LEI N 1742, de 01 de junho de 2015

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1 gabinete(fl)capaodolcao.rs.gov.br LEI N 1742, de 01 de junho de 2015 Disciplina os canis e animais particulares e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Capão do Leão, Estado do Rio Grande do Sul, faz saber que a Câmara Municipal de Vereadores aprovou e ele sanciona e promulga a seguinte LEI CAPÍTULO l DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 A criação, o comércio, a exibição, a circulação e as políticas de proteção de animais no Município de Capão do Leão observarão o disposto nesta Lei. Art. 2 Para os fins desta Lei Complementar, considera-se: I - animal doméstico aquele que, por meio de processos tradicionais e sistematizados de manejo ou melhoramento zootécnico, apresenta características biológicas e comportamentais em estreita dependência do homem, para fins de companhia, prestação de serviços ou subsistência, nos termos da catalogação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); II - animal bravio aquele com potencial agressivo que, mesmo não estando sob ameaça, oferece risco à integridade física de pessoas ou de animais; III - guarda responsável o conjunto de compromissos assumidos pela pessoa natural ou jurídica - guardiã ou responsável - ao adquirir, adotar ou utilizar um animal, que consiste no atendimento das necessidades físicas, psicológicas e ambientais e de saúde do animal e na prevenção de riscos que esse possa causar à comunidade ou ao ambiente, tais como os de potencial de agressão, de transmissão de doenças ou de danos a terceiros, Art. 3 Para fins de proteção dos animais, aplicar-se-á, além do disposto nesta Lei, a legislação federal, em especial as Leis Federais nos 5.197, de 3 de janeiro de 1967, e alterações posteriores, e 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e alterações posteriores. CAPÍTULO II DISPOSIÇÕES GERAIS Seção l Da Responsabilidade pelos Animais Art. 4 Fica o guardião do animal responsável pela manutenção deste em perfeitas condições de alojamento, alimentação, saúde e bem-estar. Art. 5 Fica obrigatória a vacinação antirrábica anual de cães e de gatos.

2 CNP J /0001 Parágrafo único. O guardião ou o responsável pelo animal disponibilizará atestado ou carteira de vacinação, assinado por médico-veterinário, quando solicitado pela fiscalização. Art. 6 Fica vedada qualquer prática de maus-tratos aos animais. Parágrafo único. Consideram-se maus-tratos, dentre outras ações ou omissões: I - praticar ato de abuso ou crueldade contra qualquer animal; II - manter animais em lugares anti-higiênicos ou que lhes impeçam a respiração, o movimento ou o descanso, ou os privem de ar e luz; III - submeter animais a trabalhos excessivos ou superiores às suas forças, causando-lhes sofrimento; IV - açoitar, golpear, ferir ou mutilar animais; V - abandonar animal; VI - conduzir animais sem arreios ou apetrechos adequados, causando-lhes incómodo ou sofrimento; VII - deixar de fornecer ao animal água e alimentação; e VIII - não prestar a necessária assistência ao animal. Art. 7.Fica vedada a veiculação de publicidade em animais ou por meio deles. Art. 8.A criação, o alojamento e a manutenção de mais de 08(oito) animais,no total da espécie,sem autorização,caracterizará a existência de canil de propriedade privada. 1 São vedados, em residência particular, a criação, o alojamento e a manutenção de animais que, por sua espécie ou quantidade, possam causar perturbação do sossego ou risco à saúde da coletividade. 2 O canil particular deve star situado obrigatoriamente fora do perímetro urbano de ocupação intensiva. Art. 9. Toda e qualquer instalação destinada à criação, à manutenção ou ao alojamento de animais deverá ser construída, mantida e operada em condições sanitárias adequadas que não causem incómodo à população. Art. 10. Em caso de óbito de animal, caberá ao seu proprietário a disposição adequada do animal morto ou seu encaminhamento ao serviço municipal competente. Seção II Da Segurança aos Transeuntes Art. 11. Em residência, condomínio ou estabelecimento que possua cão ou animal bravio, fica obrigatória: l - a instalação de placa visível e de fácil leitura, alertando os transeuntes da existência de animais; II - a existência de muros ou grades de ferro e de portões de segurança capazes de garantir a permanência domiciliada dos animais e a proteção aos transeuntes; e III - a instalação de equipamentos para a entrega de correspondência e a coleta de resíduos, de modo a evitar o contato do animal com os trabalhadores. Parágrafo único. A altura e os vãos dos equipamentos referidos nos incs. II e III do caput deste artigo deverão impossibilitar que o animal 5 transponha os equipamentos e venha a comprometer a integridade física de transeuntes ou trabalhadores.

3 ESTADO DO RIO CKANDE DO SUL Àv. Narciso Silva, CEP Seção 111 Dos Canis e dos Gatis Art. 12. A criação, a hospedagem, o adestramento ou a manutenção de mais de 8 (oito) animais, no total, das espécies canina e felina, com idade 6 superior a 90 (noventa) dias, caracterizarão canil ou gatil de propriedade privada. Art. 13. O funcionamento de canis e gatis observará o que segue: 1 O canil particular deve estar situado obrigatoriamente fora do perímetro urbano de ocupação intensiva. 2 Os canis e/ou gatis de propriedade privada,com mais de 08 animais, hospitais veterinários, clínicas veterinárias, locais de hospedagem de animais, como hotéis e associações, somente poderão funcionar com responsável técnico, concordância dos lindeiros, vistoria técnica efetuada, na qual serão examinadas as condições de alojamento e manutenção dos animais, e alvará sanitário, que deverá ser renovado anualmente. 3 O funcionamento de canil particular dependerá de alvará sanitário, a ser emitido pela Secretaria Municipal de Saúde, o qual só será concedido após vistoria a ser realizada no local por servidor público municipal designado para o ato, que terá a atribuição de examinar as condições do alojamento e manutenção dos animais, bem como destino dado aos dejetos e aos restos de alimentação. 4 Os canis particulares deverão possuir um responsável, a ser indicado no alvará municipal, que responderá pelas boas condições de subsistência dos animais ali mantidos ou criados,e terá a obrigação de providenciar o atendimento médico veterinário periódico, de acordo com os prazos estabelecidos em norma regulamentar como, Conselho Regional de Medicina Veterinária(CRMV- RS). Seção IV Da Exibição de Animais para Fins Artísticos, Culturais ou em Rinhas Art. 14. Ficam proibidas: I - a exibição de animais silvestres ou exóticos em vias públicas, bem como a sua utilização em apresentações artísticas de diversões públicas; II - a exibição de animais bravios em espetáculos; III - a utilização e a exibição de animais em eventos circenses; e IV - a realização de rinhas de animais, tais como de cães e aves. Seção V Da Circulação em Locais Públicos Art. 15. Fica proibido o passeio de cães em vias e logradouros pú- blicos, exceto se conduzidos por pessoas com idade e força suficientes para controlar os movimentos do animal e se utilizadas adequadamente a coleira e a guia. Parágrafo único. Os cães considerados de guarda, de combate ou de outra aptidão em que se destaquem componentes de força ou de potencial agressivo, salvo os cães pertencentes a órgãos oficiais, somente poderão sair às ruas usando focinheira e enforcador de aço.

4 gabinetetsjcapaodoleao. rs.gov. br Art. 16. O recolhimento de dejetos de animal em logradouros e demais espaços públicos é responsabilidade de seu respectivo guardião ou condutor. Art. 17. No caso de pessoa agredida por algum animal, o guardião deste ou quem o estiver conduzindo deverá comunicar o fato ao órgão competente do Executivo Municipal em até 24 (vinte e quatro) horas, contadas da ciência da ocorrência da agressão, para que o animal seja submetido a exame sanitário e posterior observação conforme normas técnicas, 1 A vítima terá à sua disposição serviço municipal, para diagnosticar as consequências da agressão no seu estado de saúde e para informar quanto aos procedimentos a serem adotados para a responsabilização civil e penal do guardião ou responsável pelo animal. 2 A vítima poderá comunicar ao órgão competente do Executivo Municipal a ocorrência do agravo estabelecido no caput deste artigo. Art. 18. Realizada a comunicação nos termos do art. 17 desta Lei Complementar, será aberto processo administrativo, contendo cópia da comunicação e demais documentos produzidos. Parágrafo único. O processo administrativo será encaminhado ao órgão municipal responsável pelos animais, para que sejam aplicados os procedimentos e as sanções previstos nesta Lei. Seção VI Dos Cães-Guias Art. 19. Ficam autorizados o ingresso e a permanência de cãesguias acompanhados de pessoas com deficiência visual, de treinador ou acompanhante habilitado, nas repartições públicas ou privadas, nos meios integrantes do sistema de transporte coletivo ou individual e em estabelecimentos de acesso público. Parágrafo único. Para os fins desta Seção, considera-se cão-guia aquele que tenha obtido certificado de uma escola filiada e aceita pela Federa- cão Internacional de Cães-Guias. Art. 20. O cão-guia que estiver a serviço de pessoa com deficiência visual ou em fase de treinamento terá acesso a todas as dependências de uso comum dos condóminos, nos condomínios abertos ou fechados. Seção VII Do Programa de Proteção aos Animais Domésticos Art. 21. Fica instituído o Programa de Proteção aos Animais Domésticos, com a finalidade de estimular a guarda responsável. Art. 22. Será admitida a eutanásia de animais que apresentem: I - doença comprovadamente ofensiva à saúde pública ou a de outros animais; II - perigo comprovado à integridade física de pessoas ou de outros animais; ou l II situação comprovada de sofrimento ou estado terminal. 1 Para fins do disposto no inc. l do caput deste artigo, a comprovação da doença dar-se-á mediante diagnóstico firmado por médico-veterinário após exames laboratoriais, excetuando-se os casos de raiva, que serão diagnosticados somente mediante análise de sintomatologia clínica.

5 gabinctcfõ) capaodolcao.rs.gov.hr 2 Os procedimentos para a esterilização e para a eutanásia não poderão causar sofrimento aos animais. SeçãoVIll Da Fiscalização Art. 23. Fica o Executivo Municipal, por meio de seus órgãos competentes, responsável pela fiscalização do disposto nesta Lei. Seção IX Das penalidades Art. 24. Os infratores do disposto nesta Lei Complementar, sem prejuízo das consequências civis e criminais de seus atos, ficam sujeitos às penalidades de: I - advertência; II -multa; Art. 25. As sanções previstas no art. 24 serão aplicadas pelo órgão ou entidade de fiscalização, constando do auto de infração. Art. 26. A multa é aplicada nos casos de: I descumprimento desta Lei; II - descumprimento dos termos de advertência no prazo estipulado; III - desacato ao agente público; IV - descumprimento de determinação de retirada; Art. 27.As multas pelas infrações preceituadas nesta Lei serão aplicadas de acordo com a gravidade da infração, no valor de: l - 2 URM's por descumprimento do art. 24, I URM's por descumprimento do art. 24, II. Seção X Dos eventos de doação Art. 28. É permitida a realização de eventos de doação de cães e gatos em estabelecimento legalizados ou em locais públicos devidamente autorizados pelos órgãos competentes, de acordo com legislação específica. 1 Tais eventos só poderão ser realizados sob a responsabilidade de pessoa física ou jurídica,de direito público ou privado, mediante a presença e o acompanhamento de responsável técnico médico veterinário. 2 A identificação da entidade, associação, instituição ou pessoa promotora do evento de doação deverá ser feita por meio de afixação de placa no local e de forma visível. 3 Todos os animais destinados à doação devem estar devidamente desverminados, vacinados e, em se tratando de cães e gatos acima de 4 (quatro) meses de idade, devem ser obrigatoriamente esterilizados.

6 gabinetetflkapaodolcao.rs.gov.br CNP J /0001 Art. 29. As adoções serão regidas por um termo de responsabilidade em que o adotante se comprometerá a zelar pelo bem-estar, saúde e manutenção do animal. CAPÍTULO III DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 30. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Gabinete do Prefeito Municipal do Capão do Leão, em 01 de junho de gistre-se e publique-se^ Pref chmidt Seccetário de Governo

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