PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS. Responsável Técnico:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS. Responsável Técnico:"

Transcrição

1 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS VIGÊNCIA: DE 201 à DE 20. Empresa: Responsável Técnico:

2 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA RUA ACRE,161 - Bairro: NOSSA SRA DAS GRAÇAS Cidade: MANAUS UF: AM Telefone: Responsável Legal: CARLOS ALBERTO SOLTO MAIOR CONDE Período: 01/2019 Até 01/2020 Responsável Técnico ENG. DE SEG. DO TRABALHO - NÚBIA DE SOUZA LEÃO CREA: 26353/D-AM Página: 1 de 29

3 Sumário CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA INTRODUÇÃO OBJETIVO CONSTITUIÇÃO DA CIPA CONSTITUIÇÃO DO SESMT CONCEITOS BÁSICOS ESTRUTURA DO PROGRAMA Planejamento Anual Estratégias e Metodologia de Ação Registro e Informes Legais DESENVOLVIMENTO DO PPRA Antecipação dos Riscos Reconhecimento dos Riscos Ambientais Avaliação Quantitativa dos Riscos RECURSOS NECESSÁRIOS Recursos Humanos Recursos Materiais Níveis de Pressão Sonora Níveis de Exposição ao Calor Agentes Químicos Agentes Biológicos Físico - Umidade Físico - Frio Físico - Radiações Ionizantes Físico - Radiações Não Ionizantes Físico - Vibrações DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES DO PPRA ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES E METAS DA AVALIAÇÃO E CONTROLE AVALIAÇÃO DOS RISCOS E DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES Estrutura do PPRA Número de Avaliações MEDIDAS DE CONTROLE Página: 2 de 29

4 Medidas de Proteção Coletiva Utilização de EPI MONITORAMENTO REGISTRO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES São Responsabilidades da Direção da Empresa São Responsabilidades dos Funcionários: MEDIDAS IMPLANTADAS PELA EMPRESA MEDIDAS ADICIONAIS DE SEGURANÇA DISPOSIÇÕES FINAIS ANEXO A - Relacionamento Setor x Função x Posto de Trabalho ANEXO B Reconhecimento de Risco ANEXO C Avaliações Quantitativas e Qualitativas de Riscos ANEXO D Tabela de Equipamento de Proteção Individual EPI ANEXO E Tabela de Equipamentos de Proteção Coletiva EPC ANEXO F Cronograma de Ações ANEXO G Certificados de Calibração RESPONSABILIDADE TÉCNICA Página: 3 de 29

5 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA IDENTIFICAÇÃO: Empresa: CNPJ/CEI: / Atividade Empresa: Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns Grau Risco: 2 CNAE: Endereço: RUA ACRE, 161 Bairro: NOSSA SRA DAS GRAÇAS Cidade: MANAUS UF: AM Telefone: (92) / Site: Nº TOTAL DE FUNCIONÁRIOS Homens Maiores: 8 Homens Menores: 0 Mulheres Maiores: 7 Mulheres Menores: 0 TOTAL: 15 PERÍODOS DE TRABALHO 05:00 as 13:20 (Domingo a Domingo) 05:30 as 13:50 (Domingo a Domingo) 13:00 as 21:20 (Domingo a Domingo) Com intervalo de uma hora para as refeições. Página: 4 de 29

6 01.0-INTRODUÇÃO O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da Empresa no campo de preservação da saúde e da integridade física dos trabalhadores, devendo estar articulado com as demais Normas de Segurança e Medicina do Trabalho, em particular com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO. Este programa foi elaborado de acordo com as diretrizes da Norma Regulamentadora - NR 09, Portaria de 08/06/1978 do MTE OBJETIVO Garantir um ambiente de trabalho saudável e seguro para seus colaboradores, fornecendo parâmetros legais e técnicos considerando a preservação da saúde e da integridade física dos trabalhadores através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho. Promover a melhoria permanente dos ambientes de trabalho, visando criar condições favoráveis ao desempenho das atividades profissionais, pavimentando o caminho para atingir a excelência em qualidade e produtividade. Difundir a mentalidade prevencionista entre todos os níveis hierárquicos da empresa, gerando o comprometimento das pessoas envolvidas, com a aplicação, manutenção e melhoria das medidas de controle dos agentes ambientais. Em consonância, o PCMSO Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional deverá estar baseado nas informações contidas no PPRA, ou seja, o reconhecimento e avaliação dos riscos que servirão de base para a reavaliação e implantação de novas ações no PCMSO CONSTITUIÇÃO DA CIPA De acordo com o Quadro I da NR 05, que vem tratar do dimensionamento da CIPA, feito de acordo com a quantidade de funcionários e CNAE, concluiu-se que, a empresa não tem a obrigatoriedade de constituir a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Porém deve designar um responsável pelo cumprimento desta NR. Página: 5 de 29

7 04.0-CONSTITUIÇÃO DO SESMT De acordo com o Quadro II da NR 04, que vem tratar do dimensionamento do SESMT, feito de acordo com a quantidade de funcionários, e grau de risco, concluiu-se que, a empresa não tem a obrigatoriedade de constituir o SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) CONCEITOS BÁSICOS Para melhor compreensão do conteúdo do PPRA, estão definidos, a seguir, alguns conceitos básicos: Agentes Físicos: Diversas formas de energias a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações não ionizantes, radiações ionizantes, infrassom e ultrassom. Agentes Químicos: Substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeira, fumos, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão. Agentes Biológicos: Bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros. Risco de Acidente: É a situação imprevista indesejável, instantânea ou não relacionada no exercício trabalho que provoca lesão pessoal ou de que decorre risco próximo ou remoto desta lesão. Risco Ergonômico: É o esforço físico, levantamento de peso, postura inadequada, controle rígido de produtividade, situação de estresse, trabalhos em período noturno, jornada de trabalho prolongada, monotonia e repetitividade, imposição de rotina intensa. Risco Potencial: Probabilidade de ocorrência de algum evento indesejado, no caso, dano à saúde. Não há evidência concreta de que o problema esteja ocorrendo. Risco Evidente: Apesar de ainda não ter sido realizada avaliação quantitativa, há fortes indícios e evidências de que o dano esteja ocorrendo. do Página: 6 de 29

8 06.0-ESTRUTURA DO PROGRAMA A Estrutura do PPRA é mostrada a seguir: 06.1-Planejamento Anual O planejamento anual das atividades do PPRA será executado conforme planilha apresentada no Anexo F Estratégias e Metodologia de Ação Para a implantação e desenvolvimento do PPRA serão adotadas as seguintes atividades: Conhecimento das atividades desenvolvidas e processos de trabalho. Definição de Estratégia de amostragem e metodologia a ser aplicada para avaliação de cada um dos agentes identificados. A implementação do PPRA deverá ser acompanhada de divulgação e disposição de informações Registro e Informes Legais Avaliações, qualitativas e quantitativas, realizadas no período de vigência do PPRA serão devidamente registradas no anexo B e C respectivamente DESENVOLVIMENTO DO PPRA 07.1-Antecipação dos Riscos Avaliação Qualitativa Todos os projetos de novas instalações, métodos ou processos de trabalho, ou de modificações nos processos já existentes, deverão ser analisados conjuntamente pelas áreas envolvidas e pelo SESMT Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, visando identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para a sua redução ou eliminação Reconhecimento dos Riscos Ambientais Avaliação Qualitativa Com a finalidade de identificar riscos potenciais a saúde, torna-se necessário seguir as seguintes etapas para o reconhecimento dos riscos ambientais: a) Identificação dos riscos; Página: 7 de 29

9 b) Determinação e localização das possíveis fontes geradoras; c) Identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no ambiente de trabalho; d) Identificação das funções e determinação do número de trabalhadores expostos; e) Caracterização das atividades e o tipo de exposição; f) Obtenção de dados existentes na empresa, indicativos de possível comprometimento da saúde decorrente do trabalho; g) Determinar os possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados disponíveis na literatura técnica; h) Descrição das medidas de controle existentes. O Resultado da Antecipação e Reconhecimento dos Riscos estão apresentad s no Anexo B e C Avaliação Quantitativa dos Riscos A avaliação quantitativa será realizada sempre que necessária para: a) Comprovar o controle de exposição ou a inexistência dos riscos identificados na etapa de reconhecimento. b) Dimensionar a exposição dos trabalhadores. c) Subsidiar o equacionamento das medidas de controle. C. O Resultado da Avaliação Quantitativa dos Riscos Ambientais está apresentado no Anexo 08.0-RECURSOS NECESSÁRIOS 08.1-Recursos Humanos Recursos Humanos Atividades Previstas Definição de diretrizes que irão nortear o programa; Análise e aprovação preliminar do programa e suas consequentes necessidades de revisão e ajustes, promovendo encaminhamento do mesmo para aprovação Página: 8 de 29

10 Responsabilidade de Desenvolver as Atividades de Saúde e Segurança do Trabalho Consultoria Especializada definitiva em nível da gerência; Decisões de natureza especial que, por força da avaliação ou do desenvolvimento do programa, imponham decisão em caráter mais imediato; Coordenação das atividades; Verificação da aplicação correta das metodologias e estratégias de amostragem; Comunicação entre os diversos setores da empresa, contato com fornecedores de equipamentos e acessórios; Contato com consultores externos e laboratórios. Avaliações dos diversos agentes de risco; Orientações de caráter geral; Definição de metodologias, análise de casos, treinamentos e demais atividades em apoio ao programa Recursos Materiais Níveis de Pressão Sonora Os níveis de ruído CONTÍNUO ou INTERMITENTE são medidos em decibéis - db com o instrumento de medição devidamente calibrado, operando no circuito de compensação A e circuito de resposta lenta (SLOW). As leituras foram efetuadas próximas ao ouvido do trabalhador. Usado como critério de interpretação a comparação dos níveis de pressão sonora, obtidos nos locais de trabalho, com os níveis máximos estabelecidos pela Legislação Brasileira (anexo nº 1 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB.), em função do tempo de exposição. A Legislação Brasileira considera como prejudiciais à saúde as atividades que implicam em exposições a níveis de ruído acima dos Limites de Tolerância fixados nos anexos nº 1 e nº 2 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB de Página: 9 de 29

11 Na realização das avaliações de ruído foi utilizado o seguinte instrumento: INSTRUMENTO DECIBELÍMETRO DIGITAL * MODELO/MARCA DEC / INSTRUTHERM (*) - Instrumento calibrado com Padrão Calibrador de Nível Sonoro EC 031 com certificado de número , conforme Certificado de Calibração Anexo G Níveis de Exposição ao Calor A exposição ao calor deve ser avaliada através do "Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo" IBUTG. Os aparelhos a serem utilizados nesta avaliação são: termômetro de bulbo úmido natural, termômetro de globo e termômetro de mercúrio comum. As medições devem ser efetuadas no local onde permanece o trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida. Na realização das avaliações de calor foi utilizado o seguinte instrumento INSTRUMENTO MODELO/MARCA TERMÔMETRO DE GLOBO DIGITAL* ITWTG 2000 / INSTRUTEMP (*) - Instrumento calibrado com Padrão EC 089 com certificado de número , conforme Certificado de Calibração Anexo G. Limites de tolerância para exposição ao calor, em regime de trabalho intermitente com períodos de descanso no próprio local de prestação de serviço. Página: 10 de 29

12 Em função do índice obtido, o regime de trabalho intermitente será definido no Anexo 03 Quadro n º 1, da NR 15. Ver Quadro: Regime de trabalho TIPO DE ATIVIDADE Intermitente com descanso no próprio local de trabalho LEVE MODERADA PESADA (por hora) Trabalho contínuo Até 30,0 C Até 26,7 C Até 25,0 C 45 minutos trabalho, 15 minutos descanso 30,1 a 30,6 C 26,8 a 28,0 C 25,1 a 25,9 C 30 minutos trabalho, 30 minutos descanso 30,7 a 31,4 C 28,1 a 29,4 C 26,0 a 27,9 C 15 minutos trabalho, 45 minutos descanso 31,5 a 32,2 C 29,5 a 31,1 C 28,0 a 30,0 C Não é permitido o trabalho sem Acima de 32,2 Acima de 30,0 a adoção de medidas adequadas Acima de 31,1 C C C de controle Os períodos de descanso serão considerados tempo de serviço para todos os efeitos legais. A determinação do tipo de atividade (leve, moderada ou pesada) é feita consultando-se o Anexo 03, Quadro 03, da NR 15. Ver Quadro TIPO DE ATIVIDADE Kcal/h SENTADO EM REPOUSO 100 TRABALHO LEVE Sentado, movimentos moderados com braços e tronco (ex.: datilografia). 125 Sentado, movimentos moderados com braços e pernas (ex.: dirigir). 150 De pé, trabalho leve, em máquina ou bancada, principalmente com os braços. 150 TRABALHO MODERADO Sentado, movimentos vigorosos com braços e pernas. 180 Página: 11 de 29

13 De pé, trabalho leve em máquina ou bancada, com alguma movimentação. 175 De pé, trabalho moderado em máquina ou bancada, com alguma movimentação. 220 Em movimento, trabalho moderado de levantar ou empurrar. 300 TRABALHO PESADO Trabalho intermitente de levantar, empurrar ou arrastar pesos (ex.: remoção com pá). 440 Trabalho fatigante 550 Limites de Tolerância para exposição ao calor, em regime de trabalho intermitente com período de descanso em outro local (local de descanso). Para os fins deste item, considera-se como local de descanso ambiente termicamente mais ameno, com o trabalhador em repouso ou exercendo atividade leve Agentes Químicos Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas. Reconhecimento e inspeção realizada no local de trabalho de acordo com os parâmetros da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB Agentes Biológicos Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas. Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho (avaliação qualitativa) de acordo com o anexo 14 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB, e conforme recomendações da ACGIH e o bom senso Físico - Umidade Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas. Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com o anexo 10 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB. Página: 12 de 29

14 08.6-Físico - Frio Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas. Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com o anexo 09 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTB Físico - Radiações Ionizantes Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas. Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com as normas do CNEN Físico - Radiações Não Ionizantes Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas. Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com as recomendações da ACGIH Físico - Vibrações Para efeito de esclarecimento, neste risco foram realizadas avaliações qualitativas. Reconhecimento e inspeção realizados no local de trabalho de acordo com as recomendações da ACGIH DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES DO PPRA O PPRA, após as etapas de antecipação e avaliação dos riscos, deverá ter inclusos os seguintes itens: a) Implantação de medidas de controle e avaliação da sua eficácia. b) Monitoramento da exposição aos riscos. c) Registro e divulgação dos dados. Página: 13 de 29

15 09.1-ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES E METAS DA AVALIAÇÃO E CONTROLE As prioridades serão definidas com base nos efeitos tóxicos / danosos dos agentes de risco, na frequência de exposição e na quantidade de trabalhadores expostos, conforme quantitativos e qualitativos AVALIAÇÃO DOS RISCOS E DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES Para a realização das avaliações quantitativas serão utilizadas metodologias de reconhecimento nacional e/ou internacional. Para a avaliação dos agentes físicos serão usadas metodologias específicas definidas pela Fundacentro (NHO) e NR-15 da Portaria 3214/78. Para os agentes químicos, devido à inexistência de metodologias nacionais, serão usadas as do NIOSH National Institute for Occupactional Safety and Health Estrutura do PPRA a) Planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma Número de Avaliações As amostragens STEL serão realizadas para as atividades mais críticas. O número varia de acordo com a quantidade e atividades específicas para cada agente químico. A quantidade de avaliações TWA será definida por grupos homogêneos MEDIDAS DE CONTROLE As medidas de controle serão adotadas para minimizar ou controlar os riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações: a) Identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde ou ao meio ambiente; b) Constatação, na fase de reconhecimento, de risco evidente à saúde; c) Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores excederem os valores dos limites previstos na ACGIH American Conference of Governmnetal Industrial Hygiene, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rígidos que os anteriormente citados; d) Quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo causal entre danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho a que eles ficam expostos. Página: 14 de 29

16 Medidas de Proteção Coletiva O estudo, desenvolvimento e implantação de medidas de proteção coletiva deverá obedecer a seguinte hierarquia: a) medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde; b) medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho; c) medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho. A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento dos trabalhadores quanto os procedimentos que assegurem a sua eficiência e de informação sobre as eventuais limitações de proteção que ofereçam. Quando comprovado a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva e quando estas não forem suficientes ou se fizerem presentes na fase do estudo, planejamento ou implantação, ou ainda em caráter complementar e emergencial, deverão ser adotadas as medidas, obedecendo à seguinte hierarquia. a) Medidas de caráter administrativo e de organização de trabalho. b) Utilização de Equipamento de Proteção Individual EPI Utilização de EPI A utilização do EPI deve envolver, no mínimo: a) Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador está exposto conforme a atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle da exposição e o conforto segundo avaliação do trabalhador usuário. b) Programa de treinamento dos trabalhadores quanto a sua correta utilização e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece. c) Estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a manutenção e a reposição do EPI, visando garantir as condições de proteção originalmente estabelecidas. d) Caracterização das funções ou atividades dos trabalhadores, com a respectiva identificação Página: 15 de 29

17 dos EPI s utilizados para os riscos ambientais MONITORAMENTO Para o monitoramento da exposição dos trabalhadores e das medidas de controle, devem ser realizadas avaliações sistemáticas e repetitivas da exposição a um dado risco, visando à introdução ou modificação das medidas de controle sempre que necessário REGISTRO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS Deverá ser mantido um registro de dados, impresso ou digital, estruturado de forma a constituir um arquivo técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA. Os dados deverão ser mantidos por um período mínimo de 20 anos, a contar da emissão, que estará sempre disponível aos seus trabalhadores, representantes e autoridades competentes. A divulgação dos dados poderá ser através de DDSs, cartazes, reuniões da CIPA, por ocasião da SIPAT e quadros de avisos ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 13.1-São Responsabilidades da Direção da Empresa Assegurar o cumprimento do PPRA como atividade permanente. Desenvolvimento do PPRA. Garantir a elaboração e efetiva implementação do PPRA, bem como zelar pela sua eficiência. Custear, sem ônus para os funcionários, todos os procedimentos relacionados no programa PPRA. Verificar, assinar e pôr em prática o PPRA elaborado São Responsabilidades dos Funcionários: Colaborar e participar na implementação e execução do PPRA. Seguir as normas de Segurança e Saúde no Trabalho, bem como as determinações sobre prevenção de acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais. Usar nos casos indicados no PPRA os Equipamentos de Proteção Individual EPI s, que Página: 16 de 29

18 serão fornecidos gratuitamente pelo empregador. Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA. Informar ao seu superior hierárquico direto, ocorrências que a seu julgamento possam implicar em riscos à sua saúde e/ou integridade física. Colaborar com o empregador na aplicação das demais Normas Regulamentadoras NR s. Submeter-se às regras de disciplina da empresa MEDIDAS IMPLANTADAS PELA EMPRESA Fornecimento de protetor auricular para os funcionários que se sintam algum incomodo com o ruído a que estão expostos. A empresa adota regime de descanso para colaboradores que exercem atividades em temperaturas extremas (calor). Manutenção e higienização dos condicionadores de ar trimestralmente. Higienização e análise da potabilidade da água anualmente MEDIDAS ADICIONAIS DE SEGURANÇA Quando o estabelecimento não se enquadrar no quadro I da NR-5, a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR DISPOSIÇÕES FINAIS Declaramos que fica sob nossa responsabilidade somente a elaboração desse documento, sendo que a implantação e implementação das medidas contidas no cronograma de melhorias e planejamento anual (anexado a este) é de inteira responsabilidade do empregador. Elaborado por: Wagner Monteiro Bezerra Téc. de Segurança do Trabalho MTE/AM Página: 17 de 29

19 Núbia de Souza Leão Engº. de Segurança do Trabalho CREA/AM D Declaro que estou ciente da responsabilidade de realizar análise crítica dos itens descritos no Cronograma de Melhorias, assim como implantar e programar ações necessárias para melhoria da qualidade de vida do trabalhador. CARLOS ALBERTO SOLTO MAIOR CONDE RESPONSÁVEL PELA EMPRESA Página: 18 de 29

20 ANEXO A - Relação Setor x Função x Posto de Trabalho SETOR: BALCÃO ATENDENTE BALCÃO BALCÃO/LANCHONTE/FORNO CAIXA CAIXA ENCARREGADO BALCÃO SUPERVISOR(A) BALCÃO VENDEDOR DE COMÉRCIO E VAREJO BALCÃO Página: 19 de 29

21 ANEXO B - MONITORAMENTO DE RISCOS AMBIENTAIS Setor: BALCÃO Função: ATENDENTE Posto de Trabalho Risco de Acidente Risco Biológico Risco Ergonômico Risco Físico Risco Químico BALCÃO N/A N/A N/A N/A N/A BALCÃO/LANCHONTE/FORNO OBJETOS CORTANTES E/OU PERFUROCORTAN ES, SUPERFÍCIES E/ OU MATERIAIS AQUECIDOS EXPOSTOS N/A N/A CALOR N/A Setor: BALCÃO Função: CAIXA Posto de Trabalho Risco de Acidente Risco Biológico Risco Ergonômico Risco Físico Risco Químico CAIXA N/A N/A N/A N/A N/A Setor: BALCÃO Função: ENCARREGADO Posto de Trabalho Risco de Acidente Risco Biológico Risco Ergonômico Risco Físico Risco Químico BALCÃO N/A N/A N/A N/A N/A Setor: BALCÃO Função: SUPERVISOR(A) Posto de Trabalho Risco de Acidente Risco Biológico Risco Ergonômico Risco Físico Risco Químico BALCÃO N/A N/A N/A N/A N/A Setor: BALCÃO Função: VENDEDOR DE COMÉRCIO E VAREJO Posto de Trabalho Risco de Acidente Risco Biológico Risco Ergonômico Risco Físico Risco Químico BALCÃO N/A N/A N/A N/A N/A Página: 20 de 29

22 ANEXO C - Avaliações Quantitativas e Qualitativas de Riscos GRUPO: -- SEM GRUPO HOMOGÊNICO -- SETOR: BALCÃO Função: Descrição Atividades: ATENDENTE (09 COLABORADORES) Vendem mercadorias em estabelecimentos do comércio varejista ou atacadista, auxiliando os clientes na escolha. Registram entrada e saída de mercadorias. Promovem a venda de mercadorias, demonstrando seu funcionamento, oferecendo-as para degustação ou distribuindo amostras das mesmas. Informam sobre suas qualidades e vantagens de aquisição. Expõem mercadorias de forma atrativa, em pontos estratégicos de vendas, com etiquetas de preço. Prestam serviços aos clientes, tais como: troca de mercadorias; abastecimento de veículos; aplicação de injeção e outros serviços correlatos. Fazem inventário de mercadorias para reposição. Elaboram relatórios de vendas, de promoções, de demonstrações e de pesquisa de preços. Posto de Trabalho: BALCÃO/LANCHONTE/FORNO RISCO: ACIDENTES Tipo de Risco: SUPERFÍCIES E/ OU MATERIAIS AQUECIDOS EXPOSTOS Efeito: QUEIMADURAS DE 1º, 2º E 3º GRAU Intensidade Concentração: QUALITATIVO Exposição: EVENTUAL Fonte Geradora: FRITURA DE SALGADOS, PREPARAÇÃO DE SANDUICHES NA CHAPA Técnica Utilizada: AVALIAÇÃO QUALITATIVA RISCO: ACIDENTES Tipo de Risco: OBJETOS CORTANTES E/OU PERFUROCORTANTES Efeito: INFECÇÃO, AMPUTAÇÃO, HEPATITE E ENTRE OUTROS. Intensidade Concentração: QUALITATIVO Fonte Geradora: MANUSEIO DE FACAS DE MANEIRA INADEQUADA Técnica Utilizada: AVALIAÇÃO QUALITATIVA Exposição: EVENTUAL Página: 21 de 29

23 ANEXO C - Avaliações Quantitativas e Qualitativas de Riscos RISCO: FÍSICO - CALOR Regime Trabalho: Tipo Atividade: Tx Metab Local Desc: 02 - Limites de Tolerância para exposição ao calor, em regime de trabalho intermitente com período de descanso em outro local (local de descanso). DE PÉ, TRABALHO MODERADO EM MÁQUINA OU BANCADA, COM ALGUMA MOVIMENTAÇÃO. DE PÉ, TRABALHO LEVE, EM MÁQUINA OU BANCADA, PRINCIPALMENTE COM OS BRAÇOS. Limite de Tolerância: 30,5 C Duração Trabalho: N/A Taxa Metabolismo: 0 Carga Solar(t): NÃO Carga Solar(d): NÃO Tempo Trabalho: 45 IBUTG: 27,88 IBUTG(t): 29,00 IBUTG(d): 24,50 TBN(t): N/A TG(t): N/A TBS(t): N/A TBN(d): N/A TG(d): N/A TBS(d): N/A Fonte Geradora: MAQUINÁRIO EM FUNCIONAMENTO (FORNO) Técnica Utilizada: TERMÔMETRO DE GLOBO Página: 22 de 29

24 ANEXO D - Tabela de Equipamentos de Proteção Individual - EPI Página: 23 de 29

25 ANEXO E - TABELA DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC Página: 24 de 29

26 ANEXO F - CRONOGRAMA DE AÇÕES 2019 METAS MESES JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ PRIORIDADES Divulgação do PPRA. X X C Renovação do PPRA X C Realizar Inspeção periódica nos equipamentos de Combate à Incêndio e sinalizá-los, conforme NR 23. X X X X X X X X X X X X C Treinamento de Brigada de Incêndio X B Designar um responsável pelo cumprimento dos objetivos da NR05 (CIPA) Higienização e análise da potabilidade da água para consumo humano. Elaborar procedimentos de EPI de acordo com a NR-9 e NR-6 Manutenção preventiva nos condicionadores de ar. X X X C X X X X X X X X X X X X X C B B Análise Global do PPRA X C COMENTÁRIOS: Após a implementação das medidas de controle realizar avaliação para verificação da eficácia da tomada de ação. Apresentar uma pasta com todas as evidências (fotos, registro de treinamentos entre outros) que atendam a este cronograma para a realização da Análise Global do PPRA conforme estabelece a NR - 09 no sub-item ( ). PRIORIDADE A -Excedendo os limites de tolerância estabelecidos na NR-15 / Quantidade de acidentes elevada em um ano. B- Dentro ou próximo ao nível de ação / Situações potenciais de acidentes. C- Dentro dos limites estabelecidos / Risco de acidente controlado. Página: 25 de 29

27 Descrição do Certificado: CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO - DECIBELÍMETRO ANEXO G - Certificados de Calibração Página: 26 de 29

28 Descrição do Certificado: CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO - LUXÍMETRO ANEXO G - Certificados de Calibração Página: 27 de 29

29 Descrição do Certificado: CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO - TERMÔMETRO DE GLOBO ANEXO G - Certificados de Calibração Página: 28 de 29

30 RESPONSABILIDADE TÉCNICA ENG. DE SEG. DO TRABALHO - NÚBIA DE SOUZA LEÃO CREA: 26353/D-AM RESPONSÁVEL PELO PPRA Página: 29 de 29