Guia de Estudos Período Integral, Fundamental I e II

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1 Colégio São Francisco Guia de Estudos Período Integral, Fundamental I e II 1

2 Como estudar e aumentar o desempenho em todas as disciplinas? O gênio consiste em um por cento de inspiração e noventa e nove por cento de transpiração (Thomas A. Edison) Sabemos que muitos alunos, apesar do seu esforço, não conseguem obter o sucesso escolar que estaria ao seu alcance, pois trabalham com métodos inadequados. Saberão todos os alunos estudar? A seguir, pretendemos fornecer algumas informações sobre métodos e técnicas de estudo. 1 - Um fato inquestionável: Ninguém estuda por você. Por quê? Porque a aprendizagem é uma atividade pessoal, que se baseia, em linhas gerais, nos seguintes aspectos: a) Necessidade; b) Motivação; c) Amplitude de percepção que cada aluno tem da realidade que o cerca. 2 - Uma necessidade imprescindível: conhecer a si mesmo É importante valorizar a sua capacidade intelectual. Em primeiro lugar, você precisa se conhecer melhor, e para o autoconhecimento é preciso saber: - Quais as suas dificuldades? - Quais as suas reações? - Quais as suas limitações? Segundo o psiquiatra Paulo Gaudêncio, Você precisa desenvolver a capacidade de ouvir o outro como um depoimento e não como acusação... Para o controle do seu conhecimento é necessário: - Ter objetivos e mantê-los vivos. - Acreditar em seus objetivos e em você mesmo. - Desenvolver a autodisciplina - organizar seu tempo, estabelecendo horários para suas atividades. - Manter-se automotivado - se você tem um objetivo, acredite nele. Tendo disciplina e sendo automotivado, você consegue. 2

3 3 - Fatores essenciais: organização e atenção Fique atento com sua atitude face às aulas. O insucesso escolar é fortemente afetado pela forma como o aluno permanece na aula, isto é, a sua atitude em termos de expectativa e a maneira como reage aos acontecimentos. Devemos ter atenção aos seguintes aspectos essenciais: a) Cultive uma atitude positiva - Acreditar que o estudo dos assuntos das diversas disciplinas contribui para o desenvolvimento das nossas capacidades em geral. - Ter autoconfiança, pois um desempenho médio está ao alcance de qualquer aluno. b) Tenha espírito de trabalho - A quebra de atenção devido a sucessivos acontecimentos perturbadores diminui bastante a eficácia do nosso trabalho. - Evitar brincadeiras, conversas ou a concentração em assuntos diferentes dos que estão a ser estudados. c) Tenha espírito crítico - Não basta olhar para ver, não basta ouvir para escutar. - A compreensão dos assuntos implica em uma permanente atitude crítica sobre aquilo que se ouve ou vê. - Esta atitude crítica exerce-se relacionando aquilo que está para ser estudado com aquilo que já conhecemos e com as opiniões que temos sobre o assunto. - Usamos este espírito crítico para descobrir aquilo que é (ou parece ser) o essencial dos assuntos estudados, as ideias principais, o sumo da questão. - Uma boa forma de espevitar o espírito crítico é, de vez em quando, estudar um assunto antes de ele ser abordado pelo professor na aula. d) Faça bons apontamentos - É fundamental tirar apontamentos a partir das explicações do professor. Provérbio chinês: A tinta mais pálida é melhor que a memória mais fiel. - O interesse dos apontamentos reside na possibilidade de revermos e reconstruirmos mais tarde o estudo que foi feito na aula. - Porém, tirar bons apontamentos não significa registrar sistematicamente tudo o que é dito ou mostrado pelo professor. - Pelo contrário, um primeiro passo para o sucesso é registrar apenas aquilo que o nosso espírito crítico classifica como essencial para ser revisto mais tarde. Os apontamentos não devem resumir-se a texto. Por vezes, um esquema imaginado no momento por nós é mais expressivo que trinta palavras. 3

4 Como proceder de modo a reter o conteúdo estudado? Que fazer quando, após várias horas de estudo, tem-se a sensação de que nada foi aprendido? - Descubra o seu jeito de estudar. - Onde você se sente melhor? No quarto, na sala ou na cozinha? O ideal seria um escritório ou o seu quarto. O local onde se estuda e importante. Algumas condições desejáveis para o local bem como acerca da postura do estudante são: a) Procure um local tranquilo e isolado, livre de ruídos e de trânsito de pessoas. Essas condições vão favorecer sua concentração. b) Evite estudar com rádio ou CD ligados. Nossa atenção tende a se fixar naquilo que é mais interessante, mais light. c) Combine com seus amigos os horários para o papinho ao telefone ou computador. Evite estudar perto do telefone ou computador e desligue o seu celular enquanto estuda. Nada é mais exigente e autoritário que o som de uma chamada telefônica. d) Evite estudar deitado. O sono vem e o trabalho se perde. e) Mantenha na mesa de estudos todo o material a ser usado, mas somente o necessário para aquele período. - Selecione as disciplinas que você vai estudar, organize um horário e separe todo o material correspondente (caderno de exercício, livros, apostilas, etc). - Elabore um horário e siga-o. Ao elaborar o horário, dê preferência às matérias cujas aulas foram ou serão dadas naquele dia. Vamos elaborar, como sugestão, o horário de estudo de um dia da semana, para um candidato à Medicina e que frequenta as aulas do turno da manhã. Adapte-o às suas necessidades e preferências. a) Após o almoço, descanse (durma) durante um período de 15 a 30 minutos. EXEMPLO DE HORÁRIO DE ESTUDO HORA ATIVIDADE 14:00-15:30 História 15:30-15:45 Intervalo 15:45-17:15 Matemática 17:15-17:30 Intervalo 17:30-19:00 Química Alguns cuidados ao selecionar as matérias para estudar: - Intercale matemática com história. Estude primeiro química e depois outras disciplinas. - Nunca estude física uma tarde inteira. Misture uma matérias que exija raciocínio matemático (física, química, matemática) com disciplinas que você possa fazer uma reflexão mais abstrata (história, literatura, geografia). 4

5 - Estude 50 minutos ou mais (depende do seu pique; no máximo duas horas) e descanse 10 minutos antes de começar outra matéria. Não estude mais do que quatro horas seguidas. Isso é ruim. Atrapalha o processo de aprendizagem. - Depois de quatro horas de estudos, procure praticar esporte. Relaxe, queime energia, saia um pouco, ande de bike, desencane. - Caso sinta dores pelo corpo, pare imediatamente de estudar. Faça alongamentos, ande um pouco, tome água, movimente-se. E mais... Tenha inicialmente uma visão global do assunto. Para isto, veja o título, o subtítulo, legendas, resumos, conclusões, etc. Na área das ciências exatas, veja as partes em negrito ou ressaltadas em cores diferentes (mínimo de 15 minutos). Comece por uma leitura geral de todo o assunto a ser estudado, vá direto até ao fim; não se detenha em detalhes. Nessa fase você está esquentando o motor. É evidente que a extensão da matéria a ser estudada não pode ser demasiadamente longa. Leia com atenção! Volte a ler, desta vez, separando as ideias principais de cada parágrafo. Sublinhe os trechos mais importantes. Procure o significado de cada termo ou de cada palavra desconhecida no dicionário. Fixe o estudado! a) Realize os exercícios e todas as tarefas solicitadas. b) Faça um resumo escrito do conteúdo, usando frases curtas e objetivas. c) Procure relacionar o conhecimento novo ao já adquirido anteriormente. d) Faça a si próprio a pergunta: Que significa isso?. Se houver dúvida, volte a estudar, esclarecendo conceitos que ainda lhe parecem obscuros. e) Terminada essa fase, passe à resolução de questões envolvendo o conteúdo estudado. Caso não consiga resolver algum, pode ser porque alguns aspectos do conteúdo não ficaram claros ou porque não estão totalmente compreendidos. Volte e faça uma revisão. Recapitule a) Compreender - rememorar com suas próprias palavras. Para área de ciências exatas fazer outros tipos de exercícios. b) Resumir - somente após compreender o assunto, nunca antes. c) Revisar - a revisão deve ser periódica e baseadas nos resumos realizados. Lembre-se: bons resultados podem ser conseguidos com uma pequena dose de inspiração, mas apenas 10%; os outros 90% são de transpiração, trabalho e, sobretudo, perseverança. - Não se esqueça do lápis, da borracha, da caneta, do rascunho, da régua, etc. 5

6 4 - Você sabe ler e analisar diferentes tipos de textos? Velocidade de leitura - A velocidade de leitura deve ser adaptada à natureza dos textos. Será mais lenta quanto mais complexos eles forem. - A leitura deve ser feita com a cabeça imóvel (apenas os olhos se deslocam), sem acompanhar as palavras com o dedo ou um lápis. - A leitura deve ser puramente visual, isto é, não devemos pronunciar as palavras, nem sequer mentalmente. A leitura não deve ser feita palavra a palavra, mas sim por grupos de palavras abarcadas de uma só vez em cada movimento dos olhos. - Ao contrário daquilo que muitas pessoas pensaram, a leitura não deve ser feita de forma pausada e com lentidão, mas sim de forma decidida ou mesmo rápida. O leitor rápido, além de poupar tempo, compreende melhor o sentido daquilo que lê. - No caso de a velocidade ter sido excessiva para a compreensão de alguma frase, devemos reler essa passagem mais lentamente. - Por vezes, também temos de voltar atrás para reler uma ou mais frases, pois o contexto inicialmente percebido (encadeamento de ideias) pode necessitar de ser revisto. Teste - Qual a sua velocidade de leitura? Experimente ler (em silêncio, sem soletrar as palavras) o seguinte texto, contando o tempo que leva para o fazer (em segundos): Quantos planetas há no Sistema Solar? Qualquer pessoa responde com facilidade: nove. Todavia, para chegar a esta simples conclusão, o mundo da astronomia teve de percorrer um longo caminho de descobertas, pistas falsas e erros. A família planetária conhecida começava com Mercúrio e acabava com Saturno, até que, em 1781, William Herschel descobriu, de forma acidental, um novo membro da família, Urano, através do telescópio instalado no seu jardim, em Bath (Inglaterra). A descoberta valeu-lhe fama imediata e uma pensão vitalícia do rei. Espicaçados pelo êxito de Herschel, outros astrônomos dedicaram-se de imediato a estabelecer as bases de uma nova disciplina, a caça aos planetas, mas foi preciso mais de meio século para localizarem a primeira presa. Netuno foi registrado em 1846, embora a sua existência já antes tivesse sido demonstrada no papel: os astrônomos tinham reparado em ligeiras irregularidades na órbita de Urano, apenas explicáveis pela atração gravitacional provocada por outro corpo de grandes dimensões. Generalizou-se assim entre os cientistas, a esperançosa ideia de que os mundos invisíveis podiam ser descobertos observando meticulosamente os sutis movimentos orbitais dos planetas conhecidos. 6

7 Agora compare o tempo gasto na leitura com a seguinte tabela: 30 segundos Leitor rápido 45 segundos Leitor médio 60 segundos Leitor lento 90 segundos Leitor muito lento Ações complementares à leitura sublinhados Os sublinhados ajudam-nos a reler rapidamente o essencial de um texto sem efetuar uma leitura completa. Devem, por isso, ser usados com critério, apenas nas palavras ou frases fundamentais. Se várias frases ou mesmo parágrafos merecem ser sublinhados integralmente, o sublinhado pode ser substituído por traços verticais nas margens, ao lado do texto que se pretende destacar. Esta alternativa permite usar vários tipos de traços que podemos convencionar, como, por exemplo, traços simples para parágrafos muito importantes, linhas onduladas para exemplos, etc. Exemplo: A Terra, como os outros planetas, faz parte do Sistema Solar. É classificada como um planeta de média dimensão e sua órbita é a terceira em afastamento do Sol. Já sabemos que o Sol não está parado no espaço e desloca-se em direção a um ponto que foi chamado de solstício, a Terra ao acompanhar o Sol desloca-se para esse ponto realizando um movimento indireto, chamado translação, que é o movimento que a Terra realiza ao redor do Sol, criando as estações do ano, a primavera, verão, outono e inverno. A Terra é dotada de outro movimento, que faz em torno de si mesma rotação. Desta maneira uma face sempre estará recebendo luz, enquanto a outra permanecerá no escuro. Chamamos estas fases de luz e escuridão de dia e noite podendo assim marcar o tempo. Dica: enquanto lê, sublinhe as informações importantes, brinque de estudar. Ligue as informações sublinhadas e não se preocupe em memorizar nesse momento. Leia e sublinhe. Em seguida, passe os olhos nas informações sublinhas por você. Agora, pegue uma folha de papel e faça um esquema colorido com as informações. Assim, desenhando as informações, a sua memorização será mais fácil. Veja o exemplo abaixo: 7

8 A Terra faz parte do Sistema Solar planeta de média dimensão a Terra ao acompanhar o Sol movimento indireto translação A Terra é dotada de outro movimento que faz em torno de si mesma: rotação Viu como não é difícil extrair a essência de textos? Tudo é uma questão de treino. 5 - Você sabe elaborar esquemas? A elaboração de um ESQUEMA: após várias leituras, com o auxílio de dicionários, torna-se mais fácil a elaboração de um esquema. Trabalhamos então com a hierarquização das palavras-chaves, frases e parágrafos importantes, ligando as ideias sucessivas dos raciocínios desenvolvidos pelo autor. A elaboração de um resumo envolve um sentido mais completo entre os parágrafos, indicam mais do que um tópico mas são condensados para a apresentação. O resumo facilita o trabalho de captar, analisar, relacionar, fixar e integrar aquilo que se está estudando, e serve para fixar e expor o assunto inclusive numa prova. O esquema mental é uma excelente ferramenta para a memorização de textos complexos de qualquer tipo de informação. O processo de construção do mapa mental é semelhante ao processo do ato de pensar. O pensamento não é linear, pensa-se na forma de galhos. Suponha que você esteja lendo sobre o descobrimento do Brasil e sobre a colonização. Para memorizar mais facilmente, leia os textos e sublinhe os fatos que julgar importante. Após a leitura do texto pegue uma folha de papel e desenhe o Brasil. Risque várias linhas do centro do Brasil para fora e anote todas as informações que desejar memorizar sobre o assunto em sentido horário, conforme exemplo a seguir: 8

9 Governo Geral Colégio São Francisco Data do descobrimento: 22 de abril de 1500 Mercantilismo A partir de 1503 passa a se chamar Brasil Capitanias hereditárias Exploração do pau-brasil Os senhores de engenho Exploração do açúcar A escravização do índio e do negro 1 - A geografia como ciência O que é geografia A geografia e o problema da interdisciplinariedade A unidade e a diversidade em geografia O caráter social da ciência geográfica. Palavras-chave: Geografia. Ciência. Positivistas. Conhecimento geográfico. Sociedade. Natureza. Objeto da Geografia. Ratzel. Reclus. Espaço vital. Luta de classes. Geografia dos exploradores, vulgar e das universidades. Neopositivistas. Matemática Regional. Geografia crítica ou radical. Formação econômica-social. Interdisciplinariedade. Diversidade. Sociologia. Antropologia. Economia Política. Psicologia. Etnologia. História. Geologia. Pedagogia. Mineralogia. Hidrologia. Meteorologia. Astronomia. Oceanografia. Técnicas cartográficas e estatísticas. Ramos do conhecimento e especializações da geografia. Geografia física. Geografia humana. Especialização. Ciência social. (Extraído de ANDRADE, Manoel Correia de. Geografia, Ciência da Sociedade: uma introdução a análise do pensamento geográfico. São Paulo. Ed. Atlas, p ) 9

10 6 - Você tem facilidade em resumir textos e fazer fichamentos? Fichamento Ao iniciarmos uma pesquisa, uma das primeiras atividades a ser realizada, após a escolha do tema, é a pesquisa bibliográfica e a elaboração de fichas e resumos. De acordo com LAKATOS & MARCONI (1990, p. 43), a Pesquisa bibliográfica compreende oito frases distintas: - escolha do tema; - elaboração do plano de trabalho; - identificação; - localização; - compilação; - fichamento; - análise e interpretação; - redação. O fichamento NÃO é: - um sumário ou índice do livro ou texto. Ele é redação sucinta das ideias do texto. - uma transcrição de parte ou do texto. Ele é uma interpretação que o leitor faz da obra e, por isso, redigida com suas próprias palavras. - longo, porém apresenta mais informações do que a ficha bibliográfica. Muitos alunos confundem o fichamento com resumos e análises de textos. O sistema de fichamentos foi criado pelo Abade Rozier, da Academia Francesa de Ciências no Século XVII e atualmente você pode escolher entre vários tipos de fichas de tamanhos diferentes. No cabeçalho deve constar o tema de interesses da pesquisa. As fichas de leitura A ficha de leitura constitui um aperfeiçoamento da ficha bibliográfica (...). Esta última contém apenas as indicações úteis para encontrar o livro, ao passo que a [ficha] de leitura contém todas as informações sobre o livro ou artigo [grifo nosso], e, portanto, deve ser muito maior. Você poderá usar as de formato padrão ou faze-las pessoalmente; em geral, contudo, devem ter o tamanho de uma folha de caderno na horizontal ou de meia folha de papel ofício. Convém que seja de cartolina para ser facilmente consultada no fichário ou reunida em pacotes ligados com elástico... Nada impede, antes se aconselha, que para livros importantes se preencham várias fichas, devidamente numeradas e contendo cada uma, no anverso, indicações abreviadas do livro ou artigo em exame. Muitas são as maneiras de fichar um livro. Depende muito da memória de cada um, pois há indivíduos que precisam escrever tudo e outros que não carecem de apontamentos. Digamos que o método ideal seja este: 10

11 1 - Indicações bibliográficas precisas, [preferencialmente] mais completas do que as da ficha bibliográfica; esta lhe serve para procurar o livro, a de leitura para falar do livro e cita-lo como deve ser na bibliografia final; ao elaborá-la, tem-se o livro nas mãos, podendo extrair dele todas as indicações possíveis, tais como número de páginas, edições, dados sobre a editora etc. 2 - Informações sobre o autor, quando não se tratar de autoridade notória. 3 - Breve (ou longo) resumo do livro ou do artigo. 4 - Citações extensas, entre aspas, dos trechos que você presume deve citar (e até de outros), com indicação precisa da página ou páginas; cuidado para não confundir citação com paráfrase. 5 - Comentários pessoais no começo, meio e fim do resumo; para não confundi-los com a obra do autor, coloque-os entre colchetes. Referência bibliográfica e bibliografia A referência bibliográfica é a identificação do texto analisado de acordo com as normas da ABNT (podendo vir como o conhecido pé de página ou no final do texto, antes da bibliografia). A referência bibliográfica é diferente da bibliografia. Se eu cito algum autor no meu texto, eu tenho de fazer também a referência bibliográfica. A bibliografia sempre deve constar num trabalho, pois é muito difícil se fazer um trabalho de pesquisa sem ter consultado artigos e livros escritos por autores. Não se esqueça: Se você quiser reproduzir um trecho do texto analisado, deve coloca-lo entre aspas ( ) seguidas das informações da obra citada: ano e página. Em alguns editores de texto há ate o estilo de citação. Mas atenção, copiar um texto de outro autor e não dizer que é uma citação, é considerado fraude, plágio e é crime. Nada desmerece o seu trabalho se você citar alguém. Pelo contrário, demonstra que você pesquisou e fez um bom trabalho. Como realizar resumos? Resumo - abrevia o texto inicial - conserva as ideias principais do texto inicial - utiliza palavras ou símbolos originais de quem resume misturadas com palavras-chave do texto inicial Qualquer resumo é apenas um de entre vários que é possível fazer. Elaborar resumos treina a capacidade de síntese e desenvolve uma maior facilidade de expressão. Mas o principal interesse dos apontamentos reside noutro fato: é que o esforço gasto na sua execução 11

12 ajuda a compreender as ideias contidas no texto estudado e contribui de forma decisiva para a sua memorização. Ao se fazer um resumo deve-se apresentar, de maneira enxuta, em destaque os elementos de maior importância que o autor escreveu no texto. Segundo LAKATOS 7 MARCONI (1990, p.67), várias leituras são necessárias para a elaboração do RESUMO. Na primeira leitura fazemos um esboço, tentando perceber o plano geral da obra e o seu desenvolvimento. Na segunda leitura devemos responder a seguinte pergunta: De que trata o texto? Qual é a sua ideia central? Na terceira leitura identificamos as partes principais do texto. Ao compreendermos as ideias descritas, já identificamos as diferentes partes que o compõem. Aplicando a técnica de análise de texto, identificamos as palavras-chaves e os parágrafos chaves. 1º Fazemos uma leitura detalhada, atenciosa do texto. 2º Sublinhamos o texto. 3º Realizamos um esquema mental e escrito do texto. 4º Analisamos o texto. 5º Finalizamos o resumo contendo a essência do texto do autor. Bibliografia A bibliografia deve constar nos resumos da seguinte maneira: SOBRENOME do autor, nome e outros autores. Dê dois espaços e entre com a edição no caso de não ser a 1ª. Segue o título do livro em destaque (negrito ou sublinhado). O recuo de duas letras na segunda linha é uma norma da organização da bibliografia, ou seja, recomeça na altura da terceira letra. LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Mariana de Andrade. 2ª ED. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, Continuando, entra-se com o nome da cidade onde foi feita a publicação. Nome da editora. Número da edição. Ano da publicação. Não é obrigatório, mas pode-se acrescentar o número total de páginas do livro. Glossário: Palavras chaves: Definem o(s) tema(s) do artigo. Pode-se usar até Você sabe como participar de um debate? O debate é conhecido como troca de ideias, de informações. Ele é importante porque através da discussão de ideias, podemos obter mais conhecimentos e, com isso, aprender mais. Para que um debate não perca sua importância é necessário observar algumas regras: Organizar uma discussão em grupos de quatro a seis pessoas, deixando claro o objetivo do grupo. Escolher um relator para transmitir aos demais o resultado da discussão. 12

13 A apresentação pode ser feita: Através de mesa-redonda, o relator de cada grupo expõe sua pesquisa. O relator torna-se um debatedor no decorrer do trabalho. Cada debatedor pode direcionar uma pergunta ao outro debatedor, discordando ou complementando a resposta. 8 - Como apresentar seminários? Quando existe a necessidade da apresentação de um trabalho escolar, o seminário deve seguir algumas normas, como: - Preparação do seminário - o seminário pode ser realizado por um grupo de alunos que deverão ter o domínio dos conteúdos a serem apresentados. É necessário que as informações sejam acompanhadas de resumos dos textos, leituras, anotações, esquemas, gravuras, mapas, etc. A forma de apresentação pode ser de acordo com a tecnologia disponível na escola (retroprojetor, canhão multimídia, vídeos, etc). - A postura do apresentador - para facilitar a apresentação durante o seminário é necessário que se observem alguns detalhes: Falar para todos os ouvintes. Não ficar de costas para os ouvintes. Não andar em frente dos recursos visuais que estiverem sendo utilizados. Falar com naturalidade. Fazer pausas para possibilitar discussões. O seminário é uma técnica de aprendizagem que inclui pesquisa, discussão e debate. Ele não é uma leitura de um texto, mas sim uma troca de idéias entre quem assiste. Geralmente os organizadores apresentam um tema com apoio de um texto distribuído entre os assistentes e usa o recurso de figuras, mapas, transparências, recortes de revistas ou jornais, vídeos, entre outros. 1 - Estrutura e funcionamento Ele pode ser individual ou em grupo. Quando em grupo, o assunto é dividido em subtemas (temas menores) e cada alunos fica responsável por um deles ou todos falam sobre eles. O debate envolve toda classe, incluindo o professor e as conclusões envolvem a todos. 2 - Modalidades a) O grupo escolhe um representante para apresentar e os demais complementam e as discussões envolvem todos os integrantes da classe. Além do GRUPO EXPOSITOR há o GRUPO COMENTADOR, cuja função é a de questionar, criticar e aprofundar a abordagem apresentada pelo grupo expositor. 13

14 b) o tema geral é subdividido em subtítulos e formar-se-ão na classe tanto grupos quantos os sub-temas. O professor ou um dos grupos apresenta o tema geral, para um visão global e depois cada grupo aprofunda a parte que lhe coube, acontecendo o debate e chegando-se às conclusões com o auxílio do professor. 3 - Os componentes do seminário: a) Coordenador - Geralmente é o professor e é aquele que propõe os temas, indica a bibliografia inicial, estabelece a agenda de trabalho e fixa a duração das sessões, e se necessário, complementa os itens. b) Organizador - Aparece no seminário de grupo e as tarefas são subdivididas. Marca as reuniões prévias, coordena as pesquisas e pode designar as tarefas para cada componente. c) Relator - (1 ou mais) Expõe os resultados dos estudos do grupo, porém não é o único a falar em sala de aula. d) Secretário - É o estudante designado pelo professor para anotar as conclusões finais, após os debates. e) Comentador - (1 ou mais) Surge quando se deseja um aprofundamento crítico dos trabalhos e é escolhido pelo professor. Ele deve estudar com antecedência o tema a ser apresentado com o intuito de fazer críticas adequadas à exposição, antes da discussão e debates dos demais participantes. f) Debatedores - São todos os alunos da classe. Participam fazendo perguntas, pedindo esclarecimentos, colocando objeções, reforçando argumentos ou dando alguma contribuição. 4 - Etapas do seminário O coordenador propõe o estudo, indica a bibliografia mínima, forma os grupos, escolhe o comentador e o secretário. O grupo formado escolhe o organizador, decide o número de relatores, inicia o trabalho de pesquisa. Reuniões sucessivas são realizadas sob orientação do organizador para: Determinação do tema central ( o fio condutor ); Divisão do tema central em tópicos; Análise do material coletado; Síntese das ideias dos diferentes autores analisados sob forma de Introdução (breve exposição do tema central); Desenvolvimento (explicação, discussão e demonstração); Conclusão (síntese de toda a reflexão) e Bibliografia (de acordo com as normas da ABNT). Concluídos os estudos e pronto o seminário, a classe se reúne sob a orientação do coordenador. O(s) relator(es) em aula apresentam os resultados e devem se utilizar de recursos audiovisuais ou escritos para os assistentes. O comentador, após exposição, intervém com os subsídios e críticas. A classe participa das discussões e debates, fazendo indagações, reputando ou não informações. O coordenador do seminário faz uma síntese e encaminha para as conclusões finais, fazendo a avaliação do seminário. 5 - Roteiro do seminário: Plano - deve expressar as palavras-chaves escolhidas e não pode confundir o pensamento do autor com os fatos por ele trabalhados. Introdução - deve ser objetiva e concisa. 14

15 Conteúdo - deve ser dividido em unidades, tomando-se o cuidado de não reproduzirem-se os títulos e subtítulos das obras consultadas. As transcrições de texto deverão ser as estritamente necessárias e citadas corretamente, ou seja, entre aspas ( ), sem alterações e com a indicação do nome do autor, ano da obra e número da página. Conclusão - interpretação pessoal e não a repetição da opinião do autor estudado. 6 - Formas de avaliação de um seminário Na elaboração de um roteiro, observamos a exatidão, o planejamento equilibrado, com sequência, a adequação da matéria com o grau de conhecimento da classe, a seleção da matéria em quantidade e qualidade, a exposição oral (controle da turma, voz, vocabulário e relacionamento com a classe) e, a seleção e uso de material didático (uso de quadro negro, ilustrações, texto-resumo para os colegas, etc). Bibliografia: LAKATOS, E.M. e MARCONI, M.A. - Fundamentos de Metodologia Científica. 2ª ed. São Paulo:Atlas, (este texto foi adaptado de Márcia Siqueira de Carvalho (DEGEO/CCE/UEL).). 9 - Como fazer pesquisas? A pesquisa é utilizada em todas as áreas do conhecimento com a intenção de aprofundar os assuntos estudados. O pesquisador vai buscar informações referentes ao assunto em documentos, obras de outros pesquisadores, depoimentos, publicações periódicas. Para que essa pesquisa seja fundamentada é necessário que sejam observadas algumas normas ou regras. O pesquisador deve ter claro o tema da pesquisa, o que procurar, e onde procurar. - Entrevistas - localizar os informantes, preparar um roteiro, registrar as informações obtidas (escrever ou gravar). - Pesquisa bibliográfica - em bibliotecas, jornais, na Internet. - Uso da biblioteca - as bibliotecas estão organizadas em fichários contendo autor, título e assunto. Nas fichas constam o número de localização nas prateleiras. - Coleta de informações - encontradas em livros a serem utilizados, devem seguir os seguintes passos: 1º - analisar o índice para ter uma visão geral dos assuntos tratados; 2º - separar as obras necessárias; 3º - fazer as anotações necessárias à pesquisa, colocando os dados bibliográficos: o nome do autor, o título da obra, a cidade em que foi publicada, o nome da editora, a data da edição e a página. 15

16 - Anotações - fazer leitura prévia do material. As anotações podem ser: copiando partes interessantes, colocando esta informação entre aspas, em seguida o ano da edição e o número da página; resumindo o texto procurando destacar as principais ideias do autor. - Pesquisa em documentos históricos - para analisar um documento histórico é necessário observar alguns pontos: fazer leitura dos documentos; verificar se o documento tem datas e local de origem; identificar o autor;reconhecer a finalidade do documento; identificar as informações do documento, contextualizar esses documentos com outros fatos históricos. - Pesquisa em jornais - as pesquisas em jornais antigos acontecem em bibliotecas e em arquivos públicos com uso de microfilme. Para localizar o jornal é necessário indicar o dia, o mês e o ano do exemplar; jornais e revistas atuais, bibliotecas e Internet. - Redação do trabalho - para elaborar seu trabalho procure fazer uma redação onde fique o seu entendimento sobre o assunto. Se copiar algum trecho, colocar entre aspas e autor. - Bibliografia - ao final da pesquisa, devem constar as obras que foram consultadas: as enciclopédias onde não consta o nome do autor, começar com o nome da enciclopédia, escrito em letra maiúscula, seguido de um ponto, depois vem o nome da cidade em que a obra foi publicada, uma vírgula, o nome da editora, outra vírgula, a data da publicação e um ponto. As obras que têm autoria são indicadas pelo sobrenome do autor, em letras maiúsculas, seguido do primeiro e dos demais nomes do autor, seguido de um ponto. Então, vem o nome da obra grifado, seguido de um ponto, depois o nome da cidade, uma vírgula, o nome da editora, outra vírgula, a data de publicação e um ponto. A lista bibliográfica deve ser organizada em ordem alfabética. Estas informações foram determinadas pela ABNT (Associação Brasileira de Normais Técnicas). - Pesquisas na internet - parece simples pesquisar na internet, mas sabemos não é, por essa razão selecionamos algumas perguntas que representam dúvidas comuns e frequentes entre os usuários da Internet. As respostas vão ajudá-los a resolver algumas questões. Como salvar uma imagem da Internet para o meu disco? Para capturar uma imagem, que lhe chamou a atenção numa página basta clicar - com o botão direito do mouse - sobre a imagem desejada e selecionar a opção Salvar Figura Como... (Explorer). Daí, é só escolher um diretório para gravar a imagem (os browsers se lembrarão desse diretório mais tarde) e o nome (que você pode manter o da figura original ou mudar para um nome mais adequado). Atenção: Se houver divulgação do material, deve-se ter cautela quanto à exposição de certas imagens. Existem direitos autorais. Muitas vezes não consigo abrir e imprimir arquivos que estão em PDF. Como devo proceder? O PDF (Portable Document ou formato de documento portátil) é um tipo de arquivo gráfico leve que pode ser visualizado e impresso com o programa Adobe Acrobat Reader. O PDF torna possível a visualização de documentos gerados em programas diferentes sem que se 16

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