Universidade Tuiuti do Paraná UTP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Universidade Tuiuti do Paraná UTP"

Transcrição

1 UTP Faculdade de Ciências Exatas e de Tecnologia Cursos de Computação Grupo de Estudos de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos Professores: Marcelo Soares Farias Roberto Néia Amaral

2 Curitiba, 2008 Página 2

3 INTRODUÇÃO Inicialmente, os computadores eram máquinas caríssimas que centralizavam em um único ponto o processamento das aplicações de vários usuários, e muitas vezes de toda uma organização. Com a redução de custos do hardware e introdução dos microcomputadores no cenário da informática, a estrutura centralizada cedeu lugar a uma estrutura totalmente distribuída. Nessa estrutura diversos equipamentos dos mais variados portes processam informações de formas isoladas, o que acarreta uma serie de problemas. Dentre os problemas apresentados, destaca-se a duplicação desnecessária de recursos de hardware (impressoras, discos, etc.) e de software (programas, arquivos de dados etc.). Nesse cenário surgiram as redes de computadores, onde um sistema de comunicação foi introduzido para interligar os equipamentos de processamentos de dados (estações de trabalhos), antes operando isoladamente com o objetivo de permitir o compartilhamento de recursos. Evolução dos Sistemas de Computação Na década de 1950, computadores eram máquinas grandes e complexas, operadas por pessoas altamente especializadas. Usuários enfileiravam-se para submeter suas leitoras de cartões ou fitas magnéticas que eram processados em lote. Não havia nenhuma forma de interação direta entre usuários e máquina. Avanços na década de 1960 possibilitaram o desenvolvimento dos primeiros terminais interativos, permitindo aos usuários acesso ao computador central através de linhas de comunicação. Usuários passavam a ter então um mecanismo que possibilitava a interação direta com o computador, ao mesmo tempo em que avanços nas técnicas de processamento davam origem a sistemas de tempo compartilhado (time-sharing), permitindo que várias tarefas dos diferentes usuários ocupassem simultaneamente o computador central, através de uma espécie de revezamento no tempo de ocupação do processador. Mudanças na caracterização dos sistemas de computação ocorreram durante a década de 1970: de um sistema único centralizado e de grande porte, partia-se em direção à distribuição do poder computacional. O desenvolvimento de minis e microcomputadores de bom desempenho, permitiu a instalação de considerável poder computacional concentração deste poder em uma determinada área. Embora o custo de hardware de processamento estivesse caindo, o preço dos equipamentos eletromecânicos continuava alto, tornando a interconexão entre os vários sistemas para o uso compartilhado de dispositivos periféricos importante. A capacidade de troca de informações também foi uma razão importante para a interconexão. Usuários individuais de sistemas de computação não trabalham isolados e necessitam de alguns dos benefícios oferecidos pôr um sistema centralizado. Ambientes de trabalho cooperativos se tornaram uma realidade tanto nas empresas como nas universidades, exigindo a interconexão dos equipamentos. Para solucionar problemas de desempenho, os pesquisadores criaram novas arquiteturas que propunham a distribuição e o paralelismo como forma de melhorar desempenho, confiabilidade e modularidade dos sistemas computacionais, alem de um sistema centralizado de repositório de informasses, ou melhor, servidores. Página 3

4 Evolução das Arquiteturas A maioria dos computadores projetados até a década de 1980 teve sua concepção baseada nos modelos original de Von Neumann. A interação perfeita entre o modo como os programas são desenvolvidos e a maneira como são interpretados foi uma das razões para o grande sucesso de tal modelo. A revolução nos sistemas de computadores começou com os avanços de tecnologia de integração de circuitos, que reduziram em muito os custos das partes de tais sistemas, onde várias arquiteturas foram então propostas. Dentre as alternativas apresentadas, podemos citar os Sistemas de UCP única com múltiplas Unidades Funcionais, as Máquinas Pipeline e os Processadores de matriz (Array Processors). A idéia de seqüência múltiplas e independentes de instruções em um sistema composto por vários elementos de processamento compartilhando um espaço comum de memória aparece em uma outra arquitetura (Sistemas de Multiprocessadores) com as seguintes características: Dois ou mais processadores de capacidade aproximadamente iguais. Todos os processadores dividem o acesso a uma memória comum. Todos os processadores compartilham os canais de I/O unidades de controle e dispositivos periféricos. O sistema total é controlado pôr um único sistema operacional. Por último surgiram os Sistemas de Processamento Distribuídos por Eckhouse 78 como uma coleção de elementos de processamentos interconectados tanto logicamente quanto fisicamente para execução cooperativa de programas de aplicação com controle dos recursos descentralizado, o qual é o objetivo deste curso. Em Sistemas Distribuídos, o estado do sistema é fragmentado em partes que residem em diferentes processadores e memórias, com comunicação entre essas partes sujeita a retardos variáveis e desconhecidos. Em sistemas distribuídos é impossível forçar a simultaneidade de eventos. A mínima interferência em uma execução de tarefas paralelas vai permitir a obtenção de sistemas de grande desempenho. A não existência de qualquer elemento sem o qual o sistema para totalmente lhe confere alta confiabilidade. A possibilidade de utilização em larga escala de um pequeno número de elementos básicos de hardware e software é responsável pelo elevado grau de modularidade do sistema. Embora difícil de caracterizar, a arquitetura de múltiplos processadores tem melhor aplicação em sistemas que exigem grande disponibilidade, grandes requisitos de vazão, tempos de resposta garantidos e baixos, alto grau de modularidade, e também onde as tarefas podem ser executadas de modo concorrente. Um Sistema Distribuído vai ser formado por um conjunto de módulos processadores interligados por um sistema de comunicação. Vemos então que a interconexão de sistemas veio atender a duas necessidades distintas: Construção de sistemas com maior desempenho e maior confiabilidade Compartilhamento de recursos. Página 4

5 Alguns autores consideram como Sistema Distribuído apenas àqueles construídos para atender a primeira necessidade, classificando como Redes de Computadores os sistemas construídos com a finalidade de permitir o compartilhamento de recursos. Outros preferem classificar todos esses sistemas como Sistemas Distribuídos e subclassificá-los em Máquinas de Arquitetura Distribuída e Redes de Computadores. Uma Máquina de Arquitetura Distribuída é composta por um número ilimitado, mas finito de módulos autônomos de processamento interconectados para formar um único sistema, no qual o controle executivo global é implementado através da cooperação de elementos descentralizados. Uma Rede de Computadores também é formada por um número ilimitado, mas finito de módulos autônomos de processamento interconectados, no entanto a independência dos vários módulos de processamento é preservada na sua tarefa de compartilhamento de recursos e troca de informações. MAS ENTÃO O QUE VEM A SER UMA REDE DE COMPUTADORES? É UM MEIO FÍSICO E LÓGICO DE COMUNICAÇÃO DE DADOS, COMPARTILHADO, O QUAL POSSUI OBJETIVO DE UNIR INFORMAÇÕES ENTRE TODOS OS PARCIPANTES DESTE INFODUTO CONTROLADO DE DADOS. Quando você precisar de ir além do computador em cima de sua mesa, esta na hora de instalar uma rede local. Página 5

6 Classificação das Redes de Computadores As redes de computadores podem ser classificadas quanto sua abrangência geográfica. Para cada tipo de rede deve existir um tipo de meio de transmissão assim como um tipo de protocolo que fará essa comunicação. Na junção de todas estas idéias, podemos considerar que cada tipo de rede, possuirá sua característica particular assim como seus possíveis protocolos de comunicação. TIPOS DE REDES Cada tipo de rede tem suas características principais ligadas a sua abrangência, ou seja, a sua capacidade de atendimento em Km. LAN (Local Area Network) : As redes locais tem uma abrangência limitada por um prédio, uma sala, um campus ou uma fábrica num limite de alguns quilômetros ( 2 a 3 Km). MAN (Metropolitan Area Network) : As redes metropolitanas podem atender uma grande área como uma região metropolitana, por exemplo atendida por uma anel de fibras óticas interligando diversos municípios como se fosse uma infra-estrutura única, com alcance de 30 Km. WAN (Wide Area Network) : As redes WAN também conhecidas como redes de longa distância podem ser redes nacionais atendendo todo o território como também redes internacionais interligadas via satélite ou cabos submarinos. Podemos considerar a tabela abaixo Página 6

7 Topologia Topologia para redes de computadores está relacionada como os equipamentos que compõe uma rede são distribuídos em um determinado espaço. Porem esta distribuição não está relacionada somente a questões físicas, mas sim sobre questões lógicas também. A Topologia define a estrutura da rede. Há dois pontos na definição de topologia: a topologia física, que é o layout real do meio físico de transmissão, e a topologia lógica, que define como os meios são acessados. As topologias físicas geralmente usadas são barramento, anel, estrela, estrela estendida, hierárquica e malha. Barramento: usa um único segmento de transmissão, ao qual todos os hosts se conectam diretamente. Anel: conecta um host ao próximo e o último host ao primeiro. Isso cria um anel físico do cabo. Estrela: conecta todos ao ponto central, sendo normalmente um hub ou switch.. Estrela estendida: une as estrelas individuais vinculando os hubs/switches. Hierárquica: forma similar a uma estrela estendida, mas em vez de unir os hubs/switches, o sistema é vinculado a um computador que controla o tráfego na topologia. Malha: Nesta, cada host tem suas próprias conexões com todos os outros hosts. Isso reflete o projeto da Internet, que possui vários caminhos para qualquer lugar. A topologia lógica de uma rede é a forma como os hosts se comunicam através dos meios. Os dois tipos mais comuns de topologias lógicas são broadcast e passagem de token. Broadcast: simplesmente significa que cada host envia seus dados a todos os outros hosts no meio da rede. As estações não seguem nenhuma ordem para usar a rede, a primeira a solicitar é a atendida. Passagem de token: controla o acesso à rede, passando um token eletrônico seqüencialmente para cada host. Quando um host recebe o token, significa que esse host pode enviar dados na rede. Se o host não tiver dados a serem enviados, ele vai passar o token para o próximo host. Página 7

8 Página 8

9 Dispositivos de Redes Os dispositivos que se conectam diretamente a um segmento de rede são chamados de hosts. Esses hosts incluem computadores, clientes e servidores, impressoras, scanners e muitos outros dispositivos do usuário. Esses dispositivos fornecem aos usuários conexão à rede, com a qual os usuários compartilham, criam e obtêm as informações. Placas de Redes Em termos de aparência, uma placa de rede é uma placa de circuito impresso que se encaixa no slot de expansão de um barramento em uma placa mãe do computador ou em um dispositivo periférico. É também chamada de placa de rede. Em computadores laptop/notebook as placas de rede são normalmente do tamanho de uma placa PCMCIA. As placas de rede são consideradas dispositivos da camada 2 do modelo OSI, porque cada placa de rede em todo o mundo transporta um código exclusivo, chamado de um endereço Media Access Control (MAC). Esse endereço é usado para controlar as comunicações de dados do host na rede. Sempre que existir um dispositivo de rede acoplado ao meio de rede, há algum tipo de dispositivo de placa de rede, mesmo que geralmente não seja exibido. Página 9

10 CABEAMENTOS DE REDE Para que computadores funcionem em conjunto em uma rede, são necessários meios de transmissão ou cabos. Os meios de transmissão são utilizados em redes de computadores para ligar as estações entre si, sendo que estes meios diferem com relação à banda passante, potencial para conexão ponto a ponto ou multiponto, limitação geográfica, imunidade a ruído, custo, disponibilidade de componentes e confiabilidade. Qualquer meio físico capaz de transportar informações eletromagnéticas é passível de ser usado em redes de computadores. Os mais comuns utilizados são: o par trançado, o cabo coaxial e a fibra ótica. Sob circunstâncias especiais, radiodifusão, infravermelho, enlaces de satélite e microondas também são escolhas possíveis. As taxas de transmissão desses meios são medidas em bits por segundo, ou bps. Cabo coaxial É composto de um centro condutivo, envolto por uma camada isolante, e novamente envolto por uma camada condutora. É bastante resistente a interferências. Este possui uma imunidade a ruído ótima, e uma fuga eletromagnética mais baixa. Os ruídos geralmente presentes em áreas urbanas e industriais são de baixa freqüência, tornando as transmissões em banda básica mais susceptíveis a eles. Quanto ao custo, o coaxial é mais caro do que o par trançado, assim como é mais elevado o custo das interfaces para ligação ao cabo. Para ligar esse tipo de cabo na placa de rede de um computador, é necessário um conector BNC e um T. Vantagens de sua utilização Baixos custos de manutenção; Topologia simples de implementar; Resistência à ruídos e interferências; Desvantagens de sua utilização Distâncias limitadas; Baixo nível de segurança; Difícil de fazer grandes mudanças na topologia da rede. Página 10

11 Cabo par trançado Este é composto por dois pares de fios (ou 4 pares ) envoltos por uma camada isolante de forma a reduzir o ruído e manter constante as prioridades elétricas do meio através de todo o seu comprimento. A perda de energia é um parâmetro importante quando se discute não só a taxa máxima de transmissão, mas também a distância máxima permitida, qualquer que seja o meio de transmissão. A perda de energia aumenta com a distância, até chegar um ponto onde o receptor não consegue mais reconhecer o sinal. A energia pode ser perdida por radiação ou por calor. Sua desvantagem é a sensibilidade às interferência e ruído. Com o aumento das taxas de transmissão, cabos de par trançado de melhor qualidade foram gradativamente sendo produzidos. Uma aplicação típica para o par trançado é a ligação ponto a ponto entre terminais e computadores e entre estações da rede e o meio de transmissão. Esse é o mais utilizado atualmente e, o custo total da rede é maior pelo fato de necessitar de equipamentos extras (como hub, por exemplo). O conector utilizado é o RJ-45. Conectorização Pino 1 Branco do Verde Pino 2 Verde Pino 3 Branco do Laranja Pino 4 Azul Pino 5 Branco do Azul Pino 6 Laranja Pino 7 Branco do Marrom Pino 8 Marrom PINO SINAL 1 Transmissão - 2 Transmissão + 3 Recepção Recepção Página 11

12 Fibra óptica A transmissão em fibra ótica é realizada pelo envio de um sinal de luz. O cabo ótico consiste em um filamento de sílica ou plástico, por onde é feita a transmissão da luz. Ao redor do filamento existem substâncias de menor índice de refração, que fazem com que os raios sejam refletidos internamente, minimizando assim as perdas de transmissão. Existem três tipos de fibras óticas: as multímodo degrau, as multímodo com índice gradual e as monomodo. Fibras ópticas não estão sujeitas a interferência e transmitem a uma taxa bastante elevada: Mbps, podendo chegar a Mbps. Características A fibra óptica é praticamente imune às influências do meio ambiente por onde está passando. Imunidade total a interferência eletromagnética e interferência por radio-frequência. Não gera campos magnéticos e eletromagnéticos. Insensível a relâmpagos e descargas atmosféricas. Segura mesmo em contacto com condutores de alta voltagem, pois é totalmente dielétrica. Muito segura contra grampeamento (roubo de informações). Suporta grandes distâncias entre repetidores. Sua aplicação se dá em telecomunicações, é usada para Redes de Telecomunicações e Transmissão de sinais de processamento de dados. Redes de Telecomunicações: - Circuitos de telefonia interurbanos. - Conexões de redes locais (LANs e WANs). - Redes para controle de distribuição de energia elétrica - Redes de transmissão de dados. - Redes de distribuição de sinais de radiodifusão e televisão - Redes de estúdios, cabos de câmeras de televisão. - Redes industriais, em monitoração e controle de processos. - Transmissão de sinais de processamento de dados de computador para computador. - Interligação de circuitos dentro de equipamentos. - Aplicações de controle em geral ( fábricas, maquinários) - Em veículos motorizados, aeronaves, trens e navios Vantagens de sua utilização Desvantagens de sua utilização Página 12

13 Equipamentos de Redes Existem diversos fabricantes de equipamentos de redes de computadores, porem basicamente os equipamentos estão classificados em 3 tipos: 1. Os que simplesmente repassam as informações (sinais elétricos) 2. Os que tratam a informação através dos endereços físicos dos equipamentos 3. Os que realizam a operação de encaminhar a informação através de redes lógicas No grupo 1, que são replicadores de sinais elétricos, trabalhando no nível físico, estão os Hubs e Repetidores No grupo 2, os equipamentos que realizam a comutação no primeiro nível lógico de uma rede, são os Switch. No grupo 3, os equipamentos que realizam o roteamento entre redes diferentes, os Roteadores. HUB A finalidade de um hub é gerar os sinais da rede novamente e os retemporizar. Isso é feito no nível de bit para um grande número de hosts usando um processo conhecido como concentração. Essa definição é muito similar a dos repetidores, por essa razão um hub é também conhecido como repetidor multiportas. A diferença é o número de cabos que se conectam ao dispositivo. Os motivos para se usar os hubs é criar um ponto de conexão central para os meios de cabeamento e aumentar a confiabilidade da rede. Aumenta-se a confiabilidade da rede permitindo qualquer cabo único a falhar sem afetar toda a rede. Isso difere da topologia de barramento onde, se houver uma falha no cabo, toda a rede será afetada. Os hubs são considerados dispositivos da camada 1 porque apenas geram novamente o sinal e o transmite para suas portas. Existem diferentes classificações dos hubs na rede. A primeira classificação é dizer se os hubs são ativos ou passivos. Hubs ativos obtêm energia de uma fonte de alimentação para gerar novamente os sinais da rede. Alguns são denominados dispositivos passivos porque simplesmente repartem o sinal entre vários usuários, como usando um fio "Y". Os hubs passivos não geram novamente os bits. Outra classificação é se os hubs são inteligentes ou burros. Os hubs inteligentes têm portas do console, o que significa que podem ser programados para gerenciar o tráfego da rede. Os hubs burros simplesmente aceitam um sinal da rede de entrada e o repete em todas as portas sem realizar qualquer gerenciamento. Página 13

14 SWITCH Um switch é um dispositivo da camada 2. A diferença entre o hub e o switch é que os switches tomam as decisões com base nos endereços MAC e os hubs não tomam nenhuma decisão. Devido às decisões que os switches tomam, eles tornam uma LAN muito mais eficiente. Fazem isso "comutando" os dados apenas pela porta à qual o host apropriado está conectado. Os switches, à primeira vista, se parecem com os hubs. Os hubs e os switches têm muitas portas de conexão, uma vez que parte de suas funções é a concentração da conectividade. A diferença entre um hub e um switch é o que acontece dentro do dispositivo. A finalidade de um switch é concentrar a conectividade, ao mesmo tempo tornando a transmissão de dados mais eficiente. Ele comuta os pacotes das portas de entrada para as portas de saída, enquanto fornece a cada porta a largura de banda completa. Roteadores O roteador encontra-se na camada de rede OSI, conhecida como camada 3. Toma decisões com base em grupos de endereços de rede ao invés de endereços MAC individuais. Os roteadores podem também conectar diferentes tecnologias da camada 2, como Ethernet, Token-ring e FDDI. No entanto, devido à sua habilidade de rotear pacotes baseados nas informações da camada 3, os roteadores se tornaram o backbone da Internet, executando o protocolo IP. A finalidade de um roteador é examinar os pacotes de entrada (dados da camada 3), escolher o melhor caminho para eles através da rede e depois comutar os pacotes para a porta de saída apropriada. São dispositivos de controle de tráfego mais importantes nas grandes redes. Permitem que qualquer tipo de computador se comunique com qualquer outro computador em qualquer parte do mundo. Página 14

15 Sistema de Endereçamento Devemos considerar que existem dois tipos de endereçamento dentro de uma rede, ou melhor, uma máquina pode assumir 2 tipos de endereços. Os endereços físicos, que são atribuídos pelos fabricantes de placas de redes e os endereços lógicos (IP) atribuídos pelo administrador de redes. Protocolo IP O protocolo IP foi projetado tendo como principal objetivo a ligação inter-redes. Por isto ele é considerado como elemento integrador da Internet, através dele é possível a conexão de diversas sub-redes. A Internet é composta de diversos backbones construídos através linhas de altas velocidades de diversos tipos de tecnologia. A cada um destes backbones estão conectadas várias redes locais de muitas outras instituições cada uma com suas características de sub-rede. Em muitas empresas é comum utilizar o IP, e outros protocolos de sua família, para interligar computadores de tecnologia diferentes. Endereçamento IP Identificadores Universais Diz-se que um sistema provê um serviço de comunicação universal quando é possível a quaisquer dos elementos deste sistema se comunicar arbitrariamente. Para tornar um sistema de comunicação universal, devemos estabelecer um método globalmente aceito para identificação dos componentes a ele conectados. Nas redes TCP/IP, a entidade que atua como identificador universal é o endereço IP, um número de 32 dígitos binários. A idéia básica de seus mentores era a de tornar o roteamento simples e eficiente. As três Classes Primárias de Endereço A Internet é uma gigantesca rede de computadores como qualquer outra rede física. A grande diferença, entretanto, está no fato de que a Internet é uma estrutura virtual, concebida por seus desenhistas e implementada inteiramente em software. Assim, os projetistas tiveram liberdade de arbitrar o tamanho e formato dos pacotes, endereços, técnicas de roteamento, etc. Na questão do endereçamento, cada host é atribuído um número inteiro que será seu endereço - no caso o endereço IP Cada endereço IP possui 32 bits, que se divide em duas partes: uma primeira que identifica a rede a qual esse computador está logicamente conectado e uma segunda parte que identifica o computador propriamente dito. Observe que todas as máquinas conectadas a uma mesma rede irão compartilhar essa primeira parte, que se convencionou chamar net id (identificador da rede). Analogamente, à segunda porção do endereço IP é o host id (identificação da máquina). Em termos práticos, cada endereço IP deverá estar contido em uma das cinco categorias. A classe de um endereço pode ser identificada através do exame dos quatro bits de mais alta ordem, sendo que as três classes básicas (A, B e C) podem ser distinguidas apenas pelos dois primeiros. A classe A, usada para um pequeno número de redes que contêm mais de hosts, reserva 7 bits para o net id e 24 bits para o host id. Os endereços da classe B se destinam a redes de tamanho intermediário (entre 256 e máquinas) e reservam 14 bits para o net id e 16 bits para o host id. Finalmente, a classe C, apropriada para pequenas Página 15

16 redes, aloca 21 bits para o net id e apenas 8 bits para o host id. Observe que os endereços IP são estruturados de forma a permitir uma rápida extração da identificação da rede (net id) e da máquina a ela conectada (host id). Os gateways dependem da extração eficiente do net id para realizar o roteamento dos pacotes IP. Endereço de uma rede e Endereço de Difusão (Broadcast) Por convenção, um host id 0 nunca é atribuído a uma máquina. Ao invés disso, esse endereço com os bits do host id todos zerados irá se referir à rede propriamente dita. O endereçamento IP permite que se faça referência a todos os hosts de uma determinada rede através do chamado endereço de difusão. Um endereço de broadcast é aquele em que os bits do host id são todos 1. Nem todas as redes suportam a difusão, algumas irão precisar de implementação de software e outras não permitirão esta facilidade. Difusão local O endereço de difusão permite que um sistema remoto mande um pacote para todos os nós de uma determinada rede. Do ponto de vista do endereçamento, a desvantagem deste esquema é que ele requer o conhecimento do endereço de rede. Outra forma de endereço de difusão é chamada endereço de difusão limitada ou endereço de difusão local. Este endereço consiste de 32 bits iguais a 1. Esse mecanismo possibilita a referência a todas as máquinas de uma rede local sem que os endereços IP reais sejam conhecidos. Endereços de referência à própria rede e ao próprio host. Campos de endereço preenchidos somente com 1's indicam "todos". Um endereço com 32 bits 1, indica todas as máquinas desta rede e um endereço com todos os bits do host id iguais a 1 indica todas as máquinas de uma determinada rede (especificada no net id). Analogamente, campos preenchidos com 0's são geralmente interpretados como significando "este". Assim, um endereço com 32 bits 0, indica o próprio host (este host) e um endereço com todos os bits do net id iguais a zero, se refere à rede local (esta rede). Endereço de Multicast Muitas tecnologias de rede contêm mecanismos que permitem o envio simultâneo de pacotes a múltiplos destinatários. Em redes de barramento (como a Ethernet) isso pode ser alcançado com o envio de um único pacote (capturado por todos os hosts). Em outras topologias, com conexões ponto-a-ponto, esse pacote deverá ser replicado para alcançar todos os hosts. Página 16

17 Algumas redes suportam um segundo tipo de comunicação ponto multi-ponto, conhecido com multicast. Ao contrário do broadcast, a técnica de multicast permite que cada host "escolha" se deseja ou não participar daquele "canal". Quando um grupo de máquinas decide se comunicar, elas selecionam um endereço de multicast que será, então, o seu canal de comunicação. Na Internet, quando um determinado grupo de máquinas deseja criar um grupo de multicast, elas devem todas "sintonizar", isto é, configurar suas interfaces para receber pacotes enviados para um mesmo endereço. Esse endereço deverá pertencer à Classe D. Assim, cada endereço entre e (mais de 268 milhões de alternativas!) pode ser usado como multicast. A idéia é que hosts podem, a qualquer momento, conectar-se ou desconectar-se de um grupo de multicast. A técnica de multicasting traz como vantagem sobre a difusão, uma melhor seletividade. Isto é, os dados somente serão enviados aos hosts necessários. Notação Decimal Números de 32 bits não são facilmente manipuláveis por seres humanos, e mesmo aplicação não tratam diretamente com este tipo de representação. Uma forma mais fácil de representar endereços IP é a de particioná-lo em quatro octetos convertidos para a notação decimal e separados por pontos. Desta forma, o binário passa a ser tratado como Pode-se também atribuir nomes alfabéticos a hosts, facilitando ainda mais sua memorização. Esta tradução é apoiada por um protocolo específico que atua sobre uma imensa base de dados distribuída conhecida como Domain Name System (DNS). Por questões de simplificação pode-se representar um endereço IP de 32 bits agrupando-os em grupos de 8 bits e representando estes grupos em valores decimais. Por exemplo o endereço representado em forma de ponto decimal seria Classe A até Classe B até Classe C até Classe D até Classe E até Classes de Endereços representados sobe forma decimal Página 17

18 Endereço de Loopback O endereço é reservado à aplicação de loopback. Isto é, qualquer pacote enviado a este endereço não deve trafegar na rede, mas retornar ao próprio remetente (isto equivale a dizer que o pacote retornará da própria interface de rede do host). O endereço de loopback ou localhost se presta a testes e comunicação entre processos que rodam numa mesma máquina. Resumo Especiais Endereçamento de Sub-Rede Uma técnica que permite que se partilhe um mesmo endereço de rede entre diversas redes é o endereçamento de sub-rede. Vamos imaginar uma instituição a qual foi atribuído um endereço classe C mas que possui diversas redes interconectadas em suas instalações. Como partilhar este endereço entre estas diversas redes? A adição de sub-redes implica uma nova subdivisão do endereço IP. O sufixo designador do host (host id) é dividido em duas partes: a primeira designará uma sub-rede, e a segunda um host. O problema básico que surge quando realizamos esta nova divisão é que o esquema convencional de roteamento, que procura extrair a porção que designa a rede, deixa de funcionar. Para suplantar esta dificuldade, introduz-se no sistema de roteamento uma nova entidade: a máscara de sub-rede. A máscara de sub-rede é um número de 32 bits que permite a extração de sua "porção de rede". Isto é, ele possui bits 1 nas posições correspondentes a esta "porção de rede". Para uma rede classe C sem sub-redes a máscara seria: que em notação decimal corresponde a: Página 18

19 Nomenclatura das interfaces no Linux Um sistema Linux pode ter várias interfaces, cada uma com um endereço de Protocolo de Internet (IP) diferente. As interfaces podem ser de diferentes tipos, incluindo: Loopback: lo Ethernet: eth0, eth1,... Wi-Fi: wlan0, wlan1,... Token Ring: tr0, tr1,... PPP: ppp0, ppp1,... Definindo configurações As ferramentas de configuração de rede de baixo nível tradicionais nos sistemas GNU/Linux são os programas ifconfig e route que vêm no pacote net-tools. Essas ferramentas oficialmente foram superadas pelo ip que vem no pacote iproute. O programa ip funciona no Linux 2.2 e superiores e é mais capaz que as ferramentas antigas. Entretanto, as ferramentas antigas ainda funcionam e são mais familiares a muitos usuários. # ifconfig argumentos ( Usado para exibir e configurar uma interface de rede) # route ( Usado para exibir e configurar a tabela de roteamento) Exemplo: Mudando o endereço IP da interface eth0 de para e tornando eth0 como rota para a rede via Executando ifconfig e route sem argumentos de interface, vamos exibir o estado atual de todas as interfaces de rede e roteamento. # ifconfig eth0 Link encap:ethernet HWaddr 08:00:46:7A:02:B0 inet addr: Bcast: Mask: UP BROADCAST RUNNING MULTICAST MTU:1500 Metric:1 RX packets:23363 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0 TX packets:21798 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0 collisions:0 txqueuelen:100 RX bytes: (12.8 MiB) TX bytes: (19.3 MiB) Interrupt:9 lo Link encap:local Loopback inet addr: Mask: UP LOOPBACK RUNNING MTU:16436 Metric:1 RX packets: errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0 TX packets: errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0 Página 19

20 collisions:0 txqueuelen:0 RX bytes: (21.6 MiB) TX bytes: (21.6 MiB) # route Kernel IP routing table Destination Gateway Genmask Flags Metric Ref Use Iface * U eth0 default UG eth0 Desativando a interface eth0: # ifconfig eth0 inet down Conferindo: # ifconfig # route Ativando a interface com o novo endereço IP e novo roteamento. # ifconfig eth0 inet up netmask broadcast # route add -net netmask gw dev eth0 Para vermos o resultado: # ifconfig eth0 Link encap:ethernet HWaddr 08:00:46:7A:02:B0 inet addr: Bcast: Mask: UP BROADCAST RUNNING MULTICAST MTU:1500 Metric:1... lo Link encap:local Loopback inet addr: Mask: # route Kernel IP routing table Destination Gateway Genmask Flags Metric Ref Use Iface * U eth UG eth0 #ip Usado para exibir e configurar uma interface de rede. Uso: ip argumentos Os equivalentes para o ip dos comandos ifconfig e route anteriores são: Página 20

O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br

O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br O IP e a Máscara de Sub-Rede O IP se baseia em duas estruturas para efetuar o roteamento de datagramas:

Leia mais

Obs: Endereços de Rede. Firewall em Linux Kernel 2.4 em diante. Obs: Padrões em Intranet. Instalando Interface de Rede.

Obs: Endereços de Rede. Firewall em Linux Kernel 2.4 em diante. Obs: Padrões em Intranet. Instalando Interface de Rede. Obs: Endereços de Rede Firewall em Linux Kernel 2.4 em diante Classe A Nº de IP 1 a 126 Indicador da Rede w Máscara 255.0.0.0 Nº de Redes Disponíveis 126 Nº de Hosts 16.777.214 Prof. Alexandre Beletti

Leia mais

PROJETO DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR FIREWALL LIVRE UTILIZANDO IPTABLES

PROJETO DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR FIREWALL LIVRE UTILIZANDO IPTABLES PROJETO DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR FIREWALL LIVRE UTILIZANDO IPTABLES 1. Introdução O IPTABLES é um software usado para analisar os pacotes que passam entre redes. A partir desse princípio podemos

Leia mais

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores Apresentação do professor, da disciplina, dos métodos de avaliação, das datas de trabalhos e provas; introdução a redes de computadores; protocolo TCP /

Leia mais

Linux Network Servers

Linux Network Servers DHCP Podemos configurar a rede de um cliente para obter IP dinamicamente ou configurar um IP estático. Encontramos configuração dinâmica em modems de banda larga, redes Wi-Fi etc, pois é mais prático para

Leia mais

Configuração de redes no Gnu/Linux

Configuração de redes no Gnu/Linux Configuração de redes no Gnu/Linux Comando ifconfig: É utilizado basicamente para configurar o ip, a mascara de rede e outras opções de placas de rede. Rodado sem opções ele retorna todas as placas de

Leia mais

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia,

Leia mais

Compartilhamento da internet, firewall

Compartilhamento da internet, firewall da internet, firewall João Medeiros (joao.fatern@gmail.com) 1 / 29 Exemplo de transmissão 2 / 29 Exemplo de transmissão Dados trafegam em pacotes com até 1460 bytes de dados e dois headers de 20 bytes

Leia mais

Iptables. Adailton Saraiva Sérgio Nery Simões

Iptables. Adailton Saraiva Sérgio Nery Simões Iptables Adailton Saraiva Sérgio Nery Simões Sumário Histórico Definições Tabelas Chains Opções do Iptables Tabela NAT Outros Módulos Histórico Histórico Ipfwadm Ferramenta padrão para o Kernel anterior

Leia mais

01 - Entendendo um Firewall. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com

01 - Entendendo um Firewall. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com 01 - Entendendo um Firewall. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com O que são Firewalls? São dispositivos constituídos por componentes de hardware (roteador capaz de filtrar

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE REDES I LINUX. Firewall. Frederico Madeira LPIC 1, CCNA fred@madeira.eng.br www.madeira.eng.br

ADMINISTRAÇÃO DE REDES I LINUX. Firewall. Frederico Madeira LPIC 1, CCNA fred@madeira.eng.br www.madeira.eng.br ADMINISTRAÇÃO DE REDES I LINUX Firewall Frederico Madeira LPIC 1, CCNA fred@madeira.eng.br www.madeira.eng.br São dispositivos que têm com função regular o tráfego entre redes distintas restringindo o

Leia mais

Configurando um servidor DHCP

Configurando um servidor DHCP Configurando um servidor DHCP OBS.: Esse documento retrata uma configuração em uma rede do tipo rede local (192.168.xx.xx), onde existe um servidor contendo duas interfaces de rede, eth0 e eth1. Hoje em

Leia mais

TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO, responsável pela confiabilidade da entrega da informação.

TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO, responsável pela confiabilidade da entrega da informação. Protocolo TCP/IP PROTOCOLO é um padrão que especifica o formato de dados e as regras a serem seguidas para uma comunicação a língua comum a ser utilizada na comunicação. TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO,

Leia mais

Autor: Armando Martins de Souza Data: 12/04/2010

Autor: Armando Martins de Souza <armandomartins.souza at gmail.com> Data: 12/04/2010 http://wwwvivaolinuxcombr/artigos/impressoraphp?codig 1 de 12 19-06-2012 17:42 Desvendando as regras de Firewall Linux Iptables Autor: Armando Martins de Souza Data: 12/04/2010

Leia mais

Uso de Bridges Linux no Controle de Tráfego entre Sub Redes em Uma Mesma Rede Lógica

Uso de Bridges Linux no Controle de Tráfego entre Sub Redes em Uma Mesma Rede Lógica Uso de Bridges Linux no Controle de Tráfego entre Sub Redes em Uma Mesma Rede Lógica Ricardo Kléber M. Galvão (rk@ufrn.br) http://naris.info.ufrn.br Núcleo de Atendimento e Resposta a Incidentes de Segurança

Leia mais

Experiência 05: CONFIGURAÇÃO BÁSICA DE UMA REDE. Objetivo Geral Criar uma rede ponto-a-ponto com crossover e utiizando switch.

Experiência 05: CONFIGURAÇÃO BÁSICA DE UMA REDE. Objetivo Geral Criar uma rede ponto-a-ponto com crossover e utiizando switch. ( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno

Leia mais

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana Rede de Computadores Parte 01 Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações

Leia mais

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede Rede de Computadores Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações nos

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Rafael Freitas Reale Aluno: Data / / Prova Final de Redes Teoria Base 1) Qual o tipo de ligação e a topologia respectivamente

Leia mais

Administração de Redes Redes e Sub-redes

Administração de Redes Redes e Sub-redes 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA Administração de Redes Redes e Sub-redes Prof.

Leia mais

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1 Equipamentos de Rede Repetidor (Regenerador do sinal transmitido)* Mais usados nas topologias estrela e barramento Permite aumentar a extensão do cabo Atua na camada física da rede (modelo OSI) Não desempenha

Leia mais

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Italo Valcy - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal

Leia mais

Prof. Luís Rodolfo. Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO

Prof. Luís Rodolfo. Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Redes de computadores e telecomunicação Objetivos da Unidade III Apresentar as camadas de Transporte (Nível 4) e Rede (Nível 3) do

Leia mais

Alfamídia Linux: Administração de Redes em ambiente Linux I

Alfamídia Linux: Administração de Redes em ambiente Linux I Alfamídia Linux: Administração de Redes em ambiente Linux I UNIDADE 1 - CONCEITOS BÁSICOS DE REDES... 3 1.1 TCP/IP - O INÍCIO... 3 1.2 ENTENDENDO O IP... 3 1.3 ENTENDENDO O GATEWAY DE REDE... 5 1.4 O SERVIDOR

Leia mais

Software de Telecomunicações. Firewalls

Software de Telecomunicações. Firewalls Software de Telecomunicações Firewalls Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Firewalls : 1/34 Introdução Firewall: dispositivo (SW, HW, ou ambos) que limita acessos por rede (Internet), a uma outra

Leia mais

Tutorial configurando o dhcp no ubuntu ou debian.

Tutorial configurando o dhcp no ubuntu ou debian. Tutorial configurando o dhcp no ubuntu ou debian. Pré requisitos para pratica desse tutorial. Saber utilizar maquina virtual no virtual Box ou vmware. Saber instalar ubuntu ou debian na maquina virtual.

Leia mais

Introdução Introduç ão Rede Rede TCP/IP Roteame Rotea nto nto CIDR

Introdução Introduç ão Rede Rede TCP/IP Roteame Rotea nto nto CIDR Introdução as Redes TCP/IP Roteamento com CIDR LAN = Redes de Alcance Local Exemplo: Ethernet II não Comutada Barramento = Broadcast Físico Transmitindo ESCUTANDO ESCUTANDO A quadro B C B A. DADOS CRC

Leia mais

M3 Redes de computadores avançado (36 horas - 48 TL)

M3 Redes de computadores avançado (36 horas - 48 TL) M3 Redes de computadores avançado (36 horas - 48 TL) Redes de Comunicação Ano lectivo 2013/2014 Camada de rede do modelo OSI Routers e portos de interface de routers (I) 2 Nesta camada imperam os routers.

Leia mais

Sistemas Operacionais de Rede. Configuração de Rede

Sistemas Operacionais de Rede. Configuração de Rede Sistemas Operacionais de Rede Configuração de Rede Conteúdo Programático! Interfaces de rede! Ethernet! Loopback! Outras! Configuração dos parâmetros de rede! Dinâmico (DHCP)! Manual! Configuração de DNS

Leia mais

Configuração endereço IP da interface de rede

Configuração endereço IP da interface de rede Configuração endereço IP da interface de rede Download Imprimir Para configurar a interface de sua placa de rede como DHCP para obter um endereço IP automático ou especificar um um endereço IP estático

Leia mais

Firewall - IPTABLES. Conceitos e Prática. Tópicos em Sistemas de Computação 2014. Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian adriano@acmesecurity.

Firewall - IPTABLES. Conceitos e Prática. Tópicos em Sistemas de Computação 2014. Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian adriano@acmesecurity. Firewall - IPTABLES Conceitos e Prática Tópicos em Sistemas de Computação 2014 Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian adriano@acmesecurity.org Estagiário Docente: Vinícius Oliveira viniciusoliveira@acmesecurity.org

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula Complementar - EQUIPAMENTOS DE REDE 1. Repetidor (Regenerador do sinal transmitido) É mais usado nas topologias estrela e barramento. Permite aumentar a extensão do cabo e atua na camada física

Leia mais

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF REDES ESAF 01 - (ESAF - Auditor-Fiscal da Previdência Social - AFPS - 2002) Um protocolo é um conjunto de regras e convenções precisamente definidas que possibilitam a comunicação através de uma rede.

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Topologias Tipos de Arquitetura Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 REDES LOCAIS LAN -

Leia mais

Linux Network Servers

Linux Network Servers TCP/IP Parte 2 Linux Network Servers Objetivo: Conhecer mais de TCP/IP, mais sobre os arquivos de configuração e configuração de subredes. Aprender ARP e monitoração de tráfego com iptraf e usar o tcpdump.

Leia mais

Redes de Computadores II INF-3A

Redes de Computadores II INF-3A Redes de Computadores II INF-3A 1 ROTEAMENTO 2 Papel do roteador em uma rede de computadores O Roteador é o responsável por encontrar um caminho entre a rede onde está o computador que enviou os dados

Leia mais

FIREWALL COM IPTABLES. www.eriberto.pro.br/iptables. by João Eriberto Mota Filho 3. TABELAS. Tabela Filter ESQUEMA DA TABELA FILTER

FIREWALL COM IPTABLES. www.eriberto.pro.br/iptables. by João Eriberto Mota Filho 3. TABELAS. Tabela Filter ESQUEMA DA TABELA FILTER FIREWALL COM IPTABLES www.eriberto.pro.br/iptables by João Eriberto Mota Filho 3. TABELAS Tabela Filter Vejamos o funcionamento da tabela filter (default) e as suas respectivas chains: ESQUEMA DA TABELA

Leia mais

Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página

Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento IP 1 História e Futuro do TCP/IP O modelo de referência TCP/IP foi desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD). O DoD exigia

Leia mais

Equipamentos de Redes. Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways

Equipamentos de Redes. Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways Equipamentos de Redes Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways Placas de Rede Placas de Rede Preparação dos quadros para que possam ser enviados pelos cabos. A placa de

Leia mais

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br TI Aplicada Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br Conceitos Básicos Equipamentos, Modelos OSI e TCP/IP O que são redes? Conjunto de

Leia mais

Pós Graduação Tecnologia da Informação UNESP Firewall

Pós Graduação Tecnologia da Informação UNESP Firewall Pós Graduação Tecnologia da Informação UNESP Firewall Douglas Costa Fábio Pirani Fernando Watanabe Jefferson Inoue Firewall O que é? Para que serve? É um programa usado para filtrar e dar segurança em

Leia mais

Instalação e Configuração Iptables ( Firewall)

Instalação e Configuração Iptables ( Firewall) Instalação e Configuração Iptables ( Firewall) Pág - 1 Instalação e Configuração Iptables - Firewall Desde o primeiro tutorial da sequencia dos passo a passo, aprendemos a configurar duas placas de rede,

Leia mais

Informática Aplicada I. Sistemas Operacionais Projeto e Implementação Andrew S. Tanenbaum Albert S. woodhull

Informática Aplicada I. Sistemas Operacionais Projeto e Implementação Andrew S. Tanenbaum Albert S. woodhull Informática Aplicada I Sistemas Operacionais Projeto e Implementação Andrew S. Tanenbaum Albert S. woodhull 1 Conceito de Sistema Operacional Interface: Programas Sistema Operacional Hardware; Definida

Leia mais

Aula 6 Modelo de Divisão em Camadas TCP/IP

Aula 6 Modelo de Divisão em Camadas TCP/IP Aula 6 Modelo de Divisão em Camadas TCP/IP Camada Conceitual APLICATIVO TRANSPORTE INTER-REDE INTERFACE DE REDE FÍSICA Unidade de Dados do Protocolo - PDU Mensagem Segmento Datagrama /Pacote Quadro 01010101010100000011110

Leia mais

Serviço de datagrama não confiável Endereçamento hierárquico. Facilidade de fragmentação e remontagem de pacotes

Serviço de datagrama não confiável Endereçamento hierárquico. Facilidade de fragmentação e remontagem de pacotes IP Os endereços IP são números com 32 bits, normalmente escritos como quatro octetos (em decimal), por exemplo 128.6.4.7. A primeira parte do endereço identifica uma rede especifica na interrede, a segunda

Leia mais

Elaboração de Script de Firewall de Fácil administração

Elaboração de Script de Firewall de Fácil administração Elaboração de Script de Firewall de Fácil administração Marcos Monteiro http://www.marcosmonteiro.com.br contato@marcosmonteiro.com.br IPTables O iptables é um firewall em NÍVEL DE PACOTES e funciona baseado

Leia mais

A Camada de Rede. Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II

A Camada de Rede. Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II A Camada de Rede Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II A Camada de Rede e o protocolo IP... 2 O protocolo IP... 2 Formato do IP... 3 Endereçamento IP... 3 Endereçamento com Classes

Leia mais

Configuração de Rede

Configuração de Rede Configuração de Rede 1. Configuração de rede no Windows: A finalidade deste laboratório é descobrir quais são as configurações da rede da estação de trabalho e como elas são usadas. Serão observados a

Leia mais

Centro Tecnológico de Eletroeletrônica César Rodrigues. Atividade Avaliativa

Centro Tecnológico de Eletroeletrônica César Rodrigues. Atividade Avaliativa 1ª Exercícios - REDES LAN/WAN INSTRUTOR: MODALIDADE: TÉCNICO APRENDIZAGEM DATA: Turma: VALOR (em pontos): NOTA: ALUNO (A): 1. Utilize 1 para assinalar os protocolos que são da CAMADA DE REDE e 2 para os

Leia mais

Camada de Enlace de Dados - Apêndice. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Camada de Enlace de Dados - Apêndice. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Camada de Enlace de Dados - Apêndice Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Endereço MAC; ARP Address Resolution Protocol; DHCP Dynamic Host Configuration Protocol; Ethernet Estrutura do quadro Ethernet;

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais

Arquitetura de Rede de Computadores

Arquitetura de Rede de Computadores TCP/IP Roteamento Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 4. Roteamento i. Máscara de Rede ii. Sub-Redes iii. Números Binários e Máscara de Sub-Rede iv. O Roteador

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Hubs. Pontes (Bridges) Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede

Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Hubs. Pontes (Bridges) Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede Interconexão de redes locais Existência de diferentes padrões de rede necessidade de conectá-los Interconexão pode ocorrer em diferentes âmbitos LAN-LAN LAN: gerente de um determinado setor de uma empresa

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Conceito de Redes Redes de computadores são estruturas físicas (equipamentos) e lógicas (programas, protocolos) que permitem que dois ou mais computadores

Leia mais

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

Linux Network Servers

Linux Network Servers Firewall Nos tempos atuais tem se falado muito em segurança, pois a internet se tornou um ambiente perigoso. Todos nossos servidores que estão expostos para a internet necessitam de uma proteção para que

Leia mais

Segurança de Redes. Firewall. Filipe Raulino filipe.raulino@ifrn.edu.br

Segurança de Redes. Firewall. Filipe Raulino filipe.raulino@ifrn.edu.br Segurança de Redes Firewall Filipe Raulino filipe.raulino@ifrn.edu.br Introdução! O firewall é uma combinação de hardware e software que isola a rede local de uma organização da internet; Com ele é possível

Leia mais

Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 2 - DHCP

Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 2 - DHCP Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 2 - DHCP Prof.: Roberto Franciscatto O que é? Dynamic Host Configuration Protocol Qual sua função? Distribuir endereços IP aos micros da rede de

Leia mais

IPTABLES. Helder Nunes Haanunes@gmail.com

IPTABLES. Helder Nunes Haanunes@gmail.com IPTABLES Helder Nunes Haanunes@gmail.com Firewall Hoje em dia uma máquina sem conexão com a internet praticamente tem o mesmo valor que uma máquina de escrever. É certo que os micros precisam se conectar

Leia mais

Troubleshooting em rede básica

Troubleshooting em rede básica Troubleshooting em rede básica - 2 Sumário Capítulo 1 Troubleshooting em rede básica... 3 1.1. Objetivos... 3 1.2. Mãos a obra...4 Capítulo 2 Gerenciando... 14 2.1. Objetivos... 14 2.1. Troubleshooting...

Leia mais

Máscaras de sub-rede. Fórmula

Máscaras de sub-rede. Fórmula Máscaras de sub-rede As identificações de rede e de host em um endereço IP são diferenciadas pelo uso de uma máscara de sub-rede. Cada máscara de sub-rede é um número de 32 bits que usa grupos de bits

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Por que redes de computadores? Tipos de redes Componentes de uma rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 Quando o assunto é informática, é impossível não pensar em

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores... 1 Mobilidade... 1 Hardware de Rede... 2 Redes Locais - LANs... 2 Redes metropolitanas - MANs... 3 Redes Geograficamente Distribuídas - WANs... 3 Inter-redes... 5 Software de Rede...

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Sistema Operacional Linux > Firewall NetFilter (iptables) www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução O firewall é um programa que tem como objetivo proteger

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Rede É um conjunto de computadores chamados de estações de trabalho que compartilham recursos de hardware (HD,

Leia mais

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO)

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) Par Trançado UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) O cabo UTP é composto por pares de fios, sendo que cada par é isolado um do outro e todos são trançados juntos dentro de uma cobertura externa, que não possui

Leia mais

Uso do iptables como ferramenta de firewall.

Uso do iptables como ferramenta de firewall. Uso do iptables como ferramenta de firewall. Rafael Rodrigues de Souza rafael@tinfo.zzn.com Administração em Redes Linux Universidade Federal de Lavra UFLA RESUMO O artigo pretende abordar o uso de firewalls

Leia mais

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes Conceitos de Redes Locais A função básica de uma rede local (LAN) é permitir a distribuição da informação e a automatização das funções de negócio de uma organização. As principais aplicações que requerem

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

Exercícios de Redes de Computadores Assuntos abordados: Conceitos gerais Topologias Modelo de referência OSI Modelo TCP/IP Cabeamento 1.

Exercícios de Redes de Computadores Assuntos abordados: Conceitos gerais Topologias Modelo de referência OSI Modelo TCP/IP Cabeamento 1. Exercícios de Redes de Computadores Assuntos abordados: Conceitos gerais Topologias Modelo de referência OSI Modelo TCP/IP Cabeamento 1. (CODATA 2013) Em relação à classificação da forma de utilização

Leia mais

REDES INTRODUÇÃO À REDES

REDES INTRODUÇÃO À REDES REDES INTRODUÇÃO À REDES Simplificando ao extremo, uma rede nada mais é do que máquinas que se comunicam. Estas máquinas podem ser computadores, impressoras, telefones, aparelhos de fax, etc. Ex: Se interligarmos

Leia mais

Firewalls, um pouco sobre...

Firewalls, um pouco sobre... Iptables Firewalls, um pouco sobre... Firewalls Realizam a filtragem de pacotes Baseando-se em: endereço/porta de origem; endereço/porta de destino; protocolo; Efetuam ações: Aceitar Rejeitar Descartar

Leia mais

Sistemas Operacionais de Redes. Aula: Gerenciamento de rede Professor: Jefferson Igor D. Silva

Sistemas Operacionais de Redes. Aula: Gerenciamento de rede Professor: Jefferson Igor D. Silva Sistemas Operacionais de Redes Aula: Gerenciamento de rede Professor: Jefferson Igor D. Silva Agenda Conhecer o funcionamento do mecanismo de rede Configurar as configurações básicas de rede Compreender

Leia mais

A utilização das redes na disseminação das informações

A utilização das redes na disseminação das informações Internet, Internet2, Intranet e Extranet 17/03/15 PSI - Profº Wilker Bueno 1 Internet: A destruição as guerras trazem avanços tecnológicos em velocidade astronômica, foi assim também com nossa internet

Leia mais

Endereçamento IP, Sub-redes e Roteamento

Endereçamento IP, Sub-redes e Roteamento Segurança em Redes Prof. Rafael R. Obelheiro Semestre: 2009.1 Endereçamento IP, Sub-redes e Roteamento Endereçamento IP Endereços IP possuem 32 bits, o que possibilita 2 32 = 4.294.967.296 endereços Na

Leia mais

O que é uma rede de computadores?

O que é uma rede de computadores? O que é uma rede de computadores? A rede é a conexão de duas ou mais máquinas com objetivo de compartilhar recursos entre elas. Os recursos compartilhados podem ser: Compartilhamento de conteúdos do disco

Leia mais

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III 1 REDE DE COMPUTADORES III 1. Introdução MODELO OSI ISO (International Organization for Standardization) foi uma das primeiras organizações a definir formalmente

Leia mais

Arquitetura TCP/IP. Parte III Endereçamento IP e roteamento. Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares

Arquitetura TCP/IP. Parte III Endereçamento IP e roteamento. Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Arquitetura TCP/IP Parte III Endereçamento IP e roteamento Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Tópicos Formato do endereço Classes de endereços Endereços especiais Sub-rede e máscara VLSM (Variable Length

Leia mais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT 15.565 Integração de Sistemas de Informação: Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais 15.578 Sistemas de Informação Global:

Leia mais

www.professorramos.com

www.professorramos.com Iptables www.professorramos.com leandro@professorramos.com Introdução O netfilter é um módulo que fornece ao sistema operacional Linux as funções de firewall, NAT e log de utilização de rede de computadores.

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

O endereço IP (v4) é um número de 32 bits com 4 conjuntos de 8 bits (4x8=32). A estes conjuntos de 4 bits dá-se o nome de octeto.

O endereço IP (v4) é um número de 32 bits com 4 conjuntos de 8 bits (4x8=32). A estes conjuntos de 4 bits dá-se o nome de octeto. Endereçamento IP Para que uma rede funcione, é necessário que os terminais dessa rede tenham uma forma de se identificar de forma única. Da mesma forma, a interligação de várias redes só pode existir se

Leia mais

Tecnologia da Informação Apostila 02

Tecnologia da Informação Apostila 02 Parte 6 - Telecomunicações e Redes 1. Visão Geral dos Sistemas de Comunicações Comunicação => é a transmissão de um sinal, por um caminho, de um remetente para um destinatário. A mensagem (dados e informação)

Leia mais

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Pós-graduação Lato Sensu em Desenvolvimento de Software e Infraestrutura

Leia mais

Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW. Free Powerpoint Templates Page 1

Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW. Free Powerpoint Templates Page 1 Segurança na Web Capítulo 6: Firewall Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW Page 1 Introdução Qual a função básica de um firewall? Page 2 Introdução Qual a função básica de um firewall? Bloquear

Leia mais

Criando um Servidor Proxy com o SQUID. Roitier Campos

Criando um Servidor Proxy com o SQUID. Roitier Campos Criando um Servidor Proxy com o SQUID Roitier Campos Roteiro Redes de Computadores e Internet Arquitetura Cliente/Servidor e Serviços Básicos de Comunicação Componentes do Servidor e Configuração da VM

Leia mais

Capítulo 11: Redes de Computadores. Prof.: Roberto Franciscatto

Capítulo 11: Redes de Computadores. Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 11: Redes de Computadores Prof.: Roberto Franciscatto REDES - Introdução Conjunto de módulos de processamento interconectados através de um sistema de comunicação, cujo objetivo é compartilhar

Leia mais

ARP. Tabela ARP construída automaticamente. Contém endereço IP, endereço MAC e TTL

ARP. Tabela ARP construída automaticamente. Contém endereço IP, endereço MAC e TTL ARP Protocolo de resolução de endereços (Address Resolution Protocol) Descrito na RFC 826 Faz a tradução de endereços IP para endereços MAC da maioria das redes IEEE 802 Executado dentro da sub-rede Cada

Leia mais

Oficina de ferramentas de Gerência para Redes em Linux

Oficina de ferramentas de Gerência para Redes em Linux Oficina de ferramentas de Gerência para Redes em Linux Introdução Mesmo as pessoas menos familiarizadas com a tecnologia sabem que a internet não é um "território" livre de perigos. É por esta razão que

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Conteúdo 1 Topologia de Redes 5 Escalas 5 Topologia em LAN s e MAN s 6 Topologia em WAN s 6 2 Meio Físico 7 Cabo Coaxial 7 Par Trançado 7 Fibra Óptica 7 Conectores 8 Conector RJ45 ( Par trançado ) 9 Conectores

Leia mais

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Uma Rede de Computadores consistem em dois ou mais dispositivos, tais como computadores, impressoras e equipamentos relacionados, os

Leia mais

Teleprocessamento e Redes Universidade Católica do Salvador. Aula 04 - Estrutura de Redes de Comunicação. Objetivo : Roteiro da Aula :

Teleprocessamento e Redes Universidade Católica do Salvador. Aula 04 - Estrutura de Redes de Comunicação. Objetivo : Roteiro da Aula : Teleprocessamento e Redes Universidade Católica do Salvador Aula 04 - Estrutura de Redes de Comunicação Objetivo : Nesta aula, vamos começar a entender o processo de interligação entre os equipamentos

Leia mais

Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma "mini-tabela" de roteamento:

Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma mini-tabela de roteamento: Tutorial de TCP/IP - Parte 6 - Tabelas de Roteamento Por Júlio Cesar Fabris Battisti Introdução Esta é a sexta parte do Tutorial de TCP/IP. Na Parte 1 tratei dos aspectos básicos do protocolo TCP/IP. Na

Leia mais

Aula 4. Pilha de Protocolos TCP/IP:

Aula 4. Pilha de Protocolos TCP/IP: Aula 4 Pilha de Protocolos TCP/IP: Comutação: por circuito / por pacotes Pilha de Protocolos TCP/IP; Endereçamento lógico; Encapsulamento; Camada Internet; Roteamento; Protocolo IP; Classes de endereços

Leia mais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais Curso de Preparatório para Concursos Públicos Tecnologia da Informação REDES Conceitos Iniciais; Classificações das Redes; Conteúdo deste módulo Equipamentos usados nas Redes; Modelos de Camadas; Protocolos

Leia mais

FireWall no Linux FIREWALL COM IPTABLES. www.iptablesbr.cjb.net. by João Eriberto Mota Filho

FireWall no Linux FIREWALL COM IPTABLES. www.iptablesbr.cjb.net. by João Eriberto Mota Filho FireWall no Linux FIREWALL COM IPTABLES www.iptablesbr.cjb.net by João Eriberto Mota Filho Arquivo elaborado por LinuxClube.com http://www.linuxclube.com 1. ROTEAMENTO DINÂMICO Considerações iniciais O

Leia mais

Firewall. Tutorial Firewall em Linux Acadêmicos: Felipe Zottis e Cleber Pivetta

Firewall. Tutorial Firewall em Linux Acadêmicos: Felipe Zottis e Cleber Pivetta Tutorial Firewall em Linux Acadêmicos: Felipe Zottis e Cleber Pivetta Firewall Firewall é um quesito de segurança com cada vez mais importância no mundo da computação. À medida que o uso de informações

Leia mais

UNICE Ensino Superior Introdução a Redes de Computadores Aula 01

UNICE Ensino Superior Introdução a Redes de Computadores Aula 01 UNICE Ensino Superior Introdução a Redes de Computadores Aula 01 PROFESSOR: Hiarly Alves Rodrigues Paiva Introdução a Redes de Computadores FACULDADE UNICE Fortaleza CE Ementa Introdução. Topologias de

Leia mais