RELATÓRIO DE GOVERNO SOCIETÁRIO

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1 08 RELATÓRIO DE GOVERNO SOCIETÁRIO

2 ÍNDICE 0. DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO ÓRGÃOS SOCIAIS COMPETÊNCIAS, MANDATOS E REMUNERAÇÕES EXERCÍCIO DO DIREITO DE VOTO E REPRESENTAÇÃO DOS ACCIONISTAS REGRAS SOCIETÁRIAS SISTEMA DE GESTÃO E CONTROLO DE RISCO RECURSOS HUMANOS FUNDO DE PENSÕES SISTEMAS DE INFORMAÇÃO INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO RELAÇÃO COM INVESTIDORES CUMPRIMENTO DOS OBJECTIVOS ANUAIS FIXADOS PELO ACCIONISTA ANEXO DETALHE DAS REMUNERAÇÕES DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 53

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4 DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO_0 02_

5 DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO 0_DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO A ANA, SA tem adoptado os princípios de bom governo das empresas do sector empresarial do Estado expressos nas Resoluções do Conselho de Ministros n.º 49/2007 e n.º 70/2008, adequando as suas práticas societárias no plano da gestão financeira e orçamental e da estrutura de administração e fiscalização e adoptando uma política de transparência a nível da remuneração e de outros direitos e uma política de prevenção de conflitos de interesses, de forma a cumprir rigorosamente os ditames daquele diploma legal. De igual modo, a ANA, SA está a cumprir os princípios relativos à divulgação de informação, disponibilizando ao público através do seu sítio na Internet, bem como do portal do sector empresarial do Estado, elementos relevantes de carácter financeiro, histórico e actual da empresa que permitem às suas partes interessadas e ao público em geral acompanhar a evolução da ANA, SA e a sua actual posição no mercado. Embora não tenha sido designado um provedor do cliente, nos termos previstos na mencionada RCM, a necessidade de melhorar ainda mais a relação entre a empresa e os seus clientes e os cidadãos em geral poderá, no futuro, aconselhar esta via.

6 0.1_Correspondência com a RCM nº 49/2007 De forma a tornar explícita a conformidade do Relatório Anual com o preconizado pela RCM n.º 49/2007, construiuse a tabela seguinte, onde se referem, conforme os casos, a correspondência com o capítulo do Relatório. RCM 49/2007 Relatório Governo Societário Capítulo Declaração de cumprimento Missão, objectivos e políticas da empresa Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita Informação sobre transacções relevantes com entidades relacionadas a) b) Informação sobre outras transacções Procedimentos adoptados em matéria de aquisição de bens e serviços Lista dos principais fornecedores a) b) Identificação do modelo de governo e dos membros dos órgãos sociais Membros dos órgãos sociais, funções e responsabilidades Auditor externo Remunerações dos membros dos órgãos sociais Análise da Sustentabilidade nos domínios económico, social e ambiental Cumprimento dos princípios de bom governo Código de Ética Provedor do cliente 2 Relatório Sustentabilidade n.a. RELATÓRIO DE GOVERNO SOCIETÁRIO 04_ 05

7 DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO 0.2_Correspondência com a CMVM Apesar de não ser uma sociedade aberta ao investimento do público e, por isso, não directamente abrangida pelas recomendações da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a ANA tem vindo a observar, na generalidade, as recomendações que lhe são aplicáveis, tendo em conta o seu estatuto de empresa de capitais públicos. Regulamento CMVM Relatório Governo Societário Capítulo 0. Declaração de cumprimento 0 I. Divulgação de Informação 1 Organigramas ou mapas funcionais relativos à repartição de competências entre os vários órgãos e departamentos da sociedade no quadro do processo de decisão empresarial Lista das comissões específicas criadas na sociedade (por exemplo, comissão de ética e comissão de avaliação de estrutura e governo societários) com indicação da sua composição, incluindo indicação dos administradores considerados, nos termos do n.º 2 do artigo 1.º, como independentes que as integram e das suas atribuições Descrição do sistema de controlo de riscos implementado na sociedade. 5 4 designadamente: a) A emissão de acções ou de outros valores mobiliários que dêem direito à subscrição ou aquisição de acções; b) O anúncio de resultados; c) O pagamento de dividendos efectuado por categoria de acções com indicação do valor líquido por acção. n.a. n.a. n.a. 5 Descrição da política de distribuição de dividendos adoptada pela sociedade, identificando, designadamente, o valor do dividendo por acção distribuído nos três últimos exercícios Descrição das principais características dos planos de atribuição de acções e dos planos de atribuição de opções de aquisição de acções adoptados ou vigentes no exercício em causa, designadamente justificação para a adopção do plano, categoria e número de destinatários do plano, condições de atribuição, cláusulas de inalienabilidade de acções, critérios relativos ao preço das acções e o preço de exercício das opções, período durante o qual as opções podem ser exercidas, características das acções a atribuir, existência de incentivos para a aquisição de acções e/ou o exercício de opções e competência do órgão de administração para a execução e/ou modificação do plano. n.a. 7 Descrição dos elementos principais dos negócios e operações realizados entre, de um lado, a sociedade e, de outro, os membros dos seus órgãos de administração e fiscalização, titulares de participações qualificadas ou sociedades que se encontrem em relação de domínio ou de grupo, desde que sejam significativos em termos económicos para qualquer das partes envolvidas, excepto no que respeita aos negócios ou operações que, cumulativamente, sejam realizados em condições normais de mercado para operações similares e façam parte da actividade corrente da sociedade. n.a. (continua)

8 (continuação) Regulamento CMVM Relatório Governo Societário Capítulo 8 Referência à existência de um Gabinete de Apoio ao Investidor ou a outro serviço similar, com alusão a: a) Funções do Gabinete; b) Tipo de informação disponibilizada pelo Gabinete; c) Vias de acesso ao Gabinete; d) Sítio da sociedade na Internet; e) Identificação do representante para as relações com o mercado. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 9 Indicação da composição da comissão de remunerações ou órgão equivalente, quando exista, identificando os respectivos membros que sejam também membros do órgão de administração, bem como os seus cônjuges, parentes e afins em linha recta até ao terceiro grau, inclusive Indicação do montante da remuneração anual paga ao auditor e a outras pessoas singulares ou colectivas pertencentes à mesma rede suportada pela sociedade e/ou por pessoas colectivas em relação de domínio ou de grupo e, bem assim, discriminação da percentagem respeitante aos seguintes serviços: a) Serviços de revisão legal de contas; b) Outros serviços de garantia de fiabilidade; c) Serviços de consultoria fiscal; d) Outros serviços que não de revisão legal de contas. Se o auditor prestar algum dos serviços descritos nas alíneas c) e d), deve ser feita uma descrição dos meios de salvaguarda da independência do auditor II. Exercício do direito de voto e representação de accionistas 1 Existência de regras estatutárias sobre o exercício do direito de voto, nomeadamente que afastem o exercício do direito de voto por correspondência. 3 2 Existência de um modelo para o exercício do direito de voto por correspondência. 3 3 Possibilidade de exercício do direito de voto por meios electrónicos. 3 4 Antecedência exigida para o depósito ou bloqueio das acções para a participação na assembleia geral. 3 5 Exigência de prazo que medeie entre a recepção da declaração de voto por correspondência e a data da realização da assembleia geral. 3 6 Número de acções a que corresponde um voto. 3 III. Regras societárias 1 Referência sobre a existência dos códigos de conduta dos órgãos da sociedade ou de outros regulamentos internos, assim como descrição sumária ou indicação sobre a forma de acesso, pelos investidores, aos referidos códigos de conduta ou regulamentos internos Descrição dos procedimentos internos adoptados, se for o caso, para o controlo do risco na actividade da sociedade, designadamente existência de unidades orgânicas dedicadas à auditoria interna e/ou à gestão de riscos. 5 (continua) RELATÓRIO DE GOVERNO SOCIETÁRIO 06_ 07

9 DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO (continuação) Regulamento CMVM Relatório Governo Societário Capítulo 3 Indicação das medidas susceptíveis de interferir no êxito de ofertas públicas de aquisição, devendo descreverse sumariamente pelo menos as seguintes: limites ao exercício dos direitos de voto, restrições à transmissibilidade de acções, direitos especiais de algum accionista e acordos parassociais, se conhecidos pela sociedade. n.a. IV Órgão de administração 1 A caracterização do órgão de administração, designadamente no que respeita a: a) Identidade de membros que compõem o órgão de administração, distinguindose os membros executivos dos não executivos e os membros independentes dos não independentes; b) Funções que os membros do órgão de administração exercem em outras sociedades, discriminandose as exercidas em outras sociedades do mesmo grupo Referência à eventual existência de uma comissão executiva ou de outras comissões com competência em matéria de gestão, identificando, designadamente, os poderes e competências atribuídos a essas comissões e a sua composição, incluindo indicação dos administradores considerados, nos termos do n.º 2 do artigo 1.º, como independentes que integram essas comissões. n.a. 3 Descrição do modo de funcionamento do órgão de administração, indicandose nomeadamente: a) Delimitação de competências entre o presidente do órgão de administração e o presidente da comissão executiva, caso exista; b) Lista de matérias vedadas à comissão executiva, se existente; c) Informação aos membros do órgão de administração relativamente às matérias tratadas e decisões tomadas pela comissão executiva, caso exista; d) Lista de incompatibilidades definida internamente pelo órgão de administração e número máximo de cargos acumuláveis pelos administradores em órgãos de administração de outras sociedades, caso existam; e) Número de reuniões do órgão de administração durante o exercício em causa. n.a. n.a. n.a. n.a Descrição da política de remuneração, incluindo designadamente os meios de alinhamento dos interesses dos administradores com o interesse da sociedade Indicação da remuneração, individual ou colectiva, entendida em sentido amplo de forma a incluir, designadamente, prémios de desempenho, auferida, no exercício em causa, pelos membros do órgão de administração, distinguindo os administradores executivos dos não executivos e distinguindo a parte fixa e a parte variável da remuneração. No cálculo da remuneração auferida pelos administradores da sociedade devem ser incluídos os montantes a qualquer título pagos por outras sociedades em relação de domínio ou de grupo. 2.2

10 DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO_1 08_ 09

11 DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO 1_DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO O grupo ANA é composto por cinco empresas, cujas percentagens de participação pela ANA, SA variam entre os 49%, no caso da ADA, e os 100% no caso da Portway. Todas as empresas do grupo estão associadas ao sector aeroportuário, com predomínio na gestão de infraestruturas. PORTWAY Handling de Portugal, SA Objecto social: exercício de actividades de assistência em escala a aeronaves, conhecidas por handling, nos aeroportos portugueses. Prestação de serviços de formação interna e externa. ADA Administração de Aeroportos, Lda. Objecto social: administração de aeroportos, particularmente do Aeroporto Internacional de Macau (AIM). ANAM Aeroportos e Navegação Aérea da Madeira, SA Objecto social: estudo, planeamento, construção e exploração dos aeroportos da Região Autónoma da Madeira. NAER Novo Aeroporto, SA Objecto social: desenvolvimento dos trabalhos necessários à preparação e à execução das decisões referentes aos processos de planeamento e de lançamento da construção de um novo aeroporto no território de Portugal Continental. ANA, SA 70% 84,41% 100% 49% ANAM NAER PORTWAY ADA Consolidação Integral Equivalência Patrimonial

12 1.1_Visão, Missão e políticas da empresa VISÃO E MISSÃO Visão_ Posicionar a ANA Aeroportos de Portugal, SA como gestor aeroportuário de reconhecida competência, assegurando um desempenho fundado na confiança dos parceiros e clientes e orientado para a rendibilidade e para a sustentabilidade. Desenvolvimento dos colaboradores_ Empenho no crescimento profissional e pessoal próprio e dos demais. Orientação para os resultados_ Empenho e diligência na realização de metas ambiciosas. Missão_ A ANA Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias a seu cargo, ligando Portugal ao mundo e contribuir para o desenvolvimento económico, social e cultural das regiões em que se insere. É ainda objecto da sua missão oferecer aos seus clientes um serviço de elevada qualidade, criando valor para os accionistas e assegurando elevados níveis de qualificação profissional e motivação dos seus colaboradores. VALORES Dedicação ao cliente_ Toda a actividade da empresa é orientada pelo propósito de servir os clientes atendendo às suas necessidades e preocupações. Responsabilidade_ Rigor, profissionalismo e integridade no relacionamento com os clientes, as comunidades nacional e local, os accionistas e os parceiros internos e externos. Espírito competitivo e inovador_ Esforço de melhoria contínua assente na abertura de espírito e na criatividade ao nível das práticas de gestão. Espírito de equipa_ Comunicar, partilhar, informar, assumir parcerias, entender o trabalho individual como parte do todo. RELATÓRIO DE GOVERNO SOCIETÁRIO 10_ 11

13 DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO 1.2_Estrutura organizativa, estrutura funcional e comissões específicas CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CRSS Conselho de Responsabilidade Social e Sustentabilidade DPCG Direcção de Planeamento e Controlo de Gestão SEGER Secretaria Geral DFIN Direcção Financeira DJUCON Direcção dos Serviços Jurídicos e do Contencioso DRH Direcção de Recursos Humanos DEMA Direcção de Estratégia e Marketing Aeroportuário DAO Direcção de Auditoria e Organização REGLA Divisão de Regulamentação Aeronáutica DCNS Divisão de Coordenação Nacional de Slots DALS Direcção do Aeroporto de Lisboa DASC Direcção do Aeroporto Francisco Sá Carneiro (Porto) DAFR Direcção do Aeroporto de Faro DAA Direcção dos Aeroportos dos Açores DIMO Direcção de Imobiliário DIPE Direcção de Projectos Especiais DRET Direcção de Retalho DSTE Direcção dos Serviços Técnicos DIA Direcção de Infraestruturas Aeronáuticas CSP Centro de Serviços Partilhados DSTIC Direcção de Sistemas e Tecnologias de Informação e Comunicação ANA Consulting Gabinete para a Gestão da Qualidade Gabinete de Desenvolvimento Centro Corporativo Centro Corporativo Unidades de Negócio Unidades de Serviço

14 UNIDADES DE NEGÓCIO DALS Direcção do Aeroporto de Lisboa Exploração, coordenação e manutenção do Aeroporto de Lisboa. DASC Direcção do Aeroporto Francisco Sá Carneiro Exploração, coordenação e manutenção do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. DAFR Direcção do Aeroporto de Faro Exploração, coordenação e manutenção do Aeroporto de Faro. DAA Direcção dos Aeroportos dos Açores Exploração, coordenação e manutenção dos Aeroportos João Paulo II, Horta, Santa Maria e Flores. DRET Direcção de Retalho Definição e implementação da estratégia da actividade de retalho. DIPE Direcção de Projectos Especiais Definição e operacionalização de projectos especiais no negócio Aviação. DIMO Direcção de Imobiliário Definição e implementação da estratégia da actividade imobiliária. UNIDADES DE SERVIÇO DSTE Direcção dos Serviços Técnicos Questões de facilitação e segurança incluídas na competência da Comissão Nacional FAL/SEC*; acompanhamento do cumprimento das normas de safety e de security; verificação da eficácia dos planos de emergência; formulação da política ambiental. DIA Direcção de Infraestruturas Aeronáuticas Estudos e projectos de infraestruturas aeronáuticas; fiscalização das respectivas obras. CSP Centro de Serviços Partilhados Aprovisionamento; informação e documentação; relevação contabilística e patrimonial; saúde ocupacional; processamento de salários; formação. Planeamento e implementação de sistemas de informação; implan DSTIC Direcção de Sistemas e Tecnologias de Informação e Comunicação tação de infraestruturas de comunicações; instalação de hardware e de software. * FAL/SEC Facilitação e Segurança RELATÓRIO DE GOVERNO SOCIETÁRIO 12_ 13

15 DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO CENTRO CORPORATIVO DPCG Direcção de Planeamento e Controlo de Gestão DFIN Direcção Financeira DRH Direcção de Recursos Humanos SEGER Secretaria Geral DJUCON Direcção dos Serviços Jurídicos e do Contencioso DEMA Direcção de Estratégia e Marketing Aeroportuário DAO Direcção de Auditoria e Organização REGLA Divisão de Regulamentação Aeronáutica DCNS Divisão de Coordenação Nacional de Slots ANA Consulting Gabinete para a Gestão da Qualidade Gabinete de Desenvolvimento Controlling e reporting; planeamento operacional e estratégico; coordenação e consolidação do processo de elaboração dos orçamentos anuais. Estratégia de financiamento e de gestão financeira; gestão global de risco; preparação das contas e relato financeiro da ANA e do Grupo; gestão fiscal. Definição e proposta de estratégia e de política de recursos humanos; promoção do desenvolvimento dos trabalhadores e interlocutor dos seus representantes. Assessoria corporativa ao Conselho de Administração; comunicação e imagem da empresa; expediente; relação com os órgãos de comunicação social e promoção de eventos. Assuntos jurídicos; verificação da conformidade dos contratos, dos acórdãos e dos protocolos; interpretação de regulamentos e de legislação. Análise estratégica do meio envolvente e da empresa; elaboração de estruturas tarifárias de rede e de sistemas de promoção de tráfego, em coordenação com os aeroportos e stakeholders; desenvolvimento de Market Intelligence. Auditorias administrativas, financeiras e operacionais; estudos, pareceres e propostas organizativas; revisão/elaboração de normas e de manuais de procedimentos. Emissão de pareceres em todos os processos de licenciamento de construções ou de actividades nas áreas de protecção dos aeroportos; acompanhamento da revisão dos Planos Directores Municipais (PDM) dos concelhos vizinhos de cada aeródromo. Supervisão da atribuição de faixas horárias e monitorização da respectiva utilização, nos termos definidos pelo DecretoLei nº 109/2008 de 26 de Junho. Prestação de serviços de consultoria, especializada nos domínios da concepção, da organização e da gestão de aeroportos. Coordenação, monitorização e avaliação das acções respeitantes à Qualidade e aos Sistemas de Gestão da Qualidade. Desenvolvimento de cenários de evolução da actividade a longo prazo; articulação com a NAER nos trabalhos relacionados com o Novo Aeroporto de Lisboa.

16 Actualmente, existem quatro comissões dedicadas: Comissão de Ética Composta por um presidente e quatro vogais (quadros da empresa), tem como principais atribuições: Colaborar na divulgação interna e externa do Código de Ética e Conduta; Zelar com isenção e independência, relativamente aos órgãos sociais da empresa, pelo cumprimento do Código de Ética e Conduta; Esclarecer dúvidas relativas à interpretação e à aplicação do Código de Ética e Conduta; Pronunciarse sobre quaisquer questões relativas à aplicação dos princípios do Código de Ética e Conduta, colocadas quer pelo Conselho de Administração quer por qualquer colaborador; Propor ao Conselho de Administração as alterações ao Código de Ética e de Conduta que entender apropriadas; Apresentar anualmente ao Conselho de Administração um relatório sobre a sua actividade. Comissão de Apreciação de Propostas de Acessos e Progressões Presidida pelo administrador com o pelouro dos Recursos Humanos, integra o director dos Recursos Humanos, os directores dos aeroportos e um director representante do Centro Corporativo. Tem como principais atribuições: O estabelecimento das regras por que se regem todas as situações de acessos/progressões profissionais, tal como se encontram regulamentadas no Acordo de Empresa no seu anexo III, para trabalhadores sujeitos ao Sistema de Avaliação de Desempenho; Efectuar a avaliação de todos os casos submetidos à sua análise para progressões/promoções. Comissão de Acompanhamento do Fundo de Pensões Presidida pelo administrador com o pelouro dos Recursos Humanos, integra três representantes da ANA e dois representantes dos trabalhadores. Tem como principais atribuições: Verificar o cumprimento pela Entidade Gestora das disposições aplicáveis aos Planos de Pensões e à gestão do Fundo, nomeadamente no que diz respeito à implementação da política de investimento e ao cumprimento pela Entidade Gestora e pelo Associado dos deveres de informação aos participantes e aos beneficiários; Pronunciarse sobre propostas de transferência da gestão do Fundo e de outras alterações relevantes aos contratos constitutivo e de gestão, bem como sobre a extinção do Fundo de Pensões e, ainda, sobre pedidos de devolução ao Associado de excessos de financiamento; Formular propostas sobre as matérias referidas na alínea anterior ou outras, sempre que o considere oportuno; Pronunciarse sobre a nomeação do Actuário Responsável pelo Plano de Pensões de Benefício Definido e do Revisor Oficial de Contas proposto pela Entidade Gestora. Conselho para a Responsabilidade Social e Sustentabilidade A necessidade de gerir as questões relativas à Sustentabilidade e de se adoptarem as melhores práticas neste domínio levou à criação, em Dezembro de 2008, de um novo modelo organizativo do Conselho de Responsabilidade Social e Sustentabilidade (CRSS). Este modelo contempla a existência de um Conselho com funções consultivas de dimensão reduzida, constituído por representantes das dimensões económica, ambiental e social; um representante da Comunicação e o representante dos colaboradores para a Responsabilidade Social. Este Conselho conta ainda com uma Coordenação Executiva que reporta directamente ao Presidente do CRSS em termos hierárquicos, com uma linha de reporting funcional ao Presidente do Conselho de Administração, responsável pelo pelouro da Responsabilidade Social e Sustentabilidade. Para uma melhor operacionalização do CRSS, foram identificados interlocutores de todas as Direcções da empresa, designados por focal points. RELATÓRIO DE GOVERNO SOCIETÁRIO 14_ 15

17 DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO Neste novo modelo o CRSS tem como principais atribuições: Pronunciarse sobre linhas estratégicas para a RS e Sustentabilidade; Pronunciarse sobre planos e orçamentos; Pronunciarse sobre objectivos; Acompanhar trimestralmente o trabalho do Coordenador Executivo. Enquanto operador aeroportuário, a ANA exerce uma actividade intensiva em capital que exige investimentos de elevada mobilização de cash flow e de prazos longos de recuperação. O accionista Estado tem vindo a aceitar parcialmente esta proposta, o que se reflectiu num payout ratio médio de 47% nos últimos 5 anos. O Coordenador Executivo tem como principais atribuições: Definir e implementar linhas estratégicas; Definir planos, orçamentos e objectivos; Definir e dinamizar iniciativas com responsáveis locais; Actuar como interface em relação aos responsáveis das Unidades Organizativas; Acompanhamento mensal com responsáveis locais e com o Conselho de Administração. 1.3_Estrutura Accionista A 31 de Dezembro de 2008, o Capital Social da ANA, SA era de ,00 detido pela Parpública e pelo Estado Português nas seguintes proporções: Parpública Participações Públicas (SGPS), SA 68,56% DirecçãoGeral do Tesouro e Finanças 31,44% 1.4_Distribuição de Dividendos Face ao esforço de investimento que tem sido necessário para ampliar a capacidade aeroportuária, que se prevê que se mantenha nos próximos anos, e tendo em atenção a falta de liquidez que, neste momento, caracteriza os mercados financeiros, o Conselho de Administração tem vindo a propor ao accionista da empresa uma política de contenção na distribuição de dividendos, com vista a uma capitalização adequada da empresa. 1.5_Auditores Apesar de não ser legalmente exigido, a ANA contrata serviços de auditoria externa a uma entidade independente para o exame das demonstrações financeiras da empresa e do grupo. No quadro dos serviços contratados, os auditores externos, embora não expressem opinião sobre a estrutura de controlo interno, comunicam sempre que entendem relevante, eventuais insuficiências da estrutura, erros ou irregularidades detectadas. Os serviços de auditoria estão contratados à PricewaterhouseCoopers & Associados, SROC, Lda., sendo o valor despendido em 2008 de ,00. A empresa contrata ainda serviços de auditoria externa sempre que a especificidade das matérias e a dimensão da amostra pretendida o exija. Em 2008, foi realizada uma auditoria externa às redes informáticas do Aeroporto Francisco Sá Carneiro pela Deloitte & Associados SROC, SA, pelo valor de ,00. Foram contratados serviços de Consultoria Fiscal à FSO F.S. Oliveira Consultores, Lda. no valor de ,00.

18 1.6_Transacções relevantes com entidades relacionadas Empresa Relação Dezembro de 2008 Transações líquidas Portway Handling de Portugal, SA NAER Novo Aeroporto, SA ANAM Aeroportos e Navegação Aérea da Madeira, SA ADA Administração de Aeroportos, Lda. Grupo TAP Cateringpor Grupo TAP Lojas Francas Grupo TAP Megasis Grupo TAP Portugália Grupo TAP TAP Grupo TAP UCS a) a) a) b) c) c) c) c) c) c) ( ,22) , , , , , , , , ,04 a) Filial b) Associada c) Accionista comum no qual consolidam (Parpública) 1.7_Procedimentos adoptados em matéria de aquisição de bens e serviços Para contratação de empreitadas e aquisição de bens e serviços a ANA, SA adopta procedimentos précontratuais a que se encontra regulamentar ou legalmente obrigada. Em função do objecto e/ou valor da contratação em causa são lançados concursos (nacionais ou internacionais) ou consultas a diversas entidades, dandose cumprimento às normas regulamentares e legais aplicáveis e assegurando se, nomeadamente, a concorrência e transparência nas mencionadas contratações. Assinalase ainda, no âmbito da contratação pública, a entrada em vigor do novo Código dos Contratos Públicos em meados de 2008, a que a ANA, SA se encontra sujeita e a circunstância de, apesar de ainda não ser obrigatório nos termos do mesmo, a empresa efectuar já as suas contratações através de plataforma electrónica, o que garante uma maior divulgação, celeridade, concorrência e transparência nos procedimentos. Em casos excepcionais, devidamente justificados e fundamentados e nos termos dos regulamentos e normas aplicáveis, a ANA, SA consulta apenas uma entidade, por falta de alternativa, atenta a especificidade muito particular do objecto que se pretende contratualizar ou atenta a necessidade de aquisição pontual de equipamento especial e tecnicamente complexo que requer compatibilização com outros anteriormente adquiridos. RELATÓRIO DE GOVERNO SOCIETÁRIO 16_ 17

19 DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO 1.8_Fornecedores com volume de facturação superior a 1 milhão de euros Os fornecedores que representaram um volume de facturação superior a 1 milhão de Euros (IVA incluído) em 2008 foram os seguintes: NIF Nome Cliente Valor (euros) % MotaEngil, Engª e Construção, SA ,87 13, Prosegur Companhia Segurança, Lda ,00 7, Siemens, SA ,97 6, Edifer C. Pires Coelho & Fernandes, SA ,60 6, Portway Handling de Portugal, SA ,00 3, Tomás de Oliveira Empreiteiros, SA ,52 3, EDP Serviço Universal, SA ,00 3, Iss Facility Services G.M.Ed., Lda ,00 2, Emparque Empr. Expl. Parqueam, SA ,00 2, H.C.I. Construções, Lda ,36 1, Sousa Pedro, SA ,91 1, Oshkosh Truck Corporation ,28 1, Ensulmeci Gest. Proj. Engenharia, SA ,95 1, AON Gil Y Carvajal Portugal C. Seg. S ,00 1, Ferrovial Agroman, SA Suc. Portugal ,28 1, Tecnovia Socied. Empreitadas, SA ,62 1, Sotécnica Sociedade Electrotécnica, SA ,37 1, Alves Ribeiro, SA ,86 0, Aerociências F.M. Aeroportuária, Lda ,00 0, Tap Air Portugal, SA ,00 0, Strong Segurança, SA ,00 0, CME Constr. Man. Electromecânica, SA ,27 0, Câmara Municipal de Lisboa ,00 0, ICTS Portugal Cons. Av. Comercial, SA ,00 0, Brandia Central Design e Com., SA ,00 0, Obrecol Obras e Construções, SA ,29 0, Tracy & Proudfoot Consulting, Lda ,00 0, Efacec Engenharia, SA ,76 0, Intergraph (Portugal), SA ,00 0, FDO Construções, SA ,75 0, Epal Emp. Portug. Águas Livres, SA ,00 0, Iberlim Soc. Técnica de Limpezas, SA ,00 0, STAR Viagens e Turismo, SA ,00 0,40

20 1.9_Prazo médio de pagamentos a fornecedores A ANA assumiu na sua missão a contribuição para o desenvolvimento económico, social e cultural das regiões em que se insere, cumprindo pontualmente as obrigações pecuniárias assumidas perante os seus fornecedores. O prazo médio de pagamentos da ANA apurado para 2007, em conformidade com o indicador estabelecido na Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2008, de 22 de Fevereiro, foi de 73 dias. Perante este resultado, um dos objectivos estratégicos para 2008 foi reduzir 8% (para 67 dias) o prazo médio de pagamentos, em função da estrutura de compras para investimentos e fornecimentos externos. A melhoria alcançada na redução do número de dias ficou acima da meta estabelecida, tendose registado no final de 2008 um prazo médio de pagamentos a fornecedores de 63 dias. RELATÓRIO DE GOVERNO SOCIETÁRIO 18_ 19

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