Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio CARTILHA DO SUASA. A Adesão do Estado do Rio Grande do Sul ao Sistema Brasileiro de Inspeção

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1 A 1 Edição nº 1 Setembro de 2011 Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio CARTILHA DO SUASA A Adesão do Estado do Rio Grande do Sul ao Sistema Brasileiro de Inspeção

2 2 O quê é SUASA? Com a publicação da Lei 7.889/89, os estabelecimentos que industrializam produtos de origem animal, e que possuem registro nos Serviços de Inspeção Estaduais foram proibidos de transitar com seus produtos em outras unidades da federação. Da mesma forma, aquelas empresas registradas nos Serviços de Inspeção Municipais (SIMs) forma impedidos de comercializar seus produtos em outros municípios. A implantação do SUASA (Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária), criado pela Lei 8.171/1991 (Lei de Política Agrícola), atualizada pela Lei 9.712/1998, instituiu os Sistemas Brasileiros de Inspeção, permite aos estabelecimentos registrados nos Serviços de Inspeção Estaduais ou Municipais, e que estejam inseridos nestes Sistemas, o comércio em todo o território brasileiro. O SUASA opera em conformidade com os princípios e definições da sanidade agropecuária, incluindo o controle de atividades de saúde, sanidade, inspeção, fiscalização, educação, vigilância de animais, vegetais, insumos e produtos de origem animal. Como parte do SUASA, está incluso o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA). O Objetivo do SISBI é promover a harmonização e padronização de procedimentos de inspeção de produtos de origem animal entre os serviços de inspeção federal, estadual e municipal, de maneira que os procedimentos e organização da inspeção se façam por métodos universalizados e aplicados equitativamente em todos os estabelecimentos inspecionados. Conforme a Figura 1, podemos ilustrar mais nitidamente as divisões dentro dos Sistemas Brasileiros de Inspeção, por divisão de áreas de atuação. Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA) Sistemas Brasileiros de Inspeção Proteção dos Animais e das Plantas Educação Sanitária Vigilância Inspeção de Produtos Origem Vegetal Inspeção de Produtos Origem Animal Insumos Inspeção Federal Inspeção Estadual Inspeção Municipal Página 2

3 3 Edição nº 1 Conforme observado, a Inspeção Federal, Estadual e Municipal trabalham de forma harmoniosa e equivalente, ou seja, a inspeção industrial e sanitária dos produtos de origem animal e vegetal, bem como dos insumos agropecuários, será gerida de maneira que os procedimentos e a organização da inspeção se façam por métodos universalizados e aplicados eqüitativamente em todos os estabelecimentos inspecionados. Na prática, teremos a garantia de que um produto oriundo de uma indústria, por menor que sejam as suas dimensões, tenha o mesmo controle de processo higiênico sanitário das indústrias de grande porte. Com o objetivo de estabelecer os requisitos para a adesão dos Estados, Distrito Federal e Municípios, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) emitiu a Instrução Normativa nº 19 (retificada pela IN nº 36 de 20 de julho de 2011), que descrevem as exigências para o reconhecimento da equivalência dos Serviços de Inspeção, tanto estaduais, quanto municipais para adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Os requisitos para obtenção de equivalência dos Serviços de Inspeção são: a) Infra-estrutura administrativa (recursos humanos, estrutura física, sistemas de informação e infra-estrutura para o desenvolvimento dos trabalhos) b) Inocuidade dos Produtos de Origem Animal (atividades de inspeção tecnológica e higiênicosanitária e ferramentas de autocontrole) c) Qualidade dos Produtos de Origem Animal (rotulagem e regulamentos técnicos de identidade e qualidade) d) Prevenção e combate à fraude econômica (rede laboratorial para análises físico químicos) e) Controle ambiental (regularidade ambiental junto ao órgão competente) Página 3

4 4 A adesão do Estado do RS ao SUASA (SISBI - POA) O Estado do Rio Grande do Sul passou por uma auditoria orientativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para adesão ao SUASA/SISBI-POA, em junho de 2009, onde foram apontadas as principais falhas relacionadas ao serviço oficial de inspeção estadual. De 2009 a 2011, porém, não foram adotadas as ações corretivas necessárias. Com base neste relatório e na nova política de governo, em janeiro de 2011 iniciou-se na Secretaria da Agricultura - RS a retomada das discussões sobre a adesão do Estado, tendo como metas obter a integral equivalência reconhecida pelo MAPA, realizar auditorias em todos os Serviços de Inspeção Municipal inseridos no SISBI no estado do RS e adequar todos os estabelecimentos registrados na CIS- POA ao SISBI em um prazo de 5 anos. Dentre as medidas executadas cita-se a organização de um plano contra a fraude econômica, adequação da legislação referente a análises físico-químicas de produtos, treinamento e capacitação continuados de pessoal, além da adequação de alguns procedimentos administrativos. Estas ações possibilitaram a realização da auditoria do MAPA no início de agosto, resultando no parecer favorável que credenciou o serviço oficial de inspeção estadual (CISPOA) para adesão ao SUASA/SISBI-POA. Perguntas freqüentes O que é o SUASA? É o Sistema organizado sob a coordenação do Poder Público nas várias instâncias federativas (federal, estadual e municipal) que inclui o controle das atividades de saúde, sanidade, inspeção, fiscalização, educação, vigilância de animais, vegetais, insumos e produtos de origem animal. O que são os Sistemas Brasileiros de Inspeção (SISBI)? São os Sistemas integrantes do SUASA e que têm por objetivo inspecionar e fiscalizar os produtos de origem animal e vegetal, bem como os insumos agropecuários.

5 5 O que é o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI / POA)? É o Sistema integrante do SISBI que tem por objetivo harmonizar os procedimentos de inspeção e fiscalização de produtos de origem animal em todo o País (União, Estados e Municípios). Quem deve solicitar a adesão ao SISBI? Os Serviços de Inspeção dos Estados ou dos Municípios. Uma empresa registrada no SIM ou na CISPOA pode solicitar adesão diretamente ao MAPA? Não, apenas os Serviços de Inspeção podem solicitar a adesão, as empresas precisam esperar a adesão dos serviços para serem indicadas. O que é necessário para um município aderir ao SISBI? Para integrar o SISBI, os Serviços de Inspeção do Município deve seguir a legislação federal ou dispor de regulamentos equivalentes para inspeção de produtos de origem animal, comprovando estrutura e equipe compatíveis para a realização das atividades. Quais os passos para um município ter reconhecimento da equivalência? O primeiro passo é manifestar ao MAPA a intenção de integrar o Sistema Brasileiro de Inspeção através de uma carta ao Diretor do DIPOA, que pode ser protocolada na sede do MAPA em Porto Alegre ou nas unidades regionais do MAPA. Depois disso, a equipe técnica do MAPA poderá auxiliar a Prefeitura Municipal na elaboração do programa de trabalho e demais documentos que deverão ser apresentados para constituição do processo, assim como na padronização dos procedimentos técnicos e administrativos do Serviço de Inspeção Municipal.

6 6 Para o reconhecimento da equivalência ao SISBI, o Serviço de Inspeção apresenta uma lista com os estabelecimentos propostos para integrar o Sistema e que servem de base para aferição da eficiência e eficácia do Serviço de Inspeção. O reconhecimento da equivalência é obtido após auditorias documentais e locais que o MAPA realiza nos Serviço de Inspeção, onde constata se os procedimentos técnicos e administrativos e as medidas de inspeção higiênico-sanitária e tecnológica aplicadas permitem alcançar os mesmos objetivos de inspeção, fiscalização, inocuidade e qualidade dos produtos dos demais serviços de inspeção integrantes do Sistema. O que acontece com os Municípios que não optarem pela Adesão ao SISBI? As empresas registradas nestes serviços municipais continuaram regidas pela Lei 7.889/89 de 23/11/1989, realizando apenas o comércio de produtos de origem animal dentro do seu Município. Todos os estabelecimentos estarão automaticamente incluídos no SISBI/POA quando o serviço de inspeção tiver a sua equivalência reconhecida? Não. Caberá ao serviço de inspeção interessado indicar os estabelecimentos que farão parte do SISBI. Como serão identificados os produtos procedentes das indústrias fiscalizadas pelos serviços de inspeção que aderirem ao SISBI? Os produtos serão identificados mediante a colocação de um logotipo (selo) do SISBI em seus rótulos. Com a adesão do Estado do RS ao SUASA, o que muda para as inspeções municipais? O serviço de inspeção estadual passará a supervisionar os municípios que já estão inseridos no SUASA. Os municípios que queiram fazer parte do sistema poderão tirar suas dúvidas junto ao MAPA ou a CISPOA (ver contatos no final da Cartilha).

7 7 Com a adesão do Estado do RS, os produtos dos estabelecimentos com inspeção municipal terão livre trânsito dentro do Estado? Automaticamente não. Somente poderão comercializar seus produtos fora dos limites territoriais do município, aquelas empresas (agroindústrias) localizadas em municípios que tenham sua equivalência reconhecida, ou seja, que tenham aderido ao SUASA. Com a adesão do Estado do RS, qual o papel do MAPA? Com a adesão do RS, o MAPA permanece fazendo todas as auditorias para adesão ao SISBI, tanto dos municípios, quanto dos Estados e dos Consórcios Municipais. Cabe a CISPOA avaliar e auditar os municípios já aprovados, para aperfeiçoamento do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Há possibilidade de um Estado ou Município ser descredenciado do SISBI / POA? Como? Ao não cumprir as metas propostas, os serviços podem ser desabilitados. Com isso, todas as empresas indicadas pelo serviço somente poderão comercializar seus produtos de acordo com a Lei 7889/89 (dentro dos seus limites territoriais). MAIORES INFORMAÇÕES: Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio / CISPOA e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento:

8 8 Organização: Apoio: Assessoria de Comunicação Telefones: (51) (51) Jornalista Responsável: Charlene Tavares Penha ( MTB ) Diagramação: Charlene T. Penha Tiragem: exemplares Superintendência Federal de Agricultura no RS

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