Contabilidade Geral e Financeira. Enunciado da Prova

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Contabilidade Geral e Financeira. Enunciado da Prova"

Transcrição

1 Governo da Região Administrativa Especial de Macau Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Ano de 2015 (1.ª É poca) Prestação de provas para registo como auditor de contas 30 de Maio de 2015 Enunciado da Prova O presente enunciado é composto por 11 páginas (incluindo a presente) Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Página 1 de 11

2 Parte I Perguntas de Escolha (15 perguntas, 2 pontos por cada pergunta, total de 30 pontos) 1 O lucro bruto da sociedade A, em 2013, foi de $29,700, valor que corresponde a 30% das vendas efectuadas no período. O custo dos bens disponíveis para venda corresponde a 120% do custo das vendas, e o saldo de abertura dos inventários é o dobro do saldo de encerramento. Nestes termos, o montante das aquisições da sociedade, em 2013, foi de ( ). (A) $13,860 (B) $41,580 (C) $55,440 (D) $29,700 2 A sociedade A trocou um determinado equipamento pelo uso de um direito de patente da sociedade B. O valor contabilístico original do equipamento é de $210,000, sendo que já foram descontadas $40,000 a título de despesas de depreciação e já foi constituída uma provisão para perdas de imparidade no valor de $20,000. A sociedade A paga ainda um prémio no valor de $60,000 à sociedade B. A troca de activos entre as duas sociedades não tem substância comercial, pelo que, ignorando as correspondentes despesas com impostos, o direito de patente transferido para a sociedade A deveria ser registado pelo valor de ( ). (A) $130,000 (B) $210,000 (C) $250,000 (D) $150,000 3 Em Março de 2012, a sociedade A apercebeu-se, mesmo antes da aprovação da emissão dos relatórios contabilísticos e financeiros do ano anterior, que um activo fixo (para uso da administração) não houvera sido depreciado, o que é considerado um erro significativo. O referido activo fixo foi adquirido por via de uma doação efectuada pela sociedade B em Junho de De acordo com a política de depreciação da sociedade A, o mencionado activo deveria ter sido depreciado em 1 milhão de patacas em 2010, e no valor de 2 milhões de patacas em Partindo do princípio que a sociedade retém 10% dos lucros líquidos a título de reserva estatutária, e não levando em linha de conta o imposto sobre o rendimento e outros elementos similares, o balanço de encerramento dos lucros não distribuídos constante do balanço da sociedade A, relativo ao ano de 2011, deveria ser ajustado em ( ) patacas. (A) 0 (B) 1,800,000 (C) 2,000,000 (D) 2,700,000 Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Página 2 de 11

3 4 No dia 1 de Janeiro de 2010, a sociedade A vendeu um lote de mercadorias à sociedade B (venda a prestações). Nos termos do contrato de compra e venda, o preço de venda é de $50,000,000, a liquidar em 5 prestações anuais de igual valor, sendo que a sociedade A deverá receber o respectivo pagamento no dia 31 de Dezembro de cada ano. O custo de este lote de mercadorias foi de $38,000,000. Se o mencionado lote de mercadorias fosse alienado através de uma venda a dinheiro, o preço seria de $45,000,000. Nestas circunstâncias, qual das seguintes afirmações é incorrecta, no que se refere ao efeito que a venda realizada pela sociedade A, no dia 1 de Janeiro de 2010, tem sobre os correspondentes itens das demonstrações financeiras? ( ). (A) Aumentar as contas a receber de longo prazo em $45,000,000 (B) Aumentar o custo das vendas em $38,000,000 (C) Aumentar a receita das vendas em $50,000,000 (D) Diminuir os inventários em $38,000,000 5 No final de 2014, a sociedade Chio Ieong anunciou dividendos para 2,000,000 acções (com um valor nominal unitário de $10). Naquela altura, o preço de mercado de cada acção era de $50. O resultado líquido da sociedade, em 2014, foi de $24,000,000, e a média do capital próprio antes do anúncio de dividendos era de $200,000,000. Nestes termos, a rendibilidade do capital próprio desta empresa, em 2014, foi de ( ). (A) 12.63% (B) 12% (C) 13.33% (D) 10.91% 6 A loja Youth recebeu, no dia 1 de Dezembro de 2013, um cheque de um cliente com um valor facial de $100,000, com juros de 6%, e que se vence no dia 1 de Março do ano posterior. Nestes termos, a receita de juros que deverá ser reconhecida em 31 de Dezembro de 2013 é de ( ). (A) $0 (B) $500 (C) $1,500 (D) $6,000 7 Em 2013, a sociedade Pou Lei adquiriu todos os activos líquidos da sociedade Kin Tat com $100,000 em dinheiro, e através da emissão de 50,000 acções ordinárias com um valor nominal de $10 (e valor de mercado de $20). A sociedade Pou Lei garantiu aos accionistas da sociedade Kin Tat que, se o preço das acções baixasse de $15, no final de 2013, emitiria, tendo por base as diferenças de conversão, acções de igual valor para compensar a referida diferença. Supondo que o preço das acções no final de 2013 era de $14, qual seria o custo total deste investimento? ( ) Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Página 3 de 11

4 (A) $1,150,000 (B) $1,100,000 (C) $1,050,000 (D) $800,000 8 A sociedade Cheong Kong tem $1,000,000 de acções ordinárias emitidas em circulação (com um valor nominal unitário de $10). A sociedade tem ainda emitidas $200,000 acções preferenciais sem participação e não cumulativas (com um valor nominal unitário de $10). O lucro líquido após impostos da sociedade, no final de 2014, foi de $200,000. Nestes termos, quais os ganhos por acção (após impostos), em 2014, das acções ordinárias? (A) $2.0 (B) $1.8 (C) $0.2 (D) $ A sociedade Chou (Parte A) adquiriu um reboque (que, em condições normais, poderá ser utilizado durante 10 anos) pelo preço de $600,000. Após ter sido inspeccionado, o reboque foi locado à sociedade de transporte Wu (Parte B), por uma renda mensal de $10,000. O contrato de locação tem a duração de 3 anos (sendo que a locação não poderá ser terminada dentro deste prazo). A Parte B compromete-se a devolver o reboque em boas condições à Parte A no final da locação. Nestas circunstâncias, qual o tratamento contabilístico que este reboque (activo fixo) deverá merecer de ambas as partes? ( ) (A) A Parte A deverá depreciá-lo, já não a Parte B (B) A Parte B deverá depreciá-lo, já não a Parte A (C) Ambas as partes o devem depreciar (D) Nenhuma das partes o deve depreciar 10 A sociedade Lei foi encarregue por um cliente de concluir a compra e o projecto de instalação de um equipamento. Nos termos do acordo assinado entre ambos, a sociedade Lei é responsável pela escolha da entidade que fornecerá e instalará o equipamento por um preço de $5 milhões. A sociedade Lei será também responsável por acompanhar a evolução do trabalho e supervisionar a qualidade do projecto, actuando como um garante de que os compromissos assumidos pelo fornecedor junto do seu cliente serão cumpridos. A sociedade Lei recebe uma retribuição pelos seus serviços de valor correspondente a 10% do custo do projecto acima referido. O projecto foi concluído com sucesso em Nestes termos, o montante que a sociedade Lei deve reconhecer enquanto rendimento deste projecto é ( ). (A) $5.50 milhões (B) $5 milhões (C) $0.5 milhões (D) Nenhum dos montantes acima Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Página 4 de 11

5 11 O Grupo Din é o concessionário exclusivo da região, terminando o seu contrato de concessão em Nos termos do contrato, todo o equipamento será devolvido ao governo da Região, assim que o contrato expire, não dando direito a nenhuma indemnização. Em 2014, o Grupo Din viu o sei contrato ser prolongado pelo governo até 2020, mantendo o direito de usar o referido equipamento até ao seu novo termo. A vida útil do equipamento do Grupo Din é, em condições normais, de 10 anos. Com base em princípios contabilísticos, como devem estes activos fixos ser depreciados? (A) Deverão ser objecto de depreciação acelerada antes de 2014; aquando do prolongamento do termo do contrato, dever-se-á proceder à reversão da perda por imparidade dos activos e depreciar na totalidade os mencionados activos até 2020 (B) Deverão ser objecto de depreciação acelerada antes de 2014; aquando do prolongamento do termo do contrato, dever-se-á proceder à depreciação na totalidade dos referidos activos com base no seu valor líquido em 2014 (C) Os activos devem ser depreciados de acordo com a sua vida útil normal (10 anos), não sendo necessário proceder a qualquer ajustamento relativamente ao período da concessão (D) Deverão ser objecto de depreciação acelerada a partir apenas de 2014; todos os activos devem ser totalmente depreciados até O Grupo de Restaurantes Mei decidiu promover as suas vendas, no âmbito da sua campanha de marketing, pelo que qualquer cliente que gaste $200 ou mais receberá um cupão no valor de $20. O cupão não pode ser trocado por dinheiro, e apenas pode ser utilizado ao jantar para deduzir não mais do que 30% do montante gasto. De acordo com a experiência passada na promoção das vendas do Grupo de Restaurantes Mei, a taxa de utilização e recuperação de cupões semelhantes é em média de apenas 20%. Nos termos das normas internacionais de contabilidade, qual o tratamento contabilístico correcto para os referidos cupões? ( ) (A) Quando os cupões forem posteriormente recebidos dos clientes aquando do novo consumo, os mesmos devem ser tratados enquanto descontos das vendas ao tempo da respectiva utilização. (B) Quando os cupões acima mencionados forem emitidos, imputar a parte da receita das vendas ao tempo da emissão do cupão como rendimento deferido tendo por base o valor facial do cupão (C) Quando os cupões acima mencionados forem emitidos, imputar a parte da receita das vendas ao tempo da emissão do cupão como rendimento deferido tendo por base 20% do valor facial do cupão (D) Quando os cupões acima mencionados forem emitidos, imputar a parte da receita das vendas ao tempo da emissão do cupão como rendimento deferido tendo por base 30% do valor facial do cupão Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Página 5 de 11

6 13 No final de 2014, a sociedade Anderson tinha emitido 100,000 acções ordinárias, das quais 5000 acções próprias. Em 2015, a sociedade efectuou as seguintes transacções de capital (acções): --3 de Maio Venda de 1,000 acções próprias --6 de Agosto Emissão de mais 10,000 novas acções --18 de Novembro Divisão de acções 2-1 O número de acções ordinárias que deverá constar do balanço da sociedade Anderson à data de 31 de Dezembro de 2015 deve ser de ( ). Acções ordinárias (emitidas) Acções ordinárias (em circulação) (A) 222,000 acções 214,000 acções (B) 220,000 acções 216,000 acções (C) 222,000 acções 218,000 acções (D) 220,000 acções 212,000 acções 14 A sociedade de Construção C teve, em 2012, os seguintes projectos de construção: Projecto 1 Projecto 2 Preço do contrato 420,000, ,000,000 Custos do ano corrente 240,000, ,000,000 Custo remanescente estimado para a conclusão 120,000,000 40,000,000 Liquidação de facturas aos clientes no ano corrente 150,000, ,000,000 Dinheiro recebido dos clientes 90,000, ,000,000 Caso a sociedade adopte o método da percentagem de acabamento, o lucro resultante da construção que deverá constar da demonstração de resultados, relativo ao ano de 2012, deve ser de ( ). (A) $20,000,000 (B) $40,000,000 (C) $60,000,000 (D) $90,000, Por necessidade no âmbito de uma construção, a sociedade de construção Hou Vai locou um equipamento de manuseamento e elevação no dia 31 de Dezembro de O prazo da locação é de 9 anos, sendo que, nos termos do contrato de locação, a renda anual é de $50,000, e deverá ser paga no dia 31 de Dezembro de cada ano. Aquando da assinatura do contrato, foi pago um adiantamento. Se o valor presente descontado para uma anuidade de 9 anos calculada com base numa taxa de juro implícita (contrato) de 10% for de $316,500, e o valor presente descontado para uma anuidade de 9 anos calculada com base numa taxa de juro incremental de financiamento de 12% for de $298,500, calcule o valor do passivo da locação financeira apresentado no balanço da sociedade à data de 31 de Dezembro de ( ) (A) $0 (B) $228,320 (C) $243,150 (D) $350,000 Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Página 6 de 11

7 Parte II Cálculos Curtos (Escolha 3 das 4 perguntas abaixo, 10 pontos por cada pergunta, total de 30 pontos) 1 A sociedade Sterling iniciou os trabalhos de construção de um armazém numa doca no dia 1 de Maio de 2014, tendo a sociedade investido $125,000 no dia 1 de Maio, $160,000 no dia 31 de Julho, $200,000 no dia 1 de Outubro, e $300,000 no dia 1 de Dezembro. Para efeito da realização do referido projecto, a sociedade solicitou um empréstimo para finalidade específica a um banco local, no valor de $300,000, com uma taxa de juro de 10%. A data inicial de vencimento dos juros corresponde à data do início do projecto de construção, terminando o empréstimo no dia 31 de Dezembro (fim da construção). Existem, para além desta, duas outras dívidas bancárias relacionadas nos registos da sociedade, conforme dados que se seguem: Dívida Montante Taxa de juro Data do início do vencimento de juros Fim do empréstimo I 600,000 8% II 400,000 6% Pergunta: Calcule a quantia a capitalizar, relativa à construção do armazém, no ano findo em 31 de Dezembro de A sociedade Wong Choi tem 270 milhões de acções ordinárias em circulação no dia 1 de Janeiro de 2012, o lucro líquido atribuível aos accionistas ordinários realizado em 2012 foi de $180 milhões, e o preço médio de mercado das acções ordinárias é de $10 por acção. A sociedade Wong Choi efectuou, em 2012, as seguintes transacções relacionadas com instrumentos de capital: (1) Em 20 de Abril, a sociedade declarou a emissão de dividendos pagos em acções, sendo atribuída uma nova acção por cada 10 detidas, tendo por base o número da acções ordinárias em circulação no início do ano, sendo o dia 1 de Maio a data ex-direitos; (2) Em 1 de Julho, e nos termos de um plano de incentivo de capital aprovado, foi atribuída, aos quadros administrativos superiores, a opção de compra de 60,000,000 acções. Aquando do respectivo exercício, cada titular poderá adquirir 1 acção ordinária da Sociedade Wong Choi por $4 a data de exercício é o dia 1 de Agosto de 2013; (3) Em 1 de Dezembro, a sociedade Wong Choi readquiriu 60 milhões de acções ao preço de mercado, tendo em vista preparar-se para a implementação do plano de incentivo de capital. Pergunta: Com base nos elementos acima fornecidos, e ignorando quaisquer outros, calcule os resultados básicos por acção e os resultados por acção diluídos da sociedade Wong Choi. 3 A sociedade Peace tem 1,000,000 de acções em circulação. A distribuição de lucros da sociedade em 2013, tal como aprovada em assembleia geral, será efectuada nos seguintes termos: (i) Emissão de dividendos em dinheiro no valor de $1.3 por cada acção; (ii) Distribuição de dividendos de propriedade: distribuir títulos negociáveis detidos pela sociedade, com um valor facial de $700,000, e um preço de mercado de $800,000; (iii) Emissão de uma livrança de 6 meses, no valor de $500,000, aos seus accionistas; (iv) Emissão de dividendos de acções, $1 por acção, o preço de mercado na data de declaração é de $17, o preço de mercado na data ex-dividendo é de $14, e o preço de mercado na data de pagamento é de $16. Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Página 7 de 11

8 Pergunta: Prepare os lançamentos contabilísticos relativos à data de declaração, à data ex-dividendo, e à data de pagamento. 4 Seguem-se extractos das demonstrações financeiras de 2013 e 2014 da sociedade Mak: Demonstração de resultados: Receita das vendas 1,800,000 2,400,000 Custo dos bens vendidos 1,000,000 1,800, , ,000 Despesas operacionais 300, ,000 Despesas de depreciação 150, , , ,000 Balanço: Final de 2013 Final de 2014 Activos fixos 1,100,000 1,350,000 Depreciação acumulada -200, , , ,000 Activos correntes - Inventários 200, ,000 - Contas a receber 350, ,000 - Caixa e depósitos bancários 200, , , ,000 Passivos correntes - Empréstimos bancários 0 200,000 - Contas a pagar 300, , , ,000 1,350,000 1,450,000 Capital próprio - Capital social 1,000,000 1,000,000 - Resultados acumulados 350, ,000 1,350,000 1,450,000 Pergunta: Prepare a demonstração de fluxos de caixa, de 2014, da sociedade Mak com base na informação acima. Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Página 8 de 11

9 Parte III Cálculos Extensos (Escolha 2 das 3 perguntas abaixo, 20 pontos por cada pergunta, total de 40 pontos) 1. Integram o Grupo Lok a Lok Holdings e 2 sociedades de Macau: a sociedade Lok Tin e a sociedade Lok Ian. A Lok Holdings detém 40% do capital da sociedade Lok Tin, e 80% do capital da sociedade Lok Ian. Seguem-se as demonstrações financeiras, de 2014, das sociedades Lok Holdings, Lok Tin e Lok Ian: Demonstração de resultados: Lok Holdings Sociedade Lok Tin Sociedade Lok Ian Receita das vendas e serviço 3,000,000 2,500,000 4,000,000 Custo dos bens vendidos 1,800,000 1,500,000 2,500,000 1,200,000 1,000,000 1,500,000 Receita de serviço 200, Despesas operacionais 800, , ,000 Resultado antes de impostos 600, , ,000 Imposto sobre o rendimento 12% 72,000 60, ,000 Resultado após impostos 528, , ,000 Balanço: Lok Holdings Sociedade Lok Tin Sociedade Lok Ian Valor líquido dos activos fixos 2,000,000 1,500,000 2,500,000 Investimento na sociedade Lok Tin 800, Investimento na sociedade Lok Ian 2,400, ,200,000 1,500,000 2,500,000 Activos correntes - Inventários 600, , ,000 - Contas a receber 400, , ,000 - Caixa e depósitos bancários 800, , ,000 1,800,000 1,300,000 1,900,000 Passivos correntes - Contas a pagar 1,472, , ,000 1,472, , ,000 5,528,000 2,440,000 3,792,000 Capital próprio - Capital social 5,000,000 2,000,000 3,000,000 - Resultados acumulados 528, , ,000 5,528,000 2,440,000 3,792,000 Em 2014, as vendas da Lok Holdings às sociedades Lok Tin e Lok Ian foram de $1.5 milhões respectivamente, tendo a Lok Holdings recebido, de cada uma daquelas sociedades, o valor de $100,000, a título de comissão de gestão. No encerramento das contas, o valor das contas a pagar da sociedade Lok Tin e da sociedade Lok Ian era de $200,000 devido, por cada uma delas, à Lok Holdings. Não foi efectuada qualquer transacção entre as sociedades Lok Tin e Lok Ian, mais não se tendo procedido a qualquer reaquisição no âmbito das vendas da Lok Holdings. Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Página 9 de 11

10 Pergunta: Prepare os lançamentos de ajustamento, os lançamentos de anulação, e as demonstrações financeiras consolidadas do Grupo Lok. 2. A sociedade Xiangyun é uma sociedade local que se dedica ao comércio por grosso de mercadorias/bens, cujas operações se iniciaram no dia 1 de Janeiro de Em 31 de Dezembro de 2013, data em que o departamento de contabilidade financeira da sociedade encerrou as contas, o mesmo realizou uma inspecção minuciosa a todas as contas históricas, tendo descoberto alguns possíveis problemas em face do tratamento contabilístico das seguintes transacções: (a) Em 1 de Janeiro de 2012, altura em que a sociedade adquiriu um seguro para um imóvel no valor de $300,000, o contabilista registou-o erradamente enquanto despesa, no caso enquanto uma despesa com seguros na data da respectiva aquisição; (b) Em 20 de Dezembro de 2012, a sociedade efectuou uma transacção de venda a crédito no valor de $2,000,000 que o contabilista se esqueceu de registar naquele ano. A transacção acabou por ser registada aquando do recebimento dos respectivos pagamentos em 31 de Março de 2013; (c) Em 31 de Dezembro de 2013, a sociedade efectuou uma transacção de venda a crédito no valor de $3,000,000 que o contabilista se esqueceu de registar; (d) Em 2013, a sociedade adquiriu a crédito algum material de escritório no valor de $1,500,000, material este que foi utilizado na totalidade ao longo do ano. O contabilista esqueceu-se de registar a transacção, fazendo intenções de a contabilizar quando o respectivo pagamento for efectuado no dia 31 de Janeiro de 2014; (e) Em 1 de Janeiro de 2011, a sociedade assinou o contrato de arrendamento do escritório válido para Após a mencionada assinatura, a sociedade procedeu ao pagamento de todas as rendas devidas, de uma só vez, no valor de $400,000. O contabilista procedeu ao registo da referida transacção, naquele ano, enquanto uma despesa com arrendamento; (f) O contabilista da sociedade sempre adoptou o método direct write-off (teoria non-standard) para registar as perdas com dívidas incobráveis, sendo que, em 2013, o contabilista registou uma conta a receber irrecuperável de 2011 enquanto uma perda com dívida incobrável no valor de $650,000; (g) Em 30 de Dezembro de 2013, a divisão A e a divisão B da sociedade - duas divisões operacionais autónomas adquiriram o mesmo tipo de bens, e, de acordo com a respectiva factura, o preço foi de $1,300,000 (expedição F.O.B). Os bens foram enviados pelo vendedor no dia 31 de Dezembro, tendo sido entregues no armazém da sociedade no dia 10 de Janeiro de 2014: - Divisão de retalho A: não se procedeu ainda a qualquer lançamento contabilístico; - Divisão de retalho B: ainda não foi registado enquanto inventário, tendo antes sido registo como débito: custo das vendas e crédito: contas a pagar. Perguntas: (1) Caso existam problemas com os itens acima, proceda à alteração das contas efectuando, para o efeito, os ajustamento apropriados (ignorando qualquer efeito do imposto sobre o rendimento); (2) Se, na demonstração de resultados comparativa para os anos de , o lucro líquido for de $5,000,000, $8,000,000, e $10,000,000, respectivamente, calcule o montante do ajustamento para cada um dos itens acima, assim como o lucro líquido Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Página 10 de 11

11 após ajustamento de cada um dos anos; (3) Calcule o efeito monetário dos itens acima sobre os activos, passivos e capital próprio constantes do balanço à data de 31 de Dezembro de A sociedade Keikai é uma organização de pesquisa, que, no início de 2010, assinou um contrato relativamente a um projecto de pesquisa. O valor total do contrato é de $1 milhão, tendo o contrato uma duração de 3 anos. Segue-se alguma informação adicional: Total Pesquisa efectiva anual $212,500 $389,500 $250,000 $852,000 Custo estimado que ainda 637, ,000 - terá de ser investido Pagamento a prestações 250, , ,000 1,000,000 Receita efectiva 200, , ,000 1,000,000 A sociedade Keikai adopta o método da percentagem de acabamento relativamente a este contrato de prestação de serviços, e calcula a percentagem de acabamento com base no custo já incorrido enquanto valor percentual do custo total estimado. Perguntas: (1). Calcule a percentagem de acabamento estimada para anos de 2010 a 2012; (2). Calcule a receita de serviço que deve ser reconhecida entre os anos de 2010 e 2012; (3). Prepare os correspondentes lançamentos contabilísticos, relativos à receita de serviço entre os anos de 2010 e Fim Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Página 11 de 11

Norma contabilística e de relato financeiro 9. e divulgações apropriadas a aplicar em relação a locações financeiras e operacionais.

Norma contabilística e de relato financeiro 9. e divulgações apropriadas a aplicar em relação a locações financeiras e operacionais. Norma contabilística e de relato financeiro 9 Locações Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 17 Locações, adoptada pelo texto original

Leia mais

(a) Propriedade detida por locatários que seja contabilizada como propriedade de investimento (ver NCRF 11 - Propriedades de Investimento);

(a) Propriedade detida por locatários que seja contabilizada como propriedade de investimento (ver NCRF 11 - Propriedades de Investimento); NCRF 9 Locações Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 17 - Locações, adoptada pelo texto original do Regulamento (CE) n.º 1126/2008 da

Leia mais

Fundação Denise Lester

Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31

Leia mais

Cotação e tempo esperado de resolução: Grupo 1 Questões de resposta múltipla e verdadeiro ou falso

Cotação e tempo esperado de resolução: Grupo 1 Questões de resposta múltipla e verdadeiro ou falso FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Exame de 2.ª época de Contabilidade Financeira 2.º semestre 2009/10 Data: 18 de Junho de 2010 Início: 14:30 Duração: 2h00m Cotação e tempo esperado de

Leia mais

Contabilidade Geral e Financeira. Enunciado da Prova

Contabilidade Geral e Financeira. Enunciado da Prova Governo da Região Administrativa Especial de Macau Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Ano de 2014 (1.ª É poca) Prestação de provas para registo como auditor de contas 24 de Maio de 2014

Leia mais

Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados

Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados Norma contabilística e de relato financeiro 14 Concentrações de actividades empresariais Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 3

Leia mais

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012 Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 1. Meios Financeiros Líquidos Esta Classe destina-se a registar os meios financeiros líquidos que incluem quer o dinheiro e depósitos

Leia mais

Norma contabilística e de relato financeiro 27

Norma contabilística e de relato financeiro 27 Norma contabilística e de relato financeiro 27 Instrumentos financeiros Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base as Normas Internacionais de Contabilidade IAS 32 Instrumentos Financeiros:

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IFRS 3 Concentrações

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA

GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA Pág. 1 Índice 1. BALANCETE... 3 2. BALANÇO... 5 3. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS... 10 4. RESUMO... 12 Pág. 2 1. BALANCETE O balancete é um documento contabilístico

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa

Manual do Revisor Oficial de Contas IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa Esta Norma Internacional de Contabilidade revista substitui a NIC 7, Demonstração de Alterações na

Leia mais

ANEXO. Prestação de Contas 2011

ANEXO. Prestação de Contas 2011 1. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1. Designação da entidade Fluviário de Mora, E.E.M. NIPC: 507 756 754 1.2. Sede Parque Ecológico do Gameiro - Cabeção 1.3. Natureza da Actividade O Fluviário de Mora, é uma

Leia mais

Contabilidade Geral e Financeira. Enunciado da Prova

Contabilidade Geral e Financeira. Enunciado da Prova Região Administrativa Especial de Macau Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Ano de 2014 (2.ª Época) Prestação de provas para registo como auditor de contas 22 de Novembro de 2014 Enunciado

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E DR 2014

ANEXO AO BALANÇO E DR 2014 ANEXO AO BALANÇO E DR 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 Designação da entidade PATRIMÓNIO DOS POBRES DA FREGUESIA DE ÍLHAVO 1.2 Sede Av. Manuel da Maia 3830 050 Ílhavo 1.3 NIPC 500876789 1.4 Natureza

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 03 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

CPC COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO, S.C.R.L. Demonstrações Financeiras. 31 de Dezembro de 2008

CPC COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO, S.C.R.L. Demonstrações Financeiras. 31 de Dezembro de 2008 Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2008 4ª MINUTA EXERCÍCIO DE 2008 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2008 ÍNDICE PÁGINAS RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE 1 2 BALANÇO 3 DEMONSTRAÇÃO

Leia mais

DOCUMENTO IDENTIFICAÇÃO - BI nº Passaporte nº

DOCUMENTO IDENTIFICAÇÃO - BI nº Passaporte nº Duração de 1H30 Leia com atenção as seguinte intruções: As questões de múltipla escolha têm uma cotação de 0,1 cada. Caso queira alterar a sua resposta, risque a anterior e assinale a sua opção final com

Leia mais

Organização de Apoio e Solidariedade para a Integração Social

Organização de Apoio e Solidariedade para a Integração Social Organização de Apoio e Solidariedade para a Integração Social ANEXO para as Contas do Ano 2014 1/ IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE: 1.1 / Designação da entidade: OASIS Organização de Apoio e Solidariedade para

Leia mais

a dinheiro deve ser reconhecida como um juro de acordo com a NCP 13, refletindo o rendimento efetivo sobre a conta a receber.

a dinheiro deve ser reconhecida como um juro de acordo com a NCP 13, refletindo o rendimento efetivo sobre a conta a receber. compensações por terceiros, e qualquer compra ou construção subsequente de ativos de substituição, constituem acontecimentos económicos separados e devem ser contabilizados da seguinte forma: (a) A imparidade

Leia mais

OTOC - Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas

OTOC - Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas Normas contabilísticas e de relato financeiro Norma contabilística e de relato financeiro 1 - Estrutura e conteúdo das demonstrações financeiras Norma contabilística e de relato financeiro 2 - Demonstração

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 20 (IASB) Índice Item OBJETIVO E ALCANCE

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS 4984 Diário da República, 1.ª série N.º 143 24 de julho de 2015 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Portaria n.º 220/2015 de 24 de julho Na sequência da publicação do Decreto -Lei n.º 98/2015, de 2 de junho, que transpôs

Leia mais

2. Regra geral, o IVA não dedutível deve ser registado na conta 68111 : a) Verdadeira; b) Falsa Justificação:

2. Regra geral, o IVA não dedutível deve ser registado na conta 68111 : a) Verdadeira; b) Falsa Justificação: 1. A aplicação do princípio da prudência está exclusivamente relacionada com o registo de perdas de imparidade em activos e provisões : a) Verdadeira; b) Falsa 2. Regra geral, o IVA não dedutível deve

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06. Operações de Arrendamento Mercantil

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06. Operações de Arrendamento Mercantil COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 Operações de Arrendamento Mercantil Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 17 (IASB) PRONUNCIAMENTO Índice Item OBJETIVO

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais CONTABILIDADE FINANCEIRA II EXAME FINAL

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais CONTABILIDADE FINANCEIRA II EXAME FINAL CONTABILIDADE FINANCEIRA II Equipa Docente: Cristina Neto de Carvalho Gioconda Magalhães Data: 30 de Junho de 2007 Sílvia Cortês Duração: 2 horas e 30 minutos Joana Peralta Sofia Pereira Luiz Ribeiro EXAME

Leia mais

ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/2009 2014 (R$) 949.176.907,56

ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/2009 2014 (R$) 949.176.907,56 ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/2009 1. Informar o lucro líquido do exercício. 949.176.907,56 2. Informar o montante global e o valor por ação dos dividendos,

Leia mais

Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08)

Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08) Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08) Aprova a Orientação OCPC - 01 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata de Entidades de Incorporação Imobiliária. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

Leia mais

Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007

Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007 80 Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007 Parecer dos Auditores Independentes 81 Aos Acionistas da Inepar Telecomunicações S.A Curitiba - PR 1. Examinamos

Leia mais

GLOSSÁRIO. Capítulo 5 Informação Financeira

GLOSSÁRIO. Capítulo 5 Informação Financeira GLOSSÁRIO Capítulo 5 Informação Financeira Este Glossário foi elaborado unicamente para apoiar os slides do Cap.5 da disciplina de Gestão e destina-se a ser utilizado exclusivamente pelos alunos de Gestão

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão (ce.deg@esce.ips.pt) GESTÃO ESTRATÉGICA Texto de Apoio 1 à Análise Económica e Financeira Silva

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO OCPC 01 (R1) Entidades de Incorporação Imobiliária

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO OCPC 01 (R1) Entidades de Incorporação Imobiliária COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO OCPC 01 (R1) Entidades de Incorporação Imobiliária Índice Objetivo e alcance 1 Formação do custo do imóvel, objeto da incorporação imobiliária 2-9 Despesa

Leia mais

Rodobens Locação de Imóveis Ltda.

Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Approach Auditores Independentes Relatório dos

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Exame 2.ª época de Contabilidade Financeira 2.º semestre 2008/09 Data: 19 de Junho de 2009 Início: 12h30m Duração: 2h00m Cotação e tempo esperado de resolução:

Leia mais

Contabilidade Decifrada. Módulo III - Demonstrações Luiz Eduardo

Contabilidade Decifrada. Módulo III - Demonstrações Luiz Eduardo Contabilidade Decifrada Módulo III - Demonstrações Luiz Eduardo Demonstrações Contábeis - balanço patrimonial; - demonstração do resultado do exercício; e, - demonstração de lucros ou prejuízos acumulados.

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 SUR - REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO Nota Nota ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes

Leia mais

NCRF 25 Impostos sobre o rendimento

NCRF 25 Impostos sobre o rendimento NCRF 25 Impostos sobre o rendimento Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 12 - Impostos sobre o Rendimento, adoptada pelo texto original

Leia mais

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a

Leia mais

http://www.portaldecontabilidade.com.br/guia/clientes/comercial/imobi... ATIVO IMOBILIZADO

http://www.portaldecontabilidade.com.br/guia/clientes/comercial/imobi... ATIVO IMOBILIZADO 1 de 6 31/01/2015 14:40 ATIVO IMOBILIZADO O Ativo Imobilizado é formado pelo conjunto de bens e direitos necessários à manutenção das atividades da empresa, caracterizados por apresentar-se na forma tangível

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA As demonstrações financeiras anexas foram preparadas com base nos livros e registos contabilísticos da ESHTE mantidos em conformidade com

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Fluxo de Caixa 5 Demonstração das Mutações

Leia mais

Comentários da prova SEFAZ-PI Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo

Comentários da prova SEFAZ-PI Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo Disciplina: Professor: Feliphe Araújo Olá amigos, Comentários da prova SEFAZ-PI ANÁLISE DA PROVA DE CONTABILIDADE GERAL - SEFAZ-PI Trago para vocês os comentários da prova da SEFAZ-PI realizado no último

Leia mais

PÁGINA INTENCIONALMENTE DEIXADA EM BRANCO

PÁGINA INTENCIONALMENTE DEIXADA EM BRANCO 1 Índice Volume II 5 Relatório do Conselho Geral e de Supervisão 12 Parecer do Conselho Geral e de Supervisão incluíndo declaração de conformidade 14 Relatório da Comissão para as Matérias Financeiras

Leia mais

IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS

IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS BOLETIM INFORMATIVO N.º 3/2010 IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS ASPECTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS (Esta informação contém apenas informação geral, não se destina a prestar qualquer serviço de auditoria,

Leia mais

ANEXO I DESRECONHECIMENTO

ANEXO I DESRECONHECIMENTO ANEXO I DESRECONHECIMENTO Parte 1 - Enquadramento 1. As instituições devem considerar na avaliação de desreconhecimento dos títulos os requisitos abaixo indicados. 2. Para efeitos do número anterior, as

Leia mais

TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A.

TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro (Em Reais) (reclassificado) (reclassificado) Ativo Nota 2012 2011 Passivo Nota 2012 2011 Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4 61.664 207.743 Fornecedores

Leia mais

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes Em 31 de dezembro de 2012 Índice Página Relatório dos auditores

Leia mais

NCRF 8 Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas

NCRF 8 Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas NCRF 8 Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 5 -

Leia mais

A seguir, a correção da prova de Contador da Prefeitura de Niterói. Não vislumbramos possibilidade de recursos.

A seguir, a correção da prova de Contador da Prefeitura de Niterói. Não vislumbramos possibilidade de recursos. Olá, meus amigos! A seguir, a correção da prova de Contador da Prefeitura de Niterói. Não vislumbramos possibilidade de recursos. Forte abraço. Gabriel Rabelo/Luciano Rosa. Sigam nossas redes sociais!

Leia mais

CONTABILIDADE II Caderno de Exercícios Impostos Diferidos Ano Lectivo 2010/2011

CONTABILIDADE II Caderno de Exercícios Impostos Diferidos Ano Lectivo 2010/2011 CONTABILIDADE II Caderno de Exercícios Impostos Diferidos Ano Lectivo 2010/2011 Fevereiro 2011 EXERCÍCIO Nº 1 Ajustamento para Cobr. Duvidosas 1. A entidade Metálica, S.A. procede a ajustamentos por imparidade

Leia mais

O fundo patrimonial é representado por 10 465,64, encontrando-se realizado na totalidade.

O fundo patrimonial é representado por 10 465,64, encontrando-se realizado na totalidade. 01 -IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE A ASSOCIACAO ENTRE FAMILIA - BRAGANÇA é uma sociedade Anónima, constituída a 13-08-2009, com sede em RUA EMIDIO NAVARRO TRAS IGREJA, BRAGANCA, 5300-210, BRAGANCA, e tem como

Leia mais

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos

Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos Contabilidade Financeira Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos 3º TESTE INTERMÉDIO NOME: NÚMERO: Atenção

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA Exame Época Normal 04 de Julho de 0 Duração: H 00M Deve identificar-se nesta folha de prova, indicando o nome completo, número de matrícula e turma em que se encontra inscrito(a). As opções de resposta

Leia mais

REGIMES CONTÁBEIS RECEITAS E DESPESAS

REGIMES CONTÁBEIS RECEITAS E DESPESAS CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA I ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REGIMES CONTÁBEIS RECEITAS E DESPESAS Prof. Emanoel Truta ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Os Elementos das Demonstrações Contábeis

Leia mais

Associação Boa Hora, IPSS NIPC: 503897531 Contas 2014

Associação Boa Hora, IPSS NIPC: 503897531 Contas 2014 Notas às Demonstrações Financeiras Individuais 31 De Dezembro de 2014 1. Identificação da Entidade ASSOCIAÇÃO BOA HORA, IPSS, é uma instituição particular de solidariedade social, com sede na Rua do Cemitério,

Leia mais

Módulo 11 Instrumentos Financeiros Básicos Módulo 12 Outros Assuntos sobre Instrumentos Financeiros

Módulo 11 Instrumentos Financeiros Básicos Módulo 12 Outros Assuntos sobre Instrumentos Financeiros ESTUDO DE CASO Uma entidade possui o seguinte balancete para o ano encerrado em 31 de dezembro de 20X2. Usando as colunas da direita, marque quais itens estão dentro do escopo da Seção 11 e, para aqueles

Leia mais

DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 4T05 e 2005

DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 4T05 e 2005 DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 4T05 e 2005 Americana SP, 23 de março de 2005 A VIVAX S.A. (Bovespa: VVAX11), ou Companhia, segunda maior operadora de TV a Cabo do Brasil, em número de assinantes, e uma das principais

Leia mais

Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro

Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro Faculdade Atenas Maranhense - FAMA Professor: Esp. CLEIDIANA SACCHETTO Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU

Leia mais

CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS

CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS SECÇÃO I RELAÇÃO ENTRE OS MODELOS Neste capítulo o principal objectivo é ajudar à compreensão global dos modelos e estabelecer a forma como os modelos se relacionam.

Leia mais

Básico Fiscal. Contabilidade Avançada. Módulo 1. 20 Exercícios de Apoio. Prof. Cláudio Cardoso

Básico Fiscal. Contabilidade Avançada. Módulo 1. 20 Exercícios de Apoio. Prof. Cláudio Cardoso Básico Fiscal Contabilidade Avançada Módulo 1 20 Exercícios de Apoio Prof. Cláudio Cardoso 1. (Analista CVM/2003 FCC Adaptada) A Cia. Omega comprou, à vista, ações representativas de 20% do capital votante

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com relação a conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade, julgue os itens que se seguem. 51 Auxiliar um governo no processo de fiscalização tributária é uma das finalidades

Leia mais

Cerradinho Holding S.A. e Controladas

Cerradinho Holding S.A. e Controladas Cerradinho Holding S.A. e Controladas Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas Referentes ao Exercício Findo em 30 de Abril de 2011 e Relatório dos Auditores Independentes Deloitte Touche Tohmatsu

Leia mais

Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2012

Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2012 Demonstrações Financeiras & Anexo 31 Dezembro 2012 1 I. Demonstrações Financeiras individuais a) Balanço em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 2 b) Demonstração dos resultados por naturezas dos exercícios findos

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Texto para as questões de 31 a 35 conta saldo despesa de salários 10 COFINS a recolher 20 despesas de manutenção e conservação 20 despesa de depreciação 20 PIS a recolher 30 despesas

Leia mais

Fundação Amazonas Sustentável Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2008 e parecer dos auditores independentes

Fundação Amazonas Sustentável Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2008 e parecer dos auditores independentes Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2008 Em milhares de reais Ativo Passivo e patrimônio social Circulante

Leia mais

GTD PARTICIPAÇÕES S.A.

GTD PARTICIPAÇÕES S.A. GTD PARTICIPAÇÕES S.A. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E 2008 E PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES GTD PARTICIPAÇÕES S.A. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

Leia mais

IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS

IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS Anexo à Instrução nº 4/96 IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS As contas desta classe registam as responsabilidades ou compromissos assumidos pela instituição ou por terceiros

Leia mais

Regime de Reavaliações

Regime de Reavaliações Regime de Reavaliações DL 31/98 REAVALIAÇÃO DE BENS - LEGISLAÇÃO Permite aos sujeitos passivos do IRS e do IRC reavaliar os elementos do seu activo imobilizado tangível, afectos ao exercício de uma actividade

Leia mais

Resultados 3T06 8 de novembro de 2006

Resultados 3T06 8 de novembro de 2006 PUBLICIDADE CAIXA CRESCEU 49% BASE DE ASSINANTES BANDA LARGA CRESCEU 35% MARGEM DE EBITDA ATINGIU 29% São Paulo, O UOL (BOVESPA: UOLL4) anuncia hoje os resultados do 3T06. As demonstrações financeiras

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS

GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS AMORTIZAÇÃO: Representa a conta que registra a diminuição do valor dos bens intangíveis registrados no ativo permanente, é a perda de valor de capital aplicado na aquisição

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral 1. Em relação ao princípio contábil da Competência, é correto afirmar que (A) o reconhecimento de despesas deve ser efetuado quando houver o efetivo desembolso financeiro

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas ATIVO Explicativas CIRCULANTE 63.224 47.422 Disponibilidades 423 429 Relações Interfinanceiras / Aplicações R.F. 4 31.991 23.380 Relações Interdependências

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2015 - DOMMO EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2015 - DOMMO EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 1 ANÁLISE DO BALANÇO O Balanço e o Sistema Contabilístico adequam-se ao previsto no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), espelhando a situação

Leia mais

Ref.: Demonstrações Contábeis de 2013

Ref.: Demonstrações Contábeis de 2013 Ao Morro do Chapéu Golfe Clube Belo Horizonte, 28 de fevereiro de 2014. Ref.: Demonstrações Contábeis de 2013 Anexamos às seguintes demonstrações: 1. Balanço Patrimonial: apresenta a situação patrimonial

Leia mais

Relatório dos Auditores Independentes... 3. Relatório do Comitê de Auditoria... 4. Demonstração Consolidada do Resultado... 5

Relatório dos Auditores Independentes... 3. Relatório do Comitê de Auditoria... 4. Demonstração Consolidada do Resultado... 5 Demonstrações Contábeis Consolidadas de acordo com as Normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB 2014 Bradesco 1 Sumário oação de

Leia mais

Demonstrações Financeiras Externas

Demonstrações Financeiras Externas P A R T E I D e m o n s t r a ç õ e s F i n a n c e i r a s p a r a G e r e n t e s 16 C A P Í T U L O 2 Demonstrações Financeiras Externas O que o mundo sabe sobre sua empresa As demonstrações financeiras

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.)

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2008 2007 Passivo e patrimônio líquido 2008 2007 Circulante Circulante Bancos 3 15 Rendimentos a distribuir 412 366 Aplicações financeiras de renda fixa 28 8

Leia mais

ASSOCIAÇÃO ASSISTÊNCIA DE EIXO

ASSOCIAÇÃO ASSISTÊNCIA DE EIXO ASSOCIAÇÃO ASSISTÊNCIA DE EIXO Anexo 10 de Março de 2015 Índice 1 Identificação da Entidade... 4 2 Referencial Contabilístico de Preparação das Demonstrações Financeiras... 4 3 Principais Políticas Contabilísticas...

Leia mais

Fundação Casa Museu Mario Botas

Fundação Casa Museu Mario Botas DEMOSNTRAÇAO DE RESULTADOS 2012 Fundação Casa Museu Mario Botas RENDIMENTOS E GASTOS 31-Dez-2012 31-Dez-2011 Vendas 551,62 Prestação de serviços Subsídios à exploração Ganhos/perdas imputados a subsidiárias

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO E AUDITORIA

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO E AUDITORIA ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA A ELABORAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DOS DIRETÓRIOS PARTIDÁRIOS Tendo em vista a obrigação das agremiações partidárias de prestar contas até 30 de abril de 2014, referente ao exercício

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Montante expressos em euros) As notas que se seguem foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas de Relato Financeiro

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 02 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 Demonstrações de

Leia mais

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO Aos Srs. Acionistas Investco S.A. Anexo I - Comentários dos Diretores da Companhia Contas dos Administradores referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2012.

Leia mais

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC V Conferência Internacional OTOC/IDEFF/Direcção - Geral dos Impostos 8 e 9 de Outubro de 2010 Apresentado por: José Vieira dos Reis 1 1. Normalização Contabilística 2.

Leia mais

ASSUNTO: Plano de Contas para o Sistema Bancário (Adaptado) (Sociedades Administradoras de Compras em Grupo)

ASSUNTO: Plano de Contas para o Sistema Bancário (Adaptado) (Sociedades Administradoras de Compras em Grupo) Anexo à Instrução nº 15/97 ASSUNTO: Plano de Contas para o Sistema Bancário (Adaptado) (Sociedades Administradoras de Compras em Grupo) 1. São efectuados no PCBS os seguintes ajustamentos: 1.1. São criadas

Leia mais

A companhia permanece com o objetivo de investir seus recursos na participação do capital de outras sociedades.

A companhia permanece com o objetivo de investir seus recursos na participação do capital de outras sociedades. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Apresentamos as Demonstrações Financeiras da Mehir Holdings S.A. referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2004 e as respectivas Notas

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I

GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I BALANÇO PATRIMONIAL 2 CONCEITO É a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente, numa determinada data, o Patrimônio e o Patrimônio Líquido

Leia mais

ANÚNCIO DE CONCURSO PARA CONTRATO DE FORNECIMENTOS ESPECIFICAÇÕES DO CONTRATO

ANÚNCIO DE CONCURSO PARA CONTRATO DE FORNECIMENTOS ESPECIFICAÇÕES DO CONTRATO Documento público a preencher pela Entidade Adjudicante ANÚNCIO DE CONCURSO PARA CONTRATO DE FORNECIMENTOS CONCURSO PARA O FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS ESCOLARES E HOSPITALARES Local Guiné-Bissau 1. Referência

Leia mais

Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas em 31 de dezembro de 2014

Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas em 31 de dezembro de 2014 Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas Demonstrações financeiras em IFRS e baseadas nos Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC em

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO Olá, pessoal! Hoje trago uma aula sobre a Demonstração do Valor Adicionado DVA, que foi recentemente tornada obrigatória para as companhias abertas pela Lei 11.638/07, que incluiu o inciso V ao art. 176

Leia mais

31-Dez-2013 31-Dez-2012

31-Dez-2013 31-Dez-2012 FUNDAÇÃO CASA MUSEU MÁRIO BOTAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS CONTAS 31 DE DEZEMBRO DE 2013 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA OS PERÍODOS FFI INDOS EM 31 DE DEZZEMBRO DE 2013 E DE 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas ATIVO 2014 2013 Explicativas CIRCULANTE 11.363 8.987 Disponibilidades 30 37 Relações Interfinanceiras / Aplicações R.F. 4 8.069 6.136 Operações de Crédito

Leia mais

b) Certidão, emitida pela Direcção-Geral do Tesouro, relativa ao saldo de créditos libertos no final da gerência (modelo n.º 13); c) Certidão de

b) Certidão, emitida pela Direcção-Geral do Tesouro, relativa ao saldo de créditos libertos no final da gerência (modelo n.º 13); c) Certidão de Instruções n.º 2/97-2.ª S Instruções para a organização e documentação das contas dos serviços e organismos da Administração Pública (regime geral - autonomia administrativa), integrados no novo Regime

Leia mais

Relatório Tipo Dezembro de 20XX

Relatório Tipo Dezembro de 20XX Relatório Tipo Dezembro de 20XX Alvim & Rocha Consultoria de Gestão, Lda. Tel.: 22 831 70 05; Fax: 22 833 12 34 Rua do Monte dos Burgos, 848 Email: mail@alvimrocha.com 4250-313 Porto www.alvimrocha.com

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS

Leia mais

DESPACHO ISEP/P/13/2010. 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos;

DESPACHO ISEP/P/13/2010. 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos; DESPACHO ISEP/P/13/2010 Considerando: 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos; 2. A necessidade de garantir a prevenção e detecção de situações

Leia mais

Ativo Nota 30/09/2014 31/12/2013 Passivo Nota 30/09/2014 31/12/2013

Ativo Nota 30/09/2014 31/12/2013 Passivo Nota 30/09/2014 31/12/2013 DUDALINA S/A BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE SETEMBRO DE 2014 (Valores expressos em milhares de reais) Ativo Nota 30/09/2014 31/12/2013 Passivo Nota 30/09/2014 31/12/2013 Circulante Circulante Caixa e equivalentes

Leia mais

ATIVO Notas 2009 2008

ATIVO Notas 2009 2008 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE ATIVO Notas 2009 2008 CIRCULANTE Caixa e bancos 20.723 188.196 Contas a receber 4 903.098 806.697 Outras contas a receber 5 121.908 115.578 Estoques 11.805 7.673

Leia mais