Produtividade total dos fatores, mudança técnica, eficiência técnica e eficiência de escala na indústria brasileira,

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1 Euler Pereira Gonçalves de Mello Produividade oal dos faores mudança écnica eficiência écnica e eficiência de escala na indúsria brasileira Belo Horizone MG Cenro de Desenvolvimeno e Planejameno Regional Faculdade de Ciências Econômicas - UFMG 2003

2 Euler Pereira Gonçalves de Mello Produividade oal dos faores mudança écnica eficiência écnica e eficiência de escala na indúsria brasileira Disseração apresenada ao curso de mesrado do Cenro de Desenvolvimeno e Planejameno Regional da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais como requisio parcial à obenção do Tíulo de Mesre em Economia. Orienador: Paulo Brigido Rocha Macedo Belo Horizone MG Cenro de Desenvolvimeno e Planejameno Regional Faculdade de Ciências Econômicas - UFMG 2003

3 Agradecimenos A Deus. A oda minha família pelo incondicional apoio em especial para Thiago o nosso mais novo inegrane. Ao Prof. Paulo Brígido Rocha Macedo por haver se disposo a me acompanhar durane esa disseração e pela conribuição de al acompanhameno em minha formação. Espero que ese enha sido apenas o início de um rabalho mais longo. Ao pesquisador Alexandre Brandão e oda a equipe do DEIND do IBGE sem os quais a pare empírica desa disseração ficaria impossibiliada. Ao Banco Cenral do Brasil pelas oporunidades que vem me concedendo em especial para os senhores Eduardo Fernandes Mardilson Fernandes Queiroz Aquiles Rocha Farias e Rogério Anonio Lucca. Aos professores componenes da banca por suas valiosíssimas conribuições. A odos os colegas de faculdade por odos os debaes e seções de esudo em especial para Hailon Vinícius e Leandro. Aos amigos Ruelly Kênya e Gláucia pela paciência de acompanhar ese rabalho e agregar suas conribuições. Aos professores do CEDEPLAR em especial para o prof. Mauro Borges Lemos. Ao professor e amigo Frederico Gonzaga Jayme Jr. pela oporunidade de ajudá-lo sendo monior de sua cadeira al experiência enriqueceu em muio minha bagagem acadêmica. Aos professores Juliano Junqueira Assunção e Anônio Aguirre acadêmicos e amigos responsáveis por grande pare de minha formação. A odo o corpo de funcionários do CEDEPLAR do CPD e Seção de Ensino e Biblioecas. Ao CNPq pelo apoio financeiro.

4 Sumário Resumo... Inrodução Produividade na indúsria brasileira Inrodução Década de Década de Década de Crescimeno da produividade via desindusrialização? Ouros esudos sobre produividade da indúsria brasileira nos anos O que se pode esperar desse rabalho? Conceios e meodologias Inrodução Medidas de Medidas de Insumo Orienadas Medidas de Produo Orienadas Análise envolória de dados Duas alernaivas à meodologia empregada Conabilidade do Crescimeno Froneiras Esocásicas Meodologia Inrodução Índices Malmquis Problemas de Oimização necessários para o cálculo do Índice Malmquis e sua decomposição Decomposição da produividade oal dos faores segundo FÄRE ET AL. (994) Críicas à decomposição de FÄRE ET AL.(994) Resposa às críicas Críica de LOVELL (200) e RAY (200) Dados e Resulados Fone de dados e consrução das variáveis Resulados Melhores e piores desempenhos em ermos de produividade oal dos faores Conclusão Referências bibliográficas ANEXOS... 8 ANEXO I Produividade Toal e sua decomposição para os 27 seores da indúsria brasileira (CNAE-50) ANEXO II Robusez em relação ao ermo depreciação e axa de crescimeno usado para cálculo do capial inicial ANEXO III Robusez em relação à forma de deflacionar as variáveis nominais ANEXO IV Faores de crescimeno ou decrescimeno da produividade oal dos faores por seor ANEXO V- Melhores e piores desempenhos em ermos de produividade oal dos faores eficiência de escala eficiência écnica pura e mudança écnica i

5 Lisa de abelas Tabela Número de firmas por seor com presença anual na PIA no período Tabela 2 Variação média seorial do crescimeno da produividade oal dos faores em Indúsrias Exraivas e Indúsrias de Transformação Tabela 3 Variação média seorial do crescimeno da produividade oal dos faores em Indúsrias de Transformação Tabela 4 Faores de crescimeno ou decrescimeno da PTF em Indúsrias Exraivas de Indúsrias de Transformação Tabela 5 Faores de crescimeno ou decrescimeno da PTF em Indúsrias de Transformação Tabela 6 Crescimeno da PTF e componenes em Indúsrias exraivas e Indúsrias de Transformação Tabela 7 Crescimeno da PTF e componenes em Indúsrias de Transformação Tabela 8 Crescimeno da PTF e componenes em Indúsrias Exraivas e Indúsrias de Transformação Tabela 9 Crescimeno da PTF e componenes em Indúsrias de Transformação Tabela 0 Ordenação dos seores segundo produividade oal dos faores Períodos e Tabela Produividade oal dos faores e sua decomposição Exração de Carvão Mineral Tabela 2 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de máquinas aparelhos e maeriais eléricos Tabela 3 Produividade oal dos faores e sua decomposição Edição Impressão e Reprodução de Gravações Tabela 4 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Produos de Meal exclusive máquinas e equipamenos Tabela 5 Produividade oal dos faores e sua decomposição Preparação de Couros e Fabricação de Arefaos de Couro Arigos de Viagem e Calçados Tabela 6 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Produos Alimenícios e Bebidas Tabela 7 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de produos êxeis Tabela 8 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de máquinas e equipamenos Tabela 9 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação e monagem de Veículos Auomoores Reboques e Carrocerias Tabela 20 Produividade oal dos faores e sua decomposição Confecção de arigos de vesuário e acessórios Tabela 2 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de produos minerais não-meálicos Tabela 22 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Móveis e Indúsrias Diversas... 7 Tabela A Produividade oal dos faores e sua decomposiçãoexração de Carvão Mineral Tabela A2 Produividade oal dos faores e sua decomposição Exração de Peróleo e Serviços Correlaos Tabela A3 Produividade oal dos faores e sua decomposição Exração de Minerais Meálicos ii

6 Tabela A4 Produividade oal dos faores e sua decomposição Exração de Minerais Não- Meálicos Tabela A5 Produividade oal dos faores e sua decomposiçãofabricação de Produos Alimenícios e Bebidas Tabela A6 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de produos de fumo Tabela A7 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de produos êxeis Tabela A8 Produividade oal dos faores e sua decomposiçãoconfecção de arigos de vesuário e acessórios Tabela A9 Produividade oal dos faores e sua decomposição Preparação de couros e fabricação de arefaos de couro Arigos de viagem e calçados Tabela A0 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de produos de madeira Tabela A Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Celulose Papel e Produos de Papel Tabela A2 Produividade oal dos faores e sua decomposição Edição Impressão e reprodução de gravações Tabela A3 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Coque Refino de Peróleo Elaboração de Combusíveis Nucleares e Produção de Álcool Tabela A4 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Produos Químicos Tabela A5 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de arigos de Borracha e Plásico Tabela A6 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de produos minerais não-meálicos Tabela A7 Produividade oal dos faores e sua decomposição Mealurgia Básica Tabela A8 Produividade oal dos faores e sua decomposiçãofabricação de produos de meal exclusive máquinas e equipamenos Tabela A9 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de máquinas e equipamenos Tabela A20 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de máquinas para escriório e equipamenos de informáica Tabela A2 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de máquinas aparelhos e maeriais eléricos Tabela A22 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de maerial elerônico e de aparelhos e equipamenos de comunicações Tabela A23 Produividade oal dos faores e sua decomposiçãofabricação de equipamenos de insrumenação médico-hospialares insrumenos de precisão ópicos equipamenos para auomação indusrial cronômeros e relógios Tabela A24 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação e monagem de Veículos Auomoores Reboques e Carrocerias Tabela A25 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Arigos de Borracha e Plásico Tabela A26 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Móveis e Indúsrias Diversas Tabela A27 Produividade oal dos faores e sua decomposição Reciclagem Tabela A28 Produividade oal dos faores e sua decomposição Exração de Carvão Mineral (gj δj) = iii

7 Tabela A29 Produividade oal dos faores e sua decomposição Exração de Carvão Mineral (gj δj) = Tabela A30 Produividade oal dos faores e sua decomposição Exração de Carvão Mineral (gj δj) = Tabela A3 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Produos Químicos (gj δj) = Tabela A32 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Produos Químicos (gj δj) = Tabela A33 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Produos Químicos (gj δj) = Tabela A34 Produividade oal dos faores e sua decomposição Exração de Carvão Mineral Deflaor dezembro de cada ano Tabela A35 Produividade oal dos faores e sua decomposição Exração de Carvão Mineral Deflaor levando em cona odos os meses Tabela A36 Produividade oal dos faores e sua decomposição Exração de Minerais Meálicos Deflaor dezembro de cada ano Tabela A37 Produividade oal dos faores e sua decomposição Exração de Minerais Meálicos Deflaor levando em cona odos os meses Tabela A38 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Produos Químicos Deflaor dezembro de cada ano Tabela A39 Produividade oal dos faores e sua decomposição Fabricação de Produos Químicos Deflaor levando em cona odos os meses Tabela A40 Componene responsável pelo desempenho do índice de produividade oal dos faores iv

8 Resumo Ese rabalho se propõe a mensurar e decompor a produividade oal dos faores (PTF) para os 27 seores da indúsria brasileira durane o período com base na meodologia de FÄRE ET AL (994) e uilizando dados da Pesquisa Indusrial Anual empresa realizada pelo IBGE. A meodologia emprega a análise envolória de dados para consruir números índices que meçam variações na PTF e suas componenes: eficiência écnica pura eficiência de escala e mudança écnica. Os resulados indicam que cerca de rês quaros dos seores analisados regisram crescimeno anual médio negaivo da PTF ao longo do período; além do mais a decomposição da PTF mosra que a componene de maior imporância na evolução negaiva da PTF são os índices de mudança écnica e de eficiência de escala. Por ouro lado para os seores que regisram aumeno de produividade oal o índice de eficiência de escala é o principal faor conribuine para al comporameno. Os sub-períodos anerior e poserior à mudança de regime cambial em janeiro de 999 apresenam comporamenos bem disinos: enquano em a PTF apresena crescimeno em 2 dos seores analisados apenas 2 dos 27 seores regisram crescimeno em Observa-se que dos 2 seores que regisram crescimeno da PTF em apresenam ambém variação posiiva do índice de mudança écnica simulaneamene à variação negaiva no índice de eficiência écnica. Esse desempenho sugere a oporunidade de se promover incenivos à disseminação da melhor práica produiva para aproximar os níveis de eficiência écnica. Absrac The aim of his work is o measure and decompose he oal facor produciviy (TFP) of 27 Brazilian indusry secors during he period basing on FÄRE ET AL s (994) mehodology and using he daa from he Pesquisa Indusrial Annual empresa provided by IBGE. This mehodology applies daa envelopmen analysis in order o consruc indexes ha measure movemens of he TFP and is componens: pure echnical efficiency scale efficiency and echnical change. The resuls indicae ha almos hree quarers of he secors analyzed repor a decrease in heir TFP during he period furhermore decomposing his produciviy he componen ha has arisen as he mos imporan for he negaive evoluion of he TFP is echnical change followed by scale efficiency. However for he secors ha regiser a rise in heir TFP he index of scale efficiency ends o be he mos influenial facor for his paern. The sub-periods separaed by Brazilian abandonmen of he dollar peg have differen behaviors: 2 secors repor a rise in heir TFP in he period whereas only 2 ou of 27 secors

9 regisered a rise in his index during ou of he 2 secors ha repor an increase in heir TFP over he period regiser a posiive variaion in he echnical change index associaed wih a negaive variaion of he echnical efficien index. This performance suggess an opporuniy of fosering he disseminaion of he bes-pracice echnology in order o level he echnical efficiencies in such secors. 2

10 Inrodução O debae em orno da produividade da indúsria brasileira inensificou-se a parir do início da década de 90 esimulado em grande pare pela aberura comercial. Os esudos uilizam ano o conceio de produividade parcial do rabalho quano o de produividade oal dos faores (PTF) embora a primeira abordagem seja empregada em um número maior de rabalhos. A maioria dos esudos que raam da evolução da PTF uiliza a abordagem da conabilidade do crescimeno para esimá-la sendo poucos os rabalhos que se propõem a algum ipo de decomposição da mesma. Ese rabalho usa a meodologia de análise envolória de dados segundo a abordagem desenvolvida em FÄRE ET AL. (994) para esimar e decompor a PTF para cada um dos 27 seores da indúsria brasileira classificados de acordo com a CNAE-50 durane o período A abordagem calcula variações da PTF e de suas componenes com base em índices de Malmquis. A idenificação das componenes em eficiência de escala eficiência écnica (pura) e mudança écnica permie deerminar qual delas em maior influência nas variações observadas da PTF em cada seor indusrial analisado. O capíulo 2 faz uma breve exposição de alguns dos principais esudos a respeio da produividade da indúsria brasileira de forma a resumir o comporameno da produividade da indúsria nos anos que anecedem a análise dese rabalho. O capíulo 3 apresena a meodologia empregada nese rabalho e descreve ambém duas meodologias alernaivas uilizadas em esudos que raam de produividade. O capíulo 4 dealha mais os modelos deerminísicos não-paraméricos do ipo análise envolória de dados (DEA) apresenados no capíulo 3 em uma forma generalizada que engloba grande pare dos modelos DEA disponíveis na lieraura. O capíulo faz ainda um resumo da discussão em orno da decomposição de índices de produividade empregada nese rabalho. O capíulo 5 raa da análise empírica e o 6 conclui o rabalho. 3

11 2 Produividade na indúsria brasileira 2. Inrodução Em geral os esudos que raavam da produividade na indúsria brasileira aé a década de 90 o faziam como subproduo de ouros objeos de análise ais como evolução do emprego e crescimeno do produo seorial. Enreano a parir dos anos 90 a produividade passa a desempenhar um papel cenral nos rabalhos sobre a indúsria brasileira. O ermo produividade é uilizado ano para descrever produividade parcial (do rabalho) quano produividade oal dos faores. A grande maioria dos esudos que se propõem a medir a produividade oal da indúsria uiliza a meodologia da conabilidade do crescimeno sendo poucos os rabalhos preocupados com algum ipo de decomposição daquela variável. 2 As próximas seções apresenam uma visão parcial de como se compora a produividade na indúsria brasileira no período enfaizando a meodologia empregada em alguns dos rabalhos mais represenaivos. Uma vez que ese rabalho se propõe a analisar o comporameno da indúsria brasileira no período acredia-se que a ordem cronológica das bases uilizadas e não dos rabalhos seja mais conveniene para refleir o comporameno da produividade da indúsria brasileira durane o período que precede a análise objeo dese rabalho. 2.2 Década de 70 Os esudos que analisam o comporameno da produividade da indúsria brasileira regisram a década de 70 como um período de crescimeno fraco quando não negaivo. Tal crescimeno dependia em cera medida de uma esraégia de endividameno exerno que A conabilidade do crescimeno (Growh Accouning) é uma abordagem para a obenção da produividade oal dos faores baseada em SOLOW (957). Essa abordagem é apresenada de forma resumida no próximo capíulo. 2 BRAGA e ROSSI (988) analisam a evolução da produividade oal dos faores na indúsria brasileira uilizando a meodologia desenvolvida em KWON (986). DUARTE e MACEDO (200) empregam o procedimeno discuido em BATTESI e COELLI (995). Embora as meodologias sejam disinas ambos os esudos se propõem a idenificar componenes da produividade oal dos faores. 4

12 mosrou sua fragilidade quando as axas de juros inernacionais se elevaram após o segundo choque do peróleo. BRAGA e ROSSI (988) se incluem enre os primeiros rabalhos a propor uma análise do comporameno da produividade oal dos faores no Brasil. Os auores esudam 2 seores da indúsria de ransformação no período de 970 a 983 dividindo a produividade oal em progresso écnico economias de escala e uilização da capacidade. 3 Os principais resulados do rabalho aponam para uma piora na esruura organizacional da indúsria brasileira acompanhada da ausência ano de progresso écnico quano de difusão ecnológica. BONELLI (992) ambém esuda a evolução da produividade oal dos faores para 22 seores da indúsria de ransformação uilizando-se da meodologia da conabilidade do crescimeno. Seu período de análise cobre os anos de 975 aé 985. No que concerne o segundo qüinqüênio da década de 70 o auor observa um crescimeno médio anual de 048%. O rabalho uiliza-se dos censos indusriais do IBGE 4 de e 985. BONELLI e FONSECA (998) calculam a produividade oal dos faores no período para o agregado da indúsria brasileira seor agropecuário e indúsria de ransformação uilizando o méodo da conabilidade do crescimeno. Os auores verificaram que houve fores axas de crescimeno no período que vai aé 973 axas esas que apresenam após ese ano declínio aé 980. No caso da indúsria de ransformação a variação média da produividade oal dos faores foi negaiva durane o período de 974 a 980. FEIJÓ e CARVALHO (2002) analisam a indúsria manufaureira sugerindo que na década de 70 ano o nível de emprego quano o de produividade apresenam crescimeno em orno de 42% e 48% respecivamene. Segundo os auores esa década marcaria o fim do processo de subsiuição das imporações. No enano convém salienar que os auores 3 Ese rabalho é um dos poucos que se propuseram a decompor a produividade oal dos faores na indúsria brasileira. 4 Insiuo Brasileiro de Geografia e Esaísica. 5

13 consideram o conceio de produividade parcial do insumo rabalho calculada a parir do quociene das axas de crescimeno da produção física pelo crescimeno do nível de emprego. 2.3 Década de 80 Os desdobramenos da crise do México em 982 agravam o cenário inernacional inviabilizando a esraégia de crescimeno via endividameno. Como se não basassem as dificuldades no âmbio inernacional a década de 80 no Brasil é marcada por um conexo de enaivas de esabilização econômica principalmene a parir da segunda meade da década. O nível de aividade ficou esagnado e a axa de crescimeno do esoque de capial diminuiu significaivamene. Noe-se que a axa de crescimeno média da economia brasileira regisrada durane esse período é de 2% ao ano 5 paamar bem abaixo da axa hisórica de crescimeno. 6 Segundo PINHEIRO GIAMBIAGI e GOSTKORZEWICZ (999) o seor indusrial não somene apresena esagnação durane a década de 80 como ambém sofre araso ecnológico. Os auores sugerem que a indúsria no âmbio inernacional eria passado por fores mudanças de naureza organizacional e ecnológica; em conrase os invesimenos indusriais no Brasil eriam sofrido reduções consideráveis. Em ermos de desempenho BONELLI (992) regisra para a indúsria da ransformação um crescimeno da produividade oal dos faores em orno de 09% ao ano durane o período Por ouro lado BONELLI e FONSECA (998) ao analisar a produividade oal dos faores para a indúsria de ransformação num painel com 22 seores obêm variações médias negaivas exceo para o período A axa de crescimeno do esoque de capial diminui significaivamene enquano salvo no período a mão-de-obra apresena axas de crescimeno elevadas. No que concerne a produividade parcial do insumo rabalho FEIJÓ e CARVALHO (2002) observam que ela cresce durane a década em cerca de 8% nível inferior aos 48% apresenados na década 5 De acordo com o rabalho de PINHEIRO GIAMBIAGI e GOSTKORZEWICZ (999 pg. 4). 6 Aqui denomina-se hisórica a axa anual de crescimeno de 63% apresenada por MOREIRA (999) a qual cobre o período de 955 a

14 que a anecedeu. Vale ressalar que o nível de emprego indusrial declina quase 5% durane o mesmo período. 2.4 Década de 90 A década de 90 apresena uma endência clara de crescimeno na produividade na indúsria. Enreano esse crescimeno foi ema de inenso debae principalmene nos primeiros cinco anos da década. Uma inerpreação alernaiva do desempenho no primeiro qüinqüênio segundo alguns auores enfaizava um possível processo de desindusrialização da economia brasileira. Aliado a esse crescimeno parece exisir um decréscimo no nível de emprego indusrial. 7 Segundo PINHEIRO GIAMBIAGI e GOSTKORZEWICZ (999) a simples comparação do desempenho macroeconômico brasileiro nas décadas de 80 e 90 sugeriria que a década de 90 eria sido uma segunda década perdida. Não obsane os auores afirmam que duas diferenças fundamenais disinguiriam essas décadas. A primeira residiria no fao de que os anos 80 foram marcados por alas axas de inflação ao passo que durane o segundo qüinqüênio de 90 a economia apresenou uma melhoria de seu desempenho em relação ao primeiro. A oura diferença esaria no conrase enre o fechameno da economia durane a década de 80 junamene com sucessivos congelamenos de preços e a siuação vivida nos anos 90. De acordo com esses auores as reformas esruurais implemenadas na década de 90 podem elevar a axa de crescimeno fuuro da economia. Denre esas reformas vale ressalar a aceleração do processo de privaização a aberura comercial e a esabilização esa úlima apresenada na segunda meade da década. No que diz respeio à privaização durane o período de imporanes seores como ranspores elecomunicações e elericidade passaram por um processo de privaização parcial ou compleo. 8 O rimo no qual esse processo é levado mosra-se bem diferene do padrão aneriormene apresenado e de cera forma represena um conrase 7 Ver FEIJÓ e CARVALHO (2002). 8 PINHEIRO (999) menciona que os anos de 996 aé 999 apresenam receias recordes com vendas de esaais. 7

15 em relação ao inervencionismo esaal dos anos precedenes principalmene após o governo de Geúlio Vargas. Desde o início da década de 80 já se podia perceber um princípio de mudança com a criação da Comissão Especial da Desesaização. 9 Todavia vale ressalar os obsáculos criados ao processo de desesaização pela Consiuição de 988 e a rejeição da medida provisória 0 que colocava como passíveis de privaização odas as empresas esaais exceo as que não pudessem ser alienadas devido a resrições consiucionais. Em resumo seja pelo rimo seja pela abrangência a privaização na década de 80 ficou muio aquém do proposo pelo governo. No período Collor em início o Programa Nacional de Desesaização. Durane o período empresas perencenes sobreudo à indúsria de ransformação passam pelo processo de privaização com desaque para os seores siderúrgico peroquímico e de ferilizanes. O processo de aberura e seus impacos são o foco dos arigos que raam do ema produividade na década de 90 sendo inclusive moivo de grande polêmica principalmene na inerpreação do ocorrido no primeiro qüinqüênio. Para alguns auores o crescimeno de produividade apresenado nos primeiros anos da década seria espúrio mais represenaivo de um processo de desindusrialização do que um verdadeiro efeio posiivo da aberura comercial. Uma idéia geral dese debae é apresenada na subseção seguine. 2.5 Crescimeno da produividade via desindusrialização? Auores como TAVARES (998) acrediam que o aumeno da produividade apresenado na década de novena seria espúrio e não devido ao processo de aberura. Essa linha de argumenação aribui o crescimeno da produividade ao processo de erceirização e ao movimeno defensivo por pare do seor indusrial frene à compeição inernacional com a conraparida indesejável de aumeno do desemprego indusrial. A hipóese subjacene é que apenas invesimenos induziriam mudanças ecnológicas capazes de se maerializarem em ganhos genuínos de produividade. 9 Vide decreo presidencial 86.25/8. 0 Medida provisória número 26 de 989. Lei 8.03/90. 8

16 Em relação aos invesimenos vale ressalar como BARROS e GOLDENSTEIN (997) o fizeram que as empresas esrangeiras primeiro esam o mercado e a aceiação de seus produos ao criar uma rede de disribuição e assisência écnica e depois começam a imporar máquinas e equipamenos. Esses auores comenam que dados o volume e a consisência dos invesimenos inernacionais já se pode visualizar uma erceira onda após os anos 70 e 90 cuja caracerísica é a compra de empresas radicionais familiares consrução de novas planas e inserção em novos seores. Porano parece que os invesimenos únicos a se maerializarem em ganhos genuínos de produividade segundo a linha apresenada no parágrafo anerior pariciparam do cenário da década de 90. SILVA ET ALI. (993) e CONSIDERA (995) se incluem enre os auores que vêem o aumeno da produividade como fenômeno espúrio. Segundo esses auores o aumeno da produividade regisrado após a aberura comercial deve-se à recessão ocorrida durane o início da década. O simples fao de a economia esar num processo recessivo implicaria o fechameno de empresas de menor produividade o que por si só levaria a um aumeno da produividade como um odo. ROSSI JUNIOR e FERREIRA (999) comenam que há ambém os que acrediam esarem as medidas de evolução da produividade na maioria das vezes viesadas devido à incorreção nos dados uilizados. Nesse caso o principal foco de críica seria o fao de os processos de erceirização não esarem sendo levados em cona compromeendo os cálculos de produividade. 2 Segundo FEIJÓ e CARVALHO (2002) a prevalência de uma inerpreação oimisa da evolução da produividade na indúsria brasileira no início da década de 990 seria devida a efeios posiivos ano da aberura comercial quano da esabilidade de preços. Por sua vez as axas decrescenes observadas nos anos 80 seriam conseqüência do modelo de subsiuição de imporações. Eles observam enreano que os defensores de uma correne 2 Para argumenos conrários a al afirmaiva ver FEIJÓ e CARVALHO (994). 9

17 mais moderada acrediam que houve ganhos expressivos de produividade embora admiam que alguns seores enham sofrido impacos negaivos da aberura. 3 ROSSI JUNIOR e FERREIRA (999) argumenam que uma das razões que poderiam explicar a emergência do debae desindusrialização versus crescimeno de produividade seria o curo espaço de empo enre as primeiras avaliações da aberura comercial e seu início. Por exemplo BONELLI e FONSECA (998 p.3) regisram axas médias de crescimeno de produividade de 5% no período para a indúsria de ransformação brasileira. 2.6 Ouros esudos sobre produividade da indúsria brasileira nos anos 90 FEIJÓ e CARVALHO (2002) uilizam as bases de dados do IBGE Pesquisa Indusrial Anual (PIA) e Pesquisa Indusrial Mensal (PIM) para concluir que a década de 90 apresena crescimeno consane da produividade parcial do insumo rabalho na indúsria brasileira acompanhado de um decréscimo ambém consane do nível de emprego. Denre os esudos sobre a década de 90 vale mencionar MOREIRA (999) que esende a análise de MOREIRA e CORREA (996) relaiva ao período para o período além de apresenar uma série de indicadores referenes às mudanças esruurais e aos ganhos de eficiência écnica e alocaiva. O auor conclui que os movimenos relaivos a ganhos de eficiência écnica e alocaiva discuidos no primeiro arigo se maniveram na segunda meade daquela década. MOREIRA (999) afirma ainda que mesmo em um ambiene macroeconômico desfavorável os impacos da aberura comercial foram em geral na direção esperada e que a especialização do parque produivo coninuou a ocorrer embora com menor inensidade do que a apresenada na primeira meade daquela década. 3 Ver KUPFER (998). 0

18 ROSSI JUNIOR e FERREIRA (999) uilizam um painel de dados do IBGE conendo 6 seores da indúsria de ransformação para analisar a evolução da produividade brasileira no período de 985 a 997 empregando o méodo da conabilidade do crescimeno. Os auores concluem que seja em ermos de produividade oal dos faores ou de produividade do rabalho o período em duas fases disinas: o período é marcado pela esagnação enquano o período apresena significaivas axas de crescimeno. Em nenhuma de suas esimaivas é possível se rejeiar a hipóese de que aumenos nas barreiras comerciais implicariam menores axas de crescimeno da produividade do rabalho e da produividade oal dos faores confirmando em cera medida os esudos inernacionais de que países com maior grau de aberura comercial crescem mais rápido. Conforme mencionado na seção 2.2 BONELLI e FONSECA (998) calculam a produividade oal dos faores no período para o agregado da indúsria brasileira seor agropecuário e indúsria de ransformação e regisram uma aceleração da axa de crescimeno da produividade oal dos faores na década de novena para os seores econômicos analisados. FERREIRA e GUILLÉN (2002) uilizam uma base de dados consiuída de 6 seores da indúsria de ransformação no período para analisar o comporameno desa indúsria após as reformas econômicas da década de novena. Os auores regisram esimaivas de mark-up que indicariam práicas não concorrenciais na maioria dos seores; além do mais não enconram evidência esaísica de redução de mark-up. Eles observam ambém que seores esimados como não concorrenciais anes da aberura coninuariam o sendo após a mesma. Os auores obêm ainda indicações de aumeno de produividade média e salos de produividade após a redução das barreiras comerciais. Eles argumenam que o uso de novas ecnologias e o acesso a insumos imporados poderiam er sido os possíveis canais de aumeno de produividade. DUARTE e MACEDO (200) se uilizam da meodologia de froneiras esocásicas discuida em BATTESE e COELLI (995) para analisar a evolução da produividade oal

19 dos faores em 7 seores da indúsria brasileira no período de 986 a 995. O modelo adoado permie a decomposição de seu crescimeno em variações de eficiência écnica e progresso écnico propriamene dio. Para o sub-período em paricular os auores enconram expansão da froneira de produção o que seria um indício de progresso écnico no período pós-aberura nos seores analisados. 2.7 O que se pode esperar desse rabalho? Independene da causa do aumeno da produividade parece ser pono pacífico que a mesma mosrou endência crescene na década de 90. Porano de acordo com o apresenado nas seções aneriores espera-se que os índices enconrados para a produividade sejam maiores do que um. O aumeno da produividade pode ser aribuído a mudança écnica ganhos de escala e variações posiivas de eficiência écnica. O rabalho de MOREIRA (999) e o relaório MCKINSEY (997) por exemplo sugerem que ganhos de escala seriam um faor imporane no crescimeno de produividade observado. Por ouro lado FERREIRA e GUILLÉN (2002) sugerem que o aumeno da produividade na indúsria de ransformação poderia advir do uso de novas ecnologias ou na erminologia de índices de produividade uma componene de mudança écnica maior do que a unidade. Variações de eficiência écnica ambém são idenificadas como prováveis causas de crescimeno de produividade da indúsria brasileira na década de 90 e.g. BONELLI e FONSECA (998) argumenam que a economia eria ingressado numa nova fase de ganhos de eficiência e produividade o que deveria se refleir nos índices de eficiência e de mudança écnica. Esse rabalho se propõe a analisar odos os faores mencionados acima de forma conjuna em cada um dos 27 gêneros indusriais analisados. 2

20 3 Conceios e meodologias 3. Inrodução No capíulo anerior ao se fazer uma breve revisão da lieraura a respeio da evolução da produividade da indúsria brasileira nas úlimas décadas duas meodologias foram ciadas: conabilidade do crescimeno e froneiras esocásicas. Esas meodologias e a abordagem empregada nesse rabalho são o ema desse capíulo. 3.2 Medidas de Nas próximas subseções são apresenados alguns conceios uilizados nesse rabalho. Em seguida em-se uma exposição de um modelo geral para análise envolória de dados e um resumo de duas alernaivas de mensuração da produividade oal dos faores Medidas de Insumo Orienadas FARREL(957) propõe uma medida de eficiência que leva em consideração odos os insumos e ainda evia os problemas apresenados por números índice. O auor ilusra os conceios proposos analisando a produção agrícola dos Esados Unidos. A medida de eficiência écnica sugerida em relação com o coeficiene de uilização de recursos proposo por DEBREU (95) e o raameno da função de produção eficiene é baseado na análise de aividade. 4 Para ilusrar a medida de overall efficiency proposa por FARREL(957) considere-se uma firma usando dois insumos para produzir um produo. 5 Supondo reornos consanes de escala e que a função de produção eficiene seja conhecida pode-se raçar ano a isoquana uniária (no Gráfico represenada por SS ) quano reas de inclinação igual à 4 O auor cia KOOPMANS (95) como exemplo desa correne. 5 Ese exemplo foi empregado por FARREL (957). 3

21 razão dos preços dos insumos (AA ). 6 O par óimo de insumos no senido de minimizar os cusos é o pono onde esas curvas se enconram (Q ). Gráfico : Medida de segundo FARREL (957) Considere uma firma operando no nível represenado pelo pono P do Gráfico. Noe que o pono Q uiliza a mesma proporção de insumos que a firma que opera no pono P e perence ao mesmo nível de produção. Nesse caso poder-se-ia reduzir a quanidade de insumos que al firma uiliza manendo-se a mesma proporção enre eles e ainda assim produzir a mesma quanidade. FARREL (957) define a eficiência écnica da firma como sendo a razão OQ / OP. Esa medida em como máximo a unidade sendo esa aingida no caso da firma esar operando num pono perencene à curva isoquana uniária (SS ). Quano mais disane da mesma mais próxima de zero orna-se esa medida. 6 COELLI (996) comena que o pressuposo de reornos consanes de escala permie que se represene a ecnologia usando isoquana uniária. Exise ainda a hipóese de que os preços dos insumos são conhecidos para consruir-se a rea AA. 4

22 Por ouro lado deve-se levar em consideração o nível óimo de insumos dados os níveis de preços. Apesar do pono Q do exemplo apresenar medida de eficiência écnica igual a um ese não é o pono óimo para os preços uilizados no exemplo. Caso se esivesse produzindo no pono Q esar-se-ia rabalhando no mesmo nível de produção só que com os cusos sendo somene a fração al razão como sendo a medida de eficiência alocaiva. OR / OQ dos cusos no pono Q. FARREL (957) define FARREL (957) argumena que caso uma firma que operasse no pono Q mudasse a proporção de seus insumos manendo sua eficiência écnica consane seus cusos seriam reduzidos na proporção OR / OQ desde que a razão dos preços de seus insumos não variasse. Logo seria razoável usar esa mesma razão para a firma que opera no pono P. Dessa forma firmas que operam uilizando a mesma proporção de insumos eriam a mesma medida de eficiência alocaiva. 7 Caso a firma que opera no pono P fosse eficiene ano no senido alocaivo quano no écnico seus cusos seriam OR / OP vezes o que são na realidade. Seguindo ese raciocínio FARREL (957) denomina esa fração como sendo a overall efficiency desa firma. Noe-se que: OR OP = OQ OR OP OQ De oura forma: Overall Efficiency = X Alocaiva. 7 O auor admie que é impossível dizer o que aconeceria com a eficiência écnica da firma ineficiene rabalhando em P caso ela variasse a proporção de seus insumos mas enfaiza que a forma com que foi proposa a medida de eficiência alocaiva seria a melhor medida disponível. 5

23 Noe-se ainda que essas medidas são definidas com base em segmenos parindo da origem sendo chamadas porano de medidas radiais de eficiência. A vanagem de medidas do ipo radial é sua invariabilidade em relação à escala no senido em que mudanças nas unidades de medida não aleram seus resulados (COELLI 996). FARREL (957) comena que ao fazer aplicações dessa eoria denre as várias possibilidades poder-se-ia considerar seja uma função eórica especificada por engenheiros seja o melhor dos resulados apresenados na práica uma vez que a verdadeira função é desconhecida. O mesmo sugere que o melhor dos resulados conhecido na lieraura como bes pracice seja a melhor opção uma vez que quano maior a complexidade da produção em que se esá rabalhando maior a possibilidade de que a função eórica especificada por engenheiros eseja errada. De forma resumida er-se-ia enão as seguines medidas de eficiência dias insumo orienadas uma vez que ao se consruir as mesmas o cálculo que se em em mene é a de quano se pode proporcionalmene reduzir os insumos de modo a conservar o mesmo nível de produo: : 8 OQ TE i = OP Alocaiva: OR AE i = OQ 8 O subíndice i indica que é uma medida de eficiência insumo orienada. 6

24 Overall Efficiency: OR EE i = OP Medidas de Produo Orienadas 9 Na seção anerior foi apresenada denre ouras coisas como seria compuada a eficiência écnica seguindo uma orienação para o insumo. Viu-se que uma medida de eficiência écnica insumo orienada responderia à seguine indagação: dado um nível de produo qual a máxima conração equiproporcional dos insumos? Gráfico 2: Medida de Produo Orienada No caso do Gráfico 2 onde por simplicidade considera-se somene um insumo e um produo a medida de eficiência écnica insumo orienada proposa por FARREL (957) equivaler-se-ia à razão: AB / AP. 9 Esa seção fundamena-se foremene na exposição de COELLI (996). 7

25 Nesse mesmo exemplo poder-se-ia pensar na razão CP / CD como uma oura forma de medir-se eficiência écnica. Esa indicaria o máximo que se poderia aumenar o produo manendo o nível de insumo empregado consane. Tal medida é conhecida como produo orienada. Gráfico 3: Medidas Produo Orienadas X Insumo Orienadas De acordo com FÄRE e LOVELL (978) medidas insumo-orienadas e produo-orienadas somene erão o mesmo valor quando a ecnologia apresenar reornos consanes de escala. No Gráfico 3 é apresenado um exemplo desa equivalência: 20 CD = PD AP BP 20 A prova do afirmado pode ser realizada por semelhança de riângulos caso AÂA. 8

26 Gráfico 4: Alocaiva e Overall Efficiency Para ilusrar como seriam definidas segundo a abordagem produo orienada as medidas de eficiência alocaiva e a overall efficiency considere-se o caso de um insumo e dois produos. 2 Assumindo-se reornos consanes de escala pode-se represenar a ecnologia por uma curva de possibilidades de produção uniária (ZZ na figura acima). Noe-se que uma firma operando no pono A seria considerada como ineficiene uma vez que sua medida de eficiência écnica (TE o ) dada pela razão OA / OB é menor do que a unidade. OA TE o = OB Se a informação sobre os níveis de preços esiver disponível pode-se ainda desenhar as curvas de isoreceia o que permie definir a eficiência alocaiva. Noe-se que a curva de isoreceia máxima para a curva de possibilidades de produção uniária apresenada dados os preços desse exemplo seria a curva DD uma vez que é a maior isoreceia que angencia a curva ZZ. O pono B pono de angência enre a isoreceia e a curvas de possibilidades de produção é o pono da curva ZZ onde se obém 2 Ese exemplo se enconra em COELLI (996). 9

27 o maior nível de receias. Para uma firma que produzisse a mesma proporção de produos que a de uma firma que opera no pono A obivesse uma receia no mesmo nível que a receia percebida ao se produzir em B seria necessário que a mesma esivesse rabalhando no pono C. Logo poder-se-ia definir eficiência alocaiva (AE o ) como sendo a razão: OB AE o = OC Poder-se-ia ambém definir overall efficiency (EE o ) como sendo: OA EE o = TE o X AE o = OC 3.3 Análise envolória de dados 22 A análise envolória de dados (DEA 23 ) é um méodo não paramérico que permie mensurar a eficiência écnica via problemas de programação maemáica. Esse méodo é genérico o suficiene para permiir a análise de casos muli-insumos e muli-produos. O mesmo consrói uma superfície 24 limie (ambém dia envolória por isso al nomenclaura) que seria a froneira à qual somene as firmas mais eficienes perenceriam. Desa forma cada firma é comparada com firmas em al froneira. O pono na froneira que corresponderia à produção eficiene para a firma é dado pelos dios produo virual e insumo virual. 25 FARREL (957) baseando-se nos rabalhos de DEBREU (95) e KOOPMANS (95) propôs uma esimaiva para a froneira uilizando a abordagem insumo orienada. Tal esimaiva dia picewise-linear convex hull approach foi aplicada em seu arigo para analisar a produção agrícola dos esados nore-americanos. 22 Para uma apresenação mais dealhada de ais méodos ver SEIFORD e THRALL (990). 23 DEA vem do inglês Daa Envelopmen Analysis. Nesse capíulo apresena-se um modelo generalizado. No próximo é feia uma exposição mais dealhada desa abordagem. 24 No caso de dimensões maiores hiper-superfície. 25 O nome virual deriva do fao de que nem sempre aquele insumo ou produo exise i.e. eles são a soma de odos os produos ou insumos no caso de insumo virual ponderada pelos pesos óimos enconrados no problema de maximização. 20

28 Segundo COELLI (996) após FARREL (957) auores como AFRIAT (972) ambém sugeriram méodos de programação linear 26 para esimação de froneiras porém foi somene com o arigo de CHARNES COOPER e RODHES (978) que a abordagem ficou conhecida como análise envolória de dados. O modelo proposo por esses auores é chamado de CCR na lieraura. Desde enão esse ipo de abordagem se desenvolveu basane SEIFORD (996) por exemplo lisa mais de 700 arigos relacionados com esse ema Modelo Generalizado 28 Apesar de se er uma considerável gama de modelos de análise envolória de dados grande pare desses se encaixa em alguma subclasse do dio modelo DEA generalizado desenvolvido por YU WEI e BROCKETT (996). Tendo em visa apresenar al modelo um pouco de nomenclaura se faz necessário. Porano para cada Unidade Tomadora de Decisão (DMU j ) seja: x T j = (x j x 2j... x mj ) o veor de insumos; y T j = (y j y 2j... y sj ) o veor de produos; X = a mariz conendo os veores de insumos de odas DMU em quesão; Y = a mariz conendo os veores de produos de odas as DMU em quesão; e T = (...) T E n ; δ i parâmero binário assumindo somene os valores 0 ou i=23; m s W E é um cone fechado convexo onde In W 0 ; ω W µ \ {} 0 ω em - se T x j > 0 µ T y j > 0 j = 2 K n ; 26 No que concerne programação linear ver DANTZIG (963). 27 Para uma apresenação dos arigos relacionados com DEA mais ciados ver SEIFORD (996) e SARAFOGLOU (998). 28 Esa pare da subseção baseia-se em grande medida em LI (996). 2

29 n E K é um cone fechado convexo onde In K 0 ; s m E W * é o cone polar 29 associado ao conjuno W. n K E * é o cone polar associado ao conjuno K. O subíndice zero denoa a DMU em análise e os veores ϖ e µ são os muliplicadores. ϖ T x j é dio insumo virual e µ T y j produo virual. O modelo DEA generalizado pode ser definido da seguine maneira: ( ) ( ) 0 K.q. max = µ δ δ µ ω ω δ µ µ ω µ δ µ δ W x e Y X y T T T T T O conjuno de possibilidades de produção para esse modelo DEA generalizado é definido como sendo: ( ) ( ) 0. and onde * 2 * 3 = = n n T K e W y Y x X y x T λ λ δ λ δ δ λ δ λ λ δ 29 O cone polar Y * associado ao conjuno Y é definido como Y * ={p : p y 0 y Y} (TAKAYAMA 993 p.269). 22

30 E o dual do problema de maximização apresenado acima: 30 min θ Xλ θx.q. Yλ y δ e T * 0 0 λ δ δ λ K W 2 λ ( ) n δ * 3 λ n 0 θ = δ E Ao se aribuir diferenes valores para os parâmeros binários δ i obêm-se como casos especiais modelos bem conhecidos na lieraura de análise envolória de dados. Denre os seis possíveis casos permiidos por essa generalização vale ressalar os seguines modelos que fazem pare do conjuno de oimizações necessário para a aplicação da abordagem proposa por FÄRE ET AL.(994) uilizada nese rabalho: 3 m s a) δ = 0 W = E e K Nesse caso er-se-ia: = n E max µ T y 0.q. ω ω T T x x 0 j µ = T y ω 0 µ 0 j 0 j = 2 K n LI (996) comena que esse é o modelo de CHARNES COOPER e RHODES (978) onde se maximiza o produo virual por insumo virual da DMU em quesão sujeio a que o 30 Dual é um problema que em caracerísicas semelhanes ao problema proposo dio primal. Denre elas ao se resolver o problema do dual é possível ober a solução do problema primal. O uso de duais pode ser ineressane do pono de visa compuacional ao permiir em alguns casos simplificar o processo de oimização via aleração no número de resrições. Do pono de visa eórico a análise de duais permie enriquecer a inerpreação de um deerminado problema. Aplicações de dual em economia podem ser visas em BAUMOL (965). 3 Os ouros quaro casos especiais desse modelo generalizado como o de FÄRE e GROSSKOPF (985) podem ser visos em LI (996). 23

31 produo virual não seja superior ao insumo virual para alguma das DMUs analisadas o que garane que a medida de eficiência seja menor ou igual a um para odas as DMUs. O conjuno de possibilidades de produção correspondene seria: n n TCCR = ( x y) x jλ j x y jλ j y λ j 0 j = 2 K n j= j= E o dual nesse caso seria: min θ.q. n j= n j= x j λ y λ j θ E j j θx y λ j j = 2 K n. LI (996) inerprea o dual como sendo minimizar a inensidade do veor insumo θ sujeio aos veores de insumo e produo esarem limiados acima e abaixo pela envolória. 32 m s b) δ = δ 2 = 0 W = E e K = n E Nesse caso o modelo DEA generalizado simplificar-se-ia para o modelo apresenado por BANKER CHARNES e COOPER (984): max T ( µ y µ ).q. ω ω 0 T T x x 0 j 0 µ = y ω 0 µ 0 µ E T j µ 0 0 j = 2 K n 32 Daí o nome análise envolória de dados. 24

32 O conjuno de possibilidades de produção seria: T BCC n n = ( ) n x y x jλ j x y jλ j y λ j = λ j 0 j = 2 K n. j= j= j= Enquano seu dual ficaria sendo: min θ.q. n j= n n j= j= x j y λ λ j λ j θ E = j j θx y λ j j = 2 K n. Noe-se que a diferença enre os duais dos modelos CCR e BCC é somene a adição da resrição de que o somaório dos pesos λ seja igual a unidade. Esa resrição dia resrição de convexidade permie que se rabalhe com reornos variáveis de escala. O modelo CCR rabalha com a hipóese de reornos consanes de escala Duas alernaivas à meodologia empregada Na lieraura esão disponíveis diversas maneiras de se medir a produividade oal dos faores. Embora nesse rabalho o méodo uilizado seja o da análise envolória dos dados duas alernaivas são apresenadas de forma resumida nessa seção. A primeira dia conabilidade do crescimeno em enre seus arigos seminais o de SOLOW (957) que associa a função de produção agregada à produividade marcando a lieraura da época em que foi proposa por considerar mais de um faor ao medir a produividade. Ademais esa meodologia é freqüenemene uilizada em rabalhos que se propõem a mensurar a 33 No presene rabalho ao se calcular as funções disância necessárias para a esimação do índice Malmquis de produividade e sua decomposição ano a hipóese de reornos consanes quano a de variáveis serão necessárias. Esse pono será mais bem explicado no próximo capíulo. 25

33 produividade oal dos faores na indúsria brasileira. A segunda conhecida com de froneiras esocásicas de produção é apresenada por esimar assim como a análise envolória de dados uma froneira com relação à qual as medidas de produividade e eficiência esão relacionadas Conabilidade do Crescimeno 35 Exise um consenso enre os esudiosos de que a primeira pessoa a associar a função de produção agregada à produividade eria sido TIBERGEN (942) 36 embora a conribuição considerada seminal para al ema enha sido a de SOLOW (956) ao relacionar a função de produção a números-índices de produividade. Aé a divulgação daquele rabalho em 956 a produividade era freqüenemene mensurada com base na relação enre um único insumo e o produo porano uma produividade parcial do faor em análise. Tal aiude era aceia pela conveniência em eviar o cálculo de faores como capial cuja disponibilidade era muias vezes inexisene e cujas proxies eram em geral pouco confiáveis. A respeio da série de capial por exemplo o próprio SOLOW (957 p.34) comena: The capial ime series is he one ha will really drive a puris mad. Logo é compreensível que na época se privilegiasse o uso da produividade parcial dos faores. Mesmo aualmene essa dificuldade persise como pode se perceber na seguine afirmaiva de BONELLI e FONSECA (998 p.g. 3)...há enormes dificuldades empíricas principalmene mas não exclusivamene as relacionadas à mensuração do capial. SOLOW(957) apresena uma forma de separar variações no produo per capia devidas à mudança écnica daquelas relacionadas a mudanças na disponibilidade de capial per capia e aplica a meodologia para os EUA no período de 909 a 949. Comena ainda que al disinção só é feia sob o cuso de se assumir que os faores são remunerados de acordo com 34 Uma aplicação dessa abordagem para o caso da indúsria brasileira pode ser visa em DUARTE e MACEDO (200). 35 Uma excelene apresenação desse ema e de ouros relacionados à produividade oal dos faores pode ser visa em HULTEN (2000) que aliás é o arigo no qual essa seção mais se fundamena. 36 TIBERGEN J. Zur Theorie der Langfirsigen Wirscahfsenwiicklung Welwirs. Archiv. Amserdam Norh-Holland Publishing Company p

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