CAPITULO I DOS OBJETIVOS E DA FUNDAMENTA<:Ao

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAPITULO I DOS OBJETIVOS E DA FUNDAMENTA<:Ao"

Transcrição

1 f'?2_ JL7ljL'{f2 :C: o.-l- f' l.f}/_. 8.8., _~ 1: _'.:.2::'LC}!..t;J: Estabelece procedimentos administrativos e tecnicos para a edi~ao de decreto declaratorio de interesse social das terras ocupadas por remanescentes das comunidades de quilombos e para a desintrusao de ocupantes nao quilombolas inseridos nos perimetros objeto do decreto, visando it regulariza~ao de territorios quilombolas. o DlRETOR DE ORDENAMENTO DA ESTRUTURA FUNDIA.RIA - DF E 0 DlRETOR DE OBTEN<:Ao DE TERRAS E IMPLANTA<:Ao DE PROJETOS DE ASSENTAMENTO - DT DO INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZA<:Ao E REFORMA AGRARIA - INCRA, no uso das atribuiyoes que the sao conferidas pelo art. 15 e 16 da Estrutura Regimental do lncra aprovada pelo Decreto n 6.812, de 3 de abril de 2009, e pelo art. 68 e 79 do Regimento lnterno da Autarquia, aprovado pela Portaria MDA n 20, de 8 de abril de 2009, tendo em vista 0 disposto no art. 68 do Ato das Disposiyoes Constitucionais Transit6rias e no Decreto n , de 20 de novembro de 2003 e considerando 0 que consta do processo administrativo n / , resolve: CAPITULO I DOS OBJETIVOS E DA FUNDAMENTA<:Ao LEGAL Art. 1 0 Estabelecer, no ambito do lncra, procedimentos administrativos e tecnicos para a ediyao do decreto declarat6rio de interesse social e para a desintrusao de ocupantes nao quilombolas inseridos em perimetros objeto do decreto para fins de regularizayao de territ6rios quilombolas, e tern como fundamento: I - 0 art. 215 e 216 da Constituiyao Federal e 0 art. 68 do Ato das Disposiyoes Constitucionais Transit6rias; II - 0 Decreto-Lei n 3.365, de 21 dejunho de 1941 que dispoe sobre desapropriayao por utilidade publica; III - a Lei n 4.132, de 10 de setembro de 1962, que define os casos de desapropriayao por interesse social e dispoe sobre sua aplicayao; IV - a Lei no4.771, de 15 de setembro de 1965 que institui 0 novo c6digo florestal; e, demais legislayoes e normas relativas it conservayao dos recursos naturais e it preservayao do meio ambiente; V - a Lei n 8.629, de 25 de fevereiro de 1993 que regulamenta os dispositivos constitucionais relativos it reforma agniria, previstos n Capitulo III, Titulo VII, da Constituiyao Federal;

2 VI - a Lei n 9.784, de 29 de janeiro de 1999, que regula 0 processo administrativo ambito do poder executivo federal; no VII - 0 Decreto no4.887, de 20 de novembro 2003 que regula os procedimentos para identifica9ao, reconhecimento, delimita9ao, demarca9ao e titula9ao das terras ocupadas por remanescentes das comunidades de quilombos, de que trata 0 art.68 do Ato das Disposi90es Constitucionais Transitorias; VIII - a Instru9ao Normativallncra n 36, de 20 de novembro de 2006, que estabelece diretrizes para descentraliza9ao das decisoes, fixa as al9adas decisorias dos orgaos colegiados e o fluxo de procedimentos relativos a desapropria9ao por interesse social para fins de reforma agniria; IX - a Instru9ao Normativa no 48, de 16 de setembro de 2008, que dispoe sobre 0 procedimento administrativo de ratifica9ao das aliena90es e concessoes de terras devolutas feitas pelos Estados na faixa de fronteira; X - a Instru9ao Normativallncra n 57, de 20 de outubro de 2009, que regulamenta 0 procedimento para identifica9ao, reconhecimento, delimita9ao, demarca9ao, desintrusao, titula9ao e registro das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos; XI - a Norma de Execu9ao/IncraiDT no 83, de 26 de maio de 2009, que estabelece procedimentos administrativos e tecnicos nas a90es de obten9ao de terras para assentamento de trabalhadores rurais. Panigrafo Unico. Consideram-se terras ocupadas por remanescentes das comunidades de quilombos todas as terras utilizadas para a garantia da reprodu9ao fisica, social, economic a e cultural dessa popula9ao. DOS PROCEDIMENTOS CAPITULO II RELATIVOS A EDI<;Ao DO DECRETO DECLARATORIO DE INTERESSE SOCIAL Art. 2. Concluidas as fases de contesta9ao, julgamento e analise de sobreposi90es, nos termos da Instru9ao NormativaiIncra n 57/2009, 0 Presidente do Incra editara, no prazo maximo de 30 (trinta) dias, portaria reconhecendo e declarando os limites das terras ocupadas pelos remanescentes de comunidades dos quilombos processo administrativo de regulariza9ao permanecera na Superintendencia Regional - SR(OO), encaminhando-se a Diretoria de Ordenamento da Estrutura Fundiaria as pe9as que constituem 0 Conjunto Portaria Quilombola que devera conter os seguintes documentos: III - copia do parecer tecnico e juridico de que trata 0 inciso VI do art. 10 da Instru9ao Normativa INCRA N 57/2009; IV - relatorio contendo 0 resumo das alega90es nas co se houver; esta90es e dos indeferimentos,

3 v - relatorio contendo 0 resume das manifestayoes dos orgaos e entidades e dos encaminhamentos pertinentes; VI - copia da ata de reuniao do Comite de Decisao Regional - CDR que julgou as contestayoes; VII - relatorio contendo 0 resume das alegayoes nos recursos e dos improvimentos, houver; se IX - copia dos oficios enviados aos contestantes e recorrentes comunicando colegiado competente; a decisao do a) relatorio circunstanciado; b) amilise da regularidade das notificayoes; c) fundamentayao legal; d) conclusao. XI - parecer revisor da Divisao de Ordenamento da Estrutura Fundiaria - SR (OO)F,que contera: a) historico da area reconhecida; b) aspectos fundiarios; c) recursos administrativos; d) conclusao. XII - copia da planta e do memorial descritivo do perimetro do territorio, impressos e em meio digital; 2 Apos a publicayao da portaria deverao ser encaminhadas a DF as peyas que constituem 0 Conjunto Decreto Quilombola para instruyao dos procedimentos relativos a ediyao do decreto declaratorio de interesse social, permanecendo na Superintendencia Regional - SR(OO)0 processo administrativo de regularizayao. V - copia da publicayao no Diario Oficial da reconhecimento do territorio quilombola, editada pelo Presiden

4 VI - c6pia da planta e do memorial descritivo do perimetro do territ6rio, impressos e em meio digital; a) relat6rio circunstanciado; b) fundamentayao legal da desapropriayao; c) conclusao. VIII - parecer revisor da Divisao de Ordenamento da Estrutura Fundiaria - SR(OO)F, sobre a instruyao processual, que contera: a) hist6rico da area reconhecida; b) aspectos fundiarios da desapropriayao; c) conclusao. 4 0 Conjunto Decreto Quilombola sera analisado pela Coordenayao-Geral de Regularizayao de Territ6rios Quilombolas - DFQ, com posterior envio a DT, para elaborayao das minutas dos atos necessarios a ediyao de decreto de interesse social. CAPITULO III DA VISTORIA E AVALIA<;AO DE IMOVEIS RURAIS Se~ao I Do Processo Administrativo Art. 3. Ap6s a ediyao do decreto de interesse social, serao formalizados processos adrninistrativos de vistoria e avaliayao para cada urn dos irn6veis rurais inseridos no perimetro do territ6rio quilornbola. 1 0 processo adrninistrativo sera forrnalizado a requerirnento do Chefe da SR(OO)F, corn a juntada dos seguintes documentos: a) c6pia do decreto declarat6rio de interesse social; b) certidao irnobiliaria atualizada do irn6vel rural ou documento cornprobat6rio de posse; c) espelho da Declarayao para Cadastro de Irn6veis Rurais, constante do Sistema Nacional de Cadastro Rural- SNCR, se houver. r Tratando-se de irn6vel rural omisso no SNCR, proceder-se-a ao cadastramento ex officio corn os dados constantes da certidao dorninial atualizada. 3 Tratando-se de irn6vel rural do rnesrno detentor cornposto por titulo registrado e posse em area continua abrir-se-a apenas urn processo, conternplando-se as duas situayoes. 4 Tratando-se de im6vel rural inserto na faixa de fronteira, submeter-se-a 0 procedimento, primeiramente, ao que esta definido na Instruyao NormativaJlncra n 48/2008, observando se ha processo de ratificayao do irn6vel rural: a) em analise; b) sobrestado; c) concluido, sern 0 titulo levado a registro;

5 d) caso haja qualquer das situac;oes previstas nas aline as "a", "b", ou "c", devera ser aberto processo de avaliac;ao paralelo, solicitando 0 bloqueio do valor total referente a terra nua depositado em juizo, ate que se conciua 0 processo ratificatorio. 5 Tratando-se de imovel cujo titulo for oriundo de ac;ao discriminatoria administrativa realizada pelo lncra, com regular destaque do patrimonio publico para 0 privado, deve-se observar se houve 0 cumprimento das ciausulas resolutivas, bem como se houve a quitac;ao do titulo. Art. 4. Apos a autuac;ao, 0 processo sera encaminhado ao Chefe da Divisao de Obtenc;ao - SR(OO)T para a elaborac;ao de ordem de servic;o que determinani a realizac;ao da vistoria e avaliac;ao do imovel rural. 1 As vistorias para avaliac;ao de imoveis rurais serao realizadas por Engenheiro Agronomo, subscritor do laudo respectivo, com a devida Anotac;ao de Responsabilidade Tecnica - ART, no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA, cujo comprovante integrara 0 laudo. r Nos imoveis rurais com alto grau de complexidade para a determinac;ao do valor indenizatorio, 0 Chefe da SR(OO)T devera designar Comissao de Vistoria e Avaliac;ao composta por dois ou mais Engenheiros Agronomos e, se necessario, outros profissionais especializados. 3 Para efeito desta norma considera-se alto grau de complexidade para a determinac;ao do valor indenizatorio quando no imovel rural houver: a) instalac;oes de complexo agroindustrial; b) obras de engenharia de grande porte; c) projeto de irrigac;ao com areas sistematizadas, canais, pivos centrais e outros de custos expressivos; d) remanescente de floresta nativa em regiao antropizada, area de reflorestamento ou plano de manejo florestal sustentado, devidamente aprovado pelo orgao federal competente ou orgaos afins; e) outros fatores que ensejem alto grau de complexidade no processo avaliatorio. Se~ao II Do Lando de Vistoria e Avalia~ao - L VA Art. 5. A vistoria e avaliac;ao para a determinac;ao do valor do imovel rural e 0 respectivo laudo obedecerao ao disposto no Modulo III do Manual de Obtenc;ao de Terras e Pericia Judicial. 2 Para efeitos desta norma 0 resumo da avaliac;ao descrito no topico 7 (sete) do Modulo III do Manual, contera: a) valor total do imovel rural e seu respectivo parfunetro unitario; b) valor das benfeitorias indenizaveis.

6 a) nlimero de familias por im6vel rural; b) custo do im6vel rural por familia. Art. 6. Em respeito aos principios da publicidade e da economicidade, ap6s a aprova<;ao do Grupo Tecnico de Vistoria e Avalia<;ao, 0 extrato simplificado do LV A sera publicado no portal do Incra na rede mundial de computadores e afixados em local visivel ao publico nas instala<;oes das Superintendencias Regionais, por urn periodo de 5 (cinco) dias. Panigrafo Unico. 0 extrato simplificado a que se refere 0 caput devera conter: a) 0 nlimero do laudo correspondente; b) a denominayao do im6vel rural e suas confrontayoes; c) 0 municipio de sua localizayao; d) a area total registrada no Cart6rio de Registro de Im6veis competente; e) a explora<;ao predominante no im6vel rural (agricola, pecuaria, extrativista, etc.); f) 0 valor total do im6vel rural - VTI, 0 valor da terra nua - VTN e 0 valor das benfeitorias - VB. Se~ao III Do Grupo Tecnico de Vistoria e Avalia~ao Art. 7. Ao Grupo Tecnico de Vistoria e Avalia<;ao, instituido na forma do art. 3 da Instruyao Normativa/lncra n 36/2006, compete a analise do LVA, com posterior aprova<;ao ou rejei<;ao. 1 A analise do Grupo Tecnico de Vistoria e Avalia<;ao sera consignada em ata que devera conter: a) data, local de realizayao, nome e identifica<;ao dos participantes, b) identifica<;ao, municipio e microrregiao de localiza<;ao do im6vel rural; c) numero do processo; d) quadro resume da avalia<;ao contendo, no minimo: area avaliada, valor total, valor das benfeitorias, valor da terra nua e custo da recupera<;ao ambiental; e) porcentagem das classes de capacidade de uso e nota agronomica; f) analise comparativa do valor total do im6vel rural e valor da terra nua com a Planilha de Pre<;osReferenciais - PPR; g) outras informa<;oes que 0 grupo julgar necessarias para subsidiar decisao superior. 2 Os elementos de pesquisa relativos aos neg6cios realizados, ofertas e opinioes serao inseridos em banco de dados de pre<;osde terras. Se~ao IV Do Conjunto Avalia~ao Quilombola Art processo administrativo de avalia<;ao de al<;ada do CDR permanecera na SR(OO), encaminhando-se a DT 0 Conjunto Avalia<;ao Quilombola para instru<;ao dos procedimentos necessarios a descentralizayao de recursos para indeniza<;ao do im6vel rural, constituido das seguintes pe<;as:

7 v - fichas agronomicas, nas quais as seguintes informac;oes nao necessitam ser preenchidas: custo por familia, capacidade de assentamento e classificac;ao do im6vel rural; digital; VI - planilha de homogeneizac;ao de dados e tratamento estatistico, impressa e em meio VII - parecer fundamentado da SR(OO)PFE/R, que conteni relat6rio circunstanciado, analise da autenticidade, regularidade e legalidade do dominio, fundamentac;ao legal e conclusao; Art Conjunto Avaliac;ao Quilombola ou 0 processo administrativo sera encaminhado a DF para fins de descentralizac;ao dos recursos correspondentes e autorizac;ao para 0 ajuizamento da respectiva ac;ao de desapropriac;ao. 2 Os valores em dinheiro serlio depositados em juizo objetivando a transferencia do im6vel rural para 0 dominio da Autarquia. CAPiTULO IV AL<;ADAS DECISORIAS DOS ORGAos COLEGIADOS Art. 10. Tratando-se de obtenc;ao e avaliac;ao de im6veis rurais inseridos em perimetros objeto de decreto para fins de regularizac;ao de territ6rios quilombolas deverao ser observados a competencia e os limites de alc;adas fixados no anexo I da Instruc;ao Normativa/lncra no36/ Quando a materia for de alc;ada do CD 0 processo administrativo, contendo a ata do CDR aprovando a proposta, sera encaminhado a Coordenac;ao-Geral de Obtenc;ao de Terras - DTO para instruc;ao complementar visando a submeter a proposta ao CD. 2 0 Diretor da DF, mediante solicitac;ao substanciada da DFQ, podera optar pel a descentralizac;ao de recursos mediante estimativa de prec;o de acordo com a PPR, recurso esse que podera ser empenhado em nome do possuidor ou titular do dominio do im6vel rural, observando-se que qualquer pagamento somente ocorrera no ambito judicial da desapropriac;ao. 3 Os processos de vistoria e avaliac;ao cujos recursos foram empenhados nos termos do 2 deste artigo seguirao os mesmos tramites dos demais, no ano seguinte ao empenho estimativo.

8 CAPITULO V CRITERIOS E PROCEDIMENTOS PARA REALIZA<;AO DE ACORDO Sec;ao I Realizac;ao de Acordo Judicial e Extrajudicial Art. 11. A transayao ou acordo judicial em ayoes de desapropriayao para desintrusao de nao quilombolas em territ6rios quilombolas sera realizado quando atender aos principios constitucionais e legais da administrayao publica. Paragrafo Unico. A transayao ou acordo judicial previsto nesta Norma ocorrera apos ser constatado que: a) existam recursos oryamentarios e financeiros disponiveis; b) nao exista questionamento administrativo ou judicial de valor superestimado para pagamento da indenizayao, salvo quando dirimido; e c) nao haja questionamento da autenticidade, da legalidade e regularidade do titulo de dominio nas esferas judicial ou administrativa. Art. 12. Transayao judicial ou acordo envolvendo imovel rural somente produzira efeito apos a indispensavel manifestayao do Ministerio Publico Federal e a homologayao judicial pelo Juizo competente. Art. 13. A transayao ou 0 acordo judicial contera, obrigatoriamente, clausula assecuratoria de renuncia do expropriado a quaisquer direitos sobre os quais possam se fundar ayoes, recursos ou outros procedimentos judiciais ou extrajudiciais, nos quais sejam parte 0 Incra ou a Uniao, relativamente ao bem expropriado. Panigrafo Unico. A transayao ou 0 acordo judicial devera ser firmado pessoalmente pelo expropriado ou por seu representante legal, com poderes especiais para transigir e renunciar aos direitos mencionados no caput deste artigo. Art valor total do acordo sera pago na forma estabelecida no art. 32 do Decreto- Lei n.o3.365, de 21 de junho de Art. 15. Para a celebrayao da transayao ou acordo devera ser observada a competencia e os limites de alyada fixados no Anexo I da Instruyao NormativaJlncra n 36/2006, Art. 16. Nao sera realizado acordo nos casos em que haja expediyao de oficio requisitorio relativo a pagamento de precatorios judiciarios. Sec;ao II Dos Acordos em Processos Judiciais antes da Sentenc;a de 1 0 Grau de Jurisdic;ao Art. 17. Os Chefes das SR(OO)PFEIR ficam autorizados a firmar transayoes ou acordos judiciais nas ayoes de desapropriayao por interesse social, a fim de se fixar a justa indenizayao devida pel a transferencia de dominio dos imoveis rurais desapropriados, nos processos judiciais em que ainda nao tenham sido proferidas sentenyas de merito na area de jurisdiyao do juiz de primeiro grau, observadas as regras presentes nesta Norma. '

9 1 Fica vedada a inclusao, nas transayoes ou acordos firmados, de pagamento de juros de mora, juros compensat6rios, parcelas relativas a hononirios de advogado, de assistente tecnico do expropriado e de parcelas indenizat6rias. 2 Nos casos em que 0 LVA do Incra apresente valor superior ao laudo pericial, sera este utilizado como panlmetro para 0 acordo. Art. 18. Havendo concordancia do expropriado quanta ao prevo, a transayao podeni ser homologada por sentenya, nos termos do art. 22 do Decreto-Lei n. D 3.365/ Nao havendo concordancia expressa quanta ao prevo, a transayao podeni ser proposta em audiencia a ser designada no curso da ayao da desapropriayao, conforme os arts. 331 do C6digo de Processo Civil e 24 do Decreto-Lei n. D 3.365/1941, submetendo-a a deliberayao das instancias competentes do Incra e a manifestayao do representante do Ministerio Publico Federal que oficie no feito para posterior homologayao judicial. 2 Na audiencia de conciliayao e obrigat6ria a presenya de Engenheiro Agronomo do Incra ou de entidade conveniada, para acompanhar 0 Procurador Federal que atua no feito, no sentido de prestar esclarecimentos no que tange ao laudo de avaliayao do im6vel rural e valores apurados. Art. 19. Formalizada devera, sucessivamente: a proposta de acordo na audiencia de conciliayao, a SR(OO)PFE/R I - instruir 0 processo administrativo de desapropriayao com a proposta de acordo apresentada em audiencia, com manifestayao circunstanciada que aborde os seguintes itens: a) razoes que ensejaram a realizayao do acordo; b) legitimidade da parte proponente; c) inexistencia de onus e gravames sobre 0 objeto da transayao ou de obstaculos de natureza legal ou processual que possam impedi-ia; d) preservayao do interesse de terceiros; e) val ores apresentados pelo proponente, ap6s manifestayao do setor de caiculos judiciais; f) aspectos que onerem substancialmente a indenizayao e que possam ser objeto de negociayao; g) condiyoes legais em que se devera formalizar 0 acordo; h) andamento dos processos judiciais e a juntada de suas peyas no processo administrativo; i) atendimento as alineas "b" e "c" do paragrafo linico do art. 11 desta Norma. II - remeter 0 processo a SR(OO)T, que submetera 0 feito a deliberayao do CDR, manifestando-se, antes, de forma circunstanciada sobre: a) os aspectos tecnico-agronomicos do im6vel rural con stante dos laudos administrativo e pericial, quando houver; b) a razoabilidade dos val ores propostos no acordo, em relayao ao mercado de terras; c) as condiyoes para a realizayao da transayao ou acord.udicial; d) definiyao da alvada de competencia.

10 Art. 20. Ap6s a aprovac;ao pelo CDR, a proposta de acordo sera encaminhada it DF, para pronunciamento relativo it alinea "a" do paragrafo linico do art. 11 desta Norma e autorizac;ao da descentralizac;ao dos recursos financeiros, com posterior remessa it Diretoria de Gestao Administrativa - DA. Panigrafo Unico. Os valores em dinheiro serao depositados em juizo para homologac;ao do acordo, objetivando a transferencia do im6vel rural para 0 dominio da Autarquia. Se.;ao III Dos Acordos em Processos Judiciais apos a Senten.;a de 1 0 Grau de Jurisdi.;ao Art. 21. A proposta de acordo apresentada na ac;ao de desapropriac;ao, que ja tenha sentenc;a de merito, sera juntada ao processo administrativo de desapropriac;ao respectivo, acompanhada dos seguintes documentos: II - laudo tecnico de avaliac;ao que deu suporte aos val ores constantes da oferta inicial na ac;ao expropriat6ria; IX - decisoes que tenham julgado 0 merito da ac;ao desapropriat6ria em qualsquer instancias; XI - calculo de liquidac;ao de sentenc;a e sentenya homologat6ria houver; dos calculos, quando Panigrafo Unico. Sera admitido acordo ate 0 valor fixado na condenac;ao desde que este nao ultrapasse 0 valor de mercado do im6vel rural, observadas as vedac;oes do 1 0 do art. 17 desta Norma.

11 Se~ao IV Das Al~adas de Decisao em Pro posta de Acordo Art. 22. Ultrapassada a al«ada atribuida ao CDR, na forma do art. 15 desta Norma, antes da homologa«ao judicial, e ap6s delibera«ao do CDR, devera a SR(OO) submeter a proposta a delibera«ao do CD. 1 0 Para delibera«ao pelo CD, devera 0 processo ser instruido com manifesta«ao sucessiva da: a) Diretoria de Obten«ao de Terras e Implanta«ao de Projetos de Assentamento - DT, na forma do art. 19, inciso II desta Norma e com a verifica«ao da disponibilidade de saldo or«amentario. b) Procuradoria Federal Especializada - PFE nos moldes do inciso I do art. 19 desta Norma. Art. 23. Aprovada a realiza«ao do acordo pelo 6rgao colegiado, a proposta sera encaminhada na forma estabelecida no art. 20 desta Norma. CAPiTULO VI DAS DISPOSI<;OES FINAlS Art. 24. Concluida a fase de avalia«ao do im6vel rural nos termos desta Norma, os tramites de titula«ao e registro seguirao os procedimentos regulamentados na Instru«ao Normativa/lncra no57/2009. Art. 25. As situa«oes nao previstas nesta Norma serao submetidas a aprecia«ao do Incra ap6s analise e manifesta«ao conclusiva conjunta da DF e DT. Art. 26. Revogam-se as disposi«oes em contrario, em especial a Norma de Execu«ao/ConjJm DF e DT N 02, de 29 de mar«o de 2010, publicada no Boletim de Servi«o N 14 de 05 de abri de 2010.

PUBLICAções 0.0 JOQ de ()gi.0,6 106

PUBLICAções 0.0 JOQ de ()gi.0,6 106 ,", PUBLICAções 0.0 JOQ de ()gi.0,6 106 S,.eçao_- -.1 I' r,' ag. ~ r-k Jt. 8.S. N dt;. dam I 061. 06 INSTRUÇÃO NORMA TIVA N 34 DE 23 DE MAIO DE 2006. Estabelece critérios e procedimentos para a realização

Leia mais

Art. 2º Recebidos os ofícios requisitórios (precatórios) da Autarquia, estes serão remetidos, de imediato, à Procuradoria Jurídica.

Art. 2º Recebidos os ofícios requisitórios (precatórios) da Autarquia, estes serão remetidos, de imediato, à Procuradoria Jurídica. NORMA DE EXECUÇÃO/INCRA/Nº 14, DE 31 DE MAIO DE 2001 (Publicação: Diário Oficial n 110-E, de 7/6/2001, seção 1, pág. 123 e Boletim de Serviço n 24, de 11/6/2001) Estabelece procedimentos técnicos e administrativos

Leia mais

CAPÍTULO I DA FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

CAPÍTULO I DA FUNDAMENTAÇÃO LEGAL INSTRUÇÃO NORMATIVA, N.º 09, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2002. Aprovada: Resolução/CD nº 37/2002 - D.O 222, de 18/11/02, seção 1, p.86 e B.S. nº 46, de 18/11/02 Define diretrizes básicas da atividade de fiscalização

Leia mais

2240INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 28, DE 24 DE JANEIRO DE 2006. (DOU nº 18, de 25/1/2006 e Boletim de Serviços nº 05, de 30/1/2006).

2240INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 28, DE 24 DE JANEIRO DE 2006. (DOU nº 18, de 25/1/2006 e Boletim de Serviços nº 05, de 30/1/2006). 2240INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 28, DE 24 DE JANEIRO DE 2006. (DOU nº 18, de 25/1/2006 e Boletim de Serviços nº 05, de 30/1/2006). Dispõe sobre a regulamentação dos procedimentos administrativos visando promover

Leia mais

I requerimento preenchido e assinado pelo requerente ou representante legal;

I requerimento preenchido e assinado pelo requerente ou representante legal; Instrução Normativa nº 006, de 30 de setembro de 2013. O Diretor Presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo- IDAF, usando das atribuições que lhe confere o artigo 35 da

Leia mais

PROVIMENTO CONJUNTO Nº 13, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2014.

PROVIMENTO CONJUNTO Nº 13, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2014. PROVIMENTO CONJUNTO Nº 13, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2014. Regulamenta os procedimentos a serem adotados no âmbito da Justiça do Trabalho da 4ª Região em virtude da implantação do PJe- JT, revoga o Provimento

Leia mais

a.1) em área desapropriada ou em desapropriação por Estado, por Município, pelo Distrito Federal ou pela União;

a.1) em área desapropriada ou em desapropriação por Estado, por Município, pelo Distrito Federal ou pela União; INSTRUÇÃO NORMATIVA STN Nº 4, DE 17 DE MAIO DE 2007 DOU de 18.5.2007 _ Retificação _DOU de 21.5.2007 Altera dispositivos, que especifica, da Instrução Normativa nº 1, de 15 de janeiro de 1997, disciplinadora

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Reforma Agrária Marceloednilson Marins* CONCEITO Considera-se Reforma Agrária o conjunto de medidas que visem a promover, melhor distribuição da terra, mediante modificações do regime

Leia mais

SUMÁRIO NOTA DO AUTOR À TERCEIRA EDIÇÃO

SUMÁRIO NOTA DO AUTOR À TERCEIRA EDIÇÃO SUMÁRIO NOTA DO AUTOR À TERCEIRA EDIÇÃO... 15 PREFÁCIO... 17 INTRODUÇÃO... 19 Capítulo I FLEXIBILIZAÇÃO... 21 1.1. Definição... 21 1.2. Flexibilização da norma... 23 1.3. Flexibilizar a interpretação e

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3681 - ANTAQ, DE 6 DE OUTUBRO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 3681 - ANTAQ, DE 6 DE OUTUBRO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 3681 - ANTAQ, DE 6 DE OUTUBRO DE 2014. APROVA A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E OS PROCEDIMENTOS DE ASSESSORAMENTO E CONSULTORIA JURÍDICA DA PROCURADORIA FEDERAL JUNTO À AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES

Leia mais

NORMA DE EXECUÇÃO/INCRA/N o 8, DE 6 DE ABRIL DE 2001. (Publicação: Diário Oficial n 71-E, de 11/4/2001, seção 1, pág. 202)

NORMA DE EXECUÇÃO/INCRA/N o 8, DE 6 DE ABRIL DE 2001. (Publicação: Diário Oficial n 71-E, de 11/4/2001, seção 1, pág. 202) NORMA DE EXECUÇÃO/INCRA/N o 8, DE 6 DE ABRIL DE 2001. (Publicação: Diário Oficial n 71-E, de 11/4/2001, seção 1, pág. 202) Dispõe sobre o procedimento administrativo para alienação de imóveis rurais em

Leia mais

PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1.786 DE 24/04/98. LEI Nº 197 DE 08 DE ABRIL DE 1998

PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1.786 DE 24/04/98. LEI Nº 197 DE 08 DE ABRIL DE 1998 PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1.786 DE 24/04/98. LEI Nº 197 DE 08 DE ABRIL DE 1998 Dispõe sobre as terras de domínio do Estado de Roraima e sua atuação no processo de Reforma Agrária, Regularização Fundiária

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. Acresce o 7 ao artigo 9º da Instrução Normativa nº 003, de 23 de setembro de 2009, que estabelece

Leia mais

LEI N. 1.382, DE 5 DE MARÇO DE 2001. Dispõe sobre as terras públicas do Estado do Acre e dá outras providências. GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

LEI N. 1.382, DE 5 DE MARÇO DE 2001. Dispõe sobre as terras públicas do Estado do Acre e dá outras providências. GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.382, DE 5 DE MARÇO DE 2001 D.O.E. N. 7.985, de 12.3.2001 EMENTA: "Dispõe sobre as terras públicas do Estado do Acre, e dá outras providências." ORIGEM: Projeto de Lei n. 1/2001 AUTORIA: PODER

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 15/2013 VALOR DA TERRA NUA PARA FINS DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO TERRITORIAL RURAL - ITR.

NOTA TÉCNICA Nº 15/2013 VALOR DA TERRA NUA PARA FINS DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO TERRITORIAL RURAL - ITR. NOTA TÉCNICA Nº 15/2013 Brasília, 4 de abril de 2013. ÁREA: TÍTULO: Finanças/tributação VALOR DA TERRA NUA PARA FINS DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO TERRITORIAL RURAL - ITR. REFERÊNCIA: Convênio de 100% do

Leia mais

LEI Nº 10.259, DE 12 DE JULHO DE 2001.

LEI Nº 10.259, DE 12 DE JULHO DE 2001. LEI Nº 10.259, DE 12 DE JULHO DE 2001. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, Dispõe sobre a instituição dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais no âmbito da Justiça Federal. Faço saber que o Congresso Nacional

Leia mais

Portaria CAT 29, de 4.3.2011.

Portaria CAT 29, de 4.3.2011. Portaria CAT 29, de 4.3.2011. LEGISLAÇÃO ESTADUAL (Diário Oficial do Estado de São Paulo) Portaria COORDENAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO CAT/SP nº 29, de 04.03.2011 D.O.E.: 05.03.2011.

Leia mais

NORMA DE EXECUÇÃO N o 33, DE 14 DE JULHO DE 2003 DOU 140, de 23/07/03, seção 1 p.62 B.S nº 30, de 28/07/03

NORMA DE EXECUÇÃO N o 33, DE 14 DE JULHO DE 2003 DOU 140, de 23/07/03, seção 1 p.62 B.S nº 30, de 28/07/03 NORMA DE EXECUÇÃO N o 33, DE 14 DE JULHO DE 2003 DOU 140, de 23/07/03, seção 1 p.62 B.S nº 30, de 28/07/03 Dispõe sobre os procedimentos administrativos para a destinação de terras públicas da União e

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA INCRA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO MARANHÃO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA INCRA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO MARANHÃO AVISO DE EDITAL O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA INCRA, no Estado do Maranhão, com base na Lei n. 4.504, de 30.11.64, artigo 2º e 2º, alínea a e 17, alínea

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 350/2015, DE 29 DE JUNHO DE 2015.

LEI COMPLEMENTAR Nº 350/2015, DE 29 DE JUNHO DE 2015. LEI COMPLEMENTAR Nº 350/2015, DE 29 DE JUNHO DE 2015. CRIA O CONSELHO E O FUNDO MUNICIPAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL CONREDES/FUMREDES, E CRIA O PROGRAMA MUNICIPAL

Leia mais

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO Orientador Empresarial Despachante Aduaneiro e Ajudante de Despachante Aduaneiro-Exercício das Profissões INSTRUÇÃO NORMATIVA

Leia mais

EDITAL PARA AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS PELO INCRA

EDITAL PARA AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS PELO INCRA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE SANTA CATARINA - SR(10)SC EDITAL PARA AQUISIÇÃO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 71, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2012

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 71, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2012 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 71, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2012 Dispõe sobre a instauração, a organização e o encaminhamento ao Tribunal de Contas da União dos processos de tomada de contas especial. O TRIBUNAL

Leia mais

Dispõe sobre a Autorização Prévia à Análise Técnica de Plano de Manejo Florestal Sustentável- APAT, e dá outras providências

Dispõe sobre a Autorização Prévia à Análise Técnica de Plano de Manejo Florestal Sustentável- APAT, e dá outras providências INSTRUÇÃO NORMATIVA MMA Nº 4, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre a Autorização Prévia à Análise Técnica de Plano de Manejo Florestal Sustentável- APAT, e dá outras providências A MINISTRA DE ESTADO

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.259, DE 12 DE JULHO DE 2001. Vigência Regulamento Dispõe sobre a instituição dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais no

Leia mais

E S T A D O D O M A T O G R O S S O Prefeitura Municipal de Jaciara

E S T A D O D O M A T O G R O S S O Prefeitura Municipal de Jaciara INSTRUÇÃO NORMATIVA SJU SISTEMA JURÍDICO N.º 001/2011 Versão: 001/2011 Aprovação em: 28/11/2011 Ato de aprovação: Decreto nº. 2995/2011. Unidade Responsável: Sistema Jurídico I - FINALIDADE: Representar

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL SEDAM.

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL SEDAM. GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL SEDAM. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 DE 30 DE MAIO DE 2011 Normatiza a atividade de silvicultura econômica com espécies nativas

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, da Constituição,

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, da Constituição, DECRETO 3.100, de 30 de Junho de 1999. Regulamenta a Lei nº 9.790, de 23 de março de 1999, que dispõe sobre a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, como Organizações

Leia mais

Instrução Normativa 004 de 16 de maio de 2005 da Bahia

Instrução Normativa 004 de 16 de maio de 2005 da Bahia Instrução Normativa 004 de 16 de maio de 2005 da Bahia Publicado no D.O.E. de 17 de maio de 2005. Orienta os órgãos da Administração Pública do Poder Executivo Estadual, quanto à incorporação de imóveis

Leia mais

Instrução Normativa N 66 Objetivo Etapas Instruções Gerais Instruções sobre documentação

Instrução Normativa N 66 Objetivo Etapas Instruções Gerais Instruções sobre documentação Instrução Normativa N 66 Estabelece procedimentos técnicos e administrativos para a indenização de benfeitorias e a desapropriação de imóveis localizados no interior dos limites do Parque Estadual Acarai.

Leia mais

REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO

REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO (Lei 6.766/79 alterada pela Lei 9.785/99 e Lei Estadual 7.943/2004) Lei 6.766/1979 - Art. 2º.: 1º - Considera-se loteamento a subdivisão de gleba em lotes destinados

Leia mais

Divisão de. Avaliação e Perícia

Divisão de. Avaliação e Perícia Divisão de Avaliação e Perícia índice 3 5 6 a scot consultoria serviços de avaliação e perícia avaliação de imóveis rurais SUgestão de divisão de propriedades rurais Laudo de comprovação de produtividade

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO N o 433, DE 24 DE JANEIRO DE 1992. Dispõe sobre a aquisição de imóveis rurais, para fins de reforma agrária, por meio de compra

Leia mais

ROTEIRO PARA CRIAÇÃO DE PROJETO DE ASSENTAMENTO CASULO (PCA) PROJETO DE PCA MODALIDADE DESCENTRALIZADA DE REFORMA AGRÁRIA

ROTEIRO PARA CRIAÇÃO DE PROJETO DE ASSENTAMENTO CASULO (PCA) PROJETO DE PCA MODALIDADE DESCENTRALIZADA DE REFORMA AGRÁRIA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO (MDA) INSTITU TO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA (INCRA) DIRETORIA DE OBTENÇÃO DE TERRAS (DT) COORDENAÇÃO GERAL DE IMPLANTAÇÃO (DTI) MODALIDADE DESCENTRALIZADA

Leia mais

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026.

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026. Escritura pública de inventário e partilha Documentos Necessários A relação de documentos necessários para uma escritura pública de inventário e partilha, especialmente quando contemplam bens imóveis,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre instauração e organização de processo de tomada de contas especial e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso do

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL BRASÍLIA-DF, QUARTA-FEIRA, 24 DE NOVEMBRO DE 2010 BOLETIM DE SERVIÇO N o.

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL BRASÍLIA-DF, QUARTA-FEIRA, 24 DE NOVEMBRO DE 2010 BOLETIM DE SERVIÇO N o. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL BRASÍLIA-DF, QUARTA-FEIRA, 24 DE NOVEMBRO DE 2010 BOLETIM DE SERVIÇO N o. 222 1 a. PARTE ATOS DO DIRETOR-GERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA N o. 42/2010-DG/DPF,

Leia mais

LEI N 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992

LEI N 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992 LEI N 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992 Cria a Secretaria de Estado do Meio Ambiente - SEMA, a entidade autarquica Instituto Ambiental do Parana - IAP e adota outras providencias. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Leia mais

Prof. Vilmar A. Silva DIREITO AGRÁRIO. Terras Devolutas

Prof. Vilmar A. Silva DIREITO AGRÁRIO. Terras Devolutas 1 Prof. Vilmar A. Silva DIREITO AGRÁRIO Terras Devolutas Terras devolutas são terras pertencentes ao Poder Público, mas que não tem uma destinação pública definida, pois não estão sendo utilizadas pelo

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO. Regimento Interno CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO

CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO. Regimento Interno CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO Regimento Interno CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO Art. 1.º O Conselho Nacional do Trabalho, com sede na Capital da República e jurisdição em todo

Leia mais

DECRETO FEDERAL N 1.282, DE 19 DE OUTUBRO DE 1994 Regulamenta os arts. 15, 19, 20 e 21 da Lei n 4.771, de 15 de setembro de 1965, e dá outras

DECRETO FEDERAL N 1.282, DE 19 DE OUTUBRO DE 1994 Regulamenta os arts. 15, 19, 20 e 21 da Lei n 4.771, de 15 de setembro de 1965, e dá outras DECRETO FEDERAL N 1.282, DE 19 DE OUTUBRO DE 1994 Regulamenta os arts. 15, 19, 20 e 21 da Lei n 4.771, de 15 de setembro de 1965, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições

Leia mais

DECRETO Nº 7.884 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2000 [Download] Aprova o Regulamento do Sistema Estadual de Auditoria no âmbito do SUS/BA.

DECRETO Nº 7.884 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2000 [Download] Aprova o Regulamento do Sistema Estadual de Auditoria no âmbito do SUS/BA. DECRETO Nº 7.884 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2000 [Download] Aprova o Regulamento do Sistema Estadual de Auditoria no âmbito do SUS/BA. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições, e tendo em

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 76, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2014

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 76, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2014 INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 76, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2014 Dispõe sobre os procedimentos complementares relativos à jornada de trabalho e ao controle de assiduidade e pontualidade

Leia mais

GENILDO LINS DE ALBUQUERQUE NETO

GENILDO LINS DE ALBUQUERQUE NETO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 126, DE 25 DE JUNHO DE 2014 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES Interino, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do parágrafo

Leia mais

PARECER CONJUR / MCIDADES Nº 1796/2007. Processo nº 80000.014403/2007-50

PARECER CONJUR / MCIDADES Nº 1796/2007. Processo nº 80000.014403/2007-50 PARECER CONJUR / MCIDADES Nº 1796/2007 CONSULTA EFETUADA PELA CAIXA. ANÁLISE DE ESCRI- TURA DE ÁREA DE INTERVENÇÃO, REFERENTE A CON- TRATO DE REPASSE CELEBRADO COM O MUNICÍPIO DE (...). IMÓVEL ORIUNDO

Leia mais

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Regulamenta o oferecimento e a aceitação do seguro garantia judicial para execução fiscal e seguro garantia parcelamento administrativo fiscal para

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2011

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2011 Regula, no âmbito do Instituto Chico Mendes, as diretrizes,

Leia mais

PORTARIA Nº 98 DE 11/06/2010 (Estadual - Minas Gerais) Data D.O.: 12/06/2010

PORTARIA Nº 98 DE 11/06/2010 (Estadual - Minas Gerais) Data D.O.: 12/06/2010 PORTARIA Nº 98 DE 11/06/2010 (Estadual - Minas Gerais) Data D.O.: 12/06/2010 Dispõe sobre a autorização para recebimento e homologação de laudos técnico-ambientais e plantas georreferenciadas, elaborados

Leia mais

ESCOLA NACIONAL DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE MAGISTRADOS MINISTRO SÁLVIO DE FIGUEIREDO TEIXEIRA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2013.

ESCOLA NACIONAL DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE MAGISTRADOS MINISTRO SÁLVIO DE FIGUEIREDO TEIXEIRA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2013. ESCOLA NACIONAL DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE MAGISTRADOS MINISTRO SÁLVIO DE FIGUEIREDO TEIXEIRA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2013. Dispõe sobre o curso oficial para ingresso, o curso de formação

Leia mais

LEI Nº 6.557 O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CAPÍTULO I DAS TERRAS PÚBLICAS E DEVOLUTAS

LEI Nº 6.557 O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CAPÍTULO I DAS TERRAS PÚBLICAS E DEVOLUTAS LEI Nº 6.557 O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Dispõe sobre as terras de domínio do Estado e sua atuação no processo de discriminação e regularização fundiária e dá outras providências. Lei: Faço

Leia mais

Instrução Normativa nº 70, de 6 de dezembro de 2011

Instrução Normativa nº 70, de 6 de dezembro de 2011 Instrução Normativa nº 70, de 6 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a aquisição e arrendamento de imóvel rural por pessoa natural estrangeira residente no País e pessoa jurídica estrangeira autorizada a funcionar

Leia mais

PROVIMENTO Nº 36 /2013 CGJ - MT

PROVIMENTO Nº 36 /2013 CGJ - MT PROVIMENTO Nº 36 /2013 CGJ - MT Dispõe sobre a padronização dos procedimentos de averbação de georreferenciamento e registro de Títulos Definitivos de Domínio emitidos pelo Poder Público, Estadual e/ou

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 4.947, DE 6 DE ABRIL DE 1966. (Vide Lei nº 871, de 1999) (Vide lei nº 10.164, de 2000) Fixa Normas de Direito Agrário, Dispõe

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No-328, DE 22 DE ABRIL DE 2013

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No-328, DE 22 DE ABRIL DE 2013 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No-328, DE 22 DE ABRIL DE 2013 Altera a Resolução Normativa - RN 4, de 19 de abril de 2002, que dispõe sobre o parcelamento de débitos tributários e não tributários para com a

Leia mais

Inicialmente, apresentamos os dispositivos da legislação pertinente ao assunto:

Inicialmente, apresentamos os dispositivos da legislação pertinente ao assunto: P rezados concursandos, Neste encontro, vamos estudar alguns itens de um ponto que tem provocado grande apreensão nos candidatos que participarão do concurso do ICMS do Estado do Ceará. Trata se do tópico

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO - CREA-SP

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO - CREA-SP INSTRUÇÃO Nº 2560 Dispõe sobre procedimentos para a interrupção de registro profissional. O PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 34,

Leia mais

Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.

Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. DECRETO N.º 7.892, DE 23 DE JANEIRO DE 2013. Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que

Leia mais

Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.419, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2006. Mensagem de veto Dispõe sobre a informatização do processo judicial; altera a Lei n o 5.869, de 11 de janeiro de 1973

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 TCE-TO de 07 de março de 2012. Dispõe sobre o processo eletrônico no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS, no uso de

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Advocacia-Geral do Estado. Compensação de Precatórios sob a ótica do Decreto Estadual nº 45.

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Advocacia-Geral do Estado. Compensação de Precatórios sob a ótica do Decreto Estadual nº 45. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS 2011 Compensação de Precatórios sob a ótica do Decreto Estadual nº 45.564/11 COMPENSAÇÃO DE PRECATÓRIOS SOB A ÓTICA DO DECRETO ESTADUAL Nº 45.564/11 PASSO A PASSO O credor

Leia mais

NORMA PARA REGULAMENTAÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DOS AGENTES DE COMPRAS DA UNIFEI

NORMA PARA REGULAMENTAÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DOS AGENTES DE COMPRAS DA UNIFEI NORMA PARA REGULAMENTAÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DOS AGENTES DE COMPRAS DA UNIFEI NORMA PARA REGULAMENTAÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DOS AGENTES DE COMPRAS DA UNIFEI Dispõe sobre as atribuições dos agentes de compras

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 497/GDGSET.GP, DE 24 DE SETEMBRO DE 2014

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 497/GDGSET.GP, DE 24 DE SETEMBRO DE 2014 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 497/GDGSET.GP, DE 24 DE SETEMBRO DE 2014 Institui no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho o Termo Circunstanciado Administrativo (TCA). O PRESIDENTE

Leia mais

DECRETO N 001 A / 2015 De 02 de janeiro de 2015.

DECRETO N 001 A / 2015 De 02 de janeiro de 2015. DECRETO N 001 A / 2015 De 02 de janeiro de 2015. EMENTA: Regulamenta o Sistema de Registro de Preços SRP previsto no art. 15 da Lei nº 8.666/93, no âmbito do Município de Central Bahia. O PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

MANUAL PARA GESTÃO DA CERTIFICAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS

MANUAL PARA GESTÃO DA CERTIFICAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS MANUAL PARA GESTÃO DA CERTIFICAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS 1ª Edição Brasília 2013 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA Diretoria

Leia mais

Georreferenciamento de Imóveis Rurais SIGEF

Georreferenciamento de Imóveis Rurais SIGEF Georreferenciamento de Imóveis Rurais SIGEF O Sistema de Gestão Fundiária (SIGEF) é uma ferramenta eletrônica desenvolvida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e pelo Ministério

Leia mais

INOVAÇÕES NO GEORREFERENCIAMENTO E NA CERTIFICAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS

INOVAÇÕES NO GEORREFERENCIAMENTO E NA CERTIFICAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS INOVAÇÕES NO GEORREFERENCIAMENTO E NA CERTIFICAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS Kilder José Barbosa Engenheiro Agrimensor Analista/INCRA Kilder Barbosa - Engenheiro Agrimensor Analista em Reforma e Desenvolvimento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 4.449, DE 30 DE OUTUBRO DE 2002. Texto compilado Regulamenta a Lei n o 10.267, de 28 de agosto de 2001, que altera dispositivos

Leia mais

BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 020 DE 12 a 16/05/14

BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 020 DE 12 a 16/05/14 Leia-se:...Art. 1º DELEGAR COMPETÊNCIA e as responsabilidades decorrentes ao Superintendente Regional do DNIT nos estados de Goiás e Distrito Federal para Lavrar o Termo Aditivo de Prorrogação de prazo,

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA Nº 02/2011 Versão: 01 Publicação: DJE nº de / /2012 Unidade Responsável: Departamento de Material e Patrimônio - DMP I FINALIDADE Dispor sobre os procedimentos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.572, DE 28 DE SETEMBRO DE 2011. Regulamenta dispositivos da Medida Provisória n o 535, de 2 de junho de 2011, que tratam

Leia mais

CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2014, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2014. PUBLICADA NO DOE/PA Nº 32594, DE 28/02/2014, CADERNO 5 PÁGINAS 6-8 Data: 26 de fevereiro de 2014. Define procedimentos administrativos para a

Leia mais

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL TOMADA DE CONTAS ESPECIAL COMPARATIVO ENTRE A IN TCU Nº 13/1996 E A IN TCU Nº 56/2007 IN TCU Nº 13/1996 IN TCU Nº 56/2007 Art. 1º Diante da omissão no dever de prestar contas, da não comprovação da Aplicação

Leia mais

I D,() g~ dc_ltj. [)6/ {)LJ

I D,() g~ dc_ltj. [)6/ {)LJ ,.--... I PUBLlCAc;tJES I D,() g~ dc_ltj. [)6/ {)LJ. a I Seyao_Q1. ~pag._ Job.._ 8,S N.o c21 de 24 / r25\/2!l INSTRU

Leia mais

NORMA DE EXECUÇÃO Nº 38, DE 30 DE MARÇO DE 2004 1 DOU nº 85, de 5.5.2004, seção 1, p. 53

NORMA DE EXECUÇÃO Nº 38, DE 30 DE MARÇO DE 2004 1 DOU nº 85, de 5.5.2004, seção 1, p. 53 REVOGADA PELA NE Nº 45/2005 NORMA DE EXECUÇÃO Nº 38, DE 30 DE MARÇO DE 2004 1 DOU nº 85, de 5.5.2004, seção 1, p. 53 Dispõe sobre procedimentos para seleção de candidatos ao Programa Nacional de Assentamentos

Leia mais

PONTO 1: Execução Trabalhista. Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista art. 879 da CLT.

PONTO 1: Execução Trabalhista. Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista art. 879 da CLT. 1 DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO PONTO 1: Execução Trabalhista 1. EXECUÇÃO TRABALHISTA: ART. 876 ART. 892 da CLT Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.032, DE 30 DE MARÇO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 1.032, DE 30 DE MARÇO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 1.032, DE 30 DE MARÇO DE 2011 Dispõe sobre a celebração de convênios entre os Creas e as entidades de classe e as instituições de ensino e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.190-ANTAQ, DE 24 DE JUNHO DE 2015.

RESOLUÇÃO Nº 4.190-ANTAQ, DE 24 DE JUNHO DE 2015. RESOLUÇÃO Nº 4.190-ANTAQ, DE 24 DE JUNHO DE 2015. APROVA A PROPOSTA DE NORMA QUE DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO E A RECUPERAÇÃO DE CRÉDITOS ADMINISTRADOS PELA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS ANTAQ.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 528, DE 3 DE JUNHO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 528, DE 3 DE JUNHO DE 2014 Publicada no DJE/STF, n.108, p. 1 em 5/06/2014 RESOLUÇÃO Nº 528, DE 3 DE JUNHO DE 2014 Regulamenta a aplicação, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, da Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, que versa

Leia mais

PROVIMENTO CG N.º 02/2005

PROVIMENTO CG N.º 02/2005 PROVIMENTO CG N.º 02/2005 Altera a redação do item 48.3 da Seção II do Capítulo XX, e dos itens 123 e 124 da Subseção IV da Seção II do Capítulo XX das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça.

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 Petrópolis 2013 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho é um resumo

Leia mais

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A RPV. (Requisição de Pequeno Valor)

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A RPV. (Requisição de Pequeno Valor) BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A RPV (Requisição de Pequeno Valor) Hugo Soares Porto Fonseca O caput do art. 100 da Constituição Federal 1 determina que os pagamentos de valores devidos pelas Fazendas Federal,

Leia mais

POR DENTRO DO NOVO SISTEMA NACIONAL DE CADASTRO RURAL

POR DENTRO DO NOVO SISTEMA NACIONAL DE CADASTRO RURAL POR DENTRO DO NOVO SISTEMA NACIONAL DE CADASTRO RURAL Ementa O que é CCIR Diferença entre CCIR, SNCR, NIRF e ITR Número do Código INCRA é o CCIR? Legislação pertinente O que é o Cadastro de Imóvel Rural

Leia mais

PROVIMENTO Nº 148, DE 16 DE ABRIL DE 2008. (Ver Provimento n. 70, de 9.1.2012 DJMS, de 17.1.2012.)

PROVIMENTO Nº 148, DE 16 DE ABRIL DE 2008. (Ver Provimento n. 70, de 9.1.2012 DJMS, de 17.1.2012.) PROVIMENTO Nº 148, DE 16 DE ABRIL DE 2008. (Ver Provimento n. 70, de 9.1.2012 DJMS, de 17.1.2012.) Institui, no âmbito da Justiça de Primeiro Grau do Estado de Mato Grosso do Sul, o sistema eletrônico

Leia mais

PROVIMENTO Nº 04/2008

PROVIMENTO Nº 04/2008 PROVIMENTO Nº 04/2008 Disciplina os procedimentos relativos aos débitos das Fazendas Públicas Federal, Estadual e Municipal, em virtude de sentença judicial transitada em julgado, sujeitos ao regime de

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos. Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia

Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos. Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia CONFEA CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CREA CONSELHO REGIONAL

Leia mais

ANEXO IV TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO TABELA DE TEMPORALIDADE E DESTINAÇÃO DE DOCUMENTOS - ÁREA- FIM

ANEXO IV TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO TABELA DE TEMPORALIDADE E DESTINAÇÃO DE DOCUMENTOS - ÁREA- FIM TABELA DE TEMPORALIDADE E DE DOCUMENTOS - ÁREA- FIM 700 ATIVIDADES JUDICIÁIS DE 1ª INSTÂNCIA 710 VARAS DO TRABALHO 710.1 - Alvará de Seguro Desemprego Original - Requerente Até retirada Via - Pasta 2 anos

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA CAIXA DE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO DA AERONÁUTICA GABINETE ADMINISTRATIVO DATAS NS Nº 038G/DE/2014 10/09/2014 10/09/2014 GERAL

COMANDO DA AERONÁUTICA CAIXA DE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO DA AERONÁUTICA GABINETE ADMINISTRATIVO DATAS NS Nº 038G/DE/2014 10/09/2014 10/09/2014 GERAL COMANDO DA AERONÁUTICA CAIXA DE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO DA AERONÁUTICA GABINETE ADMINISTRATIVO DATAS EMISSÃO EFETIVAÇÃO DISTRIBUIÇÃO NS Nº 038G/DE/2014 10/09/2014 10/09/2014 GERAL ASSUNTO ANEXOS 1 DISPOSIÇÕES

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 19 DE ABRIL DE 1993 (DOU de 23/04/93)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 19 DE ABRIL DE 1993 (DOU de 23/04/93) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 19 DE ABRIL DE 1993 (DOU de 23/04/93) Disciplina a celebração de convênios, acordos, ajustes ou instrumentos similares, que envolvam a transferência de recursos financeiros

Leia mais

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 180 da Constituição, decreta:

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 180 da Constituição, decreta: DECRETO-LEI Nº 9.295/46 Cria o Conselho Federal de Contabilidade, define as atribuições do Contador e do Guardalivros e dá outras providências. O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 Estabelece normas de organização e de apresentação dos relatórios de gestão e das peças complementares que constituirão os processos de contas

Leia mais

Sipaf; IX - Proponente: pessoa física ou jurídica que solicita a permissão de uso do Sipaf.

Sipaf; IX - Proponente: pessoa física ou jurídica que solicita a permissão de uso do Sipaf. PORTARIA Nº 7, DE 13 DE JANEIRO DE 2012 Institui o selo de identificação da participação da agricultura familiar e dispõe sobre os critérios e procedimentos relativos à permissão, manutenção, cancelamento

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 16, DE 04 DE SETEMBRO DE 2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 16, DE 04 DE SETEMBRO DE 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 16, DE 04 DE SETEMBRO DE 2015 Publicado no DOE (Pa) de 08.09.15. Revogada pela IN 17/15, efeitos a partir de 11.09.15. Estabelece procedimentos para a fruição do benefício fiscal

Leia mais

Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições constitucionais e legais,

Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012 Dispõe sobre procedimentos e prazos relativos ao encerramento do exercício de 2012 e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições

Leia mais

CONSIDERANDO a necessidade de uniformizar os critérios para Certificação e Atualização Cadastral de Imóveis Rurais;

CONSIDERANDO a necessidade de uniformizar os critérios para Certificação e Atualização Cadastral de Imóveis Rurais; NORMA DE EXECUÇÃO INCRA/DF/ Nº 92 DE 22 DE FEVEREIROEIRO DE 2010. (Publicada no DOU, nº 42, de 4 de março de 2010, Seção I, página 81 e Boletim de Serviço nº 10, de 8 de março de 2010). Estabelece as diretrizes

Leia mais

Conselho Nacional de Justiça II Encontro Nacional do PJe (Brasília, 5 de agosto de 2015) O novo CPC: o papel do Conselho Nacional de Justiça nas disposições sobre o processo eletrônico Luciano Athayde

Leia mais

autoridade consular brasileira competente, quando homologação de sentença estrangeira: (...) IV - estar autenticada pelo cônsul brasileiro e

autoridade consular brasileira competente, quando homologação de sentença estrangeira: (...) IV - estar autenticada pelo cônsul brasileiro e COMPARATIVO ENTRE A RESOLUÇÃO N. 9 E A EMENDA REGIMENTAL N. 18 DO STJ EMENDA REGIMENTAL N. 18 (2014) RESOLUÇÃO N. 9 (2005) Art. 1º O Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça passa a vigorar acrescido

Leia mais

Edição nº 141/2015 Brasília - DF, segunda-feira, 10 de agosto de 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA 67, DE 5 DE AGOSTO DE 2015

Edição nº 141/2015 Brasília - DF, segunda-feira, 10 de agosto de 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA 67, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA 67, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 Regulamenta a Portaria-SEI 1 de 4 de agosto de 2015, que instituiu o Sistema Eletrônico de Informações - SEI no âmbito do Conselho Nacional de Justiça. O

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 10, DE 20 DE JUNHO DE 2014

SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 10, DE 20 DE JUNHO DE 2014 SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 10, DE 20 DE JUNHO DE 2014 Instala a Comissão de Mediação, Conciliação e Arbitragem da Superintendência Nacional de

Leia mais