POWERVAULT MD3000 E MD3000i

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "POWERVAULT MD3000 E MD3000i"

Transcrição

1 POWERVAULT MD3000 E MD3000i PRÁTICAS RECOMENDADAS DE AJUSTE DE STORAGE dell.com/powervault

2 ISENÇÃO ESTE INFORME OFICIAL É APENAS PARA FINS INFORMATIVOS E PODE CONTER ERROS TIPOGRÁFICOS E IMPRECISÕES TÉCNICAS. O CONTEÚDO É FORNECIDO COMO ESTÁ, SEM GARANTIAS EXPRESSAS OU IMPLÍCITAS DE QUALQUER TIPO. Para obter mais informações, entre em contato com a Dell. As informações deste documento estão sujeitas a alterações sem aviso prévio. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 2

3 Índice 1 AUDIENCE AND SCOPE PERFORMANCE TUNING OVERVIEW COMPONENTS THAT INFLUENCE STORAGE PERFORMANCE BASIC APPROACH TO PERFORMANCE TUNING APPLICATION SOFTWARE CONSIDERATIONS CONFIGURING THE MD3000/MD3000I DETERMINING THE BEST RAID LEVEL Selecting a RAID Level High Write Mix Scenario Selecting a RAID Level Low Write Mix Scenario CHOOSING THE NUMBER OF DRIVES IN A DISK GROUP VIRTUAL DISK LOCATION AND CAPACITY VIRTUAL DISK OWNERSHIP CALCULATING OPTIMAL SEGMENT AND STRIPE SIZE CACHE SETTINGS Setting the Virtual Disk Specific Write Cache and Write Cache Mirroring Setting the Virtual Disk Specific Read Cache Pre fetch Setting the Storage Array Cache Block Size TUNING USING ARRAY PERFORMANCE DATA Collecting Performance Statistics RAID Level I/O Distribution Stripe Size Write Algorithm Data USING THE CLI PERFORMANCE MONITOR OTHER ARRAY CONSIDERATIONS Global Media Scan Rate Setting the Virtual Disk Specific Media Scan PREMIUM FEATURE PERFORMANCE Getting Optimal Performance from Snapshot Getting Optimal Performance from Virtual Disk Copy CONSIDERING THE HOST SERVER(S) HOST HARDWARE PLATFORM Considering the Server Hardware Architecture Sharing Bandwidth on the Dell MD3000i with Multiple NICs Sharing Bandwidth with Multiple SAS HBAs CONSIDERING THE SYSTEM SOFTWARE Buffering the I/O Aligning Host I/O with RAID Striping APPENDIX A: OBTAINING ADDITIONAL PERFORMANCE TOOLS APPENDIX B: SYSTEM TROUBLESHOOTING APPENDIX C: REFERENCES APPENDIX D: GLOSSARY OF TERMS Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 3

4 1 Público e escopo O objetivo deste documento é orientar os clientes do Dell PowerVault MD3000 pelos processos avançados envolvidos no ajuste do storage para atender melhor às suas necessidades específicas. Ele contém as práticas recomendadas que devem ser observadas ao realizar o ajuste de storage com firmware da primeira geração (06.XX.XX.XX) e da segunda geração (07.XX.XX.XX). Para obter detalhes sobre como determinar a Geração do Firmware de um storage MD3000 ou MD3000i, consulte o Guia do usuário da Dell em 2 Visão geral do ajuste de desempenho O desafio do ajuste de desempenho do armazenamento é compreender e controlar os componentes de interação (listados abaixo) e, ao mesmo tempo, medir com precisão o desempenho do aplicativo. Como o desempenho do storage representa apenas uma parte do desempenho geral do aplicativo, o ajuste deve ser executado levando em consideração as características de entrada/saída (E/S) do aplicativo e todos os componentes envolvidos no caminho de dados, como o HBA SAS, o iniciador iscsi, o switch de rede e as configurações do sistema operacional host. Com diversos fatores a serem considerados, a tarefa de ajuste de desempenho para maximização do desempenho pode parecer difícil, mesmo que para apenas um aplicativo. Ajustar o sistema para maximizar o desempenho de vários aplicativos que podem compartilhar um único storage pode parecer ainda mais difícil. Para reduzir a complexidade do ajuste, os sistemas de storage da Dell contam com monitoramento de desempenho e controles de ajuste flexíveis que podem ser acessados por meio do Modular Disk Storage Manager (MDSM). 2.1 Componentes que afetam o desempenho do armazenamento de dados Este informe oficial fornece uma abordagem geral para ajustar o desempenho de E/S, além de orientações específicas para o uso dos controles de ajuste de storage. Essas recomendações começam com uma análise geral dos elementos que determinam o desempenho de E/S: Storage Software de aplicativo Plataforma de servidor (hardware, sistema operacional, gerenciadores de volume, drivers de dispositivo) Rede (apenas para MD3000i) Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 4

5 2.2 Abordagem básica para o ajuste de desempenho Os princípios iniciais do ajuste de desempenho de E/S incluem a seguinte pergunta: Qual deve ser o desempenho para o meu sistema? As respostas incluem: Depende Não existe uma resposta definitiva. Cada ambiente é exclusivo, e as configurações corretas dependem das metas, da configuração e das demandas exclusivas do ambiente específico. A milhagem real pode variar. Os resultados variam muito porque as condições também variam muito. As respostas para essa pergunta sugerem a seguinte abordagem básica para o ajuste de desempenho: 1 Configure e teste 2 Meça 3 Ajuste conforme necessário Os recursos de monitoramento de desempenho existentes em todos os sistemas de storage MD3000 e MD3000i e os controles de ajuste tornam esses sistemas ideais para esse processo interativo. A primeira etapa do ajuste é estabelecer uma linha de base do desempenho existente. Ao gerar uma linha de base do desempenho, o ideal é usar uma carga de trabalho similar à do uso final pretendido para a solução de armazenamento de dados. Isso pode ser tão simples quanto o aplicativo real ou um SQL Replay com um monitor de desempenho do sistema (perfmon ou sysstat/iostat, bem como a CLI e o monitoramento de desempenho com captura de estado) ou um pacote de testes de desempenho sintéticos que reproduzem, quase que perfeitamente, o perfil de E/S esperado (Iometer, IOZone, Bonnie). Ao comparar os dados da linha de base com as necessidades previstas e a capacidade da configuração, o usuário pode efetivamente ajustar um storage MD3000 ou MD3000i. Este informe oficial apresenta recomendações para esta primeira etapa importante, assim como para otimização de ajustes a fim de obter o máximo dos recursos dos sistemas de armazenamento de dados MD3000 e MD3000i. 3 Considerações sobre o software de aplicativo É necessário compreender as características de E/S dos aplicativos pretendidos que utilizam o armazenamento de dados da maneira mais próxima possível do tempo de execução previsto a fim de determinar a melhor configuração do sistema e do armazenamento de dados. Esse processo também é Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 5

6 extremamente importante para o ajuste da solução em geral. Isso inclui, mas não se limita ao seguinte: Número de fontes de E/S separadas que interagem com a solução. Aleatoriedade de acesso aos dados pelas fontes de E/S principais. Tamanho médio de E/S típica; geralmente, divide-se em três categorias: o Transferência de blocos grandes ( 256 KiB) o Transferência de blocos médios ( 32 KiB e < 256 KiB) o Transferência de blocos pequenos (< 32 KiB) Intermitência do padrão de E/S, ou seja, o ciclo de trabalho médio de E/S para o storage Perfil da direção de E/S média; geralmente, é a proporção entre leituras e gravações 4 Configuração do MD3000/MD3000i Há duas formas de configurar os sistemas de armazenamento de dados MD3000 e MD3000i. O método mais fácil e comum é usar o MDSM. O MDSM permite ajustes automáticos de configuração, o que fornece configurações razoáveis com pouca necessidade de conhecimento de ajuste de desempenho. Uma opção de configuração manual também está disponível com o uso da interface de linha de comando (CLI), o que fornece mais flexibilidade, mas exige mais conhecimento das necessidades de desempenho. Para obter um link para os guias do MDSM e da CLI, consulte o Apêndice C: Referências. 4.1 Determinação do melhor nível de RAID A primeira etapa envolvida no ajuste de um storage MD3000 ou MD3000i externo é determinar o nível de RAID mais apropriado para as soluções de acordo com o aplicativo. No documento de procedimentos, observe que o RAID 0 é excluído da maioria das informações deste informe devido à falta de proteção dos dados. Isso não significa que o uso do RAID 0 seja indesejado, mas que ele deve ser utilizado apenas com dados que não sejam críticos. Em geral, o RAID 0 apresenta desempenho melhor que o RAID 1/10, 5 ou 6. Além disso, o RAID 6 nem sempre é citado especificamente; a maioria dos comentários que se aplicam ao ajuste do RAID 5 é diretamente aplicável para o RAID 6, exceto se indicado de outra forma. Nos casos em que seja preciso aumentar a tolerância a falhas fornecida pelo RAID 6, é constatada uma perda de desempenho em comparação direta com o RAID 5 devido ao cálculo de paridade adicional e ao disco físico extra necessários para a implementação. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 6

7 Uma consideração importante ao determinar o nível de RAID apropriado é o custo de disco físico exigido por um nível de RAID. O custo de disco físico é o número de unidades físicas com capacidade efetiva que são sacrificadas para fornecer o nível de integridade desejado. O custo de disco físico de cada nível de RAID é diferente e pode interferir na decisão de qual nível de RAID é o mais apropriado para um determinado ambiente. O RAID 0, por não ter um nível de redundância, não possui custo de disco físico. O RAID 1/10 tem o mais alto custo de disco em grupos de discos com mais de 2 unidades. Metade das unidades físicas em um RAID 1/10 é sempre consumida para o espelho. O RAID 5 tem um disco físico fixo por custo de grupo de discos, ou seja, com um conjunto RAID 5 de n discos, apenas n-1 de capacidade efetiva está disponível. Da mesma forma, o RAID 6 tem dois discos físicos fixos por custo de grupo de discos, ou n-2. No RAID 5 e 6, essas unidades adicionais são responsáveis pelo espaço necessário para manter os níveis de informações de paridade de cada distribuição. O custo de disco físico não é o único fator que influencia a decisão sobre qual nível de RAID é o mais apropriado para um determinado aplicativo. O desempenho do nível de RAID escolhido interdepende muito das características do padrão de E/S conforme transmitido ao storage a partir dos hosts. Com padrões de E/S que envolvem operações de gravação, quando uma intermitência de E/S excede 1/3 do tamanho da memória cache disponível, deve-se considerar uma E/S longa. Gravações longas indicam melhor o desempenho de um determinado nível de RAID do que as gravações curtas. Operações de gravações curtas podem ser tratadas por completo no cache, o que minimiza o efeito sobre o desempenho do nível de RAID. Desde que a intermitência de gravação seja sempre menor que a taxa de descarregamento de cache para disco, a escolha do nível de RAID pode não ser um problema. Em linhas gerais, descrevemos abaixo quais níveis de RAID funcionam melhor em circunstâncias específicas: RAID 5 e RAID 6 funcionam melhor para grandes taxas de E/S sequenciais (> 256 KiB). RAID 5 ou RAID 1/10 para taxas de E/S pequenas (< 32 KiB). Para taxas de E/S de tamanho intermediário, o nível de RAID é determinado por outras características do aplicativo: o O RAID 5 e o RAID 1/10 possuem características semelhantes para a maioria dos ambientes de leitura e gravações sequenciais. o O RAID 5 e o RAID 6 apresentam o pior desempenho principalmente em gravações aleatórias. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 7

8 o Em aplicativos de E/S aleatória com mais de 10% de operações de gravação, o RAID 1/10 oferece o melhor desempenho. Tabela : Tamanho de E/S e nível de RAID ideal1 apresenta um resumo desses pontos para um ambiente ideal. Um ambiente ideal consiste em distribuições alinhadas ou leituras e gravações de segmentos, bem como E/S de intermitência em que a memória cache e os Módulos de controlador RAID não são sobrecarregados por operações de E/S. Tabela : Tamanho de E/S e nível de RAID ideal1 Tamanho do bloco Pequeno (< 32 KiB) Médio (entre 32 e 256 KiB) Grande (> 256 KiB) Significativamente aleatória Significativamente sequencial Leitura Gravação Leitura Gravação 1/10, 5, 6 1/10 1/10, 5, 6 1/10, 5 1/10, 5, 6 1/10 1/10, 5, 6 5 1/10, 5, 6 1/10 1/10, 5, Seleção do nível de RAID - combinação de cenário com muitas operações de gravação Em aplicativos de E/S aleatória com uma combinação superior a 10% de operações de gravação e baixo grau de intermitência, o RAID 1/10 proporciona o melhor desempenho geral para grupos de discos redundantes. O desempenho do RAID 1/10 pode ser 20% maior que o do RAID 5 nesses ambientes, mas tem o custo de disco mais alto; por exemplo, é preciso adquirir mais discos físicos. O RAID 5 fornece proteção e minimiza os custos de disco para cada capacidade de rede, mas é altamente afetado pela sobrecarga do desempenho de gravação das atualizações de paridade. O RAID 6, embora ofereça mais proteção que o RAID 5 com custo de disco mínimo, é mais afetado pela sobrecarga do desempenho de gravação devido ao dobro de cálculos de paridade que ele exige. Em aplicativos de E/S sequencial com transferências de gravação relativamente pequenas, o nível de RAID não faz muita diferença. Com transferências médias, o RAID 1/10 pode fornecer uma vantagem com relação ao RAID 5/6, novamente com maior custo de disco associado. Em gravações sequenciais muito grandes, o RAID 5 pode ter desempenho igual ou melhor que o do RAID 1/10, principalmente ao calcular o custo de disco para a capacidade equivalente. Além disso, sempre é possível obter melhor desempenho quando o aplicativo ou o sistema operacional é capaz de armazenar em buffer ou reunir gravações para preencher um segmento inteiro ou toda uma distribuição. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 8

9 4.1.2 Seleção do nível de RAID - combinação de cenário com poucas operações de gravação Em aplicativos de E/S aleatória com uma combinação baixa (< 10%) de operações de gravação, o RAID 5 proporciona aproximadamente o mesmo desempenho do RAID 1/10 em transferências pequenas, mas com um custo de disco mais baixo. O RAID 0 proporciona um desempenho um pouco melhor que o RAID 5 ou o 1/10, mas não oferece nenhuma proteção de dados. Em ambientes com transferências maiores, o desempenho do RAID 1/10 pode ser um pouco melhor que o do RAID 5, mas com um custo de disco bem maior. 4.2 Escolha do número de unidades em um grupo de discos Existem muitos fatores a serem levados em consideração ao otimizar o desempenho, como o tipo de unidade, a capacidade e o número de unidades. As seguintes diretrizes gerais podem ser usadas ao agrupar unidades em um grupo de discos: Separe as cargas de trabalho aleatória e sequencial em grupos de discos diferentes a separação do tráfego de E/S tem como objetivo minimizar o compartilhamento dos grupos de discos entre os discos virtuais. Escolha unidades mais rápidas em geral, uma única unidade de RPM apresenta, aproximadamente, 20% mais desempenho que a unidade de RPM para operações combinadas aleatórias e sequenciais. Consulte as especificações do fabricante para determinar a unidade ideal. Adicionar unidades a um grupo de discos ao mesmo tempo em que se mantém fixo o tamanho da distribuição pode aumentar a taxa de E/S para a E/S sequencial, até o ponto de saturação do controlador um número maior de unidades significa mais dispositivos para manutenção de E/S. Para otimizar a taxa de transferência de dados, multiplique o número de discos de dados físicos pelo tamanho do segmento a fim de obter o tamanho de E/S. Entretanto, sempre há exceções. Para E/Ss pequenas/médias, tenha cautela para evitar a divisão da E/S de forma a enviar E/Ss ainda menores para as unidades de disco. Observe que os discos de dados não incluem os discos de paridade ou espelho usados em um conjunto RAID. Para o IOPS ou aplicativos voltados para transação, o número de unidades torna-se mais significativo, pois as taxas de E/S aleatória da unidade de disco são relativamente baixas. Selecione um número de unidades correspondente à taxa de E/S por grupo de discos virtuais necessária para oferecer suporte ao aplicativo. Avalie as E/Ss necessárias para implementar a proteção de dados do nível de RAID selecionado. Torne o tamanho do segmento, pelo menos, tão grande quanto o tamanho do aplicativo de E/S normal. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 9

10 Um segmento de 128 K é um ponto de partida razoável para a maioria dos aplicativos. Na maioria dos aplicativos, quanto maior o número de unidades em um grupo de discos, melhor é o desempenho médio. O total de unidades de um grupo de discos existente pode ser aumentado usando a CLI. 4.3 Localização e capacidade do disco virtual A localização dos discos virtuais em um grupo de discos, o número e a localização dos discos virtuais alocados em um grupo de discos e a capacidade de um disco virtual são fatores importantes que devem ser considerados ao otimizar o desempenho de um storage. Ao usar mídia de armazenamento de dados rotativa, a capacidade de um disco virtual e sua localização em um grupo de discos afetará muito o desempenho obtido. Basicamente, isso ocorre devido às diferenças na velocidade angular das zonas externas. O efeito de alocar as bordas mais externas de uma mídia de armazenamento de dados rotativa para aumentar o desempenho é conhecido como short-stroking de uma unidade. Embora a abordagem dos detalhes técnicos envolvidos no short-stroking esteja fora do escopo deste informe oficial, normalmente, a terceira zona externa de uma mídia rotativa é a mais rápida, enquanto as internas são as mais lentas. É possível obter facilmente o shortstroking com a criação de um grupo de discos que consiste em um único disco virtual, alocado com menos de um terço da capacidade total. A desvantagem óbvia do short-stroking de um volume é a perda da capacidade de uso adicional. Sendo assim, deve-se comparar esse ganho de desempenho diretamente com a perda de capacidade. Além dos ganhos de desempenho do short-stroking, o efeito da procura de cabeçotes de unidade deve ser considerado ao dividir um grupo de discos em discos virtuais. Os discos virtuais são alinhados em série dentro de um Grupo de discos, com o primeiro disco virtual nas regiões externas mais rápidas, avançando para dentro. Levando isso em conta, um grupo de discos deve ser projetado com o mínimo possível de discos virtuais. A Dell não recomenda o uso de mais de quatro discos virtuais ou repositórios por grupo de discos para que seja possível obter o máximo de desempenho. Além disso, quando o desempenho for essencial, isole os discos virtuais em grupos de discos separados, sempre que possível. Quando vários discos virtuais de tráfego intenso compartilham um grupo de discos, mesmo com modelos de uso puramente sequencial, o comportamento de E/S do grupo de discos passa a ser cada vez mais aleatório, reduzindo o desempenho geral. Além disso, quando um grupo de discos deve ser compartilhado, o disco virtual com tráfego mais intenso sempre deve ficar no início de um grupo de discos. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 10

11 4.4 Propriedade de disco virtual O Dell MDSM pode ser utilizado na criação e visualização automática de discos virtuais. Ele utiliza as configurações apropriadas para distribuir o grupo de discos. Ao serem criados, os discos virtuais são atribuídos a controladores RAID alternados. Essa atribuição padrão oferece uma forma fácil de fazer o balanceamento da carga de trabalho dos controladores RAID. Posteriormente, a propriedade pode ser alterada a fim de balancear a carga de trabalho de acordo com o uso real. Se a propriedade de disco virtual não for balanceada manualmente, um controlador poderá ficar com a maior parte do trabalho, enquanto o outro permanecerá ocioso. Limite o número de discos virtuais em um grupo de discos. Se vários discos virtuais estiverem em um grupo de discos, considere as seguintes informações: Considere o impacto que cada disco virtual causa nos outros discos virtuais do mesmo grupo de discos. Entenda os padrões de uso de cada disco virtual. Discos virtuais diferentes têm utilizações mais intensas em diferentes momentos do dia. Figura 1: Equilíbrio da propriedade de discos virtuais. 4.5 Cálculo do tamanho ideal do segmento e da distribuição A escolha do tamanho de um segmento pode causar uma grande influência no desempenho do IOPS e da taxa de transferência de dados. O termo tamanho de segmento refere-se à quantidade de dados gravados em uma unidade de um grupo de discos virtuais antes da gravação de dados na próxima unidade do grupo de discos virtuais. Um conjunto de segmentos contíguos que se espalham pelas unidades membro cria uma distribuição. Por exemplo, em um grupo de discos virtuais RAID 5, com um tamanho de segmento de 128 KiB, os primeiros 128 KiB de uma E/S são gravados na primeira unidade, os próximos 128 KiB são gravados na unidade seguinte e Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 11

12 assim por diante, totalizando um tamanho de distribuição de 512 KiB. Em um grupo de discos virtuais RAID 1, 2 + 2, 128 KiB seriam gravados em cada uma das duas unidades (o mesmo ocorre para as unidades espelhadas). Se o tamanho de E/S for maior do que esse valor (o número de discos físicos multiplicados por um segmento de 128 KiB), esse padrão será repetido até a conclusão de toda a E/S. Para solicitações de E/S muito grandes, o tamanho de segmento ideal para um grupo de volumes RAID é aquele que distribui uma única E/S de host entre todas as unidades de dados de uma mesma distribuição. A fórmula para o tamanho máximo de distribuição é a seguinte: Tamanho de segmento de LUN = Tamanho máximo de E/S número de unidades de dados Entretanto, o tamanho de segmento de LUN deve ser arredondado para a potência mais próxima suportada de dois valores. Para o RAID5 e o 6, o número de unidades de dados é igual ao número de unidades no grupo de volumes menos 1 e 2, respectivamente. Por exemplo: RAID5, 4+1 com um tamanho de segmento de 64 KiB => (5-1) x 64 KiB = 256 KiB de tamanho de distribuição O ideal é que esse grupo RAID seja suficiente para lidar com solicitações de E/S menores ou iguais a 256 KiB. No RAID1, o número de unidades de dados é igual ao número de unidades dividido por 2. Por exemplo: RAID1/10, 2+2 com um tamanho de segmento de 64 KiB => (4-2) x 64 KiB = 128 KiB de tamanho de distribuição É importante lembrar que, dependendo dos parâmetros de E/S do aplicativo, os tamanhos de segmento e distribuição irão variar. Para perfis de aplicativo com solicitações de E/S pequenas, configure o tamanho de segmento suficiente o bastante para minimizar o número de segmentos (unidades no LUN) que são acessados para atender à solicitação de E/S, ou seja, para minimizar o cruzamento de limites de segmento. A menos que o aplicativo especifique de outra forma, é recomendável começar com o tamanho de segmento padrão de 128 KiB. É imperativo selecionar corretamente o tamanho da distribuição para que o sistema operacional host sempre faça solicitações devidamente alinhadas com distribuições completas ou segmentos completos, quando possível. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 12

13 4.6 Configurações de cache O cache de leitura antecipada pode ser configurado no MDSM e pela CLI. O MDSM possui apenas os padrões para trabalho, enquanto a CLI pode configurar totalmente o cache de leitura antecipada. Além disso, o tamanho do bloco de cache global do Cache de leitura e gravação pode ser ajustado por meio da CLI. Para obter uma lista completa dos comandos suportados, incluindo os comandos específicos de cache a seguir, consulte o Dell PowerVault Modular Disk Storage Manager CLI Guide (Guia da CLI do Dell PowerVault Modular Disk Storage Manager) no site de suporte técnico da Dell (http://support.dell.com/manuals) Configuração do cache de gravação específico do disco virtual e do espelhamento do cache de gravação Configurado por meio da CLI esses comandos estão disponíveis no nível do disco virtual. Write Cache (cache de gravação) desativar o cache de gravação coloca os controladores em modo Write-Through, adicionando latência extra enquanto os dados são liberados para o disco. Exceto em ambientes somente leitura específicos, é recomendável que essa configuração permaneça ativada. A opção Write Cache é desativada automaticamente em caso de falha da bateria do cache ou durante o ciclo de determinação da bateria do cache. Write Cache Mirroring (Espelhamento do cache de gravação) o espelhamento do cache de gravação proporciona um nível adicional de redundância e tolerância a falhas no MD3000 e no MD3000i. Como efeito colateral, ocorre a redução da memória física disponível e da largura de banda entre controladores para a execução dessa operação. Em casos específicos que não envolvem dados críticos, ajustar esse parâmetro pode trazer muitos benefícios. Para uso normal, a Dell sempre recomenda ativar o espelhamento de cache. A opção Cache Mirroring é desativada automaticamente no caso de falha do controlador ou quando o parâmetro Write Caching (Cache de gravação) é desativado. AVISO: pode ocorrer perda de dados no caso de falha de um módulo de controlador RAID durante o cache de gravação sem que o espelhamento de cache esteja ativado em um disco virtual Configuração da busca antecipada do cache de leitura específico do disco virtual Configurado por meio da CLI esse comando está disponível no nível do disco virtual. Read Cache pre-fetch (Busca antecipada do cache de leitura) a configuração Read Cache (Cache de leitura) pode ser alternada no nível de um disco virtual. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 13

14 A desativação da busca antecipada de leitura é útil principalmente em ambientes de leitura aleatória com transferências pequenas, em que a busca antecipada de dados aleatórios não fornece valores suficientes. No entanto, a sobrecarga normal observada da busca antecipada de leitura não tem muita importância. Para a maioria dos ambientes, a Dell sempre recomenda a ativação da busca antecipada do cache de leitura Configuração do tamanho do bloco de cache do storage Configurado por meio da CLI esse comando está disponível no nível do storage e afeta todos os discos virtuais e grupos de discos. Cache Block Size (Tamanho do bloco de cache) o tamanho do bloco de cache refere-se à maneira como a memória cache é segmentada durante a alocação e como ela afeta todos os discos virtuais de um storage. No MD3000 e no MD3000i, estão disponíveis as configurações de 4 KiB e 16 KiB, sendo que 4 KiB é a configuração padrão. Pode ocorrer um impacto surpreendente no desempenho com a escolha da configuração correta do tamanho do bloco de cache específica para o perfil de E/S do sistema. Se o tamanho de E/S típico for 16 KiB, que é o comum para E/S sequencial, configure o tamanho do bloco de cache do storage para 16. Para E/S menor ( 8 KiB), especialmente em casos de uso transacional ou altamente aleatório, é preferível a configuração padrão de 4 KiB. Como essa configuração afeta todos os discos virtuais de um storage, qualquer alteração deve ser feita com atenção às necessidades de E/S do aplicativo. Tabela 2: Especificações de configuração padrão do storage Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 14

15 Opção Modelos de configuração da interface do MDSM Sistema de arquivos Banco de dados Multimídia Opções de CLI Tipo de unidade Selecionável Selecionável Selecionável Selecionável Nível de RAID Selecionável Selecionável Selecionável 0, 1/10, 5, 6 Tamanho do segmento KiB 128 KiB 256 KiB 8 KiB, 16 KiB, 32 KiB, 64 KiB, 128 KiB, 256 KiB, 512 KiB Cache de gravação com espelhamento Cache de leitura antecipada Tamanho do bloco de cache 1 Fixo em ativado Fixo em ativado Fixo em ativado Ativado Desativado Ativado O padrão do storage é 4 KiB Ativado ou desativado Ativado ou desativado 4 KiB, 16 KiB 4.7 Ajuste usando dados de desempenho do storage Coleta de estatísticas de desempenho Os arquivos statecapturedata.txt e performancestatistics.csv, disponibilizados via MDSM, na guia Support (Suporte), como parte de um Pacote de suporte técnico, fornecem dados estatísticos importantes em um formato fácil de ler. A seção a seguir contém alguns dados de amostra do arquivo statecapturedata.txt, além de recomendações de configuração sugeridas com base nas considerações sobre desempenho descritas na seção anterior. Outras informações úteis estão disponíveis pelo perfil do storage. Abra o MDSM e selecione a guia Support View Storage Array Profile (Suporte - Exibir perfil de storage). 1 O guia de CLI do MDSM e o aplicativo SMcli podem usar a terminologia herdada KB para Kilobytes ou 2 10 bytes. Neste informe oficial, o termo SI kibibytes é usado em seu lugar. No entanto, ao formular um comando SMcli, o sufixo KB ainda é necessário. Os padrões IEEE e IEC detalham os prefixos das unidades de medida para múltiplos binários. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 15

16 Antes da coleta das estatísticas de desempenho, a carga de trabalho de E/S em teste deve ser executada. Isso irá garantir a validade das estatísticas de desempenho como parte da etapa de medição do ajuste de desempenho apropriado. Nota: os números mostrados abaixo são provenientes do uso da ferramenta de desempenho Iometer Nível de RAID O arquivo statecapturedata.txt fornece estatísticas em colunas de porcentagem de leitura e gravação para ajudar na seleção do nível de RAID mais apropriado. Na Figura 2, as porcentagens de E/S de leituras e gravações pequenas fornecem informações referentes à distribuição dos tipos de E/S na carga de trabalho testada. Esses dados são especialmente úteis ao utilizar a Tabela : Tamanho de E/S e nível de RAID ideal1 da página 8 para determinar a combinação atual de leitura/gravação dos aplicativos. O nível de RAID escolhido pode afetar o desempenho de E/S. Geralmente, o RAID 1/10 apresenta o melhor desempenho geral, com o custo de disco físico mais alto. Para determinar esse valor, use a distribuição percentual de E/S e o tamanho médio do bloco extraídos dos dados coletados. Esses campos podem ser encontrados nas regiões destacadas da Figura 2 e da Figura 3, respectivamente, para Firmware da primeira e da segunda gerações. Observe que os valores mostrados nessas figuras estão na notação de blocos; o tamanho de bloco da configuração de disco virtual específica consta no arquivo statecapturedata.txt e, quase sempre, é 512 bytes. A E/S média recebida não é o tamanho de E/S que o aplicativo usa, mas sim a que o host envia. Portanto, embora um aplicativo possa tentar enviar E/Ss maiores, a pilha de E/S do host pode reunir ou dividir as E/Ss, conforme for mais apropriado. Consulte a documentação individual do sistema operacional ou do HBA para determinar esses valores. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 16

17 Figura 2: Firmware da primeira geração - nível de RAID. Arquivo: statecapturedata.txt Virtual Disk Unit 0 Configuration Volume Type: 13+1 RAID 5 User Label: MyRAID5_1 Block Size: 512 bytes Large IO: 4096 blocks Segment Size: 256 blocks Stripe Size: 3328 blocks... IO Statistics: small small large large cache reads writes reads writes total hits requests blocks avg blocks IO pct % 6.78% 0.00% 0.00% 0.00% 59.27% IOs stripes /IO clusters /IO reads writes write Full Partial RMW No Parity RMW2 FSWT algorithms Figura 3: Firmware da segunda geração - nível de RAID. Arquivo: statecapturedata.txt Volume 0 Attributes: Volume Type: RAIDVolume User Label: MyRAID10_One... BlockSize: 512 bytes LargeIoSize: 4096 blocks... Perf. Stats: Requests Blocks Avg. Blks IO Percent Reads % Writes % Large Reads % Large Writes % Total % Distribuição de E/S A E/S pode ser caracterizada pela sua distribuição e por seu padrão. Os dois fatores principais para determinar a distribuição de E/S de um aplicativo são a aleatoriedade de E/S e a direção de E/S. A aleatoriedade de E/S indica o grau de sequencialidade e aleatoriedade do acesso aos dados, bem como o padrão desse acesso. A direção de E/S pode ser simplesmente relacionada às Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 17

18 porcentagens de leitura e gravação de E/S, ou seja, a direção que a E/S toma a partir do dispositivo de armazenamento de dados. O padrão de E/S refere-se à maneira estreita como a variação de acesso aos dados sequencial ou aleatório está contida no volume. Ele pode ser puramente aleatório em todo o disco virtual ou aleatório em algumas associações, como um grande arquivo armazenado em um disco virtual comparado a grandes intermitências nãocontíguas de acesso aos dados sequencial, distribuídas aleatoriamente em algumas associações. Cada um desses fatores é um padrão de E/S diferente e possui um caso separado a ser aplicado durante o ajuste do armazenamento de dados. Os dados do arquivo statecapturedata.txt podem ser úteis para determinar essas características. A porcentagem de leitura sequencial pode ser determinada com base na porcentagem do total de acessos ao cache. Se a porcentagem de leitura e a porcentagem de acessos ao cache forem altas, primeiro, considere que o padrão de E/S tende a ser uma E/S mais sequencial. No entanto, como os acessos ao cache não são divididos estatisticamente em leitura e gravação, pode ser necessário realizar alguns testes variáveis com um conjunto de dados representativo se o padrão for desconhecido. Para fluxos do host de E/S de segmento único, esse comportamento pode ser confirmado pela comparação da grandeza de leituras com as estatísticas de busca antecipada de leitura. Nos casos em que se esperam muitas operações de leitura sequencial, é recomendável ativar a busca antecipada de leitura no cache. Se a porcentagem de acessos ao cache é baixa, a tendência é que o aplicativo seja mais aleatório, e a leitura antecipada deverá ser desativada. Porcentagens intermediárias provavelmente indicam intermitências de E/S sequencial, mas não necessariamente representam sua associação à E/S de leitura ou gravação. Mais uma vez, um teste com a leitura avançada ativada e desativada será necessário. No firmware da segunda geração, as estatísticas de segmento, distribuição e busca antecipada foram reorganizadas, conforme observado na Figura 4 a partir da metade inferior da Figura 2. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 18

19 Figura 4: Firmware da segunda geração - divisão das estatísticas de desempenho. Arquivo: statecapturedata.txt *** Performance stats *** Cluster Reads Cluster Writes Stripe Reads Stripe Writes Cache Hits Cache Hit Blks RPA Requests RPA Width RPA Depth Full Writes Partial Writes RMW Writes No Parity Writes Fast Writes Full Stripe WT Tamanho de distribuição Para obter o melhor desempenho, o tamanho de distribuição deve ser sempre maior que o tamanho de E/S máximo executado pelo host. Como já identificado anteriormente, as distribuições devem ser dimensionadas como potências pares de dois. O tamanho de bloco médio pode ser identificado a partir dos dados coletados. Além disso, E/Ss com mais de 2 MiB são consideradas grandes e divididas separadamente de E/Ss menores nas estatísticas. Embora todos os níveis de RAID obtenham os benefícios do ajuste cuidadoso do tamanho da distribuição e do segmento, o RAID 5 e o 6, com seus cálculos de paridade, são os mais confiáveis. In the first generation of firmware (see Figura 5), this can be determined from the Avg. Blocks row which represents the average I/O block size encountered. Em Generation One (Geração um), o campo "Large IO" (E/S grande) representa um bloco 4096 ou tamanho de 2 MiB sem registro de grandes leituras ou gravações durante o período de amostra. Cada host que recebeu E/S com tamanho superior ao tamanho de Large I/O foi dividido em blocos de tamanho menor ou igual ao valor indicado em Large I/O. É extremamente raro que um host envie E/Ss tão grandes. With second generation firmware (see ), the Avg. Figura 6 Blks column represents the average the I/O block size encountered. Na Figura 6, o campo "LargeIoSize" (Tamanho de E/S grande) representa um tamanho de 2 MiB sem registro de grandes leituras ou gravações durante o período de amostra. Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 19

20 Figura 5: Firmware da primeira geração - tamanho da distribuição. Arquivo: statecapturedata txt Virtual Disk Unit 0 Configuration Volume Type: 13+1 RAID 5 User Label: MyRAID5_1 Block Size: 512 bytes Large IO: 4096 blocks Segment Size: 256 blocks Stripe Size: 3328 blocks... IO Statistics: small small large large cache reads writes reads writes total hits requests blocks avg blocks IO pct % 6.78% 0.00% 0.00% 0.00% 59.27% Figura 6: Firmware da segunda geração - estatísticas de desempenho dos atributos de volume; extraídas do volume RAID 1. Arquivo: statecapturedata.txt Volume 0 Attributes: Volume Type: RAIDVolume User Label: MyRAID10_One... BlockSize: 512 bytes LargeIoSize: 4096 blocks... Perf. Stats: Requests Blocks Avg. Blks IO Percent Reads % Writes % Large Reads % Large Writes % Total % Além disso, o arquivo statecapturedata.txt fornece um método mais granular para determinar a distribuição de E/S entre distribuições e segmentos. Na Figura 7 e na Figura 8, o item 1 corresponde ao número de distribuições completas lidas e gravadas, e o item 2 indica o número de clusters ou segmentos completos lidos ou gravados. O valor de distribuições por solicitação de E/S em leituras e gravações também é importante para determinar se a configuração da distribuição ou do segmento é ideal para o padrão de acesso aos dados testado. O firmware da segunda geração não divide especificamente a proporção por E/S da saída de dados como faz o firmware da primeira geração, no entanto, o cálculo pode ser feito manualmente; basta dividir o valor do item 1 ou 2 pelo valor da solicitação de E/S apropriada do item 3 indicado na Figura 8. Na maioria dos casos, o melhor desempenho é obtido com proporções por E/S de segmento e distribuição mais próximos a Tradicionalmente, ao ajustar o máximo de E/Ss por segundo, se a proporção por E/S for alta, o tamanho atual do segmento poderá ser muito pequeno para o aplicativo. Da mesma forma, ao Dezembro de 2008 Revisão A01 Página 20

Avaliação do sistema de armazenamento EMC CLARiiON AX4

Avaliação do sistema de armazenamento EMC CLARiiON AX4 Avaliação do sistema de armazenamento EMC CLARiiON AX4 Relatório elaborado sob contrato com a EMC Corporation Introdução A EMC Corporation contratou a Demartek para realizar uma avaliação prática do novo

Leia mais

Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos

Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Prof. José Gonçalves Dias Neto profneto_ti@hotmail.com Introdução A gerência

Leia mais

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE)

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) Possuir capacidade instalada, livre para uso, de pelo menos 5.2 (cinco ponto dois) TB líquidos em discos SAS/FC de no máximo 600GB 15.000RPM utilizando RAID 5 (com no

Leia mais

O que é RAID? Tipos de RAID:

O que é RAID? Tipos de RAID: O que é RAID? RAID é a sigla para Redundant Array of Independent Disks. É um conjunto de HD's que funcionam como se fosse um só, isso quer dizer que permite uma tolerância alta contra falhas, pois se um

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE DESASTRES INTELIGENTE DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

RECUPERAÇÃO DE DESASTRES INTELIGENTE DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RECUPERAÇÃO DE DESASTRES INTELIGENTE DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em disco totalmente

Leia mais

ARMAZENAMENTO E COMPUTAÇÃO

ARMAZENAMENTO E COMPUTAÇÃO EMC SCALEIO SAN de servidor convergente definida por software PRINCÍPIOS BÁSICOS Apenas software Arquitetura convergida de camada única Capacidade de expansão linear Desempenho e capacidade sob demanda

Leia mais

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes.

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes. SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO Características Técnicas: 1.1 Deverá ser ofertada Solução de Storage com capacidade mínima de 100 TB (cem Terabyte) líquido, sendo 80TB (oitenta Terabytes)

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Operacionais

Fundamentos de Sistemas Operacionais Fundamentos de Sistemas Operacionais Aula 16: Entrada e Saída: Estudo de Caso Diego Passos Última Aula Software de Entrada e Saída. Subsistema de E/S. Conjunto de camadas de abstração para realização de

Leia mais

Nível 3 Sistema Operacional

Nível 3 Sistema Operacional Nível 3 Sistema Operacional Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Tecnologia de Análise e Desenvolvimento de Sistemas Organização de Computadores Prof. André Luiz 1 Nível

Leia mais

Família Dell PowerVault MD. Armazenamento. modular. A família de storage Dell PowerVault MD

Família Dell PowerVault MD. Armazenamento. modular. A família de storage Dell PowerVault MD Família Dell PowerVault MD Armazenamento modular A família de storage Dell PowerVault MD Família Dell PowerVault MD A escolha acessível A família Dell PowerVault MD é uma escolha de armazenamento acessível

Leia mais

6 - Gerência de Dispositivos

6 - Gerência de Dispositivos 1 6 - Gerência de Dispositivos 6.1 Introdução A gerência de dispositivos de entrada/saída é uma das principais e mais complexas funções do sistema operacional. Sua implementação é estruturada através de

Leia mais

O EMC XTREMCACHE ACELERA O ORACLE

O EMC XTREMCACHE ACELERA O ORACLE White paper O EMC XTREMCACHE ACELERA O ORACLE EMC XtremSF, EMC XtremCache, EMC VNX, EMC FAST Suite, Oracle Database 11g O XtremCache estende o flash ao servidor O FAST Suite automatiza a inserção do armazenamento

Leia mais

DELL POWERVAULT SÉRIE MD ARMAZENAMENTO DE DADOS MODULAR ARMAZENAMENTO DE DADOS DELL POWERVAULT SÉRIE MD

DELL POWERVAULT SÉRIE MD ARMAZENAMENTO DE DADOS MODULAR ARMAZENAMENTO DE DADOS DELL POWERVAULT SÉRIE MD ARMAZENAMENTO DE DADOS MODULAR ARMAZENAMENTO DE DADOS DELL POWERVAULT SÉRIE MD Simplificação da TI O Dell série MD pode simplificar a TI, otimizando sua arquitetura de armazenamento de dados e garantindo

Leia mais

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários.

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários. Os sistemas computacionais atuais permitem que diversos programas sejam carregados na memória e executados simultaneamente. Essa evolução tornou necessário um controle maior na divisão de tarefas entre

Leia mais

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Gerência de Memória Secundária. Prof. Valeria M. Bastos 18/06/2012 Prof. Antonio Carlos Gay Thomé

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Gerência de Memória Secundária. Prof. Valeria M. Bastos 18/06/2012 Prof. Antonio Carlos Gay Thomé UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade IV Gerência de Memória Secundária Prof. Valeria M. Bastos 18/06/2012 Prof. Antonio Carlos Gay Thomé 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Gerência de Entrada e Saída Gerência

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

Relatório de teste em Ambiente de Cluster OpenVMS

Relatório de teste em Ambiente de Cluster OpenVMS Compaq OpenVMS e Digital Networks Relatório de teste em Ambiente de Cluster OpenVMS 14 de agosto de 2001 1 Resumo executivo Testes foram realizados com equipamentos Digital Networks (DNmultilayer 1200

Leia mais

HP StorageWorks P2000 G3 Modular Smart Array

HP StorageWorks P2000 G3 Modular Smart Array HP StorageWorks P2000 G3 Modular Smart Array Crescimento do Armazenamento Empresas de pequeno e médio porte estão enfrentando diversos problemas relacionados a armazenamento, pois a capacidade interna

Leia mais

Níveis de RAID - RAID 0

Níveis de RAID - RAID 0 RAID RAID é acrônimo para Redundant Array of Inexpensive Disks. Este arranjo é usado como um meio para criar um subsistema de unidade de disco, rápido e confiável, através de discos individuais. RAID é

Leia mais

Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos

Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos Sistema de Arquivos Arquivos Espaço contíguo de armazenamento Armazenado em dispositivo secundário Estrutura Nenhuma: seqüência de bytes Registros, documentos,

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Entrada e Saída Drivers e s Norton Trevisan Roman Marcelo Morandini Jó Ueyama Apostila baseada nos trabalhos de Kalinka Castelo Branco, Antônio Carlos Sementille, Luciana A. F. Martimiano

Leia mais

Hitachi Unified Storage. Família HUS 100. Henrique Leite! henrique.leite@hds.com! Tuesday, 4 de September de 12! Solutions Consultant!

Hitachi Unified Storage. Família HUS 100. Henrique Leite! henrique.leite@hds.com! Tuesday, 4 de September de 12! Solutions Consultant! Hitachi Unified Storage Família HUS 100 Henrique Leite! Solutions Consultant! henrique.leite@hds.com! Tuesday, 4 de September de 12! 1 Hitachi Data Systems 2011. All rights reserved. AGENDA Direção do

Leia mais

Estudo de Caso 2: Windows Vista

Estudo de Caso 2: Windows Vista Faculdades Integradas de Mineiros Curso de Sistemas de Informação Sistemas Operacionais II Estudo de Caso 2: Windows Vista Grupo 4 Helder / Wagner / Frantyeis Junho/2010 O Windows usa uma estratégia Just-In-Time

Leia mais

Tecnologia PCI express. Introdução. Tecnologia PCI Express

Tecnologia PCI express. Introdução. Tecnologia PCI Express Tecnologia PCI express Introdução O desenvolvimento de computadores cada vez mais rápidos e eficientes é uma necessidade constante. No que se refere ao segmento de computadores pessoais, essa necessidade

Leia mais

nforce Serie 600i Recursos e Benefícios - MCP NVIDIA nforce 680i SLI

nforce Serie 600i Recursos e Benefícios - MCP NVIDIA nforce 680i SLI Recursos e Benefícios - MCP NVIDIA nforce 680i SLI Projetados para entusiastas Os processadores para mídia e comunicações (MCPs) NVIDIA nforce 680i SLI proporcionam as ferramentas e o desempenho que os

Leia mais

Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20

Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20 Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20 Relatório elaborado sob contrato com a EMC Corporation Introdução A EMC Corporation contratou a Demartek para realizar uma avaliação

Leia mais

Por que os administradores de sistema devem estar atentos ao desempenho de virtualização e armazenamento

Por que os administradores de sistema devem estar atentos ao desempenho de virtualização e armazenamento Por que os administradores de sistema devem estar atentos ao desempenho de virtualização e armazenamento 2013, SolarWinds Worldwide, LLC. Todos os direitos reservados. É importante que os administradores

Leia mais

Permitir a recuperação de sistemas de arquivo inteiros de uma só vez

Permitir a recuperação de sistemas de arquivo inteiros de uma só vez Backups Os backups tem dois objetivos principais: Permitir a recuperação de arquivos individuais Permitir a recuperação de sistemas de arquivo inteiros de uma só vez O primeiro objetivo é a base do típico

Leia mais

Capítulo 5 Gerência de Dispositivos

Capítulo 5 Gerência de Dispositivos DCA-108 Sistemas Operacionais Luiz Affonso Guedes www.dca.ufrn.br/~affonso affonso@dca.ufrn.br Capítulo 5 Gerência de Dispositivos Luiz Affonso Guedes 1 Luiz Affonso Guedes 2 Conteúdo Caracterização dos

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais 4º Período

Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais 4º Período Sistemas de Informação Sistemas Operacionais 4º Período SISTEMA DE ARQUIVOS SUMÁRIO 7. SISTEMA DE ARQUIVOS: 7.1 Introdução; 7.2 s; 7.3 Diretórios; 7.4 Gerência de Espaço Livre em Disco; 7.5 Gerência de

Leia mais

Sistema Integrado de Administração de Materiais e Serviços - SIAD Catálogo de Materiais e Serviços - CATMAS SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE)

Sistema Integrado de Administração de Materiais e Serviços - SIAD Catálogo de Materiais e Serviços - CATMAS SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) Storage O subsistema de armazenamento de dados deverá ser do tipo bloco, disponibilizando nativamente componentes de hardware para armazenamento baseado em bloco, com

Leia mais

RAID Redundat Arrays of Inexpensive Disks

RAID Redundat Arrays of Inexpensive Disks RAID Redundat Arrays of Inexpensive Disks Criado em alternativa para os discos grandes e caros. Justificativa: Substituindo discos grandes por muitos discos pequenos, o desempenho melhoraria mais cabeças

Leia mais

Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga. Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009

Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga. Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009 Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009 Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes

Leia mais

PROPOSIÇÃO DE VALOR:

PROPOSIÇÃO DE VALOR: Caro Cliente, Na economia atual, você não pode permitir ineficiências ou sobreprovisionamento de nenhum recurso - recursos inativos custam dinheiro, recursos mal utilizados custam oportunidades. Você precisa

Leia mais

CA Nimsoft Monitor Snap

CA Nimsoft Monitor Snap CA Nimsoft Monitor Snap Guia de Configuração do Meu Monitor do SQL Server mysql série 1.4 Avisos legais Copyright 2013, CA. Todos os direitos reservados. Garantia O material contido neste documento é fornecido

Leia mais

Parâmetros de configuração válidos para todos os clientes na conexão entre redes.

Parâmetros de configuração válidos para todos os clientes na conexão entre redes. DHCP - 1 Introdução aos servidores DHCP Um servidor de protocolo de configuração dinâmica de hosts (DHCP, Dinamic Host Configuration Protocol) é um computador que está executando o Windows NT Server, o

Leia mais

Balanceamento de carga: Conceitos básicos

Balanceamento de carga: Conceitos básicos Balanceamento de carga: Conceitos básicos Introdução A tecnologia de balanceamento de carga está viva e está bem; de fato, ela é a base sobre a qual operam os application delivery controller (ADCs). A

Leia mais

Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe

Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe Pentium 4 Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe O Pentium 4 é um descendente direto da CPU 8088 usada no IBM PC original. O primeiro Pentium 4 foi lançado em novembro de 2000 com uma CPU de 42 milhõcs

Leia mais

Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS)

Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS) Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS) Hoje é fundamental para as empresas poder contar com recursos de comunicação, mobilidade, flexibilidade

Leia mais

É possível ganhar até 20% de desempenho simplesmente com o uso dos parâmetros corretos nos sistemas de arquivos sobre RAID.

É possível ganhar até 20% de desempenho simplesmente com o uso dos parâmetros corretos nos sistemas de arquivos sobre RAID. Parâmetros de sistemas de arquivos para otimizar RAID CAPA RAID ótimo É possível ganhar até 20% de desempenho simplesmente com o uso dos parâmetros corretos nos sistemas de arquivos sobre RAID. por Ben

Leia mais

Desmistificando a desduplicação de dados para backup com o Dell DR4000

Desmistificando a desduplicação de dados para backup com o Dell DR4000 Desmistificando a desduplicação de dados para backup com o Dell DR4000 Este informe oficial técnico da Dell explica como a desduplicação de dados com o DR4000 pode ajudar a sua organização a economizar

Leia mais

Curso Técnico de Nível Médio

Curso Técnico de Nível Médio Curso Técnico de Nível Médio Disciplina: Informática Básica 3. Software Prof. Ronaldo Software Formado por um conjunto de instruções (algoritmos) e suas representações para o

Leia mais

PROTEÇÃO DE MÁQUINA VIRTUAL VMWARE DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

PROTEÇÃO DE MÁQUINA VIRTUAL VMWARE DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC PROTEÇÃO DE MÁQUINA VIRTUAL VMWARE DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC O PowerVault DL2000 baseado na tecnologia da Symantec Backup Exec oferece a única solução de backup em disco totalmente

Leia mais

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles FAMÍLIA EMC VPLEX Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles GARANTINDO DISPONIBILIDADE CONTÍNUA E MOBILIDADE DE DADOS PARA APLICATIVOS ESSENCIAIS A infraestrutura de armazenamento

Leia mais

O RAID foi proposto em 1988 por David A. Patterson, Garth A. Gibson e Randy H. Katz na publicação "Um

O RAID foi proposto em 1988 por David A. Patterson, Garth A. Gibson e Randy H. Katz na publicação Um AID - Wikipédia, a enciclopédia livre de 10 5/10/2009 16:30 Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Redundant Array of Independent Drives, também denominado Redundant Array of Inexpensive Drives ou mais

Leia mais

2 Trabalhos Relacionados

2 Trabalhos Relacionados 2 Trabalhos Relacionados Nesse capítulo, apresentamos os trabalhos relacionados ao GridFS, entrando em mais detalhes sobre os sistemas citados durante a introdução e realizando algumas considerações sobre

Leia mais

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa.

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa. CLUSTERS Pode-se pegar uma certa quantidade de servidores e juntá-los para formar um cluster. O serviço então é distribuído entre esses servidores como se eles fossem uma máquina só. Um cluster de servidores

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 SISTEMA DE INTERCONEXÃO (BARRAMENTOS) Prof. Luiz Gustavo A. Martins Arquitetura de von Newmann Componentes estruturais: Memória Principal Unidade de Processamento Central

Leia mais

Há dois tipos de configurações bidirecionais usados na comunicação em uma rede Ethernet:

Há dois tipos de configurações bidirecionais usados na comunicação em uma rede Ethernet: Comunicação em uma rede Ethernet A comunicação em uma rede local comutada ocorre de três formas: unicast, broadcast e multicast: -Unicast: Comunicação na qual um quadro é enviado de um host e endereçado

Leia mais

QUESTIONAMENTOS ACERCA DO EDITAL DO PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 22/2015 - BNDES. Em resposta aos questionamentos formulados, o BNDES esclarece:

QUESTIONAMENTOS ACERCA DO EDITAL DO PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 22/2015 - BNDES. Em resposta aos questionamentos formulados, o BNDES esclarece: QUESTIONAMENTOS ACERCA DO EDITAL DO PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 22/2015 - BNDES Prezado(a) Senhor(a), Em resposta aos questionamentos formulados, o BNDES esclarece: 1. Com relação ao item: 8.1.9. Os 2 (dois)

Leia mais

Manual de instalação do NVIDIA RAID

Manual de instalação do NVIDIA RAID Manual de instalação do NVIDIA RAID 1. Manual de instalação do NVIDIA BIOS RAID... 2 1.1 Introdução ao RAID... 2 1.2 Precauções a ter com as configurações do RAID... 3 1.3 Criar o disposição de um disco...

Leia mais

Guia de Introdução ao Symantec Protection Center. Versão 2.0

Guia de Introdução ao Symantec Protection Center. Versão 2.0 Guia de Introdução ao Symantec Protection Center Versão 2.0 Guia de Introdução ao Symantec Protection Center O software descrito neste documento é fornecido sob um contrato de licença e pode ser usado

Leia mais

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Texto Técnico 005/2013 TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Parte 05 0 Vamos finalizar o tema Trabalho com Grandes Montagens apresentando os melhores recursos e configurações de hardware para otimizar a abertura

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

ARQUITETURA TRADICIONAL

ARQUITETURA TRADICIONAL INTRODUÇÃO Atualmente no universo corporativo, a necessidade constante de gestores de tomar decisões cruciais para os bons negócios das empresas, faz da informação seu bem mais precioso. Nos dias de hoje,

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

Especificação Técnica

Especificação Técnica Especificação Técnica Última atualização em 31 de março de 2010 Plataformas Suportadas Agente: Windows XP e superiores. Customização de pacotes de instalação (endereços de rede e dados de autenticação).

Leia mais

Funções de um SO. Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção

Funções de um SO. Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção Sistemas de Arquivos Funções de um SO Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção 2 Sistemas Operacionais Necessidade de Armazenamento Grandes quantidades

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 4 SUPORTE AO SISTEMA OPERACIONAL Prof. Luiz Gustavo A. Martins Sistema Operacional (S.O.) Programa responsável por: Gerenciar os recursos do computador. Controlar a execução

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V 1- Visão Geral Neste manual você aprenderá a instalar e fazer a configuração inicial do seu firewall Netdeep

Leia mais

Manual de Utilização

Manual de Utilização Se ainda tiver dúvidas entre em contato com a equipe de atendimento: Por telefone: 0800 642 3090 Por e-mail atendimento@oisolucoespraempresas.com.br Introdução... 3 1. O que é o programa Oi Backup Empresarial?...

Leia mais

BIG-IP Gerenciamento de Tráfego de Aplicativos. Guia de Dimensionamento da Plataforma Versão 9.2.2

BIG-IP Gerenciamento de Tráfego de Aplicativos. Guia de Dimensionamento da Plataforma Versão 9.2.2 BIG-IP Gerenciamento de Tráfego de Aplicativos Guia de Dimensionamento da Plataforma Versão 9.2.2 Guia de Dimensionamento da Plataforma Resumo de Recomendação de Plataformas Plataformas 8400, 6800 e 6400

Leia mais

Introdução à Computação: Sistemas de Computação

Introdução à Computação: Sistemas de Computação Introdução à Computação: Sistemas de Computação Beatriz F. M. Souza (bfmartins@inf.ufes.br) http://inf.ufes.br/~bfmartins/ Computer Science Department Federal University of Espírito Santo (Ufes), Vitória,

Leia mais

Arquitetura e Organização de Computadores

Arquitetura e Organização de Computadores Arquitetura e Organização de Computadores Entrada/Saída Material adaptado, atualizado e traduzido de: STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5ª edição Problemas Entrada/Saída Grande

Leia mais

ROM-BIOS Inicialização Sistemas de Arquivos Formatação

ROM-BIOS Inicialização Sistemas de Arquivos Formatação ROM-BIOS Inicialização Sistemas de Arquivos Formatação 1 ROM-BIOS ROM-BIOS Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída). O termo é incorretamente conhecido como: Basic Integrated Operating

Leia mais

Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos

Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Necessidade de máquinas com alta capacidade de computação Aumento do clock => alta dissipação de calor Velocidade limitada dos circuitos => velocidade da

Leia mais

Guia de Instalação do Backup Exec Cloud Storage para Nirvanix. Versão 1.0

Guia de Instalação do Backup Exec Cloud Storage para Nirvanix. Versão 1.0 Guia de Instalação do Backup Exec Cloud Storage para Nirvanix Versão 1.0 Guia de Instalação do Backup Exec Cloud Storage para Nirvanix O software descrito neste livro é fornecido sob um contrato de licença

Leia mais

Sistemas Operacionais Carlos Eduardo Portela Serra de Castro

Sistemas Operacionais Carlos Eduardo Portela Serra de Castro Introdução Sistemas Operacionais 1 Sistema Operacional: Um conjunto de programas, executado pelo computador como os outros programas. Função: Controlar o funcionamento do computador, disponibilizando seus

Leia mais

IBM Security SiteProtector System Guia de Instalação

IBM Security SiteProtector System Guia de Instalação IBM Security IBM Security SiteProtector System Guia de Instalação Versão 3.0 Nota Antes de usar estas informações e o produto suportado por elas, leia as informações em Avisos na página 71. Esta edição

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

Dell Server PRO Management Pack 4.0 para o Microsoft System Center Virtual Machine Manager Guia de instalação

Dell Server PRO Management Pack 4.0 para o Microsoft System Center Virtual Machine Manager Guia de instalação Dell Server PRO Management Pack 4.0 para o Microsoft System Center Virtual Machine Manager Guia de instalação Notas, avisos e advertências NOTA: uma NOTA indica informações importantes que ajudam você

Leia mais

Sistemas Tolerantes a Falhas

Sistemas Tolerantes a Falhas Sistemas Tolerantes a Falhas Ténicas de TF para Diversidade de Dados Prof. Jó Ueyama 1 Introdução A diversidade de dados vem complementar as técnicas de diversidade vistas até agora A diversidade de dados

Leia mais

PANORAMA. O Panorama fornece gerenciamento centralizado de políticas e dispositivos em uma rede de firewalls de próxima geração da Palo Alto Networks.

PANORAMA. O Panorama fornece gerenciamento centralizado de políticas e dispositivos em uma rede de firewalls de próxima geração da Palo Alto Networks. PANORAMA O Panorama fornece gerenciamento centralizado de políticas e dispositivos em uma rede de firewalls de próxima geração da Palo Alto Networks. Exiba um resumo gráfico dos aplicativos na rede, os

Leia mais

CA Nimsoft Monitor. Guia do Probe Monitoramento de conectividade de rede. net_connect série 3.0

CA Nimsoft Monitor. Guia do Probe Monitoramento de conectividade de rede. net_connect série 3.0 CA Nimsoft Monitor Guia do Probe Monitoramento de conectividade de rede net_connect série 3.0 Aviso de copyright do CA Nimsoft Monitor Este sistema de ajuda online (o Sistema ) destina-se somente para

Leia mais

Teste de Qualidade Web based para Banda Larga FAQs

Teste de Qualidade Web based para Banda Larga FAQs Teste de Qualidade Web based para Banda Larga FAQs Pergunta O que é o teste de velocidade? Quem é o público alvo? O que oferece? Como funciona? Por onde é o acesso? Resposta Um teste de qualidade de banda

Leia mais

Ajuste fino. OMonitor de Desempenho no Windows. Exchange e Active Directory

Ajuste fino. OMonitor de Desempenho no Windows. Exchange e Active Directory Ajuste fino Desempenho pode ser um problema se executados serviços como SharePoint, Exchange, ou SQL em um servidor Windows de uma só vez. Felizmente, algumas ferramentas podem ajudar os administradores

Leia mais

Gerência de Redes de Computadores. 05 Gerência de Hospedeiros (Hosts)

Gerência de Redes de Computadores. 05 Gerência de Hospedeiros (Hosts) Gerência de Redes de Computadores 05 Gerência de Hospedeiros (Hosts) UFCG / DSC / JPS * 05 GERÊNCIA DE HOSPEDEIROS 1 TIPOS DE HOSPEDEIROS DOIS TIPOS DE HOSPEDEIROS o Servidores o Estações Clientes HÁ GRANDE

Leia mais

SW DE E/S INDEPENDENTE DE DISPOSITIVO

SW DE E/S INDEPENDENTE DE DISPOSITIVO SOFTWARE AO NÍVEL DO USUÁRIO SOFTWARE INDEPENDENTE DE DISPOSITIVOS ACIONADORES DE DISPOSITIVOS (DRIVERS) TRATAMENTO DE INTERRUPÇÕES HARDWARE FUNÇÕES: INTERFACE UNIFORME PARA OS DRIVERS USO DE BUFFERS INFORMAÇÃO

Leia mais

Infraestrutura de Hardware. Memória Virtual

Infraestrutura de Hardware. Memória Virtual Infraestrutura de Hardware Memória Virtual Perguntas que Devem ser Respondidas ao Final do Curso Como um programa escrito em uma linguagem de alto nível é entendido e executado pelo HW? Qual é a interface

Leia mais

Java de missão crítica. Um artigo técnico da Oracle

Java de missão crítica. Um artigo técnico da Oracle Java de missão crítica Um artigo técnico da Oracle Java de missão crítica A família de produtos Oracle JRockit é um portfólio abrangente de soluções de tempo de execução de Java que aproveita a JVM básica

Leia mais

Tecnologia de armazenamento Intel (Intel RST) RAID 0, 1, 5, 10, Matrix RAID, RAID -Pronto

Tecnologia de armazenamento Intel (Intel RST) RAID 0, 1, 5, 10, Matrix RAID, RAID -Pronto Tecnologia de armazenamento Intel (Intel RST) RAID 0, 1, 5, 10, Matrix RAID, RAID -Pronto RAID 0 (striping) RAID 0 utiliza os recursos de leitura/gravação duas ou mais unidades de disco trabalhando em

Leia mais

Serviço HP StoreEasy 1000/3000 and X1000/3000 Network Storage Solution Installation and Startup

Serviço HP StoreEasy 1000/3000 and X1000/3000 Network Storage Solution Installation and Startup Serviço HP StoreEasy 1000/3000 and X1000/3000 Network Storage Solution Installation and Startup HP Technology Services O serviço HP StoreEasy 1000/3000 and X1000/3000 Network Storage Solution fornece a

Leia mais

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Sistemas Operacionais 2014 Introdução Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Roteiro Sistemas Operacionais Histórico Estrutura de SO Principais Funções do SO Interrupções Chamadas de Sistema

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES 1 Conteúdo 1. LogWeb... 3 2. Instalação... 4 3. Início... 6 3.1 Painel Geral... 6 3.2 Salvar e Restaurar... 7 3.3 Manuais... 8 3.4 Sobre... 8 4. Monitoração... 9 4.1 Painel Sinóptico...

Leia mais

Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade

Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade Leonardo Antônio dos Santos¹ Orientadora Prof. Esp. Sabrina Vitório Oliveira Sencioles¹ Co-orientador M.Sc. Pedro Eugênio Rocha² ¹Faculdades

Leia mais

O TRAFip é uma poderosa ferramenta de coleta e caracterização de tráfego de rede IP, que vem resolver esse problema de forma definitiva.

O TRAFip é uma poderosa ferramenta de coleta e caracterização de tráfego de rede IP, que vem resolver esse problema de forma definitiva. Não há dúvida de que o ambiente de rede está cada vez mais complexo e que sua gestão é um grande desafio. Nesse cenário, saber o que está passando por essa importante infraestrutura é um ponto crítico

Leia mais

TRANSFORME SUA INFRAESTRUTURA DE BANCO DE DADOS

TRANSFORME SUA INFRAESTRUTURA DE BANCO DE DADOS TRANSFORME SUA INFRAESTRUTURA DE BANCO DE DADOS Bancos de dados como Oracle e SQL Server demandam latência consistentemente baixa e um desempenho excepcional de I/O para responder instantaneamente a consultas/transações

Leia mais

FAMÍLIA EMC RECOVERPOINT

FAMÍLIA EMC RECOVERPOINT FAMÍLIA EMC RECOVERPOINT Solução econômica para proteção de dados e recuperação de desastres local e remota FUNDAMENTOS Maximize a proteção de dados de aplicativos e a recuperação de desastres Proteja

Leia mais

Rede de Computadores II

Rede de Computadores II Slide 1 Técnicas para se alcançar boa qualidade de serviço Reserva de recursos A capacidade de regular a forma do tráfego oferecido é um bom início para garantir a qualidade de serviço. Mas Dispersar os

Leia mais

Admistração de Redes de Computadores (ARC)

Admistração de Redes de Computadores (ARC) Admistração de Redes de Computadores (ARC) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - Campus São José Prof. Glauco Cardozo glauco.cardozo@ifsc.edu.br RAID é a sigla para Redundant

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

VTP VLAN TRUNKING PROTOCOL

VTP VLAN TRUNKING PROTOCOL VTP VLAN TRUNKING PROTOCOL VLAN Trunking Protocol O VLAN Trunking Protocol (VTP) foi criado pela Cisco (proprietário) para resolver problemas operacionais em uma rede comutada com VLANs. Só deve ser utilizado

Leia mais

1º Estudo Dirigido. Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais

1º Estudo Dirigido. Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais 1º Estudo Dirigido Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais 1. Defina um sistema operacional de uma forma conceitual correta, através de suas palavras. R: Sistemas Operacionais são programas de

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Sistema de Entrada/Saída - Redundant Array of Independent Disks 0 - Matriz de Discos sem Tolerância a Falhas 1 - Espelhamento 2 - Código de Hamming 3 - Transferência Paralela

Leia mais

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas O conteúdo deste documento tem como objetivos geral introduzir conceitos mínimos sobre sistemas operacionais e máquinas virtuais para posteriormente utilizar

Leia mais

CA ARCserve Backup. Visão geral

CA ARCserve Backup. Visão geral INFORME DE PRODUTO: CA ARCSERVE BACKUP R12.5 CA ARCserve Backup CA ARCSERVE BACKUP, O PRODUTO DE ALTA PERFORMANCE, LÍDER DA INDÚSTRIA DE PROTEÇÃO DE DADOS, COMBINA TECNOLOGIA INOVADORA DE ELIMINAÇÃO DE

Leia mais

EA960 Redundância e Confiabilidade: RAID

EA960 Redundância e Confiabilidade: RAID EA960 Redundância e Confiabilidade: RAID Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Prof. Levy Boccato 1 Motivação Revisitando a lei de Amdahl:

Leia mais

IBM System Storage DCS3700

IBM System Storage DCS3700 DCS3700 Maximiza o desempenho, a escalabilidade e a densidade de armazenamento a um preço acessível Destaques Ganhar recursos de armazenamento denso altamente disponíveis e rápidos a um preço acessível

Leia mais