O Sistema Penitenciário Brasileiro e as Parcerias Público-Privadas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Sistema Penitenciário Brasileiro e as Parcerias Público-Privadas"

Transcrição

1 O Sistema Penitenciário Brasileiro e as Parcerias Público-Privadas Nome: Josiane de Lima e Silva Lauria Matrícula: K208108

2 2 O Sistema Penitenciário Brasileiro e as Parcerias Público-Privadas RESUMO O presente trabalho pretende discutir a utilização das Parcerias Público-Privadas como alternativa de gestão do sistema penitenciário brasileiro, através de suas unidades prisionais. PALAVRAS-CHAVE Parceria Público-Privada (PPP); Unidades Prisionais (UP); Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN); SUMMARY This work intends to discuss use of the Public-Private Partnerships as an alternative for management of the Brazilian prison system through its prison units. KEY WORDS Public-Private Partnership (PPP); Units Prison (UP); National Prison Department(NPD).

3 3 O Sistema Penitenciário Brasileiro e as Parcerias Público-Privadas Sumário 1 Considerações Iniciais Histórico do Direito Penitenciário e a Consequente Evolução da Pena de Prisão A parceria com a iniciativa privada e os investimentos no setor prisional A gestão prisional As PPPs e o sistema prisional brasileiro Experiências brasileiras A experiência de outros países Uma visão internacional Conclusão...40 Referências bibliográficas...43

4 4 1. Considerações Iniciais Mais uma vez sob inspiração do direito estrangeiro, em especial do direito comunitário europeu, o direito brasileiro, pela Lei nº , de , cria novas modalidades de contratos administrativos a concessão patrocinada e a concessão administrativa - sob o título de parcerias público-privadas - PPP. Pela justificativa que acompanhou o projeto de lei ao Congresso Nacional, verifica-se que os objetivos são o de suprir a falta de disponibilidade de recursos financeiros, aproveitar a eficiência do setor privado, obter investimentos que supram as demandas desde as áreas de segurança pública, saneamento básico até as de infraestrutura viária ou elétrica. Esses objetivos podem ser verdadeiros, mas são desmentidos pelo fato de que a lei aprovada prevê duas modalidades de parceria em que a forma de remuneração abrange, total ou parcialmente, a contribuição pecuniária do poder público. Na concessão patrocinada, essa contribuição, que pode chegar a 70% da remuneração total garantida ao parceiro privado (podendo superar esse montante se houver autorização legislativa) soma-se à tarifa cobrada do usuário. Na concessão administrativa, toda a remuneração fica a cargo do parceiro público. Além disso, ao contrário dos demais contratos administrativos, em que a garantia é sempre prestada pelo particular, na PPP são previstas pesadas garantias a cargo do poder público, seja em benefício do parceiro privado, seja em benefício do financiador do projeto. Este assume papel relevante, tendo em vista que a contribuição do poder público somente se iniciará após a prestação do serviço, o que significa que as obras necessárias à execução do contrato têm que ser executadas por conta do parceiro privado. A tudo isso soma-se a idéia de compartilhamento de riscos entre os parceiros público e privado no caso de ocorrência de áleas extraordinárias.

5 5 Tudo isto gera certo paradoxo e, portanto, perplexidade, talvez descrença, porque se o poder público não dispõe de recursos para realizar as obras pelos modos tradicionais, dificilmente disporá dos mesmos para garantir o parceiro privado de forma adequada. Por outras palavras, a justificativa do Governo soa falsa. Tudo indica que a instituição da PPP se insere na tendência à privatização, entendida em sentido amplo, de modo a abranger todos os institutos de que o Estado vem lançando mão para diminuir o seu aparelhamento administrativo, o seu quadro de pessoal, o regime jurídico administrativo a que se sujeita. A concessão patrocinada, tal como definida na lei, constitui modalidade da concessão de serviço público disciplinada pela Lei nº 8.987/95; esta se aplica subsidiariamente em tudo o que não contrariar a Lei nº A principal diferença está na forma de remuneração: na concessão comum ou tradicional, a forma básica de remuneração é a tarifa, podendo constituir-se de receitas alternativas, complementares ou acessórias ou decorrentes de projetos associados; na concessão patrocinada, soma-se à tarifa paga pelo usuário uma contraprestação do parceiro público. Tendo por objeto a execução de serviço público, a escolha da modalidade de concessão patrocinada não é discricionária porque terá que ser feita em função da possibilidade ou não de executar-se o contrato com a tarifa cobrada do usuário e as outras fontes de receita indicadas na Lei nº 8.987; se essa forma de remuneração for suficiente, não poderá o poder público optar pela concessão patrocinada, que dependerá, em grande parte, de contribuição do poder público e de pesadas garantias que vão onerar o patrimônio público. A concessão administrativa, de mais difícil conceituação devido à redação ambígua do art. 2º, 2º, da Lei , tem por objeto a prestação de serviços de que a Administração Pública seja a usuária direta ou indireta, ainda que envolva execução de obra ou fornecimento e instalação de bens. Embora o dispositivo fale em prestação de serviços (aproximando-se do contrato de empreitada),

6 6 na realidade o contrato pode também ter por objeto a execução de serviços públicos que não admitam a cobrança de tarifa. A essa conclusão chega-se, em primeiro lugar, pelos próprios objetivos declarados na justificativa do Governo ao encaminhar o projeto de lei ao Congresso Nacional; em segundo lugar, pela redação do artigo 4º, inciso III, da Lei, que só proíbe a delegação das funções de regulação, jurisdicional, poder de polícia e de outras atividades exclusivas do Estado; em conseqüência, como a concessão patrocinada depende, parcialmente, de remuneração do usuário, os serviços públicos que não comportam essa remuneração, terão que ser objeto de concessão administrativa, que é inteiramente remunerada pelo parceiro público. Além disso, vários dispositivos da Lei são estendidos, expressamente, à concessão administrativa, como os que tratam da responsabilidade da concessionária, transferência da concessão, encargos do poder concedente, encargos da concessionária, intervenção, formas de extinção (advento do termo, encampação, caducidade, rescisão etc). Isto permite concluir que a concessão administrativa constitui-se em um misto de empreitada (porque a remuneração é paga pelo parceiro público) e de concessão de serviço público (porque o serviço prestado pode ter a natureza de serviço público e está sujeito a algumas normas da Lei 8.987). Se o objeto do contrato for a prestação de serviço público, haverá terceirização de atividade-meio (obras e serviços administrativos) e atividade-fim (serviços públicos, especialmente serviços sociais do Estado, que não admitem instituição de tarifa). Sob certo aspecto, haverá o mesmo tipo de terceirização de atividade-fim que ocorre com as organizações sociais, porém com regime jurídico diverso. Nos dois casos, a idéia é a de delegar a entidade privada a execução de serviço público; só que, no caso das organizações sociais, a entidade tem que ser associação ou fundação sem fins lucrativos e, no caso da concessão administrativa, essa exigência não existe, podendo a concessionária atuar com objetivo de lucro. Nos dois casos, haverá a

7 7 delegação de serviço público não exclusivo do Estado, prestado por entidade privada, mediante remuneração garantida pelo poder público. Algumas características são comuns às duas modalidades de PPP: a) a contraprestação do poder público ao parceiro privado, que não existe na concessão tradicional; b) a repartição de riscos, inclusive os referentes a caso fortuito, força maior, fato do príncipe e teoria da imprevisão; c) o compartilhamento, com a Administração Pública, de ganhos do parceiro privado, decorrentes da redução do risco de crédito dos financiamentos utilizados pelo parceiro privado; d) as garantias prestadas pelo poder público ao parceiro privado e ao financiador do projeto; e) a obrigatoriedade de constituição de sociedade de propósitos específicos; f) da possibilidade de aplicação de penalidades pelo parceiro privado ao parceiro público (que só é aceitável se se tratar de multa ressarcitória, já que o particular não pode aplicar pena ao poder público, que é o titular único do poder sancionário; g) a limitação de prazo de duração do contrato, que não pode ser inferior a 5 anos, nem superior a 35 anos, incluindo eventual prorrogação; h) a exigência de observância da Lei de Responsabilidade Fiscal; i) algumas normas específicas quanto ao procedimento da licitação, que derrogam parcialmente a Lei e a 8.987, especialmente a possibilidade, com caráter discricionário, de previsão, no edital da concorrência, da utilização dos mecanismos privados de resolução de disputas, inclusive arbitragem, classificação de propostas técnicas antes da fase de habilitação, forma de apresentação das propostas econômicas, critérios de julgamento, saneamento de falhas, possibilidade de lances em viva voz. Dentre as inovações introduzidas pela lei, a que mais tem sido objeto de críticas e preocupação é a referente às garantias que o parceiro público poderá prestar ao parceiro privado e ao financiador. Dentre as primeiras, inclui-se a vinculação de receitas e a instituição de fundos. Embora se exija a observância do artigo 167, IV, da Constituição, na realidade, o dispositivo resulta infringido, conforme

8 8 amplamente demonstrado por Kiyoshi Harada em parecer publicado no Boletim de Direito Administrativo publicado pela Editora NDJ, março de 2005, n. 3, p A União, na mesma Lei , instituiu o Fundo Garantidor de Parcerias Público-Privadas (FGP), por forma que, como temos dito, não deve servir de modelo para Estados e Municípios, por sua manifesta impropriedade sob o ponto de vista jurídico; a lei, na realidade não cria o fundo nem define as receitas que ficarão vinculadas a ele, remetendo a criação do fundo a instituição financeira (também não especificada). Além disso, a lei não especifica os tipos de garantia que o fundo poderá prestar. A grande preocupação em relação à lei decorre do fato de o Governo (que afirma não ter recursos para execução direta das atividades a serem objeto de PPP), contraditoriamente assumir, na posição de parceiro público, o compromisso de pagar contribuição ao parceiro privado, além de empenhar o orçamento público para garantir o parceiro privado com garantias que apresentam fortes traços de inconstitucionalidade. A insegurança jurídica poderá afastar os possíveis interessados em participar de PPP com o poder público. Outra dificuldade ou mesmo impossibilidade diz respeito à observância da Lei de Responsabilidade Fiscal. É que as limitações impostas por aquela lei são limitadas no tempo em função do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual. Não há como fazer previsão ou estimativa do impacto orçamentário-financeiro que abranja todo o período de vigência dos contratos de parceria público-privada.

9 9 1.1 Histórico do Direito Penitenciário e a Conseqüente Evolução da Pena de Prisão. A Antigüidade A antigüidade desconheceu totalmente a privação de liberdade, estritamente considerada sanção penal. Mesmo havendo o encarceramento de delinqüentes, este não tinha caráter de pena, e sim de preservar os réus até seu julgamento ou execução. Recorriase à pena de morte, às penas corporais e às infamantes. Durante vários séculos a prisão serviu de contenção nas civilizações mais antigas ( Egito, Pérsia, Babilônia, Grécia, etc. ), a sua finalidade era: lugar de custódia e tortura. A primeira instituição penal na antigüidade, foi o Hospício de San Michel, em Roma, a qual era destinada primeiramente a encarcerar "meninos incorrigíveis", era denominada Casa de Correção. Platão propunha o estabelecimento de três tipos de prisões: uma na praça do mercado, que servia de custódia; outra na cidade, que servia de correção, e uma terceira destinada ao suplício. A prisão, para Platão, apontava duas idéias: como pena e como custódia. Os lugares onde se mantinham os acusados até a celebração do julgamento eram diversos, já que não existia ainda uma arquitetura penitenciária própria. Utilizavam-se calabouços, aposentos em ruínas ou insalubres de castelos, torres, conventos abandonados, palácios e outros edifícios.

10 10 O Direito era exercido através do Código de Hamurabi ou a Lei do Talião, que ditava: "olho por olho, dente por dente" tinha base religiosa (Judaísmo ou Mosaísmo) e moral vingativa. A Idade Média As sanções da Idade Média estavam submetidas ao arbítrio dos governantes, que as impunham em função do "status" social a que pertencia o réu. A amputação dos braços, a forca, a roda e a guilhotina constituem o espetáculo favorito das multidões deste período histórico. Penas em que se promovia o espetáculo e a dor, como por exemplo a que o condenado era arrastado, seu ventre aberto, as entranhas arrancadas às pressas para que tivesse tempo de vê-las sendo lançadas ao fogo. Passaram a uma execução capital, a um novo tipo de mecanismo punitivo. Com o Império Bizantino (aglomerado étnico de até 20 povos diferentes: civilização cristã, direito romano e cultura grega com influência helenística) fora criado o Corpus Juris Civilis, pelo imperador Justiniano, restabelecendo a ordem com suas obras: Código, Digesto, Institutas e Novelas A Idade Moderna Durante os séculos XVI e XVII a pobreza se abate e estende-se por toda a Europa.

11 11 E contribuíram para o aumento da criminalidade: os distúrbios religiosos, as guerras, as expedições militares, as devastações de países, a extensão dos núcleos urbanos, a crise das formas feudais e da economia agrícola, etc. Ante tanta delinqüência, a pena de morte deixou de ser uma solução adequada. Na metade do século XVI iniciou-se um movimento de grande transcendência no desenvolvimento das penas privativas de liberdade, na criação e construção de prisões organizadas para a correção dos apenados. A suposta finalidade das instituições consistia na reforma dos delinqüentes por meio do trabalho e da disciplina. Tinham objetivos relacionados com a prevenção geral, já que pretendia desestimular a outros da vadiagem e da ociosidade. Antes das casas de correção propriamente ditas, surgem casas de trabalho na Inglaterra (1697) em Worcester e em Lublin (1707), ao passo que em fins do século XVII já haviam vinte e seis. Nessas casas, os prisioneiros estavam divididos em 4 classes: os explicitamente condenados ao confinamento solitário, os que cometeram faltas graves na prisão e a última aos bem conhecidos e velhos delinqüentes. A mais antiga arquitetura carcerária em 1596, foi o modelo de Amsterdã RASPHUIS, para homens, que se destinava em princípio a mendigos e jovens malfeitores a penas leves e longas com trabalho obrigatório, vigilância contínua, exortações, leituras espirituais. Historicamente, liga teoria a uma transformação pedagógica e espiritual dos indivíduos por um exercício contínuo, e as técnicas penitenciárias imaginadas no fim do século XVII, deu direcionamento às atuais instituições punitivas. Em 1597 e 1600, criaram-se também em Amsterdã a SPINHIS, para mulheres e uma seção especial para meninas adolescentes, respectivamente.

12 12 Já as raízes do Direito Penitenciário começaram a formar-se no Século XVIII, com os estudos de BECARIA e HOWARD. Durante muito tempo o condenado foi objeto da Execução Penal e só recentemente é que ocorreu o reconhecimento dos direitos da pessoa humana do condenado, ao surgir a relação de Direito Público entre o Estado e o condenado. Realmente, o Direito Penitenciário resultou da proteção do condenado. Esses direitos se baseiam na exigência Ética de se respeitar a dignidade do homem como pessoa moral. Os dois métodos aplicados no Direito Penitenciário são: método científico - é um dos elementos da planificação da política criminal, especialmente quanto ao diagnóstico do fenômeno criminal, a verificação do custo econômico-social, e a exata aplicação do programa. Já a estatística criminal é estudada pelo método estatístico, o qual destina-se a pesquisa da delinqüência como fenômeno massa. Estas estatísticas dividem-se em três ordens: policiais, judiciais e penitenciárias. Somente no Século XX avultou a visão unitária dos problemas da Execução Penal, com base num processo de unificação orgânica, pelo qual normas de Direito Penal e normas de Direito Processual, atividade da administração e função jurisdicional obedeceram a uma profunda lei de adequação às exigências modernas da Execução Penal. Todo esse processo de unificação foi dominado por dois princípios do Código Penal de 1930: a individualização da execução e o reconhecimento dos direitos subjetivos do condenado. BECARIA e HOWARD deram causa a uma grande evolução da doutrina de Execução Penal, com a produção de longa série de tratados e revistas especializadas (DE BEAUMONT, TOCQUEVILLE, DUCPETIAUX, PESSINA, VIDAL e CUCHE).

13 13 Sucessivamente realizaram-se congressos sobre o assunto, os quais já assumiam caráter internacional, como o de Londres em Dá-se a devida importância à criação da Comissão Penitenciária Internacional, que se transformou na Comissão Penal e Penitenciária (1929), que deu origem à elaboração das Regras Mínimas da ONU. Após a 2ª Guerra Mundial, surgem em vários países a Lei de Execução Penal (LEP), como na Polônia, Argentina, França, Espanha, Brasil, e outros estados-membros da ONU. No Brasil, com o advento do 1º Código Penal houve a individualização das penas. Mas somente à partir do 2º Código Penal, em 1890, aboliu-se a pena de morte e foi surgir o regime penitenciário de caráter correcional, com fins de ressocializar e reeducar o detento. Com o reconhecimento da autonomia do Direito Penitenciário pela Constituição Brasileira (art. 24, I ), todas as Universidades terão de adotar o ensino do direito penitenciário. A reforma penal não se fará sem a renovação do ensino universitário das disciplinas relacionadas com o sistema penal. Dentre os mais modernos estabelecimentos carcerários encontram-se: Walnut Street Jail, na Filadélfia (1829); Auburn, Nova York, em (1817); e o sistema da Pensylvânia, todos nos Estados Unidos da América. Consideram-se modernos pois instalam a disciplina, removem a tentação da fuga e reabilitam o ofensor. No sistema de Auburn, os prisioneiros dormem em celas separadas, mas trabalham, durante o dia, em conjunto com os demais prisioneiros. Este método de sistema está sendo implantado em todo os EUA. Já o sistema da Pensylvânia, o ofensor é isolado durante todo o período do confinamento. Todos estes sistemas são baseados na premissa do isolamento, na substituição dos maus hábitos da preguiça e do crime,

14 14 subordinando o preso ao silêncio e a penitência para que encontre-se apto ao retorno junto à sociedade, curado dos vícios e pronto a tornar-se responsável pelos seus atos, respeitando a ordem e a autoridade. A Conferência Nacional Penitenciária ( National Prison Conference), realizada em Cincinnati, Ohio - EUA, em 1870, foi o primeiro sinal da reforma carcerária. Encorajados pelo recente estabelecimento da condicional, a conferência abordou em seu tema principal a prisão perpétua. Escolheu uma corte específica para os casos de prisão perpétua, a qual delimitará o tempo mínimo e máximo para todas os tipos de penas. É acreditável que este tipo de sentença dará ao ofensor maior incentivo à sua reabilitação, o que determinará uma satisfatória mudança nos cárceres atuais. A detenção se tornou a forma essencial de castigo. O encarceramento passou a ser admitido sob todas as formas. Os trabalhos forçados eram uma forma de encarceramento, sendo seu local ao ar livre. A detenção, a reclusão, o encarceramento correcional não passaram, de certo modo, de nomenclatura diversa de um único e mesmo castigo.

15 15 2. A parceria com a iniciativa privada e os investimentos no setor prisional. Parte dos problemas de segurança que a sociedade brasileira vem sofrendo, tem como ponto de partida o inquestionável quadro de caos constatado no sistema prisional. O tema tem sido objeto de incansáveis debates, principalmente a partir do final dos anos 90. A falta de infra-estrutura, péssimas condições de higiene, precariedade no serviço de saúde, assistência jurídica deficiente, aliados a outros fatores, conseqüentes da superlotação e do abandono. Inicialmente, devem ser priorizados pelos gestores os seguintes tópicos e diretivas 1 : 1. criação de novas vagas; 2. vinculação dos recursos públicos utilizados para a manutenção o sistema prisional; 3. cumprimento da pena e guarda provisória, nos termos da Lei de Execuções Penais; 4. gerenciamento das unidades prisionais, de forma a permitir que o Estado cumpra sua função indelegável nas questões de execução penal. Deve se observar que o surgimento de uma nova modalidade de contrato administrativo entre o Estado e a iniciativa privada, não tira do Poder Público a possibilidade de se construir e administrar com exclusividade seus presídios. 1. OSÓRIO, Fabio Medina e VIZZOTO, Vinicius Dinis, Sistema penitenciário e parcerias público privadas: novos horizontes.

16 16 Segundo esse novo modelo de gestão pública, a iniciativa privada poderia realizar as seguintes atividades 2 : 1. construção de novos presídios; 2. prestação de serviços em novas unidades e nas já existentes, com a conservação dos prédios e acessórios e a execução de reparos e reformas necessárias; 3. fornecimento de alimentação aos internos; prestação de assistência social, médica, odontológica, psicológica e psiquiátrica aos internos. 4. realização de cursos profissionalizante aos internos, estabelecendo, se necessário, convênio com entidades públicas ou privadas; 5. incentivo à prática esporte e recreação aos internos; Os benefícios imediatos a serem alcançados pela implantação da nova gestão contratual ou seja, pela PPPs são 3 : 1. diminuição do déficit de vagas carcerárias existentes no Estado; 2. desoneração do orçamento do Estado, com atração de investimentos de curto prazo; 3. planejamento de longo prazo, buscando objetivos concretos, através da parceria com o setor privado. 2,3. OSÓRIO, Fabio Medina e VIZZOTO, Vinicius Dinis, Sistema penitenciário e parcerias público privadas: novos horizontes.

17 17 3. A gestão prisional Apesar da legislação sobre Parcerias Público-Privadas não trazer em seu bojo o tema penitenciárias ou presídios, deixando assim de dar tratamento específico, não se discute que criação dessa nova modalidade de contrato administrativo que envolver a operação ou a construção de novos presídios, a função do parceiro privado ficará restrita à gestão da unidade carcerária, mantendo-se sob o manto do Estado a guarda dos presos e a respectiva manutenção da ordem legal. Importante definir, desde já, a questão da gestão da unidade prisional sendo: a responsabilidade pela manutenção da habitação (limpeza, conservação e higiene), proteção (conservação e reforço do imóvel prisional, prevenindo fugas e rebeliões), educação e reabilitação (provimento de salas de aula para alfabetização, ensino fundamental e médio e unidades de promoção do trabalho carcerário, dentre outros). Caberá ao Poder Público, mediante norma expressa, regular e fiscalizar a atividade do parceiro privado, buscando a implementação das diretrizes legais, desde já, contidas no contrato administrativo da parceria público-privada. Para que a administração pública contrate projetos de PPPs, se faz imprescindível o estudo sobre a remuneração do parceiro privado e a conciliação da prestação dos serviços com a guarda dos presos, que continuará sob a custódia do Estado. Quanto efetivação do pagamento pela administração pública ao parceiro privado, esta se dará pela negociação e habilidade no acerto entre as partes, podendo apresentar uma das seguintes configurações, segundo relata Ariovaldo Pires 4 : 4. PIRES, Ariovaldo -Valor on line,

18 18 pagamento mensal ao parceiro privado, segundo a disponibilidade de vagas e performance na administração da unidade carcerária;pagamento de um valor fixo por cela disponível para cobrir custos fixos da unidade carcerária; ou pagamento por presidiário, de um valor variável, para cobrir custos com operação, manutenção e demais despesas da unidade carcerária. A administração dos presídios, tanto no regime das PPPs ou no tipicamente público, deverá ser supervisionada pelo Departamento Penitenciário Nacional, conforme preceitua a Lei de Execuções Penais em seu art. 72, inciso II. Constatada a deficiência na administração em unidades prisionais terceirizados que, de qualquer forma, firam o interesse público, consequentemente ocasionarão a imediata rescisão, característica inerente aos contratos realizados com a administração pública, em razão de cláusula exorbitante, devendo-se obedecer a fundamentação do ato e observado o devido processo legal. Nas palavras de Diógenes Gasparini 5 : "Nos contratos administrativos reconhecem-se em razão da lei, da doutrina e da jurisprudência, a favor da Administração Pública contratante, certas prerrogativas, a exemplo de: a) modificar a execução do contrato a cargo do contratante particular; b) acompanhar a execução do contrato; c) impor sanções previamente estipuladas; d) rescindir, por mérito ou legalidade, o contrato (...)". 5. GASPARINI, Diógenes. Direito Administrativo. 7ª Edição. São Paulo: Ed. Saraiva, p. 551.

19 19 4. As PPPs e o sistema prisional brasileiro. Enquanto os políticos trocam acusações sobre os responsáveis pela onda de violência, fica patente a urgência de atacar um dos principais vetores da criminalidade: o caos em que se transformou o sistema penitenciário brasileiro. De acordo com a última estatística disponível, referente ao final de 2006, presos dividiam vagas. A população carcerária aumentou 17% desde 2004 e o déficit de vagas cresce à média de presos por mês. Para complicar, a construção de novas penitenciárias esbarra na falta de verbas, desde 2001, houve queda de 58% nos recursos federais destinados à segurança, de acordo com levantamento da ONG Contas Abertas, especializada em fiscalizar o orçamento público. Diante desse quadro, volta a ser debatida a idéia de privatização dos presídios, prática que vem crescendo em todo o mundo. Concebida inicialmente nos Estados Unidos na década de 80, a gestão privada de presídios está em expansão em países como Chile, Austrália e África do Sul. Ainda que timidamente, a privatização é adotada no Brasil há sete anos, os resultados são animadores. Até hoje, nos sete estados (Paraná, Amazonas, Espírito Santo, Ceará, Bahia, Santa Catarina e Minas Gerais) em que a iniciativa privada foi contratada para administrar quase presos, tanto de baixa quanto de alta periculosidade, não ocorreram rebeliões com depredações, não há superlotação, as fugas foram ocasionais e a qualidade dos serviços melhorou. O Brasil adaptou o modelo francês, pelo qual os governos estaduais assinam contratos com empresas privadas, que recebem recursos públicos para gerir a acomodação, vestuário, alimentação, limpeza, as instalações e a assistência médica e judicial, além do controle do dia-a-dia dos detentos. Por uma limitação legal, a participação privada termina aí. A Constituição Federal determina que cabe apenas ao Estado a custódia dos presos, que não pode delegá-la em hipótese alguma. Por isso, a direção do

20 20 presídio e a guarda armada estão sob responsabilidade dos governos estaduais. SISTEMA PENITENCIÁRIO NO BRASIL DADOS CONSOLIDADOS (fonte:departamento Penitenciário Nacional- DEPEN Ministério da Justiça, 2007) DEZEMBRO 2005 Regime Fechado Regime Semi-Aberto Regime Aberto Homens: Homens: Homens: Mulheres: Mulheres: 955 Mulheres: 456 Total: Total: Total: Provisório Medida de Segurança Homens: Homens: Mulheres: Mulheres: 189 Total: Total: Total de Estabelecimentos: População do Sistema Penitenciário: Vagas do Sistema Penitenciário: Secretaria de Segurança Pública: População Prisional do Estado:

21 21 DEZEMBRO DE 2006 Regime Fechado Regime Semi-Aberto Regime Aberto Homens: Homens: Homens: Mulheres: Mulheres: Mulheres: Total: Total: Total: Provisório Medida de Segurança Homens: Homens: Mulheres: Mulheres: 339 Total: Total: Total de Estabelecimentos: População do Sistema Penitenciário: Vagas do Sistema Penitenciário: Secretaria de Segurança Pública: População Prisional do Estado: Em nenhum país a terceirização abrange todos os presídios, na França, representa 25% da população carcerária; nos Estados Unidos, 6,6%. Nem se espera que a delegação à iniciativa privada seja uma panacéia. Mas são evidentes as vantagens da privatização. Sem as amarras da legislação que regula a compra de material no setor público, a empresa pode fazer obras e adquirir bens com mais rapidez, desobrigando-se de licitações. A mesma facilidade existe na dispensa de pessoal, que pode ser imediata no caso dos agentes penitenciários acusados de maus-tratos ou corrupção. No caso dos

22 22 presídios públicos, a demissão, quando ocorre, é demorada e, em geral, o destino do mau agente é a transferência para outro presídio público. A economia gerada pela privatização, porém, não é imediata: o preso custa mais caro, pelo menos a curto prazo. No presídio terceirizado, em média, o detento custa aos cofres públicos entre e reais mensais, ante na prisão pública. A terceirização de presídios tende a ser incluída nas parcerias público-privadas (PPPs), a nova modalidade de investimentos em infra-estrutura. Em São Paulo, Minas Gerais e Bahia já estão sendo desenhadas as modelagens para a construção de presídios pela iniciativa privada no próximo ano. As empresas seriam contratadas para construir e administrar as prisões por até 30 anos, sendo obrigadas a atender a padrões de qualidade, a direção e a guarda permanecem nas mãos do Estado. Como em qualquer concessão pública, existem mecanismos legais de controle por parte dos governos. Para garantir a qualidade, o modelo que está sendo idealizado em Minas Gerais prevê 150 indicadores de desempenho para o empresário. Obviamente que uma empresa vai querer ter lucro, mas com contratos bem elaborados e amarrados é possível garantir bons serviços e retorno ao investidor. Os especialistas esperam que as PPPs gerem um aumento no número de prisões. Na Inglaterra, que tem oito presídios em regime de PPP, o custo de construção de uma penitenciária caiu 40%. Atualmente, cinco empresas atuam nas sete penitenciárias terceirizadas no Brasil, mas espera-se que as PPPs possam atrair concorrentes internacionais. No entanto, antes de se apoiar ou criticar a utilização das PPPs para o sistema prisional, é preciso se compreender como essa parceria será configurada. É necessário antes traçar um panorama

FACULDADE DE DIREITO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM NOME DO ALUNO A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA DENTRO DO SISTEMA CARCERÁRIO BRASILEIRO

FACULDADE DE DIREITO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM NOME DO ALUNO A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA DENTRO DO SISTEMA CARCERÁRIO BRASILEIRO FACULDADE DE DIREITO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM NOME DO ALUNO A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA DENTRO DO SISTEMA CARCERÁRIO BRASILEIRO CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM 2010 NOME DO ALUNO A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA

Leia mais

LEI Nº 14.868, de 16 de dezembro de 2003 Dispõe sobre o Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas.

LEI Nº 14.868, de 16 de dezembro de 2003 Dispõe sobre o Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas. LEI Nº 14.868, de 16 de dezembro de 2003 Dispõe sobre o Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas. O Povo de Minas Gerais, por seus representantes, decretou e eu, em seu nome, sanciono a seguinte

Leia mais

Agencias De Fomento e Garantias em Contratos de Parcerias Público Privadas: perspectivas e possibilidades

Agencias De Fomento e Garantias em Contratos de Parcerias Público Privadas: perspectivas e possibilidades Agencias De Fomento e Garantias em Contratos de Parcerias Público Privadas: perspectivas e Marcus Vinicius Macedo Pessanha Sócio Coordenador de Direito Regulatório Escritório Nelson Wilians e Advogados

Leia mais

Políticas Publicas de Ressocialização

Políticas Publicas de Ressocialização Primeiro Encontro Mato Grossense de Conselhos da Comunidade Políticas Publicas de Ressocialização ão Rosangela Peixoto Santa Rita 26 de junho de 2008. O Brasil já tem mais de 423 mil presos em seus cárceres;

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 (Do Sr. Nelson Marchezan Junior) Dispõe sobre a indenização das despesas realizadas com a manutenção devida ao Estado pelo condenado à pena privativa de liberdade independentemente

Leia mais

A Lei Federal n. 11.079/04, institui normas gerais para licitação e contratação de parceria púbico-privada no âmbito da administração pública.

A Lei Federal n. 11.079/04, institui normas gerais para licitação e contratação de parceria púbico-privada no âmbito da administração pública. Pág.1 de 11 1. O QUE SÃ O PPPs? São modalidades especiais de concessão por meio da qual a Administração Pública delega a um particular a prestação de um serviço público, com ou sem construção de obra,

Leia mais

Direito Administrativo

Direito Administrativo Olá, pessoal! Trago hoje uma pequena aula sobre a prestação de serviços públicos, abordando diversos aspectos que podem ser cobrados sobre o assunto. Espero que gostem. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS O

Leia mais

Princípios norteadores

Princípios norteadores Princípios norteadores A Associação pela Reforma Prisional, Conectas Direitos Humanos, Instituto dos Defensores de Direitos Humanos, Instituto Sou da Paz, Instituto Terra, Trabalho e Cidadania, Instituto

Leia mais

As Propostas da Pastoral Carcerária Nacional em relação ao Eixo 6 Sistema Penitenciário da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (I CONSEG).

As Propostas da Pastoral Carcerária Nacional em relação ao Eixo 6 Sistema Penitenciário da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (I CONSEG). PASTORAL CARCERÁRIA NACIONAL - CNBB Praça Clovis Bevilácqua, 351, conj.501 Centro - 01018-001 - São Paulo - SP Tel/fax (11) 3313-5735, 3227-8683, 3101-9419 - gzgubic@uol.com.br - www.carceraria.org.br

Leia mais

SEMINÁRIO SOBRE A HIDROVIA DO PARNAÍBA. PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA E A HIDROVIA DO PARNAÍBA Alternativas de Estruturação

SEMINÁRIO SOBRE A HIDROVIA DO PARNAÍBA. PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA E A HIDROVIA DO PARNAÍBA Alternativas de Estruturação SEMINÁRIO SOBRE A HIDROVIA DO PARNAÍBA PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA E A HIDROVIA DO PARNAÍBA Alternativas de Estruturação 06 de maio de 2009 PARCERIA PUBLICO-PRIVADA AGENDA 1. PROCESSO DE ESTRUTURAÇÃO DAS

Leia mais

LIVRO: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CONCESSÕES E TERCEIRO SETOR EDITORA: LUMEN JURIS EDIÇÃO: 2ªED., 2011 SUMÁRIO

LIVRO: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CONCESSÕES E TERCEIRO SETOR EDITORA: LUMEN JURIS EDIÇÃO: 2ªED., 2011 SUMÁRIO LIVRO: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CONCESSÕES E TERCEIRO SETOR EDITORA: LUMEN JURIS EDIÇÃO: 2ªED., 2011 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... PRIMEIRA PARTE: A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO Capítulo

Leia mais

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA 1. Criar o Fórum Metropolitano de Segurança Pública Reunir periodicamente os prefeitos dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo para discutir, propor,

Leia mais

Subseção I Disposição Geral

Subseção I Disposição Geral Subseção I Disposição Geral Art. 59. O processo legislativo compreende a elaboração de: I - emendas à Constituição; II - leis complementares; III - leis ordinárias; IV - leis delegadas; V - medidas provisórias;

Leia mais

SUMÁRIO INTRODUÇÃO... PRIMEIRA PARTE: A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

SUMÁRIO INTRODUÇÃO... PRIMEIRA PARTE: A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO SUMÁRIO INTRODUÇÃO... PRIMEIRA PARTE: A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO Capítulo I As transformações do Estado e a organização administrativa moderna 1.1. Estado Liberal, Estado

Leia mais

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES AUTOR(ES): MARIANA TOLEDO ALVES TEIXEIRA

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES AUTOR(ES): MARIANA TOLEDO ALVES TEIXEIRA TÍTULO: "DIÁRIO" DE UM EX - DETENTO : AS DIFICULDADES E PRECONCEITOS ENCONTRADOS, NO DIA A DIA,PARA RESSOCIALIZAÇÃO DO EX - PRESIDIÁRIO NEGRO NO BRASIL. CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128, DE 2014

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128, DE 2014 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128, DE 2014 Altera a Lei de Execução Penal e o Código Penal para criminalizar o diretor do estabelecimento penal ou o agente público competente pela não atribuição de trabalho

Leia mais

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA. SUGESTÃO N o 24, DE 2007

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA. SUGESTÃO N o 24, DE 2007 COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA SUGESTÃO N o 24, DE 2007 Propõe Projeto de Lei que estabelece a existência de um posto de saúde para cada complexo prisional com mais de 1200 detentos e unidades prisionais

Leia mais

LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL

LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art.5º Todos são iguais perante a lei.. XI a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento

Leia mais

Experiência Internacional das Parcerias Público-Privadas:

Experiência Internacional das Parcerias Público-Privadas: CNI Confederação Nacional da Indústria Experiência Internacional das Parcerias Público-Privadas: O Exemplo Inglês Confederação Nacional da Indústria Experiência Internacional das Parcerias Público-Privadas:

Leia mais

Considerando a inspeção empreendida no dia 19.09.2012 no Centro de Recuperação Feminina;

Considerando a inspeção empreendida no dia 19.09.2012 no Centro de Recuperação Feminina; Considerando que ao Conselho Penitenciário do Estado do Pará compete, de acordo com o Decreto 418/79, inspecionar os estabelecimentos prisionais sediados no Estado do Pará, com objetivo de assegurar condições

Leia mais

LIVRO: LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EDITORA: GEN MÉTODO EDIÇÃO: 2ªED., 2013 SUMÁRIO

LIVRO: LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EDITORA: GEN MÉTODO EDIÇÃO: 2ªED., 2013 SUMÁRIO LIVRO: LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EDITORA: GEN MÉTODO EDIÇÃO: 2ªED., 2013 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... Capítulo I LICITAÇÃO 1.1. Conceito... 1.2. Fontes normativas... 1.3. Competência legislativa...

Leia mais

TÍTULO: PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS NO SISTEMA PRISIONAL BRASILEIRO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS ECONÔMICAS

TÍTULO: PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS NO SISTEMA PRISIONAL BRASILEIRO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS ECONÔMICAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS NO SISTEMA PRISIONAL BRASILEIRO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO. Do UOL Notícias Em São Paulo

CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO. Do UOL Notícias Em São Paulo CERCA DE 76% DOS CONDENADOS NO BRASIL ESTÃO OCIOSOS NA PRISÃO, APONTA ESTUDO Ana Sachs* 20/09/2009-07h00 Do UOL Notícias Em São Paulo Ainda que seja uma exigência da lei de Execuções Penais, o trabalho

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 492. O GOVERNADOR DO ESPÍRITO SANTO Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte

LEI COMPLEMENTAR Nº 492. O GOVERNADOR DO ESPÍRITO SANTO Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte LEI COMPLEMENTAR Nº 492 Institui o Programa de Parcerias Público- Privadas do Estado do Espírito Santo e dá outras providências. Lei: O GOVERNADOR DO ESPÍRITO SANTO Faço saber que a Assembléia Legislativa

Leia mais

Infraestrutura, Segurança e PPPs

Infraestrutura, Segurança e PPPs www.pwc.com Infraestrutura, Segurança e PPPs Dezembro, 2011 Agenda - Características de uma PPP - Alguns Projetos de PPP no Brasil - Exemplos de PPP em Infraestrutura e Segurança 2 Características de uma

Leia mais

CARTA DE BRASÍLIA I ENCONTRO NACIONAL DOS CONSELHOS DA COMUNIDADE Brasília 6 e 7 dezembro de 2012

CARTA DE BRASÍLIA I ENCONTRO NACIONAL DOS CONSELHOS DA COMUNIDADE Brasília 6 e 7 dezembro de 2012 CARTA DE BRASÍLIA I ENCONTRO NACIONAL DOS CONSELHOS DA COMUNIDADE Brasília 6 e 7 dezembro de 2012 Os participantes do I ENCONTRO NACIONAL DOS CONSELHOS DA COMUNIDADE, representantes de Conselhos da Comunidade

Leia mais

AS VANTAGENS DA APLICAÇÃO DE PENAS ALTERNATIVAS

AS VANTAGENS DA APLICAÇÃO DE PENAS ALTERNATIVAS AS VANTAGENS DA APLICAÇÃO DE PENAS ALTERNATIVAS Camila Silvia Martinez Perbone 30* As penalidades, desde os primórdios da civilização, sempre tiveram a finalidade de punir de modo severo, apenas para restabelecer

Leia mais

GISELE CALDEIRA DE FREITAS PROJETO DE PESQUISA APLICADA: A RESSOCIALIZAÇÃO DO PRESO FRENTE AO SISTEMA PENITENCIÁRIO BRASILEIRO

GISELE CALDEIRA DE FREITAS PROJETO DE PESQUISA APLICADA: A RESSOCIALIZAÇÃO DO PRESO FRENTE AO SISTEMA PENITENCIÁRIO BRASILEIRO GISELE CALDEIRA DE FREITAS PROJETO DE PESQUISA APLICADA: A RESSOCIALIZAÇÃO DO PRESO FRENTE AO SISTEMA PENITENCIÁRIO BRASILEIRO IBAITI 2013 3 AUÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO

Leia mais

Instituto Avante Brasil Diretor-Presidente: Luiz Flávio Gomes Coordenadora e Pesquisadora: Flávia Mestriner Botelho Data: Janeiro de 2014

Instituto Avante Brasil Diretor-Presidente: Luiz Flávio Gomes Coordenadora e Pesquisadora: Flávia Mestriner Botelho Data: Janeiro de 2014 Instituto Avante Brasil Diretor-Presidente: Luiz Flávio Gomes Coordenadora e Pesquisadora: Flávia Mestriner Botelho Data: Janeiro de 2014 SISTEMA PENITENCIÁRIO BRASILEIRO: EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO CARCERÁRIA

Leia mais

PPP PARCERIA PÚBLICO PRIVADA

PPP PARCERIA PÚBLICO PRIVADA PPP PARCERIA PÚBLICO PRIVADA Autores: Eng Sérgio Piccinelli Eng Carlos Henrique Machado Edição: José Carlos Lada Outubro / 2014 Formas de Contratação pela Administração 1) Contratação Direta (Formas de

Leia mais

CONFERÊNCIA LIVRE DO SISTEMA DE JUSTIÇA MPPR/ OAB/ TJ CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA - CONSEG

CONFERÊNCIA LIVRE DO SISTEMA DE JUSTIÇA MPPR/ OAB/ TJ CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA - CONSEG CONFERÊNCIA LIVRE DO SISTEMA DE JUSTIÇA MPPR/ OAB/ TJ Princípio A segurança pública deve promover a cidadania e prevenir a criminalidade. Princípio As políticas de segurança pública devem ser transversais.

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Parceria público-privada no sistema prisional mineiro Julio César Gaberel de Moraes Filho* Resumo: Este trabalho tem por finalidade fazer uma breve análise sobre o projeto de PPP

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO, VIOLÊNCIA E NARCOTRÁFICO

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO, VIOLÊNCIA E NARCOTRÁFICO COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO, VIOLÊNCIA E NARCOTRÁFICO PROJETO DE LEI Nº 7.311, DE 2002 (Apenso o Projeto de Lei nº 788, de 2003) Dispõe sobre a obrigatoriedade de presença

Leia mais

ASSISTÊNCIA A SAÚDE À MULHER - PRESA: UM DIREITO NEGADO

ASSISTÊNCIA A SAÚDE À MULHER - PRESA: UM DIREITO NEGADO 1 ASSISTÊNCIA A SAÚDE À MULHER - PRESA: UM DIREITO NEGADO Hilderline Câmara de Oliveira Christianne Medeiros Cavalcante Eduardo Franco Correia Cruz Joseneide Sousa Pessoa dos Santos Universidade Federal

Leia mais

Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo. Princípios e diretrizes de Segurança Pública

Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo. Princípios e diretrizes de Segurança Pública Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo Princípios e diretrizes de Segurança Pública Eixo 1 1. Fortalecimento do pacto federativo; 2. Municipalização da Segurança Pública; 3. Estabelecer

Leia mais

PARCERIAS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

PARCERIAS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Maria Sylvia Zanella Di Pietro PARCERIAS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Concessão, Permissão, Franquia, Terceirização, Parceria Público-Privada e outras Formas loª Edição SÃO PAULO EDITORA ATLAS S.A. - 2015

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSU 018/2014

RESOLUÇÃO CONSU 018/2014 RESOLUÇÃO CONSU 018/2014 Estabelece as diretrizes da Política Institucional de Propriedade Intelectual, Transferência de Tecnologia e Inovação da UEFS e dá outras providências. O Reitor da Universidade

Leia mais

DESMISTIFICANDO AS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS

DESMISTIFICANDO AS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS DESMISTIFICANDO AS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS UMA IMPORTANTE ALTERNATIVA PARA O AVANÇO DA INFRAESTRUTURA BRASILEIRA Daniel R. Figueiredo Especialista em Estruturação de Projetos de PPP e Concessões 26/08/2015

Leia mais

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Banca: SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO/RJ Edital SMA Nº 84/2010 (data da publicação: 27/09/2010) Carga horária (aulas presenciais): 126 horas

Leia mais

A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO. Diversos problemas levaram à situação atual

A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO. Diversos problemas levaram à situação atual A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO Diversos problemas levaram à situação atual O problema sempre foi tratado com uma série de OUs Natureza ou policial ou social Responsabilidade ou

Leia mais

ANEXO VII LEI Nº13.190 DE 11 DE JULHO DE

ANEXO VII LEI Nº13.190 DE 11 DE JULHO DE ANEXO VII LEI Nº13.190 DE 11 DE JULHO DE 2014 Dispõe sobre as diretrizes orçamentárias para o exercício de 2015, e dá outras providências. Art. 60 - Sem prejuízo das disposições contidas nos demais artigos,

Leia mais

JANE PAIVA ELIONALDO FERNANDES JULIÃO

JANE PAIVA ELIONALDO FERNANDES JULIÃO EDUCAÇÃO EM PRISÕES Refere-se à oferta de educação como direito de jovens e adultos em privação de liberdade, no marco dos direitos humanos, em modalidade de atendimento que considera necessidades específicas

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Direito administrativo

Maratona Fiscal ISS Direito administrativo Maratona Fiscal ISS Direito administrativo 1. É adequada a invocação do poder de polícia para justificar que um agente administrativo (A) prenda em flagrante um criminoso. (B) aplique uma sanção disciplinar

Leia mais

CICLO DE INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA 14/07/2014 TRABALHO PARA O PRESO

CICLO DE INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA 14/07/2014 TRABALHO PARA O PRESO TRABALHO PARA O PRESO Julho 2014 1 Sumário Categoria:... 3 Ementa... 3 Ideia... 4 Trabalho para o preso... 4 Nome do Pré-Projeto:... 4 Órgão executor:... 4 Início / Término da implementação:... 4 Público-alvo:...

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Procedência: 38ª Reunião da Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos Data: 04 e 05 de dezembro de 2007 Processo n 02000.003674/2005-12

Leia mais

Características das Autarquias

Características das Autarquias ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Professor Almir Morgado Administração Indireta: As entidades Administrativas. Autarquias Define-se autarquia como o serviço autônomo criado por lei específica, com personalidade d

Leia mais

CAPÍTULO I Das Espécies de Pena

CAPÍTULO I Das Espécies de Pena PROJETO DE LEI Nº /2011 (Do Senhor Deputado Hugo Leal) Altera dispositivos do Decretolei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 Código Penal, e da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 Lei de Execução Penal,

Leia mais

Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências

Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências Por Agnaldo dos Santos* Publicado em: 05/01/2009 Longe de esgotar o assunto, o artigo Privatização, Terceirização e

Leia mais

CONGRESSO NACIONAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 675 DE, 21 DE MAIO DE 2015.

CONGRESSO NACIONAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 675 DE, 21 DE MAIO DE 2015. CONGRESSO NACIONAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 675 DE, 21 DE MAIO DE 2015. (Mensagem nº 153, de 2015, na origem) Altera a Lei nº 7.689, de 15 de dezembro de 1988, para elevar a alíquota da Contribuição Social

Leia mais

CRESS / 7ª Região Conselho Regional de Serviço Social RJ

CRESS / 7ª Região Conselho Regional de Serviço Social RJ OFÍCIO /CRESS/SEC/Nº 0535/2013 Rio de Janeiro, 20 de setembro de 2013 De: Conselho Regional de Serviço Social 7ª Região À Comissão de Juristas com a finalidade de realizar estudos e propor atualização

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 9.424, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1996. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização

Leia mais

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo Contextualização Sumário - O Controle na Administração Pública - O Controle Externo - O Controle Interno O Controle Interno do Poder Executivo do Estado

Leia mais

Secretaria Executiva de Ressocialização

Secretaria Executiva de Ressocialização Desafio Social Prover a população carcerária de condições necessárias para a construção da Cidadania e de sua Reintegração Social Missão Cumprir a legislação de Execução Penal no Estado de Pernambuco,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADA NO DOE Nº 2.137, DE 31-03-06 LEI Nº 1424, DE 14 DE MARÇO DE 2006.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADA NO DOE Nº 2.137, DE 31-03-06 LEI Nº 1424, DE 14 DE MARÇO DE 2006. PUBLICADA NO DOE Nº 2.137, DE 31-03-06 LEI Nº 1424, DE 14 DE MARÇO DE 2006. Faço saber que: Institui o Programa de Parcerias Público- Privadas do Município de Palmas, Estado do Tocantins, e dá outras providências.

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE 1988

CONSTITUIÇÃO DE 1988 CONSTITUIÇÃO DE 1988 Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade,

Leia mais

Parceria Público-Privada Algumas Notas

Parceria Público-Privada Algumas Notas Parceria Público-Privada Algumas Notas ANTONIO FONSECA Subprocurador Geral da República Coordenador da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão Consumidor e Ordem Econômica Seminário sobre Parceria Público-Privada

Leia mais

RELAÇÃO DO DIREITO CONSTITUCIONAL COM OUTRAS DISCIPLINAS OU CIÊNCIAS.

RELAÇÃO DO DIREITO CONSTITUCIONAL COM OUTRAS DISCIPLINAS OU CIÊNCIAS. RELAÇÃO DO DIREITO CONSTITUCIONAL COM OUTRAS DISCIPLINAS OU CIÊNCIAS. 1. RELAÇÃO COM O DIREITO ADMINISTRATIVO: Classificado no Direito Público Interno, de quem é um de seus ramos, o Direito Administrativo,

Leia mais

O VICE-PREFEITO DO MUNICÍPIO DE NATAL, NO EXERCÍCIO DO CARGO DE PREFEITO, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

O VICE-PREFEITO DO MUNICÍPIO DE NATAL, NO EXERCÍCIO DO CARGO DE PREFEITO, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº. 6.182, DE 13 DE JANEIRO DE 2011 Dispõe sobre normas específicas para licitação e contratação de Parcerias Público-Privadas (PPP) no âmbito do Município do Natal, institui o Programa Municipal de

Leia mais

Avaliação da coordenação da Pastoral Carcerária SP sobre o sistema prisional

Avaliação da coordenação da Pastoral Carcerária SP sobre o sistema prisional São Paulo, 19 de junho de 2006 Avaliação da coordenação da Pastoral Carcerária SP sobre o sistema prisional O Estado de São Paulo vive hoje o clima do pós-rebeliões, do pós-confronto do crime organizado

Leia mais

Breves comentários sobre Dodd-Frank e o programa de recompensa para delatores de fraudes 1. Por Carlos Henrique da Silva Ayres 2

Breves comentários sobre Dodd-Frank e o programa de recompensa para delatores de fraudes 1. Por Carlos Henrique da Silva Ayres 2 Breves comentários sobre Dodd-Frank e o programa de recompensa para delatores de fraudes 1 Por Carlos Henrique da Silva Ayres 2 Em julho de 2010, entrou em vigor nos Estados Unidos o Dodd Frank Wall Street

Leia mais

POTENCIAL DE PPPs NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

POTENCIAL DE PPPs NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO POTENCIAL DE PPPs NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RILEY RODRIGUES Conselho Empresarial de Infraestrutura Sistema FIRJAN Principais desafios Os programas precisam ser estruturados, dentro de seus setores, como

Leia mais

Noções de Contratos Administrativos Lei 8.666/93

Noções de Contratos Administrativos Lei 8.666/93 Noções de Contratos Administrativos Lei 8.666/93 1 CONCEITO É um acordo de vontades em que o Estado, agindo em supremacia, firma com o particular para o desempenho de atividades de interesse público. Os

Leia mais

TRABALHO CARTILHA DO REEDUCANDO

TRABALHO CARTILHA DO REEDUCANDO TRABALHO VOLTA AO CRIME CARTILHA DO REEDUCANDO CARTILHA DO REEDUCANDO ÍNDICE Introdução...5 Deveres...6 Direitos...7 Disciplina...10 Sanções...11 Formulário para Habeas Corpus...12 Petição Simplificada...13

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013

CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013 CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013 Dispõe sobre as atribuições da Coordenação de Atendimento ao Preso Provisório da Defensoria Pública da Capital e dá outras providências.

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

ESTADO DE GOIÁS ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA RELATÓRIO DA VISITA FEITA AO CENTRO DE INSERÇÃO SOCIAL DE ANÁPOLIS (PRESÍDIO DE ANÁPOLIS), REALIZADA EM 25 DE MAIO DE 2011, PELA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Leia mais

LEGISLAÇÃO APLICÁVEL ÀS PRIVADAS

LEGISLAÇÃO APLICÁVEL ÀS PRIVADAS LEGISLAÇÃO APLICÁVEL ÀS PARCERIAS PÚBLICO- PRIVADAS Segundo a Lei Federal 11.079/04, a Parceria Público-Privada é um contrato administrativo de concessão, na modalidade patrocinada ou administrativa: Patrocinada

Leia mais

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA Índice 1. Competência...3 1.1. Critérios Objetivos... 3 1.1.1. Critérios Subjetivos... 4 1.1.2. Competência Territorial... 4 2. Dos Processos...4

Leia mais

IMPOSSIBILIDADE DE RECOLHIMENTO DE PRESO CIVIL EM PRISÃO MILITAR

IMPOSSIBILIDADE DE RECOLHIMENTO DE PRESO CIVIL EM PRISÃO MILITAR ELBERT DA CRUZ HEUSELER Mestre em Direito da Administração Pública Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais Pós Graduado em Estratégia e Relações Internacionais Especialista em Globalização e Brasil

Leia mais

Pacto Nacional pela Saúde. Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação

Pacto Nacional pela Saúde. Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação Pacto Nacional pela Saúde Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Conheça mais: Programa Mais Médicos Faltam médicos no Brasil De 2003 a 2011, o número de postos

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Renovação de Licitação

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Renovação de Licitação 15/10/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 5 4. Conclusão... 8 5. Referências... 8 6. Histórico de alterações... 8 2 1.

Leia mais

PPP Parcerias Público-Privadas. Gustavo Eugenio Maciel Rocha Leonardo Grilo

PPP Parcerias Público-Privadas. Gustavo Eugenio Maciel Rocha Leonardo Grilo PPP Parcerias Público-Privadas Gustavo Eugenio Maciel Rocha Leonardo Grilo Curso Parcerias Público-Privadas Governo Espírito Santo 26/11/2010 SUMÁRIO O que são PPPs e como surgiram PPPs no Brasil (legislação

Leia mais

EDITAL DE LICITAÇÃO. Modalidade: CONCORRÊNCIA Nº. 01/2013 SEGEM

EDITAL DE LICITAÇÃO. Modalidade: CONCORRÊNCIA Nº. 01/2013 SEGEM EDITAL DE LICITAÇÃO Modalidade: CONCORRÊNCIA Nº. 01/2013 SEGEM Tipo: MELHOR TÉCNICA E MENOR VALOR POR TONELADA A SER PAGO PELO PODER CONCEDENTE PARA A EXECUÇÃO DO OBJETO DO PRESENTE EDITAL Processo nº.

Leia mais

PRINCÍPIOS BÁSICOS E ORIENTADORES

PRINCÍPIOS BÁSICOS E ORIENTADORES ÍNDICE PREFÁCIO par. pág. Razão de ser 1-3 13 Os objectivos 4-5 13 A origem 6-8 13 Agradecimentos: aos redactores 9 14 Agradecimentos: aos patrocinadores 10 14 Aos destinatários 11 14 ONDE COMEÇA O MANUAL

Leia mais

Em nome do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime. UNODC quero agradecer ao coordenador residente, sr. Jorge

Em nome do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime. UNODC quero agradecer ao coordenador residente, sr. Jorge Boa tarde! Em nome do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime UNODC quero agradecer ao coordenador residente, sr. Jorge Chediek, e a toda sua equipe, pela oportunidade em participar desse importante

Leia mais

Responsabilidade dos bancos por riscos/danos ambientais Demarest & Almeida Advogados Associados

Responsabilidade dos bancos por riscos/danos ambientais Demarest & Almeida Advogados Associados Responsabilidade dos bancos por riscos/danos ambientais Demarest & Almeida Advogados Associados São Paulo, 17 de maio de 2012 I. Apresentação II. Legislação Federal Básica III. Responsabilidade Ambiental

Leia mais

Privadas O Projeto de Lei em tramitação

Privadas O Projeto de Lei em tramitação BNDES BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL Parcerias Público-Privadas Privadas O Projeto de Lei em tramitação MAURÍCIO PORTUGAL RIBEIRO CONSULTOR JURÍDICO DA UNIDADE DE PPP DO MINISTÉRIO

Leia mais

PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA

PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA O texto que se segue foi elaborado pela CUT, por meio do GT Terceirização, coordenado pela Secretaria

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO PROJETO DE LEI N o 1.529, DE 2015 Dispõe sobre a renovação das frotas das empresas prestadoras de serviço de locação de veículos. Autor: Deputado

Leia mais

Rede de Defesa e Segurança

Rede de Defesa e Segurança Rede de Defesa e Segurança 1 PROGRAMA ALIANÇA PELA VIDA Objetivo: Estruturar ações integradas de prevenção, acolhimento e tratamento dos usuários e dependentes de álcool e outras drogas e seus familiares,

Leia mais

II criação e fortalecimento de redes sociais e comunitárias;

II criação e fortalecimento de redes sociais e comunitárias; LEI 11.530, DE 24 DE OUTUBRO DE 2007 Institui o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania PRONASCI e dá outras providências. * V. Portaria MJ 1.411/2007 (Instrumentos de cooperação federativa

Leia mais

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO LEI Nº 10.006

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO LEI Nº 10.006 ESTADO DO ESPÍRITO SANTO LEI Nº 10.006 Institui o Comitê Estadual para a Prevenção e Erradicação da Tortura no Espírito Santo - CEPET/ES e o Mecanismo Estadual de Prevenção e Erradicação da Tortura no

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador BENEDITO DE LIRA

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador BENEDITO DE LIRA PARECER Nº, DE 2015 1 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 218, de 2011, do Senador EUNÍCIO OLIVEIRA, que dispõe sobre o empregador arcar com os

Leia mais

LICITAÇÕES PÚBLICAS. Da Lei Geral (8.666/93) ao R.D.C Passando pela Locação de Ativos. Autoria Engº Sergio Piccinelli Engº Mário Cesar Stamm Jr

LICITAÇÕES PÚBLICAS. Da Lei Geral (8.666/93) ao R.D.C Passando pela Locação de Ativos. Autoria Engº Sergio Piccinelli Engº Mário Cesar Stamm Jr LICITAÇÕES PÚBLICAS Autoria Engº Sergio Piccinelli Engº Mário Cesar Stamm Jr Da Lei Geral (8.666/93) ao R.D.C Passando pela Locação de Ativos Consultas Bibliográficas Daniel Pinto Gontijo 20/NOVEMBRO/2012

Leia mais

PENAS ALTERNATIVAS E O DIREITO PENAL MILITAR

PENAS ALTERNATIVAS E O DIREITO PENAL MILITAR PENAS ALTERNATIVAS E O DIREITO PENAL MILITAR MARIA FERNANDA DE LIMA ESTEVES [1] Desde o início da história, a humanidade depara-se com o cometimento das mais diversas infrações, e, ao lado delas, surge

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL - 2ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL - 2ª REGIÃO OFÍCIO CIRCULAR Nº T2-OCI-2010/00037 Rio de Janeiro, 25 de março de 2010. Senhor(a) Juiz(a), No 3º Encontro Nacional do Poder Judiciário, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça e ocorrido no último

Leia mais

Realização. Estados Vizinhos Convidados

Realização. Estados Vizinhos Convidados Relatório-síntese do III Seminário de Articulação Nacional e Construção de Diretrizes para a Educação no Sistema Penitenciário Regional Sul Centro Administrativo Porto Alegre - RS 6 e 7 de março de 2006

Leia mais

VOTO EM SEPARADO DA DEPUTADA ANDRÉIA ZITO

VOTO EM SEPARADO DA DEPUTADA ANDRÉIA ZITO COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 6.708, DE 2009. Acrescenta Capítulo III-A ao Título V da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº

Leia mais

Considerações sobre a aplicação das Leis 10.973 e 8.958 nas Unidades de Pesquisa

Considerações sobre a aplicação das Leis 10.973 e 8.958 nas Unidades de Pesquisa Considerações sobre a aplicação das Leis 10.973 e 8.958 nas Unidades de Pesquisa 1 Introdução Este documento tem como objetivo apresentar um conjunto de reflexões sobre a implementação das disposições

Leia mais

SEMINÁRIO RENOVAÇÃO DE CONCESSÕES DO SETOR PÚBLICO DE ENERGIA ELÉTRICA. Porto Alegre 05/10/2009 Luiz Carlos Guimarães ABRADEE

SEMINÁRIO RENOVAÇÃO DE CONCESSÕES DO SETOR PÚBLICO DE ENERGIA ELÉTRICA. Porto Alegre 05/10/2009 Luiz Carlos Guimarães ABRADEE SEMINÁRIO RENOVAÇÃO DE CONCESSÕES DO SETOR PÚBLICO DE ENERGIA ELÉTRICA Porto Alegre 05/10/2009 Luiz Carlos Guimarães ABRADEE Concessões de Distribuição QUANTO AO PRAZO CONTRATUAL AS CONCESSÕES DE DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

A PRISÃO DO DIREITO PENAL. Aurélio Wander Bastos

A PRISÃO DO DIREITO PENAL. Aurélio Wander Bastos A PRISÃO DO DIREITO PENAL Aurélio Wander Bastos O moderno Direito Penal Brasileiro tem evoluído em três grandes linhas teóricas: a do Direito Penal Comum, que trata principalmente da criminalidade comum;

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 014 /2009

NOTA TÉCNICA Nº 014 /2009 NOTA TÉCNICA Nº 014 /2009 Brasília, 03 de dezembro de 2009. ÁREA: Jurídico TÍTULO: Proposta de alterações nas regras para pagamento de precatórios. REFERÊNCIA(S): art. 100 da Constituição Federal de 1988;

Leia mais

1. Trabalhadores equiparados. Temporário, avulso, representante comercial. Estagiário. 2. Terceirização de atividades.

1. Trabalhadores equiparados. Temporário, avulso, representante comercial. Estagiário. 2. Terceirização de atividades. 1. Trabalhadores equiparados. Temporário, avulso, representante comercial. Estagiário. 2. Terceirização de atividades. 1. Trabalhadores equiparados aos empregados São trabalhadores equiparados aos empregados,

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO. QUESTÕES SOBRE SERVIÇOS PÚBLICOS Profa. Iana Almeida I - ESTILO FCC

DIREITO ADMINISTRATIVO. QUESTÕES SOBRE SERVIÇOS PÚBLICOS Profa. Iana Almeida I - ESTILO FCC QUESTÕES SOBRE SERVIÇOS PÚBLICOS Profa. Iana Almeida I - ESTILO FCC 1 - Q444474 (Prova: FCC - 2014 - TRT - 13ª Região (PB) - Técnico Judiciário - Tecnologia da Informação / Direito Classificação;) O conceito

Leia mais

Artigo 1º - A duração do trabalho do Psicólogo, nas instituições públicas estaduais paulistas, passa a ser de 30 (trinta) horas semanais.

Artigo 1º - A duração do trabalho do Psicólogo, nas instituições públicas estaduais paulistas, passa a ser de 30 (trinta) horas semanais. PROJETO DE LEI Nº 181, DE 2015 Propõe nova jornada de trabalho para o cargo de Psicólogo nas instituições públicas estaduais paulistas. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA: Artigo 1º

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 1.870 DE 10 DE FEVEREIRO DE 2005.

PROJETO DE LEI Nº 1.870 DE 10 DE FEVEREIRO DE 2005. PROJETO DE LEI Nº 1.870 DE 10 DE FEVEREIRO DE 2005. Dispõe sobre a organização do Sistema Municipal de Defesa do Consumidor, institui o Departamento de Defesa do Consumidor e o Fundo Municipal de Defesa

Leia mais

Isabella Camarço Gomes Aluna do Curso de Bacharelado em Moda, Design e Estilismo UFPI

Isabella Camarço Gomes Aluna do Curso de Bacharelado em Moda, Design e Estilismo UFPI Isabella Camarço Gomes Aluna do Curso de Bacharelado em Moda, Design e Estilismo UFPI Iara Mesquita da Silva Braga Prof. Msc. Do Curso de Bacharelado em Moda, Design e Estilismo - UFPI ATIVIDADES DA CADEIA

Leia mais

Breve sumário da apresentação do artigo redigido de Emanuel Rocha Sousa Severino

Breve sumário da apresentação do artigo redigido de Emanuel Rocha Sousa Severino Breve sumário da apresentação do artigo redigido de Emanuel Rocha Sousa Severino A Configuração do Sector Empresarial do Estado Português O novo papel do Estado, aspectos normativos e breve comparação

Leia mais

Cartilha do Estagiário das FaFEM

Cartilha do Estagiário das FaFEM Cartilha do Estagiário das FaFEM Apresentação Dúvidas Freqüentes Resumo dos principais pontos da lei 11.788 Legislação reguladora dos estágios: Lei Federal 11.788 de 25/09/2008 Apresentação As FaFEM, no

Leia mais

Gestão de Contratos. Noções

Gestão de Contratos. Noções Gestão de Contratos Noções Contrato - Conceito Contrato é todo acordo de vontades, celebrado para criar, modificar ou extinguir direitos e obrigações de índole patrimonial entre as partes (Direito Civil).

Leia mais