambientais enfrentados globalmente pelas grandes cidades, que encontra origens na consolidação de uma obsolescência programada, na qual houve forte investimento em design, marketing e da publicidade. Nesse cenário, o acúmulo de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) é observado como um fenômeno indissociável da cultura de consumo em massa. Estudos apontam que o mesmo ocorre como resultado tanto da obsolescência já mencionada, como do comportamento cultural da população e das políticas públicas (Slade, 2007). Segundo Lambiazzi (2007), A vida moderna, marcada pela industrialização e enorme concentração de pessoas nas grandes cidades, trouxe consigo a produção de lixo, que de tão constante e desenfreada, se tornou um problema. Conforme o IBGE (2000), do volume de 228,4 mil toneladas de lixo coletado no Brasil, 82,6 mil tolenadas (~36%) foram destinadas a aterros sanitários, enquanto 48,3 mil toneladas (~21%) correspondem ao volume total em vazadouros a céu aberto, conhecidos como lixões. Em contrapartida, as estações de triagem correspondem a 2,3 mil toneladas desse montante, e este último número representa apenas 0,99% de todo o lixo coletado em território brasileiro, onde apenas 8% das cidades do Brasil possuem coleta seletiva de lixo, apontando para o significativo subaproveitamento dos resíduos coletados, que se acumulam exponencialmente nos aterros. Referente ao resíduo orgânico, atualmente, existem sistemas de compostagem, que geram produtos orgânicos, sobretudo para a Agroindústria. Contudo, apenas 6 mil toneladas (~2,7%) do volume total do lixo coletado no país, são destinadas para esse tipo de tratamento. No que se refere ao Estado do Rio Grande do Norte, diariamente, são gerados cerca toneladas de resíduos, representando uma geração de 0,943 kg/hab.dia com composição média de 37,5% (matéria orgânica), 5,0% (papel e papelão), 13,4% (plásticos), 1,6% (metais), 1,0% (vidro) e 41,5% de rejeitos como embalagens longa vida, têxteis, madeira etc (ABRELPE, 2011). A coleta seletiva é praticada em apenas 9 municípios do Estado e, geralmente, de forma desarticulada com as políticas vigentes de gestão de resíduos, através de associações/cooperativas de catadores com apoio da prefeitura e de Organizações não governamentais (ONG s). Nas maiores cidades do Estado (Natal e Mossoró), há pouca recuperação de materiais recicláveis comparado ao volume de resíduos produzidos e a triagem dos materiais é totalmente manual. Pois, a única unidade de triagem mecanizada que havia em Natal foi desativada em Com o objetivo de orientar as ações estratégicas de gestão dos resíduos sólidos gerados no Brasil, foi aprovada em 2010 a lei /2010, que institui a Política Nacional de Resíduos 2/16

3 Sólidos PNRS (IPEA, 2012). Cujas metas visam à disposição adequada dos resíduos sólidos, a redução do volume gerado, a ampliação da reciclagem, a responsabilização de toda cadeia de produção e consumo pelo destino dos resíduos, a implantação de mecanismos de logística reversa e mecanismos de coleta seletiva com inclusão social e, o envolvimento dos diferentes entes federativos na elaboração e execução dos planos adequados às realidades regionais. Além da política, normas e atos legislativos estão sendo estabelecidos com o objetivo de disciplinar e orientar todos os agentes envolvidos no processo de gestão de resíduos no país, inclusive as instituições públicas. Outro dado preocupante está no destino dado aos materiais inorgânicos (plásticos, metais etc) rejeitados durante as triagens de processos para reaproveitamento de resíduos. O que é feito em relação a esses materiais? Segundo pesquisa do Greenpeace em 2008 (http://www.greenpeace.org/international/en/news/features/poisoning-the-poor-electroni), os países desenvolvidos têm destinado seus resíduos industriais para o Gana, na África. O e- waste (lixo eletrônico), como é chamado pela organização, composto de produtos descartados pelas fábricas ou pelos consumidores, é transportado para o país africano em imensos contêineres, periodicamente. Tal atitude tem, gradativamente, tornado o país um lixão global. No contexto da geração exacerbada de resíduos, o design tornou-se uma das estratégias fundamentais, utilizadas pelo sistema industrial, a fim de maximizar o consumo de produtos e, portanto, seus lucros. Dannoritzer (2010), em seu documentário "La Historia Secreta de la Obsolescência Programada, apresenta informações que apontam que a maioria dos produtos industriais são descartados de maneira prematura, pois são projetados para terem um ciclosde-vida extremamente curtos e, portanto, são produtos tecnicamente ineficientes quando comparados com seu potencial de uso real. Dessa maneira, o design colabora para a geração dos resíduos e, consequentemente, para o agravamento da questão ambiental do planeta. Assim, é possível verificar que a proposição de modelos sustentáveis de sociedade deve considerar fatores socioeconômicos e culturais, exigindo do design, enquanto estratégia industrial no que se refere à concepção de produtos, uma postura condizente com os conceitos de sustentabilidade (Menezes & Paschoarelli, 2009). Dessa maneira, cabe ao design projetar não somente o objeto, mas todo seu ciclo-de-vida, considerando para isso um indivíduo ou grupo (usuários) e suas necessidades (Thackara, 2005). Segundo Norman (2010), o design deve projetar para que as tecnologias se adaptem às pessoas e não o contrário. Assim, os conceitos de sustentabilidade impelem o design a preocupar-se, refletir e questionar as ações e produções do homem e seus efeitos no meio ambiente, apontando para a responsabilidade da geração atual por aquilo que a seguinte geração usufruirá de recursos naturais (Trigueiro, 2012). Finalmente, é possível observar que nas últimas décadas o design tem se aproximado dos conceitos de sustentabilidade, abordando os projetos e seus objetos de maneira holística e sinérgica. O contexto atual, portanto, aponta para a necessidade de o design projetar, estrategicamente, para a Sustentabilidade. Assim, projetar para além do objeto, ou seja, considerar o comportamento do público que interagirá com esse objeto, inferindo em suas decisões, orientando-as para a sustentabilidade. Nesse sentido, a estratégia de abordagem de Eco-Feedback pode promover significativa contribuição 3/16

4 e tem sido considerada de fundamental importância para a construção de sociedades sustentáveis. O objetivo deste estudo, portanto, é de investigar as possibilidades e o alcance do design no âmbito da Sustentabilidade, como ator no desenvolvimento de culturas sustentáveis, que respeitem a biodiversidade com a qual nos relacionamos e da qual dependemos, através do mapeamento do público-alvo e da proposição de projetos de Eco-feedback orientados para a não-geração de Resíduos Sólidos Urbanos, aproximando as pessoas para uma realidade participativa e colaborativa, gerando não apenas produtos, mas principalmente comportamentos sustentáveis. Eco-Feedback como estratégia de Design Sustentável Segundo Armengol (2008), eco-feedback é uma nova corrente de design sustentável, que tenta modificar a conduta dos utilizadores de um sistema, esclarecendo-os sobre as consequências das suas ações no meio ambiente. Para Renée Wever, Jasper van Kuijk e Casper Boks, integrantes de um grupo de pesquisa sobre design para a sustentabilidade da universidade holandesa de Delft, os designers devem promover, nos projetos, o uso sustentável dos produtos (Martin, 2012). O design assume o compromisso de se adaptar aos hábitos do utilizador para conseguir um comportamento mais sustentável por parte dele. Este grupo de pesquisa considera além da análise do impacto no meio ambiente dos produtos (ex: Análise do Ciclo-de-Vida), considerando como foco principal na forma como o consumidor interage com os objetos de consumo. Propõem três possíveis estratégias de ação: a escrita ou scripting, o Eco-Feedback e a adaptação da funcionalidade dos produtos para reduzir o seu impacto ambiental e afirmam que desenvolver estes métodos requer, para cada projeto, um estudo de comportamento do consumidor, ou seja, o Design Centrado no Usuário (DCU). É importante observar que o eco-feedback não restringe ou controla o uso do sistema para que seja mais sustentável, seu objetivo é informar o usuário, de maneira que este modifique seu comportamento. Apesar de o termo Eco-Feedback ser relativamente recente, na década de 1970 já eram realizadas pesquisas, principalmente, no campo da Psicologia Ambiental. Observações no comportamento de famílias, quanto ao uso da energia elétrica em horários de pico, apontavam a promoção de mudança do comportamento das mesmas por meio de estratégias, atualmente conhecidas como Eco-Feedback (Froehlich, Findlater & Landay, 2010). Contudo, tais constatações eram ignoradas à época. Atualmente, com o avanço das pesquisas e evidências sobre o problema ambiental, o sistema industrial vê-se compelido a considerar o comportamento de consumo dos usuários e, assim, elaborar estratégias de sensibilização destes em relação a sua responsabilidade na temática ambiental e na geração de resíduos, ações nas quais o Design participa de forma decisiva. Por meio do projeto de objetos, o Design constrói signos de comunicação (Santaella, 2005). Estes são, geralmente, representações visuais que geram sentido em mensagens veiculadas seja em obras gráficas ou produtos industriais. Segundo Niemeyer (2003): com a evolução do design e ampliação de seu papel, o seu caráter estratégico adquire crescente força. Além do papel do design na manutenção e circulação de produtos e serviços o seu vetor 4/16

5 econômico, é relevante a sua contribuição na elevação da qualidade de vida individual e social o vetor social do design. Assim, os designers devem estar atentos à relação comunicativa estabelecida entre o produto e o seu destinatário. (Niemeyer, 2003) Assim, é possível verificar o potencial contributo do design como estratégia na construção de comportamentos (sociais) sustentáveis, investigando as diferentes segmentações de usuários e, por meio de seus recursos comunicacionais, gerar signos de fácil decodificação pelos usuários de acordo com suas culturas, com capacidade de gerar maior absorção da informação e de potencializar comportamentos, cooperando com as demandas socioeconômicas e suas novas necessidades e urgências. As atuais abordagens de Eco-Feedback consideram os usuários como gestores de microrrecursos, promovendo a estes a possibilidade de decidir, de maneira autônoma, racional e eficiente, a relação custo/benefício de suas ações (Strangers, 2011). Assim, diversos estudos (qualitativos e/ou quantitativos) são desenvolvidos por diferentes grupos de pesquisa ao redor do mundo, referente às contribuições do Eco-Feedback com a sustentabilidade. Tal abordagem tem sido largamente utilizada em produtos domésticos, linha branca (Figura 1), também conhecida como Linhas Inteligentes, ou seja, produtos que sugerem maneiras mais eficientes de utilização do produto. Outro exemplo do design com abordagem de Eco- Feedback e verificada em automóveis que informam ao motorista a emissão de CO2 no exato momento de sua utilização (Figura 2). Figura 1 - Detalhe de função Eco-feedback em HCI de máquina-de-lavar (Inforboard, 2010) Figura 2 - Painel de veículo híbrido com indicadores de poluição (Alternative Fuels, 2009) 5/16

6 Observa-se também que o Eco-feedback desenvolveu-se significativamente na vertente do Design de Interfaces (Froehlich, Findlater & Landay, 2010). Norman (2010) explica que a relação do feedback da tecnologia e suas implicações com a Interação-Humano-Computador (IHC) precisam levar em conta uma abordagem acessível e cotidiana, próxima à linguagem do usuário. Ainda segundo o autor, atualmente, temos máquinas que interagem socialmente com os usuários. Segundo Jain et al (2012), referente ao consumo energético residencial, é possível observar reduções da ordem de 5% à 55%, desde simples feedbacks,, por meio de gráficos, até maneiras mais complexas que permitem o usuário entender seu consumo energético, provendo um histórico do mesmo, e as opções eficientes para sua redução (Figura 3). Figura 3 Interface de Ecofeedback-computer computer (Spagnolli e Corradi, 2011) O Eco-Feedback, enquanto abordagem estratégica do Design, incrementa a relação que os indivíduos vivenciam durante a experiência pragmática com o objeto e estabelece melhor entendimento sobre a informação comunicada. Nesse sentido, no que se refere aos Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), o design, por meio do Eco-Feedback, colabora com a gestão dos mesmos, inferindo no descarte dos produtos projetados, assim como na sensibilização dos usuários quanto aos impactos causados pelo seu comportamento de consumo e descarte de objetos. Portanto, o design possui potencial para não somente colaborar com a coleta seletiva de RSU, mas principalmente, com a não geração dos mesmos, assim, atuando de maneira corretiva e preventiva na gestão dos resíduos. Os resíduos sólidos na UFRN Campus Natal Como instituição pública, a UFRN deve ter compromisso ambiental e ser responsável pelos seus resíduos. Assim, desenvolveu o PROGIRES Programa de Gestão de Resíduos, com o objetivo de reduzir e controlar os impactos causados pelos resíduos de suas atividades. Assegurando a melhoria contínua das condições de segurança, higiene e saúde ocupacional da comunidade universitária e colaborando com a qualidade de vida da população do seu entorno. Assim, criou a Diretoria de Meio Ambiente (DMA), o órgão responsável pelo planejamento e 6/16

7 execução da política de urbanismo e meio ambiente da Universidade, gerenciando o sistema de coleta e destinação final de resíduos sólidos. O DMA, através de sua Unidade de Armazenamento Temporário de Resíduos (UATR), fornece periodicamente relatórios com importantes informações a respeito dos resíduos coletados na UFRN (Campus Natal). A Tabela 1 informa a progressão mensal, em 2013, dos resíduos coletados e armazenados no Campus Natal, classificando os resíduos por tipo de material. 7/16

8 Tabela 1 Resíduos Sólidos UFRN Campus Natal (Portal DAP, 2013) Material Coleta mensal Jan Fev Mar Abr Total (kg) % anual Papel 6321, , , , ,90 77,30 Plástico 457,3 855,8 979,1 943,1 3235,30 8,63 Metal 215,2 566,2 468,7 255,9 1506,00 4,02 Vidro 51,30 5,20 237,60 102,10 396,20 1,06 Tetra Pak 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Cartucho 0,00 0,00 263,00 121,4 384,40 1,03 Rejeito 789,80 263, ,40 906, ,10 7,97 Total Mensal (kg) 7834, , , , ,90 Rendimento (%) 89,92 96,74 91,47 90,49 92,03 É possível observar a caracterização dos resíduos sólidos da UFRN e o volume coletado no Campus Natal. O material de maior descarte é o papel com, aproximadamente 77,3% do total, seguido pelo plástico (8,63%). A tabela também aponta para o baixo índice de rejeitos (7,97%), evidenciando o alto índice de rendimento de aproveitamento do material coletado (92,03%). Segundo o DMA/UFRN (2012), os dados de 2013 são similares aos percentuais de 2012, quando o papel representou 79% do volume total. Baseados nos dados apresentados, o DMA realizou, em alguns setores da instituição, o programa Fazendo nosso papel com o objetivo de reduzir o consumo de papel na instituição. Em 2009, o Departamento de Administração de Pessoal e Pró-Reitoria de Recursos Humanos (DAP) da UFRN aderiu ao programa, pois detectou o uso excessivo de papel em sua unidade. Tal iniciativa culminou na redução significativa do consumo de papel de, aproximadamente, 48% no período de Tabela 2 Consumo de resmas 75g/m² (Portal DAP, 2013) Consumo Antes Meta Mês Ano Qtde. Folhas Anual Outro programa foi realizado no DAP referente ao consumo de plásticos chamado Descarte o copo descartável: use uma caneca. A iniciativa também corrobora as ações de gestão dos resíduos sólidos da UFRN e apresenta redução de, aproximadamente, 78% no período , no consumo e descarte de copos plásticos descartáveis (Tabela 3). Tabela 3 Programa Descarte o copo descartável: adote uma caneca (Portal DAP, 2013). Ano Consumo Segundo Centro de Tecnologia da UFRN informa em sua página na internet em 2013, (http://www.ct.ufrn.br/index.php/2013/05/06/ufrn-institui-comissao-para-trabalhar-a-agenda- 8/16

9 ambiental-a3p), atualmente, ambas iniciativas são, gradualmente, difundidas para todo o Campus Universitário. Pesquisa de Público-alvo: Comunidade do Campus da UFRN Diante dos dados supracitados, constataram-se iniciativas consoantes às demandas urgentes de RSU no ambiente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Neste caso específico, os principais materiais são o papel e o plástico, respectivamente. Conforme mencionado anteriormente, enquanto estratégia de Eco-feedback Design, é necessário observar a relação daquilo que está sendo realizado enquanto campanhas e o retorno de informação que os indivíduos recebem a respeito disso e que possa contribuir em sua conduta de não geração de resíduos. Dessa maneira, foi realizada uma pesquisa de opinião para mapear e avaliar a relação da comunidade de usuários da UFRN e o RSU no contexto da Universidade, ou seja, como os usuários reconhecem ou percebem a geração e disposição dos RS gerado pelos mesmos, dentro do Campus UFRN/Natal e, como estes compreendem as atuais estratégias, utilizadas no Campus, para a boa gestão dos resíduos. Metodologia A pesquisa foi realizada com um grupo de 100 pessoas no Departamento de Artes da UFRN, dentre estudantes, professores, servidores e funcionários da instituição, através de questionários. Os mesmos foram respondidos individualmente pelo entrevistado ou na forma de entrevista via entrevistador, ou ainda, por intermédio de formulário eletrônico, disponibilizado em meio digital. O período da pesquisa foi de junho a agosto de Ao término da pesquisa, os dados foram tabulados e os resultados cruzados para a análise que se segue. Discussão de resultados De acordo com os resultados obtidos, observou-se que a grande maioria dos entrevistados (94%) não possui conhecimento sobre a quantidade de resíduos que geram, diariamente, na UFRN Campus Natal. Tal resultado aponta para uma possível falta de consciência desse público em relação à sua corresponsabilidade do resíduo gerado. Corroborando esse resultado, quando questionados a respeito de seus conhecimentos sobre o código de cores da coleta seletiva dentro do Campus e as suas respectivas categorias de resíduo, mais da metade dos entrevistados (64%) não souberam associar correta o código de cores com seu resíduo correspondente (Figura 4). Dessa maneira, é possível verificar a baixa eficiência do código de cores da coleta seletiva em colaborar com a gestão dos resíduos do Campus. Ainda, é possível apontar uma evidência sígnica que, necessariamente, deve ser reprojetada, a fim de representar seu objetivo principal de separação dos resíduos por suas categorias, pois o público não reconhece o código vigente; ainda, quando reconhece o código, interpreta o mesmo de maneira equivocada. Por exemplo, a cor verde é associada com materiais orgânicos, quando no código é referente ao vidro. 9/16

10 Figura 4 Conhecimento sobre o código de cores da coleta seletiva no Campus (Fonte: elaboração própria) Em relação aos materiais que mais costumam ser descartados, os itens papel e plástico se destacaram entre 83% dos entrevistados. Este resultado é condizente com a coleta e reciclagem realizada pela UATR (Tabela 1), a qual tem correspondido ao volume desses resíduos gerados pelo grupo. Referente à coleta de lixo na universidade, 13% avaliam a coleta como fraca, 20% como regular, 46% dizem ser boa e 15% consideram a coleta como ótima. Portanto, para a maioria dos entrevistados (~61%), a coleta de lixo no Campus tem atendido satisfatoriamente (Figura 5). No entanto, em oposição a esse resultado, os mesmos não compreendem a sistemática da coleta, tornando tal avaliação questionável. Figura 5 Avaliação da coleta seletiva do Campus (Fonte: elaboração própria) A pesquisa ainda avaliou a conscientização dos entrevistados sobre sua contribuição ao descartar corretamente seus resíduos. A figura 6 aponta que mais da metade dos entrevistados (52%) afirmaram conhecer, parcialmente, o benefício de sua contribuição ao descartar o lixo corretamente, enquanto 12% afirmam não ter total entendimento e desconhecem o destino desses resíduos no Campus. Por outro lado, 36% dos entrevistados afirmam saber e conhecer os benefícios trazidos por sua postura sustentável e correta de descartar os resíduos nos locais indicados e, afirmam ter clareza sobre o que ocorre com os resíduos descartados. Vale ressaltar que, quando confrontados com o código visual da coleta de lixo empregada no Campus, 64% dos entrevistados mostraram não ter conhecimento do sistema de coleta e de seu código de cores. Esse percentual é igual ao total dos entrevistados que afirmam ter 10/16

11 conhecimento parcial al de sua contribuição no descarte correto dos resíduos, somado àqueles que afirmam ter total desconhecimento dos benefícios de sua postura de descarte correto. Assim, pode-se deduzir que a grande maioria dos entrevistados (64%) não conhece o código de cores do sistema de coleta de lixo e não possuem informação sobre sua contribuição quando no descarte de seu resíduo e não possui informação precisa sobre o destino dos mesmos. Observa-se que, naquele grupo, há uma ideia ainda genérica a respeito do que ocorre com os resíduos descartados no campus. Tal ausência de informação (feedback) interfere prejudicialmente nos planos de gestão de resíduos implementados no campus universitário, além de explicar a falta de motivação das pessoas em conhecer o código de cores e o sistema de coleta atual, visto que não se sentem parte do problema e tampouco da solução, pois não são informados sobre os benefícios da coleta seletiva e da importância da participação da população na cadeia dos resíduos. Figura 6 Conhecimento sobre os benefícios do correto descarte de resíduos (Fonte: elaboração própria) Os resultados da pesquisa ainda assinalam que a grande maioria dos entrevistados (94%) afirma não conhecer qualquer iniciativa ou campanha da UFRN, e de suas unidades DMA e UATR, sobre redução de resíduos, coleta seletiva ou mesmo as iniciativas mencionadas neste trabalho (Figura 7). Esse resultado ecoa os resultados previamente discutidos, pois aponta que, apesar de a UFRN realizar campanhas para a gestão de resíduos, a comunidade do Campus Natal desconhece tais iniciativas. Da mesma forma, desconhecem majoritariamente o código visual de cores do sistema de coleta de lixo, bem como o destino final desses resíduos, incluindo a central de tratamento de seus resíduos da universidade, de, que é de desconhecimento geral dos entrevistados. 11/16

12 Figura 7 Conhecimento sobre as campanhas da UFRN para a gestão de seus resíduos (Fonte: elaboração própria) Conclusões Conforme as literaturas supracitadas, atualmente o design de Eco-Feedback é abordado como um paradigma na gestão de recursos e resíduos, onde princípios eficientes e racionais de tomadas de decisão podem ser aplicados desde contextos domésticos até organizacionais. Portanto, tal abordagem pode promover reduções significativas no consumo diário de recursos naturais e a consequente não-geração de resíduos, através da promoção do interesse dos usuários em alcançar tais reduções, atuando em seu comportamento para torná-lo mais responsável. Neste sentido, o Eco-Feedback é uma abordagem com grande potencial de aplicação na problemática de impactos ambientais. Contudo, apesar da importância da informação aos usuários sobre os impactos causados por suas atividades, os resultados obtidos pela pesquisa demonstram que, embora existam campanhas/iniciativas e sistemas destinados à gestão dos resíduos da UFRN-Campus Natal, a comunidade universitária desconhece e, portanto, não participa intencionalmente dos mesmos. Os resultados permitem estabelecer uma relação entre o baixo nível de informação recebido pelos usuários do Campus, sobre o destino dos resíduos e sua responsabilidade na geração dos mesmos, e o baixo nível de engajamento dos mesmos no plano de gestão dos resíduos da UFRN e, consequente redução de resíduos. O levantamento indica que campanhas pontuais, em determinados departamentos, têm alcançado resultados positivos; contudo, sistemas globais, como a coleta seletiva, são de quase total desconhecimento da comunidade universitária, onde mesmo campanhas pontuais não informam aos usuários seus benefícios, não colaborando eficientemente, para a mudança de comportamento dos usuários. A pesquisa verifica, portanto, a necessidade do desenvolvimento de estratégias de Eco-Feedback que informe aos indivíduos os benefícios e/ou os malefícios de seu comportamento no contexto dos Resíduos Sólidos Urbanos, esclarecendo aos mesmos o seu papel fundamental e corresponsabilidade na gestão dos resíduos e, assim, transformar a ação destes diante da problemática ambiental, transformandoos em agentes ativos do processo de soluções. Finalmente, a pesquisa aponta para a necessidade da criação de estratégias de Design de Eco- Feedback para transformar a realidade informacional da comunidade UFRN e, assim, incrementar as atuais estratégias de gestão de resíduos, atuando na conscientização da comunidade e, portanto, na não geração dos resíduos de maneira preventiva. Ainda, esta pesquisa sugere que os designers de sistemas de Eco-Feedback devam atentar-se e pesquisar as interações diárias, desenvolvendo dispositivos que as suporte, investigando as dinâmicas envolvidas nas práticas diárias de consumo e, assim, transformando a realidade atual. Agradecimentos Os autores agradecem o apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e do CNPq pelas bolsas de Iniciação Científica concedidas aos alunos; aos demais docentes colaboradores do projeto, Professora Doutora. Luciana Figueiredo e Professor Doutor Frederico Araujo, bem 12/16

13 como seus bolsistas. Agradecem também à Sra. Eng. Marjorie F. S. Medeiros, da Divisão de Meio Ambiente da UFRN, por toda atenção e informações a nós dispensadas. 13/16

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16 Trigueiro, A. (2012). Mundo Sustentável 2 Novos Rumos para um Planeta em Crise. São Paulo: Editora Globo. 16/16

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