Arquitecturas de Software Mestrado em Engenharia Informática e de Computadores

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Arquitecturas de Software Mestrado em Engenharia Informática e de Computadores"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Arquitecturas de Software Mestrado em Engenharia Informática e de Computadores Exame 2 de Fevereiro de 2008, 9:00H 11:30H (duração 2:30H) Nome: Número: Esta prova, individual e sem consulta, tem 10 páginas com 12 perguntas. A cotação está assinalada no início de cada pergunta, entre parêntesis. Escreva o seu número em todas as folhas da prova. O tamanho das respostas deve ser limitado ao espaço fornecido para cada questão. Pode entregar a lápis. Em cima da mesa devem estar: enunciado, caneta e cartão de aluno. Também pode usar lápis e borracha. Não é permitida a utilização de: folhas de rascunho, telemóveis, calculadoras, etc. Boa sorte. 1. (2.0) Na documentação da arquitectura de um sistema de software, é comum usarem-se diferentes vistas do sistema. Essas vistas são sempre de tipos de vista diferentes ou podem existir várias vistas do mesmo tipo? Justifique a sua resposta.

2 Número: Pág. 2 de (1.5) O diagrama seguinte é a representação gráfica de uma vista do tipo componente-econector que é normalmente usada para descrever a arquitectura de alto nível de uma aplicação web. Cliente Web Servidor Web Legenda Componente cliente Componente servidor Conector pedido/resposta Neste diagrama, a sobreposição de um componente significa que podem existir várias cópias (idênticas) desse componente em execução no sistema. Ou seja, neste caso em concreto, podem existir vários clientes e vários servidores. A utilização de vários servidores neste tipo de aplicações serve não só para aumentar o desempenho, mas também para aumentar a disponibilidade do sistema, visto que quando existe uma falha num servidor os pedidos feitos a esse servidor podem ser respondidos por outros servidores. No entanto, para que a falha de um servidor não se manifeste como uma falha do sistema, é necessário que o conector de pedido/resposta tenha capacidade de failover (passagem automática de um pedido de um servidor para outro, de forma transparente para o cliente) e que os servidores partilhem entre si o estado das sessões dos clientes (por exemplo, através de broadcasts de um servidor para todos os outros servidores sempre que existem alterações no estado de uma sessão). Desenhe uma nova versão do diagrama apresentado acima, onde estes aspectos dos mecanismos de disponibilidade sejam explícitos em termos de componentes e conectores. Neste novo diagrama pretende-se, entre outras coisas, que se substitua o conector por um ou mais componentes e conectores mais simples que permitam implementar a semântica de failover do conector do diagrama original. Neste novo diagrama considere que existem exactamente três servidores. Não se esqueça de incluir a legenda do diagrama, indicando claramente qual o tipo de cada componente e conector.

3 Número: Pág. 3 de (2.0) A relação entre módulos no estilo arquitectural Utilização pode ter qualquer topologia. No entanto, essa relação é mais útil se formar um grafo dirigido acíclico e se relacionar apenas os módulos folha de uma árvore de decomposição. Porquê? O texto a seguir estabelece o contexto para as perguntas 4 a 8, que se lhe seguem. Por isso, leia-o com muita atenção. Em Portugal, como noutros países, existem várias cadeias de comércio a retalho, que detêm um grande número de pontos de venda, desde supermercados a grandes superfícies comerciais (hipermercados). Para suportar a gestão dos produtos comercializados por estas cadeias de distribuição, pretende-se desenvolver um sistema informático o RETA- LHIX. De seguida apresenta-se uma breve descrição do domínio do problema e de alguns dos requisitos pretendidos para o sistema. As lojas destas cadeias de distribuição funcionam em modo de self-service. Ou seja, os clientes retiram directamente das prateleiras da área de exposição da loja os produtos que pretendem e colocam-nos num carrinho de compras. No final, dirigem-se a uma das caixas da loja, onde todos os produtos são passados por um leitor de código de barras para serem facturados. Naturalmente, à medida que os clientes vão retirando os produtos das prateleiras, os produtos vão-se acabando, pelo que é necessário proceder à reposição dos produtos nas prateleiras rapidamente. Esta tarefa é desempenhada por funcionários da loja (os repositores) que trazem novos produtos do armazém local da loja e os colocam nas prateleiras. Algumas lojas têm armazéns grandes com capacidade para muitos produtos, mas outras lojas mais pequenas têm armazéns mais pequenos, com uma capacidade bastante mais reduzida. Esta última situação acontece predominantemente em lojas que se situam dentro de grandes centros urbanos. Nestes casos, é normal existir um armazém de zona maior, pertencente à mesma cadeia, que tem como finalidade abastecer os armazéns locais de cada loja dessa zona. Assim, os produtos podem entrar num armazém vindo quer

4 Número: Pág. 4 de 10 de outro armazém da cadeia, quer directamente dos fornecedores. O RETALHIX tem como principal finalidade permitir fazer a gestão dos produtos de uma loja. Algumas das funcionalidades pretendidas para o sistema são as seguintes: Deve manter a informação sobre os produtos existentes nas prateleiras, de modo a poder indicar que produtos precisam de ser repostos porque estão a acabar nas prateleiras da loja. Naturalmente, a reposição não pode ser feita apenas quando o número de produtos chega a zero, porque só se sabe que um produto foi retirado da prateleira depois de ter passado na caixa, mas podem existir produtos nos carrinhos dos clientes que ainda não passaram pela caixa. Deve manter também a informação sobre os produtos existentes em armazém, de modo a encomendar automaticamente novos produtos assim que estes estiverem perto de acabar. A política de encomendas varia, não só em função do tipo de produto (tendo em conta, por exemplo, a validade dos produtos e a sua sazonalidade), mas também em função do fornecedor. Por outro lado, as encomendas podem ser feitas directamente aos fornecedores ou então serem feitas a outro armazém da cadeia. A forma de fazer a encomenda varia de um caso para o outro, embora a informação necessária para a realizar seja a mesma em ambos os casos. Sempre que um repositor movimenta produtos do armazém para as prateleiras, deve informar o sistema dessa operação. Para isso, utiliza um terminal localizado na saída do armazém para a loja, que possui um leitor de código de barras pelo qual o repositor passa cada um dos contentores dos produtos que vai repor. Desta forma, o sistema é informado da quantidade de produtos que transitam do armazém para a loja. De modo análogo, sempre que novos produtos entram no armazém, o sistema deve ser informado. Os funcionários que tratam das entradas no armazém não são os mesmos que repõem os produtos nas prateleiras. Para além disso, a informação a introduzir no sistema quando existe uma entrada em armazém é bastante diferente da informação a introduzir quando se faz uma reposição. Por vezes, os repositores retiram produtos das prateleiras e levam-nos para o armazém (por exemplo, porque os produtos passaram da validade). Este tipo de movimentação de produtos deve poder ser registado no sistema também. Note-se que estes produtos não podem voltar a ser repostos nas prateleiras mais tarde. Deve ser possível alterar rapidamente os preços dos produtos. Esta tarefa é desempenhada por funcionários que trabalham nos escritórios da loja, e que alteram os preços frequentemente devido às mais variadas razões: novas acções de promoção, necessidade de escoar stocks, aproximação do fim de prazos de validade, etc. O sistema deve auxiliar estes utilizadores nas alterações de preços, indicando, por exemplo, que produtos estão perto do fim da validade. A alteração dos preços dos produtos não deve obrigar à actualização de cada caixa individualmente. Os funcionários dos escritórios devem poder fazer também toda a gestão dos fornecedores, dos produtos (a sua catalogação e caracterização, por exemplo), e das encomendas de novos produtos. Deve permitir ainda aos funcionários dos escritórios obter diferentes tipos de relatórios de facturação e de gráficos que permitam analisar a evolução das vendas

5 Número: Pág. 5 de 10 de determinados produtos. É com base em alguns destes instrumentos que determinadas decisões de acções de promoção, ou de encomendas, por exemplo, são tomadas. O aspecto mais crítico para o funcionamento de uma loja é a correcta operação das caixas, visto que o não funcionamento das caixas afecta directamente os clientes e a sua possibilidade de comprar produtos. Por isso, deve ser possível existir sempre algumas caixas a funcionar. Para além disso, o tempo de registo de cada produto na caixa (que inclui a obtenção do preço do produto e a indicação desse preço ao cliente no mostrador da caixa) deve ser inferior a metade do intervalo de tempo que um funcionário da caixa demora, em média, entre a passagem de dois produtos pelo leitor de código de barras. Esta descrição é, naturalmente, insuficiente para se poder implementar o sistema RETA- LHIX. No entanto, é suficiente para se fazer o esboço da sua arquitectura de software. As cinco perguntas que se seguem têm precisamente como objectivo elaborar parte desse esboço. Na resposta a estas perguntas não se pretende que apresente uma solução completa e muito detalhada para este problema, mas apenas que apresente os primeiros níveis do desenho da sua arquitectura de software. 4. (1.5) Descreva um cenário de atributo de qualidade concreto que corresponda a um dos principais requisitos indicados na descrição do sistema RETALHIX. Indique a que atributo de qualidade corresponde o cenário apresentado. 5. (1.5) Será que o estilo Generalização, do tipo de vista módulo, é útil na descrição da arquitectura de software do RETALHIX? Justifique a sua resposta, indicando sucintamente para que serve esse estilo (se considerar útil, pode referir-se à resposta dada à pergunta seguinte).

6 Número: Pág. 6 de (2.0) Sabendo que o estilo Decomposição é um dos que é normalmente usado na descrição da arquitectura de software de um sistema, apresente uma proposta de decomposição para o sistema RETALHIX. Justifique sucintamente a solução apresentada.

7 Número: Pág. 7 de (2.0) Desenhe um diagrama de uma vista do tipo componente-e-conector, onde indique os principais componentes da arquitectura de software que propõe para o RETALHIX. Relacione essa vista com a vista do estilo decomposição apresentada anteriormente. 8. (1.5) Complemente as vistas da arquitectura de software apresentadas até agora com uma vista de Instalação (deployment) do sistema.

8 Número: Pág. 8 de (1.5) Uma aplicação web é uma solução arquitectural padronizada para muitas das aplicações empresariais feitas actualmente. No entanto, podem existir variações dentro desta solução padronizada. Apresente duas arquitecturas típicas para este tipo de aplicações considerando apenas o tipo de vista componente-e-conector. 10. (1.5) Supondo que está a usar uma base de dados relacional para guardar os dados de uma aplicação empresarial programada usando o paradigma de programação por objectos, que soluções existem para representar na base de dados uma hierarquia de classes? Descreva sucintamente as várias soluções.

9 Número: Pág. 9 de (1.5) Considere o seguinte fragmento de código, retirado do tutorial da framework Hibernate, em que se utiliza a classe Session do Hibernate: private void add toperson(long personid, String address) { Session session = HibernateUtil.getSessionFactory().getCurrentSession(); session.begintransaction(); Person aperson = (Person) session.load(person.class, personid); // The get addresses() might trigger // a lazy load of the collection aperson.get addresses().add( address); } session.gettransaction().commit(); A classe Session corresponde à implementação de um padrão da camada de acesso aos dados estudados na cadeira. Indique que padrão é esse, explicando a sua utilização no fragmento de código apresentado acima.

10 Número: Pág. 10 de (1.5) No site do Cirque du Soleil é possível escolher e comprar bilhetes para os vários espectáculos agendados desta companhia de circo. Do ponto de vista do utilizador, este sistema de compra de bilhetes funciona de acordo com a seguinte sequência: 1. Escolhe-se o espectáculo que se deseja, aparecendo um calendário com as várias datas em que este se realiza, bem como um plano da sala de espectáculos, dividida em várias secções (cada uma com o seu preço). 2. Escolhe-se uma sessão (dia e hora). 3. Indica-se o número de lugares pretendidos. Neste momento o plano da sala é actualizado de modo a que apenas as secções com um número suficiente de lugares disponíveis ficam seleccionáveis. 4. Selecciona-se a secção pretendida. Após esta selecção aparece uma nova imagem com o plano pormenorizado da secção, com algumas opções de grupos de lugares disponíveis. Para além disso, aparece ainda a seguinte indicação Escolha o(s) lugar(es) que deseja antes que o período de compra on-line se esgote, seguida de um temporizador. 5. Selecciona-se o grupo de lugares pretendidos. 6. Finaliza-se a compra, sendo necessário ainda indicar várias informações como, por exemplo, o tipo de bilhetes a comprar (adulto, criança, sénior, etc), os dados do cliente, e os dados de pagamento. Após o aparecimento do temporizador no passo 4, os restantes passos têm que ser concluídos antes de o temporizador chegar a zero. Quando o tempo está perto do fim, aparece uma janela ao utilizador a avisá-lo, permitindo-lhe pedir mais tempo. Se o utilizador não o fizer e o tempo chegar ao fim, terá que voltar ao início do passo 4. Desde que o utilizador conclua o processo de compra dentro do tempo limite, tem a garantia de conseguir comprar os bilhetes para os lugares que escolheu. De acordo com esta descrição, o sistema de reservas do Cirque du Soleil deve estar a usar o padrão PESSIMISTIC OFFLINE LOCKING como forma de controlar a concorrência. Que alterações sofreria este processo se se quisesse adoptar uma política optimista? Na sua resposta, considere dois cenários diferentes. Um primeiro cenário, em que a utilização do sistema é reduzida e é aceitável que um utilizador tenha que voltar atrás no processo. Um segundo cenário, em que a utilização do sistema é muito grande e em que se pretende minimizar a necessidade de um utilizador ter que voltar atrás no processo. Provavelmente, as alterações a fazer ao processo serão diferentes em cada cenário.

Arquitecturas de Software

Arquitecturas de Software UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Arquitecturas de Software Mestrado em Engenharia Informática e de Computadores Primeiro Exame 21 de Janeiro de 2010, 17:00H 19:00H Nome: Número:

Leia mais

Arquitecturas de Software Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores

Arquitecturas de Software Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Arquitecturas de Software Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Primeiro Teste 21 de Outubro de 2006, 9:00H 10:30H Nome: Número:

Leia mais

exercícios - cap. 4 4. Construa uma máquina de estados que ilustre os requisitos de uma máquina multibanco (levantamento de dinheiro)

exercícios - cap. 4 4. Construa uma máquina de estados que ilustre os requisitos de uma máquina multibanco (levantamento de dinheiro) 1. Equipa de desenvolvimento, clientes e utilizadores trabalham em conjunto para especificar os requisitos de um sistema. Se o sistema depois de concluído falhar, causando prejuizo físico ou financeiro,

Leia mais

Projecto de Modelação, Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos 2008-09. Requisitos para a 3ª entrega do projecto.

Projecto de Modelação, Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos 2008-09. Requisitos para a 3ª entrega do projecto. Departamento de Engenharia Informática Modelação, Engenharia de Software, Sistemas Distribuídos Requisitos para a 3ª entrega do projecto Test O Matic 10 de Maio de 2009 1 Índice 1 Índice... 1 2 Sumário...

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

IBM SmartCloud para Social Business. Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud Connections

IBM SmartCloud para Social Business. Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud Connections IBM SmartCloud para Social Business Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud Connections IBM SmartCloud para Social Business Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud

Leia mais

Akropole Catequista. Todos os Ficheiros no Akropole Catequista trabalham com uma simples barra de edição, com 4 botões:

Akropole Catequista. Todos os Ficheiros no Akropole Catequista trabalham com uma simples barra de edição, com 4 botões: Akropole Catequista O Akropole Catequista em três tempos... Este texto é um pequeno manual de introdução ao Akropole Catequista. Umas das características deste programa é o facto deste não necessitar de

Leia mais

Condições Gerais da Promoção Spain in Detail Espanha ao Detalhe

Condições Gerais da Promoção Spain in Detail Espanha ao Detalhe 1. DEFINIÇÕES Condições Gerais da Promoção Spain in Detail Espanha ao Detalhe 1.1 Promoção: refere-se à Promoção Espanha ao Detalhe organizada por TURESPAÑA, regendo-se pelos termos e condições mais à

Leia mais

Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online

Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online Integração Empresarial Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online Luís Costa - 8050120 Abril, 2012 1. Introdução Este documento apresenta detalhadamente o processo de negócio de uma

Leia mais

Enunciado de apresentação do projecto

Enunciado de apresentação do projecto Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 Enunciado de apresentação do projecto FEARSe Índice 1 Introdução... 2 2 Cenário de Enquadramento... 2 2.1 Requisitos funcionais...

Leia mais

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária)

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) http://curriculum.degois.pt Março de 2012 Versão 1.5 1 Introdução O objectivo deste guia é auxiliar o utilizador

Leia mais

O Manual do ssc. Peter H. Grasch

O Manual do ssc. Peter H. Grasch Peter H. Grasch 2 Conteúdo 1 Introdução 6 2 Usar o ssc 7 2.1 Gerir os utilizadores.................................... 7 2.1.1 Adicionar um utilizador.............................. 8 2.1.1.1 Associar-se

Leia mais

exercícios - cap. 4 1

exercícios - cap. 4 1 1 1. Equipa de desenvolvimento, clientes e utilizadores trabalham em conjunto para especificar os requisitos de um sistema. Se o sistema depois de concluído falhar, causando prejuizo físico ou financeiro,

Leia mais

AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM TECNOLOGIAS E GESTÃO MUNICIPAL DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM TECNOLOGIAS E GESTÃO MUNICIPAL DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Página 1 de 9 Provas de ingresso específicas para avaliar a capacidade para a frequência do ciclo de estudos de licenciatura, pelos titulares de um diploma de especialização tecnológica, Decreto-Lei n.º

Leia mais

Qualidades. Atributos de Qualidade. Atributos de Qualidade. Categorias de Qualidades. Arquitecturas de Software

Qualidades. Atributos de Qualidade. Atributos de Qualidade. Categorias de Qualidades. Arquitecturas de Software Arquitecturas de Software Atributos de Qualidade António Rito Silva Rito.Silva@inesc-id.pt Qualidades Nenhuma qualidade pode ser maximizada num sistema sem sacrificar uma outra qualidade ou qualidades

Leia mais

Gestão de projectos na Web

Gestão de projectos na Web Gestão de projectos na Web Relatório de desenho de alto nível Versão 1.0, 5 de Maio de 2003 Telmo Pedro Gomes Amaral (mee02013@fe.up.pt) (Grupo 15) Aplicações na Web Mestrado em Engenharia Electrotécnica

Leia mais

Agentes Autónomos e Sistemas Multiagente

Agentes Autónomos e Sistemas Multiagente Instituto Superior Técnico Licenciatura e Mestrado em Engenharia Informática e de Computadores Campus Alameda e Tagus Park Agentes Autónomos e Sistemas Multiagente Nome: 2 o Exame 21 de Julho de 2005 17:00h

Leia mais

Facturação Guia do Utilizador

Facturação Guia do Utilizador Facturação Guia do Utilizador Facturação Como se utiliza 2 1 Como se utiliza Todas as opções do sistema estão acessíveis através do menu: ou do menu: O Menu caracteriza-se pelas seguintes funcionalidades:

Leia mais

Departamento de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores

Departamento de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Trabalho prático Sistemas

Leia mais

A Ergonomia e os Sistemas de Informação. Ivo Gomes

A Ergonomia e os Sistemas de Informação. Ivo Gomes A Ergonomia e os Sistemas de Informação Ivo Gomes A Ergonomia e os Sistemas de Informação Para a maior parte das pessoas, a ergonomia serve para fazer cadeiras mais confortáveis, mobiliário de escritório

Leia mais

TIC Tecnologias da Informação e Comunicação 10º Ano

TIC Tecnologias da Informação e Comunicação 10º Ano TIC Tecnologias da Informação e Comunicação 10º Ano Unidades Conteúdos Objectivos Gerais Nº Aulas (tempos) Módulo 1 Folha de Cálculo Microsoft Excel 2010 Introdução à folha de cálculo o Personalização

Leia mais

Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Sistemas Digitais 2010/2011 Instituto Superior Técnico - Universidade Técnica de Lisboa

Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Sistemas Digitais 2010/2011 Instituto Superior Técnico - Universidade Técnica de Lisboa SISTEMAS DIGITAIS Ambiente de Trabalho e Portas Lógicas (Hardware) Objectivo: Este trabalho destina-se a pôr os alunos em contacto com o equipamento do laboratório, com os componentes a utilizar e com

Leia mais

Manual do GesFiliais

Manual do GesFiliais Manual do GesFiliais Introdução... 3 Arquitectura e Interligação dos elementos do sistema... 4 Configuração do GesPOS Back-Office... 7 Utilização do GesFiliais... 12 Outros modos de utilização do GesFiliais...

Leia mais

Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software

Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software Questionário Taxinómico do Software Engineering Institute António Miguel 1. Constrangimentos do Projecto Os Constrangimentos ao Projecto referem-se

Leia mais

Resolução de avarias de MPEG

Resolução de avarias de MPEG Resolução de avarias de MPEG Esta secção é para utilizadores de cardiologia que visualizam MPEGs. Consulte os seguintes tópicos para o ajudarem a resolver problemas detectados ao visualizar MPEGs. Componentes

Leia mais

Controle e execute tudo o que está relacionado com Pessoal e Salários com um software eficaz e preparado para completar todas as tarefas nesta área

Controle e execute tudo o que está relacionado com Pessoal e Salários com um software eficaz e preparado para completar todas as tarefas nesta área Descritivo completo Pessoal 2008 Controle e execute tudo o que está relacionado com Pessoal e Salários com um software eficaz e preparado para completar todas as tarefas nesta área Benefícios Solução completa;

Leia mais

UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes

UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes I Classes... 2 II Relações... 3 II. Associações... 3 II.2 Generalização... 9 III Exemplos de Modelos... III. Tabelas de IRS... III.2 Exames...3 III.3

Leia mais

PHC POS BENEFÍCIOS. _Fácil adaptação dos utilizadores, fácil aprendizagem. _Controlo total sobre valores e stocks da loja

PHC POS BENEFÍCIOS. _Fácil adaptação dos utilizadores, fácil aprendizagem. _Controlo total sobre valores e stocks da loja Com a solucão de POS da PHC, além de deter o controlo total sobre a actividade da loja, consegue que os utilizadores se adaptem rapidamente à solucão, dada a facilidade de utilizacão. PHC POS Controle

Leia mais

Regulamento Setembro de 2013

Regulamento Setembro de 2013 Regulamento Setembro de 2013 1. ÂMBITO E ESTRUTURA A Biblioteca da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão é uma unidade documental que adquire, processa e disponibiliza informação especializada

Leia mais

4.1. UML Diagramas de casos de uso

4.1. UML Diagramas de casos de uso Engenharia de Software 4.1. UML Diagramas de casos de uso Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Utilizados para ajudar na análise de requisitos Através da forma como o utilizador usa o sistema

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

Alteração do POC (Decreto de Lei nº. 35/2005) no sispoc

Alteração do POC (Decreto de Lei nº. 35/2005) no sispoc DOSPrinter Manual do Utilizador Alteração do POC (Decreto de Lei nº. 35/2005) no sispoc Data última versão: 20.03.2006 Versão : 1.1 Data criação: 01.03.2006 Faro R. Dr. José Filipe Alvares, 31 8005-220

Leia mais

Exercícios - Enunciados

Exercícios - Enunciados Exercícios - Diagrama de Classes Transposição SQL Exercícios Diagrama de Classes (UML) Notas de Avaliações Agenda Contactos Gestão de Projectos Multibanco Vendedores Estatística de Vendas Rodoviária Metropolitano

Leia mais

COMO LIGAR E CONFIGURAR

COMO LIGAR E CONFIGURAR 1 2 GUIA DE INSTALAÇÃO RÁPIDA COMO LIGAR E CONFIGURAR carregar a bateria O utilizador deverá, em primeiro lugar, carregar a bateria do sistema. A primeira carga deverá ter um tempo ininterrupto de 6 horas.

Leia mais

PAINEL DE ADMINISTRADOR

PAINEL DE ADMINISTRADOR PAINEL DE ADMINISTRADOR IMPORTANTE: O Painel de administrador APENAS deverá ser utilizado pelo responsável do sistema. são: Nesta aplicação, poderá configurar todo o sistema de facturação. As opções do

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. EcclesiaSoft 2012. v.01

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. EcclesiaSoft 2012. v.01 MANUAL DE UTILIZAÇÃO EcclesiaSoft 2012 v.01 1 CONTEÚDO 1. Apresentação:... 4 2. Instalação... 5 3. Configurações iniciais... 5 4. Secretaria... 6 4.1. Criação de uma nova ficha... 8 4.2. Listagem de Pessoas...

Leia mais

Os serviços mais conhecidos em todo o mundo são o Blogger e o WordPress. Em Portugal existem o Blogs no Sapo e o Weblog.com.pt.

Os serviços mais conhecidos em todo o mundo são o Blogger e o WordPress. Em Portugal existem o Blogs no Sapo e o Weblog.com.pt. Como fazer um Blog? Jose reis lagarto 1. O que é um blog? Um weblog ou blog é um página da Web cujas actualizações (chamadas posts) são organizado cronologicamente (como um histórico ou diário). Estes

Leia mais

Política de Privacidade da Plataforma Comercial de Viagens Travelport para o GDS

Política de Privacidade da Plataforma Comercial de Viagens Travelport para o GDS Política de Privacidade da Plataforma Comercial de Viagens Travelport para o GDS Bem-vindo/a a este website da Travelport. Na Travelport reconhecemos a importância de proteger a privacidade dos dados pessoais

Leia mais

Bem-vindo ao tópico sobre administração de listas de preços.

Bem-vindo ao tópico sobre administração de listas de preços. Bem-vindo ao tópico sobre administração de listas de preços. Nesse tópico, você aprenderá a administrar listas de preços no SAP Business One. Sua empresa atualiza múltiplas listas de preços para fornecer

Leia mais

Manual do Utilizador. Manual do Utilizador Modelo10 no sisgep. Data última versão: 16.02.2007 Versão : 1.2. Data criação: 26.02.

Manual do Utilizador. Manual do Utilizador Modelo10 no sisgep. Data última versão: 16.02.2007 Versão : 1.2. Data criação: 26.02. Manual do Utilizador Modelo10 no sisgep Manual do Utilizador Modelo10 no sisgep Data última versão: 16.02.2007 Versão : 1.2 Data criação: 26.02.2004 Faro R. Dr. José Filipe Alvares, 31 8005-220 FARO Telf.

Leia mais

Alterações ao Gestor de Documentos

Alterações ao Gestor de Documentos Procuraremos neste documento descrever algumas das alterações mais significativas implementadas na versão 3.5 do Gestor de Documentos, principalmente no que respeita às modificações a implementar por força

Leia mais

Engenharia Informática

Engenharia Informática Escola Superior de Ciência e Tecnologia Engenharia Informática Análise de Sistemas Informáticos 3º ano Exame 12 de Julho de 2006 Docentes: José Correia e João Paulo Rodrigues Duração: 90 m; Tolerância:

Leia mais

Descrição do Serviço Diagnóstico no Local

Descrição do Serviço Diagnóstico no Local Apresentação do serviço A Dell tem o prazer de fornecer o Serviço de (o Serviço ) de acordo com este documento (a Descrição do Serviço ). Este fornece actividades opcionais de diagnóstico no local na empresa

Leia mais

Como enviar e receber correio eletrónico utilizando o Gmail

Como enviar e receber correio eletrónico utilizando o Gmail Como enviar e receber correio eletrónico utilizando o Gmail Este módulo pressupõe que que já tenha criado uma conta de correio eletrónico no Gmail (caso já não se recorde como deve fazer, consulte o nosso

Leia mais

Partilha online 3.1. Edição 1

Partilha online 3.1. Edição 1 Partilha online 3.1 Edição 1 2008 Nokia. Todos os direitos reservados. Nokia, Nokia Connecting People e Nseries são marcas comerciais ou marcas registadas da Nokia Corporation. Nokia tune é uma marca sonora

Leia mais

Guia da Internet. Página 1

Guia da Internet. Página 1 Guia da Internet Utilização da Internet Introdução... 2 Alguns conceitos básicos... 2 Endereços (URL)... 2 Páginas Web... 3 Abrir o Internet Explorer... 3 O ecrã do Internet Explorer... 4 A Barra de Ferramentas

Leia mais

Objectivos Gerais da Aplicação 5 Requisitos Mínimos e Recomendados 5 Processo de Instalação 6

Objectivos Gerais da Aplicação 5 Requisitos Mínimos e Recomendados 5 Processo de Instalação 6 MANUAL DO UTILIZADOR A informação contida neste manual, pode ser alterada sem qualquer aviso prévio. A Estratega Software, apesar dos esforços constantes de actualização deste manual e do produto de software,

Leia mais

Documentação Processo de Aprovação de Peças de Produção (Aprovação de Amostras Iniciais)

Documentação Processo de Aprovação de Peças de Produção (Aprovação de Amostras Iniciais) Documentação Processo de Aprovação de Peças de Produção (Aprovação de Amostras Iniciais) Normas de Trabalho Confidencial, todos os direitos reservados. Observar ISO 16016 Novembro de 2005 VN 3205 ICS 01.

Leia mais

Gestor de ligações Manual do Utilizador

Gestor de ligações Manual do Utilizador Gestor de ligações Manual do Utilizador 1.0ª Edição PT 2010 Nokia. Todos os direitos reservados. Nokia, Nokia Connecting People e o logótipo Nokia Original Accessories são marcas comerciais ou marcas registadas

Leia mais

MAGic. Software para ampliação de ecrã

MAGic. Software para ampliação de ecrã MAGic Software para ampliação de ecrã Introdução: O MAGic é uma solução de software ideal tanto para os utilizadores de computador com baixa visão, como para todos aqueles que passam muito tempo à frente

Leia mais

paradigma WBC Public - compra direta Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.0

paradigma WBC Public - compra direta Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.0 paradigma WBC Public - compra direta Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.0 agosto de 2007 As informações contidas neste documento, incluíndo quaisquer URLs e outras possíveis referências a

Leia mais

PHC Logística CS. ππ Redução de custos operacionais ππ Inventariação mais correcta e fiável ππ Optimização do tempo

PHC Logística CS. ππ Redução de custos operacionais ππ Inventariação mais correcta e fiável ππ Optimização do tempo PHCLogística CS DESCRITIVO O módulo PHC Logística permite fazer o tracking total de uma mercadoria: desde a sua recepção, passando pelo seu armazenamento, até à expedição. PHC Logística CS A solução para

Leia mais

Termos e Condições da One.com v.09 Os seguintes termos são aplicáveis na One.com a partir de 1 de Setembro de 2015. 1. Subscrição:

Termos e Condições da One.com v.09 Os seguintes termos são aplicáveis na One.com a partir de 1 de Setembro de 2015. 1. Subscrição: Termos e Condições da One.com v.09 Os seguintes termos são aplicáveis na One.com a partir de 1 de Setembro de 2015. 1. Subscrição: Uma subscrição de um espaço web da One.com oferece acesso aos servidores

Leia mais

Bases de Dados 2007/2008 Exame

Bases de Dados 2007/2008 Exame Exame 11 de Janeiro de 2007 Instituto Superior Técnico Departamento de Engenharia Informática Regras O exame tem a duração de 2h30m. A folha de capa deve ser identificada com o nome e número do aluno.

Leia mais

Nome COMPLETO: Nº: Leia atentamente as notas que se seguem. Só depois deve iniciar o exame.

Nome COMPLETO: Nº: Leia atentamente as notas que se seguem. Só depois deve iniciar o exame. Departamento de Informática FCT/UNL Métodos de Desenvolvimento de Software Época Normal, 28 de Junho de 2011 Nome COMPLETO: Nº: Leia atentamente as notas que se seguem. Só depois deve iniciar o exame.

Leia mais

DotNetNuke. Gestão de Conteúdos. Módulos - II. Inserção de conteúdos nos módulos. Módulo de Text/HTML. Módulo de Sre-Notícias. Módulo de Sre-Formação

DotNetNuke. Gestão de Conteúdos. Módulos - II. Inserção de conteúdos nos módulos. Módulo de Text/HTML. Módulo de Sre-Notícias. Módulo de Sre-Formação Gestão de Conteúdos DotNetNuke Módulos - II Inserção de conteúdos nos módulos Módulo de Text/HTML Módulo de Sre-Notícias Módulo de Sre-Formação Conteúdos dos módulos Na lição: Módulos-I já foi dito que

Leia mais

Manual de Utilizador. Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais. Escola Superior de Tecnologia. Instituto Politécnico de Castelo Branco

Manual de Utilizador. Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais. Escola Superior de Tecnologia. Instituto Politécnico de Castelo Branco Escola Superior de Tecnologia Instituto Politécnico de Castelo Branco Departamento de Informática Curso de Engenharia Informática Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais Ano Lectivo de 2005/2006

Leia mais

Soluções Web Centradas no Utilizador. Ivo Gomes

Soluções Web Centradas no Utilizador. Ivo Gomes Soluções Web Centradas no Utilizador Ivo Gomes 1 Soluções Web Centradas no Utilizador Os interfaces gráficos foram desenvolvidos para dar controlo às pessoas sobre os seus computadores. Colmatar as necessidades

Leia mais

KF2.4 MANUAL DE UTILIZADOR

KF2.4 MANUAL DE UTILIZADOR MANUAL DE UTILIZADOR Conteúdo Marcas comerciais IKIMOBILE é uma marca registada da Univercosmos, Lda., uma empresa do Grupo FF, com uma participação na Technology Solutions IT INT. Android e Google Search

Leia mais

Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos. Enunciado Geral do Projecto

Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos. Enunciado Geral do Projecto LEIC-A, LEIC-T, LETI, MEIC-T, MEIC-A Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos 2 o Semestre 2013/2014 Enunciado Geral do Projecto O objectivo do projecto é criar uma solução informática que facilite

Leia mais

MICROSOFT ACCESS MICROSOFT ACCESS. Professor Rafael Vieira Professor Rafael Vieira

MICROSOFT ACCESS MICROSOFT ACCESS. Professor Rafael Vieira Professor Rafael Vieira MICROSOFT ACCESS MICROSOFT ACCESS Professor Rafael Vieira Professor Rafael Vieira - Access - Programa de base de dados relacional funciona em Windows Elementos de uma Base de Dados: Tabelas Consultas Formulários

Leia mais

Os Computadores estão em todo o lado

Os Computadores estão em todo o lado Os Computadores estão em todo o lado => Os computadores na administração pública O governo dos Estados Unidos foi um dos primeiros utilizadores dos computadores durante a segunda Guerra Mundial e com a

Leia mais

Sistemas Operativos I

Sistemas Operativos I Arquitectura de um Computador Maria João Viamonte / Luis Lino Ferreira Fevereiro de 2006 Sumário Arquitectura de um Computador Estrutura de I/O Estrutura de Armazenamento Hierarquia de Armazenamento Protecção

Leia mais

Conference For You C4U v. 0.13

Conference For You C4U v. 0.13 Departamento de Informática Conference For You C4U v. 0.13 Projecto Integrador 2012/2013 Licenciatura em Engenharia Informática Preparado por: João Regateiro nº 28994 Miguel Silva nº 28508 Ricardo Monteiro

Leia mais

Sistema Nacional de Certificação Energética de Edifícios (SCE) Paulo Santos / ADENE PORTUGAL

Sistema Nacional de Certificação Energética de Edifícios (SCE) Paulo Santos / ADENE PORTUGAL Sistema Nacional de Certificação Energética de Edifícios (SCE) Paulo Santos / ADENE PORTUGAL Inmetro, Brasil, 14 e 15 de Maio 2012 ÍNDICE ADENE - Apresentação Enquadramento e introdução ao SCE Formação

Leia mais

Catálogo IDA de INSTRUMENTOS e TÉCNICAS COMUNS. Interchange of Data between Administrations COMISSÃO EUROPEIA

Catálogo IDA de INSTRUMENTOS e TÉCNICAS COMUNS. Interchange of Data between Administrations COMISSÃO EUROPEIA Interchange of Data between Administrations COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO- GERAL DA EMPRESA INTERCHANGE OF DATA BETWEEN ADMINISTRATIONS PROGRAMME Catálogo IDA de INSTRUMENTOS Interchange of Data between Administrations

Leia mais

Como produzir e publicar uma apresentação online dinâmica (Prezi)

Como produzir e publicar uma apresentação online dinâmica (Prezi) Como produzir e publicar uma apresentação online dinâmica (Prezi) Este módulo irá ensinar-lhe como produzir e publicar uma apresentação online dinâmica usando o programa Prezi. A produção de uma apresentação

Leia mais

Trabalho de Desenvolvimento de Sistemas de Software GereComSaber 2ª Fase

Trabalho de Desenvolvimento de Sistemas de Software GereComSaber 2ª Fase Universidade do Minho Departamento de Informática Desenvolvimento de Sistemas de Software Trabalho de Desenvolvimento de Sistemas de Software GereComSaber 2ª Fase Luana Georgia Lopes Telha nº 49379 Luís

Leia mais

Departamento de Informática

Departamento de Informática Departamento de Informática Licenciatura em Engenharia Informática Sistemas Distribuídos 1ª chamada, 9 de Janeiro de 2009 1º Semestre, 2009/2010 NOTAS: Leia com atenção cada questão antes de responder.

Leia mais

- 1 - RESUMO SISTEMA DE MEDIÇÃO DE CONSUMOS DE LINHA DA CANELA EM TEMPO REAL

- 1 - RESUMO SISTEMA DE MEDIÇÃO DE CONSUMOS DE LINHA DA CANELA EM TEMPO REAL - 1 - RESUMO SISTEMA DE MEDIÇÃO DE CONSUMOS DE LINHA DA CANELA EM TEMPO REAL A invenção consiste num sistema de medida em tempo real dos consumos de linha da canela em máquinas de ponto preso (classe 300

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS.

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS Documento Justificativo Fevereiro de 2007 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel:

Leia mais

Rentabilize a sua assistência pós-venda e, em simultâneo, surpreenda os seus clientes com o seu profissionalismo

Rentabilize a sua assistência pós-venda e, em simultâneo, surpreenda os seus clientes com o seu profissionalismo PHC Suporte CS DESCRITIVO O PHC Suporte CS permite a qualquer empresa com assistência a clientes pós-venda, gerir todo o seu parque instalado, a actividade de suporte ao público e a performance e produtividade

Leia mais

Regulamentos da UE sobre Comércio Madeira Implementação em Portugal: ponto de situação

Regulamentos da UE sobre Comércio Madeira Implementação em Portugal: ponto de situação Regulamentos da UE sobre Comércio Madeira Implementação em Portugal: ponto de situação Lisboa, 20 Setembro 2012 Regulamentos UE sobre Comércio Madeira 1. Introdução e Enquadramento 2. Ponto de situação

Leia mais

3.1 Definições Uma classe é a descrição de um tipo de objeto.

3.1 Definições Uma classe é a descrição de um tipo de objeto. Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Classes Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação:

Leia mais

POLÍTICA DE PRIVACIDADE

POLÍTICA DE PRIVACIDADE POLÍTICA DE PRIVACIDADE Veja como protegemos suas informações. 1. DA ABRANGÊNCIA DESTA POLÍTICA DE PRIVACIDADE a. Como a Advisenet usa informações pessoais? Este documento explicita a forma pela qual a

Leia mais

Características da Câmara de Look 312P. Instalar a Câmara de Look 312P

Características da Câmara de Look 312P. Instalar a Câmara de Look 312P Características da Câmara de Look 312P 1 2 3 Objectiva Focagem manual através do ajuste da objectiva Bolsa Pode colocar o cabo na bolsa. Corpo dobrável Pode ajustar a Look 312P em diferentes posições.

Leia mais

De Arte a Ciência: Regras para o Desenho de Software

De Arte a Ciência: Regras para o Desenho de Software De Arte a Ciência: Regras para o Desenho de Software Neste artigo é apresentado um conjunto de regras de desenho um padrão de desenho universal associado ao princípio fundamental e aos requisitos axiomáticos.

Leia mais

REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS

REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS DO SECTOR DO GÁS NATURAL Fevereiro 2010 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 213 033 200 Fax:

Leia mais

SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL

SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL Manual de Utilização - Gestão de Utilizador Direcção dos Serviços de Economia do Governo da RAEM SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL

Leia mais

Instituto Superior Politécnico Gaya Escola Superior de Ciência e Tecnologia

Instituto Superior Politécnico Gaya Escola Superior de Ciência e Tecnologia Instituto Superior Politécnico Gaya Escola Superior de Ciência e Tecnologia Engenharia Informática Interligação e Gestão de Sistemas Informáticos 2006/2007 Interface WEB para Gestão de Máquinas Virtuais

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO CONCEITOS BÁSICOS 1 Necessidade das base de dados Permite guardar dados dos mais variados tipos; Permite

Leia mais

4.1.3. Diagrama de contexto

4.1.3. Diagrama de contexto 4.1.3. Diagrama de contexto 1 2 Diagrama de contexto O diagrama de contexto deve mostrar as relações estabelecidas entre o sistema e o meio ambiente, apresentando o sistema com um único processo As entradas

Leia mais

Acronis Servidor de Licença. Manual do Utilizador

Acronis Servidor de Licença. Manual do Utilizador Acronis Servidor de Licença Manual do Utilizador ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 Descrição geral... 3 1.2 Política de licenças... 3 2. SISTEMAS OPERATIVOS SUPORTADOS... 4 3. INSTALAR O SERVIDOR DE LICENÇA

Leia mais

www.tacas-software.com Guia de Instalação e Manual do Utilizador TACAS-SOFTWARE - Guia de Instalação e Manual do Utilizador

www.tacas-software.com Guia de Instalação e Manual do Utilizador TACAS-SOFTWARE - Guia de Instalação e Manual do Utilizador www.tacas-software.com Guia de Instalação e Manual do Página 1 de 37 Software de Gestão Comercial Portátil NOTA IMPORTANTE: O SEU SOFTWARE DE GESTÃO É FORNECIDO COM UM NUMERO DE IDENTIFICAÇÃO QUE SE ENCONTRA

Leia mais

Engenharia Informática Engenharia Electrotécnica e Computadores Programação Orientada por Objectos Projecto PlayCards

Engenharia Informática Engenharia Electrotécnica e Computadores Programação Orientada por Objectos Projecto PlayCards Engenharia Informática Engenharia Electrotécnica e Computadores Programação Orientada por Objectos Projecto PlayCards Pacote de Jogos de Cartas Ano Lectivo: 2006/2007 1. Introdução O objectivo deste projecto

Leia mais

Formador: Carlos Maia

Formador: Carlos Maia Formador: Carlos Maia Iniciar o MS Excel MS Excel - Introdução 1 Ajuda Se ainda não estiver visível a ajuda do Excel do lado direito do ecrã, basta clicar sobre Ajuda do Microsoft Excel no menu Ajuda,

Leia mais

Manual de Utilizador. Caderno. Recursos da Unidade Curricular. Gabinete de Ensino à Distância do IPP. http://eweb.ipportalegre.pt. ged@ipportalegre.

Manual de Utilizador. Caderno. Recursos da Unidade Curricular. Gabinete de Ensino à Distância do IPP. http://eweb.ipportalegre.pt. ged@ipportalegre. Manual de Utilizador Caderno Recursos da Unidade Curricular Gabinete de Ensino à Distância do IPP http://eweb.ipportalegre.pt ged@ipportalegre.pt Índice RECURSOS... 1 ADICIONAR E CONFIGURAR RECURSOS...

Leia mais

Modelo de Domínio vs Modelo da Aplicação

Modelo de Domínio vs Modelo da Aplicação 174 Modelo de Domínio vs Modelo da Aplicação O que é o modelo de domínio? Resposta: é antes de mais um glossário de projecto, porque Identifica os termos utilizados Representa as relações existentes entre

Leia mais

Manual de Procedimentos POSI-E3

Manual de Procedimentos POSI-E3 Manual de Procedimentos POSI-E3 13 de Abril de 2012 1 Índice 1. INTRODUÇÃO 3 2. COORDENAÇÃO GERAL 5 3. DOCENTES E DISCIPLINAS 7 3.1 INFORMAÇÃO AOS ALUNOS 7 3.2 RELAÇÕES ALUNOS / DOCENTES 8 4.1 ÁREA PEDAGÓGICA

Leia mais

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO Dia 17 de Fevereiro entrou em vigor o Regulamento (CE) n.º 261/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que estabelece regras

Leia mais

Europass Curriculum Vitae

Europass Curriculum Vitae Europass Curriculum Vitae Informação pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Morada(s) Endereço(s) de correio electrónico Telemóvel 968457470 / 915731240 Av. vieira Guimarães 30G, 2450-111 Nazaré (Portugal)

Leia mais

Papyrus: Sistema de compras de livros, uma proposta do Instituto Federal do Paraná - Campus Curitiba

Papyrus: Sistema de compras de livros, uma proposta do Instituto Federal do Paraná - Campus Curitiba Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Papyrus: Sistema de compras de livros, uma proposta do Instituto Federal do Paraná - Campus Curitiba Eutália Cristina do Nascimento Moreto (IFPR) - cristina.moreto@ifpr.edu.br

Leia mais

Sistemas e Tecnologia

Sistemas e Tecnologia Sistemas e Tecnologia 1 - Coloque todos os computadores a trabalhar em rede para facilitar o acesso A partilha de ficheiros, impressoras e a gestão de um sistema de network significa que apenas terá que

Leia mais

XPontos. Manual de Instruções

XPontos. Manual de Instruções XPontos Manual de Instruções 2 XPontos LIGAR O EQUIPAMENTO Na parte inferior do equipamento, ligar o cabo de alimentação de acordo com a ilustração. COLOCAR O ROLO PARA IMPRESSÃO Pressionar o botão OPEN

Leia mais

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA REGULAMENTO DA BIBLIOTECA O principal objectivo deste Regulamento é salvaguardar o interesse comum de todos os utentes e permitir que a Biblioteca execute as suas funções de forma eficiente e eficaz. Desta

Leia mais

Tutorial: criação de uma Ficha de Voluntário online

Tutorial: criação de uma Ficha de Voluntário online Tutorial: criação de uma Ficha de Voluntário online A pedido da Coordenação Nacional, o grupo de Coordenação Distrital de Coimbra elaborou este pequeno tutorial que ensina como criar um formulário online

Leia mais

paradigma WBC Public - pregão eletrônico Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.1

paradigma WBC Public - pregão eletrônico Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.1 paradigma WBC Public - pregão eletrônico Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.1 agosto de 2007 As informações contidas neste documento, incluíndo quaisquer URLs e outras possíveis referências

Leia mais

Manual de Transição TWT Sítio de Disciplina para Moodle 2.6

Manual de Transição TWT Sítio de Disciplina para Moodle 2.6 Universidade Católica Portuguesa Direcção de Sistemas de Informação Manual de Transição TWT Sítio de Disciplina para Moodle 2.6 Manual de utilização - Docentes DSI Outubro 2014 V2.6 ÍNDICE 1 OBJETIVO DESTE

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Curso Introdução à Informática Ano/Semestre Ano Lectivo Área Científica Dpt. EMP 1ºAno / 1ºS 2005/06 Informática DSI Professor Responsável da Disciplina Miguel Boavida Docente Co-Responsável Martinha Piteira

Leia mais

Curso:... Prova de Sistemas de Informação para Bibliotecas (21105) Nome:... Nº de Estudante:... B. I. nº... Assinatura do Vigilante:...

Curso:... Prova de Sistemas de Informação para Bibliotecas (21105) Nome:... Nº de Estudante:... B. I. nº... Assinatura do Vigilante:... Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Curso:... Prova de Sistemas de Informação para Bibliotecas (21105) Data: [Modelo] Nome:... Nº de Estudante:... B. I. nº... Assinatura do Vigilante:...

Leia mais