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2 Para Avante aceder para ao sítio a Glória do Regimento de Cavalaria Nº 6 através da 2 Internet, visite o portal do Dragões Exército D Português Entre Douro (www.exercito.pt) e Minho e clique na opção Unidades e, de seguida, em Regimento de Cavalaria Nº 6. Morada: Regimento de Cavalaria Nº 6, Rua Infantaria Nº Braga - Portugal

3 Índice Ficha Técnica Director: Cor Cav Jocelino Rodrigues Redacção: Cor Cav Jocelino Rodrigues Layout & grafismo: 1Sarg Cav A. Fernandes Propriedade: Regimento de Cavalaria Nº 6 Publicação: Semestral Distribuição: Gratuita Impressão: 1000 exemplares Reprodução: Oficina de S. José Colaboradores S.E.R. D. Jorge Ortiga Mestre Carla Marcelino Prof Ana Maria Mesquita Sr. Pedro Manuel Monteiro Universidade Católica Portuguesa Escola de Atletismo Rosa Oliveira MGen Raúl Cunha TCor Inf Para Res Ribeiro TCor Cav Manuel Lapa TCor Cav Lúcio Conceição TCor Cav José Miguel Pimenta TCor Art Pedro Sousa Maj Cav Pinto da Costa Cap Cav Fernando Cunha Cap Cav Américo Pereira Cap Cav Rui Moura Cap Cav Alberto Pinto Cap SAR Artur Gonçalves Cap Cav Tiago Melo Ten Cav João Barroso Ten Cav Fábio Vale Ten Cav Paulo Rodrigues Alf Cav Ana Leonardo Alf RC Patricia Cachetas Alf RC Jorge Cerqueira Alf RC Ana Lencastre SMor Cav Domingos Barros SCh Cav Mário Costa SCh Cav Domingos Costa SCh Cav Saqueiro Silva 1Sarg Mat José Fernandes 1Sarg AM Joel Fernandes 1Sarg Cav Pedro Vasconcelos 1Sarg Cav César Meireles 2Sarg Cav Celso Gomes 2Sarg Disp Ângela Marques 2Sarg Disp Jorge Carvalho Furr RC Tony Teixeira 2Furr RC Mickael Gonçalves Sold RC Filipe Torres Cmd & EM RC6 SOIS/RC6 EDITORIAL Pág. 3 EXERCÍCIOS Pág. 4 a 10 RC6 EM MOVIMENTO Pág. 11 a 14 CAMPEONATOS DESPORTIVOS MILITARES Pág. 15 e 16 RC6 SOLIDÁRIO Pág. 17 a 31 FORMAÇÃO Pág. 32 a 37 FAMÍLIA MILITAR Pág. 38 a 44 LIDERANÇA Pág. 45 a 48 DDN: OPINIÃO DOS CIDADÃOS Pág. 49 a 52 CHAIMITE V-400: O PROTÓTIPO DE CC LIGEIRO Pág. 53 e 54 EBR / FL-10 PANHARD (Engin Blindé de Reconnaissance) Pág. 55 VEÍCULO MÉDIO REC SALADIN FV-601 Pág. 56 A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL NA RESOLU- ÇÃO DE CONFLITOS Pág. 57 a 59 HELICÓPTERO NH 90 Pág. 60 e 61 A FAMÍLIA, PRESENTE E FUTURO DA SOCIEDADE Pág. 62 NOTÍCIAS DO KOSOVO Pág. 63 A FUNÇÃO OPERACIONAL DA MÚSICA MILITAR Pág. 64 a 67 FORMAR, INFORMAR E SENSIBILIZAR Pág. 68 a 70 ACORDO ORTOGRÁFICO Pág. 71 a 74 ENERGIAS RENOVÁVEIS Pág. 75 e 76 CLOUD COMPUTING Pág. 77 e 78 SUBSIDIARIEDADE vs COMPLEMENTARIDADE Pág. 79 a 84 A ESCOLHA DE UMA CARREIRA MILITAR Pág. 85 CMDT DA BRIGINT AO PASSO, TROTE E GALOPE! Pág. 86 A VISÃO DO COMANDANTE DA BRIGRR Pág. 87 e 88 PRESTÍGIO PARA OS SARGENTOS Pág. 89 OPINIÃO DOS NOSSOS LEITORES Pág. 90 AGRADECIMENTOS AO REGIMENTO Pág. 91 RC6 & OCS Pág. 92 INFRA-ESTRUTURAS Pág. 93 DESEMPENHO DE FUNÇÕES Pág. 94 e 95 LOUVORES E CONDECORAÇÕES Pág. 96 e 97 Os e os seus colaboradores, escrevem de acordo com a antiga ortografia. 1

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5 EDITORIAL Ao fim de mais de um ano de comando do melhor Regimento da Brigada de Intervenção e porque não dizê-lo do Exército Português quero, neste editorial, expressar, mais uma vez, o enorme orgulho, honra e a grata satisfação com que diariamente testemunho o excelso profissionalismo, dedicação, abnegação e espírito de missão, de corpo e grupo de todos os Oficiais, Sargentos, Praças e Funcionários Civis que, no RC6 tem vindo a servir, com elevada coesão, a Cavalaria, a Brigada de Intervenção, o Exército e Portugal. A diversidade de temas e artigos versados na nossa revista espelham bem o que fazemos, como fazemos, a nossa postura, o nosso modus operandi, como servimos e concretizamos os vários desafios e projectos que nos foram cometidos, que abraçámos como intrínsecos numa cultura hierárquica sem precedentes, consubstanciada na qualidade, excelência e generosidade dos nossos Quadros e Praças, pelas vivências comuns, pela procura e partilha de novas soluções e formas de ver, utilizando a inovação na busca incessante da modernidade e da excelência, aspectos que fazem com que eu continue com motivação acrescida e redobrada vontade de vos continuar a comandar, porque em cada um de Vós, Soldados de Portugal, continuo a ver o sorriso nos lábios e o brilho intenso no olhar que caracteriza aqueles que, como Nós, nasceram para vencer. O nosso core business, o produto operacional da Unidade, consubstanciado na prontidão operacional do Grupo de Autometralhadoras, Esquadrão de Reconhecimento, e do Esquadrão de Comando e Serviços, foi acautelado na qualidade dos mais de doze exercícios executados ou em que os nossos Encargos Operacionais participaram, bem como no Aprontamento do GAM/BrigInt/ KFOR e da CAC/BI/BG/BrigInt/EFR. Os militares, embora alguns políticos não os vejam como tal, são ab initio cidadãos de corpo e alma, com mais deveres e menos direitos, liberdades e garantias que o cidadão comum, é nesta vertente que a solidariedade faz parte do nosso dia a dia manifestando-se nas mais diversificadas iniciativas de apoio desenvolvidas em prol da comunidade onde nos inserimos, nomeadamente, ao doar sangue, no apoio ao Banco Alimentar contra a fome, na iniciativa Limpar Portugal e nas visitas efectuadas à Unidade entre muitos outros. O RC6 em movimento contempla um leque variado de actividades que, conjuntamente com a EFM, a participação dos nossos militares nas CM e nas diversas fases dos CDM s, contribuem para a manutenção da forma física dos mesmos. Foram também conduzidas muitas iniciativas no âmbito da família militar com a finalidade de promover e estreitar os laços da mesma a nível interno e externo nomeadamente, o I Torneio de Golfe, a noite de fados, o bingo, o rafting, o karting, os dias gastronómicos, etc. No âmbito da formação demos continuidade as acções do PEFEX e do RVCC, ministrámos formação... a generosidade do Soldado Português que é grande, porque é inteiro, porque é plural como o Universo e põe tudo quanto é no mínimo que faz tornando grande a Nação Portuguesa. inicial de morteiros, mecânicos de torre e atiradores exploradores e iniciámos ainda o processo de formação das VBR Pandur II 8X8 na modalidade E-Learning. As acções de formação foram complementadas por um leque abrangente de palestras ministradas por entidades exteriores ao Regimento. No campo da liderança foram ministradas duas escolas de quadros, a primeira destinada aos Oficiais e Sargentos do QP e RC e a segunda às Praças com o curso de cabos, e uma acção à Universidade Católica do Porto, estão outras agendadas para o futuro. Em termos de infra-estruturas exercemos um esforço transversal a toda a Unidade com a ajuda da comunidade local, de que resultaram melhorias muito significativas, com especial relevância para o coberto das VBR Pandur II 8X8, Messe, bar e parque de viaturas de Oficiais e Sargentos, bar e cinco casernas das Praças, carreira de tiro, cozinha, lavandaria, pista de corta-mato, pista de CNC, mini ginásio, muros de suporte dos anexos e campo de obstáculos entre outros. A Unidade contribuiu ainda para o esforço da Defesa Nacional, recebendo cerca de jovens cidadãos, de ambos os sexos, da região do Minho que, ao longo de 144 dias, à razão de cerca 130 por dia, se apresentam para cumprir a sua primeira obrigação militar no maior CDDN do país. Antes de terminar quero agradecer a todos aqueles que, de uma forma empenhada, entusiástica e desinteressada e muitas vezes anónima, directa ou indirectamente, se disponibilizaram para colaborar na preparação deste número, quer na produção e apresentação de artigos e trabalhos para publicação, quer na montagem, fotocomposição e edição, tendolhe dedicado uma considerável parte dos momentos destinados ao repouso e lazer. O Comando do RC6 manifesta o seu profundo apreço e merecido reconhecimento. O vosso contributo para a nossa revista é também um contributo para a nossa História comum, para a nossa identidade e pluralidade universalista, que Portugal no geral e o Exército no particular reafirmam desde a génese da nação em cada nova missão que nos é confiada, em qualquer parte do mundo. Exorto-vos pois, a continuar a escrever a nossa Historia e a merecer o nome de Soldados de Portugal Termino como sempre, na primeira pessoa do plural, pois sempre agi desta forma e porque o RC6 é constituído por verdadeiros Soldados, nos quais eu me incluo, para nos agradecer a generosidade do Soldado Português que é grande, porque é inteiro, porque é plural como o Universo e põe tudo quanto é no mínimo que faz tornando grande a Nação Portuguesa. Continuo a contar convosco para honrarmos o Nosso compromisso com a BrigInt, Exército e Portugal, e Vocês podem, na coerência das minhas capacidades e possibilidades, continuar a contar comigo até ao fim.! Cor Cav Jocelino do Nascimento Bragança Rodrigues Cmdt do RC6 3

6 EXERCÍCIOS EXERCÍCIO DRAGÃO/PADRELA/ORION11 Desde 01 de Julho de 2010 a Brigada de Intervenção encontra -se determinada em preparar o 1º Batalhão de Infantaria (1ºBI) que vai integrar o BG/EUROFOR, para que este cumpra de forma competente todas as eventuais missões que lhe sejam atribuídas no 2º Semestre de 2011, período que se encontra em stand by e com prontidão máxima para combate, pronto para ser empregue em qualquer parte do mundo até a uma distância máxima de quilómetros a partir de Bruxelas. Neste âmbito, decorreu na região de Vila Pouca de Aguiar, no período de 20 a 29 de Junho 2011, o Exercício final DRAGÃO/PADRELA/ ORION11 (DPO11), com vista a confirmar e certificar o treino efectuado nos últimos seis meses, na fase do Treino Multinacional. O exercício foi desenvolvido num cenário inteiramente hipotético, numa situação fictícia que envolvia um conflito numa região localizada num Continente gerado com base no Continente Africano. A principal contenda foi o conflito entre dois países, tendo como antecedente a invasão do território da Relinesia pela Rhodania. Adquirido este enquadramento e antecedentes, o exercício desenrolou-se em três zonas. A base operacional avançada, onde se localizavam os postos de comando do 1º Batalhão de Infantaria, das 1ª e 3ª Companhia de Atiradores e da Companhia de Apoio de Combate. As instalações do Regimento de Infantaria N.º 13 recriaram um ponto de desembarque aéreo (APOD), no qual operava, a fim de manter a sua segurança e controlo, um pelotão da 3ª CAt e um pelotão de Polícia Militar. Finalmente, na zona da Fraga da Almotolia, a 2CAt assegurava o controlo de um ponto de desembarque marítimo (SPOD), onde também estava colocalizado o principal órgão de apoio logístico do Batalhão, o elemento de apoio nacional (NSE). As Forças constituintes do 1º Batalhão de Infantaria conduziram neste cenário, diversas acções no âmbito do treino com aplicação das regras de empenhamento (ROE) implementadas para este Teatro de Operações. As acções conduzidas envolveram segurança de áreas, instalações e pontos sensíveis, patrulhamentos montados e apeados, reconhecimentos de itinerários, escoltas e controlo de tumultos. Os procedimentos a tomar com os órgãos de comunicação social e com a população civil, foram também alvo de treino por parte dos militares do BI. O exercício contemplou uma Combat Readiness Evaluation conduzida por elementos da IGE e por observadores multinacionais do Comando da EUROFOR. Os aspectos referidos foram conjugados para conferir a este exercício de certificação e validação multinacional o realismo, dureza e vivacidade possíveis, sem descurar as regras de segurança definidas para a execução do treino operacional. O resultado final deste exercício, que mobilizou a grande maioria dos materiais e equipamentos do Exército, consubstanciou-se na certificação multinacional do BI/BG/BrigInt/EFR e do NSE/ BrigInt e consequente entrada na fase de stand by, que reflecte a disponibilidade destas Forças para serem empregues no 2º semestre do corrente ano, sob o Comando de um General Português, o Exmo Sr MGen Martins Ferreira, que actualmente comanda a EUROFOR em Itália. Ten Cav Paulo Rodrigues 2Cmdt/CAC/BI/BG/ERF 4

7 EXERCÍCIO JUPITER11 DO BI/BG/ERF O Batalhão de Infantaria do BATTLE GROUP da EUROFOR (BI/BG/ERF), sediado no Regimento de Infantaria Nº 13, em Vila Real, realizou, de 28 de Março a 01 de Abril, na região de Vila Real e da Serra da Falperra, o exercício militar JÚPITER11. O Exercício JÚPITER11 teve como principal objectivo cimentar o treino e prontidão operacional de uma unidade equipada com os meios mais modernos do Exército Português, nomeadamente as Viatura Blindadas de Rodas PANDUR II (8X8). Ao longo do exercício as subunidades do Batalhão desempenharam várias missões e tarefas, tais como reconhecimentos, patrulhamentos motorizados e apeados com montagem de postos de controlo móveis, segurança e escolta a colunas, vigilância e segurança a pontos sensíveis, controlo de tumultos e técnicas e procedimentos relativos a defesa nuclear, biológica e química. O Batalhão é constituído por 631 militares oriundos das várias unidades do encargo operacional da Brigada de Intervenção e está sob o comando do Tenente-coronel de Infantaria José Manuel dos Santos Sá. Oriundos do Regimento de Cavalaria Nº 6, que contribui para o aprontamento desta força com meios humanos e materiais, participaram neste exercício 05 Oficiais que integraram o estado-maior do Batalhão, e ainda 03 Oficiais, 10 Sargentos e 33 Praças que integraram a Companhia de Apoio de Combate, num total de 51 militares. Iniciado o aprontamento em 01 de Julho de 2010, o BI/BG/ERF encontra-se agora no período de treino multinacional. Esta actividade inseriu-se na fase final da preparação desta força que termina no final do 1º semestre de No 2º semestre de 2011, estará à disposição da União Europeia para ser empregue em Operações de Resposta a Crises. Cap Cav Américo Pereira Cmdt CAC/BI/BG/ERF 5

8 EXERCÍCIO PRISTINA START112 No âmbito do aprontamento para o Teatro de Operações do Kosovo, o GAM/FND/KFOR realizou o exercício PRISTINA START 112, de 09 a 13MAI11, no Campo Militar de Sta Margarida (CMSM). O Exercício PRISTINA START112 teve como finalidade consolidar e validar a formação e o treino ministrados na Fase I do treino operacional nivelamento e Fase II treino convencional, no âmbito da técnica individual de combate, bem como a execução de tiro real com todas as armas orgânicas em utilização no TO do KOSOVO, garantindo que os militares ficam aptos a proceder individualmente de acordo com a situação e ameaça com que possam vir a ser confrontados, fazendo a correcta utilização do seu armamento e equipamento, bem como, testar todos os aspectos técnicos e administrativo-logísticos, necessários para garantir o apoio do exercício. O deslocamento para o Exercício foi efectuado em duas colunas no dia 08 de Maio, um destacamento avançado, que saiu primeiro a fim de preparar a chegada da restante Força ao CMSM, mormente o Quartel da Pucariça. A Força deslocou-se para o Exercício com um efectivo de 138 militares e utilizou 14 viaturas, das quais 05 Viaturas Administrativas, 02 Viaturas tácticas blindadas e 07 Viaturas tácticas não blindadas. No dia 09 de Maio iniciaram-se as actividades planeadas com o hastear da Bandeira Nacional perante a formatura geral do GAM/FND/KFOR. De seguida iniciaram-se os trabalhos com ênfase na preparação para o tiro individual a realizar no dia seguinte. Todos os militares do GAM/FND/KFOR realizaram o Tiro de Adaptação com a Espingarda Automática G-3, bem como a sessão de adaptação de Tiro Instintivo com a mesma arma. Os militares do Esquadrão de Manobra efectuaram ainda as restantes tabelas de Tiro Instintivo diurno e nocturno e as sessões de Tiro de Combate previstas. No dia 11 de Maio recebemos a visita do Comandante da Brigada de Intervenção, Exmo MGen José Carlos Filipe Antunes Calçada, acompanhado pelo Comandante do Regimento de Cavalaria 6, Coronel de Cavalaria Jocelino Rodrigues, a quem foi apresentado um sucinto brifíngue acerca da situação do aprontamento e sobre o Exercício PRISTINA START112. Durante o período da tarde tiveram a oportunidade de assistir ao Tiro de Combate do Esquadrão de Manobra, e também à realização de uma pista para reacção a diversas situações inopinadas. A pista foi realizada com a progressão em esquadra, ao longo de uma linha de água, onde iam surgindo diversas silhuetas simulando even- 6

9 tuais forças opositoras ou atiradores furtivos, havendo também ao longo do percurso a simulação de lançamento de uma granada de forma a provocar a reacção da Esquadra. A pista foi executada com munição de salva e no seu final terminava com o assalto a uma posição. A montagem e realização desta pista teve essencialmente o propósito de testar a destreza física e mental dos militares, bem como fomentar a coesão e espírito de corpo ao mais baixo escalão. No dia 12 de Maio, após a montagem do perímetro de segurança, realizou-se o lançamento de granadas de mão e o tiro de armas colectivas, maioritariamente por militares do Esquadrão de Manobra. De realçar o facto de a EPC ter cedido a viatura Panhard M11 à sua guarda, para a realização do tiro de Browning 7,62mm, o que permitiu o primeiro contacto de uma grande parte dos militares com esta VBL. No dia 13, deu-se o regresso a quartéis, o qual felizmente aconteceu sem percalços, à semelhança do movimento para o CMSM. Podemos afirmar que o Exercício PRISTINA START112 atingiu os objectivos delineados, completando assim, a primeira fase do aprontamento do GAM/FND/KFOR. O empenhamento e dedicação individual e colectiva revelaram-se fundamentais para a cabal execução de todas as tarefas propostas. Outro aspecto fundamental deste exercício, foi criar e desenvolver condições para fomentar o entrosamento e o conhecimento mútuo dos militares da força, reforçando os laços fundamentais de camaradagem, através de uma intensa actividade que exigiu muita entrega, dedicação e muito espírito de corpo, para ultrapassar os diversos desafios com que foram confrontados. Para alguns militares, a sessão de fogos reais constituiu o primeiro contacto com algum do armamento e com a tipologia de tiro realizado, notandose uma ansiedade inicial que foi sendo superada, sucessivamente, e, no final, foi possível constatar a satisfação natural do dever cumprido. Para finalizar, gostaríamos de deixar uma palavra de agradecimento por todo o apoio prestado pela Brigada Mecanizada, que sempre respondeu de forma pronta às nossas solicitações, à Escola Prática de Cavalaria pela cedência da VBR Panhard M11, à delegação da Manutenção Militar do Entroncamento, pela cooperação no fornecimento da alimentação e também ao Centro de Saúde do CMSM pelo apoio sanitário prestado, que facilitaram, significativamente, a realização deste exercício. Cap Cav Fernando Cunha S2/GAM/FND/KFOR 7

10 EXERCÍCIO PLUTÃO111 Desde o início do ano de 2011, o Grupo de Autometralhadoras (GAM) do Regimento de Cavalaria Nº 6 (RC6), tem conduzido diversas actividades no âmbito da formação e do treino tendo planeado, coordenado e desenvolvido as acções conducentes à realização dos exercícios da série PLUTÃO, de forma a optimizar os meios disponíveis e validar a formação e treino ministrados. Assim foram realizados dois exercícios o PLU- TÃO111, que decorreu na região da Serra dos Carvalhos (Braga), no período de 26 a 27 de Janeiro de 2011, e o exercício PLUTÃO112, realizado na região do Monte de Vasconcelos (Braga), nos dias 23 e 24 de Fevereiro de Ambos os exercícios tiveram como finalidade consolidar e validar a formação e o treino ministrados no âmbito da técnica individual de combate, tendo sido todas as actividades desenvolvidas de acordo com os padrões de segurança, rigor e eficiência definidos para os exercícios. O exercício PLUTÃO111 envolveu toda a estrutura do GAM, quer ao nível do planeamento do exercício, através do Estado-Maior (EM), ao nível do apoio logístico, pelo Esquadrão de Comando e Serviços (ECS) e a nível táctico pelo Esquadrões de Apoio de Combate (EAC) e pelo 1º Esquadrão de Autometralhadoras (1EAM). No exercício estiveram envolvidos 102 militares e 07 viaturas, distribuídos pela estrutura de comando, controlo e apoio e por nove equipas, de escalão secção, dos Pelotões de Autometralhadoras, Pelotão de Exploração e Pelotão de Morteiros. O Exercício realizou-se em 3 fases distintas em termos de metodologia e espaço: A 1ª fase iniciou-se em FEV11 com um percurso topográfico, composto por 6 estações, nas quais as secções foram avaliadas pela capacidade de orientação e pelo desempenho individual e colectivo na execução das tarefas em cada estação. Na 2ª fase, de FEV11 até FEV11, as secções montaram Postos de Observação/Postos de Escuta (PO/PE), apoiados numa linha de alturas, para relatar todos os incidentes decorridos nesse período de tempo. A 3ª fase, iniciou-se em JAN11, com um deslocamento apeado (marcha), desde a região do exercício até ao RC6. O segundo exercício da série Plutão, designado por PLUTÃO112, envolveu a participação de 75 militares e 03 viaturas. O exercício iniciou-se com uma marcha itinerária, desde o RC6 até à região do Monte de Vasconcelos, tendo o ECS/GAM prestado o apoio para o estabelecimento de uma Zona de Reunião (ZRn). O 8

11 1EAM e EAC ocuparam as respectivas áreas na ZRn. Durante o exercício, os comandantes do EAC e 1EAM, deram as ordens de operações (OOp) aos seus comandantes de pelotão para o cumprimento das respectivas missões, nomeadamente, reacção a uma emboscada próxima, travessia de áreas perigosas (linear e aberta) e reconhecimento de zona. O Exmo Comandante do RC6, Cor Cav Jocelino Rodrigues, que esteve presente no local do exercício, assistiu à apresentação de uma ordem de operações, pelo comandante de um pelotão de Autometralhadoras, e aproveitou a oportunidade para referir a necessidade e vantagem da realização deste tipo de exercícios. Os exercícios da série PLUTÃO desenvolveram-se de forma proficiente e eficaz, indo de encontro à finalidade e objectivos pretendidos, permitindo a identificação de um conjunto de Lessons Learned, fundamentais para continuar a desenvolver as actividades de treino do GAM assim como a realização de futuros exercícios. Maj Cav Pinto da Costa S4 GAM/FND/KFOR 9

12 EXERCÍCIO MERCÚRIO112 suas capacidades de sobrevivência e técnicas para o combate. É de salientar, a participação no final do exercício do Exmo Comandante, do seu Adjunto e do Comandante de Esquadrão Reconhecimento, na marcha realizada pelo 2PelRec no percurso da área de instrução para o Regimento. Participaram no Exercício MERCÚRIO112, nos períodos de 9 a 10, 16 a 17 e 21 a 22 de Fevereiro, o 1PelRec, 2PelRec, PelMort e SecVCB do ERec/BrigInt. Os três pelotões e a secção deslocaram-se em marcha apeada, equipados para combate, até à Serra dos Carvalhos de forma a ter instrução em terreno apropriado para o treino das Técnicas de Combate e execução de tarefas críticas aos níveis de Esquadra, Secção e Pelotão. Dando seguimento à instrução que já tinha sido ministrada no aquartelamento, os militares treinaram a execução de um assalto, reacção a emboscadas e travessias de áreas perigosas, tendo sido também melhorada a técnica de camuflagem individual, a instalação no terreno e os deslocamentos em Esquadra, Secção e Pelotão. Apesar das adversidades climatéricas a que os militares foram sujeitos, estes tipo de acções são cada vez mais importantes, fomentando o espírito de corpo, de grupo, de camaradagem e em simultâneo as Cap Cav Alberto Pinto Cmdt ERec/BrigInt 10

13 RC6 EM MOVIMENTO CORRIDA MENSAL E VÃO DEZ! A Corrida Mensal (CM) do Regimento já vai na sua décima edição! Esta actividade que parecia de difícil trato ab initio foi assimilada e abraçada pelos Dragões D Entre Douro e Minho como uma arma contra a lassidão que convida à modorra e que desfalece os músculos na lânguida preguiça proporcionada pelo sofá, pelo LCD, pelos filmes e outras actividades de menor movimento, que convidam à introspecção e nos afastam da natureza, do ar puro e da vida. Trata-se hoje de um lugar comum, no bom sentido das palavras, para todos os Cavaleiros do 6, que passaram a treinar e a frequentar assiduamente o ginásio e as sessões diárias de EFM. Na pista de Corta-Mato da Unidade, dá gosto ver, em cada nova edição, uma ininterrupta e longa corrente de cor, vida e competição. A visão do ponto do espectador é extraordinária, o vaivém das três voltas ao percurso, permite a refrega da competição sempre acesa pelos primeiros lugares dos diversos escalões, aspecto que se tornou mais aliciante com a inclusão dos civis e de militares do IASFA e do CR de Braga. Os prémios, diversificados, a cargo do Comando e EM e das várias subunidades do Regimento são um factor de motivação acrescido, também elevado pelo inchar do peito quando da sua atribuição em formatura geral na parada. Desta forma simples, o Comando conseguiu motivar militares e funcionários civis da Unidade, que no pretexto das PAF, para os Soldados, encontram lugar obrigatório para o treino e para a competição. A acção do Comando do Regimento, contribui assim, não só para o moral e bem estar físico dos diversos elementos do Regimento, pelas melhorias significativas introduzidas, no respectivo sistema cardio-respiratório, pelo treino e pela disputa mas também para permitir seleccionar, com naturalidade, os elementos representativos da Unidade nas várias fases dos CDM s. P ra frente RC6 em Movimento!!! Cmd & EM/RC6 11

14 CAMPEONATO DE ARMAMENTO No passado dia 05 de Abril de 2011, realizou -se no Regimento de Cavalaria Nº 6 o 1º Torneio de Armamento de O torneio teve como objectivo testar a eficácia do treino ministrado, verificar a destreza técnica dos militares na montagem e desmontagem do armamento orgânico debaixo de stress, apurar a capacidade técnica dos militares em prova, estimulando o espírito de competição e camaradagem. Nesta primeira edição participaram um total de seis equipas, 3 do Esquadrão de Reconhecimento, 1 do Esquadrão de Comando e Serviços e 2 do Grupo de Autometralhadoras, tendo por base de cada equipa uma secção a oito elementos. Nesta primeira edição do Torneio de Armamento, o Esquadrão de Reconhecimento foi o campeão absoluto garantindo os três primeiros lugares no pódio ficando em quarto lugar a equipa do Esquadrão de Comando e Serviços e as duas equipas do Grupo de Autometralhadoras nas duas últimas posições classificativas. O balanço do torneiro, foi muito positivo e demonstrou que os militares do Regimento de Cavalaria Nº 6, estão motivados e preparados tecnicamente no que concerne ao armamento individual e colectivo orgânico dos encargos operacionais da Unidade. O Campeonato de Armamento compreendeu as seguintes estações: 3ª Estação - Montar e desmontar a Met LG Browning 7.62mm; 4ª Estação - Montar e desmontar a Met Pes Browning 12.7mm; 5ª Estação - Montar e desmontar a Met LG HK mm M/968 equipado com a máscara NBQ M17 A1. Cap Cav Alberto Pinto Cmdt ERec/BrigInt 1ª Estação - Montar e desmontar a Esp Aut G-3; 2ª Estação - Montar e desmontar a Pistola Walther 9mm M/61 em condições de visibilidade reduzida; 12

15 I CHALLENGER DRAGÕES D ENTRE DOURO E MINHO Decorreu no passado dia 19 de Maio no Regimento de Cavalaria Nº 6, o I CHALLENGER organizado pelo Grupo de Auto Metralhadoras. Esta prova, pioneira neste Regimento, apelou a um elevado espírito de corpo e de equipa, bem como à necessária robustez física, contando com a presença de 117 elementos masculinos e 13 femininos, oriundos de todas as subunidades e distribuídos por 12 equipas. O evento foi organizado em 7 estações: 1ª Estação: Lançamento de Granadas; 2ª Estação: Transporte de feridos utilizando métodos expeditos; 3ª Estação: Empurrar uma VBL V-200; 4ª Estação: Puxar um atrelado transportando o resto da equipa; 5ª Estação: Pista de obstáculos conjugada com subida à corda no pórtico; 6ª Estação: Transporte do Tronco; 7ª Estação: Transporte de Cunhetes. Em cada uma destas estações as doze equipas competiram entre si em sistema de duelo, em que, dependendo do tipo de prova, o vencedor de cada um desses duelos recebeu uma determinada pontuação. Já no final de todas as estações e após alguns arranhões, decorrentes do ímpeto e dedicação, que todas equipas sem excepção demonstraram, foi anunciada a classificação final. Em 1º Lugar ficou a Equipa ALFA 1, do Esquadrão de Apoio/ GAM/FND/KFOR, em 2º Lugar a Equipa 1 do ECS/ RC6 e em 3º Lugar a Equipa BRAVO 2, do Esquadrão de Manobra/GAM/FND/KFOR. Este tipo de actividades levadas a cabo pelo Comando do Regimento tem como objectivo estimular o convívio e o espírito de corpo, promover a actividade desportiva e aprofundar os laços de camaradagem e amizade, entre as subunidades e os militares do RC6. É ainda de destacar a forma dedicada como todos os militares se empenharam na execução das provas, bem como expressar um voto de reconhecimento, a todas as subunidades que apoiaram as fases de planeamento e execução das provas, tendo contribuído significativamente para o sucesso deste nosso I CHALLENGER. Ten Cav João Barroso 2Cmdt do Esq Manbr/GAM/FND/KFOR 13

16 JOGOS TRADICIONAIS No passado dia 5 de Maio, realizou-se mais um campeonato interno na casa dos Dragões D Entre Douro e Minho. Desta feita, foi com uma viagem ao passado que se organizou mais uma sã e alegre competição entre todos os militares da casa numa disputa em Jogos Tradicionais. Este campeonato, organizado pela Companhia de Apoio de Combate (CAC) do Battlegroup, teve a participação de 7 equipas das diversas subunidades, nomeadamente três do Grupo de Autometralhadoras, duas do Esquadrão de Reconhecimento, uma da CAC e uma do Esquadrão de Comando e Serviços (ECS). Houve ainda a brilhante participação de uma equipa de Veteranos do RC6 constituída por militares e funcionários civis. A minuciosa organização e a forte adesão a este evento, proporcionou uma manhã de festa onde não faltaram jogos como a Malha, Corrida de Sacos, a Caça ao Tesouro, Pinhata, Bolas às Latas, Corrida de Skis e muitos mais. Todas as equipas se empenharam para alcançar a vitória, tendo sido a competição bastante acesa, saíndo vitorioso (com todo o mérito) o Esquadrão de Comando e Serviços. As equipas ficaram classificadas da seguinte forma: EQUIPA ECS GAM 2 ERec 2 CAC GAM 3 VETERANOS GAM 1 ERec 1 CLASSIFICAÇÃO 1º Lugar 2º Lugar 3º Lugar 4º Lugar 5º Lugar 6º Lugar 7º Lugar 8º Lugar Este evento foi mais uma prova evidente do espírito vivido pelos Dragões D Entre Douro e Minho, quer seja no planeamento dos campeonatos ou em competição, nunca esquecendo que a base assenta na sã e sólida camaradagem. Alf Cav Ana Leonardo Cmdt Pel Expl/CAC/BI/BG/ERF 14

17 CAMPEONATOS DESPORTIVOS MILITARES PARTICIPAÇÃO DO RC6 NA LV SEMANA EQUESTRE DE MAFRA Decorreu de 10 a 13 de Março e de 17 a 20 do mesmo mês a LV Semana Equestre Militar (SEM), no Centro Militar de Educação Física e Desportos (CMEFD) em Mafra. Esta prova constitui-se na mais importante competição de Equitação Militar no panorama nacional, pois reúne uma diversidade de provas tais como o Ensino, os Obstáculos, o Concurso Nacional Combinado e nos últimos anos as Técnicas de Randonnée Equestre de Competição (TREC). Este ano não se realizou o sempre empolgante Campeonato Equestre Militar, que à partida se realizará mais para o final do ano. Este conjunto de provas reveste-se de grande importância, pois constitui o fórum de excelência onde os Cavaleiros Militares apresentam as montadas que lhes foram distribuídas pela Comissão Técnica de Equitação e Remonta (CTER), de forma a mostrar a evolução das mesmas e o atingir ou não dos objectivos traçados. É certo que a ocasião serve também para o encontro entre cavaleiros de várias gerações, o que fomenta a troca de experiências e sensibilidades, a busca de objectivos comuns, e o fortalecimento dos laços de camaradagem no agradável convívio que se estabelece durante o período em que a SEM ocorre. É sempre importante ouvir as vozes da experiência dos nossos Mestres de Equitação, que têm sempre bons ensinamentos a transmitir. O RC6 fez-se representar nesta LV SEM, com uma delegação composta por 4 Cavaleiros Militares (Cap Cav Fernando Cunha, Cap Cav Tiago Pires, Ten Cav Fátima Costa e Ten Cav Fábio Vale); 4 Cavalos dos quais duas Montadas de Desporto (Opressor de Fôja e Zaino) e duas Montadas de Instrução (Opalino de Fôja e Alvorada de Mafra); 2 Tratadores Hipo (Sold Cidade e Sold Silva) e 2 Condutores (1Cab Araújo e Sold Carvalho). Há já alguns anos que o RC6 não conseguia uma tão grande participação na SEM. No dia 17MAR11, decorreu a Prova do RC6, cujos prémios foram oferecidos pelo Regimento estando presente o 2Cmdt do RC6 TCor Cav Álvaro Rosas que tomou parte da tribuna do Júri de Honra para esta prova. O RC6 deu o seu nome a uma prova de DUAS FASES 0,90m destinada a cavalos novos, onde se sagrou vencedor o SCh Cav Luís Real montando TSAR D'AUDOVILLE, ficando em segundo lugar o Maj Cav Gomes da Silva montando BARÃO, e em terceiro lugar novamente o SCh Cav Luís Real montando SIBELLE DES ROQUES. Da participação dos conjuntos da delegação do RC6, é de realçar a participação da equipa dos no Derby, prova patrocinada pelo RC3, onde os 4 conjuntos conseguiram concluir a prova sem percalços, não conseguindo no entanto atingir os tão almejados lugares do pódio. É de realçar o 1º Lugar no CNC Iniciação alcançado pela Ten Cav Fátima Costa com Alvorada de Mafra, mas é no entanto o facto de a Ten Cav Fátima Costa com o Opressor de Fojâ ter sido a primeira militar feminina a vencer a última prova de obstáculos desta LV SEM, prova de Seis Barras, em que a ultima passagem já atingia o 1,60m no último obstáculo, que fica para a História da LV SEM, um momento que ela certamente não esquecerá. Esta participação mostra que a equitação se mantém viva no RC6, apesar das dificuldades e dos constrangimentos financeiros que limitam a renovação dos equipamentos necessários à prática da modalidade na sua vertente desportiva, bem como os condicionamentos dos próprios cavaleiros cujas funções lhes trazem responsabilidades ao nível do treino operacional e da participação em exercícios, o que nem sempre permite a mais correcta continuidade do trabalho das montadas. Termino este relato ciente de que os tempos que se avizinham não são fáceis para a Equitação Militar, mas com a consciência de que tudo faremos para manter esta chama acesa. Cap Cav Fernando Cunha S2/GAM/FND/KFOR 15

18 CAMPEONATO DE TIRO - FASE EXÉRCITO Realizou-se de 16 a 20 de MAI11, no Centro de Tropas Comandos, na Serra da Carregueira, o Campeonato Militar de Tiro Desportivo Fase III Exército, integrado no calendário desportivo militar para Este Campeonato teve como objectivo a selecção de Atiradores para constituir as Equipas de Tiro, carabina e Pistola, do Exército, tendo em vista a participação do Exército no Campeonato de Tiro Fase IV Forças Armadas. A Brigada de Intervenção participou com seis (6) atiradores femininos, sendo dois (2) do RC6 e seis (6) atletas masculinos, sendo quatro (4) do RC6, nas modalidades de Pistola e de Carabina, tendo obtido, na modalidade de Pistola o 1º e 2º lugar por equipas, femininos e masculinos, respectivamente. A equipa do Comando de Instrução e Doutrina (CID), que obteve a maior pontuação no somatório dos resultados obtidos pelas respectivas equipas masculinas e femininas, sagrou-se vencedora do prémio de mérito desportivo do CID. Na Cerimónia de Encerramento, presidida pelo Exmo Cor Cav Siborro Reis, em representação do Exmo TGen CID, foram atribuídos prémios aos melhores atletas, a nível individual, e às melhores equipas, a nível colectivo, em cada modalidade. Maj Cav Pinto da Costa S4 GAM/FND/KFOR 16

19 RC6 SOLIDÁRIO APOIOS Visitas de Jardins de Infância Apoio à Universidade Católica O primeiro semestre de 2011 foi um período intenso e preenchido, com empenhamento constante quer no âmbito estritamente militar quer no âmbito do apoio a entidades civis e religiosas. Uma das características da Instituição Militar, embora os detractores digam que não, é a sua flexibilidade, o mesmo é dizer capacidade de adaptação às mais diversas circunstâncias sejam elas de bonança ou de adversidade. A missão do Regimento de Cavalaria Nº 6 não se esgota nos requisitos essencialmente militares, mas num sem número de tarefas de interesse público. Numa lógica de abertura à sociedade civil e porque o militar gosta de sentir-se útil e altruísta, os meios são rentabilizados e potenciados ao máximo, qual canivete suíço. Somos uma plataforma de encontro da comunidade civil com a Instituição Militar fora e intramuros apoiando: cerimónias militares, cerimónias organizadas por entidades civis; cerimónias religiosas, montamos e desmontamos tendas para acampamentos de jovens carenciados a viver em instituições, proporcionamos contacto com actividades radicais (pista de cordas, rappel e slide) montando a Torre de Multiactividades em estabelecimentos de ensino, disponibilizamos as infraestruturas desportivas da Unidade, para a prática de desporto, nomeadamente a Orientação, apoiamos em alojamento outras instituições que desenvolveram actividades intramuros do Regimento, como a Cruz Vermelha Portuguesa e Corpo Nacional de Escutas. Apoiamos na recolha e transporte das duas iniciativas anuais do Banco Alimentar Contra a Fome; o Instituto Português do Sangue na recolha de sangue e o Clube Automóvel do Minho na edição da Rampa da Falperra. No âmbito da actividade operacional destaque especial para o início do aprontamento do GAM/FND/KFOR, que regressará ao TO do Kosovo em Setembro do corrente ano. Continuamos a apoiar o aprontamento da CAC/BI/BG/ERF e os Encargos Operacionais desenvolveram exercícios mensais aos mais diversos escalões e apoiaram as demais actividades levadas a cabo pelo Regimento. As iniciativas de apoios à sociedade civil e às instituições da área geográfica onde o nosso Regimento se encontra implantado, foram diversas. Apresentamos de um modo sintético e resumido os principais apoios realizados no primeiro semestre de 2011: 29 Visitas de jardins-de-infância, centros de estudos, escolas que trouxeram até ao Regimento um total de 1327 crianças e jovens e 362 adultos acompanhantes; 01 Apoio a Câmara Municipal de Braga, com montagem 1 tenda 12p; 04 Escoltas ao Pálio em outras tantas procissões religiosas; 02 Cerimónias militares, a cerimónia comemorativa 121º aniversário da EPC e Dia da Arma de Cavalaria e a da Brigada de Intervenção; 02 Apoios ao Banco Alimentar Contra a Fome; 01 Apoio ao Braga Rugby através do fornecimento de alojamento para 300 participantes no torneio, da montagem 7 tendas e apoio sanitário, nos campos de futebol da rodovia em Braga; Apoio à Universidade Católica Portuguesa Faculdade de Economia e Gestão Porto, através da realização de algumas actividades relacionadas com a Liderança; 04 Apoios ao CRBraga/DORH na montagem, operação e segurança da Torre Multiactividades e ainda, através da cedência de viaturas blindadas e viaturas de transporte geral; 01 Apoio à iniciativa Limpar Portugal, na recolha de resíduos, empenhando 25 militares, alfaias agrícolas e 2 tendas 12P; 02 Apoios à Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, na festa da Primavera e da floresta e na festa da saúde e da solidariedade com viaturas blindadas e Torre multiactividades; Apoio à Câmara Municipal de Póvoa de Lanhoso para arealização da 1ª Prova a contar para o Campeonato Nacional de Rallyes, com a cedên- 17

20 Apoio a Associações de Antigos Combatentes cia e montagem da Tribuna; 01 Apoio ao Agrupamento de Escolas de Arcos de Valdevez no âmbito do Dia da Protecção Civil com viaturas blindadas e o pronto-socorro; 01 Apoio às comemorações do XII Aniversário da APVG; 01 Apoio à Agro 2011, 44ª Feira Internacional da Agricultura, Pecuária e Alimentação de Braga, com material militar para o Expositor, com a Torre de Multiactividades, com 2 viaturas blindadas e o respectivo armamento e, ainda, através da execução de actividades de Iniciação à Equitação, com a permanência de 02 cavalos; 02 Apoios ao Clube de Orientação do Minho, com montagem de 07 tendas 12P, no concelho de Montalegre; 01 Apoio à Escola Secundária Carlos Amarante no planeamento, organização, montagem e execução de uma Prova de Orientação, no interior do Aquartelamento, destinada a alunos de diversas Escolas EB 2,3 e Secundárias região de Braga; 01 Apoio ao agrupamento de escolas de Arcozelo em Ponte de Lima, com viaturas blindadas e a Torre Multiactividades; 01Apoio aos grupos de teatro Gacel e Duplaface, em Ponte de Lima, com 01 viatura V200 Chaimite; 01 Apoio à Câmara Municipal de Mondim de Basto, com uma viatura blindada e Torre Multiactividades; 01 Apoio à Universidade do Minho no encontro de coros universitários, com alojamento e alimentação; Apoio ao Clube Automóvel do Minho com uma tribuna e 40 militares, com o objectivo de inte- Norte Shopping III Feira Protecção Civil de Matosinhos Apoios com tendas 12P 18

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