ESPECIAL EMPRESAS FLORESTAIS RECORREM ÀS CONSULTORIAS PARA NÃO ERRAR, PRINCIPALMENTE EM ÉPOCA DE CRISE NO ALVO.

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1 ESPECIAL EMPRESAS FLORESTAIS RECORREM ÀS CONSULTORIAS PARA NÃO ERRAR, PRINCIPALMENTE EM ÉPOCA DE CRISE NO ALVO 58

2 MADEIRA SERRADA DE TECA Foto: arquivo N ão há espaço para errar, principalmente em tempos de economia estagnada. Certas vezes basta um tiro errado para desestabilizar toda uma empresa. Assim como os grandes líderes normalmente ouvem os principais conselheiros antes de tomar decisões importantes, muitos empresários recorrem às consultorias especializadas no setor florestal para não errar o alvo. Normalmente isso acontece antes de novos investimentos, mercados e produtos. Mas a área de atuação dessas empresas focadas em desvendar o melhor cenário é bastante vasta. O diretor-presidente da Guavirá Industrial e Agrofloresta, João Carlos Baldasso, já procura auxílio de consultoria regularmente. A empresa, fundada em 1986, fica em São José do Rio Claro (MT). O grande foco está no plantio e industrialização de teca, além de outras espécies como o eucalipto, voltado exclusivamente para biomassa, e o mogno africano. O parque industrial de 170 mil m² (metros quadrados) pode movimentar 50 mil m³ (metros cúbicos) anuais de toras, com capacidade de transformação de 25 mil m³ em produtos serrados. A variedade de produtos é imensa: lambril, guarnição, decks, pisos, painéis, madeira serrada, aplainada, entre outros. Cerca de 80% desses produtos está voltado para exportação. Além do plantio, a Guavirá ainda executa o manejo florestal sustentável. No momento está aguardando o tempo de recuperação da floresta que se encerra dentro de dois anos. Sempre é mais barato e mais seguro procurar profissionais que têm know-how do que fazer por conta própria, avalia Baldasso. Para ele, realizar um trabalho sem ter certeza do caminho que está seguindo, fica muito caro e às vezes pode até custar a estabilidade da empresa, dependendo do investimento. A Guavirá utilizou serviços de forma pontual e, em algumas oportunidades, de maneira mais constante. Já procuramos profissionais para prepararem estudos específicos de mercado, avaliação de viabilidade de secagem da madeira e serviços de engenharia e gerenciamento, conta. Para construir uma indústria de beneficiamento de espécies nativas moderna, contamos com o apoio da consultoria, completa Baldasso. Ele reconhece que em algumas oportunidades a empolgação inicial com um novo negócio acaba sendo frustrada depois da avaliação da consultoria, mas reconhece que esse veredito o fez economizar muito dinheiro. A Stcp Engenharia de Projetos mostrou que aquele não será um bom negócio, o que era verdade. Por isso é fundamental para as tomadas de decisões estratégicas de uma empresa, aponta o diretor-presidente. O episódio relatado pelo empresário vem de encontro ao que diz Ederson de Almeida, diretor-executivo da Consufor. A melhor maneira de ganhar dinheiro, é deixar de perder. Isso significa que até mesmo quando a consultoria desenvolve um projeto mostrando a inviabilidade de determinado investimento pretendido, a empresa está ganhando. Não é raro analisarmos negócios, inclusive em marcha, que não estão contribuindo para remunerar o capital adequadamente, ressalta Ederson. Abril de 2015 REVISTA REFERÊNCIA FLORESTAL 59

3 ESPECIAL PERGUNTE A QUEM SABE A variedade de novos negócios que estão surgindo e que até há alguns anos não fazia parte da rotina dos empresários florestais está entre os pontos que geram mais dúvidas. Temos concentrado esforços no fortalecimento de negócios inovadores vinculados à bioenergia, desenvolvimento de sistema de gestão de informações e geotecnologias. Recentemente a Stcp apoiou no licenciamento de duas termoelétricas baseadas em biomassa que serão abastecidas com plantios de eucalipto, afirma Rômulo Sousa Lisboa, diretor de Desenvolvimento e Qualidade da Stcp Engenharia de Projetos. Ele observa que os empresários procuram as consultorias por diversos motivos, mas os que têm despertado maior interesse são os estudos de mercado, novas oportunidades de negócio e investimentos, além de viabilidade econômico-financeira e estruturação para obtenção de financiamentos junto a entidades financiadoras. Existe ainda uma forte demanda na avaliação de ativos, estudos de logística, seleção de sites para negócios florestais-industriais, elaboração de EIA/Rima (Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental), gerenciamento florestal e ambiental, inventário de recursos e apoio jurídico, detalha. Já no setor público são importantes os estudos estratégicos e planos de desenvolvimento setorial, além de formulação de políticas de desenvolvimento nacional e regional. Existem casos em que o empresário não tem claro o problema a ser resolvido. Alguns não conseguem expor com clareza a necessidade, afirma Rômulo. Na fase inicial da preparação da proposta, busca-se não somente identificar o que o cliente quer, mas especialmente o que ele precisa para resolver. É importante o envolvimento do cliente desde a fase inicial do ciclo do projeto até a conclusão. 60

4 SEMPRE É MAIS BARATO E MAIS SEGURO PROCURAR PROFISSIONAIS QUE TÊM KNOW-HOW DO QUE FAZER POR CONTA PRÓPRIA Foto: Referência Florestal DIRETOR-PRESIDENTE DA GUAVIRÁ - JOÃO CARLOS BALDASSO, Abril de 2015 REVISTA REFERÊNCIA FLORESTAL 61

5 ESPECIAL RESOLVENDO PROBLEMAS O trabalho da consultoria em muitos casos é usado para solucionar problemas. Em certas ocasiões o empresário observa que está obtendo prejuízo, mas não identifica a causa e o número de hipóteses é infinito. Muitas vezes os clientes nos pedem auditoria em processo operacional, aponta o diretor da Consufor. O executivo relata o caso da empresa que estava apresentando prejuízo há um ano na operação de industrialização da madeira. Depois de um profundo diagnóstico na operação e nas finanças, mostramos que o empresário começava a perder dinheiro a partir de uma determinada etapa do processo de beneficiamento. Foi constatado, por meios de cálculos técnicos e econômicos, que a empresa ganharia muito mais se passasse a produzir apenas o serrado seco aplainado. Passados quatro meses, a empresa já tinha retornado à solvência e recuperado a capacidade de investimento. A MELHOR MANEIRA DE GANHAR DINHEIRO, É DEIXAR DE PERDER DIRETOR-EXECUTIVO DA CONSUFOR - EDERSON DE ALMEIDA, 62

6 Não é segredo para ninguém que a economia brasileira está mal das pernas e com isso, entre todas as consequências que um país em recessão enfrenta, está a falta de confiança dos investidores. Ederson elenca os principais complicadores do momento: necessidade da aprovação do Congresso Nacional do pacote de ajuste fiscal proposto pelo governo, instabilidade política, crise hídrica e energética, entre outros aspectos. Mesmo com aprovação do ajuste fiscal, levaremos pelo menos dois anos para colocarmos a casa em ordem, avalia. O que, segundo ele, nesse período refletirá em depreciação do real frente ao dólar, que possivelmente atingirá a casa dos R$ 4,00 para depois voltar a patamares menores, aumento da inflação que ultrapassará o teto da meta em 2015 e possivelmente em 2016, e o PIB (Produto Interno Bruto) negativo ou próximo de zero. Em termos de produção, o setor florestal será afetado por essa conjuntura, principalmente pelo enfraquecimento do mercado interno. Por outro lado, haverá alguma compensação com o aumento das exportações proporcionado por um real mais fraco e avanço do mercado americano (principal mercado mundial). Apesar do cenário nacional, existem oportunidades em áreas específicas ainda não consolidadas como a produção de energia com base em biomassa florestal. Mas também em setores já consolidados da indústria florestal, como indústria de madeira sólida, celulose e painéis que podem, via exportações, aumentar o market share no mercado internacional, projeta Ederson. Ainda de acordo com o diretor da Consufor, o momento é de investir pontualmente. Tempo de crise também é tempo de investimento em melhoria da produtividade, estudar novas oportunidades de investimentos, repensar o modelo de negócio, tudo com o objetivo de maximizar o retorno do capital investido. Apesar de vários pontos desfavoráveis no cenário econômico atual, existem oportunidades que podem ser buscadas. Um dos principais exemplos com a alta do dólar e a recuperação da economia norte-americana, é aproveitar para focar-se no mercado externo. Com a moeda estrangeira valorizada há ganhos, mas não pode ser esquecido que pode haver um aumento no nível de endividamento de empresas, e devem ser tomadas ações de forma a mitigar riscos, orienta Rômulo, da Stcp. Ele argumenta que há uma ampla gama de produtos de base florestal (celulose, papel, produtos de madeira sólida e de maior valor agregado) para os quais podem ser buscados mercados no exterior. Cabe ressaltar o recente acordo bilateral assinado entre Brasil e EUA (Estados Unidos da América), em março deste ano, o qual visa facilitar os negócios e a convergência regulatória para a ampliação do comércio entre os dois países, lembra o diretor de Desenvolvimento e Qualidade da Stcp. Isto também abre oportunidades para trazer inovações tecnológicas à indústria e aumentar a produtividade. Diferentemente dos tempos de estabilidade, em que a empresa pode se acomodar, tempos difíceis impõem desafios às empresas. Foto: arquivo CRISE E OPORTUNIDADE Abril de 2015 REVISTA REFERÊNCIA FLORESTAL 63

7 ESPECIAL Foto: Referência Florestal OS PLANTIOS FLORESTAIS DEVERÃO SER EXPANDIDOS PRINCIPALMENTE EM NOVAS FRONTEIRAS: MATO GROSSO, TOCANTIS, MARANHÃO E PIAUÍ - RÔMULO SOUSA LISBOA, DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO E QUALIDADE DA STCP ENGENHARIA DE PROJETOS 64

8 Para os próximos anos uma clara tendência é o crescimento da importância do segmento de florestas plantadas, principalmente de pinus e eucalipto. Segundo dados da Stcp, as florestas plantadas são hoje responsáveis por mais de 90% do suprimento nacional de madeira industrial, e a tendência é que nos próximos 10 a 20 anos possa chegar a 95%. As florestas nativas deverão no médio e longo prazo ser responsáveis pelo suprimento de especialidades, no entanto, a grande parte da madeira deverá vir de florestas plantadas. O maior crescimento na demanda de madeira de plantações deverá ser para celulose, painéis de madeira reconstituída e para energia. Os plantios deverão ser expandidos principalmente em novas fronteiras: Mato Grosso, Tocantis, Maranhão e Piauí, afirma Rômulo. De acordo com as perspectivas de Ederson, o setor de florestas plantadas no Brasil deve continuar apresentando crescimento nos próximos anos. O Brasil sofre com uma crise econômica conjuntural, mas como floresta é um investimento de longo prazo, não deve ser impactado de forma proporcional. Além disso, o capital internacional continua disponível para aumentar seu market share no mercado brasileiro via projetos de greenfield (novos projetos) e brownfield (recursos destinados a uma companhia com estrutura pronta). Fundos nacionais também estão capitalizados em busca de oportunidades no setor. A demanda por madeira oriunda de plantios florestais na Brasil esta consolidada e com projetos de expansão em praticamente todos os segmentos, incluindo celulose, energia e produtos de madeira. PERSPECTIVAS 8

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