Previdência Complementar: fique por dentro das fontes de custeio. Edição Especial -- nº Julho Dezembro de 2014 de 2014

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1 Edição Especial -- nº Julho Dezembro de 2014 de 2014 A revista da FAPES (Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES) Previdência Complementar: fique por dentro das fontes de custeio

2 p.3 p.6 Atuária Direito Previdenciário PENSANDO BEM O papel do atuário na preservação do plano de benefícios p.9 p.12 Finanças Especial Editada pelo Departamento de Comunicação (DECOM) da FAPES, a revista Bene-Dito é uma publicação encaminhada gratuitamente aos participantes da Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES e aos beneficiários do Plano de Assistência e Saúde PAS. Produção editorial: Casa do Cliente Comunicação Jornalista responsável: Jaíra Reis Edição: Jaíra Reis Coordenação: Edgard Cravo Textos: Andrea Neubarth, Felinto Sernache, Flavio Martins Rodrigues, Luiz Roberto C. Gouvêa e Reinaldo Domingos Revisão: Cristina Motta Direção de arte: Gina Mesquita Fotos: Divulgação Impressão: gráfica Ultra Set Tiragem: exemplares Nesta edição da Revista Bene-Dito Especial, Felinto Sernache e Luiz Roberto C. Gouvêa destacam, na seção Atuária, a relevância das fontes de contribuição para a preservação do plano de benefícios. No artigo, os consultores ressaltam que o custeio ou o financiamento de um plano de previdência complementar se apoia em duas fontes principais e que o atuário tem um papel fundamental no planejamento, no acompanhamento da evolução e nos resultados da gestão para assegurar a solvência do plano. Na seção Direito Previdenciário, o destaque é o segundo artigo sobre os princípios que norteiam a previdência complementar fechada. Nesta edição, os advogados Flavio Martins Rodrigues e Andrea Neubarth Corrêa falam sobre a autonomia do Regime de Previdência Complementar (RPC), que ocorre tanto em relação ao regime de previdência público (INSS) quanto na relação trabalhista (empregador-empregado) que, muitas vezes, se confunde com a relação patrocinador-participante nos planos patrocinados por empresas. Por fim, na seção Finanças, o educador financeiro Reinaldo Domingos aborda o tema Seguros. No artigo, ele explica como escolher as melhores opções do mercado e a importância de um seguro para a vida da pessoa. O educador mostra quais apólices são mais relevantes para as famílias, levando em consideração a grande quantidade de produtos existentes no mercado, e ratifica a necessidade de se fazer uma pesquisa sobre a idoneidade das empresas e de ler atentamente as propostas e os contratos. Já conhece o aplicativo para dispositivos móveis? Agora você tem acesso ao conteúdo completo da Revista Bene-Dito em qualquer lugar e velocidade via celular ou tablet. Para baixar o aplicativo, acesse a conta da FAPES no Google Play ou na App Store. É gratuito! Boa leitura! Diretoria-Executiva da FAPES

3 ATUÁRIA 3 O custeio de um Plano de Previdência Complementar O custeio ou financiamento de um plano de benefícios de previdência complementar se apoia em duas principais fontes: a primeira fonte, formada pelas contribuições dos interessados (participantes ativos e assistidos e patrocinadoras); e a segunda fonte, constituída pelos rendimentos das aplicações financeiras. A combinação das duas fontes proverá os fundos garantidores para o pagamento dos benefícios previstos. Este artigo se concentrará na fonte das contribuições, cuja determinação e eventuais ajustes são periodicamente recomendados pelo atuário para a preservação do plano de benefícios. Como já foi dito na série de artigos sobre atuária aqui publicados, o papel do atuário é dinâmico, pois além de planejar, ele acompanha a evolução e os resultados da gestão do plano de benefícios, sinalizando as medidas

4 4 ATUÁRIA necessárias para recalibrar as contribuições que assegurem a solvência do plano. De acordo com a legislação que rege a matéria, na constituição de um plano de benefícios, são estabelecidos dois tipos de contribuição, destinados à formação de reservas para cobertura dos compromissos assumidos pelo plano de benefícios: contribuições normais: necessárias para a formação dos fundos garantidores dos benefícios estruturados no regime de capitalização e para o pagamento dos benefícios estruturados no regime de caixa; contribuições extraordinárias: destinadas ao custeio de insuficiência de cobertura das provisões matemáticas, amortização de dívidas do patrocinador, serviços passados e outras finalidades não incluídas na contribuição normal. Há planos de benefícios que, adicionalmente, estabelecem uma joia atribuível a novos entrados também como fonte de custeio para a formação dos recursos garantidores dos benefícios. De acordo com os modelos e métodos de financiamento disponíveis, as contribuições normais são reavaliadas anualmente e poderão variar de acordo com o perfil etário-salarial dos participantes e beneficiários e com as premissas utilizadas na avaliação atuarial em relação ao crescimento salarial, à rotatividade, à mortalidade, à constituição das famílias, à incidência de doença ou invalidez e à taxa de desconto utilizada na avaliação do valor presente dos benefícios.

5 ATUÁRIA 5 Dependendo do método atuarial selecionado para o custeio dos benefícios, as contribuições normais podem aumentar ao longo do tempo, mesmo se as premissas adotadas se realizarem na prática. A observância rigorosa do nível das contribuições normais e extraordinárias recomendado pelo atuário é um ponto fundamental para assegurar o equilíbrio econômico do plano de benefícios. Verifica-se que em alguns planos de benefícios as contribuições normais são fixadas ou limitadas em seu regulamento. Neste caso, os ajustes necessários podem recair sobre as provisões matemáticas. Nas reavaliações atuariais, são também comparadas as provisões matemáticas com o patrimônio líquido do plano. As contribuições extraordinárias são, então, estabelecidas, em caráter temporário, para equacionar eventual insuficiência de cobertura das referidas provisões dentro de prazo determinado em norma. As contribuições extraordinárias também podem ser utilizadas para a amortização de dívidas das patrocinadoras. No caso de superávit, em que o patrimônio líquido do plano ultrapassa as provisões matemáticas, a legislação em vigor impõe a constituição de uma reserva de contingência até o limite de 25% das provisões matemáticas. Ultrapassado este limite, o excesso é destinado à constituição da chamada reserva para ajuste do plano. Os desdobramentos da persistência de uma situação deficitária ou superavitária no plano de benefícios serão objeto de futuro artigo específico sobre o tema, mas pode-se adiantar que, em favor da segurança, a legislação não é tolerante com situações de desequilíbrio crônico do plano de benefícios e prevê medidas para a sua recuperação. Nos planos de previdência complementar patrocinados por empresas estatais, as contribuições normais das patrocinadoras não podem exceder às correspondentes contribuições de ativos e assistidos. Sobre os autores Felinto Sernache é atuário e diretor da Towers Watson, responsável pela operação da empresa no Brasil líder do segmento de Consultoria em Benefícios. Com mais de 30 anos de experiência em consultoria atuarial, é graduado em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e membro do Instituto Brasileiro de Atuária. Luiz Roberto C. Gouvêa é atuário consultor em Benefícios. Saiba mais sobre o Plano administrado pela FAPES O Plano Básico de Benefícios, administrado pela FAPES, conta com cobrança de joia. Assim como as contribuições mensais, ela é paga paritariamente pelo participante e pelo patrocinador. O valor da joia é atuarialmente obtido, ou seja, observando cálculos e premissas e as respectivas características pessoais do candidato a participante, segundo critérios estabelecidos pelo Conselho Deliberativo da FAPES. A joia será recalculada caso ocorra alguma alteração cadastral posterior que gere modificação não esperada nas estimativas de evolução do participante durante o seu período de atividade. Autoria: Gerência de Gestão do Passivo Atuarial (GESPA) da FAPES

6 6 DIREITO PREVIDENCIÁRIO Princípios norteadores da previdência complementar fechada (parte II) Autonomia do regime de previdência complementar Em nosso último artigo, abordamos os temas sobre a contratualidade e a facultatividade no Regime de Previdência Complementar ( RPC ). Trouxemos, naquela oportunidade, um tópico sobre o recente julgamento realizado pelo Supremo Tribunal Federal ( STF ) (Recursos Extraordinários e ), no qual se discutia o conflito de competência entre a Justiça do Trabalho e a Justiça Comum para julgar as causas relativas à previdência complementar fechada. Na sua conclusão, foi dito que aprofundaríamos essa questão. Neste artigo, trataremos da autonomia do RPC. Essa autonomia se dá tanto em relação ao regime de previdência público (gerido pelo INSS), como em face da relação trabalhista (empregador-empregado) que, muitas vezes, se confunde com a relação patrocinador-participante, nos planos patrocinados por empresas.

7 DIREITO PREVIDENCIÁRIO 7 A existência de um sistema abrangente e diversificado para a promoção do bem-estar social é indispensável para a formação de uma sociedade mais justa e economicamente segura. Com foco na previdência social (que abrange os regimes públicos e privados), tema que nos interessa mais de perto, e tomando a experiência vivenciada em outros países, verificou-se que instrumentos diferenciados são adequados para proporcionar uma melhor cobertura nas situações de perda da capacidade laborativa. O paradigma mundialmente acordado é o sistema de múltiplos pilares, tema de nosso primeiro artigo, adotado no Brasil da seguinte forma: (i) o primeiro pilar está representado pelos modelos públicos e de vinculação compulsória, isto é, o Regime Geral de Previdência Social ( RGPS ) e o Regime Próprio de Previdência Social ( RPPS ); (ii) o segundo pilar é representado pelo Regime de Previdência Complementar corporativo, que possui iniciativa patronal ou associativa, tendo natureza privada e facultativa, sendo administrado, em grande parte, pelas entidades fechadas de previdência complementar ( EFPC ); e (iii) o terceiro pilar é composto pela previdência complementar aberta, organizada por meio de contas autônomas administradas por sociedades seguradoras. Pode-se apontar que a principal virtude da prática de diferentes pilares para a cobertura previdenciária é a possibilidade de diversificar os riscos, dentro da visão de que não se deve colocar todos os ovos numa mesma cesta. Os diversos segmentos serão responsáveis na medida da sua capacidade contributiva, compartilhando a sociedade como um todo o financiamento de uma proteção básica. Tanto no RGPS quanto na maioria dos planos da previdência complementar fechada, empregadores e empregados contribuem para a formação da poupança previdenciária. Essa circunstância colaborou para que, por algum tempo, os papéis de empregador e de patrocinador fossem confundidos. É nesse ambiente que se acirrou o debate recentemente resolvido pela decisão do STF, com efeito de repercussão geral, sobre a competência da Justiça Comum, dado que a relação entre: (i) o patrocinador; (ii) o participante; e (iii) a entidade, se diferencia da relação trabalhista. Essa autonomia existe desde sempre, mas precisava ser reforçada com a introdução do art. 202 na Constituição Federal, pela Emenda Constitucional n 20/1998, tendo o Constituinte Derivado o cuidado de introduzir na Carta Federal essas características. Como elemento central dessa diferenciação, tem-se a relação contratual civil trazida na expressão do caput do art. 202 da Constituição Federal baseado na constituição de reservas que garantam o benefício contratado. Desse texto, pode-se extrair duas condições que não podem ser tomadas separadamente: o custeio está diretamente relacionado aos benefícios que tenham sido contratados, e vice versa. Uma não subsiste sem a outra. A autonomia em relação ao RGPS está destacada também no caput do artigo 202 da Constituição Federal, que diz que o RPC é organizado de forma autônoma em relação ao regime de previdência social. Isto quer dizer que o contrato previdenciário não segue idênticas regras da previdência oficial eminentemente estatutária (baseada em regras emanadas dos poderes constituídos). O que materializa o contrato previdenciário complementar são as regras do plano de benefícios e não a lei, como acontece no RGPS e no RPPS (os regimes oficiais). O contrato previdenciário não se confunde com o contrato de trabalho e, eventualmente, deve ser entendido como algo maior do que o regulamento do plano. Embora o regulamento seja o principal instrumento que compõe a convenção estabelecida entre as partes, a própria Constituição aponta

8 8 DIREITO PREVIDENCIÁRIO Sobre os autores Flavio Martins Rodrigues é sócio sênior do escritório Bocater, Camargo, Costa e Silva Advogados, mestre em Direito Tributário e Pós-graduado em Fundos de Pensão pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ex- -presidente do RIOPREVIDÊNCIA e ex-presidente do Instituto de Certificação dos Profissionais de Seguridade Social (ICSS), ele é autor de livros e artigos sobre previdência complementar, além de editor da Revista de Previdência (Ed. Gramma). Também é associado da International Pension & Employee Benefits Lawyers Association-IPEBLA (entidade com sede na Holanda). Andrea Neubarth Corrêa é advogada associada sênior do escritório Bocater, Camargo, Costa e Silva Advogados e auditora fiscal junto à Secretaria de Previdência Complementar (atualmente aposentada). Pós-graduada em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas-RJ, é autora de vários artigos em revistas especializadas. que, além deste, devem ser consideradas também as condições contratuais previstas nos estatutos, regulamentos e planos de benefícios das entidades ( 2 do art. 202). Portanto, as regras regulamentares devem ser complementadas por outras estipulações como, por exemplo, o plano de custeio anual, as hipóteses financeiras e atuariais que são periodicamente revistas e outras avenças (como o Convênio de Adesão), para compor o que a Constituição denominou condições contratuais. Por sua vez, o contrato de trabalho tem suas regras próprias, materializadas em instrumentos específicos que observam uma legislação especialmente voltada para a proteção ao trabalhador, em geral, de forma individual. A distinção material que determinou a incompetência da Justiça do Trabalho para julgar as causas relativas à previdência complementar também está estampada no mesmo 2 do art. 202 ao definir que: as contribuições do empregador, os benefícios e as condições contratuais (...) não integram o contrato de trabalho dos participantes. Aqui, voltamos a destacar o Voto do Ministro Dias Tofolli no RE , que explicita a evolução do Direito Previdenciário no que se refere ao contrato previdenciário complementar, afirmando seu caráter autônomo em várias vertentes: (...) uma previdência complementar que seja autônoma e independente: autônoma e independente do Direito Administrativo, autônoma e independente do Direito do Trabalho. O artigo 202, 2º, autonomia em relação ao Direito do Trabalho; o 3º, autonomia em relação ao Estado, ao patrocinador. A competência da Justiça Comum (Cível) para os casos que envolvam a relação entre a EFPC e os participantes não significa que haverá um decréscimo na proteção dos participantes. A visão do julgador estará afastada da individualidade dos participantes e poderá voltar-se para o coletivo de vários participantes e beneficiários abrangidos por um mesmo plano de previdência complementar. Deixará de existir a visão de que o participante litiga contra a entidade de previdência da mesma forma que o trabalhador litiga contra o empresário. Ademais, deve-se sempre lembrar que a gestão dos fundos de pensão se insere em um ambiente extremamente regulado e fiscalizado, em que a Superintendência Nacional de Previdência Social-PREVIC atua para garantir o permanente equilíbrio financeiro e atuarial dos planos em favor de todos os participantes e assistidos.

9 FINANÇAS 9 Seguros: como escolher as melhores opções? Quando se fala em seguro, um ponto mencionado frequentemente é que acham que é um investimento questionável. Normalmente, isso ocorre em casos como o de pessoas que possuem seguro de carro, porém, nunca tiveram um acidente ou imprevisto. Geralmente, argumentam que se tivessem poupado esse dinheiro, obteriam a quantidade necessária para suportar qualquer imprevisto. Com certeza, esse questionamento é válido, pois mostra uma preocupação com a correta utilização do dinheiro. Contudo, um seguro vai muito além dos gastos, eles também proporcionam conforto e garantias que, se poupássemos individualmente, não conseguiríamos. Isso somado a uma situação de crescente insegurança e de que podemos cada vez menos contar com o Estado como provedor de questões básicas como segurança e saúde, fazem com que a existência de seguros seja praticamente uma obrigatoriedade. Em vista disso, hoje, o mercado de seguros proporciona uma escala de produtos e serviços cada vez maior, que têm implicações

10 10 FINANÇAS significativas para o cotidiano das pessoas, das empresas e da economia. Isso faz com que esse setor tenha importância para as famílias, protegendo quantidade substancial de ativos e vidas no país e participando de todos os setores da economia nacional. Como a importância dos seguros é inegável, a questão que fica é como identificar quais são os relevantes para as famílias, diante da grande quantidade de produtos existentes no mercado. Todavia, não existe uma resposta única desta questão, com cada realidade exigindo uma necessidade diferente. Hoje, o seguro mais utilizado é o de veículos, utilizados em caso de acidentes e roubo; contudo, a contratação deve ser muito bem planejada, já que existem grandes variedades. Buscar apenas pelo seguro mais barato, sem se preocupar com o que está englobado, é um grande erro dos brasileiros. Assim, deve ser levado em conta em um seguro de veículos, principalmente, a cobertura oferecida, a amplitude da rede de atendimento disponibilizada pela empresa e o valor da franquia oferecida. Se não há muitos riscos de acidente, uma sugestão é a franquia reduzida.

11 FINANÇAS 11 Na hora de pesquisar, é fundamental que se analise detalhadamente se os produtos oferecidos são análogos. Outro seguro muito relevante, mas que ainda é alvo de muitos erros de interpretações por parte das pessoas, é o de vida, isso porque as pessoas associam ao fato de que não poderão aproveitá-lo, pois será direcionado à família após a morte do segurado. Com certeza é importante se prevenir deixando para os familiares uma segurança financeira em caso de uma fatalidade. Todavia, esse seguro nos dá muitas outras garantias, além disso, sendo importante para a vida, pois garantirá ao segurado e sua família segurança financeira em caso de invalidez, por acidente ou doença. Além desses também existem seguros relevantes como o patrimonial, riscos financeiros e de responsabilidades. Assim, para definição de quais seguros se deve ter, é necessário ter o controle de sua vida financeira, sabendo o que realmente é prioridade. Também sempre recomendo que se faça um seguro de vida e saúde. Por fim, o ponto que fica é em relação à escolha dos seguros. Sempre aconselho que, antes de qualquer opção, se faça uma ampla pesquisa no mercado, analisando as melhores opções existentes; contudo, não se deve apenas pensar nos valores. Um conceito importante existente na educação financeira é a relação do custo-benefício dos produtos adquiridos. A decisão de um seguro é estratégica e nunca deve ser tomada por impulso, assim, leia atentamente as propostas e os contratos, dando grande ênfase aos pormenores. Pesquise também a idoneidade das empresas com que está negociando, o que pode ser feito junto a Superintendência de Seguros Privados (www.susep.gov.br/), Procon ou sites de reclamações de consumidores. Uma importante dica é buscar junto a entidades e grupos que participa (sindicatos, associações de classe, fundações, etc.) se esses não possuem parceria com seguradores com planos especiais, o que garantirá, com certeza, boa economia. Enfim, o seguro é um ponto primordial na vida das famílias, mas a sua aquisição não deve ser feita de forma impulsiva, devendo utilizar sempre os preceitos da educação financeira, que propõem a busca dos produtos e serviços mais qualificados ao menor custo. Sobre o autor Reinaldo Domingos é educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP. Autor do best-seller Terapia Financeira, também escreveu os livros Livre-se das Dívidas, Ter Dinheiro Não Tem Segredo; as coleções infantis O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro, além da coleção didática de educação financeira para o ensino básico, adotada em diversas escolas do país.

12 12 ESPECIAL A vida muda. E a FAPES se renova para estar ao seu lado. Fundação celebra 40 anos de atividades com muito futuro pela frente Administrar um plano de previdência complementar destinado aos seus empregados e respectivas famílias e oferecer segurança e tranquilidade no caso de imprevistos, assegurando a merecida fase da aposentadoria. Foi com este objetivo que no dia 3 de dezembro de 1974 o BNDES instituição dotada de visão de planejamento aliada a uma cultura de excelência na vanguarda de seu tempo criava a Fundação de Assistência e Previdência Social - FAPES. de modo a centralizar, na entidade, os serviços assistenciais e previdenciais para todos os empregados do banco. O Plano Básico de Benefícios foi instituído em 20 de março de Hoje, 40 anos depois, a FAPES mantém raízes em um sólido passado e é reconhecida por todo o segmento de previdência complementar fechada do País como um dos fundos mais bem estruturados. O então BNDE, nome à época, aprovou o estatuto da FAPES e transferiu para a Fundação a administração do FAP/PAP. A Instituição foi incumbida, também, de administrar um plano de saúde para seus empregados e familiares, Portanto, é o momento de celebrar as quatro décadas da Fundação que enfrenta desafios diários, supera obstáculos e trabalha com honestidade e diligência em prol de seus participantes, beneficiários e patrocinadores.

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