ASPECTOS ATUAIS DO TREINAMENTO DE VELOCIDADE

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1 ASPECTOS ATUAIS DO TREINAMENTO DE VELOCIDADE JAYME NETTO JR Professor do Departamento de Fisioterapia/UNESP Mestrado em Ciências do Esporte/UNICAMP Doutorado em Ciências da Saúde/FAMERP Técnico Olímpico Brasil Velocidade e Revezamentos

2 Comece do começo e Conselho do Rei ao prossiga até chegar Coelho na defesa do ao fim; aí pare. Valete de Paus Lewis Carroll in Alice no País das Maravilhas Será verdade?

3 Gilbert Highet A Arte de Ensinar Inicie explicando do que se trata antes de mergulhar no estudo detalhado de cada tópicot

4 OBJETIVOS DO CURSO Apresentar e discutir conceitos e aspectos atuais sobre treinamento de velocidade Apresentar o modelo metodológico de treinamento de velocidade e revezamentos por mim utilizado Apresentar e discutir conceitos de periodização por mim utilizado

5 VELOCIDADE Capacidade que permite o corpo à máxima aceleração e a manutenção deste máximo adquirido na unidade do tempo

6 Tenhamos uma vista geral do bosque antes de examinar cada árvore.

7 POSSIBILIDADES DO TREINAMENTO VELOCIDADE Metabolismo Energia (Tipologia de Fibras Musculares) Força Modelo técnico da corrida Rapidez Equilíbrio Muscular

8 CARACTERÍSTICAS DO TREINAMENTO VELOCIDADE

9 METABÓLICO

10 ESTRUTURAL

11 REGENERATIVO

12 TREINAMENTO PSICOLÓGICO COMUNICAÇÃO CONCENTRAÇÃO CONTROLE DO STRESS MOTIVAÇÃO

13 CAPACIDADES IMPORTANTES DO TREINAMENTO DE VELOCIDADE REGENERATIVO PSICOLÓGICO Metabólico Estrutural Motivação Comunicação Equilíbrio Controle do Stress

14 CAPACIDADES IMPORTANTES DO TREINAMENTO DE VELOCIDADE METABÓLICA ESTRUTURAL Técnica de corrida Força 1. Potência Aeróbia 2. Potência Anaeróbia Alática 3. Capacidade Anaeróbia Alática 4. Potência Anaeróbia Lática 5. Capacidade Anaeróbia Lática 6. Tipagem de fibras musculares 1. Biomecânica da corrida Rapidez Amplitude Freqüência 2. Flexibilidade Embalance muscular 3. Coordenação Intra-muscular Inter-muscular 4. Descontração 1. Resistência 2. Explosiva 3. Reativa Rápida 4. Reflexa-Elástica

15 Capacidades Metabólicas Potência Aeróbica Potência e Capacidade Anaeróbica Alática Potência e Capacidade Anaeróbica Lática

16 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE POTÊNCIA AERÓBIA Resistência ou capacidade aeróbia x Potência aeróbia OBJETIVOS Melhorar a eficácia do sistema oxidativo Melhorar a vascularização Melhorar a atividade enzimática mitocondrial Melhorar a capacidade de recuperação Prevenir Lesões

17 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE TIPAGEM DE FIBRAS MUSCULARES TIPO I TIPO II TIPO IIA TIPO IIB LENTAS MISTAS/ RÁPIDAS LENTAS/ RÁPIDAS MUITO RÁPIDAS Grande capacidade oxidativa e muito pouca capacidade glicolítica Alta capacidade oxidativa e boa capacidade glicolítica Capacidade oxidativa e glicolítica a 50% Alta capacidade glicolítica e muito baixa capacidade oxidativa

18 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE POTÊNCIA AERÓBIA METODOLOGIA EXEMPLOS Corrida não contínua em velocidade moderada (3 a 6 Km) Corrida repetida de 100 a 1000m, %; recuperação 1-4min. Circuito Treino Empregado principalmente dentro do Ciclo Fundamental 4x100 3x200 2x300 1x400 Pausa 100m andando Tempo FC BPM 5-10x600m 70 %; Pausa de x 800m + 2 x x 400m a 70 %; recuperação de 3-4min. 2-4 (3x300) 50-70%; recuperação de x 100m P 100m andando

19 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE CAPACIDADE ALÁTICA METODOLOGIA EXEMPLOS Geralmente em séries de repetições Distância de 60 a 150m Número de repetições (12 a 16 séries em 2-4 grupos); volume diminui no Ciclo PPE Recuperação de 1 30 no Ciclo PPG, passando para 3 no Específico. A recuperação entre as séries e grupo de 6 a 12min. Intensidade de esforço % Ocorre dentro do Ciclo PPG e PPE 2-4 (4x60) sprint, P MP - 8 recuperação 2 (4x60) + 2 (3x80) sprint, recuperação min 2 (4x80) + 2 (4x100) sprint, recuperação 2-8-3min. 3 (3x80) sprint, recuperação 3-8min. (Ciclo Especial) 2-4x100, recuperação de 4min. (Ciclo Competitivo)

20 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE FOSFOCREATINA X VELOCIDADE % dos valores de repouso tempo (seg) ATP PC

21 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE CAPACIDADE ALÁTICA Ativar as fibras glicolíticas (tipo IIa, IIb) OBJETIVOS reserva ATP-PC muscular Melhorar a coordenação da corrida Aperfeiçoar a técnica de corrida Melhorar a resistência velocidade

22 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE POTÊNCIA ALÁTICA Ativar fibras glicolíticas (tipo IIB) OBJETIVOS reserva ATP muscular Melhorar a coordenação da corrida Aperfeiçoar a técnica inicial de corrida Melhorar a velocidade aceleração

23 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE POTÊNCIA ALÁTICA METODOLOGIA EXEMPLOS Geralmente em séries de repetições como parte final de treino força Distância de 10 a 60m Número de repetições (3 a 6 ) volume diminui no Ciclo PPE Recuperação total de 3 no Ciclo PPG, passando para 6 no Específico. Ocorre dentro do Ciclo PPG e PPE Intensidade esforço % 3-6 x 30m Pausa 3 recuperação 2x10m 2x20m - 2x30m - 1x40m, Pausa Séries Pausa Grupos 6 Também pode ser realizado com tração para SUPRA VELOCIDADE

24 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE SISTEMA ANAERÓBIO LÁTICO CAPACIDADE LÁTICA X POTÊNCIA LÁTICA OBJETIVOS: Ativar as fibras glicolíticas e oxidativas rápidas (tipo IIB IIA) Manter o funcionamento do sistema apesar do lactato Melhorar a tolerância à concentração de lactato Melhorar a resistência de velocidade Reserva Glicogênio muscular Melhorar sistema de reabsorção lactato OBJETIVOS: Desenvolver fibras glicolíticas e oxidativas rápidas (tipo IIB) Suportar concentrações máximas de lactato Suportar a queda de ph (até < 6,5) Melhorar o Ritmo de velocidade Aperfeiçoar a coordenação em situações láticas

25 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE CAPACIDADE LÁTICA METODOLOGIA EXEMPLOS Utilizar séries de repetição com distância entre 500 a 70m Volume de trabalho de 5 a 8 vezes a distância da prova Intervalos de entre séries e grupos Intensidade de esforço 80 a 90% Acidose metabólica de 6 14 mlmol 2-4 (3X300) Pausa séries Pausa entre grupos (3x150) Pausa séries Pausa entre grupos Pausa séries 4 6 ( ) + ( ) + ( ) Pausa séries Pausa entre grupos m Pausa entre grupos 6-8

26 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE POTÊNCIA LÁTICA METODOLOGIA EXEMPLOS Utilizar séries de repetição com distância entre 350 a 120m Volume de trabalho de 3-5 tiros Intervalos de entre séries e grupos Intensidade de esforço 90% - 100% Acidose metabólica de mlmol PODE-SE UTILIZAR TRABALHOS HIBRIDOS COM TRAÇÃO E OU RAMPA 2-4X150 Pausa 12 min. (1x180 1x160 ) (1x140 1x120) Pausa séries 12 - (Pausa entre grupos ) 1x( ) 1x( ) Pausa séries 12 - Pausa entre grupos x350 1x250 1x150 Pausa min.

27 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE

28

29 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE

30 TREINAMENTO VELOCIDADE VO 2 MÉTODOS DE CONTROLE FC VO2 (l/min) 2,5 2 1,5 1 0, potência (watts) pós pré LIMIAR ANAERÓBIO

31 Contribuição dos sistemas de Energia Intensidade Inter-rela relação dos sistemas energéticos e os métodos m relacionados a corrida para o seu desenvolvimento Velocidade 95% - 100% Resistência Velocidade 95% - 100% Resistência Especial 1 95% - 100% Resistência Especial 2 95% - 100% Ingervalado Intensivo 80% - 90% Ingervalado Extensivo ATP-CP LÁCTICO AERÓBIO 70% - 80& Corrida Continua 50% - 70% Distância 20m 60m 60m - 150m 150m 300m 300m 600m Até 600m + 600m 30` até 40' Nº de repetiçoes 2 a 4 2 a 5 1 a 5 1 a 3 3 a 12 6 a 20 Nº de séries 2 a 4 1 a a 3 2 a 3 Distância total séries 80m - 120m 150m 600m m + 600m Distância total Seçoes 300m 600m 300m 1200m 300m 1000m 600m 1500m 600m 3000m m Pausa Repetiçoes 3' a 5' 4'a 6' 10' a 15' 15' a 20' 3' a 5' 1' a 3 Pausa Séries 6 a 10 8 a a 20 5 a 7 Potência aláctica Tabela Macfarlane Modificado Capacidade aláctica Potência láctica Capacidade láctica Capacidade láctica e Potência aeróbio Potência e Capacidade aeróbio

32 CAPACIDADES ESTRUTURAIS FORÇA FORÇA DE RESISTÊNCIA FORÇA REATIVA (RÁPIDA) FORÇA EXPLOSIVA FORÇA REFLEXA OU ELÁSTICA

33 Capacidades Estruturais Resistência de Força

34 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE FORÇA DE RESISTÊNCIA GERAL OBJETIVOS METODOLOGIA EXEMPLOS Melhorar o nível de força básica geral Melhorar a vascularização Melhorar a atividade enzimática mitocondrial Melhorar a capacidade de recuperação Melhorar o recrutamento de sarcômeros Melhorar a inervação intermuscular Prevenir lesões Exercícios com predomínio de intensidade e volume Exercícios com peso corporal global Exercícios com pesos livres Circuito-treino Exercícios de lançamento com medicine-ball Séries 3-8 Repetições Carga 30 50% Pausa/repet Pausa/séries 2-3

35 TREINAMENTO SISTEMAS ENERGÉTICOS PARA VELOCIDADE FORÇA DE RESISTÊNCIA ESPECÍFICA OBJETIVOS METODOLOGIA EXEMPLOS Melhorar o nível de força especial básica Melhorar a vascularização Melhorar a atividade enzimática Glicolítica Melhorar a capacidade de recuperação Melhorar o recrutamento de sarcômeros em série e paralelo Melhorar a inervação inter e intra-muscular Melhora da coordenação neuromuscular especíal Multi-saltos horizontais Multi-saltos verticais Corridas em aclives Corridas com colete Exercícios neurocoordenativos de longa distância Corridas com empurre Corridas com tração m MH m MV m CA/CC/ENC m CT Pausa/repet 2 3 Pausa/séries 4 6 Carga colete 10% peso corporal

36 TREINAMENTO SISTEMAS ESTRUTURAIS PARA VELOCIDADE FORÇA DE RESISTÊNCIA M.M.I.I. Músculos Exercício Carga Sets/Rep./Série Quadríceps Agachamento TOTAL 30-50% 3x20 Isquio-Tibiais Leg-Press 30-50% 3x20 Glúteos ½ Afundo 30-50% 3x20 Isquio-Tibiais Mesa-Flexora 30-50% 3x20 Quadríceps Mesa-Extensora 30-50% 3x20 Extensores quadril Polete- Extensão Quadril 30-50% 3x20 Extensores Quadril Subida no Bancco 30-50% 3x20 Panturrilha 2 Exerc. Extensão Tornozelo 30-50% 3x20 Adutores Mesa Adutora 30-50% 3x20 Abdutores Mesa Abdutora 30-50% 3x20

37 TREINAMENTO SISTEMAS ESTRUTURAIS PARA VELOCIDADE FORÇA DE RESISTÊNCIA M.M.S.S. Músculos Exercício Carga Sets/Rep./Série Bíceps Rosca simples sentado 30-50% 3x20 Tríceps Tríceps rosca 30-50% 3x20 Tríceps Tríceps PULLEY Anilhas 30-50% 3x20 Deltóide/Trapézio Remada alta 30-50% 3x20 Deltóide/Trapézio Desenvolvimento máquina 30-50% 3x20 Peitorais Supino Direto 30-50% 3x20 Peitorais Crucifixo Anilhas 30-50% 3x20 Escapulares Crucifixo Post. Anilhas 30-50% 3x20 Grande Dorsal Puxada Alta 30-50% 3x20 Trabalho Braços Corrida ANILHAS ESPELHO 3kg 3x20

38 Capacidades Estruturais Força Explosiva

39 TREINAMENTO SISTEMAS ESTRUTURAIS PARA VELOCIDADE FORÇA EXPLOSIVA OBJETIVOS METODOLOGIA EXEMPLOS do trofismo da coordenação intramuscular da condição de recrutamento neuro-muscular da reserva de ATP muscular da velocidade de aceleração da explosão muscular Halteres com peso livre Saltos horizontais Saltos verticais Corridas em aclives Corridas com empurre Corridas com tração Tempo esforço até 8 Intensidade esforço 100% Repetições 2 5 Séries 3 6 Carga 30 70% Pausa/repet 3 4 Pausa/séries 6 8 Distâncias 40 60m

40 Capacidades Estruturais Força Rápida

41 TREINAMENTO SISTEMAS ESTRUTURAIS PARA VELOCIDADE FORÇA REATIVA (RÁPIDA) OBJETIVOS METODOLOGIA EXEMPLOS Desenvolver força de reação no solo entre mil/seg da coordenação inter e intra-muscular da condição de recrutamento neuro-muscular da velocidade de aceleração coordenação específica da corrida Halteres com peso livre em atividades neuro-coordenativa Saltos horizontais facilitados Saltos verticais facilitados Corridas com facilitação (supra-velocidade) Declive Tempo esforço até 6 Intensidade esforço o mais rápido que puder Repetições 1 3 Séries 3 5 Carga 30% Pausa/repet 4 6 Pausa/séries 8 10 Distâncias 30 60m

42 FORÇA REFLEXA ELÁSTICA

43 TREINAMENTO SISTEMAS ESTRUTURAIS PARA VELOCIDADE FORÇA REFLEXA ELÁSTICA OBJETIVOS METODOLOGIA EXEMPLOS Desenvolver e aprimorar o reflexo miotático a coordenação intramuscular a reserva de proteínas conectivas elásticas Sustentar a velocidade de aceleração equilíbrio corporal na corrida ganho de força Saltos verticais sobre barreira OBS: Para estimular os orgãos tendinosos de Golgi e o fuso muscular para se obter o reflexo miotático é necessário que o músculo esteja em uma condição excêntrica prévia e o tempo de reação no solo seja entre Repetições 1 6 Séries 4 8 Pausa/repet 4 6 Pausa/séries 8 10

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45 Micro-lesão Muscular

46 CAPACIDADES ESTRUTURAIS TÉCNICA DE CORRIDA BIOMECÂNICA DA CORRIDA FLEXIBILIDADE COORDENAÇÃO RAPIDEZ AMPLITUDE FREQUÊNCIA EMBALANCE INTRA- MUSCULAR INTER- MUSCULAR DESCONTRAÇÃO

47 TREINAMENTO SISTEMAS ESTRUTURAIS PARA VELOCIDADE TÉCNICA DA CORRIDA BIOMECÂNICA DA CORRIDA Correto posicionamento e angulações das seguintes articulações em busca da economia energia e rendimento ótimo: CABEÇA TRONCO TRABALHO de TRAÇOS POSICIONAMENTO QUADRIL (CG) JOELHOS TORNOZELOS

48 TREINAMENTO SISTEMAS ESTRUTURAIS PARA VELOCIDADE TÉCNICA DA CORRIDA Correto posicionamento e angulações das seguintes articulações em busca da economia energia e rendimento ótimo: PÉ TORNOZELOS JOELHO POSICIONAMENTO QUADRIL (CG) TRONCO BRAÇOS CABEÇA

49 TREINAMENTO SISTEMAS ESTRUTURAIS PARA VELOCIDADE TÉCNICA DA CORRIDA AMPLITUDE X FREQÜÊNCIA L Velocidade 4m/s L = 1,81 e F = 2,2p/s 9m/s L = 2,25 e F = 4,0p/s 11m/s L = 2,44 e F = 4,5p/s VELOCIDADE TEMPO CONTATO (Tc) Ideal 80 a 100 milésimos TABATSCHNIK: Índice 2,60 homens e 2,50 mulheres Multiplica tamanho MMII = L ótimo da passada lançada ex: 2,60x0,93 = 2,42m Para calcular número passadas divide pela distância 100m 100/2,42 = 41,40 Diferença Lançado Parado multiplica 10% 41,40x10 = 4, ,40 = 45,60P OBJETIVO: Passos/marca = Fm 45,60/10.40 = 4,38 p/s

50 EMBALANCE MUSCLAR FLEXIBILIDADE Fibras vermelhas Contração lenta Tipo I Fibras Brancas Contração rápida Tipo II A e B Músculos tônicos estáticos Hipertonia e Retração Desequilíbrio Postural Músculos fásicos dinâmicos Hipertrofia e Retração

51 TREINAMENTO SISTEMAS ESTRUTURAIS PARA VELOCIDADE TÉCNICA DA CORRIDA COORDENAÇÃO INTERMUSCLAR Tem ação voluntária relacionase com a comunicação entre diferentes grupos musculares numa mesma ação motora, desenvolve-se a partir de gestos repetidos e específicos de movimento. INTRAMUSCULAR Tem ação involuntária reflexa relaciona-se com a comunicação internamente num único grupo muscular e numa mesma ação motora, desenvolve-se a partir de contrações musculares excêntricas com elevadas tensões. DESCONTRAÇÃO

52 TREINAMENTO SISTEMAS ESTRUTURAIS PARA VELOCIDADE EXERCÍCIOS COORDENAÇÃO OBJETIVOS METODOLOGIA EXEMPLOS Melhorar Descontração da corrida Minimizar gasto energia Melhorar a velocidade de condução estímulo neural Melhorar a inervação intermuscular e intramuscular melhorar a relação agônica antagônica do movimento Melhorar a capacidade de recuperação Prevenir lesões Utiliza-se em todas fases de treinamento PPG intensidade e volume PPE PPC volume e intensidade Exercícios com peso livres para intermuscular Deve-se buscar o máximo de variedade e combinação no repertório motor para se desenvolver intermuscular Séries 3-8 Distância m Carga até 30%PC Pausa/repet 4 6

53 Contribuiçao dos sistemas de Energia Intensidade Inter-rela relação dos sistemas energéticos e os métodos m relacionados a corrida para o seu desenvolvimento Velocidade 95% - 100% Resistência Velocidade 95% - 100% Resistência Especial 1 95% - 100% Resistência Especial 2 95% - 100% Ingervalado Intensivo 80% - 90% Ingervalado Extensivo ATP-CP LÁCTICO AERÓBIO 70% - 80& Corrida Continua 50% - 70% Distância 20m 60m 60m - 150m 150m 300m 300m 600m Até 600m + 600m 30` até 40' Nº de repetiçoes 2 a 4 2 a 5 1 a 5 1 a 3 3 a 12 6 a 20 Nº de séries 2 a 4 1 a a 3 2 a 3 Distância total séries 80m - 120m 150m 600m m + 600m Distância total Seçoes 300m 600m 300m 1200m 300m 1000m 600m 1500m 600m 3000m m Pausa Repetiçoes 3' a 5' 4'a 6' 10' a 15' 15' a 20' 3' a 5' 1' a 3 Pausa Séries 6 a 10 8 a a 20 5 a 7 Potência aláctica Tabela Macfarlane Modificado Capacidade aláctica Potência láctica Capacidade láctica Capacidade láctica e Potência aeróbio Capacidade aeróbio

54 Modelo de periodização de treinamento para alto rendimento Prof. Ms Jayme Netto Jr. Atleta: ANDRÉ DOMINGOS DA SILVA Prova: m Técnico Nacional da CBAt PLANO GRÁFICO GERAL DE TREINAMENTO Volume Intensidade 100% 90% 80% 70% 60% 100% 90% 80% 70% 60% 10 0 % 90% 80% 70% 60% 10 0 % 90% 80% 70% 60% Calendário Competitivo 1o. FAP 1o.FPA Rio Preto Copa Sud. 2o. FPA 3o. FPA GP Belém Ibero-amer. Micro-ciclos Meses dez/01 jan/02 fev/02 mar/02 abr/02 mai/02 Macro-ciclos PRIMEIRO MACROCICLO Períodos B.P.G B.P.E. B.P.T B.C B.P.T B.C Meso-ciclos Registro de Trabalho ANEXO I ANEXO II ANEXO III ANEX IV ANEXO III ANEXO IV Micro-ciclos Semana do Ano de Início Controle de Treinamento Dinâmica da Carga nos Micro-ciclos Bloccos B.P.G B.P.E. B.P.T B.C B.P.T B.C B.P.E. B.P.T

55 ANEXO I OBJETIVOS FUNDAMENTAIS DO BLOCO da Resistência Orgânica geral. Potência Aeróbia / Anaeróbia. Melhorar e desenvolver a estrutura Neuro-Coordenativa da corrida. Desenvolver o Equilíbrio dos diferentes grupos musculares. da Resistência de Força.

56 ANEXO II OBJETIVOS FUNDAMENTAIS DO BLOCO Manutenção da Potência aeróbia/anaeróbia; Desenvolvimento das Forças Explosiva, Elástica e Reativa; Incremento para o desenvolvimento da Resistência de Velocidade; Incremento no treinamento Técnico Neurocoordenativo da corrida de Velocidade; Manutenção do equilíbrio muscular Fásico/Tônico.

57 ANEXO III OBJETIVOS FUNDAMENTAIS DO BLOCO Proporcionar o desenvolvimento Técnico e Tático da corrida; Desenvolvimento Ótimo das Forças Explosiva, Reativa e Elástica; Incremento à Rapidez e Coordenação de corrida; Incremento aos trabalhos de Velocidade de reação; Incremento aos trabalhos de Velocidade; Desenvolvimento dos trabalhos recuperativos e regenerativos;

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61 TREINAMENTO REGENERATIVO METABÓLICO ESTRUTURAL

62 FASES DE ATUAÇÃO

63 SINCRÔNICA ANTES OU DURANTE O ESFORÇO FÍSICO

64 Objetivos da fase sincrônica Preparar o aparelho locomotor para o exercício. Facilitar a recuperação muscular.

65 PRIMÁRIA ATÉ 2 HORAS APÓS O ESFORÇO

66 Objetivos da fase primária Controlar o estado de hiper-tônus muscular Eliminar as substâncias resultantes da contração muscular Organizar o aparelho locomotor

67 SECUNDÁRIA 2 HORAS APÓS O ESFORÇO

68 Objetivos da fase secundária Eliminar o hiper-tônus muscular Equilibrar o aparelho locomotor

69 ALGUNS RECURSOS FISIOTERAPÊUTICOS PREVENTIVOS APLICADOS NOS ESPORTES

70 CINESIOTERAPIA

71 HIDROTERAPIA

72 TERMOTERAPIA

73 ESTABILIZAÇÕES FUNCIONAIS

74 TERAPIAS MANUAIS

75 A FISIOTERAPIA DESPORTIVA PREVENTIVA COMO OPTIMIZADORA DA PERFORMANCE

76 Muito obrigado!

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