SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERACAO DE SISTEMAS ELETRICOS GOP

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERACAO DE SISTEMAS ELETRICOS GOP"

Transcrição

1 SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GOP a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERACAO DE SISTEMAS ELETRICOS GOP ANÁLISE METEOROLOGICA DE EVENTOS DE QUEDA DE TORRES DE TRANSMISSAO DE ENERGIA ELETRICA NO ESTADO DO PARANA Marco Antonio Rodrigues Jusevicius * César Augustus Assis Beneti Leonardo Calvetti INSTITUTO TECNOLOGICO SIMEPAR RESUMO Os fenômenos meteorológicos severos são caracterizados pelos grandes impactos ocasionados pela sua atuação num determinado local. Os sistema elétricos (tais como subestações, linhas de transmissão e toda a infraestrutura de distribuição) estão expostos a esses fenômenos e, eventualmente podem ser danificados ou ate mesmo derrubados, causando falhas e interrupções não programadas. O Paraná é uma área importante no contexto do sistema interligado, pois importantes linhas de transmissão de energia estão instaladas naquele estado, levando a energia gerada dos parques geradores do Sul do Brasil para as demais regiões do Brasil. Destaca-se nesse ponto a estrutura de transmissão da energia elétrica gerada em Itaipu, no qual parcela importante da mesma e destinada ao Sudeste do Brasil. Problemas que causem a interrupção da transmissão da energia implicam em vários setores, inclusive na própria capacidade momentânea de geração de energia. Este trabalho descreve as características dos eventos meteorológicos dos principais eventos de queda de torres de transmissão de energia elétrica no estado do Paraná nos anos de 2005 e 2006 e mostra a necessidade de aumentar o investimento em sistemas de monitoramento meteorológico no estado para esse fim. PALAVRAS-CHAVE Meteorologia, Tempestades, Torres de Transmissão, Monitoramento INTRODUÇÃO A operação dos sistemas de transmissão de energia elétrica teve grandes avanços nas últimas décadas em função das melhorias tecnológicas nas linhas e também dos procedimentos operativos das mesmas conforme (2). Porém, grandes distúrbios no sistema nunca estarão descartados de ocorrer pois o sistema como um todo, assim como as partes que o compõem não são absolutamente confiáveis. Em (3) há uma discussão sobre os reflexos na sociedade quando os blackouts ocorrem. Os gestores desse sistema devem estar constantemente avaliando as condições nas quais os sistemas estão operando. Uma característica de nossos sistemas de transmissão é possuir linhas que cobrem grandes distâncias, levando a energia elétrica gerada nos parques geradores para as demais regiões consumidoras. Dessa forma, essas linhas de transmissão acabam se tornando vulneráveis em muitos aspectos, mas principalmente ficam expostas aos efeitos de fenômenos meteorológicos, que quando atingem alto grau de severidade, podem representar um sério risco àquela estrutura. Tempestades severas (que são associadas a altas taxas de precipitação, à formação e precipitação de granizo, a formação de rajadas intensas de vento e alta incidência de descargas atmosféricas) são as principais causas de danos estruturais aos sistemas de transmissão de energia elétrica, podendo causar desde (*) Centro Politécnico da UFPR C.P CEP Curitiba, PR Brasil Tel: (+55 41) Fax: (+55 41)

2 rupturas dos cabos energizados até mesmo ao colapso de uma ou mais torres de transmissão. Essa última situação pode levar a vários dias para a recomposição plena do circuito, dado a grande complexidade dos trabalhos a serem executados por centenas de técnicos em locais distantes ou de difícil acesso. Dessa forma, o apoio meteorológico é significativamente importante. Se, por uma lado, as previsões e o alertas meteorológicos não possuem a capacidade de evitar os danos que uma tempestade possa ocasionar, por outro as informações são de grande importância para o acompanhamento e a evolução dos eventos meteorológicos severos e as decisões que podem ser tomadas prevendo uma contingência, e à partir do momento que o evento cause algum dano na infraestrutura, pode-se municiar todas as equipes envolvidas no trabalho de recomposição do sistema com informações que possam ajudar no desenvolvimento das tarefas METODOLOGIA DE ESTUDO Para desenvolver este trabalho foram utllizados dados meteorológicos de diversas fontes disponíveis como: a) reanálises globais de variáveis meteorológicas usadas em modelos numéricos de previsão de tempo, disponibilizadas pelo Earth System Research Laboratory (http://www.cdc.noaa.gov/cdc/data.ncep.reanalysis.html) e descritas em (6); b) informações do radar meteorológico do Instituto Tecnológico SIMEPAR e de descargas atmosféricas disponíveis para os eventos; c) dados meteorológicos horários colhidos nas estações meteorológicas automáticas operadas pelo SIMEPAR no estado do Paraná, com todas as variáveis meteorológicas disponíveis e classificadas conforme controle de qualidade desenvolvido para este banco de dados; d) dados referentes às quedas de torres de transmissão operadas por FURNAS nos estado do Paraná (dados gentilmente cedidos para este trabalho pela Superintendência de Engenharia de Manutenção desta empresa). Todas as análises tiveram por base os horários relatados nas ocorrências registradas por FURNAS em cada evento de queda da torre. À partir deste parametro, foram realizadas as buscas e as análises nos demais dados meteorológicos buscando justificar com base nos mesmos os principais fenômenos meteorológicos presentes nas proximidades das linhas de transmissão que foram responsáveis pelos eventos de colapso das torres em cada evento EVENTOS ESTUDADOS FIGURA 1 Ocorrências de quedas de torres de transmissão de energia elétrica operada por FURNAS no estado do Paraná entre 1990 a 2006 A Figura 1 mostra os municípios onde houve o registro de queda de torres de transmissão de FURNAS no período compreendido entre 1990 e Ela mostra que os principais eventos estão localizados nos oeste paranaense, entre os municípios de Foz do Iguaçu e Toledo. Os números próximos a cada evento descrevem o mês e o ano da ocorrência. O número entre parenteses destaca o número total de torres de transmissão afetadas em cada evento. Os eventos relatados neste trabalho serão circunscritos aos ocorridos nos anos de 2005 e 2006 por causa da disponibilidade de dados meteorológicos para o estudo. As ocorrências anteriores se deram numa época onde os sistemas de monitoramento meteorológico atualmente disponíveis ainda não estavam instalados em caráter operativo. O atual estado operacional do sistema de monitoramento meteorológico no estado do Paraná está descrito e comentado em (1). 3.1 Evento : 14/06/2005 Naquele dia, as linhas de transmissão Foz do Iguaçu-Ivaiporã 1 e 2 (ambas de 750 kv) foram desligadas às 19h26min. A inspeção na linha apontou como causa da falha a queda de 4 torres no circuito 1 e de 5 torres no 2

3 circuito 2. As ocorrências de se deram no município de São Pedro do Iguaçu, no oeste do Paraná. FIGURA 2 Análise dos campos de pressão atmosférica ao nível do mar e do campo de velocidade e direção do vento às 21 horas do dia 14/06/2005 A Figura 2 mostra a situação sinótica de pressão atmosférica e de ventos sobre a America do Sul no horário próximo ao evento. Havia uma frente fria sobre o Oceano Atlantico, na altura do litoral paulista. Sobre o Paraguai e o Mato Grosso do Sul havia um cavado no campo de pressão atmosférica, associado ao sistema frontal no litoral. Essa configuração era favorável a formação de instabilidade significativa no oeste do Paraná, mesmo com a passagem do sistema frontal pelo estado já consumada algumas horas antes. b. Informações do radar meteorológico e de detecção de descargas atmosféricas : o radar meteorológico mostra que uma nuvem de tempestade extremamente forte se formou no território paraguaio e se deslocou na direção do extremo oeste do Paraná por volta das 18h10min. Aproximadamente uma hora depois, a tempestade atingiu o município de São Pedro do Iguaçu. Neste momento (Figura 3) o radar meteorológico (distante mais de 300 km da tempestade), registrou uma rápida e significativa intensificação daquela tempestade, que já era avaliada como forte. Essa explosão justifica a formação de fortes rajadas de vento em toda a área próxima daquela tempestade. FIGURA 3 Informações do radar meteorológico para a tempestade sobre o município de São Pedro do Iguaçu às 19h20min, integrado com informações de descargas atmosféricas. c. Dados meteorológicos horários coletados pela rede telemétrica do SIMEPAR : As estações meteorológicas na área da tempestade não estavam próximas o suficiente para detectar as condições associadas a mesma. Mesmo assim, a estação de Toledo mostrou uma perturbação na evolução horária da pressão atmosférica e a consequente rajada de vento associada ao fenônemo (gráficos não mostrados). Resultado semelhante foram observados em outras localidades próximas. 3.2 Evento : 04/09/2005 Neste evento, a linha de transmissão impactada foi a Foz do Iguaçu-Ibiuna 1 (600 kv). O desligamento ocorreu às 15h41min e foi verificada a queda de apenas uma torre da linha. O evento se deu no município de Rosário do Ivaí. A situação sinótica sobre a America do Sul no horário próximo ao evento era a seguinte: havia a presença de um 3

4 forte ciclone extratropical sobre o Oceano Atlântico e, associado a esse sistema meteorológico, havia um grande cavado de pressão atuando sobre praticamente todo o Sul do Brasil. Essa situação mostra que sobre o estado do Paraná havia o suporte nas condições de grande escala para a formação de sistema meteorológicos severos sobre o estado. b. Informações do radar meteorológico e de detecção de descargas atmosféricas : o radar meteorológico mostrou o avanço de uma linha de instabilidade sobre a área central do estado do Paraná. Os dados mostram que pouco mais de uma hora antes da falha, essa linha de instabilidade avançava pelo estado na direção sudoeste-nordeste. A linha de instabilidade avançava com atividade elétrica compatível com um sistema meteorológico desta categoria. Por volta das 15h20min essa linha de instabilidade chegava ao município de Rosário do Ivaí e alguns minutos após houve a intensificação de uma nuvem de tempestade imersa neste sistema, gerando condições para fortes rajadas de vento naquela localidade (Figura 4). FIGURA 4 Informações do radar meteorológico para a tempestade sobre o município de Rosário do Ivaí às 15h35min, integrado com informações de descargas atmosféricas. c. Dados meteorológicos horários coletados pela rede telemétrica do SIMEPAR : devido a não existir estações telemétricas nas proximidades do local deste evento, não há dados dessa fonte sobre este evento. 3.3 Evento : 04/10/2005 O evento ocorreu com as linhas de transmissão Foz do Iguaçu-Ivaiporã 1, 2 e 3 (todas de 750 kv). As quedas de torres ocorreram em dois municípios distintos no oeste paranaense, em Medianeira (2 torres da linha 2 e 2 torres da linha 3) e em Toledo (1 torre da linha 1). De acordo com os registros de falhas, os eventos foram praticamente simultâneos nos diferentes circuitos. A situação sinótica sobre a America do Sul no horário próximo ao evento mostrava a presença de uma frente fria sobre o Paraguai e o Sul do Brasil, associado a um centro de baixa pressão próximo ao litoral gaúcho. Este sistema frontal avançou sobre o estado durante este dia causando tempestades em várias cidades paranaenses. b. Informações do radar meteorológico e de detecção de descargas atmosféricas : FIGURA 5 Informações do radar meteorológico para a tempestade sobre o município de Medianeira às 20h40min, integrado com informações de descargas atmosféricas. A Figura 5 mostra uma tempestade muito severa atingindo o extremo oeste do Paraná, nas proximidades da área 4

5 onde houve a queda das torres de transmissão no município de Medianeira. Esta tempestade apresenta algumas características semelhantes àquela ocorrida em São Pedro do Iguaçu no dia 14/06. c. Dados meteorológicos horários coletados pela rede telemétrica do SIMEPAR : os dados registrados pelas estações meteorológicas no dia do evento mostram que a tempestade que causou a queda das estruturas causou rajadas de vento significativas nas estações, assim como perturbações na pressão atmosférica por causa da nuvem de tempestade nas vizinhanças das estações, conforme mostra a Figura pressão atmosférica (hpa) velocidade da rajada de vento (m/s) :00 16:00 20:00 0:00 4:00 8:00 12:00 16:00 20:00 0:00 4:00 8:00 12:00 horal local FIGURA 6 Dados de pressão atmosférica e de rajada de vento para a estação meteorológica de Toledo, entre as 12 horas do dia 03 e as 12 horas do dia 05/10/05. A coluna vermelha destaca o horário do evento Evento : 01/09/2006 Os eventos deste dia também ocorreram em dois municípios diferentes do oeste do estado, Toledo e Santa Tereza do Oeste. Foram impacatas com queda de torres os seguintes circuitos : Foz do Iguaçu-Ivaiporã 3 (750kV) com uma torre, Foz do Iguaçu-Ivaiporã 2 (750 kv) com o colapso de outra torre e, por fim, Foz do Iguaçu-Ibiúna 1 (600 kv) com duas torres sendo afetadas. FIGURA 7 Análise dos campos de pressão atmosférica ao nível do mar e do campo de velocidade e direção do vento às 21 horas do dia 01/09/2006 A Figura 7 mostra a situação das condições de pressão atmosférica e de ventos sobre a America do Sul no horário próximo ao evento. Este mapa mostra a presença de uma frente fria sobre o Bolívia, Paraguai e sobre o Rio Grande do Sul. Na retaguarda desse sistema frontal existe um forte gradiente de pressão atmosférica, devido a uma massa de ar mais frio que avança sobre o Chiile e a Argentina. Esse sistema frontal evoluiu rapidamente e nas seis horas seguintes formou um novo centro de baixa pressão sobre Santa Catarina e o Rio Grande do Sul (figura não mostrada). A evolução dessa situação sinótica sobre o Sul do Brasil era extremamente favorável a ocorrência de fenomenos meteorológicos severos em toda a região. 5

6 b. Informações do radar meteorológico e de detecção de descargas atmosféricas : FIGURA 8 Informações do radar meteorológico para a tempestade sobre o município de Toledo às 18h50min, integrado com informações de descargas atmosféricas. O radar meteorológico mostra que, próximo ao horário dos eventos, nuvens de tempestade de forte intensidade se localizavam sobre as áreas onde ocorreram as quedas das torres. Essas nuvens também apresentavam atividade elétrica significativa naquele momento. c. Dados meteorológicos horários coletados pela rede telemétrica do SIMEPAR : pressão atmosférica (hpa) velocidade da rajada de vento (m/s) :00 16:00 20:00 0:00 4:00 8:00 12:00 16:00 20:00 0:00 4:00 8:00 12:00 16:00 20:00 horário local FIGURA 9 Dados de pressão atmosférica e de rajada de vento para a estação meteorológica de Cascavel, entre as 12 horas do dia 03 e as 12 horas do dia 05/10/05. A coluna vermelha destaca o horário do evento. 0 A Figura 9 mostra como a tempestade impactou sobre os dados da estação meteorológica de Cascavel naquele dia. A presença da tempestade na área perturbou a pressão atmosférica localmente, chengando a fazer variar de quase 10 hpa entre o menor e o maior valor durante a passagem da tempestade. Como consequencia, a maior rajada de vento associada a este evento chegou a quase 25 m/s (valores acima de 80 km/h). Padrão semelhante de perturbação na pressão atmosférica como a rajadas de vento intensas também foram verificadas na estação de Toledo. 6

7 4.0 - CONCLUSÃO Os sistemas de transmissão de energia elétrica são vulneráveis perante a atuação de sistemas meteorológicos severos, onde a presença de rajadas de vento de forte intensidade (acima de 20 m/s) pode causar problemas de danos estruturais ou mesmo de colapso total da estrutura, ocasionando manobras operacionais emergenciais para que não ocorra interrupção no fornecimento de energia. As informações meteorológicas (principalmente as que permitem o monitoramento contínuo do fenômeno como as informações de radares meteorológicos, satélites meteorológicos, redes de detecção de descargas atmosféricas) são importantes para a qualificação dos eventos meteorológicos, seu acompanhamento sistemático e também na elaboracao de previsões de muito curto prazo (nowcasting) para que os gestores e tomadores de decisão no setor elétrico possuam informações qualificadas para que esses eventos causem o menor transtorno possivel na operação do sistema interligado como um todo. Em todos os eventos estudados havia a presença de um cavado no campo de pressão atmosférica, seja do tipo induzido por um centro de baixa pressão sobre o continente, seja do tipo frontal (frente fria). Essa situação sinótica foi o suporte de grande escala para a intensificação das tempestades no Paraná. Detalhes da tempestade mostrados pelo radar meteorológico mostram que minutos antes do registro da falha, as tempestades intensificavam nas proximidades das estruturas. Em alguns eventos, a perturbação na pressão atmosférica foi captada pela estações meteorológicas nas proximidades, chegando a registrar variações de até 10 hpa entre os valores mínimos e máximos horários. As rajadas de vento registradas eram o reflexo dessa perturbação local que a tempestade produzia no campo sinótico. Por fim, mostra-se altamente recomendável o investimento na modernização dos sistemas de monitoramento já existentes e na ampliação dos mesmos em áreas onde essa abordagem ainda não e efetivamente usada. O treinamento de pessoal qualificado para o trabalho com essas informações também se torna imperativo, dada as especificidades de cada região e dos fenômenos meteorológicos atuantes REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (1) Sistema de Analise e Monitoramento de Tempestades Atmosféricas para Linhas de Transmissão de Energia Beneti C., Calvetti L., Jusevicius M., Sato F. Zandona C. XVIII SNPTEE, Curitiba, (2) Os Blecautes que Não Ocorreram Gomes P., Chipp H. J., Sardinha S. L. A. XVIII SNPTEE, Curitiba, (3) Blackouts Causas e Reflexos sobre a Sociedade Lefrévre M. A. P., Silveira J. R. XVI SNPTEE, Belém, (4) Linha de Instabilidade no Oeste do Paraná Duquia C. G., Kneib R. O. Anais do XIV Congresso Brasileiro de Meteorologia, Florianópolis, (5) Monitoramento de Tempestades no Sul do Brasil: Eventos Severos no Oeste do Paraná em 04/10/2005 Jacobsen L. O., Paz S. R. Anais do XIV Congresso Brasileiro de Meteorologia, Florianópolis, (6) The NCEP/NCAR 40-Year Reanalysis Project - Kalnay E. et al.,bull. Amer. Meteor. Soc., 77, , DADOS BIOGRÁFICOS Marco Antonio Rodrigues Jusevicius Nascido em Mogi das Cruzes, SP em 04 de outubro de Mestrado em Meteorologia (1999): INPE/MCT e Graduação (1990) em Meteorologia: IAG/USP Empresa: Instituto Tecnológico SIMEPAR, desde 2003 Meteorologista trabalhando em desenvolvimento de produtos e aplicações para uso da informação meteorológica em empresas do setor elétrico César Augustus Assis Beneti Nascido em Dracena, SP em 31 de marco de Mestrado (1991) e Graduação (1986 em Meteorologia: IAG/USP Empresa: Instituto Tecnológico SIMEPAR, desde 1998 Diretor-Adjunto do Instituto Tecnológico SIMEPAR desde

ANÁLISE DE UMA LINHA DE INSTABILIDADE QUE ATUOU ENTRE SP E RJ EM 30 OUTUBRO DE 2010

ANÁLISE DE UMA LINHA DE INSTABILIDADE QUE ATUOU ENTRE SP E RJ EM 30 OUTUBRO DE 2010 ANÁLISE DE UMA LINHA DE INSTABILIDADE QUE ATUOU ENTRE SP E RJ EM 30 OUTUBRO DE 2010 No sábado do dia 30 de outubro de 2010 uma linha de instabilidade provocou temporais em áreas entre o Vale do Paraíba

Leia mais

O TORNADO NA CIDADE DE MUITOS CAPÕES, RIO GRANDE DO SUL. Palavras-chave: tornado, radar meteorológico, tempestades severas.

O TORNADO NA CIDADE DE MUITOS CAPÕES, RIO GRANDE DO SUL. Palavras-chave: tornado, radar meteorológico, tempestades severas. O TORNADO NA CIDADE DE MUITOS CAPÕES, RIO GRANDE DO SUL Lizandro Oliveira Jacóbsen (1), Fernando Mendonça Mendes (2) RESUMO: As tempestades severas que causaram muitos estragos e danos no norte e nordeste

Leia mais

CICLONE EXTRATROPICAL MAIS INTENSO DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS PROVOCA ESTRAGOS NO RIO GRANDE DO SUL E NO URUGUAI

CICLONE EXTRATROPICAL MAIS INTENSO DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS PROVOCA ESTRAGOS NO RIO GRANDE DO SUL E NO URUGUAI CICLONE EXTRATROPICAL MAIS INTENSO DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS PROVOCA ESTRAGOS NO RIO GRANDE DO SUL E NO URUGUAI Entre os dias 22 e 23 de outubro de 2012 o processo de formação de um ciclone extratropical

Leia mais

SISTEMA DE ANÁLISE E MONITORAMENTO DE TEMPESTADES ATMOSFÉRICAS PARA LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA

SISTEMA DE ANÁLISE E MONITORAMENTO DE TEMPESTADES ATMOSFÉRICAS PARA LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GOP - 05 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO IX GRUPO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP SISTEMA DE ANÁLISE E MONITORAMENTO

Leia mais

Análise de um evento de chuva intensa no litoral entre o PR e nordeste de SC

Análise de um evento de chuva intensa no litoral entre o PR e nordeste de SC Análise de um evento de chuva intensa no litoral entre o PR e nordeste de SC Entre o dia 11 de março de 2011 e a manhã do dia 13 de março de 2011 ocorreram chuvas bastante intensas em parte dos Estados

Leia mais

Características Climáticas da Primavera

Características Climáticas da Primavera Previsão Climática para a Primavera/2013 Data da Previsão: 16/09/2013 Duração da Primavera: 22/09/2013(17h44min) a 21/12/2013 (14h11min*) *Não acompanha o horário de verão Características Climáticas da

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE METEOROLOGIA

NOÇÕES BÁSICAS DE METEOROLOGIA NOÇÕES BÁSICAS DE METEOROLOGIA O objetivo principal deste documento é fornecer conhecimentos básicos de meteorologia prática para a interpretação dos principais sistemas meteorológicos que atingem boa

Leia mais

Acumulados significativos de chuva provocam deslizamentos e prejuízos em cidades da faixa litorânea entre SP e RJ no dia 24 de abril de 2014.

Acumulados significativos de chuva provocam deslizamentos e prejuízos em cidades da faixa litorânea entre SP e RJ no dia 24 de abril de 2014. Acumulados significativos de chuva provocam deslizamentos e prejuízos em cidades da faixa litorânea entre SP e RJ no dia 24 de abril de 2014. Ao longo de toda a quinta-quinta (24/04) a intensa convergência

Leia mais

VISUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL DE SISTEMAS FRONTAIS: ANÁLISE DO DIA 24 DE AGOSTO DE 2005.

VISUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL DE SISTEMAS FRONTAIS: ANÁLISE DO DIA 24 DE AGOSTO DE 2005. VISUALIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL DE SISTEMAS FRONTAIS: ANÁLISE DO DIA 24 DE AGOSTO DE 2005. Aline Fernanda Czarnobai 1 Daniel Augusto de Abreu Combat 2 Jorge Bortolotto 3 Rafaelle Fraga de Santis 4 Carlos Eduardo

Leia mais

SISTEMÁTICA OPERACIONAL DE CONTROLE DA POTÊNCIA REATIVA DAS USINAS DE ANGRA 1 E ANGRA 2 DA CENTRAL NUCLEAR ALMTE. ÁLVARO ALBERTO

SISTEMÁTICA OPERACIONAL DE CONTROLE DA POTÊNCIA REATIVA DAS USINAS DE ANGRA 1 E ANGRA 2 DA CENTRAL NUCLEAR ALMTE. ÁLVARO ALBERTO SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GAT - 25 16 a 21 Outubro de 5 Curitiba - Paraná GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA - GAT SISTEMÁTICA

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA GPC

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA GPC SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPC 01 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA

Leia mais

Utilização de imagens de satélite e modelagem numérica para determinação de dias favoráveis a dispersão de poluentes.

Utilização de imagens de satélite e modelagem numérica para determinação de dias favoráveis a dispersão de poluentes. Utilização de imagens de satélite e modelagem numérica para determinação de dias favoráveis a dispersão de poluentes. Claudinéia Brazil Saldanha Rita de Cássia Marques Alves Centro Estadual de Pesquisas

Leia mais

Análise sinótica associada a ocorrência de chuvas anômalas no Estado de SC durante o inverno de 2011

Análise sinótica associada a ocorrência de chuvas anômalas no Estado de SC durante o inverno de 2011 Análise sinótica associada a ocorrência de chuvas anômalas no Estado de SC durante o inverno de 2011 1. Introdução O inverno de 2011 foi marcado por excessos de chuva na Região Sul do país que, por sua

Leia mais

CLIMATOLOGIA SINÓTICA DE EVENTOS EXTREMOS DE CHUVA NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO

CLIMATOLOGIA SINÓTICA DE EVENTOS EXTREMOS DE CHUVA NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO CLIMATOLOGIA SINÓTICA DE EVENTOS EXTREMOS DE CHUVA NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO Carlos R. W. Moura 1, Gustavo C. J. Escobar 1 1 Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos CPTEC/INPE

Leia mais

ESTUDO DE CASO DE POSSÍVEL TORNADO NA SERRA GAÚCHA EM 21 DE JULHO DE 2010

ESTUDO DE CASO DE POSSÍVEL TORNADO NA SERRA GAÚCHA EM 21 DE JULHO DE 2010 ESTUDO DE CASO DE POSSÍVEL TORNADO NA SERRA GAÚCHA EM 21 DE JULHO DE 2010 Na noite da quarta-feira, 21/07/2010, segundo a Defesa Civil do município de Canela, 488 casas foram danificadas, caíram e postes

Leia mais

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 1. INTRODUÇÃO A estação do verão inicia-se no dia 21 de dezembro de 2014 às 20h03 e vai até as 19h45 do dia 20 de março de 2015. No Paraná, historicamente, ela é bastante

Leia mais

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 13/10/2008 A 19/10/2008

PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 13/10/2008 A 19/10/2008 PRINCIPAIS PERTURBAÇÕES OCORRIDAS NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SÍNTESE GERENCIAL PERÍODO: SEMANA DE 13/10/2008 A 19/10/2008 RELATÓRIO ONS - 3/221/08 EMITIDO EM: 24/10/2008 1 PROCESSO: Análise de Perturbações

Leia mais

Detecção Precisa de Relâmpagos, Perto e Longe

Detecção Precisa de Relâmpagos, Perto e Longe Detecção Precisa de Relâmpagos, Perto e Longe / A Rede de Detecção de Relâmpagos Total GLD360 da Vaisala detecta atividades meteorológicas no mundo inteiro A rede em que você pode confiar! A Rede de Detecção

Leia mais

1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram. na América do Sul a norte do paralelo 40S no mês de julho de 2013

1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram. na América do Sul a norte do paralelo 40S no mês de julho de 2013 1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram na América do Sul a norte do paralelo 40S no mês de julho de 2013 O mês de julho foi caracterizado pela presença de sete sistemas frontais,

Leia mais

GERÊNCIA EDUCACIONAL DE FORMAÇÃO GERAL E SERVIÇOS CURSO TÉCNICO DE METEOROLOGIA ESTUDO ESTATISTICO DA BRISA ILHA DE SANTA CATARINA

GERÊNCIA EDUCACIONAL DE FORMAÇÃO GERAL E SERVIÇOS CURSO TÉCNICO DE METEOROLOGIA ESTUDO ESTATISTICO DA BRISA ILHA DE SANTA CATARINA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DE SANTA CATARINA GERÊNCIA EDUCACIONAL DE FORMAÇÃO GERAL E SERVIÇOS CURSO TÉCNICO DE METEOROLOGIA ESTUDO ESTATISTICO DA BRISA NA ILHA DE SANTA CATARINA Projeto Integrador

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA ISO 9001 - UMA ESTRATÉGIA PARA ALAVANCAR A GESTÃO OPERACIONAL NA ELETRONORTE

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA ISO 9001 - UMA ESTRATÉGIA PARA ALAVANCAR A GESTÃO OPERACIONAL NA ELETRONORTE SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GOP - 23 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO IX GRUPO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP ISO 9001 - UMA ESTRATÉGIA

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO XV GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA

Leia mais

Bloqueio atmosférico provoca enchentes no Estado de Santa Catarina(SC)

Bloqueio atmosférico provoca enchentes no Estado de Santa Catarina(SC) Bloqueio atmosférico provoca enchentes no Estado de Santa Catarina(SC) Várias cidades da faixa litorânea do Estado de Santa Catarina (SC) foram castigadas por intensas chuvas anômalas ocorridas durante

Leia mais

PADRÕES SINÓTICOS ASSOCIADOS A SITUAÇÕES DE DESLIZAMENTOS DE ENCOSTAS NA SERRA DO MAR. Marcelo Enrique Seluchi 1

PADRÕES SINÓTICOS ASSOCIADOS A SITUAÇÕES DE DESLIZAMENTOS DE ENCOSTAS NA SERRA DO MAR. Marcelo Enrique Seluchi 1 PADRÕES SINÓTICOS ASSOCIADOS A SITUAÇÕES DE DESLIZAMENTOS DE ENCOSTAS NA SERRA DO MAR Marcelo Enrique Seluchi 1 RESUMO A região da Serra do Mar é freqüentemente atingida por chuvas intensas que costumam

Leia mais

Elaboração de um Banco de Dados para Eventos Severos

Elaboração de um Banco de Dados para Eventos Severos Elaboração de um Banco de Dados para Eventos Severos G. J. Pellegrina 1, M. A. Oliveira 1 e A. S. Peixoto 2 1 Instituto de Pesquisas Meteorológicas (UNESP), Bauru S.P., Brasil 2 Departamento de Engenharia

Leia mais

DIAS DE CÉU CLARO EM TOLEDO-PR. Flávio Rodrigues Soares 1

DIAS DE CÉU CLARO EM TOLEDO-PR. Flávio Rodrigues Soares 1 DIAS DE CÉU CLARO EM TOLEDO-PR Flávio Rodrigues Soares 1 RESUMO: Compararam-se os dias de céu claro (DCC) de janeiro e julho utilizando perfis diários de médias horárias de radiação solar de seis anos

Leia mais

SARESTA SISTEMA DE RESTABELECIMENTO INTEGRADO AO SISTEMA DE SUPERVISÃO E CONTROLE DISTRIBUÍDO DA CEMIG

SARESTA SISTEMA DE RESTABELECIMENTO INTEGRADO AO SISTEMA DE SUPERVISÃO E CONTROLE DISTRIBUÍDO DA CEMIG GOP / 08 17 a 22 de Outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO IX OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS (GOP) SARESTA SISTEMA DE RESTABELECIMENTO INTEGRADO AO SISTEMA DE SUPERVISÃO E CONTROLE DISTRIBUÍDO

Leia mais

O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO 1.2 PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO 1.2 PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 1 O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO A indústria de energia elétrica tem as seguintes atividades clássicas: produção, transmissão, distribuição e comercialização, sendo que esta última engloba a medição

Leia mais

PROGNÓSTICO DE VERÃO

PROGNÓSTICO DE VERÃO 1 PROGNÓSTICO DE VERÃO (Janeiro, Fevereiro e Março de 2002). O Verão terá início oficial às 17h21min (horário de verão) do dia 21 de dezembro de 2001 e estender-se-á até às 16h15min do dia 20 de março

Leia mais

32228 - Furnas Centrais Elétricas S.A.

32228 - Furnas Centrais Elétricas S.A. Quadro Síntese - Função, Subfunção e Programa Total Órgão Total Unidade Função Total Subfunção Total Programa Total 25. Energia 752. Energia Elétrica 0292. Energia nos Eixos do Centro-oeste 17.976.432

Leia mais

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002 ESTUDO DE CASO - TEMPESTADE NA AMAZÕNIA BRASILEIRA Mamedes L. Melo 1, André L. de Moura, Flávia Lacerda, Ligia R. Bernardet, Reinaldo B. da Silveira Instituto Nacional de Meteorologia INMET RESUMO No dia

Leia mais

Instituto de Educação Infantil e Juvenil Verão, 2014. Londrina, de. Nome: Turma: Tempo: início: término: total: MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Instituto de Educação Infantil e Juvenil Verão, 2014. Londrina, de. Nome: Turma: Tempo: início: término: total: MUDANÇAS CLIMÁTICAS Instituto de Educação Infantil e Juvenil Verão, 2014. Londrina, de. Nome: Turma: Tempo: início: término: total: Edição III MMXIV Fase 3 - parte 2 MUDANÇAS CLIMÁTICAS Grupo B Questão 1 Observe que a sequência

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal Fevereiro de 2010

Boletim Climatológico Mensal Fevereiro de 2010 Boletim Climatológico Mensal Fevereiro de 2010 CONTEÚDOS Observatório José Agostinho 01 Resumo Mensal 02 Resumo das Condições Meteorológicas 03 Caracterização Climática Mensal 03 Precipitação total 04

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 VERIFICAÇÃO DO PÉ DIREITO COMO TÉCNICA DE CONFORTO TÉRMICO Mariana Ferreira Martins Garcia 1 ;Phelippe Mendonça de Paiva 2 ; Diogo Humberto Muniz 3 ;Adriana Pereira Resende Martins 4 ; Daniela Satie Kodama

Leia mais

As transformações do relevo e as bacias hidrográficas.

As transformações do relevo e as bacias hidrográficas. As transformações do relevo e as bacias hidrográficas. Conteúdos do 3º bimestre para o 1º Ano do Ensino Médio na disciplina de Geografia, de acordo com o currículo mínimo estabelecido pela SEEDUC / RJ

Leia mais

Usos de Imagens de Satélite, Estimativa Quantitativa de Precipitação e Previsão de Precipitação a Curto Prazo pela Agência de Meteorologia do Japão

Usos de Imagens de Satélite, Estimativa Quantitativa de Precipitação e Previsão de Precipitação a Curto Prazo pela Agência de Meteorologia do Japão Usos de Imagens de Satélite, Estimativa Quantitativa de Precipitação e Previsão de Precipitação a Curto Prazo pela Agência de Meteorologia do Japão 26 de Fevereiro de 2014 Departamento de Previsão, Divisão

Leia mais

SISTEMA DE MONITORAMENTO METEOROLÓGICO PARA A OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DO SISTEMA ELÉTRICO DA BANDEIRANTE ENERGIA S.A.

SISTEMA DE MONITORAMENTO METEOROLÓGICO PARA A OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DO SISTEMA ELÉTRICO DA BANDEIRANTE ENERGIA S.A. SISTEMA DE MONITORAMENTO METEOROLÓGICO PARA A OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DO SISTEMA ELÉTRICO DA BANDEIRANTE ENERGIA S.A. Carlos Augusto Morales Rodriguez 1, Jojhy Sakuragi 2, Domingos

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil cristian sippel Diogo Angelo Stradioto Rio Grande Energia SA APS Engenharia de Energia

Leia mais

Avaliação de Pára-raios no Campo e no Laboratório por meio das Descargas Parciais utilizando TC de Alta Frequência

Avaliação de Pára-raios no Campo e no Laboratório por meio das Descargas Parciais utilizando TC de Alta Frequência 1 Avaliação de Pára-raios no Campo e no Laboratório por meio das Descargas Parciais utilizando TC de Alta Frequência H. P. Amorim Júnior *, Pesquisador, CEPEL, A. T. Carvalho, Pesquisador, CEPEL, T. B.

Leia mais

V SBQEE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE TENSÃO EM CONSUMIDORES INDUSTRIAIS PARA AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE

V SBQEE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE TENSÃO EM CONSUMIDORES INDUSTRIAIS PARA AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE V SBQEE Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil Código: AJU 04 167 Tópico: Análise, Diagnósticos e Soluções MONITORAMENTO DA QUALIDADE

Leia mais

SERVIÇOS DE HIDROMETEOROLOGIA E EMERGENCIAIS APLICADOS A GESTÃO E REDUÇÃO DE DESASTRES NO BRASIL: O SISTEMA EUMETCAST

SERVIÇOS DE HIDROMETEOROLOGIA E EMERGENCIAIS APLICADOS A GESTÃO E REDUÇÃO DE DESASTRES NO BRASIL: O SISTEMA EUMETCAST SERVIÇOS DE HIDROMETEOROLOGIA E EMERGENCIAIS APLICADOS A GESTÃO E REDUÇÃO DE DESASTRES NO BRASIL: O SISTEMA EUMETCAST Humberto Alves Barbosa 1 1 Introdução Desastres ocasionados por extremos de tempo e

Leia mais

2 Histórico da Telefonia Móvel no Brasil

2 Histórico da Telefonia Móvel no Brasil LÓGICAS TERRITORIAIS DAS REDES DE TELEFONIA MÓVEL NO BRASIL Felipe Serra da Silva Prof. Rubens de Toledo Junior 1 Introdução Pretendemos aqui estudar as lógicas territoriais das redes de telefonia móvel

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal

Boletim Climatológico Mensal ISSN 2183-1076 Boletim Climatológico Mensal Portugal Continental Janeiro de 2014 CONTEÚDOS Resumo Situação Sinóptica Temperatura do Ar Precipitação Radiação Tabela Resumo mensal 1 2 3 4 7 8 Instituto Português

Leia mais

O papel da Itaipu no Sistema Elétrico Brasileiro

O papel da Itaipu no Sistema Elétrico Brasileiro O papel da Itaipu no Sistema Elétrico Brasileiro Audiência Pública: Crise no Setor Energético COMISSÃO DE SERVIÇOS DE INFRAESTRUTURA S E N A D O F E D E R A L Brasília - DF 1 de dezembro de 29 Jorge Miguel

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS Título do Podcast Área Segmento Duração Massas de Ar no Brasil Ciências Humanas Ensino Fundamental; Ensino Médio 5min33seg Habilidades: H.7 (Ensino Fundamental)

Leia mais

GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS ETECNOLOGIAS EMERGENTES- GTM

GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS ETECNOLOGIAS EMERGENTES- GTM XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE Grupo XIII GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS ETECNOLOGIAS

Leia mais

Em seguida, foram coletadas as coordenadas geográficas de cada ponto, (total de 14 pontos, acima descritos) utilizando-se do aparelho GPS (Global

Em seguida, foram coletadas as coordenadas geográficas de cada ponto, (total de 14 pontos, acima descritos) utilizando-se do aparelho GPS (Global Em seguida, foram coletadas as coordenadas geográficas de cada ponto, (total de 14 pontos, acima descritos) utilizando-se do aparelho GPS (Global Position System) de navegação, modelo (Garmin e Trex Vista

Leia mais

INMET/CPTEC-INPE INFOCLIMA, Ano 13, Número 07 INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 13 13 de julho de 2006 Número 07

INMET/CPTEC-INPE INFOCLIMA, Ano 13, Número 07 INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 13 13 de julho de 2006 Número 07 INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 13 13 de julho de 2006 Número 07 PERMANECE A TENDÊNCIA DE CHUVAS ABAIXO DA MÉDIA NA REGIÃO SUL SUMÁRIO EXECUTIVO A primeira semana da estação de inverno,

Leia mais

Projeto Casa Aberta - ELETROSUL: 20 anos educando para a cidadania

Projeto Casa Aberta - ELETROSUL: 20 anos educando para a cidadania Projeto Casa Aberta - ELETROSUL: 20 anos educando para a cidadania 1. A EMPRESA A ELETROSUL Centrais Elétricas S.A. é uma empresa subsidiária de Centrais Elétricas do Brasil S.A. - ELETROBRAS, vinculada

Leia mais

Instituto Tecnológico SIMEPAR

Instituto Tecnológico SIMEPAR Evolução e Aspectos Institucionais Missão e Foco de Atuação Modelo Institucional Sistemas de Monitoramento e Previsão Produtos, Serviços e Sistemas Áreas de Pesquisa & Desenvolvimento Ações Estratégicas

Leia mais

Responsável pelo projeto: Gustavo Adolpho Castilho Freire - Assessor E-mail: gustavo@ibge.gov.br

Responsável pelo projeto: Gustavo Adolpho Castilho Freire - Assessor E-mail: gustavo@ibge.gov.br 1 Experiência: Sistema de Suprimento de Fundos Instituição: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Coordenação de Orçamento e Finanças Coordenador: Reinaldo Silva Pereira E-mail:

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DE RADAR DA EVOLUÇÃO DO SISTEMA CONVECTIVO DE MESOESCALA. PARTE I: DESCRIÇÃO GERAL DA EVOLUÇÃO DO CAMPO DO ECO DE RADAR.

CARACTERÍSTICAS DE RADAR DA EVOLUÇÃO DO SISTEMA CONVECTIVO DE MESOESCALA. PARTE I: DESCRIÇÃO GERAL DA EVOLUÇÃO DO CAMPO DO ECO DE RADAR. CARACTERÍSTICAS DE RADAR DA EVOLUÇÃO DO SISTEMA CONVECTIVO DE MESOESCALA. PARTE I: DESCRIÇÃO GERAL DA EVOLUÇÃO DO CAMPO DO ECO DE RADAR. Abstract Anatoli Starostin Universidade Federal de Pelotas, Centro

Leia mais

Kit para operação de Banco Fixo de Capacitores em Redes de Distribuição sem Pick

Kit para operação de Banco Fixo de Capacitores em Redes de Distribuição sem Pick 06 a 10 de Outubro de 2006 Olinda PE Kit para operação de Banco Fixo de Capacitores em Redes de Distribuição sem Pick Eng. Luciano F. de Mattos Eng. Fernando V. Baldotto Eng. Edson B. da Silva Jr. ESCELSA

Leia mais

Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação

Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação Glauber Lopes Mariano Departamento de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas E-mail: glauber.mariano@ufpel.edu.br

Leia mais

ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 008/2008 NOME DA INSTITUIÇÃO: COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS - CPTM

ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 008/2008 NOME DA INSTITUIÇÃO: COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS - CPTM ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 008/2008 NOME DA INSTITUIÇÃO: COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS - CPTM AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: AVISO

Leia mais

Palavras-chave: Cana-de-açúcar; Bem-estar; Goiatuba; Expansão agrícola.

Palavras-chave: Cana-de-açúcar; Bem-estar; Goiatuba; Expansão agrícola. Implicações da Expansão do cultivo da cana-deaçúcar sobre o município de Goiatuba Washington Pereira Campos8 Márcio Caliari9 Marina Aparecida da Silveira10 Resumo: A partir de 2004, ocorreu um aumento

Leia mais

Avisos meteorológicos: Uma visão operacional do grupo de previsão do tempo do CPTEC/INPE

Avisos meteorológicos: Uma visão operacional do grupo de previsão do tempo do CPTEC/INPE Avisos meteorológicos: Uma visão operacional do grupo de previsão do tempo do CPTEC/INPE Andrade, K. M. (1), Lima, M. V. (2), Escobar, G. C. J. (3). RESUMO: Este trabalho tem como objetivo mostrar o procedimento

Leia mais

Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária

Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária fevereiro de 2013. 1 - Considerações Iniciais A Suinocultura é uma das atividades da agropecuária mais difundida e produzida no mundo. O porco, espécie

Leia mais

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 3

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 3 Prova 3 QUESTÕES OBJETIVAS QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. UEM Comissão Central do Vestibular Unificado GEOGRAFIA 01 Sobre as rochas que compõem

Leia mais

VARIABILIDADE CLIMÁTICA PREJUDICA A PRODUÇÃO DA FRUTEIRA DE CAROÇO NO MUNICÍPIO DE VIDEIRA SC.

VARIABILIDADE CLIMÁTICA PREJUDICA A PRODUÇÃO DA FRUTEIRA DE CAROÇO NO MUNICÍPIO DE VIDEIRA SC. VARIABILIDADE CLIMÁTICA PREJUDICA A PRODUÇÃO DA FRUTEIRA DE CAROÇO NO MUNICÍPIO DE VIDEIRA SC. 1 Maurici A. Monteiro 1 Elaine Canônica Anderson Monteiro 3 RESUMO A variabilidade climática que tem ocorrido

Leia mais

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Agosto-Setembro-Outubro de 2003. Prognóstico Trimestral (Agosto-Setembro-Outubro de 2003).

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Agosto-Setembro-Outubro de 2003. Prognóstico Trimestral (Agosto-Setembro-Outubro de 2003). 1 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Endereço: Eixo Monumental VIA S1 Telefone: + 55 61 344.3333/ Fax:+ 55 61 344.0700 BRASÍLIA / DF - CEP:

Leia mais

E-learning para servidores públicos de nível médio

E-learning para servidores públicos de nível médio 554.ART 04 24.06.05 19:13 Page 113 E-Learning para servidores públicos de nível médio E-learning para servidores públicos de nível médio Silvio Miyazaki* Marcelo Amaral Gonçalves de Mendonça** RESUMO Analisar

Leia mais

INVEST 90Q O SEGUNDO CICLONE TROPICAL NO ATLÂNTICO SUL.

INVEST 90Q O SEGUNDO CICLONE TROPICAL NO ATLÂNTICO SUL. INVEST 90Q O SEGUNDO CICLONE TROPICAL NO ATLÂNTICO SUL. Expedito Rebello; expedito.rebello@inmet.gov.br José de Fátima da Silva; jose.fatima@inmet.gov.br - Nadir Sales; nadir.sales@inmet.gov.br Instituto

Leia mais

Sistema Remoto de Monitoramento On- Line das Pressões de Óleo de Cabos OF (Oil Fluid) da AES ELETROPAULO

Sistema Remoto de Monitoramento On- Line das Pressões de Óleo de Cabos OF (Oil Fluid) da AES ELETROPAULO Sistema Remoto de Monitoramento On- Line das Pressões de Óleo de Cabos OF (Oil Fluid) da AES ELETROPAULO Gerência de Redes Subterrâneas Diretoria Regional II Paulo Deus de Souza Técnico do Sistema Elétrico

Leia mais

GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - GMI

GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - GMI SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GMI 24 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GTM.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS E TECNOLOGIAS

Leia mais

INCURSÃO EM PISTA: UM PROBLEMA ATUAL E CRESCENTE

INCURSÃO EM PISTA: UM PROBLEMA ATUAL E CRESCENTE INCURSÃO EM PISTA: UM PROBLEMA ATUAL E CRESCENTE 1 FONSECA, Wilber Campos 2 BARCO, Juliana Alexandra P. de C Ms. Humberto César Machado. RESUMO: Com a elevada demanda no tráfego aéreo, o número de incursões

Leia mais

Projeto de Iniciação Científica. Desenvolvimento de sensores Flat Plate para monitoramento das descargas atmosféricas

Projeto de Iniciação Científica. Desenvolvimento de sensores Flat Plate para monitoramento das descargas atmosféricas Projeto de Iniciação Científica Centro Universitário da FEI Desenvolvimento de sensores Flat Plate para monitoramento das descargas atmosféricas Nome do orientador: Rosangela Barreto Biasi Gin Depto: Física

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA I.Título do Projeto:

TERMO DE REFERÊNCIA I.Título do Projeto: TERMO DE REFERÊNCIA I.Título do Projeto: INTERLIGAÇÃO DAS HIDROVIAS TIETÊ-PARANÁ E PARANÁ-PRATA COM A TRANSPOSIÇÃO DA REPRESA DE ITAIPU, MEDIANTE A CONSTRUÇÃO DE PORTOS INTERMODAIS E ESTRUTURAS COMPLEMENTARES

Leia mais

Questões Climáticas e Água

Questões Climáticas e Água Questões Climáticas e Água Material de apoio para Monitoria 1. (UNICAMP-2012) O mapa abaixo indica a ocorrência de queda de neve na América do Sul. Observe o mapa e responda às questões. a) Que fatores

Leia mais

SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SIN NO DIA 10/11/2009 ÀS 22h13min

SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SIN NO DIA 10/11/2009 ÀS 22h13min PERTURBAÇÃO NO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SIN NO DIA 10/11/2009 ÀS 22h13min Audiência Pública Brasília, 16 de dezembro de 2009 Sumário Condições Operativas no Instante da Perturbação Descrição da Perturbação

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP SISTEMA INTEGRADO

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Abril / 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

Introdução ao Sensoriamento Remoto. Sensoriamento Remoto

Introdução ao Sensoriamento Remoto. Sensoriamento Remoto Introdução ao Sensoriamento Remoto Sensoriamento Remoto Definição; Breve Histórico; Princípios do SR; Espectro Eletromagnético; Interação Energia com a Terra; Sensores & Satélites; O que é Sensoriamento

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS

CONTRIBUIÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS CONTRIBUIÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS Lilian Queli Ferreira Cardoso (TC) 1, Mayara Denize Ferst (IC) 2 Tânia Maria Iakovacz Lagemann (PFM) 3, Palavras Chave: estágio

Leia mais

É Presidente do Comitê de TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação da Amcham - SP, Câmara Americana de Comércio de São Paulo.

É Presidente do Comitê de TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação da Amcham - SP, Câmara Americana de Comércio de São Paulo. Direitos de Passagem e Termos de Permissão de Uso de Vias Públicas O objetivo deste tutorial é fazer com que você conheça os conceitos básicos sobre direitos de passagem e termos de permissão de uso de

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NA RECENTE EXPERIÊNCIA DE FURNAS EM P&D

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NA RECENTE EXPERIÊNCIA DE FURNAS EM P&D SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPD - 07 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XV GRUPO DE INOVAÇÃO TECONOLÓGICA, PESQUISA E DESENVOLVIMENTO - GPD AVALIAÇÃO

Leia mais

Os impactos ambientais de maior incidência no país

Os impactos ambientais de maior incidência no país Os impactos ambientais de maior incidência no país Segundo a Pesquisa de Informações Básicas Municipais Perfil dos Municípios Brasileiros/MUNIC 2008, realizada regularmente pelo Instituto Brasileiro de

Leia mais

Redução de Homicídios no Brasil

Redução de Homicídios no Brasil Ministério da Saúde MS Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS Redução de Homicídios no Brasil SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 1 METODOLOGIA DE ANÁLISE... 1 RESULTADOS... 2 Homicídios no Brasil... 2 Óbitos por Arma

Leia mais

Radar Multiparamétrico e X-Net

Radar Multiparamétrico e X-Net Matéria Especial: Visando a Previsão de Desastres Causados por Fortes Chuvas Repentinas Radar Multiparamétrico e X-Net Novo Sistema de Observação que Capta Fortes Chuvas Repentinas (chamadas no Japão de

Leia mais

Bacia Hidrográfica Precipitação Infiltração Escoamento

Bacia Hidrográfica Precipitação Infiltração Escoamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Bacia Hidrográfica Precipitação Infiltração Escoamento Rávila Marques de Souza Mestranda em Engenharia do Meio Ambiente Setembro 2012 Bacia Hidrográfica

Leia mais

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Variável: Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Participantes do Aprofundamento da Variável: Coordenador: Mário Vinícius Bueno Cerâmica Betel - Uruaçu-Go Colaboradores: Juarez Rodrigues dos

Leia mais

*EMPRESA ENERGÉTICA DO MATO GROSSO DO SUL S/A CAMPO GRANDE, MS AV.GURY MARQUES N* 8000 CEP70072-900

*EMPRESA ENERGÉTICA DO MATO GROSSO DO SUL S/A CAMPO GRANDE, MS AV.GURY MARQUES N* 8000 CEP70072-900 SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GMI - 29 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XII GRUPO DE ESTUDOS DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM

Leia mais

GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE E ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - GMI

GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE E ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - GMI SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GMI 06 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE E ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE EM INSTALAÇÕES

Leia mais

O PROCESSO DE REATIVAÇÃO DA BASE OPERACIONAL DA TECHINT EM PONTAL DO PARANÁ: ANÁLISE DO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

O PROCESSO DE REATIVAÇÃO DA BASE OPERACIONAL DA TECHINT EM PONTAL DO PARANÁ: ANÁLISE DO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL Eixo Temático: Administrativas O PROCESSO DE REATIVAÇÃO DA BASE OPERACIONAL DA TECHINT EM PONTAL DO PARANÁ: ANÁLISE DO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL Ariane Maria Basilio Pigosso 1 Eduardo Vedor de

Leia mais

Análise de um cavado móvel no sul da América do Sul através da ACE (Aceleração Centrípeta Euleriana)

Análise de um cavado móvel no sul da América do Sul através da ACE (Aceleração Centrípeta Euleriana) Análise de um cavado móvel no sul da América do Sul através da ACE (Aceleração Centrípeta Euleriana) Alice dos Santos Macedo; Bianca Buss Maske; Roseli Gueths Gomes Faculdade de Meteorologia/ Universidade

Leia mais

DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS

DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS CENTRO UNIVERSITÁRIO DE LAVRAS DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS HENRIQUE RAMOS VILELA LARISSA MARIA ELIAS SOARES Lavras 2016 Em uma tempestade, as fortes correntes de convecção elevam as menores gotículas

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL Pilar 3 Basileia DATA-BASE: 31/03/2015 (1T2015) Sumário Introdução... 3 Principais Categorias de Risco... 3 Estrutura de Gerenciamento de Riscos e de Capital...

Leia mais

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO José Roberto Santana Alexandre Ripamonti Resumo: Com a globalização da economia, as empresas, enfrentam

Leia mais

Endereço(1) SABESP Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. Rua Costa Carvalho, 300 CEP 05429 010 Pinheiros São Paulo SP

Endereço(1) SABESP Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. Rua Costa Carvalho, 300 CEP 05429 010 Pinheiros São Paulo SP 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina I-118 -METOLOGIA E APLICATIVO COMPUTACIONAL PARA DEFINIÇÃO DE LIMITES OPERACIONAIS DE

Leia mais

Data: / / Analise as proposições sobre as massas de ar que atuam no Brasil, representadas no mapa pelos números arábicos.

Data: / / Analise as proposições sobre as massas de ar que atuam no Brasil, representadas no mapa pelos números arábicos. -* Nome: nº Ano: 1º Recuperação de Geografia / 2º Bimestre Professor: Arnaldo de Melo Data: / / 1-(UDESC) Observe o mapa abaixo.. Analise as proposições sobre as massas de ar que atuam no Brasil, representadas

Leia mais

Disciplina: Instalações Elétricas Prediais

Disciplina: Instalações Elétricas Prediais Disciplina: Instalações Elétricas Prediais Parte 6 Sistema de Proteção contra Descarga Atmosférica (SPDA) Graduação em Eng. Elétrica 1 Conograma Definições básicas Mitos e Verdades Efeito dos raios nas

Leia mais

Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento

Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Agosto/2009 SDS Edifício Eldorado salas 106/109 CEP 70392-901 Brasília DF Telefax: (61) 3225-2288 E-mail: fneng@fne.org.br

Leia mais

ANEXO I PROJETO BÁSICO

ANEXO I PROJETO BÁSICO ANEXO I PROJETO BÁSICO SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO PARA O PROJETO SISTEMA INTEGRADO DE MONITORAMENTO, PREVISÃO E ALERTA DE TEMPESTADES PARA AS REGIÕES

Leia mais

CRONÔMETRO MICROPROCESSADO

CRONÔMETRO MICROPROCESSADO O equipamento possui um display de alta resolução e 6 botões: CRONÔMETRO MICROPROCESSADO www.maxwellbohr.com.br (43) 3028-9255 LONDRINA PR 1 - Introdução O Cronômetro Microprocessado é um sistema destinado

Leia mais

ESTUDO DE DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS NO SUL E SUDESTE DO BRASIL: ANÁLISE PRELIMINAR

ESTUDO DE DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS NO SUL E SUDESTE DO BRASIL: ANÁLISE PRELIMINAR ESTUDO DE DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS NO SUL E SUDESTE DO BRASIL: ANÁLISE PRELIMINAR Rosangela Barreto Biasi Gin, Augusto José Pereira Filho, Departamento de Ciências Atmosféricas-IAG, Universidade

Leia mais

PREVISÃO DE TEMPO POR ENSEMBLE: AVALIAÇÃO PRELIMINAR DE UM EVENTO DE TEMPO SEVERO

PREVISÃO DE TEMPO POR ENSEMBLE: AVALIAÇÃO PRELIMINAR DE UM EVENTO DE TEMPO SEVERO PREVISÃO DE TEMPO POR ENSEMBLE: AVALIAÇÃO PRELIMINAR DE UM EVENTO DE TEMPO SEVERO Antônio Marcos Mendonça 1, Alessandro Sarmento Cavalcanti 2, Antônio do Nascimento Oliveira 2, Fábio Hochleitner 2, Patrícia

Leia mais

LAUDO TÉCNICO DO ENSAIO DA PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO DE UM MOTOR DE INDUÇÃO

LAUDO TÉCNICO DO ENSAIO DA PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO DE UM MOTOR DE INDUÇÃO Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica LAUDO TÉCNICO DO ENSAIO DA PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO DE UM MOTOR DE INDUÇÃO Fernando A. Ishida Tharik Honda Luan Felipe

Leia mais

ESTUDO SINOTICO DE UM EVENTO EXTREMO EM 2012 NA CIDADE DE RIO GRANDE RS

ESTUDO SINOTICO DE UM EVENTO EXTREMO EM 2012 NA CIDADE DE RIO GRANDE RS ESTUDO SINOTICO DE UM EVENTO EXTREMO EM 2012 NA CIDADE DE RIO GRANDE RS Dejanira Ferreira Braz¹ 1Universidade Federal de Pelotas UFPel/Faculdade de Meteorologia Caixa Postal 354-96.001-970 - Pelotas-RS,

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE LABORATÓRIO DE CONTROLE DE ATITUDE COM RESTRIÇÕES DE CHAVEAMENTO

INSTRUMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE LABORATÓRIO DE CONTROLE DE ATITUDE COM RESTRIÇÕES DE CHAVEAMENTO Anais do 14 O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XIV ENCITA / 2008 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil Outubro 20 a 23 2008. INSTRUMENTAÇÃO DE UM SISTEMA

Leia mais