Trombólise farmacomecânica na TVP: Quando e como

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Trombólise farmacomecânica na TVP: Quando e como"

Transcrição

1 Trombólise farmacomecânica na TVP: Quando e como Daniel Mendes Pinto Angiologia e Cirurgia Vascular Hospital Mater Dei Hospital Felício Rocho Belo Horizonte - MG Encontro Mineiro de Angiologia e Cirurgia Vascular Março 2013

2 Trombólise Farmacológica Mecânica

3 TVP aguda Segmento ilíaco-femoral

4 Evolução para síndrome pós-trombótica SPT moderada/g rave Heparina 31% 20% Trombolítico 4% 74% nenhuma Comerota AJ. Guidelines of the American Venous Forum, 2009

5 Trombose de Veias Ilíacas Menos de 20% das TVP ilíacas recanalizam satisfatoriamente

6 Trombectomia aspirativa Jatos de soro fisiológico criam pressão negativa Trombos fragmentados são aspirados Mecanismo isovolumétrico

7 Trombectomia aspirativa VANTAGENS rápida remoção dos trombos tempo de tratamento mais curto pode ser usada em pacientes com contra-indicação a anticoagulação

8 Trombectomia aspirativa DESVANTAGENS hemólise anemia embolização

9 Trombólise farmacomecânica Acesso contralateral Acesso: Safena magna Safena parva Veia poplítea

10 Trombólise farmacomecânica Pulse-spray: injeção de Alteplase (rtpa) Aspiração de até 500 ml Infusão contínua Alteplase 2 a 4 mg/h, máximo de 24 h monitorização CTI

11 Caso clínico 1 Mulher, 48 anos 7º dpo de cirurgia de septo nasal TVP ilíaca femoral MIE, edema intenso Punção da veia poplítea Pulse-spray 20 mg Alteplase Aspiração 500 ml Dr Gustavo Murta, Dr Mateus Borges Hospital Mater Dei - BH

12 Caso clínico 1 Trombos residuais em veia ilíaca comum esq Imagem de compressão extrínseca

13 Implante de Wallstent 18x60 mm Caso clínico 1

14 Será que toda TVP ilíacafemoral deve ser tratada com trombólise?

15 Guidelines SVS: Early thrombus removal strategies J Vasc Surg 2012, 55, pp: Indicações para remoção precoce dos trombos 2.1 Sugerimos a remoção precoce de trombos em pacientes selecionados: Primeiro episódio de trombose venosa ilíaca-femoral Sintomas < 14 dias Boa expectativa de vida e capacidade funcional Grau 2C

16 Guidelines SVS: Early thrombus removal strategies J Vasc Surg 2012, 55, pp: Indicações para remoção precoce dos trombos 2.2 Recomendamos a retirada dos trombos como terapia de escolha para: Isquemia ameaçadora ao membro associada a trombose venosa ilíaca-femoral Grau 1A

17 Guidelines SVS: Early thrombus removal strategies J Vasc Surg 2012, 55, pp: Pacientes com trombose isolada do segmento fêmoropoplíteo devem ser tratados com anticoagulação habitual. Não há evidência que suporte a retirada de trombos. Grau 1C

18 Guidelines SVS: Early thrombus removal strategies J Vasc Surg 2012, 55, pp: Sobre filtros de veia cava 4.1 Recomendamos contra o uso rotineiro de filtros de veia cava durante a trombólise para TVP ilíaca-femoral Grau 1C

19 Guidelines SVS: Early thrombus removal strategies J Vasc Surg 2012, 55, pp: Sobre uso de stents 5.1 Recomendamos uso de stents auto-expansíveis quando há compressão ilíaco-cava ou obstruções que não resolvem após a trombólise (Grau 1C) 5.2 Recomendamos que stents não sejam usados no segmento fêmoro-poplíteo (Grau 2C)

20 Algoritmo para tratamento da TVP Íliaca-femoral TVP ilíaca-femoral extensa Anticoagulação inicial 2-3 dias Melhora dos sintomas Anticoagulação habitual Manutenção do edema, dor, cianose fixa, comprometimento arterial REMOÇÃO DOS TROMBOS Sinais de isquemia de membro Trombólise farmaco-mecânica Trombectomia cirúrgica

21 Caso clínico 2 Mulher, 25 anos TVP ilíaca-femoral Esq Sem melhora do edema após 3 dias anticoagulação TROMBÓLISE - aspiração de trombos com Angiojet EP maciça durante o procedimento

22 Caso clínico 2 Mulher, 25 anos TVP ilíaca-femoral Sem melhora do edema após 3 dias anticoagulação PERSISTÊNCIA DO FORAMEN OVAL AVC i após trombectomia

23 Caso clínico 2 COMPLICAÇÕES - embolia pulmonar - AVCi - hemólise

24 Conclusão Quando fazer a trombólise na TVP aguda? TVP extensa, que ameaça a viabilidade do membro Trombose ilíaca-femoral que não responde a anticoagulação

25

Quais as novas opções para tratamento da doença tromboembólica venosa

Quais as novas opções para tratamento da doença tromboembólica venosa Quais as novas opções para tratamento da doença tromboembólica venosa Daniel Mendes Pinto Cirurgia Vascular Hospital Mater Dei Hospital Felício Rocho Disponível em www.vascularbh.com.br Não tenho conflito

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Essencial para a utilização bem sucedida da prótese para o amputado da extremidade inferior:

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Essencial para a utilização bem sucedida da prótese para o amputado da extremidade inferior: 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CIRURGIA VASCULAR 21. Essencial para a utilização bem sucedida da prótese para o amputado da extremidade inferior: I. Reserva cardiopulmonar. II. Coto construído corretamente.

Leia mais

INCIDÊNCIA DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO NO PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA ORTOPÉDICA DE QUADRIL E JOELHO EM UM HOSPITAL DE GOIÂNIA.

INCIDÊNCIA DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO NO PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA ORTOPÉDICA DE QUADRIL E JOELHO EM UM HOSPITAL DE GOIÂNIA. INCIDÊNCIA DE TROMBOEMBOLISMO VENOSO NO PÓS-OPERATÓRIO DE PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA ORTOPÉDICA DE QUADRIL E JOELHO EM UM HOSPITAL DE GOIÂNIA. ASSIS, Thaís Rocha¹; SILVA, Mara Nunes da²; SANDOVAL,

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS EM RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E CIRURGIA ENDOVASCULAR

PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS EM RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E CIRURGIA ENDOVASCULAR PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS EM RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E CIRURGIA ENDOVASCULAR Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular SoBRICE Colégio Brasileiro de Radiologia

Leia mais

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

Daniel Mendes Pinto Angiologia e Cirurgia Vascular. Reunião clínica Hospital Mater Dei - junho-2013

Daniel Mendes Pinto Angiologia e Cirurgia Vascular. Reunião clínica Hospital Mater Dei - junho-2013 Tratamento de varizes com Laser endovenoso Daniel Mendes Pinto Angiologia e Cirurgia Vascular Reunião clínica Hospital Mater Dei - junho-2013 Veias varicosas Prevalência de 20% em homens e até 35% em mulheres

Leia mais

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP) E TROMBOEMBOLISMO PULMONAR (TEP)

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP) E TROMBOEMBOLISMO PULMONAR (TEP) TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP) E TROMBOEMBOLISMO PULMONAR (TEP) - Fatores de risco: Idade superior a 40 anos Acidente vascular cerebral (isquêmico ou hemorrágico) Paralisia de membros inferiores Infarto

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS FAURGS HCPA Edital 05/2007 1 HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 22 MÉDICO (Urologia) 01. A 11. B 02. C 12. A 03. B 13.

Leia mais

30 de Abril 5ª feira Algoritmo de investigação: TVP e Embolia Pulmonar. Scores de Wells

30 de Abril 5ª feira Algoritmo de investigação: TVP e Embolia Pulmonar. Scores de Wells 30 de Abril 5ª feira Algoritmo de investigação: TVP e Embolia Pulmonar. Scores de Wells António Pedro Machado Scores de Wells Doença tromboembólica venosa Cálculo da probabilidade clínica pré-teste de

Leia mais

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA (ICC)

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA (ICC) INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA (ICC) Categorias: - ICC aguda sem diagnóstico prévio - ICC crônica agudizada - ICC crônica refratária Apresentações clínicas: - Edema agudo de pulmão: rápido aumento da

Leia mais

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA TROMBOSE VENOSA PROFUNDA ARMANDO MANSILHA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO PORTO IMPORTÂNCIA DA DOENÇA < 5 casos / 100.000 / ano < 15 anos 500 casos / 100.000 / ano 80 anos Maior incidência nas

Leia mais

Em que situações se deve realizar um eco- doppler arterial dos membros inferiores.

Em que situações se deve realizar um eco- doppler arterial dos membros inferiores. O que é um eco- doppler? O eco- doppler, ultrassonografia vascular ou triplex- scan é um método de imagem que se baseia na emissão e reflecção de de ondas de som (ultra- sons). Através deste exame é possível

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO VASCULAR

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO VASCULAR 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO VASCULAR QUESTÃO 21 Paciente com síndrome isquêmica crônica dos membros inferiores de longa data apresentando queixa de claudicação incapacitante

Leia mais

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP)

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP) TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP) José de Arimatea Barreto Os fenômenos tromboembólicos incidem em 0,2% a 1% durante o ciclo gravídico-puerperal. Metade das tromboses venosas é identificada antes do parto

Leia mais

TEMA: Enoxaparina 80mg (Clexane ou Versa) para tratamento de embolia ou trombose venosa profunda

TEMA: Enoxaparina 80mg (Clexane ou Versa) para tratamento de embolia ou trombose venosa profunda Data: 08/03/2013 NTRR 12/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura Solicitante: Juiz de Direito: MARCO ANTONIO MACEDO FERREIRA Número do processo: 0334.14.000024-4 Impetrato: Estado de Minas Gerais

Leia mais

As Complicações das Varizes

As Complicações das Varizes Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira As Complicações das Varizes Chamamos de Tipo 4 ou IVFS - Insuficiência Venosa Funcional Sintomática,

Leia mais

Uso do Dímero D na Exclusão Diagnóstica de Trombose Venosa Profunda e de Tromboembolismo Pulmonar

Uso do Dímero D na Exclusão Diagnóstica de Trombose Venosa Profunda e de Tromboembolismo Pulmonar Uso do Dímero D na Exclusão Diagnóstica de Trombose Venosa Profunda e de Tromboembolismo Pulmonar 1- Resumo O desequilíbrio das funções normais da hemostasia sangüínea resulta clinicamente em trombose

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ANGIOLOGISTA

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ANGIOLOGISTA 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ANGIOLOGISTA QUESTÃO 21 Um paciente de 75 anos, ex-garçom, tem há três anos o diagnóstico já confirmado de síndrome isquêmica crônica dos membros inferiores.

Leia mais

Última revisão: 03/08/2011 ACESSO VENOSO CENTRAL

Última revisão: 03/08/2011 ACESSO VENOSO CENTRAL Protocolo: Nº 51 Elaborado por: Wilhma Castro Ubiratam Lopes Manoel Emiliano Luciana Noronha Última revisão: 03/08/2011 Revisores: Manoel Emiliano Ubiratam Lopes Wilhma Alves Luciana Noronha Luiz Ernani

Leia mais

Estágio de Doppler Clínica Universitária de Imagiologia Hospitais da Universidade de Coimbra

Estágio de Doppler Clínica Universitária de Imagiologia Hospitais da Universidade de Coimbra Doppler venoso dos membros inferiores Estágio de Doppler Clínica Universitária de Imagiologia g Hospitais da Universidade de Coimbra Filipa Reis Costa Interna complementar de Radiologia Hospital de S.

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA MEIA ELÁSTICA NO TRATAMENTO DA INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

UTILIZAÇÃO DA MEIA ELÁSTICA NO TRATAMENTO DA INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE

Leia mais

Actilyse alteplase. APRESENTAÇÕES Pó liofilizado injetável frasco-ampola com 10 mg + diluente, ou 20 mg + diluente, ou 50 mg + diluente

Actilyse alteplase. APRESENTAÇÕES Pó liofilizado injetável frasco-ampola com 10 mg + diluente, ou 20 mg + diluente, ou 50 mg + diluente Actilyse alteplase APRESENTAÇÕES Pó liofilizado injetável frasco-ampola com 10 mg + diluente, ou 20 mg + diluente, ou 50 mg + diluente USO INTRAVENOSO USO ADULTO COMPOSIÇÃO ACTILYSE 10 mg/10 ml: cada frasco-ampola

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 51

PROVA ESPECÍFICA Cargo 51 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 51 QUESTÃO 26 A heparina administrada por via endovenosa necessita de um co-fator para interferir no mecanismo da coagulação. Identifique-o: a) antitrombina III. b) plaquetário

Leia mais

a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO Objetivos do tratamento pré-hospitalar da síndrome coronariana aguda

a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO Objetivos do tratamento pré-hospitalar da síndrome coronariana aguda Parte II P R O T O C O L O S D E D O E N Ç A S C A R D I O V A S C U L A R E S [111] 47. SÍNDROME CORONARIANA AGUDA a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO A isquemia do miocárdio resulta do desequilíbrio

Leia mais

Atendimento do Acidente Vascular Cerebral Agudo. Emergência HNSC

Atendimento do Acidente Vascular Cerebral Agudo. Emergência HNSC Atendimento do Acidente Vascular Cerebral Agudo Emergência HNSC SINAIS DE ALERTA PARA O AVC Perda súbita de força ou sensibilidade de um lado do corpo face, braços ou pernas Dificuldade súbita de falar

Leia mais

Sobre o tromboembolismo venoso (TVE)

Sobre o tromboembolismo venoso (TVE) Novo estudo mostra que a profilaxia estendida com Clexane (enoxaparina sódica injetável) por cinco semanas é mais efetiva que o esquema-padrão de 10 dias para a redução do risco de Tromboembolismo Venoso

Leia mais

CURRICULUM VITAE I - DADOS PESSOAIS NOME: DR. RICARDO WANG NOME EM CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS: WANG, R. SEXO: Masculino

CURRICULUM VITAE I - DADOS PESSOAIS NOME: DR. RICARDO WANG NOME EM CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS: WANG, R. SEXO: Masculino CURRICULUM VITAE Ricardo Wang Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (1997), especialização em Hemodinâmica pela Benemérita Sociedade Portuguesa de Beneficência (2004),

Leia mais

URGÊNCIAS VASCULARES TRAUMAS VASCULARES

URGÊNCIAS VASCULARES TRAUMAS VASCULARES URGÊNCIAS VASCULARES Trauma Trombo-Embolia Infecções Aneurismas Iatrogenia Arterial Venosa Pé Diabético Roto -Roto Os serviços de cirurgia vascular da SES/DF são encontrados nos seguintes hospitais: HBDF

Leia mais

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO Michael Jaickson de Jesus Chaves* NOVAFAPI Gilderlene Alves Fernandes** NOVAFAPI INTRODUÇÃO O coração é um

Leia mais

Tromboembolismo Pulmonar

Tromboembolismo Pulmonar Tromboembolismo Pulmonar SUSPEITA CLÍNICA DE TEP: Aplicar critérios de Wells para TEP (ANEXO 1) com finalidade de determinar probalidade clínica pré-testes ALTA PROBABILIDADE PROBABILIDADE INTERMEDIÁRIA

Leia mais

AVALIAÇÃO DO REFLUXO EM VEIAS SUPERFICIAIS NA CLÍNICA DA INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA DOS MEMBROS INFERIORES

AVALIAÇÃO DO REFLUXO EM VEIAS SUPERFICIAIS NA CLÍNICA DA INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA DOS MEMBROS INFERIORES 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 AVALIAÇÃO DO REFLUXO EM VEIAS SUPERFICIAIS NA CLÍNICA DA INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA DOS MEMBROS INFERIORES Nathália Cabral Bergamasco¹; Amanda Sampaio

Leia mais

Trombose venosa profunda Resumo de diretriz NHG M86 (janeiro 2008)

Trombose venosa profunda Resumo de diretriz NHG M86 (janeiro 2008) Trombose venosa profunda Resumo de diretriz NHG M86 (janeiro 2008) Oudega R, Van Weert H, Stoffers HEJH, Sival PPE, Schure RI, Delemarre J, Eizenga WH traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto

Leia mais

TEP - Evolução. Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre. trombólise espontânea ou farmacológica e recanalização do vaso

TEP - Evolução. Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre. trombólise espontânea ou farmacológica e recanalização do vaso Fabio B. Jatene Prof. Titular do Departamento de Cardiopneumologia -HC HC-FMUSP TEP Agudo 1cm TEP - Evolução Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre trombólise espontânea ou farmacológica

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

PAUL.SSII.renatocosta.net/MOD 5.2 5.3

PAUL.SSII.renatocosta.net/MOD 5.2 5.3 PAUL.SSII.renatocosta.net/MOD 5.2 5.3 1 DEFINIÇÃO Excesso de [glicose ] no sangue HIPERGLICEMIA Factores hereditários Factores genéticos Factores comportamentais Factores ambientais Que tipos de diabetes

Leia mais

BOLETIM DA COMPRESSÃO Biblioteca de Robert Stemmer sobre Terapia da Compressão

BOLETIM DA COMPRESSÃO Biblioteca de Robert Stemmer sobre Terapia da Compressão 2 BOLETIM DA COMPRESSÃO Biblioteca de Robert Stemmer sobre Terapia da Compressão Nessa edição: Meias de compressão modelo acima do joelho versus abaixo do joelho na profilaxia de trombose venosa profunda

Leia mais

DISSECAÇÃO ANATÔMICA DE VASOS SUPERFICIAIS DA PERNA E SUA IMPORTÂNCIA NA ELUCIDAÇÃO DA TROMBOFLEBITE SUPERFICIAL 1

DISSECAÇÃO ANATÔMICA DE VASOS SUPERFICIAIS DA PERNA E SUA IMPORTÂNCIA NA ELUCIDAÇÃO DA TROMBOFLEBITE SUPERFICIAL 1 DISSECAÇÃO ANATÔMICA DE VASOS SUPERFICIAIS DA PERNA E SUA IMPORTÂNCIA NA ELUCIDAÇÃO DA TROMBOFLEBITE SUPERFICIAL 1 PEREIRA, Thatiany Castro Lobo 1 ; SANTOS, Danillo Luiz dos 2 ; LUIZ, Carlos Rosemberg

Leia mais

PRÉ-ECLÂMPSIA LEVE: COMO ACOMPANHAR E QUANDO INTERROMPER COM SEGURANÇA? Eliane Alves. Serviço do Prof. Marcelo Zugaib

PRÉ-ECLÂMPSIA LEVE: COMO ACOMPANHAR E QUANDO INTERROMPER COM SEGURANÇA? Eliane Alves. Serviço do Prof. Marcelo Zugaib PRÉ-ECLÂMPSIA LEVE: COMO ACOMPANHAR E QUANDO INTERROMPER COM SEGURANÇA? Eliane Alves Serviço do Prof. Marcelo Zugaib PRÉ-ECLÂMPSIA Conceito Desenvolvimento de hipertensão após a 20ª semana de gestação,

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA 2014 PROVA OBJETIVA

RESIDÊNCIA MÉDICA 2014 PROVA OBJETIVA RESIDÊNCIA MÉDICA 2014 1 Questão 1 A confecção de acessos vasculares definitivos para hemodiálise (FAV) tornou-se um dos principais procedimentos realizados pelos cirurgiões vasculares em todo o mundo.

Leia mais

PROVA PARA A RESIDÊNCIA MÉDICA EM CARDIOLOGIA, GASTROENTEROLOGIA E MEDICINA INTENSIVA CONCURSO DE SELEÇÃO 2013 PROVA DE CLÍNICA MÉDICA

PROVA PARA A RESIDÊNCIA MÉDICA EM CARDIOLOGIA, GASTROENTEROLOGIA E MEDICINA INTENSIVA CONCURSO DE SELEÇÃO 2013 PROVA DE CLÍNICA MÉDICA PROVA PARA A RESIDÊNCIA MÉDICA EM CARDIOLOGIA, GASTROENTEROLOGIA E MEDICINA INTENSIVA CONCURSO DE SELEÇÃO 2013 PROVA DE CLÍNICA MÉDICA Nome: Dia: 20 de dezembro de 2012. 01 - A conduta inicial em embolia

Leia mais

Secretaria Municipal de Saúde. Atualização - Dengue. Situação epidemiológica e manejo clínico

Secretaria Municipal de Saúde. Atualização - Dengue. Situação epidemiológica e manejo clínico Secretaria Municipal de Saúde Atualização - Dengue Situação epidemiológica e manejo clínico Agente Etiológico Arbovírus do gênero Flavivírus: Den-1, Den-2, Den-3 e Den- 4. Modo de Transmissão: Aspectos

Leia mais

Wladimir Correa Taborda Marília da Glória Martins

Wladimir Correa Taborda Marília da Glória Martins Coagulopatia em Obstetrícia Wladimir Correa Taborda Marília da Glória Martins Mecanismos desencadeadores de coagulação intravascular na gravidez Pré-eclâmpsia Hipovolemia Septicemia DPP Embolia do líquido

Leia mais

Profilaxia da TEV na Cirurgia Bariátrica

Profilaxia da TEV na Cirurgia Bariátrica 2 o Curso Nacional de Circulação Pulmonar SBPT 2009 Profilaxia da TEV na Cirurgia Bariátrica Eloara Vieira Machado Ferreira Doutoranda da Disciplina de Pneumologia UNIFESP/ EPM Setor de Função Pulmonar

Leia mais

Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2006 CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR

Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2006 CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR Considerando a classificação de FONTAINE para o estadiamento da Doença Arterial Oclusiva Periférica, é correto afirmar: A) Não se justifica a indicação de revascularização

Leia mais

Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2006 CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR

Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2006 CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR Considerando a classificação de FONTAINE para o estadiamento da Doença Arterial Oclusiva Periférica, é correto afirmar: A) Não se justifica a indicação de revascularização

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DAFLON. 500mg: diosmina 450mg + hesperidina 50mg micronizada. 1000mg: diosmina 900mg + hesperidina 100mg micronizada

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DAFLON. 500mg: diosmina 450mg + hesperidina 50mg micronizada. 1000mg: diosmina 900mg + hesperidina 100mg micronizada 1 IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DAFLON 500mg: diosmina 450mg + hesperidina 50mg micronizada 1000mg: diosmina 900mg + hesperidina 100mg micronizada APRESENTAÇÕES: DAFLON 500mg: embalagem contendo 15, 30

Leia mais

Excipientes: albumina humana, cloreto de sódio, cloridrato de arginina, citrato de sódio.

Excipientes: albumina humana, cloreto de sódio, cloridrato de arginina, citrato de sódio. Haemocomplettan P fibrinogênio APRESENTAÇÃO Haemocomplettan P 1g: embalagem contendo 1 frasco-ampola com 1 g de pó liofilizado para solução injetável e infusão. VIA INTRAVENOSA USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Leia mais

EM DISCUSSÃO PÚBLICA ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 026/2012 DATA: 27/12/2012

EM DISCUSSÃO PÚBLICA ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 026/2012 DATA: 27/12/2012 EM DISCUSSÃO PÚBLICA NÚMERO: 026/2012 DATA: 27/12/2012 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Profilaxia do Trombo Embolismo Venoso em Ortopedia TEV, Trombose venosa profunda, embolia pulmonar, Cirurgia

Leia mais

Raniê Ralph Pneumo. 18 de Setembro de 2008. Professora Ana Casati. Trombo-embolismo pulmonar (TEP)

Raniê Ralph Pneumo. 18 de Setembro de 2008. Professora Ana Casati. Trombo-embolismo pulmonar (TEP) 18 de Setembro de 2008. Professora Ana Casati. Trombo-embolismo pulmonar (TEP) Hoje o DX é feito em menos de 30%. Antigamente só fazia DX quando havia triângulo de Infarto Pulmonar: bilirrubina aumentada,

Leia mais

SIGVARIS Boletim da Compressão 05

SIGVARIS Boletim da Compressão 05 Boletim da Compressão 05 Conhecimento na administração Publicado sob a proteção de IUP agosto de 2003 Biblioteca de Robert Stemmer na Terapia de Compressão Terapia de Compressão das Extremidades Estes

Leia mais

SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB. Leonardo S. Carvalho

SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB. Leonardo S. Carvalho SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB Leonardo S. Carvalho OBJETIVOS Resumir os principais sinais clínicos da torção do cordão espermático. Ilustrar e resumir brevemente as características no US, incluindo as

Leia mais

Ethamolin. oleato de monoetanolamina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Ethamolin. oleato de monoetanolamina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: Ethamolin oleato de monoetanolamina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: ETHAMOLIN consiste em uma solução aquosa de oleato de monoetanolamina a 5% para uso injetável apresentado em caixas contendo 6 ampolas

Leia mais

Neuropatia Diabética e o Pé Diabético

Neuropatia Diabética e o Pé Diabético UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM MINICURSO: Assistência de enfermagem ao cliente com feridas Neuropatia Diabética e o Pé Diabético Instrutora:

Leia mais

MALARIA. Prof. Cor Jésus F Fontes

MALARIA. Prof. Cor Jésus F Fontes MALARIA Prof. Cor Jésus F Fontes NÚCLEO DE ESTUDOS DE DOENÇAS INFECCIOSAS E TROPICAIS DE MATO GROSSO UFMT * FUNASA * SES-MT Fundado em 1997 MALARIA Hemoparasitose causada por protozoários do gênero Plasmodium

Leia mais

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta.

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Prezado(a) candidato(a): Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Nº de Inscrição Nome ASSINALE A RESPOSTA

Leia mais

Versa. Bula para paciente. Solução injetável. 100 mg/ml

Versa. Bula para paciente. Solução injetável. 100 mg/ml Versa Bula para paciente Solução injetável 100 mg/ml VERSA enoxaparina sódica Solução injetável FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES: Versa (enoxaparina sódica) solução injetável: 20 mg/0,2 ml, 40 mg/0,4

Leia mais

VARIZES DOS MEMBROS INFERIORES PROF. ABDO FARRET NETO

VARIZES DOS MEMBROS INFERIORES PROF. ABDO FARRET NETO VARIZES DOS MEMBROS INFERIORES PROF. ABDO FARRET NETO VARIZES DOS MEMBROS INFERIORES CONCEITO Veias do Sistema Superficial, dilatadas, tortuosas, e com alterações FUNCIONAIS. VARIZES DOS MEMBROS INFERIORES

Leia mais

TÓRAX Diagnóstico por Imagem nas Urgências. Leonardo Oliveira Moura

TÓRAX Diagnóstico por Imagem nas Urgências. Leonardo Oliveira Moura TÓRAX Diagnóstico por Imagem nas Urgências Leonardo Oliveira Moura Infecções pulmonares A radiografia simples é habitualmente o exame de imagem mais empregado, pelo seu menor custo e alta disponibilidade,

Leia mais

TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR. Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP

TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR. Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP Tomografia Técnica baseada em radiografia com uso colimadores para restringir feixes Realizada na mesma fase do ciclo cardíaco

Leia mais

Úlcera venosa da perna Resumo de diretriz NHG M16 (agosto 2010)

Úlcera venosa da perna Resumo de diretriz NHG M16 (agosto 2010) Úlcera venosa da perna Resumo de diretriz NHG M16 (agosto 2010) Van Hof N, Balak FSR, Apeldoorn L, De Nooijer HJ, Vleesch Dubois V, Van Rijn-van Kortenhof NMM traduzido do original em holandês por Luiz

Leia mais

O rastreamento do câncer de colo uterino

O rastreamento do câncer de colo uterino PROFAM O rastreamento do câncer de colo uterino Dr. Eduardo Durante Fundación MF Para el desarrollo de la Medicina Familiar y la Atención Primaria de la Salud Objetivos Discutir o uso de métodos contraceptivos

Leia mais

PROFISSIONAL(IS) SOLICITANTE(S) Clínico Geral; Clínica Médica; Pediatra; Ginecologista; Geriatra.

PROFISSIONAL(IS) SOLICITANTE(S) Clínico Geral; Clínica Médica; Pediatra; Ginecologista; Geriatra. CONSULTA EM ANGIOLOGIA - GERAL CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2 Motivos para encaminhamento: 1. Varizes em membros inferiores 2. Úlceras de pernas 3. Insuficiência circulatória arterial/venosa com dor e

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE MARCOS ANTONIO MARINO COORDENADOR DEPARTAMENTO DE HEMODINÂMICA, CARDIOLOGIA E RADIOLOGIA VASCULAR INTERVENCIONISTA CONFLITO DE INTERESSES

Leia mais

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função respiratória é prioritária em qualquer situação de intercorrência clínica. O paciente

Leia mais

workshop» tratamento de feridas

workshop» tratamento de feridas workshop» tratamento de feridas protocolos de orientação no tratamento de feridas vila real 2014 índice 00.1» introdução protocolo 01» ferida hemorrágica protocolo 02» ferida com tecido de granulação não

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. Dr. Sergio D. Vieira NÃO TENHO CONFLITO DE INTERESSE Riscos da Transfusão de Sangue Infeccioso HIV : 1 em 1.4-2.400.000 Hepatite B :

Leia mais

Toxicidade tardia da terapia adjuvante: o que não posso esquecer. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO

Toxicidade tardia da terapia adjuvante: o que não posso esquecer. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO Toxicidade tardia da terapia adjuvante: o que não posso esquecer Maria de Fátima Dias Gaui CETHO Introdução Cerca de 11.7 milhões de sobreviventes de câncer nos EUA em 2007. Destes 2.6 milhões ou 22% são

Leia mais

RESPONSÁVEIS EDITORIAL. Selma Furtado Magalhães. Cleide Maria Carneiro da Ibiapaba. Camila Alves Machado. Joseana Taumaturgo Magalhães Falcão

RESPONSÁVEIS EDITORIAL. Selma Furtado Magalhães. Cleide Maria Carneiro da Ibiapaba. Camila Alves Machado. Joseana Taumaturgo Magalhães Falcão 1 RESPONSÁVEIS Selma Furtado Magalhães Cleide Maria Carneiro da Ibiapaba Camila Alves Machado Joseana Taumaturgo Magalhães Falcão EDITORIAL Hospital Geral Dr. Waldemar Alcântara Revisão: Setembro de 2012

Leia mais

CASO CLÍNICO DAC III. HOSPITAL VERA CRUZ CAMPINAS SP gioppato@terra.com.br

CASO CLÍNICO DAC III. HOSPITAL VERA CRUZ CAMPINAS SP gioppato@terra.com.br CASO CLÍNICO DAC III SILVIO GIOPPATO SILVIO GIOPPATO HOSPITAL VERA CRUZ CAMPINAS SP gioppato@terra.com.br Antecedentes Feminino, 90 anos HAS; DLP; Obesidade (IMC: 31) IM prévio com ICP primária para ACD

Leia mais

TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016. Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda

TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016. Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016 Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda DENGUE O Brasil têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos 10 anos com aumento

Leia mais

DIRETRIZES PARA CURVATURA PENIANA

DIRETRIZES PARA CURVATURA PENIANA DIRETRIZES PARA CURVATURA PENIANA Wespes E, Amar E, Eardley I, Giuliano F, Hatzichristou D, Hatzimouratidis K, Montorsi F, Vardi Y. Curvatura peniana congênita A curvatura peniana congênita tem causa desconhecida

Leia mais

GUIA DE APOIO CATETER TOTALMENTE IMPLANTADO IPO DE COIMBRA

GUIA DE APOIO CATETER TOTALMENTE IMPLANTADO IPO DE COIMBRA GUIA DE APOIO CATETER TOTALMENTE IMPLANTADO IPO DE COIMBRA Este guia contém informações para os doentes com um cateter totalmente implantado (CTI) e para os profissionais de saúde que prestam assistência

Leia mais

Fraturas e Luxações do Cotovelo em Adultos:

Fraturas e Luxações do Cotovelo em Adultos: Fraturas e Luxações do Cotovelo em Adultos: Fraturas do cotovelo em adultos: l As fraturas correspondem 31.8% dos traumas em cotovelo no adulto; l Freqüência: cabeça do rádio 39,4%; luxação do cotovelo

Leia mais

DISTÚRBIOS DA CIRCULAÇÃO

DISTÚRBIOS DA CIRCULAÇÃO DISTÚRBIOS DA CIRCULAÇÃO Augusto Schneider Carlos Castilho de Barros Faculdade de Nutrição Universidade Federal de Pelotas TÓPICOS ABORDADOS Resumo das alterações já abordadas: Hemorragia Hiperemia Trombose

Leia mais

Anexo A Diretriz clínica para prevenção de tromboembolismo venoso

Anexo A Diretriz clínica para prevenção de tromboembolismo venoso Anexo A Diretriz clínica para prevenção de tromboembolismo venoso Isabela Ribeiro Simões de Castro e Maria Celia Andrade A trombose venosa profunda e a embolia pulmonar são os agravos mais comuns de tromboembolismo

Leia mais

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Osteomielite. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Osteomielite. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Osteomielite Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA Data de Realização: 15/04/2009 Data de Revisão: Data da Última Atualização: 1.

Leia mais

Oxigenoterapia Hiperbárica (OHB)

Oxigenoterapia Hiperbárica (OHB) Tema: Oxigenoterapia Hiperbárica Clínica OX Palestrante: Enfermeira Pamella Araujo Silva Público-alvo: Enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem Oxigenoterapia Hiperbárica (OHB) Definição Modalidade

Leia mais

Novos an(coagulantes para tratamento da TVP e TEP

Novos an(coagulantes para tratamento da TVP e TEP Novos an(coagulantes para tratamento da TVP e TEP Angiologia e Cirurgia Vascular Hospital Mater Dei Daniel Mendes Pinto Simpósio sobre Atualização em An

Leia mais

03/10/2013. Malformações cardíacas congênitas: 8 em cada 1000 (0,8%) Defeito do septo atrial

03/10/2013. Malformações cardíacas congênitas: 8 em cada 1000 (0,8%) Defeito do septo atrial Malformações cardíacas congênitas: 8 em cada 1000 (0,8%) Brasil: 188.298.099 pessoas ( censo 1996) = 1.506.384 casos Grande São Paulo: 19 223 897 = 153.791 casos Defeito do septo atrial Defeito do Septo

Leia mais

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar:

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar: A cirurgia endovascular agrupa uma variedade de técnicas minimamente invasivas mediante as quais CIRURGIA ENDOVASCULAR = CIRURGIA SEM CORTES! Técnicas Minimamente Invasivas As técnicas de cirurgia endovascular

Leia mais

Cód. 25 Médico Cirurgião Vascular

Cód. 25 Médico Cirurgião Vascular PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2007 Cód. 25 Médico Cirurgião Vascular 1. Quanto à etiologia da embolia arterial aguda, podemos dizer que: A) ocorre freqüentemente naqueles

Leia mais

Urgências Oncológicas Ana Paula Ornellas de S. Victorino

Urgências Oncológicas Ana Paula Ornellas de S. Victorino Urgências Oncológicas Ana Paula Ornellas de S. Victorino Coordenação de Pesquisa Clínica - INCA Serviço de Oncologia Clínica - HSE COI - Clínicas Oncológicas Integradas Definição de emergência oncológica

Leia mais

ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL ISQUÊMICO

ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL ISQUÊMICO 1 ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL ISQUÊMICO Sebastião Eurico de Melo-Souza Acidente vascular cerebral (AVC), ou doença vascular encefálica como está se tornando uma preferência recente, é a alteração neurológica

Leia mais

PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH

PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH 1. APRESENTAÇÃO A SEPSE TEM ALTA INCIDÊNCIA, ALTA LETALIDADE E CUSTO ELEVADO, SENDO A

Leia mais

Trombofilias. Dr Alexandre Apa

Trombofilias. Dr Alexandre Apa Trombofilias Dr Alexandre Apa TENDÊNCIA À TROMBOSE TRÍADE DE VIRCHOW Mudanças na parede do vaso Mudanças no fluxo sanguíneo Mudanças na coagulação do sangue ESTADOS DE HIPERCOAGULABILIDADE

Leia mais

Dengue diagnóstico e manejo clínico. Lúcia Alves da Rocha

Dengue diagnóstico e manejo clínico. Lúcia Alves da Rocha Dengue diagnóstico e manejo clínico Lúcia Alves da Rocha Introdução Expansão em áreas tropicais e subtropicais Considera-se 2,5 a 3 milhões de pessoas vivem em área de risco (Eric Martínez,2005); Estima-se

Leia mais

Circular 0495/99 São Paulo, 08 de Dezembro de 1999.

Circular 0495/99 São Paulo, 08 de Dezembro de 1999. Circular 0495/99 São Paulo, 08 de Dezembro de 1999. Administrador(a) Faturamento Assunto: Implante de Prótese de Sustentação Intraluminal Arterial Prezado (a) Senhor (a), O Diário Oficial da União de 08

Leia mais

POLÍTICAS DE SAÚDE EM QUEIMADOS

POLÍTICAS DE SAÚDE EM QUEIMADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA POLÍTICAS DE SAÚDE EM QUEIMADOS JUNHO - 2009 Diretrizes Tomando por base a necessidade de organizar à assistência

Leia mais

Cloridrato de Naloxona. Hipolabor Farmacêutica Ltda. Solução Injetável. 0,4mg/mL

Cloridrato de Naloxona. Hipolabor Farmacêutica Ltda. Solução Injetável. 0,4mg/mL Cloridrato de Naloxona Hipolabor Farmacêutica Ltda. Solução Injetável 0,4mg/mL 1 cloridrato de naloxona Medicamento genérico Lei 9.787, de 1999 NOME GENÉRICO: cloridrato de naloxona FORMA FARMACÊUTICA:

Leia mais

ADAPTAÇÕES FISIOLÓGICAS À GRAVIDEZ. Mestrado integrado em Medicina FML 2008

ADAPTAÇÕES FISIOLÓGICAS À GRAVIDEZ. Mestrado integrado em Medicina FML 2008 ADAPTAÇÕES FISIOLÓGICAS À GRAVIDEZ Mestrado integrado em Medicina FML 2008 Adaptações do organismo materno à gravidez Hematológicas Cardiovasculares Urinárias Respiratórias Digestivas Endócrinas Pele e

Leia mais

8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação 8:30 8:45 INTERVALO VISITA AOS EXPOSITORES E PATROCINADORES

8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação 8:30 8:45 INTERVALO VISITA AOS EXPOSITORES E PATROCINADORES MAPA AUDITÓRIO LARGO DA ORDEM (200 LUGARES) DOMINGO 02 DE AGOSTO DE 2015. 8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação 8:00 8:15 TEMA LIVRE SELECIONADO 8:15 8-30 TEMA LIVRE SELECIONADO 8:30

Leia mais

Resumo do Projeto Nacional de Atendimento ao Acidente Vascular Cerebral

Resumo do Projeto Nacional de Atendimento ao Acidente Vascular Cerebral MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA COORDENAÇÃO GERAL DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Resumo do Projeto Nacional de Atendimento ao Acidente Vascular Cerebral

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 444/10 - CIB/RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS, no uso de suas atribuições legais, e considerando:

RESOLUÇÃO Nº 444/10 - CIB/RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS, no uso de suas atribuições legais, e considerando: RESOLUÇÃO Nº 444/10 - CIB/RS A Comissão Intergestores Bipartite/RS, no uso de suas atribuições legais, e considerando: o aumento do risco de ocorrência de surtos/epidemia de dengue no Rio Grande do Sul

Leia mais

DISCURSIVA CIRURGIA VASCULAR/ANGIOLOGIA CIRURGIA ENDOVASCULAR

DISCURSIVA CIRURGIA VASCULAR/ANGIOLOGIA CIRURGIA ENDOVASCULAR HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO DISCURSIVA CIRURGIA VASCULAR/ANGIOLOGIA CIRURGIA ENDOVASCULAR ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do

Leia mais