Diagnose do estado nutricional de plantas de Milho

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diagnose do estado nutricional de plantas de Milho"

Transcrição

1 UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos Diagnose do estado nutricional de plantas de Milho Prof. Fernanda Basso

2 Métodos de diagnóstico Diagnose Visual Diagnose Foliar

3 Diagnose visual Consiste em se comparar visualmente o aspecto (coloração, tamanho, forma) da amostras (planta, ramos, folhas) com o padrão. Folha órgão que melhor reflete o estado nutricional da planta (ocorre os principais processos metabólicos). Sintoma visual é o ultimo passo de uma série de problemas metabólicos, irreversíveis quando aparecem a produção já foi comprometida. Falta ou excesso de nutriente 1. alteração molecular 2. lesão subcelular 3. alteração celular 4. modificação no tecido 5. manifestação visível.

4 Indicações práticas Sintomas parecidos com os nutricionais Insetos Doenças Climático Físicos do solo (compactação, alagamento). Toxidez por produtos químicos (agrotóxicos)

5 Indicações práticas Generalização do sintoma Sintoma visual de origem nutricional generalizado em todas as plantas da gleba não em uma outra planta ou em reboleira.

6 Indicações práticas Características do sintoma nutricional Simetria ocorrem de maneira simétrica na folha e entre folhas do mesmo par ou próximas no ramo aparecem independente da face de exposição da planta.

7 Indicações práticas Características do sintoma nutricional Gradiente refere-se as diferenças de coloração entre folhas velhas e novas do ramo devido a redistribuição dos nutrientes na planta.

8 Indicações Práticas Característica do sintomas Gradiente Nutriente móvel em condições de carência a planta promove sua remobilização das folhas velhas para folhas novas ou frutos sintomas se manifestam nas folhas velhas. Nutrientes pouco móveis e imóveis sintomas ocorre, nas folhas novas. Nutrientes Redistribuição Sintomas visuais de deficiência ocorre em: N, P, K e Mg Móveis Folhas velhas S, Cu Fe, Mn, Zn e Mo Pouco móveis Folhas novas B e Ca Imóveis Folhas novas e meristemas

9 Indicações Práticas Alguns nutrientes promovem sintomas parecidos N e S clorose no limbo foliar

10 Indicações Práticas Alguns nutrientes promovem sintomas parecidos Mg e Mn clorose internerval

11 Indicações Práticas Alguns nutrientes promovem sintomas parecidos K e Ca clorose e posterior necrose dos bordos das folhas.

12 Chave geral para identificação dos sintomas de deficiências ou excessos Folhas ou órgãos mais velhos N e Co (-) Clorose geral uniforme. P (-) Cor verde azulada com ou sem amarelecimento das margens. K (-) Clorose e depois necrose das pontas Mg (-) Clorose internerval seguida ou não da cor vermelha Cl (-) Murchamento, clorose e bronzeamento. Mo (-) Clorose uniforme, manchas pardas internervais, encurvamento do limbo.

13 Chave geral para identificação dos sintomas de deficiências ou excessos Folhas ou órgãos mais velhos Al (+) Cor verde azulada com ou sem amarelecimento das margens. Mn (+) Pontuações pequenas e pardas perto das nervuras, coalescência, encarquilhamento e clorose, internódios curtos. B (+) Clorose mosqueada e manchas secas perto da margem. Cu (+) Manchas aquosas e negras entre as nervuras

14 Chave geral para identificação dos sintomas de deficiências ou excessos Folhas ou órgãos mais novos Ca (-) Murchamento das folhas, colapso do pecíolo, clorose marginal, mancha nos frutos e morte das gemas. S (-) Clorose uniforme. B (-) Folhas menores e deformadas; morte da gema, encurtamento de internódios, superbrotamento de ramos, suberização de nervuras e fendas na casca. Cu (-) Murchamento, cor verde azulada, deformação das folhas, encurvamento dos ramos, deformação das folhas; exsudação de goma. Fe (-) Clorose, nervuras em reticulado verde e fino. Mn (-) Clorose, nervuras em reticulado verde e grosso. Zn (-) Lanceoladas, clorose internerval, internódio curto, morte de gemas ou região de crescimento. Ni (-) Necrose nas pontas.

15 Sintomas de deficiência na cultura do milho N Folhas mais velhas amareladas e com um V esbranquiçado ao longo da nervura principal, espigas deformadas na ponta.

16 Sintomas de deficiência na cultura do milho P Folhas velhas arroxeadas perto das margens. Tons de roxo no colmo, má granação.

17 Sintomas de deficiência na cultura do milho K folhas velhas com clorose, necrose e dilaceração das margens; espigas deformadas; colmos finos; sistema radicular fraco (acamamento).

18 Sintomas de deficiência na cultura do milho

19 Sintomas de deficiência na cultura do milho S Folhas novas amareladas.

20 Sintomas de deficiência na cultura do milho B Faixas alongadas aquosas ou transparentes que depois ficam brancas ou secas nas folhas novas, o ponto de crescimento morre; baixa polinização; quando as espigas se desenvolvem podem mostrar faixas marrons de cortiça na base dos grãos. Espigas com falhas na granação.

21 Sintomas de deficiência na cultura do milho Zn Internódios curtos; região de crescimento esbranquiçada, folhas com estrias brancas e tons arroxeados.

22 Limitações da diagnose visual Método é possível apenas quando os sintomas de deficiência se manifestam visualmente perda inevitável de produção. Método é qualitativo permite o diagnostico do nutriente limitante mas não estabelece doses para sua correção. Exige bastante experiencia para se detectar a deficiencia. Não permite o diagnostico de deficiencias multiplas (mascramento dos sintomas típicos). Confusão de sintomas de origem nutricional e não nutricional.

23 Diagnose Foliar Método em que se analisam os teores dos nutrientes em determinadas folhas. A utilização da análise do tecido vegetal como critério diagnóstico baseia-se na premissa de existir uma relação bem definida entre o crescimento e a produção das culturas e o teor dos nutrientes em seus tecidos.

24 Diagnose Foliar Tem sido utilizada nas seguintes situações a) Avaliação do estado nutricional e probabilidade de resposta às adubações; b) Verificação do equilíbrio nutricional; c) Constatação da ocorrência de deficiências ou excessos de nutrientes; d) Acompanhamento, avaliação e ajuda no ajuste do programa de adubação; e) Ocorrência de salinidade elevada em áreas irrigadas ou cultivos hidropônicos. Deve-se salientar que o uso da análise de tecidos torna-se mais importante no caso dos micronutrientes, considerando a carência de valores de referência para interpretar seus teores no solo e a falta de padronização dos métodos analíticos empregados para sua determinação no solo.

25 Diagnose Foliar Os teores adequados (níveis críticos) podem variar com a idade da folha e da planta em função da redistribuição Com o aumento da idade da folha Tendência dos teores dos nutrientes moveis diminuírem devido a migração para outros órgão. Nos nutrientes imóveis e pouco moveis tendência de aumento nos seus teores devido o acumulo.

26 Amostragem A amostragem deve ser realizada em talhões homogêneos após o aparecimento da inflorescência feminina retirando-se folhas de posições definidas da planta. Folha oposta e abaixo da espiga. Normalmente recomenda-se a coleta de 30 folhas por hectare ou talhão homogêneo. Não se deve coletar amostras quando, nas semanas antecedentes, fez-se uso de adubação no solo ou foliar, aplicaram-se defensivos ou após períodos intensos de chuva.

27 Amostragem Coletar em área homogênea (zigue-zague); Evitar plantas próximas a estradas e carreadores com sinais de ataque de pragas; Não misturar folhas de variedades diferentes.

28 Níveis críticos Se o teor do nutriente apresentar um valor igual ou ligeiramente superior ao nível critico do padrão considera-se que a cultura esteja bem nutrida com o nutriente em questão. Se o teor de nutriente estiver abaixo considera-se que a planta poderá apresentar problemas nutricionais.

29 Níveis críticos N 27,5 a 32,5 g/kg P 2,5 a 3,5 g/kg K 17,5 a 22,5 g/kg Ca 2,5 a 4,0 g/kg Mg 2,5 a 4,0 g/kg S 1,5 a 2,0 g/kg

DIAGNOSE DO ESTADO NUTRICIONAL DAS PLANTAS

DIAGNOSE DO ESTADO NUTRICIONAL DAS PLANTAS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) A DISTÂNCIA FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS NO AGRONEGÓCIO DIAGNOSE DO ESTADO NUTRICIONAL DAS PLANTAS Valdemar Faquin Universidade Federal de

Leia mais

NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS. Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM

NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS. Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO DE PLANTAS Nutrientes Macronutrientes: C, H, O, N, P, K, Ca, Mg, S. Micronutrientes: Fe, Mn, Zn, Cu, B, Mo, Cl.

Leia mais

ESSENCIALIDADE DE MACRONUTRIENTES EM MILHO CULTIVADO EM SOLUÇÃO NUTRITIVA

ESSENCIALIDADE DE MACRONUTRIENTES EM MILHO CULTIVADO EM SOLUÇÃO NUTRITIVA ESSENCIALIDADE DE MACRONUTRIENTES EM MILHO CULTIVADO EM SOLUÇÃO NUTRITIVA Danilo Pavan 1 ; Luciano Ansolin 1 ; Ivan José Rambo 1 ; Leandro Hahn 2 ; Neuri Antonio Feldmann 3 ; Fabiana Raquel Mühl 4 ; Anderson

Leia mais

ARQUIVO DO AGRÔNOMO Nº 7 - DEZEMBRO/94

ARQUIVO DO AGRÔNOMO Nº 7 - DEZEMBRO/94 Foto 1. Deficiência de nitrogênio: clorose nos folíolos das folhas mais velhas com posterior necrose e queda. Foto 2. À esquerda, planta com nutrição normal; à direita, planta deficiente em nitrogênio.

Leia mais

Comunicado Técnico. Guia de identificação de deficiências nutricionais em Brachiaria brizantha cv. marandu. Introdução

Comunicado Técnico. Guia de identificação de deficiências nutricionais em Brachiaria brizantha cv. marandu. Introdução Comunicado Técnico Novembro, 76 ISSN 1981-206X São Carlos, SP 2007 Foto capa: Patricia Perondi A. de Oliveira Guia de identificação de deficiências nutricionais em Brachiaria brizantha cv. marandu Patricia

Leia mais

Graviola: Nutrição, calagem e adubação 36. Apresentação. Objetivo

Graviola: Nutrição, calagem e adubação 36. Apresentação. Objetivo ISSN 1517-211X Graviola: Nutrição, calagem e adubação 36 Belém, PA Dezembro, 2004 Autores Ismael de Jesus Matos Viégas Eng. Agrôn., Pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, Caixa Postal 48, Belém, PA,

Leia mais

Critério de Classificação Roseira Mini Vaso.

Critério de Classificação Roseira Mini Vaso. Critério de Classificação Roseira Mini Vaso. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento

Leia mais

Diagnose foliar em couve-flor, couvebrócolos

Diagnose foliar em couve-flor, couvebrócolos Diagnose foliar em couve-flor, couvebrócolos e repolho Prof. Dr. Renato de Mello Prado Prof. Dr. Arthur B. Cecílio Filho Depto. Solos e Adubos Depto de Produção Vegetal rmprado@fcav.unesp.br rutra@fcav.unesp.br

Leia mais

Identificação e correção de deficiências nutricionais na cultura do arroz

Identificação e correção de deficiências nutricionais na cultura do arroz ISSN 1678-9636 Identificação e correção de deficiências nutricionais na cultura do arroz 75 Introdução Para o crescimento e produção das culturas são necessários 16 nutrientes denominados essenciais. São

Leia mais

DEFICIÊNCIA DE NITROGÊNIO

DEFICIÊNCIA DE NITROGÊNIO Nutrição Mineral de Plantas NITROGÊNIO 21/T DEFICIÊNCIA DE NITROGÊNIO Nutrição Mineral de Plantas NITROGÊNIO 22/T DEFICIÊNCIA DE NITROGÊNIO Nutrição Mineral de Plantas 23/T FÓSFORO P no solo + limitante

Leia mais

Doenças e Pragas da Videira. Eng. Agr. M. Sc. Gilson José Marcinichen Gallotti

Doenças e Pragas da Videira. Eng. Agr. M. Sc. Gilson José Marcinichen Gallotti Doenças e Pragas da Videira Eng. Agr. M. Sc. Gilson José Marcinichen Gallotti 1-INTRODUÇÃO DOENÇAS PARASITÁRIAS: Fungos, Bactérias, Vírus, Nematóides, etc. DOENÇAS NÃO PARASITÁRIAS: Resulta das condições

Leia mais

Perspectivas de uso de métodos m diagnósticos alternativos: testes bioquímicos

Perspectivas de uso de métodos m diagnósticos alternativos: testes bioquímicos Perspectivas de uso de métodos m diagnósticos alternativos: testes bioquímicos APRESENTAÇÃO Prof. Dr. JAIRO O. CAZETTA Departamento de Tecnologia Unesp Campus de Jaboticabal Capítulo 6 Perspectivas de

Leia mais

Critérios de Classificação Palmeira Geral.

Critérios de Classificação Palmeira Geral. Critérios de Classificação Palmeira Geral. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento

Leia mais

Critério de Classificação Orquídeas Variadas.

Critério de Classificação Orquídeas Variadas. Critério de Classificação Orquídeas Variadas. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento

Leia mais

Documentos231. Deficiências e Toxicidades de Nutrientes em Plantas de soja. Descrição dos sintomas e ilustração com fotos

Documentos231. Deficiências e Toxicidades de Nutrientes em Plantas de soja. Descrição dos sintomas e ilustração com fotos Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Soja Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ISSN 1516-781X Junho, 2004 Documentos231 Deficiências e Toxicidades de

Leia mais

Critério de Classificação Flor do Campo.

Critério de Classificação Flor do Campo. Critério de Classificação Flor do Campo. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que

Leia mais

ANÁLISE QUÍMICA DE TECIDO VEGETAL E DE RESÍDUOS AGROINDUSTRIAIS. Objetivos: ANÁLISES QUÍMICAS DE TECIDO VEGETAL E DE RESÍDUOS AGROINDUSTRIAIS

ANÁLISE QUÍMICA DE TECIDO VEGETAL E DE RESÍDUOS AGROINDUSTRIAIS. Objetivos: ANÁLISES QUÍMICAS DE TECIDO VEGETAL E DE RESÍDUOS AGROINDUSTRIAIS ANÁLISE QUÍMICA DE TECIDO VEGETAL E DE RESÍDUOS AGROINDUSTRIAIS Prof. Clovis Orlando Da Ros Objetivos: Identificar os principais métodos utilizados para análises de tecido vegetal e de resíduos agroindustriais;

Leia mais

Floricultura e Plantas Ornamentais. Dr. Paulo Hercílio Viegas Rodrigues

Floricultura e Plantas Ornamentais. Dr. Paulo Hercílio Viegas Rodrigues Produção de Rosas Floricultura e Plantas Ornamentais Dr. Paulo Hercílio Viegas Rodrigues Produção de Rosas 1.Áreas Produtoras e seus Produtos em ha Rosas Gipsofila Crisântemo São Paulo 950 180 250 Minas

Leia mais

MICRONUTRIENTES NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR: ESTUDOS DE CALIBRAÇÃO, DIAGNOSE NUTRICIONAL E FORMAS DE APLICAÇÃO

MICRONUTRIENTES NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR: ESTUDOS DE CALIBRAÇÃO, DIAGNOSE NUTRICIONAL E FORMAS DE APLICAÇÃO UFAL UFAL MICRONUTRIENTES NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR: ESTUDOS DE CALIBRAÇÃO, DIAGNOSE NUTRICIONAL E FORMAS DE APLICAÇÃO Gilson Moura Filho (CECA/UFAL) gmf.ufal@yahoo.com.br Leila Cruz da Silva Adriano

Leia mais

MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO

MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO O laudo (Figura 1) indica os valores determinados no laboratório para cada camada do perfil do solo, servindo de parâmetros para direcionamento de métodos corretivos. Figura

Leia mais

AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO

AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO 1. INTRODUÇÃO M = nutriente transportado NUTRIENTE FORMAS NUTRIENTE FORMAS Nitrogênio NO - + 3 e NH 4 Boro H 3 BO 3 Fósforo - H 2 PO 4 Cloro Cl - Potássio K + Cobre Cu

Leia mais

FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS NO AGRONEGÓCIO

FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS NO AGRONEGÓCIO FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS NO AGRONEGÓCIO 1. NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS Prof. Valdemar Faquin 2. DIAGNOSE DO ESTADO NUTRICIONAL DAS PLANTAS Prof. Valdemar Faquin 3. ABSORÇÃO FOLIAR E PRINCÍPIOS

Leia mais

DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI. III Simpósio Brasileiro sobre Nutrição de Plantas Aplicada em Sistemas de Alta Produtividade

DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI. III Simpósio Brasileiro sobre Nutrição de Plantas Aplicada em Sistemas de Alta Produtividade DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI PROF. DR. MÁRCIO CLEBER DE MEDEIROS CORRÊA Departamento de Fitotecnia Centro de Ciências Agrárias Universidade Federal do Ceará Fortaleza - CE III Simpósio

Leia mais

RELATÓRIO FINAL. AVALIAÇÃO DO PRODUTO CELLERON-SEEDS e CELLERON-FOLHA NA CULTURA DO MILHO CULTIVADO EM SEGUNDA SAFRA

RELATÓRIO FINAL. AVALIAÇÃO DO PRODUTO CELLERON-SEEDS e CELLERON-FOLHA NA CULTURA DO MILHO CULTIVADO EM SEGUNDA SAFRA RELATÓRIO FINAL AVALIAÇÃO DO PRODUTO CELLERON-SEEDS e CELLERON-FOLHA NA CULTURA DO MILHO CULTIVADO EM SEGUNDA SAFRA Empresa solicitante: FOLLY FERTIL Técnicos responsáveis: Fabio Kempim Pittelkow¹ Rodrigo

Leia mais

Referências Bibliográficas

Referências Bibliográficas Considerações Finais Todos os tratamentos testados apresentaram teores foliares de N inferiores ao recomendado para a cultura da soja. As aplicações isoladas de BIOMOL (0,3 L/ha), KALIBRE (1,5 L/ha) e

Leia mais

Diagnose Foliar na Cultura do Cacau

Diagnose Foliar na Cultura do Cacau Universidade Estadual de Santa Cruz Departamento de Ciências Agrárias e Ambientais III Simpósio Brasileiro sobre Nutrição de Plantas Aplicada em Sistemas de Alta Produtividade Diagnose Foliar na Cultura

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA DEMANDA NUTRICIONAL DE MACRO E MICRONUTRIENTES DA VIOLETA AFRICANA

DETERMINAÇÃO DA DEMANDA NUTRICIONAL DE MACRO E MICRONUTRIENTES DA VIOLETA AFRICANA Latinoamérica unida protegiendo sus suelos XIX CONGRESO LATINOAMERICANO DE LA CIENCIA DEL SUELO XXIII CONGRESO ARGENTINO DE LA CIENCIA DEL SUELO Mar del Plata, Argentina 16 al 20 de abril de 2012 contribuciones@congresodesuelos.org.ar

Leia mais

http://www.ceinfo.cnpat.embrapa.br/arquivos/labsolos/amostragem.html

http://www.ceinfo.cnpat.embrapa.br/arquivos/labsolos/amostragem.html Coleta e Interpretação de Análise de Solo Cláudia Pombo Sudré Junho/2011 Coleta Glebas homogêneas Ziguezague Evitar Formigueiros Esterco Material de construção Vegetação diferente Relevo Coleta 0-20 cm

Leia mais

SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA DE MICRONUTRIENTES EM PLANTAS

SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA DE MICRONUTRIENTES EM PLANTAS Micronutrientes Nutrição Mineral de Plantas SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA DE MICRONUTRIENTES EM PLANTAS Prof. Volnei Pauletti Departamento de Solos e Engenharia Agrícola vpauletti@ufpr.br Micronutrientes Nutrição

Leia mais

Ademanda de grãos no Brasil cresce sistematicamente

Ademanda de grãos no Brasil cresce sistematicamente ARQUIVO DO AGRÔNOMO - Nº 14 SEJA O DOUTOR DO SEU SORGO Antônio Marcos Coelho 1 José Magid Waquil 1 Décio Karam 1 Carlos Roberto Casela 1 Paulo Motta Ribas 2 1. INTRODUÇÃO Ademanda de grãos no Brasil cresce

Leia mais

NUTRIÇÃO FOLIAR (FATOS E REALIDADES) Prof. Dr. Tadeu T. Inoue Solos e Nutrição de Plantas Universidade Estadual de Maringá Departamento de Agronomia

NUTRIÇÃO FOLIAR (FATOS E REALIDADES) Prof. Dr. Tadeu T. Inoue Solos e Nutrição de Plantas Universidade Estadual de Maringá Departamento de Agronomia NUTRIÇÃO FOLIAR (FATOS E REALIDADES) Prof. Dr. Tadeu T. Inoue Solos e Nutrição de Plantas Universidade Estadual de Maringá Departamento de Agronomia FATOS 80.000 70.000 60.000 ÁREA CULTIVADA (milhões/ha)

Leia mais

Culturas anuais para produção de volumoso em áreas de sequeiro

Culturas anuais para produção de volumoso em áreas de sequeiro Culturas anuais para produção de volumoso em áreas de sequeiro Henrique Antunes de Souza Fernando Lisboa Guedes Equipe: Roberto Cláudio Fernandes Franco Pompeu Leandro Oliveira Silva Rafael Gonçalves Tonucci

Leia mais

Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas

Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas Produção de Mudas - No sistema de raiz nua Produção de mudas de Pinus no sul do BR - No interior de recipientes - Sacos plásticos - Tubetes Fertilização

Leia mais

MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DAS DOENÇAS DAS ORQUÍDEAS

MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DAS DOENÇAS DAS ORQUÍDEAS MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DAS DOENÇAS DAS ORQUÍDEAS Cibele Mantovani 2013 Sumário Introdução 2 Podridão Negra Pythium ultimum 3 Murcha ou Podridão de raiz e pseudobulbo Fusarium oxysporium 5 Antracnose Colletotrichum

Leia mais

Fertilidade do Solo, Adubação e 12 Nutrição da Cultura do Milho

Fertilidade do Solo, Adubação e 12 Nutrição da Cultura do Milho Fertilidade do Solo, Adubação e 1 Nutrição da Cultura do Milho Dirceu Luiz Broch Sidnei Kuster Ranno 1 1.1. Amostragem do solo A amostragem de solo com objetivo de orientar a utilização de corretivos e

Leia mais

controlar para crescer NUTRIENTE IDEAL PARA FLORAÇÃO, FRUTIFICAÇÃO E FORMAÇÃO DE SEMENTES FLORAÇÃO

controlar para crescer NUTRIENTE IDEAL PARA FLORAÇÃO, FRUTIFICAÇÃO E FORMAÇÃO DE SEMENTES FLORAÇÃO controlar para crescer NUTRIENTE IDEAL PARA FLORAÇÃO, FRUTIFICAÇÃO E FORMAÇÃO DE SEMENTES FLORAÇÃO F1 DESCRIÇÃO DO PRODUTO USO EM SOLO NATURAL No solo natural o Photogenesis F1 irá complementar os nutrientes

Leia mais

PRODUÇÃO DE MUDAS DE HORTALIÇAS

PRODUÇÃO DE MUDAS DE HORTALIÇAS PRODUÇÃO DE MUDAS DE HORTALIÇAS Sistemas de produção Sementes Estruturas vegetativas (propagação por estolhos, estacas, tubérculos, bulbos, rizomas, raízes, micropropagação) PROPAGAÇÃO SEXUADA A SEMENTE

Leia mais

Óptica da Visão. Prof.: Bruno Roberto Física 1 2º ano UP - 2015

Óptica da Visão. Prof.: Bruno Roberto Física 1 2º ano UP - 2015 Óptica da Visão Prof.: Bruno Roberto Física 1 2º ano UP - 2015 O Olho Humano Partes do Olho Humano Córnea: Transparente. Serve para a passagem da luz. Umedecida pelas lágrimas. Humor Aquoso: Líquido incolor

Leia mais

MICRONUTRIENTES EM ALGODÃO

MICRONUTRIENTES EM ALGODÃO MICRONUTRIENTES EM ALGODÃO Ciro A. Rosolem (Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP, Botucatu. E-mail: rosolem@fca.unesp.br) Abstract Among the micronutrient deficiencies in cotton, Boron deficiency has

Leia mais

Fruticultura. Bananeira : Mal do Panamá. Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha

Fruticultura. Bananeira : Mal do Panamá. Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha 1 de 5 10/16/aaaa 11:32 Fruticultura Bananeira : Mal do Panamá Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha Informações sobre a doença do mal-do-panamá

Leia mais

Sistema Integrado de Diagnose e Recomendação DRIS

Sistema Integrado de Diagnose e Recomendação DRIS CEN 5715 Avaliação da Fertilidade do Solo e do Estado Nutricional Antonio Enedi Boaretto Cássio Hamilton Abreu Junior José Lavres Junior Sistema Integrado de Diagnose e Recomendação DRIS (Diagnosis and

Leia mais

Utilização de Lodo de Esgoto para Fins Agrícolas

Utilização de Lodo de Esgoto para Fins Agrícolas !"#$# $%$$& Utilização de Lodo de Esgoto para Fins Agrícolas Dr. Marcos Omir Marques Professor Adjunto e Sua Contribuição na Preservação Ambiental Departamento de Tecnologia Mailto: omir@fcav.unesp.br

Leia mais

DOENÇAS DO CUPUAÇUZEIRO (Theobroma grandiflorum Willd. Spend.) Schum.

DOENÇAS DO CUPUAÇUZEIRO (Theobroma grandiflorum Willd. Spend.) Schum. DOENÇAS DO CUPUAÇUZEIRO (Theobroma grandiflorum Willd. Spend.) Schum. Maria Geralda de Souza; Olívia Cordeiro de Almeida; Aparecida das Graças Claret de Souza Embrapa Amazônia Ocidental, Rodovia AM-010,

Leia mais

Fisiologia Vegetal CLASSIFICAÇÃO DOS VEGETAIS COM DE ACORDO COM A DISPONIBILIDADE ÁGUA

Fisiologia Vegetal CLASSIFICAÇÃO DOS VEGETAIS COM DE ACORDO COM A DISPONIBILIDADE ÁGUA Fisiologia Vegetal CLASSIFICAÇÃO DOS VEGETAIS COM DE ACORDO COM A DISPONIBILIDADE ÁGUA Hidrófitas: vivem locais com muita disponibilidade de água Mesófitas: vivem em locais com disponibilidade média de

Leia mais

A nova tecnologia de fertilização

A nova tecnologia de fertilização A nova tecnologia de fertilização AMIGOS E PARCEIROS, há quase 3 anos atrás, abrimos um novo capítulo na indústria agrícola com a constituição da AGROsolution. Estes últimos anos foram espantosos e instrutivos

Leia mais

1. INTRODUÇÃO CONSISTE EM COMPARAR A AMOSTRA COM O PADRÃO FOLHAS - PADRÃO = PLANTA SEM LIMITAÇÕES NUTRICIONAIS

1. INTRODUÇÃO CONSISTE EM COMPARAR A AMOSTRA COM O PADRÃO FOLHAS - PADRÃO = PLANTA SEM LIMITAÇÕES NUTRICIONAIS DIAGNOSE DO ESTADO NUTRICIONAL DAS PLANTAS Prof. Valdemar Faquin 1. INTRODUÇÃO CONSISTE EM COMPARAR A AMOSTRA COM O PADRÃO - AMOSTRA = 1 PLANTA; RAMOS; FOLHAS - PADRÃO = PLANTA SEM LIMITAÇÕES NUTRICIONAIS

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO DOCENTE: Dr. José Ribamar Silva Elementos Minerais Íons inorgânicos Obtidos Obtidos do solo Nutrição Mineral.. Elementos Minerais x Absorção pelas

Leia mais

FERTILIZANTES, ESCOLHA DE FÓRMULAS E TIPOS DE ADUBOS

FERTILIZANTES, ESCOLHA DE FÓRMULAS E TIPOS DE ADUBOS FERTILIZANTES, ESCOLHA DE FÓRMULAS E TIPOS DE ADUBOS Absorção plantas Prof. Dilmar Baretta (UDESC/CEO) & Profa. Carolina Baretta (UDESC/CEO/UNOCHAPECÓ) Roteiro da aula: 1) Noções de fertilizantes e escolha

Leia mais

PRODUÇÃO DE PORTA-ENXERTO DE MANGUEIRA EM SUBSTRATO COMPOSTO POR RESÍDUOS DA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA

PRODUÇÃO DE PORTA-ENXERTO DE MANGUEIRA EM SUBSTRATO COMPOSTO POR RESÍDUOS DA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas PRODUÇÃO DE PORTA-ENXERTO DE MANGUEIRA EM SUBSTRATO COMPOSTO POR RESÍDUOS DA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA Luiz Augusto Lopes Serrano 1 ; André Guarçoni M. 2 ; Cesar

Leia mais

Atualizado em 18/03/2015 Prof. Associado, Dr. Paulo Sergio Torres Brioso (http://lattes.cnpq.br/8099996221105627) SINTOMATOLOGIA*

Atualizado em 18/03/2015 Prof. Associado, Dr. Paulo Sergio Torres Brioso (http://lattes.cnpq.br/8099996221105627) SINTOMATOLOGIA* UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE BIOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENTOMOLOGIA E FITOPATOLOGIA ÁREA DE FITOPATOLOGIA IB 237 (PATOLOGIA FLORESTAL) Atualizado em 18/03/2015 Prof. Associado,

Leia mais

002

002 001 DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DA MACIEIRA E VIDEIRA GILMAR R. NACHTIGALL Embrapa Uva e Vinho 002 003 004 005 Análise Visual: Identificação de desequilíbrios nutricionais através da observação de sintomas

Leia mais

Sintomas visuais de deficiência de nutrientes em milho, cana de açúcar, café, citros e mamona.

Sintomas visuais de deficiência de nutrientes em milho, cana de açúcar, café, citros e mamona. Sintomas visuais de deficiência de nutrientes em milho, cana de açúcar, café, citros e mamona. Sintomas de deficiência níquel em feijão, soja, cevada e pecan. Eurípedes Malavolta Milton Ferreira de Moraes

Leia mais

ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DA RECUPERAÇÃO DE UMA ÁREA DEGRADADA POR EFLUENTE INDUSTRIAL

ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DA RECUPERAÇÃO DE UMA ÁREA DEGRADADA POR EFLUENTE INDUSTRIAL ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DA RECUPERAÇÃO DE UMA ÁREA DEGRADADA POR EFLUENTE INDUSTRIAL Édio Damásio da Silva Junior (1) Graduando em Engenharia Ambiental pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Isac

Leia mais

Influência do Espaçamento de Plantio de Milho na Produtividade de Silagem.

Influência do Espaçamento de Plantio de Milho na Produtividade de Silagem. Influência do Espaçamento de Plantio de Milho na Produtividade de Silagem. DAMASCENO, T. M. 1, WINDER, A. R. da S. 2, NOGUEIRA, J. C. M. 3, DAMASCENO, M. M. 2, MENDES, J. C. da F. 2, e DALLAPORTA, L. N.

Leia mais

Professora Sonia. ENEM 1999 - Prova resolvida Química

Professora Sonia. ENEM 1999 - Prova resolvida Química ENEM 1999 - Prova resolvida Química 01. Suponha que um agricultor esteja interessado em fazer uma plantação de girassóis. Procurando informação, leu a seguinte reportagem: SOLO ÁCIDO NÃO FAVORECE PLANTIO

Leia mais

Sintomas de deficiência de alguns nutrientes na cultura do milho

Sintomas de deficiência de alguns nutrientes na cultura do milho Sintomas de deficiência de alguns nutrientes na cultura do milho Prof. Luiz Duarte Silva Júnior Os nutrientes são elementos importantes no desenvolvimento das plantas para que elas possam completar o ciclo

Leia mais

ENXOFRE. Engenheiro Agrônomo Rodrigo Ambrosio. Mestrando em Ciência do Solo rodrigoambrosioufpr@gmail.com

ENXOFRE. Engenheiro Agrônomo Rodrigo Ambrosio. Mestrando em Ciência do Solo rodrigoambrosioufpr@gmail.com ENXOFRE Engenheiro Agrônomo Rodrigo Ambrosio Mestrando em Ciência do Solo rodrigoambrosioufpr@gmail.com Departamento de Solos e Engenharia Agrícola Orientador: Volnei Pauletti ENXOFRE Enxofre Macronutriente

Leia mais

III. EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE - DHE

III. EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE - DHE ANEXO I INSTRUÇÕES PARA A EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE DIPLADÊNIA (Mandevilla sanderi (Hemsl.) Woodson e Mandevilla xamabilis (Backh. & Backh.

Leia mais

ESTABELECIMENTO DE NORMAS DRIS E DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL DO CAFEEIRO CONILON ORGÂNICO E CONVENCIONAL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

ESTABELECIMENTO DE NORMAS DRIS E DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL DO CAFEEIRO CONILON ORGÂNICO E CONVENCIONAL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ESTABELECIMENTO DE NORMAS DRIS E DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL DO CAFEEIRO CONILON ORGÂNICO E CONVENCIONAL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO FÁBIO LUIZ PARTELLI UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO-

Leia mais

Recomendação de Adubação N, P e K....para os estados do RS e SC

Recomendação de Adubação N, P e K....para os estados do RS e SC Recomendação de Adubação N, P e K...para os estados do RS e SC Recomendação de Adubação Objetivo Elevar os teores dos nutrientes (N, P e K) no solo a níveis considerados adequados para as culturas expressarem

Leia mais

NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DO MILHO

NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DO MILHO Antonio Marcos Coelho e Gonçalo Evangelista de França, pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo INTRODUÇÃO Apesar de o alto potencial produtivo da cultura do milho, evidenciado por produtividades de 0 e

Leia mais

RESULTADOS E DISCUSSÃO

RESULTADOS E DISCUSSÃO ISSN 1983-6015 PESAGRO-RIO - Nº 22 - agosto/2014 - Niterói - RJ ATRIBUTOS NUTRICIONAIS DE LAVOURAS 1 DE CAFÉ CONILON NO NORTE FLUMINENSE 2 2 Wander Eustáquio de Bastos Andrade ; José Márcio Ferreira ;

Leia mais

IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO. (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera*

IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO. (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera* IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera* A história do algodão tecnificado no oeste da Bahia,

Leia mais

Diagnose de doenças não parasitárias em trigo

Diagnose de doenças não parasitárias em trigo Diagnose de doenças não parasitárias em trigo Erlei Melo Reis, Sandra Maria Zoldan e Beatriz Coelho Germano Equipe de fitopatologia da OR Melhoramento de Sementes Ltda 1. Introdução. A diagnose (determinação

Leia mais

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia MICRO UTRIE TES. Prof. Dr.

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia MICRO UTRIE TES. Prof. Dr. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia MICRO UTRIE TES Disciplina: Fertilidade do solo e fertilizantes Prof. Dr. Reges Heinrichs Dracena

Leia mais

Fertilização racional da actinídea

Fertilização racional da actinídea L Q A R S Fertilização racional da actinídea Cecília Pacheco Kiwi de qualidade para assegurar o futuro / Oliveira do Bairro Instituto Nacional de Investigação Agrária ria e das Pescas Ministério da Agricultura,

Leia mais

DOENÇAS DO PESSEGUEIRO

DOENÇAS DO PESSEGUEIRO DOENÇAS DO PESSEGUEIRO DOENÇAS CAUSADAS POR FUNGOS 1. FERRUGEM 1 SINTOMAS. folhas:. sup. superior:. manchas angulares, amarelas, pequenas. sup. inferior:. pústulas arredondadas, recobertas de massa pulverulenta

Leia mais

Comunicado Técnico 45

Comunicado Técnico 45 Comunicado Técnico 45 ISSN 1679-0162 Dezembro, 2002 Sete Lagoas, MG CULTIVO DO MILHO Diagnose Foliar do Estado Nutricional da Planta Antônio Marcos Coelho 1 Gonçalo Evangelista de França Gilson Villaça

Leia mais

Fertilização nitrogenada do cafeeiro com base na ecofisiologia

Fertilização nitrogenada do cafeeiro com base na ecofisiologia Fertilização nitrogenada do cafeeiro com base na ecofisiologia ESALQ - USP Produção Vegetal agosto - 2013 Prof. José Laércio Favarin Composição química Importância do nitrogênio Composição cafeeiro Kg

Leia mais

Técnicas Aplicadas à Produção Intensiva de Leite no Projeto Balde Cheio Formação e Manejo de Pastagens

Técnicas Aplicadas à Produção Intensiva de Leite no Projeto Balde Cheio Formação e Manejo de Pastagens Técnicas Aplicadas à Produção Intensiva de Leite no Projeto Balde Cheio Formação e Manejo de Pastagens PARANÁ 71 municípios 27 extensionistas 306 propriedades assistidas SANTA CATARINA 16 municípios 04

Leia mais

Nutrição Mineral de Plantas DIAGNOSE FOLIAR. Josinaldo Lopes Araujo

Nutrição Mineral de Plantas DIAGNOSE FOLIAR. Josinaldo Lopes Araujo Nutrição Mineral de Plantas DIAGNOSE FOLIAR Josinaldo Lopes Araujo 2012.2 1 CONSIDERAÇÕES GERAIS Diagnose foliar: Consiste na determinação dos teores foliares para compará-los com padrão. Análises das

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE DISCIPLINA DE SOLOS I/PEDOLOGIA. Dr. José Ribamar Silva

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE DISCIPLINA DE SOLOS I/PEDOLOGIA. Dr. José Ribamar Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE DISCIPLINA DE SOLOS I/PEDOLOGIA UNIDADE IV - PROCESSOS PEDOGENÉTICOS Dr. José Ribamar Silva 1. Conceito - Reações e/ou mecanismos (químico, físico e biológico) que produzem

Leia mais

Nutrição do cafeeiro e uso de Sódio S na agricultura. de Oliveira Silva Guilherme Maluf Breno Geraldo Rabelo Leblon Urbano Guimarães

Nutrição do cafeeiro e uso de Sódio S na agricultura. de Oliveira Silva Guilherme Maluf Breno Geraldo Rabelo Leblon Urbano Guimarães Nutrição do cafeeiro e uso de Sódio S na agricultura Júlio César C de Oliveira Silva Guilherme Maluf Breno Geraldo Rabelo Leblon Urbano Guimarães Sumário 1. História do café no Brasil 2. Conceitos e legislação

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Agrárias Insetário G.W.G. de Moraes

Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Agrárias Insetário G.W.G. de Moraes Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Agrárias Insetário G.W.G. de Moraes PRAGAS DO ALGODOEIRO Germano Leão Demolin Leite Vinicius Matheus Cerqueira Bom dia pessoal! Hoje vamos falar

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS A BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS Última atualização Maio/2011 CLASSIFICAÇÃO DAS FOLHAS DE ALUMÍNIO A folha de Alumínio é um produto resultante do processo de laminação a frio com secção transversal variando

Leia mais

BENEFÍCIOS DOS INSUMOS NA QUALIDADE DAS MUDAS

BENEFÍCIOS DOS INSUMOS NA QUALIDADE DAS MUDAS BENEFÍCIOS DOS INSUMOS NA QUALIDADE DAS MUDAS KEIGO MINAMI DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO VEGETAL ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PIRACICABA INTERAÇÃO DE FATORES DE PRODUÇÃO

Leia mais

ANÁLISE FOLIAR DE CINCO ESPÉCIES FLORESTAIS NATIVAS*

ANÁLISE FOLIAR DE CINCO ESPÉCIES FLORESTAIS NATIVAS* ANÁLISE FOLIAR DE CINCO ESPÉCIES FLORESTAIS NATIVAS* VICENTE LUIZ ABARCA VILLEGAS RUBENS JOSÉ PIETSCH CUNHA WALTER POLITANO MARCO ANTONIO GARRIDO NILSA A. STIPP RESUMO No presente trabalho, foram analisados

Leia mais

Dinâmica dos demais Nutrientes - micronutrientes Leandro Souza da Silva Elisandra Pocojeski Danilo Rheinheimer dos Santos Carlos Alberto Ceretta

Dinâmica dos demais Nutrientes - micronutrientes Leandro Souza da Silva Elisandra Pocojeski Danilo Rheinheimer dos Santos Carlos Alberto Ceretta Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Curso de Agronomia Disciplina de Fertilidade do Solo Dinâmica dos demais Nutrientes - micronutrientes Leandro Souza da Silva Elisandra Pocojeski

Leia mais

Elementos essenciais a vida: Zn, Mo e o Co. - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe;

Elementos essenciais a vida: Zn, Mo e o Co. - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe; Elementos essenciais a vida: - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe; - Micronutrientes principais: Al, Bo, Cr, Zn, Mo e o Co. Bio organismos

Leia mais

ASPECTOS NUTRICIONAIS DA CULTURA DO TOMATEIRO Wiliam Paulo Araújo - Engenheiro agrônomo MSc performanceagr@terra.com.br. Resumo

ASPECTOS NUTRICIONAIS DA CULTURA DO TOMATEIRO Wiliam Paulo Araújo - Engenheiro agrônomo MSc performanceagr@terra.com.br. Resumo ASPECTOS NUTRICIONAIS DA CULTURA DO TOMATEIRO Wiliam Paulo Araújo - Engenheiro agrônomo MSc performanceagr@terra.com.br Resumo A nutrição do tomateiro envolve mais que simplesmente o aporte de nutrientes

Leia mais

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/culturama...

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/culturama... Página 1 de 7 Olericultura A Cultura da Mandioca de Mesa Nome Cultura da Mandioca de Mesa Produto Informação Tecnológica Data Julho -2002 Preço - Linha Olericultura Informações resumidas sobre Resenha

Leia mais

2004-2005 ARBORICULTURA I. Por: Augusto Peixe

2004-2005 ARBORICULTURA I. Por: Augusto Peixe ARBORICULTURA I Por: Augusto Peixe Enxertia DEFINIÇÃO Método de multiplicação assexuada que consiste em unir porções de plantas de modo a que formem um só indivíduo. Numa árvore enxertada, distinguem-se

Leia mais

EFEITO DA APLICAÇÃO DO FERTILIZANTE FOLIAR YOGEN CAFÉ NOS TEORES DE NUTRIENTES FOLIARES DO CAFEEIRO.

EFEITO DA APLICAÇÃO DO FERTILIZANTE FOLIAR YOGEN CAFÉ NOS TEORES DE NUTRIENTES FOLIARES DO CAFEEIRO. ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE MUZAMBINHO Curso Superior de Tecnologia em Cafeicultura GABRIEL JOSÉ MESQUITA VIEIRA EFEITO DA APLICAÇÃO DO FERTILIZANTE FOLIAR YOGEN CAFÉ NOS TEORES DE NUTRIENTES FOLIARES

Leia mais

APLICAÇÃO FOLIAR DE ZINCO NO FEIJOEIRO COM EMPREGO DE DIFERENTES FONTES E DOSES

APLICAÇÃO FOLIAR DE ZINCO NO FEIJOEIRO COM EMPREGO DE DIFERENTES FONTES E DOSES APLICAÇÃO FOLIAR DE ZINCO NO FEIJOEIRO COM EMPREGO DE DIFERENTES FONTES E DOSES DENIS AUGUSTO DE SOUSA 1,4, ROBERLI RIBEIRO GUIMARÃES 2,4, ITAMAR ROSA TEIXEIRA 2,4 RESUMO: À exceção de alguns trabalhos

Leia mais

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos GRANDES CULTURAS I MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO Profª Fernanda Basso Manejo e Conservação do Solo Sistema de manejo conjunto de operações que contribuem

Leia mais

ABSORÇÃO FOLIAR. Prof. Josinaldo Lopes Araujo. Plantas cultivadas dividem-se em: Folhas Caule Raízes

ABSORÇÃO FOLIAR. Prof. Josinaldo Lopes Araujo. Plantas cultivadas dividem-se em: Folhas Caule Raízes ABSORÇÃO FOLIAR Prof. Josinaldo Lopes Araujo 1 INTRODUÇÃO Plantas cultivadas dividem-se em: Folhas Caule Raízes Cada parte tem uma função definida As folhas absorvem água e nutrientes Porque essa capacidade?

Leia mais

Sistema Modular Alveolar Leve. Ecotelhado

Sistema Modular Alveolar Leve. Ecotelhado Sistema Modular Alveolar Leve Sistema Modular Alveolar Leve Objetivo O Sistema Alveolar tem como objetivo proporcionar, ao telhado com pouca ou sem inclinação, uma cobertura vegetada para conforto térmico

Leia mais

Paulo G S Wadt Embrapa Acre

Paulo G S Wadt Embrapa Acre Análise foliar para recomendação de adubação em culturas agrícolas Paulo G S Wadt Embrapa Acre Análise Química de Solos funciona bem para muitos nutrientes importantes outros nutrientes podem ser fornecidos

Leia mais

3. Procedimento para Avaliação da Integridade Estrutural em estruturas de equipamentos de transporte e elevação de materiais

3. Procedimento para Avaliação da Integridade Estrutural em estruturas de equipamentos de transporte e elevação de materiais 3. Procedimento para Avaliação da Integridade Estrutural em estruturas de equipamentos de transporte e elevação de materiais Neste capítulo serão descritos os passos para a avaliação da Integridade Estrutural

Leia mais

Pedologia. Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br

Pedologia. Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br Pedologia Professor: Cláudio Custódio Conceitos: Mineração: solo é um detrito que deve ser separado dos minerais explorados. Ecologia: é um sistema vivo composto por partículas minerais e orgânicas que

Leia mais

Sistema Laminar Médio. Ecotelhado

Sistema Laminar Médio. Ecotelhado Sistema Laminar Médio Sistema Laminar Médio Objetivo O Sistema Laminar Médio tem como objetivo proporcionar a laje plana, uma cobertura vegetada para conforto térmico do ambiente interno e maior convívio

Leia mais

Água Potável na Amazônia IV: Água Preta e Húmus

Água Potável na Amazônia IV: Água Preta e Húmus PESQUISA Água Potável na Amazônia IV: Água Preta e Húmus Whei OH Lin, * Izabel Souto Ferreira da Silva ** e Phelippe Maximo de Jesus Borges ** Palavras-chave Água preta; fonte de água; húmus. Áreas do

Leia mais

LIMPEZA DA ÁREA LIMPEZA DA ÁREA LIMPEZA DA ÁREA MATA CILIAR. Áreas de Preservação Permanente RESERVA LEGAL

LIMPEZA DA ÁREA LIMPEZA DA ÁREA LIMPEZA DA ÁREA MATA CILIAR. Áreas de Preservação Permanente RESERVA LEGAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO ANIMAL ESPECIALIZAÇÃO EM PRODUÇÃO DE BOVINOS FORMAÇÃO E MANEJO DE PASTAGENS (IMPLANTAÇÃO DE PASTAGENS) EDGAR FRAGA

Leia mais

REDE CTPETRO AMAZÔNIA PROJETO PI2 CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE DA DINÂMICA DO SOLO

REDE CTPETRO AMAZÔNIA PROJETO PI2 CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE DA DINÂMICA DO SOLO REDE CTPETRO AMAZÔNIA PROJETO PI2 CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE DA DINÂMICA DO SOLO Coordenadora: Maria do Rosário Rodrigues B R OBJETIVO GERAL Por meio de uma avaliação integrada dos atributos do meio físico

Leia mais

ENRAIZAMENTO DE ESTACAS DE AZALÉIA Rhododendron indicum: CULTIVAR TERRA NOVA TRATADAS COM ÁCIDO INDOL- BUTÍRICO, COM O USO OU NÃO DE FIXADOR

ENRAIZAMENTO DE ESTACAS DE AZALÉIA Rhododendron indicum: CULTIVAR TERRA NOVA TRATADAS COM ÁCIDO INDOL- BUTÍRICO, COM O USO OU NÃO DE FIXADOR ENRAIZAMENTO DE ESTACAS DE AZALÉIA Rhododendron indicum: CULTIVAR TERRA NOVA TRATADAS COM ÁCIDO INDOL- BUTÍRICO, COM O USO OU NÃO DE FIXADOR Elisabete Domingues Salvador 1 Sidney Osmar Jadoski 1 Juliano

Leia mais