Relatório de atividades e contas do exercício de 2014

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1 lli tttrittt lìrrtlues - lt\l EMPRESA MUNICIPAL DE ESTACIONAMENTO DA FIGUEIRA DA FOZ Relatório de atividades e contas do exercício de 2014

2 lrigrtt'inr I'lurprt's - I';\l PRËSA MUNICIPAL DE Ë$TACIONAMËNTO DA FIGUËIRA DA FOZ Ind ice 1-Relatorio de atividade."..." 4 1"1 - Atividade..."."".""....."..."..." 4 1,2 - Receita de exploração......".."..., Gastos"."..."".."......""."." Investimentos "."."..."... B Eventos e Participações...,...". B Perspetivas futuras..."....."."... I Análise economica e financeira... "."."... I Froposta para aplicação dos resultados..."......" Nota final..."...".. "..." Contas do exercício de 2014 "..."".....1'1 2" 1- Demonstrações Financeiras Balanço Demonstração dos Resultados..."..."...""12 Demonstração dos Resultados por Naturezas em 31 de dezembro de Demonstração das Alterações no Capital Próprio."...13 Demonstração Individual das Alterações no Capital próprio no Período Demonstração Individual das Alterações no Capital Proprio no Período "..."" "4-Demonstração de Fluxos de Caixa."".." Anexo às Demonstrações Financeiras......, ldentificação da entidade...".,., Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras Principais politicas contabilísticas " Eases de apresentação.,......' Nota às demonstrações de fluxos de caixa......" Partes relacionadas..."...,......" Ativos fixos tangíveis e intangíveis:..." Rédi1o...,... ""."".."" Quantia de gastos com fornecimentos e serviços externos e outros gastos e perdas reconhecidos no período:...,... ""..."." Gastos com o Pessoal "..." O-Outros gastos e perdas..." Estado e Outros entes Públicos:..." "."..".."..."25 3j2 - Acréscimos e deferimentos...,..."..."...26 Refatórío de Atividades e Contas do exercício de 2OL4

3 EMPRESA MUNICIPAL DE ESTAGIONAMENTO DA FIGUEIRA DA FOZ 3.13-lnstrumentos financeiros:......" Capita1...,...." Acontecimentos após a data do balanço:...,... " Divulgações exigidas por diplomas legais:,,..."..,.28 Refatório de Atividades e Contas do exercício de 20L4

4 liigttt'ilrt l'irr\1ttt's. lì\l EMPRESA MUNICIPA[. DE E$TAGIONAMËNTO DA FIGUEIRA DA FOZ 1-Relatório de atividade Atividade A Figueira Parqueè, EM tem desenvolvido desde 2006 um serviço público de regulação e controlo do estacionamento, de um número considerável de parques dentro da área urbana, por forma a garantir a rotatividade de lugares de maior procura nas zonas de comércio e servíços. O desempenho da empresa está diretamente relacionado com o impacto da crise económica que o País atravessa, o que influencia a atividade e os seus resultados. Pela diminuição do poder de compra dos cidadãos em geral e pelo desemprego, as famílias restringem-se na utilização das viaturas o que implica uma redução acentuada na procura e ocupaçâo dos parques explorados pela Figueira Parques. Em Novembro de 2013 por proposta do Conselho de administração. do Hospital Distrital da Figueira da Faz, iniciou-se a exploração do parque de estacionamento deste hospital, o qual não veio trazer mais-valia em termos financeiros embora se tenha prestado um serviço público essencìal, conforme o já expresso pela administração daquela unidade. Após a'análise operacional do parque, visando o seu bom funcionamento, a meio do ano fizeram-se alterações no tarifário, de modo a baixar significativamente o custo para o utente, sem por em causa o resultado de ex p lora çã o. Em 2014 a empresa apresentou uma candidatura ao Programa Operacional Regional do Centro-Mais Centro, cujo contrato de financiamento já foi assinado em Dezembro passado; com esta candidatura a empresa poderá eventualmente ser reembolsada de ,1 5, relativamente ao investimento efetuado na Reabilitação do Parque da Avenida de Espanha. Esta verba não está garantida, dado a candidatura ter sido apresentada em "Overbooking". No final do ano, surgiram notícias publicadas em alguns órgãos de comunicação social que geraram confusão nos munícipes, quanto à legalidade da atuação da Figueira Parques. A situação ficou esclarecida através de um comunicado difundido igualmente através da imprensa. Nos últimos anos foram feitos muitos investimentos que, sem porem em causa a tesouraria da empresa, retiraram-lhe alguma capacidade de investir no melhoramento dos parques concessionados, situação essa que terá que ser revista durante o ano de A página da empresa na Internet está em funcionamento e nela já podem ser consultadas variadíssimas informações quer institucionais, quer de utilidade e apoio ao utente. R.elatório de Atividades e Contas do exercício de 2OL4 4

5 Figrntrira I nlurs - I{\l EIVIPRESA MUNICIPAL DE ESTACIOt'{AMENTO DA FIcUEIRA DA FOZ Receita de exploração Evolução da receita - CIDADE , , ,65 eí?la qe , , , , , , , , , , , , ,45 uv.ví ae ç,-z-z r 7^ r, v , , , ,60 apresentados têm IVA incluído à taxa de 23% 440.OOO,OO 420 0í)0.oo 4(]0,ooo,oo 3ao.ooo,oo 360.OOO,OO 34cl.OOO,OO 320.OOO,OO Totiì1,/lÌìÕs 2O1O -fotal/nìês 2O-[.]- Tôtâl/nìí:s ZOI-2 ï()t{tl,/rììilìs ZOt3 T()r.ìllnìC's ZO-14 Relatório de Atividades e Contas do exercício de 2Ot4

6 [ií rmtirl ['iu't[rt:s - lill EMPRESA MUNICIPAL DE ESTACICINA[I,IENTO DA FIGUEIRA DA FCIZ Receita - HDFF Mês Total/mês 2013 Total/mês 2014 Janeiro ,15 Fevereiro 4.337,85 Março 7.093,55 Abril 6.265,00 Maio 5.207,80 Junho 4.429,15 Julho 4.937,05 Agosto 3.555,60 Setembro 4.282,95 Outubro 2.020, ,30 Novembro 9.149, ,10 Dezembro 7.762, ,10 Total ano , Os valores apresentados têm IVA incluído à taxa de 23"/" , , , , ,00 "4*20I ,00 0,00 Como Íacilmente se veriíica no quadro relativo à exploração na cidade, o pior ano Íoi o de 2012,Íacïo que está diretamente relacionado com a crise que todos sentimos, o que iníluencia a utilização do automóvel bem como, estimula a procura de parques alternativos gratuitos que são em grande quantidade e, relativamente Derto das zonas concessionadas. Tem igualmente aumentado todos os anos o número de veículos que náo apresentam título de estacionamento válido ou inclusive não o têm. Este é um problema que o Conselho de Administraçáo procurou resolver, pois para além de ser injusto para quem cumpre, ainda acresce a ocupação abusiva e prolongada de lugares e contraria o pressuposto da rotatividade, E expectável que durante o início de 2015 seja assinado o protocolo com a Polícia de Segurança Pública, o que permitirá a Relatório de Atividades e Contas do exercício de 2OL4 6

7 lrigttt'it';t I'iìt't1ltt's - l,\l EMPRËSA MUNICIPAL DE ÊSTACIONAMENTO DA FIGUFIRA DA FOZ utilização de um dos seus parques de estacionamento para as viaturas rebocadas, a troco de uma reabilitação desse mesmo parque. Para Íacilitar o pagamento do estacionamento a Figueira Parques, Ëfu1 aderiu ao sistema "EOS PARKING" que permite ao utilizador pagar o seu estacionamento através do telemóvel de modo cómodo. Este conceito está ativo em mais nove localidades sendo algumas delas capitais de distrito. A explicação pormenorizada do seu funcionamento encontra-se na página da empresa na internet Gastos L Fornecimentos e servicos externos , ,93 Gastos com o pessoal , ,56 Outros gastos e perdas 2.337, ,35 Gastos de depreciação e de amortização , TotaI de Gastos "773,93 I ,p" (r" I Esta empresa pela sua natureza, apresenta gastos significativos nos Fornecimentos e Serviços Externos, Pessoal e Depreciações/amortizações. Nos FSE estão incluídos os gastos de gestão de exploração e a manutenção/reparaçâo dos parcómetros. Estas máquinas têm muito desgaste pelo simples facto de estarem expostas ao Sol e à aragem do mar. Refatório de Atividades e Contas do exercícío de 201,4 7

8 lfigtrt'iur I'r.lrtlttt's - l,\l EMPRESA MUNICIPAI. DË ESTAGIONAMËNTO DA FIGUEIRA DA FOZ O quadro de pessoal não teve qualquer alteração relativamente ao ano passado. O valor pago e menor porque uma das funcionárias está de baixa de gravidez. Quanto aos gastos de depreciação e de amortização nos investimentos efetuados, não foram aplicadas as taxas previstas no Decreto Regulamentar no de 14 de Setembro mas sim o prazo de concessão da exploração dos parques, dado que este é Ínferior, o que provocou um valor muito mais alto lnvestimentos No ano de 2014 a empresa não investiu em nada relevante para além da execução de marcas rodoviárias e aplicação de sinalização vertical nos parques de estacionamento concessionados Eventos e Participações Mantém-se as parcerias com o Município e a Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz. Sempre que estas entidades solicitaram, foram concedidas tolerâncias no pagamento de taxas de estacionamento em especial nos períodos festivos, bem como a oferta de "Vouchers" de estacionamento. Também foi concedido um donativo ao Corpo Nacional de Escutas-Agrupamento Perspetivas futuras Durante o ano de 2015ïicará operacional o parque de reboque de viaturas situado nas instalações da Polícia de Segurança Púbiica. Corn este parque não é intenção da Figueira Parques obter diretamente grandes lucros, mas sim garantir que os utentes dos parques passarão a pagar pelo usufruto dos lugares tarifados. Também neste ano a sede e os serviços administrativos da empresa, serão deslocalizados Bara o Mercado Municipal, Loja 29. Antes do Verão será construída uma área de serviço dedicada a autocaravanas para despejos e fornecimento de água potável no Parque da Avenida de Espanha. Em 2015 é imperioso a continuação da substituição de parcómetros e/ou partes dos mesmos que se encontram em mau estado de conservação, bem como a realização de pinturas no piso dos parques de estacionamento concessionados, pelos valores orçamentados. Relatório de Atividades e Contas do exercício de 2OL4 I

9 ljigttt'ilrt l';uïlu('s - l,\l 1"7 : Análise económiea e finanecira EMPRESA fuiunicifal DE H$TACIONAMËNTO ÜA FIGUËIRA DA FOZ No que respeita aos valores apresentados nas rubricas da Demonstração dos Resultados, relativamente ao ano de 2014, verifica-se que o volume de negócios da empresa registou um acréscimo de /o, quando comparado com o período homologo do ano transato. A rubrica de outros rendimentos e ganhos regista um valor de , dos quais 4.369,75 são referentes reversões de depreciações, efetuadas em anos anteriores por excesso. Os gastos com "fornecimentos e serviços externos" registaram um decréscimo de 7 "52Yo, face a Os "gastos com o pessoal" sofreram um decréscimo de 7.23o/o, quando comparado com 2013, peio motivo de uma funcionária estar de baixa prolongada a partir de julho de Os gastos de "depreciações e amortizações" sofreram um acréscimo de 38.96%, resultante da entrada em funcionamento do "Farque das Gaivotas" em julho de 2013 e do "Parque do Hospital Distrital da Figueira da Foz", em novembro também de A empresa apresenta um EBITDA muito bom e comparativamente ao ano anterior teve um aumento de 71,47o/o. O Ativo não corrente regista um decréscimo de 8.37% no final de 2014, relativamente ao período homólogo do ano anterior. Esta variação foi consequência do aumento nas amortizações e depreciações que implicam a redução nos ativos líquidos tangíveis e intangíveis. A diminuição ocorrida no Ativo Corrente está relaciona essencialmente, com o saldo das contas de Depósitos Bancários e Caixa à data de 31 de Dezembro de 2014, ser inferior a2013 no montante de ,01,e ao facto de à data de '13 a empresa ter crédito de IVA resultante dos investimentos efetuados naquele ano e ainda da regularização do saldo da Empark, Porlugal, que andava refletido nas outras contas a receber e a pagar e no ano de 2014 fez-se o acerto do saldo dessas contas. A rubrica do "Capital Próprio" regista um acréscimo de27.799,75, que se refere ao resultado líquido do exercício. O passivo da empresa regista o valor de , que representa uma diminuição de 70.58% no final de 2014, relativamente ao período homólogo do ano anterior. Esta diminuição no passivo, está relacionado em parte, com o pagamento de investimentos em ativos realizados em 2013 e cuio pagamento foi efetuado em Refatório de Atividades e Contas do exercício de 2A1,4 9

10 ËMPRESA tsmpre$a MUNICIPAL MUNIUIPAL DE Uh -^ Proposta para aplicação dos resul Neste exercício económico de 2O14, o Resultado Líquid (vinte e sete mil setecentos e noventa e nove euros e Administração propõe a seguinte aplicação: -Reservas Legais: 2.779,98 (dois mil setecentos e setenta e nove euros e noventa e oito cêntimos); -Resultados Transitados: ,77 (vinte e cinco mil e dezanove euros e setenta e sete cêntimos) Nota Íinal O Conselho de administração agradece as valiosas colaborações de todos que ao longo do ano se relacionaram direta ou indiretamente com a empresa, nomeadamente clientes, fornecedores e instituições bancárias. É intenção deste Conselho de Administração manter o excelente diálogo com as diversas entidades oíiciais, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública, Capitania do Porto da Figueira da Foz e a Administraçáo do Porto da Figueira da Foz, SA. Agradecemos também aos Senhores Acionistas toda a confiança que em nós depositaram ao longo do exercício de 2O14. Por Íim, um especial agradecimento a todos os colaboradores pelo empenho manifestado. Figueira dafoz,10 de Março de 2015 O Conselho de Administracão Relatório de Atividades e Contas do exercício de

11 lrigtttlit';t I'iu\;nt's l;\l EMPRES,A MUNIEIPAL DË HSTACIONAMËNTO DA FIGUEIRA DA FOZ 2. Contas do exereício de "1 - Demonstrações Finaneeiras Balanço Ealanço enr 3'l de dezernbro dc 2014 Rubricas ATIVO Ativo Não Corrente Ativos Fixos Tangíveis Ativos Intangíveis Ativo Corrente Estado e Outros Entes Públicos Outras Contas a Receber Deferimentos Caixa e Depósitos Bancários Total do Ativo CAPITAL PROPRIO E PASSIVO Capital Próprio Capital Realizado Reservas Legais Resultados Transitados Resultado Liquido do Período Total do Capital Próprio Notas Dez-14 DATAS Dez ,47 e 5.173, , , , , , ,53 Ao/o % -8.36% % % , % % , % , , , ,46 164j % 4.11% , % , % ,21C 3.89% Passivo Passivo Corrente Fornecedores Estado e Outros Entes Públicos Diferimentos Outras Contas a Pagar t , ,98 978, , , , , , % % % % Total do Passivo Total do e Passivo ,43 í % í o/o t\ação t I O Tecnico Oficial de Contas T solc (', fi < {-s íc' ç<tt} vidhdes e Contas do exercício de 2OL4 11.

12 ljigtrt,it'lt I'lrr\1Ìlt's - 1,.\l EMPRESA MUNICIPAL DE ESTACIONAMENTO DA FIGI.'EIRA DA FOZ 2"1.z-Demonstração dos Resultados Demonstração dos Resultados por Naturczas ern 3í de dezembro de 2014 RENDIMENTOS E GASTOS Vendas e Serviços prestados Fornecimentos e servicos externos Gastos com o oessoal Outros rendimentos e ganhos Outros gastos e perdas Flesultado antes de depreclação, gastos de finaneiamento e inrpostos Gastos/Reversões de depreciacão e de amoftização Fresu rtado ope raci ona r iilj;ï".:,rff:"-" Resultados antes de innpostos lmposto sobre o rendimento do período Notas 7 õ o PERIODOS Dez-14 Dez-í , , ,66-211,584, ,24-67"366, , , ,35 L% 10.16% -7.52% -7.23% To 85.31% , V% , % "26 Í0.254, í,/0 35, " % , , /o Resultado lísuido do oeríodo 27.V % O Técnico Of icial de Contas :"-' -,r[q( 'fler : C,r;"tte'l 1 Renatórío de Atividades e Contas do exercício de 2AL4 L2

13 liigtrtrit'lt I'lu\;ur,'s - lj\l EMPRESA MUNICIPAL DE ESTACIONAMFNÏO DA FIGUËIRA DA FOZ 2.{-3-Demonstração das Alterações no Capital Próprio Demonstração Individual das Alterações no capital próprio no Período 2013 DEscRrçÃo Notas Capita PróprÍo atribuído aos detêntores do capital da empresa-mãe Capital t{eservas Kesurlaoos l{esuttâoo Total rêalizado legais transitados líquido Total do Capltal Próprio Posição no inicio do periodo 01,Jan í4.000, ,75Ê. 1t4.620, ,í 't5, ,23 C Alterações no periodo Primeira adoçâo do novo referencial contabilístico Ajustamentos por impostos diferidos Outras alteraçòes reconheciclas no Capital Próprio 1.053, , ,13 1 nca7l Ê 9.483, ,13 Resultado Liquido do Período Resultado Integral 7.493, , , , , ,98 Posição no fim do periodo 31.De2.20' , ,4É 164.í03, , ,92 Ê ,92 G Demonstração lndivldual das Alterações no Gapital Próprio no Período 2014 DEscRrçÃo Notas Caplta Próprio atrlbuído aos detentores do capltal da empresaflãe 9aPr(al Keseryas Kesuftaqos Kesu taoo Total realizado legaís transitados líquido Total do Capital Póprio Posição no inicio do peííodo 0í.Jan , í03, , ,92 E Alterações no período Primeira adopção do novo referêncial contabilístico Ajustamentos por impostos diferidos Outfas alterações reconhecidas no Capital PrópÍio , , , ,98 Resultado Liquido do PerÍodo Resultado Inlegral ç, E Posição no Íim do peíiodo 31.De s't , C ice,oficial de ConLas e( r{ ees (h, r-<:+-!a flo de Atividades e Contas do exercício de 2Ot4 13

14 lrigttt'irir l'itt\1ttt's - l1\l EMPRESA MUNICIPAL DE ESTACIONAMENTCI DA FIGUEIRA DA FOZ 2"1"4-Demonstração de Fluxos de Caixa RUBRICAS NOTAS Dez-l4 PERIODOS Dez-í3 Fluxos de caixa das atividades operacionais - método direto Reeebimentos de cllentes Pagamentos a fornecedores Pagamentos ao pessoal Caixa gerada pelas operações Pagamento/recebimento do irnposto sobre o rendirnento Outros reeebimentos/pagannentos Fluxos de caixa das atividades operacionais (1) Fluxos de caixa das atividades de investimento Pagarnentos respeitantes a: Ativos fixos Ìntangíveis Investimentos em curso Recebimentos provenientes de: Investimentos Íinanceiros Fluxos de caixa das atividades de investimento (2) Fluxos de caixa das atividades de financiamento Recebimentos provenientes de: RealizaçÕes de capital e de outros instrumentos de capital próprio Pagarnentos respeitantes a: Financiamentos obtidos Juros e gastos similares Fluxos de caixa das atividades de Íìnanciamento (3) 4s6.356, ,í , , , , , , , , , O40, , , ,15 Variação de caixa e seus equivalentes ( Efeito das diferenças de câmbio Gaixa e seus equivalentes no início do período Gaixa e seus equivalentes no firn do período , , , s ,88 O Tecnico Oficial de Contas i."(e( $ qo*s CL c"ç<t \.. \..-: Refatório de Atividades e Contas do exercício de 2OI4 L4

15 FMPRESA M{JNICIPAL DF ESTATIONAMENTO DA FIGUEIRA DA FOZ 3. Anexo às Demonstrações Finaneeiras 3"1 - ldentificação da entidade A FIGUEIRA PARQUES-Empresa Municipal de Estacionamento da Figueira a Foz, EM é uma Ëntidade Empresarial Municipal, cujo capital é detido em70,04yo pelo fulunicípio da Figueira dafoz, detendo a Ëmparque - Empreendimentos e Exploração de Parqueamentos, SA os restantes 29,96% tendo sido constituída em 23 de Setembro do ano de Sede Social: Cais da Alfândega, no18l2o, Figueira da Ëoz. A principal atividade da empresa é a instalação, gestão e fiscalização do estacionamento público urbano no Concelho da Figueira da Foz Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras anexas foram preparadas no quadro das disposições em vigor em Portugal, efetivas para os exercícios iniciados em I de Janeiro de 2010, em conformidade com o Decreto-Lei no 158/2009, de 13 de Julho, e de acordo com a estrutura conceptual, normas contabilísticas e de 'relato financeiro ('NCRF") e normas interpretativas ("N1") consignadas, respetivamente, nos avisos A09, 15655/2009 e 15653/2009, de 27 de Agosto de 2009, os quais, no seu conjunto constituem o Sistema de Normalização Contabilístico ("SNC"). De ora em diante, o conjunto daquelas normas e interpretações serão designadas genericamente por "NCRF" Principais políticas contabilísticas Bases de apresentação As demonstrações financeiras anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, a partír dos livros e registos contabilísticos da Empresa mantidos de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro. a) Ativos fixos tangíveis Bases de mensuração usadas para determinarem a quantia escriturada bruta Os ativos fixos tangíveis encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzidos de depreciações acumuladas, calculadas de acordo com a vida útil estimada. Métodos de depreciação usados: R.efatório de Atividades e Contas do exercício de 2OL4 15

16 lrilttt'it'lr l',r r 1fi t's l,\l PRFS,A I1JUNIÇIPAt ü]h Ë.qïAüIONAMENTO DA FIGUËIRA DA FOZ Os ativos fixos tangíveis íoram depreciados utilizando o método das quotas constantes, atendendo à legislação em vigor. Vidas úteis ou as taxas de depreciação usadas; O órgão de Gestão estima que não existem divergências entre a vida útil dos bens e a taxa máxima definida pela legislação em vigor, pelo que as taxas de depreciação utilizadas foram as seguintes: Ativos Fixos TangÍveis: entre 12,5o/o e 25% de acordo com a natureza do bem e da vida útil/tempo de exploração esperado. Nos casos em que a vida útil segundo o Decreto-Lei é inferior ao Brazo da concessão, a depreciação é calculada de acordo com o Decreto-Lei" Registou-se uma reversão de depreciações no ativo fixo tangível, no valor de 4.369,75, por ter verificado que em anos anteriores, existiram depreciações na rubrica de equipamento básico, superiores ao valor de aquisição desse bem. Ativos fixos intangíveis; Conforrne o disposto no Decreto-Lei no 158/2009, de '13 de Julho foiaplicada supletivamente a IFRIC 12- Acordos de Concessão e a SIC 29-Divulgação-Acordos de Concessão de Serviços. Os Ativos Intangíveis cornpreendem, essencialmente, as despesas incorridas em projetos específicos com valor económico futuro e encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido das amortizações acumuladas e perdas de imparidade. Os ativos intangíveis apenas são reconhecidos se Íor provável que dos mesmos advenham benefícios económicos futuros para a Empresa, sejam controlados pela Empresa, identificáveis e o respetivo valor possa ser medido com fiabilidade. As despesas incorridas na fase de pesquisa de um projeto interno são reconhecidas de imediato como gasto quando incorridas. As despesas incorridas na fase de desenvolvimento são reconhecidas como ativo intangível quando é demonstrável, nomeadamente: - A viabilidade técnica de concluir o ativo intangível a fim de que esteja disponível para venda ou uso; - A intenção e capacidade de concluir o ativo, usá-lo ou vendê-lo; - A existência de benefícios econórnicos futuros; - A capacidade de mensurar fiavelmente os dispêndios que lhe estão relacionados. Ativos intangíveis - atividade concessionada A sociedade celebrou com a Câmara Municipal da Figueira da Foz um "Contrato de concessão do fornecimento, instalação e exploração de parquímetros coletivos nas zonas de estacionamento de duração limitada na cidade da Figueira da Foz" por um período de vinte anos, com início em 23 de Setembro de Os ativos intangíveis relacionados com as atividades desenvolvidas ao abrigo do contrato de concessão ou direitos de superfície revertem, sem qualquer compensação, para a entidade Concedente no final do respetivo prazo de concessão. Estes bens estão sujeitos ao regime de domínio público, sendo administrados pela Empresa, não se encontrando disponíveis para comércio privado. R.elatório de Atividades e Contas do exercício de 2OL4 15

17 li'igttt'int I'ltt't1ttt's - l,\l EMPRESA MUNICIPAL DE ESTACIONAMËNTO DA FIGUEIRA DA As amortizações dos ativos da atividade concessionada são calculadas com base no método de cálculo linear e duodecimal (quotas constantes) durante o período do contrato de concessão, a partir do momento em que os mesmos estejam aptos a entrar em funcionamento. Quantia escriturada bruta e depreciação acumulada no início e fim do período, mostrando as adições, as revalorizações, as alienações, os ativos classificados como detidos para venda, as amortizações, as perdas de imparidade e suas reversões e outras alterações: b) EspeciaNização dos excreíeios Os gastos e rendimentos são reconhecidos no período a que dizem respeito, de acordo com o principio da especialização de exercícios, independentemente da data/momento em que as transações são faturadas. Os gastos e rendimentos cujo valor real não seja conhecido são estimados. Os gastos e rendimentos imputáveis ao período corrente e cujas despesas e receitas apenas ocorrerão em períodos futuros, bem com as despesas e receitas que já ocorreram, mas que respeitam a períodos futuros e que serão imputados aos resultados de cada um desses oeríodos. pelo valor que lhes corresponde, são registados nas rubricas de diferimentos. c) lmposto sobre o rendimento O imposto sobre o rendimento corresponde à soma dos impostos correntes com os tmpostos diferidos. Os impostos correntes e os impostos diferidos são registados em resultados, salvo quando os impostos diferidos se relacionam com itens registados diretamente no capital próprio. Nestes casos os impostos diferidos são igualmente registados no capital próprio. O imposto corrente sobre o rendimento é calculado com base no lucro tributável do exercício. O lucro tributável difere do resultado contabilístico, uma vez que exclui diversos gastos e rendimentos que apenas serão dedutíveis ou tributáveis em exercícios subsequentes, bem como gastos e rendimentos que nunca serão dedutíveis ou tributáveis de acordo com as regras fiscais em vigor. Os impostos diferidos referem-se às diferenças temporárias entre os montantes dos ativos e passivos para efeitos de relato contabilístico e os respetivos montantes para efeitos de tributação, bem como os resultados de benefícios fiscais obtidos e de diferenças temporárias entre o resultado fiscal e contabilístico. São geralmente reconhecidos passivos por impostos diferidos para todas as diferenças temporárias tributáveis. 6ão reconhecidos ativos por impostos diferidos para as diferenças temporárias dedutíveis, porém tal reconhecimento unicamente se verifica quando existem expectativas razoáveis de lucros fiscais R.efatório de Atividades e Contas do exercício de ZOI4 L7

18 é***'' lrigtttrir';r I'lìt't;ut's l,\l EMPRESA MUNICIP futuros suficìentes para utilizar esses ativos por impostos diferidos. Em cada data de relato é efetuada uma revisão desses ativos por impostos diferidos, sendo os mesmos ajustados em função das expectativas quanto à sua utilizaçâo futura. Os ativos e os passivos por impostos difericlos são mensurados utilizando as taxas de tributação que se espera estarem em vigor à data da reversão das correspondentes diferenças temporárias, com base nas taxas de tributação (e legislação fiscal) que estejam formalmente emitidas na data de relato. A compensação entre ativos e passivos por impostos diferidos apenas é permitida quando: (i) a Empresa tem um direito legal de proceder à compensação entre tais ativos e passivos para efeitos de liquìdação; (ii) taìs ativos e passivos se relacionam com impostos sobre o rendimento lançados pela mesrna autorídade fiscal (i) e (iii) a Empresa tenn a intenção de proceder à compensação para efeitos de liquidação. d) Ativos e passivos financeiros Ativos e passivos financeiros ao custo Os ativos e passivos financeiros são mensurados ao custo deduzido de perdas de imparidade, ouando: - a maturidade está previamente definida; - tem reembolsos definidos; e - não constitui ou integra um instrumento financerro. Os ativos e passivos reconhecidos pelo custo deduzido das perdas de imparidade incluem: - Outras contas a receber: - Fornecedores; - Outras contas a pagar. É testada a sua imparidade na data de cada relato financeiro e quando existe evidência objetiva de que, como resultado de um ou mais eventos após o seu reconhecimento inicial, os seus fluxos de caixa futuros estimados são negativamente afetados. Para os ativos financeiros mensurados ao custo de aquisição, a perda por imparidade reconhecida corresponde â diferença entre a quantia escriturada do ativo e a melhor estimativa do justo valor do ativo- As perdas por imparidade são reconhecidas na demonstração de resultados na rúbrica de "perdas por imparidade" no período em que são determinadas. Posteriormente, se o montante da R.efatório de Atividades e Contas do exercício de 2OL4 t_8

19 liìgttt'it'iì I'ittrlttt's - lt\l :ÉMPRESA MUNIGIPAL DE E$TACIONAMENTO na FIGUEIRA DA FOZ t, perda por imparidade diminuir e essa diminuição se deve objetivamente a um evento que ocorreu apos o reconhecimento da mesma, deve ser revertida afetando os resultados do período. Reversões de perdas por imparidade são reconhecidas na demonstração de resultados na rúbrica de "reversões de perdas de imparidade. e) Gaixa e seus equivalentes lnclui numerário, depósitos bancários, depósitos a prczo e outras aplicações de tesouraria com maturidade inferior a três meses e liquidez imediatamente, sem risco significativo de alteração da sua valorização" f) Frovisões, passivos contingentes e ativos contingentes Provìsões São reconhecidas provisões apenas quando a Empresa tem uma obrigação presente (legal ou ìrnplícita) resultante de um acontecimento passado, é provável que para a liquidação dessa obrigação ocorra uma saída de recursos e o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. O montante reconhecido das provísões consiste no valor presente da melhor estimativa na data de relato dos recursos necessários para liquidar a obrigação. ïal estimativa é determinada tendo em consideração os riscos e incertezas associados à obrigação. As provìsões são revistas na data de relato e são ajustadas de rnodo a refletirem a melhor estimativa a essa data. Passìvos contingentes Os passivos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras, sendo divulgados sempre que a possibilidade de existir uma saída de recursos englobando benefícios económicos não seja remota. Ativos contingentes Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras, sendo divulgados quando for provável a existência de um influxo económico futuro de recursos. Reüatónio de Atividades e Contas do exercício de

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