Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado PDDI

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1 Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado PDDI Região Metropolitana do Vale do Aço SUBPRODUTO P2.3 Diagnóstico Final Volume 4 Agosto de 2014

2 LISTA DE FIGURAS VOLUME 1 Figura 1 Mapa Aglomerado Urbano do Vale do Aço AUVA Figura 2 Mapa Taxa Média de Crescimento Anual 2000/ Figura 3 Mapa das Áreas Urbanas e Rurais da RMVA Figura 4 Organização polinucleada e linear da RMVA a partir da BR Figura 5 Mapa Micro Região do Vale do Aço Figura 6 Mapa Aglomerado Urbano do Vale do Aço AUVA Figura 7 Mapa Aglomerado Urbano Vale do Aço Figura 8 Mapa evolução da mancha urbana da RMVA de 1979 a Figura 9 Mapa RMVA, conforme Projeto de Lei nº 2.032, de 21 de maio de Figura 10 Mapa RMVA, conforme Lei Complementar nº 51, de Figura 11 Mapa Taxa Média de Crescimento Anual 2000/ Figura 12 Mapa RMVA, conforme Lei Complementar nº 122, de Figura 13 Mapa Centro Geográfico da RMVA Figura 14 Morro do Padre Rocha, em Coronel Fabriciano Figura 15 Bairro Ana Rita, com Ocupação do Esplanada ao Fundo, em Timóteo Figura 16 Relevo Figura 17 Bacias Hidrográficas da RMVA Figura 18 Ocupação de Fundo de Vale no ribeirão Ipanema, em Ipatinga Figura 19 Ocupação de Fundo de Vale no ribeirão São Domingos, em Coronel Fabriciano Figura 20 Pontos de Inundação e Alagamento da RMVA Figura 21 Cobertura Vegetal da RMVA e áreas vizinhas dos municípios limítrofes Figura 22 Unidades de Conservação na RMVA e municípios limítrofes Figura 23 Corredores Ecológicos na RMVA e Colar Metropolitano Figura 24 RMVA e Colar Metropolitano Figura 25 Mapa das áreas urbanas e rurais da RMVA Figura 26 Localização da Franja Metropoliana do Vale do Aço. REVISAR MAPA Figura 27 Unidades de Conservação e os municípios limítrofes à RMVA REVISAR MAPA Figura 28 Empreendimentos Imobiliários em Execução na Franja Metropolitana. REVISAR MAPA Figura 29 Setores Censitários e Regionais Municipais de Planejamento Figura 30 Densidade Demográfica nas Unidades de Planejamento Municipal

3 Figura 31 Predominância de Renda Domiciliar por Faixa de Renda nas Unidades de Planejamento Municipal Figura 32 Gráfico para Definidores das Centralidades da RMVA Figura 33 Centralidades da RMVA Figura 34 Centralidade Metropolitana A CentroMelo Viana Figura 35 Centralidade Metropolitana A CentroMelo Viana Figura 36 Centralidade Metropolitana A CentroVeneza Figura 37 Centralidade Metropolitana A CentroVeneza Figura 38 Centralidade Metropolitana A Centro Norte Figura 39 Centralidade Metropolitana A Centro Norte Figura 40 Centralidade Metropolitana B Bom RetiroHorto Figura 41 Centralidade Metropolitana B Bom RetiroHorto Figura 42 Centralidade Metropolitana B CanãaCidade Nobre Figura 43 Centralidade Metropolitana B Canãa Cidade Nobre Figura 44 Centralidade Metropolitana C Caladinho Figura 45 Centralidade Metropolitana C Caladinho Figura 46 Centralidade Metropolitana C Cariru Figura 47 Centralidade Metropolitana C Cariru Figura 48 Centralidade Metropolitana C Santana do Paraíso Figura 49 Centralidade Metropolitana C Santana do Paraíso Figura 50 Centralidade Serviços Públicos Figura 51 Centralidade Comércio e Serviços Figura 52 Centralidades Instituições Bancárias Figura 53 Centralidade Ensino Figura 54 Centralidades Saúde Figura 55 Gráfico padrão para os Indicadores de Desempenho Metropolitano Figura 56 Indicadores de Desempenho Metropolitano do Hospital Márcio Cunha I Figura 57 Indicadores de Desempenho Metropolitano da Justiça do Trabalho Figura 58 Espaços Livres de Uso Público na RMVA Figura 59 Localização dos Equipamentos Comunitários para Fins de Ensino na RMVA Figura 60 Localização dos Equipamentos Comunitários para Fins de Saúde na RMVA Figura 61 Localização dos Equipamentos Comunitários para Fins de Recreação e Lazer na RMVA Figura 62 Malha Viária Principal da RMVA e da Franja Metropolitana Figura 63 Eixos Metropolitanos e Centralidades por Densidade

4 Figura 64 Sistema de Transporte Ferroviário e Centralidades Regionais Figura 65 Notícia sobre o BRT na Pedro II, em Belo Horizonte Figura 66 Áreas Industriais e Unidades de Captação e Tratamento de Água na RMVA Figura 67 Localização da CRVA e das Áreas de Disposição de RCD na RMVA Figura 68 Cultivo de Eucalipto na RMVA e Parte do Colar Metropolitano Figura 69 Áreas Industriais na RMVA Figura 70 Notícia Sobre Nova Via de Acesso ao Distrito Industrial de Coronel Fabriciano Figura 71 Localização da Mina da Bemisa em Antônio Dias Figura 72 Vista da Mina da Bemisa a partir da BR Figura 73 Áreas Previstas na RMVA para Novos Empreendimentos Industriais Figura 74 Áreas para Implantação de Grandes Equipamentos em Coronel Fabriciano e Ipatinga Figura 75 Novas Áreas Identificadas pelo Eixo de Ordenamento Territorial para Grandes Equipamentos de Caráter Metropolitano Figura 76 Vista da AIMCENTRAL Figura 77 Vista da AIMNORDESTE Figura 78 Vista da AIMSUDOESTE Figura 79 Vista da AIMSUL Figura 80 Aglomerados Subnormais e as Áreas de Interesse Social da RMVA Figura 81 Áreas de Risco na RMVA Figura 82 Mancha dos Loteamentos Aprovados e Aglomerados Subnormais na RMVA em relação à Mancha Urbana Figura 83 Localização das Áreas de Interesse Social para Fins de Produção Habitacional na RMVA Figura 84 Localização das Áreas para Grandes Equipamentos Previstas pelos Municípios Figura 85 Cronologia da Evolução da Legislação Urbanística, em 29/07/ VOLUME 2 Figura 86 Região Metropolitana do Vale do Aço e Colar Metropolitano, mais seis municípios interligados à malha viária da RMVA: Inhapim, São Domingos das Dores, São Sebastião do Anta, Imbé de Minas, Ubaporanga e Piedade de Caratinga, todos a LESTE da RMVA Figura 87 "Estradão da CENIBRA" (trecho entre Coronel Fabriciano e Santana do Paraíso). Na imagem abaixo se pode notar o bom estado geral da rodovia, apesar da falta de sinalização adequada e da falta de acostamento

5 Figura 88 "Estradão da CENIBRA" (trecho entre Coronel Fabriciano e Santana do Paraíso). Notase o bom estado da rodovia Figura 89 Estradão da CENIBRA (de Antônio Dias a Ipaba do Paraíso, na BR381, passando por Coronel Fabriciano e Ipatinga, com passagem por um pequeno trecho de divisa com Mesquita). O "Estradão da CENIBRA" se configura como sendo um contorno rodoviário da RMVA, em pleno uso, apesar dos problemas de competência os trechos sob manutenção da CENIBRA são de competência de cada um desses municípios Figura 90 Mapa de distribuição da população pelas centralidades definidas inicialmente. Ver nota sobre a definição das centralidades Figura 91 A caracterização dos vetores de expansão urbana permite diferentes critérios de planejamento urbano Figura 92 Mapa das principais polarizações e movimentos pendurares internos e externos. O diâmetro dos círculos é referente à população total de cada uma das regiões de polarização em torno da RMVA (círculo vermelho) Figura 93 Hierarquia viária atual, possíveis vias e vetores de expansão da RMVA Figura 94 Mapa de densidade por centralidade e hierarquia viária Figura 95 Matéria publicada no Jornal O Tempo sobre a abertura do processo de licitação para renovar a frota de ônibus intermunicipais em todas as regiões do Estado de Minas Gerais e criação de novas linhas Figura 96 Mapa esquemático das rotas do sistema atual de transporte público da RMVA por ônibus. Sistema atual ponta a ponta Figura 97 Mapa de algumas das principais rotas que compõem o atual sistema de transporte público na RMVA por ônibus Figura 98 Exemplo da RMVA, de um sistema de linhas troncais, como poderia vir a ser proposto, após estudos adequados, para o transporte público por ônibus Figura 99 Matéria publicada no Jornal Estado de Minas sobre alternativas de novos combustíveis que possam reduzir o impacto da poluição do transporte coletivo na saúde, como o bicombustível e o GNV (Gás Natural Veicular) Figura 100 Consequências da ineficiência do transporte público Figura 101 Trecho da MG232, entre o bairro Industrial e o centro da sede de Santana do Paraíso, de alta periculosidade pela falta de ciclovias e fluxo intenso Figura 102 Trecho Bairro Industrial (Sant. Paraíso) ao Bairro Jardim Panorama (Ipatinga). No trecho analisado, apenas 250m está sem ciclovia (linha roxa), na divisa dos municípios de Ipatinga e Santana do Paraíso.O segmento restante conta com ciclovia, mas não apresenta boas condições e necessita de manutenção urgente

6 Figura 103 Trecho Bairro Novo Cruzeiro, Centro e Vila Ipanema (Ipatinga) em condições ruins (rotatória do Jardim Panorama) e ciclofaixa ao lado da BR458 são os segmentos mais perigosos da região Figura 104 Travessias do Rio Doce: 1) travessia por balsa de Cachoeira Escura (distrito de Perpétuo Socorro em Belo Oriente) até São Lourenço (distrito de Bugre). Trajeto de mais de 90km em linha branca; 2) travessia por canoa, entre Ipaba do Paraíso (distrito de Santana do Paraíso) e Ipaba (sede do município). Trajeto de mais de 40km em linha vermelha Figura 105 Travessia entre Perpétuo Socorro e São Lourenço, pelo Rio Doce, em trecho de cerca de 200m em balsas precárias (canoas atravessadas transversalmente por tábuas) Figura 106 Balsa sobre o Rio Doce, ligando comunidade de São Lourenço, no município de Bugre MG e Cachoeira Escura, distrito de Belo Oriente, MG Figura 107 Mapa com a localização de balsas, dragas, obstáculos, porto de canoas e travessias existentes na RMVA Figura 108 O Aeroporto Usiminas (IPN) é um aeroporto doméstico que serve a toda a Região Metropolitana do Vale do Aço. Encontrase instalado próximo ao distrito industrial do município de Santana do Paraíso, a 3 km do centro de Ipatinga Figura 109 Pista do Aeroporto Usiminas após a reforma Figura 110 Acima, parte de uma matéria de jornal sobre o projeto da ferrovia transcontinental EF Figura 111 Estudo da EF354, chamada Ferrovia Transcontinental (ligação entre os oceanos Atlântico e Pacífico), passando por Ipatinga, em que o projeto integral ainda não foi contratado. Parte da malha ferroviária teria que ser apenas reformada, mas o trecho a partir de Bom Jesus do Galho (antiga rede EF Leopoldina) teria que ser projetado e construído, talvez passando por Santana do Paraíso, e não por Ipatinga Figura 112 Para análise da situação atual de segurança e sinalização, foram percorridos alguns trajetos na RMVA, em que há mais tráfego, assim, foram definidos eixos para análise Figura 113 BR381 (Coronel Fabriciano) A sinalização no eixo analisado é muito precária. Não há sinalização em muitas áreas e as placas existentes não obedecem ao padrão do DENATRAN, especialmente quanto a tamanhos. Observase, na imagem, a placa de lombada (à esquerda) em tamanho correto, enquanto as placas mais adiante, do mesmo lado e do lado direito da pista, estão muito menores do que o regulamentado para vias urbanas

7 Figura 114 BR381 (Coronel Fabriciano) Notamse, na foto, placas de sinalização sobrepostas e irregulares Figura 115 Defensa dentro da norma na cidade de Ipatinga Figura 116 Mapa com indicação de lombadas fora do padrão no Eixo analisado e em que todas as lombadas estão fora dos padrões legais e normativos, especialmente quanto à sinalização Figura 116 Irregularidades e falta de continuidade no piso, na cidade de Ipatinga Figura 118 Calçamento degradado e sem manutenção na cidade de Cel. Fabriciano Figura 119 Calçada estreita, na cidade de Santana do Paraíso. A largura mínima, conforme a ABNT, é de 1,20m Figura 120 Degraus e outros obstáculos que dificultam a circulação na cidade de Ipatinga. 328 Figura 121 Obstáculos que dificultam a circulação, a drenagem, o estacionamento e presentam intervenções particulares danosas ao espaço público na cidade de Ipatinga Figura 122 Árvores/ obstáculos que dificultam a circulação na cidade de Cel. Fabriciano Figura 123 Além da sinalização apagada, observase que a travessia de pedestres do canteiro central coincide com a lombada, onde, devido à falta de faixa de travessia, o pedestre seria obrigado a atravessar se equilibrando sobre a lombada (Bairro Ferroviários em IpatingaMG) Figura 124 Além da sinalização horizontal apagada, observa alguns metros à frente da foto anterior, (Ver Figura 38) uma faixa de travessia de pedestres, em que, a falta de calçada no canteiro central, obriga o pedestre a retornar ou a atravessar por cima do gramado (Bairro Ferroviários em IpatingaMG) Figura 125 Além da sinalização horizontal apagada, observamse confusas sobreposições em que a faixa de travessia (mal localizada) para pedestres também é a demarcação de uma vaga de estacionamento no Bairro Horto em IpatingaMG Figura 126 Calçada larga, com sinalização e paisagismo para proteção e conforto, na cidade de Timóteo, mas observase uma estranha interrupção da faixa de pedestres Figura 127 Curitiba (RIT), primeiro BRT no Brasil e que funciona como modelo em todo o país. Notese o espaço necessário no perfil de uma avenida Figura 128 MOVE BRT de Belo Horizonte, ainda em fase de testes Figura 129 VLT de Sttutgart na Alemanha Figura 130 VLT elétrico de Amsterdam. Observase o trânsito compartilhado com pedestres

8 Figura 131 VLT diesel (mobile) da empresa cearense Bom Sinal, uma das fabricantes de VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos) do Brasil. Podese observar que o VLT diesel depende de plataformas altas, similares às do BRT e às dos ônibus comuns, o que facilitaria a interligação. Podese observar também que o VLT diesel, assim como os trens, ocupa faixas relativamente estreitas, entre 3 e 5m de largura Figura 132 Esquema de sistema de integração com linhas alimentadoras, linha troncal, estações e terminais Figura 133 Estrada de Ferro Vitória/Minas e o TRAÇO (Trem Metropolitano do Vale do Aço) possível sistema de transporte de massa que pode vir a ser implantado na região Figura 134 Possíveis ligações e estações integradoras a serem implantadas em um horizonte futuro de 20 a 35 anos Figura 135 Etapas Iniciais e reefetivação da Estrada de Ferro Caminho das Águas em Ipatinga Figura 136 Abaixo, na comparação com os chamados países BRIC, se percebe a péssima posição do Brasil em tipos de sistemas de transporte Figura 137 O modelo concorrente de cooperação dos entes federados, por si só, já apresenta dificuldades para o trabalho em conjunto. A ausência de uma instância metropolitana traz mais dificuldades Figura 138 A estrutura federal responsável pela mobilidade está relativamente organizada, apesar de recente Figura 139 A estrutura de planejamento e gestão do governo estadual é relativamente bem estabelecida e ativa na região, faltando, talvez, diretrizes políticas e a definição de um arranjo cooperativo para o trabalho conjunto e integrado Figura 140 No âmbito municipal, as responsabilidades pela mobilidade se dividem de forma desigual entre as diferentes características de cada município componente da RMVA. As estruturas por município estão listadas em quadros a seguir Figura 141 Organização das responsabilidades por planejamento e gestão da mobilidade na Prefeitura Municipal de Ipatinga Figura 142 Organização das responsabilidades por planejamento e gestão da mobilidade na Prefeitura Municipal de Coronel Fabriciano Figura 143 Organização das responsabilidades por planejamento e gestão da mobilidade na Prefeitura Municipal de Santana do Paraíso Figura 144 Organização das responsabilidades por planejamento e gestão da mobilidade na Prefeitura Municipal de Timóteo

9 Figura 145 Mapa Algumas Unidades de Conservação na RMVA e Colar Metropolitano Figura 146 Mapa Uso do Solo (2009) RMVA e Colar Metropolitano Figura 147 Mapa Localização dos chacreamentos na Zona de Amortecimento do PERD e Unidade de Conservação Figura 148 Mapa Registros de fauna ameaçada de extinção em algumas cidades da RMVA e Colar Metropolitano de acordo com referências bibliográficas consultadas Figura 149 Mapa Corredor Ecológico Sossego em Caratinga Figura 150 Mapa Corredores Ecológicos na RMVA e Colar Metropolitano Figura 151 Mapa Cartograma do sistema de produção das cidades da RMVA Figura 152 Mapa Localização dos pontos críticos em termos de abastecimento de água Figura 153 Mapa Unidade do Sistema de Abastecimento de Água frente a RMVA expandida Figura 154 Mapa Chacreamentos ao redor da região metropolitana e unidades do sistema de água da RMVA Figura 155 Áreas Pretendidas pela COPASA para Implantação das ETEs (Estação de Tratamento de Esgoto) Figura 156 Mapa das unidades do sistema de esgotamento sanitário existentes e a implantar Figura 157 Mapa de esgotamento sanitário da RMVA frente à expansão urbana Figura 158 Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Timóteo Figura 159 Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Timóteo Figura 160 Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis Nova Vida Figura 161 Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis Nova Vida Figura 162 Central de Resíduos Vale do Aço Figura 163 Mapa Situação da Disposição Final de Resíduos Sólidos Urbanos na RMVA Figura 164 Aterro Sanitário de Caratinga Figura 165 Mapa áreas de disposição final de RSU (Residuos Sólidos Urbanos) cadastradas na RMVA e Colar Metropolitano Figura 166 Área do Antigo Aterro Sanitário de Ipatinga Figura 167 Antigo Lixão da Ponte Mauá Figura 168 Antigo Lixão da Ponte Mauá Figura 169 Botafora do município de Coronel Fabriciano Figura 170 Botafora do município de Coronel Fabriciano

10 Figura 171 Mapa Localização das áreas de botafora reconhecidas pelas prefeituras da RMVA Figura 172 Mapa Subbacia do Rio Piracicaba Figura 173 Mapa Bacias Hidrográficas RMVA Figura 174 Mapa Percentual da vazão de referência (Q7,10) outorgada por tipos de uso Figura 175 Enchente de 1979 no município de Coronel Fabriciano Figura 176 Mapa dos pontos de inundação identificados Figura 177 Alagamento da Avenida Magalhães Pinto, em 2009, na cidade de Coronel Fabriciano Figura 178 Alagamento da Avenida Magalhães Pinto, em 2013, na cidade de Coronel Fabriciano Figura 179 Alagamento sob o viaduto que liga o bairro Vila Ipanema ao Centro na cidade de Ipatinga Figura 180 Ponte danificada pelo transbordamento do córrego Pedra Branca em Ipatinga. 466 Figura 181 Inundação em Timóteo Bairro Cachoeira do Vale Figura 182 Ponte de alagamento no Centro Norte na cidade de Timóteo Figura 183 Obra de Drenagem na cidade de Timóteo Figura 184 Mapa Pontos de Inundação x Mancha Urbana Figura 185 Mapa Áreas Urbanas e Rurais x Áreas Inundáveis Figura 186 Mapa Densidade Populacional x Áreas Inundáveis Figura 187 Mapa Unidades Municipais de Planejamento, Zonas Industriais e APP de Curso d'água x Áreas Inundáveis Figura 188 Mapa Mancha Urbana x Nascentes Figura 189 Mapa Unidades Municipais de Planejamento, Equipamentos de Recreação e Lazer x Áreas Inundáveis Figura 190 Mapa Relação Habitação Social, Trabalho e Equipamentos Públicos x Áreas Inundáveis Figura 191 Mapa Qualidade das Águas Superficiais Média Anual Figura 192 Mapa Qualidade das Águas Superficiais Média Anual Figura 193 Mapa Qualidade das Águas Superficiais Primeiro Trimestre de Figura 194 Mapa Qualidade das Águas Superficiais Segundo Trimestre de Figura 195 Mapa Qualidade das Águas Superficiais Terceiro Trimestre de Figura 196 Organograma do SISNAMA (Sistema Nacional de Meio Ambiente) Figura 197 Organograma do SISEMA (Sistema Estadual de Meio Ambiente)

11 VOLUME 3 Figura 198 Mapa de Ocorrência de Crimes Violentos nos Municípios da RMVA, Janeiro a Outubro de Figura 199 Mapa de Ocorrência de Crimes Violentos em Coronel Fabriciano; janeiro a outubro de Figura 200 Mapa de Ocorrência de Crimes Violentos em Ipatinga; Janeiro a Outubro de Figura 201 Mapa de Ocorrência de Crimes Violentos em Santana do Paraíso; Janeiro a Outubro de Figura 202 Mapa de Ocorrências de Crimes Violentos em Timóteo; Janeiro a Outubro de Figura 203 Fórmula de cálculo do número de policiais necessários Figura 204 Representação do Sistema Único de Segurança Pública Figura 205 Sistema de Estado de Defesa Social de Minas Gerais Figura 206 Composição do Déficit Habitacional Figura 207 Mapa Déficit Habitacional Total nos Municípios da RMVA (Correspondente aos anos de 2000 e 2010) Figura 208 Déficit Habitacional nos Municípios da RMVA e do Colar Metropolitano, em Figura 209 Aglomerado Subnormais e Setores Precários na RMVA, Figura 210 Aglomerados Subnormais na RMVA, Figura 211 Distribuição Espacial dos Setores Subnormais e dos Setores Precários nos Municípios do Núcleo da RMVA Figura 212 Mapa de Distribuição dos Equipamentos de Cultura na RMVA 2013Fonte: IBGE Munic Figura 213 Mapa de localização dos bens imóveis protegidos na RMVA Figura 214 Locomotiva Maria Fumaça. Figura 215 Igreja de São Vicente de Paula no Ipaneminha, Figura 216 Fachada do Colégio Angélica em Coronel Fabriciano Figura 217 Capela São José Igreja de Cocais de Cima em Coronel Fabriciano Figura 218 Igreja Matriz de Santana do Paraíso Figura 219 Parque Estadual do Rio Doce, em Timóteo Figura 220 Mapa da Distribuição dos Equipamentos de Esporte e Lazer na RMVA Figura 221 PIB de MG Segundo Regiões de Planejamento Figura 222 Mapa uso do solo na RMVA

12 Figura 223 Mapa Distritos Industriais VOLUME 4 Figura 224 Mapa das Regiões de Planejamento de Minas Gerais Figura 225 Mapa das Mesorregiões do IBGE de Minas Gerais Figura 226 Mapa das Microrregiões do IBGE Minas Gerais

13 LISTA DE GRÁFICOS VOLUME 1 Gráfico 1 Número de Domicílios x Grau de Risco Coronel Fabriciano Gráfico 2 Número de Domicílios X Grau de Risco Ipatinga Gráfico 3 Situação Atual da Legislação Urbanística dos municípios da RMVA VOLUME 2 Gráfico 4 Gráfico comparativo do crescimento do número de veículos em relação ao número de habitantes Gráfico 5 Frota de veículos emplacados no Brasil na última década. Notase um crescimento acelerado de aproximadamente 122%, entre os anos de 2003 a Gráfico 6 Frota de veículos emplacados no Estado de Minas Gerais na última década. Notase um crescimento acelerado de aproximadamente 128%, entre os anos de 2003 a Gráfico 7 Frota de veículos emplacados na RMVA na última década. Notase um crescimento acelerado de aproximadamente 111%, entre os anos de 2003 a Gráfico 8 Gráfico comparativo do percentual de veículos emplacados no Brasil, Minas Gerais e RMVA. Devido às grandes diferenças entre os números absolutos de veículos para cada uma dessas regiões (ver os três gráficos anteriores), só é possível comparar os crescimentos quando se sobrepõem os números dos percentuais como neste gráfico. 284 Gráfico 9 Análise do tempo de deslocamento entre residência e trabalho na RMVA. Uma análise do tempo de deslocamento entre a residência e o trabalho revelou que, no Brasil, 32,2 milhões de pessoas (52,2% do total de trabalhadores que trabalhavam fora do domicílio) levavam de seis a 30 minutos para chegar ao trabalho, em 2010, e 7,0 milhões (11,4%) levavam mais de uma hora. A mesma pesquisa feita no Vale do Aço mostra que a maioria dos trabalhadores gastavam, em média, 30 minutos para se deslocar na RMVA, mas o número de trabalhadores que se deslocavam com mais de 1 hora também é expressivo, comprovando o tempo de deslocamento no Brasil Gráfico 10 Comparativo do deslocamento da população ocupada (formais e informais) que se deslocam entre municípios para trabalhar. Notase a impressionante quantidade de trabalhadores de Coronel Fabriciano e Santana do Paraíso que se deslocam, todos os dias, indo e vindo do trabalho, com ocupações principalmente em Timóteo e Ipatinga. 305 Gráfico 11 Percentual da população ocupada (trabalhadores formais e informais) que se deslocam entre municípios. Segundo a análise do IBGE, quase 12% da população brasileira ocupada, em 2010, trabalhava em município diferente daquele em que morava.

14 A mesma pesquisa também foi realizada no Vale do Aço e mostra que, entre as cidadespolo da região, Coronel Fabriciano e Santana do Paraíso têm o maior número de pessoas ocupadas que prestam serviço para outras cidades, como Timóteo e Ipatinga Gráfico 12 Percentual por tipo de transporte no Brasil. Notase que o percentual de transporte rodoviário é maior que todos os outros tipos de transportes juntos Gráfico 13 Comparativo de densidade de transporte KM/1000Km², entre Brasil, China, Canadá e México Gráfico 14 Possíveis soluções para a mobilidade, segundo pesquisa feita pelo PDDI/RMVA. 353 Gráfico 15 Potencialidades para a mobilidade, segundo pesquisa pelo PDDI/RMVA Gráfico 16 Principais problemas da mobilidade, segundo pesquisa pelo PDDI/RMVA Gráfico 17 Grau de satisfação da população em relação à aproximação de animais silvestres na RMVA e Colar Metropolitano de acordo com o estudo etnozoológico realizado Gráfico 18 Conhecimento da população acerca da caça e/ou pesca de animais na RMVA e Colar Metropolitano, de acordo com o estudo etnozoológico realizado Gráfico 19 Conhecimento da população acerca dos acidentes, envolvendo animais silvestres na RMVA e Colar Metropolitano, de acordo com o estudo etnozoológico realizado Gráfico 20 Percentual de atendimento dos serviços de água Gráfico 21 Consumo de água per capita Gráfico 22 Percentual da população total atendida X percentual da reservação total Gráfico 23 Percentual de perda de água no sistema distribuidor Gráfico 24 População urbana não conectada ao sistema público de água, em porcentagem e em números de habitantes Gráfico 25 Relação entre o volume de reservação teórica e o volume de reservação atual. 403 Gráfico 26 Percentual de atendimento dos serviços de esgotamento sanitário Gráfico 27 Variação de DQO (Demanda Química de Oxigênio) e DBO (demanda Bioquímica de Oxigênio) nos rios Doce e Piracicaba Gráfico 28 Gráfico de variação de Fósforo total e Nitrogênio, nos rios Doce e Piracicaba Gráfico 29 Gráfico de turbidez nos rio Doce e Piracicaba Gráfico 30 Cobertura dos serviços de coleta de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) na RMVA. 425 Gráfico 31 Taxa de geração per capita de resíduos na RMVA Gráfico 32 Composição gravimétrica dos RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) na RMVA e Brasil Gráfico 33 Disposição final do RSU (Residuos Sólidos Urbanos) na RMVA e colar metropolitano Gráfico 34 Distribuição dos Municípios do CMVA nas Subbacias do Rio Doce

15 VOLUME 3 Gráfico 35 Taxa de Mortalidade Infantil, RMVA, 2000, 2010 a 2012, Brasil e Minas Gerais, 2000, 2010 a Gráfico 36 Cobertura populacional da ESF, RMVA, 1998 a Gráfico 37 Número de Crimes Violentos, RMVA, Gráfico 38 Evolução do Proalfa na Rede Estadual Gráfico 39 Subíndice de Frequência Escolar no Brasil, Minas Gerais e RMVA Gráfico 40 Percentual de Crianças de 6 a 14 anos no Ensino Fundamental sem Atraso Gráfico 41 Percentual de Adolescentes de 15 a 17 anos no Ensino Médio sem Atraso Gráfico 42 Subíndice de Escolaridade Fundamental da População Adulta no Brasil, Minas Gerais e RMVA Gráfico 43 População em Idade Ativa no Brasil nos anos 1991, 2000 e Gráfico 44 Proporção de Jovens que tem Carteira Assinada Gráfico 45 Produção de Aço no Mundo Gráfico 46 Taxas de Crescimento do PIB Brasileiro Gráfico 47 Evolução do Crédito (% do PIB) Gráfico 48 Taxa de Desemprego no Brasil Gráfico 49 Crescimento da Renda Real Gráfico 50 Inflação Brasileira IPCA Gráfico 51 Evolução da Taxa Básica de Juros SELIC (%) Gráfico 52 Taxa Média de Câmbio R$/US$ Gráfico 53 Participação da Indústria de Transformação no PIB Gráfico 54 Investimentos Projetados Gráfico 55 Taxa Anual de Crescimento do PIB de MG e Brasil Gráfico 56 Composição da Indústria de Transformação em MG Gráfico 57 Exportações de Minas Gerais US$ Bilhões FOB Gráfico 58 Principais Produtos Exportados por Minas Gerais Gráfico 59 Evolução da Renda Per Capita de Minas Gerais Gráfico 60 Distribuição do PIB por Setores Econômicos Gráfico 61 Distribuição do PIB por Setores Econômicos Gráfico 62 Quadro Comparativo da Evolução do PIB de 2000 a Gráfico 63 Participação da administração pública no PIB Gráfico 64 Projeção do PIB para 2011 e Gráfico 65 Participação no PIB da RMVA Gráfico 66 Saldo de postos de trabalho criados na RMVA

16 Gráfico 67 Volume de Crédito Imobiliário na RMVA Gráfico 68 Produtos Originários da RMVA comercializados no Ceasa de Caratinga Gráfico 69 Produtos Originários da RMVA comercializados no Ceasa de Contagem Gráfico 70 Evolução das exportações na RMVA por município Gráfico 71 Evolução das Importações Brasileiras de Aços Inox, Silício e Carbono Gráfico 72 Massa de ICMS gerado de 2000 A Gráfico 73 Segmentos que compõem o ICMS em cada município Gráfico 74 Receitas Orçamentárias da RMVA Gráfico 75 Evolução das Receitas Orçamentárias por Município Gráfico 76 Índice FIRJAN de gestão fiscal IFGF 2006 A Gráfico 77 Evolução da população e renda per capita na RMVA Gráfico 78 Evolução da renda per capita Gráfico 79 Evolução do emprego e renda média no Núcleo Metropolitano Gráfico 80 Movimentação do aeroporto de Santana do Paraíso Gráfico 81 Índice de competitividade

17 LISTA DE QUADROS VOLUME 1 Quadro 1 Deslocamentos regionais entre os municípios da RMVA e do Colar Metropolitano 84 Quadro 2 Cobertura Vegetal da RMVA Quadro 3 Extensão territorial dos municípios da RMVA Quadro 4 Extensão territorial do Colar Metropolitano Quadro 5 Quadro de áreas da RMVA Quadro 6 Distâncias entre as sedes dos municípios da Franja e da RMVA Quadro 7 Extensão territorial dos municípios da Franja Metropolitana Quadro 8 Deslocamento da população ativa que trabalha nos municípios da Franja Metropolitana Quadro 9 Regionais de Planejamento Municipal Quadro 10 Indicadores de Desempenho Metropolitano Quadro 11 Déficit Habitacional da RMVA Quadro 12 População residente e domicílios em aglomerados subnormais na RMVA em Quadro 13 Pendularidade entre os municípios da RMVA VOLUME 2 Quadro 14 Comparativo entre sistemas de transporte a serem implantados de forma integrada na RMVA. Os modais com mais quadros verdes são mais integrados e mais recomendáveis do que os com mais quadros vermelhos Quadro 15 Lista contendo algumas espécies relevantes de plantas registradas na RMVA Quadro 16 Lista contendo classe, nome científico e popular de algumas espécies relevantes de animais registrados na RMVA Quadro 17 Municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço habilitados em 2013 ano referência 2012 com repasse em Quadro 18 Relação de Bens Culturais registrados na RMVA ligados as UC s exercício Quadro 19 Unidades de produção, região atendida, tipo de captação e vazão de produção Quadro 20 Resumo dos valores de IQA (Índice de Qualidade da Água) e CT (Contaminação por Tóxicos) para os pontos amostrados na bacia do rio Piracicaba dentro da RMVA

18 VOLUME 3 Quadro 21 Classificação dos indicadores apresentados no diagnóstico da situação de saúde, RMVA e colar metropolitano Quadro 22 Unidades Operacionais da Policia Militar de Minas Gerais na RMVA Quadro 23 Variáveis Utilizadas na Definição de Assentamentos Precários Quadro 24 Instituições de Nível Técnico em Coronel Fabriciano, Ipatinga e Timóteo Quadro 25 Existência de Conselho Municipal de Cultura, 2005 a 2010; e Quadro 26 Organização do Sistema Municipal de Cultura nos municípios da RMVA, 2012 e Quadro 27 Existência de equipamentos culturais e de meios de comunicação, 2006 e Quadro 28 Pluralidade de equipamentos culturais, exceto biblioteca, 2000 a Quadro 29 Existência de Grupos Artísticos e Culturais, 2006 e Quadro 30 Grupos Culturais Existentes no Município de Ipatinga, Quadro 31 Grupos Culturais Existentes no Município de Coronel Fabriciano, Quadro 32 Grupos Culturais Existentes no Município de Timóteo, Quadro 33 Existência de Conselho Municipal de Patrimônio Cultural nos Municípios da RMVA Quadro 34 Relação de Bens Protegidos na RMVA Apresentados ao ICMS Patrimônio Cultural exercício Quadro 35 Existência de Conselho Municipal de Esporte em atividade Quadro 36 Organização do Sistema Municipal de Esporte e Lazer na RMVA (referente ao ano de 2013) Quadro 37 Resumo Descritivo dos Perfis Extremos do Modelo de Grade of Membership de Setores Censitários dos Municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço Quadro 38 Atratividade Econômica Quadro 39 Potencialidades agropecuárias na RMVA Quadro 40 Instrumentos e Políticas para o Desenvolvimento Econômico VOLUME 4 Quadro 41 Órgãos que compõem a Agência Metropolitana do Vale do Aço Quadro 42 Projetos previstos para Município de Coronel Fabriciano com recursos da União Federal Quadro 43 Projetos previstos para Município de Ipatinga com recursos da União Federal.. 865

19 Quadro 44 Projetos previstos para Município de Santana do Paraíso com recursos da União Federal Quadro 45 Projetos previstos para Município de Timóteo com recursos da União Federal Quadro 46 Organização do Sistema Municipal de Cultura nos Municípios da RMVA, 2012 e Quadro 47 Pluralidade de equipamentos culturais, exceto biblioteca, 2000 a Quadro 48 Resumo descritivo dos perfis extremos do modelo de Grade of Membership de setores censitários dos municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço

20 LISTA DE TABELAS VOLUME 1 Tabela 1 Evolução da População do AUVA entre 1950 e Tabela 2 Taxa Média de Crescimento Anual da População 1950 e Tabela 3 Evolução da População da RMVA e do Colar Metropolitano entre 1970 e Tabela 4 Taxa Média de Crescimento Anual da População da RMVA e do Colar Tabela 5 População do Colar 1991 a 2010 e Taxa Média de Crescimento Anual Tabela 6 Taxa de Urbanização da RMVA e do Colar Metropolitano entre 1970 e Tabela 7 Extensão Territorial dos Municípios da RMVA Tabela 8 Extensão Territorial do Colar Metropolitano Tabela 9 Áreas da RMVA Tabela 10 População Total e Razão entre Décadas dos Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 11 Taxa Média de Crescimento Anual da População dos Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil entre as décadas de 1970 e Tabela 12 Migração, Densidade Demográfica e Taxa de Urbanização dos Municípios da RMVA Tabela 13 População Urbana e Rural para os Municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 14 População Total Masculina e Feminina em Percentual para os Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 15 Distribuição Percentual da População por Cor/Etnia para os Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em Tabela 16 Percentual da população masculina e feminina entre 0 e 14 anos nos Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 17 Percentual da população acima de 65 anos nos Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 18 Fecundidade e Carga de Dependência para os Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 19 Esperança de Vida ao Nascer e Taxa de Envelhecimento para os Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 20 Número e características dos domicílios dos municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 2000 e

21 Tabela 21 IDHM e Produto Interno Bruto (PIB) Per Capita a Preços Correntes para os Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 22 IDHM educação e Expectativa de anos de estudo para os Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 23 IDHM_Longevidade e Esperança de Vida ao Nascer para os Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 24 IDHM_renda e Renda per capita para os municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 25 Evolução da População do AUVA entre 1950 e Tabela 26 Taxa Média de Crescimento Anual da População 1950 e Tabela 27 Evolução da População da RMVA e do Colar Metropolitano entre 1970 e Tabela 28 Taxa Média de Crescimento Anual da População da RMVA e do Colar Tabela 29 População do Colar 1991 a 2010 e Taxa Média de Crescimento Anual Tabela 30 Taxa de Urbanização da RMVA e do Colar Metropolitano entre 1970 e Tabela 31 Área Natural de Remanescente Florestal para as cidades que compõem a RMVA Tabela 32 Centralidade Classificação Tabela 33 Centralidade Metropolitana A CentroMelo Viana Tabela 34 Centralidade Metropolitana A CentroVeneza Tabela 35 Centralidade Metropolitana A Centro Norte Tabela 36 Centralidade Metropolitana B Bom RetiroHorto Tabela 37 Centralidade Metropolitana B Canãa Cidade Nobre Tabela 38 Centralidade Metropolitana C Caladinho Tabela 39 Centralidade Metropolitana C Cariru Tabela 40 Centralidade Metropolitana C Santana do Paraíso Tabela 41 Centralidade Serviços Públicos Tabela 42 Centralidade Comércios e Serviços Estabelecimentos Tabela 43 Centralidade Comércios e Serviços Classes Tabela 44 Centralidade Comércios e Serviços Tabela 45 Centralidade Instituições Bancárias Tabela 46 Centralidade Ensino Alunos Tabela 47 Centralidade Ensino Cursos Tabela 48 Centralidade Ensino Tabela 49 Centralidade Saúde Estabelecimentos Tabela 50 Centralidade Saúde Internações SUS

22 Tabela 51 Centralidade Saúde Tabela 52 Índices Urbanísticos dos Equipamentos Comunitários VOLUME 2 Tabela 53 Comparação do crescimento da população com o crescimento da frota de veículos emplacados no Vale do Aço nos últimos dez anos Tabela 54 Repasse ICMS Ecológico Referente ao Critério Unidade de Conservação, ano base 2013 para as UC s situadas na RMVA Tabela 55 Área Natural de Remanescente Florestal para as cidades que compõem a RMVA Tabela 56 Eficiência de remoção de DBO (Demanda Bioquimica de Oxigênio), capacidade de tratamento e corpo receptor de cada estação de tratamento de Ipatinga Tabela 57 Principais dados do sistema de esgotamento na RMVA Tabela 58 Média de eficiência de tratamento das ETEs Tabela 59 Geração per capita de resíduos sólidos urbanos na Região Metropolitana do Vale do Aço Tabela 60 Variação da geração per capita de resíduos versus população Tabela 61 Composição gravimétrica média dos RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) da RMVA e Brasil Tabela 62 Veículos e equipamentos utilizados na limpeza urbana da RMVA Tabela 63 Cobertura dos serviços de limpeza urbana na RMVA Tabela 64 Disposição final dos resíduos no Colar Metropolitano Tabela 65 Repasse ICMS Ecológico em 2013 para os municípios da RMVA (Subcritério Saneamento) Tabela 66 Áreas degradadas pela disposição final de RSU (Residuos Sólidos Urbanos) Tabela 67 Estimativa da quantidade de RCD (Resíduos da Construção Civil e Demolição) na RMVA Tabela 68 Quantidade de RSS (Rsíduos de Serviços de Saúde) gerado na RMVA VOLUME 3 Tabela 69 IDHM Longevidade, Esperança de Vida ao Nascer para os Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 70 Taxa de Fecundidade nos Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e

23 Tabela 71 Razão de Dependência para os Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil em 1991, 2000 e Tabela 72 Taxa de Mortalidade Infantil, segundo componentes, RMVA, 2000, 2010 a Tabela 73 Indicadores relacionados à saúde de crianças menores de 5 anos de idade, para os Municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil, entre 2000 e Tabela 74 Mortalidade proporcional, por grupo de causas, segundo capítulo CID10, municípios da RMVA, Minas Gerais e Brasil, Tabela 75 Óbitos, segundo capítulo II do CID10, RMVA, Tabela 76 Óbitos, segundo capítulo XX do CID10, RMVA, Tabela 77 Cobertura populacional da ESF, RMVA, Minas Gerais e Barsil, 1998 a abril de Tabela 78 Percentual de nascidos vivos de mães que realizaram 7 ou mais consultas, RMVA, Minas Gerais e Brasil, 2000 e Tabela 79 Internações por 100 habitantes, RMVA, Minas Gerais, Brasil, 2010 a Tabela 80 Principais grupos de causa de internação, RMVA, Minas Gerais e Brasil, Tabela 81 Número de Profissionais de Saúde por habitantes, RMVA, Minas Gerais e Brasil, 2010 a Tabela 82 Número de leitos por habitantes, RMVA, Minas Gerais e Brasil, Tabela 83 Gasto público, RMVA, 2013 em saúde per capta Tabela 84 Percentual de recursos próprios investidos em saúde, RMVA, 2010 a Tabela 85 Proporção da População que Declarou ser Portadora de Alguma Deficiência nos Municípios da RMVA, 2010, Tabela 86 Crimes Violentos na RMVA e nos Municípios do Núcleo Metropolitano, 2010 a Tabela 87 Tipologias de Crimes Violentos nos Municípios do Núcleo da RMVA, 2010 a Tabela 88 Evolução dos Crimes Violentos em Coronel Fabriciano, 2010 a Tabela 89 Evolução dos Crimes Violentos em Ipatinga, 2010 a Tabela 90 Evolução dos Crimes Violentos em Timóteo, 2010 a Tabela 91 Evolução dos Crimes Violentos em Santana do Paraíso, 2010 a Tabela 92 Taxa de Crimes Violentos nos municípios do núcleo da RMVA, 2012 e Tabela 93 Taxa de Homicídios nos Municípios do Núcleo da RMVA, 2012 e Tabela 94 Ocorrências de Crimes Violentos em Áreas de Coronel Fabriciano, janeiro a outubro de

24 Tabela 95 Ocorrências de Crimes Violentos em Áreas de Ipatinga, janeiro a outubro de Tabela 96 Ocorrências de Crimes Violentos em Áreas de Santana do Paraíso, Janeiro a Outubro de Tabela 97 Ocorrências de Crimes Violentos em Áreas de Timóteo, Janeiro a Outubro de Tabela 98 Crimes Violentos nos Municípios do Colar Metropolitano, 2010 a Tabela 99 Tipologia de Crimes Violentos nos Municípios do Colar Metropolitano, Tabela 100 Taxa de Crimes Violentos nos Municípios do Colar da RMVA, 2010 a Tabela 101 Policiais por 1000 habitantes na RMVA, Tabela 102 Efetivo da Polícia Civil nos Municípios do Núcleo da RMVA, Tabela 103 Tipologia dos Domicílios nos Municípios da RMVA, Tabela 104 Situação dos Domicílios nos Municípios da RMVA, Tabela 105 Condição de Ocupação dos Domicílios Tabela 106 Condições Habitacionais nos Municípios do Núcleo da RMVA, 1991, 2000 e Tabela 107 Condições Habitacionais nos Municípios do Colar da RMVA: Percentual da População com Acesso aos Serviços Básicos, 1991, 2000 e Tabela 108 Déficit Habitacional nos Municípios da RMVA, 2000 e Tabela 109 Composição do Déficit Habitacional nos Municípios do Núcleo da RMVA, Tabela 110 Déficit Habitacional Segundo o Nível de Renda Domiciliar, Tabela 111 Déficit Habitacional nos Municípios do Colar Metropolitano, Tabela 112 Inadequação da Moradia nos Municípios da RMVA, Tabela 113 Inadequação de Domicílios nos Municípios do Colar Metropolitano, Tabela 114 Domicílios em Aglomerados Subnormais nos Municípios do Núcleo da RMVA, em 2000 e Tabela 115 População Residente em Aglomerados Subnormais dos Municípios da RMVA, 2000 e Tabela 116 Número de Aglomerados e Média de Domicílios por Aglomerado Subnormal nos Municípios da RMVA, em Tabela 117 Domicílios Particulares Ocupados em Aglomerados Subnormais, População Residente por Sexo, e Média de Moradores Tabela 118 Abastecimento de Água em Domicílios de Aglomerados Subnormais da RMVA,

25 Tabela 119 Esgotamento Sanitário em Domicílios de Aglomerados Subnormais da RMVA, Tabela 120 Destino do Lixo em Domicílios de Aglomerados Subnormais da RMVA Tabela 121 Energia Elétrica em Domicílios de Aglomerados Subnormais da RMVA, Tabela 122 Faixas de Renda Domiciliar Per Capita em Domicílios de Aglomerados Subnormais da RMVA, Tabela 123 Domicílios e População Residente em Aglomerados Subnormais de Municípios do Colar Metropolitano, Tabela 124 Estimativa de Domicílios em Assentamentos Precários em Áreas Urbanas.* Belo Horizonte, RM de Belo Horizonte e Colar Metropolitano, Brasil, RMVA e Municípios, Tabela 125 Estimativa da População Residindo em Assentamentos Precários em Áreas Urbanas.* Belo Horizonte, RMBH e Colar, Brasil, RMVA e Municípios, Tabela 126 IDHM Educação, Expectativa de Anos de Estudo e Analfabetismo Funcional na RMVA, em Minas Gerais e Brasil, 2000 e Tabela 127 Indicadores de Acesso à Escola e ao Ensino Fundamental na RMVA, em Minas Gerais e Brasil, 2000 e Tabela 128 Indicadores de Atraso Escolar no Nível Fundamental na RMVA, em Minas Gerais e Brasil, 2000 e Tabela 129 Indicadores de Frequência Escolar na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil, 2000 e Tabela 130 Indicadores de Defasagem Escolar no Nível médio na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil, 2000 e Tabela 131 Indicadores de Frequência Escolar e Acesso ao Ensino Superior na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil, 2000 e Tabela 132 Indicadores de Qualificação da MãodeObra, RMVA, em Minas Gerais e no Brasil, 2000 e Tabela 133 Pontuação dos municípios da RMVA no ICMS Patrimônio Cultural, no período de 1996 a Tabela 134 Gasto Per CapIta dos Municípios da RMVA com Esporte e Lazer Tabela 135 Indicadores de Qualificação da Mão de Obra, RMVA, em Minas Gerais e no Brasil, 2000 e Tabela 136 Taxa de Participação entre a População de 10 anos ou Mais e de 10 a 14 anos, na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil

26 Tabela 137 Taxa de Participação entre a População de 15 a 17 anos e de 18 anos ou mais, na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil Tabela 138 Taxa de Desocupação entre a População de 10 a 14 e de 15 a 17 anos, na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil Tabela 139 Taxas de Desocupação entre a População acima de 18 anos na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil Tabela 140 Proporção de Ocupados na Agropecuária, na Indústria de Transformação e na Construção, na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil Tabela 141 Proporção de Ocupados no Comércio, no Setor de Serviços e no Setor Público, na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil Tabela 142 Indicadores de Trabalho e Emprego na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil Tabela 143 Formalização no Trabalho e Rendimento Médio dos Ocupados na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil Tabela 144 Indicadores de Renda na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil Tabela 145 Indicadores de Renda e Índice de TheilL, na RMVA, em Minas Gerais e no Brasil Tabela 146 Contribuintes, Aposentados, Pensionistas e Beneficiários do Bolsa Família ou PETI na RMVA Tabela 147 Perfil da Ocupação na RMVA e em Minas Gerais Tabela 148 Pobreza, Desigualdade e Vulnerabilidade Social Tabela 149 Pobreza e Vulnerabilidade Social Tabela 150 PIB e Renda Per Capita Tabela 151 Renda Per Capita Média dos Extremamente Pobres, dos Pobres e dos Vulneráveis à Pobreza Tabela 152 Proporção de Pessoas Atendidas por Programas Sociais e Valor Médio de Transferência do Bolsa Família Tabela 153 Rendimento Médio por Local de Moradia e Cor Tabela 154 Rendimento Médio e Contribuição Previdenciária de Homens e Mulheres Tabela 155 Rendimento Médio e Contribuição Previdenciária de Homens e Mulheres Tabela 156 Condições de Salubridade Domiciliar Tabela 157 Condições de Salubridade Domiciliar e Acesso a Bens por Domicílio Tabela 158 Acesso a Bens por Domicílio Tabela 159 Estimativas de λ klj, por Categorias das Variáveis e Frequências Marginais Absolutas e Relativas do Modelo de Grade of Membership de Setores Censitários Região Metropolitana do Vale do Aço,

27 Tabela 160 Proporção de Pessoas de 15 a 24 anos que não Estudam, nem Trabalham e são Vulneráveis à Pobreza Tabela 161 Proporção de Jovens de 15 a 17 anos com Ensino Fundamental Completo Tabela 162 Proporção de jovens de 18 a 20 anos com o ensino médio completo Tabela 163 Proporção de Mulheres de 15 a 17 Anos que Tiveram Filhos Tabela 164 Evolução Percentual do PIB no Mundo Países e Regiões Selecionados Tabela 165 Investimentos previstos por Setor Tabela 166 Alojamento, Alimentação e Serviços de Apoio Tabela 167 Serviços de hospedagem na RMVA Tabela 168 Empresas da Indústria de Construção Civil na RMVA Tabela 169 Empresas do Comércio da Construção Civil na RMVA Tabela 170 Empresas e Segmentos do Núcleo da RMVA Tabela 171 PAC Projetos em Coronel Fabriciano Tabela 172 PAC Projetos em Ipatinga Tabela 173 PAC Projetos em Santana do Paraíso Tabela 174 PAC Timóteo Tabela 175 PAC Resumo das obras em andamento na RMVA Tabela 176 Perspectivas de investimentos SEBRAE Tabela 177 Perspectivas de investimento mesorregião Rio Doce Tabela 178 Área dos novos Distritos Industriais VOLUME 4 Tabela 177 Estimativas de λklj, por categorias das variáveis e frequências marginais absolutas e relativas do modelo de Grade of Membership de setores censitários Região Metropolitana do Vale do Aço,

28 LISTA DE SIGLAS ACAIACA Empresa De Transporte Público (Ônibus) De Coronel Fabriciano ACESITA Companhia Aços Especiais Itabira S/A ACIATI Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Prestação de Serviços de Timóteo ADE Área de Diretrizes Especiais AIM Área de Interesse Metropolitano AISP Áreas Integradas de Segurança Pública ALMG Assembleia Legislativa de Minas Gerais AMDI Associação dos Municípios para o Desenvolvimento Integrado AMEVALE Assembleia Metropolitana da Região do Vale do Aço AMVA Associação dos Municípios do Vale do Aço ANAC Agência Nacional de Aviação Civil Brasil. APA Área de Proteção Ambiental APERAM Aperam South America S/A APL Arranjo Produtivo Local APP Área de Preservação Permanente Art. Artigo AUTOTRANS Empresa De Transporte Urbano de Passageiros AUVA Aglomerado Urbano do Vale do Aço AVACI Associação Vale do Aço de Ciclismo BMUS Banda de Música da Polícia Militar de Minas Gerais BNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BRT Bus Rapid Transit CAAT Centro de Avaliação e Apoio ao Treinamento CADÚNICO Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal CAF Comitê de Articulação Federativa CAGED Cadastro Geral de Empregados e Desempregados CBMMG Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais CCU Centro Cultural Usiminas CDL Clube de Dirigentes Lojistas CEASA Central de Abastecimento CEASAMINAS Centrais de Abastecimento de Minas Gerais CEBRAP Centro Brasileiro de Análise e Planejamento CEBUS Centro de Biodiversidade da Usipa

29 CEDEPLAR Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional CEFET Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais CEM Centro de Estudos da Metrópole CEMIG Companhia Energética de Minas Gerais S.A CENIBRA Celulose NipoBrasileira S/A CF Constituição Federal CIRETRAN Circunscrição Regional de Trânsito CMH Conselho Municipal de Habitação CNT Confederação Nacional De Transportes COMHAB Conselho Municipal da Habitação COMPHAI Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Artístico CONDEVALE Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Metropolitano CONSAÚDE Consórcio Intermunicipal de Saúde da Microrregião do Vale do Aço CONSEP Conselho de Segurança Pública COPASA Companhia de Saneamento de Minas Gerais CORVAÇO Corredores do Vale do Aço CPRM Serviço Geológico do Brasil CRISP Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública CRVA Central de Resíduos Vale do Aço DATAMINAS Instituto de Pesquisa, Consultoria e Planejamento DATASUS Departamento de Informática do SUS DEHAIS Departamento de Habitação de Interesse Social DENATRAN Departamento Nacional de Trânsito DNIT Departamento Nacional De Infraestrutura De Transportes EFVM Estrada de Ferro VitóriaMinas EMATER Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais ENECON Engenheiros E Economistas Consultores S/A ENEM Exame Nacional do Ensino Médio ETA Estação de Tratamento de Água ETE Estação de Tratamento de Esgoto FAR Fundo de Arrendamento Residencial FAT Fundo de Amparo ao Trabalhador FDS Fundo de Desenvolvimento Social FGTS Fundo de Garantia por Tempo de Serviço FIEMG Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais

30 FIESP Federação das Indústrias do Estado de São Paulo FINBRA Finanças Públicas dos Municípios Banco de Dados do Tesouro Nacional FIRJAN Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro FJP Fundação João Pinheiro FHIS Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social FMI Fundo Monetário Internacional FOB Free on Board FPM Fundo de Participação dos Municípios FUMPAC Fundo Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural FUNDEL Fundo Municipal de Desenvolvimento do Esporte e Lazer FUNDEVALE Fundo de Desenvolvimento Metropolitano do Vale do Aço GASBEL Gasoduto Rio de Janeiro Belo Horizonte GASBOL Gasoduto Bolívia Brasil GASMIG Companhia de Gás de Minas Gerais GDF/IPDF Governo do Distrito Federal / Instituto de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal GGI Gabinete de Gestão Integrada GGIM Gabinete de Gestão Integrada Municipal GNV Gás Natural Veicular HSBC Hong Kong and Shanghai Banking Corporation IABr Instituto Aço Brasil IATA International Air Transport Association ICMS Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços IDH Índice de Desenvolvimento Humano IDM Indicadores de Desempenho Metropolitano IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBRAM Instituto Brasileiro de Museus ICMS Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços IDH Índice de Desenvolvimento Humano IDHM Índice de Desenvolvimento Humano Municipal IEL Instituto Euvaldo Lodi IEPHA Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico IFGF Índice FIRJAN de Gestão Fiscal IFMG Instituto Federal de Ciências, Educação e Tecnologia de Minas Gerais IGA/MG Instituto De Geociências Aplicadas Do Estado De Minas Gerais

31 IGAM Instituto Mineiro de Gestão das Águas IMA Instituto Mineiro de Agropecuária IMD International Institute for Management Development IMRS Índice Mineiro de Responsabilidade Social INDEP Instituto Nacional de Desenvolvimento do Desporto INDI Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais INEP Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais IPEA Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEADATA Banco de Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPTU Imposto Predial e Territorial Urbano ISS Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza ISSQN Imposto sobre serviços de qualquer natureza JUCEMG Junta Comercial do Estado de Minas Gerais Km Quilômetro Lat. Latitude Lon. Longitude LUOS Lei de Uso e Ocupação do Solo MDIC Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MEC Ministério da Educação MINC Ministério da Cultura MTE Ministério do Trabalho e Emprego MUNIC Informações Básicas Municipais OGU Orçamento Geral da União ONA Organização Nacional de Acreditação OSCIP Organização da Sociedade Civil de Interesse Público OT Ordenamento Territorial NOS Operador Nacional do Sistema Elétrico PAC Programa de Aceleração Integrado PDI Plano de Desenvolvimento Integrado PEA População Economicamente Ativa PERD Parque Estadual do Rio Doce PDDI Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado PIB Produto Interno Bruto PLAMBEL Planejamento da Região Metropolitana de Belo Horizonte PL Projeto de Lei

32 PLC Projeto de Lei Complementar PLHIS Plano Local de Habitação de Interesse Social PMCF Polícia Militar de Coronel Fabriciano PMDB Partido do Movimento Democrático Brasileiro PMDI Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado PMI Polícia Militar de Ipatinga PNAD Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNC Plano Nacional de Cultura POPI Policiamento de Proteção Integral PPA Plano Plurianual PROERD Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência PROMINP Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural PRONATEC Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego RAIS Relação Anual de Informações Sociais RDC Regime Diferenciado de Contratação REGIC Região de Influência das Cidades RMBH Região Metropolitana de Belo Horizonte RMVA Região Metropolitana do Vale do Aço RPPN Reservas Particulares do Patrimônio Natural RCD Resíduos da Construção Civil SAMU Serviço de Atendimento Móvel de Urgência SEBRAE Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEDRU Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana SEDS Sistema Estadual de Defesa Social SEGEM Secretaria de Estado Extraordinária de Gestão Metropolitana SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENASP Secretaria Nacional de Segurança Pública SERFHAU Serviço Federal de Habitação e Urbanismo SES MG Sistema de Estado de Saúde de Minas Gerais SESI Serviço Social da Indústria SICETEL Sindicato Nacional da Indústria de trefilação e Laminação de Metais Ferrosos SICOOB Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil SIN Sistema Interligado Nacional SINDIMIVA Sindicato Intermunicipal das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico

33 SINDUSCON Sindicato da Indústria de Construção Civil no Estado de Minas Gerais SNC Sistema Nacional de Cultura SNHIS Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social SNUC Sistema Nacional de Unidades Conservação SUAPI Subsecretaria de Administração Prisional SUASE Subsecretaria de Atendimento às medidas Socioeducativas SUS Sistema Único de Saúde SUSP Sistema Único de Segurança Pública TAC Termo de Ajustamento de Conduta UAI Unidade de Atendimento Integrado UC s Unidades de Conservação UFMG Universidade Federal de Minas Gerais UFOP Universidade Federal de Ouro Preto UNILESTE Centro Universitário do Leste de Minas Gerais UNIMED UNIMED Vale do Aço (cooperativa de trabalho médico) UNIVALE Empresa De Transporte Urbano De Passageiros USIMINAS Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A / Usina Intendente Câmara UTM Universal Transversa de Mercator VAF Valor Adicionado Fiscal VLT Veículo Leve sobre Trilhos VLTdiesel Veículo Leve Sobre Trilhos a diesel WSA World Steel Association ZQC Zonas Quentes de Criminalidade

34 SUMÁRIO VOLUME 1 1. APRESENTAÇÃO HISTÓRICO DA RMVA CARACTERIZAÇÃO GERAL DOS MUNICÍPIOS Aspectos Demográficos Aspectos Econômicos Caracterização dos Meios Físico e Biótico Desenvolvimento Humano O Índice de Desenvolvimento Humano Definição O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal Os Índices de Desenvolvimento Humano Municipal para a Região Metropolitana do Vale do Aço ORDENAMENTO TERRITORIAL O Planejamento Urbano e o Ordenamento Territorial na Região Metropolitana do Vale do Aço RMVA Metodologia de Análise Evolução da Ocupação Urbana Formação da Região Metropolitana do Vale do Aço O primeiro período O segundo período O terceiro período O quarto período Estrutura Territorial Localização Aspectos físicos As unidades de conservação e o ordenamento territorial da RMVA Análise territorial da RMVA A Franja Metropolitana As Regionais de Planejamento Municipais como base Territorial de Dados do Diagnóstico Preliminar Setores censitários e regionais de planejamento municipais Unidades de planejamento e densidade populacional Unidades de planejamento e faixa de renda Centralidades Metropolitanas Metodologia As centralidades metropolitanas

35 4.7 Indicadores de Desempenho Metropolitano IDM Metodologia Aplicação da ferramenta IDM Os Espaços Públicos e a Infraestrutura Urbana da RMVA Os espaços livres de uso público Os equipamentos de uso comunitário A infraestrutura urbana da RMVA As Áreas Industriais e a Disponibilidade de Áreas para Novos Empreendimentos na RMVA Os Distritos Industriais Atuais Áreas de Interesse Metropolitano Habitação, Securidade e Risco Políticas públicas para habitação Condições habitacionais Déficit habitacional Déficit habitacional e renda familiar Os aglomerados subnormais e as áreas municipais de interesse social As áreas de risco na Região Metropolitana do Vale do Aço A questão fundiária na RMVA Articulação entre moradia e trabalho e a oferta de terras na RMVA para habitação Marcos Legais da RMVA Legislação urbanística Projetos, Programas e Investimentos Leitura Comunitária das Oficinas e Participação do Comitê de Acompanhamento VOLUME 2 5. MOBILIDADE (SISTEMA VIÁRIO, TRANSPORTE, TRÂNSITO E TRÁFEGO) Região Metropolitana do Vale do Aço Questões Gerais na RMVA A Questão Rodoviária Sistema Viário Urbano Atual Sistemas de Transporte Coletivo Transporte Cicloviário Transporte Aquaviário Sistema Aeroportuário Sistema Ferroviário Segurança, Sinalização e Calçadas Sistema de Transporte Público para a RMVA BRT

36 VLT Integração Logística Arranjo Institucional na Mobilidade Leitura Comunitária MEIO AMBIENTE, RECURSOS HÍDRICOS E SANEAMENTO PATRIMÔNIO AMBIENTAL E CULTURAL Caracterização e Análise do Patrimônio Ambiental Características Gerais do Meio Biótico Caracterização do Patrimônio Cultural Análise do Patrimônio Cultural ÁGUA E ESGOTO Caracterização do Sistema de Abastecimento de Água Análise da Situação do Sistema de Abastecimento de Água Caracterização do Sistema de Esgotamento Sanitário Análise da Situação do Sistema de Esgotamento Sanitário existente Resíduos Sólidos Urbanos Gestão de Resíduos Sólidos Resíduos Sólidos Urbanos Resíduos da Construção Civil Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos Industriais Planos de Gestão de Resíduos Sólidos Análise da Situação da Gestão de Resíduos Sólidos Recursos Hídricos e Macrodrenagem Caracterização de Recursos Hídricos e Macrodrenagem Análise do Cenário dos Recursos Hídricos e Macrodrenagem ANÁLISE ARRANJO INSTITUCIONAL Eixo Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Saneamento VOLUME 3 6. DESENVOLVIMENTO SOCIAL Saúde Indicadores demográficos Indicadores de Mortalidade Indicadores de Cobertura Indicadores de Morbidade Indicadores de Recursos

37 6.2 Segurança Crimes Violentos na RMVA Tipologias de Crimes Violentos na RMVA Efetivo Policial nos Municípios do Núcleo da RMVA Arranjo Institucional de Segurança Pública Habitação Condições Habitacionais Situação do Domicílio Déficit Habitacional Inadequação Habitacional Aglomerados Subnormais Assentamentos Precários Considerações Gerais Educação Principais Indicadores Educacionais na RMVA Escolaridade e Mercado de Trabalho na RMVA Principais Apontamentos para a Área da Educação na RMVA Cultura Arranjo Institucional: Organização e Desenvolvimento da Política Pública de Cultura Espaços e Equipamentos Culturais nos Municípios da RMVA Principais Manifestações Culturais, Artistas e Grupos Culturais dos Municípios da RMVA A Organização e Desenvolvimento da Política Pública de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural Considerações Gerais Esporte e Lazer Arranjo Institucional: Organização e Desenvolvimento da Política Pública de Esporte e Lazer Dos repasses de Recursos e dos Investimentos Municipais Realizados na Área do Esporte e do Lazer Espaços e Equipamentos de Esporte e Lazer Trabalho e Emprego Taxas de Participação e de Desocupação na RMVA Perfil da Ocupação na RMVA: Setores da Economia, Formalização e Rendimento Pobreza e Desigualdade Principais Indicadores de Pobreza e Desigualdade na RMVA Local de Moradia, Cor e Sexo e como Fatores Determinantes da Desigualdade Condições de Salubridade Domiciliar e Acesso a Bens Perfis de Vulnerabilidade da Região Metropolitana do Vale do Aço MG, em

38 6.9.1 Material e Métodos Resultados Juventude Juventude e Indicadores de Vulnerabilidade Principais Apontamentos para a População Jovem da RMVA DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Cenário Econômico Crescimento do PIB Desafios Minas Gerais Produção e Setores Econômicos na RMVA Estimativas do PIB Especialização X Diversificação Turismo Construção Civil Agropecuária Pesquisa, Tecnologia e Inovação Arranjo Institucional EXPORTAÇÕES Arrecadação Gestão Fiscal População, Trabalho E Renda Investimentos Infraestrutura e Competitividade Transportes Energia e Telecomunicações Distritos Industriais Desigualdade e Competitividade VOLUME 4 8. ARRANJO INSTITUCIONAL O Arranjo Institucional da Região Metropolitana do Vale do Aço Legislação Orientadora Dos Organismos Metropolitanos na RMVA Composição atual dos órgãos da RMVA Atividades Constitutivas da Região Metropolitana do Vale do Aço Organismos Federais e Estaduais de Atuação no Vale do Aço Organismos não Estatais de Atuação na RMVA

39 8.3.1 Associação da Microrregião do Vale do Aço Associação de Municípios pelo Desenvolvimento Integrado Associação dos Municípios da Vertente Ocidental do Caparaó Consórcio Intermunicipal de Saúde Dos Sistemas de Estruturação de Políticas Públicas Previstos no âmbito Federal e Estadual e Implantados ou em Implantação na RMVA Da legislação e dos organismos municipais de planejamento e de atuação regional Planos Diretores dos Municípios da RMVA Legislação Urbana Participação da Sociedade nos Arranjos Institucionais na RMVA Conselhos Municipais Arranjo Institucional dos Planos Diretores Municipais Gestão Urbana no Plano Diretor de Coronel Fabriciano Gestão Urbana no Projeto de Plano Diretor de Ipatinga Gestão Urbana no Plano Diretor de Santana do Paraíso Gestão Urbana no Plano Diretor de Timóteo Programas e projetos de investimento Federal e Estadual na RMVA PAC do Governo da União Federal na RMVA Plano Plurianual de Ação Governamental de Minas Gerais PPAG Planos Plurianuais Municipais Sumário de dados e análises por Eixo Temático Desenvolvimento Econômico Eixo Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Saneamento Arranjo Institucional na Mobilidade Urbana Arranjo institucional no Ordenamento Territorial Arranjo institucional no Desenvolvimento Social EQUIPE DE TRABALHO Equipe Unileste Equipe Técnica ARMVA REFERÊNCIAS ANEXOS APÊNDICES...981

40 8. ARRANJO INSTITUCIONAL O eixo arranjo institucional no PDDI ocupase da análise do ordenamento e formas de governanças institucionais na Região Metropolitana do Vale do Aço RMVA com o intuito de contribuir para a superação da fragmentação institucional e do padrão localista de implementação das políticas públicas, buscando criar condições para a gestão compartilhada dos serviços públicos ligados às funções públicas de interesse comum, com um ambiente institucional metropolitano favorável à ação articulada. Como se pode perceber do enunciado acima, não se trata de abordagem de um aspecto ou setor específico da organização social. As funções públicas de interesse comum abrangem diversos campos e setores de atuação. Portanto, é necessário verificar, nos diversos eixos temáticos do PDDI, as políticas previstas ou em execução, bem como as formas de gestão e atuação em cada um deles para se buscar maneiras de facilitar a ação articulada. No desenvolvimento do trabalho de elaboração do PDDI, sobretudo na construção do diagnóstico da situação, num primeiro momento, o levantamento de dados e as análises preliminares foram feitas a partir do foco do arranjo institucional, como sendo um eixo temático específico (como os demais), para que se possa ter uma visão geral do arranjo nos diversos eixos. Num segundo momento, são analisados em cada eixo as respectivas políticas, programas e projetos, bem como as formas e estruturas de gestão das políticas públicas de interesse comum em cada um dos eixos temáticos. Nesse momento, o arranjo institucional deixa de ser um eixo específico e integrase e articulase com os demais. Para uma visão completa do tema, deve ser considerado este documento/capítulo, bem como o descrito em cada eixo, no que se refere ao arranjo institucional. O presente documento apresenta de forma geral os dados coletados acerca do arranjo institucional existente na RMVA, tendose em vista que abordagens específicas configuram tópicos próprios em cada um dos textos produzidos para cada eixo temático. Há ainda um rol de informações e posicionamentos levantados a partir da Leitura Comunitária realizada mediante organização de oficinas, debates, seminários, pesquisa quantitativa e outras formas de contribuição direta dos cidadãos da RMVA. 826

41 8.1 O Arranjo Institucional da Região Metropolitana do Vale do Aço Legislação Orientadora A Constituição Federal do Brasil estabeleceu, no capítulo da Política Urbana, em seus Arts. 182 e 183, as bases para o ordenamento urbano e a competência municipal para o planejamento no âmbito de seu território. Também dispôs que naqueles municípios em que há a chamada conurbação urbana e possuam um alto grau de integração, além das constantes locomoções entre as cidades para trabalhar ou estudar, existe a possiblidade de criação de regiões metropolitanas. O Vale do Aço é caracterizado por condições como estas. A Constituição Federal autoriza no Art. 25, 3, os estados a criar regiões metropolitanas. Os citados artigos 182 e 183 da Constituição Federal foram regulamentados pela Lei Federal de 10 de julho de 2001, denominada Estatuto das Cidades que, entre outros dispositivos, estabelece ser o plano diretor um instrumento de planejamento obrigatório para cidades integrantes de regiões metropolitanas. A referida lei também determina que os organismos gestores das regiões metropolitanas são obrigados a incluir a participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da comunidade no seu processo decisório, de modo a garantir o controle direto de suas atividades e o pleno exercício da cidadania. A Constituição do Estado de Minas Gerais em seu Art. 42, com a redação dada pelo art. 1º da Emenda à Constituição nº 65, de 25/11/2004, estabelece que o Estado poderá instituir, mediante lei complementar, região metropolitana, aglomeração urbana e microrregião constituídas por agrupamento de municípios limítrofes, para integrar o planejamento, a organização e a execução de funções públicas de interesse comum. Para a Constituição mineira, função pública de interesse comum é a atividade ou o serviço cuja realização por parte de um Município, isoladamente, seja inviável ou cause impacto nos outros Municípios integrantes da região metropolitana. 827

42 Quanto à região metropolitana, o Art. 44 da Constituição estadual, com a redação da citada Emenda 65/04, prevê que a instituição de região metropolitana se fará com base nos conceitos estabelecidos nesta Constituição e na avaliação, na forma de parecer técnico, do conjunto dos seguintes dados ou fatores, dentre outros, objetivamente apurados: I população e crescimento demográfico, com projeção quinquenal; II grau de conurbação e movimentos pendulares da população; III atividade econômica e perspectivas de desenvolvimento; IV fatores de polarização; V deficiência dos serviços públicos, em um ou mais Municípios, com implicação no desenvolvimento da região. Já o Art. 45 da Carta Constitucional de nosso Estado define região como sendo o conjunto de municípios limítrofes que apresentam a ocorrência ou a tendência de continuidade do tecido urbano e de complementaridade de funções urbanas, que tenha como núcleo a capital do Estado ou metrópole regional e que exija planejamento integrado e gestão conjunta permanente por parte dos entes públicos nela atuantes. Como estrutura mínima para as regiões metropolitanas do Estado de Minas Gerais, a Emenda nº 65 incluiu no texto constitucional federado que haverá em cada região metropolitana uma Assembleia Metropolitana, um Conselho Deliberativo de Desenvolvimento Metropolitano; uma Agência de Desenvolvimento, com caráter técnico e executivo, um Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado e um Fundo de Desenvolvimento Metropolitano. Importante destacar também que a Constituição do Estado de Minas Gerais no 4 do Art. 46, determina que fica assegurada a participação de representantes do Estado, dos municípios da região metropolitana e da sociedade e que o funcionamento será regulado mediante Lei Complementar. No dia 30 de dezembro de 1998, pela Lei Complementar Estadual nº 51, foi instituída a Região Metropolitana do Vale do Aço, que foi substituída pela Lei Complementar nº 90 de 2006, integrando os municípios de Coronel Fabriciano, Ipatinga, Timóteo e Santana do Paraíso. Também foi criado o Colar Metropolitano constituído, atualmente, conforme redação da Lei Complementar 122 de 04 de janeiro de 2012, pelos municípios de Açucena, Antônio Dias, Belo 828

43 Oriente, Bom Jesus do Galho, Braúnas, Bugre, Caratinga, Córrego Novo, Dom Cavati, Dionísio, Entre Folhas, Iapu, Ipaba, Jaguaraçu, Joanésia, Marliéria, Mesquita, Naque, Periquito, Pingo d Água, São José do Goiabal, São João do Oriente, Sobrália e Vargem Alegre Dos Organismos Metropolitanos na RMVA Do Órgão Executivo Embora a Lei instituidora esteja próxima de completar 15 anos, neste contexto, os processos de implantação definitiva da RMVA são recentes, merece destaque a criação da Agência Metropolitana do Vale do Aço ARMVA. Esta agência foi definida no Art. 1 da Lei Complementar 122 de 04 de janeiro de 2012 como uma autarquia territorial e especial, com caráter técnico e executivo, para fins de planejamento, assessoramento e regulação urbana, viabilização de instrumentos de desenvolvimento integrado da Região Metropolitana do Vale do Aço RMVA, e apoio à execução de funções públicas de interesse comum, com autonomia administrativa e financeira, personalidade jurídica de direito público e prazo de duração indeterminado. A ARMVA foi inicialmente vinculada à Secretaria Extraordinária de Gestão Metropolitana, criada pela Lei Delegada 179 de 01 de janeiro de 2011 e extinta pela o art. 74 da Lei Estadual de 27 de dezembro de Os arts. 3, 17 e 71 dessa Lei Estadual determinaram a transferência da vinculação da ARMVA à Secretaria de Estado de Política Urbana e Desenvolvimento Regional SEDRU. A SEDRU então volta a responsabilizarse pelas regiões metropolitanas. Antes da criação da SEGEM, por força da Lei Delegada 119, de 25 de janeiro de 2007 e do Decreto Estadual Nº , de 31 de outubro de 2007, este era o órgão estatal responsável pelas políticas relacionadas à Região Metropolitana do Vale do Aço. A estrutura administrativa da ARMVA tem como destaque a existência de uma Diretoria Colegiada composta por DiretorGeral, ViceDiretorGeral e titulares das Diretorias de Planejamento Metropolitano, Articulação e Intersetorialidade, de Inovação e Logística e de Regulação Metropolitana. 829

44 Os cargos de direção são de livre nomeação e exoneração do Governador do Estado. A nomeação do DiretorGeral é feita a partir de lista tríplice elaborada pelo Conselho de Desenvolvimento Metropolitano e depende de aprovação prévia da Assembleia Legislativa. Os órgãos que compõem a Agência são, conforme o estabelecido no Art. 2º da Lei Complementar 122, os seguintes: Quadro 41 Órgãos que compõem a Agência Metropolitana do Vale do Aço AGÊNCIA METROPOLITANA DO VALE DO AÇO ARMVA I Unidade Colegiada a) Conselho de Administração; I II I I Direção Superior a) DiretoriaGeral; b) ViceDiretoriaGeral. Unidades Administrativas a) Gabinete; b) Procuradoria; c) Assessoria de Comunicação; d) Assessoria de Apoio Administrativo; e) Auditoria Seccional; f) Diretoria de Planejamento Metropolitano; g) Articulação e Intersetorialidade; h) Diretoria de Inovação e Logística; i) Diretoria de Regulação Metropolitana. Fonte: Lei Complementar N 122/2012. As ações desenvolvidas pela ARMVA desde a sua criação estão descritas na planilha a seguir: 830

45 AGENCIA DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO PROCESSOS ADMINISTRATIVOS ANUÊNCIA PRÉVIA REMEMBRAMENTO DESMEMBRAMENTO DIRETRIZ PARA LOTEAMENTO FISCALIZAÇÃO CORONEL FABRICIANO IPATINGA SANTANA DO PARAISO TIMÓTEO BOM JESUS DO GALHO 13 Fonte: Planilha própria elaborada a partir de dados fornecidos pela ARMVA Dos Órgãos Colegiados O processo decisório da Região Metropolitana da citada lei prevê, além da Agência, a existência de um Conselho Deliberativo de Desenvolvimento Metropolitano e de uma Assembleia Metropolitana. Atualmente os citados órgãos são compostos da seguinte forma: ASSEMBLEIA DE DESENVOLVIMENTO METROPOLITANO DA RMVA 4 Representantes do Poder Executivo Estadual; 1 Representante da ALMG; 4 Prefeitos da RMVA; 4 Presidentes das Câmaras Municipais da RMVA; 1 Representante da sociedade civil organizada. CONSELHO DELIBERATIVO DE DESENVOLVIMENTO METROPOLITANO DA RMVA (CDDM) 4 Representantes do Poder Executivo Estadual; 2 Representantes do Poder executivo de cada Município da RMVA; 1 Representante da ALMG; 1 Representante da sociedade civil organizada. 831

46 AGENCIA DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO Assembleia metropolitana da RMVA Conselho deliberativo de desenvolvimento da RMVA Representantes municípios Membros ARMVA da Órgãos estaduais Representantes municípios Membros ARMVA da Órgãos estaduais Presidente Diretor Presidente Diretor Presidente Vice presidente (Prefeito de Timóteo) 1ª secretária (Prefeita Ipatinga) 2º secretário (Presidente Ipatinga) Câmara (Vice Prefeito Coronel Fabriciano) 1º vogal (Prefeito Santana do Paraíso) (Secretário Governo Paraiso) de Santana 2ª vogal (Prefeita Fabriciano) Cel (Procurador Timóteo) 3º vogal (Secretário de Serviços Urbanos Santana Paraiso) Membro (SEMAD) (Secretário Ipatinga) Governo Membro (Procurador Ipatinga) Membro (Deputado Estadual ALEMG) (SEMAD) Membro (Presidente Câmara Coronel Fabriciano) (Prefeita Fabriciano) Coronel (Deputado Estadual ALEMG) Membro (Presidente Timóteo) Câmara (Secretaria Planejamento Timóteo) Membro (SETOP) 832

47 Do Financiamento dos Projetos da Região Metropolitana Em obediência à determinação constitucional contida no Art. 47, da Carta Mineira, o financiamento da Região Metropolitana se dá por intermédio dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano, regulamentado pela Lei Complementar Nº 88 de 12 de janeiro de 2006, que dispõe sobre a instituição e a gestão de região metropolitana e sobre o Fundo. O Art. 18 da referida Lei Estadual estabelece que o Fundo de Desenvolvimento Metropolitano FDM tem como objetivos o financiamento da implantação de programas e projetos estruturantes e a realização de investimentos relacionados às funções públicas de interesse comum nas regiões metropolitanas do Estado, conforme diretrizes estabelecidas pelo Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado de cada região metropolitana, observadas as normas e as condições gerais estabelecidas nessa Lei. A gestão do Fundo é realizada atualmente pela Secretaria de Estado de Política Urbana e Desenvolvimento Regional SEDRU e cada região metropolitana corresponde uma subconta específica. O art. 20 da LC 88/06 estabelece que poderão ser beneficiárias do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano instituições públicas, organizações não governamentais, organizações sociais de interesse público, empresas prestadoras de serviços públicos de interesse comum e outras entidades executoras ou responsáveis por estudos, projetos ou investimentos direcionados às Regiões Metropolitanas. Quanto aos recursos do FDM, o art. 21 da lei em comento prevê: I os recursos do Estado e dos Municípios a ele destinados por disposição legal, na proporção de 50% (cinquenta por cento) de recursos do Estado e 50% (cinquenta por cento) de recursos dos Municípios que integram a região metropolitana, proporcionalmente à receita corrente líquida de cada Município; II as dotações orçamentárias ou as transferências da União destinadas à execução de planos e programas sob a orientação do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado; 833

48 III os produtos de operações de crédito, internas ou externas, contraídas pelo Estado ou por Município integrante da região metropolitana, para financiamento de funções públicas de interesse comum; IV os retornos de financiamentos concedidos com recursos do FDM; V os resultados das aplicações financeiras das disponibilidades transitórias de caixa; VI as dotações a fundo perdido consignadas ao FDM por organismos nacionais ou internacionais, inclusive por organizações não governamentais; VII os auxílios, as subvenções, as dotações e outros recursos. Segundo o previsto no Decreto Estadual , de 22 de agosto de 2007, que contém o Regulamento do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano FDM, instituído pela Lei Complementar nº 88, de 12 de janeiro de 2006, alterado pelos decretos nº /2009, /2009, /2012 e /2012, a estrutura administrativa é composta na forma da tabela a seguir: Composição atual dos órgãos da RMVA O órgão executivo e os órgãos colegiados de direção da RMVA tinham como titulares dos seus órgãos as seguintes representações no ano de 2014: FUNDO DE DESENVOLVIMENTO METROPOLITANO I Gestor I II V I I Agente financeiro Grupo coordenador I Conselho Deliberativo de Desenvolvimento Metropolitano V Assembleia Metropolitana Fonte: Informações constantes das leis estaduais complementares n 90/2006, n 106/2009 e n 122/

49 8.1.4 Atividades Constitutivas da Região Metropolitana do Vale do Aço Alguns elementos marcantes da institucionalidade regional devem ser objeto de atenção, entre eles as criações dos municípios, as implantações das usinas e os processos de criação da Região Metropolitana. Também devem ser ressaltados os estudos, programas, projetos e instituições e entidades de caráter regional que atuaram e atuam nos municípios e nas regiões. A Aperam South América, antiga Cia Aços Especiais Itabira Acesita e, posteriormente, Arcelor Mittal Inox Brasil, foi fundada em 31 de outubro de 1944, pelo americano radicado no Brasil Percival Farquhar, aproveitando a proximidade com as jazidas de minério de ferro exploradas no Município de Itabira. As Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais Usiminas, Usina Intendente Câmara, foram fundadas em 25 de abril de 1956, no ainda Distrito de Ipatinga, pertencente à Coronel Fabriciano, e foi inaugurada em 26 de outubro de 1962, pelo Presidente da República, à época João Goulart. Outra importante empresa da região é a Celulose NipoBrasileira S/A, conhecida popularmente como Cenibra, localizada no Município de Belo Oriente, integrante do Colar Metropolitano do Vale do Aço. Foi fundada no dia 13 de setembro de 1973, formada da união da CVRD Companhia Vale do Rio Doce, estatal àquela época, e JBP Japan Brazil Paper and Pulp Resources Development CO. 8.2 Organismos Federais e Estaduais de Atuação no Vale do Aço Constatase a existência regular de apenas um órgão governamental metropolitano com atuação na região do Vale do Aço, ou seja, a ARMVA é o único órgão executivo cuja ação está voltada tanto ao desenvolvimento de seus programas e projetos, quanto à sua área de abrangência, exclusivamente para a Região Metropolitana do Vale do Aço. Ressaltese a existência de órgãos colegiados, como o Conselho e Assembleia Metropolitana cuja jurisdição é a RMVA. Esses são, em conjunto com a ARMVA, os instrumentos de funcionamento e decisão da Região Metropolitana. 835

50 Identificase um número significativo de organismos integrantes das administrações federais e estaduais com atuação e jurisdição regional, porém, corroborando com a afirmação de que ainda é incipiente a implantação da RMVA. Nenhuma das demais instituições públicas das esferas federal e regional orientou sua atuação para uma abrangência específica e exclusiva para a região metropolitana. A jurisdição dos órgãos obedece a outros parâmetros de organização e planejamento estatal, praticamente desconhecendo a região metropolitana legalmente instituída. Em Minas Gerais, o Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado PMDI estabelece que a estratégia de regionalização consiste em focalizar ações nos territórios, de modo a potencializar suas vantagens comparativas e compensar as carências territoriais, minimizando as assimetrias regionais. Em outras palavras, é preciso propor soluções e estratégias condizentes para com o crescimento econômico e social das diversas regiões mineiras. Contudo, verificase que a divisão dos territórios mineiros não considera as regiões metropolitanas. O Estado de Minas Gerais, a partir do Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG) 1996/1999, adotado em dezembro de 1995, divide o seu território em dez regiões de planejamento. A região em que está inserida a capital é a Região Central e os municípios do Vale do Aço participam da Região do Rio Doce. As Regiões de Planejamento com o respectivo número de municípios são as seguintes: Alto Paranaíba (31); Central (158); CentroOeste de Minas (56); Jequitinhonha/Mucuri (66); Mata (142); Noroeste de Minas (19); Norte de Minas (89); Rio Doce (102); Sul de Minas (155); Triângulo (35). 836

51 Figura 224 Mapa das Regiões de Planejamento de Minas Gerais Fonte: Portal do Governo de Minas Gerais. Por outro lado, o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) divide Minas Gerais em 12 mesorregiões e 66 microrregiões. Segundo consta da página na internet do Governo de Minas Gerais, o citado órgão justifica este sistema de divisão afirmando que o mesmo tem aplicações na elaboração de políticas públicas e no subsídio ao sistema de decisões quanto à localização de atividades econômicas, sociais e tributárias. Contribui também, para as atividades de planejamento, estudos e identificação das estruturas espaciais de regiões metropolitanas e outras formas de aglomerações urbanas e rurais. Ainda segundo o IBGE, os critérios para definição das mesorregiões no Estado são: O processo social como determinante, o quadro natural como condicionante e a rede de comunicação e de lugares como elemento da articulação espacial. As 12 mesorregiões estabelecidas pelo IBGE para Minas Gerais são as seguintes: Noroeste de Minas; Norte de Minas; Jequitinhonha; Vale do Mucuri; Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba; Central Mineira; Metropolitana de Belo Horizonte; Vale do Rio Doce; Oeste de Minas; Sul e Sudoeste de Minas; Campos das Vertentes; Zona da Mata. 837

52 Figura 225 Mapa das Mesorregiões do IBGE de Minas Gerais Fonte: Portal do Governo de Minas Gerais. Figura 226 Mapa das Microrregiões do IBGE Minas Gerais Fonte: Portal do Governo de Minas Gerais. 838

53 Na RMBH, há 34 municípios no Núcleo e 16 no Colar Metropolitano, enquanto que a Região de Planejamento do Estado denominada Central, que inclui tais municípios, é constituída por 158. Na divisão territorial utilizada pelo IBGE, a Região é denominada Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte e integra 105 municípios. Na RMVA, os 28 municípios, abrangendo os 04 do Núcleo Metropolitano, estão incluídos em uma Região de Planejamento denominada Rio Doce do Estado de Minas Gerais que contempla 102 municípios. Para o IBGE a denominação é de Vale do Rio Doce e contempla 101 municípios. No Plano Plurianual de Ação Governamental PPAG do Estado de Minas Gerais, em sua revisão para o ano de 2013, são identificados valores previstos para programas específicos nas regiões metropolitanas, caracterizando, na sua maioria, custos administrativos de manutenção dos órgãos. Para investimento na RMVA, os recursos destinados ao Fundo de Desenvolvimento Metropolitano, codificado no PPAG como 4331, são aqueles empregados no financiamento do PDDI, ou seja, R$ ,00 (Hum milhão e quinhentos mil reais) no ano de Neste mesmo ano, são previstos R$ ,00 para financiar planos, programas e projetos de desenvolvimento metropolitano, definidos pelo Conselho Deliberativo de Desenvolvimento Metropolitano. A planilha a seguir ilustra a afirmação com as metas físicas e de valores no período do 2014 a 2017 no Plano. 839

54 PLANO PLURIANUAL DE AÇÃO GOVERNAMENTAL Exercício 2014 Programas e Ações por Redes de Desenvolvimento Integrado Rede de Cidades 2461 AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO 4053 INCORPORAÇÃO E DIFUSÃO DE CONHECIMENTOS PARA GESTÃO METROPOLITANA FINALIDADE : PROMOVER A INTEGRAÇÃO DOS ATORES METROPOLITANOS E FORTALECER A IDENTIDADE POR MEIO DE REUNIÕES, ASSEMBLEIAS E OUTROS EVENTOS. COMPLEMENTAR O ARRANJO DE GESTÃO DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO COORDENANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO. OBTER, PRODUZIR E DISSEMINAR INFORMAÇÕES QUE SITUEM AS REGIÕES METROPOLITANAS DE MG NO CONTEXTO DAS DEMAIS REGIÕES E NA REDE DE CIDADES, VISANDO À PRODUÇÃO E À DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO NA ÁREA DE GOVERNANÇA METROPOLITANA. METAS = REGIÃO RIO DOCE FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS 1 R$ ,00 1 R$ ,00 1 R$ ,00 1 R$ , AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO 4083 REGULAÇAO DA EXPANSÃO URBANA DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO FINALIDADE : GARANTIR, NOS TERMOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE, O CUMPRIMENTO DAS NORMAS E DIRETRIZES RELACIONADAS AO PLANEJAMENTO E À EXECUÇÃO DAS FUNÇÕES PÚBLICAS DE INTERESSE COMUM COM IMPACTO NO ORDENAMENTO TERRITORIAL METROPOLITANO, EM ESPECIAL, DAS NORMAS DE PARCELAMENTO DO SOLO PARA FINS URBANOS. OBTER, PRODUZIR E DISSEMINAR INFORMAÇÕES QUE SITUEM AS REGIÕES METROPOLITANAS DE MG NO CONTEXTO DAS DEMAIS REGIÕES E NA REDE DE CIDADES, VISANDO À PRODUÇÃO E À DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO NA ÁREA DE GOVERNANÇA METROPOLITANA. METAS = REGIÃO RIO DOCE FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS 4 R$ ,00 4 R$ ,00 4 R$ ,00 4 R$ , AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO 4101 APOIO TÉCNICO AO COLAR E AOS MUNICIPIOS DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO PARA A ORDENAÇÃO FINALIDADE : ESTIMULAR A ADEQUAÇÃO DO ORDENAMENTO TERRITORIAL DOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO ÀS DIRETRIZES DO PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO E DEMAIS NORMAS URBANÍSTICOMETROPOLITANAS, POR MEIO DA REALIZAÇÃO DE APOIO TÉCNICO EM ASSUNTOS RELATIVOS À REGULAÇÃO URBANA. METAS = REGIÃO RIO DOCE FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS 4 R$ ,00 4 R$ ,00 4 R$ ,00 4 R$ , FUNDO DE DESENVOLVIMENTO METROPOLITANO 4101 APOIO TÉCNICO AO COLAR E AOS MUNICIPIOS DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO PARA A ORDENAÇÃO FINALIDADE : PROMOVER A ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO. PRODUTO : PLANO DIRETOR METROPOLITANO ELABORADO URBANA. OBTER, PRODUZIR E DISSEMINAR INFORMAÇÕES QUE SITUEMAS REGIÕES METROPOLITANAS DE MG NO CONTEXTO DAS DEMAIS REGIÕES E NA REDE DE CIDADES, VISANDO À PRODUÇÃO E À DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO NA ÁREA DE GOVERNANÇA METROPOLITANA. METAS = REGIÃO RIO DOCE FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS 100 R$ , R$ , R$ , R$ , FUNDO DE DESENVOLVIMENTO METROPOLITANO 4168 APOIO E SUPORTE AOS PROJETOS METROPOLITANOS FINALIDADE : FINANCIAR PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO METROPOLITANO, DEFINIDOS PELO CONSELHO DELIBERATIVO DE DESENVOLVIMENTO METROPOLITANO. OBTER, PRODUZIR E DISSEMINAR INFORMAÇÕES QUE SITUEMAS REGIÕES METROPOLITANAS DE MG NO CONTEXTO DAS DEMAIS REGIÕES E NA REDE DE CIDADES, VISANDO À PRODUÇÃO E À DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO NA ÁREA DE GOVERNANÇA METROPOLITANA. METAS = REGIÃO RIO DOCE FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS FISICAS FINANCEIRAS 100 R$ , R$ , R$ , R$ ,00 Fonte: Dados do PPAG do Governo do Estado de Minas Gerais. Outros organismos de elaboração e implantação de políticas públicas como a Bacia Hidrográfica do Rio Doce, em que pese ser constituída contemplando todos os municípios do Núcleo e do Colar Metropolitano do Vale Aço, também não apresenta destaque para a RMVA. A seguir, listamos as instituições federais e estaduais cujos órgãos são estabelecidos na RMVA. À exceção daqueles órgãos criados exclusivamente para a gestão metropolitana, todos os demais têm 840

55 jurisdição ou área de atuação diversa da Região Metropolitana, ora não atingindo a todos os municípios do Núcleo e Colar, ora extrapolando para cidades não integrantes da Região, o que corrobora a constatação de que não há planejamento de atuação das instituições federais e estaduais para a Região Metropolitana do Vale do Aço. 841

56 DENATRAN Departamento Nacional de Trânsito SEBRAE Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Tribunal Superior do Trabalho Ministério do Trabalho Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério da Previdência Social Receita Federal Ministério da Educação Conselho da Justiça Federal Serviço Social do Transporte/Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte Justiça Federal Órgãos Federais Órgãos Estaduais Departamento de Polícia Rodoviária Federal TRE/MG Tribunal Regional Eleitoral DNIT Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes MPF Ministério Público Federal FIEMG Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (SETOP) Instituto Mineiro de Agropecuária IMA Instituto Estadual de Florestas IEF Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais Secretaria de Estado de Fazenda SEFA Serviço Integrado de Assistência Tributária e Fiscal SIAT Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social SEDESE Junta Comercial do Estado de Minas Gerais JUCEMG Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais IPASEMG Instituto de Metrologia e Qualidade do Estado de Minas Gerais Ipem Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior SECTES Secretaria de Estado de Segurança Pública DETRAN Departamento de Trânsito de Minas Gerais Polícia Civil do Estado de Minas Gerais PCMG Polícia Militar de Minas Gerais PMMG Secretaria de Estado de Defesa Social Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais CBMMG TJMG Tribunal de Justiça de Minas Gerais Advocacia Geral do Estado de Minas Gerais Ministério Público do Estado de Minas Gerais PROCON (Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor) MG 842

57 Defensoria Pública de Minas Gerais CEMIG Central Elétrica de Minas Gerais COPASA Companhia de Saneamento de Minas Gerais GASMIG CBH DOCE Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce 8.3 Organismos não Estatais de Atuação na RMVA Seguindo uma característica de dispersão, dado o ainda incipiente processo de dispersão da Região Metropolitana, as instituições não estatais que desenvolvem políticas públicas não contemplam todos os integrantes do Núcleo e do Colar Metropolitano. Por outro lado, no âmbito de sua atuação tais instituições têm tido papel significativo no apoio operacional e organizacional do Município que as integram Associação da Microrregião do Vale do Aço A Associação dos Municípios do Vale do Aço AMVA foi fundada em 1974 e tem ao longo dos anos buscado cumprir um papel de articular ações regionais, estabelecendo parcerias com e entre os municípios, disponibilizando serviços de infraestrutura mediante disponibilização de máquinas, realizando cursos direcionados a funcionários municipais e assistência aos municípios associados. Atualmente integram a AMVA atualmente os municípios de: Antônio Dias; Belo Oriente; Braúnas; Bugre; Córrego Novo; Entre Folhas; Iapu; Ipaba; Jaguaraçu; Marliéria; Mesquita; Periquito; Pingo D'água; São João do Oriente; Vargem Alegre Associação de Municípios pelo Desenvolvimento Integrado Criada em Janeiro de 2002, a Associação de Municípios Pelo Desenvolvimento Integrado AMDI é uma sociedade civil de municípios, sem fins lucrativos, regida por norma estatutária, constituída por um Consórcio Intermunicipal formado pela associação dos seguintes municípios: Açucena, Belo Oriente, Coronel Fabriciano, Iapu, Naque, Periquito, Santana do Paraíso, Tarumirim e Timóteo e demais municípios que venham aderir ao seu estatuto, com anuência da Assembleia Geral. 843

58 8.3.3 Associação dos Municípios da Vertente Ocidental do Caparaó A Associação dos Municípios da Microrregião da Vertente Ocidental do Caparaó AMOC, com sede em Caratinga, contempla a participação de alguns municípios que hoje integram o Colar Metropolitano da RMVA como Caratinga, Córrego Novo, Entre Folhas, São João do Oriente e Vargem Alegre. Participam da Amoc os seguintes municípios: Caratinga; Entre Folhas; Piedade de Caratinga; Ubaporanga; Bom Jesus do Galho; Santa Rita de Minas; Inhapim; Pocrane; Vargem Alegre; São João do Oriente; Chalé; Santa Bárbara do Leste; Córrego Novo; Ipanema; Manhuaçu; São João do Manhuaçu; Manhumirim; Carangola; São Sebastião do Anta; São Domingos das Dores; Reduto; Martins Soares; Lajinha; Durandé; Martins Soares; Santana do Manhuaçu Consórcio Intermunicipal de Saúde Criado em 10 de julho de 1995, o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Aço CONSAÚDE teve como objetivo enfrentar, de forma coletiva, pelos Municípios da Microrregião do Vale do Aço, as dificuldades na prestação do atendimento à saúde da população, notadamente naqueles serviços enquadrados como de média complexidade. Atualmente a natureza jurídica do CONSAÚDE é a de associação pública, prevendo dois instrumentos de gestão, o contrato de rateio que se refere ao custo administrativo do consórcio compartilhado entre todos os municípios consorciados e o contrato de prestação de serviços que é o instrumento que legitima os municípios a planejarem e definirem o valor do repasse no ano para a execução de prestação de serviços em saúde realizada através do CONSAÚDE. Os municípios consorciados são Açucena; Antônio Dias; Belo Oriente; Braúnas; Bugre; Córrego Novo; Dionísio; Iapu; Ipaba; Jaguaraçu; Joanésia; Marliéria; Mesquita; Naque; Periquito; Pingo D Água; São João do Oriente; Timóteo; Vargem Alegre; Santana do Paraíso (Não é consorciado, mas integra o programa do sets). 844

59 8.4 Dos Sistemas de Estruturação de Políticas Públicas Previstos no âmbito Federal e Estadual e Implantados ou em Implantação na RMVA As políticas públicas no Brasil têm sido organizadas a partir da criação de sistemas articulados entre as três esferas da Federação e estruturadas em organismos executivos e administrativos, instrumentos de participação da sociedade na elaboração de diretrizes políticas e no acompanhamento do cumprimento das decisões, além de mecanismos de financiamento da implementação da política. Procuramos identificar a partir dos sistemas nacionais e estaduais existentes, a sua implementação no âmbito municipal na RMVA. Percebese que nas políticas institucionais de maior visibilidade como a saúde e educação, que possuem vinculação de receitas estabelecidas constitucionalmente, a implantação dos sistemas constituídos de órgão executivo, conselho representativo da sociedade e do governo e fundo municipal, estão implantados em praticamente todos os municípios, incluindo os do núcleo e do Colar Metropolitano. Contudo, constatase que, relativamente às políticas públicas próprias do desenvolvimento urbano como as de saneamento, mobilidade e outras, ainda é incipiente o processo de implantação, o que pode contribuir para o quadro de desarticulação e desintegração de políticas de interesse comum no Vale do Aço. Na planilha Sistemas e Conselhos na RMVA em anexo, estão listados os órgãos e conselhos de âmbito federal, estadual e municipal com os respectivos endereços de sede e área de abrangência. 8.5 Da legislação e dos organismos municipais de planejamento e de atuação regional Os quatro municípios integrantes da RMVA dispõem de instrumentos normativos para regulação urbana e de leis de organização da atuação nas diversas políticas públicas de sua competência e, relativamente à determinação constitucional de editar, como elemento fundamental do planejamento local, os planos diretores, todos elaboraram essas leis. 845

60 Dificuldades são identificadas quanto à implantação dos planos e, no caso do Município de Ipatinga, houve contestação junto ao Poder Judiciário sobre a implantação da lei aprovada, o que ensejou a formalização de documento urbanístico provisório, ajustado entre Ministério Público estadual e a Administração Municipal, para vigorar até a revisão e posterior regulamentação do Plano. O Projeto de Lei de Revisão do Plano Diretor foi sancionado em 12 de junho de 2014 e o Poder Executivo está desenvolvendo processo de elaboração dos projetos de leis de regulamentação Planos Diretores dos Municípios da RMVA Plano Diretor de Coronel Fabriciano O Município de Coronel Fabriciano criou o seu Plano Diretor em 27 de dezembro de 2012, pela Lei Municipal 3.759, que institui, em seu Art. 1, o plano como o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana do Município, orientador da atuação da administração pública e da iniciativa privada em seu território. No aspecto regional, embora o plano não tenha dispositivo que aponte organismos institucionais específicos para ação regional, nos objetivos, em seu Art. 5º, Inciso XI, há diretriz no sentido da promoção da compatibilização da política urbana municipal com a metropolitana, a estadual e a federal. Como estratégia de desenvolvimento socioeconômico, o Art. 7º estabelece que o Município deverá ser inserido no contexto da Região Metropolitana do Vale do Aço e propõe a promoção do desenvolvimento econômico municipal com ênfase no turismo e em serviços qualificados de âmbitos de atendimento municipal e regional e a criação de espaços para instalação das atividades que deem sustentação ao desenvolvimento econômico municipal, valendose dos recursos naturais e do sistema viário de articulação municipal e regional. O Plano Diretor também orienta no sentido da compatibilização do sistema viário, identificando e classificando vias como Arteriais Metropolitanas, recomendando nestas, a instalação de atividades de médio e grande porte, evitando atividades atratoras de grande público. Também adverte para 846

61 que as novas edificações situadas ao longo de tais vias disponham de vagas de estacionamento para veículos leves, evitando que essa demanda seja suprida exclusivamente na via pública Plano Diretor de Ipatinga O Plano Diretor de Ipatinga, editado pela Lei Municipal n de 06 de outubro de 2006, foi objeto da Ação Civil Pública n , de autoria do Ministério Público de Minas Gerais, pela Segunda Promotoria de Justiça da Comarca de Ipatinga. O seu processo de implantação foi suspenso pela decisão em antecipação de tutela não contestada pelo Município, o que culminou com a formalização de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre o Ministério Público e a municipalidade em 27 de abril de 2010, alterado em 09 de agosto de O citado TAC estabeleceu a suspensão de apreciação de projetos de construção na forma prevista na Lei Municipal 419/1973 e definiu parâmetros urbanísticos a serem observados pelo Município até a elaboração e aprovação da legislação complementar ao Plano Diretor. O Poder Executivo está desenvolvendo processo de elaboração da legislação complementar ao Plano Diretor. Encontrase disponível no site para sugestão da sociedade, o Anteprojeto de Lei de Parcelamento, Ocupação e Uso do Solo. Quanto à questão metropolitana, a Lei de 12 de junho de 20145, do Plano Diretor de Ipatinga, disponibilizado no site da Prefeitura Municipal, prevê como objetivos gerais da política de desenvolvimento e de expansão urbana, nos incisos V e VI do Art.4, expandir o sistema viário local e promover sua integração com o da Região Metropolitana do Vale do Aço, bem como consolidar o Município como polo regional de serviços. Já o Inciso XVIII do Art. 5, ao estabelecer diretrizes para desenvolvimento e expansão urbana, prevê expandir o sistema viário local de forma a viabilizar a diversidade dos modos de transporte e promover sua integração com a Região Metropolitana do Vale do Aço. Nas diretrizes da política municipal de proteção, recuperação e preservação do meio ambiente, o Art. 7º estabelece nos incisos II e XXVII, respectivamente, a busca da articulação, em nível local e metropolitano, das diversas políticas públicas de proteção ambiental e a articulação com os 847

62 municípios integrantes da Região Metropolitana do Vale do Aço para o desenvolvimento de políticas de preservação do Parque Estadual do Rio Doce e de seu entorno. Ao tratar, no Art. 29, das diretrizes das políticas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, o Inciso VI prevê a melhoria do controle e do conhecimento do regime de vazão das pequenas bacias hidrográficas da região e o subsídio à quantificação das reservas renováveis, que são a base para a gestão dos recursos hídricos. No que diz respeito à política de limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos, o Projeto em seu Art.30, Inciso XIV, preconiza buscar articulação com os municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço com vistas a promover a integração e a cooperação para o tratamento e a destinação dos resíduos sólidos. O Art. 39 aponta diretrizes para o sistema viário e, no aspecto regional, prevê: I melhorar a articulação do sistema viário municipal com os eixos rodoviários das rodovias BR 381 e BR 458, nos aspectos de segurança e funcionalidade; II fomentar a articulação metropolitana para a implantação do anel rodoviário, com vistas a canalizar o tráfego de passagem para fora do perímetro urbano do Município; Quanto à política de habitação, o Art. 42, Inciso V, estabelece como diretriz a incorporação da escala metropolitana no planejamento do atendimento às necessidades habitacionais. O Projeto de Plano Diretor de Ipatinga, ao tratar da política municipal de desenvolvimento econômico sustentável, estabelece objetivos e diretrizes relacionados à questão regional, quais sejam: Art. 46. São objetivos da política municipal de desenvolvimento econômico sustentável: (...) II estabelecer parceria para o desenvolvimento regional, estimulando a integração e a articulação com os municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço e do Colar Metropolitano do Vale do Aço; III fomentar o desenvolvimento econômico sustentável de Ipatinga, promovendo a diversificação da economia, considerando a vocação regional e visando o aumento da atração de investimentos para o Município. 848

63 Em relação ao desenvolvimento econômico sustentável do Município, define: Art. 47. São diretrizes da Política Municipal de Desenvolvimento Econômico Sustentável: I realizar estudos periódicos sobre o perfil produtivo do Município e região, visando a identificação e fomento das vocações regionais; VIII adotar medidas que viabilizem a consolidação do Munícipio de Ipatinga e da região como referência tecnológica; Quanto à política de abastecimento alimentar, estabelece que: Art. 57. São diretrizes da política municipal de abastecimento alimentar que interferem no planejamento e no desenvolvimento urbano: I implantar espaço destinado a equipamentos de comércio atacadista e de apoio à comercialização dos produtos dos artesãos e agrícolas do Município e da Região; II consolidar e ampliar o sistema de abastecimento, mediante as seguintes estratégias: incentivar a produção e comercialização de produtos hortifrutigranjeiros, de leite, de mel e de outros produtos regionais; (...) Art. 87. ADE Horto motivase pela importância atual do Bairro Horto nas atividades de comércio e serviços de caráter metropolitano e regional, pela existência de áreas de moradia remanescentes do projeto inicial da cidade, como também de conflitos entre os usos existentes, principalmente no tocante à circulação e ao estacionamento de veículos. O Art. 66 define que as centralidades do Município de Ipatinga correspondem aos espaços que tencionam e organizam em diversos níveis o município, em razão de sua importância na estrutura urbana e regional. O Inciso I do parágrafo único identifica a área central como centralidade de primeiro nível na relação com a totalidade do município e também região e, as rodovias BR 381 Av. Pedro Linhares Gomes e BR 458 Av. Cláudio Moura, como Eixo de Articulação Metropolitana. Relativamente ao parcelamento, uso e ocupação do solo, o Projeto de Lei do Plano estabelece no seu Art. 92 que a ADE das Fronteiras Permeáveis, considerandose a condição metropolitana do Município de Ipatinga e sua conurbação com os Municípios com que faz divisa, motivase pela necessidade de procedimento em relação ao uso, à ocupação e ao parcelamento do solo nas áreas de fronteira, que avalie seus impactos no próprio Município e no vizinho, de forma a não haver 849

64 degradação dessas regiões ou até mesmo um vácuo administrativo que dificulte a aplicação das políticas urbanas e fiscais. O Parágrafo único do mesmo artigo aponta como ações propostas para a ADE das fronteiras permeáveis: a definição de procedimentos especiais de licenciamento de atividades aprovação de parcelamentos e edificações busca pelo estabelecimento de convênios ou parcerias com os Municípios vizinhos em articulação com as políticas de caráter metropolitano, estabelecidas pelas instâncias competentes. Há um Capítulo próprio na Lei 3.035/14 que trata da articulação regional na RMVA. O Capítulo III, tem como título A Articulação Metropolitana e, no Art 137 estabelece o seguinte: Para contribuir com a integração do planejamento e da execução das funções públicas de interesse comum da Região Metropolitana do Vale do Aço, o Poder Público Municipal poderá criar consórcios públicos e firmar convênios e termos de cooperação técnica com os demais Municípios da Região Metropolitana e de seu Colar, bem como deverá articularse com a Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Aço Agência RMVA, com outros órgãos e instituições do Governo do Estado de Minas Gerais e com o Governo Federal. O Art. 138 determina como diretrizes para a articulação regional e metropolitana do Município de Ipatinga com os demais municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço e de seu Colar, com a Agência RMVA, com outros órgãos e instituições do Governo do Estado de Minas Gerais e com o Governo Federal: I definir políticas específicas para as chamadas fronteiras permeáveis e conurbadas; II realizar articulações para o estabelecimento de política de distribuição dos equipamentos de atendimento regional e metropolitano; III realizar articulações para melhoria e ampliação do sistema de transporte público de abrangência regional e metropolitana, de modo a melhorar a qualidade do serviço e do meio ambiente urbano; IV fomentar articulações entre o Município e a Agência RMVA, para melhoria do sistema de transporte convencional e sobre trilhos, para atendimento regional, intermunicipal e interestadual; V fomentar articulações viárias no contexto metropolitano, como a implantação do anel rodoviário; e 850

65 VI realizar articulações visando à busca de soluções comuns para o atendimento das demandas relacionadas às políticas sociais de saúde, educação e habitação Plano Diretor de Santana do Paraíso A Lei Municipal nº359, de 02 de Outubro de 2006, que dispõe sobre o Plano Diretor Participativo do Município de Santana do Paraíso incorpora disposições acerca dos objetivos e diretrizes de atuação regional. O Art. 5º estabelece que a estruturação territorial do Município tem por objetivo a sua utilização racional, observados os fatores como infraestrutura, recursos naturais, integração à Região Metropolitana do Vale do Aço, revitalização de áreas e equipamentos, regularização de assentamentos e sistemas de informações e fiscalização. No seu Art. 13, ao tratar do Zoneamento, a Lei do Plano Diretor assinala que a Zona Urbana incorpora áreas de importância geoambiental e socioeconômica de Santana do Paraíso para com a Região Metropolitana do Vale do Aço e municípios do Colar Metropolitano; e pela presença das rodovias MG232, BR381, Ferrovia Vitória a Minas, BR458, Distrito Industrial, Aeroporto, Central de Resíduos e empresas de grande porte. Relativamente ao parcelamento do solo para fins urbanos em Santana do Paraíso, a lei estabelece que cabe ao Poder Público Municipal estabelecer parâmetros e rotinas administrativas para os processos de aprovação dos parcelamentos, contemplando as legislações federal, estadual, municipal e da Região Metropolitana do Vale do Aço. A Política de Desenvolvimento Econômico e Turismo do Município vinculada à de desenvolvimento social, conforme tratadas no Art. 21, consistem no conjunto de ações com o objetivo precípuo de promover a qualidade de vida da população e o bem estar da sociedade, com base nos princípios de sustentabilidade e de desenvolvimento local, para a viabilização de Programas de desenvolvimento agropecuário, com a perspectiva de comercialização no mercado local e regional, através da criação da central de abastecimento municipal ou de mercado do pequeno produtor. O Parágrafo Único do artigo determina que a Agência Municipal de Desenvolvimento Econômico e de Turismo deve articular e integrar as iniciativas de promoção econômica com os demais municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço, por meio de programas, projetos e ações locais e regionais, compatibilizados com as demais diretrizes do Plano Diretor de Santana do Paraíso. 851

66 O Art. 23 aborda a política municipal de desenvolvimento da saúde e observa que a mesma visa à promoção da saúde da população e demanda discussão acerca da implantação do Hospital Regional em parceria com municípios vizinhos. A abordagem regional relativamente às diretrizes da política ambiental do Município, versada no Art. 25, consiste na viabilização de estudos com os municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço para criação do Corredor Ecológico, com o objetivo de interligar remanescentes naturais existentes de proteção à fauna e à flora. O Art. 27 do Plano de Santana do Paraíso institui que a política municipal de desenvolvimento da habitação pretende orientar as ações do Poder Público e da iniciativa privada para facilitar o acesso de todos os cidadãos à moradia, com prioridade às famílias de menor renda, num processo integrado às políticas de desenvolvimento urbano e regional e demais políticas municipais, em especial, as de promoção social, geração de emprego e renda, as de transporte, as de promoção social e de proteção ambiental. O plano define que a política de infraestrutura do Município deve buscar a implantação do sistema viário municipal para integração dos bairros e comunidades e ao sistema viário da Região Metropolitana do Vale do Aço. No aspecto institucional de ação regional conjunta, o Art. 68 da Lei do Plano Diretor de Santana do Paraíso assinala que o Poder Público Municipal poderá utilizar a urbanização consorciada em empreendimentos conjuntos da iniciativa privada e dos poderes públicos federal e estadual, visando à integração e à divisão de competência e recursos para execução de projetos de interesse comum à Região Metropolitana do Vale do Aço. 852

67 Plano Diretor de Timóteo O Município de Timóteo tem a lei do Plano Diretor mais antiga da região, a Lei Municipal nº 2.500, de 05 de maio de No entanto, é a que menos aborda ação regional em seu texto. Apenas os Arts. 18 e 19, ao tratar das diretrizes do sistema viário e do transporte, são os que fazem alguma previsão considerando a questão regional. No citado Art. 18, a lei determina que haja articulação do sistema viário estrutural com o sistema viário regional e o Art. 19 estabelece gestões visando à criação de uma câmara de transportes coletivos e de compensação do Vale do Aço, com vista a reduzir e compensar o custo do transporte coletivo na região. Sobre a política ambiental, o Art. 36 afirma que o Município deverá coordenar o Sistema Municipal de Meio Ambiente, com os seguintes objetivos: (...) 2º Dentro das atribuições estabelecidas neste artigo, deverão os órgãos componentes do Sistema Municipal de Meio Ambiente: (...) e) promover a atuação do Município junto a órgãos federais e estaduais, bem como junto a empresas privadas, visando a gestão das redes hidrográficas da região e o manejo integrado das bacias do rio Doce e do rio Piracicaba Legislação Urbana A dispersão e diversidade encontradas na legislação urbanística dos municípios do Vale do Aço são desafios expressivos para uma ação regional coordenada e articulada, visto que, instrumentos normativos básicos de política urbana inexistentes ou que estabelecem parâmetros significativamente diferentes e até contraditórios, quando de decisões que afetem situações limítrofes ou de interesse comum, podem representar entraves à sua aplicação. A Constituição da República institui competência legislativa e administrativa ao Município para a definição da política urbana em seu território. Não há subordinação hierárquica entre a legislação estadual e a municipal. 853

68 Somese à falta de integração e articulação da adequação das legislações municipais para disposições de parâmetros urbanísticos comuns a ausência parcial de leis de controle urbanístico e, naquelas existentes, pouco é considerado a conurbação e demais aspectos regionais, tão presentes no Vale do Aço. Durante a elaboração do presente diagnóstico, foram encontradas as seguintes leis municipais que tratam de questões urbanísticas: Legislação Urbanística de Coronel Fabriciano Lei nº 2.524, de 18 de Junho de 1995, alterada pela Lei de Controle Urbano nº de 1998 = Código de Obras; Lei nº 2.510, de 17 de Maio de 1995 = Código de Posturas; Lei nº 1.056, de 22 de Maio de 1967 = Lei de Loteamento; Lei Complementar nº 0001, de 23 de Dezembro de 2008 = Código Tributário; Lei Orgânica Municipal, de 07 de Setembro de Legislação Urbanística de Ipatinga Lei nº 565, de 01 de Junho de 1977 = Lei de Parcelamento do Solo Para Fins Urbanos; Lei nº 375, de 02 de maio de 1972, alterada pela Lei nº 2.316, de 18 de Junho de 2007 = Código de Polícia Administrativa ou de Posturas; Lei nº 419, de 19 de Fevereiro de 1973, alterada pela Lei nº 2.103, de 09 de Dezembro de 2004 = Código de Obras; Lei Municipal nº 1.475, de 30 de setembro de 1996 = Código Ambiental; Lei Municipal n.º 1483, de 11 de novembro de 1996 = Código de Saúde; Lei nº 0819, de 21 de Dezembro de 1983 = Código Tributário; Lei Orgânica Municipal, de 1º de Maio de Legislação Urbanística de Santana do Paraíso Lei nº 178, de 10 de Dezembro de 1999 = Código de Obras; Lei nº 177, de 10 de Dezembro de 1999 = Código de Posturas; 854

69 Lei nº 68, de 27 de Dezembro de 1994 = Código Tributário; Lei Orgânica Municipal, de 08 de Maio de Legislação Urbanística de Timóteo Lei nº 496, de 19 de Junho de 1974 = Código de Posturas; Lei nº 654, de 27/09/77 = Dispõe sobre loteamento urbano ou para fins urbanos em zona rural; Lei nº 736, de 16 de Dezembro de 1980 = Código de Edificações; Lei nº 1.835, de 29 de Dezembro de 1997 = Código Tributário; Lei Orgânica Municipal, de 1.150, de 29 de Abril de Participação da Sociedade nos Arranjos Institucionais na RMVA O debate em torno da teoria democrática ao identificar um avanço do processo de democratização nos estados nacionais, dos quais o Brasil e vários países da América Latina são exemplos, suscita indagações sobre a suficiência dos arranjos institucionais da democracia representativa e as expectativas de participação social cada vez mais presente na sociedade mundial. Os novos mecanismos de informação e comunicação aliados a uma crescente mobilização em torno dos direitos sociais e políticos contidos nas cartas constitucionais têm possibilitado ampliação da participação dos cidadãos. Exemplos de processos de articulação e mobilização política produziram alterações significativas no tecido social e influenciaram mudanças em regimes de governo em diversas partes do mundo. Segundo Flávia Brasil (2013), há uma diversidade de ações coletivas e com lógicas próprias e distintas, umas se firmando no ativismo e na contestação e outras que se caracterizam por atuações no campo institucional em paralelo ou junto ao Estado, apontando expectativas e opções por avanços em políticas públicas. Podese inferir que há movimento no sentido da superação dos mecanismos tradicionais de democracia como instrumento eleitoral de alteração de governos para formas qualitativas de alcance da cidadania e definição de rumos das ações estatais, balizadas pela participação direta na definição 855

70 de políticas públicas. São elementos que se convergem em torno do que tem sido denominado Democracia Participativa. O Brasil, após o fim do regime militar, tem se destacado como Estado em que tal movimento é pujante. A Constituição Federal de 1988, a assinatura de tratados e acordos internacionais e boa parte da legislação nacional reconhecem a participação social como direito. Nos últimos anos, em nosso país, foi realizado um grande esforço no sentido de disseminar a participação social como uma metodologia a ser aplicada a todos os governos. Sendo um direito do cidadão, é obrigação do gestor implantar os mecanismos de viabilização da participação social, embora sejam enormes os desafios para proporcionar aos cidadãos o direito pleno à participação. A desinformação por parte da sociedade acerca do direito à cidadania e a ainda acanhada implementação por parte dos gestores, seja por desconhecimento, seja por resistências reais de cunho político ou ideológico, são elementos dificultadores da ampliação da participação social na administração pública. Segundo Leonardo Avritzer (2008),identificamse três formas pelas quais os cidadãos ou associações da sociedade civil participam do processo de tomada de decisão política. Há o desenho participativo de baixo para cima em que há a livre entrada de qualquer cidadão no processo participativo e as formas institucionais da participação são constituídas de baixo para cima e um dos exemplos de maior repercussão é o orçamento participativo. Como segunda forma, pode se estabelecer um processo de partilha do poder mediante a constituição de uma instituição na qual atores estatais e atores da sociedade civil participam simultaneamente. Este arranjo é caracterizado pela instituição legal, o que pressupõe penalização por descumprimento e por mobilizar um número pouco expressivo de atores sociais. A terceira maneira é aquela em que a sociedade apenas referenda ou ratifica decisões tomadas pelos representantes. 856

71 Na RMVA, embora intermitentes, combinando com a matiz governamental do momento, resultante do processo político eleitoral, há presença de processos participativos no âmbito municipal que podem ser enquadrados como de baixo pra cima, destacandose os processos de elaboração orçamentária, notadamente o Congresso Municipal de Prioridades Orçamentárias COMPOR, reimplantado a partir de 2013 no Município de Ipatinga. Todavia, essa primeira forma não é a mais difundida. O que caracteriza a maioria dos processos participativos na região, seja em âmbito municipal ou regional, como é o caso do arranjo institucional em torno da Agência Metropolitana, é a presença de conselhos em que participam os representantes dos poderes públicos e pessoas da sociedade, geralmente membros de entidades. Alguns conselhos apresentam formato que prevê maior número de atores sociais na sua composição, destacandose a composição paritária na maioria dos conselhos municipais, outros nem tanto. Um formato que começa a tomar forma porque tem se reproduzido também nas esferas federal e estadual é a composição mediante segmentos. Neste, o setor estatal do executivo, legislativo e judiciário forma um grupo para representar o segmento do Poder Público e outros como os movimentos sociais, os empresários, as instituições acadêmicas, os sindicatos de trabalhadores e as ONGs. Seguidos de conferências, as quais são organizadas a partir desse modelo de representação, os Conselhos das Cidades têm se caracterizado por tal composição Instrumentos de Participação no Nível Federal A realização de conferências nacionais e seus preparativos nos níveis locais e estaduais e a constituição dos conselhos de políticas públicas têm sido os maiores instrumentos de participação social em todo o país. Segundo a Secretaria Geral da Presidência da República, no período de 1941 a 2011, foram realizadas 127 conferências nacionais no Brasil, das quais 86 ocorreram nos últimos 10 anos. Entre os anos de 2013 e 2014 estão sendo realizadas 19 conferências nacionais. O Governo da União Federal lançou o Compromisso Nacional pela Participação Social, em atendimento ao objetivo de promover a participação social como método de governo e política de 857

72 Estado. Para implementação do Compromisso, a Secretáriageral da Presidência da República, que coordena tal programa, tem estabelecido parcerias com prefeituras e governos estaduais Participação Popular Regional Conforme constatado no Capítulo que trata dos sistemas de políticas públicas implantadas ou em implantação na RMVA, os conselhos que preveem a participação da sociedade em sua constituição geralmente atendem à estrutura organizativa de determinada política pública junto à administração. Embora significativos, são poucos os conselhos de políticas regionais na região. Destacamse o Conselho Deliberativo da Região Metropolitana do Vale do Aço, o Conselho do PERD e os comitês das bacias dos rios federal e estaduais. Ressaltese que alguns conselhos de âmbito federal ou estadual têm membros representantes da sociedade radicados na RMVA. É o caso, por exemplo, do Conselho Nacional das Cidades, vinculado ao Ministério das Cidades, no qual membros da Associação Habitacional de Ipatinga e Central de Movimentos Populares do Vale do Aço têm cadeiras de titulares nos organismos de elaboração de políticas para as cidades. O Conselho Nacional de Habitação de Interesse Social CNHIS, também vinculado ao citado ministério, tem um representante regional como seu membro efetivo. No nível estadual, o Conselho Estadual de Política Urbana e Desenvolvimento Regional, que é organizado por segmentos, em sua composição, por membros representantes de entidades do movimento social de atuação na RMVA, como União Estadual Por Moradia Popular e a Central de Movimentos Populares. O Conselho Consultivo do Parque Estadual do Rio Doce PERD é composto por representantes de instituições públicas e privadas da RMVA com o Instituto Estadual de Florestas IEF, Instituto Mineiro de Agropecuária IMA, Polícia Militar de Minas Gerais PMMG, Companhia Energética de Minas Gerais CEMIG Distribuição S.A, Companhia de Saneamento de Minas Gerais COPASA, Prefeituras de Marliéria, Pingo D agua e Timóteo, Sindicato dos Produtores Rurais de Marliéria, Subcomitê de Bacia Hidrográfica do Rido Piracicaba Comitê de Bacia Hidrográfica do Piracicaba, Centro Universitário do Leste de Minas Gerais UNILESTE, Fundação Relictos, Arcelor Mittal Bio Florestas LTDA, Celulose Nipo Brasileira S.A CENIBRA, Universidade Federal de Ouro Preto UFOP, 858

73 Sociedade Marlierense de Cultura, Lazer, Desportos e Defesa do Meio Ambiente SOMACULTURAL, Pousada Parque Mata Atlântica, O Comitê da Bacia do Rio Doce CBHDoce, órgão colegiado, com atribuições normativas, deliberativas e consultivas de abrangência federal, no âmbito da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e vinculado ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos CNRH que tem, na sua composição atual para o mandato 2014/2017, representantes de instituições da RMVA. Entre efetivos e suplentes são membros a Prefeitura de Coronel de Fabriciano, Prefeitura de Belo Oriente, Fundação Relictos de Apoio ao PERD, Celulose NipoBrasileira S.A. CENIBRA e as Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. USIMINAS. O CBH Rio Doce atua de forma integrada com os comitês das bacias estaduais que se articulam como subcomitês. Três comitês estaduais têm presença de instituições publicas e privadas sediadas na RMVA. O Comitê da Bacia Piracicaba CBH Piracicaba abarca em sua composição prevista para o período 2014/2017 as prefeituras de Coronel Fabriciano, Santana do Paraíso e Timóteo, a Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais USIMINAS, a Celulose Nipo Brasileira S.A. CENIBRA, a Arcelor Mittal Brasil S.A., Fundação Relictos e a Faculdade Presidente Antônio Carlos de Ipatinga UNIPAC Ipatinga. A composição do Comitê da Bacia do Santo Antônio CBH Santo Antônio para o período 2014/2017, é constituída pelas seguintes instituições: Prefeitura de Belo Oriente e Celulose Nipo Brasileira S.A. CENIBRA. Por último, a composição do Comitê da Bacia do Caratinga CBH Caratinga, para o período 2014/2017, tem com instituições estabelecidas em cidades do Colar Metropolitano da RMVA a Secretaria de Estado da Educação SEE SER Caratinga, Prefeitura Municipal de Caratinga, Prefeitura Municipal de Dom Cavati, Prefeitura Municipal de Tarumirim, Sindicato de Produtores Rurais de Dom Cavati, Petisco e Mara S.A, Sindicato de Produtores Rurais de Tarumirim, Sindicato de Produtores Rurais de Caratinga, Fundação Educacional de Caratinga FUNEC, Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Caratinga, Associação Gaia ProEducação Ambiental AGAIA, Associação dos Amigos do Rio Caratinga ARCA, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Dom Cavati e Sociedade para a Preservação do Muriqui. 859

74 8.5.4 Conselhos Municipais Na RMVA, existem vários conselhos implantados, sendo a maioria com característica de participação no processo decisório local e, não, de caráter regional. Apresentamos a seguir um rol de conselhos municipais de políticas públicas diversas existentes nos 04 municípios do Núcleo da Região Metropolitana do Vale do Aço. Na planilha Sistemas e Conselhos na RMVA em anexo, estão listados os conselhos de âmbito municipal com os respectivos endereços de sede e área de abrangência. 8.6 Arranjo Institucional dos Planos Diretores Municipais Os planos diretores municipais, por orientação do Ministério das Cidades, são, na sua maioria, denominados planos diretores participativos. Por imposição da Lei Federal /2000, que estabelece conteúdos mínimos das leis que tratam da política urbana, sendo um deles a gestão participativa do plano diretor, os planos diretores preveem disposições específicas para a governança do processo de implantação das diretrizes contidas nos planos e para a sua administração cotidiana. Apresentamos a seguir, os instrumentos de gestão previstos nos planos diretores dos municípios do núcleo da RMVA Gestão Urbana no Plano Diretor de Coronel Fabriciano Há no Plano Diretor Participativo de Coronel Fabriciano um capítulo intitulado Da Gestão Urbana Integrada e Participativa. Reproduzimos a seguir parte dos dispositivos que tratam da referida gestão. Art. 73. Para implementação do Plano Diretor e demais instrumentos da legislação urbanística o Poder Executivo municipal deverá: I estruturar a administração municipal para viabilizar a efetiva implementação do Plano Diretor e demais instrumentos da legislação urbanística; II atuar de forma integrada e promover a participação da sociedade civil na implementação da política urbana; III criar comissão técnica interna à Prefeitura, composta de representantes dos órgãos mais diretamente envolvidos na implementação da política urbana, para 860

75 colaborar na aplicação e no cumprimento do Plano Diretor e demais normas urbanísticas; (...) Art. 74. Ficam acrescidas às atribuições do Conselho da Cidade relativas à gestão urbana: I convocar a Conferência da Cidade, principal instância do processo de gestão urbana, com vistas ao monitoramento e à revisão do Plano Diretor; II opinar sobre a compatibilidade das propostas de obras contidas nos planos plurianuais e orçamentos anuais com as diretrizes do Plano Diretor; III promover a revisão do Plano Diretor de 8 (oito) em 8 (oito) anos, vinculada aos resultados da Conferência da Cidade convocada para esta finalidade Gestão Urbana no Projeto de Plano Diretor de Ipatinga O Projeto de Plano Diretor de Ipatinga é extenso ao tratar dos instrumentos de Gestão do Plano. Vários capítulos abordam a competência municipal para regulamentar e fiscalizar a política urbana. Ressaltese que a chamada Gestão Democrática é orientadora das disposições do Plano. CAPÍTULO I DOS INSTRUMENTOS DE GESTÃO DEMOCRÁTICA Art Para garantir a gestão democrática do Município deverão ser utilizados, dentre outros, os seguintes instrumentos, nos termos dos arts. 43 e 44, da Lei Federal n.º /2001: I Conselho Municipal da Cidade, criado e disciplinado na Seção I deste Capítulo; II Conferência Municipal da Cidade, criada e disciplinada na Seção II deste Capítulo; III debates, audiências e consultas públicas; IV iniciativa popular de projeto de lei e de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano; V debates, audiências e consultas públicas para a elaboração participativa do Plano Plurianual PPA, da Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO e Lei Orçamentária Anual LOA, como requisito obrigatório para a sua aprovação pela Câmara Municipal; VI Conselhos setoriais relacionados ao desenvolvimento urbano e ambiental instituídos pelo Poder Executivo Municipal; e VII gestão popular de programas e projetos. (...) CAPÍTULO IV DA ESTRATÉGIA PARA A IMPLANTAÇÃO DO PLANO DIRETOR Art O Poder Executivo Municipal promoverá as seguintes ações para a implementação das disposições contidas nesta Lei: I garantir recursos na Lei Orçamentária Anual LOA para atualizar e manter atualizada a base georreferenciada de todo o Município; e II elaborar plantas oficiais temáticas do Município, a partir dos mapas que integram esta Lei, colocandoas à disposição da população inclusive no site oficial da Prefeitura Municipal de Ipatinga; Art O Poder Executivo Municipal promoverá ações para dar melhor conhecimento aos cidadãos sobre a Política de Desenvolvimento Urbano. 861

76 8.6.3 Gestão Urbana no Plano Diretor de Santana do Paraíso Arrolamos disposições que atendem à diretriz de gestão urbana participativa no Município de Santana do Paraíso. (...) DA POLÍTICA DE GESTÃO DEMOCRÁTICA SEÇÃO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA Art. 34 A política de gestão democrática do Município de Santana do Paraíso pretende o estabelecimento de uma relação entre a Administração Pública e a população, construída com base na democracia participativa e na cidadania, e nos princípios da Administração Pública, especialmente os da legalidade e da eficiência em busca da interação contínua da sociedade com o poder público na construção de um Município sustentável. Art. 35 O processo de gestão urbana é desenvolvido pelo Executivo, com fiscalização pelo Poder Legislativo e com a participação da Comunidade organizada. Art. 36 Para a implementação de programas urbanísticos devem ser criados mecanismos que permitam a participação dos agentes envolvidos em todas as fases do processo, desde a elaboração até a implantação e a gestão dos projetos a serem aprovados, entre os quais: I Comissão Municipal de Política Urbana; II Debates, audiências e consultas públicas; III Conferência Municipal; IV Iniciativa popular de projeto de lei e de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano sustentável Gestão Urbana no Plano Diretor de Timóteo Da mesma forma, reproduzimos também os dispositivos que estabelecem que a gestão urbana deve ser participativa no Município de Timóteo. (...) DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA CIDADE (...) Seção I Da Gestão Urbana Art. 42 O processo de gestão urbana é desenvolvido pelo Executivo, com fiscalização pelo Poder Legislativo e com a participação da Comunidade organizada. Art. 43 Para a implementação de programas urbanísticos devem ser criados mecanismos que permitam a participação dos agentes envolvidos em todas as fases do processo, desde a elaboração até a implantação e a gestão dos projetos a serem aprovados. Para tanto deverão ser utilizados, entre outros, os seguintes instrumentos: IComissão Municipal de Política urbana; II debates, audiências e consultas públicas; III Fórum da Cidade; IV iniciativa popular de projeto de lei e de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano. 862

77 8.7 Programas e projetos de investimento Federal e Estadual na RMVA Foram identificados os principais projetos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento PAC do Governo da União Federal para os quatro municípios do Núcleo Metropolitano PAC do Governo da União Federal na RMVA Coronel Fabriciano O quadro a seguir demonstra os projetos previstos para serem efetivados mediante transferências governamentais da União Federal ao Município de Coronel Fabriciano: 863

78 Quadro 42 Projetos previstos para Município de Coronel Fabriciano com recursos da União Federal ÓRGÃO OBRA RESPONSÁVEL ESTÁGIO INVESTIMENTO Ministério das Em licitação de Obras de contenção de encostas Cidades obra Drenagem revitalização da bacia hidrográfica do Ribeirão Caladão Elaboração de estudos e projetos de abastecimento de água e esgotamento sanitário = Coronel Fabriciano e outros Elaboração/revisão de plano municipal de redução de riscos = Coronel Fabriciano e outros Praças modelo 3000m² Creches e préescolas Ministério das Cidades Em obras R$ ,00 COPASA Concluído R$ ,52 Ministério das Cidades Em execução R$ ,88 Em licitação de Ministério da Cultura obra Ministério da Educação Ação preparatória Ampliação UBS Ministério da Saúde Ação preparatória Complementação da bacia do caladinho Elaboração de estudos e projetos para urbanização São Domingos Elaboração de plano local de habitação Urbanização bairro Recanto Verde Urbanização bairros Ap. Do Norte e Morada do Vale Urbanização Bacia do Caladinho Urbanização complementação da Bacia do Caladinho Ministério das Cidades Em obras R$ ,10 Ministério das Cidades Em execução R$ ,00 Ministério das Cidades Concluído R$ ,04 Ministério das Em licitação de Cidades obra Ministério das Cidades Em obras R$ ,40 Ministério das Cidades Em obras R$ ,26 Ministério das Cidades Em obras R$ ,00 Fonte: acesso em 864

79 Ipatinga O quadro a seguir demonstra os projetos previstos para serem efetivados mediante transferências governamentais da União Federal ao Município de Ipatinga: Quadro 43 Projetos previstos para Município de Ipatinga com recursos da União Federal OBRA ÓRGÃO RESPONSÁVEL ESTÁGIO INVESTIMENTO Ação Ubs iii Ministério da Saúde preparatória Creches e préescolas tipo b Ministério da Execução Em obras R$ ,66 Ação UBS IV Ministério da Saúde preparatória UPA III Ministério da Saúde Em obras R$ ,00 Elaboração de plano local de habitação Ministério das Cidades Concluído R$ ,22 Elaboração/revisão de plano municipal de redução de riscos = Ipatinga e outros Assistência técnica Ministério das Cidades Em execução R$ ,88 Ministério das Cidades Ação preparatória Fonte: acesso em 15/03/ Santana do Paraíso O quadro a seguir demonstra os projetos previstos para serem efetivados mediante transferências governamentais da União Federal ao Município de Santana do paraíso: Quadro 44 Projetos previstos para Município de Santana do Paraíso com recursos da União Federal OBRAS ÓRGÃO RESPONSÁVEL ESTÁGIO INVESTIMENTO URBANIZAÇÃO BAIRRO SÃO JOSÉ Ministério das Cidades Em obras R$ ,96 URBANIZAÇÃO BAIRRO INDUSTRIAL Ministério das Cidades Em obras R$ ,95 PROVISÃO HABITACIONAL HABITAÇÃO PARA TODOS Ministério das Cidades Concluído R$ ,63 ELABORAÇÃO DE PLANO LOCAL DE HABITAÇÃO Ministério das Cidades Concluído R$ ,04 Fonte: acesso em 05/03/

80 Timóteo O quadro seguinte demonstra os projetos previstos para serem efetivados mediante transferências governamentais da União Federal ao Município de Timóteo: Quadro 45 Projetos previstos para Município de Timóteo com recursos da União Federal OBRAS ÓRGÃO RESPONSÁVEL ESTÁGIO INVESTIMENTO LT 230 kv Timóteo c2 Ministério de Minas e Energia Em obras R$ ,00 Obras de contenção de Em licitação de encostas em Timóteo Ministério das Cidades obra UPA II Ministério da Saúde Ação Preparatória Apoio aos catadores Fundação Nacional da Saúde Ação Preparatória Elaboração de plano local de habitação Ministério das Cidades Em execução R$ ,29 Provisão habitacional bairro Córrego do Caçador Ministério das Cidades Em obras R$ ,77 Ação Urbanização bairro Macuco Ministério das Cidades Preparatória Estudos hidráulicos e hidrológicos = Timóteo e outros Ministério da Integração Nacional Em licitação de projeto Praças modelo 3000 m² Ministério da Cultura Em obras R$ ,00 Fonte: acesso em 05/03/ Plano Plurianual de Ação Governamental de Minas Gerais PPAG O Plano Plurianual de Ação Governamental do Governo de Estado de Minas Gerais prevê como investimentos na Região Metropolitana do Vale do Aço a implantação definitiva da Agência Metropolitana do Vale do Aço. 866

81 AÇÕES DO PROGRAMA POR UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 2431 Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte 4551 incorporação e difusão de conhecimentos para a gestão metropolitana Finalidade: promover a integração dos atores metropolitanos e fortalecer a identidade por meio de reuniões, assembleias e outros eventos. Complementar o arranjo de gestão da região metropolitana do vale do aço coordenando a elaboração do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado, obter, produzir e disseminar informações que situem as regiões metropolitanas de MG no contexto das demais regiões e na rede de cidades, visando à produção e à disseminação de conhecimento na área de governança metropolitana. PRODUTO: Servidor capacitado UNIDADE DE MEDIDA : servidor M e t a s Físicas Físicas Físicas Físicas Financeiras Financeiras Financeiras Financeiras REGIÕES (R$ 1,00) al Centr Doce Rio L TOTA

82 AÇÕES DO PROGRAMA POR UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 2431 Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte 4013 Implantação e Manutenção da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Aço Finalidade: implantar e manter as atividades de planejamento, assessoria e regulação urbana objetivando o desenvolvimento integrado da Região Metropolitana do Vale do Aço, e apoiar à execução de funções públicas de interesse comum. PRODUTO: Agência implantada e mantida UNIDADE DE MEDIDA : agência M e t a s Físicas Físicas Físicas Físicas Financeiras Financeiras Financeiras Financeiras REGIÕES (R$ 1,00) Rio Doce TOTAL

83 AÇÕES DO PROGRAMA POR UNIDADE ORÇAMENTÁRIA 2431 Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte 2002 Planejamento, Gestão e Finanças FINALIDADE: coordenar, implementar e avaliar as ações de planejamento, gestão e finanças, executando os serviços de apoio e suporte técnicoadministrativo necessários ao cumprimento das atribuições institucionais. PRODUTO : ação de apoio à gestão institucional realizada UNIDADE DE MEDIDA : ação M e t a s Físicas Físicas Físicas Físicas Financeiras Financeiras Financeiras Financeiras REGIÕES (R$ 1,00) Rio Doce TOTAL Planos Plurianuais Municipais As leis de planejamento de médio prazo dos municípios da RMVA, notadamente os planos plurianuais, preveem investimentos para o período de 04 anos que se encerram neste ano de Atualmente os poderes legislativos estão discutindo os novos PPAs encaminhados pelos executivos municipais. Para o período compreendido entre o ano de 2010 e 2013, as legislações municipais que tratam dos planos plurianuais são as seguintes: 869

84 PPA Coronel Fabriciano 2014/2017 Lei Municipal nº , 12 de janeiro de 2010, alterada pela Lei 3.749, de 29 de Novembro de 2012 = Pla4no Plurianual do Município de Coronel Fabriciano. Lei nº.3.855, de 19 de Dezembro de 2013, dispõe sobre o Plano Plurianual para o período PPA Ipatinga 2014/2017 Lei Municipal nº 2.644, de 18 de dezembro de 2009 = Plano Plurianual do Município de Ipatinga, alterada pelas Leis nº 2.718/2010, 2743/2010, 2806/2011, 2907/2011, 2975/2011 e 3041/2012. Lei nº 3.283, De 20 de Dezembro de 2013 = Aprova o Plano Plurianual do Município de Ipatinga, para o período de 2014 a PPA Santana do Paraíso 2014/2017 Lei nº. 476, de 30 de Dezembro de 2009 = Plano Plurianual do Município de Santana do Paraíso. Lei Municipal nº. 690 de 23 de dezembro de 2013, dispõe sobre o Plano Plurianual para os exercícios de 2014 a 2017 no Município de Santana do Paraíso PPA Timóteo 2014/2017 Lei nº 3.011, de 13 de novembro de 2009 = Plano Plurianual do Município de Timóteo, alterado pelas leis 3064/2010; 3144/2011; 3228/2011; 3243/2012; 3293/2013 e 3331/2013. Lei nº 3.349, de 20 de dezembro de 2013 = Plano Plurianual do Município de Timóteo, para o período de 2014 a

85 8.8 Sumário de dados e análises por Eixo Temático Desenvolvimento Econômico A estrutura existente na RMVA no sentido da exploração do potencial de desenvolvimento econômico regional é significativa, embora, como de resto em toda a região, as instituições e ações decorrentes do desenrolar de suas atividades sejam pouco articuladas no sentido metropolitano. Há diretrizes nos planos diretores municipais em vista do desenvolvimento econômico regional. As lideranças regionais apontam as intervenções no sentido da duplicação da Rodovia Federal BR 381, como prioridade e uma articulação de abrangência regional identificada é a implantação de um arranjo produtivo local voltado para a indústria naval, de petróleo e gás. As entidades de fomento e associação pelo desenvolvimento econômico estão presentes na RMVA e destacamse a FIEMG Regional, SINDUSCON, SEBRAE, EMATER e IMA. Há Associações Comerciais e CDLs, bem como órgãos municipais específicos e distritos industriais em cada um dos municípios do Núcleo Metropolitano. Em consonância com as diretrizes de turismo previstas no Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado, citase o Circuito Mata Atlântica de Minas, arranjo institucional criado em 2001, formado por sete municípios, sendo os quatro do núcleo da RMVA e mais Açucena, Marliéria e São Domingos do Prata. Este último não integrante da Região Metropolitana do Vale do Aço Eixo Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Saneamento A estratégia de criação de sistemas institucionalizados de políticas públicas tem, em relação à questão ambiental, um de seus marcos, a exemplo do Sistema Nacional do Meio Ambiente SISNAMA, instituído pela Lei 6.938, de 31 de agosto de 1981, que envolve órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e Municípios. Tal sistema organizado a partir de órgãos executivos e de controle social proporciona capilaridade à política ambiental embora, ser no âmbito municipal, ainda incipiente a produção legislativa e estruturação técnica para a gestão local. 871

86 As atividades de licenciamento e regularização ambiental, são assim como de fiscalização de empreendimentos potencialmente poluidores, exercidas, no âmbito do Estado de Minas Gerais, pelas Superintendências Regionais, estando a Região Metropolitana do Vale do Aço inserida na SUPRAM Leste, com sede em Governador Valadares. Na RMVA, os quatro municípios componentes possuem CODEMA. Em Timóteo, foi criado em 1991, sendo definido como órgão autônomo e de assessoramento do município, ao qual cabe atuar na proteção, conservação, melhoria do meio ambiente e qualidade de vida. No município de Coronel Fabriciano, o CODEMA é um órgão colegiado, consultivo, normativo e deliberativo no âmbito de suas competências. Quanto ao município de Ipatinga, o CODEMA, criado em 1996, é definido como órgão colegiado, consultivo, normativo e deliberativo, no âmbito de sua competência. Em Santana do Paraíso, o CODEMA foi criado em Os organismos municipais que se ocupam das questões ambientais estão vinculados às secretarias diversas como Obras, Serviços Urbanos e Agricultura. A maioria dos municípios não possui legislação ambiental que aborde as questões de saneamento, recursos hídricos, Unidades de Conservação, fauna ou flora, sendo seu corpo técnico deficiente nestas áreas. Quanto aos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, os quatro municípios têm contrato de concessão com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais COPASA. Nos termos da Lei Estadual /2009, tal prestação dos serviços fica subordinada à regulação da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais ARSAEMG, o que determina uma participação discreta do poder local na condução dos sistemas de água e esgoto. Para a gestão das águas na RMVA, existe o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce CBHDOCE, que conta com o apoio de sua Agência de Bacia, AGB Doce, gerida pelo Instituto IBio. Identificamse também como subbacias da CBHDOCE os comitês dos rios Caratinga, Piracicaba e Santo Antônio. No que tange à administração das Unidades de Conservação, os recursos insuficientes e a falta de técnicos qualificados nos municípios vem dificultando a implementação de mecanismos de gestão importantes e obrigatórios nas UC s. As administrações têm tido dificuldades para acessar recursos do Estado e da União. Como consequência, a proteção destas unidades ficam comprometidas, tanto 872

87 no caso das unidades de proteção integral (Ex: Parque Estadual do Rio Corrente) quanto no caso das unidades de uso sustentável (Ex: APA Serra de Timóteo). Ressaltamos, neste contexto, algumas ações no sentido da preservação e conservação como, por exemplo, a fiscalização executada pela Polícia Militar de Meio Ambiente, por meio da 12ª Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito, que atende de forma integrada, os diversos municípios do Núcleo e do Colar Metropolitano da RMVA. A referida CIA mantem comandos em Ipatinga e no PERD, desenvolvendo ações integradas dentro da visão do espaço metropolitano. Outras iniciativas de integração que merecem destaque são a Rede Ambiental Rede Vida de Educação Ambiental e o Circuito Mata Atlântica de Turismo que atuam além das fronteiras dos municípios de forma integrada com diversos setores da sociedade Arranjo Institucional na Mobilidade Urbana Os problemas de mobilidade nas metrópoles brasileiras, embora de caráter regional, têm sido tratados em âmbito local, a exemplo dos planos diretores municipais de mobilidade urbana cujos projetos contemplam as demandas de cada município. A legislação federal reforça tal tendência, ao exigir que os municípios elaborem planos e projetos de mobilidade restritos aos seus territórios, o que desconsidera influências e impactos regionais. No contexto do Vale do Aço, percebemse diversas barreiras e restrições ao desenvolvimento integrado da mobilidade. A região, que já surgiu polinucleada e descentralizada, herdou uma malha viária de outros níveis de responsabilidades, a exemplo das rodovias federais que a cortam, bairros planejados por grandes empresas e não pelo Poder Público, antigas estradas formadoras do Estado de Minas Gerais, etc. Há ainda outros obstáculos à implementação de gestão integrada da mobilidade como os de caráter jurídico e institucional, os problemas da estrutura fundiária e a existência de equipamentos urbanos sob controle de empresas privadas, além das dificuldades de compartilhar atribuições, competências e, sobretudo, recursos. Os municípios sofrem suas próprias limitações internas e tendem a deixar para os governos estadual e/ou federal a gestão do transporte urbano e até mesmo a regulação do solo urbano. 873

88 8.8.4 Arranjo institucional no Ordenamento Territorial É através da legislação urbanística, conjunto de leis, decretos e normas, que o Município define os critérios para a ocupação do solo, de forma a organizar, ordenar e estabelecer normas de controle no que diz respeito ao uso do espaço urbano pela população. As legislações urbanísticas brasileiras evoluíram atendendo à cultura de ordenação do uso do espaço urbano de forma restritiva, contemplando aqueles inseridos no mercado formal da produção do espaço urbano em detrimento da população de baixa renda. Com isso, a ocupação de áreas irregulares e de risco ambiental e a existência de moradias precárias têm caracterizado a realidade habitacional nacional. Nos municípios que compõem a Região metropolitana do Vale do Aço RMVA, as legislações urbanísticas, à exceção dos Planos Diretores aprovados após a regulamentação do Estatuto da Cidade no ano de 2001, também apresentam um caráter de restrição e exclusão social e necessitam, em sua maioria, de atualização. Ainda, inexistem leis de uso e ocupação do solo, plano viário e outras. As leis de Parcelamento do Solo, Código de Obras e de Posturas, na sua maioria, encontramse desatualizadas, muitas emendadas ao longo dos anos, necessitando de consolidação e compatibilização para com o novo ordenamento jurídico implantado pelo Estatuto da Cidade, Lei 10257/2001. Notese que, nas oficinas do diagnóstico do PDDI, foi apontada a ausência de um nivelamento da legislação urbanística que melhor distribua os investimentos regionais, além da ausência de uma política urbana para os municípios do Colar Arranjo institucional no Desenvolvimento Social Arranjo Institucional de Segurança Pública As análises sobre arranjo institucional no campo da segurança pública que ora se apresentam, estão condicionadas por dois fatores importantes, quais sejam, a omissão constitucional quanto às 874

89 responsabilidades dos municípios e a proposição governamental acerca da criação do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). Tal sistema busca substituir o princípio de gestão de crises pelo de gestão de resultados, estabelecendo a responsabilidade do Ministério da Justiça pela gestão do Susp e a criação do Conselho Nacional de Segurança Pública, com a participação de representantes do Ministério da Justiça e dos comandos das polícias Civil e Militar, e dos corpos de bombeiros dos estados e do Distrito Federal. Estados, Distrito Federal e municípios também poderão criar conselhos de segurança regionais, com a finalidade de planejar e desencadear ações de segurança pública na sua área de competência. A operacionalização se dá pela adesão dos estados e por instituição de Gabinete de Gestão Integrada (GGI), composto pelo Secretário de Estado de Segurança Pública, como coordenador, e por representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e guardas municipais. O GGI deve contar com a cooperação ativa do Ministério Público e do Poder Judiciário e a participação da sociedade civil está condicionada à criação de ouvidorias e corregedorias, que se encarregarão de criar mecanismos para a escuta da população e a verificação do funcionamento das instituições policiais em todos os níveis da Federação. Em Minas Gerais, foi criado pelo Decreto Nº /2003, em atendimento ao disposto no Protocolo de Intenções Nº003/2003, o Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública. Também foi criada a Secretaria de Defesa Social, em substituição às Secretarias de Segurança e Justiça. O Sistema de Defesa Social está assim estruturado: SUAPI Subsecretaria de Administração Prisional; SUASE Subsecretaria de Atendimento às medidas Socioeducativas: responsável por elaborar e coordenar a política de atendimento ao adolescente autor de ato infracional; Polícia Civil de Minas Gerais; Polícia Militar de Minas Gerais; Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais; Defensoria. Intencionando ampliar as competências municipais referentes à segurança pública, o Projeto de criação do Sistema Nacional de Defesa Social prevê que, além de constituir guardas municipais, 875

90 poderseá instituir os Gabinetes de Gestão Integrada Municipal GGIM, composto por representantes do poder público das diversas esferas e por representantes das diferentes forças de segurança pública, com atuação no Município, operando por consenso e sem hierarquia. Há ainda o Projeto de Emenda Constitucional 51, que pretende a superação de velhos problemas institucionais do sistema nacional de segurança pública, com a União e os Municípios assumindo mais responsabilidades e a adoção de novo modelo organizativo, horizontalizado, no qual a atuação dos agentes de segurança pública caracterizariarseia pelo exercício da inteligência criativa no território O Arranjo Institucional de Segurança Pública nos Municípios da RMVA A análise sobre o arranjo institucional dos municípios do núcleo metropolitano no campo da segurança pública, na perspectiva de um ambiente de mudanças, conforme se verifica pelo informado acima, atenta para a integração ao Sistema Nacional de Defesa Social, à estrutura administrativa disponível para a efetivação da segurança pública e ao arcabouço legal existente, esse último restrito até então ao Município de Ipatinga Integração Sistêmica Do ponto de vista da integração sistêmica, constatouse que, dentre os quatro municípios que compõem o núcleo metropolitano, Ipatinga é aquele que empreendeu ações com vistas à sua articulação ao Sistema Nacional de Defesa Social. O município criou a Secretaria Municipal de Segurança e Convivência Cidadã, bem como instituiu o Gabinete de Gestão Integrada Municipal GGIM. Em relação aos demais municípios do núcleo metropolitano, ainda desprovidos dos novos organismos, eles integramse aos órgãos de segurança pública estadual por meio de convênios, através dos quais os municípios repassam recursos à Polícia Militar de Minas Gerais para a implantação e manutenção de estruturas físicas, aquisição de insumos, equipamentos, dentre outros. 876

91 Em todos os municípios do núcleo metropolitano, há os Conselhos de Segurança Pública CONSEP s, instituídos pela Secretaria de Estado de Defesa Social. A Polícia Militar também desenvolve por si e/ou em parceria com os municípios diversos programas de prevenção à criminalidade, como em Coronel Fabriciano o Disque Denúncia Unificado 181, a rede de vizinhos protegidos (área central), a rede de comerciantes protegidos, a limpeza de lotes vagos e a retirada de veículos abandonados nas ruas. Em Ipatinga, o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência PROERD, Policiamento de Proteção Integral POPI, Projeto Volta às Aulas, Expresso Música, Projeto violão e fanfarra e a Rede de Vizinhos Protegidos. No Município de Santana do Paraíso, existe o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência PROERD e a Rede de Vizinhos Protegidos. Em Timóteo, funciona a Transitolândia e o Programa Nossos Jovens Longe das Drogas Estrutura administrativa A 12ª Regional de Polícia Militar de Minas Gerais é o órgão ao qual estão subordinadas as Unidades de Execução Operacional da Polícia Militar que atendem aos municípios do núcleo e do colar da Região Metropolitana do Vale do Aço, à exceção de Sobrália, cuja unidade executora operacional existente neste município é 3º Gp, subordinada à 8ª Região da Polícia Militar de Minas Gerais, situada em Governador Valadares. À 12ª Regional de Polícia Militar de Minas Gerais, situada em Ipatinga, subordinamse o 14º Batalhão da PMMG, situado em Ipatinga, o 58º Batalhão da PMMG, situado em Coronel Fabriciano, a 17ª Companhia de Polícia Militar Independente, locada em João Monlevade; e a 22ª Companhia de Polícia Militar Independente, situada em Caratinga. O Sistema de Defesa Social do estado de Minas Gerais prevê ainda a Polícia Civil, com funções investigativas e de polícia judiciária. A estrutura da Polícia Civil instalada na RMVA para o exercício da Polícia Judiciária conta com o 12º Departamento de Polícia Civil, em Ipatinga, que coordena o trabalho de seis delegacias regionais: Ipatinga, João Monlevade, Itabira, Caratinga, Manhuaçu e Ponte Nova. Juntas, essas delegacias regionais comandam a Polícia Civil em 97 municípios. 877

92 Em Ipatinga, há ainda a 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil, à qual estão subordinadas 06 Áreas Integradas de Segurança Pública AISP, que articulam as Delegacias de Polícia Civil instaladas nos municípios, contemplando ao todo 16 municípios, conforme descrito abaixo: 116, 117 e 318 Ipatinga; 319 Ipaba, Iapu e Bugre; 320 Belo Oriente, Açucena e Naque; 321 Mesquita, Braúna e Joanésia; 322 Santana do Paraíso; 323 Coronel Fabriciano e Antônio Dias; e 324 Timóteo, Jaguaraçu e Marliéria Arranjo institucional: organização e desenvolvimento da política pública de cultura O Sistema Nacional de Cultura (SNC) criado em 2005 e inserido no arcabouço constitucional brasileiro pela Emenda Constitucional Nº 71 de 29 de novembro de 2012, a reestruturação do Conselho Nacional de Política Cultural e a realização da Conferência Nacional, que estão contando com prévia realização de Conferências Municipais e Estaduais, são os marcos recentes de reformulação da Política Nacional de Cultura. A proposta de um regime descentralizado e participativo para o desenvolvimento das políticas culturais prevê a adesão dos municípios ao Sistema Nacional de Cultura por meio da criação dos Sistemas Municipais de Cultura, compostos ao menos por cinco elementos articulados: Secretaria de Cultura (ou órgão equivalente); Conselho; Conferência, Plano; e Fundo Municipal de Cultura. A observação dos indicadores de cultura sintetizados no Índice Mineiro de Responsabilidade Social/Cultura (2013) possibilita constatar que apenas Ipaba e Sobrália afirmaram não possuir órgão executivo de política cultural. Nos demais municípios, o órgão executivo de cultura encontrase subordinado a outras políticas. Dos quatro municípios do Núcleo da RMVA, Ipatinga desde 1995 já possui Lei Municipal de Incentivo à Cultura. O quadro abaixo ilustra a situação institucional da cultura nos municípios do Vale do Aço. 878

93 Quadro 46 Organização do Sistema Municipal de Cultura nos Municípios da RMVA, 2012 e 2013 MUNICÍPIOS Órgão Executivo da Política Cultural Conselho Municipal de Cultura Fundo Municipal de Cultura Plano Municipal de Cultura Conferência Municipal de cultura Órgão gestor Existência Existência Existência Existência Coronel Fabriciano Ipatinga Santana Paraíso Timóteo do Secretaria Municipal em conjunto com outras políticas Secretaria Municipal em conjunto com outras políticas Setor subordinado a Secretaria com outras políticas Secretaria Municipal em conjunto com outras políticas NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO NÃO SIM Fonte: Munic/IBGE Dados primários coletados em sites e em entrevistas com gestores municipais; Espaços e equipamentos culturais nos municípios da RMVA Nas oficinas de leitura comunitária realizadas nos quatro municípios da RMVA na etapa de elaboração do diagnóstico do PDDI, a falta de espaços e de equipamentos para o desenvolvimento de atividades culturais nos municípios foram recorrentemente apontadas pelos participantes dos Grupos de Trabalho do eixo de Desenvolvimento Social. Além disso, a má distribuição de equipamentos e a dificuldade de acesso aos mesmos também foram apontadas como aspectos dificultadores. Portanto, a carência desses equipamentos e a sua má distribuição entre os municípios constituem, aos olhos dos participantes das referidas Oficinas, em fatores de desigualdade entre os municípios da RMVA. O que se revela nessa perspectiva é o desequilíbrio existente entre territórios das cidades, bem como entre estas, o que reflete a baixa correlação crescimento urbano e distribuição de equipamentos culturais. 879

94 Quadro 47 Pluralidade de equipamentos culturais, exceto biblioteca, 2000 a Município Açucena Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Antônio Dias Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Belo Oriente Não Não Não Não Não Sim Sim Sim Não Não Não Não Bom Jesus do Galho Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Braúnas Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Bugre Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Caratinga Não Não Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Córrego Novo Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Dionísio Não Não Não Não Não Sim Sim Sim Não Não Não Não Dom Cavati Não Não Não Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Entre Folhas Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Iapu Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Ipaba Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Jaguaraçu Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Joanésia Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Marliéria Não Não Não Não Não Sim Sim Sim Não Não Não Não Mesquita Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Naque Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Periquito Não Não Não Não Não Sim Sim Sim Não Não Não Não Pingo D' Água Não Não Não Não Não Sim Sim Sim Não Não Não Não São João do Oriente São José do Goiabal Não Não Não Não Não Sim Sim Sim Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Sobrália Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Vargem Alegre Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Fonte: IMRS,

95 Arranjo Institucional: Organização e desenvolvimento da política pública de esporte e lazer A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 217, distingue as modalidades e as finalidades das práticas esportivas de lazer. A regulamentação pela Lei Federal Nº de 6 de julho de 1993 (Lei Zico), substituída posteriormente pela Lei Nº 9.615, de 24 de março de 1998 (Lei Pelé), concebeu três categorias de manifestações esportivas: desporto educacional, desporto de participação e desporto de rendimento. O esporte teve instituído um ministério próprio por meio da Medida Provisória Nº 103, de janeiro de 2003 e, a partir de então, tem sido realizadas conferências nacional do esporte objetivando a elaboração da Política Nacional de Esporte e Lazer. A intensificação do processo de institucionalização da política de esporte e lazer resultou, em 2009, dentro do estado de Minas Gerais, na inclusão do esporte e do lazer na Lei Nº (Lei Robin Hood), que tem como critério básico para o repasse de valores a obrigação de os municípios instalarem e fazerem funcionar os conselhos comunitários de esportes. Segundo dados do Munic/IBGE (2009), todos os quatro municípios da RMVA tinham seu órgão gestor de esportes em conjunto com outra política, situação que configura até os dias atuais. De acordo com a pesquisa realizada, em Ipatinga existe atualmente a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, subordinada ao Departamento de Políticas Públicas de Esporte e Lazer e, a este, a Seção de Políticas Públicas, Fomento e Incentivo ao Esporte e Lazer. Em Coronel Fabriciano, o esporte está vinculado à Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer. Em Santana do Paraíso, o órgão executivo da política em tela subordinase à Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Desporto e Lazer. Timóteo, por sua vez, é provido de Seção de Esporte e Lazer, subordinada à Secretaria de Cultura, Esporte, Lazer e Juventude. Ipatinga aderiu ao Sistema Nacional de Esporte e Lazer, através da Lei Municipal nº em O município também possui o mais antigo Conselho Municipal de Esporte e Lazer (COMEL) da RMVA, criado através da Lei nº 2.272, de Além disso, foi instituído na cidade o Fundo Municipal de Desenvolvimento do Esporte e Lazer (FUNDEL). Todavia, segundo os dados do IMRS (2013), esse Conselho foi desativado no ano de 2011, sendo suas atividades restabelecidas em

96 Em Coronel Fabriciano, o Conselho Municipal de Esporte e Lazer foi criado em maio de 2009, por meio da Lei nº 3.446/2009, alterada pela Lei nº 3.869, de 13 de janeiro de Em Santana do Paraíso, por sua vez, não há, segundo dados do IMRS (2013), Conselho de Esporte e Lazer instituído. Em Timóteo, os levantamentos de dados para subsídio deste diagnóstico possibilitaram constatar a aprovação pela Câmara Municipal, em dezembro de 2013, do projeto de criação do Conselho Municipal de Desporto e Lazer. Conselho de Política Urbana ou de Desenvolvimento Urbano Conselho de Habitação Conselho de Transporte Conselho de Meio Ambiente Existência Atividade Existência Atividade Existência Atividade Existência Atividade Açucena Não Não Não Sim Sim Antônio Dias Não Sim Sim Não Sim Não Belo Oriente Sim Sim Sim Sim Não Sim Sim Bom Jesus do Galho Não Sim Não Não Sim Não Braúnas Não Não Não Sim Sim Bugre Não Sim Não Não Não Caratinga Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Coronel Fabriciano Sim Sim Não Não Sim Sim Córrego Novo Não Não Não Não Dionísio Não Não Não Não Dom Cavati Não Não Não Não Entre Folhas Não Não Não Não Iapu Não Sim Sim Não Sim Sim Ipaba Não Não Não Sim Não Ipatinga Sim Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Jaguaraçu Não Sim Sim Não Sim Sim Joanésia Não Sim Sim Não Sim Não Marliéria Não Sim Sim Não Sim Não Mesquita Não Não Não Sim Não Naque Não Sim Sim Não Sim Sim Periquito Sim Sim Sim Sim Não Sim Sim Pingo d'água Não Sim Sim Não Sim Sim Santana do Paraíso Não Sim Não Não Sim Sim São João do Oriente Não Sim Não Não Sim Sim São José do Goiabal Não Não Não Sim Sim Sobrália Não Não Não Sim 0 Timóteo Sim Sim Sim Não Não Sim Sim Vargem Alegre Não Não Não Não 882

97 9. EQUIPE DE TRABALHO 9.1 Equipe Unileste Coordenaçãogeral: Marcelo Vieira Correa Eixo Ordenamento Territorial Coordenação: Roberto Caldeira Uso e Ocupação do Solo e Propriedade da Terra: Kênia Barbosa Marcos Legais, Planos, Programas, Projetos e Recursos: Rosane Abreu Habitação, Subnormalidade, Securidade e Risco: Camila Saraiva Quintão Arístenes Giovanni Cláudia Pires Estagiários: Aline Camillo Camillato Camila Saraiva Quintão Deisiele Cinara de Paula Jéssica Anielli de Souza Oliveira Nilton Assis dos Anjos Pedro Henrique do Carmo Soares Thaynara Leal de Souza Valbuza Victor Hugo do Amaral Eixo Mobilidade (Sistema viário, transporte, trânsito e tráfego) Coordenação: Rogério Braga de Assunção Gerente de cartografia viária e informática: Agmar Andrade Gerente de pesquisa, levantamento, tratamento de dados e relatórios: Rayanne Morais Estagiárias: Érica Ferraz (secretaria geral) Heidi Helen Seara de Oliveira Juliana Lino (cartografia e relatórios) Renata Salas (informática, cartografia e relatórios) Beatriz Barbosa (desenho urbano e modais de transporte) Eixo Meio Ambiente, recursos hídricos e saneamento Coordenação: Marcílio dos Reis Cardoso Gerente da Área de Saneamento: Vera Lanza Gerente da área de Recursos Hídricos: Henrique Simões Dutra Gerente da Área de Conservação do Patrimônio Ambiental: Claudia Diniz e Cléber Ribeiro Estagiários: Amanda Cássia Vieira André Gandini Cândido Douglas Xavier Caetano Gabriela Zanetti Cirino Heloísa Neves Brasil Juliana Ferreira Torrezani Mayra Paula Fernandes 883

98 Natanne Fernandes Faria Poliane Valéria Ferreira Simone Mara Barcelos Eixo Desenvolvimento Social Temas Habitação, Segurança, Educação, Cultura e Lazer: Luciana Teixeira de Andrade Cláudio Márcio Letro de Castro Temas Saúde, Trabalho, Assistência Social e Juventude: Alessandra Sampaio Chacham Gerência de Dados: Ana Carolina Maciel de Assis Chagas Mobilização Local: Vanessa Costa Soares Estagiária: Aniele Rodrigues da Silva Eixo Desenvolvimento Econômico Coordenação: Carlos Eduardo Ferreira Gerente de Informações de Mercado e Estatística: Felipe Chaves Inácio Estagiárias: Fabiana Silva Souza Paola Matos Almeida Consultoria: Hermínio Moura de Araújo PSO Consultoria Eixo Arranjo Institucional Coordenação: Genésio Zeferino da Silva Filho Analista técnico: João Costa Aguiar Filho Renato Santos Lacerda Estagiárias: Jéssica dos Santos Júlio Nicole Regina Lisboa Rocha Mobilização Social Coordenação: Márcio Alexandre de Castro Alves Gerência Técnicopedagógica: Sonaly Torres Gabriel Gerência de Eventos: Betinna Almeida de Tassis Registro e Documentos: Dalila Pereira Coura Juliane Silva Cruz Nascimento Fabiana Silva Souza Comunicação: Alexandre Guerra Fabri Cartografia Responsável: Vlamir Soares Fonseca Estagiários: Adriane Anselma de Oliveira Letícia Lopes Bernardes 884

99 Míriam da Costa Feliciano Paulo Henrique Silva Magalhães Thays Fernandes Equipe de apoio Aldrey Rocha Duarte Áurea Maria Silva Andrade Andressa Gomes Ferreira Moreira Bruno Pereira do Nascimento Denise Ribeiro Tuler Glaucielle Ribeiro Araújo Glória Dias Soares Vitorino Hudson Caetano Salles Jacqueline Dias Cabral Joice Mendes Brito Teuller Morais de Aguiar Venício Elmar Soares de O. Júnior 9.2 Equipe Técnica ARMVA Diretor Geral: Thales Rezende Coelho Alves Diretora de Planej. Metropolitano, Articulação e Intersetorialidade: Márcia Cruz Costa Val Assessora de Articulação: Carmelita Freitas Drumond Mendes Diretor de Inovação e Logística: Thiago de Pádua Batista Machado Gerente de Planejamento e Modernização Institucional: Thaís Oliveira Bomfim Diretor de Regulação Metropolitana: Bruno Reis Alcântara Gerente de Regulação da Expansão Urbana: Ronaldo Moreira Marques Gerente de Apoio à Ordenação Territorial: Juliana Dornelas Machado Flores de Mendonça Captação de recursos: Saulo José de Souza 885

100 REFERÊNCIAS ACESITA. Relatório Timóteo, ACIOLY, Claudio; DAVIDSON, Forbes. Densidade Urbana: Um instrumento de planejamento e gestão urbana. Rio de Janeiro: Mauad Editora Ltda, 2ª Edição: AGÊNCIA BRASILEIRA DE PROMOÇÃO DE EXPORTAÇÕES E INVESTIMENTOS. Perfil Exportador do Estado de Minas Gerais. Brasília: APEX AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (Brasil). Índice De Qualidade Das Águas. Brasília, Disponível em: <http://pnqa.ana.gov.br/indicadoresqa/indiceqa.aspx#_ftn7>. Acesso em: 16 dez ALMEIDA, T. Ney Luis. Cultura na sociedade de classes. In: SYNTHESIS. Caderno do Centro de Ciências Sociais. UERJ,v. II, n. 1, ALVES, Alaôr Caffé. Regiões Metropolitanas, Aglomerações Urbanas e Microrregiões: novas dimensões constitucionais da organização do Estado brasileiro.in: FIGUEIREDO, Guilherme José Purvin (org.). Temas de Direito Ambiental e Urbanístico. São Paulo: Max Limonad, 1998, p. 29. AMIN, A., MASSEY, D. and THRIFT, N. Cities for the Many Not the Few.Bristol: The Policy Press, ANDRADE, Luciana Teixeira de. Espaços Semipúblicos Como Patrimônios Imateriais. Disponível em:< >. Acesso em: 02 de abril de ARAÚJO, Carlos Hamilton. Perspectivas para a Inflação. Banco Central do Brasil. Brasília, ASSEMBLEIA DE MINAS. PODER E VOZ DO CIDADÃO. Municípios de Minas Gerais. Disponível em: <http://www.almg.gov.br/consulte/info_sobre_minas/index.html?aba=js_tabassociacoes&stlassocia caomicrorregional=32>. Acesso em abril de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CELULOSE E PAPEL. Dados do Setor. Disponível em <http://www.bracelpa.org.br/bra2/?q=node/461>. Acesso em: 9 set ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LIMPEZA PÚBLICA. Panorama Dos Resíduos Sólidos No Brasil2011. Disponível em: <http://www.abrelpe.org.br/panorama_edicoes. cfm.> Acesso em 18 fev ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR Resíduos sólidos Classificação. Rio de Janeiro, ATLAS DIGITAL DAS ÁGUAS DE MINAS. Informações hidrológicas em qualquer seção fluvial: Bacia Do Rio Doce. Disponível em: <http://www.atlasdasaguas.ufv.br/doce/informacoes_secao_fluvial/informacoes_secao_fluvial.html >. Acesso em: 3 out ATLAS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO NO BRASIL. Rio de Janeiro, PNUD, IPEA. Fundação João Pinheiro,

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121 VIEIRA, Albano Chagas. A Indústria do Aço no Brasil e no Mundo. Instituto Aço Brasil. Rio de Janeiro VIEIRA, Albano Chagas. Minas Gerais: Economia perde dinamismo e cresce em níveis inferiores à média nacional. Revista Mercado Comum, ano XXI, ed.244. Belo Horizonte, WAISELFISZ, Julio Jacobo. Homicídios e juventude no Brasil: Mapa da Violência Brasília: 2013, 100 p. 907

122 ANEXOS ANEXO A Contatos ALINE DUARTE Gerente de Controle Urbano Prefeitura Municipal de Coronel Fabriciano ANIVAIR DUTRA Gerente Autotrans BRUNO TORRES Viceprefeito Prefeitura Municipal de Coronel Fabriciano CARLOS (GÍGIO) Proprietário Acaiaca EDILSON LILÍAM Secretário Municipal de Planejamento e Gestão de Timóteo Prefeitura Municipal de Timóteo EDSON LUCAS DAS CHAGAS Militar da Reserva Marinha do Brasil/ Capitania dos Portos Capitania dos Portos ERI PIMENTA Secretário Municipal de Obras de Santana do Paraíso Prefeitura Municipal de Santana do Paraíso ERIÊNIO JADERSON DE SOUZA Diretor de Estudos e Monitoramento do Sistema Intermunicipal da Superintendência de Transportes Intermunicipais da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais SETOP FABRICIO ASSIS Secretário Municipal de Governo de Santana do Paraíso e Representante da Conferência Coletiva das Cidades do Vale do Aço Prefeitura Municipal de Santana do Paraíso FLÁVIO DOS SANTOS Gerentegeral Aeroporto Usiminas Aeroporto de Santana do Paraíso GALBA GOMES Ex secretário Municipal de Obras 908

123 Prefeitura Municipal de Coronel Fabriciano JEOVÁ PEREIRA Chefe de Gabinete Prefeitura Municipal de Santana do Paraíso JEREMIAS Presidente da Associação de Motoristas COOMOVEL JOB BARROSO Transportes CEMIG JUVENAL DO NASCIMENTO Departamento de Trânsito Prefeitura de Timóteo LETICIA BITTAR Secretária Municipal de Obras Prefeitura Municipal de Coronel Fabriciano LUCIANO JOSÉ ARAÚJO Presidente FIEMG LUIZ PEIXOTO Diretor executivo UNIVALE MARCOS VALÊNCIO Assessor Jurídico UNIVALE MARIA DO CARMO CRUZ Oficial Administrativo Prefeitura Municipal de Coronel Fabriciano MIRTES ALMEIDA DEPLUR Prefeitura Municipal de Ipatinga NÍVIO PINTO Coordenador Regional do DERMG de Coronel Fabriciano DER PEDRO SCHULTZ FONSECA BAPTISTA Superintendente de Planejamento e Gestão da Infraestrutura Urbana e Rural SEDRU 909

124 RICARDO ANGELI VIEGAS BOUZADA Presidente Associação de Mototaxistas do Vale do aço RICARDO LUIZ DE FREITAS Representante do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes DNIT Governador Valadares/MG RONALDO SILVA TenenteCoronel PM Edvânio Rosa Carneiro PMMG / 14º Batalhão Polícia Rodoviária Estadual 12º Companhia Independente VICENTE DE PAULA Secretário Municipal de Planejamento de Ipatinga Prefeitura Municipal de Ipatinga VINÍCIUS ASSIS Gerente do Parque Estadual do Rio Doce PERD WESLEY HÉLIO GOMES Polícia Ambiental PMMG WILSON OLIVEIRA DOS REIS APERAM Aeroporto de Santana do Paraíso 910

125 ANEXO B Documento de Propostas Documento de Propostas Encontro da Região Metropolitana do Vale do Aço Tema 1: Mobilidade Urbana e Desenvolvimento das Cidades: governança política, planejamento integrado e articulação das políticas públicas Propostas priorizadas: 1.1) Definição dos locais de distritos industriais. 1.2) Criação de centros comerciais regionalizados. 1.3) Transferência do gerenciamento do transporte intermunicipal com características semiurbanas, realizado entre Timóteo, Coronel Fabriciano, Ipatinga e Santana do Paraíso, para o controle das prefeituras, por meio de um consórcio com participação da agência metropolitana. 1.4) Garantia da presença de trocador e motorista no serviço de transporte coletivo urbano e semiurbano, com fim da dupla função e da jornada de dupla pegada. 1.5) Retirada dos veículos velhos que ficam estacionados nas vias públicas por período superior a um ano no mesmo local, atrapalhando o trânsito. 1.6) Planejamento do uso de vias públicas durante os dias úteis, por veículos privados, priorizando o uso do transporte de massa e do transporte não motorizado. 1.7) Gestão junto aos órgãos competentes para a promoção periódica de leilões dos veículos recolhidos nos pátios de veículos apreendidos, conforme a legislação pertinente. 1.8) Elaboração de instrumentos facilitadores e motivadores aos municípios do Colar Metropolitano do Vale do Aço para que realizem os trabalhos inerentes ao Plano Diretor Municipal, seja por meio de consórcio, seja de forma própria, com apoio financeiro e logístico. ALMG Fórum Técnico Mobilidade Urbana RMVA 1 Tema 2: Cidades e Infraestrutura de Mobilidade Urbana: desafios e estratégias Propostas priorizadas: 2.1) Construção de nova ponte sobre o Rio Piracicaba, ligando os Municípios de Timóteo e Coronel Fabriciano. 2.2) Implantação do Aeroporto Regional da RMVA, com capacidade de transporte de passageiros e cargas, em local a ser definido pelo PDDI. 2.3) Implantação de eixo viário de conexão entre os 4 (quatro) municípios da RMVA. 2.4) Implantação de alças de ligação de Coronel Fabriciano, de Timóteo e da rodovia MG 760 com a BR ) Elaboração de projeto, a partir de diretrizes do PDDI e embasado pelos estudos técnicos necessários, visando a criação do Contorno Rodoviário do Vale do Aço, retirando das cidades de Timóteo, Coronel Fabriciano e Ipatinga o pesado tráfego de veículos da BR 381 Norte. 2.6) Expansão do transporte coletivo de passageiros por trens, utilizando a Estrada de Ferro Vitória Minas, ampliando a frequência de horários de viagens entre municípios da RMVA e entre a RMVA e a RMBH. 2.7) Implantação de um sistema integrado de transporte na RMVA, contemplando os terminais, as tecnologias e os modos de transporte mais adequados para cada tipo de demanda, definidos a partir de estudos técnicos prévios, gerando ganhos significativos na qualidade dos deslocamentos metropolitanos. 2.8) Integração e expansão da rede cicloviária dos municípios da RMVA, garantindo a construção de ciclovias, quando possível, ou de ciclofaixas com sinalização especial para trechos urbanos onde seja necessário o uso compartilhado com os demais veículos. 911

126 2.9) Criação, na RMVA, de padronização das passagens e travessias de pedestres, com a elevação de nível do piso das vias de grande fluxo e a instalação de sinal sonoro para os deficientes visuais, garantindo a acessibilidade necessária ao deslocamento das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. (Observação: houve empate entre as propostas 2.8 e 2.9 na votação de priorização, e a plenária decidiu por priorizar ambas.) Propostas aprovadas e não priorizadas: 2.10) Pavimentação e requalificação da rodovia MG ) Inclusão de melhorias no projeto de duplicação da BR381, prevendo mais articulações entre esta rodovia e os municípios do Vale do Aço, com o acompanhamento dos governos municipais, do governo estadual e da sociedade civil organizada. 2.12) Adequação do posicionamento dos paraciclos, orelhões e outros elementos do mobiliário urbano, respeitando as posturas municipais e a lei de acessibilidade. 2.13) Implantação de transporte ferroviário, ligando as cidades da RMVA, de Timóteo até Santana do Paraíso. 2.14) Implantação de anel ferroviário, desviando o fluxo de passagem das ferrovias da área urbana. 2.15) Instalação de sanitários e de iluminação adequada nos pontos de embarque e desembarque de passageiros. ALMG Fórum Técnico Mobilidade Urbana RMVA ) Garantia de melhoria na infraestrutura e segurança das vias que podem ser utilizadas como rotas alternativas na ligação entre os municípios da região, como forma de reduzir os gargalos de tráfego existentes. 2.17) Construção de estacionamentos subterrâneos e/ou verticais, em parceria com a iniciativa privada, nas proximidades dos centros comerciais e entorno, com atenção às Resoluções 303 e 304 do Contran, que definem o quantitativo de vagas para veículos que transportam idosos e pessoas com deficiência. 2.18) Implantação, na RMVA, de um ponto de apoio para motoristas de transporte de cargas, conforme regulamentação da Lei de ) Potencialização do acesso e do transporte público para os espaços de turismo e de lazer da RMVA. 2.20) Planejamento integrado entre as prefeituras de Coronel Fabriciano e Ipatinga para viabilizar a pavimentação da Estrada da Amizade, interligando o Bairro Córrego Novo (Recanto) de Ipatinga ao Bairro São Vicente, em Coronel Fabriciano, e estruturação da estrada de ligação entre os Bairros Ipanemão em Ipatinga e Região dos Cocais em Coronel Fabriciano, como forma de aumentar e qualificar o turismo rural e o ecoturismo na localidade. 2.21) Regulamentação do serviço metropolitano de mototáxi, motoentrega e táxi. 2.22) Implantação de porto seco para eliminar o trânsito de caminhões pesados nas cidades e regular a distribuição de cargas. 2.23) Sinalização com faixas luminosas nas caçambas colocadas nas vias públicas. 2.24) Término das obras do Parque Linear em Coronel Fabriciano. ALMG Fórum Técnico Mobilidade Urbana RMVA 3 Tema 3: Desafios da Efetividade do Planejamento em Mobilidade Urbana: financiamento, fiscalização e controle social Propostas priorizadas: 3.1) Ampliação do acesso ao serviço público de transportes como estratégia de coibir o transporte coletivo ilegal. 3.2) Efetivação, no âmbito estadual, do passe livre intermunicipal para os idosos e as pessoas com deficiência, sem ônus para os usuários. 912

127 3.3) Unificação e integração tarifária para Coronel Fabriciano/Timóteo/Ipatinga/Santana do Paraíso. 3.4) Instalação de um grupo de acompanhamento das obras de pavimentação da MG760 e da BR381, no Vale do Aço, composto por representantes da Assembleia Legislativa, das Câmaras Municipais, da Polícia Militar Rodoviária e da sociedade civil. 3.5) Reativação ou revitalização dos conselhos municipais de trânsito e criação do Conselho Metropolitano de Transporte Público Urbano e Intermunicipal do Vale do Aço, com representação das secretarias de governo dos municípios, do Crea, do Ministério Público e de entidades da sociedade civil, e implementação, no âmbito desse conselho, de Comissão Permanente de Acessibilidade. 3.6) Adoção de instrumentos para assegurar a transparência nos gastos públicos, com a abertura dos dados de contratos, convênios, desembolsos e cronogramas físico financeiros das obras, começando pelo Parque Linear. 3.7) Aumento da fiscalização, garantindo controle de preços abusivos em transportes intermunicipais, interestaduais e urbanos, além de maior controle das condições em que os passageiros estão viajando. 3.8) Criação de um documento único que possa garantir que as diferenças técnicas, políticas e legais sejam resolvidas em prol da RMVA. ALMG Fórum Técnico Mobilidade Urbana RMVA 4 Tema 4: Mobilidade Urbana e Cidades Inteligentes e Sustentáveis: educação, acessibilidade, meio ambiente e novas tecnologias Propostas priorizadas: 4.1) Fiscalização, por parte do Poder Público, do cumprimento do Código de Posturas e da Lei de Acessibilidade, especialmente em relação à ocupação indevida de calçadas e vias e à poluição sonora provocada por veículos equipados com altofalantes. 4.2) Fomento ao transporte de pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida. 4.3) Elaboração de plano metropolitano permanente de educação para a mobilidade sustentável a ser implementado nas escolas municipais, estaduais e privadas da RMVA, com enfoque no uso das faixas de pedestre e no controle de velocidade. 4.4) Implantação de campanha educativa para o trânsito de veículos e circulação de pedestres. 4.5) Promoção de cursos para capacitar servidores municipais e representantes da sociedade civil em temas referentes à mobilidade urbana, especialmente sobre a legislação vigente sobre o tema. 4.6) Elaboração de movimento de conscientização dos agentes políticos e públicos, escolas e instituições sociais, por meio de encontros de estudos realizados pela ALMG e Agência da Região Metropolitana do Vale do Aço, em todos os municípios da RMVA e do colar metropolitano, sobre a mobilidade urbana. 4.7) Regulamentação da educação para o trânsito nas escolas para que se instruam e eduquem os cidadãos, desde a primeira infância, a usar as vias de forma adequada enquanto pedestres, ciclistas ou motoristas, com respeito a eles mesmos e aos outros. Para tanto, é necessária a implantação de calçadas niveladas com rampas de acesso e faixas elevadas para pedestres em pontos estratégicos ou de utilidade pública como na proximidade de pontos de ônibus, escolas, unidades de saúde, hospitais, órgãos públicos e outros. 4.8) Elevação do Corpo de Bombeiros de Ipatinga a Companhia Independente, e instalação de pelotões do Corpo de Bombeiros nas demais cidades que compõem a RMVA, proporcionando uma melhor cobertura na região e um atendimento mais rápido às vítimas de acidentes de trânsito, o que aumenta muito as possibilidades de sobrevivência, além de tornar mais rápida a liberação das vias. 913

128 Propostas aprovadas e não priorizadas: 4.9) Promoção, pela Assembleia Legislativa, de um curso por meio da plataforma EAD, sobre o tema da mobilidade urbana, a fim de promover e divulgar o assunto, tornandoo mais atraente e debatido pela comunidade acadêmica e popular. 4.10) Regulamentação da emissão de efluentes atmosféricos por veículos automotores, ônibus, caminhões e outros por falta de manutenção ou por veículos antigos. 4.11) Garantia do cumprimento das Resoluções 303 e 304 do Contran na RMVA e na RMBH. 4.12) Instalação de taxímetros na frota de táxi da RMVA, para incentivar a utilização de táxis, principalmente após a ingestão de álcool, com vistas à diminuição do índice de acidentes na região. 4.13) Implantação de microônibus, com horários especiais para idosos e pessoas com deficiência, propriamente equipado, que atenda a instituições e a eventos a onde esse público compareção. 4.14) Instalação de temporizadores nos semáforos que detectem movimento dos veículos, para acelerar o fluxo e minimizar acidentes por avanço de sinal vermelho. ALMG Fórum Técnico Mobilidade Urbana RMVA 5 914

129 ANEXO C Lista de mamíferos levantados de acordo com bibliografia consultada para a RMVA. Felis tigrinaus Gato do mato pequeno FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR ENDÊMICA GRAU DE AMEAÇA AGOUTIDAE Agouti paca Paca BRADYPODIDAE Bradypus variegatus Preguiçacomum Callithrix flaviceps Saguidaserra Em perigo CALLITRICHIDAE Callithrix aurita Sagüidaserraescuro Vulneravel Callithrix geoffroyi Sagui Vulneravel Callithrix penicillata Micoestrela CANIDAE Dusicyon thous Cachorrodomato Chysocyon brachyurus Loboguará X Vulneravel CAVIDAE Cavia sp Preá Alouatta guariba Bugio Vulneravel Brachyteles hypoxanthus Muriqudonorte Criticamente ameaçada CEBIDAE Brachyteles arachnoides Monocarvoeiro X Ameaçada Callicebus personatus Guijó Vulneravel Cebus apella Macacopregodecrista Vulneravel CERVIDAE Mazama americana Veado mateiro DASYPODIDAE Dasypus novemcinctus Tatugalinha Euphactus sexcintus Tatupeba DASYPROCTIDAE Dasyprocta azarae Cutia Caluromys philander Gambá Didelphis aurita Gambádeorelhapreta X DIDELPHIDAE Gracilianus microtarsus Cuiquinha X Marmosops incanus Cuica X Metachirus nudicaudatus Cuícacaudaderato Micoureus demerarae Catita Monodelphis americana Cuícadetrêslistras Echimys sp. Ratoespinhoa Raro ECHIMYIDAE Euryzygomatomys spinosus Guiara EMBALLONURIDAE Rhynchonycteris naso Morcego Peropteryx macrotis Morcego Herpailurus yagouaroundi Gatomourisco Leopardus pardalis Jaguatirica Vulneravel FELIDAE Criticamente Panthera onca Onça pintada ameaçado Puma concolor Onça parda Vulnerável HYCHAERIDAE Hydrochaeris hydrochaeris Capivara LEPORIDAE Sylvilagus brasiliensis Coelhodo mato MOLOSSIDAE Molossus molossus Morcegodecaudalivre MUSTELIDAE Eira barbara Irara X Galictis vitata Lontra MURIDAE Abrawayaomys ruschii Rato Raro Akodon cursor Ratodamata X 915

130 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR ENDÊMICA GRAU DE AMEAÇA Calomys laucha Ratodomato Nectomys squamipes Rato d'água X Oecomys trinitatis Ratodaárvore Oligoryzomys nigripes Rato do mato X Oryzomys capito Rato Oryzomys subflavus Rato vermelho X Oxymycterus robertii Ratoporco Rhipidomys mastacalis Rato MYRMECOPHAGIDAE Tamandua tetradactyla Tamanduámirim X NOCTILIONIDAE Noctilio leporinus Morcegopescador PROCYONIDAE Nasua nasua Quatidecaudaanelada Procyon cancrivorus Mãopelada Anoura caudifer Morcego Anoura geoffroyi Morcego Artibeus fimbriatus Morcego Artibeus jamaicensis Morcego Artibeus lituratus Morcego Artibeus obscurus Morcego Carollia perspicillata Morcego Chiroderma doriae Morcego X Em perigo Chiroderma villosum Morcego Chrotopterus auritus Morcego PHYLLOSTOMIDAE Desmodus rotundus Morcego Glossophaga soricina Morcego Macrophyllum Morcego Micronycteris sp Morcego Phillostomus hastatus Morcego Platyrrhinus recifinus Morcego X Vulneravel Sturnira lilium Morcego Trachops cirrhosus Morcego Vampyressa pusilla Morcego Uroderma magnirostrum Morcego Platyrrhinus lineatus Morcego SCIURIDAE Sciurus aestuans Caxinguelê TAPIRIDAE Tapirus terrestris Anta Em perigo TAYASSUIDAE Pecari tajacu Cateto Vulneravel Tayasssu pecari Queixada Histiotus velatus Morcego VESPERTILIONIDAE Myotis nigricans Morcego Myotis sp. Morcego Fonte: Autor,

131 ANEXO D Lista de aves levantadas de acordo com bibliografia consultada para a RMVA. FAMÍLIA ACCIPITRIDAE ALCEDINIDAE Harpia harpyja Spizastur melanoleucus Ceryle torquata Chloroceryle amazona Chloroceryla americana Chloroceryla inda Gaviãoreal, uiraçu verdadeiro Gaviãopato NOME NOME CIENTÍFICO POPULAR ENDÊMICA MIGRÁTORIA Elanus leucurus Peneira Elanoides Gaviãotesoura forficatus X Leptodon Gaviãodacabeçacinza cayanensis Ictinia plumbea Sovi X Buteo Gaviãoderabobranco albicaudatus Buteo Gaviãodesobrebranco leucorrhous Rupornis magnirostris Gaviãocarijó Leucopternis Gaviãopombogrande polionota X Leucopternis lacernulata Gaviãopomba X Martimpescadorgrande Martimpescadorverde Martimpescadorpequeno Martimpescadordamata Dendrocygna viduata Irerê X Dendrocygna autumnalis Asabranca X ANATIDAE Amazonetta brasiliensis Pévermelho, ananaí Cairina moschata Patodomato Oxyura dominica Bicoroxo ANHIGIDAE Anhinga anhinga Biguatinga X ANHIMIDAE Anhima cornuta Anhuma APODIDAE Streptoprocne Andorinhão X GRAU DE AMEAÇA Criticamente ameaçada 917

132 FAMÍLIA ARDEIDAE BUCCONIDAE CAPRIMULGIDAE CARIAMIDAE CATHARTIDAE CHARADRIIDAE CONOPOPHAGIDAE NOME CIENTÍFICO zonaris Chaetura cinereiventris Ardea cocoi Casmerodius albus Egretta thula Butorides striatus Bubulcus ibis Socozinho ENDÊMICA MIGRÁTORIA Cathartes burrovianus Vanellus chilensis Conopophaga melanops Conopophaga lineata NOME POPULAR decoleira Andorinhãodesobrecinzento Socógrande Garçabrancagrande Garçabrancapequena Garçavaqueira Pilherodius pileatus Garçareal Nycticorax Savacu X Tigrisoma lineatum Socóboi Nystalus chacuru Joãobobo Malacoptila striata Joãobarbudo X Chelidoptera tenebrosa Urubuzinho Chordeiles pusillus Bacurauzinho Nyctidromus albicollis Curiango Nyctiphrynus Bacurauocelado ocellatus Hydropsalis Bacurautesoura brasiliana Cariama cristata Seriema Sarcoramphus papa Uruburei Coragyps atratus Urubucomum Urubudecabeça Cathartes aura vermelha X Urubudecabeça amarela Queroquero Cuspidordemáscara preto Chupadente X X X X X GRAU DE AMEAÇA 918

133 FAMÍLIA COLUMBIDAE COTINGIDAE CRACIDAE CUCULIDAE DENDROCOLAPTIDAE Pipile jacutinga Crax blumenbachii Piaya cayana Crotophaga ani Crotophaga major Guira guira Tapera naevia Neomorphus geoffroyi Dendrocincla turdina Sittasomus griseicapillus Jacutinga NOME NOME CIENTÍFICO POPULAR ENDÊMICA MIGRÁTORIA Columba picazuro Asabranca Columba Pombagalega cayennensis X Columba Pombaamargosa plumbea Columbina talpacoti Rolinha Columbina picui Rolinhabranca X Claravis pretiosa Pombadeespelho Scardafella squammata Fogoapagou Leptotila verreauxi Juriti Leptotila rufaxilla Gemedeira Geotrygon montana Pariri Geotrygon violacea Juritivermelha Cotinga maculata Crejoá X Lipaugus Tropeirodaserra lanioides X Pyroderus Pavó, pavãodomato scutatus X Penelope superciliaris Jacupemba Penelope Jacuaçu obscura X Mutumdosudeste Almadegato Anupreto Anucoroca Anubranco Saci Jacuestalo Arapaçuliso Arapaçuverde X X X X GRAU DE AMEAÇA Criticamente ameaçada Criticamente ameaçada 919

134 920 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR ENDÊMICA MIGRÁTORIA GRAU DE AMEAÇA Dendrocolaptes platyrostris Arapaçugrande Xiphocolaptes albicollis Arapaçudegarganta branca Lepidocolaptes squamatus Arapaçuescamado X Lepidocolaptes fuscus Arapaçurajado X EMBERIZIDAE Amaurospiza moesta Papacapimazulado X Vulnerável Parula pitiayumi Mariquita Geothlypis aequinoctialis Piacobra Basileuterus culicivorus Pulapula Phaeothlypis rivularis Pulapularibeirinho Coereba flaveola Cambacica Schistochlamys ruficapillus Bicodeveludo Cissopis leveriana Tietinga Thlypopsis sordida Canáriosapé Hemithraupis ruficapilla Saíragalega X Hemithraupis flavicollis Saíragalega Nemosia pileata Saíradechapéupreto Tachyphonus cristatus Tiêgalo Tachyphonus coronatus Tiêpreto X Trichothraupis melanops Tiêdetopete Ramphocelus carbo Pipiravermelha Ramphocelus bresilius Tiêsangue X Thraupis sayaca Sanhaçocinzento X Thraupis palmarum Sanhaçodocoqueiro Pipraeidea melanonota Viúva

135 FAMÍLIA Ammodramus humeralis* Haplospiza unicolor Sicalis flaveola Volatinia jacarina Sporophila lineola Sporophila collaris Sporophila nigricollis Sporophila caerulescens Oryzoborus angolensis Arremon taciturnus Spiza americana Emberizoides herbicola Cigarrabambu Tiziu Bigodinho Baiano Coleirinho, papacapim Curió NOME NOME CIENTÍFICO POPULAR ENDÊMICA MIGRÁTORIA Euphonia chlorotica Vivi Euphonia Gaturamoverdadeiro violacea Euphonia xanthogaster Fifigrande Euphonia pectoralis Ferrovelho X Tangara seledon Setecores X Tangara cyanoventris Douradinha X Tangara cayana Saíraamarelo Dacnis cayana Saíazul Chlorophanes spiza Saíverde Conirostrum Figuinhaderabocastanho speciosum Tersina viridis Saíandorinha X Zonotrichia capensis Ticotico X Ticoticodocampoverdadeiro Canáriodaterraverdadeiro Coleirodobrejo Ticoticodomatodebicopreto Papacapimamericano Canáriodocampo X X X X X GRAU DE AMEAÇA 921

136 FAMÍLIA FALCONIDAE FORMICARIIDAE FURNARIIDAE NOME CIENTÍFICO Coryphospingus pileatus Caryothraustes canadensis Saltator maximus Saltator similis Passerina brissonii Psarocolius decumanus Cacicus haemorrhous Agelaius cyanopus Agelaius ruficapillus Leistes superciliaris Curaeus forbesi Gnorimopsar chopi Molothrus bonariensis Scaphydura oryzivora Herpetotheres cachinnans Micrastur semitorquatus Milvago chimachima Polyborus plancus Falco rufigularis Falco femoralis Falco sparverius Chamaeza campanisona Furnarius rufus Furnarius figulus Synallaxis spixi Synallaxis ruficapilla Furriel Temperaviola Azulão Japu Guaxe Carretão Garibaldi Melro, graúna Chopim, gaudério Iraúnagrande Acauã Gaviãorelógio Carrapateiro Caracará NOME POPULAR Galinhodaserra Trincaferroverdadeiro Políciainglesadosul Anumará Cauré Falcãodecoleira Quiriquiri Tovacacampainha Joãodebarro Casacadecourodalama Joãoteneném Pichororé ENDÊMICA MIGRÁTORIA X X X GRAU DE AMEAÇA 922

137 923 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR ENDÊMICA MIGRÁTORIA GRAU DE AMEAÇA Certhiaxis cinnamomea Curutié Phacellodomus rufifrons Joãodepau Anumbius annumbi Cochicho Philydor atricapillus Limpafolhacoroado X Philydor lichtensteini Limpafolhaocrácea X Xenops minutus Bicoviradomiúdo Xenops rutilans Bicoviradocarijó Automolus leucophthalmus Barranqueirodeolhobranco X Sclerurus scansor Virafolhas X Lochmias nematura Joãoporca GALBULIDAE Galbula ruficauda Bicodeagulhaderabovermelho Jacamaralcyon tridactyla Cuitelão HIRUNDINIDAE Tachycineta albiventer Andorinhadorio X Phaeoprogne tapera Andorinhadocampo X Progne chalybea Andorinhadomésticagrande X Notiochelidon cyanoleuca Andorinhapequenadecasa X Stelgidopteryx ruficollis Andorinhaserrador X JACANIDAE Jacana jacana Jaçanã MIMIDAE Mimus saturninus Sabiádocampo MOTACILLIDAE Anthus lutescens Caminheirozumbidor MUSCICAPIDAE Ramphocaenus melanurus Bicoassovelado X Platycichla flavipes Sabiáuna X

138 FAMÍLIA NOME NOME CIENTÍFICO POPULAR Turdus Sabiálaranjeira rufiventris Turdus leucomelas Sabiábarranco Turdus amaurochalinus Sabiápoca MOMOTIDAE Baryphthengus ruficapillus Juruva Nyctibius Mãedaluagigante NYCTIBIIDAE grandis Nyctibius griseus Urutau PASSERIDAE Passer domesticus Pardal PHALACROCORACIDAE Phalacrocorax brasilianus Biguá PHASIANIDAE Odontophorus capueira Uru, capoeira Picumnus Picapauanãobarrado cirratus Colaptes Picapaudocampo campestris Colaptes Picapauverdebarrado melanochloros Picapaude Celeus cabeça amarela flavescens Dryocopus Picapaude PICIDAE PIPRIDAE lineatus Melanerpes flavifrons Melanerpes candidus Veniliornis passerinus Birro banda branca Beneditodetestaamarela Picapauzinhoanão Picapauzinho Veniliornis detesta pintada X maculifrons Campephilus Picapaurei robustus X Llicura militaris Tangarazinho X Manacus manacus Rendeira Neopelma aurifrons Fruxubaiano X Neopelma Fruxudocerradão pallescens Schiffornis Flautim ENDÊMICA MIGRÁTORIA X X X X GRAU DE AMEAÇA Em Perigo 924

139 FAMÍLIA PODICIPEDIDAE PSITTACIDAE RALLIDAE NOME NOME CIENTÍFICO POPULAR ENDÊMICA MIGRÁTORIA GRAU DE AMEAÇA turdinus marrom Tachybaptus Mergulhãopequeno dominicus Podilymbus Mergulhão podiceps X Propyrrhura Maracanãdoburiti maracana Diopsittaca Maracanãnobre nobilis Aratinga Periquitãomaracanã leucophthalmus Aratinga solstitialis Jandaia Aratinga aurea Periquitorei Pyrrhura Furamato cruentata X Pyrrhura Tiribadetestavermelha frontalis X Pyrrhura leucotis Tiribadeorelhabranca X Forpus xanthopterygius Tuim Brotogeris tirica Periquitorico X Periquitode Brotogeris chiriri encontro amarelo Pionus Maitacademaximiliano maximiliani Amazona Chauá rhodocorytha X Amazona Papagaioverdadeiro aestiva Amazona Papagaio do vinacea peito roxo X Vulnerável Amazona Papagaiomoleiro farinosa Rallus nigricans Saracurasanã Aramides cajanea Trêspotes Aramides Saracuradomato saracura X Porzana albicollis Sanãcarijó Laterallus Pintod águacomum melanophaius Gallinula Frangod águacomum chloropus X 925

140 926 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR ENDÊMICA MIGRÁTORIA GRAU DE AMEAÇA Porphyrula martinica Frangod águaazul X RAMPHASTIDAE Pteroglossus aracari Araçaridebicobranco Ramphastos vitellinus Tucanodebicopreto STRIGIDAE Otus choliba Corujinhadomato Bubo virginianus Corujãoorelhudo Pulsatrix koeniswaldiana Murucututudebarrigaamarela X Glaucidium brasilianum Caburé X Speotyto cunicularia Buraqueira X Rhinoptynx clamator Corujaorelhuda THAMNOPHILIDAE Thamnophilus palliatus Chocalistrada Thamnophilus punctatus Chocabatecabo Thamnophilus caerulescens Chocadamata Dysithamnus mentalis Choquinhalisa Dysithamnus plumbeus Choquinhachumbo X Myrmotherula axillaris Choquinhadeflancobranco Herpsilochmus rufimarginatus Chororozinhodeasavermelha Formicivora serrana Formigueirodaserra X Formicivora grisea Papaformigaspardo Terenura maculata Zidedê X Drymophila squamata Pintadinho X Myrmeciza loricata Papaformigasdegrota X TINAMIDAE Tinamus solitarius Macuco X Em Perigo Crypturellus soui Tururim

141 927 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR ENDÊMICA MIGRÁTORIA GRAU DE AMEAÇA Crypturellus obsoletus Inhambuguaçu Crypturellus undulatus Jaó X Em Perigo Crypturellus variegatus Chororão Crypturellus noctivagus Jaódosul Crypturellus parvirostris Inhambuchororó Crypturellus tataupa Inhambuxintã TROCHILIDAE Glaucis hirsuta Balançarabodebicotorto Phaethornis pretrei Rabobrancodesobreamarelo Phaethornis idalie Besourinho X Eupetomena macroura Tesourão Melanotrochilus fuscus Beijaflorpretoebranco Anthracothorax nigricollis Beijaflorpreto Chlorestes notatus Beijaflordegargantaazul Chlorostilbon aureoventris Besourinhodebicovermelho Thalurania glaucopis Tesouradefrontevioleta Hylocharis cyanus Beijaflorroxo Amazilia versicolor Beijaflordebandabranca Amazilia fimbriata Beijaflordegargantaverde Amazilia lactea Beijaflordepeitoazul TROGONIDAE Trogon viridis Surucuágrandedebarrigaamarela Trogon rufus Surucuádebarrigaamarela

142 928 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR ENDÊMICA MIGRÁTORIA GRAU DE AMEAÇA TROGLODYTIDAE Donacobius atricapillus Japacanim Thryothorus genibarbis Garrinchãopaiavô Troglodytes aedon Corruíra, cambaxirra TYRANNIDAE Phyllomyias fasciatus Piolhinho X Myiopagis viridicata Guaracavadeolheiras X Myiopagis caniceps Mariadacopa X Camptostoma obsoletum Risadinha X Elaenia flavogaster Guaracavadebarrigaamarela X Elaenia mesoleuca Tuque X Elaenia cristata Guaracavadetopeteuniforme Elaenia obscura Tucão Elaenia albiceps Guaracavadecristabranca X Serpophaga subcristata Alegrinho X Euscarthmus meloryphus Barulhento X Mionectes rufiventris Abreasadecabeçacinza X Leptopogon amaurocephalus Cabeçudo Todirostrum poliocephalum Tequeteque X Todirostrum plumbeiceps Ferreirinhodecaracanela Rhynchocyclus olivaceus Bicochatogrande Tolmomyias sulphurescens Bicochatodeorelhapreta Capsiempis flaveola Marianinhaamarela Corythopis delalandi Estalador Myiornis auricularis Miudinho X

143 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO Platyrinchus mystaceus Myiobius atricaudus Myiophobus fasciatus Lathrotriccus euleri Cnemotriccus fuscatus Pyrocephalus rubinus Xolmis cinerea Xolmis velata Knipolegus lophotes Knipolegus cyanirostris Fluvicola nengeta Arundinicola leucocephala Colonia colonus Gubernetes yetapa Satrapa icterophrys Hirundinea ferruginea Machetornis rixosus Muscipipra vetula NOME POPULAR Patinho Filipe Enferrujado Guaracavuçu Príncipe, verão ENDÊMICA MIGRÁTORIA Assanhadinhodecaudapreta Mariabranca Noivinhabranca Mariapretadepenacho Mariapretadebicoazulado X Lavadeiramascarada Lavadeiradecabeçabranca Viuvinha Tesouradobrejo Suiriripequeno X Gibãodecouro X Bentevidogado X Tesouracinzenta X X X X GRAU DE AMEAÇA Attila rufus Capitãodesaíra X Rhytipterna simplex Vissiá Sirystes sibilator Gritador X Myiarchus ferox Mariacavaleira Maria Myiarchus caveleirade tyrannulus rabo 929

144 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR enferrujado ENDÊMICA MIGRÁTORIA GRAU DE AMEAÇA TYTONIDAE VIREONIDAE Myiarchus tuberculifer Pitangus sulphuratus Megarhynchus pitangua Myiozetetes cayanensis Myiozetetes similis Mariacavaleirapequena Bemtevi Bem tevidebicochato Bemtevizinhopenachovermelho Bemtevi Tityra inquisitor Tyto alba Myiodynastes maculatus rajado Legatus Bemtevipirata leucophaius Empidonomus varius Peitica Tyrannus savana Tesoura Tyrannus melancholicus Suiriri Pachyramphus Caneleiroverde viridis Pachyramphus Caneleiropreto polychopterus Pachyramphus Caneleirobordado marginatus Pachyramphus Caneleirodechapéunegro validus Anambé Tityra cayana brancode rabopreto Anambébrancodebochechaparda Cyclarhis gujanensis Pitiguari Vireo chivi Juruviara X Hylophilus amaurocephalus Suindara, corujadatorre Vitevitedeolhocinza Fonte: Autor, X X X X X X X 930

145 ANEXO E Lista de peixes levantados de acordo com bibliografia consultada para a RMVA. FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA ANOSTOMIDAE Leporinus steindachneri Piau AUCHENIPTERIDAE Parauchenipterus striatulus Cumbaca CALLICHTHYIDAE Hoplosternum littorale Tamboatá Astyanax taeniatus Lambari Astyanax bimaculatus Lambari CHARACIDAE Moenkhausia doceana Lambari Oligosarkus solitarius Lambari cachorro Brycon devillei Piabana Ameaçada Characidum sp. Barrigudinho Cichlasoma facetum Acará Crenicichla lacustris Bastiana CICHLIDAE Geophagus brasiliensis Acará Astronotus ocellatus Apaiari Cichla ocellaris Tucunaré CLARIIDAE Clarias gariepinus Bagre africano CURIMATIDAE Cyphocharax gilbert Sardinha ENGRAULIDAE Lycengraulis sp. Manjuba ERYTHRINIDAE Hoplias malabariu Traíra Hoplerythrinus unitaeniatus Marobá GYMNOTIDAE Rhamdia sp. Mandi Gymnotus carapo Sarapó LORICARIIDAE Hipostomus sp. Cascudo PIMELODIDAE Loricariichthys spixii Cascudo PROCHILODONTIDAE Prochilodus vimboides Curimbatá SCIANIDAE Pachypops adspersus Corvina SERRASALMIDAE Pygocentrus nattereri Piranha Fonte: Autor,

146 ANEXO F Lista de anfíbios levantados de acordo com bibliografia consultada para a RMVA. FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR Bufo paracnemis Sapocururu BUFONIDAE Bufo crucifer Sapoamarelo ENDOBRATIDAE Colostethus sp. Sapodamata Aparesphenodom brunoi Pererecadecapacete Hyla albamarginata Perereca Verde Hyla albopunctata Perereca Hyla anceps Pererecazebra Hyla branneru Pererecaamarela Hyla elegans Perereca Hyla fabor Sapomartelo Hyla semilineata Perereca Hyla senicula Perereca HYLIDAE Hyla minuta Perereca Scinax argyreornatus Perereca Scinax camevallii Perereca Scinax cuspidatus Perereca Scinax eurydice Perereca Scinax fuscovarius Pererecadebanheiro Scinax xsignatus Perereca Sphaenorthynchus prasinus Pererecaverde Phyllomedusa burmeisteri Perereca Phyllomedusa rohdei Perereca Osteocephalus langsdorffii Pererecadamata Adenomera marmorota Rãzinhadamata Eleutherodactylus sp. Rãdamata Leptodactylus fuscus Rãassabiadora Leptodactylus acellatus Rãmanteiga LEPTODACTILIDAE Leptodactylus labyrinthicus Rãpimenta Leptodactylus spixi Rã Physalaemus curvieri Physalaemus obetcus Rãzinhadamata Pseudopaludicola falcipes Rãzinhadalagoa Chiasmocleis schubarti Rã MICROHYLIDAE Elaschistocleis ovalis Rãgrilo Stereocyclops incrassatus Rãdamata PSEUDIDAE Pseudis bolbodactyla Rápedepato Fonte: Autor,

147 ANEXO G Lista de répteis levantados de acordo com bibliografia consultada para a RMVA. ORDEM NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA SQUAMATA Micrurus sp. Bothrops jararaca Bothrops jararacussu Cobra coral Jararaca Jararacuçu Bothrops pirajai Jaracuçu tapete Em perigo Tupinambis tequixim Lachesis muta Oxirhops trigeninus Liophis sp. Sphonops sp. Teiu Surucucu Coral Cobra verde Cobra cega Fonte: Autor,

148 ANEXO H Lista de plantas levantadas de acordo com bibliografia consultada para a RMVA. FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA ACANTHACEAE Aphelandra hirta Geissomeria longiflora Justicia glomerata Justicia scheidweileri Mendoncia coccinea Mendoncia glabra Ruellia cf. acutangula Ruellia elegans Ruélia vermelha Ruellia solitaria Ruellia sp. ALISMATACEAE Echinodorus bolivianos Sagittaria rhombifolia AMARANTHACEAE Acchyranthes aspera Chamissoa acuminata Pfaffia paniculata Astronium graveolens Gonçalo Alves Astronium macrocalyx Gonçalo Alves Mangifera indica Manga ANACARDIACEAE Spondias lutea Cajá mirim Spondias venulosa Cajá Tapirira guianensis Pau pombo ANNONACEAE Tapirira peckoltian Anaxagorea dolichocarpa Annona cf. glabra Ephedranthus sp. Guatteria cf. cauliflora Guatteria odontopetala Guatteria pogonopus Guatteria vilosissima Guatteria sp. 1 Guatteria sp. 2 Guatteria sp. Malmoea sp. Oxandra martiniana Rollinia laurifolia Rollinia silvatica Rollinia sp. 1 Rollinia sp. Rollinia sp. Pau pombo vermelho Canela pindaíba Imbira, Pindaíba Preta Pindaíba Pindaíba Pindaíba Pindaíba Araticum Araticum 934

149 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA APIACEAE APOCYNACEAE AQUIFOLIACEAE ARACEAE ARALIACEAE ARECACEAE ASCLEPIADACEAE Xylopia aromatica Pimenta de macaco Pindaíba Xylopia cf. brasiliensis vermelha Xylopia sericea Pindaíba branca Xylopia sp. 5 não identificadas Canela 1 não identificada capichingui Cyclospermum leptophyllum Aspidosperma polyneuron Peroba rosa Aspidosperma cf. riedelli Forsteronia sp. Himatanthus cf. lancifolia Catuá de leite Mandevilla scabra Mesechites mansoana Peschiera laeta Peschiera sp. Prestonia Prestonia sp. Secondatia sp. Tabernaemontana catharinensis Tabernaemontana laeta 1 não identificada Uricica preta Ilex sp.1 Ilex cerasifolia 1 não identificada Anthurium pentaphyllum Anthurium scandens Anthurium sinuatum Morototó, Didymopanax morototoni caixeta Heteropsis salacifolia Monstera adansonii Syngonium vellozianum Desmoncus polyacanthos Astrocaryum aculeatissimum Bar brejaúba Euterpe edulis Palmito Geonoma cf. brevispatha Polyandrococos sp. Asclepias curassavica Blepharodon bicuspidatum Palmeira catarrenta 935

150 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA ASPLENIACEAE Antigramma oblongata Asplenium abscissum Asplenium auriculatum Asplenium martianum Asplenium pteropus Asplenium serratum Asplenium stuebelianum ASTERACEAE Acanthospermum australe Adenostemma involucratum Ageratum conyzoides Baccharis cinerea Blainvillea dichotoma Chromolaena maximilianii Conocliniopsis prasiifolia Conyza floribunda Kunth Cyrtocymura scorpioides Elephantopus mollis Kunth Emilia fosbergii Nicolson Eremanthus fitomelanus Erigeron bonariensis Eupatorium maximiliani Jaegeria sp. Gamochaeta spicatum Heterocondylus vitalbae Lepidaploa cotoneaster Lepidaploa remotifolia Lessingianthus macro Mikania glomerata Mikania hirsutissima Mikania lasiandrae Mikania lindbergii Mikania perhirta Mikania sp.1 Mikania sp.2 Piptocarpha macropoda Pau de fumo Piptocarpha tomentosa Pluchea sp. Porophyllum ruderale Praxelis clematidea Pterocaulon alopecuroides Piptocarpha sp. Ssonchus oleraceus Vernonanthura diffusa 936

151 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Vernonanthura phosphorica Vernonia sp. Wedelia paludosa BALANOPHORACEAE Lophophytum mirabile BEGONIACEAE Begonia convolvulaceae Adenocalymma bracteatum Adenocalymna cymbalum Adenocalymna macrophyllum Adenocalymna marginatum Adenocalymna pleiadenium Adenocalymna subsessifolium Adenocalymma tephrynocalyz Adenocalymna trifoliatum Mama de cabra Adenocalymna sp. Anemopaegma floridum Anemopaegma setilobum Anemopaegma sp.1 Anemopaegma sp.2 Arrabidaea brachypoda Arrabidaea chica Arrabidaea pubescens Arrabidaea pulchra Arrabidaea rego Arrabidaea samydoides BIGNONIACEAE Arrabidaea triplinervea Callichlamys latifolia Clytostoma binatum Clytostoma campanulatum Clytostoma costatum Clytostoma cf. ramentaceum Clytostoma sp. Cuspidaria floribunda Cybistax antisyphilitica Cinco folhas Cydista lilacina Distictella elongata Fridericia speciosa Jacaranda copaia Caroba Jacaranda, Jacaranda puberola caroba Jacaranda sp. Caroba Lundia corymbefera Lundia virginalis nitidula Macfadyena unguiscati 937

152 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Manaosella cordifolia Mansoa difficilis Mansoa hirsuta Mussatia prieurei Paragonia pyramidata Parabignonia unuiculatya Pithecolobium crucigerum Paratecoma peroba * Peroba Em perigo Pleonotoma cf. stichadenium Pyrostegia venusta Cipó de São João Saldanhea myriantha Sparatosperma leucanthum Cinco folhas Stizophyllum perforatum Tabebuia chrysotricha Standl sp. Ipê mulato Tabebuia ochracea Ipê amarelo Tabebuia cf. ipetiginosa Ipê roxo Tabebuia serratifolia Ipê amarelo Tabebuia sp.1 Tabebuia sp. 2 Tabebuia sp. 1 Thynanthus sp. Thynanthus sp. 3 não identificadas BIXACEAE Bixa arborea Urucum do mato Bixa orellana Urucum Blechnum brasiliense B. confluens BLECHNACEAE Blechnum glandulosum Blechnum occidentale Blechnum polypodioides Salpichlaena volubilis Bombacopsis sp. Ceiba sp. Chorisia speciosa Paineira BOMBACACEAE Eriotheca pentaphylla Eriotheca sp. Pseudobombax grandiflora Pseudobombax sp. Quararibea sp. Embiruçu de gato Embiruçu de gato Embiruçu Embiruçu mão mão 938

153 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA BORAGINACEAE BROMELIACEAE BURSERACEAE CABOMBACEAE CACTACEAE CANNACEAE Spirotheca passifloroides Cordia selowiana Cordia trichotoma Cordia sp. Cordia sp. Tournefortia sp. Acanthostachys strobilacea Aechmea lamarckei Aechmea nudicaulis Aechmea ramosa Annanas sp. Billbergia leptopoda Tillandsia stricta Tillandsia usneoides Vriesea carinata Crepidospermun sp. Protium spruceanum Protium warmigianum Protium sp. 1 Protium sp. 2 Protium sp. Trattinnickia ferruginea * Cabomba piauhyensis Epiphillum phyllanthus Lepismium cruciforme Rhipsalis teres Canna sp. Mata pau de espinho Cara de velho, Aperta cú Louro pardo Ananás Amesca Amesca Amesca Amesca CANNELACEAE Cinnamodendron sp Contra vermelha CAPPARACEAE Cleome sp. Jacaratia dodecaphylla Jaracatiá CARICACEAE Jacaratia spinosa Jaracatiá Jacaratia heptaphylla Jaracatiá CARYOCARACAE Caryocar villosum Pequiá CECROPIACEAE Cecropia glaziouii Snethlage Cecropia hololeuca Cecropia pachystachia Cecropia sp. erva Embaúba vermelha Embaúba branca Embaúba do brejo Embaúba Em perigo 939

154 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Pourouma guianensis Pouroma sp. Cheiloclinium cognatum Cheiloclinium serratum Maytenus robusta Maytenus salicifolia Maytenus sp. Peritassa flaviflora CELASTRACEAE Peritassa mexiane Pristimera nervosa Tontelea divergens Tontelea leptophylla Tontelea miersii Tontelea ovalifolia Couepia rufa Hirtella gracilipes Licania kunthiana CHRYSOBALANACEAE Licania octandra Hirtella sp. Hirtella sp. 1 não identificada CLETHRACEAE Clethra scabra Calophyllum brasiliense Clusia sp. Clusia sp. Helycostilis tomentosa Kielmeyera petiolaris Kielmeyerasp. CLUSIACEAE Rheedia gardneriana Rheedia sp. Symphonia globulifera Tovomita leucantha Vismia magnoliifolia Vismia sp. Connarus Connarus sp.1 CONNARACEAE Connarus sp.2 COMMELINACEAE Connarus sp.3 Commelina obliqua Commelina sp. Dichorisandra hexandra Embaúbarana / embaúba uva Canela rapadura Cachaça Cachaça branca Canela lagoão Agoniada Ruão Ruão Azeitona miúda, pau quina 940

155 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Dichorisandra thyrsiflora Dichorisandra villosula Tradescantia zanonia CONVOLVULACEAE Ipomoea nil Merremia macrocalyx Odonellia eriocephala COSTACEAE Costus cuspidatus Costus scaber Costus sp. Monocostus sp. CUCURBITACEAE Gurania sp. Melathria pendula Cyathea corcovadensis Samambaiuçu Cyathea delgadii Samambaiuçu Cyathea phalerata Samambaiuçu CYATHEACEAE Cyathea leucofolis Samambaiuçu Cyathea microdonta Samambaiuçu Cyathea rufa Samambaiuçu Cyathea sp. Samambaiuçu CYCLANTACEAE Asplundia sp. Carex sp. Capim navalha Cyperus luzulae Eleocharis geniculata Eleocharis interstincta Junco CYPERACEAE Eleocharis sp. Hypolythrum schraderianum Pleurostachys foliosa Rhynchospora corymbosa Rhynchospora exaltata Rhynchospora holoschoenoides Rhynchospora sp. Scleria panicoides Scleria secans Scleria sp. Scleria virgata Scleria sp. DENNSTAEDTACEAE Dennstaedtia globufifera Lindsaea lancea lancea Lindsaea quadrangularis sp. Quadrangularis Lindsaea stricta stricta Pteridium aquilinum 941

156 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Pteridum arachnoideum Pteridium sp. Saccoloma elegans DILLENIACEAE Davilla latifolia Davilla sp. Dolliocarpus sp. Davilla cf. rugosa DIOSCOREACEAE Dioscorea sp DRYOPTERIDACEAE Ctenitis aspidioides Ctenitis distans Ctenitis eriocaulis Ctenitis falciculata Didymochlaena truncatula Didymochlaena truncatula Diplazium cristatum Dryopteris gongylodes Lastreopsis effusa Polybotrya speciosa Tectaria incisa T. pilosa ELAEOCARPACEAE Sloanea monosperma Sloanea sp. 1 Sloanea sp. 2 ERYTHROXYLACEAE Erythroxyllum citrifolium Erythroxyllum placcidum Erythroxyllum pelleterianum Erythroxyllum subracemosum Erythroxyllum subrotundum Erythroxyllum sp. 1 Erythroxyllum sp. 2 Actinostemon klotzschii Actinostemon triplinerva Amesca do brejo EUPHORBIACEAE Actinostemon sp. 1 cf. Actinostemon sp. 2 Alchornea triplinervea Alchornea cf. iricurana Alchornea sp. Aparisthmun cordatum Megalastrum connexum Triplophyllum funestum Caperonia sp. 1 Caperonia sp. 2 Folha de bolo vermelha 942

157 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Croton floribundus Capichingui Croton lobatus Croton piptocalyx Adrago Croton sp. Dalechampia aff. Dalechampia cf. triphylla Dalechampia sp. Euphorbia hyssopifolia Euphorbia repens Hyeronima alchornioides Adrago Joanesia principes Cutieira Mabea fistulifera Canudo de pito Maprounea guianensis Quiri vaquinha Maprounea sp. Menefeldera cf. grandiflora Arapoca Pachystroma ilicifolia Folha de serra Paradrypetis ilicifolia Folha de serra Pera glabrata Pera sp.1 Pera sp.2 Pera sp.3 Pera sp.4 Catuá vermelho Pogonophora schomburkiana Gema de ovo Sapium glandulosus Leiteira Sapium sp. Pau de leite Senefeldera cf. multiflora Arapoca cafezinho Senefeldera sp. Tragia sp. 1 não identificada Apuleia leiocarpa * Garapa Vulnerável Bauhinia longifolia Unha de vaca Bauhinia sp. Unha de vaca Caesalpinia peltophoroides Sibipiruna Cassia ferruginea Canafístula Copaifera langsdorffii Pau d'óleo FABACEAE Copaifera sp. Pau d'óleo Dialium divaricatum Roxinho Dialium guianense Hymenaea courbaril Jatobá Melanoxyllum brauna Brauna Myrocarpus frondosus Pau de óleo Pelthophorum dubium Farinha seca 943

158 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Sclerolobium rugosum Senna affinis Senna macranthera Senna multijuga Senna obtusifolia Senna occidentalis Slerolobium sp. Abarema obovata Acacia grandisiliqua Acacia polyphylla Acacia serra Acacia sp. Albyzia polycephala Anadenanthera colubrina Anadenanthera peregrina Balizia pedicellaris Dinizia excelsa Chamaechristha nictitans var. pilosa Enterollobium monjollo Enterollobium sp. Inga captata Inga edulis Inga flagelliformis Inga lanceaefolia Inga leptantha Inga marginata Inga nuda Inga thibaudiana Inga uruguensis Inga sp. 1 Inga sp. 2 Inga sp. 3 Inga sp. 4 Inga sp. 5 Inga sp. 6 Inga sp. 7 Inga sp. 8 Inga sp. 9 Camboatá / Angá ferro Aleluia / Farinha seca Angico monjolo/ Angico de espinho Angico branco Angico branco Angico vermelho Angelim pedra Orelha de nego / Tamburil Ingá feijão Ingá facão Ingá Ingá Ingá Ingá Ingá vermelho Ingá Ingá Ingá Ingá Ingá Ingá Ingá Ingá Ingá feijão Ingá miúdo Ingá 944

159 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Mimosa bimucronata Mimoisa quadrivalvis var. Leptostachya Parapiptadenia pterosperma Platymenia foliosa Vinhático Piptadenia adiantoides Piptadenia gonoacantha Jacaré Piptadenia sp.1 Angico Piptadenia sp.2 Angico Piptadenia sp.3 Angico Piptadenia sp.4 Angico Pseudopiptadenia contorta Angico vassoura Pseudopiptadenia warmingii Angico pedra Stryphnodendron polyphyllum Barbatimäo Aeschynomene fluminensis Aeschynomenehistrix Aeschynomene pratensis Andira legalis cf. Andira sp. Angelimpedra Bowdchia sp. Sucupira Calopogonium muconoides Camptosema isopetalum Canavalia brasiliensis Canavalia parviflora Canavalia sp. Centrolobium cf. robustum Acá branco / acá preto Centrolobium tomentosum Araribá Centrolobium sp. Araribá Centrosema hastatum Centrosema pubescens Cleobulia multiflora Crotalaria incana Crotalaria pallida Dalbergia foliolosa Baratão Dalbergia cf. frutescens Dalbergia nigra * Jacarandá Vulnerável Dalbergia sp. Deguelia costata Jacarandá cabiúna Desmodium axilare Desmodium incanum Desmodium tortuosum 945

160 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Desmodium sp. Dialium guianesis Roxinho Dioclea violacea Dioclea virgata Duguetia sp. Erythrina speciosa Erythrina verna Erythrina sp. 1 Galactia striata Hymenolobium janeirense Angelim pepino Indigofera suffruticosa Machaerium aculeatum Machaerium acutifolium Bico de andorinha Machaerium angustifolium Machaerium brasiliense Sangue de gato Machaerium caratiganum Machaerium condensatum Machaerium fruticosum Machaerrium hirtum Bico de andorinha Machaerium incorrupitibile Machaerium oblongifolium Machaerium stipitatum Machaerium uncinatum Machaerium ternatum Machaerium cf. violaceum Machaerium sp. Mucuna uriens Myroxylon peruiferum Óleo pardo Ormosia sp. Peltogyne sp. Roxinho Platyciamus regnelli Folha de bolo Platymiscium floribundum Pterocarpus rhoirii Sangue da gato Perocarpus violaceus Pterogyne nitens Rhynchosia phaseoloides Swartzia acutifolia Culhão de burro Swartzia apetala Laranjinha Swartzia flaemingi Var. psilonema Culhão de burro Swartzia multijuga Laranjinha Swartzia myrtifolia Laranjinha 946

161 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA var.elegans Swartzia oblata Swartzia sp. 1 Swartzia sp. 2 Vatairea heteropteras Vigna caracalla Zornia diphylla Zornia latifolia 4 não identificadas Banara kuntiana Carpotroche brasiliense Sapucainha Casearia arborea Espeto Casearia cabedessesse Sapucainha Casearia cf. decandra Contraerva Casearia javitensis Espeto Casearia cf. javitensis Espeto Casearia cf. obliqua Espeto Casearia guianensis Casearia mariquitensis Casearia silvestris Erva lagarto FLACOURTIACEAE Casearia ulmifolia Espeto branco Casearia sp. 1 Espeto Casearia sp. 2 Espeto Casearia sp. 3 Casearia sp. 4 Casearia sp. 4 cf. Casearia Prockia crucis Xylosma ciliatifolium Xylosma sp. GENTIANACEAE Irlbachia sp. Dicranopteris flexuosa GLEICHENIACEAE Dicranopteris pectinata Heliconia aemygdiani Heliconia angusta HELICONIACEAE Heliconia episcopalis Heliconia sparthocircinata HUMIRACEAE Humiriastrum villosum Apalanthe granatensis HYDROCHARITACEAE 1 não identificada HYDROPHYLLACEAE Hidrolea sp. Espeto vermelho folha grande Espeto vermelho folha miúda Espeto branco Espeto 947

162 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Trichomanes collariatum T. krausii HYMENOPHYLLACEAE Trichomanes pinnatum Trichomanes sp. Salacia sp. ICACINACEAE Poraqueiba sp. IXONANTHACEAE Octhocosmus sp. LACISTEMATACEAE Lacistema pubescens Hyptis mutabilis Erva canudo Hypitis sp. LAMIACEAE Leonotis nepetifolia Leonurus sibiricus Cordão de frade Marsypianthes chamaedry Aniba firmula Canela Aniba canelilla Canela cheirosa Aniba cf. heningbii Canela Aniba intermedia Canela Aniba sp.1 Canela Aniba sp.2 Canela Aniba sp.3 Canela LAURACEAE Beilschmedia sp. Aniba sp.4 Endicheria gloacrata Endlicheria glomerata Endlicheria paniculata Licaria sp.1 Licaria sp.2 Nectandra grandiflora Nectandra membranacea Nectandra oppositifolia Nectandra reticulata Nectandra rigida Nectandra sp. 1 Ocotea aciphylla Ocotea cf. brachybotra Ocotea dispersa Ocotea cf. divaricata Ocotea elegans Ocotea nitida Ocotea paulensis Canela amarela / canela prego Canela Canela Canela Canela azeitona / canela amarela Canela Canela Canela Canela Canela Canela Canela Canela Canela Canela capichingui Canela Canela 948

163 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Ocotea percoriacea Ocotea odorifera * Canela sassafrás Em perígo Ocotea cf. odorifera * Canela sassafrás Em perígo Ocotea sp.1 Canela Ocotea sp.2 Canela Ocotea sp.3 Ocotea sp. 4 Canela roxinha Sticherus nigropaleaceus LECYTHIDACEAE LINACEAE LENTIBULARIACEAE LOGANIACEAE LOMARIOPSIDACEAE LORANTHACEAE LYCOPODIACEAE LYTHRACEAE MALPIGHIACEAE Persea rufutomentosa Canela cascuda roxa/ canela roxa folha larga Persea riedelli Persea sp. Canela bosta Urbanodendron verrucosum Canela 17 não identificadas Cariniana estrellensis Jequitibá rosa Cariniana legalis * Jequitibá branco Em perígo Cariniana sp. Escheweilera sp. Sapucaiú Lecythis cf. lanceolata Sapucaia mirim Lecythis lurida Sapucaiú Lecythis pisonis Sapucaia Ochthocosmus sp.1 Ochtocosmus sp. Utricullaria breviscopa Utricullaria foliosa Utricullaria sp. Buddleja stachyoides Spigelia sp. Lomagramma guianensis Lomariopsis marginata Lomariopsis sp. Phthirusa podoptera Phthirusa pterygopus Lycopodiella cernua Cuphea carthagenensis Byrsonima sericea Byrsonima sp. 1 Byrsonima sp. 2 Byrsonima sp. 3 Byrsonima sp. Canela dourada / quiri Murici Murici 949

164 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Byrsonima sp. Banisteriopsis pubipetala Bunchosia fluminensis Janusia sp. Heteropterys aceroidrs Heteropterys sp. Hiraea wiedeana Mascagnia sp. Stigmaphyllon lalandianum Stigmaphyllon tomentosum Stigmaphyllon sp. Tetrapterys glabra Tetrapterysguilleminiana 3 Não identificadas Murici / ruão miúdo MALVACEAE MARATTIACEAE MARANTHACEAE Hibiscus bifurcatus Herissantia nemoralis Malvastrum americanum Malvastrum coromandelianum Pavonia intermedia Pavonia malacophilla Pavonia nemoralis Pavonia schjiedeana Peltaea acutifolia Sida acuta Sida cordifolia Sida glaziovii Sida linifolia Sida lanchitis Sida rhombifolia Sida santaremensis Sida urens Sidasntrum micranthum Urena lobata Wissadula bubpeltata Danaea elliptica Danaea nodosa Calathea sp. Maranta aff. depressa Maranta divaricata 950

165 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Maranta sp. Aciotis sp. Clidemia biserrata Cidemia hirta Cidemia urceolata Leandra sp. Miconia albicans Triana MELASTOMATACEAE MELIACEAE MENISPERMACEAE Miconia cf. guianensis Miconia iboguensis Miconia latecrenata Miconia prasina Miconia rubiginosa Miconia cf. splendes Miconia sp.1 Miconia sp. 2 Miconia sp.3 Miconia sp.4 Miconia sp.5 Miconia sp.6 Rhynchanthera sp. Tibouchina sp. Cabralea canjerana Cedrella fissilis Guarea cf. guidonia Guarea cf. kunthiana Guarea macrophylla Guarea pohlii Guarea sp. 1 Guarea sp. 2 Guarea sp. 3 Guarea sp. 4 Trichilia elegans Trichilia emarginata Trichilia cf. hirta Trichila magnofoliola Trichilia pallida Trichilia sp. Trichilia sp. 1 8 não identificadas Abuta selloana Quaresma folha larga Triana Quaresma Triana Quaresmeira Canjerana Cedro Taúba Taúba Taubão Taúba Taúba Catiguá Taúba branca folha miúda Catiguá Taúba branca Camboatá folha miúda 951

166 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Abuta sp. Buta Chondrodendron platyphyllum Chondrodendron sp.1 Chondrodendron sp.2 Odontocarya sp. MENIYANTHACEAE Nymphoides humbaldtiana Nymphoides indica MONIMIACEAE MORACEAE MYRISTICACEAE MYRSINACEAE MYRTACEAE Siparuna ariane Siparuna bifida Siparuna reginae Siparuna sp. Mollinedia cf. schotiana Brosimun glaziovii Brosimun guianensis Brosimum sp.1 Brosimum sp.2 Clarisia ilicifolia Dorstenia arifolia Ficus velutina Ficus sp. 1 Ficus sp. 2 Ficus sp. Helycostylis tomentosa Maclura tinctoria Naucleopsis melobarretoi Sorocea guilleminiana Sorocea ilicifolia Saorocea sp. 1 não identificada Virola gardneri Virola oleifera Myrsine sp. Myrsine coriacea Myrsine ferruginea Calycorectes acutifolius Campomanesia guazumifolia Campomanesia sp 1 Campomanesia sp 2 Calypthrantes sp. Eugenia cerasiflora Folha santa / nega mina Negramina Vaquinha Vaquinha Lagoâo Gameleira Gameleira Gameleira Figueira Moreira Folha de serra Folha de serra Bicuíba fêmea Bicuíba macho Canela azeitona Catuazinho vermelho 952

167 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Eugenia aff. glazioviana Eugenia lambertiana Eugenia sp. Gomidesia crocea Jambo vermelho Eugenia sp.1 / marmelo da lagoa Gomidesia cf. spectabilis Marlierea parviflora Marlierea aff. racemosa NAJADACEAE NYCTAGINACEAE NYMPHAEACEAE OCHNACEAE Myrcia formosiana Myrcia hispida Myrcia oocarpa Myrcia perforata Myrcia sp. 1 Myrcia sp. 2 Myrcia sp. 3 Myrcia sp. 4 Myrcia sp. 5 Myrcia sp.6 Myrciaria dysticha Myrciaeugeugenia Psidium aff. Psidium sp. 1 Psidium guajava Psidium sp. 2 Psidium sp não identificadas Najas conferta Andradea floribunda Bougainvillea spectabilis Guapira opposita Guapira venosa Pisonia ambigua Pisonia inermis Pisonia sp. Ramisia brasiliensis Nymphaea rudgeana Nymphaea sp. Ouratea polygina Ouratea odora Ouratea semiserrata Jambo rosa / jambo cascudo Goiabeira / sajeira Jambo Maria mole 953

168 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Ouratea sp. 1 Ouratea sp. 2 Ouratea sp. 3 Ouratea sp. 4 1 não identificada OLACACEAE Aptandra cf. spruciana Aptandra tubicina Tetrastylidium brasiliensis Tetrastylidium grandifolium ONAGRACEAE Ludwigia elegans Ludwigia sp. Cattleya labiata * Vulnerável ORCHIDACEAE Inopsis utricularioides Maxillaria parviflora Stenorrhynchus lanceolatus OSMUNDACEAE Osmunda regalis OXALIDACEAE Oxalis sp. 1 Oxalis sp. 2 Oxalis sp. 3 Oxalis sp. 4 Oxalis sp. 5 PASSIFLORACEAE Passiflora alata Passiflora amenthystina Passiflora galbana. Passiflora kermesina Passiflora speciosa Paasiflora warmingii Passiflora sp.1 Passiflora sp.2 PHYTOLACACEAE Galezia gorazena Phytolacca thyrsiflora Seguiera guaranitica PIPERACEAE Ottonia sp. Ottonia encalyptifolia Ottonia leptostachya Peperomia nitida Piper amalago Piper anonifolium Piper arboreum Jaborandi grande Piper ceruum Capebão Piperelongatum Jaborandi Piper hispidum 954

169 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Piper jaborandi Piper mollicomum Piper pubsubmarginalum Piper vicosamum POACEAE PODOSTEMACEAE PONTEDERIACEAE POLYGALACEAE POLYGONACEAE Piper sp. 1 Piper sp. 2 Piper sp. 3 Pothomorphe umbellata Athroostachys capitata Chusquea sp. Gynerium cf. sagitataum Hyparrhenia rufa Ichnanthus cf. palents Imperata brasiliensis Lasiata ligulata Lasiacis sp. Merostachys sp. Melinis minutiflora Olyra latifolia Olyra micrantha Olyra sp. Panicum maximum Panicum pilosum Paspalum corcovadense Paspalum intermedium Pharus latifolius Pseudechinolaena polystachya Setaria scandens 1 não identificada Lophogyne sp. Eichhornia azurea Eichhornea crassipes Bredemeyera laurifolia Polygala lancifolia Polygala laureola Securidaca sellowiana Triplaris sp. Polygonum acuminatum Polygonum punctatum Polygonum sp. Jaborandi tremetreme Jaraguá Capim gordura Taquarí Capim colonião Taquara "cabeluda" Aguapé Aguapé 955

170 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA POLYPODIACEAE Campyloneurum acrocarpon Campyloneurum major Microgramma lindbergii Microgramma percicariifolia Microgramma percussa Microgramma squamulosa M. vaccinniifolia Pecluma ptilodon PROTEACEAE PTERIDACEAE ROSACEAE RUBIACEAE Roupala brasiliensis Adiantum curvatum Adiantum dolosum Adiantum glaucescens Adiantum humile Adiantum latifolium Adiantum obliquum Adiantum papillosum * Adiantum pulverulentum Adiantum serratodentatum Adiantum subcordatum Adiantum terminatum Adiantum tetraphyllum Adiantum sp. 1 Adiantum sp. 2 Adiantum sp. 3 Ceratopteris pteridoide Hemionitis tomentosa Pteris brasiliensis Pteris denticulata Pteris leptophylla Pteris plumula Pteris propinqua Pteris splendens Pteris vittata Prunus myrtifolia Alibertia cf. concolor Alseis floribunda Amaioua guianensis Ceaphaelis ipecacunha Coffea arabica Pteris denticulata Basilicão da beira da lagoa / Carme de vaca Avenca Marmelo / catuá f. grande Ipeca Café Em perigo 956

171 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Pityrogramma calomelanos Diodia alata Diodia sp. Duroia cf. velutina Duroia sp. Faramea sp. Ferdinandusa cf. rudigeoides Ferdinandusa speciosa Genipa americana Jenipapo Geophila repens Ixora venulosa Mitracarpus sp. Palicourea croceoide Palicourea marcgravii Psycothria sp. Psychotria carthaginensis Erva de rato Psychotria deflexa Psychotria ipecacuanha Psychotria leiocarpa Psychotria mapourioides Psychotria myriantha Psuchotria racemosa Psychotria rhytidicarpa Psychotria umbelata Psychotria sp. Randia armata Espinho de agulha Randia sp. 1 Randia sp. 2 Arapoca vermelha Simira oliveri 2 não identificada Almeidea rubra Conchocarpus macrophyllus Citrus sp. Laranja Cusparia sp. Mamoninha / Dictyloma vandellianum Anil RUTACEAE Hortia arborea Para tudo Erythrochiton brasiliensis Esenbeckia febrifuga Gema de ovo Esenbeckia sp. Fagara sp. Laranjinha Galipea jasminiflora. 957

172 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Galipea sp.1 Laranjinha Galipea sp.2 Laranjinha Neoroputia alba Pilocarpus riedelianus Mamoninha Pilocarpus sp. Rauia resinosa SALVINIACEAE SAPINDACEAE Zanthoxylum rhoifollium Zanthoxylum sp. 1 Zanthoxylum sp. 2 Zanthoxylum sp. 3 Zanthoxyllum sp. Dictyoloma vandelianum Salvinia auriculata Allophyllus edulis Allophyllus membranaceum Allophyllus sericeus Allophyllus sp. 1 Allophyllus sp. 2 Cupania aff. emarginata Cupania oblongifolia Cupania hispida Cupania cf. zanthoxyloides Cupania sp.1 Cupania sp.2 Cupania sp.5 Cupania sp. 6 Cupania sp. 7 Matayba leucodictya Matayba sp. 1 Matayba sp. 2 Matayba sp. Paullinia carpopodea Paullinia rubiginosa Paullinia sp Serjania communis Serjania laruotteana Serjania lethalis Serjania sp.1 Serjania sp.2 Mamuda / Maminhja de porca Mamuda Mamuda Mamuda Mama de porca Orelha de onça Camboatá Camboatá Camboatá Camboatá Camboatá Camboatá Camboatá Mamona guachu Camboatá Camboata de Camboatá f. miúda Cipó timbó 958

173 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Toulicia laevigata Toulicia cf. subsquamulata Thinouia sp. Tripterodendron filicifolium 1 não identificada Chrysophyllum brasiliensis Chrysophyllum sp. Eclinusa ramiflora Ecclinusa sp. Naucleopsis mellobarretoi Pouteria durlandii Pouteria grandiflora SAPOTACEAE SCHIZAEACEAE SCROPHULARIACEAE SELAGINELLACEAE SIMAROUBACEAE SMILACACEAE SOLANACEAE Pouteria laurifolia Pouteria cf. laurifolia Pouteria aff. torta Pouteria sp. 1 Pouteria sp. 2 Pouteria sp. 3 Pradosia lactescens 8 não identificadas Anemia flexuosa Anemia hisulta Anemia phyllitidis Anemia raddiana Anemia wettsteinii Lygodium venustum Lygodium volubile Bacopa sp. Scoparia dulcis Selaginela flexuosa Selaginella sulcata Pricamnia sp. Pricamnia elliptica Smilax sp. Acnistus arborescens Aureliana fasciculata Brunfelsia hydrangeaeformis Brunfelsia uniflora Capsicum baccatum Cestrum amictum Lycianthes cearensis Catuá de leite vermelho Acá Acá de leite Acá folha grande Camboatá graúdo 959

174 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Schwenckia americana Solanum alternatopinnatum Solanum asperum Solanum asterophorum STERCULIACEAE STYRACACEAE TECTARIACEAE THELYPTERIDACEAE Solanum cernuum Solanum cladotricum Solanum graveolens * Brunfelsia brasiliensis Solanum hexandrum Solanum rufescens Solanum swartzianum Solanum tetricum Solanum warminguii * Solanum sp. Bytteneria catalpaiefolia Pterigota brasiliensis Sterculia chicha Styrax sp. Ctenitis falciculata Lastreopsis effusa Lastreopsis sp. Tectraria incisa Tectaria Pilosa Tripophylum funestum Dryopteris gongylodes Macrothelypteris torresiana. Thelypteris conspersa Thelypteris sp. Thelapteris dentada Thelypteris hispidula Thelypteris interrupta Thelypteris longifolia Thelypteris mexiae Thelypteris opposita Thelypteris patens Thelypteris patens Thelypteris rivularioides Thelypteris salzmannii Thelypteris scabra Thelypteris semirii Thelypteris serrata Panacéia / mão de preguiça Jurubeba Pau rei / Mané comprido Axixá Em perigo Em perigo 960

175 FAMÍLIA NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR GRAU DE AMEAÇA Thelypteris vivipara Thelypteris sp. 1 Thelypteris sp.2 Thelypteris sp.3 Luehea divaricata Açoita cavalo TILIACEAE Luehea grandiflora Açoita cavalo Triumfetta semitriloba TRIGONIACEAE Trigonia paniculata Barradinha TURNERACEAE Turnera sp. TYPHACEAE Typha angustifolia Taboa Celtis cf. brasiliensis Grão de galo ULMACEAE Celtis sp. Trema micrantha Candiúba URTICACEAE Boehmeria sp. Pilea sp 1 Pilea sp. 2 Aegiphylla sellowiana Papagaio Lantana camara Camará VERBENACEAE Petraea sp. Starchtapheta cayenensis VIOLACEAE VISCACEAE VITACEAE VOCHYSIACEAE WOODSIACEAE Vitex sellowiana Vitex sp. Hybanthus brevicaulis Rinorea guianensis Phoradendron sp. Cissus albida Cissus coccinea Cissus erosa Cissus gongylodes Cissus nobilis Cissus sulcicaules Cissus tinctoria Cissus verticillata Qualea sp. Vochysia magnifica Vochysia cf. oppugnata Diplazium cristatum Tarumã / catuá mentira 961

176 ANEXO I Relatório de Prestação de Serviço Zoek Pesquisa e Consultoria Ltda. Zoek Pesquisa e Consultoria Ltda. Relatório de Prestação de Serviço Perfis Sociodemográficos da Região Metropolitana do Vale do Aço MG, em Março de

177 Zoek Pesquisa e Consultoria Ltda. ME CNPJ: / Perfis Sociodemográficos da Região Metropolitana do Vale do Aço MG, em Relatório técnico, apresentado à União Brasiliense de Educação e Cultura UBEC Filial UNILESTE de acordo com a Ordem de Compra nº , contendo análise dos perfis sociodemográficos dos setores censitários dos municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço MG, em Responsável Técnico: Lucas Wan Der Maas Belo Horizonte, Março de

178 1. INTRODUÇÃO O presente relatório tem por objetivo analisar perfis sociodemográficos da Região Metropolitana do Vale do Aço (RMVA) em Minas Gerais (MG), Brasil, em consonância com a elaboração do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI) da região. Propõese identificar áreas de vulnerabilidade social a partir da análise multivariada de indicadores de composição demográfica e socioeconômica no interior dos municípios que compõem a região. Para tanto, utilizaramse os dados do universo do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os quais possuem agregação geográfica ao nível dos setores censitários. A análise foi feita através da técnica de análise estatística denominada Grade of Membership (GOM). 964

179 2. MATERIAL E MÉTODOS 2.1. Fonte de dados Buscando o delineamento de perfis socioeconômicos dos municípios da RMVA com o objetivo de caracterizar áreas de vulnerabilidade, utilizaramse os dados do universo do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE (2011). O Censo contém informações sobre condições de habitação, demografia, trabalho e rendimentos, aspectos educacionais, migração e fecundidade. As unidades de análise são os domicílios brasileiros e seus respectivos moradores. Do ponto de vista da coleta dos dados, o levantamento se divide entre: (i) universo: aplicado à totalidade da população para auferir características básicas de caracterização dos domicílios e demográfica dos moradores; e (ii) amostra: baseada em uma amostra probabilística correspondente a uma fração de domicílios em cada município com informações mais detalhadas (especialmente sobre educação, trabalho e fecundidade, aspectos não presentes no universo). Sua periodicidade é anual, sendo que o último inquérito é de Possui abrangência geográfica para todo o Brasil, grandes regiões, Unidades da Federação, Regiões Metropolitanas, municípios e setores censitários (menor unidade geográfica criada para fins de controle cadastral da coleta). Apenas os dados do universo estão disponíveis para os setores censitários. Definese como domicílio o local de moradia constituído por um ou mais cômodos e que seja separado e independente. Um domicílio pode ser considerado como (i) particular, no qual o relacionamento entre seus ocupantes seja ditado por laços de parentesco, dependência doméstica ou, ainda, normas de convivência 110 ; (ii) particular permanente, aquele particular destinado exclusivamente à habitação e que, na data de referência 111, servia de moradia para uma ou mais pessoas; e ainda (iii) coletivo, aquele destinado à habitação de pessoas em cujo relacionamento prevalecia normas administrativas, tais como hotéis, pensões, orfanatos, asilos, penitenciárias e quartéis. Apesar de haver contagem em todos os tipos de domicílio, apenas os moradores de domicílios particulares permanentes são entrevistados. São quesitos que caracterizam o domicílio, disponíveis nos dados do universo: tipo de domicílio, número 110 Entendeuse como dependência doméstica a situação de subordinação dos empregados domésticos e agregados em relação à pessoa responsável pelo domicílio e por normas de convivência as regras estabelecidas para convivência de pessoas que residiam no mesmo domicílio e não estavam ligadas por laços de parentesco nem de dependência doméstica. 111 A data de referência do Censo é a de 31 de julho de

180 de cômodos, número de cômodos que servem de dormitório para os moradores do domicílio, condição de ocupação, forma de abastecimento de água, forma de canalização da água, número de banheiros, existência de sanitário, tipo do escoadouro do banheiro ou sanitário, destino do lixo, existência de iluminação elétrica (op. cit.). Por outro lado, definese como morador aquela pessoa que tinha o domicílio como o local de residência habitual e que, por ocasião da entrevista, estava presente ou ausente temporariamente por um período não superior a 12 meses em relação àquela data. Quanto às características dos moradores é possível investigar, nos dados do universo, o sexo, a idade, a raça/cor da pele, se a pessoa é alfabetizada e o rendimento médio mensal. Cada morador é classificado segundo sua condição na unidade domiciliar, as quais descrevem sua posição em função da relação com a pessoa de referência. A pessoa de referência é aquela de 10 anos ou mais de idade, de qualquer sexo, que morava sozinha ou que foi reconhecida pelos moradores como responsável pela unidade domiciliar (op. cit.) O método Para alcançar o objetivo proposto de analisar os perfis socioeconômicos de municípios da RMVA, tendo em vista características dos setores censitários, no que se referem a seus domicílios e moradores, aplicouse o método Grade of Membership 112. O GOM é uma técnica de agrupamentos, o qual se baseia na teoria dos conjuntos fuzzy, ou nebulosos. Ao contrário da teoria clássica, na qual são definidos conjuntos fechados cujos elementos pertencem ou não a esses conjuntos, na lógica nebulosa os elementos podem pertencer aos múltiplos conjuntos parcialmente. Tratase de um método que demonstra pertinência na análise de populações heterogêneas (MANTON, WOODBURY e TOLLEY, 1994). O delineamento de conjuntos através deste método, denominados perfis k, considera a associação não observada entre as categorias das variáveis incluídas no modelo analítico. São delineados dois ou mais perfis, denominados extremos, correspondentes a conjuntos 112 Na área social no Brasil o método já foi utilizado pela primeira vez para delineamento de perfis de utilização de serviços de saúde (SAWYER, LEITE e ALEXANDRINO, 2002). Mais recentemente para definição de perfis de vulnerabilidade de jovens na Região Metropolitana de Belo Horizonte (PINTO e CAETANO, 2013). 966

181 fechados. Para tanto, estimase a probabilidade de uma categoria l, de uma variável j, pertencer ao perfil extremo k, ou seja, a probabilidade de resposta l para a jésima variável caracterizar o késimo perfil extremo, denotada kjl. Ao mesmo tempo, estimamse graus de pertencimento de cada indivíduo i a cada perfil extremo, denotados g ik. Sinteticamente, os kjl medem a probabilidade de que exista, na população, um indivíduo com grau de pertinência total ao perfil k, dada a resposta à categoria l na variável j, e os g ik, o grau de proximidade de cada observação ao perfil extremo k (SAWYER, LEITE e ALEXANDRINO, 2002). O grau de pertencimento de cada elemento aos diversos conjuntos varia entre 0 e 1, sendo que 0 indica sua completa exclusão do conjunto e 1 indica pertencimento total. Dessa forma, são duas as condições ou restrições de um modelo do GOM, a primeira é a de que os g ik, para cada i e k, devem ser não negativos e possuir somatório igual a um, para cada i; a segunda, que as probabilidades kjl, para cada k, j e l, também devem ser não negativos e possuir somatório igual a um (MANTON, WOODBURY & TOLLEY, 1994), tal que: 0 g ik 1, para cada i e k; k k 1 gik 1 0 kjl 1, para cada k, j e l; e ; Lj l 1 kjl 1. A equação geral de um modelo GOM pode ser dada pela probabilidade P ( Yijl 1) de que o iésimo indivíduo tenha a lésima resposta a jésima variável, como predito pelo produto interno dos k pares de g ik e kjl estimados (CAETANO e MACHADO, 2009). Considerando o somatório das probabilidades geradas para cada perfil k, para cada indivíduo i, temos K P( Yijl 1) gik k 1 kjl. Cabe destacar ainda que os parâmetros de g ik e kjl são estimados pela maximização da função de verossimilhança multinomial, I J Lj K ijl L( y) g Y ik kjl). Para um modelo com ( i 1 j 1 l 1 k 1 consistência das estimativas de máxima verossimilhança deve ser observado o aumento de casos i, para melhor estimar os λ klj e o aumento de variáveis j, para melhor estimar os g ik, ou seja, é desejável um número maior de observações e de variáveis (op. cit.). 967

182 2.3. Definição do modelo e variáveis O método GOM foi aplicado ao caso de setores censitários 113 dos 28 municípios da RMVA e o modelo foi definido em torno de três perfis extremos. A escolha da quantidade de perfis poderia se basear em alguns critérios, entretanto o número definido arbitrariamente se demonstrou adequado após a leitura dos primeiros parâmetros. As variáveis utilizadas para compor o modelo indicam o número absoluto de domicílios particulares permanentes, ou de pessoas responsáveis pelos domicílios, ou de pessoas com 10 anos e mais de idade, dentro do setor censitário, segundo determinados atributos de interesse. As mesmas foram convertidas em proporções, em relação ao total (exceto razão de sexos), e categorizadas em escala ordinal após observação de medidas de concentração e dispersão (média, mediana, moda, desvio padrão, mínimo, máximo, quartis) das respectivas distribuições 114. No total, foram 28 variáveis, que perfazem, juntas, 127 categorias de resposta. As variáveis são as seguintes: (i) Atributos geográficos: Município (identifica cada um dos 28 municípios). Situação do setor (Área urbanizada de cidade ou vila; Área não urbanizada de cidade ou vila). (ii) Atributos dos domicílios: Proporção de domicílios sem rede geral de abastecimento de água Proporção de domicílios sem sanitário via rede geral de esgoto ou pluvial Proporção de domicílios sem coleta de lixo Média do número de moradores em domicílios Proporção de domicílios sem renda Proporção de domicílios com renda per capita de até 1/2 salário mínimo Proporção de domicílios com renda per capita de mais de 1/2 até 1 salário mínimo Proporção de domicílios com renda per capita de mais de 1 até 2 salários mínimos Proporção de domicílios com renda per capita de mais de 2 até 5 salários mínimos Proporção de domicílios com renda per capita de mais de 5 até 10 salários mínimos Proporção de domicílios com renda per capita de mais de 10 salários mínimos 113 Originalmente são setores, mas 24 foram excluídos por ausência de informação na maioria das variáveis. 114 A tabela com as respectivas medidas consta no anexo deste documento. 968

183 (iii) Atributos dos responsáveis pelos domicílios: Razão de sexos de pessoas responsáveis pelo domicílio Proporção de mulheres até 19 anos responsáveis pelo domicílio Proporção de mulheres de 20 a 24 anos responsáveis pelo domicílio Proporção de mulheres de 25 a 29 anos responsáveis pelo domicílio Proporção de mulheres de 60 anos ou mais responsáveis pelo domicílio Proporção de homens de até 19 anos responsáveis pelo domicílio. Proporção de homens de 20 a 24 anos responsáveis pelo domicílio Proporção de homens de 25 a 29 anos responsáveis pelo domicílio Proporção de homens de 65 anos e mais responsáveis pelo domicílio Proporção de mulheres de 15 anos e mais responsáveis analfabetas Proporção de homens de 15 anos e mais responsáveis analfabetas (iv) Atributos das pessoas: Razão de sexos de pessoas em domicílios particulares e coletivos Proporção de pessoas não brancas (pretos, pardos e indígenas) Proporção de pessoas com 5 anos e mais analfabetas. Ainda sobre o modelo, destacase que levando em consideração que os parâmetros iniciais são gerados de forma aleatória no GOM, procedeuse a 20 rodadas com as mesmas especificações do modelo de três perfis. Os resultados das rodadas foram comparados e a melhor, isto é, aquele que mais se aproximou do padrão observado entre o total de rodadas, foi escolhido. A comparação foi feita pela análise dos desvios de λ klj em relação à moda, em cada k, j e l. Nos casos em que a moda não existia foi utilizado o desvio em relação à média (GUEDES et. al., 2011; GUEDES, SIVIERO e MACHADO, 2011). Para a descrição de cada perfil extremo, calculouse a razão entre o λ klj da categoria l da variável j do perfil k e a frequência relativa observada para esta mesma categoria, desta mesma variável, em relação ao total de casos amostrados. Assim como tem sido usual nos estudos de aplicação do GOM, quando a razão encontrada foi igual ou superior a 1,20, a categoria foi considerada como descritora do perfil. 969

184 Para realizar a análise utilizouse o programa computacional GOM3.EXE (versão 3.4), desenvolvida por Peter Charpentier e Burton Singer, em RESULTADOS Em relação aos perfis extremos gerados pelo modelo do GOM, a Tabela 1 apresenta a frequência das variáveis e os valores λklj gerados para cada categoria e variável e o Quadro 1 sintetiza a caracterização dos perfis por dimensão estudada. Os setores com pertinência ao primeiro Perfil Extremo (K1) correspondem aos setores heterogêneos ou vulnerabilidade mediana: áreas urbanas, com condições sanitárias medianas e domicílios com renda de baixa para média. Predominância de mais mulheres do que homens, não brancos e analfabetos, ainda que não de forma absoluta. Maior probabilidade de responsáveis jovens de ambos os sexos. Predominância dos municípios de Belo Oriente, Coronel Fabriciano, Ipaba, Ipatinga e Santana do Araújo. Os setores com pertinência ao segundo Perfil Extremo (K2) correspondem aos de alta vulnerabilidade: são áreas não urbanizadas, com condições sanitárias precárias e domicílios de baixa renda. Maior probabilidade de encontrar mais homens do que mulheres, mais idosos do que jovens, não brancos e pessoas analfabetas. Há ainda maior chance de responsáveis pelos domicílios do sexo masculino e idosos. Predominância dos municípios de Açucena, Antônio Dias, Belo Oriente, Bom Jesus do Galho, Braúnas, Bugre, Dionísio, Dom Cavati, Entre Folhas, Iapu, Joanésia, Marliéria, Mesquita, Naque, Periquito, São João do Oriente, São José do Goiabal, Sobrália e Vargem Grande. Os setores censitários com pertinência ao terceiro Perfil Extremo (K3) são aqueles sem vulnerabilidade: isto é, áreas urbanas, com boas condições sanitárias e domicílios com renda de média para alta. Maior probabilidade de encontrar mais mulheres do que homens, brancos e pessoas alfabetizadas. Maior probabilidade de responsáveis adultos. É composto apenas pelos municípios de Caratinga, Coronel Fabriciano, Ipatinga e Timóteo, mas com predominância apenas dos três últimos. 115 O código original é de Woodbury e Clive de O GOM3.EXE está disponível em: 970

185 Quadro 48 Resumo descritivo dos perfis extremos do modelo de Grade of Membership de setores censitários dos municípios da Região Metrop olitana do Vale do Aço Variáveis (L) K1 Setores censitários heterogêneos ou vulnerabilidade mediana: áreas urbanas, com condições sanitárias medianas e domicílios com renda de baixa para média. Predominância de mais mulheres do que homens, não brancos e analfabetos, ainda que não de forma absoluta. Maior probabilidade de responsáveis jovens de ambos os sexos. K2 Setores censitários com alta vulnerabilidade: áreas não urbanizadas, com condições sanitárias precárias e domicílios de baixa renda. Maior probabilidade de encontrar mais homens do que mulheres, idosos do que jovens, não brancos e pessoas analfabetas. Predominância de responsáveis pelos domicílios do sexo masculino e idosos. K3 Setores censitários sem vulnerabilidade: áreas urbanas, com boas condições sanitárias e domicílios com renda de média para alta. Maior probabilidade de encontrar mais mulheres do que homens, brancos e pessoas alfabetizadas. Maior probabilidade de responsáveis adultos. Atributos geográficos Composto apenas por setores em áreas urbanizadas de cidades e vilas. Predominância dos municípios de Belo Oriente, Coronel Fabriciano, Ipaba, Ipatinga e Santana do Araújo. Composto pelos dois tipos de setores, mas com predominância de áreas não urbanizadas de cidades e vilas. Predominância dos municípios de Açucena, Antônio Dias, Belo Oriente, Bom Jesus do Galho, Braúnas, Bugre, Dionísio, Dom Cavati, Entre Folhas, Iapu, Joanésia, Marliéria, Mesquita, Naque, Periquito, São João do Oriente, São José do Goiabal, Sobrália e Vargem Grande. Composto apenas por setores em áreas urbanizadas de cidades e vilas. Composto apenas pelos municípios de Caratinga, Coronel Fabriciano, Ipatinga e Timóteo, mas com predominância apenas dos três últimos. Atributos do domicílio Predominância de setores com proporções localizadas entre o 2º e o 3º quartil da distribuição de domicílios sem rede geral de abastecimento de água, sem esgotamento sanitário e sem coleta de lixo, isto é, no espaço mediano entre as maiores e menores proporções. Média de moradores por domicílio acima de 3,27. No que diz respeito a renda domiciliar per capita, o perfil é bastante heterogêneo com maior probabilidade de setores censitários com proporções medianas entre as rendas de ½ a 10 salários mínimos e baixas proporções nos extremos (sem renda e acima de 10 salários). Predominância de setores com altas proporções de domicílios sem rede geral de abastecimento de água, sem esgotamento sanitário e sem coleta de lixo. Maior média de moradores por domicílio (3,45 e mais). Predominância de setores com mais de 4,6% (alta proporção) de domicílios sem renda e mais de 41,9% com renda de até ½ salário mínimo per capita. Inversamente, predominam baixas proporções de domicílios nas variáveis correspondentes às rendas superiores a dois salários. Predominância de setores com baixas proporções de domicílios sem rede geral de abastecimento de água, sem esgotamento sanitário e sem coleta de lixo. Menor média de moradores por domicílio (menor ou igual a 3,10). Maior probabilidade de setores censitários com baixas proporções de domicílios sem renda ou com renda per capita de até ½ salário mínimo. Em todas as demais faixas de renda, há predominância de setores com altas proporções. (continua) (continuação) 971

186 Atributos dos responsáveis pelos domicílios Predominância de setores com razões de sexo de medianas a altas, ainda que não necessariamente em número de mulheres superior ao de homens. Maior probabilidade de pessoas responsáveis pelos domicílios com idade entre 20 e 29 anos, e menor probabilidade de idosos como responsáveis, independente do sexo. Maior probabilidade de setores com 7,7% a 28,5% de mulheres responsáveis analfabetas e 2,6 a 15,5% de homens responsáveis analfabetos. Predominância de setores com razões de sexo baixas, o que indicam maiores chances de responsáveis do sexo masculino. Maior probabilidade pessoas responsáveis pelos domicílios do sexo feminino com 60 anos ou mais e do sexo masculino com 65 anos ou mais. Ao contrário, menor chance de responsáveis com idade de até 29 anos. Verificase predominância de responsáveis analfabetos do sexo masculino. Predominância de setores com razões de sexo médias (entre 45 e 60 mulheres para cada 100 homens). Menor chance de responsáveis com até 29 anos, de ambos os sexos. Para responsáveis idosos, não se observou predominância. Provavelmente é um perfil com maior probabilidade de responsáveis adultos entre 30 e 59 anos. Predominância de baixas proporções de responsáveis analfabetos, de ambos os sexos. Atributos das pessoas Predominância de setores com razões de sexo de medianas a altas, o que indicam maior presença de mulheres, neste caso ultrapassando o número de homens (até 111 mulheres para cada 100 homens). Proporção de não brancos entre 52,8% a 70,8% e de pessoas com 5 anos e mais analfabetas de 4,3% a 13,6%. Maior probabilidade de razões de sexo inferiores a 97 mulheres para cada 100 homens. Proporção de não brancos superior a 70,8% e de analfabetos de 5 anos e mais superior a 13,6% (maior intervalo). Predominância de setores com razões de sexo superiores a 1,11, ou seja, com maior presença de mulheres. Maior probabilidade menores proporções de pessoas não brancas (abaixo de 52,8%) e de analfabetos com 5 anos e mais de idade (abaixo de 4,3%), Fonte: elaboração própria a partir do Censo Demográfico do IBGE. 972

187 Tabela 179 Estimativas de λklj, por categorias das variáveis e frequências marginais absolutas e relativas do modelo de Grade of Membership de setores censitários Região Metropolitana do Vale do Aço, Dimensões, variáveis e categorias. Situação do setor Área urbanizada de cidade ou vila Área não urbanizada de cidade ou vila Frequência Estimativas de λ klj Absoluta Relativa K1 K2 K3 Atributos geográficos ,1% 1,0000 0,1709 1, ,9% 0,0000 0,8291 0,0000 Município Açucena 30 2,6% 0,0000 0,0833 0,0000 Antônio Dias 24 2,1% 0,0000 0,0675 0,0000 Belo Oriente 38 3,3% 0,0467 0,0429 0,0000 Bom Jesus do Galho 33 2,9% 0,0000 0,0910 0,0000 Braúnas 11 1,0% 0,0000 0,0319 0,0000 Bugre 10 0,9% 0,0000 0,0290 0,0000 Caratinga ,4% 0,1350 0,1420 0,1147 Coronel Fabriciano ,3% 0,2546 0,0000 0,2264 Córrego Novo 6 0,5% 0,0000 0,0000 0,0000 Dionísio 19 1,7% 0,0000 0,0540 0,0000 Dom Cavati 11 1,0% 0,0000 0,0319 0,0000 Entre Folhas 9 0,8% 0,0000 0,0262 0,0000 Iapu 22 1,9% 0,0000 0,0621 0,0000 Ipaba 20 1,8% 0,0344 0,0087 0,0000 Ipatinga ,0% 0,3449 0,0000 0,4704 Jaguaraçu 6 0,5% 0,0000 0,0000 0,0000 Joanésia 15 1,3% 0,0000 0,0430 0,0000 Marliéria 8 0,7% 0,0000 0,0234 0,0000 Mesquita 15 1,3% 0,0000 0,0430 0,0000 Naque 12 1,1% 0,0097 0,0211 0,0000 Periquito 14 1,2% 0,0000 0,0403 0,0000 Pingo d Água 5 0,4% 0,0000 0,0000 0,0000 Santana do Paraíso 42 3,7% 0,0759 0,0143 0,0000 São João do Oriente 15 1,3% 0,0000 0,0430 0,0000 São José do Goiabal 11 1,0% 0,0049 0,0237 0,0000 Sobrália 17 1,5% 0,0000 0,0486 0,0000 Timóteo 103 9,0% 0,0939 0,0000 0,1884 Vargem Alegre 10 0,9% 0,0000 0,0290 0,0000 (continua) (continuação) 973

188 Proporção de domicílios sem rede geral de abastecimento de água Proporção de domicílios sem sanitário via rede geral de esgoto ou pluvial Proporção de domicílios sem coleta de lixo Média do número de moradores em domicílios particulares permanentes Proporção de domicílios sem renda Proporção de domicílios com renda per capita de até 1/2 salário mínimo Proporção de domicílios com renda per capita de mais de 1/2 até 1 salário mínimo Proporção de domicílios com renda per capita de mais de 1 até 2 salários mínimos Atributos dos domicílios <= 1, ,9% 0,2429 0,0536 0,4660 1,25 6, ,0% 0,3248 0,0000 0,3712 6,38 28, ,0% 0,4324 0,0000 0, , ,0% 0,0000 0,9464 0,0000 <= 0, ,9% 0,1249 0,0000 0,7445 0,53 5, ,0% 0,4068 0,0000 0,2555 5,60 40, ,0% 0,4683 0,1147 0, , ,0% 0,0000 0,8853 0,0000 <= 0, ,7% 0,4621 0,0000 0,9341 0,01 0, ,3% 0,0629 0,0000 0,0207 0,46 7, ,0% 0,4750 0,0525 0,0452 7, ,0% 0,0000 0,9475 0,0000 <= 3, ,4% 0,0000 0,2682 0,6143 3,11 3, ,6% 0,2175 0,2259 0,2753 3,27 3, ,4% 0,4357 0,1955 0,1103 3, ,6% 0,3468 0,3103 0,0000 <= 1, ,1% 0,2272 0,1266 0,4302 1,28 2, ,0% 0,2660 0,1212 0,3681 2,47 4, ,0% 0,3580 0,2123 0,1238 4, ,9% 0,1488 0,5398 0,0779 <= 16, ,0% 0,0000 0,0000 1, ,25 28, ,0% 0,5854 0,0000 0, ,95 41, ,1% 0,4146 0,2363 0, , ,9% 0,0000 0,7637 0,0000 <= 28, ,0% 0,0000 0,2308 0, ,35 34, ,0% 0,1968 0,3616 0, ,91 38, ,0% 0,4071 0,1957 0, , ,0% 0,3961 0,2119 0,0000 <= 12, ,0% 0,0000 0,7454 0, ,97 20, ,0% 0,4223 0,2546 0, ,82 29, ,0% 0,5777 0,0000 0, , ,0% 0,0000 0,0000 0,7551 (continua) (continuação) Proporção de domicílios com <= 2, ,0% 0,0000 0,7320 0,

189 renda per capita de mais de 2 até 5 salários mínimos Proporção de domicílios com renda per capita de mais de 5 até 10 salários mínimos Proporção de domicílios com renda per capita de mais de 10 salários mínimos Razão de sexos de pessoas responsáveis pelo domicílio Proporção de mulheres de até 19 anos responsáveis pelo domicílio Proporção de mulheres de 20 a 24 anos responsáveis pelo domicílio Proporção de mulheres de 25 a 29 anos responsáveis pelo domicílio Proporção de mulheres de 60 anos ou mais responsáveis pelo domicílio 2,67 6, ,0% 0,3920 0,2680 0,0000 6,32 13, ,0% 0,6080 0,0000 0, , ,0% 0,0000 0,0000 1,0000 <= 0, ,1% 0,3094 0,8564 0,0000 0,01 0, ,9% 0,2479 0,0000 0,0000 0,57 1, ,0% 0,4427 0,1436 0,0451 1, ,0% 0,0000 0,0000 0,9549 <= 0, ,8% 0,8624 0,9158 0,1695 0,01 0, ,3% 0,0760 0,0000 0,0753 0, ,9% 0,0616 0,0842 0,7552 Atributos dos responsáveis pelos domicílios <= 0, ,7% 0,0528 0,6020 0,2088 0,32 0, ,0% 0,3200 0,1416 0,2457 0,45 0, ,1% 0,3138 0,1005 0,3014 0, ,1% 0,3135 0,1559 0,2440 <= 0, ,9% 0,4735 0,7947 0,6269 0,01 1, ,1% 0,2312 0,0000 0,1503 1, ,9% 0,2953 0,2053 0,2228 Sem informação 1 0,1% 0,0000 0,0000 0,0000 <= 0, ,1% 0,0000 0,6876 0,2683 0,01 2, ,3% 0,3529 0,0396 0,2425 2,95 5, ,6% 0,3148 0,0834 0,3098 5, ,0% 0,3323 0,1893 0,1794 Sem informação 1 0,1% 0,0000 0,0000 0,0000 <= 2, ,4% 0,0548 0,5942 0,2044 2,87 5, ,8% 0,2847 0,1482 0,2998 5,72 8, ,2% 0,3467 0,0925 0,2746 8, ,5% 0,3138 0,1651 0,2212 Sem informação 1 0,1% 0,0000 0,0000 0,0000 <= 22, ,3% 0,3187 0,1147 0, ,74 30, ,7% 0,3591 0,0522 0, ,37 39, ,0% 0,3222 0,1688 0, , ,9% 0,0000 0,6642 0,2166 Sem informação 1 0,1% 0,0000 0,0000 0,0000 (continua) (continuação) Proporção de homens de até 19 <= 0, ,3% 0,2872 0,6694 0,

190 anos responsáveis pelo domicílio Proporção de homens de 20 a 24 anos responsáveis pelo domicílio Proporção de homens de 25 a 29 anos responsáveis pelo domicílio Proporção de homens de 65 anos e mais responsáveis pelo domicílio Proporção de mulheres de 15 anos e mais responsáveis pelo domicílio, analfabetas Proporção de homens de 15 anos e mais responsáveis pelo domicílio, analfabetos 0,01 1, ,0% 0,4153 0,0508 0,2038 1, ,8% 0,2975 0,2797 0,1316 <= 2, ,4% 0,0000 0,4180 0,4889 2,18 3, ,2% 0,1874 0,3251 0,2798 3,86 5, ,4% 0,4185 0,0889 0,1306 5, ,0% 0,3940 0,1680 0,1008 <= 6, ,3% 0,0000 0,5422 0,3784 6,07 8, ,7% 0,2036 0,2526 0,3259 8,57 11, ,1% 0,3939 0,0756 0, , ,9% 0,4025 0,1296 0,1028 <= 9, ,1% 0,3743 0,0486 0,2752 9,80 13, ,9% 0,4060 0,0642 0, ,75 19, ,0% 0,2197 0,2761 0, , ,0% 0,0000 0,6112 0,2495 <= 7, ,1% 0,0000 0,0000 0,8998 7,70 16, ,6% 0,5656 0,0000 0, ,68 28, ,3% 0,4344 0,2049 0, , ,0% 0,0000 0,7951 0,0000 Sem informação 1 0,1% 0,0000 0,0000 0,0000 <= 2, ,1% 0,0000 0,0000 0,9501 2,60 7, ,9% 0,5636 0,0000 0,0499 7,34 15, ,0% 0,4364 0,2056 0, , ,0% 0,0000 0,7944 0,0000 (continua) 976

191 (continuação) Razão de sexos de pessoas em domicílios particulares e coletivos Proporção de pessoas não brancas Proporção de pessoas com 5 anos e mais analfabetas Atributos das pessoas <= 0, ,0% 0,1061 0,6993 0,0281 0,98 1, ,0% 0,3563 0,1845 0,1303 1,05 1, ,0% 0,3639 0,0745 0,2389 1, ,0% 0,1737 0,0418 0,6027 <= 52, ,0% 0,0000 0,1271 0, ,81 62, ,0% 0,3380 0,1424 0, ,32 70, ,0% 0,4540 0,1965 0, , ,9% 0,2079 0,5340 0,0000 <= 4, ,7% 0,0000 0,0000 0,9540 4,29 8, ,7% 0,5918 0,0000 0,0000 8,12 13, ,7% 0,4082 0,2392 0, , ,7% 0,0000 0,7608 0,0000 Sem informação 14 1,2% 0,0000 0,0000 0,0460 Fonte: o próprio autor a partir do Censo Demográfico do IBGE. 977

192 REFERÊNCIAS CAETANO, A. J.; MACHADO, C. J. Consistência e identificabilidade no modelo Grade of Membership: uma nota metodológica. Revista Brasileira de Estudos de População, v. 26, n.1, p , INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Base de Informações do Censo Demográfico 2010: Resultados do Universo por setor censitário. Rio de Janeiro: IBGE, GUEDES, G. R. et. al. Incorporando a variabilidade no processo de identificação do modelo máximo global no Grade of Membership (GoM): considerações metodológicas. Revista Brasileira de Estudos de População, v. 28, n.2, p , GUEDES, G. R.; SIVIERO, P. C. L.; MACHADO, C. J. Aspectos práticos na identificação de um modelo Grade of Membership (GoM) de máximo global: o uso da moda nas probabilidades estimadas. Revista Brasileira de Estudos de População, v. 26, n.1, p , MANTON, K. G., VERTREES, J. C. The use of grade of membership analysis to evaluate and modify diagnosisrelated groups. Medical Care, New York, v.22, n.12, p , MANTON, K. G, WOODBURY, M. A., TOLLEY, H. D. Statistical applications using fuzzy sets. New York: John Wiley, PINTO, J. S.; CAETANO, A. J. Vulnerabilidade social das juventudes: uma perspectiva empírica através do método Grade of Membership, Mediações, v. 18, n. 1, p , SAWYER, D. O.; LEITE, I. C.; ALEXANDRINO, R. Perfis de utilização de serviços de saúde no Brasil. Ciência e Saúde Coletiva, vol. 7, n. 4, p ,

193 ANEXO Tabela 2 Medidas de concentração e dispersão dos indicadores sociodemográficos dos setores censitários. Região Metropolitana do Vale do Aço, Média Moda Mínimo 1º Quartil Mediana 3º Quartil Máximo % de domicílios sem rede geral de abastecimento de água 25,05 0,00 0,00 1,24 6,37 28,42 100,00 35,77 % de domicílios sem sanitário via rede geral de esgoto ou pluvial 26,59 0,00 0,00 0,52 5,59 40,00 100,00 36,92 % de domicílios sem coleta de lixo 17,53 0,00 0,00 0,00 0,45 7,53 100,00 34,05 Média do número de moradores em domicílios particulares permanentes 3,28 3,19 2,00 3,10 3,26 3,44 5,25 0,29 % de domicílios sem renda 3,96 0,00 0,00 1,27 2,46 4,65 75,00 5,43 % de domicílios com renda per capita de até 1/2 salário mínimo 29,31 40,00 0,00 16,24 28,94 41,18 74,65 15,97 % de domicílios com renda per capita de mais de 1/2 até 1 salário mínimo 32,97 33,33 0,97 28,34 34,90 38,95 63,64 9,07 % de domicílios com renda per capita de mais de 1 até 2 salários mínimos 21,22 0,00 0,00 12,96 20,81 29,11 55,56 10,29 % de domicílios com renda per capita de mais de 2 até 5 salários mínimos 10,16 0,00 0,00 2,66 6,31 13,71 54,11 10,51 % de domicílios com renda per capita de mais de 5 até 10 salários mínimos 1,96 0,00 0,00 0,00 0,56 1,73 36,18 4,20 % de domicílios com renda per capita de mais de 10 salários mínimos 0,56 0,00 0,00 0,00 0,00 0,40 29,41 1,79 Razão de sexos de pessoas responsáveis pelo domicílio 0,54 0,50 0,00 0,31 0,44 0,60 3,36 0,42 % de mulheres até 19 anos responsáveis pelo domicílio 1,27 0,00 0,00 0,00 0,00 1,67 100,00 3,64 % de mulheres de 20 a 24 anos responsáveis pelo domicílio 3,63 0,00 0,00 0,00 2,94 5,48 50,00 3,74 % de mulheres de 25 a 29 anos responsáveis pelo domicílio 5,98 0,00 0,00 2,86 5,71 8,70 25,00 4,26 % de mulheres de 60 anos ou mais responsáveis pelo domicílio 32,51 33,33 0,00 22,73 30,36 39,13 100,00 14,74 Desvio padrão (continua) (continuação) % de homens de até 19 anos responsáveis pelo domicílio. 0,88 0,00 0,00 0,00 0,00 1,04 21,67 1,81 % de homens de 20 a 24 anos responsáveis pelo domicílio 4,16 0,00 0,00 2,17 3,85 5,81 28,57 2,89 % de homens de 25 a 29 anos responsáveis pelo domicílio 8,61 0,00 0,00 6,06 8,56 11,05 26,19 3,86 979

194 % de homens de 65 anos e mais responsáveis pelo domicílio 14,76 16,67 0,00 9,79 13,74 19,03 44,44 6,90 % de mulheres de 15 anos e mais responsáveis pelo domicílio, analfabetas 19,81 0,00 0,00 7,69 16,67 28,46 100,00 15,87 % de homens de 15 anos e mais responsáveis pelo domicílio, analfabetas 10,42 0,00 0,00 2,59 7,33 15,58 55,95 10,03 Razão de sexos de pessoas em domicílios particulares e coletivos 1,04 1,00 0,47 0,97 1,04 1,11 1,61 0,11 % de pessoas não brancas 61,20 75,00 13,66 52,80 62,31 70,78 100,00 14,21 % de pessoas com 5 anos e mais analfabetas 9,60 0,00 0,00 4,28 8,11 13,64 34,88 6,66 980

195 APÊNDICES APÊNDICE A Serviços Públicos na RMVA SERVIÇOS PÚBLICOS NA RMVA CIDADE ESFERAS DE GOVERNO NOME DO ESTABELECIMENTO TIPO DE ESTABELECIMENTO ENDEREÇO JUSTIÇA DO TRABALHO Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Rua Salinas, Belvedere FEDERAL INSS SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL Proteção Social Administrativo Rua Boa Vista, 108 Centro Av. Rubens Siqueira Maia, 22 Centro UNIDADE ADMINISTRATIVA DA SEF (ADMINISTRAÇÃO FAZENDARIA) NIVEL 3 Administrativo Rua Armando Fajardo, 132 Centro SUPERINTENDENCIA REGIONAL DE SAUDE II Administrativo Av. Magalhães Pinto, 743 SUPERINTENDENCIA REGIONAL DE SAUDE I Administrativo Rua Paquetá, s/n Santo Eloy CORONEL FABRICIANO ESTADUAL DER IMA IEF SUPERINTENDENCIA REGIONAL DE ENSINO SEPLAG UAI IPSEMG CARTORIO ELEITORAL DELEGACIA DE POLICIA CIVIL DELEGACIA DE POLICIA CIVIL AGENCIA COPASA FORUM Administrativo Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Administrativo Proteção Social Av. Pres. Tancredo Neves, 4637 Parque Industrial Novo Reino Rua Pedro Nolasco, nº 400 Centro Rua Rubens Siqueira Maia, 105 Centro Rua São Sebastião, 546 Santa Helena Rua Pedro Nolasco, 425 Centro Proteção Social R. Maria Matos, 179 Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Defesa e Segurança Pública Orgãos Executivos Defesa e Segurança Pública Orgãos Executivos Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Rua Pedro Nolasco, 506 Centro R. São Vicente, 257 Giovanini R. Albert Scharlet, 227 Centro Rua Ary Barros, 50 Professores Rua Boa Vista, 72 Centro CEMIG 58º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR DELEGACIA DE POLICIA CIVIL Energia Elétrica Defesa e Segurança Pública Orgãos Executivos Defesa e Segurança Pública Orgãos Executivos Rua Armando Farjado, 120 Centro Rua São Vicente, 257 Belvedere Rua São Sebastião, 50 Santa Helena MUNICIPAL PREFEITURA TERMINAL RODOVIARIO Administrativo Transporte Duque de Caxias, 14 Centro Av. Rubens Siqueira Maia, s/n Centro 981

196 JARI CODECOM PROCON DEFENSORIA PUBLICA JUSTIÇA FEDERAL Administrativo Proteção Social Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Rua Efrem Macedo, 259 Santa Helena Rua Efrem Macedo, 259 Santa Helena Rua Boa Vista, 43 Centro Av. Selim José de sales, 895, Canãa FEDERAL INSS EFVM ESTAÇÃO INTENDENTE CÂMARA MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL DELEGACIA DE POLICIA CIVIL DELEGACIA DE POLICIA CIVIL DELEGACIA DE POLICIA CIVIL ADVOCACIA REGIONAL DO ESTADO JUIZADO ESPECIAL 12º REGIÃO DA PMMG Proteção Social R.Poços de Caldas, 15 Transporte Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Defesa e Segurança Pública Orgãos Executivos Defesa e Segurança Pública Orgãos Executivos Defesa e Segurança Pública Orgãos Executivos Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Defesa e Segurança Pública Orgãos Executivos Rod. BR 381, s/n Ferroviários Rua Miltom Campos, 32, Cidade Nobre Rua Maraque, 95 Iguaçu Rua Pedras Preciosas, 756 Iguaçu Av. João Valentim Pascoal, 299 Centro AV. 28 de Abril, 680 Centro R. Edgar Boy Rossi, 196 Centro Av. JK, 1150 Jardim Panorama FORUM Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Av. Maria Jorge Selim de Sales (Pça dos Três Poderes), 170 Centro IPATINGA ESTADUAL IEF JUCEMG CARTORIO ELEITORAL Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Administrativo Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Av. Maria Jorge Sellim de Sales, 100 Centro R. Maria Jorge Sellim de Sales, 100 Centro Praça dos 3 Poderes, 170 Centro AGENCIA COPASA (DEPARTAMENTO REGIONAL LESTE) Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário Rua Tiradentes, 96 Cidade Nobre PROCON MINISTÉRIO PUBLICO DEFENSORIA PUBLICA 14º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR CEMIG Proteção Social Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Defesa e Segurança Pública Orgãos Executivos Energia Elétrica R. Diamantina, 71 Centro Av. Japão, 381 Cariru Rua Argentina, 130 Cariru Rua Gaivotas, 662 Vila Celeste Av. João Valentim Pacoal, 741 Centro MUNICIPAL UNIDADE ADMINISTRATIVA DA SEF (ADMINISTRAÇÃO FAZENDARIA) NIVEL 2 PREFEITURAS Administrativo Administrativo AV. 28 de Abril, 640 Centro Av. Maria Jorge Selim de Sales, 100 Centro 982

197 TERMINAL RODOVIARIO Transporte Av. João Valentim Pascoal, 637 Centro JARI Administrativo Rua Laguna 280 Veneza PROCON Proteção Social Praça Três Poderes, 170 Centro S PARAÍSO FEDERAL ESTADUAL AEROPORTO IMA CEMIG DELEGACIA DE POLICIA CIVIL Transporte Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Energia Elétrica Defesa e Segurança Pública Orgãos Executivos BR 458 Distrito Industrial Rua Belo Horizonte, 94 Centro Rua São José, 25 Centro R. Adelino Pessoa, 155 Centro MUNICIPAL PREFEITURA Administrativo Rua São José, 263 Centro TIMÓTEO FEDERAL ESTADUAL EFRVD ESTAÇÃO MARIO CARVALHO INSS SEDESE IEF DELEGACIA DE POLICIA FORUM CEMIG COPASA Transporte Rod. 381 Distrito Industrial 1 Proteção Social Proteção Social Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Defesa e Segurança Pública Orgãos Executivos Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Energia Elétrica Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário Rua 5 de Março, 37 Centro Comercial Acesita R. José Fernandes de Almeida, 23 Bromélias Rua 5, 88 Timirim Av. Efigênia Pereria Bittencourt, 28 Timirim Praça Olimpica, 65 Funcionarios Rua Cel Geraldo Batista, 19 Funcionários Rua 15 de Agosto, 85 Serenata UNIDADE ADMINISTRATIVA DA SEF (ADMINISTRAÇÃO FAZENDARIA) NIVEL 3 Administrativo Rua Miguel Maura, 5 C Centro Norte MUNICIPAL PREFEITURA TERMINAL RODOVIARIO JARI PROCON DEFENSORIA PUBLICA Administrativo Transporte Administrativo Proteção Social Defesa e Segurança Pública Legis. e Judiciário Av. Acesita, 3230 São José R. 8 de Dezembro, s/n Centro Comercial Acesita R. 8 de Dezembro, s/n Centro Comercial Acesita Rua Cel. Geraldo Batista Funcionários Rua Efigênia Pereira Bittencourt, 18 Timirim 983

198 APÊNDICE B Comércios e Serviços na RMVA Consolidado CIDADE VARIEDADE DE CLASSES DE COMÉRCIOS E SERVIÇOS COMÉRCIOS E SERVIÇOS NA RMVA CONSOLIDADO QUANTIDADE DE COMÉRCIOS E SERVIÇOS ENDEREÇO CORONEL FABRICIANO VARIEDADE = VARIEDADE = Bairros Centro, Santa Helena, Nazaré, dos Professores, Giovanini, Bela Vista, Nossa Senhora da Penha, Todos os Santos, Vila Bom Jesus, Santo Eloy, Melo Viana e Olaria Bairros Caladinho, Parque Industrial Novo Reno, Morada do Vale, Aparecida do Norte, Vila Jacinto das Neves, Vila São Domingos e Santa Terezinha VARIEDADE = Bairros Canaã, Bethânia e Cidade Nobre IPATINGA VARIEDADE = Bairro Cariru VARIEDADE = Bairros Horto, Imbaúbas e Bom Retiro VARIEDADE = Bairros Centro e Veneza I TIMÓTEO SANTANA DO PARAÍSO VARIEDADE = Bairros Bela Vista, Centro Sul, São José e Nossa Senhora das Graças VARIEDADE = Bairros João XXIII, Timirim, Funcionários, Bromélias, Centro e Núcleo Industrial 984

199 APÊNDICE C Ensino Técnico e Superior na RMVA ENSINO TÉCNICO E SUPERIOR NA RMVA CIDADE CORONEL FABRICIANO ESFERAS DE GOVERNO NÍVEL DE HIERARQUIA SUPERIOR TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO ESTADUAL TÉCNICO NOME DO ESTABELECIMENTO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS ESCOLA TÉCNICA SÃO CARLOS SENAC SERVICO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL COLÉGIO UNIVERSITÁRIO PADRE DE MAN EE ALBERTO GIOVANNINI TIPO DE ESTABELECIMENTO QUANTIDADE DE MATRÍCULAS PARTICULAR 6206 PARTICULAR Conveniada com o Poder Público Estadual PARTICULAR Conveniada com o Poder Público Estadual PARTICULAR Conveniada com o Poder Público Estadual e Municipal PÚBLICO 60 CURSOS OFERTADOS Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Comunicação Social: Jornalismo, Comunicação Social: Publicidade e Propaganda, Direito, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Civil, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Metalúrgica, Engenharia Química, História, Letras, Pedagogia, Processos Metalúrgicos, Psicologia, Sistemas de Informação, Rede de Computadores, Tecnologia de Soldagem, Turismo Administração, Automação Industrial, Eletromecânica, Metalurgia, Mecatrônica, Edificações, Informática, Meio Ambiente, Mineração, Segurança do trabalho Administração, Secretariado, Farmácia, Estética, Enfermagem, Rede de computadores, Segurança do trabalho Mecânica, Química, Automação Indústrial, Informática Contabilidade, Apoio educacional ENDEREÇO Av. Tancredo Neves, 3500, Universitário RUA DR JOSÉ MAGALHÃES PINTO, 1041 GIOVANINI RUA ALBERT SCHARLET, 303 CENTRO AV. TANCREDO NEVES, 3500 UNIVERSITÁ RIO RUA ITAPARICA, 394, GIOVANINI 985

200 IPATINGA SUPERIOR SUPERIOR SUPERIOR SUPERIOR SUPERIOR UNIPAC FACULDADE PRESIDENTE ANTONIO CARLOS FACULDADE TECNOLOGIA MINAS GERAIS DE DE FACULDADE DE TECNOLOGIA INED FACULDADE PEREIRA FREITAS DE FACULDADE PITÁGORAS(HORT O) PARTICULAR 3711 PARTICULAR 32 PARTICULAR 35 PARTICULAR 240 PARTICULAR 5257 Administração, Biomedicina, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Química, Farmácia, Fonoaudiologia, Psicologia, Serviços Sociais, Sistema de Informação Radiologia e Segurança do Trabalho Gestão de RH e Logística Letras Português/ Inglês/ Respectivas Literaturas, Matemática, Sistemas de Informação Administração, Ciências Contábeis, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Civil, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Farmácia, Nutrição, Pedagogia, Psicologia, RUA SALERMO, 299, BETHÂNIA Rua Diogo Álvares, 130 Imbaúbas Rua Pouso Alegre, 67 Centro RUA POTIGUAR, 150, IGUAÇU RUA JEQUITIBÁ, 401,HORTO SUPERIOR UNILESTE MG PARTICULAR 773 Ciências Biológicas (Licenciatura e Bacharelado), Educação Física (Licenciatura e Bacharelado), Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição RUA BÁRBARA HELIODORA, 725, BOM RETIRO SUPERIOR FACULDADE PITÁGORAS (BOM RETIRO) PARTICULAR Administração, Ciências Contábeis, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Civil, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Farmácia, Nutrição, Pedagogia, Psicologia, SUPERIOR FADIPA PARTICULAR 1058 Direito SUPERIOR FAMEVAÇO PARTICULAR 673 Medicina RUA CRISTOVÃO JACQUES, 336,BOM RETIRO RUA MARECHAL CÂNDIDO RONDON, 840, VENEZA RUA JOÃO PATRÍCIO ARAÚJO, 179, VENEZA 986

201 TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO COLÉGIO SÃO FRANCISCO XAVIER II ESCOLA PRÓ IMAGEM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ESCOLA TÉCNICA JUSCELINO KUBITSCHEK CENTRO DE FORMACÃO PROFISSIONAL RINALDO CAMPOS SOARES (SENAI) COLÉGIO WESLEY JOHN CEST COLÉGIO EDUCACIONAL DE SUPLÊNCIA E TÉCNICO ESCOLA TÉCNICA VALE DO AÇO IMEC INSTITUTO METROPOLITANO DE EDUCAÇÃO E CULTURA SENAC SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL PARTICULAR 815 PARTICULAR Conveniada com o Poder Público Estadual 497 PARTICULAR 232 PARTICULAR Conveniada com o Poder Público Estadual 581 Administração, Mecânica, Informática, Segurança do Trabalho, Enfermagem, Análises clínicas Administração, Enfermagem, Radiologia, Segurança do Trabalho Administração, Enfermagem, Análises clínicas, Meio Ambiente, Automação Industrial, Mecânica, Eletrotécnica, Segurança do Trabalho Administração,Eletrotécnica, Mecânica, Segurança do Trabalho Particular 29 Contabilidade PARTICULAR Conveniada com o Poder Público Estadual PARTICULAR Conveniada com o Poder Público Estadual Administração, Edificações, Agrimensura, Metalurgia, Automação Industrial, Eletroeletrônica, Estética, Saúde Bucal, Nutrição e Dietética, Segurança do Trabalho Administração, Mecânica, Eletrotécnica, Química, Farmácia, Segurança do trabalho PARTICULAR 79 Prótese Dentária PARTICULAR Conveniada com o Poder Público Estadual 761 Contabilidade, Administração, Secretariado, Enfermagem, Informática para Internet, Redes de Computadores, Segurança do Trabalho Rua Palmeiras, 1089 Horto Rua Diogo Álvares, 130 Imbaúbas Rua Potiguar, 150 Iguaçu AV. Pedro Linhares Gomes, 5431 Horto Rua Mariana, 88 Centro Rua Poços de Caldas, 57 Centro Rua Pumborás, 140 Jardim Panorama Avenida Japão, 369 Cariru Rua Itajubá, 250 Centro SANTANA DO PARAÍSO SUPERIOR CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CAMPUS PIAU PARTICULAR 102 Pedagogia Rua Ouro, 150 Residencial Paraíso TIMÓTEO FEDERAL SUPERIOR SUPERIOR CEFET Centro Federal de Ensino Técnico UNIPAC FACULDADE PRESIDENTE ANTONIO CARLOS PÚBLICO 120 PARTICULAR Engenharia de Computação Administração, Gestão de Recursos Humanos Avenida Amazonas, 1193, Vale Verde Av. Ary Barroso, 765 Serenata 987

202 TÉCNICO ESTADUAL TÉCNICO FEDERAL TÉCNICO COLEGIO LÚCIA CASA SANTA ESCOLA ESTADUAL ANTÔNIO SILVA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CEFET/MG PARTICULAR Conveniada com o Poder Público Estadual e Municipal 440 Secretariado, Contabilidade, Eletrotécnica, Metalurgia, Mecânica, Informática, Meio Ambiente, Segurança do trabalho PÚBLICO 29 Contabilidade PÚBLICO 169 Edificações, Infomática, Metalurgia RUA 38, 12 VILA DOS TÉCNICOS RUA 19 DE NOVEMBRO, 321 CENTRO AV. AMAZONAS, 1193 VALE VERDE 988

203 APÊNDICE D Instituições Bancárias na RMVA INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS NA RMVA CIDADE NOME DO ESTABELECIMENTO TIPO DE ESTABELECIMENTO ENDEREÇO CAIXA Instituição Financeira R. José Cornélio, 131 Centro MERCANTIL Instituição Financeira R. José Cornélio, 174 Centro CORONEL FABRICIANO IPATINGA SANTANDER Instituição Financeira Av. José de Magalhaes Pinto, 1850 Melo Viana SANTANDER Instituição Financeira Av. DR. Moacir Birro, 528 Centro CAIXA Instituição Financeira Av. José de Magalhaes Pinto, 1653 Melo Viana BRADESCO Instituição Financeira R. Jose Cornélio, 104 Centro BANCO DO BRASIL Instituição Financeira Praça JK, 49 Centro ITAÚ Instituição Financeira R. Coronel Silvino Pereira, 83 Centro SICOOB Instituição Financeira R. Duque de Caxias, 393 Centro SANTANDER Instituição Financeira Av. Pres. Tancredo Neves, 3500 Universitário BRADESCO Instituição Financeira R. Jacaranda, 465 Centro BRADESCO Instituição Financeira Av. 28 de Abril, 178 Centro BRADESCO Instituição Financeira Av. Brasil, 390 Iguaçu BRADESCO Instituição Financeira Av. Selim José de Sales, 785 Canaã BANCO DO BRASIL Instituição Financeira Av. Selim José de Sales, 723 Canaã BANCO DO BRASIL Instituição Financeira Av. Presidente Castelo Branco, 504 Horto BANCO DO BRASIL Instituição Financeira Av. Sabará, 4 Centro BANCO DO BRASIL Instituição Financeira Av. Brasil, 380 Iguaçu CAIXA Instituição Financeira R. Jacarandá, 499 Horto CAIXA Instituição Financeira R. Diamantina, 175 Centro CAIXA Instituição Financeira Av. Selim José de Sales, 895 Canaã CAIXA Instituição Financeira Av. Carlos Chagas, 814, lj 10 Cidade Nobre ITAÚ Instituição Financeira Av. Presidente Castelo Branco, 391 Horto ITAÚ Instituição Financeira Av. Selim José de Sales, 695 Canaã ITAÚ Instituição Financeira Av. Maria Jorge Selim de Sales 15 ITAÚ Instituição Financeira R. São João Del Rei 125 ITAÚ Instituição Financeira Av. Brasil, 343 Iguaçu ITAÚ Instituição Financeira Av. Castelo Branco, 746 Horto MERCANTIL Instituição Financeira Av. João Valentim Pascoal, 872 Centro SANTANDER Instituição Financeira Av. Presidente Castelo Branco, 545 Horto SANTANDER Instituição Financeira R. Maria Jorge Selim de Sales, 55 Centro SANTANDER Instituição Financeira Av. Carlos Chagas, 28 Cidade Nobre SANTANDER Instituição Financeira Av. Pedro Linhares Gomes, 3900 Industrial SANTANDER Instituição Financeira Av. Japão, 197 Cariru SANTANDER Instituição Financeira Av. Brasil, 360 Iguaçu SICOOB Instituição Financeira Av. Castelo Branco, 632 Horto SICOOB Instituição Financeira Av. Selim José de Sales, 871 Canaã SICOOB Instituição Financeira Rua Mariana, 205 Centro SICOOB Instituição Financeira Av. Pedro Linhares Gomes, 3900 Industrial HSBC Instituição Financeira R. Diamantina, 72 Centro 989

204 SANTANA DO PARAÍSO SICOOB Instituição Financeira Av. Getúlio Vargas, 128 Centro ITAÚ Instituição Financeira Praça da Matriz, 44 Centro BANCO DO BRASIL Instituição Financeira Rua Vinte e um de Abril, 141, Centro Timóteo BANCO DO BRASIL Instituição Financeira Av. Jorge Dias Duarte, 178, Timóteo SICOOB Instituição Financeira Rua José de Alencar, s/n Funcionários SICOOB Instituição Financeira Av. Pinheiro, 182, Limoeiro Timóteo TIMÓTEO SANTANDER Instituição Financeira Alameda Trinta e Um de Outubro, 201, Centro Timóteo ITAÚ Instituição Financeira Praça 1º de Maio, 33, Centro Timóteo BRADESCO Instituição Financeira R. 21 de Abril, 170, Centro Timóteo MERCANTIL Instituição Financeira R. 21 de Abril, 120, lj 160, Centro Timóteo CAIXA Instituição Financeira R. 31 de Março, 152, Centro Timóteo CAIXA Instituição Financeira Av. Castelo Branco, 13, Timóteo SICOOB Instituição Financeira R. Padre Zanor, 21, Centro Timóteo 990

205 APÊNDICE E Equipamentos de Saúde na RMVA EQUIPAMENTOS DE SAÚDE NA RMVA CIDADE NÍVEL DE HIERARQUIA NOME DO ESTABELECIMENTO TIPO DE ESTABELECIMENTO Nº DE INTERNAÇÕES ENDEREÇO CORONEL FABRICIANO PRESIDIO DE CORONEL FABRICIANO POSTO DE SAÚDE UNIDADE DE SAUDE JK POSTO DE SAÚDE EQUIPE SAUDE DA FAMILIA COCAIS PSF CALADAO UNIDADE DE SAUDE AMARO LANARI UNIDADE DE SAUDE DA FAMILIA MORRO DO CARMO UNIDADE DE SAUDE FAMILIA TEREZA LEOPOLDINA UNIDADE DE SAUDE FLORESTA UNIDADE DE SAUDE MANGUEIRAS UNIDADE DE SAUDE PEDRO GUERRA UNIDADE DE SAUDE SANTA TEREZINHA UNIDADE DE SAUDE SAO DOMINGOS ANTONIO FAUSTINO DE SOUZA C O E MRJ CENTRO ODONTOLOGICO ESPECIALIZADO LTDA CESAR RICARDO RASTOLDO DE SOUZA CESO DO BRASIL SAUDE OCUPACIONAL CLINICA MEDCIM LTDA CLINICA MEDICA CAMARGO E CAMPOS LTDA CLINICA MEDICA MADRE TEREZA MJ LTDA CLINICA MEDICA S M LTDA CLINICA ODONTOLOGICA PONTELHO FIGUEIREDO LTDA CRESCER E SER ESCOLA ESTADUAL CELINA MACHADO ESCOLA ESTADUAL CORONEL SILVINO PEREIRA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO Rua Três Grotas, 319 Todos os Santos Rua Joaquim Gomes da Silveira, 23 JK Rua José Justo de Arruda, 470 Cocais Rua Taguara, s/n Caladão Avenida Brasil, 2315 Amaro Lanari Rua Seis, 236 Nossa Senhora do Carmo Rua Renio, 40 Recanto Verde Rua Castanheira, 260 Floresta Rua JK, 32 Mangueiras Rua Bolívia, s/n Santa Cruz Rua 21, 195 Santa Terezinha Rua Violeta, 189 São Domingos Rua Ipanema, 86, sala 08 Centro Avenida Geraldo Inácio, 923 Melo Viana Rua Maria Mtos, 290, sla A, Centro Avenida Doutor José Magalhães Pinto, 134 Giovanini Rua Argemiro José Ribeiro, 42, sala 202 Centro Avenida Geraldo Inácio, 34 Melo Viana Rua Argemiro José Ribeiro, 42, sala 405 Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 42, sala 105 Centro Avenida Magalhães Pinto, 981 Giovanini Rua Felipe Albeny, 122, sala 7 Centro Rua João Teófilo Toleto, 165 Santa Terezinha Avenida Sempre Viva, s/n São Domingos 991

206 MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA ESCOLA ESTADUAL FRANCISCO LETRO ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM GOMES DA SILVEIRA NETO ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR PEDRO CALMON ESCOLA MUNICIPAL ARGEU BRANDAO ESCOLA MUNICIPAL CONCEICAO ATAIDE ESCOLA MUNICIPAL PAULO FRANKLIN ESCOLA MUNICIPAL RAIMUNDA COURA BARCELOS MARCUS MIRANDA MENDONCA VALEODONTO CLINICA ODONTOLOGICA LTDA HOSPITAL SAO CAMILO CORONEL FABRICIANO CANTIDIO COTTA DE FIGUEIREDO CARLOS ROBERTO ASSIS GONCALVES CARDIOCLINICA S C LTDA CENTRO DE OFTALMOLOGIA DO VALE DO ACO S C LTDA CLIMEDICIN CLINICA MEDICA UROGEN CLINICA ODONTOLOGICA CARVALHO LTDA ODONTOLOGICO DR CONRADO RIBEIRO DASEIN CLINICA PSICOLOGICA EDUARDO LIMA SILVEIRA ESPACO ODONTOLOGICO KATIA MARIA MOREIRA LAGE LUCIA MARIA DE LANA PENA MARCOS ANTONIO PEREIRA MURILO ANACLETO NUTRIBEM OFTALMOCLINICA AUGUSTO TACIANE BARROS ANACLETO PENA BEM VIVER FISIOTERAPIA CENTRAL LABORATORIO DE PROTESE ODONTOLOGICA LTDA CENTRO DE ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR LTDA CLIMEDI CLINICA DE FISIOTERAPIA RAZOES DO CORPO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO Avenida Nova Almeida, 90 Santo Eloi Rua Vereador Célio Valadares, 525 Caladinho de Cima Rua Dr. Querubino, 387 Centro Rua Padre Americo, s/n Alpinho Rua João M. Carneiro, 430 Cocais Rua Santa Cruz, 50 Santa Cruz Rua Tupi, 61 Caladinho de Cima Rua Maria Matos, 290 Centro Avenida Magalhães Pinto, 1500, loja 4 Giovanini HOSPITAL GERAL 2819 Rua Maria Matos, 58 Centro CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE Rua Ipanema, 86, sala 10 Centro Rua 12 de Outubro, 31 Professores Rua Argemiro José Ribeiro, 42, sala 1A Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 42, sala 704 Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 12 Centro Rua São Sebastião, 145 Santa Helena Rua Argemiro José Ribeiro, 12, sala 202 Centro Rua Coronel Silvino Pereira, 511 Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 12, sala 103 Centro Rua Ipanema, 86 Centro Rua Bom Bosco, 34, sala 06 Centro Avenida Magalhães Pinto, 1529,loja 08 Santo Eloi Rua José Cornélio, 150, sala 2 Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 12 Centro Rua Angélica, 27, 2º andar Centro Avenida Magalhães Pinto, 268, sala 1 Centro Rua Moacir Birro, 287 Centro Rua Angélica, 27 Centro Rua Belo Horizonte, 576 Caladinho de Baixo Rua Rubi, 25, sala 1 Bom Jesus Rua Felipe Albeny, 122 Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 12 Santa Helena Rua Felipe Albeny, 97 Centro 992

207 MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA CLINICA ROLIM FISIOCENTER LABORATORIO ARAUJO ODONTOCLIN SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE E VIGILANCIA SANITARIA UNIDADE DE SAUDE CALADINHO E CEO II CEPS CENTRO DE ESPECIALIDADES CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE SECRETARIA DE SAUDE CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA POLICLÍNICA HOSPITAL SAO LUCAS POLICLÍNICA NUCLEO MEDICO POLICLÍNICA UNIDADE DE SAUDE CENTRO POLICLINICA HOSPITAL UNIMED VALE DO ACO CENTRO DE DIAGOSTICO ALBERT SABIN LTDA CENTRO DE MEDICINA ESPECIALIZADA CENTRO ODONTOLOGICO JULIANA MACHADO CLINICA ALBERT SABIN CLINICA DE ANESTESIOLOGIA LTDA CLINICA DE ORTODONTIA MURILO AUGUSTO ANACLETO CLINICA QUINTELA E OLIVEIRA LTDA CLINICA SORAYA FREITAS CLINICA VIDEOPROCTOLOGICA LTDA DECIA CANEDO CAMPOS MEDICO DERMATUS ENDOCLINICA SERVICOS MEDICOS SC LTDA GOMES E DIAS LTDA HELIA JULIETA BRANDAO DE BARROS NEUROCLIN AMDI CEFIR CEFIR CLIMAG FABRICIANO CORONEL CLINICA ORTOVASCULARES POLICLÍNICA Rua Argemiro José Ribeiro, 42, sala 401 Centro Avenida Geraldo Inácio, 1034, Loja 1 Melo Viana Rua Dr. Moacir Birro, 411 Centro Av. Governador José Magalhães Pinto, 1132 Giovanini Rua Rubi, 63 Bom Jesus Av. Tancredo A. Neves, 5104 Caladinho de Cima Rua Quintino Alves, 105 Nazaré Rua Dr. Fernando Pinheiro de Avila, 200 St. Terezinha II Avenida Magalhães Pinto, 1238 Giovanini Rua Alberto Scharlet, 135 Centro HOSPITAL GERAL Rua Ipanema, 86 Centro CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO CONSULTÓRIO UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE Rua Argemiro José Ribeiro, 42, sala 1 Centro Rua Felipe Albeny, 122 Centro Rua 12 de Outubro, 31, sala 105 Professores Rua Argemiro José Ribeiro, 42, sala 602 Centro Rua Felipe Albeny, 122 Centro Rua Angélica, 27 Centro Rua Felipe Albeny, 122, sala 10 Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 42 Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 42, sala 2 Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 42, sala 204 Santa Helena Rua Argemiro José Ribeiro, 42 Centro Rua Felipe Albeny, 122 Centro Rua Santo Eloi, 42 Santa Helena Rua Argemiro José Ribeiro, 42,sala 203 Santa Helena Rua Argemiro José Ribeiro, 42, sala 101 Centro Rua Zacarias Roque, 45 Centro Rua Leblon, 179 Coronel Fabricino Avenida Magalhães Pinto, 651,loja B Giovanini Rua Felipe Albeny, 122, sala 202 Centro Rua Felipe Albeny, 122 Centro CLINICA REABILITAR CLÍNICA/CENTRO DE Rua Argemiro José Ribeiro, 42, 993

208 ESPECIALIDADE 8º Andar Santa Helena ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA FISIOCENTER CENTRO DE RECONDICIONAMENTO E FISIOTERAPIA LTDA FISIOLIPE FISIOVACO IOOR LABORATORIO BOM PASTOR LABORATORIO SAO SEBASTIAO POSTO DE COLETA LABORATORIO SIDERURGICA LABORATORIO VILA RICA SANTA CRUZ POSTO D COLETA NUCLEO AVANCADO EM OFTALMOLOGIA OCULAIRE CENTRO OFTALMOLOGICO LTDA ME ODONTO SAUDE CLINICA ODONTOLOGICA LTDA SC POSTO DE COLETA LABORATORIO BOM PASTOR POSTO DE COLETA LABORATORIO BOM PASTOR RADIODONTO SER CLINICAS SINTTROCEL CLIMAG CLIMAG MEDICINA NUCLEAR LABORATORIO LABCEL UNIDADE DO SAUDE BOM JESUS APAE VIDA NOVA CENTRO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL CAPS HIPERBAROX INMAD LABORATORIO FRANCO LABORATORIO SEBASTIAO SAO LABORATORIO VILA RICA CEL FABRICIANO POSTO DE COLETA CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CENTRO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) Rua Maria Matos, 58 Centro Avenida Dr. José Magalhães Pinto, 134 Centro Avenida Geraldo Inácio, 34, loja 1 Melo Viana Avenida Magalhães Pinto, 1403 Melo Viana Rua 12 de outubro, 90 Centro Rua Dr. Fernando P. Dávila, 200 Santa Terezinha Rua Maria Matos, 58, A Centro Avenida Brasil, 25 Santa Cruz Rua Felipe Albeny, 122, sala 07 Centro Rua Armando Fajardo, 65 Centro Rua Marechal Floriano Peixoto, 75 Centro Rua Vereador Célio Valadares, 75, B Caladinho de Cima Avenida Brasil, 103, A Santa Cruz Rua Dom Bosco, 34, loja 2 Centro Rua Doze de Outubro, 84 Centro Rua Boa Vista, 147 Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 42, subsolo Centro Rua Ipanema, 95, 1º Andar Centro Rua Angélica, 35 Centro Rua Rubi, 63 Bom Jesus Rua Pau Brasil, 399 Floresta Rua Vale do Tocantins, 51 Morada do Vale Rua Ipanema, 95, 2º Andar Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 39, A Centro Rua Coronel Silvino Pereira, 208 Centro Rua Maria Matos, 231 Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 12 Centro 994

209 IPATINGA ALTA ALTA ALTA ALTA PREVINIR SRS CORONEL FABRICIANO UROCLINICA PREVENIR SAUDE E SEGURANCA OCUPACIONAL ADELMO DOS SANTOS ADILENE DE FIGUEIREDO SANTOS ADRIANE ASSUNCAO TEIXEIRA AL REVES PSICOLOGIA ALCIAS MARTINS DE ATTAYDE JUNIOR ALEJANDRO JOSE CARNEIRO AGUIRRE ALISSON CORDEIRO DE OLIVEIRA ANA LUIZA RODRIGUES COELHO ANA MARIA ALCANTARA DE PAULA ANA PAULA VELOSO QUEIROZ SILVA ANDREA MAIA MAGALHAES ANDRESSA DE OLIVEIRA SILVA ANNE MARY SILVA OLIVEIRA ANTONIO DA MATA REZENDE ATILA DE ASSIS LAGE BIOCLINICA CARLOS ALBERTO CHALABI CALAZANS CARLOS AUGUSTO DONNARUNNA VEIGA CENTRO CLINICAS CENTRO INTEGRADO DE SAUDE CENTRO INTEGRADO DE SAUDE CENTRO INTEGRADO DE SAUDE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE SECRETARIA DE SAUDE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CERESP IPATINGA POSTO DE SAUDE CHRISTINA DE OLIVEIRA NUNES PINTO CIRURGIAO DENTISTA CLINICA RAIO X CLARAMENTE CLINICA DE SAUDE MENTAL LTDA CLAUDIA SENA AMARAL CLEANTES TEIXEIRA DE SIQUEIRA CLERIA MARTA DOS SANTOS CARVALHO CLIGEO Rua Belo Horizonte,340, loja 3, Aparecida do Norte Rua Platina, 288 Bom Jesus Rua Felipe Albeny, 122 Centro Rua Argemiro José Ribeiro, 12, sala 402 Santa Helena Rua Mariana, 188, sala 3 Centro Avenida João Valentim Pascoal, 159, sala 108 Centro Rua Jequitibá, 568, sala 1 Horto Avenida Castelo Branco, 632, sala 206 Horto Rua Marechal Floriano Peixoto, 269 Areal Avenida Monteiro Lobato, 943 A Cidade Nobre Rua Juiz de Fora, 60, sala 205 Centro Rua Jequitibá, 617, sala 204 Horto Rua Itajubá, 120, sala 211 Centro Avenida 28 de Abril, 580, sala 204 Centro Avenida Japão, 967, sala 2 Cariru Avenida Estados Unidos, 169, sala 2 Cariru Rua Divinópolis, 10, sala 303 Centro Rua Jequitibá, 568, sala 5 Horto Avenida Selim José de Sales, 958, 103 Canaã Avenida Uberlândia, 252, sala 103 Centro Rua Divinópolis, 10, sala 101 Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 201 Centro Rua Mariana, 188 Centro Rua Mariana, 188, sala 1 Centro Rua Mariana, 188 Centro Rua Mariana, 188, sala 101 Centro Rua Jequitibá, 617, sala 107 Horto Avenida Luiza Nascimbene, 388 Vila Celeste Rua Ficos, 147, loja 1 Horto Rua Juiz de Fora, s/n, sala 310 Centro Rua Juiz de Fora, 60, 408 Centro Rua Mariana, 188, sala 102 Centro Avenida Japão, 309 Cariru CLINICA DA MULHER Rua Itajubá, 195 Centro 995

210 CLINICA DE PSICOLOGIA NUCLEO DO SER CLINICA GERAL ODONTOLOGIA CLINICA MEDICA MIR CLINICA ORTODONTICA CLINICA PEDIATRIA PSICOLOGIA CLINICA PSICOLOLGIA REFORCO POSITIVO DE PSICOLOGIA DE PSICOLOGIA MEDICO SANTA PAULA ODONTOLOGICO S IPATINGA LTDA CRISPIM ELIAS NETO MEDICO MEDICOS CRISTIANO BARBALHO VARGAS CRISTINA MARIA DE PAIVA CABRAL DANIELLA ALVES BITAL DE AVILA DANIELLA DUDA GONCALVES DANIELLA RIBEIRO FERRARI DEBORA KATSUMI EDANURA DEBORAH CASSIA ROLARD CABRAL DENIS CESAR EMERICK DEON RODRIGUES ELBA LEITE CHAVES ELIANA TRIFFONI ELIZETE GONCALVES SOARES EMILIO GOMES FERNANDES ENNIO GONCALVES PAULA FABIANO TEIXEIRA MARTINS FABIO EMMANUEL PINTO FRANCO FABRICIO DE FREITAS RAPOSO FERNANDO ANTONIO SILVA BRAZ GIOVANA OLIVEIRA BARBOSA GISELE CARVALHO RODRIGUES VALLE Rua Jequitibá, 568 Horto Rua Juiz de Fora, 60, sala 204 Centro Rua Mariana, 188, sala 1 Centro Rua Jequitibá, 538, sala 101 Horto Rua Jequitibá, 581 Horto Rua Joanésia, 35 Centro Rua Marrocos, 209 Cariru Avenida 28 de Abril, 573, sala 203 Centro Rua Jequitibá, 617, sala 105 Horto Rua Novo Hamburgo, 380 Veneza I Rua Juiz de Fora, 60, sala 305 Centro Rua Jacarandá, 538 Horto Rua Juiz de Fora, 60, sala 407 Centro Rua Belo Horizonte, 189, sala 105 Centro Avenida 28 de Abril, 573, sala 204 Centro Avenida 28 de Abril, 573, sala 306 Centro Avenida Monteiro Lobato, 158, sala 204 C Cidade Nobre Avenida Simon Bolivar, 1070, loja A Cidade Nobre Rua Canadá, 190 Cariru Rua Itajubá, 120, sala 206 Centro Avenida 28 de Abril, 573, sala 505 Centro Rua Diamantina, 44, sala 203 Centro Rua Poços de Caldas, 190, sala 102 Centro Avenida Japão, 967 Cariru Rua Cristovão Colombo, 45, sala 202 Cidade Nobre Rua Jequitibá, 658 Horto Rua Juiz de Fora, 60, sala 409 Centro Rua Aimorés, 134, sala 202 Centro Rua Itajubá, s/n Centro Avenida 28 de Abril, 621, sala 203 Centro Rua Divinópolis, 10, sala 104 Centro Rua Berilo, 120, sala 101 Iguaçu Rua Divinópolis, 10, sala 305 Centro HELCAI E HELDAI Rua Juiz de Fora, 52, sala

211 HERCIMARA APARECIDA DOS S ROCHA HORTODONTO IEDA DE SENA AMARAL ILDEU NUNES PINTO ISRAEL GOMES ROSA FILHO J E C S MEDICOS LTDA JEANE ANDRADE ARAUJO JOAO BATISTA TOMAZ RODRIGUES JOSE ANTONIO CARVALHO PONCIO DE OLIVEIRA JOSE AVIMAR DIAMANTINO JOSE ESTEVAO GROSSI JOSE MAURICIO NOLASCO NASCIMENTO JUERCI DE OLIVEIRA REIS KELLINY V PONTES DORIO LACY FILGUEIRAS DE AMORIM LAURA PEREIRA MACIEL NUNES LEONARDO MARTINS DE MELO LIANE MAYRINK MORAIS TORRES LUCIANA FREITAS DA SILVA LUIZ CLAUDIO CAMPANHA DAS DORES LUIZ EDUARDO CHALAB CALAZANS M CRISTINA DE O DUQUE ALCANTARINO MARCELINO LUIZ DA SILVA ACAR MARCELO FERNANDES PEREIRA MARCELO FRANCA E SILVA MARCOS ANTONIO FERREIRA BATISTA MARIA ALICE CAMPOS GUSMAO MARIA AUGUSTA MONTEIRO PEIXOTO AZEVEDO MARIA BETANIA DE ALMEIDA MARIA DAS GRACAS C NAJAR MARIA DAS GRACAS HAUCK MANSUR MARIA EMILIA FIGUEIREDO MARTINS MARIA MARGARETH MENDES Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 306 Centro Rua Itajubá, 629, sala 102 Horto Rua Diamantina, 44, sala 105 Centro Avenida João Valentim Pascoal, 159, sala 103 Centro Avenida 28 de Abril, 580, sala 205 Centro Rua Jacarandá, 538, sala 05 Horto Avenida Selim José de Sales, 958, sala 102 Canaã Rua Divinópolis, 10, sala 103 Centro Avenida Esperança, 941, sala 101 Esperança Rua Itajubá, 120, sala 109 Centro Rua Itajubá, 75 Centro Rua Divinópolis, 10, sala 103 Centro Rua Aimorés, 134, sala 203 Centro Rua Jequitibá, 568 Horto Rua Jacarandá, 672 Horto Avenida 28 de Abril, 580, sala 203 Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 205 Centro Rua Jequitibá, 568, sala 4 Horto Avenida Japão, 967, sala 2 Cariru Rua Juiz de Fora, 60, sala 310 Centro Rua Divinópolis, 10, sala 201 Centro Rua Divinópolis, 10, sala 301 Centro Rua Divinópolis, 10, sala 205 Centro Avenida JK, 1000 Jardim Panorama Avenida Japão, 967, sala 7 Cariru Rua Juiz de Fora, 60, sala 405 Centro Avenida Carlos Chagas, 282, sala 4 Cidade Nobre Avenida 28 de Abril, 580, sala 102 Centro Rua Divinópolis, 40 Centro Avenida Japão, 229, sala 2 Cariru Rua Marina, 188 Centro Avenida João Valentim Pascoal, 146, sala 12 Centro Rua Jequitibá, 299 Horto MARIA REGINA Avenida Carlos Chagas,

212 MENEGHELLO VALDO E AR Cidade Nobre MARIA ZILDA MACHADO TORRES MARIANE OLIVEIRA COSTA MEDCENTER MEDCENTER MONICA ALVIM CARVALHO NAJLA SALES DE OLIVEIRA NATHAN ANTONIO DA ROCHA NELIANE ALMEIDA TEIXEIRA NIELSEN RIBEIRO NUNES E SABRA ORAL MASTER PAULA TORRES SAITO PAULO AMIM VIEIRA TANURE POLIODONTO POLIODONTO PRAXIS CLINICA E FORMACAO PSI PRO SAUDE RAQUEL HELENA FERREIRA RIBEIRO RADIOGRAFICOS EXAMES RICARDO TADEU AYRES REIS ROGERIA DA SILVA ARAUJO RONALD FERNANDO ANDRADE RIBEIRO RONAN MIRANDA VIEIRA ROSANGELA MARIA ABREU ROSEMARY GEORGETTI DO NASCIMENTO ROVENIA MARIA VIEIRA SENTIDOS NUCLEO DE PSICOLOGIA INTEGRADA LTDA SHIRLEY F P DE MENDONCA SIGRID CAMPOMIZZI CALAZANS SILVANA HOTT FERNANDES FERREIRA SIRLAINE O V SATLER SOFIA MENDES FERNANDES SOUZA SONIA VIEIRA VIDAL LAMAS Rua Diamantina, 44, sala 206 Centro Rua Divinópolis, 10, sala 2 Centro Rua Diamantina, 259, sala 107 Centro Rua Diamantina, 259, sala 108 Centro Avenida 28 de Abril, 53, sala 102 Centro Avenida 28 de Abril, 573, sala 107 Centro Avenida 28 de Abril, 580, sala 101 Centro Avenida Castelo Branco, 239, sala 54 Horto Rua Governador Valadares, 45 Centro Rua Jacarandá, 538 Horto Avenida João Valentim Pascoal, 205, sala 101 Centro Avenida João Valentim Pascoal, 840, sala 103 Centro Rua Jequitibá, 568, sala 28 Horto Rua Jequitibá, 617, sala 205 Horto Rua Jequitibá, 617, sala 201 Horto Avenida Japão, 581 Cariru Rua Divinópolis, 10, sala 1 Centro Avenida 28 de Abril, 684, sala 201 Centro Rua Itajubá, 205 Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 410 Centro Avenida Castelo Branco, 239, sala 24 Horto Avenida das Flores, 884 Bom Jardim Rua Jequitibá, 89 Horto Rua Diamantina, 44, sala 201 Centro Avenida Japão, 467, apto 6 Cariru Avenida Carlos Chagas, 1108 Cidade Nobre Rua Castro Alves, 463 Cidade Nobre Avenida 28 de Abril, 573, sala 205 Centro Rua Divinópolis, 10, sala 202 Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 104 Centro Rua Mariana, 155, sala 203 Centro Rua Jequitibá, 617, sala 101 Horto Avenida Carlos Chagas, 182 Cidade Nobre 998

213 MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA STEPHENSON ARAUJO SUBLIMAR CLINICA SOARES PSICOLOGIA SUZANA LIMA AMORIM TAMMY REGINA PIRES PEREIRA TELMA HELITA NUNES COELHO UNICA CLINICA ODONTOLOGICA UNIDADE DE SAUDE BETHANIA II UNIDADE DE SAUDE BOM JARDIM II UNIDADE DE SAUDE COLETIVA UNIDADE DE SAUDE DO BARRA ALEGRE UNIDADE DE SAUDE DO VALE DO SOL UNIDADE DE SAUDE ESPERANCA II UNIDADE DE SAUDE NOVA ESPERANCA VALERIA DE PINHO BARBOSA VIRGINIA LUCIA SOUTO MAIOR SANABIO WALDIR LOPES JUNIOR WILSOBN MALCARTE RIBEIRO WILTON BATISTA VARGAS UNIDADE DE SAUDE DA FAMILIA DO PLANALTO HOSPITAL MUNICIPAL DE IPATINGA HOSPITAL DE OLHOS VALE DO ACO LTDA A M E OTORRINOLARINGOLOGIA LTDA ABOMG ADRIANA DE MATOS RODRIGUES ALESSANDRA VALERIA MOREIRA CARVALHO ALTDORF ODONTOLOGIA LTDA ARLETE FIGUEIREDO DOS SANTOS ASSOCIACAO DOS APOSENTADOS DE IPATINGA BEM VIVER CENTRO INTEGRADO DE SAUDE LTDA ME CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA UNIDADE DE VIGILANCIA EM SAUDE CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA HOSPITAL GERAL 6345 HOSPITAL/DIA CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE Avenida 28 de Abril, 76 Centro Rua Duarte da Costa, 57 Imbaubas Rua Jacarandá, 672 Horto Avenida Selim José de Sales, 570 B Canaã Avenida 28 de Abril, 684, sala 104 Centro Avenida Minas Gerais, 246, loja 1, Canaã Rua Alberto Giovanini, s/n Bethânia Rua Margarida, 367 Bom Jardim Rua Maria Jorgbe Selim de Sales, 100 Centro Rua Francisco Rodrigues, 240 Barra Alegre Rua Maria Antonieta, 180 Vale do Sol Rua Hortêncio Esperança Rua 1, 371 Nova Esperança Rua Minerais, 600 Iguaçu Rua Jequitibá, 299 Horto Avenida Brasil, 625 Iguaçu Avenida 28 de Abril, 580, sala 201 Centro Rua Jaspe, 285 Iguaçu Rua Cristalina, 15 Veneza Avenida Felipe dos Santos, 123 Cidade Nobre Avenida Zita Soares de Oliveira, 238 Centro Rua Novo Hamburgo, 380 Veneza I Avenida João Valentim Pascoal, 669, sala 301 Centro Rua Diamantina, 44, sala 106 Centro Rua Mariana, 154, sala 104 Centro Avenida Alberto Giovanini, 225 Bethânia Avenida João Valentim Pascoal, 159, sala 106 Centro Rua Floriano Peixoto, 261 Areal Avenida JK, 1505 Jardim Panorama MÉDIA BRENO DIAS DE ASSIS Rua Diamantina, 259, sala

214 MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA CEGED LTDA CENTRAL DE REGULACAO MACRO LESTE IPATINGA CENTRO DE TRATAMENTO DE DEPRESSAO CENTRO MEDICO DE IPATINGA LTDA CENTRO ORTODONTICO HORTO CENTRO RADIOLOGICO CIC CLINICA INTEGRADA CARIRU CIENCIA E VIDA ANALISES CLINICAS CLAREAR ODONTOLOGIA ESPECIALIZADA CLAUDIA ANTUNES AYRES DE SOUZA PENNA CLAUDIA HOTT FERNANDES MORAIS CLINICA AMORIM CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CENTRAL DE REGULACAO DO ACESSO CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE MÉDIA CLINICA BOM PASTOR POLICLÍNICA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA CLINICA CIRURGICA CLINICA DA MAMA CLINICA MEDICINAESTETICA EMAGRECIMENTO CLINICA DE OLHOS CLINICA DE OLHOS ACESITA DE E CLINICA DENTARIA BOM JESUS CLINICA ESPECIALIZADA CLINESP CLINICA ESPERANCA LTDA CLINICA MAIS SAUDE CLINICA MAIS VOCE LTDA CLINICA ODONTOLOGICA HEMERICH CLINICA ODONTOLOGICA SALGADO CHAGAS LTDA CLINICA ODONTOLOGICA VALE DO ACO LTDA CLINICA ODONTOLOGICA VENEZA CLINICA ODONTOLOGICA VIEIRA E LAMAS CLINICA ORTODONTICA IPATINGA LTDA CLINICA OUVIR E FALAR CLINODENTE COMED CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE Centro Avenida Engenheiro Kiyoshi Tsunawaki, 72 Cariru Rua Jacarandá, 585, loja C Horto Rua Jequitibá, 732 Horto Rua Jacarandá, 538 Horto Rua Jequitibá, 180 Horto Rua Juiz de Fora, 60, sala 104 Centro Rua Estados Unidos, 783, sala 1 Cariru Rua Jacarandá, 672, loja D Horto Avenida Japão, 333 Cariru Rua Jequitibá, 568, sala 11 Horto Rua Juiz de Fora, 60, sala 404 Centro Rua Jacarandá, 672 Horto Avenida José Anatolio Barbosa, 1683 Limoeiro Rua Poços de Caldas, 36, loja A Centro Rua Jequitibá, 658 Horto Rua Eucaliptos, 98 Horto Rua Diamantina, 44, sala 102 Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 209 Centro Avenida 28 de Abril, 158, sala A Centro Avenida 28 de Abril, 386, sala 101 Centro Rua Itajubá, 195, sala 301 Centro Avenida JK, 1050, sala A Jardim Panorama Rua Mariana, 120 Centro Rua Galiléia, 270 Canaã Rua Juiz de Fora, 99, sala 106 Centro Rua Genesare, 22, sala 103 Canaã Rua Laguna, 210 Veneza Rua Juiz de Fora, 60, sala 301 Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 102 Centro Rua Minerais, 480 Iguaçu Rua Belo Horizonte, 310, 1º andar Centro Rua Governador Valadares, 45 Centro 1000

215 MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA COMED COMUNICAR PSICOLOGIA PROMOCAO SAUDE DE ODONT CREUZA MARIA SALVATERRA CYNTHIA OLIVEIRA SILVA DANIELLE RABELO MARTINS SCHUCHTER DELAINE OLIVEIRA SILVA ELDA MARA VIEIRA MURATORI ESCOLA ESTADUAL D CAETANA A MENEZES ESCOLA MUNICIPAL HUGO DUARTE COUTINHO ESCOLA MUNICIPAL JOAO AMPARO DAMASCENO ESCOLA MUNICIPAL JOAO REIS DE SOUZA ESCOLA MUNICIPAL LEVINDO MARIANO ESCOLA MUNICIPAL MANOEL IZIDIO ESCOLA MUNICIPAL MARCIO ANDRADE GUERRA ESCOLA MUNICIPAL PREL ESTRELINHA AZUL ESCOLA MUNICIPAL ZELIA DUARTE PASSOS ESTAR BEM CENTRO REABILITACAO LTDA FARMACIA POPULAR DO BRASIL IPATINGA FERNANDO HOOPER FISIAC FISIOCENTER LTDA HILTON ANGELO GONCALVES INSTITUTO DE ODONTOLOGIA DO LESTE DE MINAS JOAO BOSCO DUTRA DE OLIVEIRA JUDSON BORGES ROSA LABOR ODONTO LABORATORIO BOM PASTOR LABORATORIO DE PROTESE SOUZA LIMA LTDA LABORATORIO FERREIRA LABORATORIO LORENA DIRCEU PROTESE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE FARMÁCIA CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) Rua Governador Valadares, 45 Centro Avenida Carlos Chagas, 182, loja 3 Cidade Nobre Rua Palmeiras, 46 Horto Rua Prata, 21, loja D Iguaçu Rua Jequitibá, 568, sala 11 Horto Rua Divinópolis, 10, sala 303 Centro Praça Matsuo Esaki, 110, sala 11 Cariru Rua Juiz de Fora, 51,sala 201 Centro Rua Diamantina, 44, sala 306 Centro Rua Francisco Rodrigues, 150 Barra Alegre Rua Jordão, 146 Canaã Avenida Luiza Nascimbene, s/n Vila Celeste Rua João Vicente dos Santos, 425 Limoeiro Rua Mariano Felix, 570 Bom Jardim Avenida João Valentim Pascoal, 865 Centro Rua Magaratiba, 105 Veneza II Rua Cravina, 76 Bom Jardim Rua Luanda, 175 Bethânia Rua Filipinas, 13 Cariru Avenida João Valentim Pascoal, 103 Centro Rua Jequitiba, 568, sala 8 Horto Avenida Japão, 485 Cariru Rua Divinópolis, 25 Centro Rua Divinópolis, 10, sala 104 Centro Rua Montes Claros, 101, sala 205 Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 102 Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 308 Centro Avenida João Valentim Pascoal, 545, sala 103 Centro Rua Diamantina, 44, sala 2 Centro Rua Jerusalém, 85, loja A Bethânia Rua Jequitibá, 612 Horto Rua Jequitibá, 581, sala 201 Horto MÉDIA LEDA MARINA DE LIMA Avenida Carlos Chagas,

216 ARAUJO Cidade Nobre MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA LEONARDO PEREIRA MORELLI MARCIA DA SILVA PINTO MARCIA GUIMARAES BADARO MARIA AMELIA DE ALVARENGA DRUMMOND MARIA CRISTINA DALBEM MONTI SINAI ULTRASOM CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE NFH CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE NOBRE ORTODONTIA NUCLEO DE OTORRINO DE CLÍNICA/CENTRO DE IPATINGA ESPECIALIDADE NUCLEO INTEGRADO DE DESENVOLVIMENTO LTDA NUCLEO ODONTOLOGICO CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE ODONCLEAN CLINICA ODONTOLOGICA LTDA ODONTO FACIL CLINICA ODONTOLOGICA SC ODONTOCENTER ODONTOVALE OFTALMO CENTER CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE OMNIS CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE ORALCENTER ORTHOFACE OTORRINO CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE PRO DENTE ASSSIT ODONTOLOGICA REJANE MORAES RICARDO DELFINO DOS SANTOS SAUDE VALE DO ACO CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE SER CLINICAS CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE SER CLINICAS CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE SER CLINICAS CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE MOVEL DE SERVICO DE ATENDIMENTO NIVEL PRE MOVEL DE URGENCIA SAMU HOSPITALAR NA AREA 3 USB IPATINGA DE URGENCIA SILVA E MAIA PRESTACAO DE CLÍNICA/CENTRO DE SERVICOS MEDICOS ESPECIALIDADE SIMONE MARIA CHALABI CALAZANS FERREIRA SOMALIS CLINICA DE CLÍNICA/CENTRO DE FISIOTERAPIA LTDA ESPECIALIDADE TOTAL SERVICOS ODONTOLOGICOS LTDA TOTAL SERVICOS ODONTOLOGICOS LTDA Avenida Japão, 967 Cariru Avenida 28 de Abril, 97, sala 104 Centro Rua Jequitibá, 568 Horto Avenida Japão, 967 Cariru Avenida Monteiro Lobato, 41, sala 102 Cidade Nobre Rua Divinópolis, 10, sala 1 Centro Rua Januária, 120 Centro Avenida Carlos Chagas, 626, loja 2 Cidade Nobre Rua Jacarandá, 672, sala 103 Horto Rua Divinópolis, 10, sala 303 e 305 Centro Avenida Castelo Branco, 239 Horto Avenida Itália, 3274, sala 301 Cariru Rua Jordão, 169 Canaã Rua Juiz de Fora, 60, loja 3 Centro Rua Sabará, 9 Centro Rua Itajubá, 175 Centro Rua Caviuna, 206 Horto Avenida das Flores, 754, loja B Bom Jardim Avenida 28 de Abril, 573, sala 106 Centro Rua Divinópolis, 10 Centro Avenida Castelo Branco, 239, sala 105 Horto Rua Juiz de Fora, 60, sala 204 Centro Avenida Monteiro Lobato, 158, sala 109 Cidade Nobre Rua Minerais, 145 Iguaçu Rua Oswaldo Cruz, 200 Cidade Nobre Rua Oswaldo Cruz, 200 Cidade Nobre Rua Palmeiras, 24 Horto Rua Odino Gonçalves, 49 Cidade Nobre Rua Itajubá, 195, 2º andar Centro Rua Cristovão Colombo, 45, sala 202 Cidade Nobre Rua Ametista, 45 Iguaçu Avenida Carlos Chagas, 319, loja 1 Cidade Nobre Avenida Selim José de Sales, 989 Canaã 1002

217 MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA UNDADE DE SAUDE VILA FORMOSA UNIDADE DE SAUDE BOM RETIRO UNIDADE DE SAUDE CIDADE NOBRE UNIDADE DE SAUDE DA VILA CELESTE UNIDADE DE SAUDE DO BETHANIA UNIDADE DE SAUDE DO BOM JARDIM UNIDADE DE SAUDE DO CANAA UNIDADE DE SAUDE DO ESPERANCA UNIDADE DE SAUDE DO IGUACU UNIDADE DE SAUDE DO LIMOEIRO UNIDADE DE SAUDE JARDIM PANORAMA UNIDADE DE SAUDE VILA MILITAR TRIAGEM MEDICINA LABORATORIAL LTDA CLIFOPSI CLINICA MEDICA HOOPER E CAFE LTDA A BOALI LTDA ACIL ANALISES CLIN IPATINGA LTDA ALCANCE ENGENHARIA E MEDICINA DO TRABALHO ALINE MELO DO AMARAL AMERICANO E MEDICOS ASSOCIADOS ANDRESSA TORRES CAMPOLINA MARQUES CAMPOS RIBEIRO MEDICOS LTDA ME CARE CASA DO CUIDADO HUMANO CENTRAL DE REGULACAO SAMU 192 IPATINGA CENTRO AUDITIVO OTOSOM CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) Avenida José Anatolio Barbosa, 120 Vila Formosa Rua Gaspar Lemos, 390 Bom Retiro Avenida Monteiro Lobato, 826 Cidade Nobre Avenida Furquilha, 910 Vila Celeste Avenida José Fabrício Gomes, s/n Bethânia Rua Rosa Branca, s/n Bom Jardim Rua Maná, 205 Canaã Av Orquídea, 100 Esperança José Rosa da Silva, 286 Iguaçu Rua Nozes, 300 Limoeiro Rua Vitória, 85 Jardim Panorama Avenida José Assis Vasconcelos, 652 Bethânia (Vila Militar) Rua Jacarandá, 568 Horto Rua Jequitibá, 568 Horto Rua Jequitibá, 617, sala 201 Horto Rua Jequitibá, 568, loja 8 Horto Rua Itajubá, 185 Centro Rua Turmalina, 55, loja 4 Iguaçu Avenida Monteiro Lobato, 662, loja 3 Cidade Nobre POLICLÍNICA Rua Jacarandá, 120 Horto CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CENTRAL DE REGULACAO MEDICA DAS URGENCIAS CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE Rua Esmeralda, 120, A Iguaçu Rua Vila Lobos, 147 Cidade Nobre Rua Jacarandá, 538, 17 Horto Rua Marília de Dirceu, 327, 1 Bom Retiro Rua Cairo, 188 Bethânia Rua Odino Gonçalves, 49 Cidade Nobre Avenida 28 de Abril, 97, sala 103 Centro 1003

218 CENTRO CLINICO SALUTE CENTRO DE DIAGNOSTICO PROCTOLOGICO LTDA CENTRO DE ORTOPEDIA AVANCADA IPATINGA CENTRO ESPECIALIZADO DE REAB EM TERAPIA OCUPACIONAL E FONOAU CENTRO ESPECIALIZADO EM ORTODONTIA CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CENTRO MEDICO POLICLÍNICA CENTRO MEDICO CARIRU CENTRO ORTOPEDICO DE IPATINGA CENTRO ORTOPEDICO DE IPATINGA CENTRO ORTOPEDICO DE IPATINGA LTDA CENTROCORDIS LTDA CID ULTRASOM CIM CENTRO INTEGRADO DE MEDICINA CIOR CISO CENTRO INTEGRADO DE SAUDE ODONTOLOGIA CLINICA DE FISIOTER UP CLINICA DE FISIOTERAPIA ALIVIO LTDA CLINICA DE FISIOTERAPIA VIDA ATIVA CLINICA DE PSICOLOGIA DEBORA NASCIMENTO CLINICA FISIO LIFE CLINICA MEDIAR CLINICA MEDICA CLINICA MEDICA SAO MIGUEL ARCANJO LTDA CLINICA MEDICA TESSARO CLINICA ODONTOLOGICA CLINICA ODONTOLOGICA AUXILIUM MATER AMABILIS CLINICA OSWALDO CRUZ CLINICA SANTA EDWIRGES LTDA ME CLINICA SANTA ROSA CLINICA SAO VICENTE CLINICA SONOGRAFF CLINICA SONOGRAFF CLINICA VIVER CLINOVA CLINICA DE OLHOS DO VALE DO ACO CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE Rua Palmeira, 24 Horto Rua Novo Hamburgo, 380 Veneza Avenida Itália, 2556 Cariru Avenida Castelo Branco, 778 Horto Rua Juiz de Fora, 60, sala 302 Centro Rua Poços de Caldas, 52, 02 Centro Avenida Itália, 1676 Cariru Rua Fortaleza, 125 Veneza I Rua Visconde de Mauá, 557 Cidade Nobre Avenida Itália, 2556 Cariru Avenida Castelo Branco, 733 Horto Avenida Japão, 739 Cariru Rua Ouro Preto, 267 Centro Avenida Selim José de Sales, 1744 Canaã Avenida Alberto Giovanini, 177, loja 1 Bethânia Rua Euclides da Cunha, 421 Cidade Nobre Rua Aleijadinho, 347 Cidade Nobre Rua John Kennedy, 226 Cidade Nobre Rua Jequitibá, 568 Horto Rua Tembes, 80 Jardim Panorama Avenida Castelo Branco, 807 Horto Rua Juiz de Fora, 60 Centro Rua Divinópolis, 10, sala 204 Centro Rua Jacarandá, 538 Horto Avenida Castelo Branco, 239, 21 Horto Rua Visconde de Mauá, 678 Cidade Nobre Avenida Paladium, 315, Imbaúbas Rua Itajubá, 215 Centro Rua Estados Unidos, 783 Cariru Avenida Japão, 309 Cariru Rua Kiyoshi Tsunawaki, 100 Bairro das Águas Rua Kiyoshi Tsunawaki, 100 Bairro das Águas Avenida Itália, 1848 Cariru Rua Poços de Caldas, 190, sala 101 Centro 1004

219 CLINTEP CLINICA INTEGRADA DE TERAPIA COMED CONSAUDE DE FISIOTERAPIA DE PSICOPEDAGOGIA DE TERAPIA OCUPACIONAL ODONTOLOGICO ODONTOLOGICO ODONTOLOGICO ODONTOLOGICO RMV LTDA ME ODONTOLOGICO SORRISO IDEAL CRST CENTRO REGIONAL DE SAUDE DO TRABALHADORIPATINGA DENTAL CARE ODONTOPEDIATRIA LTDA DERM IMAGEM DERMACLEAN DIEGO DE SOUZA CARVALHO ESPACO SAUDE ESPLORI ODONTOLOGIA SISTEMICA E SAUDE LTDA FISIOTERAPIA E CLINICA EQUILIBRIO FISIOVALE FISIOVALE GASTROCLINICA LTDA ME HARMONIA C FISIOTERAPIA ACUP LTDA HARMONIA CENTRO DE REABILITACAO HOSPITAL DOS OLHOS DOS VALES HUGO GERALDO PERDIGAO E VIEIRA IMPLANTAR CLINICA ODONTOLOGICA INSTITUTO AVANCADO EM ODONTOLOGIA IAO INSTITUTO DE ESTETICA BUCAL ISABEL CRISTINA LEAL LABCLIN LABORATORIO DE ANALISES CLINICAS LABORATORIO ACIL UNIDADE BETHANIA CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA Avenida Selim José de Sales, 1852, sala 103 Bethânia Rua Governador Valadares, 45 Centro Rua Passo Fundo, 550 Caravelas Avenida Monteiro Lobato, 791 Cidade Nobre Rua Jequitibá, 568 Horto Rua Divinópolis, 10, sala 2 Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 208 Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 304 B Centro Rua Tóquio, 200 Bethânia Rua Jequitibá, 89 Horto Rua Ubá, 105 Centro Rua Joaquim Nabuco, s/n Cidade Nobre Avenida Castelo Branco, 239 Horto Avenida João Valentim Pascoal, 205 Centro Rua Argentina, 82 Cariru Rua Diamantina, 259, sala 603 Centro Avenida José Anatolio Barbosa, 1799 Limoeiro Rua Jequitibá, 617, 1º andar, sala 106 Horto Avenida Castelo Branco, 794 Horto Rua Martim Afonso de Souza, 183 Bom Retiro Rua Minerais, 460 Iguaçu Rua Jacarandá, 538 Horto Rua Santos Dumond, 50 Cidade Nobre Rua Miguel Angelo, 190 Cidade Nobre Avenida Itália, 2980 Cariru Avenida Japão, 369 Cariru Avenida 28 de Abril, 580 Centro Rua Juiz de Fora, 60, sala 307 Centro Rua Pouso Alegre, 67, 2 Centro Rua Minerais, 505 Iguaçu Rua Minerais, 610 Iguaçu Rua Seba, 90 Bethânia 1005

220 (SADT ) LABORATORIO ACIL UNIDADE BOM JARDIM LABORATORIO ANALISES CLINICAS CABRAL RUBACK IPATINGA LABORATORIO DE ANALISE CLINICA DE IPATINGA LABORATORIO DE ANATOMIA PATOLOGIA CITOLOGIA E ANALISES CLINC LABORATORIO DE PROTESE LBO LTDA LABORATORIO SAO JOSE LABORATORIO SAO LUCAS LABORATORIO SEBASTIAO SAO LABORATORIO VILA RICA BETHANIA POSTO DE COLETA LABORATORIO VILA RICA CANAA POSTO DE COLETA LABORATORIO VILA RICA CENTRO POSTO DE COLETA LABORATORIO VILA RICA ESPERANCA POSTO DE COLETA LABORATORIO VILA RICA VENEZA POSTO DE COLETA LABORDENS SOLUCOES EM PROTESE DENTAL LTDA ME LIMA RABELO LTDA LOGOS NUCLEO INT R C N B LTDA ME LUCAS HENRIQUE MAIA MAGALHAES MAIA E MALTEZ SERVICOS MEDICOS LTDA MAIS ODONTOLOGIA MARTA GOUVEA DE MIRANDA MARYLUCE MOREIRA DE OLIVEIRA MAURILIO MARTINS SOUZA ANTONIO MIRIANNE RENATA GOMES NEUROCENTER NOBRE PEDIATRIA NOBREDENT ODONTOLOGIA LTDA UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE Rua Rosa Branca, 118 Bom Jardim Rua Dilermano Reis, 345 Ideal Rua Itajubá, 195 Centro Avenida Simon Bolivar, 900 Cidade Nobre Rua Olinda, 682 Caravelas Rua Cairo, 388 A Bethânia Rua Cândido Portinari, 755 Cidade Nobre Avenida Cláudio Moura, 945 Centro Avenida Gerasa, 2371 Bethânia Rua Siquem, 128 Canaã Rua Itajubá, 227 Centro Avenida Esperança, 1011 Esperança Avenida Londrina, 1025 Veneza II Rua Aimorés, 120, 2º andar Centro Rua Jequitibá, 568, sala 3 Horto Rua Rio Amazonas, 456 Ferroviários Rua Mariana, 120, sala 103 Centro Rua Congonhas, 55 Centro Rua Juiz de Fora, 60 Centro Avenida Eng. Kiyoshi Tsunawaki, 50, casa Bairro das Águas Avenida Eng. Kiyoshi Tsunawaki, 50 Bairro das Águas Rua Juiz de Fora, 60, sala 11 Centro Avenida Itália, 1820 Cariru Rua Jacarandá, 120 Horto Oswaldo Cruz, 117 Cidade Nobre Rua Graciliano Ramos, 372 Cidade Nobre 1006

221 NUCLEO AVANCADO EM OFTALMOLOGIA NUCLEO BIO CORPORE LTDA NUCLEO DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA DE IPATINGA NUCLEO DE RADIOGRAFIA ODONTOLOGICA NUCLEO ODONTOLOGICO RADIOLOGIA ODONTO ARTE ODONTOLOGICO ODONTOCEM ODONTOLIDER ODONTOLOGIA AVANCADA ORTOCENTER ORTOCLIN CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE Rua Palmeiras, 834 Horto Rua Eucaliptos, 98 Horto Rua Juiz de Fora, 52, sala 207 Centro Avenida Selim José de Sales, 768, sala 105 Canaã Avenida Castelo Branco 225 Horto Rua Tomé de Souza, 400, loja 4 Bom Retiro Avenida Brasil, 675, loja 3 Iguaçu Rua Juiz de Fora, 60, sala 306 Centro Avenida Carlos Chagas, 340 Cidade Nobre Rua Jequitibá, 593 Horto Rua Divinópolis, 10 sala 104 Centro ORTOPREV POLICLÍNICA Avenida Japão, 369 Cariru POLICLINICA MUNICIPAL POLICLÍNICA POLIODONTO PRO ORL PROCONSULTA RADIOLOGIA RADIOLOGIA MODELO RAPHAEL CORREA DE ALMEIDA REINTEGRAR FISIOTERAPIA REIVAX SERVICOS MEDICOS LTDA RENATO MAGALHAES GASPAR ROZIANI CAROLINO BOSEJA ROCHA ME SAMTFD SERVICO DE AUTORIZACAO MEDICA SAUDE E HARMONIA CLINICA MEDICA SEMF SERVICOS RADIOLOGICOS LTDA SER CLINICAS SER CLINICAS SER CLINICAS SERVICO SOCIAL DA INDUSTRIA SESI SLICE RADIOLOGIA E TOMOGRAFIA ODONTOLOGICA SORRIR CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLOGICAS LTDA CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CENTRAL DE REGULACAO DE SERVICOS DE SAUDE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE Rua Joaquim Nabuco, s/n Cidade Nobre Rua Jequitibá, 617, sala 207 Horto Avenida Kiyoshi Tsunawaki, 50 Cariru Avenida Kiyoshi Tsunawaki, 50 Cariru Avenida 28 de Abril, 573, sala 105 Centro Avenida Selim José de Sales, 768 Canaã Avenida Livramento, 295, Loja 2, Veneza II Rua Jacarandá, 554 Horto Rua Euclides da Cunha, 61 Cidade Nobre Rua Jequitibá, 581, sala 101 Horto Avenida João Valentim Pascoal, 159, sala 205 Centro Rua Euclides da Cunha, 411 Cidade Nobre Rua Pentateuco, 185 Canaã Avenida Monteiro Lobato, 943 Cidade Nobre Avenida Esperança, 297 Esperança Avenida Japão, 485 Cariru Rua Ester, 1295 Canaã Rua Guaruja, 74 Vila Ipanema Rua Jequitibá, 300 Horto Rua Belo Horizonte, 310 Centro 1007

222 SOUZA MOURA SERVICOS MEDICOS LTDA TATO COM TATO THORAX PNEUMOLOGIA E CIRURGIA TORACICA UNIDADE DE SAUDE DO VENEZA II UROVACO VIGILANCIA SANITARIA VILAS BOAS ASSOCIADOS LTDA VITALI UNICLINICA VIVER BEM NUTRICAO E CIA UPA JOSE ISABEL DE NASCIMENTO PSIQUE RADIOFACE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE Rua Divinópolis, 10 Centro Rua Palmeiras, 407 Horto POLICLÍNICA Rua Jacarandá, 641 Horto CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA UNIDADE DE VIGILANCIA EM SAUDE PRONTO ATENDIMENTO ALTA HOSPITAL MARCIO CUNHA HOSPITAL GERAL ALTA HOSPITAL UNIMED IPATINGA HOSPITAL GERAL ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA ALTA BIOCELL MEDICOS ASSOCIADOS LTDA CARVALHO E VEIGA CENTRO UNIVERSITARIO DO LESTE DE MINAS GERAIS CLINICA SAO JUDAS TADEU CLINICA SAO JUDAS TADEU CLIPS CLINICA PSICOSSOCIAL COR CENTRO DE ONCOLOGIA E RADIOISOTOPOS LTDA ECOLAB CLINICA DE IMAGEM LABORATORIO CRUZ LTDA OSWALDO LABORATORIO SAO LUCAS LABORATORIO SAO SEBASTIAO POSTO DE COLETA JARDIM PANORAMA LABORATORIO VILA RICA RADIOLOGIA SAO JUDAS TADEU SERVICOS DE RADIOLOGIA SAO JUDAS TADEU LTDA CCDIP UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE POLICLÍNICA CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CENTRO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CENTRO DE SAUDE/UNIDADE Rua Mangaratiba, 160 Veneza II Rua Governador Valadares, 45 Centro Rua Laguna, 580 Veneza Rua Nilo Pecanha, 139 Imbaúbas Rua Ester, 1662 Bethânia Avenida 28 de Abril, 837 Centro Avenida Gerasa, 160 Canaã Rua Mariana, 154 Centro Rua Ponte Nova, 149, sala 1 Centro Avenida Engenheiro Kiyoshi Tsunawaki, 41 Baírro das Águas Rua Novo Hamburgo, 385 Veneza I Avenida Castelo Branco, 226 Horto Avenida Japão, 739, sala 1 Cariru Rua Bárbara Heliodora, 725, bloco C, Imbaúbas Avenida Minas Gerais, 326, loja A, Canaã Rua Uberlândia, 252 Centro Rua Alfredo Feitosa, s/n Cidade Nobre Avenida José Júlio da Costa, 2805 Ferroviários Avenida Itália, 1820 Cariru Rua Itajubá, 26 Centro Avenida Macapá, 200 Veneza I Avenida JK, 1170 Jardim Panorama Avenida Japão, 259 Cariru Rua Uberlândia, 252 Centro Rua Jacarandá, 672, loja C Horto Avenida Monteiro Lobato, 816 Cidade Nobre 1008

223 BASICA S. PARAÍSO TIMÓTEO ALTA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA CENTRO ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA INDUSTRIAL ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA RESIDENCIAL ESTRATEGIA DE SAUDE DE AGUAS CLARAS PSF IPABA SEST SANTANA DO PARAISO VITTAS ODONTOLOGIA ESPECIALIZADA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE CEO CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLOGICAS LABORATORIO VILA RICA SANTANA DO PARAISO UNIDADE DE ATENCAO PRIMARIA A SAUDE CENTRO UAPS CENTRO SECRETARIA DE SAÚDE CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE SECRETARIA DE SAÚDE CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA POSTO DE SAUDE JOAO XXIII POSTO DE SAÚDE POSTO DE SAUDE PETROPOLIS CENTRO DE CONVIVENCIA LIBERATO DE PAULA E SILVA UNIDADE DE SAUDE ANA RITA UNIDADE DE SAUDE BELA VISTA UNIDADE DE SAUDE PRIMAVERA UNIDADE DE SAUDE QUITANDINHA CEPSI CLIMANE CLINICA ODONTOLOGICA CLINICA DE FONOALDIOLOGIA ALCANCE LTDA CLINICA DO VALE LTDA CLINICA DO VALE LTDA CLINICA GIRASSOL CLINICA ODONTOLOGICA DR ELIANE C BELMIRO Rua Maria Jorgbe Selim de Sales, 100 Centro Avenida Bonfim, 241 Centro Rua Lafaiete Lopes, 762 Industrial Rua Esmeralda, 163 Residencial Paraiso Avenida Girassol, 259 Aguas Claras Praca Angelo Romao Da Silva, 64 Ipaba Avenida Sao Luiz, 515 Parque Caravelas Avenida Carlos Edmundo Landaeta, 839 Cidade Nova Rua Sagrado Coração, 196 Centro Rua Glicerio De Almeida, 299 Industrial Rua Sao Jose, 25 Centro Rua Jose Olimpio Pereira, 41 Centro Rua Carmem Cotta,91 Joao Xxiii POSTO DE SAÚDE Rua Dez, 127 Petropolis CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA Rua 08, 377 Alegre Rua Holanda, 100 Ana Rita Rua Moises Ferreira, 10 Bela Vista Avenida Acesita, 1596 Primavera Avenida Mexico, 42 Quitandinha Rua Padre Zanor, 09 Centro Norte Rua Vinte De Novembro, 278 Centro Norte Avenida Juscelino Kubstchek, 60 Funcionarios Av Cyro Cota Poggiali, 02 Funcionarios Complemento A Rua Teobaldo Gommes Da Pinto, 21 Timirim Avenida Alberto Batista Gallo, 02 Funcionarios Praca 1 De Maio, 75 Centro 1009

224 MÉDIA CLINICA SAO CAMILO S C LTDA CLINICA SAO JOSE FONOAUDIOLOGIA ANDRADE RIBEIRO JOANA DARC RODRIGUES JOAQUIM PACHECO COSTA FILHO LABORATORIO DE PROTESE LABOR IMPLANTE LABORATORIO VALE DO ACO MILTON RAIMUNDO DOS SANTOS NEWTON DE ALMEIDA ODONTOCLINICA ALVORADA PREV ODONTO PRODONTO REINVENTAR LABORATORIO ART ORAL PROTESE DENTARIA LABORATORIO TRIAGEM SERVICO DE VIGILANCIA SANITARIA E EPIDEMIOLOGICA CENTRO DE ESPECIALIDADES PRIMAVERA UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE VIGILANCIA EM SAUDE CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA MÉDIA CENTROCLINIC POLICLINICA MÉDIA MÉDIA CIC CENTRO INTEGRADO CRESCER CLINICA INFANTIL BRANCA DE NEVE LTDA POLICLINICA POLICLINICA MÉDIA CLINICA MEDICA DIAS POLICLINICA MÉDIA CLINICA PSICONSULTORIA S C POLICLINICA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA MÉDIA CIAS CENTRO INTEGRADO ATENCAO A SAUDE CODIN FAM DE ODONTOLOGIA FONOCLIN CLINICA DE FONOAUDIOLOGIA INTEGRADA MARIA DE LOURDES SOUZA MEDINA NUPSI SINGULAR CLINICA EM PSICANALISE RADIOGRAPHY CENTRO DE SAUDE JOAO OTAVIO CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CENTRO DE SAUDE/UNIDADE Av Juscelino Kubtchek, 14 Funcionarios Av Almir De Souza Ameno, 20 Funcionarios Rua 21 De Outubro, 40 Centro Alameda 31 De Outubro, 400 Centro Rua Vinte De Novembro, 278 Centro Norte Rua Padre Zanor, 09 Centro Rua Vinte De Novembro, 121 Centro Norte Av Onze,76 Timirim Av Onze, 76 Timirim Complemento Bloco A Rua Seis De Janeiro, 60 Centro Norte Complemento Sala 320 Av Acesita, 3962 Centro Sul Av Jovino Augusto, 113 Bromelias Avenida Juscelino Kubistscheck, 60 Funcionarios Rua 1 De Novembro, 26 Centro Norte Avenida Antonieta Martins De Carvalho, 81 Timirim Rua Teodoro Gomes Pinto, 18 Timirim Av Acesita, 1596 Primavera Rua Jose Julio Lage, 05 Timirim Complemento A Rua Primeiro De Janeiro, 53 Centro Norte Rua Vinte De Novembro, 40 Centro Rua Cento E Vinte E Oito, 450 Nucleo Industrial Av Jovino Augusto Da Silva, 259 Bromelias Avenida Almir De Souza Amemo, 32 Funcionarios Rua Vinte De Novembro, 278 Centro Norte Rua Maria Aparecida Martins Prado, 18 Vila Dos Tecnicos Rua Primeiro De Janeiro, 53 Centro Norte Avenida Almir De Souza Ameno, 54 Funcionarios Alameda Trinta E Um De Outubro, 400 Centro Rua Sessenta E Oito, 748 Novo Horizonte Rua Seis De Janeiro, 60 Centro Norte Avenida 20, S/N Olaria Ii 1010

225 CENTRO DE SAUDE ROSA BASILIO UNIDADE DE SAUDE ANA MOURA UNIDADE DE SAUDE LIMOEIRO UNIDADE DE SAUDE MACUCO UNIDADE DE SAUDE NOVO TEMPO UNIDADE DE SAUDE RECANTO VERDE CENTRO DE SAUDE RAIMUNDO ALVES DE CARVALHO BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA POLICLINICA CLINICA COSTA E CUNHA POLICLINICA CLINICA INTEGRACAO LTDA POLICLINICA CLINICA MEDICA SAO JUDAS TADEU LTDA CLINICA SANTA CLARA S C LTDA POLICLINICA POLICLINICA ESTACAO BEM ESTAR POLICLINICA Rua Bahia, S/N Cachoeira Do Vale Rua Onze, 90 Ana Moura Rua Jequitiba, S/N Limoeiro Rua Patativa, S/N Macuco Avenida Ana Moura, 2659 Novo Tempo Rua Massaranduba, 231 Recanto Verde Avenida Ana Moura, 550 Timotinho Rua Vinte De Novembro, 278 Centro Complemento Sala 110 Rua 20 De Novembro, 278 Centro Norte Av Antoniela Martins De Carvalho, 76 Timirim Avenida Jk, 60 Funcionarios Complemento Sala 103 Av Almir De Souza Ameno, 54 Funcionarios MEDICIM POLICLINICA Av Jk, 41 Funcionarios PROCORDIS POLICLINICA PROCORDIS POLICLINICA BUCALIS CERTEM CLINICA ESPEC EM REABILITACAO TEMPORO MANDIBULAR CIOR FILIAL TIMOTEO CLINICA DE ENDODONTIA E ESTETICA CLINEST CLINICA JLMR CLINICA MEDICA PAI ETERNO LTDA ME CLINICA MEDICA VITALLES LTDA CLINICA ODONTOLOGICA SEIS DE JANEIRO LTDA CLINICA PASTEUR S C LTDA CLINICA RAMIREZ CLINICA TIMIRIM LTDA COPERIO COR CENTRO DE TRAT DE ORTODONTIA E ODONTOPEDIATRIA ESCUTA CLINICA DE PSICANALISE Rua Joaquim Carlos De Oliveira, 11 Timirim Prefeitura Municipal De Timoteo, S/N Primavera Rua Vinte De Novembro, 228 Centro Alameda Trinta E Um De Outubro, 400 Timoteo Avenida Juscelino Kubitschek, 60 Funcionarios Avenida Amazonas, 106 Alvorada Rua Padre Zanor, 09 Centro Comercial Avenida Antonieta Martins De Carvalho, 76 Timirim Rua Padre Zanor, 09 Centro Comercial Ace Rua Seis De Janeiro, 60 Centro Norte Rua Miguel Maura, 02 Centro Norte Rua Vinte De Novembro, 278 Centro Av Antonieta Martins De Carvalho, 76 Timirim Rua 20 De Novembro, 278 Centro Norte Rua Vinte De Novembro, 278 Centro Av Jk, 60 Funcionarios 1011

226 ALTA ALTA ALTA HOPE ONCOLOGIA LTDA JOSE WASHINGTON DE MIRANDA LUDMILLA CUSTODIA CARDOSO DE RESENDE MARIA NEIDE DA COSTA FARIA ODONTOCLINICA LTDA RADIODIAGNOSTICO MIRANDA SAUDE BUCAL ODONTOLOGICO CENTRO DE REABILITACAO EM FISIOTERAPIA CENTRO ODONTOLOGICO ARI DUARTE FUNCIONAL CLINICA DE FISIOTERAPIA FUNCIONAL FISIOTERAPIA FILIAL 2 APAE DE TIMOTEO CLIMAG CLIMAG CLIMAG CLINICA APICE ECOLAB PRESTACAO DE SERVICOS DE DIAGNOSTICO POR IMAGEM ECOVALE DIAGNOSTICO POR IMAGEM FISIOCLINICA KINESIS CLINICA DE FISIOTERAPIA LTDA LAB FRANCO NUCLEO DE FISIOTERAPIA CENTRO DE SAUDE MENTAL HOSPITAL E MATERNIDADE VITAL BRAZIL CENTRO DE SAUDE CORNELIA ASSIS FERREIRA LABORATORIO RUBACK CABRAL CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) CENTRO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL HOSPITAL GERAL 3407 CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) Rua Vinte De Novembro, 278 Centro Norte Rua 06 De Janeiro, 60 Centro Norte Rua 20 De Novembro, 278 Centro Norte Complemento Sala 309 Rua 20 De Novembro, 278 Centro Norte Complemento Sala 307 Rua 06 De Janeiro, 60 Centro Norte Complemento Salas 05 E 09 Rua Seis De Janeiro, 60 Centro Rua Miguel Maura, 05 Centro R Antonieta Martins De Carvalho, 64 Timirim Av Almir De Souza Ameno, 687 Funcionarios Rua Trinta E Oito, 18 Vila Dos Tecnicos Avenida Monsenhor Rafael, 155 Timirim Avenida Efigenia Pereira Bitencourt, 275 Timirim Rua Jose Julio Lage, S/N Timirim Av Antonieta Martins De Carvalho, 76 Timirim Complemento Bloco A Av Almir De Souza Ameno, 32 Funcionarios Rua Primeiro De Janeiro, 53 Centro Norte Complemento Sala 101 Avenida Monsenhor Rafael, 155 Timirim Av Almir De Souza Ameno, 18 Funcionarios Complemento Sala 01 Rua 28, 6 Timirim Av Almir De Souza Ameno, 369 Funcionarios Alameda 31 De Outubro, 246 Centro Norte Av Almir De Souza Ameno, 333 Funcionarios Avenida Almir De Souza Ameno,543 Funcionarios Rua José Júlio Lage, S/N Timirim Praca 29 De Abril, 198 Centro Sul Praca 1 De Maio, 33 Centro ALTA LABORATORIO DANTAS E UNIDADE DE APOIO Rua Padre Antonio De Araujo, 1012

227 ALTA ALTA ALTA ALTA MOREIRA CENTRO SUL LABORATORIO DANTAS E MOREIRA LIMOEIRO LABORATORIO MOREIRA LTDA LABORATORIO SEBASTIAO DANTAS SAO SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE DE TIMOTEO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ) SECRETARIA DE SAUDE 023 Centro Sul Avenida Pinheiro, 538 Limoeiro Av Almir De Souza Ameno, 701 Funcionarios Av Antonieta Martins De Carvalho, 66 Timirim Praca 29 De Abril, 198 Centro Sul 1013

228 APÊNDICE F Indicadores de Desempenho Metropolitano INDICADOR DE DESEMPENHO METROPOLITANO DATA jan/14 EQUIPAMENTO Hospital Metropolitano Unimed MUNICÍPIO Coronel Fabriciano ENDEREÇO R. Antonio Mascarenhas, s/nº, Santa Terezinha PARÂMETROS PESO CARACTERÍSTICAS DETALHAMENTO PROGRAMA VALOR FLUXOS VALOR ACESSOS VALOR USO VALOR IMAGEM VALOR CONCENTRAÇÃO VALOR 0 MONOFUNCIONAL o equipamento só possui uma função 1 ESPECIALIZADO a função do equipamento é especializada 2 MULTIFUNCIONAL o equipamento possui mais de uma função 1 0 LOCAL o equipamento atende somente a público local 1 REGIONAL o equipamento atende a público regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento também atende a público extra regional 2 0 VIA LOCAL o acesso ao equipamento se dá através de via local 1 VIA COLETORA o acesso ao equipamento se dá através de via coletora 2 VIA ARTERIAL o acesso ao equipamento se dá através de via arterial 1 0 PRIVADO o equipamento é exclusivamente de uso privado 1 MISTO o equipamento é de uso misto 2 PÚBLICO o equipamento é de uso público 0 0 LOCAL o equipamento possui referência de imagem estritamente local 1 REGIONAL o equipamento possui referência de imagem regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento possui referência de imagem extra regional 1 0 o equipamento recebe pouco acesso público diário 1 MÉDIA o equipamento recebe médio acesso público diário* 2 ALTA o equipamento recebe grande acesso público diário

229 ÍNDICADOR DE DESEMPENHO METROPOLITANO DATA jan/14 EQUIPAMENTO Centro Arte e Cultura MUNICÍPIO Coronel Fabriciano ENDEREÇO Av. Geraldo Inácio, Melo Viana PARÂMETROS PESO CARACTERÍSTICAS DETALHAMENTO PROGRAMA VALOR FLUXOS VALOR ACESSOS VALOR USO VALOR IMAGEM VALOR CONCENTRAÇÃO VALOR 0 MONOFUNCIONAL o equipamento só possui uma função 1 ESPECIALIZADO a função do equipamento é especializada 2 MULTIFUNCIONAL o equipamento possui mais de uma função 2 0 LOCAL o equipamento atende somente a público local 1 REGIONAL o equipamento atende a público regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento também atende a público extra regional 1 0 VIA LOCAL o acesso ao equipamento se dá através de via local 1 VIA COLETORA o acesso ao equipamento se dá através de via coletora 2 VIA ARTERIAL o acesso ao equipamento se dá através de via arterial 1 0 PRIVADO o equipamento é exclusivamente de uso privado 1 MISTO o equipamento é de uso misto 2 PÚBLICO o equipamento é de uso público 2 0 LOCAL o equipamento possui referência de imagem estritamente local 1 REGIONAL o equipamento possui referência de imagem regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento possui referência de imagem extra regional 0 0 o equipamento recebe pouco acesso público diário 1 MÉDIA o equipamento recebe médio acesso público diário* 2 ALTA o equipamento recebe grande acesso público diário

230 INDICADOR DE DESEMPENHO METROPOLITANO DATA jan/14 EQUIPAMENTO UPA Unidade de Pronto Atendimento MUNICÍPIO Ipatinga ENDEREÇO Av. Gerasa, nº 600, Canaã PARÂMETROS PESO CARACTERÍSTICAS DETALHAMENTO PROGRAMA VALOR FLUXOS VALOR ACESSOS VALOR USO VALOR IMAGEM VALOR CONCENTRAÇÃO VALOR 0 MONOFUNCIONAL o equipamento só possui uma função 1 ESPECIALIZADO a função do equipamento é especializada 2 MULTIFUNCIONAL o equipamento possui mais de uma função 1 0 LOCAL o equipamento atende somente a público local 1 REGIONAL o equipamento atende a público regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento também atende a público extra regional 1 0 VIA LOCAL o acesso ao equipamento se dá através de via local 1 VIA COLETORA o acesso ao equipamento se dá através de via coletora 2 VIA ARTERIAL o acesso ao equipamento se dá através de via arterial 2 0 PRIVADO o equipamento é exclusivamente de uso privado 1 MISTO o equipamento é de uso misto 2 PÚBLICO o equipamento é de uso público 2 0 LOCAL o equipamento possui referência de imagem estritamente local 1 REGIONAL o equipamento possui referência de imagem regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento possui referência de imagem extra regional 1 0 o equipamento recebe pouco acesso público diário 1 MÉDIA o equipamento recebe médio acesso público diário* 2 ALTA o equipamento recebe grande acesso público diário

231 INDICADOR DE DESEMPENHO METROPOLITANO DATA jan/14 EQUIPAMENTO Policlínica Municipal MUNICÍPIO Ipatinga ENDEREÇO R. Joaquim Nabuco, nº 370, Cidade Nobre PARÂMETROS PESO CARACTERÍSTICAS DETALHAMENTO PROGRAMA VALOR FLUXOS VALOR ACESSOS VALOR USO VALOR IMAGEM VALOR CONCENTRAÇÃO VALOR 0 MONOFUNCIONAL o equipamento só possui uma função 1 ESPECIALIZADO a função do equipamento é especializada 2 MULTIFUNCIONAL o equipamento possui mais de uma função 1 0 LOCAL o equipamento atende somente a público local 1 REGIONAL o equipamento atende a público regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento também atende a público extra regional 1 0 VIA LOCAL o acesso ao equipamento se dá através de via local 1 VIA COLETORA o acesso ao equipamento se dá através de via coletora 2 VIA ARTERIAL o acesso ao equipamento se dá através de via arterial 0 0 PRIVADO o equipamento é exclusivamente de uso privado 1 MISTO o equipamento é de uso misto 2 PÚBLICO o equipamento é de uso público 2 0 LOCAL o equipamento possui referência de imagem estritamente local 1 REGIONAL o equipamento possui referência de imagem regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento possui referência de imagem extra regional 0 0 o equipamento recebe pouco acesso público diário 1 MÉDIA o equipamento recebe médio acesso público diário* 2 ALTA o equipamento recebe grande acesso público diário

232 INDICADOR DE DESEMPENHO METROPOLITANO DATA jan/14 EQUIPAMENTO SEST/SENAT MUNICÍPIO Santana do Paraíso ENDEREÇO Av. São Luis, 515, Parque Caravelas PARÂMETROS PESO CARACTERÍSTICAS DETALHAMENTO 0 MONOFUNCIONAL o equipamento só possui uma função PROGRAMA 1 ESPECIALIZADO a função do equipamento é especializada 2 MULTIFUNCIONAL o equipamento possui mais de uma função VALOR 2 0 LOCAL o equipamento atende somente a público local FLUXOS 1 REGIONAL o equipamento atende a público regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento também atende a público extra regional VALOR 0 VIA LOCAL 1 o acesso ao equipamento se dá através de via local ACESSOS 1 VIA COLETORA o acesso ao equipamento se dá através de via coletora 2 VIA ARTERIAL o acesso ao equipamento se dá através de via arterial VALOR 1 0 PRIVADO o equipamento é exclusivamente de uso privado USO 1 MISTO o equipamento é de uso misto 2 PÚBLICO o equipamento é de uso público VALOR 1 0 LOCAL o equipamento possui referência de imagem estritamente local IMAGEM 1 REGIONAL o equipamento possui referência de imagem regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento possui referência de imagem extra regional VALOR 1 0 o equipamento recebe pouco acesso público diário CONCENTRAÇÃO 1 MÉDIA o equipamento recebe médio acesso público diário* 2 ALTA o equipamento recebe grande acesso público diário VALOR

233 DATA jan/14 EQUIPAMENTO Aeroporto MUNICÍPIO Santana do Paraíso ENDEREÇO INDICADOR DE DESEMPENHO METROPOLITANO PARÂMETROS PESO CARACTERÍSTICAS DETALHAMENTO PROGRAMA VALOR FLUXOS VALOR ACESSOS VALOR USO VALOR IMAGEM VALOR CONCENTRAÇÃO VALOR 0 MONOFUNCIONAL o equipamento só possui uma função 1 ESPECIALIZADO a função do equipamento é especializada 2 MULTIFUNCIONAL o equipamento possui mais de uma função 0 0 LOCAL o equipamento atende somente a público local 1 REGIONAL o equipamento atende a público regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento também atende a público extra regional 2 0 VIA LOCAL o acesso ao equipamento se dá através de via local 1 VIA COLETORA o acesso ao equipamento se dá através de via coletora 2 VIA ARTERIAL o acesso ao equipamento se dá através de via arterial 2 0 PRIVADO o equipamento é exclusivamente de uso privado 1 MISTO o equipamento é de uso misto 2 PÚBLICO o equipamento é de uso público 1 0 LOCAL o equipamento possui referência de imagem estritamente local 1 REGIONAL o equipamento possui referência de imagem regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento possui referência de imagem extra regional 2 0 o equipamento recebe pouco acesso público diário 1 MÉDIA o equipamento recebe médio acesso público diário* 2 ALTA o equipamento recebe grande acesso público diário

234 INDICADOR DE DESEMPENHO METROPOLITANO DATA jan/14 EQUIPAMENTO Hospital Vital Brasil MUNICÍPIO Timóteo ENDEREÇO R. José Júlio Lage, s/nº, Timirim PARÂMETROS PESO CARACTERÍSTICAS DETALHAMENTO 0 MONOFUNCIONAL o equipamento só possui uma função PROGRAMA 1 ESPECIALIZADO a função do equipamento é especializada 2 MULTIFUNCIONAL o equipamento possui mais de uma função VALOR 1 0 LOCAL o equipamento atende somente a público local FLUXOS 1 REGIONAL o equipamento atende a público regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento também atende a público extra regional VALOR 0 VIA LOCAL 1 o acesso ao equipamento se dá através de via local ACESSOS 1 VIA COLETORA o acesso ao equipamento se dá através de via coletora 2 VIA ARTERIAL o acesso ao equipamento se dá através de via arterial VALOR 1 0 PRIVADO o equipamento é exclusivamente de uso privado USO 1 MISTO o equipamento é de uso misto 2 PÚBLICO o equipamento é de uso público VALOR 1 0 LOCAL o equipamento possui referência de imagem estritamente local IMAGEM 1 REGIONAL o equipamento possui referência de imagem regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento possui referência de imagem extra regional VALOR 1 0 o equipamento recebe pouco acesso público diário CONCENTRAÇÃO 1 MÉDIA o equipamento recebe médio acesso público diário* 2 ALTA o equipamento recebe grande acesso público diário VALOR

235 INDICADOR DE DESEMPENHO METROPOLITANO DATA jan/14 EQUIPAMENTO OIKÓS Centro de Educação Ambiental APERAM MUNICÍPIO Timóteo ENDEREÇO Av. Acesita, s/n Primavera PARÂMETROS PESO CARACTERÍSTICAS DETALHAMENTO PROGRAMA VALOR FLUXOS VALOR ACESSOS VALOR USO VALOR IMAGEM VALOR CONCENTRAÇÃO VALOR 0 MONOFUNCIONAL o equipamento só possui uma função 1 ESPECIALIZADO a função do equipamento é especializada 2 MULTIFUNCIONAL o equipamento possui mais de uma função 2 0 LOCAL o equipamento atende somente a público local 1 REGIONAL o equipamento atende a público regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento também atende a público extra regional 1 0 VIA LOCAL o acesso ao equipamento se dá através de via local 1 VIA COLETORA o acesso ao equipamento se dá através de via coletora 2 VIA ARTERIAL o acesso ao equipamento se dá através de via arterial 2 0 PRIVADO o equipamento é exclusivamente de uso privado 1 MISTO o equipamento é de uso misto 2 PÚBLICO o equipamento é de uso público 1 0 LOCAL o equipamento possui referência de imagem estritamente local 1 REGIONAL o equipamento possui referência de imagem regional 2 EXTRA REGIONAL o equipamento possui referência de imagem extra regional 1 0 o equipamento recebe pouco acesso público diário 1 MÉDIA o equipamento recebe médio acesso público diário* 2 ALTA o equipamento recebe grande acesso público diário

236 APÊNDICE G Os Espaços Livres de Uso Público 1022

237 1023

238 1024

239 1025

240 APÊNDICE H Os Equipamentos Comunitários para fins de Ensino 1026

241 1027

242 1028

243 1029

244 1030

245 1031

246 APÊNDICE I Os Equipamentos Comunitários para fins de Saúde 1032

247 APÊNDICE J Os Equipamentos Comunitários para fins de Recreação e Lazer 1033

248 1034

249 1035

250 APÊNDICE K Planilha de Legislação Urbanística de Coronel Fabriciano 1036

251 1037

252 APÊNDICE L Planilha de Legislação Urbanística de Ipatinga 1038

253 1039

254 1040

255 1041

256 APÊNDICE M Planilha de Legislação Urbanística de Santana do Paraíso 1042

257 1043

258 1044

259 APÊNDICE N Planilha de Legislação Urbanística de Timóteo 1045

260 1046

261 1047

262 1048

263 1049

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