O Abraço. Projeto Cultural do Instituto Foco

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1 O Abraço

2 Objetivos do : A- Desenvolver conceitos, palestras, workshops e atividades cênicas sob o tema acima, com base na obra escultórica O Abraço, descrita e ilustrada abaixo: B- Aplicar estes conceitos em atividades cênicas, obras plásticas e fotografia onde seus desdobramentos se evidenciem. C- Aplicar estes conceitos em ações sociais responsáveis, integrativas e sustentáveis com centralidade em arte, através de exercícios e dinâmicas de grupo, propostas artísticas, oficinas, etc. D- Documentar o processo e o resultado destas ações, expô-las através das diveras mídias e avaliar o impacto delas nas comunidades envolvidas e sua repercursão multimidiática e de sua disseminação.

3 Processo: Todo o trabalho aqui proposto se baseia na obra O Abraço que servirá de tema de palestras e workshops com a sociedade, nas empresas, intituições etc., com vistas ao desdobramento e multiplicação de olhares e releituras da obra e abertura de espaços para fruição pública, pessoal e coletiva da curadoria a ser implantada pelos membros do com base em imagens fotográficas e peças pictóricas e escultóricas desenvolvidas a partir desse processo.

4 Descrição: A obra O Abraço consiste em um recorte determinado em um suporte plano, de forma a permitir seu tensionamento, criando na obra, agora em três dimensões, uma interpenetração de suas partes de maneira a evocar a imagem de duas figuras se abraçando, como nas imagens anexas.

5 Evocação Poética: O Abraço é uma escultura construída pelo recorte de um plano. É um plano que abraça o espaço. É um contato do recorte da matéria com uma idéia. Um recorte que possibilita a união. A união do abraço, em múltiplos materiais, do papel ao ouro, do cobre ao aço, é um convite para o simples, para a idéia do que simplesmente é: um encontro entre seres.

6 Conceito de O Abraço : fundamentos do olhar sobre um envolvimento essencialmente inclusivo. Plasticamente, o abraço em si, é a ocupação dos espaços vazios de um corpo pela materialidade de outro. Cheios e vazios interrelacionam-se nesta interpenetração, criando uma função interna que justifica, por si, sua presença como tema das artes visuais e cênicas. A expressividade, que carrega de significado o ato de abraçar, em si, a relação eu / outro, o sentimento que a envolve, as emoções que provoca entre as partes e perante terceiros, as diferentes modificações e reações corporais, metabólicas e bioquímicas que gera, se pensarmos cada corpo, internamente, assim como, por outro lado as implicações sociais do abraço, os seus limites e limitações, cada um em função de cada qual, ou mais especificamente: o abraço de mãe, entre pais e filhos, dos casais, dos amantes, de estranhos, segundo o gênero, número, etc., extrapolam e transcendem clichês e preconceitos. Nas sociedades modernas, o abraço é, a um só tempo, portal de comunicação com o mundo e metáfora de adesão: ser partidário é abraçar uma causa, uma idéia, um ideal, bem como contra-símbolo do que nos falta como espécie animal e que, gritantemente, é irracional: sua ausência que exclui o outro e que nos torna competitivos e territoriais quando excludentes, egocentrados, etc.

7 Reflexões: O Abraço, a obra aqui apresentada pelo, propõe-se a provocar não só a reflexão sobre um comportamento social de todos os tempos, como ressaltar o significado de sua ausência, por sua aplicação como fato social, pessoal, humano e natural, já que este comportamento é comum em muitas outras espécies. O artista Odilon Cavalcanti pretende criar, com esse trabalho, uma adesão comportamental inclusiva, procurando gerar uma corrente de solidariedade em torno de objetivos possíveis de serem simbolicamente alcançados com o uso de técnicas de moderação grupal, arquitetura social e cultural e através da Internet como plataforma de articulação, divulgação e atuação virtuais, da WebArt.

8 O Abraço como ícone de todas as inclusões: Mais do que apenas uma escultura, um objeto, O Abraço se propõe a ser um ícone de inclusão de todas as formas de pensamento, esforço e comportamento inclusivo: afetivo, familiar, social, econômico, digital, de gênero, étnico, ético, estético, amoroso, etc. Assim, ele se presta a criar um guarda-chuva perfeito, não só para todo o pensamento que tenha a inclusão como fundamento, como para solidificar um conceito global de inclusão do qual, qualquer que seja a vertente em questão, todas as inclusões são parte. Este conceito é capaz de aproximar esforços os mais aparentemente díspares, gerando um sentimento de pertença que reforça a união de todos que se dispõem a apoiar, mobilizar e defender causas inclusivas e solidárias. Adotar o abraço como ícone, é, neste contexto, inscrever-se numa epifania do possível, numa transcendência que une, senão opostos, os diversos, trazendo um sentido de riqueza da própria diversidade através do simples, do único, do uno.

9 Palestras, Workshops e Oficinas: O abraço, como comportamento natural, encontrado, inclusive, em outras espécies, além do ser humano, é, provavelmente, mais velho que a própria humanidade. Esse fato, no entanto e muito pelo contrário, não o esvazia de significado e, até mesmo, o torna ainda mais relevante numa sociedade onde as pessoas se isolam e distanciam cada vez mais. Neste contexto, a reflexão, a procura do real valor que ele passa a apresentar para a maioria das pessoas, suas implicações biológicas e hormonais, onde é reconhecido p/.expl., como um ativador de citocina,um dos principais responsáveis pelo estímulo da lactação na parturiente. Seu valor como parte de processos inclusivos de pessoas com distúrbios pós-traumáticos, autismo, etc., permitem-nos ampliar e universalizar práticas e métodos de dinâmica de grupo e inclusão social, onde ele entra como centralidade. Estas práticas são objeto de estudo dos artistas e base para palestras e workshops onde a contextualização do assunto na História da Arte, e as dinâmicas de sensibilização dos sentidos, deverão compor uma agenda de trabalho, em perfeita sintonia com os artistas, que permita que se construa uma grade de reflexões que agreguem à Empresas, Instituições e Grupos de Estudo, Ongs, etc; um cabedal de informações e exercícios corporais integrativos e de alto poder curativo e regenerativo no âmbito das Relações Humanas e sociais, ao mesmo tempo que o assunto vai sendo ventilado e discutido com os mais variados segmentos da sociedade, criando assim um espelho reflexivo de saberes e contextualizando aplicações, significados e valores para a sua adequação na sociedade como fato, processo e signo da arte. Este processo de construção de conceito e divulgação de idéias e ideais é, acreditamos, inclusivo como a própria idéia do abraço. Uma agenda própria desses eventos virá a ser proposta no tempo apropriado.

10 Responsabilidade social, auto-estima e solidadriedade: O projeto, que objetiva espaço e mobilização social suficiente pelo promoverá, através de uma arquitetura cultural socialmente projetada para tanto, com base nos métodos desenvolvidos ao longo de mais de 30 anos de trabalho socialmente responsável e sustentável que os artistas do desenvolvem, tanto em s Sociais que exercem como consultores metodológicos e curadores de outras organizações e entidades diversas, quanto num projeto de adequação das metodologias, palestras, workshops, oficinas, etc., utilizando-se das dinâmicas de grupo que se fizerem necessárias perante o perfil e os objetivos do grupo a ser trabalhado,formulando, com base em propostas artísticas, algoritmos culturais que construam um fazer coletivo que permitam reforçar a auto-estima dos membros do grupo, a solidariedade e espírito de pertença e sentido como base de Desenvolvimento Humano, com centralidade em Arte.

11 Exposição: Para marcar o lançamento do, será realizada uma exposição de fotos onde a obra O Abraço será o personagem principal e onde a escultura contracena com os mais diversos aspectos da Inclusão, pelo olhar e registro fotográfico de Malouh Gualberto, do, companheira de Odilon Cavalcanti, autor da obra. Esta proximidade entre os artistas torna o abraço um elo ainda mais forte e expressivo, imantando semanticamente, processo e mostra, de maneira que esta adquire um valor onde o abraço e o ato de abraçar podem expressar a sua natureza intrínseca em toda sua plenitude. A escultura estará presente na mostra, não só nas fotografias e no tema, mas em duas versões tridimensionais: a primeira delas como a personificação da versão, ou das versões usadas como objeto referencial nas fotos e uma segunda, de grande formato a ser alocada na entrada da galeria como ícone da própria mostra, ao unir, em ambos os lados da peça, as principais técnicas dos dois artistas: a pintura e a fotografia, ambas linguagens que se aplicam, por definição a suportes planos, mas que se unem, aqui, numa obra conjunta de artes bidimensionais que se projetam na tridimensionalidade.

12 : O principal núcleo de atuação socioambiental e artístico do é formado por um casal que divide a vida por mais de 35 anos. Ele, o artista plástico e artista gráfico Odilon Cavalcanti é curador e criador de metodologias de inclusão cultural e social com centralidade em arte. Ela, Malouh Gualberto é Ecofotógrafa e tem desenvolvido práticas e metodologias de sensibilização dos sentidos, com vistas a imersão de grupos em biomas naturais. Pela primeira vez trabalhando criativamente, como artistas, num só, abrem-se neste momento à exposição pública de seus métodos, sistemas e dinâmicas, procurando com isso uma interface onde o outro, como num abraço, constrói o sentido do self. É a percepção da importância e do grau de especialidade deste momento que os levaram a buscar, fora do seu próprio atelier e do convívio habitual do dia-a-dia, uma renovação: o mergulho num ambiente novo onde atuem como equipe, criando assim, a possibilidade de se abrirem novas portas e conexões com o saber já adquirido, propondo um espaço onde a criação pode acontecer além de qualquer expectativa. Apesar de irem para este mergulho cada um com seu olhar amadurecido e seus fazeres claramente definidos, são, no entanto, convergentes num mesmo objetivo: ambos buscam, além do abraço que já os une, abraçar o mundo que se lhes apresenta. Cada um dos dois têm, dentro da perspectiva de Coletivo, suas tarefas metas e linguagens definidas, capacidades, talentos e motivações próprias, mas a consciência dos objetivos e da importância do compartilhamento de processo, meios e oportunidades, faz com que se justifiquem, ao permitir que suas vidas tenham um sentido comum: como num abraço.

13 O Abraço e comunicação Acumulativa. O O Abraço é uma estratégia de inserção na sociedade, através da Arte, de conceitos, idéias, ideais e imagens onde, como vimos, há um processo que começa com discussões de grupos, (nível de idéia) geração de comportamento (nível de ideal) expressividade cênica(nível corporal) disseminação (nível imagético), e finalmente, a sedimentação,(nível de incorporação) como patrimônio cultural imaterial, etc. Nesta última fase, a sedimentação se fará através da implementação de imagem, produtos, serviços e marcas num planejamento de mídia onde os diversos segmentos serão atingidos através de uma grade de licenciados que vão acelerar e promover a incorporação dos conceitos por parte destes segmentos. Estes produtos estarão presentes em cada fase do processo de implementação do, adequando públicos, conceitos, utilização pragmática, ideologia, importância e proximidade com o segmento, etc. Brindes, peças promocionais,anúncios, banners dos eventos, disseminação viral via internet, sites e processos multimidiáticos, de rp, etc., serão utilizadas com base numa orquestração cujos maestros serão os próprios membros do. Cada etapa será programada para gerar recursos para as atividades seguintes, permitindo crescimento proporcional à capacidade de captalização e produção com controle de qualidade, foco e avaliação de retorno e projeção econômica.

14 O Abraço e comunicação eletrônica e viral. A obra foi criada e construída a partir de uma superfície plana que sofre um recorte específico, cujo desenho, por sua vez, permite o tensionamento até a forma final proposta pelo artista, podendo, portanto ser costumizada e impressa à distância ), etc. Essa possibilidade permite a disseminação da obra como objeto de troca à distância, independentemente de diferenças lingüísticas, gerando assim a possibilidade de utilização expressiva onde o emitente pode agregar valores, imagens, etc., personalizando o conteúdo expressivo que deseja enviar ao receptor.

15 Informações Técnicas: O Abraço Contato: Odilon Cavalcanti Tel: Cel.: Mails: e Site: Contato: Malouh Gualberto Tel: Cel.: Mails: Site: Pintura e escultura: Odilon Cavalcanti Fotografias: Malouh Gualberto Montagem: Arq. Cézar. A. Fedato Instalações: Rotec Organização: Arte Hoje Ass. Jurídica: Handro advogados associados Um :

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