Estudo Prospectivo da Fileira Florestal. Questionário

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estudo Prospectivo da Fileira Florestal. Questionário"

Transcrição

1 Nota Explicativa O Estudo Prospectivo da Fileira Florestal" tem como objectivo iniciar um processo de caracterização na óptica da inovação e transferências de tecnologias de de uma visão de conjunto integrada da Fileira Florestal portuguesa avaliando o seu impacto ao nível económico, social e político na sociedade portuguesa. Este Estudo deriva da aplicação do Método Delphi, e procura recolher, processar e interpretar informação recolhida junto de um painel de especialistas do sector florestal, correspondendo à imergente procura do mercado e identificar as necessidades tecnológicas. Pretende-se obter respostas de especialistas e leigos nas temáticas, pelo que agradecemos a sua resposta independentemente do seu grau de em cada temática. Este questionário deve ser feito individualmente não devendo cada participante trocar impressões ou ideias com os colegas para não haver interferências nos resultados. O questionário é confidencial e anónimo Caso pretenda conhecer os resultados do estudo solicite através do Em caso de dúvida contacte-nos através do mail: ou pelo telefone Mais informação disponível em:

2 Declaro que compreendo as regras do estudo e autorizo o processamento das minhas respostas Para cada questão responda numa escala de 0 a 4, sabendo que: Conhecimento Importância Tópico Temporal 1 Sem Conhecimento Muito Importante Muito Urgente 2 Com Conhecimento Importante Urgente 3 Familiarizado Pouco Importante Pouco Urgente 4 Perito Nada Importante Nada Urgente

3 1- Domínio Produção Pagina 1 Métodos expeditos para estimativa da produção Métodos expeditos de inventário florestal Mecanização integral das operações silvcolas garantindo a melhor quantidade/ qualidade Sistemas de condução silvícola que promovam a máxima mecanização integral Sistemas de monitorização da adubação Incorporação de resíduos florestais Modelação da fertilização em função da produtividade por espécie Preservação do solo - desenvolvimento de metodologias competitivas de fitopatologia Desenvolvimento de técnicas de gestão de infestantes Desenvolvimento de estudos de zonagem especifica no território nacional As alterações climáticas têm alterado comportamentos de novas pragas e doenças, pelo que se torna necessário desenvolver formas alternativas à luta para o seu controlo. Aposta no controlo biológico de pragas e doenças Divulgação de sistemas de condução alternativos que visem o aumento de produção Desenvolvimento de uma caracterização extensiva de variedades regionais em culturas chave do país Promoção da regionalidade do material genético (sementes, plantas via seminal e plantas clonais) Técnicas de manutenção preservação do solo e dos recursois hídricos que preservem as suas características e promovam a sua melhoria Actualização e melhoria das tabelas de produção, dos produtos lenhosos e não lenhosos, bem contas de exploração específicas para cada espécie florestal existente em Portugal. Desenvolvimento de uma metodologia para estimação do potencial produtivo Melhoramento genético no sentindo da criação de resistências a pragas e doenças face à tendência das politicas que visam a redução da aplicação de produtos fitofarmacêuticos (Produtividade) Aposta na certificação da gestão florestal

4 2- Domínio Exploração Pagina 2 Divulgação de sistemas de aproveitamento de biocombustíveis (Biomassa) e outros (p.e.,pilhas de hidrogénio) através da hidrólise ou pirólise da biomassa florestal Investigação e desenvolvimento de produtos naturais (extractos) que permitam o controlo de pragas e doenças (citronela, melanoleuca) Desenvolvimento de novas tecnologias para apuramento do tempo explorabilidade Métodos expeditos para a determinação das relações rendimento/ qualidade Estudo de adaptação de variedades estrangeiras, com potencial de utilização em Portugal e orientadas para o mercado (Clones eucalipto, enxertia castanheiro ) Desenvolvimento de programas informáticos que promovam a gestão florestal sustentável. Instalação de Povoamentos para produção de Biomassa Utilização da Silvopastorícia para controlo do crescimento da vegetação espontânea Valorização dos sub-produtos recorrentes das práticas silvícolas e outros recursos provenientes da floresta (p.e. cogumelos, frutos, mel, biomassa, PAM) 3- Domínio Indústria Desenvolvimento de estratégia de marketing (embalagem, mensagem ao consumidor, valor acrescentado dos produtos finais, criação de marcas nacionais, Automatização total das operações de extracção e processamento na indústria A biomassa Florestal será para produção de energia

5 4- Domínio Comercialização Pagina 3 Estudos de tendência de consumo para produtos florestais Plataforma comum de partilha de dados de mercado / comportamento do consumidor Divulgação dos benefícios de utilização dos produtos florestais como forma de promoção junto do consumidor (SGF, carbono), marketing verde Desenvolver normas especificas de certificação de produtos não lenhosos, adaptadas ao contexto Português, nomeadamente, mel, cogumelos, gestão da caça, plantas aromáticas e medicinais 5- Domínio Transferência tecnologia Assegurar um nível de formação e treino adequado às exigências das diversas áreas do sector Estudo da adaptação das metodologias de peritagem fase às catástrofes naturais Criar mecanismos de transferência de tecnologia entre SCT e os agentes económicos Desenvolvimeto de estratégias de I&D de carácter nacional Criar mecanismos de comunicação de resultados de projectos de I&D dentro do sector Florestal No âmbito projecto REDE INOVAR pretende-se a criação uma plataforma tecnológica para disponibilização, difusão e promoção de informação científica e tecnológica sob condições que possibilitem o seu uso e permitam o fácil acesso para os utilizadores da Rede. Permitirá aumentar, melhorar e facilitar o fluxo de informação entre pessoas (investigadores do SCTN, agricultores, empresários, etc.) e organizações (ESCTN, associações, empresas, etc.) dos sectores agrícola, florestal e agro-alimentar. Como vê o desenvolvimento de tal Plataforma?

Portugal 2020. Inovação da Agricultura, Agroindústria. Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt

Portugal 2020. Inovação da Agricultura, Agroindústria. Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt Portugal 2020 Inovação da Agricultura, Agroindústria e Floresta Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt FEDER 2020 - Prioridades Concentração de investimentos do FEDER Eficiência energética e energias renováveis

Leia mais

Iniciativa integrada na feira: AGRO I&DT

Iniciativa integrada na feira: AGRO I&DT Iniciativa integrada na feira: AGRO I&DT ORGANIZAÇÃO O espaço AGRO I&DT, integrado na 1ª edição da feira Portugal Agro 2014, consistiu numa iniciativa conjunta da Rede INOVAR e da Direcção Regional de

Leia mais

Parcerias para a investigação e inovação no âmbito da Programação para o Desenvolvimento Rural 2014-2020

Parcerias para a investigação e inovação no âmbito da Programação para o Desenvolvimento Rural 2014-2020 Parcerias para a investigação e inovação no âmbito da Programação para o Desenvolvimento Rural 2014-2020 PDR 2014-2020 do Continente Cláudia Costa Diretora Adjunta do Gabinete de Planeamento e Políticas

Leia mais

PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS

PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS VALORIZAÇÃO DOS RECURSOS SILVESTRES DO MEDITERRÂNEO - UMA ESTRATÉGIA PARA AS ÁREAS DE BAIXA DENSIDADE DO SUL DE PORTUGAL CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

PORTUCEL SOPORCEL. INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA

PORTUCEL SOPORCEL. INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA PORTUCEL SOPORCEL INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA Com uma posição de grande relevo no mercado internacional de pasta e papel, o Grupo Portucel Soporcel é uma

Leia mais

micro-empresas e activid i a d de d ec e onómica c TAGUS, 24 de Janeiro de 2015

micro-empresas e activid i a d de d ec e onómica c TAGUS, 24 de Janeiro de 2015 micro-empresas e actividade económica TAGUS, 24 de Janeiro de 2015 20 anos Uma estratégia com o objectivo único de contribuirpara fixar população no interior do seu território. Combater o exodo rural e

Leia mais

N. de Horas. 1 Agricultura Biológica Agricultura Biológica 144 Média Duração Formação Sem Legislação de Suporte

N. de Horas. 1 Agricultura Biológica Agricultura Biológica 144 Média Duração Formação Sem Legislação de Suporte Anexo II - Técnicos. Correspondência dos Cursos realizados no Entre Douro e Minho, entre 94 e 03, por área temática, tema do curso, duração, 1 Agricultura Biológica Agricultura Biológica 144 Média Duração

Leia mais

MEDIDA 8 - PROTEÇÃO E REABILITAÇÃO DOS POVOAMENTOS FLORESTAIS PDR 2020

MEDIDA 8 - PROTEÇÃO E REABILITAÇÃO DOS POVOAMENTOS FLORESTAIS PDR 2020 MEDIDA 8 - PROTEÇÃO E REABILITAÇÃO DOS POVOAMENTOS FLORESTAIS PDR 2020 Programa de Desenvolvimento Rural Novas Medidas de Apoio ao Investimento Operação 8.1.1 Florestação de Terras Agrícolas e não Agrícolas

Leia mais

Utilização Racional de Biomassa Florestal Mitos e Realidades

Utilização Racional de Biomassa Florestal Mitos e Realidades Utilização Racional de Biomassa Florestal Mitos e Realidades Paulo Canaveira Seminário Tecnicelpa Bioenergias. Novas Tendências 30 Março 2007 CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no

Leia mais

A Floresta é um recurso estratégico? RefCast. Reforço da cultura do castanheiro. José Gomes Laranjo. jlaranjo@utad.pt

A Floresta é um recurso estratégico? RefCast. Reforço da cultura do castanheiro. José Gomes Laranjo. jlaranjo@utad.pt A Floresta é um recurso estratégico? RefCast Reforço da cultura do castanheiro José Gomes Laranjo jlaranjo@utad.pt Espinhal, 4 Setembro 2010 O que é o RefCast? Proposta de investimento na fileira do castanheiro:

Leia mais

Regulamento 2015. 1. Objectivo. 2. Elegibilidade

Regulamento 2015. 1. Objectivo. 2. Elegibilidade Regulamento 2015 1. Objectivo Prémio Empreendedorismo e Inovação Crédito Agrícola 2015 é um concurso que resulta da conjugação de esforços e vontades do Crédito Agrícola, aqui representado pela Caixa Central

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020. Medida 4 - VALORIZAÇÃO dos RECURSOS FLORESTAIS

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020. Medida 4 - VALORIZAÇÃO dos RECURSOS FLORESTAIS Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 4 - VALORIZAÇÃO dos RECURSOS FLORESTAIS Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 do Conselho e do Parlamento

Leia mais

PDR 2014-2020 - Análise SWOT

PDR 2014-2020 - Análise SWOT A - Sector Agroalimentar Os produtos do complexo agroflorestal são bens internacionalmente transacionáveis com peso importante no comércio internacional Indústrias agroalimentares dinâmicas, com elevada

Leia mais

Promoção da actividade resineira em Portugal no âmbito da PAC pós 2013

Promoção da actividade resineira em Portugal no âmbito da PAC pós 2013 Promoção da actividade resineira em Portugal no âmbito da PAC pós 2013 Francisco Avillez (Professor Emérito do ISA, UTL e coordenado científico da AGR.GES) 16 de Abril de 2013 1. Evolução do pinheiro bravo

Leia mais

Programa de Valorização da Fileira da Pinha/Pinhão"

Programa de Valorização da Fileira da Pinha/Pinhão Seminário Valorização da Fileira da Pinha/Pinhão Alcácer do Sal Programa de Valorização da Fileira da Pinha/Pinhão" Nélia Aires Eng.ª Florestal UNAC -União da Floresta Mediterrânica 18. 09. 2012 Índice

Leia mais

Apoios à Internacionalização e à Inovação. António Costa da Silva Santarém, 26 de setembro de 2014

Apoios à Internacionalização e à Inovação. António Costa da Silva Santarém, 26 de setembro de 2014 Apoios à Internacionalização e à Inovação António Costa da Silva Santarém, 26 de setembro de 2014 ALENTEJO PRIORIDADES PARA UMA ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE 1. Alimentar e Floresta 2. Recursos Naturais,

Leia mais

FORMAÇÃO PROFISSIONAL AGRÁRIA. Direção Regional do Desenvolvimento Agrário 2009/2011

FORMAÇÃO PROFISSIONAL AGRÁRIA. Direção Regional do Desenvolvimento Agrário 2009/2011 FORMAÇÃO PROFISSIONAL AGRÁRIA. Direção Regional do Desenvolvimento Agrário 2009/2011 FPA. DRDA 2009/2011 junho 2012 FPA. DRDA 2009/2011 OPRORURAL. no Eixo 1- AUMENTO DA COMPETITIVIDADE DOS SECTORES AGRÍCOLA

Leia mais

Agricultura e Desenvolvimento Rural: Que instrumentos de Financiamento 2014-2020

Agricultura e Desenvolvimento Rural: Que instrumentos de Financiamento 2014-2020 Agricultura e Desenvolvimento Rural: Que instrumentos de Financiamento 2014-2020 Painel Pararelo II Desenvolvimento Florestal do Alto Minho: Principais prioridades 2014-2020 Estratégia Territorial de Valorização

Leia mais

Novos Apoios ao Comércio. Miguel Cruz

Novos Apoios ao Comércio. Miguel Cruz Novos Apoios ao Comércio Miguel Cruz Comércio Investe QREN e Linhas de Crédito Portugal 2020 2 Comércio Investe Medida financiada através do Fundo de Modernização do Comércio, com dotação orçamental regional,

Leia mais

Biotecnologia e desenvolvimento sustentável. Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt

Biotecnologia e desenvolvimento sustentável. Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt Biotecnologia e Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt - Imposições legais - Opinião pública - Pressão de competitividade Actualmente: Conceito de adoptado por muitas indústrias/actividades: só

Leia mais

Estudo Económico de Desenvolvimento da

Estudo Económico de Desenvolvimento da Estudo Económico de Desenvolvimento da Fileira da Castanha Estudo Económico para o Desenvolvimento da Fileira da Castanha Índice 1 Introdução... 3 2 Objetivos e Dimensões... 4 3 Estratégia de Promoção

Leia mais

Estudo - Estratégias de Diferenciação das Principais Fileiras de Produtos Agrícolas, Agro- Alimentares de Alimentação do Vale do Ave

Estudo - Estratégias de Diferenciação das Principais Fileiras de Produtos Agrícolas, Agro- Alimentares de Alimentação do Vale do Ave Estudo - Estratégias de Diferenciação das Principais Fileiras de Produtos Agrícolas, Agro- Alimentares de Alimentação do Vale do Ave NOTAS INTRODUTÓRIAS - Objetivo do estudo: Definir estratégias de atuação

Leia mais

Portugal 2020: Investigação e Inovação no domínio da Competitividade e Internacionalização

Portugal 2020: Investigação e Inovação no domínio da Competitividade e Internacionalização Portugal 2020: Investigação e Inovação no domínio da Competitividade e Internacionalização Duarte Rodrigues Vogal da Agência para o Desenvolvimento e Coesão Lisboa, 17 de dezembro de 2014 Tópicos: 1. Portugal

Leia mais

A Sustentabilidade do Uso da Biomassa Florestal

A Sustentabilidade do Uso da Biomassa Florestal A Sustentabilidade do Uso da Biomassa Florestal Francisco Goes Aveiro, 20 de Março de 2014 CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no Papel Índice 1. A CELPA 2. O eucaliptal nacional 3.

Leia mais

A Indústria Papeleira no Contexto das Alterações Climáticas

A Indústria Papeleira no Contexto das Alterações Climáticas A Indústria Papeleira no Contexto das Alterações Climáticas Luís Costa Leal Director-Geral CELPA, Associação da Indústria Papeleira CELPA, Associação da Indústria Papeleira Pomos o Futuro no Papel Nesta

Leia mais

AS OPORTUNIDADES PARA AS EMPRESAS NO PORL 2014-20

AS OPORTUNIDADES PARA AS EMPRESAS NO PORL 2014-20 AS OPORTUNIDADES PARA AS EMPRESAS NO PORL 2014-20 Vítor Escária CIRIUS ISEG, Universidade de Lisboa e Augusto Mateus & Associados Barreiro, 30/06/2014 Tópicos Enquadramento A Estratégia de Crescimento

Leia mais

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio dos Sistemas Agroambientais e Alimentação

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio dos Sistemas Agroambientais e Alimentação Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio dos Empresas www.ccdr-n.pt/norte2020 O desenvolvimento de Estratégias Regionais de Especialização Inteligente constitui

Leia mais

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das Sistemas Agroambientais e Alimentação

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das Sistemas Agroambientais e Alimentação Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das SCTR www.ccdr-n.pt/norte2020 O desenvolvimento de Estratégias Regionais de Especialização Inteligente constitui uma

Leia mais

Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? Posição conjunta da CELPA e da AIMMP sobre BIOMASSA para ENERGIA

Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? Posição conjunta da CELPA e da AIMMP sobre BIOMASSA para ENERGIA Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? Posição conjunta da CELPA e da AIMMP sobre BIOMASSA para ENERGIA Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? O uso de biomassa florestal

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 2 CONHECIMENTO Ação 2.1 CAPACITAÇÃO E DIVULGAÇÃO Enquadramento Regulamentar Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 1 INOVAÇÃO Ação 1.1 GRUPOS OPERACIONAIS Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento

Leia mais

SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL

SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL A última reforma da política agrícola comum (PAC) manteve a estrutura em dois pilares desta política, continuando o desenvolvimento rural a representar

Leia mais

Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR)

Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR) Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2011-2020 (PNGR) Em consulta pública O Projecto de Plano Nacional de Gestão de Resíduos (PNGR 2011-2020), bem como o Relatório Ambiental e o Resumo Não Técnico da Avaliação

Leia mais

EIXO TECNOLÓGICO: RECURSOS NATURAIS. Disciplinas da Formação Técnica Específica - FTE. Gestão da Qualidade Segurança e Meio Ambiente

EIXO TECNOLÓGICO: RECURSOS NATURAIS. Disciplinas da Formação Técnica Específica - FTE. Gestão da Qualidade Segurança e Meio Ambiente SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO E STADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL- SUPROF DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DIRDEP EIXO TECNOLÓGICO: RECURSOS NATURAIS EMENTÁRIO:

Leia mais

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das Ciências da Vida e Saúde. Empresas. www.ccdr-n.

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das Ciências da Vida e Saúde. Empresas. www.ccdr-n. Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das Empresas www.ccdr-n.pt/norte2020 O desenvolvimento de Estratégias Regionais de Especialização Inteligente constitui

Leia mais

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das Ciências da Vida e Saúde SCTR. www.ccdr-n.

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das Ciências da Vida e Saúde SCTR. www.ccdr-n. Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das SCTR www.ccdr-n.pt/norte2020 O desenvolvimento de Estratégias Regionais de Especialização Inteligente constitui uma

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

Mecanismo de Apoio e Incentivo à Inovação e I&DT

Mecanismo de Apoio e Incentivo à Inovação e I&DT Mecanismo de Apoio e Incentivo à Inovação e I&DT Victor Francisco Responsável Unidade Gestão e Promoção da Inovação [victor.francisco@ctcv.pt] Seminário Gestão da Inovação - ACIB 25 de Março 2010 1 Sumário

Leia mais

Domínio Competitividade e Internacionalização. Sistemas de incentivos às empresas

Domínio Competitividade e Internacionalização. Sistemas de incentivos às empresas Sistemas de incentivos às empresas ACIBTM/In.Cubo 6 de julho 2015 P. O. financiadores Domínio Competitividade e OBJETIVO: Criação de riqueza e de emprego através da melhoria da competitividade das empresas

Leia mais

ESTRATÉGIA 1. PRINCIPAIS NECESSIDADES ALVO DE INTERVENÇÃO DO PDR

ESTRATÉGIA 1. PRINCIPAIS NECESSIDADES ALVO DE INTERVENÇÃO DO PDR PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO RURAL 2014-2020 CONTINENTE ESTRATÉGIA 1. PRINCIPAIS NECESSIDADES ALVO DE INTERVENÇÃO DO PDR A economia do complexo agro-florestal, o território onde esta se realiza, incluindo

Leia mais

Vale Projecto - Simplificado

Vale Projecto - Simplificado IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Vale Projecto - Simplificado VALES Empreendedorismo e Inovação Associados Parceiros / Protocolos IDIT Enquadramento Vale Projecto - Simplificado

Leia mais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais O desenvolvimento das ações em diferentes projetos poderão identificar

Leia mais

Smart Cities Portugal

Smart Cities Portugal Smart Cities Portugal A rede Smart Cities Portugal tem por objetivo promover o trabalho em rede numa lógica inter-cluster, para o desenvolvimento e produção de soluções urbanas inovadoras para smart cities,

Leia mais

Newsletter ANSEME. Janeiro de 2012 31-01-2012 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PRODUTORES E COMERCIANTES DE SEMENTES

Newsletter ANSEME. Janeiro de 2012 31-01-2012 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PRODUTORES E COMERCIANTES DE SEMENTES Newsletter ANSEME Janeiro de 2012 31-01-2012 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PRODUTORES E COMERCIANTES DE SEMENTES Joana Lopes Aleixo Secretário-Geral A Direcção da ANSEME decidiu retomar a edição de Newsletters

Leia mais

Seminário de Pré-lançamento. Madrid 1 de julho de 2015

Seminário de Pré-lançamento. Madrid 1 de julho de 2015 Seminário de Pré-lançamento Madrid 1 de julho de 2015 Balanço do Programa Sudoe 2007-2013 Resultados quantitativos 2007/2013 Eixo FEDER Nº de projetos Nº de beneficiários Nº Beneficiários Principais PT

Leia mais

A produção de castanha tem vindo, nos últimos anos, a aumentar a nível mundial, assim como a área ocupada com castanheiros e a sua produtividade.

A produção de castanha tem vindo, nos últimos anos, a aumentar a nível mundial, assim como a área ocupada com castanheiros e a sua produtividade. SUMÁRIO EXECUTIVO Enquadramento do Estudo O Estudo Económico de Desenvolvimento da Fileira da castanha tem como principal objectivo dinamizar a fileira e aumentar o seu valor económico. Este estudo enquadra-se

Leia mais

Florestar Sustentabilidade da Floresta

Florestar Sustentabilidade da Floresta 1. ENQUADRAMENTO 1.1 INTRODUÇÃO O Projecto Florestar Sustentabilidade da Floresta com intervenção na região Norte (distritos de Bragança, Vila Real, Braga e área de intervenção do Parque Nacional da Peneda-Gerês)

Leia mais

A Sustentabilidade do Uso Energético da Biomassa Florestal. Comemoração do Dia Internacional das Florestas 20 de Março de 2014

A Sustentabilidade do Uso Energético da Biomassa Florestal. Comemoração do Dia Internacional das Florestas 20 de Março de 2014 A Sustentabilidade do Uso Energético da Biomassa Florestal Comemoração do Dia Internacional das Florestas 20 de Março de 2014 Conversão Termoquímica de Biomassa para Energia Luís António da Cruz Tarelho

Leia mais

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva Victor Francisco CTCV Responsável Unidade Gestão

Leia mais

PEFC O QUE PRECISA SABER SOBRE A CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PEFC/13-01-01 PROGRAMA PARA O RECONHECIMENTO DA CERTIFICAÇÃO FLORESTAL

PEFC O QUE PRECISA SABER SOBRE A CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PEFC/13-01-01 PROGRAMA PARA O RECONHECIMENTO DA CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PEFC TUDO O QUE PRECISA SABER SOBRE A CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PEFC/13-01-01 PROGRAMA PARA O RECONHECIMENTO DA CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PORQUE É IMPORTANTE CUIDAR DA FLORESTA? As florestas desempenham um papel

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

ESTRATÉGIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO MAR

ESTRATÉGIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO MAR 2014 2020 agosto de 2014 ESTRATÉGIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO MAR PARA A INVESTIGAÇÃO E INOVAÇÃO AGROALIMENTAR E FLORESTAL NO PERÍODO Estratégia do Ministério da Agricultura e do Mar Para a Investigação

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

O Desenvolvimento Rural na Região. Carlos Pedro Trindade

O Desenvolvimento Rural na Região. Carlos Pedro Trindade O Desenvolvimento Rural na Região de Lisboa e Vale do Tejo Carlos Pedro Trindade O Desenvolvimento Rural na Região de Lisboa e Vale do Tejo 1. A Agricultura da região de LVT 2. O apoio ao Sector Agrícola

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural 2014 2020 Seminário A PAC rumo a 2020: fazer face aos desafios da sustentabilidade João Marques DSPP 19 de Abril de 2013 1 1 Programação do Desenvolvimento Rural 2014-2020

Leia mais

USO NÃO PROFISSIONAL

USO NÃO PROFISSIONAL Segurança na aplicação de produtos fitofarmacêuticos - Explorações florestais - Paula Mourão Representante da DGAV USO NÃO PROFISSIONAL Decreto-Lei n.º 101/2009, de 11 de Maio Uso não profissional de Produtos

Leia mais

Da produção ao consumidor

Da produção ao consumidor Da produção ao consumidor 1 Da produção ao consumidor O Esporão concluiu que o seu modo de produção não estava adequado à visão da empresa: fazer os melhores produtos que a terra proporciona, de forma

Leia mais

aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades:

aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades: Enquadramento Desafios: aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades: eficiência dos sistemas agrícolas e florestais gestão sustentável

Leia mais

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio do Capital Simbólico, Tecnologias e Serviços do Turismo

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio do Capital Simbólico, Tecnologias e Serviços do Turismo Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio do Capital Simbólico, Tecnologias e Serviços do Turismo www.ccdr-n.pt/norte2020 O desenvolvimento de Estratégias Regionais

Leia mais

AGRO FOOD itech BROKERAGE TEMÁTICO HORTOFRUTÍCOLA, FLORESTAL, OUTRAS FILEIRAS CATÁLOGO DE TECNOLOGIAS

AGRO FOOD itech BROKERAGE TEMÁTICO HORTOFRUTÍCOLA, FLORESTAL, OUTRAS FILEIRAS CATÁLOGO DE TECNOLOGIAS BROKERAGE TEMÁTICO HORTOFRUTÍCOLA, FLORESTAL, OUTRAS FILEIRAS CATÁLOGO DE TECNOLOGIAS ÍNDICE DE TECNOLOGIAS AGRICULTURA / HORTOFRUTICULTURA 1- Aquasense 2- Ecorega: controlador de rega inteligente para

Leia mais

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 23 10 2014 Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020 Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 Victor Francisco Gestão e Promoção da Inovação 21 de outubro

Leia mais

Políticas e programas de apoio à investigação e inovação no setor agrícola e agroalimentar em Portugal

Políticas e programas de apoio à investigação e inovação no setor agrícola e agroalimentar em Portugal Políticas e programas de apoio à investigação e inovação no setor agrícola e agroalimentar em Portugal O apoio Inovação na Programação do Desenvolvimento Rural Eduardo Diniz Diretor do GPP Seminário Investigação,

Leia mais

Oportunidades do Aproveitamento da Biomassa Florestal

Oportunidades do Aproveitamento da Biomassa Florestal A Biomassa Florestal, energia e desenvolvimento rural Universidade Católica do Porto Oportunidades do Aproveitamento da Biomassa Florestal Centro de Biomassa para a Energia 1 O QUE É A BIOMASSA? De acordo

Leia mais

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das Tecnologias de Largo Espectro

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das Tecnologias de Largo Espectro Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio das Empresas www.ccdr-n.pt/norte2020 O desenvolvimento de Estratégias Regionais de Especialização Inteligente constitui

Leia mais

COOPERAÇÃO PORTUGUESA COOPERAÇÃO FRANCESA PAMEA - CIAT. São Tomé e Príncipe: Missão de apoio ao estudo da fileira do café

COOPERAÇÃO PORTUGUESA COOPERAÇÃO FRANCESA PAMEA - CIAT. São Tomé e Príncipe: Missão de apoio ao estudo da fileira do café COOPERAÇÃO PORTUGUESA COOPERAÇÃO FRANCESA PAMEA - CIAT São Tomé e Príncipe: Missão de apoio ao estudo da fileira do café Introdução Objectivos da missão Propostas concretas para melhorar a produção e comercialização

Leia mais

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR Prioridades Estratégicas Indústria Portuguesa Agro-Alimentar Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares XI LEGISLATURA 2009-2013 XVIII

Leia mais

SUSTENTABILIDADE URBANA

SUSTENTABILIDADE URBANA 1ª FEIRA IBÉRICA SUSTENTABILIDADE URBANA ENERGIA, SUSTENTABILIDADE, CIDADANIA Joaquim Borges Gouveia bgouveia@ua.pt DEGEI UAVEIRO 8 de Junho de 2011 ENERGIA e SUSTENTABILIDADE Utilização Racional de Energia

Leia mais

CVR Centro para a Valorização de Resíduos

CVR Centro para a Valorização de Resíduos Bioenergia Portugal 2015 Portalegre, 28/05/2015 Centro para a Valorização de Resíduos 2015 Guimarães CVR Centro para a Valorização de Resíduos O CVR - Centro para a Valorização de Resíduos é uma associação

Leia mais

MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS EMPRESAS

MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS EMPRESAS MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS EMPRESAS Destina-se a apoiar. nas explorações agrícolas para a produção primária de produtos agrícolas - Componente 1. na transformação e/ou comercialização de produtos agrícolas

Leia mais

BOAS PRÁTICAS. Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa

BOAS PRÁTICAS. Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa O QUE SÃO AS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS (BPA)? Os consumidores estão cada vez

Leia mais

Convenção Low Carbon Oeste Sustentável DESAFIOS DO SECTOR ENERGÉTICO E O VALOR DA ECOEFICIÊNCIA

Convenção Low Carbon Oeste Sustentável DESAFIOS DO SECTOR ENERGÉTICO E O VALOR DA ECOEFICIÊNCIA Convenção Low Carbon Oeste Sustentável DESAFIOS DO SECTOR ENERGÉTICO E O VALOR DA ECOEFICIÊNCIA Joaquim Borges Gouveia bgouveia@ua.pt DEGEI UAVEIRO 10 de julho de 2014 Uma Visão: Desenvolvimento Sustentável

Leia mais

XXII Jornadas Técnicas 2014

XXII Jornadas Técnicas 2014 XXII Jornadas Técnicas 2014 Apresentação das atividades da Academia do Vinho Verde para 2015 José Luís Reis Academia dos Vinho Verde 12 de Dezembro de 2014 A Academia do Vinho Verde promove a formação

Leia mais

A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM. Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES)

A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM. Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES) A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES) Esquema da apresentação: Objectivos da PAC pós-2013 Orientações propostas

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS PROGRAMA DA ACÇÃO Entidade Acção Produção Integrada em vinha Nº OBJECTIVO GERAL Qualificar os técnicos com competências teóricas e práticas,

Leia mais

APRESENTAÇÃO PÚBLICA. do resultado da monitorização dos Indicadores de Gestão Florestal Sustentável

APRESENTAÇÃO PÚBLICA. do resultado da monitorização dos Indicadores de Gestão Florestal Sustentável APRESENTAÇÃO PÚBLICA do resultado da monitorização dos Indicadores de Gestão Florestal Sustentável Norma 4406:2014 Sistemas de gestão florestal sustentável - aplicação dos critérios pan-europeus para gestão

Leia mais

ALENTEJO. Instituto Politécnico de Beja, 3 de Maio 2012

ALENTEJO. Instituto Politécnico de Beja, 3 de Maio 2012 OBSERVATÓRIO de TURISMO do ALENTEJO Instituto Politécnico de Beja, 3 de Maio 2012 Razões para a Criação do Observatório Regional de Turismo do Alentejo As lacunas da informação estatística sobre o turismo

Leia mais

As árvores transgênicas

As árvores transgênicas documento informativo - wrm Arvores Transgênicas Movimento Mundial pelas Florestas As árvores transgênicas Até agora o debate sobre os organismos geneticamente modificados- também chamados de transgênicos-

Leia mais

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio do Capital Humano e Serviços Especializados

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio do Capital Humano e Serviços Especializados Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio do Instituições www.ccdr-n.pt/norte2020 O desenvolvimento de Estratégias Regionais de Especialização Inteligente constitui

Leia mais

GESTÃO DA INFORMAÇÃO. 29.05.2008 Teresinha Fernandes 10º CICLO DE SEMINÁRIOS TRANSPORTE RODOVIÁRIO ALARGAR OS HORIZONTES

GESTÃO DA INFORMAÇÃO. 29.05.2008 Teresinha Fernandes 10º CICLO DE SEMINÁRIOS TRANSPORTE RODOVIÁRIO ALARGAR OS HORIZONTES DOMÍNIOS CRÍTICOS DA ACTIVIDADE ASSOCIATIVA: - Intervenção Política e Institucional / Produção Normativa; - Formação; - Assistência Técnica; - Assistência Documental; - Tratamento e Fornecimento de Informação:

Leia mais

FATORES POSITIVOS FATORES NEGATIVOS

FATORES POSITIVOS FATORES NEGATIVOS 1ª REUNIÃO DO FÓRUM PERMANENTE TURISMO SUSTENTÁVEL DO ALTO MINHO Identificação dos fatores positivos e negativos do território CETS do Alto Minho Grupo Temático Restauração Data: 29 de Julho de 2014 Hora:

Leia mais

Seminário de Abertura da Discussão Pública da proposta de Programa de Acção Nacional de Combate à Desertificação

Seminário de Abertura da Discussão Pública da proposta de Programa de Acção Nacional de Combate à Desertificação Seminário de Abertura da Discussão Pública da proposta de Programa de Acção Nacional de Combate à Desertificação Direcção Regional de Florestas do Alentejo Lisboa, 21 de Julho de 2011 Sistemas Fundamentais

Leia mais

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio dos Recursos do Mar e Economia. Instituições

Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio dos Recursos do Mar e Economia. Instituições Estratégia Regional de Especialização Inteligente Pedido de Contributos no Domínio dos Instituições www.ccdr-n.pt/norte2020 O desenvolvimento de Estratégias Regionais de Especialização Inteligente constitui

Leia mais

SI I&DT PROJECTOS INDIVIDUAIS

SI I&DT PROJECTOS INDIVIDUAIS SI I&DT PROJECTOS INDIVIDUAIS CRITÉRIOS DE INSERÇÃO DE PROJECTOS NAS EEC-CLUSTERS RECONHECIDAS ÁREAS TECNOLÓGICAS E DE DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS, PROCESSOS OU SISTEMAS ELEGÍVEIS 1. No âmbito do

Leia mais

GUIA BIOTRAINING A SUA EMPRESA BIOTECNOLÓGICA MAIS PRÓXIMA

GUIA BIOTRAINING A SUA EMPRESA BIOTECNOLÓGICA MAIS PRÓXIMA GUIA BIOTRAINING A SUA EMPRESA BIOTECNOLÓGICA MAIS PRÓXIMA 1 BIOTECNOLOGIA... 3 2 BIOTRAINING... 4 O QUE É?... 4 OBJECTIVOS... 4 A QUEM SE DIRIGE?... 5 QUE POSSO OBTER PARTICIPANDO EM BIOTRAINING?... 5

Leia mais

Caderno de Encargos para desenvolver a componente técnica do Carbon Footprint

Caderno de Encargos para desenvolver a componente técnica do Carbon Footprint Caderno de Encargos para desenvolver a componente técnica do Carbon Footprint Label para Produtos de Base Florestal Av. Comendador Henrique Amorim 580 Apartado 100 4536904 Santa Maria de Lamas Telf. 22

Leia mais

1. Aumentar o conhecimento sobre a fileira (dimensão, valor, intervenientes);

1. Aumentar o conhecimento sobre a fileira (dimensão, valor, intervenientes); SUMÁRIO EXECUTIVO Enquadramento do Estudo O Estudo Económico de Desenvolvimento da Fileira do medronho enquadra-se na estratégia de valorização da floresta do, procurando estudar a dinamização da fileira

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural

Programa de Desenvolvimento Rural Programa de Desenvolvimento Rural PDR 2020 do Continente Terra no Horizonte 2014-2020 Tavira, 13 Março 2014 1 2 Panorama Principais constatações Atuação Constrangimentos e Necessidades 3 Arquitetura 4

Leia mais

Gestão Multifuncional. (Portaria n.º 821/2008, de 8 de Agosto de 2008)

Gestão Multifuncional. (Portaria n.º 821/2008, de 8 de Agosto de 2008) Gestão Multifuncional (Portaria n.º 821/2008, de 8 de Agosto de 2008) Âmbito O aproveitamento das potencialidades do espaço florestal está particularmente associado aos sistemas multifuncionais, constituindo

Leia mais

INOVAR com SUSTENTABILIDADE ENERGIA IBERO-AMERICANA 2050

INOVAR com SUSTENTABILIDADE ENERGIA IBERO-AMERICANA 2050 INOVAR com SUSTENTABILIDADE ENERGIA IBERO-AMERICANA 2050 Lisboa, 26 de Novembro 2009 1. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 2. MOBILIDADE SUSTENTÁVEL 3. EXPLORAÇÃO & PRODUÇÃO 4. DOUTORAMENTO EM MEIO EMPRESARIAL 5. OPEN

Leia mais

XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO

XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO Desenvolvimento Rural, Agricultura, Florestas e Sustentabilidade 17 de outubro de 2014 / GPP Eduardo

Leia mais

Fiscalidade na Floresta. 8 de Junho de 2011

Fiscalidade na Floresta. 8 de Junho de 2011 Fiscalidade na Floresta 8 de Junho de 2011 1 Agenda Introdução Principais questões IVA IRC Benefícios fiscais 2 Introdução O Grupo Portucel Soporcel assume uma posição de relevo no mercado internacional

Leia mais

Engenharia Florestal. Desenvolvimento Rural

Engenharia Florestal. Desenvolvimento Rural Engenharia Florestal Desenvolvimento Rural 2/05/2010 Trabalho realizado por : Ruben Araújo Samuel Reis José Rocha Diogo Silva 1 Índice Introdução 3 Biomassa 4 Neutralidade do carbono da biomassa 8 Biomassa

Leia mais

O SEU PROJECTO É ELEGÍVEL PARA ESTES INCENTIVOS?

O SEU PROJECTO É ELEGÍVEL PARA ESTES INCENTIVOS? O SEU PROJECTO É ELEGÍVEL PARA ESTES INCENTIVOS? O ISQ e a ASK querem ajudar empreendedores e empresários à procura de financiamento a obterem o apoio de que necessitam para lançar ou desenvolver os seus

Leia mais

O ESTADO DA INOVAÇÃO NO SECTOR VITIVINICOLA DURIENSE

O ESTADO DA INOVAÇÃO NO SECTOR VITIVINICOLA DURIENSE ADVID Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense Cluster dos vinhos da Região do Douro 16 de NOVEMBRO DIA DA INOVAÇÃO, UTAD O QUE É INOVAÇÃO? *Uma inovação é a implementação de um produto

Leia mais

ANEXO I. FICHAS DE CARACTERIZAÇÃO DAS MEDIDAS 3.1. e 3.2. - EIXO 3 DO PRORURAL versão 7

ANEXO I. FICHAS DE CARACTERIZAÇÃO DAS MEDIDAS 3.1. e 3.2. - EIXO 3 DO PRORURAL versão 7 3.1.1. Diversificação de Actividades Não-Agrícolas na Exploração Descrição Apoio a iniciativas empresariais promotoras do saber fazer tradicional Apoio a actividades lúdicas de carácter inovador nas explorações

Leia mais

CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO

CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO ÍNDICE DE TEXTO VII. EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO...219 217 218 VII. EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO O presente capítulo tem como

Leia mais

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite para participar neste debate e felicitar os organizadores pela importância desta iniciativa. Na minha apresentação irei falar brevemente da

Leia mais

O SECTOR A SOLUÇÃO Y.make Num mundo cada vez mais exigente, cada vez mais rápido e cada vez mais competitivo, o papel dos sistemas de informação deixa de ser de obrigação para passar a ser de prioridade.

Leia mais

PROGRAMA DE COOPERAÇÃO TERRITORIAL DO ESPAÇO SUDOESTE EUROPEU 2007-2013

PROGRAMA DE COOPERAÇÃO TERRITORIAL DO ESPAÇO SUDOESTE EUROPEU 2007-2013 WINETech - SOE1/P1/E071 PROGRAMA DE COOPERAÇÃO TERRITORIAL DO ESPAÇO SUDOESTE EUROPEU 2007-2013 FICHA DE INVESTIGADORES E-CATÁLOGO WINEtech INDICAÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DA FICHA A diferença entre este

Leia mais