Turismo como instrumento de desenvolvimento local das favelas do complexo do alemão

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1 Turismo como instrumento de desenvolvimento local das favelas do complexo do alemão Alexandre Fernandez RESUMO O artigo refere-se à experiência e impressões adquiridas através da implantação das primeiras etapas da atividade turística nas favelas do Complexo do Alemão. O objetivo é apresentar os impactos da atividade turística, de ordem social, cultural, econômica e ambiental poderão gerar não somente o crescimento econômico dos agentes envolvidos com a atividade turística, mas auxiliar no desenvolvimento (IDH) dos moradores das favelas envolvidas. Para a realização do artigo foi utilizada a observação dos turistas na localidade, bem como dos atores sociais envolvidos, aplicação de questionários para a população das favelas do Complexo do Alemão, moradores da cidade do Rio de Janeiro e entrevistas aos empresários que participam da operação das atividades turísticas. PALAVRAS-CHAVE: Turismo. Favelas. Desenvolvimento local. Inclusão Social. INTRODUÇÃO A atividade turística é um dos segmentos da economia que mais cresce no país e no mundo, oferecendo oportunidades de trabalho para pessoas dos mais variados perfis. Através de pesquisas realizadas pelo World Travel & Tourism Council - WTTC em 2011, o turismo gerou cerca de cem milhões de empregos, equivalente a dezoito trilhões de dólares do PIB internacional. Após um período pós-crise mundial o turismo atualmente representa uma atividade de grande importância para auxiliar no desenvolvimento sustentável no Brasil e no mundo. Dados estatísticos, também apresentados pelo WTTC, relativos a cento e oitenta e um países, afirmam que no ano de 2021, um em cada dez empregados estará desempenhando alguma atividade relacionada diretamente a atividade turística. Considerando os níveis de crescimento global acredita-se que o turismo internacional alcançará um bilhão e seiscentos milhões de viajantes até 2020, fazendo do turismo uma das mais importantes atividades econômicas do mundo. No Brasil, de acordo com estudos realizados pelo Ministério do Turismo, as perspectivas da Indústria do Turismo são surpreendentes: 88

2 Tabela 1: Perspectivas da Indústria do Turismo Fonte: Política Nacional de Turismo do Governo Brasileiro (2010) TURISMO, INCLUSÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL Para Amartya Sen (2000) o desenvolvimento necessita mais que crescimento econômico. Ele defende que o desenvolvimento requer que se removam as principais fontes de privação de liberdade: pobreza e tirania, carência de oportunidades econômicas e destituição social sistemática, negligência dos serviços públicos. O desenvolvimento do turismo no Complexo do Alemão irá auxiliar na redução das dificuldades sociais, ambientais, políticas e econômicas enfrentadas, hoje, pelos indivíduos e contribuindo para o desenvolvimento local. Quando se pensa em turismo as pessoas normalmente relacionam esta atividade com as áreas correlatas, tais como, agências de viagens, transporte, gastronomia e meios de hospedagem. Porém muitos desconhecem as relações existentes 89 entre a atividade turísticas e os mais diversos segmentos, tais como, economia, geografia, espaço urbano, psicologia, sociologia e até mesmo antropologia, entre outras. As relações de interdisciplinaridade compreendem toda a relação de serviços prestados aos clientes que vem a lazer ou mesmo a trabalho, bem como a relação entre os profissionais das mais diversas áreas como forma de ir ao encontro as expectativas dos clientes e, até mesmo, superá-las. Esta característica, tão importante na atividade turística, representa uma condição indispensável para o sucesso neste segmento como forma de poder atender aos mais diversos anseios das pessoas, representados pela segmentação do produto turístico. Desta forma faz-se necessário uma relação de interdependência entre diversos órgãos não relacionados com o turismo, mas importantes para sua realização, de acordo com a especificidade de cada segmento.

3 Alguns estudiosos como Cobra (2001), Fontelas (2004), Paiva (2001) e Petrocchi (2004) afirmam que o turismo cresce cada vez mais devido ao desenvolvimento do capitalismo, porém na atualidade, devido aos reflexos desta atividade, o turismo é considerado um fenômeno social, refletindo inclusive na formação do Bacharel em Turismo. Este curso hoje possui uma formação generalista que aborda entre outras áreas do conhecimento, o conhecimento na área de turismo, psicologia, meio ambiente, marketing, economia, administração. Ao se abordar o caráter interdisciplinar não se pode deixar de mencionar o tema do desenvolvimento local e o turismo. O desenvolvimento local visa à integração de diversos setores da sociedade, promove a economia criativa, apoio aos empresários locais, melhoria da infra-estrutura básica para melhor atender ao turista, mas que a comunidade local acaba por também se beneficiar, ou seja, durante seu desenvolvimento o turismo acaba por compartilhar benefícios provenientes da área social, ambiental, cultural e econômica oriundos de instituições governamentais e até mesmo privadas. Não se pode acreditar que a simples existência da atividade turística em uma localidade irá influenciar na melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), pois a melhoria da qualidade de vida não é uma conseqüência da existência do turismo, mas uma conquista do processo como um todo. O desenvolvimento local somente será possível através da articulação e harmonização dos interesses dos diferentes atores sociais envolvidos, ou seja, somente através do comprometimento de todas as partes inseridas no processo será possível alcançar o desenvolvimento local tanto almejado pelos empresários, clientes, comunidades e governos. O Projeto Rio Top Tour estimula o turismo em comunidades carentes com a participação dos próprios moradores. A Favela Santa Marta, com o auxílio da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro - TurisRio e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE, já está obtendo lucro com a atividade turística na região. De acordo com os projetos existentes, o Complexo do Alemão será o próximo destino, desta forma o Estado, através deste projeto estará auxiliando na criação de oportunidades sociais para os indivíduos, de modo que estas oportunidades servirão para estabelecer uma igualdade entre os sujeitos e implementar a justiça social. 90 TURISMO COMUNITÁRIO E SEU REFLEXO NA INCLUSÃO SOCIAL O turismo comunitário se diferencia dos demais, pois os membros da localidade atuam nas áreas estratégicas, táticas e operacionais para sua realização, ou seja, a comunidade define as formas de tornar a atividade turística a mais justa possível, de forma a beneficiar o maior número de pessoas na comunidade preocupando-se com a prática da sustentabilidade. O turismo comunitário tende a se tornar mais um segmentação que irá se fortalecer cada vez mais, possivelmente pelo fato das pessoas da própria comunidade apresentar a realidade do local, mostrar o que há de melhor, o inusitado, o diferencial do local, ou seja, mostrar não somente os pontos turísticos ou as mazelas da favela, mas apresentar a essência da comunidade, os hábitos, os costumes e os aspectos que tornam a visita uma experiência única. Conhecer o comércio local ou os projetos sociais certamente é uma necessidade do turista, mas o fator motivacional mais forte que o faz escolher este tipo de roteiro é a possibilidade conhecer a favela, mas, principalmente, descobrir a maneira como as pessoas vivem nestas localidades. Trata-se não somente de uma visita guiada, mas de uma experiência de vida, onde o visitante pode, durante ou após a vista, refletir sobre os problemas sociais, seu papel, ou melhor, sua responsabilidade neste processo e analisar os impactos da visita em sua opinião. O turismo comunitário não se trata de um turismo exploratório, onde as pessoas permanecem por um determinado tempo explorando as mazelas da localidade, tirando fotos de esgoto ao céu aberto ou ruas cobertas por lixo, mas apresentar um momento único onde os visitantes possam interagir com os moradores. E, principalmente, conhecer um aspecto da vida dos moradores que a mídia não apresenta, ou seja, a alegria do povo brasileiro que mora na favela, a solidariedade das pessoas, a simplicidade e a hospitalidade destas pessoas. Em certas favelas, tais como Chapéu Mangueira, Santa Marta ou Tavares Bastos, o turista já conta com meios de hospedagem legalizados (ex: albergues e pousadas) onde ele pode permanecer na favela e conhecer melhor o ambiente destes locais. Hoje alguns moradores, percebendo o potencial deste mercado, já estão se capacitando para receber em suas residências o turista. Desta forma ele poderá realmente vivenciar o que é morar em uma favela, conhecer

4 o dia a dia das pessoas, experimentar a gastronomia popular, ou seja, conhecer, sem nenhum tipo de maquiagem, o estilo de ser do morador de favela e toda sua peculiaridade. O turismo comunitário se baseia na solidariedade e na democracia para a expansão das capacidades daqueles que promovem as atividades locais, ou seja, os membros da comunidade. Isto não significa que seja uma ação de assistencialismo, pois a democracia também deve possibilitar a criação de oportunidades. Os envolvidos devem estar comprometidos com a realização da atividade turística e, se necessário, elaborar formas de aperfeiçoamento para o desenvolvimento das ações pretendidas e tomada de decisões, porém mantendo suas características originais que tornaram essa favela em um produto turístico. Ao se falar em democracia vale lembrar a importância da participação da mulher no planejamento e desenvolvimento do turismo, pois muitas delas, após vários anos cuidando dos filhos e da casa, acabam excluídas do mercado de trabalho. Por este motivo, o turismo será vital para essas mulheres poderem participar do processo produtivo, aumentando sua liberdade e, consequentemente, do desenvolvimento da sua localidade. A filosofia do turismo solidário possui forte relação com a prática do desenvolvimento local, pois se baseia na necessidade de poder contar com a ajuda dos demais envolvidos, ou seja, a cooperação e a solidariedade entre os membros da sociedade, transformando, assim, o crescimento econômico destruidor das relações sociais em um processo de formação de capital social ou em desenvolvimento como liberdade. Mas a liberdade requer alto grau de comprometimento social na escolha das ações a serem desenvolvidas, bem como, responsabilidade nos resultados oriundos destas ações. Quanto maior a rede de relacionamentos, o grau de confiança entre as partes envolvidas e o menor índice de corrupção, maior será a possibilidade de gerar equidade e igualdade, estimulando desta forma o crescimento econômico e possibilitando a governabilidade de forma democrática do desenvolvimento turístico do Complexo do Alemão. O COMPLEXO DO ALEMÃO O Complexo do Alemão está localizado na região norte do município do Rio de Janeiro. Na década de 1920, Leonard Kaczmarkiewicz, de origem polonesa, veio a adquirir terras na chamada Serra da Misericórdia, na época uma região rural. Uma vez que Leonard era chamado pelos moradores locais de alemão, a localidade acabou por ser também apelidada de Morro do Alemão. O processo de ocupação iniciou-se, por volta de 1920, através das famílias dos operários que ali se instalaram e com a inauguração da Avenida Brasil, em 1946, a região se transformou no principal pólo industrial da cidade. Em 09 de dezembro de 1951 as terras foram divididas em lotes para venda, mas o processo de favelização, ou seja, de ocupação desordenada, teve seu ápice no governo de Leonel Brizola. Atualmente o Complexo do Alemão é formado pelas seguintes favelas: Morro da baiana, Morro do Alemão, Alvorada, Nova Brasília, Pedra do Sapo, Palmeiras, Fazendinha, Grota, Matinha, Morro dos Mineiros, Reservatório de Ramos, Casinhas, Morro do Adeus e Canitar. 91

5 Conforme o último Censo realizado em 2011 o Complexo do Alemão apresenta os seguintes resultados: Tabela 2: Censo realizado no Complexo do Alemão Fonte: <bvsms.saude.gov.br/bvs/palestras/.../urbanizacao_favelas_pac.pdf>. O Complexo do Alemão foi, por muitos anos, considerado uma das regiões mais perigosas da Cidade. Esta imagem negativa agravou-se por dois momentos marcantes: o assassinato, na região, do jornalista TIM Lopes (2002) e a imagem dos traficantes fugindo da Favela Nova Cruzeiro por uma das vias de acesso as favelas que fazem parte do Complexo do Alemão (2011). Através do processo de pacificação realizado no ano de 2012, com a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora - UPI, o cenário da faz favelas desta região vem passando por inúmeras transformações, tais como a visita de personalidades internacionais (ex: Príncipe Harry, Anne Hathaway e Kareem Abdul-Jabbar), a implantação de filiais de empresas de renome nacional (ex: Banco do Brasil, Natura, Sky, Banco Santander e Kibon) e crescente interesse da mídia, atraindo cada vez mais a atenção dos mais importantes programas do Brasil, de todos os telejornais brasileiros, alguns internacionais. Em outubro de 2012, uma destas favelas servirá de núcleo de uma novela da Rede Globo, dirigida por Glória Perez. O processo de pacificação de uma favela, por si só, atrai mídia espontânea, divulgando desta forma as potencialidades da localidade e despertando o interesse das pessoas em conhecer a região. Porém é inegável que o teleférico, inaugurado do dia 07 de julho de 2011, com o objetivo inicial de servir como um meio de transporte para os moradores da região acabou por se tornar um poderoso instrumento de transformação do Complexo do Alemão em um ponto turístico na Cidade do Rio de Janeiro, contribuindo, consequentemente, para a melhoria da imagem desta região. 92 IMPACTOS POSITIVOS DO TURISMO NO COMPLEXO DO ALEMÃO O turismo é um dos segmentos da economia que mais cresce no Brasil e no mundo. Hoje as pessoas estão viajando pelos mais diversos motivos e o fenômeno da globalização está abrindo as portas do mundo, despertando o interesse em conhecer as mais diversas partes do mundo. A evolução dos meios de transporte contribuiu para o deslocamento das pessoas e os meios de informação possibilitam tornar o desconhecido em algo familiar para o turista. Os governos perceberam o poder da atividade na captação de divisas, geração de empregos, exposição do núcleo receptor no cenário nacional e até internacional. Mas, em se tratando de turismo, esta atividade deve estar imbuída de um significado maior que apenas o deslocamento de pessoas para conhecer outras regiões. Ou seja, deve ser um meio para atingir algo maior e não uma atividade fim. Desta forma, acredita-se que o turismo deve promover não somente o crescimento vinculado a questões econômicas, mas promover o desenvolvimento sustentável, alavancando a melhoria da qualidade de vida das pessoas da localidade no âmbito social, ambiental e cultural. Através da análise do processo de implantação do turismo no Complexo do Alemão e a realização da primeira visita guiada, organizada pelos professores e alunos do Mestrado em Desenvolvimento Local UNISUAM (maio de 2012) foram detectados alguns impactos que o turismo já gerou e esperam-se outros ao longo do fortalecimento desta iniciativa.

6 O turismo comunitário possui como fundamento principal captar pessoas da própria localidade para que elas possam atuar em diversos serviços que darão suporte para a prática da atividade turística. Desta forma, o morador não necessitará sair do seu meio social para poder gerar renda para o sustento de sua família. Através das estratégias definidas no Complexo do Alemão foi realizado um levantamento sobre os habitantes da região, que podem participar das diversas atividades que serão desenvolvidas para viabilizar o exercício da prática do turismo. Logo no primeiro momento foi possível encontrar pessoas com formação em guia de turismo regional, que inclusive já atuam com esta atividade, porém de forma desorganizada. Ou seja, quando têm turista eles os acompanham para visitar a localidade, mas sua prática não é regular devido à falta de um planejamento. Existem também várias pessoas com profundo conhecimento da língua inglesa e que não podem utilizar este conhecimento no seu trabalho atual, sendo que algumas se encontram desempregadas no momento. Desta forma, poderão contribuir com suas habilidades e competências para compor a força de trabalho deste Projeto. Através deste estudo preliminar, detectou-se que mesmo as pessoas que nunca atuaram na área, que não possuem formação técnica ou que não dominam outros idiomas e que, principalmente, nunca pensaram atuar com turismo, identificaram-se com a possibilidade e disseram que gostariam também de trabalhar, de alguma forma neste segmento, ou seja, o turismo acaba por despertar uma vocação profissional antes inexistente na região. Segundo o planejado pelo Projeto de Turismo no Complexo do Alemão (2012), a excursão ao Complexo terá a aproximadamente seis horas de duração, ou seja, os turistas serão conduzidos para diversos pontos, onde poderão comprar produtos do comércio local, almoçar em restaurantes selecionados, além de gerar postos de trabalho no comércio local. Também possibilitará a geração de renda através do estímulo ao empreendedorismo de pessoas interessadas em desenvolver seu próprio negócio, além de contribui para a redução do desequilíbrio econômico das pessoas e das favelas envolvidas. Observa-se que muitas pessoas confundem alguns aspectos básicos quando se fala em turismo, portanto devemos nos concentrar em explorar o turismo local e não o 93 turista. A fim de evitar o efeito inflacionário nos serviços direcionados para o turismo, a proposta a ser desenvolvida no Complexo do Alemão será atrelada a um processo de capacitação e, até mesmo, de sensibilização para tornar este produto turístico acessível para todas as classes sociais e para os próprios moradores. Através do aumento do poder de compra dos envolvidos com o turismo no Complexo do Alemão, acredita-se que essas pessoas venham a adquirir produtos e usufruir de serviços da própria região, contribuindo para a circulação dos lucros oriundos do seu trabalho na própria localidade. Os negócios existentes na região também irão gerar o mesmo efeito multiplicador, pois para a realização de suas atividades também deverão obter insumos, de preferência, de outras empresas das favelas da região. O turismo necessita de serviços específicos para sua realização. Por este motivo empresas do segmento turístico serão atraídas para onde se encontra o atrativo turístico e no Complexo do Alemão não será exceção. Consciente do potencial turístico das favelas do Complexo do Alemão uma agência de viagem e uma empresa especializada em rapell, já estão negociando um espaço para desenvolver suas atividades. Além do cumprimento das obrigações exigidas pela lei empresas interessadas devem se comprometer em empregar os moradores que se adequarem ao perfil exigido pela especificidade das atividades a serem desenvolvidas e não, apenas, por assistencialismo. A pobreza é um aspecto social afirma Amartya Sen (2000), sendo capaz de privar as capacidades das pessoas, e não unicamente como decorrência de alguma limitação financeira, mas como privação de liberdades, como impossibilidades geradas pela condição de pobreza. Este aspecto poderá ser amenizado através da capacitação realizada pelas empresas envolvidas. As empresas turísticas, caso seja necessário, também deverão investir em obras de adaptação do seu espaço, implantação de serviço de luz, água, realização obras, entre outros serviços, gerando, desta forma, receita para outros setores da economia local que não estão ligados diretamente ao turismo. Este, possui várias características que o tornam um segmento único da economia e, dentre estas características, uma que se destaca é a possibilidade de interação entre pes-

7 soas dos mais distintos níveis sociais. A experiência de conhecer a realidade da favela, sob a ótica de quem a visitou, pode esclarecer vários aspectos e contribuir para o crescimento pessoal do turista. O contato com outras pessoas de outras regiões do país e do mundo poderá também influenciar os prestadores de serviço, abrindo seus horizontes sobre os mais diversos questionamentos, podendo inclusive ampliar sua rede de relacionamentos. A geração de empregos diretos e indiretos, a possibilidade de abertura de novas empresas pode contribuir para a redução do índice de criminalidade na região pela possibilidade de geração de renda de forma honesta e pela relação dos moradores com o turismo que passa também a ser uma poderosa fonte de sustento de inúmeras pessoas. Os moradores de favelas sofrem preconceito da sociedade, são carentes de serviços básicos e, muitas vezes, são privados de seus direitos básicos devido à pressão do tráfico de droga. Porém no momento em que os turistas transitam pelas vielas da favela os moradores se transformam nos atores principais deste cenário. Havendo o respeito destes atores, esta visita pode gerar a melhoria da autoestima das pessoas, valorização do local onde vivem, bem como das crenças e costumes da população. A divulgação das experiências obtidas durante as viagens irá possibilitar que este turista seja importante para desenvolver o marketing boca a boca das favelas do Complexo do Alemão, seja através das redes sociais ou nas conversas com amigos. Desta forma a visita passa a ser um veículo para disseminar a realidade das favelas na sua plenitude, sem preconceito ou sem influência das diversas mídias existentes. Durante a condução do primeiro grupo de excursionistas no Complexo do Alemão (2012), realizada por alguns presidentes de Associação de Moradores, além de oferecer informações sobre os pontos turísticos e esclarecer algumas dúvidas dos visitantes os guias aproveitaram a excursão para poder expressar os problemas da favela. Assim, a visita acabou se transformando num veículo para a disseminação das questões políticas e sociais, quase que como forma de desabafo social. A exposição das favelas pertencentes ao Complexo do Alemão, decorrente da prática do turismo, pode auxiliar na redução do êxodo das pessoas para outras áreas, além 94 de despertar interesse atraindo novos moradores e contribuindo para o crescimento e valorização da região. Na primeira visita guiada ao Complexo do Alemão (maio de 2012) uma das visitantes disse, ao final, que mesmo sendo moradora de uma das favelas da localidade, não poderia jamais imaginar que o Complexo do Alemão teria tantos atrativos como os que ela havia deslumbrado. Acredita-se que a atividade turista irá possibilitar que os moradores de outras favelas, pertencentes ou não ao Complexo, possam também conhecer a diversidade da região, algo que era impossível com a presença ostensiva do tráfico que criava limites de circulação de acordo com a facção que dominava as respectivas favelas, impossibilitando o deslocamento dos moradores e visitantes de uma área para outra, dentro deste espaço. A inauguração do teleférico (2011) veio contribuir com o despertar do interesse dos moradores em conhecer outras favelas da região. A comunicação é uma ferramenta imprescindível para a prática do turismo e o domínio de uma língua estrangeira é fundamental no guiamento das pessoas, na apresentação dos pontos turísticos e, principalmente, para potencializar o exercício da hospitalidade. Desta forma, acredita-se que com o crescimento do turismo as pessoas passarão a estudar algum idioma estrangeiro para melhor atender aos visitantes, seja num bar, restaurante, loja de roupa ou, até mesmo, no teleférico. O domínio da língua portuguesa será tão importante quanto o de uma língua estrangeira e, por este motivo, os profissionais que irão trabalhar diretamente com os visitantes deverão passar por um período de aprendizagem ou reciclagem da língua portuguesa para melhor se expressar em seu idioma nativo. O perfil dos visitantes será bastante variado, porém em se tratando de turismo em favela e utilizando o histórico das demais favelas que já exploram este segmento, acredita-se que a maior parte dos visitantes será de origem estrangeira. Assim, além da ênfase do domínio de uma língua estrangeira, no conhecimento da localidade, no desenvolvimento de habilidades interpessoais, o conhecimento de aspectos culturais de outros povos será fundamental para gerar sinergia, aproximar o prestador de serviço do visitante, evitar gafes e aperfeiçoar as relações sociais. Desta forma, os envolvidos com a atividade turística serão cidadãos do mundo, ou seja, terão conhecimentos gerais de várias culturas e este conhe-

8 cimento será fundamental para expandir os horizontes das pessoas que atuarão no turismo. Existe um aspecto muito comum na juventude atual que é o desapego às suas raízes, ou seja, o desconhecimento da história, dos processos de transformação da sociedade local, dos personagens que contribuíram de forma excepcional e dos fatos marcantes que contribuíram para a identidade do Complexo do Alemão. A cultura faz parte do produto turístico do núcleo receptor. Através da atividade turística os envolvidos e, também, os moradores, serão estimulados a resgatar a riqueza histórica da região e transmitir para seu círculo familiar e social. Consequentemente este movimento pode gerar valorização do aspecto histórico-cultural por parte dos próprios moradores. Os conhecimentos, as habilidades e competências adquiridas durante o processo de capacitação irá beneficiar o indivíduo tanto no aspecto profissional, quanto nas suas relações pessoais, melhorando inclusive sua inserção em outros círculos sociais, além de possibilitar que esta pessoa atue em outros setores da economia cujo perfil desenvolvido seja valorizado. As pessoas normalmente usufruem dos mais diversos serviços no local de seu domicílio. Outra característica que distingue o turismo das demais atividades é o fato da pessoa ter que se deslocar para outra localidade a fim de desfrutar dos atrativos. O ambiente é parte primordial deste segmento, pois se trata do fator motivacional que induz o deslocamento das pessoas e sua conservação se faz necessária para a continuidade deste processo. Através do turismo comunitário será incentivada a prática ambientalista na região, contribuindo para a conservação das áreas de preservação ambiental existentes na favela, conservação do habitat dos animais na Serra da Misericórdia. O turismo sustentável estimula a relexão sobre os impactos do turismo sobre os ambientes naturais, ressalta a importância dos recursos naturais para o bem-estar econômico e social das comunidades e pode ajudar a preservá-los, servindo como base para o planejamento e zoneamento, evitando desta forma a sobrecarga da ecossistema. O turismo ecológico será desenvolvido através de uma proposta lúdica, pois influencia de maneira única as pessoas através da experimentação, ou seja, durante a condução dos visitantes, os guias deverão oferecer mais que um local bonito para se tirar fotos. Todos esses profissionais envolvidos terão 95 a responsabilidae de desenvolver a educação ambiental, contribuindo para a formação de um cidadão consciente de sua responsabilidade em relação à sustentabilidade no planeta. A Organização Mundial do Turismo (1999) afirma que nos últimos anos o turismo cresceu 7,5% e o ecoturismo obteve um incremento de 20% ao ano, representando mais de um milhão de pessoas que praticam esta atividade no Brasil. O Complexo do Alemão possui um diferencial em relação as demais favelas da Cidade do Rio de Janeiro, seu patrimônio ecológico, possibilitando atrair cada vez mais turistas para sua região, independente da época do ano. Muitas favelas carecem de serviços básicos, tais como limpeza urbana. Portanto é muito comum ao visitar uma favela deparar-se com lixo nas vielas ou esgoto a céu aberto. No complexo do Alemão existe uma proposta para desenvolver movimentos sociais, tais como multirão, para a impeza das imediações onde serão realizadas as visistas. Estas limpezas não possuem o objetivo de maquiar as áreas para melhor receber o turista, mas motivar as pessoas a cuidar melhor do entrono onde vivem e, multiplicar esta filosofia para as outras favelas do local, contribuindo até mesmo no combate as doenças que se originam pela falta de limpeza urbana. As pessoas estão cada vez mais sob pressão, seja no trabalho ou na vida pessoal e, por este motivo, o ecoturismo na Serra da Misericórdia servirá para aliviar as tensões do dia a dia, através do escapismo. O maior contato com a natureza possibilita ao turista desligar-se momentaneamente dos transtornos das cidades, tais como, trânsito, violência urbana, polução sonora, visual e ambiental. A realização do diagnóstico dos impactos negativos da atividade turística no Complexo do Alemão é fundamental para desenvolver a atividade turística e criar formas de reverter ou, pelo menos, minimizar seus efeitos na região. Em várias regiões ocorre o fenômeno da descaracterização da cultura local e vulgarização das manifestações culturais a fim de tornar estas expressões culturais mais atrativas aos olhos do turista. Os promotores do desenvolvimento turístico devem incentivar que os moradores zelem pela autenticidade dos seus atrativos culturais como forma de despertar o interesse dos turistas pela localidade. O desrespeito pela cultura local poderá ser evitado através da seleção das mídias mais adequadas ao perfil desejado para visitar o Complexo do Alemão e através das parcerias

9 com profissionais de hotelaria, agências de viagens e agências de receptivo que serão selecionados de acordo com sua identificação com a filosofia do turismo comunitário. É fundamental evitar a monocultura do turismo e evitar que pessoas deixem suas atividades laborais para empreender no turismo. O ideal é que todos os serviços e produtos utilizados para o planejamento e realização das visitações serão a medida do possível, oriundos do comércio local, promovendo desta forma a oportunidade de geração de renda dos diversos atores sociais envolvidos ou não diretamente com o turismo no Complexo do Alemão. Em áreas turísticas ocorre, com frequência, o aumento dos preços na região e, em certos casos, os moradores acabam impossibilitados de usufruir de serviços em detrimento dos altos preços gerados pela presença do turista. Esta inflação ocorre devido a vários fatores, tais como, formação de uma mentalidade oportunista e, até mesmo, a preocupação com a continuidade da atividade. Este impacto negativo pode ser contornado através da capacitação técnica como, por exemplo, as técnicas de formação de preço -, seleção dos parceiros e um processo de conscientização de todos os envolvidos. O turismo comunitário, além de proporcionar a inserção dos moradores no processo, irá possibilitar integração entre eles e os visitantes. Tal relacionamento não pode ser caracterizado por um processo invasivo, onde as pessoas consideram o turista um invasor. Mas para que isso aconteça será realizada uma reunião antes do início da excursão para informar aos turistas, entre outros cuidados, como se portar durante o guiamento. A seleção dos pontos a serem visitados será definida conforme sua atratividade e nível de interesse dos moradores em receber os turistas. A Serra da Misericórdia será um dos maiores atrativos turísticos da região, porém por se tratar de uma reserva de proteção ambiental devem-se tomar os maiores cuidados para reduzir o impacto ambiental. Uma medida simples e muito eficaz é programar visitas de pequenos grupos de visitantes de forma a supervisionar o comportamento das pessoas durante o percurso. O acesso às reservas naturais da Serra da Misericórdia será realizado seguindo as trilhas já existentes, de forma a não causar a compactação do solo. Além de ser considerado um impacto positivo gerado pelo turismo, a educação ambiental servirá como forma para educar o visitante e, consequentemente, influenciar no comportamento do mesmo durante a visita. CONSIDERAÇÕES FINAIS Os impactos, já mencionados, tornam a atividade um das mais importantes estratégias de um país no sentido de melhorar as relações internacionais com os povos do mundo, proteger seu patrimônio natural, investir no patrimônio histórico-cultural e reduzir as diferenças econômicas regionais e até mesmo internacionais. A inclusão social é um dos pré-requisitos básicos para o desenvolvimento da atividade turística e sua consolidação no cenário nacional e internacional. O desenvolvimento do turismo no Complexo do Alemão somente será possível mediante um processo de expansão das liberdades reais e otimização das potencialidades da região com foco na qualidade de vida, mais do que no rendimento e riqueza. O desenvolvimento do turismo poderá, em longo prazo, contribuir para a redução das principais fontes de privação de liberdade, como, por exemplo, pobreza, carência de oportunidades econômicas, destituição social sistemática, negligência dos serviços públicos e intolerância ou interferência excessiva de Estados repressivos. Apesar do turismo em favelas não ser apoiado por todos os segmentos da sociedade, a questão não é se o turismo em favela deve ou não existir, mas como deve ser realizado. A instalação do teleférico em 2012 levou a Presidente Dilma Rousseff ao Complexo do Alemão e despertou o interesse de turistas, moradores da cidade e até mesmo dos sites de compras coletivas e agências de viagens que passaram a oferecer variados passeios e serviços turísticos nas favelas que compõe o Complexo do Alemão. O Brasil, devido às suas belezas naturais, patrimônio histórico-cultural, clima e principalmente a hospitalidade de seu povo, possui vocação para tornar da atividade turística um dos principais vetores para o crescimento econômico e desenvolvimento social do país. 96

10 REFERÊNCIAS BARRETO, Margarita. Turismo e legado cultural: as possibilidades do planejamento. 2. ed. Campinas, SP: [s.e.], COBRA, Marcos. Marketing de turismo. São Paulo: Cobra, COMPLEXO DO ALEMÃO. Trabalho Técnico Social na Urbanização de Favelas -Censo. Disponível em: <bvsms.saude. gov.br/bvs/palestras/.../urbanizacao_favelas_pac.pdf>. FONTELAS, José Osmar. Turismo e impactos socioambientais. São Paulo: Alep, GASTAL, Susana. Turismo - investigação e crítica. São Paulo: Contexto, LAGE, Beatriz H. G.; MILONE, Paulo C. Turismo, teoria e prática. São Paulo: Atlas, PAIVA, Maria das Graças de Meneses. Sociologia do turismo. 6. ed. Campinas: Papirus, ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO TURISMO (1999). Disponível em: <http://www.revistaturismo.com.br/artigos.html>. PERSPECTIVAS DO TURISMO. Brasil. Março de Disponível em: <www.elap.com.br/dados/estudo_brasil_final pdf>. PETROCCHI, Mário. Marketing para serviços turísticos. São Paulo: Futura, RABAHY, Wilson. Turismo e desenvolvimento. Barueri, SP: Manole, SEM, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras,

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