António José Cardoso Pires da Silva

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1 (PLANO DE INTERVENÇÃO APRESENTADO PELO DIRECTOR AO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO) Quadriénio 2010/2014 Director António José Cardoso Pires da Silva INTRODUÇÃO O conhecimento do Agrupamento Marquês de Pombal e da comunidade local permitiram, partindo de uma visão estratégica da unidade orgânica, traçar o presente plano de intervenção para o Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal, que tem como essência última impulsionar o seu serviço educativo e formativo, na senda de uma elevada qualidade do trabalho desenvolvido. O projecto está estruturado em duas secções, distinguindo o domínio organizacional do domínio funcional, por se considerar que as lideranças devem determinar os critérios e os métodos de gestão. Também, e dentro de cada domínio, hierarquizaram-se os problemas, propondo-se as acções necessárias à sua resolução, a monitorização dos processos e a avaliação dos resultados. Deste modo, no domínio organizacional, Secção I, é explicitado o modelo administrativo considerado adequado a uma organização que se pretende alicerçada num sistema de gestão da qualidade. Assim, resultando este Agrupamento da reestruturação dos Agrupamentos de Escolas Marquês de Pombal e Conde de Castelo Melhor e após um ano de actividade, há urgência na implementação de planos de melhoria e de um sistema de auto-regulação. Estes são peças fundamentais para a consecução de um trabalho de formação e educação de jovens de acordo com um espírito de melhoria contínua e de sustentabilidade do sistema. Por outro lado, o reconhecimento dos pontos fortes e das fragilidades desta unidade orgânica, também, no que concerne à sua vivência diária, impuseram a definição de uma outra secção - domínio funcional - onde são identificados e apresentados, escalonadamente, os problemas quotidianos do Agrupamento e as acções conducentes à sua resolução. Neste domínio, assume especial relevância a liderança afirmativa e motivadora, plasmada nos objectivos e nas actividades propostas, em que as responsabilidades e a autoridade, por vezes necessariamente partilhadas, dão espaço ao envolvimento dos diferentes actores educativos. O reforço da autoridade, o acompanhamento e apoio constantes a alunos, a professores e a pais e encarregados de educação, o estabelecimento de processos de comunicação apropriados e efica-

2 zes, a formação dos recursos humanos em contexto de trabalho, a beneficiação e manutenção das infraestruturas, a melhoria das condições de trabalho e a atenção e resposta permanentes às necessidades diárias vão permitir que os recursos humanos do Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal se foquem no essencial do trabalho educativo e formativo, sendo este o espírito da segunda secção. 2 / 14 De seguida, indica-se, em pormenor, a intervenção nos domínios referidos. SECÇÃO I DOMÍNIO ORGANIZACIONAL O modelo de gestão constante do presente projecto prevê um conjunto de fases, interligadas e cíclicas, principiadas com a identificação do problema, e que se definem do seguinte modo: - determinação da área de intervenção; - planeamento; - execução; - monitorização e medição; - avaliação; - novo planeamento. Para a aplicação do modelo, são condições necessárias a execução de planos de melhoria e uma avaliação interna consequente. Estas condições constituem, no Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal, áreas de intervenção prioritária, sendo que, a partir delas, se parte para a resolução dos problemas funcionais, identificados na secção II, ou que venham ainda a ser diagnosticados fruto da evolução da política educativa e das características dos futuros estudantes do Agrupamento. Apresentam-se, em seguida, as propostas de intervenção no âmbito dos planos de melhoria e da avaliação interna.

3 3 / 14 Áreas de melhoria/objectivos Responsáveis Formalização dos Planos de Melhoria 1. Implementar Planos de Melhoria por todas as estruturas com assento em Conselho Pedagógico; 2. Organizar o plano de actividades das referidas estruturas de acordo com as acções propostas nos respectivos planos de melhoria. Director e representantes das estruturas em conselho pedagógico. Actividades 1. Definição da estrutura do plano anual de melhoria; 2. Elaboração do plano de melhoria; 3. da implementação do plano de melhoria; 4. Elaboração do plano de actividades da estrutura; 5. Avaliação do plano de melhoria anualmente, até 15 de Julho; 2. e 3. até 15 de Setembro de cada ano; 4. anualmente, até final de Outubro; 5. - no final de cada ano lectivo. O Conselho Pedagógico terá o seu plano de melhoria. Os planos de melhoria das estruturas com assento em Conselho Pedagógico terão como linhas orientadoras aquelas que forem definidas no plano de melhoria do Conselho Pedagógico e, ainda, os pontos fortes e fracos identificados na avaliação interna.

4 4 / 14 Áreas de melhoria/objectivos Responsáveis Padronização da avaliação interna 1. Formalizar os procedimentos da avaliação interna; 2. Planear as acções de intervenção de acordo com as conclusões da avaliação interna. Director, elemento da direcção e docente. Actividades 1. Definição das áreas de avaliação interna; 2. Definição de padrões de qualidade; 3. Uniformização do referencial do levantamento de dados; 4. Levantamento de dados; 5. Tratamento/análise dos dados; 6. Atribuição de um nível à área analisada; 7. Identificação de pontos fortes e fracos; 8. Divulgação dos resultados até final de Setembro, de cada ano; 2. e 3. até Dezembro de 2010; 4. e 5. anualmente; 6. a 8. até final de cada ano lectivo. Para a adequada realização das actividades propostas serão uniformizados os procedimentos relativos ao levantamento, à medição e ao tratamento dos dados. No início de cada ano lectivo, serão eleitas uma ou mais áreas fortes para a avaliação interna. Estas áreas serão aprovadas em Conselho Pedagógico. No primeiro ano, será proposta, pelo director, a avaliação interna em duas áreas: RESULTADOS ESCOLARES e INDISCIPLINA. Os planos de melhoria serão elaborados tendo em atenção os resultados da avaliação interna. Na implementação do sistema de avaliação poderá ser pedida a colaboração de mais elementos da comunidade educativa como encarregados de educação, SPO e outros.

5 5 / 14 SECÇÃO II DOMÍNIO FUNCIONAL O Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal resultou da reestruturação dos Agrupamentos de Escolas Marquês de Pombal e Conde de Castelo Melhor. Esta reorganização criou, em termos físicos e de gestão do pessoal, dificuldades muito específicas que é importante identificar, planeando a sua resolução. Aqui, assume especial importância uma liderança forte, a redefinição de papéis dos vários intervenientes e estruturas - com a responsabilização daqueles que têm funções de gestão ou coordenação -, a explicitação clara de procedimentos de actuação e de acompanhamento, a articulação interciclos, a melhoria das condições de trabalho, a adequada avaliação do desempenho e a utilização eficiente das tecnologias. Neste âmbito, ao longo do quadriénio 2010/2014, a acção será vinculada aos seguintes aspectos fundamentais: - INOVAÇÃO, através da generalização de um conjunto de meios a disponibilizar a professores, pessoal não docente, pessoal administrativo e alunos, que favoreçam o seu trabalho e se adeqúem constantemente às necessidades do Agrupamento e às exigências da tutela; - QUALIDADE, primando por um ensino moderno, atractivo e motivador, apoiado em meios e procedimentos também eles dinâmicos e que se traduzem em práticas pedagógica, científica e didacticamente actuais e de alta qualidade; - A EXIGÊNCIA, quer em termos de gestão organizacional e funcional, quer dos próprios resultados, por ser uma característica impulsionadora de formas de actuação, de modos de estar e de encarar, tanto a escola, como a vida em sociedade, mais consonantes com a formação de cidadãos livres, responsáveis, autónomos e solidários, que é, em última análise, o papel da Escola. Na consecução dos pressupostos anteriores, considera-se que um Plano de Actividades vinculado ao desenvolvimento de competências facilitadoras da integração dos alunos numa sociedade moderna e competitiva tem, também de ser um dos objectivos da acção das estruturas do Agrupamento. Deste modo, as actividades do Agrupamento, os projectos em que participará, as iniciativas que dinamizará terão como pressuposto The Big Six As competências para oi século XXI, sendo este o mote do Plano de Actividades, articulado que estará com o presente Projecto Educativo. Também, haverá lugar à definição das temáticas emergentes a trabalhar com os alunos, constando estas, igualmente, do Plano de Actividades.

6 6 / 14 Tendo presente os anteriores pressupostos, explicitam-se hierarquicamente, nos quadros seguintes, os problemas com que o Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal se debate actualmente e que exigem uma acção dinâmica e interventiva de toda a comunidade. Ambiente de aprendizagem e comportamento dos alunos Objectivos 1. Diminuir as situações de indisciplina no Agrupamento; 2. Acompanhar os alunos com registo de situações de indisciplina; 3. Acompanhar as turmas com registo de situações de indisciplina. Director e subdirector, Associação de Pais e Encarregados de Educação e SPO. 1. Criação do coordenador dos processos disciplinares; 2. Criação de uma comissão de acompanhamento da indisciplina, que actue desde o pré-escolar ao 3.º ciclo; 3. Diminuição da burocracia e melhoria dos processos de comunicação, no que respeita às questões disciplinares; 4. Formação do pessoal docente e não docente; 5. Acompanhamento dos alunos a quem for aplicada a medida disciplinar de ordem de saída da sala de aula; 6. Assessoria nas aulas das turmas onde tenham sido identificados comportamentos desadequados ou perturbadores; 7. Melhoria da comunicação entre a escola e as entidades externas com competência na resolução dos problemas disciplinares; 8. Envolvimento da Associação de Pais e Encarregados de Educação no trabalho desenvolvido pela comissão de acompanhamento da indisciplina. 1. e 2. - até 10 de Setembro de 2010; 3. até final de Setembro de 2010; 4. a 8. no quadriénio 2010/2014. O coordenador dos processos disciplinares será coadjuvado por outros docentes. A comissão de acompanhamento da indisciplina será constituída pelo subdirector, coordenador de directores de turma e coordenadores dos conselhos de docentes do 1.º ciclo e ensino pré-escolar. A esta equipa compete, entre outras funções a definir em regimento interno, analisar todas as participações disciplinares e propor a abertura de procedimento disciplinar ou processo de averiguações, mediante a classificação do comportamento relatado.

7 7 / 14 Reduzido envolvimento dos alunos na resolução dos 7problemas do Agrupamento Objectivos 1. Reforçar o papel do delegado e do subdelegado de turma no desempenho das suas funções e na relação com a comunidade educativa; 2. Criar a Associação de Estudantes do Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal. Director, delegados e subdelegados de turma. 1. Criação de mecanismos informáticos de comunicação entre os delegados de turma e o director; 2. Definição, em Regulamento Interno, dos deveres funcionais dos delegados e subdelegados de turma; 3. Discussão dos deveres funcionais dos delegados e subdelegados das turmas, antes da sua eleição, em contexto das aulas de Formação Cívica; 4. Estabelecimento de parcerias entre a direcção, a Associação de Pais e Encarregados de Educação e os alunos, a fim de se criar, formalmente, a Associação de Estudantes do Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal; 5. Envolver alunos de todos os ciclos do Agrupamento nas actividades da Associação de Estudantes, de acordo com as respectivas faixas etárias até 15 de Setembro de 2010; 2. até à elaboração do Regulamento Interno; 3. anualmente, até à eleição dos delegados e subdelegados de turma; 4. até final de Setembro de 2010; 5. no quadriénio 2010/2014.

8 8 / 14 Objectivos Dimensão do Agrupamento e dispersão geográfica das escolas dificuldades na articulação interciclos 1. Reforçar a coesão do Agrupamento; 2. Dar continuidade às aprendizagens; 3. Promover a identificação dos alunos do pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º ciclos com o Agrupamento Marquês de Pombal; 4. Potenciar o trabalho desenvolvido pelas bibliotecas escolares nos vários ciclos. Director, subdirector, adjuntos da direcção e coordenadores de departamento e dos conselhos de docentes e professores bibliotecários. 1. Promoção de actividades dirigidas a todos os ciclos, do pré-escolar ao 3.º ciclo; 2. Promoção do trabalho cooperativo entre os professores dos vários ciclos, particularmente entre educadores e professores do 1.º ano, professores do 4.º e do 5.º ano e, ainda, professores dos 6.º e 7.º anos; 3. Participação de dois adjuntos da direcção em reuniões de trabalho com a equipa de professores bibliotecários; 4. Criação de um espaço, no âmbito das tecnologias de informação, para partilha dos documentos da responsabilidade dos professores bibliotecários; 5. Divulgação do trabalho realizado pelos alunos, nomeadamente através das bibliotecas escolares e do portal do Agrupamento; 6. Promoção da visita dos alunos à escola sede e a outras escolas do Agrupamento; 7. Divulgação do hino e da bandeira do Agrupamento a todos os alunos; 1. a 3. e 5. a 7. ao longo do quadriénio 2010/2014; 4. até 15 de Setembro de Ao espaço referido em 4. terão acesso a direcção, os professores bibliotecários e a coordenadora interconcelhia das bibliotecas escolares.

9 9 / 14 Objectivos Dificuldades de articulação entre actividades curriculares e extra-curriculares 1. Reforçar o apoio às actividades com maior participação dos alunos; 2. Reforçar o apoio às actividades que permitam a projecção do nome do Agrupamento; 3. Promover novas actividades extra-curriculares; 4. Valorizar a multiculturalidade; 5. Envolver o Agrupamento na organização das actividades de enriquecimento curricular; 6. Promover estilos de vida saudáveis. Director, Coordenador do Desporto Escolar, Coordenador do PES, Coordenadores de Estabelecimento, Associação de Pais e Encarregados de Educação, COJ e Equipa de Professores Bibliotecários. 1. Participação do director nas reuniões do Desporto Escolar; 2. Participação de um adjunto do director na organização e definição das actividades de enriquecimento curricular, bem como no estabelecimento dos horários; 3. Organização das actividades do Agrupamento tendo em conta o tema do PAA e os seus projectos aglutinadores; 4. Maior divulgação do Projecto Educação Para a Saúde (PES): portal do Agrupamento, gabinete PES e outros; 5. Levantamento, junto dos alunos, do interesse em novas actividades; 6. Melhoria das condições físicas do Centro de Ocupação de Jovens (COJ); 7. Envolvimento do COJ em actividades do PAA e dos seus projectos aglutinadores; 8. Envolvimento da Associação de Pais e Encarregados de Educação e da Associação de Estudantes em actividades do PAA e dos seus projectos aglutinadores; 9. Gestão do crédito horário e do trabalho de estabelecimento, conferindo mais horas ao desenvolvimento das actividades com maior número de participantes ou que projectem o nome da escola; 10. Dotação da biblioteca com os recursos necessários à continuação e reforço do trabalho de apoio ao estudo, de articulação com as áreas disciplinares e, ainda, de desenvolvimento do seu plano de actividades, em articulação com os departamentos curriculares. 1. a 3. e 7. a 10. no quadriénio 2010/2014; 4. até final de Setembro de 2010; 5. até final de Junho de cada ano lectivo; 6. até final de Junho de 2011.

10 10 / 14 Dificuldades no acompanhamento dos alunos em risco de abandono escolar e/ou com fraca de assiduidade Objectivos 1. Melhorar os resultados escolares e/ou a assiduidade dos alunos em risco; 2. Reforçar a articulação escola-família; 3. Melhorar a eficiência da comunicação escola-cpcj. Director, subdirector, interlocutor para o abandono, CPCJ, SPO, Escola-Segura e Associação de Pais e Encarregados de Educação. 1. Participação do subdirector na articulação escola-família e escola-cpcj; 2. Participação da Associação de Pais e Encarregados de Educação na articulação escola-família; 3. Designação de professor tutor para acompanhamento dos alunos em risco, num trabalho articulado com os SPO e a Associação de Pais e Encarregados de Educação; 4. Definição objectiva das situações a reportar à CPCJ, ou a outras entidades, e das informações a recolher e transmitir; 5. Adequação da oferta formativa às necessidades e interesses dos alunos; 6. Criação de um espaço, na intranet do Agrupamento, para comunicação com o professor interlocutor, assegurando-se a reserva de sigilo. 1. e 2. no quadriénio 2010/2014; 3. até 15 de Setembro de cada ano; 4. até final de Outubro de 2010; 5. até 15 de Setembro de A definição das situações, mencionada em 4., implica uma tipificação das mesmas. Esta definição e o tipo de informação a recolher serão definidos em reunião entre o subdirector, o professor interlocutor e a CPCJ.

11 Dimensão do Agrupamento dificuldades no funcionamento das estruturas de orientação educativa Objectivos 1. Melhorar os resultados escolares dos alunos; 2. Reduzir o insucesso e o abandono escolar; 3. Reforçar a identidade do Agrupamento; 4. Melhorar a supervisão pedagógica; 5. Desenvolver o trabalho cooperativo; 6. Generalizar o uso de ferramentas informáticas de registo e comunicação, padronizadas,; 7. Promover o trabalho articulado com as bibliotecas escolares. 11 / 14 Director, subdirector, adjuntos da direcção, coordenadores de departamento e de conselho de docentes, representantes de grupo disciplinar, coordenadores do PNL e do PMat, coordenador das bibliotecas escolares. Restante comunidade 1. Reforço do papel do coordenador de departamento e do conselho de docentes, através do trabalho cooperativo com os rep. de disciplina; 2. Reforço do papel do representante de disciplina através do apoio a prestar aos elementos do grupo; 3. Apoio ao trabalho desenvolvido pelos grupos curric., na preparação dos alunos para as provas de aferição e exames nacionais; 4. Apoio de elementos da direcção na organização e na dinâmica dos conselhos de docentes e conselho de directores de turma; 5. Envolvimento do Agrupamento em projectos de âmbito nacional que estimulem o trabalho cooperativo; 6. Realce do impacto das aprendizagens através da divulgação, entre alunos, pais e encarregados de educação, dos resultados gerais do Agrupamento nos exames nacionais e provas de aferição e, ainda, da valorização do sucesso individual dando relevância ao quadro de mérito; 7. Envolvimento dos coordenadores de departamento e de conselho de docentes em actividades promotoras da sequencialidade interciclos, nomeadamente através do projecto curricular do Agrupamento, plano anual de actividades e projectos curriculares de turma; 8. Realização de provas de aferição interna; 9. Apoio aos alunos com necessidades educativas, designadamente, envidando esforços no estabelecimento de parcerias do Agrupamento com a Cercipom, o NDAP e outras entidades, a fim dar uma resposta mais adequada à integração e à formação destes estudantes; 10. Envolvimento da biblioteca nas actividades de índole curricular; 11. Apoio ao Plano de Acção da Matemática e ao Plano Nacional de Leitura, através da distribuição de serviço e, ainda, das horas do crédito horário e de trabalho de estabelecimento; 12. Apoio aos alunos com dificuldades de aprendizagem ou baixo rendimento escolar, através da distribuição de serviço e, ainda, das horas do crédito horário e de trabalho de estabelecimento. No quadriénio 2010/2014.

12 12 / 14 Serviços administrativos em processo de reestruturação Objectivos 1. Melhorar a eficiência e a imagem dos serviços administrativos. Adjunto do director, chefe dos serviços administrativos e demais pessoal administrativo. Restante comunidade 1. Realização de reuniões regulares entre um adjunto do director, o chefe dos serviços, o tesoureiro e o responsável pelo SASE; 2. Reformulação do espaço físico dos serviços administrativos; 3. Estabelecimento de PIT s para cada funcionário administrativo; 4. Estabelecimento de prazos para cumprimento do serviço; 5. Elaboração e implementação de um plano de melhoria; 6. Implementação de um sistema de comunicação mais eficaz, com recurso às TIC, entre direcção e serviços administrativos; 7. Feedback regular do desempenho do funcionário. 1. e 7. - mensalmente; 2. e 6. até Dezembro de 2010; 3. anualmente, até final de Janeiro; 4. no quadriénio 2010/2014; 5. anualmente, até 15 de Julho; 6. mensalmente. As reuniões mencionadas em 1. podem ser alargadas a outros elementos, sempre que tal se justifique. Serviços dos assistentes operacionais em processo de reestruturação Objectivos 1. Melhorar a eficiência dos serviços da escola. Adjunto do director, chefe dos assistentes operacionais e demais assistentes. Restante comunidade 1. Realização de reuniões regulares entre um adjunto do director e o chefe dos assistentes operacionais; 2. Melhoria da comunicação entre os serviços e a comunidade educativa; 3. Estabelecimento de prazos para o cumprimento do serviço; 4. Estabelecimento de PIT s para cada assistente operacional; 5. Feedback regular do desempenho do funcionário. 1. e 5 mensalmente; 2. e 3. no quadriénio 2010/2014; 4. anualmente, até final de Janeiro. As reuniões mencionadas em 1. podem ser alargadas a outros elementos, sempre que tal se justifique.

13 13 / 14 Planos de emergência não uniformizados Objectivos 1. Reforçar a segurança nas escolas do Agrupamento; 2. Incutir uma cultura de segurança na comunidade educativa. Assessor da direcção, coordenadores de estabelecimento, chefe dos assistentes operacionais e coordenador de segurança do município. 1. Trabalho articulado entre os intervenientes, com a realização de encontros formais; 2. Estabelecimento de planos de emergência para todas as escolas do Agrupamento; 3. Realização de acções de sensibilização para toda a comunidade educativa; 4. Realização de simulacros em todas as escolas do Agrupamento; 5. Elaboração de relatórios dos simulacros realizados com apresentação das melhorias a implementar; 6. Divulgação das normas de segurança e dos meios à disposição anualmente, até 30 de Setembro, e sempre que se justifique; 2. e 6. até Junho de 2011; 3. anualmente; 4. e 5. duas vezes em cada ano. Dificuldades na implementação das medidas do plano tecnológico Objectivos 1. Utilizar com eficiência as ferramentas informáticas; 2. Agilizar os procedimentos através do uso dos meios informáticos; 3. Melhorar a comunicação entre os elementos da comunidade educativa; 4. Diminuir os constrangimentos resultantes da dispersão geográfica das escolas do Agrupamento. Director, Equipa PTE e Cenformaz Restante comunidades 1. Realização de reuniões regulares do director com a equipa PTE 2. Formação do pessoal docente e não docente, em contexto de trabalho; 3. Dotação das salas de aula e serviços com a tecnologia necessária; 4. Manutenção dos equipamentos informáticos; 5. Criação de ferramentas informáticas facilitadoras do trabalho docente e não docente. 1. mensalmente; 2. duas vezes por ano; 3. a 5. no quadriénio 2010/2014. A ênfase nas TIC tem como intenção facilitar o trabalho dos docentes e reduzir a duração das reuniões, para que estes disponham de tempo para a preparação das actividades lectivas.

14 14 / 14 Espaços físicos e materiais das escolas do Agrupamento, nem sempre adequados Objectivos 1. Melhorar os espaços físicos e os materiais das escolas. Direcção, Autarquia, Juntas de Freguesia e Associação de Pais e Encarregados de Educação. 1. Estabelecimento de parcerias que permitam a melhoria das condições das escolas; 2. Envolvimento da comunidade local na recuperação dos espaços; 3. Desenvolvimento de actividades, pelos alunos e com o apoio de docentes, para a melhoria dos espaços físicos; 4. Envolvimento de áreas disciplinares na decoração dos diferentes espaços das escolas; No quadriénio 2010/2014. CONCLUSÃO O presente Projecto educativo, elaborado de acordo com o Plano de Intervenção apresentado pelo Director ao Conselho Geral Transitório, espelha as acções que se consideram adequadas para o Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal, numa visão de gestão de qualidade, de acordo com as recentes ideias nesta área. Os problemas diagnosticados, a sua hierarquização e as soluções propostas têm em conta os pontos fortes e as fragilidades da unidade orgânica. Um corpo docente de qualidade e motivado, uma liderança forte, uma Associação de Pais e Encarregados de Educação interventiva, escolas requalificadas, bibliotecas intervencionadas e integradas na Rede de Bibliotecas Escolares, uma avaliação externa pertinaz, o desenvolvimento de projectos de índole nacional e uma cultura, já alicerçada na qualidade e no rigor, constituem valências consideradas e rentabilizadas neste Projecto; todavia, terão de ser preocupações das estruturas do Agrupamento a dispersão geográfica das escolas que o constituem, o isolamento de alguns estabelecimentos de ensino, a carência de assistentes operacionais, os alunos provenientes de diferentes grupos sociais e culturais e, ainda, a sobrelotação da escola sede, por constituírem especificidades que exigem uma actuação estruturada mas consciente da impossibilidade de vencer em pleno alguns dos constrangimentos. Neste sentido, o Projecto Educativo tem em conta as potencialidades, os meios à disposição, as acções necessárias, a eficácia das medidas, os resultados esperados e um sistema de auto-regulação, para fazer face a aspectos que contribuirão para uma melhoria contínua, um alto nível de desenvolvimento organizacional do Agrupamento e ao seu reconhecimento pela comunidade local. O sucesso deste Projecto, que se crê elevado, pelo realismo e exigência que apresenta, conduzirá ao aperfeiçoamento da qualidade do serviço educativo prestado e, em resultado, à promoção de uma cada vez melhor formação e educação dos alunos do Agrupamento. Pombal, 1 de Setembro de 2010

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